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Dicas importantes:

 

Viação que faz o Percurso SP (Rodoviária do Tietê) X MG (Rodoviária de Espera Feliz) é a vição "Itapemirim".

 

Valor das passagens:

Ida R$ 110,50 - Quintas-Feira às 18:00hs.

Retorno R$ 114,00 - Domingo às 18:00hs.

 

Viação que faz o Percurso Espera Feliz X Dores do Rio Preto é a viação "Nossa Senhora de Fátima."

 

Valor das passagens:

Ida R$ 4,50 - Diáriamente, consultar horários.

Retorno R$ 4,50 - Diáriamente, consultar horários.

 

Contatos para agendamento no Pq. Nacional do Caparaó.

Tel.: 32 3747-2086/2943

E-mail.: parnacaparao@gmail.com

 

Valor da visitação R$ 11,00.

Valor de cada pernoite no acampamento R$ 6,00.

 

Obs. Indicado fazer esta trip no inverno, devido as chuvas constantes no verão.

Introdução aos locais visitados.

 

Pico da Bandeira:

O Pico da Bandeira é, de longe, o principal atrativo da Rota do Caparaó Capixaba. Subir até o seu cume, a 2.890 metros de altitude, é o objetivo de 10 entre 10 turistas que visitam a região. E não é pra menos. Todo mundo quer ver com os próprios olhos o que se vê de cima do ponto mais alto do país. (extraído do site: http://www.rotascapixabas.com/2012/01/20/a-subida-ao-pico-da-bandeira-pelo-espirito-santo/).

 

Pico do Calçado:

O Pico do Calçado (ou da Calçada) faz parte dos picos da Serra do Caparaó, localizado no Parque Nacional do Caparaó, na divisa dos estados do Espírito Santo e Minas Gerais. É o quarto maior pico desta serra, e também a quarta maior montanha brasileira, com 2.849 metros de altitude. (extraído do site: http://360graus.terra.com.br/montanhismo/default.asp?did=27417&action=geral)

 

Pico do Cristal:

O Pico do Cristal é a sétima maior montanha nacional, e o terceiro maior pico da Serra do Caparaó. Possui 2.769,76 metros de altitude e está localizado no Parque Nacional do Caparaó (divisa de Minas Gerais e Espírito Santo), na mesma região do Pico da Bandeira e do Pico do Calçado. (extraído do site: http://360graus.terra.com.br/montanhismo/default.asp?did=27417&action=geral)

 

Cachoeira da Farofa:

 

Integrantes da trupe: Jefferson Filho, Rafael Cavalleri e Renan Prado.

 

 

O RELATO - A CONQUISTA DO MAR DE MINAS (PICO DA BANDEIRA).

 

 

Dia 07/09/2012.

 

Após uma noite de sono mal dormida, acordei por volta das 07hs, os raios solares adentravam a janela e

esquentava meu rosto, a paisagem linda me hipnotizou até as 09hs quando o ônibus finalmente

encostou-se à rodoviária de Espera Feliz – MG.

 

Na pacata cidade de Espera Feliz teríamos que pegar outro ônibus que nos levaria até a cidade de Dores

do Rio Preto – ES, mais precisamente no município de Pedra da Menina (divisa entre os dois estados). A

viação que faz o trajeto de aproximadamente 10 km é a viação Nossa Senhora de Fátima – Linha:

Paraíso, valor R$ 4,50. O primeiro coletivo sai as 08hs, como chegamos as 09hs tivemos que esperar o

segundo veículo que saiu às 11hs. Após paradas e mais paradas finalmente chegamos ao local que

devíamos descer (Dica: informar ao cobrador que quer descer no início da estrada que leva ao PQ.

Nacional do Caparaó).

 

Logo no início da estrada que sobe em direção ao parque existe uma placa informativa referente à

distância a ser percorrida até o Pico da Bandeira.

 

O início.

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Ajeitamos as cargueiras, olhamos o início da subida e iniciamos a caminhada de 08 km até a entrada do

parque. Subida íngreme, pesada, chata, mas com um visual lindo. Depois de uma hora subindo

escutamos um riacho e fomos conferiar a pequena queda de água, que para nós foi um prato cheio para

nos refrescarmos, o que acabou nos atrasando um pouco a subida, mas quer saber? Pouco nos

importávamos, à sensação de se aproveitar cada momento em cada lugar é única, e jamais desperdiçaríamos o

banho naquele riacho gelado e lindo!

 

Cachoeira gelada.

