Relatos de Viagens por 2 ou mais países da América do Sul
#1210388 por Jardel Stenio
15 Ago 2016, 16:11
Uns amigos meus fizeram o passeio por essas montanhas coloridas por conta própria, fazendo baldeação e indo por ônibus público. Gastaram na ida e volta cerca de 60 soles. Eles possuem um blog, e vale a pena a leitura eles ensinam passo a passo como chegar. http://mundosemfim.com/conhecendo-o-cer ... uase-nada/

#1211701 por Paulo Neves
20 Ago 2016, 15:06
DIA 24/05 – Monte Chalcataya, Valle de la Luna e partida Uyuni


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Após o primeiro dia em La Paz sem muitos problemas com altitude e segurança (eu achava que La Paz iria ser muito perigoso, mas não foi; o local que fiquei é bem movimentado, tem muitos turistas e bastante policiais) fui para meu primeiro passeio, visitar o Monte Chalcataya.
Só para informar, essa montanha fica bem próxima de La Paz e esta é a mais alta estação de esqui do mundo. A triste notícia é que está desativada pois nesta montanha não existe mais neve. Só sobrou uma casinha velha onde era a estação e uma belíssima vista para apreciar.
Tinha combinado com a moça da agência de sair às 08:30, mas antes disso já estava no local combinado. Quando a moça da agência me viu ela logo me chamou para ir para a rua e começou a correr, dizendo para eu segui-la. Isso mesmo, foi uma correria danada, pois a van que peguei estava descendo a rua e não podia parar. Tínhamos que aproveitar os momentos de engarrafamento para entrar na van. Nesse ponto, eu já estava quase no final da rua, mas foi bom para “acordar” e ficar bem esperto porque a subida iria ser punk... :)
Fui um dos primeiros a entrar na van e acabamos dando muitas voltas pela cidade até pegar todo o pessoal. Na van éramos 2 italianos, 1 mexicano, 1 americana, 2 belgas, 2 suíços e 4 brasileiros (incluindo eu).
Com a van completa, acredito que gastamos cerca de 1h a 1:30h até a entrada do monte Chalcataya. Essa montanha fica a uma altura de aproximadamente 5000 m ::Cold:: . Esse era meu segundo dia na Bolívia e já ia enfrentar uma subida daquelas. Mas não foi nada impossível. A dica é: sempre ir devagar e respeitando seus limites. À medida que se vai subindo parece que o ar vai desaparecer e sua cabeça explodir. Neste dia não quis experimentar as folhas de coca pois eu não estava me sentindo tão mal e tinha também meu preconceito com relação a chá ::xiu:: ::xiu:: ::xiu:: . Andando bem devagar todos da equipe conseguiram subir. Nós, os brasileiros, nos saímos muito bem e fomos os primeiros a chegar (com exceção de uma moça que passou mal e teve de sentar e refletir um pouco na vida antes de continuar ::essa:: ). A guia nos elogiou bastante pois segundo ela os brasileiros costumam ter um pouco mais de dificuldade nesse trajeto.
Lá em cima é bastante frio e venta muito ::Cold:: ::Cold:: . Mas com a subida seu corpo esquenta, porém, ao parar no topo, rapidamente você perde calor. A paisagem é sensacional, é possível ver La Paz bem pequena e mais muitas montanhas mais elevadas e cobertas por neve. Pra quem nunca tinha visto neve na vida aquilo foi maravilhoso ::otemo:: (mesmo a neve estando a um “pequena” distância de mim rsrsrsrs). Tiramos muitas fotos e apreciamos bastante o local.

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Após isso começamos a descida e todos paramos na estação abandonada de esqui. DICA: caso queiram utilizar o banheiro faça neste momento, pois após a saída do monte a próxima parada seria apenas no Valle de la Luna que demoraria 1:30h até lá. Não tenha preconceitos, pois o banheiro estará imundo e não tem papel (caso seja mulher ou precise de fazer o 2), mas é melhor que nada, naquele frio. Saímos por volta de 12:00. Outra dica: leve alimento e água pois não haverá paradas para almoço e no monte não nenhum comércio.
Para chegar ao Valle de la Luna é preciso atravessar La Paz, por isso demora um pouco. O trânsito é uma loucura, loucura, loucura ::dãã2:: ::hein: ... Essa parte da cidade é mais nobre e bem diferente do centro histórico e principalmente de El Alto. Também é mais quente e agradável sendo até possível andar sem agasalhos. O ingresso para o Valle de la Luna custa 15 Bol e eu havia deixado pago quando comprei o passeio com a agência de turismo. É um lugar mais preservado e bem cuidado, porém bem estranho. É legal, dá para tirar algumas fotos, mas sinceramente não é assim: “nossa é um passeio que não se pode perder”... é bacana, mas caso você não tenha muito tempo disponível em sua viagem acredito que este seria um passeio a considerar de deixar de fazer. Para as pessoas que não querem fazê-lo, a van, durante o trajeto, pode deixa-las no centro da cidade. Depois da entrada no Valle você percorre um caminho entre as pedras até retornar ao ponto inicial. Muita água e protetor solar pois o Sol é bem forte.

