Troca de informações e relatos de trilhas e travessias na região sudeste do Brasil. Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
#463410 por Fábio Borges
16 Abr 2010, 19:51
Mais fotos no site: http://semlimite01.multiply.com/photos/ ... _Tabuleiro

Para o feriado da páscoa estávamos programando uma cicloviagem pela Ilha do Mel, Superagui, Ilha do Cardoso e Ilha comprida. Estavamos com o roteiro totalmente pronto, o que era uma evolução quando se trata de uma trip organizada por mim e pela Vivi.
Por isso passamos a pedalar de duas a três vezes por semana na cidade de São Paulo para ganhar ritmo. Ocorreu que em um desses treinamentos houve uma fatalidade. Uma motorista desligada entrou na contra mão e me atropelou. O resgate foi chamado e os bombeiros fazendo uma análise bem meia boca, falaram que tinha apenas uma pequena luxação na mão, pois estava movimentando-a normalmente.
Como tinha programado uma trilha de bike para o final de semana, após dois dias da fatalidade resolvi ir ao médico para tirar uma radiografia e para a minha infelicidade, ficou constatado que o quinto metarcarpo da minha mão esquerda estava quebrado e por muito pouco não partiu ao meio. Enfim, 3 semanas com gesso e a cicloviagem cancelada.
Como não tínhamos nenhum plano B, passamos a procurar um roteiro que se enquadrasse em minhas limitações temporárias. Pesquisa dali, procura daqui e tive a grande idéia de sugerir a travessia Lapinha-Tabuleiro. Ao pesquisarmos os preços dos transportes até lá já desanimamos. Para ir e voltar de ônibus sairia cerca de R$ 260,00.
Nisto recebemos um email do Luis dizendo que se a turma dele não fechasse a travessia da ponta da joatinga iria conosco. Aguardamos ansiosamente a confirmação dele, mas eu já estava disposto a ir com meu carro até lapinha mesmo com uma mão quebrada.
Enfim, na segunda-feira da semana do feriado ele confirma presença. Marcamos para sair de São Paulo na quinta ás 9 horas da manhã. Indo para o local de encontro o Luiz liga e avisa que tinha esquecido que neste dia da semana era rodízio do seu carro e que esperaria até as dez. Como minha casa fica perto da Serra da Cantareira e iríamos pela estrada da Roseira para cortar o transito, já que a Fernão Dias ainda continua com um trecho interditado no sentido BH, eu e a Vivi fomos até minha casa.
Busquei a Vivi em casa e ficamos esperando o Luis chegar. Por volta das 11h ele chega e partimos para o nosso destino. No caminho paramos na cidade de Cambuí para almoçar e logo retornamos para estrada. Durante o caminho o Neilor, que mora em BH, confirmou presença na pernada, mas como estava no Rio e disse que só chegaria a Santana do Riacho por volta das 8h30 da manhã de sexta. Após alguns perdidos na região metropolitana de BH, chegamos a Santana do Riacho por volta das 23h.
Decidimos ficar na parte alta da cidade onde fica a sede da prefeitura, pois ficaria mais próximo de Lapinha. Ao contrário da parte baixa, que é conhecida por Santana do Cipó, está parte não tem muita estrutura. Ficamos hospedados na simpática pousada 3 corações pelo preço de R$ 25,00 com direito a café da manhã (tel. 31 – 3718-6390 ou cel 31 – 83729866, Willian).
Deixamos nossas coisas no quarto e seguimos até a bucólica praça para tentar comer algo. Infelizmente não havia nada para comer e percebemos que deveríamos ter feito nossa ceia na parte baixa, já que lá havia muitos restaurantes. Paciência! Era o que tinha para janta.
Comemos qualquer porcaria e tomamos umas cervejas e uma pinga com mel no bambu e fomos dormir.
Levantamos, tomamos um belo de um banho e fomos tomar nosso desjejum. Enquanto esperávamos o Neilor fizemos contato com nosso resgate. O dono da pousada indicou o Wando (tel 31 – 8503-9032).
Inicialmente fechamos o valor de R$ 40,00 para levar até Lapinha e R$ 160,00 para o resgate em Tabuleiro. Estava ótimo demais. Neste ínterim, chega o Neilor e prontamente arrumamos nossas mochilas no “grande” porta-malas do Uninho do Wando e seguimos para Lapinha.
Ao chegarmos a Lapinha, o Wando veio com uma conversinha de que tinha passado o preço errado do resgate em Tabuleiro e queria aumentar o valor em R$ 70,00. Princípio de confusão e chegamos ao valor de R$ 200,00.
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Ás 10h30 iniciamos a caminhada e logo encontramos um grande grupo de pessoas que estava fazendo a travessia. Neste grupo tinha de tudo mulheres, crianças, idosos. Poucos minutos de caminhada e deparamos com um lago. Como ninguém queria molhar as botas já no começo da trilha paramos e as tiramos. Aqui perdemos um bom tempo, não pela dificuldade da travessia, mas sim porque estava muito engraçado ver o grupo atravessando o lago. Alguns deles optaram por atravessar o lago pela “balsa” charrete pelo simbólico valor de R$ 1,00.
