10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis

Confira aqui relatos de viagem pelo Brasil. Desde trilhas de final de semana até jornadas pelo país. Não deixe de escrever o seu!

10 dias nas trilhas de Ilha Grande e passeios em Angra dos Reis

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 11:38

Período: 14 a 23/07/2008
Cidades: Ilha Grande

Ilha Grande, o paraíso dos turistas estrangeiros. Nunca vi tanto turista estrangeiro junto! O local é bem rústico, simples, sem carros e considero como principais atrações, as trilhas e passeios de barco. Bom para quem gosta de caminhar (muito!) e não tem enjôo de mar, mas a recompensa são praias lindas, de água muito clara, cercadas por mata. Acredito que não seja um destino bom para quem tem crianças pequenas, devido às características do local, como o acesso difícil às principais belezas da ilha. Também não é indicado para quem espera luxo, conforto e não vive sem as facilidades de uma cidade grande.

Confira abaixo as dicas e o relato de viagem. Fiquei hospedada na Vila do Abraão, que é a maior vila da ilha e com mais infra-estrutura.

Obs.: "Outras opções" referem-se às indicações que recebi de colegas, mas que não experimentei por não ter tido tempo ou por ter tomado conhecimento delas tarde demais. ATENÇÃO: não possuo nenhum vínculo com pousada, hotel, restaurante, agência, loja e qualquer outro tipo de estabelecimento divulgado nos meus relatos de viagem. Alguns dos pontos turísticos, bem como alguns estabelecimentos, não foram visitados por mim e as informações foram pesquisadas em guias. Portanto, recomendo que antes de utilizar qualquer serviço, verifique com a secretaria de turismo da cidade, se os dados são atualizados e/ou verossímeis.

A cidade

É uma das inúmeras ilhas de Angra dos Reis, a qual possui, em sua totalidade, cerca de 148mil habitantes (dados IBGE 2007) e área de 800 Km². Faz limite com as cidades de Bananal (SP), Cunha (SP), Mangaratiba, Paraty, Rio Claro e São José do Barreiro (SP). Apresenta clima tropical úmido com temperatura média de 27ºC.
Editado pela última vez por nnaomi em 23 Nov 2011, 12:30, num total de 1 vezes
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Como chegar:

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 11:39

Angra dos Reis está localizada a 157Km da capital Rio de Janeiro e a 396Km da cidade de São Paulo. O principal acesso é pela Rod. Rio-Santos (BR-101), que liga Angra dos Reis à Paraty a oeste e à Mangaratiba a leste. Para se chegar à Ilha Grande, parte-se de Angra dos Reis ou Mangaratiba, onde barcas e diversas escunas e barcos oferecem o translado até a ilha, que é cumprido em aproximadamente 90min, pela barca, a partir de Angra dos Reis.

* Terminal Rodoviário Vereador Nilton Barbosa, (24) 3365-2041
* Cais da Lapa, local de partida das barcas Angra-Ilha Grande, às 11h15 e 16h
* Reunidas Paulista, 0300 210 3000/0800 709 90 20
* Empresa Costa Verde: (24)33651750
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Quando ir:

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 11:40

Depende das suas intenções. Em dezembro, janeiro e fevereiro é alta temporada e a ilha fica cheia. O mesmo acontece em feriados. Em julho, apesar de ser férias escolares, o clima frio e as águas geladas não atraem muito turistas brasileiros, mas os estrangeiros enchem a ilha a partir da segunda quinzena do mês até agosto, segundo informações que recebi de moradores da ilha. Em julho, geralmente o clima está seco e favorece as caminhadas.
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Onde ir na Ilha Grande:

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 11:43

Para resumir, digo vá a todas as praias da ilha, pois cada uma tem uma beleza diferente. Vá de barco, escuna, catamarã, lancha ou a pé. As informações a seguir consideram como ponto de partida a Vila de Abraão e que se pretende voltar no mesmo dia, sem acampar ou dormir no meio do caminho. No caso da Volta Ilha, caso opte por ir a pé, é necessário pernoitar no meio do trajeto.

Obs.: T1 é a Trilha 1 identificada c/ esse nome no mapa q eles me forneceram no CIT. T2 é a Trilha 2 e assim por diante.

* Praia de Abraão: central, onde chega a barca. Há várias pousadas e restaurantes
* Praia do Canto: continuação da Praia de Abraão, cheia de pousadas e bares

Acesso pela T1:
* Praia Preta: pequena, acho que é deserta
* Praia da Júlia
* Praia da Biquinha
* Praia Comprida
* Praia da Crena
* Praia Abraãozinho

Acesso pela T2:
* Praia Iguaçu: não fui, disseram que não valia à pena
* Praia da Camiranga: tem bar/quiosque e um barqueiro. Acho que também tinha uma casa/propriedade particular à beira da praia
* Praia do Perequê: tem um casa bem grande com cais, logo no início. Depois tem umas casas de moradores
* Praia de Fora: acho que passei por trás dela, que a trilha ia mato e não pela praia
* Saco do Céu: bem grande, tem muitos moradores e muitas embarcações. A água não é límpida, não sei se por conta do mangue e/ou de ser um local mais fechado, de água mais parada. Tem a Igreja de São Cosme e São Damião
* Praia da Feiticeira: pequena, mas bonita. Acho que não tem quiosques nem moradores, mas tem vendedores com isopor. Tem bastantes visitantes, pois é perto da cachoeira e vem muita gente pela trilha ou de táxi-boat

Acesso pela T10:
* Praia Brava: pequena e bem vazia, tem quiosque/bar e camping
* Praia Palmas: tem quiosques/bares, camping e a Capela de São Benedito. Falaram que tinha jacaré na lagoa, mas não vi nenhum, infeliz ou felizmente
* Praia dos Mangues: tem quiosque/bar e barqueiros (táxi-boat para Abraão)
* Praia do Pouso: acho que a praia é deserta (sem moradores e quiosque/bar), mas tem táxi-boat frequente. Na verdade essas duas últimas praias são aquelas que as agências deixam as pessoas para elas fazerem trilha para Lopes Mendes, então sempre tem barco chegando/saindo. Tem um restaurante flutuante

Acesso pela T11:
* Praia de Santo Antônio: muito linda, deserta, com água muito azul, quase não tinha visitantes quando fui lá. Imperdível subir nas pedras à esquerda para ver a Praia de Lopes Mendes
* Praia de Lopes Mendes: extensa, bem cheia, a areia faz barulho quando você anda, tem a Capela N. Sra. de Santana. Não vi quiosques/bares, nem moradores, apenas alguns vendedores com isopor, vendendo bebidas, lanches naturais e salgadinhos. Talvez tenha algum morador no final da praia, depois da capela, mas não fui até lá

Acesso pela T14:
* Praia de Dois Rios: Tem uma vila, um centro de pesquisa da UERJ, as ruínas do presídio e a Capela de N. Sra do Bom Despacho. Chegando à vila, há uma cantina, à direita, e uma casa bem arrumadinha, à esquerda, perto das ruínas, que serve refeições. Tudo isso fica localizado mais para dentro e não na beira da praia, onde não há construções. Na vila, várias casas estão abandonadas. Permanência é permitida até certo horário. Há um guarda que fica no final da trilha anotando o nome de quem entra na praia

