Troca de informações e relatos de trilhas e travessias na região sudeste do Brasil. Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
#636812 por Jorge Soto
27 Set 2011, 09:44
http://jorgebeer.multiply.com/photos/al ... o_Itatinga


A FERRADURA DO ITATINGA
O Rio Itatinga é bastante conhecido seja pela sua vila homônima, situada na baixada santista, como pela represa do mesmo nome, datada de 1910 e q ainda gera energia pra cidade de Santos. Entretanto, o Itatinga nasce nas entranhas da Serra do Mar bem antes de despencar do planalto e desaguar no Rio Itapanhaú,, totalizando algo de 25km percorridos. Boa parte deste trajeto se dá ainda no planalto, onde o largo e majestuoso rio serpenteia densa vegetação costurando os limites dos municípios de Mogi e Bertioga, numa região q é reserva particular, o Parque das Neblinas. E é justamente parte deste trecho menos visitado q exploramos num circuitão em forma de “U”, totalmente selvagem e de 10hrs inipterruptas, q começou na BR-98 e terminou em Taiaçupeba, quase 23km a oeste. Uma aventura e tanto q por pouco não se tornou um perrengão de garbo, desagradável e inesquecível.

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Já havia estado em duas ocasiões no Rio Itatinga, mais precisamente na represa e na impressionante cachu do mesmo nome, q com seus quase 200m despenca planalto abaixo. Ao constatar q a largura respeitável do mesmo denunciava q o curso dágua ainda ia longe sentido noroeste, a vontade de percorrer suas margens e plácidos remansos inundou minha cachola com vários projetos de pernadas selvagens. Projetos parciais e de bate-volta, claro, pois uma exploração total do mesmo era coisa de dias. Como dispunha de apenas um, a logistica planejada era enxuta, resultado do estudo da carta de Mogi das Cruzes. Pela mesma, a melhor saída do mesmo (se o horário estivesse bem avançado) seria através de um tal Ribeirão Grande, q seguia pro norte indo de encontro a algumas fazendas e, consequentemente, alguma estrada. Pronto, estava decidido. Particularmente conhecia apenas o acesso ao rio; o resto era incerteza total e devíamos estar preparados pros obstáculos q se apresentassem na frente, dentro do prazo estipulado.
Movidos por esta instigante proposta de perrengue garantido, apenas o Ricardo topou a parada já q a previsão do tempo praquele primeirto domingo de primavera não era nada animadora, desestimulando as outras duas confirmadas pra roubada. Assim, saltamos bem cedo no km78 da Balança, as margens da BR-98, mais conhecida como Rodovia Mogi-Bertioga. Eram 9hrs e imediatamente pusemo-nos a andar pela rodovia, afinal tínhamos q ganhar o máximo de tempo possível chegando o qto antes no rio de modo a otimizar o restante na exploração.

