Bogotá, o que há?

Confira os relatos de Mochileiros que viajaram para países da América do Sul. Se esse também é seu caso, escreva o seu relato!

Bogotá, o que há?

Nova mensagempor anacarolfk » 28 Ago 2009, 13:06

Olá Pessoal...

Como ninguém me respondeu sobre o que fazer em Bogotá, eu resolvi me responder e contar um pouco da minha experiência... Ainda estou por aqui.

Minha viagem não é bem de mochileira porque vim acompanhando meu marido que está aqui a trabalho. Mas boa parte do tempo fiquei sozinha e perambulando pela cidade e encontrei coisas bem diferentes que no Brasil, por exemplo: os caras na rua vendem minutos de celular como se fosse água!!! A Telefonia na Colombia é muito barata se comparada ao do Brasil. Como meu celular é desbloqueado, acabei comprando um chip que saiu por $1000, o equivalente a R$1,00!!!
Bom, chegamos no hotel por volta das 14 horas e fomos almoçar perto do hotel. (Quanto a isso, nem vou recomendar porque é um hotel para executivos e por esse motivo é um pouco mais caro do que ficar em um hostel).
Nesse dia, como cegamos um pouco tarde, acabamos indo para um shopping memo, só para matar o tempo, e como as roupas são muito baratas aqui, acabamos comprando algumas pessas. O SHopping Gran Estacion não é imperdível, mas eles falam muito nele porque ele é enorme. Se vc tiver algum tempo e não quer ficar no hotel, ou mesmo fazer hora antes de ir para o Aeroporto, esse shopping pode ser uma opção, já que se localiza na via que vai até o aeroporto.
Na terça, queria ir ao centro histórico de Bogotá. Sai andando do hotel e fui caminhando em direção ao que eu achava que era o centro. As casas aqui são diferentes e parecem mais como um caixote com tijolinhos a vista... Graciosas a sua maneira. Como não fazia a minima idéia de onde eu estava, resolvi pegar um taxi e para meu espanto o taxista disse que não podia me levar até lá porque estava muito transito. Então ele me deichou numa estação do Transmilenio, uma espécie de metro deles, com o mesmo sistema que é o Ligeirinho de Curitiba. Até chegar no Museo del Oro eu teria que pegar dois onibus, e quando eu estava prestes a pegar o segundo, meu marido disse que já tinha saído da reunião e que me encontraria onde estava. Fui saber depois que a região que eu estava era considerada a mais perigosa de Bogotá. Porém, passei umas duas horas por lá e nada me pareceu mais familiar. É igual ao centro de São Pulo, com pessoas pedindo na rua, vendendo suas bugigangas, pessoas falando mais alto que outras, enfim... Tomei as precauções que um bom brasileiro tomaria e nada me aconteceu!!!! Por fim, demos uma volta pelo centro de carro (pois estavamos com um colombiano que trabalha com meu marido) e fomos almoçar. Praticamente um dia perdido.
Na quarta, meu marido foi para Calle e tive que ficar sozinha: aí sim conheci o que queria. Fui aos Museos De Arqueologia e da Cultura Colonial. Andei muuuito pelo centro histórico. Passeei na Plaza Bolivar, vi Lhamas no centro da cidade!!! Passeata de trabalhadores, velhos e mulheres!!! Um dia Memorável.
DICA: Se pegarem um taxi até o centro, pessam para o motorista levar até a Biblioteca Luis Agel Arango. Vão até as informações e pessam para as moças informações sobre os museos de Bogotá. Elas irão dar um catalago com os museos, seu endereços e horários de funcionamento. Foi o que salvou meu dia, porque tive tempo de me organizar e ver o que queria. Em quase todos dá para ir a pé. Vc demora uma hora mais ou menos em cada Museo, isso depende da sua predisposição para ler as informações do lugar.
Na quarta, meu marido tinha uma reunião de manhã em uma cidade perto da Catedral de Sal. Por isso fui junto e fiquei na cidadezinha que ele tinha que ir. Nada de mais e não vale a pena. Almoçamos e depois fomos a Catedral que fica em Zipaquirá. Infelizmente não poderei dar dicas de como chegar lá, já que fomos de carro com o colega de trabalho do meu marido. A Catedral é imperdível. E se tiverem tempo, façam o passeio com monitor. É o mesmo preço se for sem, a diferença é que demora mais. Leva umas duas horas a visita. Não vão esperando algo antigo. A igreja tem apenas 15 anos e foi feita com o proposito turistico. A monitora fala que houve concurso e tal, para ver quem ganhava a construção da Catedral. Considero um passeio muito legal de fazer. E depois passar na pracinha da cidade, que é muito bonitinha e mais voltada para o turismo. Passear por lá também vale a pela. Acho que com tudo isso, você perde uma tarde inteira. Não sei calcular direito porque não sei quanto tempo se gasta com o transporte até lá. Mas vale a pena.
Depois, fomos a um restaurante diferente de tudo que já vi!!! Não vi ninguém comentar sobre ele aqui, o que acho uma pena, pois o lugar é fantástico... Ele é enorme cheio de quinquilharia espalhada por todos os lados. Há muito turista lá. Para terem uma idéia, o lugar tem 25 anos e conta com 850 funcionários. Quando entramos, não temos noção da grandiosidade!!! Isso sim é IMPERDÍVEL!!! ::otemo:: Acho que ninguém comenta porque não fica exatamente em Bogotá. Fica em uma cidadezinha chamada Chia, que fica muito perto de Bogotá. Sinceramente, não sei como seria o transporte até lá quanto sairia um taxi. Mas para quem quer conhecer gente diferente de varias localidades é uma balada imperdível. O site do lugar é esse http://www.andrescarnederes.com. Não percam, nem vou tentar descrever o lugar porque será mais impactante vcs irem lá, do que eu falar... Só para terem uma idéia, há duas pistas de dança e em uma delas está escrito em latim: Errar é humano!
Bom,por enquato é isso, hoje pretendo ir ao Planetário, que dizem que é uma tração por aqui...

