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Rezzende

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  1. Esses lugares que vc citou são os clássicos. Eu aconselho acrescentar o Cerro Monserrate e o restaurante Andres Carne de Res em Chia. Eu fui já fazem 8 anos mas vc pode ler meu relato nesse link pra te dar uma noção do que eu fiz.
  2. Permita-me a intromissão, mas... o que vc pretenderia com 1 dia de bate-volta nas Dolomitas? Qual cidade, ou região, ou lago ou montanha vc pretenderia ir? Digo pois é uma região grande com várias cidades e muitas atrações. Eu fiquei 3 dias em Dobbiaco, foi justo, porém, pouco. Falo isso de mim que sou apaixonado por trilhas e montanhas, não sei qual seria sua intenção por ali. Há que se pensar também que pra uma região montanhosa o clima faz toda diferença e se vc pegar um dia de tempo fechado coloca tudo a perder.
  3. Dá pra fechar tudo lá, chega na cidade e programa seus passeios
  4. Eu fui primeiro a Ushuaia, depois El Calafate e por fim El Chaltén. Acho a sequência perfeita e o trio perfeito pois fechar em El Chaltén é o suprassumo! O problema é que vc diz que vai no fim do inverno, aí não dá pra aproveitar as trilhas de Chaltén.
  5. Deu até vontade de pegar minha mochila e ir pra lá esse mês Um encontro da @Juliana Champi e o @Sorrent nesse rolê ia travar esse site! Seria impossível carregar a página com o peso das histórias que esses dois tem pra contar! Quanto a mim, quase certo que em outubro eu vou fechar o pedaço que me falta desse clássico roteiro com La Paz, Copacabana e o retorno a Cusco pra fazer a Salkantay
  6. Fala turma! Os relatos de Sergipe aqui são poucos. E dá pra entender, afinal o estado é pouco explorado pelos turistas em comparação aos seus vizinhos nordestinos. Meu motivo pra visitar Sergipe foi aquele desejo de pontilhar o mapa nacional. Afinal, Sergipe era o estado que faltava pra eu completar o Nordeste. E agora, no total, contabilizo 19 estados brasileiros. Cheguei no final da manhã de um domingo, fiquei num hostel no bairro mais procurado de Aracaju que é o Atalaia. Fui conferir como era a praia do bairro na minha primeira tarde da viagem. Faixa de areia extensa, muita gente no domingão, mas eu teria praias melhores pra explorar, então fui andando mesmo, não muito longe dali, ao Oceanário de Aracaju, idealizado pelo Projeto Tamar. Custa 40 reais a entrada. Sempre tem um monitor apresentando o local, é um ponto que sem dúvida vale a pena. Além de tartarugas, também vemos arraias, tubarões, diversos peixes. Por fim, uma caminhada pela orla no fim de tarde. E também podemos baixar o app JET e alugar bikes e patinetes que ficam espalhados pela cidade, muito fácil achar um. No dia seguinte, fiz um passeio fechado por agência, pelo hostel mesmo, custou 100 reais até a Praia do Saco. É a última praia do estado, divisa com a Bahia, onde quem quiser pode, à parte, ir a Mangue Seco, do lado baiano, conhecer o lugar onde foram gravadas cenas da novela Tieta. Antes de chegar lá, o tour faz uma parada na Lagoa dos Tambaquis, que são peixes amazônicos e obviamente não estão no seu habitat natural. Se paga uma entrada de 15 reais e dá pra entrar na água e dar ração pros peixes. Parada rápida e daí segue pra Praia do Saco onde também pode pagar um passeio de buggy por 240 reais pra 4 pessoas. Conheci outros mineiros na van e dividimos o passeio de buggy e o almoço. Não é tão emocionante como os mais famosos tipo o de Genipabu pois não tem dunas tão altas, mas é um bom passeio que dura 1 hora e meia. No mais, passar a tarde aproveitando as águas calmas da Praia do Saco. Dia seguinte, peguei um ônibus urbano no Terminal de Atalaia e por apenas R$ 4,50 e uma baldeação no terminal da rodoviária, fui até a cidade de São Cristóvão, que nesse rolê de busão leva 1 hora ou pouco mais ou menos dependendo do tempo que vc espera o ônibus no terminal de integração. Cheguei em São Cristóvão às 10h, fui ao Museu de Arte Sacra que custa 10 reais e também tem monitores disponíveis pra guiar a visita, depois fiquei apenas perambulando pelas ruas de São Cristóvão. Tem umas outras 3 igrejas que dá pra