Relatos de viagens pela Colômbia


#1256392 por lucasbeltrao
10 Fev 2017, 15:46
Olá pessoal. Sempre pego várias dicas com os relatos de viagens aqui para planejar as minhas, e como de costume, depois deixo o meu relato atualizado para auxiliar os próximos viajantes.

Vamos lá, viajamos para a Colômbia (Cartagena, Bogotá e Santa Marta) entre os dias 17 a 31 de janeiro. Compramos as passagens ainda em setembro, pela Copa Airlines. O voo saindo de São Paulo dura 6h30 até Panamá City com conexão para Cartagena, mais 50 minutos. (R$ 1600,00).

Sempre olho os preços das coisas no Free Shop de São Paulo, se possível anote o que deseja comprar. Veja os preços novamente no Free Shop de Panamá City, que é enorme. Algumas coisas são mais baratas aqui, outras lá. Na volta acabo decidindo o que levar e onde comprar.

Chegamos em Cartagena as 22h. A única forma aparente de se sair do Aeroporto é de táxi. Os taxis por lá são pequenos carrinhos da Nissan (não sei o modelo), cabem pouca bagagem, porta malas minúsculo. Não existe taxímetro, os preços são dados por tabelas de bairro a bairro. Mas a primeira lição é negociar, chorar e pedir desconto. Se o primeiro taxista não der, espere outro, tem muitos táxis circulando na cidade. Conseguimos ir para a cidade amuralhada (El Viajero Hostel) por COPS 8800,00.

O El Viajero Hostel era um dos mais caros em Cartagena, em média R$ 65,00 a diária de um quarto compartilhado, porém ele tem uma estrutura muito legal, quartos com ar condicionado, bar, um staff gente boa, café da manhã bom e fica bem localizado na parte antiga da cidade.

Como chegamos muito tarde, para não perder tempo na manhã seguinte já pagamos no próprio hostel um passeio até as Isla Baru – Playa Blanca, COPS 50.000,00 pelo transporte, que passa no hostel as 8h da manhã e retorna as 15h da praia. Talvez se você andar pela cidade pode achar esse transporte mais barato, ou até combinar com um taxista esse bat-volta.

A Playa Blanca é muito bonita, mar azulzinho. Logo na chegada, vem vários garotos encher o saco para você ir até a barraca deles, passar o dia e etc. Fuja desses caras, se for necessário seja meio grosso. Eles são chatos e insistentes. Escolha você mesmo qual barraca quer ficar na praia, negocie o preço com o dono. Em 4 pessoas, pagamos COPS 50.000,00 pelo uso da mesa cadeiras e guarda-sol. Essas barracas oferecem drinks, cerveja e almoço, porém tudo bem “salgado”. Não tem preço nos cardápios, ou seja, vai de acordo com a cara do gringo. Não vale a pena almoçar, leve lanchinhos, salgadinhos. A cerveja estava cara. COPS 8000,00 a latinha, choramos e ficou por 6000,00. Se você curte ficar isolado, lá nesta praia tem Hostels, não cheguei ver o preço, mas pode ser uma boa, passar a noite lá.

A noite na cidade amuralhada é bem movimentada por suas ruas estreitas, tem gente pra cima e pra baixo, turistas. Na praça da torre do relógio se concentram alguns bares. É possível comprar cerveja nos ambulantes. Tem muitas mulheres (prostituição), e muitos caras oferecendo ‘otras cositas más’. Nessa praça fica o Hard Rock Café (nem entrei, mas quem pra quem gosta.....), do lado há um bar animado Donde Fidel, fica lotado, rola salsa, rumba, etc em som mecânico, vale a pena tomar umas ali e ‘rumbiar’ com o pessoal.