Até a próxima....
Avatar de usuário
anacarolfk
 
Mensagens: 5
Data de registro: 21 Ago 2009, 12:29
Localização: Belo Horizonte
Próximo Destino: Peru: Lima e Machu Pichu
Reputation point: 0

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor alexcb » 03 Mar 2010, 22:11

Oi Ana, eu li a sua história em Lisboa a fazer-me uma ideia daquilo que me aguarda na minha próxima viagem ao Rio de Janeiro, a verdade é que tenho muita ansiedade e medo do que vou encontrar tempo, eu teria sabido que você estava vindo para mostrar a cidade antes (felizmente eles não estavam sozinhos, porque o seu marido teve um acompanhamento da Colômbia), eu gostaria de dizer-me sobre o Rio de Janeiro, se não há problema, eu estou bogotano contar comigo em sua próxima visita à Colômbia.
Saudações
Alex
cueale@gmail.com ::sos:: ::sos:: ::sos:: ::sos:: ::sos::
Avatar de usuário
alexcb
 
Mensagens: 8
Data de registro: 03 Mar 2010, 08:10
Localização: Bogotá-Colombia
Próximo Destino: Brasil, el país mas grande du mundo""""
Reputation point: 0

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor Helen Fernandes » 10 Jun 2010, 23:37

olá, gostei muito. eu vou pra bogota agora em jukho de 2010. embarco dia 11. se vc querida puder me algumas informaçoes sobre restaurantes baratos e bons agradeceria muito. sabe como é, pouca grana e é minha primeira viagem.
abraços.
Helen Fernandes
 
Mensagens: 1
Data de registro: 10 Jun 2010, 23:19
Reputation point: 0

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor Bya » 11 Jun 2010, 00:11

Restaurantes Bogotá

Bom, economico mesmo são as arepas, é como uma esfirra, mas a massa é diferente, tem vários recheios, mas não tem molho. Tem em todo lugar.

Outra coisa muito econômica, que vc vê em todas as ruas são os Corrientes. É um tipo de PF, geralmente é barato, é muito, muito grande (muitas vezes carno ou pollo) e vem acompanhado de sopa, bebida e sobremesa. Não me recordo o preço, mas é bem econômico.

Outra opção, não tão, tão barata, mas acessível, e muito, muito boa! é o crepes&waffles. Eu sou apaixonada pelos seus crepes , são enormes, e não são tão caros, pela qualidade da comida. E preços bem acessíveis pelos mais simples, tipo queijo, queijo e presunto ou waffle de nutella, nutella com morango e tal... vale a pena experimentar.

Eu tenho uma recomendação especial pra que curte uma cerveja. Colombia tem uma cerveja sópara mulheres, chama-se Red's, é muito saborosa (2500 pesos). É masi cara que a Aguila, mas é bem melhor.

Tudo na Zona rosa, ou zona T é bem mais caro! E não recomendo o Pub InglÊs, o atendimento é muito ruim.
Bya
 
Mensagens: 13
Data de registro: 14 Jun 2009, 17:46
Localização: Rio de Janeiro, Brasil
Próximo Destino: Manaus, Peru, talvez EUA ou Irlanda.. em janeiro 2012 ah! muito difícil prever..
Reputation point: 54

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor Erikita » 18 Jun 2010, 15:26

Oi... Eu também estive em Bogotá a trabalho e confesso que me surpreendi e me apaixonei pela cidade !

Não tive muito tempo para passear, o que fiz foi durante os finais de semana, que álias foram muito proveitosos !