20121121221910.JPG

 

Novamente equipados com as cargueiras, continuamos a subir, subir e subir, até encontrarmos um

senhor que ofereceu o “frete” até a entrada do parque no valor de R$ 20,00, neste momento confesso

que se não fosse pela insistência de nosso amigo Renan que falava apenas em concluir a conquista do cume a

pé, na raça, eu teria aceitado, só havíamos andado 2 km e já estávamos cansados de tão íngreme que é

subida! Eu e o Rafa enfim concordamos com o Renan, neste momento lembrei-me de uma citação do

filme Na natureza selvagem, que diz “(...) não necessariamente ser forte, mas sim sentir-se forte...”

Continuamos!

 

Chegamos à entrada do parque às 15hs, após 08 km de subida pesada, nos apresentamos na portaria, à

reserva para a visitação já havia sido agendada de São Paulo (importante não se esquecer de agendar

com antecedência a entrada no parque. Tel.: 32 3747-2086/2943/ E-mail.: parnacaparao@gmail.com). Por sermos os únicos a pé no local, pois, a grande maioria segue de carro até o acampamento base “Casa Queimada”, tivemos a nossa entrada liberada com facilidade, burocracia mesmo só para quem seguia de carro, ou seja, todos além de nós.

 

Entrada do Pq. Nacional do Caparaó.

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Após o pagamento das devidas taxas (R$ 11,00 de visitação e mais R$ 6,00 para cada pernoite),

entramos. Conseguimos alcançar a entrada do parque com cansaço, mas com certa facilidade, por assim

ser, concluímos que o trecho de 09 km até o acampamento da Casa Queimada seria superado da mesma

maneira. Engano nosso!

 

A subida era duas vezes mais íngreme, as cargueiras pesavam o dobro, diversos carros passavam,

buzinavam, acenavam, éramos conquistadores, vencedores, mesmo que quase mortos a cada buzinada

o ânimo voltava. Não podíamos desistir, tínhamos que encarar o monstro, o monstro neste caso era a subida

infinita que nos levaria ao céu, literalmente até o céu.

 

Um Gol branco parou, um rapaz capixaba e muito gente boa ofereceu uma carona para as cargueiras até

a Casa Queimada, o carro estava lotado de equipamento de camping no banco traseiro, no passageiro ia o novo colega Alessandro Chakal. Aceitamos a ajuda, e continuamos, porém, MUITO mais leves.

 

Nos primeiros 500 MT, sentia-me como o ''superman'', poderia voar de tão leve, porém, não sei se pelo

cansaço, pela drástica elevação na subida que ficava mais íngreme a cada metro, ou pelo fato de estar

com saudade da minha cargueira, só sei que estava exausto, corpo pesado, passos lentos, confesso que

se nosso novo colega Capixaba não tivesse nos dado a grande ajuda de levar as cargueiras até o

acampamento base, eu acamparia na subida mesmo.

 

A paisagem linda engava o casaço.

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Após muita superação, cansaço ao extremo, amizade e união, chegamos ao quilometro oito, o sol se

escondia por entre as colinas, o silencio pairava no ar gélido do Espírito Santo que era quebrado apenas pelo canto

de passáros que nos acompanhavam. Reta final, acampamento à vista, uma emoção misturada com

euforia, chegamos!

 

KM 08.

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Sol de pondo entre as colinas.

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Diversas pessoas nos cumprimentavam, senti-me orgulhos, feliz, mas não com a sensação de dever

cumprido, o objetivo agora estava diante de nossos olhos, e conquistar aquela montanha me motivava

mais ainda a continuar, mas não naquele momento.

 

Após a chegada no acampamento.

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Com a temperatura em 3ºC montamos acampamento, fomos informados que as placas solares que

forneciam energia ao camping estavam em manutenção, então nada de banho quente. Como em uma

sala de tortura escutávamos os gritos de quem se atrevia a entrar no chuveiro, eu fui um deles. A água

parecia uma série de agulhas que penetravam meu corpo, o banho de gato valeu a pena, relaxou o

corpo a mente e me deu condições para me preparar para a conquista final.

 

Preparamos o jantar, arroz a grega com frango desfiado, uma delícia!

 

Arroz a grega feito no acampamento.

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Finalmente fomos dormir às 20hs, pois, teríamos que acordar às 01hs para atacar o cume se quisesse

ver o espetáculo mais fantástico no Pico da Bandeira, o nascer do sol. Deitei para dormir, cochilei, apenas

cochilei.

 

 

Dia 08/09/2012.

