Relatos de Viagens por 2 ou mais países da América do Sul
#1215510 por victorfirmes
06 Set 2016, 12:02
naiani.gasparetto escreveu:
victorfirmes escreveu:
marcelo.zagnoli escreveu:Acompanhando aqui, semana que vem se Deus quiser estarei embarcando. Pelo visto este segundo dia foi o que mais te afetou pela altitude ein?
Victor, veja se tu consegue me ajudar, to numa dúvida danada.
Vi um site que vende passagens de Sucre para Uyuni(https://ticketsbolivia.com.bo/) , mas só vende semi-cama. To na duvida se compro antecipado ou se tento chegar lá na terça à tarde e tentar comprar o bus-cama para o mesmo dia à noite.


Fala Marcelo está chegando o dia hein. Ansiedade nas alturas né? Então eu fui no semi-cama para Uyuni e foi super de boa. Aliás no decorrer do relato vc vai ver que só me dei mal com o tal bus cama. Tirando as companhias mais famosas como Cruz del Sur no Peru o resto era tudo enganação. Eles vendem uma coisa e chega na hora é outra. Pelo o que eu vi as passagens para Uyuni são mais concorridas para o final de semana, se for dia de semana vc tem mais tranquilidade de comprar. Se você tiver com o roteiro apertado sugiro comprar logo para não correr o risco de ficar sem. Inclusive os brasileiros que conheci no voo para Sucre tinham comprado antecipado, só não sei qual a companhia. Boa viagem e aproveite.


Oiee Vitor... estou acompanhando e puxa... muita coisa que tinha procurado há tempo sobre oq fazer em Sucre e também sobre o mercadão (se vendia de tudo ou só alimento) vc já me ajudou pacas. To aqui vidrada pq vou em outubro com meu esposo e preciso deixar tudo redondinho ::otemo:: Marcelo, também tinha essa dúvida pq já vi gente dizendo do bus cama para Uyuni, mas acho que vou acabar comprando o semi por medo de não encontrar.



Oiiii Naiani, tudo bom? Com o perrengue da minha mochila tive que ficar mais tempo em Sucre do que o programado. Mas me surpreendi com o lugar principalmente com o centro histórico. Lá também tem muitas opções de restaurantes e vale muito a pena ver o por do sol no mirante La Recoleta. Conforme eu disse ao Marcelo se seu roteiro tiver apertado é melhor comprar passagem antecipado. Pergunta a ele como ele fez direitinho.

#1215524 por Jéssika Costa
06 Set 2016, 12:54
victorfirmes escreveu:
Jéssika Costa escreveu:Menino, queria saber dessas baladas de Cusco kkkkkk viajo daqui a exatamente um mês, acho que não vou pegar seu relato a tempo :/
Você pode me adiantar em que hostel você ficou la? (em Cusco)
Indica? Tinha festa? Eram boas? KKKKK



Menina, então eu fiquei no hostel Wild Rover que rola o esquenta até 0:00-1:00 e depois eu ia para as festas. As festas do hostel eu particulamente não gostei muito. Muito no estilo Europeu. Esse povo tem que aprender com os brazucas como festar direito. Eu fui todos os dias na Chango (https://www.facebook.com/changoclubcusco/).
Lá é bacana, eles adoram brasileiros (sempre dão uns free drinks), a música é boa e o melhor de tudo não paga para entrar.
Na rua da Chango ficam outras boates estilo inferninho, mas como eu e meus amigos gostamos tanto da Chango batemos ponto todos os dias. É muito fácil encontrar, fica na rua lateral a Plaza de Armas, próximo ao Mc Donalds. Aproveitaaaaaaa e bateu uma saudades agora.



Hahahaha Conheço as festas do Wild Rover, fiquei no de La Paz, também achei muito estilo europeu! Dessa vez vou ficar no loki pra ver como é! :D
Valeu pela dica do Chango, com certeza vou lá pra conferir ::hahaha::
Falta poucooo
#1218080 por victorfirmes
17 Set 2016, 11:35
Camila Furtado escreveu:Isso de não poder dançar em San Pedro ainda é muito surreal pra minha cabeça! Fomos convidados para uma festa ~clandestina~ enquanto estávamos lá mas infelizmente não estávamos na cidade mais :( haha


Pra mim também... uma cidade que vive de turismo com SPA tem que ter música. Depois que eu fiquei sabendo dessas festas clandestinas também. ::otemo::
#1218952 por victorfirmes
20 Set 2016, 18:50
YasmineI escreveu:Muito bom seu relato! Acompanhando :D

Como você fez com seu roteiro por causa do imprevisto do mochilão? Tipo, passagens que já tinha comprado para determinado da, ingresso machu picchu, etc?

Você foi de avião ou ônibus de Lima para Cusco?



