Relatos de viagens pelos países do Sudeste Asiático: Tailândia, Vietnã, Timor-Leste, Singapura, Mianmar, Malásia, Laos, Indonésia, Filipinas, Brunei e Camboja
#1046067 por pedroleo
16 Jan 2015, 13:33
Olá Mochileiros,

me chamo Pedro Léo, tenho 25 anos, sou advogado, fotógrafo amador e moro em Araripina-PE (sertão de Pernambuco). Essa foi minha quarta viagem como mochileiro, não ia escrever esse relato por dois motivos: a) não fiz as anotações devidas para detalhar a viagem com esmero aos meus colegas do Fórum; b) sou meio que hiperativo para fazer qualquer coisa que demande mais de meia hora do meu tempo.
Porém essa viagem foi uma libertação mental para mim, então eu percebi o quanto um relato (mesmo que não tão super detalhado que seja, ou por mais simples) poderá ajudar qualquer pessoa que tenha esse sonho ou plano de fazer uma big e bela trip como essa, então estarei aqui para fazer meu relato e ajudar a quem queira viajar com dicas, fotos e histórias bacanas para o pessoal. Quem quiser me adicionar nas redes sociais pode ficar a vontade para tirar dúvidas (facebook/pedroleoacosta; instagram: pedro.leo).

Primeiro como resolvi viajar? Como disse acima sou advogado e autônomo, então não possuo salário fixo, ganho de acordo com a clientela que vem a mim. Ganhei alguns casos e com os honorários resolvi viajar. Meu primeiro destino seria visitar uma amiga russa (que conheci em NYC) em Paris, porém por algum feeling do destino, uns 4 meses antes da viagem decidi que iria para algum lugar que desafiasse meu estilo de vida e que eu saísse da minha zona de conforto (ou seja, um lugar exótico). Primeiro pensei na Índia, porem a Índia foi descartada, porque, para mim, é um destino que demanda bastante tempo, preparação mental e que você só deve ir depois de estar familiarizado com a Ásia.
Japão, minha segunda opção, porém também descartada por ser muito caro. Então me veio a mente Indochina + Myanmar (depois eu conto a história de como Burma entrou em minha vida desde a adolescência). Comecei a ler os relatos e roteiros aqui no Fórum, escolhi a data (queria passar o ano novo) e vi que um rapaz tinha postado um roteiro interessante aqui de 30 dias para o Sudeste Asiático. Entrei em contato, criei um tópico e depois de um mês estava com vários contatos de diversas pessoas que iriam na mesma época e com quase os mesmos destinos similares. Tive a ideia junto com um amigo aqui do Mochileiros em criar um grupo no WhatsApp (que hoje conta com 20 participantes de diversos estados, inclusive alguns morando fora do país: quem quiser participar só mandar o telefone no privado que adiciono). Esse foi o estopim para ter a certeza de que essa era a viagem que queria: diversas pessoas mandando dicas, roteiros, trocando informações, isso foi abrindo e alimentando cada vez mais a minha cabeça sobre a viagem e conclui: vou ao sudeste asiático. Decidi o tempo: 2 meses com 40 doláres por dia fora as passagens.

Como queria fazer uma trip barata decidi pesquisar a companhia aérea mais em conta para me levar até Bangkok: a Ethiopian Airlines. Mesmo com alguns relatos desfavoráveis de alguns viajantes no site melhores destinos, comprei o bilhete por a pechincha de 2.300,00 reais ida e volta de SP/BKK/SP. Notei que esse preço é quase que fixo se você comprar por algum tempo de antecedência, então quem quiser arriscar e economizar vale a pena. A empresa é boa, o avião é moderno, a comida é boa, porém tem dois problemas: o cheiro dos passageiros que sobem na aeronave na África (questões culturais, é claro) e o pit stop de quase 10 horas em Lome-Togo e Adis Abeba - Etiópia (mas que para qualquer mochileiro é besteira). Então embarquei no dia 27 de novembro para Bangkok.