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Colocamos nossos calçados e seguimos enfrente em direção a uma cachoeira. O grupo virou a direita margeando o lago já que iriam pelo caminho mais fácil. Nós queríamos ir pelo pico do Breu.
Chegamos à cachoeira que forma dois belos poços para mergulho. Como eu estava com o braço engessado e ainda não tínhamos caminhado direito ninguém quis entrar. Subimos o morro sempre usando como referência os canos de água.
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No final da subida pegamos a trilha da esquerda e novamente a esquerda em uma bifurcação logo a frente. Logo cruzamos com o rio que forma a cachoeira que passamos a pouco tempo. O relógio marcava 11h15, neste instante percebemos o quanto tempo demoramos para atravessar o lago. Mas valeu a pena, pois estava engraçado ver aquelas pessoas atravessarem.
Seguimos caminhando por um trecho plano e com uma cachoeira ao fundo em nossa direita. Em dez minutos chegamos à base do suposto pico do Breu, que os locais tinham indicado (digo suposto porque explicarei mais adiante a história do Pico do Breu).
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Neste trecho a trilha é bem batida e seguimos contornando o suposto Breu pela esquerda. Ao meio dia cruzamos com uma cerca e em mais 10 minutos depois de subir e descer um morrinho passamos por um rio. Após uma leve subida, deparamos com uma casa abandonada a nossa esquerda.
Logo chegamos a um platô que dá acesso ao cume do suposto Breu. Deixamos nossas mochilas em um canto e fizemos o ataque. Subimos rapidamente e ás 12h30 chegamos ao cume e percebemos que aquele não era o ponto mais alto da Serra. Pausa para fotos e ficamos contemplando o visual da lagoa por uns dez minutos, como o Luis não quis subir decidimos não demorar.
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Ao encontrarmos com o Luis ele mostrou que o GPS apontava aquele morro como sendo o Morro do Cruzeiro (realmente tinha uma Cruz lá em cima) e que o Breu estava a 4 km dali.
Fizemos uma pausa rápida para comer umas frutas e guloseimas e logo seguimos na procura do Breu. Seguimos em direção nordeste por uma trilha bem precária que sumia toda hora. Como a vegetação era rasteira seguimos visualmente e com as informações do Gps.
Ás 13h30 cruzamos com uma cerca, o Gps dava que estávamos andando paralelamente a trilha plotada nele. Como havia um grupo seguindo naquela direção e ali não havia trilha decidimos continuar assim mesmo. Porém, após 1 hora e 15 minutos percebemos que estávamos perdendo altitude e cada vez mais longe do caminho que tínhamos no GPS.
Uma breve reunião para estudar o caminho e percebemos que o caminho que tínhamos que percorrer fazia uma curva de 90° antes da cerca. Pelo GPS estávamos a 200 metros da trilha só que ela estava em cima e nós embaixo.
Nós tínhamos duas opções voltávamos até a cerca ou escalávamos um paredão rochoso para chegar à trilha. Eu com o braço engessado adivinha a minha opinião? É claro que escalar o paredão rochoso kkk.
E lá fomos costear o paredão para achar o melhor caminho para a nossa breve escalaminhada. Subimos sem muitos problemas e as 15h20 chegamos ao topo do morro que dá vista para o famoso Bico do Breu. Fizemos uma pausa para mais um lanche.
Ali ficamos uns minutos apreciando o visual e avistamos uma tempestade lá longe que vinha em nossa direção. Diante deste novo fato decidimos abortar a escalada do Pico do Breu.
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Contornamos o Breu pela direita e fomos perdendo altitude. Não demorou muito e a chuva nos alcançou. Pausa para todo mundo colocar anorak. Como eu já estava com o meu, fiquei estudando o melhor caminho para descer.
Cruzamos um cerca e seguimos em frente, sem trilha somente guiado pelo GPS. Em determinado momento, percebemos que o melhor a fazer era esquecer GPS e visualizar um ponto de referência e fazer nosso próprio caminho.
Olhamos no GPS vimos que próximo a nós o rio Paraúnas formava uma prainha. Lá de cima avistamos e seguimos na direção dela. Ao chegarmos próximo ao rio encontramos uma cerca. Seguimos a pela direita até encontrar um melhor ponto para atravessar o rio.