Então, não sei se eu mencionei antes eu não gosto de fazer reservas pois o roteiro fica muito amarado. Geralmente eu tenho em mente as cidades e vou ficando conforme eu vou curtindo. Com isso, mesmo com o extravio do meu mochilão tive tempo conhecer tudo. Eu fui sim de busão para Cusco, 24 horas de viagem! Foi tenso.
#1218956 por victorfirmes
20 Set 2016, 19:41
CAPÍTULO 8 (09/04/16) - De bike no deserto mais árido do mundo

Acordamos e não tínhamos fechado nenhum passeio. O objetivo era alugar uma bike e economizar uma grana pois tudo no atacama é uma facada. O pessoal comprou o café da manhã e rachando ficou 1000 pesos para cada. Tomamos o café e partimos a procura da bike.

O primeiro lugar queria cobrar 6000 pesos por meio dia de uso da bike. Entrei com a barganha que alugaríamos 7 bikes se ele não poderia fazer um preço melhor. Ele disse que não e seguimos. Neste mesmo lugar que é uma espécie de galeria tem umas lojas, a primeira descartamos e no fundo tem outra.

Na do fundão, tivemos um tratamento completamente diferente da primeira loja. O dono ofereceu 3.500 pesos pelo aluguel eu dei uma chorada e ficou por 3.000 pesos. Como não tinha bike suficiente, tivemos que alugar 2 em outro local. Já havia me esquecendo de um detalhe importante deste passeio.

Quando estávamos tomando café no hostel, apareceu uma moça perguntando algo em espanhol. Eu respondi em português e quando ela percebeu isso, veio falando do nada um português fluente hehehehehe. Era a Márcia, uma Uruguaia que aprendeu português através de canais de tv brasileiros quando era criança. Essa menina tinha uma energia incrível. Ela estava viajando de moto sozinha desde o Uruguai e tinha chegando em SPA aquela manhã. Ela perguntou se poderia passear conosco e lógico que deixamos.

Tínhamos em mente passear meio dia e na parte da tarde seguir para a Laguna Cejar. O dono da loja nos forneceu um mapa e perguntamos se era possível fazer Pukara de Kitor, Tunel e Quebrada del diablo. Ele nos indicou os locais no mapa e disse que era possível sim. Comprei uma água a 1000 pesos.

Seguimos pela estrada e a primeira parada foi a Pukara de Kitor. Na entrada tem um local para colocar as bicicletas que vinham acompanhadas de cadeados. Pagamos 2000 pesos a entrada e seguimos a subida das ruínas. Eu e Márcia conversamos de tudo nesse passeio, entre fotos e trilha chegamos ao topo. A vista de lá de SPA é surreal. Este passeio vale muito a pena pois são ruínas datadas do século 12.
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Chegando na Pukara
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Vista de cima das ruínas de Pukara
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Mirante Pukara de Kitor
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Descemos e na base das ruínas tem banheiros e um pequeno local que vende algumas coisas. Aproveitei para lavar o rosto que só tava a poeira e comprei um Gatorade por 1700 pesos. O sol estava de rachar a cabeça, se não fosse o boné que a Márcia me emprestou eu taria com a careca vermelha até hoje. Pegamos as bikes e seguimos pela estrada.
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Pedalando
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Visual
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Nós queríamos fazer o túnel e a Quebrada del diablo. O dono da agência falou que seria tranquilo fazer os dois caminhos e seguimos para o túnel. Todo mundo estava achando que o túnel seria próximo a placa de entrada da trilha. Nos enganamos. Começamos a subida que ia ficando cada vez mais íngreme e difícil por conta da altitude. Paramos, bebemos água, tiramos fotos e nada de chegar no túnel.
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Entrada Trilha para o Tunel
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Mortos
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Entre pedras, suor, altitude e muita força de vontade chegamos no túnel. Na entrada tem um monte de pedras que supostamente teriam caído de cima da montanha. Eu fui o primeiro a entrar e mesmo com o auxílio da lanterna do celular não enxergava um palmo na minha frente. Fui pedalando até que senti algo estranho e por conta da areia a bicicleta parou.

Tinham umas pedras quadradas grandes e a partir dali comecei a pensar que aquilo era loucura, pois a qualquer momento poderia cair uma pedra na minha cabeça e certamente ali tinham alguns bichos (morcegos, cobras etc). Entre esses pensamentos loucos consegui enxergar a luz no fim do túnel.

Foi uma felicidade geral do grupo quando chegamos do outro lado do túnel e aproveitamos para curtir um pouco o visual do deserto e tirar umas fotos. A subida deve ter durado 1 hora e meia, a descida não durou nem 20 minutos. Foi bem tranquila, controlando o freio e curtindo o passeio.