entrar, um sala de promessas onde os romeiros deixam objetos, um museu da polícia, que é grátis e até bem interessante e uma casa de artesanato. Almocei por lá e por volta de 13h já não tinha mais nada pra fazer, dando por encerrado o rolê em São Cristóvão. Peguei o ônibus, mesma coisa da ida, paga R$ 4,50 e faz uma baldeação no terminal. Cheguei no hostel umas 15h e ainda tinha tempo pra um fim de tarde na praia de Atalaia. No dia seguinte fiz o passeio de bate-volta ao Cânion do Xingó. Tive recomendações de dormir em Piranhas e aproveitar mais as atrações do sertão, até falaram que Piranhas era uma cidade legal e tal, mas os preços das hospedagens lá acabaram me assustando um pouco e acabei ficando com o bate-volta mesmo, que apesar de sair de Aracaju 6:30 e só chegar de volta 20:30 já que são 4 horas de van pra ir e mais 4h pra voltar, acabou sendo a opção mais barata e foi bem aproveitável pra mim. O valor foi 130 reais a van mais 130 reais o passeio de catamarã lá no Rio São Francisco e mais 20 reais de um barquinho pra ir até mais dentro dos cânions, que adianto ser a atração mais imperdível. Tive muita sorte de conhecer na van as amigas Ana Lúcia e Selma de Cabo Frio, a Michele de SP, Thiago do Paraná e o Fabiano de SP. Nos enturmamos muito bem, fomos o tempo todo conversando e rindo na van o que ajudou a gente a nem perceber os mais de 200km de deslocamento. Fizemos juntos o passeio de catamarã e a amizade ainda rendeu pros próximos dias. Mesmo chegando de volta em Aracaju depois de 14h de passeio, a gente ainda tava muito animado e fomos pra um barzinho na orla de Atalaia onde ficamos até meia-noite. Dia seguinte, eu já tinha decidido no meu roteiro que ia passar o dia na praia. Em Aracaju tem muitos quiosques que eles chamam de beach club. Os preços são muito bons, beber na praia em Aracaju ou aqui na minha nada turística cidade de Conselheiro Lafaiete, tá o mesmo preço! E os meus amigos do passeio do Xingó também iam pra praia, então passamos mais um dia inteiro juntos. Fomos ao Âncora Beach, muito bom por sinal, tem as duchas, banheiro com ar condicionado, comida e bebida boa e precinho camarada. Como o mundo dos viajantes é um ovo, observe que na outra mesa lá atrás estão os mineiros que fizeram o passeio da Praia do Saco comigo e coincidentemente também estavam ali no Âncora 😄 Saímos de lá por volta de 16h pra ir na Orla do Por do Sol. Ficamos lá no bar do Kid esperando o sol acabar descer. Pra fechar o dia à noite, ainda fomos na Feira do Turista em Atalaia. Na sexta-feira, quase todos já estavam indo embora de Aracaju, o Fabiano ainda ia ficar mais um dia, então combinamos de ir no passeio da Croa do Goré. Custa 130 reais saindo da Orla do Por do Sol. Aí a forma de chegar lá pode ser de ônibus por R$ 4,50, aplicativo que sai por 25 a 30 reais ou pegando o passeio completo por agência que sai tudo por 170 reais (40 a mais que eles colocam de transporte pra te pegar e deixar de volta na hospedagem). O passeio sai as 9h, fica cerca de 1 hora lá na Croa do Goré que é tipo um banco de areia no meio do rio que aparece com maré baixa e fica submerso com maré cheia. Depois o catamarã segue pra Ilha dos Namorados onde fica por cerca de 2 horas. E lá é muito bonito, a definição de praia paradisíaca. Nesse passeio conhecemos o Léo de Manaus, que também tava viajando sozinho e marcamos de sair à noite, fomos no barzinho da orla que eu mais tinha curtido, a Bodega do Tiozão. No sábado, amanheceu chovendo forte e a previsão era de tempo mais fechado. Daí aproveitei pra dar um rolê nos espaços fechados, fui ao centro, conheci a Catedral, o Museu Olímpio Campos que é grátis e tem visita guiada, o Museu da Gente Sergipana que é muito interessante e interativo e grátis também, o largo com esculturas que tem na sua frente e depois fui nos mercados de artesanato pra ver e comprar quinquilharias. No domingo, o sol saiu e fui de novo pro beach club. Aluguei um bike pelo JET, vc paga 29 reais e pode usar tanto bike como patinete por 60 minutos ao longo do dia. Pra ida até a praia de Aruanã eu gastei 17 minutos, ainda ia dar pra volta e mais uns outros rolês aleatórios