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20 dicas pra você organizar e economizar no mochilão

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Para mochilar mundo afora não basta só colocar uma mochila nas costas e sair perdidaço por aí (pode ser que você faça isso depois de se tornar expert no assunto),  é preciso planejar a viagem com antecedência e pesquisar sobre os destinos que pretende visitar. Quanto maior for o seu conhecimento e melhor for o planejamento, melhor (e mais barata) será sua viagem.

1 – Organize a documentação

Antes de começar a organizar a viagem, a primeira coisa que você precisa resolver é a documentação. Para não ter dores de cabeça durante a viagem e nem ter de enfrentar a fila dos serviços públicos na última hora. Confira os documentos básicos:

2 – Planeje antecipadamente

Este é o grande segredo dos que viajam de forma independente. Quem reúne o máximo de informações sobre os destinos que irá visitar, fará a viagem se tornar muito mais enriquecedora, segura e barata.

Em primeiro lugar pesquise se os países de destino necessitam de visto para brasileiros e como consegui-los. Alguns não exigem visto, mas para entrar em seus territórios é necessário atender algumas formalidades como no exemplo dos países europeus que fazem parte do Acordo de Schengen .

Também faz parte do planejamento  pesquisar além do “esquema pra turista ver”, além dos cartões postais. Pesquise sobre a cultura, a história, a política, a geografia e a economia dos destinos.  Se deseja visitar parques nacionais e outras áreas preservadas e/ou selvagens tente saber mais sobre a fauna e flora da região e os cuidados que se deve tomar antes de se aventurar em alguma trilha, por exemplo. Pesquise também sobre quais são as roupas e equipamentos mais adequados ao clima e geografia das regiões que irá visitar.

3 – Crie um roteiro e estime um orçamento diário básico

Crie uma lista dos destinos que pretende conhecer e pesquise:
• Quais são as principais rotas e meios de transporte para se chegar nos destinos escolhidos e quanto custam os serviços de transporte para chegar até eles.
• Quais são os principais tipos de hospedagem nas cidades por onde irá passar e quanto elas custam.
• Quais são as “principais atrações” e se as mesmas são de fácil acesso ou necessitam da contratação de serviços de tours ou guias e quanto custam estes serviços. Sobre os custos, vale lembrar que sempre há aquela “margem de erro”; portanto pode colocar sempre um pouquinho mais pra cima (melhor sobrar do que faltar não é mesmo?).

Depois de criar seu roteiro você pode publicá-lo do fórum Roteiros de Viagem do Mochileiros.com e pedir a ajuda de outros viajantes – para obter sugestões, para saber se você não deixou passar algo imperdível ou se precisa de ajustes. De qualquer forma, seu roteiro será apenas um rascunho da sua viagem,  não significa que você terá obrigatoriedade de cumpri-lo a risca (esta é uma das inúmeras vantagens de se viajar de forma independente), você provavelmente irá ficar mais ou menos em cada uma das cidades que incluiu no roteiro, por motivos variados (gosto pessoal, orçamento, clima etc).

Aqui, nós publicamos 10 dicas de como montar um roteiro de viagem.

4 -Controle seu orçamento

Controlar o orçamento é a parte mais importante de qualquer mochilão. Uma mesma viagem pode ficar terrivelmente mais cara se você não tomar certos cuidados. Antes de perguntar se sua grana será suficiente faça uma reflexão sobre os seus hábitos de consumo.

É necessário que você conheça seus limites e o quanto estará disposto a sair da sua zona de conforto. Pense o quanto estará disposto a perder de sua privacidade e do seu conforto em diversos momentos do dia (principalmente na hora de dormir), o quanto consumista e exigente você é, e principalmente o quanto estará disposto a pesquisar e pechinchar antes de comprar um produto ou serviço. Isso fará toda a diferença no custo final da viagem.

Confira a seguir algumas dicas para economizar e pense quais são as mais adequadas para você.

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O gasto com transporte inclui a locomoção de partida e chegada; o gasto entre um destino e outro (do roteiro) e também pelo próprio destino (dentro da cidade, por exemplo).