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Ao final do passeio, por volta de 15h, a van me deixou em frente ao meu hotel pois a localização era bem central e cada um seguiu seu caminho. Aproveitei para ir até a Calle de Brujas e fazer umas comprinhas de souvenires :D :D . DICA: ande bastante e sempre pergunte os preços daquilo que quer, pois é possível encontrar diferenças importantes de preços de uma banca para outra. Algumas coisas são mais baratas na Bolívia que no Peru, mas em grade parte os preços ficam quase iguais após as conversões.

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Após as compras fui ao hotel pegar meu mochilão pois tinha feito o check-out e pedi para eles guardarem para mim. O problema foi que estava muito cedo (eram 16h) e naquele mesmo dia eu iria para Uyuni às 21h... Não quis pagar mais uma diária de hotel pois o dinheiro não estava caindo do ceu para mim :? . Então decidi andar pelas ruas e achei um pequeno hostel, bem sem vergonha, na Av. Illampu, pois queria tomar um banho e descansar um pouco. O recepcionista foi bem legal e paguei 25 Bol para tomar a ducha e dormir um pouco (fiquei umas 4h no hostel). Aproveitei para carregar celular e pilhas para as fotos do próximo dia. Consegui dormir um pouco e foi ótimo pois andar a 5000m pode ser bem cansativo.
Por volta de 20:00 eu saí do hostel e fui a pé para a rodoviária. Perguntei para as pessoas na rua se achavam perigoso, mas todos disseram ser bem tranquilo e foi mesmo. Andei tranquilamente pelas ruas bem movimentadas e gastei 25 min até a empresa Todo Turismo (como eu já relatei no primeiro post, essa empresa não fica dentro da rodoviária e sim em um pequeno beco bem próximo; caso compre a passagem pessoalmente durante o dia não será difícil encontrar depois à noite). O ônibus estava marcado para às 21:00. Quando cheguei na porta do prédio, toquei o interfone e subi para a recepção para esperar a saída do ônibus (não fique do lado de fora esperando, pois pode não ser muito seguro :!: :!: ). Lá, já tinham outras pessoas esperando e estava bem quente e confortável. Eles serviram o jantar lá mesmo pois o ônibus atrasou um pouco (all included). Saímos às 21:30 e estava tudo muito bom dentro do ônibus: aquecimento, WiFi, cobertor, travesseirinho, filme, banheiro; esse é um ônibus bem diferente daqueles que se costuma ver na Bolívia e é voltado para turistas. É um pouco mais caro que as outras companhias, mas vale muito mesmo a pena, para não passar frio e perrengue durante a viagem que durou 10h... ::hãã::
Chegamos à congelante Uyuni às 07:00 com atraso, mas agradeço muito mesmo por esse atraso. Mas isso explicarei no próximo post...
Hasta!!!!!!
#1211711 por Paulo Neves
20 Ago 2016, 15:41
Dia 25/05 - Chegada Uyuni e início do tour pelo deserto

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Cara, quando relatei no último post que tinha agradecido pelo atraso do ônibus, eu falava bem sério e vou explicar por quê.
Sou do sul de Minas Gerais e lá é uma região fria no inverno. Já morei em São Paulo que também é bastante frio. Nunca estive no Sul do país no inverno, apenas no verão, então não posso comparar. Mas o quero dizer é que quando eu desci do ônibus em Uyuni, pelo menos que me lembre, aquele foi um dos locais mais frios em que já estive em minha vida. Sério pessoal!!!
Como disse o ônibus chegou um pouco atrasado. A previsão era de chegar por volta das 05:30 da manhã, mas chegamos às 07:00. Dentro do ônibus chegando à cidade já é possível sentir o frio que esperava, mesmo com o aquecimento. Estava congelante ::Cold:: ::Cold:: ::Cold:: . Pelo que me lembro, a temperatura em meu celular estava marcando próximo de zero grau quando cheguei. A cidade é bem plana e estava ventava um pouco, isso favoreceu para essa sensação tão congelante. Digo isso pois o dia já estava claro e o Sol havia saído. Imagine os ônibus que chegam durante a madrugada... Putzzzzzz... :shock: :shock: :shock: :shock: . Gosto nem de pensar! Mas tem pessoas que gostam de pensar nos turistas nessas situações (e claro, no bolso também). Quando você desce do ônibus várias pessoas te abordam oferecendo pacotes de turismo para o Salar. Porém, uma pessoa que falou comigo foi uma garota oferecendo um local para tomar um café e que era aquecido (outras posts que li a respeito para montar o meu mochilão falavam desse mesmo local, mas era uma velhinha que oferecia). Apesar de bastante frio, resolvi não ir com ela pois eu tinha coisas para o café da manhã que a empresa de ônibus me deu e como não iria demorar muito para as agências abrirem resolvi esperar. Acredito que se você chegar muito cedo em Uyuni a melhor opção é ir para esse lugar (que não guardei o nome... sorry ::putz:: ::putz:: ::putz:: ) com as pessoas que vão te abordar...
Do ponto onde os ônibus chegam até o local onde se localizam as principais agências não é longe e é fácil achar.

