Saudações João Carlos.
Complementando as informações do Renam, não existe um padrão universal definido.
Uma classificação do grau de dificuldade é baseada em um modelo referencial que você mesmo pode estabelecer. Em geral o critério utilizado para esta classificação considera no mínimo as três variáveis: Distância a percorrer, características da trilha (principalmente relevo) e condicionamentos físico dos participantes.
Veja dois exemplos:
Classificação das trilhas- Grau A: Passeios que podem ser apreciados sem obrigatoriedade de ter que caminhar ou
desenvolver alguma atividade física. Não requer experiência anterior.
- Grau B: Requer alguma atividade física. Se for necessário pernoitar na trilha, é recomendado (mas não exigido) experiência de camping. Em geral não será necessário carregar uma mochila pesada.
- Grau C: Requer condicionamento físico, pois as trilhas podem ser longas, acidentadas
e/ou cansativas. Em geral envolve carregar uma mochila pesada e pernoitar na trilha.
- Grau D: Requer bom condicionamento físico e experiência básica em montanhismo, camping, caminhadas em clima adversos, manuseio de equipamentos. Pode exigir o fator altitude (acima de XXX metros).
- Grau E: Expedição: A pessoa deve ser capaz de desenvolver intensa atividade física durante muitos dias em lugares de difícil acesso. É necessária experiência comprovada em montanhismo. Deve-se estar preparado para executar as mesmas tarefas dos guias: cozinhar, montar barracas, etc.
Abraço.