Ao chegar próximo a prainha o rio faz uma curva e a cerca segue enfrente. Logo achamos um ponto para atravessar a cerca e vimos uma trilha que dava no melhor local para atravessar o rio.
Pegamos a trilha e voltamos em direção ao rio. Ela leva ao melhor local para atravessar de uma margem para outra. Basta pular sobre as pedras e pronto! Chegamos a prainha as 17h45. Perguntamos o caminho para a casa da Dona Benta, já que o GPS estava indicando a direção errada agora.
Segundo o guia do grupo estava acampado na prainha era só seguir enfrente na trilha principal. Logo encontramos uma placa informando que nosso destino estava a 1 km.
Por estar nublado o tempo, a noite caiu rapidamente e logo passamos a andar no escuro. Chegamos à fazenda da Dona Benta às 18h20. Fomos informados que ela estava cobrando R$ 10,00 pelo camping e mais R$ 12,00 pelo prato de comida. Como estávamos cansados da caça ao breu, decidimos comer uma comidinha caseira mesmo ao invés de preparar nosso suculento miojo rs.
Após o jantar, fomos montar nosso acampamento. O local estava lotado já que havia vários grupos estavam fazendo a travessia e como eles foram pelo caminho tradicional (sem passar pelo Breu) todos já estavam devidamente instalados, sobrando pouco espaço para armar nossa barraca.
Barraca montada e agora era a hora do banho e do vinho com queijo. Ficamos conversando até quase às 22h e fomos todos dormir. Durante a noite toda a chuva não deu trégua.
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Acordamos por volta das 6h30 e ainda chovia. Só conseguimos sair da barraca ás 7h30 quando a chuva deu uma parada. Desmontamos rapidamente o acampamento e fomos tomar café.
Nem bem terminamos de desmontar as barracas e a chuva voltou cair, mas desta com mais intensidade. Ficamos aguardando até ás 10h20 quando ela deu uma pequena trégua e iniciamos a caminhada.
Seguimos pela a estrada que sai de frente e na primeira bifurcação tomamos a direita, pois essa era a indicação da Dona Benta. Porém o GPS indicava que deveríamos seguir para a esquerda. Ficamos em dúvida se seguíamos a sugestão da dona Benta ou do GPS. Neste ínterim, chegou um grupo e informou estavam indo pelo caminho da direita e decidimos segui-los.
Logo cruzamos com um rio, atravessamos o por uma ponte de pedra. Seguimos caminhando por uma trilha que mais parecia uma estrada. Logo cruzamos uma cerca depois de um riacho viramos à esquerda.
A garoa não dava sinais que iria embora tão cedo, mas começamos a assar de baixo de nossos anoraks e decidimos tira-los. Fiz uma proteção bem meia boca para não molhar meu gesso e segui em frente.
Atravessamos mais uma parteira e seguimos em frente e na bifurcação tomamos o caminho da esquerda subindo levemente até encontrar uma porteira a nossa direita que dava para um pasto. Entramos nela e passamos a caminhar no meio do pasto até sair em outra porteira que dava de frente para um rio.
Como já eram 12h35 e a garoa tinha dado um tempo resolvemos fazer nossa pausa para um merecido lanche. Cruzamos o rio e sentemos sobre uma laje rochosa. Após 30 minutos retornamos nossa caminhada.
Ainda sobre as rochas seguimos à direita em direção aos postes de energia. Após chegar aos postes fizemos uma curva acentuada para a esquerda em direção ao vale. Neste momento a chuva tinha parado, porém na decida para o vale era sobre as pedras que estavam um verdadeiro sabão.
Descemos em direção a mais uma porteira para logo atravessar outro rio por cima de um tronco de árvore caída. Nesta hora ocorreu um acidente.
Como o grupo era grande, ainda tinha pessoas descendo em direção ao rio, nisso uma menina do grupo que estávamos acompanhando levou um rola e torceu o tornozelo. Fim de trilha para ela.
Ficamos aguardando bom um tempo o pessoal improvisar uma maca para trazer ela. Nesta hora, decidimos seguir em frente sem o grupo, já que tinha muitas pessoas ajudando. Depois de atravessar há uma boa área de camping. A direita desta área sai a trilha que leva a casa da dona Maria. Pelo GPS faltavam mais ou menos dois quilômetros.
Chegamos ás 14h30 na casa da Dona Maria. Como estava cedo fomos procurar o melhor lugar para acampar, enquanto o Luis foi perguntar quanto ela cobrava a comida.
Depois de alguns minutos o Luis informou que para acampar ela não cobrava nada, mas que pela janta eram R$ 15,00. Cardápio: arroz, feijão, carne de panela, fritas e salada.
