14/07/2008 - Dia ensolaradoRodoviária de Taubaté, Rodoviária de Paraty, Angra dos Reis, Ilha Grande
Peguei o ônibus as 7h50, na Rodoviária de Taubaté, com destino a Paraty. O ônibus parou na Rodoviária de Ubatuba e chegou à Rodoviária de Paraty as 11h30min. Aproveitei para passar em uma agência de turismo lá perto e pegar alguns folders. Peguei um ônibus estilo circular para Angra dos Reis às 12h e desembarquei no Centro, às 14h. Aproveitei para passar no Centro de Informações Turísticas, no Cais Santa Luzia. Gostei do atendimento e recebi mapas, folders e indicações de hospedagem em Angra dos Reis, que iria utilizar quando retornasse de Ilha Grande, na próxima semana, pois pretendia passar uns 2 dias na parte do continente. Com tempo disponível, passei nas 3 agências de passeios com escunas e me informei sobre os roteiros disponíveis. Rumei para o Cais da Lapa, para pegar a barca às 16h. Recusei as ofertas de escunas e parti na barca, que estava vazia, talvez por ser baixa temporada e/ou por ser segunda-feira. Notei que havia um grupo grande de estrangeiros na barca. Com o mar muito tranqüilo, a barca não balançou nadinha e a travessia para Ilha Grande levou 1h30min. Rumei direto para a primeira pousada da minha lista de hospedagem (ordenada por preço), Pousada do Bicão. Realmente a pousada era bem simples, rústica, mas achei que dava para encarar. Deixei as malas, tomei um banho e resolvi fazer reconhecimento de território. Então percebi que havia vários grupos de estrangeiros andando pelas ruas, nas pousadas e nos restaurantes. Nunca tinha visto tanto estrangeiro junto, eram europeus, principalmente franceses. Percebi que cerca de 90% dos turistas eram estrangeiros. Achei o Restaurante Armação dos Anjos, local agradável, arrumado e parei para jantar. A comida era boa, mas a porção era pequena, o filé era acompanhado apenas por arroz e fritas. A minha primeira impressão geral de Angra dos Reis não foi boa. O centro da cidade (continente) é feio, muitas construções nos morros e as praias muito sujas. Ilha Grande me parecia muito rústica.
15/07/2008 - Dia ensolaradoT01 Circuito do Abraão e T02 Aqueduto - Saco do Céu
Acordei e me deparei com um dia ensolarado e um céu muito azul. Tomei um café da manhã muito simples, mas que tinha o essencial. Saí o mais rápido possível, pois as trilhas eram longas. Resolvi tentar fazer T1 mais T2. Descobri logo no início, que as trilhas eram bem sinalizadas, as praias lindas e a natureza preservada. Toda a impressão ruim do dia anterior se esvaneceu. Saí com mochila levando água, lanche, mapas e mais algumas tralhas. Fui de calça comprida, pois estava bem fresco de manhã, mas depois esquentou e quase morri de calor. Comecei lá pelas 8h30min, passando por umas casas de madeira à esquerda. À direita vi o que suponho ser a Pedra do Corisco, que assim se chama porque dizem que um raio cortou a pedra durante uma tempestade. Há uma bifurcação e segui pela direita, passando pela Praia Preta e pelas Ruínas do Lazareto. No meio do caminho, há diversas praias pequenas. Esse trecho é bem fácil, a trilha é quase uma estrada, larga e fácil de ser seguida. Em menos de 1h cheguei ao Aqueduto e resolvi continuar a T2, que é mais estreita, mais trilha mesmo e mais íngreme também. Resolvi ir até a Cachoeira da Feiticeira, mas não consegui pegar a trilha certa, pois há várias bifurcações e desisti, resolvi continuar, quando encontrei um rapaz, o Marcelo, e perguntei. Ele estava indo justamente para a cachoeira, fazer rapel. Segui com ele e cheguei à cachoeira, que é bonita, mas bem pequena. Ele montou os equipamentos