Não deixem de fazer:
-Catedral de Sal
-Andres carne de Res ! O melhor restaurante que já conheci.
http://www.andrescarnederes.com.
-Museo de Oro
-Comer na Praça 93
-Dançar Salsa
Avatar de usuário
Erikita
 
Mensagens: 11
Data de registro: 24 Abr 2010, 14:47
Próximo Destino: Peru/Bolívia
Reputation point: 0

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor Gibackpacker » 18 Nov 2010, 01:35

Olá, mochileiros!

Sempre consultei o Mochileiros.com mas, como meus destinos eram sempre muito batidos, acabei nunca postando... Agora, inspirando-me em uma amiga que fiz em uma dessas viagens (Evelyn, aqui vai uma homenagem a vc, que sempre posta suas viagens com o máximo de detalhes e informações possível), e vendo a dificuldade que tive de fazer um roteiro por conta da escassez de informações, decidi dividir com os leitores do site um pouco sobre a Colômbia, onde resido há quase dois meses, e algumas dicas sobre Bogotá, para onde fui no último feriado. As informações sobre Medellín, minha atual moradia, ficam para quando tiver conhecido mais pontos turísticos.

Por estar residindo neste país tão incrível, tracei um plano pessoal de aproveitar alguns feriados (aqui todos os feriados são transferidos para a 2a. feira seguinte - são os chamados "lunes festivos" - salvo quando já caem na 2a. feira ou datas como Natal, Ano Novo, Independência, Dia do Trabalho e algumas festas religiosas) para conhecer a diversidade de culturas, climas e pratos. Para levar em conta os valores descritos abaixo, considerar que R$1,00 equivale, aproximadamente, a $1.000,00.

Meu primeiro destino mais distante de Medellín foi Bogotá! Partindo de dicas deste site, fiz reserva no albergue Destino Nómada, na Calle 11, 00-38, La Candelaria. Fica na mesma rua do Centro Cultural Garcia Márquez (Calle 11, 5-60 - tem um Juan Valdez Cafe, imperdível), Donación Botero (Calle 11, 4-41 - entrada gratuita, e não tem somente obras do Botero, mas obras doadas por ele, então tem também Monet, Renoir, Picasso, dentre outros), Casa de Moneda (Calle 11, 4-21 - entrada gratuita) e Biblioteca Luis Ángel Arango (Calle 11, 4-14), e é travessa da Plaza Bolívar. Dá pra fazer tudo a pé (só tem que ter um fôlego bom, porque na volta tem uma subida razoável).

A construção do albergue é antiga, como todo o bairro, então tem que levar isso em conta na hora da sua avaliação. Pontos positivos: staff atencioso, boa localização, bom custo-benefício (paguei $44.000 a diária por um quarto privado sem banheiro, mas os coletivos são mais baratos), banheiros limpos, claridade em relação à proibição ao uso de drogas e ao turismo sexual, roupa de cama e banho brancas e limpas, chuveiro e cobertores quentes (contando que Bogotá fica em um ponto alto da cordilheira, e faz frio), tem área comum com televisão, sala de vídeo, wifi, computador com internet (pago à parte), churrasqueira (toda 6a. rola um churras) e uma geladeira com refri, água, cerveja, prateleira com uns salgadinhos e brownies, e tudo é pago na hora de fechar a conta. Pontos negativos: o café da manhã gratuito vai das 8:00 às 9:00h e é bem simples (pra não dizer ruim), e fora isso tem um mais completo pago à parte, instalações um tanto antigas, não é recomendável caminhar pela vizinhança à noite (como nos centros da grande maioria das cidades do mundo), e é afastado das baladas (rumbas) que acontecem na Zona Rosa (de táxi dá uns 20 minutos, e fica em torno de $15.000), Usaquén e Parque de la 93. No albergue conheci brasileiros, além de backpackers da França, EUA, Austrália e Peru.

Tentei utilizar o shuttle do albergue na chegada à cidade ($18.000), afinal o aeroporto se localiza na principal avenida (Calle 26, que está completamente tomada por obras, causando um caos no trânsito), mas o motorista bateu o carro, então tomei um táxi tradicional (saiu $17.000). Primeira dica em relação aos táxis: pergunte sempre quanto é o "recargo", porque eles cobram isso aleatoriamente em cima do valor da corrida, independentemente de ser via taxímetro ou previamente combinado. A dica para quem pretende alugar carro é ter em conta que há rodizio municipal duas vezes por semana para cada final de placa, das 6:00 às 20:00h - praticamente o dia inteiro sem poder utilizar o carro. Ouvi dizer que os táxis estão melhores agora, mas por precaução é melhor escolher os rádio-táxis.

