
Este é um relato de uma caminhada que fiz, saindo de Angra dos Reis (RJ) até Lídice pela linha do trem, subindo a Serra do Mar e de lá até o topo da Pedra Chata e retorno para Angra dos Reis por uma trilha na serra do mar.
Fiz ela do dia 25 a 28 de Janeiro de 2007, juntamente com a minha esposa Márcia, o Jorge Soto e a Luciana que só caminhou com a gente o percurso de subida da serra.
As fotos eu dividi em 3 albuns:
O primeiro album é esse:
http://agsts.multiply.com/photos/album/61
Feriado de 25 de Janeiro (quinta-feira - aniversario da cidade de Sampa) era um dia perfeito para uma trilha e já que emendou com o fds, era só planejar o que fazer.
Com promessa de tempo bom, marcamos de fazer a subida da serra do mar de Angra até Lídice pela linha do trem.
Compramos a passagem para o horário das 22:40 hrs do dia 24 de Janeiro em direção a Angra dos Reis, nosso ponto de partida.
Por algum problema da empresa nosso ônibus só foi sair lá pelas 23:15 hrs, mas deu para dormir um pouco e as 06:30 hrs chegamos em Angra.
Agora era achar a linha do trem que sobe para Lídice, mas antes tínhamos de passar em alguma padaria para tomar um café da manhã. Pergunta daqui, pergunta dali e encontramos uma, próxima da linha do trem. Era pequena, mas vendia um pão que era uma delicia.
A linha que sobe para Lídice é a que sai do porto de Angra e passa próximo da rodoviária. Não é difícil encontrar.

Por volta das 08:30 hrs iniciamos nossa caminhada pela linha do trem. Depois de uns 15 minutos já encontramos um túnel (o primeiro de muitos outros), onde existe uma pequena bica, mas como ainda estamos em zona urbana, resolvemos não pegar a água.
Para atravessar o túnel foi necessário o uso de uma lanterna e tomando o cuidado de sempre ir pisando em cima dos dormentes.

Passando ele ainda existem algumas casas ao longo da linha férrea e lá pelas 09:30 hrs passamos em cima da Rio-Santos.

Daqui para frente a caminhada segue subindo em ritmo lento e com o sol muito forte. De vez em quando cruzávamos com algum riacho ou bica de água e outros túneis e como já estamos subindo a serra do mar, quase não encontramos vestígios de casas ou alguém passando pela linha do trem.

Por volta das 11:00 hrs pegamos uma ponte extensa bem longa e alta e aqui se vier um trem o jeito é sair correndo.

Logo depois chegamos em um outro pequeno túnel e que no final existe uma pequena cachoeira. Aqui deu para se refrescar e bater bonitas fotos do local.
Voltando para caminhada, a linha do trem segue por entre a serra e sem perspectiva de visual nenhum. Logo o tempo começou a ficar nublado e a cair uma pequena garoa, mas a tempo de atravessarmos uma ponte, pois quando os dormentes se molham eles ficam extremamente escorregadios e é perigoso tentar atravessar uma ponte pisando neles.

Logo embaixo dessa ultima ponte notamos um rio com pequenas cachoeiras e uma piscina natural, então resolvemos descer p/ tomar um banho. Deixamos nossas coisas próximas ao trilho e descemos até lá.

Quando estávamos voltando para pegar as mochilas, ouvimos uma buzina, mas pensei comigo: buzina no meio do mato???? Era um pequeno trenzinho de apenas 1 vagão que estava descendo para Angra.
Na pressa de subir para ver o que era, deixei cair meus óculos em algum canto e não mais o encontrei. Todo mundo ajudou a procurar, mas em vão. Pelo menos, o óculos não era de grau elevado, então não tive problemas de enxergar sem ele.
Voltando para caminhada agora com mais disposição, logo passamos por mais outros túneis e encontramos uma fruta que seria nosso alimento por um bom tempo: banana. Conhecida como banana selvagem ou banana diplóide, era bem pequena e cheio de caroços.
Ao longo da linha do trem existem inúmeros bananais e sempre em algum deles tinha um cacho de bananas maduro.