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Num piscar de olhos adentramos famosa e precária estrada à direita, já em propriedade supostamente da Faz. Simão, antiga industria de papel. Passamos por uma cerca, q antes ali não havia, e começamos a desviar das inúmeras bostas de cavalo no caminho, q tb inexistiam antes. A estrada logo dá lugar a uma larga trilha, q se afunila cada vez mais, indo em direção ao miolo da Serra do Garrafãozinho, sempre sudoeste. O som de água murmurando a nosso lado denuncia as nascentes do Córrego Biritiba-Mirim, cujas águas cristalinas oferecem alguns bons remansos refrescantes em dias quentes. Não era o caso, aquele inicio de domingo realmente estava desolador; um espesso nevoeiro cobria as cumeadas próximas assim como fina e fria garoa fustigava nossos rostos. Não bastasse isso, nossa esperança de manter os pés secos diluiu-se já logo no inicio, onde a onipresença de charcos e brejos imensos nos obrigou a afundar as botas até o calcanhar na maior parte do trajeto!
Avançando a passos largos e passando pelos primeiros focos de pinnus no caminho, a mata úmida nos envolveu cada vez mais no momento em q a trilha começou a descer a serra suavemente. É perfeitamente facil notar q esta trilha já fora uma antiga estrada seja por conta de trechos calçados de pedras como pelo corte vertical na encosta q a guarda. Melhor ainda é constatar q alguém mantem ainda essa vereda bem roçada, apesar de algumas árvores tombadas no caminho. A umidade aqui é tanta q td água da morraria emvolta cai aqui e escorre trilha abaixo, e nalguns momentos a própria vereda se transforma num pequeno córrego. Pois é, doce ilusão manter o pé seco.
Chapinhando picada abaixo cruzamos 2 decrépitas pinguelinhas e as 10hrs alcançamos os restos de concreto de uma velha caixa dágua, ao lado de um bosque de pinnus. A partir daqui surgem as bifurcações mas basta se manter sempre na principal, sentido sudoeste. E assim vamos avançando cada vez mais no interior serrano, onde os reflorestamentos tornam-se cada vez mais raros dando lugar á genuína Mata Atlantica, q por sua vez passa a nos envolver com sua vegetação espessa e úmida, cujos galhos e troncos do arvoredo se encontram ornados de td sorte de bromélias.

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Após ladear um tempo uma encosta, tomar á direita noutra bifurcação significativa e alcançar o topo de um morro, começa uma descida forte ladeira abaixo, onde os braços são tão importantes qto as pernas, e qq tronco ao lado ajuda na tarefa de perder altitude. Desnecessario dizer q nesta altura do campeonato nossas vestes já estão totalmente ensopadas de tanto enxugar a umidade da mata como do incessante gotejamento da mesma. Parece q a previsão de tempo nublado e fina garoa pelo dia todo foi acertada desta vez. Pois bem, o rugido do Itatinga era audível já a algum tempo e é em sua direção q a picada felizmente vai de encontro, como da vez anterior. E tome piramba abaixo.
Assim, desembocamos enfim nas mansas margens do majestuoso Rio Itatinga um pouco antes das 11hrs, apenas pra sermos recebidos por um denso e espesso nevoeiro q sequer permite visualizar a margem oposta e mto menos a casinha de maquinas da represa! Não demos nem 5min de descanso e já começamos a subir o rio, ora pela sua margem ora atraves da mata, escalaminhando a encosta rasgando a vegetação no peito. E foi atraves desse vagaroso processo q avançamos rio acima apenas pra perceber q alem de ser lento demais, rendia bem pouco.
Nisso, avistamos na margem oposta o q parecia ser uma passarela acompanhando o rio. Como a outra margem já era território reservado (e privado) do Pque das Neblinas deduzimos q aquilo devia ser alguma trilha. Sendo assim resolvemos atravessar o rio e seguir por ela, de forma mais facilitada. Mas ai tivemos q estudar um trecho raso pra passar p/ outro lado, pois alem da correnteza estar relativamente forte não enxergávamos o fundo do rio e qq pisada em falso seria tchibum total na certa. Ate lá a garoa e umidade da mata já nos haviam ensopado por inteiro, mas tb não queríamos ter nossos valores e eletrônicos molhados, razão pela qual guardamos td lacrados nas mochilas, dentro de sacolas plásticas hermeticamente vedadas.