para fazer rapel, esperando os turistas. Eu não fiz rapel, pois achei a água muito fria, embora ele me garantisse que é impossível sentir duas coisas ao mesmo tempo, ou você sente frio ou sente medo. Mesmo assim não me animei a experimentar. Perto da cachoeira, há placas indicando táxi-boat, na praia de mesmo nome. Ele me deu dicas de como continuar a trilha para o Saco do Céu e me avisou para retornar antes das 17h, pois como a trilha é fechada, nesse horário já fica escuro na trilha. Continuei, passando por várias praias, como a Praia do Camiranga, Praia do Perequê e Praia de Fora. No trecho perto do manguezal, a trilha segue mais à esquerda, por dentro e não seguindo pela praia. Depois de passar pelo Rio Perequê, cheguei ao Saco do Céu, que tem muitas embarcações atracadas e uma vila. Fui até a Igreja de São Cosme e São Damião e resolvi voltar, pois já estava ficando tarde, considerando o caminho de volta e também estava bem cansada e já estava contando com o táxi-boat. No Saco do Céu há vários barqueiros, mas eles cobram pela viagem e como estava sozinha e não tinha com quem rachar o barco, iria ficar muito caro. Os próprios barqueiros sugeriram ir até a Praia de Fora, onde encontraria um táxi-boat. Porém passei direto e só percebi mais tarde, então resolvi tentar um barqueiro na outra praia, acho que era a Camiranga, mas ele disse que estava sem óleo e não poderia me levar. O jeito era continuar até a Praia da Feiticeira. Arrastei-me até lá, pois já estava morta de cansaço e prometi que iria pegar um táxi-boat, não importando o preço e se não tivesse nenhum barco, então eu iria cair na areia da praia e ficar por lá mesmo até o dia seguinte, pois não tinha forças para terminar a trilha até a Vila de Abraão. Cheguei à Praia da Feiticeira que estava cheia de gente e tinha barcos saindo praticamente de hora em hora ou assim que juntasse o mínimo de 4 pessoas que quisessem ir até a Vila. Dessa forma, consegui voltar de barco, que era pequeno, mas com o mar tranqüilo, não balançou nadinha e levou cerca de 30min para ir até a Vila de Abraão. Depois de voltar de barco, já estava um pouco mais descansada e despreocupada, então até tive ânimo de caminhar até a Praia do Canto. Fui pela areia da praia, pois nesse trecho não há mais rua. Voltei para a pousada, tomei um bom banho e saí para jantar, varada de fome. Andei “prospectando” restaurantes e encontrei um ótimo, ao lado da Igreja, o Restaurante Pizza na Praça. Local é bem agradável, arrumado, a comida muito boa, porção grande, bem servida. Quando o meu PF chegou me deparei com um prato caprichado, uma travessa de salada fresquinha e uma tigela grande de feijão preto. Tinha esquecido que o costume do Rio é comer feijão preto. Apesar da fome, não agüentei comer tudo. Passei em uma agência, pois queria fazer um passeio de barco, depois aquele longo e exaustivo dia e vi um casal interessado no passeio de lancha “Volta Ilha”. Resolvi agendar o passeio também, mas ainda não tinha data confirmada, pois precisava de um número mínimo de 6 pessoas para sair. Voltei a prospectar, agora eram camisetas. Achei uma loja simpática no Boungaville, Areia Branca, onde comprei 2 camisetas. Ao final do dia, concluí que a trilha T1 + T2 é longa, mas não é tão pesada assim, o que me atrapalhou um pouco, foi que eu não saí muito cedo e perdi tempo na Cachoeira da Feiticeira, o que atrasou a volta. Também fui de calça comprida e estava quente, então com calor, preocupada com a hora e sem saber se haveria táxi-boat para a volta, tive que caminhar depressa e, sem pausas para descanso, acabei me esgotando...