de noite na orla. Passei o dia no Havanna Beach Club bebendo garrafas 600ml de Petra na beira da praia por 9 reais (aqui na minha cidade a mesma garrafa é 10 reais no quiosque da praça sem praia ) De noite andei pela orla de Atalaia, tinha uma feira de Páscoa bem movimentada e legal, tinha até um show do Belo ali perto, dava pra ouvir tudo. Na segunda de manhã ainda aproveitei uma horinha de praia já que meu voo era só às 11h. Mineiro na praia é assim, não perde 1 minuto Esse foi meu rolê por Aracaju, que considero a mais tranquila das capitais nordestinas (pudera, é a menor!) mas que ainda não experimentou o boom de turistas, tá barata, achei muito aproveitável. Até o próximo rolê aleatório 🫡
  7. Rezzende respondeu ao tópico de Fael Pitta em Perguntas Rápidas
    Eu sou de Minas, comecei primeiro viajando por perto, Espírito Santo, Bahia...depois fui esticando cada vez pra estados mais distantes até minha primeira viagem internacional sozinho, que não foi também pra tão longe, fui pro Uruguai. Daí fui esticando pros outros países sulamericanos, fui ao México e já me sentia pronto pra encarar a Europa. Aí fui primeiro pra Portugal e Espanha, ano passado fui pra Itália e semana passada tava mochilando por Aracaju pra fechar o Nordeste. Tudo isso em 13 anos dividindo férias pra viajar 2 vezes ao ano. Então, se quer começar e não sabe por onde, comece por perto, vai pegando experiência aos poucos, não precisa ir com muita sede ao poço, quando perceber já vai estar alçando longos e inesquecíveis voos...
  8. Gol, Latam, Avianca, Azul, Boa Boliviana, Copa Airlines, Aerolineas Argentinas, TAP Viva Aerobus (voo interno no México) JetSmart (voo interno na Argentina)
  9. @WellingtonSantiago a rede é por fora, cada um tem que levar a sua. A passagem é só pelo transporte mesmo e pra vc ter um lugar pra chegar no barco com sua rede e pendurar ela lá, onde vc escolher já que não tem lugar marcado. Perto do porto de Manaus quase todas as lojas vendem redes pelos mais variados tipos e preços. As mais baratas eram 30 reais mas bem finas. Como eu ia trazer a minha e dar de presente pro meu irmão, investi numa melhor, paguei 50 reais numa rede maior e mais forte.
  10. Rezzende respondeu ao tópico de MauroBrandão em Maranhão
    Pois é, acabou que eu não voltei nesse tópico pra atualizar, mas deixei o relato dessa viagem aqui no Mochileiros, só ir nesse link Como disse no post acima, do aeroporto pra Santo Amaro fui mesmo com o Jeriel. Não exatamente ele, mas um cara que trabalha com ele. No geral curti muito Santo Amaro mas sem dúvida o pessoal que foi mais antigamente pegou uma experiência mais roots. Como diz o ditado, quem vai na frente bebe água limpa. Mas Santo Amaro ainda é bem melhor que Barreirinhas pra curtir os lençóis, indico toda hora!
  11. Rezzende respondeu ao tópico de Cacau1976 em Perguntas Rápidas
    Um hostel 40+ eu nunca vi. Pelo contrário, na Europa o que já vi são hostels que limitam a aceitação de hóspedes acima de certa idade (aqui falando mais especificamente de party hostels) mas quando é o caso isso vem descrito nas informações do Booking ou do site. Mas eu, que só fico em hostel, tenho observado que a quantidade de pessoas mais velhas tem aumentando nos hostels. Na minha última viagem por exemplo em Alter do Chão tinha um inglês 70+ no meu quarto. E os demais no quarto estavam todos na casa do 30 a 40. Acredito que principalmente as gerações nascidas nos anos 70 e 80 são bastante adeptas dos hostels e mesmo envelhecendo, aqueles que curtem esse estilo de hospedagem, não vão deixar de se hospedar em hostels. Além do que a mudança de hábitos entre as gerações é perceptível. Os nascidos pós anos 2000 (esses mesmos que tem provocado o fenômeno de esvaziamento das baladas pelo mundo) não tem tido muito o hábito de viajar sozinhos, quando viajam vão em bando (igual os Enzos na academia) e daí acabam optando por outros estilos de hospedagem.
  12. Eu fiz um roteiro de 22 dias passando justamente pelos locais que vc cita no roteiro. Dá uma olhada lá pra ter uma noção do rolê. Tá nesse link AQUI

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