Acesso por Volta Ilha (a pé ou de lancha):
* Praia de Caxadaço: fica escondida, é bem pequena, mas muito bonita. Tem um visual incrível de cima da pedra
* Praia de Parnaioca: pequena, bonita, tem um rio com muitos peixes
* Praia de Aventureiro: pequena, tem um píer no canto da praia, esse trecho é muito lindo, cheio de pedras e a cor da água é demais. A atração principal é o coqueiro torto. Tem a Igreja de Santa Cruz
* Praia de Meros: bem pequena, tem muitos peixes e dá para fazer snorkel no canto direito da praia
* Lagoa Verde: local muito famoso para mergulhar e ver peixes, estrelas-do-mar, tartarugas e cavalos marinhos
* Lagoa Azul: também é famosa para mergulho. Dizem que ao meio dia a água fica bem azul, mas à tarde quando fui, ela estava verde
* Saco do Céu: tem esse nome porque, o céu reflete na água e parece que as estrelas e a lua estão na água. Agencias organizam passeios noturnos para o local.
* Praia do Amor: tem uma capela e há uma estória de um casal que se gostava e se encontrava nessa praia. O pai da moça ao descobrir o romance matou o rapaz e a moça, por sua vez, se suicidou. Dizem que o casal, que passar pela praia e escrever o nome lá, ficará junto para sempre
* Acesso por passeio de barco/escuna: Lagoa Verde: local muito famoso para mergulhar e ver peixes, estrelas-do-mar, tartarugas e cavalos marinhos
* Lagoa Azul: também é famosa para mergulho. Dizem que ao meio dia a água fica bem azul, mas à tarde quando fui, ela estava verde
* Saco do Céu: tem esse nome porque, o céu reflete na água e parece que as estrelas e a lua estão na água. Agencias organizam passeios noturnos para o local.
* Praia do Amor: tem uma capela e há uma estória de um casal que se gostava e se encontrava nessa praia. O pai da moça ao descobrir o romance matou o rapaz e a moça, por sua vez, se suicidou. Dizem que o casal, que passar pela praia e escrever o nome lá, ficará junto para sempre
* Praia de Japariz, tem um cais para embarque/desembarque, há vários restaurantes e normalmente as escunas param nesse local para almoço. Acho que cada agência tem uma espécie de convênio com um deles
* Praia de Freguesia de Santana do Leste, tem um cais, praia é aberta, mas há uma cerca que vai de fora a fora da praia. Há um acesso entre duas cercas para a Igreja de Santana. Há um coqueiro muito alto do lado da igreja, que fica no alto, muito bonita

T13 Abraão - Pico do Papagaio
Do alto do pico, um visual incrível das praias.

Dicas de passeios:

* O que fazer: passeios de barco, escuna, catamarã ou lancha e trilhas
* Para ir para a ilha há várias opções, em vários horários. Além da barca, há escunas e catamarãs que vão mais rápido. Fui de barca, que levou cerca de 1h30min. Não balançou nada, o mar estava tranqüilo. Em feriados e finais de semana o preço da passagem da barca é bem mais caro do que no meio da semana
* Fui de táxi-boat da Praia da Feiticeira para a Vila de Abraão, levou cerca de 30min, com mar tranqüilo e não balançou nada. É uma boa alternativa de volta para quem já percorreu a trilha na ida
* Fui de táxi-boat da Praia do Pouso para a Vila de Abraão, balançou um pouco na primeira metade do caminho, mas depois ficou tranqüilo. É uma boa alternativa de volta para quem já percorreu a trilha na ida. É também uma boa alternativa para quem não gosta de caminhar muito, pois há várias saídas programadas de Abraão para Pouso e depois de Pouso para Abraão e, dessa forma, é possível conhecer Lopes Mendes, fazendo apenas a trilha T11
* No passeio “Volta Ilha”, a lancha balança um pouco, principalmente quando pega ondas provocadas por outra embarcação. Depois de um dia inteiro de lancha, quando desci senti tudo balançando. Pára em Praia de Caxadaço, Praia de Dois Rios, Praia de Parnaioca, Praia de Aventureiro, Praia de Meros, Lagoa Verde, Lagoa Azul e Saco do Céu. A última parada é no Restaurante Coqueiro Verde. Acredito que deva ser um convênio entre o restaurante e as agências de viagem
* Fiz passeio “Volta Ilha” com a Agência Phoenix. A lancha é boa, com dois motores e o atendimento foi bom também
* Existe outra opção de passeio “Volta Ilha”, de catamarã, é mais barato, mas pára apenas em quatro locais, pois é mais lento. Se não me engano pára em Dois Rios, Parnaioca, Aventureiro e Lagoa Verde
* Agência IGT, atendimento bom
* É bom levar toalha para se secar e blusa de frio para a volta do passeio de barco, pois com o vento fica frio
* De Angra dos Reis (continente) partem alguns passeios de escuna com roteiros um pouco diferentes daqueles oferecidos em Ilha Grande
* Preços de passeios de escuna são tabelados, há várias agências, mas todas praticam o mesmo preço
* Preço de acesso à internet parece tabelado também. Não sei se todas tarifam por minuto ou se algumas cobram por períodos fixos
* Abraão é a capital da ilha, com muita opção de hospedagem, alimentação e saídas de passeios. Normalmente em outras áreas, a hospedagem é meia pensão com passeio de barco incluso, pois está mais isolado. Porém possibilita acesso a outras trilhas que não conseguiria fazer a partir de Abraão, a menos que ficasse em campings ou casa de pescador no meio do caminho
* Provetá é bem grande, segunda maior vila da ilha, mas é uma comunidade mais fechada, há poucas opções de hospedagem por lá, segundo informações que recebi na ilha
* Araçatiba, Bananal e Sítio forte têm opções de hospedagem e alimentação
* Bananal abriga uma comunidade japonesa e tem opções de hospedagem e alimentação
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Onde ir em Angra dos Reis (continente):

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 11:43

# Espaço Angra, Av. Julio Maria, 160, seg à sex de 8 às 21h e aos sáb de 8 às 14h
# Igreja da Lapa
# Centro Cultural
# Nossa senhora da Boa Morte, R. Arcebispo Santos, Centro, (24)3369-7693
# Mercado do Peixe
# Chafariz da Saudade, Praça Lopes Trovão
# Casa da Cadeia Pública/Câmara Munic. de Vereadores, Praça Nilo Peçanha, (24) 3365-3875; presidência 3365-0163, seg à sex das 10 às 17h
# Prédio do Governo Municipal, Praça Nilo Peçanha, 186
# Beco da Arte
# Igreja da Matriz
# Casa de Cultura Poeta Brasil dos Reis, Av. Raul Pompéia, esq para a Rua do Comércio, (24)3369-7595, ter a dom, das 10h ás 22h
# Igreja Santa Luzia, R. do Comércio, Centro, (24)3367-2220
# Casarão Alípio Mendes
# Conjunto da Praça General Osório, Pça General Osório (Largo do Carmo)
# Chafariz Marques de Herval, Praça General Osório
# Nossa Senhora do Carmo, Praça General Osório (Largo do Carmo), (24)3369-7693. No momento encontra-se em reforma
# Sobrado da Praça General Osório
# Chafariz da Carioca, R. Professor Lima
# Capela da Venerável Ordem Terceira de São Francisco, Morro do Santo Antônio, Centro, (24)3365-3801 ( Dona Déia)
# Convento São Bernardino de Sena, Morro de Santo Antônio, Centro, ter a dom das 9 às 12 e das 13h30 às 17h
# Nossa Senhora da Conceição, Praça Silvestre Travassos, (24)3365-0778, de 8 às 19h
# Mercado Municipal, Praça Zumbi dos Palmares
# Bliblioteca Municipal Professor Guilherme Briggs, Praça Marques de Tamandaré, 116, (24) 3377-1958, seg à sex de 8 às 20h, sáb de 8 às 13h
# Sobrado da Ladeira de Santa Luzia
# Sobrado Laranjeiras
# Cruzeiro
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Onde ficar em Ilha Grande:

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 11:44

* Pousada do Bicão, R. do Bicão, 28, Vila de Abraão, pousadadobicao@hotmail.com, http://www.ilhagrande.org/pousadadobicao Bem simples, quarto com TV, frigobar, ventilador de teto e chuveiro elétrico. Café simples e básico. Localização boa, não é longe do centro (igreja) da Vila, fica na encosta, mas no início, não tem que subir muito. Foi uma das mais em conta que encontrei na época

Outras opções na Vila do Abraão - cito algumas bem simples que encontrei na época, mas há muitas outras opções:
* P. Acalanto, R. Getúlio Vargas (frente Posto Médico), http://www.ilhagrande.org/acalanto acalanto@ilhagrande.org Simples, mas bem jeitosinha
* P. Albatroz, R. das Flores, 151, http://www.ilhagrande.org/albatroz albatroz.ilhagrande@uol.com.br
* P. Guapuruvu, R. do Bicão, 299, http://www.ilhagrande.org/guapuruvu guapuruvu@ilhagrande.org
* P. Arrastão, R. Getúlio Vargas, 22, http://www.ilhagrande.org/arrastao contato@pousadaarrastao.com

Dicas de hospedagem:

# Segundo dicas de um colega, deve-se evitar pousadas que fiquem muito no centro, por causa do barulho provocado pelos restaurantes, bares e passagem das pessoas que transitam pelo centro
# Pousada na Praia do Canto são mais silenciosas, mas o acesso é feito pela areia da praia, não tem caminho/rua
# No geral, pousadas são rústicas, mas há opções para todos os gostos e bolsos
# Algumas pousadas fecham para reforma em julho, mas mesmo assim sobram vagas nessa época
# Algumas pousadas oferecem transporte de mala de cortesia, do cais até a pousada, mas há carregadores de mala uniformizados, com carrinhos, aguardando no cais, já que não existe táxi na ilha. Mas, sinceramente, deixe malões com rodinhas em casa, bem como salto alto e peças elaboradas. Faça uma mochila com roupa de banho, shorts, chinelos e um tenis para andar mais confortável
# Não circulam carros, exceto da polícia, prefeitura, UERJ e há poucas bicicletas. As principais ruas são mais largas, o resto são caminhos estreitos, que parecem mais calçadas
# A vila de Abraão é pequena, então os locais são de fácil acesso, através de caminhada curta. Porém algumas pousadas ficam na encosta e pode ser um pouco mais cansativo para chegar até lá
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Onde comer na Ilha Grande:

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 11:50

* Restaurante Pizza na Praça, ao lado da Igreja de São Sebastião, à la carte, tem pizzas e pratos individuais, local bem agradável, arrumado. Os PFs são muito bons, porção grande, bem servida. Relação custo-benefício é muito boa
* Restaurante Aconchego, R. Getúlio Vargas, à la carte, tem pratos individuais, local agradável. Os PFs são muito bons, porção de tamanho médio. Relação custo-benefício é boa
* Restaurante Biergarten, R. Getúlio Vargas, self-service por Kg, local bonito, bem agradável e arrumado. Não tem muita variedade, mas a comida é boa, a salada fresca e tem até alguma opção de comida vegetariana. É bom para quem come pouco, senão fica caro Relação custo-benefício é média
* Restaurante Armação dos Anjos, Bouganville, à la carte, tem pratos individuais, local agradável, arrumado, comida boa, mas porção pequena. Relação custo-benefício é média

Outras opções:
* Restaurante Coqueiro Verde, Saco do Céu: talvez o mais chique da ilha. O local é muito bonito, agradável, mas é muito caro. O passeio Volta Ilha pára lá para almoço, provavelmente trata-se de um convênio entre agências e o dono do restaurante

Dicas de alimentação:

# Para quem está hospedado na Vila de Abraão, a dica é levar lanche para a trilha e almoçar/jantar quando retornar à vila, pois há muita opção. Vi 2 padarias na R. da Praia e mais outra ao lado do Igreja, essa é maior, onde se pode comprar lanche. É bom levar água e lanche para as trilhas, pois alguns trechos são longos e não há quiosques/barracas no meio do caminho. Porém quase toda praia tem quiosques ou pelo menos pessoas com isopor vendendo bebidas, lanches e salgadinhos
# Um colega disse que a comida dos pontos de parada dos passeios de escuna, é muito cara e/ou ruim
# Normalmente os restaurantes abrem às 15h, mas me disseram que o Biergarten abre às 12h e tem alguma opção de comida vegetariana
# O costume no Rio de Janeiro é comer feijão preto
# Nos dias que eu fui ao mercadinho, as frutas e as verduras não estavam boas e estavam bem caras
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Dicas:

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 11:55

Contatos úteis:

* Prefeitura de Angra dos Reis, (24) 3377-8311
* Posto Avançado, Av. Ayrton Senna, 580, Praia do Anil, (24) 3367-7826/7855(fax), 3369-7704/7709, das 8 às 20h
* Posto de Informações do Centro Histórico, Av. Júlio Maria, 10, Centro, (24) 3369-7718/3367-7866, das 8h30 às 18h, cit@angra.rj.gov.br

Links úteis:

Litoral Costa Verde
TURISRIO - RJ
Prefeitura Municipal de Angra dos Reis
Ilha Grande
Ilha Grande
Ilha Grande
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Re: Ilha Grande

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 12:00

Dicas de trilhas:

# Para fazer as trilhas a dica é começar bem cedo. Nesse ponto, ajuda quando a pousada começa a servir o café da manhã cedo
# Para fazer as trilhas, siga as dicas de http://ilhagrande.org/Trilhas-na-Ilha-Grande . Não tem erro. Eles recomendam que se faça a trilha T13 com guia. Há alguns trechos perigosos, que requerem atenção, uma escorregada e você vai para lá embaixo, mas há alguma sinalização e com alguma noção de direção, bom senso e muito cuidado é possível fazer a trilha sem guia. Porém em grupo sempre. Também é primordial ir cedo para voltar antes de escurecer e levar celular, pois embora a cobertura não seja total, ajuda
# Em julho, lá pelas 5h já está escuro nas trilhas, quando é mata fechada. Complica por causa das raízes, pedras e obstáculos do meio do caminho. É bom se programar para voltar antes disso
# Algumas partes da trilha têm pedras e/ou terra batida, portanto deve ser muito escorregadio na época de chuva. Acredito que depois de uma chuva, deve demorar para secar, pois há várias partes de mata fechada, onde não bate sol. Um bom tênis é essencial
# O inverno é uma ótima época para caminhar, sem chuva, céu azul, temperatura agradável, mas pode ser frio para entrar na água

Dicas gerais:

# Julho é baixa temporada, pois embora seja época de férias escolares, a água está fria naquela região. Disseram que preços são melhores na primeira quinzena, pois na segunda começa a subir por conta dos estrangeiros que chegam à ilha. É uma época boa, tem gente, mas não muita. Há pessoas nas trilhas e praias, mas está sossegado para curtir a natureza, sem aquele amontoado de gente. Não tem filas nos lugares e atendimento é bom
# Tem muitos estrangeiros, muitos europeus, principalmente franceses. De julho em diante eles aparecem, principalmente em agosto. Eu vi mais estrangeiros do que brasileiros. Inglês e francês tornam-se línguas oficiais da ilha nesse período
# Não há banco, nem mesmo caixa eletrônico na ilha, por isso muitos locais só aceitam dinheiro ou cheque. Alguns lugares aceitam cartão, mas geralmente impõem valor mínimo ou colocam um acréscimo de no mínimo 10%. Agências normalmente dão desconto se o pagamento é em dinheiro
# Bouganville é um mini-shopping, uma galeria de lojas. Uma calçada com lojas, restaurantes e algumas pousadas dos dois lados
# Tem forró e funk na R. Bicão, no Eco-cine Ipaumguaçu
# Acredito que não seja um destino bom para famílias com crianças muito pequenas, pois o forte da ilha são as trilhas e os passeios de barco/escunas
# A ilha parece bem preservada, com exceção das vilas, a vegetação reina, mas em alguns poucos lugares há mansões que cercaram as praias
# Mata da ilha é secundária e se refez sozinha. Foi cortada para plantio e pastagem de gado. Agora há projeto de plantação de mudas em áreas “carecas” da ilha, que não conseguiram se refazer sozinhas
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Dicas de Angra dos Reis (continente):

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 12:02

* Atendimento do Turisangra é muito bom, há mapas e folders gratuitos. Os atendentes são bem atenciosos, eles respondem e-mails e oferecem informações diversas e detalhadas, como horário de transporte e lista de hospedagem
* O que fazer: passeios de escuna
* Angra tem um centro histórico, mas são apenas alguns casarões e igrejas preservados no meio de construções novas. O centro não é bonito, tem esgoto correndo a céu aberto e praias do centro são muito, muito poluídas, infelizmente
* Suponho que não seja bom ficar hospedado no centro, pois praias não são boas
* Dizem que as praias da parte continental não são bonitas. Talvez as praias mais afastadas sejam mais bonitas e existem bons hotéis à beira dessas praias. Mas para ficar hospedado num lugar assim, carro é bom, pois as praias são distantes uma das outras, a menos que a intenção seja ficar isolado, descansando e relaxando num mesmo local
* Pode-se caminhar pela estrada do Contorno até Praia Grande, não é longe e acesso é fácil. Acesso à Praia do Bonfim também é fácil. Depois dessas praias, o acesso as outras praias fica mais difícil, pois há muitas propriedades particulares à beira da praia, com muros altos, que impedem a visão das praias. No meio das construções ficam os acessos às praias, mas eles costumam ser estreitos e meio escondidos
* Para quem tem poucos dias de férias, acredito que não compensa ficar no centro de Angra dos Reis, vale mais ir para Ilha Grande direto
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Relato de viagem: Ilha Grande

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 12:03

14/07/2008 - Dia ensolarado
Rodoviária de Taubaté, Rodoviária de Paraty, Angra dos Reis, Ilha Grande

Peguei o ônibus as 7h50, na Rodoviária de Taubaté, com destino a Paraty. O ônibus parou na Rodoviária de Ubatuba e chegou à Rodoviária de Paraty as 11h30min. Aproveitei para passar em uma agência de turismo lá perto e pegar alguns folders. Peguei um ônibus estilo circular para Angra dos Reis às 12h e desembarquei no Centro, às 14h. Aproveitei para passar no Centro de Informações Turísticas, no Cais Santa Luzia. Gostei do atendimento e recebi mapas, folders e indicações de hospedagem em Angra dos Reis, que iria utilizar quando retornasse de Ilha Grande, na próxima semana, pois pretendia passar uns 2 dias na parte do continente. Com tempo disponível, passei nas 3 agências de passeios com escunas e me informei sobre os roteiros disponíveis. Rumei para o Cais da Lapa, para pegar a barca às 16h. Recusei as ofertas de escunas e parti na barca, que estava vazia, talvez por ser baixa temporada e/ou por ser segunda-feira. Notei que havia um grupo grande de estrangeiros na barca. Com o mar muito tranqüilo, a barca não balançou nadinha e a travessia para Ilha Grande levou 1h30min. Rumei direto para a primeira pousada da minha lista de hospedagem (ordenada por preço), Pousada do Bicão. Realmente a pousada era bem simples, rústica, mas achei que dava para encarar. Deixei as malas, tomei um banho e resolvi fazer reconhecimento de território. Então percebi que havia vários grupos de estrangeiros andando pelas ruas, nas pousadas e nos restaurantes. Nunca tinha visto tanto estrangeiro junto, eram europeus, principalmente franceses. Percebi que cerca de 90% dos turistas eram estrangeiros. Achei o Restaurante Armação dos Anjos, local agradável, arrumado e parei para jantar. A comida era boa, mas a porção era pequena, o filé era acompanhado apenas por arroz e fritas. A minha primeira impressão geral de Angra dos Reis não foi boa. O centro da cidade (continente) é feio, muitas construções nos morros e as praias muito sujas. Ilha Grande me parecia muito rústica.