5- Economize na passagem aérea

Passagens aéreas podem consumir boa parte de seu orçamento e os preços da mesma passagem, nos sites de agências, operadoras e companhias aéreas podem ter grande variação, custando até 10 vezes mais, dependendo da data em que for comprada. Confira algumas dicas para garantir o melhor preço:

  • Pesquise muito antes de comprar, nos sites das companhias aéreas, nos portais de comparação de preços e nos sites de agências especializadas em venda de passagens.
  •  Compre a passagem com pelo menos 2 meses de antecedência.
  • Evite a alta temporada –  Janeiro, julho e dezembro são meses de alta temporada, além dos feriados. Nos Estados Unidos e na Europa, agosto também é alta estação, por causa das férias de verão.
  • O dia da semana do embarque também pode fazer o preço ficar mais alto.  Terças, quartas e quintas-feiras são campeãs de preços baixos para voos dentro do Brasil.
  • Evite comprar passagens só de ida (one way) pois elas custam quase o mesmo preço das Round Trip (ida e volta).
  • Fique de olho nas promoções em blogs especializados e nos sites especializados em venda de passagens aéreas.
  • Se seu roteiro for flexível tente pesquisar por passagens em rotas alternativas. Países ou estados vizinhos às vezes podem ter passagens muito mais baratas que o destinos onde você está, sendo assim uma viagem de ônibus até lá pode valer muito a pena. (ou não, dependendo da região, na Europa por exemplo é muito mais barato viajar pelas companhias de low cost / low fare).
  • Se for viajar por muitos países em continentes diferentes, um bilhete RTW (Round The World Ticket) pode fazer a sua viagem muito mais barata.

Aqui, a gente publicou uma lista com mais de 100 companhias aéreas low cost (baixo custo) mundo afora. Vale conferir.

– Sites de passagens promocionais, comparação de preços e operadoras especializadas em venda de passagens aéreas.

Decolar.com
No resultado da pesquisa de passagens aéreas do site da Decolar.com há uma aba de navegação com o nome de “Evolução dos Preços”. Clicando nessa aba você poderá ver a diferença de preço da passagem em várias datas diferentes.  É uma ótima ferramenta para quem pode viajar em datas flexíveis.

Skyscanner
O site Skyscanner é um comparador que pesquisa o preço das passagens nos sites das companhias aéreas e também em diversas agências e operadoras.

Momondo
O site Momondo também é um comparador de preços e quando efetuada a busca, um gráfico de preços estimados é mostrado acima do resultado da busca com as datas em que a passagem tem um preço menor.

Melhores Destinos
O Melhores Destinos é um site especializado em divulgar promoções de passagens aéreas. Assine sua newsletter e acompanhe os perfis do site nas redes sociais.

6 – Economize no deslocamento entre destinos

Carona 

A boa e velha carona ainda é uma opção viável para economizar no transporte. Em alguns países ela é parte da cultura local e até mesmo no Brasil é possível viajar desta forma.  Nesse link há algumas dicas pra vc que tem disposição e tempo pra enfrentar a estrada no dedo e abaixo seguem alguns links dos melhores sites e apps disponíveis sobre o assunto:

Hitchwiki
O site Hitchwiki é uma enciclopédia wiki para caroneiros e você irá encontrar uma lista de sites e apps e muitas dicas para encontrar carona mundo afora.

Central de Caronas – Mochileiros.com
No sub-fórum Central de Caronas do Mochileiros.com vc pode abrir um tópico pedindo ou oferecendo uma carona.  Abra o tópico com antecedência com a data da viagem e boa sorte.

Compartilhamento de gastos de viagem de carro

Além de tentar a sorte na beira da estrada pra viajar de graça, hoje há também algumas opções de aplicativos pra quem quer dividir os custos da viagem com alguém que está indo na mesma data para o mesmo destino que você.

Blablacar
O Blablacar é um aplicativo de compartilhamento de viagens disponível em vários países, incluindo o Brasil.  O app é uma espécie de AirBnB das viagens de carro, onde o dono do veículo cadastra a viagem que irá fazer e coloca preço para compartilhar os custos. Na data de criação deste post fizemos uma pesquisa do trajeto Rio De Janeiro x São Paulo e o valor da carona sai no mínimo pela metade do preço que a mesma viagem feita em ônibus.

Ônibus, trem ou avião? 

GoEuro
Se o seu destino é a Europa, a plataforma (site +app) GoEuro possui um comparador de preços entre as passagens de ônibus, trem ou avião para destinos do velho continente e, surpreendentemente em alguns destes destinos as passagens aéreas se mostraram muito mais baratas que as outras opções.
Definitivamente viajar para a Europa com essa ferramenta é garantia certa de poupar seu suado dinheiro.

Foto: Kiwi Experience

Foto: Kiwi Experience

7 – Economize no deslocamento em grandes cidades

Uma vez na cidade ou destino escolhido há várias formas de salvar seu orçamento e a melhor pedida é se deslocar utilizando os mesmos serviços de transporte que a população local utiliza. Obviamente estes serviços não estarão disponíveis em regiões remotas e destinos selvagens. 😀

Transporte público

Use e abuse das cidades que possuem uma boa rede de transporte público. Segue abaixo alguns sites e aplicativos que podem lhe ajudar nessa missão.

aMetro
Com o aplicativo aMetro você pode baixar os mapas de linhas de metrô de diversas cidades do mundo. Não é uma maravilha, mas quebra o galho.  Disponível apenas para Android.