Passei dois para chegar a meu destino, pois como moro no interior de Pernambuco tive que fazer o seguinte deslocamento: Araripina --> Recife --> São Paulo --> Lome --> Etiopia --> Bangkok, ou seja, eu sofri pra car**** mas cheguei lá feliz da vida, mas na hora nem tanto: começaram os problemas. Cheguei no aeroporto e uma infeliz notícia: a empresa tinha extraviado as malas/mochilas de quase todos os brasileiros no voo, ou seja, quase dois dias sem banho, sem descansar em uma cama e ainda com essa bronca para resolver. Acionei meu seguro (fiz o da Mondial que nunca me deixou na mão) e lá fomos os brasileiros resolver o problema com a Star Aliance (já que não tem balcão da Ethiopian no aeroporto de Bangkok), depois de fazer a ocorrência, a empresa diz que em 24 horas as bagagens TALVEZ seriam entregues nos hotéis (então lá estávamos nós sem roupas, sem produtos de higiene, só com a coragem).

Depois do perrengue resolvemos ir aos nossos hotéis descansar. O que posso dizer que depois da tempestade vem a bonança, como diz a minha avó. Com essa perca de bagagem eu conheci três pessoas incríveis que me acompanharam uma parte da viagem e que depois eu conto a história delas. Sai do aeroporto e entrei no portal encantado chamado Bangkok, uma cidade cheia de estímulos sensoriais, barulho, pessoas, cheiros e sensações que nunca eu tinha sentido antes. Peguei um táxi (como não sabia as manhas da Tailândia, paguei o primeiro valor que o taxista me disse sem negociar: NUNCA FAÇAM ISSO, podem negociar eles sempre irão baixar o preço pra vocês em no mínimo 30% ou SEMPRE usem o taxímetro, é muito barato) e fui para o meu hotel. O primeiro dia resolvi ficar em um hostel melhorzinho para descansar, fiquei em um perto da Kao San Road chamado "Au Bon Hostel" que me custou 600BAHT uma noite em quarto privado para duas pessoas (cama boa, banheiro bom, limpeza excelente). Descansei e de manhã minha mochila estava na porta do Hostel (milagre, pulei de alegria) e no outro comecei a desbravar Bangkok, então aqui começo meu relato pra vocês dia a dia.

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Ethiopian: vale o preço.


PS.: como não fiz anotações farei o relato em sentido cronológico do que visitei.
PS.: alguns dos relatos não contará com detalhes tais como preços, já que não anotei, mas o que eu lembrar eu posto pra vocês.
PS.: podem confiar que terão bastantes histórias interessantes e farei o máximo para fazer isso o mais agradável possível.

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Chegando em Bangkok, sinergia, trânsito e caos.


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O Rei na Tailândia é outra experiência incrível: quase um Deus.


***DIA 1 - BANGKOK - WAT PHRA KAEW, WAT PHO, GRAND PALACE E WAT ARUN***

Acordei cedo e como disse antes vi minha mochila no saguão do Hostel, fiquei feliz, tomei um banho me arrumei, já fiz check out do hostel chik, já que ia me mudar para um mais barato a noite quando chegasse do passeio e fui esperar uma brasileira chamada Mariza que conheci no aeroporto que também tinha perdido a bagagem pela Ethiopian para conhecermos os pontos turísticos mais famosos de Bangkok. O choque cultural já foi imediato, de manhã o staff do hostel estava colocando bananas e chá para Buda na frente do hotel, como uma espécie de oferenda, aquilo me lembrou bastante as religiões afros da Bahia, que possuem a mesma simbologia de oferecer algo ao sagrado, aquilo já foi me instigando e me empolgando para o passeio. Mariza chegou e fomos atrás dos famosos Grand Palace, Buda Deitado, Wat Phra Kaew e Wat Arun (Templo do Amanhecer). Descobrimos depois de perguntar a alguns locais que estávamos bem perto dos pontos de interesse, após uma caminhada chegamos lá, aquilo já foi me fascinando, tudo muito decorado e ornado, diferente da arquitetura de qualquer prédio secular Ocidental. Compramos um ticket que da direito para entrar no grand Palace e no Wat Phra kaew, já que ambos encontram-se em prédios vizinhos. Outro choque: a quantidade de turistas que também estão visitando o local, e olhe que era cedo ainda, os locais ainda estavam abrindo. Muita gente, mas não era muita, era muita, muita, muita gente, uma multidão de turistas caminhando de lá pra cá, o que tornava a gente apenas mais uns no meio da multidão. Começamos por Wat Phra kaew que está situada ao lado do Grande Palácio. Wat Phra Kaew é onde se encontra o Templo do Buda de Esmeralda, o templo mais sagrado da Tailândia. Este templo hoje é usado como capela particular do rei, sendo a única capela tailandesa na qual não residem monges.