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Respirei fundo e lá fui eu! Comecamos num trecho aparentemente raso já enfiando a coxa inteira na água, tateando com a bota um lugar firme no fundo pra servir de apoio. Firmava as mãos numa pedra aflorada na superficie e assim fui avançando, lentamente. Olha, essa travessia foi meio q adrentante pois dependíamos sempre do apoio no fundo do rio e qq descuido, escorregada ou desequilibrio seria imersão total na certa. O pior trecho foi o mais fundo, onde a agua chegou ate a cintura e a correnteza fazia o corpo cambalear pros lados, mas felizmente depois daquilo ficou raso e alcançamos a outra margem de forma segura. Ufaaa!
Rasgamos mato na encosta e de fato encontramos uma trilha bem óbvia a batida acompanhando o curso do rio e foi por ela q seguimos durante um bom tempo, ora pela margem, subindo e descendo suavemente encostas, ganhando dessa forma um tempo precioso considerável no avanço. Por estar recém-roçada, provavelmente aquela devia ser uma trilha do pessoal do parque, de fiscalização ou visitação mesmo, pq passamos por vários locais mto bonitos, repletos de cachus e poços formados pelo rio. Eventualmente ela se perdia ou era tomada por mato tombado, mas bastava farejá-la q logo era encontrada mais adiante, pra nossa felicidade. O rio, por sua vez, alternava-se bastante agitado nos trechos inclinados, mas na maior parte do trajeto ele corria bem manso e calmo, na horizontal.
Mas como alegria de pobre dura pouco, chegou uma hora onde perdemos a picada em definitivo. Procuramos e procuramos e nada. Paciencia, ne? Vamos na raça mesmo. Ai fomos ora pelo leito pedregoso, saltando de pedra em pedra, ora pela encosta da mata, onde desviávamos da vegetação mais espessa ora com alguma declividade mais pirambeira ora por terreno plano mesmo. Eu preferia ir sempre pelo rio, onde o gotejamento espesso era quase inexistente, pois a impressão q dava era “chover” apenas na floresta; já o Ricardo preferia se manter na mata, onde dizia ser mais “quentinho” pois no rio ventava mais, e ensopados do jeito q estávamos so nos matinhamos aquecidos por estar em constante movimento. Qq parada era pedir pros ossos congelarem e os músculos começar a tiritar de frio.

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Após dar numa vala funda q mais parecia um mini-canion, resolvemos seguir pelo rio mesmo pois naquele trecho apresentava-se calmo e bem raso. E lá fomos nos, avançando um bom trecho pelo meio do Itatinga, com água ate as canelas apreciando os belos remansos e praias de areia no caminho. Mas depois tivemos q sair dele e seguir pela sua margem direita qdo novamente mostrou-se fundo e com corredeiras mais encachoeiradas. E tome mais vara-mato de encosta, com direito ate algumas escalaminhadas na vegetação, de onde saímos repletos de escoriações, ralados e espinhos na mão, sempre sentido noroeste e sem perder o rio como referência.
Pois bem, o tempo passou e passou, e foi ali q tivemos a noção exata da roubada em q estávamos. Nosso avanço havia sido quase nulo mesmo com td a pressa e agilidade impostas. A largura enorme do Itatinga mesma se encarregava de nos mostrar q ele ainda seguia longe serra adentro. Foi ai q finalmente um pouco antes das 14hrs, qdo o Itatinga fez uma enorme curva pra esquerda como q mudando sua trajetória pra sudoeste, tropeçamos com um gde afluente vindo do norte. Consultamos a carta, azimutamos a bússola e deduzimos q aquele deveria ser o tal Ribeirão Grande, o rio q agora deveríamos tomar e simplesmente subir pra sair dali, conforme o plano inicial!!!
Após um breve lanche q não nos tomou nem 5min de descanso, deixamos então o Itatinga em favor daquele novo rio q embora fosse afluente deste primeiro tb mostrava-se ligeiramente largo. O tempo foi passando e a inexistência de vestígios de trilhas nas margens foi nos deixando preocupados, pois com picadas o avanço era mto mais facilitado e se daria dentro do prazo. Sem trilha o avanço é lento e portanto, poderia demandar mais tempo q o previsto. Mas o pior era q se tivéssemos q dormir no mato (e td indicava isso) não estavamos preparados pra isso!! Eu so trazia ensacada uma roupa seca e mais nada; o Ricardo ao menos trazia uma lona. Não q pernoitar no mato seja um saco, mas o agravante era q tava chovendo e fazia frio.