15/07/2008 - Dia ensolarado
T01 Circuito do Abraão e T02 Aqueduto - Saco do Céu

Acordei e me deparei com um dia ensolarado e um céu muito azul. Tomei um café da manhã muito simples, mas que tinha o essencial. Saí o mais rápido possível, pois as trilhas eram longas. Resolvi tentar fazer T1 mais T2. Descobri logo no início, que as trilhas eram bem sinalizadas, as praias lindas e a natureza preservada. Toda a impressão ruim do dia anterior se esvaneceu. Saí com mochila levando água, lanche, mapas e mais algumas tralhas. Fui de calça comprida, pois estava bem fresco de manhã, mas depois esquentou e quase morri de calor. Comecei lá pelas 8h30min, passando por umas casas de madeira à esquerda. À direita vi o que suponho ser a Pedra do Corisco, que assim se chama porque dizem que um raio cortou a pedra durante uma tempestade. Há uma bifurcação e segui pela direita, passando pela Praia Preta e pelas Ruínas do Lazareto. No meio do caminho, há diversas praias pequenas. Esse trecho é bem fácil, a trilha é quase uma estrada, larga e fácil de ser seguida. Em menos de 1h cheguei ao Aqueduto e resolvi continuar a T2, que é mais estreita, mais trilha mesmo e mais íngreme também. Resolvi ir até a Cachoeira da Feiticeira, mas não consegui pegar a trilha certa, pois há várias bifurcações e desisti, resolvi continuar, quando encontrei um rapaz, o Marcelo, e perguntei. Ele estava indo justamente para a cachoeira, fazer rapel. Segui com ele e cheguei à cachoeira, que é bonita, mas bem pequena. Ele montou os equipamentos para fazer rapel, esperando os turistas. Eu não fiz rapel, pois achei a água muito fria, embora ele me garantisse que é impossível sentir duas coisas ao mesmo tempo, ou você sente frio ou sente medo. Mesmo assim não me animei a experimentar. Perto da cachoeira, há placas indicando táxi-boat, na praia de mesmo nome. Ele me deu dicas de como continuar a trilha para o Saco do Céu e me avisou para retornar antes das 17h, pois como a trilha é fechada, nesse horário já fica escuro na trilha. Continuei, passando por várias praias, como a Praia do Camiranga, Praia do Perequê e Praia de Fora. No trecho perto do manguezal, a trilha segue mais à esquerda, por dentro e não seguindo pela praia. Depois de passar pelo Rio Perequê, cheguei ao Saco do Céu, que tem muitas embarcações atracadas e uma vila. Fui até a Igreja de São Cosme e São Damião e resolvi voltar, pois já estava ficando tarde, considerando o caminho de volta e também estava bem cansada e já estava contando com o táxi-boat. No Saco do Céu há vários barqueiros, mas eles cobram pela viagem e como estava sozinha e não tinha com quem rachar o barco, iria ficar muito caro. Os próprios barqueiros sugeriram ir até a Praia de Fora, onde encontraria um táxi-boat. Porém passei direto e só percebi mais tarde, então resolvi tentar um barqueiro na outra praia, acho que era a Camiranga, mas ele disse que estava sem óleo e não poderia me levar. O jeito era continuar até a Praia da Feiticeira. Arrastei-me até lá, pois já estava morta de cansaço e prometi que iria pegar um táxi-boat, não importando o preço e se não tivesse nenhum barco, então eu iria cair na areia da praia e ficar por lá mesmo até o dia seguinte, pois não tinha forças para terminar a trilha até a Vila de Abraão. Cheguei à Praia da Feiticeira que estava cheia de gente e tinha barcos saindo praticamente de hora em hora ou assim que juntasse o mínimo de 4 pessoas que quisessem ir até a Vila. Dessa forma, consegui voltar de barco, que era pequeno, mas com o mar tranqüilo, não balançou nadinha e levou cerca de 30min para ir até a Vila de Abraão. Depois de voltar de barco, já estava um pouco mais descansada e despreocupada, então até tive ânimo de caminhar até a Praia do Canto. Fui pela areia da praia, pois nesse trecho não há mais rua. Voltei para a pousada, tomei um bom banho e saí para jantar, varada de fome. Andei “prospectando” restaurantes e encontrei um ótimo, ao lado da Igreja, o Restaurante Pizza na Praça. Local é bem agradável, arrumado, a comida muito boa, porção grande, bem servida. Quando o meu PF chegou me deparei com um prato caprichado, uma travessa de salada fresquinha e uma tigela grande de feijão preto. Tinha esquecido que o costume do Rio é comer feijão preto. Apesar da fome, não agüentei comer tudo. Passei em uma agência, pois queria fazer um passeio de barco, depois aquele longo e exaustivo dia e vi um casal interessado no passeio de lancha “Volta Ilha”. Resolvi agendar o passeio também, mas ainda não tinha data confirmada, pois precisava de um número mínimo de 6 pessoas para sair. Voltei a prospectar, agora eram camisetas. Achei uma loja simpática no Boungaville, Areia Branca, onde comprei 2 camisetas. Ao final do dia, concluí que a trilha T1 + T2 é longa, mas não é tão pesada assim, o que me atrapalhou um pouco, foi que eu não saí muito cedo e perdi tempo na Cachoeira da Feiticeira, o que atrasou a volta. Também fui de calça comprida e estava quente, então com calor, preocupada com a hora e sem saber se haveria táxi-boat para a volta, tive que caminhar depressa e, sem pausas para descanso, acabei me esgotando...

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T1 Circuito do Abraão: Pedra do Corisco
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T1 Circuito do Abraão: uma praia no início da trilha
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T1 Circuito do Abraão: Ruínas do Lazareto
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T1 Circuito do Abraão: Praia Preta
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T2 Aqueduto/Saco do Céu: Aqueduto
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T2 Aqueduto/Saco do Céu: bela vista da Enseada das Estrelas (eu acho)
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T2 Aqueduto/Saco do Céu: Cachoeira da Feiticeira
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T2 Aqueduto/Saco do Céu: Praia da Camiranga
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T2 Aqueduto/Saco do Céu: Praia do Perequê
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T2 Aqueduto/Saco do Céu: Praia de Fora
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T2 Aqueduto/Saco do Céu: Saco do Céu
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T2 Aqueduto/Saco do Céu: Igreja de São Cosme e São Damião
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T2 Aqueduto/Saco do Céu: voltando, Praia da Feiticeira
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Voltando de táxi boat, chegando à Vila de Abraão
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16/07/2008 - Dia ensolarado
T10 Abraão- Praia dos Mangues – Pouso e T11 Pouso - Lopes Mendes

Acordei e me deparei com mais um dia belíssimo. Sem passeio de barco, resolvi fazer T10 mais T11, sabendo de antemão que havia táxi-boat para a volta. Então fui mais sossegada. Fui até o final da R. da Praia e peguei a trilha. Uma bifurcação indica a Praia do Pouso à direita e Praia do Abraãozinho à esquerda. Então segui em frente. Bem sinalizada, não tem erro, mas a trilha tem muita pedra e raiz, exige cuidado para não tropeçar. Também tem certos trechos bem íngremes. No alto ao ver a enseada, à direita há uma subidinha pelo barranco, onde se tem um ótimo ângulo para foto. Continuando pela trilha, um pouco antes de chegar à Praia das Palmas, há um riacho com água boa para beber. Você pode usá-la para encher o cantil. Peguei a trilha à esquerda para conhecer a Praia Brava. É bem perto, a praia é pequena e bem vazia. Tem um quiosque lá e parece que tem um camping no local, é bem tranqüila. Voltei à Praia das Palmas e a atravessei. Falaram que tinha jacaré na lagoa, mas não vi nenhum, infeliz ou felizmente. Passei em frente à Capela de São Benedito e continuei na trilha para chegar à Praia dos Mangues, que tem um quiosque/bar. Após essa praia chega-se finalmente à Praia do Pouso, onde há um restaurante flutuante, que é o último restaurante da trilha, pois a Praia de Lopes Mendes tem apenas ambulantes vendendo lanches naturais, salgadinhos e bebidas em isopor na praia. Então peguei a T11 e não achei a placa do IEF, que indicaria a Praia de Santo Antônio, mas vi outra placa à direita indicando essa praia. Segui por ela e depois de uns 15min cheguei numa adorável praia, pequena e muito bonita com água muito azul. Estava quase deserta, com exceção de um pequeno grupo que logo foi embora. A trilha é fácil e bem marcada, mas é muito fechada e estreita, tem vários trechos que você passa roçando pela vegetação em ambos os lados. O guia dizia que há uma bifurcação em Y (Santo Antônio ou Caxadaço), mas não a vi. Acho que o outro caminho não é utilizado e está encoberto pelo mato. Imperdível subir nas pedras à esquerda para ver a Praia de Lopes Mendes. Retornei à trilha principal e segui em direção à Praia de Lopes Mendes. Ela é bem extensa e a areia faz barulho quando você anda nela. Tinha bastante gente na praia, pois há muitos barcos que deixam o pessoal na Praia do Pouso, de forma que é necessário seguir apenas a T11 para chegar a essa praia. Segui até quase o final da praia, até a Capela N. Sra. de Santana. Resolvi tentar voltar por outro caminho. Atrás da Igreja, peguei uma estrada, que é bem larga, seguindo sempre à esquerda, mas devo ter pegado uma bifurcação errada, pois eu voltei ao início da Praia Lopes Mendes, então retornei pelo mesmo caminho da ida. Apesar das placas advertindo sobre perigo de encontrar jacarés, não encontrei nenhum. Voltei até Praia do Pouso, onde peguei o táxi-boat até Vila do Abraão. Dessa vez, o barco era maior (capacidade para 43 pessoas), mas o mar estava mais agitado na primeira metade do percurso e balançou um pouco, depois ficou calmo. Voltei para a pousada, tomei banho e resolvi jantar no Restaurante Aconchego, o local é agradável, arrumado. Comi um PF com peixe frito. Comida muito boa, porção de tamanho médio (consegui comer tudo, ou a porção era menor, ou o meu apetite tinha aumentado :) A salada era muito boa. Ligaram da agência para confirmar o passeio de lancha para o dia seguinte e eu fiquei feliz, pois depois de dois dias de trilha, queria descansar um pouco as pernas.