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Eleve-se. Cresça. Amplifique. Ame. Perdoe. Sinta. SEJA.


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Wat Phra Kaew, mitologia se confunde com Budismo


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Belas construções, muitos turistas.


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Detalhes.


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Irmãos.


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Grandiosidade


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Agradecendo, sempre.


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Wat = Templo.


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Natureza e Budismo.
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Os animais se sentem bem nos templos.
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Guarda Real Tailandesa - Grand Palace


Depois fomos ao Templo do Buda Reclinado onde está um buda deitado de 43 metros de comprimento e 15 metros de altura. Você paga por fora para entrar nele (mesmo sendo quase vizinho ao Grand Palace e você comprando esse ticket anterior). O Buda deitado representa a passagem final para o nirvana, que é o estado vazio mental desejado pelos Budistas. Fica a dica que na saída de Templo do Buda deitado existe a escola mais tradicional de massagem (e antiga) da Tailândia. Eu fiz meia meia hora de massagem, mas me arrependo amargamente, já que era pra eu ter feito no mínimo duas horas. Não deixem de fazer é incrível. Quando a massagem terminou parece que minha alma tinha saído do meu corpo, inenarrável.

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O buda deitado.


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Simetria.


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Pés do Buda, todo de madrepérola.


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Esperando a massagem na saída do templo: não deixem de fazer por favor!


Após uma manhã e quase uma tarde inteira conhecendo os pontos acima, decidimos atravessar o rio e pegar o por do sol no famoso Wat Arun. Almoçamos antes de pegar o ferry para atravessar o outro lado. Wat Arun Ratchawararam Ratchawaramahawihan é um templo budista da escola teravada, esta localizado na margem oeste do rio Chao Phraya. Wat Arun pode ser traduzido como "Templo do Amanhecer" ou "Templo da Alvorada". Esse templo é perfeito para ver o por do sol e ao subir (paga-se mais um ticket) a vista da cidade é encantadora, afora que a beleza do templo é mais que perfeita.

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Animais nos templos: eles estão onde há paz.


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Almoço para o Wat Arun, porque ninguém é de ferro.


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Um dos milhares de templos nas profundezas de Bangkok.


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Paradinha nas milhares das 7 Elevens (lojas de conveniências) de Bangkok para abastecer.


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Wat Arun


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Bangkok escurecendo visto do Wat Arun


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O dia acabou no Wat Arun: LINDO!


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O sol e o Wat Arun.
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Anexos
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Tuk tuk: símbolo de Bangkok
Editado pela última vez por pedroleo em 17 Jan 2015, 06:15, em um total de 7 vezes.

#1046131 por pedroleo
16 Jan 2015, 16:06
Juliana Champi escreveu:Essa viagem é um sonho na minha vida, com estes 5 países. Pena que eu nunca terei 60 dias de folga, sempre só um mês... talvez tenha que fazê-la em partes!
Acompanhando seu relato!