Transit
O  Transit te mostra qual a melhor opção de transporte para se locomover em mais de 125 cidades do mundo. Disponível para Android e IOS.

Moovit
O Moovit também te mostra qual a melhor forma de chegar ao seu destino, porém com a vantagem de estar em mais 1.000 cidades mundo afora. Disponível em Android, IOS e Windows Phone.

Táxi, Uber e outros serviços

Para aquela noite depois de tomar alguns goles a mais,  daquela festa que terminou de madrugada, o táxi e serviços como o Uber podem te ajudar a chegar seguro no hostel.  O Uber opera em 77 países e em muitos o serviço UberX pode ser uma opção econômica para voltar da farra.  Neste link é possível ver as cidades onde o Uber está presente.
Ao contrário do Uber ainda não há um aplicativo de táxi operando globalmente, o único que encontramos com mais alcance é o Easy que diz operar em 420 cidades, quase todas na América Latina.  A melhor opção para pegar o táxi via app é descobrir no local qual o melhor aplicativo a ser usado.

Bicicleta

Em muitos destinos você irá economizar muito se alugar uma bicicleta para circular pelas atrações. Você pode fazê-lo através de uma empresa ou até de particulares, utilizando sites como o Spinlister, que além de bicicletas, aluga pranchas de surf e snowboard. A plataforma conta com app disponível para Android e iOS.
Em algumas cidades do mundo há inclusive, empréstimo de bicicletas, como no caso de Buenos Aires, Argentina.
E o de sempre: Google. Procure no Google por rent a bicycle + nome do destino.

Foto: Tetris Container Hostel - Foz do iguaçu

Foto: Tetris Container Hostel – Foz do iguaçu

8 – Economize na hospedagem

Albergues / Hostels

Se for viajar sozinho a dica são os quartos coletivos, se viajar em dupla ou casal os albergues também possuem quartos privativos que em geral são mais baratos que os hotéis Econômicos.   Os principais sites e aplicativos pra reservar hostels são:

Booking.com
O Booking.com é um dos principais serviços de reservas do mundo e nele há milhares de hostels mundo afora, além de outros tipos de hospedagem como hotéis econômicos, apartamentos, campings entre outros.

DetectaHotel
Compara preços de hospedagem em diversos sites e sistemas de reserva do mundo. Uma mão na roda.

HostelWorld
O HostelWorld já foi o melhor e maior site do gênero, não é mais, mais ainda continua sendo uma boa opção para reservar seu hostel.

HI Hostel
A Hostelling International que é a mais antiga rede de hostels do mundo ainda continua na ativa com opções em todo mundo.

Se você é novo/a nesse “mundo mochileiro” talvez tenha algumas dúvidas sobre o que é, como é um albergue/hostel. Aqui tem um post pra você.

Apartamentos, quartos e outros tipos de hospedagem

Airbnb
No Airbnb você pode se hospedar na casa de locais, alugando um quarto inteiro, um sofá ou até mesmo uma casa ou apartamento em diversos destinos mundo afora. Clique nesse link, faça o cadastro e ganhe R$ 85,00 de crédito para sua próxima estadia.

Tripping.com
O Tripping.com é uma espécie de comparador de sites de reserva de diversos tipos de hospedagens. Nele você irá encontrar de tudo, desde hostels, apartamentos, quartos e muito mais. Faça uma busca por preço e descubra opções a partir de US$ 10 a noite em diversos destinos mundo afora.

Camping

Free Camping

Há Free Campings em diversos destinos do mundo, principalmente nos EUA, Canadá e Europa. Procure no Google por “free campsites”, “free camping sites” ou “free campgrounds” + o nome do destino e veja se nele há esta opção. Em destinos com frio extremo é necessário barraca, saco de dormir e roupas especiais.

Camping em áreas privadas

Se você topa acampar em um jardim, o site Camp in My Garden, traz algumas opções mundo afora. Já o site Gamping traz várias opções de áreas privadas que vão muito além de jardins e quintais. Há opções de sítios, fazendas e até mesmo reservas naturais privadas em diversas partes do mundo e o melhor, tarifas a partir de 5 doletas.

Vale lembrar que acampar em ambientes selvagens, hostis e/ou com temperaturas extremas, além de não ser recomendado para viajantes inexperientes, muitas vezes podem também ser locais onde a prática de camping é proibida, podendo ocasionar problemas sérios com as autoridades locais, portanto, pesquise muito bem antes de montar a barraca.

Couchsurfing

Você já deve ter ouvido falar em Couchsurfing, uma rede social de hospitalidade. Nela os participantes oferecem seus  “sofás”  aos  viajantes da rede. Aqui a viajante Bia_mojotrotters publicou 4 dicas para aumentar as suas chances de conseguir hospedagem no Couchsurfing. Vale conferir!