No dia seguinte fomos até o Castillo de San Felipe, com o sol forte logo cedo, fomos de táxi, COPS 6000,00. A entrada custa COPS 40.000,00 mas vale a pena, é um lugar e tanto pra se conhecer, com uma visão legal da cidade. Vale a pena asssitir o filme em uma das salas para aprender um pouco da história do lugar e de Cartagena. Leve água, muito calor e sol. Atrás do Castillo fica a praça das Botas Viejas, no caminho há um shopping Center ao lado com bons banheiros, hehe.

A tarde encontramos um casal de amigos que chegaria naquela manhã, combinamos de ir para uma das praias ‘urbanas’ de Cartagena. Seguimos de táxi até o Hospital de Boca Grande (ponto de referência), de lá você pode pegar lanchas para a praia de Isla de Tierra Bomba. Negociamos a travessia para o nosso grupo de 5 pessoas por COPS 60.000,00 ida e volta. São uns 15 minutos de barco até a ilha. O mar é escuro, não tem nada “de mais”, mas os preços das comidas, bebidas, barracas etc era mais barato, foi legal passar o dia por lá.

Na manhã seguinte seguimos para Bogotá de avião. Compramos bilhetes com antecedência da empresa VIVA COLÔMBIA, e saiu bem barato, R$ 215,00 por pessoa na época. Melhor do que encarar esse trajeto de ônibus. Essa empresa não aparece no Decolar.com, procure direto no site deles; desbloqueie seu cartão (compra internacional) pra comprar as passagens, marque todas as opções (adicional de bagagem, ticket, etc), faça o check in online e imprima o bilhete na véspera da viagem, se não te cobram uma taxa a mais.

No aeroporto de Bogotá, para conseguir um táxi barato seguimos para o andar de cima, no setor de Embarque, ali podíamos pechinchar com os motoristas que estavam deixando passageiros e iriam voltar “vazios”. Conseguimos um que topou levar os 5 (uma das meninas foi no colo, hehe), por COPS 40.000,00. Eram umas 10h, o trânsito na cidade estava bom, gastamos uns 30 minutos até o bairro da Candelária.

Optamos ficar no Bogo Hostel, por indicação de uma amiga minha que já trabalhou lá inclusive. Foi uma boa, ele fica no alto da Candelária, é bem simpleszinho, com os espaços em comum bem pequenos, o que força o pessoal a conviver junto, fazer amizade, bacana. Tem um terraço legal com bar. Você mesmo pega a cerveja no freezer e anota na sua ficha pra pagar depois, na base da confiança. Tem uma vista legal da cidade, café da manhã bom e o dono gente boa. Ele fica no alto de uma ladeira na Calle #9

Num primeiro momento, até pode parecer que você está longe da cidade, mas basta descer a ladeira da Calle 9, e você já sai na Plaza Simon Bolivar, muito bonita por sinal. De lá, você circular todo o centro de Bogotá. Basta planejar com ajuda de um mapinha (pegue no hostel), os museus e locais de interesse que você pretende visitar, e fazer um circuito lógico. Em 2 dias, você visita com calma todos os museus do centro. Museu do Oro, Botero, Nacional, da Polícia entre outros. Alguns museus, como o nacional e o Do Oro têm entrada gratuita aos domingos.

Ali no centro de Bogotá é possível almoçar vários PFs por preços bons, de COPS 7000,00 a 15000,00. Vale pena. Como eu falei, você faz tudo a pé por ali. Não deixe de pedir uma Bandeja Paisa ou uma Mojara. Antes da refeição eles sempre servem uma sopinha, muito bom!

Para visitar a Igreja Montserrat, lá no alto do morro, também fomos a pé. Paga-se COPS 20000,00 para subir no trenzinho ou bondinho. A fila do bondinho é maior. O melhor horário para visitar seria de manhã pela posição do sol, lhe renderá várias fotos; porém fomos no final da tarde e foi legal também. Lá em cima há uma feirinha de lembrancinhas e outras comidinhas. Descemos no bondinho, mas foi 1h de espera na fila. Legal que deu pra ver o por do sol lá do alto. Programa-se para visitar a Quinta de Bolivar que fica logo ali do lado também.