- T1 Circuito do Abraão: Pedra do Corisco
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- T1 Circuito do Abraão: uma praia no início da trilha
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- T1 Circuito do Abraão: Ruínas do Lazareto
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- T1 Circuito do Abraão: Praia Preta
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- T2 Aqueduto/Saco do Céu: Aqueduto
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- T2 Aqueduto/Saco do Céu: bela vista da Enseada das Estrelas (eu acho)
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- T2 Aqueduto/Saco do Céu: Cachoeira da Feiticeira
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- T2 Aqueduto/Saco do Céu: Praia da Camiranga
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- T2 Aqueduto/Saco do Céu: Praia do Perequê
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- T2 Aqueduto/Saco do Céu: Praia de Fora
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- T2 Aqueduto/Saco do Céu: Saco do Céu
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- T2 Aqueduto/Saco do Céu: Igreja de São Cosme e São Damião
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- T2 Aqueduto/Saco do Céu: voltando, Praia da Feiticeira
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- Voltando de táxi boat, chegando à Vila de Abraão
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16/07/2008 - Dia ensolaradoT10 Abraão- Praia dos Mangues – Pouso e T11 Pouso - Lopes Mendes
Acordei e me deparei com mais um dia belíssimo. Sem passeio de barco, resolvi fazer T10 mais T11, sabendo de antemão que havia táxi-boat para a volta. Então fui mais sossegada. Fui até o final da R. da Praia e peguei a trilha. Uma bifurcação indica a Praia do Pouso à direita e Praia do Abraãozinho à esquerda. Então segui em frente. Bem sinalizada, não tem erro, mas a trilha tem muita pedra e raiz, exige cuidado para não tropeçar. Também tem certos trechos bem íngremes. No alto ao ver a enseada, à direita há uma subidinha pelo barranco, onde se tem um ótimo ângulo para foto. Continuando pela trilha, um pouco antes de chegar à Praia das Palmas, há um riacho com água boa para beber. Você pode usá-la para encher o cantil. Peguei a trilha à esquerda para conhecer a Praia Brava. É bem perto, a praia é pequena e bem vazia. Tem um quiosque lá e parece que tem um camping no local, é bem tranqüila. Voltei à Praia das Palmas e a atravessei. Falaram que tinha jacaré na lagoa, mas não vi nenhum, infeliz ou felizmente. Passei em frente à Capela de São Benedito e continuei na trilha para chegar à Praia dos Mangues, que tem um quiosque/bar. Após essa praia chega-se finalmente à Praia do Pouso, onde há um restaurante flutuante, que é o último restaurante da trilha, pois a Praia de Lopes Mendes tem apenas ambulantes vendendo lanches naturais, salgadinhos e bebidas em isopor na praia. Então peguei a T11 e não achei a placa do IEF, que indicaria a Praia de Santo Antônio, mas vi outra placa à direita indicando essa praia. Segui por ela e depois de uns 15min cheguei numa adorável praia, pequena e muito bonita com água muito azul. Estava quase deserta, com exceção de um pequeno grupo que logo foi embora. A trilha é fácil e bem marcada, mas é muito fechada e estreita, tem vários trechos que você passa roçando pela vegetação em ambos os lados. O guia dizia que há uma bifurcação em Y (Santo Antônio ou Caxadaço), mas não a vi. Acho que o outro caminho não é utilizado e está encoberto pelo mato. Imperdível subir nas pedras à esquerda para ver a Praia de Lopes Mendes. Retornei à trilha principal e segui em direção à Praia de Lopes Mendes. Ela é bem extensa e a areia faz barulho quando você anda nela. Tinha bastante gente na praia, pois há muitos barcos que deixam o pessoal na Praia do Pouso, de forma que é necessário seguir apenas a T11 para chegar a essa praia. Segui até quase o final da praia, até a Capela N. Sra. de Santana. Resolvi tentar voltar por outro caminho. Atrás da Igreja, peguei uma estrada, que é bem larga, seguindo sempre à esquerda, mas devo ter pegado uma bifurcação errada, pois eu voltei ao início da Praia Lopes Mendes, então retornei pelo mesmo caminho da ida. Apesar das placas advertindo sobre perigo de encontrar jacarés, não encontrei nenhum. Voltei até Praia do Pouso, onde peguei o táxi-boat até Vila do Abraão. Dessa vez, o barco era maior (capacidade para 43 pessoas), mas o mar estava mais agitado na primeira metade do percurso e balançou um pouco, depois ficou calmo. Voltei para a pousada, tomei banho e resolvi jantar no Restaurante Aconchego, o local é agradável, arrumado. Comi um PF com peixe frito. Comida muito boa, porção de tamanho médio (consegui comer tudo, ou a porção era menor, ou o meu apetite tinha aumentado

A salada era muito boa. Ligaram da agência para confirmar o passeio de lancha para o dia seguinte e eu fiquei feliz, pois depois de dois dias de trilha, queria descansar um pouco as pernas.