O passeio da laguna Cejar tinha ido por água abaixo e como estávamos cansados queríamos ir embora, pois não sabíamos a distância até a Quebrada del Diablo. Mas como quem tá mochilando está em busca de aventuras, decidimos seguir para a Quebrada.

No caminho, tivemos que atravessar duas vezes o rio, que por incrível que pareça foi fácil. Chegamos na entrada da Quebrada, tiramos umas fotos e paramos para descansar um pouco. Nisso chegou um rapaz que nos informou que eram 10 kms para chegar ao final da Quebrada. Como já estava tarde optamos por voltar já que seguiríamos para Arica naquela noite.
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Entrada Quebrada del Diablo
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Chegando no Hostel, SURPRESA!!! Estava sem água, energia e sem internet. Eu fiquei desesperado pois já estava vencido e necessitava urgentemente de uma ducha. Estava faminto também e vi a Sheila fazendo um rango e pedi um pouco. Era macarrão cozido sem nada e ovo mexido. Ah, antes disso passamos na agência e acertamos tudo com a senhora mafiosa.

O Betão me chamou falando que tinha um pouco de água na caixa e que iria entrar, pois o balde não alcançava o fundo. Pensamos e desistimos porque aquela água era usada para tudo inclusive para cozinha. Comecei a procurar no quintal algo que ajudasse e achei um cabo de aço. Amarramos na alça do balde e conseguimos alcançar a água.

Tomamos banho e pegamos água também para as meninas. A água tava mega gelada. De banho tomado comecei a arrumar a mochila (a pior parte), até que Marcão e Márcia chegaram com umas brejas. Trocamos uma ideia e tomamos umas. A hora da partida foi tensa. Eu me despedi duas vezes da Márcia, eu queria de verdade que ela fosse com a gente. Na segunda vez dei um abraço apertado e disse: "Hasta Luego" e falei que iria visitá-la no Uruguay para pularmos de paraquedas. Seguimos para o terminal e embarcamos com destino a Arica.

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Eu e a Márcia e o por do sol do Atacama
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Hasta Luego Chile
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GASTOS:

Bike - 3000 pesos
Água - 1000 pesos
Garorate - 1700 pesos
Passagem Arica - 11300 pesos
Café da manhã - 1000 pesos
Entrada Pukara - 2000 pesos


Próximo capítulo - Arica - Tacna - Arequipa e o busão fake
#1223776 por victorfirmes
10 Out 2016, 13:32
CAPÍTULO 9 (10/04/16) - Arica - Tacna - Arequipa e o busão fake

Viajamos a noite toda até que chegamos em Arica. O busão foi confortável e ficava mostrando todas as infos em um painel em cima da porta (velocidade, nome do motorista e quanto tempo ele estava dirigindo). Conforme foi amanhecendo, mesmo com tempo neblinado era possível ver de um lado da estada só dunas gigantes e do outro um precipício.

Arica é uma cidade estranha, mas como era só de passagem estava tranquilo. Desembarcamos no terminal internacional de buses e seguimos para o terminal de táxi. Pagamos a taxa do terminal (300 pesos) e a corrida até Tacna (4000 pesos por pessoa). Este valor é bem em conta, pois o táxi faz um percurso grande até chegar em Tacna. Colocamos as mochilas no porta-malas e na frente foi a Marcela e Sheila, atrás eu, Fran e Paula. Os meninos embarcaram em outro táxi.
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Terminal de Taxi Arica
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O motorista pegou nossos passaportes e foi em um guichê próximo ao estacionamento. Deu um certo receio de ele sumir com nossos passaportes, mas rapidamente ele apareceu com todos os documentos e um formulário de imigração para entrada no Peru preenchido com nossos dados. Esse procedimento é mais para agilizar a entrada no Peru, imagina se em cada táxi, um a um tivesse que ir no guichê, ia ter uma fila quilométrica.

Seguimos e paramos em um posto policial no Chile onde pagamos 350 pesos e recebemos o carimbo de saída do Chile. Nessa hora foi até engraçado, a Marcela sem querer deixou um monte de dinheiro espalhado no guichê junto a sua identidade. Eu disse para ela tirar a grana pois podiam achar que era algum tipo de suborno. E até provar que urubu não é meu loro ficaríamos presos. ::sos::.

Depois fomos em direção a fronteira onde passamos no raio X e recebemos o carimbo de entrada no Peru juntamente com o formulário de entrada que só para destacar JAMAIS perca este papel ::mmm: . Ele será pedido na saída do país. Com tudo "listo" seguimos pela estrada até que chegamos no terminal internacional de buses de Tacna.
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Tacana
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Cambiamos 20 dólares à 3,30 soles (66 soles) ali mesmo no terminal e ficamos esperando o táxi dos meninos chegarem. Esperamos e nada deles aparecerem. Eu falei com as meninas para nos separarmos. Eu, Fran e Paula iríamos comprar as passagens para Arequipa e Marcela e Sheila esperariam a chegada deles.
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Terminal buses Tacna
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Atravessamos a rua e do outro lado fica o terminal nacional de buses. Demos uma pesquisada nos preços e o melhor era da viação Flores que supostamente nos vendeu bus cama por 25 soles (fake). Pedi para reservar as passagens do restante da galera e regressei ao terminal internacional para vê se eles tinham chegado.