Há um site oficial de turismo do país (http://www.colombia.travel/po/) que dá a informação de um passeio guiado gratuito a pé pelo centro histórico da cidade pelo Ponto de Informações Turísticas (PIT). Infelizmente houve um problema com o e-mail que eles disponibilizam para se inscrever no passeio, mas como cheguei cedo aproveitei para me inscrever pessoalmente. Neste passeio (e em todos os outros pontos turísticos que visitei) encontrei muitos brasileiros, o que me alegra muito, pois a imagem do narcotráfico e das FARC está ficando para trás e finalmente estão descobrindo a beleza do país e a gentileza de sua gente. O passeio dura em torno de duas horas, tem dois horários diários (10:00h e 14:00h) e é guiado por um policial militar especializado em turismo. O ponto de partida é a Plaza de Bolívar com os quatro monumentos em seu entorno: Capitolio Nacional, Catedral Primada de Bogotá, Palacio de Justicia e Palacio Lievano (onde se encontra o PIT). Passamos pelo Museo Iglesia Santa Clara, Palacio Echeverry, Observatorio Nacional, Palacio Nariño (a casa do presidente), casa do Simón Bolívar, dentre outros pontos. O guia era muito gentil, tinha muitas histórias para contar, o passeio foi extremamente agradável.

Antes do passeio, como tinha tempo, tomei café da manhã em um lugar indicado pelo hostel chamado La Puerta Falsa (Calle 11, próximo à Plaza Bolívar), e pedi um "combo" de chocolate (não se esqueça que o chocolate aqui pode ser em leite ou em água de panela, que é um tipo de diluição de rapadura em água onde se coloca uns tabletes de chocolate, e para quem está acostumado com leite, como eu, pode ficar decepcionado), queijo (único ponto realmente saboroso neste café da manhã), almojábana (um tipo de pão de batata que não tem recheio mas tem queijo na massa) que costuma ser gostosa, mas estava fria, e pão com manteiga por $5.000. Depois aproveitei e conheci a Casa de Moneda.

Depois do passeio no centro pensei em ir ao Monserrate (ponto mais alto da cidade), mas começou a chover, então fui ao Museo del Oro (Calle 16 com Carreira 5 - $3.000, nos domingos a entrada é gratuita, e também dá para ir a pé do albergue). Vale a pena conhecer, pois mostra toda a história de troca entre sociedades até chegar ao uso do metal, além das várias técnicas de artesanato com ouro utilizados pelos antigos povos. Almocei no restaurante do museu, provei um ajiaco (uma sopa típica da região, com vários tipos de batatas e frango, acompanhada de alcaparras, creme de leite, arroz e abacate, além de um couvert não cobrado (um pão maravilhoso com azeite e vinagre para "chuchar") e suco de mandarina por $20.000 (já contando a "propina", ou o serviço). Voltei para o albergue, e estava tão cansada que à noite não saí para jantar. A dica é que os colombianos apreciam muito mais os produtos nacionais que os de empresas que vêm de fora, e eles realmente são saborosos, então provar um biscoito Noel, um refrigerante Postobon ou um sorvete CremHelado vale a pena!

No dia seguinte tomei um táxi do hotel e fui ao Cerro Monserrate ($6.000), ponto mais alto da cidade - lembrando que esses trajetos podem ser feitos a pé, mas contando que eu tinha pouco tempo e a chuva era iminente, preferi ir de táxi. A subida pode ser feita de funicular (que é um tipo de trem), de teleférico (as viagens têm o mesmo valor, então se pode fazer como eu, que subi em funicular e desci em teleférico - $8.000 ida e volta), ou a pé (só é aconselhado para grupos maiores, pois o caminho é perigoso). Os horários de funcionamento e os valores estão no site http://www.cerromonserrate.com. Chegando lá tomei café da manhã no restaurante Casa de Santa Clara (que tem uma vista espetacular), comi um Desayuno Monserrate, com suco de laranja, chocolate (esse sim em leite, bem cremoso), pão, manteiga, marmelada de uchuva, tamal (um parente da nossa pamonha, mas recheado com carne de frango e de porco), queijo e café extras - lembrando que o pessoal por aqui chama o cafezinho de "tinto", então não se assuste se te oferecerem um tinto às 8 da manhã ($23.000 com propina). Uma dica interessante: o pessoal aqui coloca pedaços de queijo no chocolate quente, e a textura resultante é bem interessante.

Saindo de Monserrate, tomei um táxi ($5.000) até o Museo Nacional (Carrera 7, 28-6 - fui no domingo, e a entrada era gratuita), e sugiro que se vá com tempo para contemplar as diversas exposições que ocupam seus corredores que formam uma cruz. São três alas em cada andar, e são três andares! A pé de lá se pode ir à Plaza de Toros de Santamaria (Carrera 7 com Calle 27), que infelizmente não está aberto para visita, e ao Planetário de Bogotá (Carrera 6, 26-07), que é seu vizinho. Na rua seguinte está o Colpatria, o edifício mais alto da cidade (Carrera 7, 24-89) e, em teoria, estão o Museo de Arte Moderno (Calle 24, 6-00) e a Biblioteca Nacional (Calle 24, 5-60), mas estava debaixo de chuva, caminhando rápido, mas acho que fui tão rápido que passei pelos dois e não percebi e, quando dei por mim, já estava no Museo del Oro (rs)... uma pena, mas na próxima viagem a Bogotá serão meus primeiros destinos!