Catedral de Sal em Zipaquirá. É outra atração que vale a pena visitar. Fica na cidadezinha de Zipaquirá, a cerca de 50km de Bogotá. Para chegar até você deve ir até o terminal Norte, pode ser de ônibus BRT que você pega ali no centro, é bem simples. (Basta se informar o número). Porém, como esse terminal fica meio longe (20 km), optamos ir de Uber, foi COPS 20.000,00 até lá. Uma vez no terminal, você pode pegar dentro do terminal um ônibus regular, ou sair do terminal e ali fora pegar uma Van pirata, os caras ficam gritando anunciando o destino: “Zipa! Zipa!”, ambas pelo preço de COPS 5000,00.

Chegando na cidade, da para ir a pé até a catedral, cobra-se COPS 50000,00 pelo tour (salgado, hehe, em se tratando de uma igreja em uma mina de sal, hehe), mas vale a pena é muito interessante a visita. Almoçamos na cidadezinha de Zipaquira mesmo, e ainda andamos um pouco por lá, para voltar, eu não me recordo bem, mas pedimos informação onde pegaríamos ônibus para Bogotá (terminal Norte). Quando chegamos ao terminal, voltamos de ônibus BRT (empresa Transmilênio), você deve comprar um cartão e carrega-lo com as passagens. O ônibus não para assim muito perto do Hostel na candelária, então uma boa ideia é voltar de táxi do terminal até a Candelária. Mas o ônibus em si é bem tranquilo, limpo e relativamente seguro e não muito cheio.

Na sexta a noite, ali na região da candelária, fomos em um Bar, Dona Ceci. Tem uma entradinha pequena, mas por dentro é enorme. Lembra os bares do Brasil, mesas cheias, cerveja barata (long neck), eles vem na mesa te servir e você paga na hora. Pode pedir porções ainda (batata frita). Ótima opção para esquenta. O bar estava cheio, bom para ver jogos também, várias TVs. Ficamos lá até umas 23h, e depois fomos para uma “balada” na frente, o nome era “Cubanatinga” ou algo assim, não lembro. No segundo andar, um lugar meio pequeno, e só tinha gente local. Toca rumba e ritmos locais a noite toda, som mecânico, ótimo Mojito por COPS 5000,00. Num primeiro momento parecia um local mal encarado, mas o pessoal foi super gente boa com a gente, o pessoal gosta mesmo é de dançar (rumbiar); claro, fique atento aos seus objetos pessoais, não deixe nada dando mole na mesa, o garçom mesmo vinha nos alertar sobre isso toda hora.

No sábado fomos a uma balada chamada Theatron, era meio longe de onde estávamos, fomos de Uber COPS 8000,00. Vale muito a pena, eu tinha lido sobre ela no TripAdvisor, é sensacional. É um prédio de 5 andares, com 13 ambientes, desde rock, a musica latina, reagetton, etc e ainda é open bar de vodka, whisky e rum com refrigerantes diversos (das 22h as 2h). Para quem curte night, vale a pena. COPS 40.000,00 para entrar. Ela é meio voltada para o público GLS, mas ao sábado lota, e dá de tudo, gostei.

Seguimos para Santa Marta em outro voo da Viva Colômbia, pagamos R$ 215,00 pela passagem também. Do aeroporto até o centro de Santa Marta foi cobrado COPS 28.000,00 (com choro), é meio longe da cidade de fato.

Reservei o Masaya Hostel. Fica bem localizado, próximo a praia. Na mesma rua fica o La Brisa Loca Hostel (tentei reservar lá 2 meses antes, estava lotado.... parece ser legal, rola altas festas). O Masaya Hostel é muito bom em estrutura, quartos, piscina (tem 2), bar, tinha muito tiozão hospedado, casais, não era muito agitado. Sem querer reservei as datas erradas, e o hostel já estava todo cheio, mesmo assim a menina da recepção foi super gente boa e desenrolou pra gente, ficamos em quartos separados no final das contas, mas foi legal.