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T10 Abraão/Pouso: Enseada do Abraão
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T10 Abraão/Pouso: Praia das Palmas
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T10 Abraão/Pouso: Praia Brava
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T10 Abraão/Pouso: Capela de São Benedito
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T10 Abraão/Pouso: Praia dos Mangues
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T10 Abraão/Pouso: Praia do Pouso
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T11 Abraão/Pouso: Praia de Santo Antônio
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T11 Abraão/Pouso: Praia de Lopes Mendes
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T11 Abraão/Pouso: Capela N. Sra de Santana
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Voltando de táxi boat da Praia do Pouso a Vila de Abraão
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17/07/2008 - Dia ensolarado
T14 Abraão - Dois Rios

O passeio de lancha foi cancelado, pois um grupo de 4 pessoas desistiu em cima da hora. Dessa forma, eu e o casal, Suzy e Eduardo, que também iriam fazer o passeio de lancha, resolvemos fazer a T14. Embora o guia dissesse que era pesada, não achei. Fui e voltei andando, pois não tem barco para voltar, uma vez que fica do lado oceânico. Na verdade não é uma trilha, trata-se de uma estrada de terra que liga a Vila de Abraão a Vila de Dois Rios e por onde circulam carros da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que levam moradores, universitários ou pesquisadores da UERJ. No local existe, além de um centro de pesquisa da universidade, uma vila, a Capela de N. Sra do Bom Despacho e as ruínas do presídio. Chegando à vila, há uma cantina à direita e uma casa bem arrumadinha à esquerda, perto das ruínas, que serve refeições. Tudo isso fica localizado mais para dentro e não na beira da praia, onde não há construções. Hoje a vila tem várias casas abandonadas. Permanência é permitida até certo horário. Na entrada da vila, um guarda controla a entrada e saída de visitantes, anotando o nome de quem entra na praia. A Praia de Dois Rios tem esse nome, pois há dois rios, um em cada ponta da praia. Caminhei até as 2 pontas, para conhecer os 2 rios. Tive uma má impressão com a quantidade de urubus na praia, pois as praias que eu conhecia que tinham urubus eram sujas. Mas me surpreendi com a limpidez da água. A praia é grande e arredondada. Num trecho do meio, a praia afunda rápido, tem inclinação. Na volta passamos pela Piscina dos Soldados, onde pegamos um atalho, mas não sei se valeu à pena. Talvez seja mais curta, mas você troca a estrada por uma trilha estreita com pedras e raízes. No meio do caminho vi uns morangos silvestres. Jantei no Restaurante Pizza na Praça de novo. Resolvi procurar algum short ou bermuda para mim, pois estava muito quente para fazer trilha de calça e tinha trazido apenas uma bermuda. Achei 2 shorts no Boungaville, na mesma loja Areia Branca, onde tinha comprado as camisetas.

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T14 Abraão/Dois Rios: Enseada do Abraão
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T14 Abraão/Dois Rios: Piscina dos Soldados
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T14 Abraão/Dois Rios: Praia de Dois Rios
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T14 Abraão/Dois Rios: um dos dois rios
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T14 Abraão/Dois Rios: o outro rio
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T14 Abraão/Dois Rios: ruínas do presídio
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T14 Abraão/Dois Rios: Vila de Dois Rios
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T14 Abraão/Dois Rios: Igreja de N.S. do Bom Despacho
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18/07/2008 - Dia ensolarado
T01 Circuito do Abraão e T10 Abraão- Praia dos Mangues – Pouso

Sem passeio de lancha confirmado e sem vontade de fazer uma trilha pesada, resolvi fazer parte da T1 e da T10, que não tinha feito ainda. Voltei para ver o Mirante da Praia Preta, o Mirante do Aqueduto e o Poção, pois no outro dia, tinha seguido pelo outro lado, com o propósito de ver esses 2 pontos na volta, mas voltei de barco. Depois fiz a trilha que vai até a Praia de Abraãozinho. No meio do caminho passa-se pela Praia da Júlia, Praia da Biquinha, Praia Comprida, Praia da Crena e finalmente Praia Abraãozinho. Lá eu encontrei um casal muito simpático. Passeei pela Vila de Abraão e tirei fotos. Resolvi aproveitar o tempo para ler e-mails. Internet funciona via satélite e estava bom. Lá pelas 15h, não tinha quase ninguém e a velocidade de acesso estava boa. Resolvi jantar no Restaurante Biergarten. O local é bonito, bem agradável e arrumado. Não tem muita variedade, mas a comida é boa, a salada fresca e tem até alguma opção de comida vegetariana. É bom para quem come pouco, senão fica caro. Experimentei uma cocada queimada num daqueles carrinhos cheios de doces, que ficam na R. da Praia. Como era sexta-feira, a festa Julina começou e as barracas vendiam doces, bebidas e petiscos. Mas fui embora cedo, não vi se teve quadrilha ou qualquer outro tipo de festejo. A ilha estava mais cheia com o pessoal que chegou para o final de semana.

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T1 Circuito do Abraão: vista do Mirante da Praia Preta
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T1 Circuito do Abraão: vista do Mirante do Aqueduto
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T1 Circuito do Abraão: Poção
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T10 Abraão/Pouso (na verdade é uma bifurcação dessa trilha): Praia da Júlia
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T10 Abraão/Pouso (na verdade é uma bifurcação dessa trilha): Praia da Biquinha
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T10 Abraão/Pouso (na verdade é uma bifurcação dessa trilha): Praia Comprida
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T10 Abraão/Pouso (na verdade é uma bifurcação dessa trilha): Praia da Crena
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T10 Abraão/Pouso (na verdade é uma bifurcação dessa trilha): Praia Abraãozinho
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19/07/2008 - Dia ensolarado
Volta Ilha