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Deixando preocupações de lado fomos dando continuidade á subida de rio, ora pela água nos trechos rasos ora pela vegetação na encosta, de onde saímos imundos de mato por todos os orifícios imagináveis. Eventualmente encontrávamos algum vestígio de trilha q logo sumia ou ia direção contraria, ou seja, pro sul. Retornar áquela altura do campeonato era impensável! Foi ai, ao constatar o tempo passando rapidamente e da pernada pelo rio simplesmente não dar em lugar nenhum conforme supunhamos q comecei já a me conformar com a real possibilidade e a idéia de te uma longa noite na mata, molhada e com frio. Já tava ate olhando em volta da vegetação do q quiçá me fosse ser útil pra minimizar o desconforto...Foi ai tb q demos graças a deus de “certas pessoas” não terem vindo junto pq sinceramente teriam dado um problemão, sem falar no estresse q teriam causado diante daquela situação.
Mas foi mesmo qdo o rio fez uma curva fechada pra direita, indo pra leste, q finalmente paramos um pouco pra pensar direito e tomar uma decisão sensata e emergencial. Eram quase 15:30hrs e o rio tava fugindo da direção desejada (norte), o q nos deixou na duvida se realmente era o Ribeirão Grande. Por mim teríamos seguido o rio q certamente daria nalgum canto, sabe-se-la qdo, mas teríamos chegado. Daí o Ricardo azimutou a bussola sobre a carta (com devido cuidado pra não esfarelar com a umidade da chuva) e sugeriu simplesmente abandonar o rio e varar mato pro norte, onde pelo mapa dariamos certamente nos fundos de alguma fazenda, em tese.

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Essa foi uma decisão consensual, assim como o fato de q andaríamos o qto desse até antes de escurecer, e dali buscaríamos algum local plano e decente pra nos acomodar. Andar de noite no mato e sem trilha tava fora de cogitação, lógico. E assim, se fosse o caso, passar uma noite do cão, com certeza. “Burro! Burro! Burro!”, pensava comigo mesmo, lamentando horrores por ter esquecido logo naquele dia uma lona de plástico q sempre carrego a tiracolo e q certamente reduziria consideravelmente meu desconforto no mato úmido. Lição mais q aprendida. "Chama o resgate?", cogitou o Ricardo e eu somente olhei fixamente pra ele. "De forma alguma! Me recuso a ser resgatado aqui! É ruim, hein??". A gente sai por conta. Pode demorar, mas a gente resolve por si esta roubada!
E assim começamos a varar mato pro norte de forma implacável ate ganhar o alto de um morro. Na descida do mesmo, em meio a vegetação, eu já tava meio q bolando as desculpas pra dar no trampo na terça pela minha ausência qdo o improvavel aconteceu: encontramos uma trilha bem batida e recém-roçada!!!! Alegria total, claro! Mas pra q lado tomar? Ué, pro lado q va no sentido desejado, ou seja, pro norte/noroeste! E lá fomos nós bordejando a encosta ate q finalmente emergimos da mata pra cair num descampado q deu na casinha abandonada dum caboclo, as 16hrs!! Uffaaaaa!!! Ainda tinha um bom chão pela frente, mas o simples pensamento de q dormiríamos em casa já nos reconfortava!