Encontrei com a Marcela e Sheila e falei para elas irem comprar suas passagens que eu esperaria os meninos chegarem. Nisso uma senhorinha apareceu vendendo uma salada de frutas completa por 5 soles. Era tudo que eu precisava pois eu estava faminto. Nada dos meninos chegarem e o horário de saída do busão se aproximava.

Uns 20 minutos depois eles chegaram dizendo que tinha dado problema na fronteira do Peru por conta de uma mulher com uma criança que estava no mesmo táxi que eles e sem a documentação. Então, muito importante evitar pessoas aleatórias no táxi até a fronteira. Só da passagem a sua vez na fila do táxi se achar que vai dar algum problema.

Eu disse para eles trocarem os dólares para comprarem as passagens para Arequipa e que já estava quase na hora de partirmos. Seguimos para o terminal e arisquei usar o banheiro por 0,50 soles até que foi tranquilo. Comprei uma batata por 1,50 soles e paguei a taxa do terminal por 2 soles. Não sei se mencionei antes mas essa bendita taxa existe em praticamente todos os lugares do Peru e Bolívia, então aceita e não se esqueça dela.

Na área de embarque aquele velho procedimento de ser filmado na entrada, despachar as mochilas e subimos no primeiro piso. Lembra que eu tinha falado que a empresa tinha nos vendido bus cama? Então, mentira pura. Era semi-cama e a viagem foi terrível. O ar condicionado não funcionava sempre e quando funcionava soltava um cheiro forte de óleo no local. Sem contar o mal cheiro do banheiro que era ao lado e só de chegar perto dava vontade de vomitar ::putz:: .

Em uma das paradas comprei um sanduba de frango e a primeira inka cola por 5 soles. Tentei o diálogo com o motorista, vulgo Seu Madruga, para falar do problema e o mesmo me ignorou e se quer fez qualquer esforço para tentar resolver o problema. Não indico essa empresa, pela propaganda enganosa. Vale mais a pena ir nas mais famosas do Peru (Cruz del Sur e Oltursa).

Chegamos em Arequipa quase escurecendo já, saímos do terminal da Flores e seguimos para o terminal central. Eu compraria minha passagem para Nazca para dois dias depois e os meninos para Ica. Aqui aconteceu uma situação tensa. Estávamos todos para cambiar o dinheiro em uma espécie de barraca de camelô dentro do terminal, quando a Paula percebeu que tinha um rapaz suspeito na parte de cima olhando para nós.

Eu chamei Betão e falei o que tava rolando e decidimos ficar nós três olhando para ele enquanto os meninos cambiavam. O rapaz percebeu e já passou um sinal para um outro cara, que malandramente avisou a um taxista que estava na saída do terminal. Nessa hora tivemos certeza que este taxista sabendo que estávamos com dinheiro iria nos oferecer a corrida e fazer sabe lá o que com a gente :o . Então, evite cambiar neste local e se for fazer fique esperto pois tem muita gente estranha ao redor.

Eu cambie 200 dólares à 3,20, nós compramos as passagens na Oltursa (a minha até Nazca saiu por 95 soles), saímos do terminal, pegamos um táxi e vazamos. Seguimos para o Wild Rover que fica próximo a Plaza de Armas. Pagamos 7 soles cada pela corrida. Chegando fizemos o check-in, optamos por um alojamento que cabia 20 pessoas em cima do bar.

Nisso, eu, Fran e Paula seguimos para achar uma agência para fechar o passeio do Canion del Colca. Achamos uma agência na rua lateral da Plaza de Armas, chamada Cevitur. O dono, muito solícito nos explicou tudo sobre o passeio do Vale e que tinha uma opção menos conhecida onde ficaríamos em uma cidadezinha mais roots chamada Yanque que foi atingida pelo terremoto que devastou aquela parte de Arequipa. O passeio estava incluído, trekking pelo vale, alimentação, deslocamentos, pousada e a cereja do bolo, o vôo do Condor.
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Arequipa
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Este passeio foi meio que achado na sorte, pois quase ninguém tava querendo fazer o trekking de subida e descida do Cânion, somente eu e Fran. Então, este trekking seria somente pelo Vale do Cânion. Estou para falar que este foi um dos melhores passeios do mochilão. Pagamos super barato (110 soles) e eu aproveitei para negociar o sobrevoo das linhas de Nazca, que a princípio ele me ofereceu 100 dólares. Falei que ia pensar e assim que voltasse do Cânion teria uma decisão.