O passeio saiu da Vila de Abraão às 9h30min, com 10 pessoas, mais o Eduardo e o Robson, da Agência Phoenix. A lancha era boa, com dois motores e foi uma delícia passear de lancha. A primeira parada foi na Praia de Caxadaço, que fica escondida. Ela é bem pequena, mas muito bonita. Tem um visual incrível de cima da pedra. A lancha parou no raso e desci andando. A parada foi rápida, mas como a praia é pequena, dá para curtir o local. A próxima parada foi na Praia de Dois Rios. A lancha parou mais longe, não dava pé, tive que agarrar num macarrão e ser rebocada pela Suzy. Que situação! Tenho que aprender a nadar! Mas como disse o Marcelo, ou a gente sente medo ou sente frio, como queria chegar à praia logo, nem senti frio e foi a primeira vez que entrei na água. Antes disso só tinha molhado os pés. A parada é muito curta para curtir a praia, que é longa. Então ou você vê um dos dois rios ou vê as ruínas do presídio. Não sobra tempo para fazer muita coisa. Eu, a Susy e o Eduardo ficamos tranqüilos batendo papo com o pessoal, pois a gente já conhecia o local, da trilha de alguns dias atrás. Outra parada foi na Praia de Parnaioca. A lancha parou longe e não dava pé, lá fui eu de novo, rebocada pela Suzy. A praia é muito bonita, o rio tem muitos peixes e a praia é pequena. Mais uma parada agora na Praia de Aventureiro. Desembarquei num píer num canto da praia, que é muito lindo, cheio de pedras e a cor da água é demais. Logo achamos o coqueiro torto. Colocaram uma placa dizendo que é proibido subir no coqueiro. Já imaginou se alguém quebra o coqueiro, acaba com a atração principal do local! A praia é pequena e bonita, com uma igrejinha, a Igreja de Santa Cruz. Depois paramos na Praia de Meros. Paramos no raso e dava pé. A praia é bem pequena, tem muitos peixes e dá para fazer snorkel no canto direito da praia. Paramos na Lagoa Verde, local muito famoso para mergulhar e ver peixes, estrelas-do-mar, tartarugas e cavalos marinhos. Fiquei na lancha e vi apenas peixes... Outra parada foi na Lagoa Azul, que também é famosa para mergulho, mas eu não desci, só olhei de dentro da lancha. Dizem que ao meio dia a água fica bem azul, mas à tarde quando fui, ela estava verde... A última parada foi no Saco do Céu, para almoçar no Restaurante Coqueiro Verde. O local é muito bonito, chique e acredito que deva ser um dos restaurantes mais caros da ilha. Creio que deva ser um convênio entre as agências e o restaurante. Para finalizar olhamos a Praia do Amor da lancha, não paramos lá. No local há uma capela e há uma estória de um casal que se gostava e se encontrava nessa praia. O pai da moça ao descobrir o romance matou o rapaz e a moça, por sua vez, se suicidou. Dizem que o casal, que passar pela praia e escrever o nome lá, ficará junto para sempre. Voltei para a pousada e depois de um bom banho, jantei uma bela macarronada no Restaurante Pizza na Praça e comi um brigadeiro num daqueles carrinhos de doce.

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Passeio Volta Ilha: Praia de Caxadaço
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Passeio Volta Ilha: Praia de Dois Rios
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Passeio Volta Ilha: Praia do Leste e Praia do Sul
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Passeio Volta Ilha: Praia de Aventureiro, olha o coqueiro torto!
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Passeio Volta Ilha: Praia de Meros
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Passeio Volta Ilha: Lagoa Verde
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Passeio Volta Ilha: Lagoa Azul
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Passeio Volta Ilha: Praia do Amor
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20/07/2008 - Dia ensolarado
T13 Abraão - Pico do Papagaio

Fui com o guia Paes e mais um turista de BH, o Fernando. Resolvi ir com guia, pois recebi várias informações que a trilha era pesada, com trechos mal demarcados e com bifurcações, que poderiam confundir. Na dúvida e sozinha, resolvi não arriscar. Há alguns trechos perigosos, que requerem atenção, uma escorregada e você vai para lá embaixo, mas há sinalização e com alguma noção de direção, bom senso e muito cuidado é possível fazer a trilha sem guia. Porém em grupo sempre, pois se você estiver sozinho e rolar ribanceira abaixo, ninguém vai te ver e te socorrer. Também é primordial ir cedo para voltar antes de escurecer e levar celular, pois embora a cobertura não seja total, ajuda. O legal de ir com guia é que você vai escutando histórias do lugar e vai tranqüilo, sem se preocupar. Consegui ir e voltar numa boa, sem por os bofes de fora. Levamos quase 4h pra subir, num ritmo bem tranqüilo, parando para tirar fotos e apreciando a vegetação. Na volta levamos cerca de 3h, num ritmo tranqüilo também, para não forçar os joelhos com os trancos/pulinhos da descida. A trilha é bem estreita e está bem demarcada na maior parte de percurso, há algumas bifurcações, mas geralmente elas voltam a se juntar logo. Há trechos perigosos, como uma grande rampa de pedra, por onde escorre água. Na época que passei, seca em julho, estava tranqüilo, mas acredito que em outras épocas possa ter mais água e ser mais escorregadio. Tem um trecho que você passa por dois vales, um de cada lado, um escorregão e você vai parar lá embaixo. Tem muitas pedras e raízes pelo caminho que exigem atenção para não tropeçar. Também há muitas árvores caídas, que exigem que você passe ora por cima, ora por baixo delas. A visibilidade do lado do continente não estava muito boa, estava meio esbranquiçado/embaçado, mas do outro lado estava muito bonito, era possível ver a Ilha de Jorge Grego, a Praia de Dois Rios e de Lopes Mendes com nitidez. Sentei lá em cima e tomei meu lanche olhando para aquele visual. Dizem que a melhor visibilidade ocorre em dezembro ou depois de uma boa chuva. Lá em cima tem uns ganchos para fazer rapel. Na volta, pegamos a trilha que vai a um mirante na base do pico. Seguindo o ritual de fim do dia, depois de um banho fui almoçar/jantar no Restaurante Aconchego.

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T13 Abraão/Pico do Papagaio: no meio da trilha, numa fonte de água
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T13 Abraão/Pico do Papagaio: o Pico do Papagaio
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T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Enseada das Estrelas (lado do continente)
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T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Praia de Dois Rios e da Ilha Jorge Grego (lado oceânico)
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T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Enseada do Abraão (lado do continente)
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T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Enseada do Abraão (lado do continente), de um lado da pedra
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T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Enseada do Abraão (lado do continente), do outro lado da pedra
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T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Praia de Lopes Mendes (lado do continente)
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Editado pela última vez por nnaomi em 19 Jan 2012, 12:27, no total de 3 vez
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Relato de viagem: Angra dos Reis

Mensagempor nnaomi » 23 Nov 2011, 12:04

21/07/2008 - Dia ensolarado
Ilha Grande, Angra dos Reis (continente)

