Olá Graxaim! Blz?
Há um tópico aqui no Mochileiros sobre comunicação e radioamador:
comunicacao-via-radio-e-radioamadorismo-t48173.html - dê uma olhada lá.
De qualquer forma vamos lá... Creio que para a maioria das situações hoje o celular, com mo nível de cobertura quebre um bom galho na comunicação, especialmente nos locais mais próximos aos centros urbanos, onde há sinal. Para trilhas, na maioria dos casos uso os Motorola Talk About (GPRS/FRS). São rádios leves (em média 300g com as baterias) e que existem em vários modelos, com diferença básica na potência em Watts = 0,5, 1 e 2 W, chegando em terreno aberto (sem obstáculos - condições ideais) até cerca de 56 Km de alcance sergundo os fabricantes (o meu, mod. MR350 - 2W - nunca consegui chegar nisso). Em regiões montanhosas, selva fechada (naturalmente desprovidas de sinal de celular), mesmo os rádios HT (mais potentes e mais pesados) e os GRPS/FRS, para distâncias maiores que 2-3 Km fica complicado, pois há a barreira natural do relevo, que barra as ondas de rádio e causa interferência ou até mesmo bloqueio das ondas, gerando dificuldades de transmissão/recepção.
Existem modelos de rádios mais potentes, como PX e PY, mas dado o volume, peso e necessidade de alimentação 12V e antenas maiores, geralmente se prestam somente ao uso em veículos e também estão sujeitos às vicissitudes do terreno (relevo) para operar em boas condições, inviabilizando o uso a pé.
Abraço,
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Getulio R. Vogetta (gvogetta)AMC - Curitiba - PR
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV.
Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar suas próprias árvores e dar-lhes valor.
Conhecer o frio para desfrutar do calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.
Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos,
e não simplesmente como é ou pode ser... é preciso questionar o que se aprendeu. É preciso ir tocá-lo”.
Amyr Klink (Mar sem Fim)