 

Após o breve cochilo de três horinhas o despertador quebra o silêncio da madrugada, acordei o Renan

na barraca ao lado e segui em direção ao Rafa que não conseguiu dormir devido a gritaria que alguns

trekkers mais dispostos faziam noite adentro.

 

Café da manhã rápido, conversas com a galera do acampamento e pronto, nos preparamos para a

subida. Todos os grupos iam com umas dez pessoas, ou mais. O nosso ia apenas eu, Renan e Rafa.

Concluímos antes da subida que levaríamos apenas a cargueira do Renan com alguns suprimentos e

para guardar as blusas caso esquentasse, o Rafa seguiria com a dele levando seu equipamento básico.

Não estávamos com mochila de ataque então seguimos assim mesmo, eu e o Renan dividiríamos na

subida, cada um levando um pouco da mochila em cada trecho.

 

Iniciamos a subida por volta das 02hs, muitos grupos já haviam saído, subíamos incorporados por

grandes montanhistas, não sentíamos a subida, gradativamente grupo a grupo foi deixado para trás,

agora a nossa frente restava apenas à vegetação rasteira da região, o frio que cortava o rosto mesmo de

balaclava. A subida castigava agora, uma escalaminhada não técnica, porém pesada, seguíamos rumo ao

topo, estávamos quase chegando, mãos dadas para a conquista em conjunto, porém quando íamos

finalmente festejar a conquista, eis que em meio à névoa escura surge um vulto negro que aparecia

lentamente com a iluminação da Lua, ao mesmo tempo em que nos causou espanto, nos trouxe

admiração, estávamos no Pico do Calçado, o Bandeira zombava de nós logo à frente, imponente e

magnífico.

 

Faltava pouco!

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Continuamos rápidos, não parávamos mais para nada, um incentivava o outro quando notava cansaço, a

trupe estava em sintonia total, escalaminhando em direção à conquista final. Víamos dezenas de

lanternas nos seguindo, olhamos para o lado esquerdo no entroncamento das trilhas da Casa Queimada

(ES) com Terreirão (MG) vimos mais lanternas, na frente apenas eu, Renan e Rafa, o Cruzeiro já estava

visível, a adrenalina aumentará, agora é pra valer, agora é real, última subida, a cargueira desta vez

estava em minhas costas, à subida castigava, o frio castigava, a ansiedade castigava. O cruzeiro estava

próximo, metros à frente, a ordem era “vamos tocá-lo juntos, nós três”, tocamos simultaneamente a

grande cruz que está cravada no topo da terceira maior montanha de nossa terra verde e amarela,

nesse momento eu senti que todo o esforço valerá a pena, as horas sem dormir, as subidas

intermináveis, o frio, tudo! Nada mais importava, só sabia que em meio a experientes trekkers de todo

o Brasil, três jovens de São Paulo poderiam gritar, e assim o fizeram “o topo é nosso”.

 

O topo é nosso!

20121121224359.JPG

 

Rapidamente após alguns cliques, começamos a preparar as coisas para o segundo café da manhã, eram

04:40hs e logo o sol nasceria, levamos massa de pastel, frango desfiado e queijo. Só acreditou quem viu,

no alto do Bandeira, muito pastel no café da manhã.

 

Pastel nas alturas.

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''Aos poucos o pico lotou, havia umas cem pessoas em seu cume para assistir o espetáculo natural, e o

show valeu a pena. O nascer do sol foi maravilhoso, o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de

Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista, é assim que me recordo.''

 

"o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista I"

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"o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista II"

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"o mar de nuvens, o mar do Espírito Santo, o mar de Minas, o mar do Bandeira e finalmente o mar de nossa conquista III"20121121225520.JPG

 

Já umas 08hs éramos os últimos ainda ali no pico, resolvemos conhecer o Pico de Cristal, retornando

pelo Pico do Calçado. A trilha até o Cristal é muito fácil, após descer o Calçado, já em sua base, ao invés

de descer pela trilha que retorna a Casa Queimada, basta seguir adiante, pedras sobrepostas indicam o

caminho, basta segui-las. A escalaminhada até o cume do Cristal é fácil e rápida, e ir ao Parque do

Caparaó e perder este pico é inaceitável, pois, ao menos no meu ponto de vista o Cristal é o pico mais

imponente da região.

 

Pico de Cristal.

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O relógio apontava 13hs, hora de descer, o Renan seguiu na frente enquanto eu e o Rafa resolvemos

cadenciar a decida para tirar mais fotos. Chegamos à Casa Queimada, mais uma vez a tortura no banho

gelado, águas que vinham diretamente do mar de Bering congelava até a alma de quem se atrevia a entrar no banho.