Acertei as contas da pousada, dei uma última volta pela Vila de Abraão, passando pela Casa da Cultura, e depois peguei a primeira barca para o continente. Cheguei às 11h30min e fui direto para o Hotel Porto Rico, que estava na minha lista de possíveis hospedagens, de acordo com informações recebidas na Turisangra. Realmente o hotel era muito simples, mas dava para encarar, era limpo, tinha o essencial e localizado no centro. Também de acordo com sugestões recebidas, fui almoçar no Restaurante Fogão de Minas. Bom, local agradável, com bastante variedade de pratos. Resolvi fazer uma caminhada pela Estrada do Contorno e consegui ir até a Praia de Tanguá. Parti da Praça General Osório, passei pela Rua do Comércio, por uma praça cheia de canhões perto do Cais da Lapa. Logo no início fica o Colégio Naval, que parece uma vila. A estrada é bem longa e as praias são distantes uma das outras. É bem agradável e tem uma ciclovia/ pista de corrida, pena que as praias centrais sejam poluídas. Até Praia Grande não é muito longe e acesso a ela é fácil. O acesso à Praia do Bonfim também é fácil. Tem muitas propriedades particulares à beira da praia, com muros altos, que impedem a visão da praia. Na Vila Velha tem muitos condomínios e eu passei direto, não vi o acesso para a praia. O acesso para a Praia da Bica é por trilha curta em meio à vegetação. A praia é bem pequena e deserta. A Praia da Figueira tem um acesso por uma longa escadaria de concreto, a descida é bem íngreme. A praia não é bonita e a faixa de areia é estreita (ou a maré estava alta). Para a Praia de Tanguasinho ou de Tanguá, não tenho certeza, tem um acesso por uma escada de madeira não muito longa, onde há um resort à beira da praia. Desse ponto eu voltei de ônibus, pois estava cansada de andar e de ver praias sem graça, depois de ter visto as praias de Ilha Grande. As praias do centro são sujas, há muito esgoto. Parei na Agência Doce Angra para ver o passeio de escuna para o dia seguinte. Passei no Turisangra para confirmar o acesso ao Shopping Piratas. Passei no supermercado e peguei um lanche para a noite. Voltei ao hotel, tomei banho e dormi.

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Vila de Abraão: praia
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Vila de Abraão: uma rua da vila
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Vila de Abraão: Igreja de São Sebastião e barracas da Festa Julina
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Vila de Abraão: Casa da Cultura
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Estrada do Contorno: Colégio Naval
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Estrada do Contorno: Praia Grande
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Estrada do Contorno: Praia do Bonfim
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Estrada do Contorno: Praia da Bica
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Estrada do Contorno: Praia da Figueira
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Estrada do Contorno: Praia de Tanguasinho ou de Tanguá
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22/07/2008 - Dia ensolarado
Centro Histórico e Passeio de Escuna

Tomei café da manhã na padaria perto do hotel, pão com manteiga e pingado em copo americano molhado. Como o passeio de escuna sairia mais tarde, aproveitei para passear pelo Centro Histórico. Passei pela Casa da Cultura, Igreja N. Sra da Conceição, na Praça Silvestre Travassos, Prefeitura Municipal e Câmara Municipal, na Praça Nilo Peçanha. Também passei pela Biblioteca Municipal Professor Guilherme Briggs e pelo Chafariz da Carioca. Subi o Morro de Santo Antônio para chegar ao Convento São Bernardino de Sena e a Capela da Venerável Ordem Terceira de São Francisco. Muito bonito, visitei as ruínas com o funcionário Raphael, que muito atencioso e informado, me explicou tudo e disse que o convento será reformado, sem mexer muito para não descaracterizar o local. Irão reconstruir o pavimento superior. Interessante o fogão, a pia gasta, pois as escravas usavam para amolar facas e o passa-pratos. Há um relógio alemão, recém-restaurado e quase pronto para voltar ao funcionamento. O telhado tem aquelas telhas feitas nas coxas dos escravos. As paredes são de pedras, conchas e óleo de baleia. Havia algumas exposições no local, como a Exposição da Festa do Divino. O batente da entrada é mármore de Carrara e há algumas portas de madeira originais. Também estavam lá algumas portas de grade da Câmara, antiga cadeia, que davam direto para a rua e os presos colocavam as mãos nos vãos chamando quem passava na rua. Há um Cruzeiro na entrada, no caminho para o convento. Descendo em direção ao Centro Histórico, passei por algumas casas preservadas, mas elas estão perdidas no meio das construções novas. Passei pela Casa Larangeiras e pelo Mercado do Peixe, na Praça Duque de Caxias, que está em reforma. Acho que tinha uma bica por ali, mas com a reforma ela não estava lá. Passei também pelo Centro Cultural e depois de andar pelo centro, fui ao Cais Santa Luzia para o passeio com a escuna Copacabana. A primeira parada foi na Ilha de Cataguases, pequena e bonita. Desci fácil, dava pé. A próxima parada foi na Lagoa Azul. Não desci, pois já conhecia. Era mais cedo e a água estava um pouco mais azul, por causa do horário. Depois paramos na Praia de Japariz, que tem um cais para embarque/desembarque. Essa foi a parada para almoço. No local há vários restaurantes. Acho que cada agência tem uma espécie de convênio com um deles. Porém já tinha tomando meu lanche, então resolvi percorrer parte da trilha T3 Saco do Céu-Freguesia de Santana. A quarta e última parada foi na Praia de Freguesia de Santana do Leste. Há um cais no local. Praia é aberta, mas há uma cerca que vai de fora a fora da praia. Há um acesso entre duas cercas para a Igreja de Santana. Há um coqueiro muito alto do lado da igreja, que fica no alto, muito bonita. O passeio foi bom, bem organizado. À noite peguei um ônibus para o Shopping Piratas, que é pequeno e a praça de alimentação tem pouca variedade. Acabei comendo num restaurante por Kg e aproveitei para comer feijão carioca, pois já estava enjoada de comer feijão preto. Aproveitei para comprar umas bolachas no supermercado do shopping. Foi bem rápido e logo peguei o ônibus de volta ao centro, pois não queria circular tarde pela cidade.

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Centro Histórico: Sobrado da Praça General Osório
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Centro Histórico: Igreja da Lapa e Museu de Arte Sacra
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Centro Histórico: Casa da Cultura
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Centro Histórico: Igreja N. Sra da Conceição
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Centro Histórico: Casa Larangeiras (em reforma; é com G mesmo)
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Centro Histórico: Chafariz da Carioca
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Centro Histórico: Convento São Bernardino de Sena e Capela da Venerável Ordem Terceira de São Francisco
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Centro Histórico: No Convento São Bernardino de Sena, vista para a cidade
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Centro Histórico: Mercado do Peixe
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Passeio de escuna: Ilha de Cataguases
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Passeio de escuna: Lagoa Azul
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Passeio de escuna: Praia de Japariz
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Passeio de escuna: Praia de Freguesia de Santana do Leste
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Passeio de escuna: Igreja de Santana
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23/07/2008 - Dia ensolarado
Centro Histórico, Angra dos Reis, Paraty, Ubatuba, Taubaté

Aproveitei a parte da manhã para visitar a Igreja N. Sra do Carmo e o Sobrado da Praça General Osório. Passei pela Igreja de Santa Luzia e parei na Casa da Cultura, onde vi uma exposição de quadros. Fui até a Igreja da Lapa, onde funciona o Museu de Arte Sacra. É muito antiga e bonita e tive um ótimo atendimento da Marília e Luiz. Fechei as contas e retornei a Paraty. Aproveitei para passar pelo Centro de Informações Turísticas e pegar folders e dicas para uma próxima viagem. Como o ônibus para Taubaté ia demorar muito, resolvi pegar um ônibus para Ubatuba e de Ubatuba para Taubaté. Em Ubatuba, também aproveitei para passar no Centro de Informações Turísticas.

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Centro Histórico: Igreja N. Sra do Carmo
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Centro Histórico: Igreja de Santa Luzia
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Centro Histórico: Casa da Cultura
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Centro Histórico: Igreja da Lapa e Museu de Arte Sacra
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