Olá Juliana não desanime, a Mariza amiga que citei acima só fez 30 dias também e conheceu bastantes lugares. O que precisar pode perguntar. Obrigado pelo feedback. E dependendo do feedback do pessoal vou tendo estimulo para postar mais.
Abraço
#1046234 por pedroleo
16 Jan 2015, 20:40
*** DIA 2 - DAY TRIP AYUTTHAYA ***

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Na saída de Bangkok bem cedinho, vendo as pessoas doarem alimentos aos monges.




Troquei de hostel para um mais em conta, dessa vez escolhi o Suneta Hostel, na Kao San. Além de ser barato, é perto do famoso inferninho de Bangkok, ou seja, sinônimo de comida, compras, turistas, barulho e muita coisa barata, então, vale a pena. O hostel é bom, tem ar-condicionado e é bem limpo, incluso até café da manhã. Acordei cedo pois tinha resolvido fazer uma day trip para Ayutthaya. Como todo viajante de primeira mão na Ásia, me veio a seguinte questão: comprar um pacote nas milhares de agências da Kao San, ou ir por conta própria? Decidi ir por conta própria, não tanto pelo valor e sim mais pela aventura. Combinei com duas gêmeas brasileiras e a Mariza (as três conheci da história da mala perdida), pessoas super agradáveis, atenciosas e ótimas companheiras de viagem. Fui até a estação de trem de táxi (o que me custou uma mincharia) e com as meninas comprei o ticket de trem para Ayutthaya que partiria as 9:00a.m. Se você está na Tailândia pode ter certeza de duas coisas a respeito do transporte: ele vai atrasar (MUITO) e vai estar completamente cheio (LOTADO), dito e feito. O trem partiu as 11:00am, mas conseguimos sentar todos juntos. A viagem durou umas 2 horas e foi tranquila: de janela aberta, eu ia apreciando Bangkok e suas periferias.

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Na estação de trem.
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O nome real é poderoso.


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No trem com as meninas apreciando a viagem e o suburbio de Bangkok.


Chegando em Ayutthaya logo na frente da estação de trem já vimos a placa "BIKE FOR RENT" e foi a melhor escolha do dia, a dona do bar onde se aluga as bikes é uma tailandesa super incrível, alegre e simpática, nos ajudou com diversas informações e nos deu até mapa. Ayutthaya foi o antigo Reino do Sião e é reconhecida pela UNESCO como Património da Humanidade (amo isso). No século XVII a cidade se tornou um importante porto internacional com uma atividade comercial e foi também um complexo de templos budistas que viria a ser destruído depois pelo exército birmanes. Os complexos que os turistas visitam são distantes e é IMPOSSÍVEL FAZER A PÉ: alugue uma moto/bike/taxi. A opção mais econômica é bike, fique sabendo que você irá pedalar muito, mas desbravar Ayutthaya com um mapa na mão, se perdendo, é uma experiência inesquecível.

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Aluguem a bike na frente da estação de metro: pessoas simpaticas e que vão te dar mapas e informações.


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Ayutthaya de bike: a melhor opção.


Quando o exército Birmanês destruiu Ayutthaya em seu pujor e auge ele decepou todas as cabeças de Budas de todos os templos do reino para mostrar seu poderio e força. Começamos no primeiro complexo onde é visto logo na entrada a imagem mais famosa de Ayutthaya: a cabeça do Buda decepada em meio as raízes de uma arvore. Segundo algumas teorias, a cabeça foi deixada no solo e como a cidade ficou desocupada por muito tempo, a arvore cresceu e levou a cabeça com ela. Outra teoria é que alguém colocou ali quando a arvore ainda era pequena e ela cresceu sem danificar parte da estátua. Já os budistas acreditam na força sobrenatural do Buda e sua relação com a natureza.

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Começando o primeiro complexo em Ayutthaya: a cabeça do Buda.


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Aprecie e inspire-se.


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Eu e Ayutthaya uma relação de amor


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Eu e as lindas sendo felizes


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Strike a pose.


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Budas e mais Budas


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Inesquecível.


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Buda deitado de Ayutthaya.


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Os Budas destruídos pelo exercito Birmanês.


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A Tailandia e seu povo de fé.


