I – A VIAGEM
Realizada entre os dias 31 de outubro e 13 de novembro de 2009. O vôo saiu de Fortaleza às 16h30min, e chegou em Nova Iorque no dia seguinte, às 6h20min, horário local (menos duas horas). Custou 890 dólares, mais taxas.
Logo na chegada percebemos que a segunda língua em Nova Iorque é o espanhol. Abaixo do inglês, nas placas de informações e a grande quantidade de pessoas que a falam. Fomos atendidos por um agente de imigração que falava, vejam só, português. O nome dele era Silva. É necessário preencher ainda no avião dois documentos. Um para apresentar à Polícia de Imigração (um por pessoa) e outro para levar à alfândega (um por família). O agente carimba o segundo documento, que é entregue logo adiante. Poucas perguntas, pouca simpatia, mas sem problemas para o ingresso
Talvez em razão da realização da Maratona de Nova Iorque, no dia primeiro de novembro, os hotéis estavam ainda mais caros que de costume. Em Manhattan não se consegue nada barato, ainda mais com pouca antecedência. O Milford, que tem a vantagem de ser muito bem localizado, mas é conhecido por ter quartos minúsculos, estava sendo reservado por 350 dólares. Vi um Novotel, poucas ruas acima, a partir de 249 dólares, mais taxas (ficou por 297 dólares, exceto no dia da Maratona, que encareceu mais 50 dólares)
Realizada entre os dias 31 de outubro e 13 de novembro de 2009. O vôo saiu de Fortaleza às 16h30min, e chegou em Nova Iorque no dia seguinte, às 6h20min, horário local (menos duas horas). Custou 890 dólares, mais taxas.
Logo na chegada percebemos que a segunda língua em Nova Iorque é o espanhol. Abaixo do inglês, nas placas de informações e a grande quantidade de pessoas que a falam. Fomos atendidos por um agente de imigração que falava, vejam só, português. O nome dele era Silva. É necessário preencher ainda no avião dois documentos. Um para apresentar à Polícia de Imigração (um por pessoa) e outro para levar à alfândega (um por família). O agente carimba o segundo documento, que é entregue logo adiante. Poucas perguntas, pouca simpatia, mas sem problemas para o ingresso
Talvez em razão da realização da Maratona de Nova Iorque, no dia primeiro de novembro, os hotéis estavam ainda mais caros que de costume. Em Manhattan não se consegue nada barato, ainda mais com pouca antecedência. O Milford, que tem a vantagem de ser muito bem localizado, mas é conhecido por ter quartos minúsculos, estava sendo reservado por 350 dólares. Vi um Novotel, poucas ruas acima, a partir de 249 dólares, mais taxas (ficou por 297 dólares, exceto no dia da Maratona, que encareceu mais 50 dólares)





























