- T10 Abraão/Pouso: Enseada do Abraão
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- T10 Abraão/Pouso: Praia das Palmas
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- T10 Abraão/Pouso: Praia Brava
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- T10 Abraão/Pouso: Capela de São Benedito
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- T10 Abraão/Pouso: Praia dos Mangues
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- T10 Abraão/Pouso: Praia do Pouso
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- T11 Abraão/Pouso: Praia de Santo Antônio
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- T11 Abraão/Pouso: Praia de Lopes Mendes
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- T11 Abraão/Pouso: Capela N. Sra de Santana
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- Voltando de táxi boat da Praia do Pouso a Vila de Abraão
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17/07/2008 - Dia ensolaradoT14 Abraão - Dois Rios
O passeio de lancha foi cancelado, pois um grupo de 4 pessoas desistiu em cima da hora. Dessa forma, eu e o casal, Suzy e Eduardo, que também iriam fazer o passeio de lancha, resolvemos fazer a T14. Embora o guia dissesse que era pesada, não achei. Fui e voltei andando, pois não tem barco para voltar, uma vez que fica do lado oceânico. Na verdade não é uma trilha, trata-se de uma estrada de terra que liga a Vila de Abraão a Vila de Dois Rios e por onde circulam carros da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que levam moradores, universitários ou pesquisadores da UERJ. No local existe, além de um centro de pesquisa da universidade, uma vila, a Capela de N. Sra do Bom Despacho e as ruínas do presídio. Chegando à vila, há uma cantina à direita e uma casa bem arrumadinha à esquerda, perto das ruínas, que serve refeições. Tudo isso fica localizado mais para dentro e não na beira da praia, onde não há construções. Hoje a vila tem várias casas abandonadas. Permanência é permitida até certo horário. Na entrada da vila, um guarda controla a entrada e saída de visitantes, anotando o nome de quem entra na praia. A Praia de Dois Rios tem esse nome, pois há dois rios, um em cada ponta da praia. Caminhei até as 2 pontas, para conhecer os 2 rios. Tive uma má impressão com a quantidade de urubus na praia, pois as praias que eu conhecia que tinham urubus eram sujas. Mas me surpreendi com a limpidez da água. A praia é grande e arredondada. Num trecho do meio, a praia afunda rápido, tem inclinação. Na volta passamos pela Piscina dos Soldados, onde pegamos um atalho, mas não sei se valeu à pena. Talvez seja mais curta, mas você troca a estrada por uma trilha estreita com pedras e raízes. No meio do caminho vi uns morangos silvestres. Jantei no Restaurante Pizza na Praça de novo. Resolvi procurar algum short ou bermuda para mim, pois estava muito quente para fazer trilha de calça e tinha trazido apenas uma bermuda. Achei 2 shorts no Boungaville, na mesma loja Areia Branca, onde tinha comprado as camisetas.

- T14 Abraão/Dois Rios: Enseada do Abraão
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- T14 Abraão/Dois Rios: Piscina dos Soldados
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- T14 Abraão/Dois Rios: Praia de Dois Rios
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- T14 Abraão/Dois Rios: um dos dois rios
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- T14 Abraão/Dois Rios: o outro rio
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- T14 Abraão/Dois Rios: ruínas do presídio
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- T14 Abraão/Dois Rios: Vila de Dois Rios
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- T14 Abraão/Dois Rios: Igreja de N.S. do Bom Despacho
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18/07/2008 - Dia ensolaradoT01 Circuito do Abraão e T10 Abraão- Praia dos Mangues – Pouso
Sem passeio de lancha confirmado e sem vontade de fazer uma trilha pesada, resolvi fazer parte da T1 e da T10, que não tinha feito ainda. Voltei para ver o Mirante da Praia Preta, o Mirante do Aqueduto e o Poção, pois no outro dia, tinha seguido pelo outro lado, com o propósito de ver esses 2 pontos na volta, mas voltei de barco. Depois fiz a trilha que vai até a Praia de Abraãozinho. No meio do caminho passa-se pela Praia da Júlia, Praia da Biquinha, Praia Comprida, Praia da Crena e finalmente Praia Abraãozinho. Lá eu encontrei um casal muito simpático. Passeei pela Vila de Abraão e tirei fotos. Resolvi aproveitar o tempo para ler e-mails. Internet funciona via satélite e estava bom. Lá pelas 15h, não tinha quase ninguém e a velocidade de acesso estava boa. Resolvi jantar no Restaurante Biergarten. O local é bonito, bem agradável e arrumado. Não tem muita variedade, mas a comida é boa, a salada fresca e tem até alguma opção de comida vegetariana. É bom para quem come pouco, senão fica caro. Experimentei uma cocada queimada num daqueles carrinhos cheios de doces, que ficam na R. da Praia. Como era sexta-feira, a festa Julina começou e as barracas vendiam doces, bebidas e petiscos. Mas fui embora cedo, não vi se teve quadrilha ou qualquer outro tipo de festejo. A ilha estava mais cheia com o pessoal que chegou para o final de semana.