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Centro de Uyuni
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Com a ajuda dos vários mochileiros eu já havia decidido qual agência escolheria: a famosa Esmeralda Tours.
O site da empresa é esse: http://www.esmeraldatoursuyuni.com/en-US/
Eu perdi o cartão com o mapa da localização. Mas não é difícil de encontrar, fica quase na esquina da estação de trem, próximo a restaurantes e em frente a um mini mercado.

Acredito que os motivos que escolhi foram os mesmos que o resto do pessoal. São poucas as agências que te levam para apreciar o pôr do Sol no meio do deserto de Sal e por um preço legal. Enquanto esperava essa agência abrir, outras pessoas me ofereceram passeios, alguns até mais baratos do que paguei, mas fiquei receoso e resolvi não arriscar. Sabia que seriam 3 dias no meio do nada e que qualquer coisa que pudesse acontecer seria difícil encontrar socorro.
Quando a Esmeralda Tours abriu fui conversar com a moça e pechinchar, claro! O passeio é o seguinte: são 3 dias e 2 noites, já incluído refeição (7 refeições – 3 almoços; 2 jantares; 2 cafés da manhã), guia e hospedagem. Você viaja com mais 6 pessoas, sendo uma delas seu guia, em um carro especializado para o local, já que o terreno é bem difícil e não é qualquer carro que pode trafegar. Como estava sozinho, eu não conhecia ninguém que foi comigo antes e aí é na sorte mesmo de achar pessoas legais :P :P . Graças a Deus eu tive sorte e o pessoal foi bem legal (acho que eles poderiam ser mais soltos um pouco, mas foi tudo tranquilo). O valor que a moça da agência queria me cobrar era de 900 Bol... mas daí eu comecei e pechinchar bastante e consegui um desconto. Paguei 750 Bol por todo o passeio – segundo ela o restante do pessoal pagou mais caro que eu... mas como se tratava de europeus eu acreditei kkkkkkkkk ::lol4:: . Tem uma agência super famosa lá, se não me engano se chama Cordillera, mas os passeios são mais caros, coisa 1000 Bol. Nem arrisquei de ir ver, pois os locais que iríamos eram os mesmos e a comida bem parecida... então sem estresse e com economia no bolso ::cool:: :D :wink: !!!
Tudo acertado para o tour, saí e fui comprar algumas coisinhas para a viagem. Ao longo do caminho pelo Salar é possível achar algumas vendinhas, porém elas são escassas e mais caras. Então recomendo comprar tudo em Uyuni antes da partida. Comprei 4L de água e alguns snacks (acredito que essa continha ficou em torno de 25 Bol)... Feito isso fomos iniciar o passeio. Conhecemos o guia que era já um senhor bem cuidadoso, experiente, bem educado e simpático. O nome dele era Milton... Colocamos os mochilões na parte superior do carro e aqui vai a dica: sempre tenha uma mochila menor contigo para carregar algumas coisas importantes (comida, água, algumas roupas caso necessite trocar, protetor solar, etc.), pois o guia só retira os mochilões nos locais para dormir. Esqueci de falar sobre a origem dos membros: Como disse éramos 7 no total – Milton, o guia local; 1 peruana; 1 espanhol; 3 ingleses; e eu. No início os ingleses estavam mais fechados e fiz amizade com o pessoal de língua espanhola, mas todos nos entrosamos depois.
O passeio em si começou às 11h e a primeira parada foi o cemitério de trens que fica a 10 min de Uyuni.