Na esquina seguinte ao albergue tem uma lanchonete que pertence à maior rede colombiana de fast food, a El Corral (e fica bem em frente a uma universidade), mas infelizmente na hora que fui jantar estava fechada. Bem em frente tinha uma pizzaria aberta, a 1969 (pizza individual Napolitana e uma cerveja Club Colombia, mais propina: $15.000 - detalhe que eu só consegui comer metade da pizza, era muito grande)! Aliás, uma dica: cuidado ao tomar cerveja nacional, pois se vc aprecia uma Original, Bohemia ou Brahma como eu, há marcas muito boas como Club Colombia e Aguila, mas tem outras como a Reeds, que é doce... urgh!

No dia seguinte só tinha a manhã para passear, então rachei um táxi com um casal que estava no albergue até Usaquen ($22.000), um bairro (que um dia foi um "pueblo" perto de Bogotá) há uns 20 minutos de La Candelária onde rola um mercado de pulgas, uma feirinha de rua com artesanatos e comidas típicas, vários restaurantes descolados e um shopping que aproveitou a estrutura de um antigo casarão, o Hacienda Santa Bárbara (interessante, mas no final vc se dá conta que é um shopping mesmo - rs). A sorte é que dei de cara com um restaurante de frutos do mar indicado por uma amiga colombiana, o 80 Sillas. Comi o couvert (pãezinhos folha com patê de grão de bico com curry) e duas entradas, um ceviche misto (camarão, peixe marinado, polvo e lula) com molho green (alface romana, hortelã, coentro, limão) e um tartar de atum com óleo de gergelim, coentro, cebola e ovas sobre arroz de sushi, uma taça de Chardonnay e uma garrafa de água, saiu em torno de $50.000. Saiu caro, mas a experiência valeu muito! No próprio restaurante pedi um táxi para voltar ao albergue, e saiu $16.000.

Acabei não andando de Transmilénio nem indo a um monte de lugares, como o Parque de la 93, a Zona Rosa e o MamBo, além da Catedral de Sal em em Zipaquirá, Chia, Villa de Levya, mas tentei aproveitar o máximo possível os lugares que consegui ir! Não tem problema, pois pretendo voltar em breve à capital! Dentre as frutas locais, sugiro experimentar guanábana, feijoa, tomate de arbol, lulo e uchuva. Dos restaurantes, além dos que já citei, vi muitas referências nos posts sobre o Crepes & Waffles, e realmente vale a pena fazer uma refeição lá: é barata, saudável e feita com muita qualidade (uma curiosidade que o pessoal do meu trabalho me contou: eles só empregam mulheres chefes de família, e geralmente mães solteiras). Outra coisa que li e também é recorrente tanto em Bogotá quanto em Medellín é a revista, seja do carro que está entrando em um shopping, ou da bolsa de quem vai entrar a pé em algum lugar. Claro que isso não impede completamente a violência (os cuidados de sempre são imprescindíveis), mas inibe bastante e, associado ao grande número de policiais na rua deixa os turistas mais tranquilos para fazer o que realmente tem que ser feito: divertir-se!

Espero não ter me equivocado em nada, e estou à disposição para tirar dúvidas sobre o que escrevi!

Boa viagem!!!
Gibackpacker
 
Mensagens: 4
Data de registro: 17 Nov 2010, 01:05
Localização: Medellín - Colômbia
Próximo Destino: Miami - Nov/2011
BRASIL - Dez/2011-Jan/2012
Montevideo - Jan/2012
Havana - Abr/2012
Reputation point: 21

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor Bione » 24 Nov 2010, 10:29

Olá!
Adorei o que escreveu, pois me ajudou muito. Irei para Bogotá sozinha em dezembro e já havia feito reserva justamente no Hostel que você ficou. É ótimo já saber bastante detalhe sobre o lugar.
Bjos
Bione
 
Mensagens: 1
Data de registro: 24 Nov 2010, 09:49
Reputation point: 0

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor deb_camargo » 27 Nov 2010, 13:14

Tenho só um dia em bogotá, vcs acham que é melhor conhecer a catedral de sal ou ficar na cidade mesmo?
Avatar de usuário
deb_camargo
 
Mensagens: 16
Data de registro: 18 Nov 2010, 17:56
Localização: Armenia - Quindio
Próximo Destino: Medellin, Bogotá, Cartagena e Santa Marta.
Reputation point: 0

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor Patricia Arruda » 27 Nov 2010, 14:36

Se vc nao conhece Bogota, fique na cidade mesmo. Em um unico dia da para explorar o centro historico, ir ao museu botero, ao museu del oro e ao montserrat.
Avatar de usuário
Patricia Arruda
 