Por volta das 15:30 hrs chegamos na antiga estação Jussaral. Totalmente abandonada, a estação possui só as paredes, mas toda pichada. Passamos direto, pois tínhamos planejado parar por voltas das 17:00 hrs em algum local plano e montar as barracas. A partir daqui a paisagem se abriu e conseguíamos ver parte da baia de Angra e parecia que a gente não tinha caminhado nada.
Ainda passou por nós o trenzinho que tinha descido à Angra e nem nos ofereceu carona.
A hora estava passando e nada de encontrar um local plano para acampar e lá pelas 17:30 hrs eu e a Márcia encontramos a Luciana descansando em um descampado bem plano junto a linha do trem.
Era o lugar perfeito para acampar, pois existia uma pequena bica de água um pouco antes.
O Jorge tinha caminhado um pouco mais para ver se encontrava um outro local plano, mas decidiu voltar logo em seguida.

Quando já estava começando a anoitecer, ouvimos um trem que estava descendo para Angra. Era de carga, pois de longe conseguíamos ver vários vagões. Tinha 2 locomotivas que estavam transportando chapas de aço, provavelmente da CSN.
Depois do trem passar, fomos preparar nossa comida e todos foram dormir.
No dia seguinte, Sexta-feira, por volta das 07:00 hrs todos já estavam levantando. Tomei um susto muito grande quando fui fazer as necessidades matinais e lavar o rosto, pois nessa hora eu quase pisei em um filhote de cobra cascavel.
Na hora gelei e a primeira coisa que pensei foi: onde é que tá a mãe? Se ali tinha um filhote, a mãe também estava perto, mas não a encontrei, graças a Deus.
De volta ao acampamento e mochilas prontas, continuamos nossa caminhada.

Estávamos contando os túneis, pois o Jorge tinha lido um relato que dizia que lá pelo 10º túnel chegaria a bifurcação para a saída da estrada de ferro e pelas nossas contas só restavam mais dois túneis, mas foi uma decepção.
Chegaram o nono e o décimo túnel e nada da bifurcação. O que encontramos foi mais outro túnel e mais outro.

Pena foi termos passado ao lado de um enorme paredão com o visual obstruído pela neblina e que desses paredões desciam inúmeras cachoeiras e todas muito lindas, sendo que uma delas caia bem no meio da linha do trem. Se o tempo estivesse bom seria uma coisa para encher os olhos.
Uma outra indicação de que a bifurcação estava chegando foi do Jorge ter lido também que assim que passarmos as linhas de alta tensão, a bifurcação estaria chegando. Pelo menos essa informação estava certa, já que assim que passamos as torres e o 14º túnel às 12:30 hrs, avistamos a antiga estação de trem Alto da Serra.