Logo começamos os preparativos para o almoço, o prato do dia seria Yakissoba, e foi!

 

Yakissoba selvagem!

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Já de noite, bebemos capuchino e filosofamos sobre a vida, a existência e sobre muitas outras coisas, o

céu estava como nunca havia presenciado antes, estrelas cadentes passavam a todo o momento, o espaço é um lugar

incrível. Era 22:30hs o papo estava excelente, a noite linda e fria, porém, o dia foi cansativo e muito por sinal, era hora de dormir.

 

Noite fria.

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Dia 09/09/2012.

 

Após uma noite tranqüila, o relógio despertou, após um prato de sucrilhos com tapioca no café da

manhã, rapidamente desmontamos o acampamento. Mochila nas costas, a saudade já batia, nos

despedimos da Casa Queimada após um último clique.

 

Tapioca selvagem.

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Adeus Casa Queimada!

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O retorno foi fácil, muito fácil po sinal. Mesmo com o joelho sendo forçado com o impacto da mochila na descida.

A velocidade era mais que o dobro da subida, estávamos quase correndo, e logo chegamos a Cachoeira

da Farofa, trilha de apenas três minutos, facílimo acesso, e um local surreal. Água verde esmeralda

encantam os olhos, porém, é muito gelada, diga-se de passagem, que foi o banho mais gelado de

cachoeira que já tomei.

 

Cachoeira da Farofa por cima.

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Cachoeira da Farofa por baixo.

20121121231650.JPG

 

Continuamos o retorno, rapidamente já estávamos na entrada do parque, devolvemos uma credencial

de entrada que é entregue assim que você entra no parque e descemos, e descemos e descemos.

 

Para o almoço, dessa vez rolou uma macarronada com molho quatro queijos e molho bolonhesa, salada

de pepino com seleta e muita batata frita.

 

Último almoço!

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De volta para a descida o relógio apontava 14:20hs horário que o ônibus passaria no ponto retornando a

rodoviária de Espera Feliz, apertamos o passo com medo de perdê-lo, ouço a voz do Renan que seguia

adiantado pedindo para corrermos, corremos, e corremos mesmo de cargueira. Foram cerca de 400

metros de corrida, o ônibus estava parado e o motorista pasmo vendo a situação, lembrei-me

rapidamente de São Paulo, onde ônibus não se pega, se conquista devido ao caos em nosso transporte

público.

 

Rodoviária de Espera Feliz - MG.

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Conquistamos, aliás, entramos no ônibus, cansados, queimados de sol e felizes, a trip estava concluída,

uma trip para ser lembrada para o resto da vida. O retorno para São Paulo foi tranqüilo, apenas um

pouco de trânsito na Dultra devido ao término do feriado, chegamos à rodoviária no Tietê as 09hs fui

para casa, tomei um banho e entrei no trampo bem atrasado, às 12hs, mas foi por uma causa nobre e

justa.

 

Terminei a trip com uma frase que criei e sempre a cito quando tenho oportunidade;

 

“Essa não foi a melhor trip, a melhor será a próxima, sempre a próxima”.

 

FOTOS ADICIONAIS:

 

Pico da Bandeira visto do Pico do Calçado.

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Rafa no cume do Pico do Cristal.

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O segredo do Cristal.

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Pico de Cristal.

20121121233103.JPG

 

Manolaaaaaa!

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THE END!

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Editado por Jeff Filho
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  • Colaboradores
Parabéns pra vcs!

 

Realmente o Pico da Bandeira é um lugar marcante, me emociono até hoje ao lembrar da minha chegada àquele lugar!

É daqueles lugares que nos trazem uma energia única, diferente de qualquer outro, por mais incrível que isso possa parecer!

Volto fácil!!!

 

Abs e parabéns mais uma vez pela trip!

 

Valeu Brother! Lugar fantástico, lindo demais!

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  • 4 semanas depois...
  • Colaboradores

Marcos, levamos tudo sim. Foi um peso lascado, mas no final valeu a pena =D

 

Massa, obrigado meu amigo. Tentei passar justamente o que aconteceu por lá, a sensação é única, a conquista de uma montanha é algo mágico.

 

gvogetta, obrigado! Quando houver oportunidade vá sim. O lúgar é fantástico, vale muito a pena. Sugiro a subida pelo lado capixaba.

 

Forte abraço a todos.

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  • 2 semanas depois...

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