Seguimos para o supermercado que tem na Plaza de Armas e compramos snacks e lanche por 14 soles para cada. Arequipa é conhecida como a cidade branca, pois todos monumentos são pintados de branco. É uma cidade muito bonita, limpa e organizada. Na volta paramos em uma pizzaria que fica no segundo andar de frente para a Plaza, comemos pizza e bebemos cerveja escondida (lei seca por conta das eleições) por 22 soles cada.

Voltamos para o hostel e lógico fomos festar. Ficamos zuando até o bar fechar com direito a cantar baile de favela no microfone olhando a letra no celular, pois ninguém sabia aquele funk e um gringo queria ver um brasileiro cantando ao vivo hahahahaha. Fomos dormir, pois no outro dia cedo seguiríamos para ao segundo cânion mais profundo do mundo, Cañon del Colca.

GASTOS:

Taxa terminal táxi - 300 pesos
Táxi Arica X Tacna - 4000 pesos
Taxa Chile - 350 pesos
Busão Tacna X Arequipa - 25 soles
Salada de Frutas - 5 soles
Sanduíche - 7 soles
Banheiro - 0,50 soles
Batata - 1,50 soles
Taxa terminal Tacna - 2 soles
Busão Arequipa x Tacna - 95 soles
Táxi WR - 7 soles
Passeio Cañon del Colca - 110 soles
Supermercador - 14 soles
Pizza e brejas - 22 soles





PRÓXIMO CAPÍTULO - A cidade de Yanque e a trilha pelo vale do colca.

#1223832 por marcioomoraiss
10 Out 2016, 17:11
Opa, mais um relato para me basear...kkk
Quantos perrengues hein? Mas também, quantas histórias para contar.
Estou cá, pegando detalhes aqui, ali, acolá.
Começando com o do rodrigovix, Bárbara Fabris e agora o teu.

Dae, vamos às perguntas? Máh Ôe..kk
1 - Chegando em Atacama, já rola fazer logo um passeio certo?
De início estou montando e pensando em assim que chegar fazer algum passeio, 2o dia outro, 3o outro e no 4o me aventurar com as bikes como tu fez, e no mesmo dia seguir para a Arequipa.

2 - Li que só passou rapidão por Arica, li também que lá tem um mirante, que dá ver a cidade e tals, um museu arqueológico, este vi que fica meio distante mas o mirante penso em pelo menos subir, chegou a vê-lo, será que vai valer a pena ou é melhor rapar fora logo? kkk

3 - Que horas chegou em Arequipa? Na logística (ó.heheh) que fiz aqui, tô calculando chegar tarde, 22h. Se for realmente isso, talvez não consiga fechar o trekking para o dia seguinte, logo, ficaria com 1o dia livre e o 2o para o trekking de 2 dias e 1 noite, depois seguir para Ica.

4- E tá rolando mesmo essa "TAXA" no chile, li um pessoal comentando isso pelo face.

E aguardando os próximos perrengues, digo heheh, os próximos capítulos dessa aventura.

Abçs.

PS. Fico imaginando o quanto difícil deve ser relatar uma viagem assim. Fiquei 1 semana escrevendo sobre uma trilha de 3 dias, 31 dias...kk
#1223857 por victorfirmes
10 Out 2016, 19:19
marcioomoraiss escreveu:Opa, mais um relato para me basear...kkk
Quantos perrengues hein? Mas também, quantas histórias para contar.
Estou cá, pegando detalhes aqui, ali, acolá.
Começando com o do rodrigovix, Bárbara Fabris e agora o teu.

Dae, vamos às perguntas? Máh Ôe..kk
1 - Chegando em Atacama, já rola fazer logo um passeio certo?
De início estou montando e pensando em assim que chegar fazer algum passeio, 2o dia outro, 3o outro e no 4o me aventurar com as bikes como tu fez, e no mesmo dia seguir para a Arequipa.

2 - Li que só passou rapidão por Arica, li também que lá tem um mirante, que dá ver a cidade e tals, um museu arqueológico, este vi que fica meio distante mas o mirante penso em pelo menos subir, chegou a vê-lo, será que vai valer a pena ou é melhor rapar fora logo? kkk

3 - Que horas chegou em Arequipa? Na logística (ó.heheh) que fiz aqui, tô calculando chegar tarde, 22h. Se for realmente isso, talvez não consiga fechar o trekking para o dia seguinte, logo, ficaria com 1o dia livre e o 2o para o trekking de 2 dias e 1 noite, depois seguir para Ica.

4- E tá rolando mesmo essa "TAXA" no chile, li um pessoal comentando isso pelo face.