Mensagens: 110
Data de registro: 16 Nov 2009, 15:15
Localização: Brasilia (DF)
Próximo Destino: Atacama
Reputation point: 1

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor leo m » 01 Dez 2010, 13:51

Para ir para Catedral de Sal é super fácil: Pegar o Transmilênio com destino ao terminal Norte. Chegando no terminal só passar para plataforma ao lado, cruzando a catraca, e pegar algum dos infinitos onibus para Zipaquira.
Em Zipaquira é só seguir caminhando, uns 15 minutos, pela mesma rua do terminal... vc chegará no centro histório da cidade, vale a pena sacar umas fotos, de lá fica a duas quadras da entrada do parque da Catedral de Sal.
Qualquer coisa é só perguntar, o povo de lá é prestativo.
Quase toda cidade de Zipaquira está em obras urbanas, talvez perca um tempinho no trânsito.
Avatar de usuário
leo m
Colaborador
Colaborador
 
Mensagens: 146
Data de registro: 03 Jun 2008, 02:07
Próximo Destino: Paraguay
Reputation point: 561

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor suka » 24 Dez 2010, 09:03

Gi (Gibackpacker),
obrigada por compartilhar sua experiência conosco!!
Vai ajudar mtos viajantes =)
::otemo::

Eu realmente procuro colocar todas as infos aqui (sempre q possível), pois a troca enriquece a todos... é esse o espírito!

bjos,
Evelyn
Avatar de usuário
suka
 
Mensagens: 10
Data de registro: 25 Mai 2008, 21:03
Localização: SP, Brasil
Reputation point: 69

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor olme » 15 Jun 2011, 20:25

Olá,
vou chegar em Bogotá às 5h da manhã de um domingo e o meu outro voo é só às 11h30. Alguém tem alguma sugestão para eu passar o meu tempo por lá? Há algum city tour nesse horário? É recomendável guardar minha mochila para fazer o passeio?
Obrigada.
Cris
olme
 
Mensagens: 4
Data de registro: 12 Fev 2011, 22:27
Reputation point: 151

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor Gibackpacker » 08 Nov 2011, 00:34

Hola, viajeros!

Acabei voltando a Bogotá a trabalho, e por coincidência tinha um feriado para esticar, então lá vão mais algumas dicas desta cidade tão acolhedora (e cujo acessório indispensável é o guarda-chuva)!

Fiquei no North Hostel (http://www.northhousehostel.com/ - reserva feita pelo Hostel World por 10% do valor, US$2,80, por duas noites) e, apesar de alguns comentários não muito favoráveis ao albergue que encontrei na net, posso dizer que valeu a pena! Tinha um pessoal bem legal hospedado, o ambiente é acolhedor, staff atencioso - fizeram festa quando souberam que eu era brasileira pq não costumam ir muitos lá, e tocaram até o funk carioca "Eu só quero é ser feliz" (???) em homenagem ao Brasil, tinha chuveiro quente e cama ok, mas o melhor deste albergue com certeza é a localização: está a umas cinco quadras da Zona T e Zona Rosa, lugar onde ficam vários restaurantes legais, baladas, os Centros Comerciais (Shoppings) Andino e Retiro, além de estar muito perto da estação Heroes do Transmilenio! Mesmo estando sozinha, fui e voltei caminhando à noite, sem problemas, é perto e seguro!

Saí de Medellín no final da tarde do sábado 15/10, no aeroporto aproveitei para pegar um guia e umas dicas em um ponto de informações turísticas, tomei um táxi autorizado do aeroporto (paguei COP26.000, algo em torno de R$26,00, o que não achei caro pelo tempo de viagem), cheguei no albergue já de noite, tomei um banho e fui reconhecer a área e jantar (como esqueci de levar "sombrilla", e ainda não tinha comprado uma, o pessoal do albergue me emprestou, pois estava garoando). Não levei 10 minutos caminhando para chegar na área da balada, e dei uma volta por lá. Como era sábado à noite, lógico que estava bem cheio. Reconhecimento feito, fui jantar no Gyros y Kebab (Cra. 13, no. 82 - 28), e não me pareceu a melhor comida árabe, mas o ambiente é bem agradável (destaque para o michui de lomo e para o falafel, estavam muito bons, mas infelizmente não posso dizer o mesmo do babaganuche e do homus). Fica a dica tb que esse restaurante é vizinho de porta da Cachao, para quem gosta de salsa como eu!