Foi aqui que saímos da linha do trem e seguimos por uma estrada de terra à direita. Ainda paramos em uma pequena casa para perguntar sobre a trilha para a Pedra Chata e o Sinfrônio só para tirarmos as duvidas. Continuando a caminhada logo começamos a seguir o Rio Piraí que passava do lado direito. Foi o convite para pular na água e não deu outra; assim que encontramos um trecho de remanso, mergulhamos no rio, mas ficamos só por pouco tempo.
Logo voltamos a caminhada e pouco mais a frente perguntamos para um cavaleiro que passava, sobre como chegar na Casa do Bispo (ponto inicial da trilha para Pedra Chata), mas o mesmo nos deu uma info errada, fazendo a gente tomar a estrada para o Sertão do Sinfrônio e com isso perdemos cerca de 30 minutos.
Nessa bifurcação errada a Luciana resolveu desistir de nos acompanhar e seguiu para Lídice.
De volta a estrada certa nosso objetivo era chegar no barzinho que marca o inicio da estrada para a Casa do Bispo e por volta das 13:30 hrs chegamos nele.
Bem ao lado existe uma pequena escola e o Rio das Pedras com algumas piscinas naturais, tobogãs e cachoeiras. É um bom local para um descanso, mas nosso objetivo ainda estava a algumas horas de caminhada serra acima. A partir do barzinho a subida até a Casa do Bispo é bem íngreme, passando por um vale muito bonito. Pouco antes das 15:00 hrs quando estávamos descansando em cima de uma pedra, o Jorge avista uma Picape Toyota subindo a estrada pelo mesmo caminho. Pensamos com a gente: era a nossa carona. Ela parou do nosso lado e só tinha um senhor idoso dirigindo e uma mulher ao lado, mas estava cheio de malas atrás. Parecia uma mudança e era. Disse que só poderia levar uma pessoa. Foi a Márcia junto com as mochilas.
Eu e o Jorge continuamos a subida e sem o peso das mochilas chegamos rápido na Casa do Bispo e por incrível que pareça a pessoa que ofereceu carona era o próprio Bispo (Dom Vital) e a mulher que estava com ele era uma freira, a Isa.
Para chegar na Casa do Bispo era bem fácil. Passando uma pequena Igreja e uma Escola a esquerda, logo a frente a estrada cruza o rio das Pedras para a direita. Antes de atravessar o rio surge uma pequena subida de concreto para a esquerda e que dava em frente à Casa.
Quando chegamos em sua casa, perguntou para a gente se queríamos comer e beber algo e é claro que não recusamos.
E quando deu por volta das 16:30 hrs resolvemos iniciar a subida.

A trilha se inicia bem ao lado da Casa, que segue subindo para a direita e depois esquerda, passando por uma plantação de feijão e milho. O final desse trecho é marcado por uma cerca de arame farpado que sempre está fechada, mas a continuação da trilha é seguir para a esquerda.
A trilha vai ficando mais íngreme e logo cruza com um pequeno riacho e uma outra cerca de arame e depois disso termina em um descampado e no topo dele, a trilha entra na mata fechada e logo cruza com um outro riacho.
A trilha é bem demarcada, não tem erro. Depois de uns 30 minutos desde o descampado, chegamos ao ultimo ponto de água que desce da direita. Cruzando esse pequeno riacho e uns 20 mts a frente a trilha encontra outra bifurcação. A da esquerda deve levar a algum outro pico, mas a trilha correta é a da direita que devemos seguir, agora com a subida bem mais íngreme. Eu e a Márcia íamos parando a cada 10 minutos e o Jorge seguindo bem a frente. E para não ficarmos ainda mais desanimados íamos sempre perguntando para o Jorge se ele já tinha chegado no topo da Pedra e sempre dizia que não.
Com o inicio da tarde chegando, tínhamos que encontrar logo o topo da Pedra onde iríamos acampar e não deu outra. Quando o Jorge disse que já estava vendo o topo da Pedra eu e a Márcia ficamos mais animados e apertamos o passo, mas ainda descemos um certo trecho da trilha para passarmos em uma água empoçada pelas chuvas para depois chegarmos no cume da Pedra Chata, aonde chegamos pouco depois das 20:00 hrs, já quase escurecendo. Aqui o piso é um pouco irregular e inclinado. Tivemos que montar nossas barracas em cima da vegetação rasteira e cheio de tufos em uma área exposta. Só torcíamos para que não ventasse muito. Foram cerca de 3 horas e meia desde a Casa do Bispo com mochilas cargueiras quase cheias e cansados da longa caminhada na linha do trem. Até que não demoramos tanto assim.
Todos preparamos nossas comidas e fomos dormir por volta das 22:00 hrs. Eu coloquei o celular para despertar as 05:00 hrs para bater algumas fotos do nascer do sol.