E aguardando os próximos perrengues, digo heheh, os próximos capítulos dessa aventura.

Abçs.

PS. Fico imaginando o quanto difícil deve ser relatar uma viagem assim. Fiquei 1 semana escrevendo sobre uma trilha de 3 dias, 31 dias...kk



Salve, salve Marcos. Que bom que está gostando do relato. O que seriam das viagens sem os perrengues né? ::lol4::

Respondendo suas dúvidas, vamos lá:

1) Então, chegamos na alfândega em Atacama por volta de umas 10:30. Eles tem um procedimento bem demorado e até que tivemos liberação e a van nos deixou na entrada da cidade foi por volta do meio dia. Fomos procurar hostel e já fechamos o passeio do Valle de la luna. Rola sim de fazer um passeio que tenha duração só na parte da tarde. Só não conseguirá se a fronteira tiver fechada. Li relatos que os Bolivianos sempre entram em conflito contra os Chilenos e do nada fecham a fronteira. Mas se tudo correr bem da para fazer um passeio tranquilo;

2) Com relação a Arica eu até fiquei com vontade de conhecer uma praia de lá chamada Caleta Vítor. O Rodrigovix até iniciou um debate aqui perguntando se alguém já foi para aquelas bandas e não teve nenhuma resposta. No caminho para Arica eu até vi uma placa que seguia para esta praia. Com relação ao mirante teve alguém aqui que já foi, mas não consigo lembrar o relato... Não achei nada demais. Tiveram duas cidades no trecho entre SPA e Arica que eu gostei, mas não sei o nome. Uma passamos a noite, a cidade era muito bonita e cheia de cassinos e letreiros luminosos, bem parecida com Vegas. A outra foi uma cidade costeira que de cima do busão tinha uma vista bacana. Enfim, só vi estas cidades entre um cochilo e outro.

3) Então, chegamos em Arequipa por volta das 16hrs. Lembro que o busão que pegamos em Tacna saiu as 9:30. Pegamos o primeiro que tinha com horário mais próximo assim que chegamos de Arica. As agências de Arequipa fecham por volta das 19hrs, então tem que chegar e ir direto. Nós fomos no hostel e quase pegamos elas fechadas. Inclusive pedi o dono para fechar um pouco mais tarde para explicar o restante do grupo o passeio e tals. Mas não tem erro todas as agências ficam próximo a Plaza de Armas;

4) Eu não me recordo para que era essa taxa, aliás tem umas taxas que não tem explicação, mas como era pouca coisa eu eu tinha que desovar os últimos pesos paguei de boas.

Sim é um pouco complicado lembrar de todos os detalhes, pois esses 31 dias pareceu que eu vivi uns 6 meses de tantas emoções heheheheh Cheguei aqui no Brasil e comentei com minha mãe que eu tinha vivido meio ano em uma viagem.
Por outro lado, como a intenção é ajudar assim como eu fui ajudado todo esforço vale a pena. Qualquer outra dúvida pode perguntar, é de graça ::otemo::

Abraço
#1223957 por victorfirmes
11 Out 2016, 09:19
Paulinha.Lima16 escreveu:Salve Salve Mochileiro :-)
Ansiosa pelo próximo capítulo, pois reservei 3 dias para Arequipa pensando em fazer o trekking, depois desisti, e agora estou reconsiderando... ::otemo::


buenas Paulinha,

Vou fazer os dois capítulos de Arequipa em um post só em breve, para nossa alegria. Eu queria ter ficado mais tempo por aquela cidade, tem muito o que explorar lá. Mas só de conhecer o Cânion valeu muito a pena. Sinceramente, este passeio é imperdível. É como ir ao RJ e não subir ao Cristo heheheh. :wink:
#1224007 por victorfirmes
11 Out 2016, 11:59
CAPÍTULO 10 (11/04/2016) - A cidade de Yanque e a trilha pelo Vale del Colca

A noite foi mega tranquila, eu pensei que ia ser tenso dormir com a muvuca toda do quarto, mas foi super de boas. Acordei cedo, separei as roupas sujas para mandar para lavanderia, arrumei Judite, fiz o check-out e deixei ela no bagageiro do Wild Rover, pois no outro dia à noite seguiria para Nazca. O pessoal tinha preparado um café da manhã com o que tínhamos comprado no supermercado, enchemos a pança e ficamos aguardando o transporte.

O horário combinado já tinha estourado e nada deles aparecerem. Eu já pensava comigo: "Pronto, levamos o primeiro calote da trip" ::mmm:. Peguei a fatura e pedi para a recepcionista do hostel ligar para a Agência. A moça, muito solícita ligou para lá e foi informada que o transporte estava no trânsito por isso não tinha chegado ainda.