Como queria ir à Catedral de Sal em Zipaquirá, o ponto não poderia ser mais estratégico, pois é mais perto da saída da cidade que vai pra lá do que a tradicional La Candelaria, onde ficam a maioria dos Backpackers. Tomei café da manhã em um restaurante na Cra. 15, mas deveria ter caminhado um pouco mais e ter ido ao Archie's, que eu adoro (quase do lado do albergue tem um Dunkin Donuts, mas estava fechado às 8h do domingo). Depois fui caminhando à estação Heroes do Transmilenio (fica a 3 quadras do albergue - para quem não conhece, o Transmilenio é uma espécia de "Fura Fila" que se concretizou). Cheguei na estação e comprei um cartão magnético com duas viagens (cada uma vale COP1.700). Uma das dicas era tomar qualquer um dos ônibus "B", mas se possível não tomar os de numeração de 1 a 5, que paravam em todas as estações, e consequentemente demoram mais (regra não aplicável para um domingo de feriado às 9h da manhã, pq seguindo isso só demorei mais para pegar o ônibus, uma vez que não tinha trânsito - mas os ônibus estavam lotados do mesmo jeito, me senti saindo da Paulista no bumba das 18h de sexta-feira - rs). Acabei tomando um B94, que demorou um pouco pra chegar (em torno de 20 minutos), e a viagem até o Portal Norte levou uns 15 minutos. Chegando no Portal, tem que dar uma volta e descer por uma escada que leva ao outro lado da estação, em sentido aos intermunicipais. Lá se forma uma fila para pegar os ônibus que têm destino a Chia ou a Zipaquirá que saem do terminal. Apesar de ter uma filinha, peguei o ônibus em menos de 10 minutos (eles não saem com o ônibus lotado, mas vão parando nas estações e vão enchendo de gente). O preço é COP3.700, e se paga diretamente ao menino que toma conta da porta. Pedi para eles me avisarem quando chegasse perto da Catedral, e em 45 minutos desci perto da "Estación del Tren", peguei "carona" com uma família de Barranquilla que também estava no mesmo ônibus que eu e tinha o mesmo destino, e fomos caminhando - apesar de ter a opção de ir de táxi, que vale COP3.000, vale a pena fazer o trajeto a pé, dá pra tirar umas fotos legais no centro da cidade. Tivemos que pedir informação ao pessoal na rua de como chegar, pois não há indicações, mas a dica é sair da estação, seguir reto a rua principal só de pedestres que sai dela, chegar nesta praça, virar à esquerda na esquina do banco (acho que era HSBC), seguir até o final, pegar à direita e seguir até o final, que já se chega na entrada da estação. Para subir da entrada até a bilheteria da Catedral, pode ser a pé, de táxi para quem já está em um, de carro para quem tiver alugado, ou tomar um trenzinho que custa COP1.000/pessoa (opção que escolhemos).

Chegando lá, há vários pacotes, que vão desde o básico A1 (que custa COP20.000, e praticamente é a entrada à Catedral + tudo que há lá dentro - cinema 3D, um showzinho de luzes e música, espejo de agua, que está no caminho da visita) até A7 (http://www.catedraldesal.gov.co/index.p ... 64&lang=en). Caí na besteira de comprar um A5 (COP29.000) + um passeio de trem (COP3.000), pois pode ser que vc curta tudo o que oferece um pacote, mas eu já estava cansada de caminhar e ver as coisas por lá depois de caminhar as 2,5 horas do passeio guiado da catedral (eu realmente não tenho problemas em caminhar, sou capaz de andar em bom ritmo o dia inteiro como já fiz em todas minhas viagens mas acho que, por ser subterrâneo, estar cheio de sal e ter pouco oxigênio, a energia vai embora rapidinho). Dei uma passada no Museo de la Salmuera, mas tb não achei grandes coisas (cheguei atrasada uns 10 minutos, me juntei a um grupo que estava vendo uma projeção, fiquei lá por uns 5 minutos vendo o filminho, e acabou o passeio) - talvez a explicação de antes tenha valido a pena, mas realmente já estava cansada e preferi não esperar o outro grupo. O passeio de trem é desorganizado, e quando fui tomá-lo tinha um monte de gente brigando com as meninas que vendiam o passeio pq estava esperando há mais de hora para tomar um trenzinho (que inclui a descida e uma volta "turistica" pela cidade, mas que pra mim só valeu pela descida, pois na ida aproveitei muito mais o passeio, parando onde queria e explorando melhor) - também sei que tem que levar em conta que eu fui em um feriado, talvez em datas normais não seja essa loucura toda. No mais, a Catedral é realmente linda, uma coisa absurda pelo tamanho e pela suntuosidade, o passeio guiado vale a pena pq vc entende a intenção de cada obra (só tem que levar em consideração que é em espanhol), vale a pena! Voltei à estação de trem, tomei um ônibus (não pode esquecer de falar que é para descer no Portal Norte) pelos mesmos COP3.700, e desmaiei na quase uma hora de viagem até Bogotá. De volta ao Portal, tomei o D94 (tem que ver se o ônibus que vc vai tomar para na estação que vc precisa descer, mas é tudo bem indicado e, qualquer coisa, as pessoas de informação são solícitas). Também há a possibilidade de tomar o Turistren (Tren Turístico de la Sabana - http://www.turistren.com.co/) para ir de Bogotá a Zipaquirá, mas como planejei tudo em cima da hora, já não tinha mais lugar.