No dia seguinte depois de ter batido as fotos fiquei olhando para o vale por onde tínhamos caminhado e imaginando se não existiria alguma trilha que interligasse com o outro vale, sem precisar descer até o barzinho, pois teríamos que chegar no outro vale para descer a serra de volta para Angra.

O Bispo Dom Vital até tinha falado que tinha feito essa trilha a uns 20 anos atrás, mas sem dar maiores detalhes. Se ela existisse mesmo nos economizaria uma boa caminhada, além de algumas horas preciosas.

E por volta das 08:30 hrs iniciamos nossa descida até a Casa do Bispo aonde chegamos pouco antes das 10:30 hrs.
Lá o Bispo nos recebeu novamente com algumas frutas e mostrou a capela octogonal em frente à Casa e falou sobre a trilha que subia o vale.
Depois de algumas fotos da freira Isa e do Bispo, iniciamos nossa descida lá pelas 11:00 hrs rumo ao Barzinho, já que as infos sobre a trilha que cortava o vale eram muito poucas, mas assim que chegamos na Igreja Santana e na escola ao lado encontramos o Sr. Adão da Silva, morador da região. Perguntamos a ele sobre essa trilha que ia para o Sinfrônio e que terminava no outro vale e para nossa surpresa ele morava ali perto e nos levaria até o inicio dela.

Pelo jeito o Bispo Dom Vital tinha intercedido junto a UMA CERTA PESSOA para nos ajudar. Passando pela Igreja Santana e uns 100 mts depois cruzamos o Rio das Pedras para esquerda por uma ponte suspensa e chegamos na chácara onde ele mora. Ali ele deixou algumas coisas em sua casa e voltou para nos levar até o inicio da trilha, que não estava muito longe.
Dizia para a gente se orientar por um coqueiro lá no alto do morro e quando chegasse perto dele haveria uma cerca de arame que seguia a esquerda e sempre subindo. Isso foi a nossa referência. Na subida, quando chegamos em um pequeno curral tivemos que cruzar um pequeno riacho para a direita e depois seguir sempre subindo pelo pasto. No topo chegamos pouco depois das 14:00 hrs e lá existe uma porteira trancada com correntes e cadeado e nela tem uma inscrição de ENTRADA PROIBIDA. O Sr. Adão falou que não teríamos problema para passar na propriedade e foi a que a gente fez.
Paramos para comer alguma coisa e depois pulamos a cerca e iniciamos a descida do outro lado do vale em direção ao Sinfrônio. Passamos ainda por um pequeno curral de vacas leiteiras do lado direito e fomos seguindo um pequeno rio que estava à direita até chegarmos em uma casa. Perguntando para um tiozinho que estava na casa sobre a trilha que descia em direção a Angra, parecia que falava outra língua.
Ele não sabia explicar e a gente não entendia o que ele dizia, mas seguimos em frente assim mesmo. E por volta das 16:00 hrs chegamos no final da estrada que vem de Lídice. Aqui passamos por uma enorme casa, à esquerda com apenas 1 morador e logo cruzamos o Rio Papudo.
Até tentamos falar com o morador dessa casa, mas aparentava ter alguma deficiência mental.
Atravessando o rio chegamos em uma enorme cachoeira que fica atrás de uma casa de madeira pintada em vermelho com muros de pedra, mas que estava deserta no dia. Nessa hora chega o tiozinho que tentamos falar com ele anteriormente e disse que poderíamos pular na piscina natural da cachoeira, pois a casa estava deserta a muito tempo e foi o que a gente fez, mas com um detalhe que a gente não contava: agora tínhamos uma platéia de duas pessoas meio estranhas nos olhando tomar banho. O tiozinho e o deficiente.