Depois de um tempo, o busão chegou e embarcamos. José o guia, se apresentou e informou o itinerário para nós. Aqui vale ressaltar que este passeio já começou bem, pois o guia era extremamente educado, bilíngue e a todo tempo quando estávamos no passeio parava para explicar algo de Arequipa, como o centro histórico, os vulcões etc.

A passeio seria assim: Primeiramente, iríamos parar em uma venda para comprar água, folhas de coca etc. Depois seguiríamos para um lugar para tomarmos o chá inca (composto de várias ervas e coca). Seguindo chegaríamos no Mirante do Vulcões, onde atingiríamos 4.800m e poderíamos avistar os vulcões de Arequipa (El Misti, Chachani, Ampato e Sabancaya). Então, chegaríamos à Chivay onde o restante do busão ficaria lá e nós partiríamos para Yanque. Em Yanque, almoçaríamos na pousada, encontraríamos com o outro guia para iniciar o trekking pelo Vale do Cânion.

Na venda, comprei uma água de 2l e folhas de coca por 10 soles. Depois paramos no local para tomar o chá inca por 2 soles e tinha uma senhora vendendo roupas que por sinal estavam com um preço bom. Aproveitei e comprei um casaco e uma luva de lã de alpaca que depois de tanta barganha saiu por 45 soles, sendo que o preço inicial era 90 soles. Sim, somos mochileiros mão de vaca assumidos, e o que pudermos chorar o preço, sim choramos e muito e quase sempre conseguimos. Aqui foi o local mais barato que achei para comprar roupas, inclusive a Sheila comprou mais coisas e conseguir abaixar ainda mais o preço.
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Parada do Chá Inka
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Aproveitamos para usar o banheiro e embarcamos novamente. Quando o busão começou a subir foi batendo aquela velha conhecida falta de ar e a sensação ruim de que aquilo que eu tinha sentido no salar tava voltando. Trabalhei o psicológico, masquei folhas de coca e dormir. O busão parou em um local onde tinha uma pá de alpacas ou lhamas e vicunhas. Até hoje fico na dúvida hehehehe. Tiramos umas fotos e seguimos para o Mirador dos Vulcões.
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Vicunhas
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A Lhamada/Alpacada Reunida
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Amiga, parceira só se for amiga Alpaca!!!!
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Infelizmente, quando chegamos no mirador estava tudo neblinado e um frio do cão. Foi impossível avistar os vulcões, mas para ser sincero queria sair dali o mais rápido possível pois eu tava virando um picolé e a onda do sorroche ainda estava batendo.
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Mirador de Los Andes
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Embarcamos novamente e seguimos para Chivay. Na entrada da cidade pagamos uma taxa de 40 soles para acessar o parque. Aproveitamos e tiramos umas fotos no portal de entrada da cidade e seguimos para Yanque. José falou que o outro guia local estaria nos esperando depois do almoço para iniciarmos a trilha. Também disse que no outro dia cedo o busão nos pegaria na pousada para seguirmos para Mirador Cruz dos Condors.
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Entrada de Chivay
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Ao chegarmos em Yanque, percebemos o quão pequeno era aquela vila. Na boa, a simplicidade do lugar me trouxe uma paz de espírito que fiquei só a alegria. Assim como o rapaz da agência tinha falado a cidade tinham umas ruínas, pois foi ali bem perto o epicentro do terremoto que aconteceu anos atrás. Seguimos para a pousada, tivemos uma ótima surpresa. Era extremamente confortável, com ducha caliente e uma cama grande com aquelas cobertas pesadas heheheheh. Eu e a Sheila ficamos no mesmo quarto.
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Quarto no Koniki Logde
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A pousada se chama Koniki Lodge .Deixamos as mochilas de ataque no quarto e descemos para almoçar. No restaurante, estava tocando aquelas músicas de flauta dando um clima relaxante ao lugar. Sentamos e uma moça muito simpática nos serviu. De entrada foi sopa de Quinoa com legumes. De prato principal foi um prato famoso no Peru que demorei a viagem quase toda para descobrir o nome, Aji de galinha. Conheci um casal de peruanos em Paracas, mostrei a foto do prato e eles me falaram o nome ::sos:: .
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Esperando o Rango
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Sopa de Quinoa
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Aji de Galinha
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Terminamos de almoçar e o guia chegou. Estava frio e garoando mais seguimos mesmo assim. A trilha teria duração de 3h pelo Vale do Colca e no final chegaríamos as águas termales de Yanque. Esse trekking é um pouco diferente do tradicional onde desce o cânion todo e depois sobe tudo de novo.