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Após um tempo na casinha, bem rústica e q provavelmente teríamos arrombado caso chegasemos ali de noite, secamos nossas vestes e demos continuidade ao restante da empreitada. Fim de pernada selvagem mas não de trip. Da casa avançamos por uma trilha larga q desceu o morro um bom tempo ate dar no q parecia ser um pequeno e belo balneário encachoeirado ás margens do Rio Grande!! Dali tb havia uma placa indicando outra trilha q dava pro Itatinga. Resumindo: estavamos na rota certa e se tivéssemos continuado pelo rio tb teríamos chegado ate ali, so q teríamos demorado bem mais tempo. A decisão de sair dele e varar mato apenas nos economizou um tempo precioso pois serviu de atalho ate ali!
A trilha logo deu lugar a uma precária estrada de terra q nos levou nos fundos de uma gde fazenda. Perguntamos upma senhora onde estavamos e ela, incrédula de nossa proveniência, nos informou ser a Fazenda Rio Grande. Isso apenas envernizou de vez de q nossa rota estava correta, e q fora apenas mal calculada no quesito tempo. Pois bem, dali ainda tínhamos um bom chão ate Taiaçupeba, algo de 8km, pernada esta q foi feita com sorriso estampado no rosto tendo em vista do pernoite molhado e frio do qual nos livramos.
Cruzando chácaras e sítios cada vez mais comuns, caímos na Estrada da Adutora (SP-43) e dali tocamos pra esquerda, indefinidamente. Após passar o bairro rural de São Sebastião e já quase escurecendo, finalmente chegamos na pacata Taiaçupeba, um pouco antes das 19hrs e com a temperatura abaixando consideravelmente. Foi ai q imaginamos o frio q teríamos passado, molhados no mato. Estacionamos num boteco e comemoramos nossa perrengosa empreitada e so tomamos o buso pra Mogi antes das 20hrs. Após a via-crucis de trem e mais outro buso, so cheguei em casa por volta das 23hrs, cansado e faminto. Uma coceirinha na cintura constatou imigrantes ilegais durante q chuveirada revigorante q antecedeu o sono dos justos: carrapatos no pedaço!!! Mas e daí, aquilo ali era melhor do q ta dormindo no mato.

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E assim transcorreu nossa aventurinha perrengosa, fria e molhada pelo Rio Itatinga, cujos tortuosos meandros ainda oferecem promissoras e vindouras travessias, desde q devidamente bem planejadas. A subida completa do Itatinga ate suas nascentes ainda é certa, mas ainda requer um tempo de ser realizada pois demanda alguma logística mais apurada. Já a famosa “Trilha do Itatinga”, uma gde vereda de 13km q desce até a baixada partindo da Faz. Rio Grande, é algo já viável dentro do prazo de um fds. Quem sabe no verão, com menos frio e mais possibilidade de refrescantes tchibuns? Tai mais algumas idéias fora do convencional, dentro das muitas, q os gdes rios de nossa bela Serra do Mar escancaram aos aventureiros, aqui bem pertinho da metrópole. Rios como o Itatinga, q em tupi-guarani significa “pedra branca”, cujos remansos ainda escondem bem mais q suas belas “praias de pedras claras” podem oferecer e cujos segredos ainda aguardam serem devidamente descortinados.
Editado pela última vez por Jorge Soto em 28 Set 2011, 11:31, em um total de 1 vez.

#636958 por RICARDHO
27 Set 2011, 13:43
Essa é uma trilha que deve ser feita com muita ousadia ,com uma motivaçao ferrea pois a medida que a a gente avança o animo pode se fatalmente estilhaçado e voce pode vir a se sentir menor do que ja é , na minha opiniao nao importa se o clima esta chuvoso ou ensolarado essa trilha selvagem nao da moleza pra quem quer curtir apenas um passeio, lembrando como superamos , a sensaçao termica de frio e umidade terreno escorregadio , vegetaçao rustica fico muito feliz de ser quem eu sou
e de gostar muito desse passa tempo tao estimulante, aos que querem esperimentar sujiro manter a calma do começo ao fim e diverti-se em cada passagem.
Durante o momento mais tenso o trabalho de equipe e a calma foi fundamental , eu estava pronto psicologicamente e logisticamente para dormir la se fosse necessario mas tambem estava ferozmente empenhado em sair de la assim que possivel, foi incrivel. os arranhoes nos braços e maos sao pra mim como um trofeu de umas das melhores aventura de trilha que tive.

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