- T1 Circuito do Abraão: vista do Mirante da Praia Preta
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- T1 Circuito do Abraão: vista do Mirante do Aqueduto
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- T1 Circuito do Abraão: Poção
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- T10 Abraão/Pouso (na verdade é uma bifurcação dessa trilha): Praia da Júlia
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- T10 Abraão/Pouso (na verdade é uma bifurcação dessa trilha): Praia da Biquinha
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- T10 Abraão/Pouso (na verdade é uma bifurcação dessa trilha): Praia Comprida
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- T10 Abraão/Pouso (na verdade é uma bifurcação dessa trilha): Praia da Crena
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- T10 Abraão/Pouso (na verdade é uma bifurcação dessa trilha): Praia Abraãozinho
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19/07/2008 - Dia ensolaradoVolta Ilha
O passeio saiu da Vila de Abraão às 9h30min, com 10 pessoas, mais o Eduardo e o Robson, da Agência Phoenix. A lancha era boa, com dois motores e foi uma delícia passear de lancha. A primeira parada foi na Praia de Caxadaço, que fica escondida. Ela é bem pequena, mas muito bonita. Tem um visual incrível de cima da pedra. A lancha parou no raso e desci andando. A parada foi rápida, mas como a praia é pequena, dá para curtir o local. A próxima parada foi na Praia de Dois Rios. A lancha parou mais longe, não dava pé, tive que agarrar num macarrão e ser rebocada pela Suzy. Que situação! Tenho que aprender a nadar! Mas como disse o Marcelo, ou a gente sente medo ou sente frio, como queria chegar à praia logo, nem senti frio e foi a primeira vez que entrei na água. Antes disso só tinha molhado os pés. A parada é muito curta para curtir a praia, que é longa. Então ou você vê um dos dois rios ou vê as ruínas do presídio. Não sobra tempo para fazer muita coisa. Eu, a Susy e o Eduardo ficamos tranqüilos batendo papo com o pessoal, pois a gente já conhecia o local, da trilha de alguns dias atrás. Outra parada foi na Praia de Parnaioca. A lancha parou longe e não dava pé, lá fui eu de novo, rebocada pela Suzy. A praia é muito bonita, o rio tem muitos peixes e a praia é pequena. Mais uma parada agora na Praia de Aventureiro. Desembarquei num píer num canto da praia, que é muito lindo, cheio de pedras e a cor da água é demais. Logo achamos o coqueiro torto. Colocaram uma placa dizendo que é proibido subir no coqueiro. Já imaginou se alguém quebra o coqueiro, acaba com a atração principal do local! A praia é pequena e bonita, com uma igrejinha, a Igreja de Santa Cruz. Depois paramos na Praia de Meros. Paramos no raso e dava pé. A praia é bem pequena, tem muitos peixes e dá para fazer snorkel no canto direito da praia. Paramos na Lagoa Verde, local muito famoso para mergulhar e ver peixes, estrelas-do-mar, tartarugas e cavalos marinhos. Fiquei na lancha e vi apenas peixes... Outra parada foi na Lagoa Azul, que também é famosa para mergulho, mas eu não desci, só olhei de dentro da lancha. Dizem que ao meio dia a água fica bem azul, mas à tarde quando fui, ela estava verde... A última parada foi no Saco do Céu, para almoçar no Restaurante Coqueiro Verde. O local é muito bonito, chique e acredito que deva ser um dos restaurantes mais caros da ilha. Creio que deva ser um convênio entre as agências e o restaurante. Para finalizar olhamos a Praia do Amor da lancha, não paramos lá. No local há uma capela e há uma estória de um casal que se gostava e se encontrava nessa praia. O pai da moça ao descobrir o romance matou o rapaz e a moça, por sua vez, se suicidou. Dizem que o casal, que passar pela praia e escrever o nome lá, ficará junto para sempre. Voltei para a pousada e depois de um bom banho, jantei uma bela macarronada no Restaurante Pizza na Praça e comi um brigadeiro num daqueles carrinhos de doce.