Como tínhamos comida em nossas mochilas eu, a Vivi e o Neilor decidimos fazer nosso jantar, principalmente porque tínhamos uma lingüiça portuguesa que já poderia não estar própria para consumo. Meu cardápio e o da Vivi: miojo sabor calabresa e como mistura lingüiça portuguesa frita. O do Neilor aquele miojo de copinho que não sei escrever o nome kkkk.
Enquanto estávamos comendo chegou Luis com um prato e uma panela com um pouco de mistura para nós. Ou seja, nosso jantar foi uma verdadeira fartura.
Pouco antes de anoitecer subimos para a casa da dona Maria para prosear um pouco. Não parava de garoar e mesmo assim Neilor e eu ficamos conversando com o “líder” do grupo que veio conosco fora da casa mesmo.
Tomamos nossa ultima garrafa de vinho e depois passamos a tomar a pinga produzida pelo marido da dona Maria. A Vivi logo foi dormir e nós ficamos.
Após muitas rodadas decidimos que era a hora de descer, pois aquilo, como diria outro grande filosofo sem limites, não teria fim.
Eu e o Neilor descemos trançando as pernas juntamente com uns malucos. Sendo que um deles estava descalço e tocando gaita (é claro que o grau dele estava muito maior que o nosso). E assim descemos ora na trilha ora saindo dela rs.
Quando eu e o Neilor estávamos tomando a trilha errada para a nossa área de camping, surgiu uma voz do escuro avisando que estávamos errados. Adivinhe quem era? O maluco da gaita rs.
Ao chegar à área de acampamento ainda tive tempo de aprontar mais uma rs. Estava quase entrando na barraca quando o Neilor me avisou. “Fábio, essa não é sua barraca” rsrs Caímos na gargalhada e seguimos para a nossa direção correta. Ainda ficamos conversando um pouco, já não chovia mais. O tempo abriu um pouco dando para enxergar as luzes de BH. Mas logo fechou e a chuva caiu forte novamente. Nos recolhemos e fomos dormir.
Acordamos cedo novamente más a chuva que caia não dava ânimo algum para sair da barraca. Novamente por volta das 7 da manhã ela parou.
Tomamos nosso café da manhã e passamos a deliberar qual caminho seguiríamos, já que a chuva tinha atrasado nosso cronograma novamente e o Neilor tinha horário para chegar a BH para pegar o ônibus para o Rio. Tínhamos a opção de seguir a trilha para a parte alta da cachoeira e descer por uma trilha que saia de lá ou descer pelo caminho tradicional.
Como tínhamos notícias que um grupo não conseguiu atravessar o rio devido à forte correnteza, optamos por descer pelo tradicional e tentar chegar à cachoeira pela parte baixa.
Subimos para acertar nossa conta com a dona Maria, mesmo sabendo que ela não cobrava pelo camping, decidimos deixar R$ 10 cada pela hospitalidade. Ao chegarmos a casa dela, fomos recebidos com um café quentinho e um delicioso queijo branco pelo marido dela o Sr. José Maria, sujeito simpático e de boa prosa (tel deles 31 – 9652-9156).
Iniciamos a caminhada somente às 10h da manhã. A trilha que segue da propriedade da dona Maria até a portaria do parque é bem demarcada e sem maiores problemas. Somente nas lajes rochosas pode confundir um pouco, más basta seguir as sujeiras das mulas.
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Chegamos ao mirante da cachoeira ás 11h30. Tiramos umas fotos e seguimos nosso destino, saindo do parque às 12h15 e caminhamos lentamente em direção a tabuleiro onde encontraríamos com nosso resgate, que já estava esperando em frente a um bar.
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Não deu outra paramos e comemoramos o sucesso da trip. Após algumas cervejas seguimos em direção a Santana do riacho já que a jornada era longa. Porém, cinco minutos após entrarmos no carro, o Neilor se deu conta que tinha esquecido sua carteira no bar e lá fomos nos resgatar a carteira dele rs. No caminho para Santana, o Neilor fez o motorista parar para apresentar a estatua do Juquinha. Juquinha era um famoso caminhante da serra do cipó e colhia flores no campo para dar aos viajantes que encontrava pelo caminho, reza a lenda que ele morreu duas vezes.
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Chegamos a Santana por volta das 17h e o Neilor se despediu rapidamente e voou para BH, enquanto nós fomos tomar um belo banho e jantar na pousada 3 corações antes de seguir para São Paulo numa cansativa viagem de mais de 12 horas. O jantar e o banho nos custaram R$ 12,00.
Enfim, mesmo tendo ocorrido alguns contra tempos devido ao mal tempo que nos custou deixar de lado o ataque ao pico do Breu e a parte alta da cachoeira de tabuleiro foi mais uma caminhada adorável na companhia de pessoas especiais que acrescentam alguma coisa em nossas vidas.
Editado pela última vez por Fábio Borges em 21 Set 2010, 12:58, em um total de 2 vezes.