No próprio Masaya há uma agencia de turismo que vende pacotes de passeios. Há outras ali perto, e como sempre, há os taxis e ônibus, para você fazer por conta própria. Fechamos com um táxi uma ida a praia de Bahia Concha, muito linda por sinal! Ele cobrou COPS 90.000,00, a gente acetrtou o horário de saída (as 9h) e de retorno (as 17h), fica próximo, meia hora de carro. Paga-se ainda COPS 30.000,00 pelo carro, para ter acesso a estrada, que fica em propriedade particular. Chegando em Bahia Concha, dica boa, vá para direita da praia, lá fica mais vazio e o mar é sensacional, se você tiver cangas, pode ficar na sombra das árvores e nem gastar com barracas. A direita ficam as barracas e cadeiras para alugar. Cobraram COPS 30.000,00 por nos 4, pela barraca e cadeira, eles ainda vendem bebidas, etc, trazem o isopor cheio pra você e só paga o que consumir (cerveja, água), preços razoáveis. Tem almoço também, mas como sempre caro, acho que não vale a pena, a gente sempre leva salgadinhos e etc. Alguns vendedores passam com outras coisas, tipo Arepas, hummm.

Nossa ideia era acampar no Parque Tayrona, na praia de Cabo San Juan, há um camping. Porém mudamos de ideia, resolvemos fazer um bat volta. Pagamos COPS 90.000,00 por pessoa, por um transporte de ônibus (ida e volta) já incluso a entrada no parque e um guia para o grupo. Há outras formas de chegar lá, talvez mais barata, mas acho que valeu a pena, pois os guias já desenrolam a entrada (há uma fila grande) e ônibus te leva bem até o início da trilha. Leve água e comidinhas. A caminhada até Cabo San Juan leva umas 2h30 a 3h. Sobram 2h pra você aproveitar o mar lá, e depois as mesmas 2h30 pra voltar. As outras praias não são banháveis, devido a força do mar. Notei que o camping é meio fraco de estrutura, foi bom não acampar lá, mas pra quem curte.... há outro camping na primeira praia , Arrecifes. Não verifiquei preços. (Obs.. o parque tayrona fecha eventualmente alguma época do ano a pedido das comunidades indígenas locais para realização de rituais, não há uma data fixa, tente verificar com antecedência em portais de noticia da Colômbia).

A noite de sexta, saímos pra baladinha em Santa Marta, o lugar mais famoso é o La Puerta, ou algo assim o nome, entrada free, cervejas com preço razoável, som mecânico de reagetton, e etc. Há outras balaldinhas ali nos arredores. A Calle 3 e o Parque dos Noivos são redutos cheio de restaurantes e barzinhos.

Voltamos para Cartagena no sábado de manhã, seguimos de táxi até a rodoviária. Lá quando você chega já vem oferecendo Vans pirata, mas optei ir de ônibus, devido a viagem ser longa, 400km. E os preços de ambas estavam iguais. Fomos pela empresa Brasília, a viagem durou 6h, devido a obras na pista, e uma entrada em Barranquilla para pegar passageiros. Chegando em Cartagena, a rodoviária fica longe da cidade. Pegamos um Taxi até Bocagrande, por COPS 28000,00 (preço da tabela), e levou 1h pra chegar até o local, transito infernal, mesmo sendo sábado as 18h, portanto se programe.