Acabou nosso passeio A noite, devolvemos as bikes e pegamos o trem de volta, exaustos, suados e sujos, mas felizes por termos presenciados a história diante de nossos olhos. Foi incrível, foi maravilhoso e vale a day trip. Façam e não irão se arrepender.

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Penso, logo existo.


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Vale ou não a pena?


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O sol caindo em Ayutthaya
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*** DIA 3 - DAY TRIP KANCHANANBURI ***
Editado pela última vez por pedroleo em 17 Jan 2015, 06:29, em um total de 4 vezes.
#1046262 por zecarlos.teixeira
16 Jan 2015, 22:01
Boa, vou acompanhando!! Em tempo, fotos iradas!!

Beleza, já tenho a primeira pergunta haha Vi que vc foi para Ayutthaya de trem. Mas vc ouviu falar alguma coisa das vans que vão para lá, e que partem do Victory Monument (se são boas ou se é melhor ir de trem mesmo)? Tinham me recomendado ir dessa forma (disseram ser mais rápido, justamente por conta dos atrasos dos trens), já que tb prefiro sempre fazer por conta própria!
#1046266 por Juliana Champi
16 Jan 2015, 22:16
pedroleo escreveu:
Juliana Champi escreveu:Essa viagem é um sonho na minha vida, com estes 5 países. Pena que eu nunca terei 60 dias de folga, sempre só um mês... talvez tenha que fazê-la em partes!
Acompanhando seu relato!


Olá Juliana não desanime, a Mariza amiga que citei acima só fez 30 dias também e conheceu bastantes lugares. O que precisar pode perguntar. Obrigado pelo feedback. E dependendo do feedback do pessoal vou tendo estimulo para postar mais.
Abraço


Desanimar nunca! Nem que eu tenha que ir em duas vezes mesmo!
Viu que já tem um monte de gente acompanhando e ansioso pelo seu relato, então não desista tb!!! :D
Pretendo guardá-lo como referência pra quando for fazer a minha!

Que foto demais aquela de vcs pulando! Adorei!
#1046270 por pedroleo
16 Jan 2015, 22:23
Thamaracuja escreveu:Relato tá muito massa!
Pretendo ir para esses mesmos países no final do ano e estou começando a me preparar desde agora. Tenho certeza que seu relato vai me ajudar bastante, então sou mais uma acompanhando você :P
E vamo que vamo! Não pare de publicar, por favor! hahaha ::quilpish::


Que legal. Espero que essas dicas sejam preciosas para seu planejamento. Obrigado! Qualquer coisa me pergunta.
Abraços. =)
#1046272 por pedroleo
16 Jan 2015, 22:26
zecarlos.teixeira escreveu:Boa, vou acompanhando!! Em tempo, fotos iradas!!

Beleza, já tenho a primeira pergunta haha Vi que vc foi para Ayutthaya de trem. Mas vc ouviu falar alguma coisa das vans que vão para lá, e que partem do Victory Monument (se são boas ou se é melhor ir de trem mesmo)? Tinham me recomendado ir dessa forma (disseram ser mais rápido, justamente por conta dos atrasos dos trens), já que tb prefiro sempre fazer por conta própria!


Sim, eu ouvi falar dessas vans e creio que essas que você citou são as de agência de turismo da Kao San. Mas o atraso do trem não me fez perder o passeio, muito pelo contrário, ir de trem e apreciar Bangkok foi uma experiência massa, inclusive por viajar com os locais e tal. Então, eu iria de trem de novo, é só pegar o primeiro do dia que dá pra chegar a tempo (são só 80km de Bangkok).
Eu também prefiro ir sempre por conta própria, mas durante o relato você vai ver que em alguns casos vale mais a pena fazer por agência, mas no caso de Ayutthaya não.
Abraços.
#1046321 por zecarlos.teixeira
17 Jan 2015, 07:43
Ótimo, valeu!!


pedroleo escreveu:
zecarlos.teixeira escreveu:Boa, vou acompanhando!! Em tempo, fotos iradas!!