De volta à região do albergue, eu tava verde de fome (já eram 16h, e eu tinha tomado café da manhã às 8h - na Catedral o que não falta é comércio, incluindo restaurantes e cafés, mas eu não quis comer por lá), então fui ao Andres DC, que é a versão bogotana do Andres Carne de Res de Chía, e fica no CC Retiro. Não podia deixar de provar o tradicional Lomo ao Trapo, que é realmente delicioso, e acabei comendo uma empanada (a melhor que eu já comi aqui na Colômbia) e um patacón (pq eles servem um monte de molhinhos, dá vontade de ficar provando todos, e o patacón foi o melhor acompanhamento). Eles têm suco de tudo quanto é fruta, mas acabei ficando na goiaba (ué, deu vontade - rs). O preço de verdade compensa, pq o que eu pedi dá pra dividir em duas pessoas (sim, levei embora o que sobrou, que não foi pouca coisa, e fiz o pessoal do albergue bem feliz). A conta, com serviço, saiu COP61.000, mas valeu muito, o ambiente é bem legal (tem balada de sexta a domingo à noite, são COP20.000 para entrar + o que consumir), o serviço é excelente, comida muito bem feita, e eles têm o cuidado de presentear uma sacolinha com docinhos, e a conta vem em um tubo de metal com o logo do restaurante que vc leva de recordação. De volta ao albergue, banho, papo com a galera e um sono bem profundo até o dia seguinte.

Uma dica que uma amiga do trabalho que já morou em Bogotá me deu foi o Restaurante Club Colombia (sim, o mesmo da cerveja) pra tomar o café da manhã, uma ótima oportunidade de provar alguns sabores bem colombianos (Avenida 82, no. 9 - 11, também walking distance do albergue). É um buffet, paga-se o preço fixo de COP38.000 já com serviço, e se come à vontade. Desde frutas, sucos de todos os tipos, pãezinhos, bolos, tortas e afins até tamales, arepas (a minha de choclo fizeram na hora, uma delícia), arroz atollado, chicharrón (torresmo), etc. Depois da comilança, um último passeio no CC Andino, e voltei para o albergue pq tinha que sair de lá e ir ao hotel trabalhar. Fiquei hospedada no Casa Dann Carlton (Calle 94, no. 19 - 71), deixei as coisas, e fui caminhar até o Parque de la 93, já que estava bem perto de lá. Estava chovendo (pra variar) então não consegui curtir muito o parque em si, parei no Café Oma para tomar um cafezinho, e voltei para o hotel, pois precisava trabalhar.

Espero que essas dicas ajudem! Boa viagem!
Gibackpacker
 
Mensagens: 4
Data de registro: 17 Nov 2010, 01:05
Localização: Medellín - Colômbia
Próximo Destino: Miami - Nov/2011
BRASIL - Dez/2011-Jan/2012
Montevideo - Jan/2012
Havana - Abr/2012
Reputation point: 21

Re: Bogotá, o que há?

Nova mensagempor Bruno Sanches » 28 Jan 2012, 23:43

Li muito aqui no Mochileiros mais não achei muita informação então vamos lá...

info just in time rsrs cheguei hoje a Bogota as 16:30 horario local, peguei um taxi e pelo que tinha lido iria para Candelaria, não curti muito não sei se pelo horario, mais muito comercio fechado sabado essa hora e enfim... mudei o rumo do taxi e seguimos para Parque 93, para entenderem cada quadra tem um numero então estou na 93 com a 16... quadrante 93 horizontal com 16 vertical.. algo assim.. enfim fica facil de se localizar assim, muito mesmo... Para candelaria paguei 21.300 pesos mais como quis vir pra ca depois que estava la então paguei mais 20.000 pesos até aqui. Parque 93 é uma região cara, achei hoteis entre 270 a 400mil pesos... eu não to podendo tanto mais como estou sozinho e tenho somente essa noite aqui (amanha sigo para San Andres velejar de kitesurf) achei um hotel por indicação que tuuuudo sai a 150.000 pesos muito bem pagos, quarto mto bom e grande e confortavel!!! fui comprar Simcard para acessar net com o celular mais sem chance.. somente segunda-feira, rodei mto aqui e um mandava pra loja do outro e no final peguei um Simcard pre pago normal da Comcell paguei 8mil pesos com 20mil de credito para comcell
Agora estou me preparando para a night me indicaram o "Hotel 5" vou ver como é e prossigo aqui.
Bruno Sanches
 
Mensagens: 2
Data de registro: 25 Jan 2012, 11:44
Reputation point: 0


Retornar para América do Sul - Relatos de Viagem





Quem está online

Usuários vendo este fórum: Nenhum usuário registrado online e 0 visitantes