#463412 por Fábio Borges
16 Abr 2010, 19:52
Por um problema no meu computador, postarei as fotos assim que conseguir recuperar as fotos do HD. ::lol4:: ::lol4:: ::lol4:: ::lol4::
#464680 por Fábio Borges
22 Abr 2010, 12:15
Agora com fotos rsrs senão o povo irá falar que meus relatos são lendas kkkk ::lol4:: ::lol4:: ::lol4:: ::lol4:: ::lol4:: ::lol4::
abraços!
#464794 por Cris*Negrabela
22 Abr 2010, 17:40
01, otimo relato para mais uma trip fantastica.
Enquanto voces tomavam chuva no Cipó, eu tomava chuva em MV hehehe
#473142 por Fábio Borges
25 Mai 2010, 16:39
HenriqueMauri escreveu:ae pessoal, alguém ta indo pra fazer a travessia nesse feriado?
to saindo de Vitória - ES pra Lapinha no dia 01/06

abraços


Henrique... posta o convite na parte de companhia para viajar... acho mais fácil vc arrumar companhia lá...
abraços
#473820 por HenriqueMauri
28 Mai 2010, 10:08
Blz Fábio, vou seguir sua dica.

E outra, gostaria de receber uma dica sua ou da Vivi em relação a logistica da travessia, do tipo:
Estou saindo de Vitória - ES pra BH, de la eu sei que pego o buzão pra Santana do Riacho onde de la eu irei pra Lapinha onde começo a caminhada, só que meu maior problema é o mapa da travessia, estou me baseando só neste mapa:
http://www.clubedosaventureiros.com/ca/ ... 20ver2.jpg

Pode me passar algumas informações em relação a isso?

abraço
Henrique
#473821 por Fábio Borges
28 Mai 2010, 10:12
vc vai fazer a travessia passando por cima da serra do Breu ou a tradicional indo por baixo?

depois me manda o seu email que eu tenho umas coisas interessantes de um guia de trilha aqui comigo (eu não usei pq só depois que eu tinha essas informações)
#473834 por HenriqueMauri
28 Mai 2010, 10:44
Então, estoudecidindo ainda por onde vou fazer a travessia, o que vc me indica? tenho até três dias pra fazer a travessia, pois saio de Vitória na terça proxima e domingo tenho que estar de volta.

Te enviei um email solicitando informações.

Muito obrigado pela atenção.
att,
Henrique
#473874 por Fábio Borges
28 Mai 2010, 12:27
Então Henrique,

eu se fosse vc faria travessia por cima da serra do breu, como nós fizemos. O visual é muito lindo e é a melhor parte da travessia. Mas vc tem que estudar bem a carta topográfica da serra, pois chega uma hora que não tem trilha e vc caminhará apenas no visual. Se vc tiver gps e usar esse relato com referência acho que dá para vc se virar legal...

vou olhar o email e mandar o material que tenho aqui...

quanto a logística, todos os contatos que eu tenho estão aqui no relato.

abraços
#473884 por HenriqueMauri
28 Mai 2010, 13:31
blzzzzzz Fábio, ja recebi seu email, vou seguir pelo pico do Breu mesmo.

outra dúvida, vc saiu de BH pra Lapinha? qual buzão pegou? é que estou me baseando em um roteiro de 2006, ai nem sei se existe isso!! rs
Como fez pra chegar no local onde começa a travessia?

valeu por ajudar.
Henrique

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