Beleza, já tenho a primeira pergunta haha Vi que vc foi para Ayutthaya de trem. Mas vc ouviu falar alguma coisa das vans que vão para lá, e que partem do Victory Monument (se são boas ou se é melhor ir de trem mesmo)? Tinham me recomendado ir dessa forma (disseram ser mais rápido, justamente por conta dos atrasos dos trens), já que tb prefiro sempre fazer por conta própria!


Sim, eu ouvi falar dessas vans e creio que essas que você citou são as de agência de turismo da Kao San. Mas o atraso do trem não me fez perder o passeio, muito pelo contrário, ir de trem e apreciar Bangkok foi uma experiência massa, inclusive por viajar com os locais e tal. Então, eu iria de trem de novo, é só pegar o primeiro do dia que dá pra chegar a tempo (são só 80km de Bangkok).
Eu também prefiro ir sempre por conta própria, mas durante o relato você vai ver que em alguns casos vale mais a pena fazer por agência, mas no caso de Ayutthaya não.
Abraços.
#1046323 por zecarlos.teixeira
17 Jan 2015, 07:52
Se não for abusar, tenho outra pergunta, mas relacionada à parte das praias... (talvez vc até já responderia quando o relato chegar lá). Como vc fazia com seus pertences (máquina, celular, passaporte...) quando queria mergulhar em alguma ilha que ficasse longe do hotel/hostel? Essa tem sido uma preocupação minha, pois vou sozinho...

Valeu de novo!!
#1046348 por pedroleo
17 Jan 2015, 09:33
zecarlos.teixeira escreveu:Se não for abusar, tenho outra pergunta, mas relacionada à parte das praias... (talvez vc até já responderia quando o relato chegar lá). Como vc fazia com seus pertences (máquina, celular, passaporte...) quando queria mergulhar em alguma ilha que ficasse longe do hotel/hostel? Essa tem sido uma preocupação minha, pois vou sozinho...

Valeu de novo!!


Então, eu sempre andava com meus equipamentos de fotografia/documentos na mochila comigo. Em todas as ilhas eu aluguei uma scooter e fazia o seguinte: estacionava a moto ia na praia tirava fotos, videos e etc. Voltava na moto, guardava a mochila no compartimento dela e passava a chave, voltava para a praia e ia curtir o sol e o mar. Como eu fiz as ilhas no final da viagem eu estava mais desencanado em tirar milhares de fotos, queria apenas relaxar, usei mais o celular.
Na Tailândia o incide de furtos é baixo, acontece mais no hostels. Porém nunca é demais vacilar e ficar sempre de olho nos seus pertences. Quando for sair a noite deixa trancado nos lockers dos hostels, sempre!
#1046370 por zecarlos.teixeira
17 Jan 2015, 10:51
Boa, valeu pelas dicas de novo!


pedroleo escreveu:
zecarlos.teixeira escreveu:Se não for abusar, tenho outra pergunta, mas relacionada à parte das praias... (talvez vc até já responderia quando o relato chegar lá). Como vc fazia com seus pertences (máquina, celular, passaporte...) quando queria mergulhar em alguma ilha que ficasse longe do hotel/hostel? Essa tem sido uma preocupação minha, pois vou sozinho...

Valeu de novo!!


Então, eu sempre andava com meus equipamentos de fotografia/documentos na mochila comigo. Em todas as ilhas eu aluguei uma scooter e fazia o seguinte: estacionava a moto ia na praia tirava fotos, videos e etc. Voltava na moto, guardava a mochila no compartimento dela e passava a chave, voltava para a praia e ia curtir o sol e o mar. Como eu fiz as ilhas no final da viagem eu estava mais desencanado em tirar milhares de fotos, queria apenas relaxar, usei mais o celular.
Na Tailândia o incide de furtos é baixo, acontece mais no hostels. Porém nunca é demais vacilar e ficar sempre de olho nos seus pertences. Quando for sair a noite deixa trancado nos lockers dos hostels, sempre!

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