- Passeio Volta Ilha: Praia de Caxadaço
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- Passeio Volta Ilha: Praia de Dois Rios
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- Passeio Volta Ilha: Praia do Leste e Praia do Sul
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- Passeio Volta Ilha: Praia de Aventureiro, olha o coqueiro torto!
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- Passeio Volta Ilha: Praia de Meros
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- Passeio Volta Ilha: Lagoa Verde
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- Passeio Volta Ilha: Lagoa Azul
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- Passeio Volta Ilha: Praia do Amor
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20/07/2008 - Dia ensolaradoT13 Abraão - Pico do Papagaio
Fui com o guia Paes e mais um turista de BH, o Fernando. Resolvi ir com guia, pois recebi várias informações que a trilha era pesada, com trechos mal demarcados e com bifurcações, que poderiam confundir. Na dúvida e sozinha, resolvi não arriscar. Há alguns trechos perigosos, que requerem atenção, uma escorregada e você vai para lá embaixo, mas há sinalização e com alguma noção de direção, bom senso e muito cuidado é possível fazer a trilha sem guia. Porém em grupo sempre, pois se você estiver sozinho e rolar ribanceira abaixo, ninguém vai te ver e te socorrer. Também é primordial ir cedo para voltar antes de escurecer e levar celular, pois embora a cobertura não seja total, ajuda. O legal de ir com guia é que você vai escutando histórias do lugar e vai tranqüilo, sem se preocupar. Consegui ir e voltar numa boa, sem por os bofes de fora. Levamos quase 4h pra subir, num ritmo bem tranqüilo, parando para tirar fotos e apreciando a vegetação. Na volta levamos cerca de 3h, num ritmo tranqüilo também, para não forçar os joelhos com os trancos/pulinhos da descida. A trilha é bem estreita e está bem demarcada na maior parte de percurso, há algumas bifurcações, mas geralmente elas voltam a se juntar logo. Há trechos perigosos, como uma grande rampa de pedra, por onde escorre água. Na época que passei, seca em julho, estava tranqüilo, mas acredito que em outras épocas possa ter mais água e ser mais escorregadio. Tem um trecho que você passa por dois vales, um de cada lado, um escorregão e você vai parar lá embaixo. Tem muitas pedras e raízes pelo caminho que exigem atenção para não tropeçar. Também há muitas árvores caídas, que exigem que você passe ora por cima, ora por baixo delas. A visibilidade do lado do continente não estava muito boa, estava meio esbranquiçado/embaçado, mas do outro lado estava muito bonito, era possível ver a Ilha de Jorge Grego, a Praia de Dois Rios e de Lopes Mendes com nitidez. Sentei lá em cima e tomei meu lanche olhando para aquele visual. Dizem que a melhor visibilidade ocorre em dezembro ou depois de uma boa chuva. Lá em cima tem uns ganchos para fazer rapel. Na volta, pegamos a trilha que vai a um mirante na base do pico. Seguindo o ritual de fim do dia, depois de um banho fui almoçar/jantar no Restaurante Aconchego.

- T13 Abraão/Pico do Papagaio: no meio da trilha, numa fonte de água
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- T13 Abraão/Pico do Papagaio: o Pico do Papagaio
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- T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Enseada das Estrelas (lado do continente)
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- T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Praia de Dois Rios e da Ilha Jorge Grego (lado oceânico)
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- T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Enseada do Abraão (lado do continente)
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- T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Enseada do Abraão (lado do continente), de um lado da pedra
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- T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Enseada do Abraão (lado do continente), do outro lado da pedra
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- T13 Abraão/Pico do Papagaio: vista da Praia de Lopes Mendes (lado do continente)
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