Iniciamos a trilha dentro de uma mata aberta até um mirante e depois chegamos em uma ponte onde da para ver o cânion. Passando a ponte, começamos a subir. Subimos, subimos e haviam vários mirantes no caminho onde aproveitávamos para descansar. Depois que subimos tudo chegamos em umas ruínas pré-incas segundo o guia, e do nada apareceu um guarda que nos cobrou uma taxa de 5 soles. Na boa, até o guia se assustou com aquele fantasma que apareceu do nada nos cobrando ::lol4:: . Pagamos 5 soles e seguimos.
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Cânion
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Mirante do Vale
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Depois de atravessarmos as ruínas seguimos descendo até as termales. Vocês se lembram que eu disse que qualquer oportunidade que vocês tiverem na vida de relaxar em águas termales não desperdicem? Chegamos já estava a noite e um frio de cair os cabelos. ATENÇÃO, não vão com muita sede ao pote. São várias piscinas e nem pensem em entrar de vez sem testar com o pé a temperatura da água. Tinha uma que estava tão quente que se tivéssemos entrado teria rancado nosso couro fora ::mmm: .

Este local tem uma espécie de vestiário meio rural onde da para deixar as coisas. Entramos, ficamos relaxando de boas até que infelizmente tivemos que ir embora. Eu ficaria ali pra sempre se pudesse heheheheh. Pagamos 15 soles e seguimos pelo escuro na trilha até voltar para Yanque.

Na volta, mesmo cansados, optamos por jantar logo ali na praça e depois seguir para pousada. Pagamos 11 soles por um macarrão com frango e batava mais inka cola. Voltamos para pousada, tomamos banho e ficamos reunidos no restaurante. Compramos 2 garrafas de vinho por 10 soles para cada. Uma estava boa e a outra horrível ::putz:: .

Depois fomos dormir para acordar cedo no outro dia. A expectativa estava nas alturas para ver o vôo do Condor. ::lol3::


GASTOS
Água e folhas de coca - 2 soles
Casaco e luva de lã Alpaca - 45 soles
Chá Inca - 2 soles
Entrada Parque - 40 soles
Ruínas - 5 soles
Banhos termales - 15 soles
Jantar - 11 soles
Vinho - 10 soles


PRÓXIMO CAPÍTULO - E ai, o condor vai aparecer ou não?
Editado pela última vez por victorfirmes em 23 Out 2016, 20:35, em um total de 2 vezes.
#1224024 por Paulinha.Lima16
11 Out 2016, 13:47
Vitor Rápido no gatilho ::lol4::
Capitulo novo saindo do forno conforme prometido ::otemo::

Me tira uma dúvida, este trekking que você fez é de boas?
Eu definitivamente irei fazer o passeio para ver o voo do condor...
A dúvida é : Fazer o tour de um dia , ou pernoitar em Chivay... li no relato do Rodrigo que o trekking é bem puxado.
Eu recentemente descobrir que tenho as patelas do joelho tortas, isto me causa um certo desconforto e falta equilíbrio... ou seja caio como quiabo e acabo machucando joelho, pé... :( ::putz::

Estou me esforçando ao máximo para fortalecer minhas pernas para poder explorar o Peru já que alguns passeios vão exigir bastante...

Então você acha que dá para encarar este trekking ou o que você me sugere?
Aguardando os próximos capítulos
#1224052 por victorfirmes
11 Out 2016, 15:27
Paulinha.Lima16 escreveu:Vitor Rápido no gatilho ::lol4::
Capitulo novo saindo do forno conforme prometido ::otemo::

Me tira uma dúvida, este trekking que você fez é de boas?
Eu definitivamente irei fazer o passeio para ver o voo do condor...
A dúvida é : Fazer o tour de um dia , ou pernoitar em Chivay... li no relato do Rodrigo que o trekking é bem puxado.
Eu recentemente descobrir que tenho as patelas do joelho tortas, isto me causa um certo desconforto e falta equilíbrio... ou seja caio como quiabo e acabo machucando joelho, pé... :( ::putz::

Estou me esforçando ao máximo para fortalecer minhas pernas para poder explorar o Peru já que alguns passeios vão exigir bastante...

Então você acha que dá para encarar este trekking ou o que você me sugere?
Aguardando os próximos capítulos



Oi Paulinha!!!! Conforme eu mencionei este trekking que eu fiz em Yanque é diferente do mais comum de descida e subida de todo o Cânion. Não posso falar desse outro pois não fiz, e pelos relatos parece ser mais difícil. Quando ao de Yanque eu classificaria como moderado, pois a altitude naquelas bandas já esta em 3.417m.

Como sou doido por trilhas, pois é ali que de fato ficamos em contato com a natureza eu acho que vale a pena o esforço. Mas é aquilo vai no seu ritmo. Teve umas pessoas do grupo que tiveram um pouco de dificuldade mas nada de anormal. No final ainda tem a recompensa das termales para dar uma relaxada no corpo. É isso! Boa sorte. ::otemo::

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