Dava a impressão que os que eles queriam mesmo era ver a Márcia ficar de biquíni, mas se ferraram, pois ela entrou de roupa e tudo na água. O Jorge falou para montarmos nosso acampamento ao lado da casa em um enorme gramado plano, mas insisti que ali eu não ficaria. Se estivesse só eu e o Jorge, tudo bem, mas com a Márcia ali, nem a pau Juvenal!!!!!!!
O Jorge entendeu e então continuamos pela trilha em direção a estação Jussaral.
A trilha na verdade é uma antiga estrada que segue à direita da casa e sempre subindo. Passamos uma porteira de arame e ignorando uma outra à esquerda mais acima seguíamos em frente. Logo atravessamos uma outra porteira de arame e depois a estrada segue por um pequeno leito de um riacho, em uma área de descampado. Depois de uns 20 minutos chegamos em uma antiga casa, que parece mais um barracão à esquerda e cerca de 50 mts a frente chegamos a um rio e aqui não tínhamos como atravessar. Para fazer isso volte uns 10 mts e entre em uma trilha a direita e que vai dar em um ponto mais abaixo do rio.
Aqui atravessamos sem problemas e depois do rio seguimos por uma trilha à esquerda que vai dar novamente na antiga estrada. Aqui surge uma cerca de arame à esquerda que vai seguindo a estrada e logo ela começa a virar uma trilha na mata fechada e assim vamos contornando o morro pela esquerda, mas a maior parte no plano. As longas subidas íngremes, pelo menos tinham terminado.
Os vestígios da antiga estrada estão lá, então é só seguir na trilha, não tem erro. Ainda passamos por uma bifurcação que desce a esquerda, que deve ser desprezada. Minha pretensão era tentar chegar na estação Jussaral ou o mais próximo dela, mas depois de cruzarmos com vários riachos e devido a insistência da Márcia resolvemos acampar em um local plano no meio da mata fechada as 18:30 hrs.
Como a gente não sabia se estávamos longe ou perto da estação Jussaral, combinamos de acordar as 05:00 hrs para sairmos o mais cedo possível. A noite foi tranqüila, com uma pequena garoa, mas bem fraquinha. Acordamos um pouco tarde e só fomos sair lá pelas 07:00 hrs.
Voltando à trilha ainda seguimos no plano por cerca de 30 minutos. No final dessa antiga estrada e trilha existe uma curva em "S" que sobe à esquerda. Passando esse pequeno trecho de subida iniciamos agora a longa descida até a estação Jussaral, mas ainda passamos por uma outra bifurcação onde seguimos a da direita e depois de + - 1 hora e meia chegamos em mais uma outra bifurcação. Aqui chega a confundir, pois a trilha que vem da direita é a mais demarcada, mas seguimos em frente. A da direita provavelmente vai dar em algum ponto acima da estação Jussaral.
Continuando pela trilha logo saímos em um descampado que marca o inicio de uma cerca de arame à esquerda. Ainda passamos por alguns bananais onde encontrei um cacho de bananas maduro. Não resisti e enchi a mochila. Ainda caminhamos poucos mts na trilha e pouco antes das 10:00 hrs chegamos na antiga estação Jussaral, onde tínhamos passado 2 dias antes.

Cruzamos a linha do trem e ainda subimos cerca de 100 mts até encontrar uma trilha que desce à esquerda para Angra. Aliviados por estarmos adiantados (ainda íamos pegar o busão das 15:00 hrs) resolvemos parar aqui e ficar comendo as bananas.

Agora era descida fácil até o bairro do Belém e depois de + - 1 hora de descida chegamos a uma bifurcação e algumas casas.

Seguimos para a direita e mais uns 30 minutos chegamos no asfalto e fim da caminhada. Aqui paramos em um bar para comemorar e bebemorar a trip perfeita e ficamos por pouco mais de 1 hora. Em seguida pegamos o circular para o centro de Angra que nos deixou perto da Rodoviária. Só tivemos problemas mesmo com o ônibus de Angra para Sampa que levou demoradas 8 horas e 30 minutos até o Terminal Tietê, aonde chegamos as 23:30 hrs. Foi um absurdo, mas conseguimos chegar a tempo de pegar o metrô e o ônibus.
Depois coloco algumas dicas.
Abcs





Resumo