Para os 3 últimos dias de viagem, pegamos um Air B n B, e locamos um apartamento. Era um condomínio de flats, de frente pro par, com piscina, etc, apto todo mobiliado, para até 6 pessoas, muito legal. Edificio Palmetto 1. Saiu mais barato que hostel até, na média de R$ 55,00 por pessoa do nosso grupo a diária. No primeiro dia ficamos de boa, na piscina, sauna e praia na frente do apto, enqto os amigos que chegaram depois na viagem foram conhecer o Castillo San Felipe e e a parte antiga da cidade. A noite, fizemos um esquenta bacana no prédio e fomos para torre do Reloj (de taxi, porque é meio longe – COPS 6000,00) curtir a night. Fomos no Havana Club, muito famoso. Tipo o Rio Scenarium no Rio, balada pra turista. Mas a única com som ao vivo, COPS 25000,00 pra entrar; se você curte esse som, vale a pena. Antes de entrar, claro, vale a pena beber nas vendinhas próximo cerveja barata, por que lá dentro tudo caro.

No dia seguinte fomos conhecer as Islas Rosário. Nestas ilhas existem vários ‘resorts’, onde você paga um Day use para visitar. Você pode comprar esse passeio antecipado nas agências, se for alta temporada por exemplo, porque cada uma comporta até 50 pessoas, ou na hora, no próprio porto. Você deve ir até a Muelle de La Bodeguita, de lá partem os barcos.

Você deve pesquisar, qual lhe interessa mais visitar. A mais bem falada é a Gente Del Mar, saia por COPS 190000,00 o passeio, mais as taxas (COPS 15.000,00 de visitação e uso do porto), de fato as fotos são bem legais de La e é a única que tem faixa de areia, praia. Optamos visitar Isla Del Pirata, por COPS 140.000,00 já incluído as taxas (na base do choro), o barco leva 50 minutos até lá, a ilha é legal, oferece estrutura, cadeiras, guarda sol, banheiros, café e frutas na chegada e está incluído um almoço (muito bom por sinal, foi peixe frito, arroz com coco, salada...) você pode curtir o mar das 10h as 15h, o acesso a água é por escadas, ou seja, parece uma piscina, bacana. Tem passeios complementares, que você pagar La na hora pra visitar um aquário, corais, etc. Parece ser legal, mas estávamos no último dia de viagem, e sem grana já.

Bem, escrevi esse relato quase 10 dias depois que cheguei, creio que não lembro de todos os detalhes, mas já da pra ter uma ideia sobretudo de preços x tempo das coisas La na Colômbia. De maneira geral achei o custo-de-vida do turista semelhante a moeda do Brasil.

Leve REAIS. A melhor cotação para se trocar é em Bogotá. R$ 1,00 = COPS 800,00. O dólar estava USS 1,00 = COPS 2850,00 no centro de Bogotá.

Quanto à segurança nas cidades, vi muito policiamento, dizem que é perigoso e violento e talz, mas como um bom brasileiro que conhece São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, basta você tomar os cuidados de praxe que provavelmente não terá problema.
Os colombianos de maneira geral eram muito simpáticos e solícitos, seja no comércio, taxi, hostel, não tenho nada a reclamar. Eles pensam que a gente é gringo (europeu, norte americano), diga logo que é brasileiro pra criar empatia.

É isso aí gente, não deixem de saborear umas arepas por lá, sobretudo as de Cartagena. Cervejas boas: Poker, Aquilla, Club Colômbia, Costeña, nessa ordem :-)

Qualquer coisa, só mandar mensagem ai, se eu lembrar ou puder ajudar, tamos taí! ::hahaha::

#1256927 por SERGIO CAVALLETTO
13 Fev 2017, 09:51
Legal seu relato Lucas. Também pretendo fazer um passeio bem parecido ao seu.
Só observei que você fez um deslocamento desnecessário lucas. Tipo você desceu em Cartagena, foi a Bogotá e voltou a Santa Marta.
Se olhar no mapa Cartagena e Santa Marta são relativamente próximos e ficam no litoral.Já Bogotá no centro do País.Pretendo descer em Bogotá, seguir a Medellin de busão, ai ir a Cartagena e por ultimo Santa Marta
Obrigado pelo relato bem atual.Me ajudara bastante.abç.


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