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Nessa primeira parada já deu pra ver o quão lotado é o lugar e isso que o guia disse que nem estava tão cheio, pois no meio do ano fica bem lotado (férias na Europa e EUA). É possível subir nos trens e tirar várias fotos. Eu já tinha feito amizade com a peruana e o espanhol e acabamos nos ajudando na parte das fotos ::otemo:: ... Depois do cemitério seguimos rumo ao deserto, mas antes de adentrá-lo paramos em uma feirinha de artesanatos (Cochalca) e lembrancinhas. Não quis comprar nada e apenas usei o banheiro (2 Bol).

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Continuando o caminho, adentramos no deserto de sal. Nessa parte inicial nem é a mais bonita e já fiquei impressionado com o tamanho do lugar. Paramos para almoçar em um antigo hotel feito de sal (isso mesmo, tudo lá é de sal) mas que não chegou a operar por questões sanitárias. Esse ponto acabou virando local de encontro para todas as agências servirem seus almoços. Nesse lugar se vê o monumento ao Rali Dakar Bolívia e muitas bandeiras dos países dos motoristas participantes... ou seja, muitas fotos... Nosso almoço foi: quinoa cozida no vapor, bife de lhama, salada, banana (todos frios) e coca (quente) kkkkkkkk Mas estava gostoso. Recomendo prestar bem atenção com os pertences, pois um dos ingleses perdeu o celular nessa parada. Após o rango seguimos com o passeio.
Já estávamos dentro do deserto de sal e aí sim foi possível admirar a imensidão branca e vasta do lugar... É maravilhoso e surreal... Aqui é possível tirar aquelas famosas fotos VER O NOME, mas as nossas não ficaram tão legais kkkkkkkk Cara eu viajei no lugar, como pode um lugar daquele... muito doido... ::ahhhh:: ::ahhhh:: ::ahhhh::

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Ainda nesse dia, prosseguindo com a carruagem, visitamos a Isla del Pescado. Dentro do Salar existem várias ilhas (não são propriamente ilhas pois não são rodeadas por água, mas o sentido aqui é de dizer que esses pedaços de terra são rodeados pela imensidão de sal) e a mais famosa é a do Pescado. Você não é obrigado a entrar na ilha, mas vale a pena. Custa 30 Bol e não está incluso no pacote da agência. Você pode usar banheiro. O passeio pela ilha dura cerca de 1h para percorrê-la toda e a vista é sensacional. Os cactos são enormes e as fotos ficam bem legais...

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Depois da ilha, vem o momento tão esperado de assistir ao pôr do Sol no meio do deserto. Se prepare, pois a temperatura despenca à medida que o Sol vai se pondo, mas vale cada momento fora do carro naquele friiiioooooo... O show de cores é magnífico e só presenciando para poder sentir tudo isso: a beleza do céu, o frio congelante, as cores do deserto! Foi lindo d++++ e altamente recomendo...

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Tentando fazer um círculo...
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Após isso, por volta das 17:45 seguimos o caminho e daí fomos para o local onde passaríamos a noite. Demorou cerca de 1:30h até chegarmos lá (você acha que ficará perdido, pois não tem nenhuma placa indicativa; mas confie no guia pois ele está acostumado)... Chegamos às 19:30 exaustos e famintos. O hotel é bem legal, também feito de sal. Como estava sozinho e não estava muito cheio, dei sorte e peguei um quarto individual. Assim que nos instalamos, o jantar foi servido e estava gostoso: sopa de quinoa e batatas fritas com cebola e salsicha. Bem alimentados fomos para o quarto. Detalhe: sem banho (eu já sabia disso: os dias no Salar seriam sem banho, pois é muito frio e não tem água quente – eles dizem que a água é quente, mas não é...). O jeito foi apelar para os lenços umedecidos que foram tudo de bom!!!

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Esqueci de mencionar que tinha alugado um saco de dormir na própria agência de turismo pois as descrições do frio que eu tinha lido e pelo que tinha passado em Uyuni pela manhã não me restaram dúvidas quanto a esse aluguel. Foram 50 Bol para todos os dias e foi bem útil, mas todos os lugares que passamos tinham bastante cobertores. Nesse hotel é possível carregar celular e pilhas, mas não no quarto e sim no salão de refeições. EU deixei tudo lá e foi sem problemas.
Depois disso tudo o jeito foi dormir cedo pois iríamos acordar às 06:00 no outro dia para começar o passeio pelas Lagunas que eu estava doido para conhecer (decidi de última hora fazer o passeio de 3d e 2n; antes eu iria apenas para o deserto de sal e agradeço muitíssimo por eu ter tomado essa decisão)...
See ya!!!!!!

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