Olás,
Caramba quantas citações... isso é ótimo.
Li todos os comentários, e confesso que fiquei assustado. Possuo uma Titâ, no qual já está indo para o terceiro ano, e estou enviando-a para resolar (trocar a sola). Esta companheira levo ao limite do limite. Serra Fina, Ilha do Cardoso, Travessias por toda a Serra do Mar Paranaense, e principalmente em grandes expedições. Quando menciono limite, é caminhar 15, 20 horas sem tirá-la do pé. Devido a urgência, até utilizei para escalar.
Compramos 10 botas, onde com as experiências que passamos, mandamos confeccionar mais 10, para 2009.
Recomendo Nômade, de olho fechado.
Alisson Cotrim Wosniak (CTBA/PR)
Nas Nuvens Montanhismo
www.nasnuvensmontanhismo.com.br Paulo BR escreveu:phauck escreveu:Todas as botas tem um desgaste. Vejo que a minha Nomade é mais resistente que as outras que eu tive. Tenho uma Titã que usei em duas expedições, uma pela BolÃvia e outra pela Argentina. Passei por terrenos super rigorosos com ela, em morainas de glaciar e lugares pedregosos. Ela ainda tem uma boa aparencia, mas é claro que o desgaste foi enorme. Tanto o solado quase já se foi quanto dentro houve uma avariação.
O que eu tenho que dizer ao colega que teve problema depois de um ano e meio, é que ele não iria encontrar em outra bota gringa uma solução, pois o uso reteriora o equipamento. Se vc tivesse uma bota importada, além de pagar mais $, ainda não teria todo este apoio que a Nomade dá, mas que obviamente não cobre concertos sobre equipamento desgastado...
Enfim, recomendado a Nomade.
Acho que o "colega" deixou claro que o uso da bota não foi rigoroso o suficiente para danifica-la como aconteceu (independente do tempo de utilização). E me parece que todos os comentários, tanto negativos como positivos, tem sido feitos com muito bom senso.
É ótimo contar com o fornecedor próximo no caso de qualquer problema, e melhor ainda quando não ocorre qualquer problema. Só tive botas de boas marcas "gringas" para trilhas até hoje, e nunca tive
nenhum pepino - não estou dizendo que nunca ocorrerá. E paguei o preço de botas nacionais.
Para trilhas continuarei com as "gringas" boas enquanto for possÃvel. Mas é uma decisão pessoal, respeitando as opiniões dos participantes do site,
inclusive daqueles com ligações pessoais e profissionais com fornecedores.
Felizmente este não é um site "comercial", mas de discussão e exposição de opiniões, não de defesa de marcas x ou y.
Abraços
phauck escreveu:Vou falar de minha experiência com as botas Nômade.
Como alguns devem saber, sou montanhista e todos os anos vou para os Andes e há cerca de dois anos um Titã sempre me acompanha nestas viagens.
Trata-se de uma bota excelente, leve e super confortável. É parte indispensável do meu equipamento, para aproximação, é claro, pois ela não foi feita para neve e nem pra ser usado em grandes altitudes. Para isso existem as botas duplas.
Vejo que muitas pessoas querem ter uma bota que faça tudo, pois não querem levar outro calçado na viagem. Confesso que eu mesmo já pensei assim e por isso durante algum tempo usei uma Salomon super robusta que acabava com meu pé. Ela era muito pesada e desajeitada para uma caminhada de aproximação e em altitude insuficiente para as necessidades.
Agora eu tenho uma bota pra cada situação, que é o mais inteligente.
Todas as botas tem um desgaste. Vejo que a minha Nomade é mais resistente que as outras que eu tive. Tenho uma Titã que usei em duas expedições, uma pela BolÃvia e outra pela Argentina. Passei por terrenos super rigorosos com ela, em morainas de glaciar e lugares pedregosos. Ela ainda tem uma boa aparencia, mas é claro que o desgaste foi enorme. Tanto o solado quase já se foi quanto dentro houve uma avariação.
O que eu tenho que dizer ao colega que teve problema depois de um ano e meio, é que ele não iria encontrar em outra bota gringa uma solução, pois o uso reteriora o equipamento. Se vc tivesse uma bota importada, além de pagar mais $, ainda não teria todo este apoio que a Nomade dá, mas que obviamente não cobre concertos sobre equipamento desgastado...
Enfim, recomendado a Nomade.