Warmshowers

Na mesma “vibe” couchsurfing, ao invés do sofá, o Warmshowers oferece uma “ducha quente” pra você. Detalhe: a comunidade é destinada a cicloturistas. Portanto, se você estiver mochilando de bike, vale conferir.
Tem app para Android e iOS.

Longas viagens noturnas e locais públicos abertos 24h

Em uma viagem longa, dormir sem pagar nada em algumas oportunidades poderá fazer você economizar bastante. Escolher viajar a noite em ônibus e trens e em alguns locais públicos são algumas das opções. O site The Budget Traveller Guide to Sleeping in Airports, traz uma lista dos melhores aeroportos do mundo para dormir.

Trocar de casa temporariamente com viajantes do mundo todo

Essa seria uma opção para aqueles que estão interessados em passar uma temporada em apenas um destino, o que é uma boa opção para férias em família, por exemplo. Nos sites que promovem este serviço você paga uma taxa e cadastra sua casa e pode pesquisar se alguém em algum lugar do mundo estaria interessado na troca temporária.
Os principais sites do assunto são: http://www.homeexchange.com, http://www.homeforexchange.com, http://www.homelink.org/ e http://www.intervacus.com

Foto: lifehack.org

Foto: lifehack.org

9 – Economize na alimentação

Diarreia do Viajante

A alimentação é mais um item que vai levar boa parte do seu orçamento e, caso você venha a dar um pequeno vacilo com qualquer coisa que comer ou beber durante a viagem, a chance de ficar de molho por alguns dias por conta de intoxicação alimentar é grande.
Os casos da chamada Diarreia do Viajante são muito comuns, alguns sites dizem que chegam a afetar até 50% dos viajantes. A causa provavelmente é a mudança temporária de hábitos, temperos, sabores, descuidos alimentares e da bactéria Escherichia Coli. Para evitar a contaminação, além dos cuidados básicos de higiene e de alimentação, hoje há também uma vacina tomada de forma oral chamada Dukoral que além da Escherichia Coli,  também protege contra a Cólera.

Café da manhã incluso + supermercado: A dupla de sucesso! 

Se hospede em lugares que ofereçam café da manhã incluso e cozinha coletiva. Geralmente a maior parte dos hostels oferece as 2 opções, assim você já elimina este custo do café da manhã e pode se virar pra cozinha seu almoço ou jantar. Escolher apenas uma das duas opções pra conhecer a gastronomia local é outra forma de economizar (aí vale a dica abaixo).

Fuja dos “Restaurantes para Turistas”

Os restaurantes frequentados por moradores certamente terão os pratos da gastronomia local a preços bem menos salgados.  Se você não curtiu a comida local por algum motivo, mais uma vez o mercado entra em cena.

Pra refletir: uma matéria bem legal (em inglês) destacada pelo viajante Yuri Sá mostra o que as famílias ao redor do mundo comem e gastam com esses alimentos durante uma semana.
Vale uma olhadinha em: http://www.mochileiros.com/o-que-as-familias-ao-redor-do-mundo-comem-e-gastam-durante-uma-semana-t58150.html#.T7wit9zOWSo ou no http://formyhour.com/cost-of-weekly-food-in-different-countries

Comer na casa de algum local

Nada mais legal que receber um convite desinteressado para conhecer a casa de um morador local. Pasme, isso ainda acontece; mas se não rolar, não fique triste, você pode utilizar sites como o EatWith , o VizEat ou o brasileiro Dineer. Estas plataformas ligam convidados e anfitriões. Algumas (raras) reuniões (jantares, almoços, cafés, festas etc) são gratuitas; outras têm valor de “colaboração”, outras são caras e talvez o que mais se destaque aqui é que esta é mais uma forma bacana de interagir com gente que vive no local visitado. Tem um post falando sobre esses e outros sites do tipo, aqui.

10 – Economize nas bugigangas

Pechinchar sempre!

Turistas sempre pagam mais caro por tudo. É como se carregassem na testa uma placa: Tenho dinheiro sobrando, cobre mais caro! Não é só no Brasil que isso acontece. Por isso pechinche sempre! Principalmente quando o produto ou serviço não tiver o preço exposto de forma clara. Se usar essa regra com certeza irá economizar muito. Se tiver vergonha de pechinchar, em alguns casos pagará até 3 vezes mais do que pagaria um cidadão local pelo mesmo produto ou serviço. Pechinche sem medo de ser feliz, essa é a regra número 1 de qualquer mochileiro que se preze!

11 – Economize nas tours

Free walking tours

Free Walking Tours
Caminhar pelas cidades ainda é a melhor maneira de conhecê-las e hoje há ao redor do mundo, muitos ‘walking tours’ gratuitos. Listamos mais de 80 passeios guiados gratuitos em mais de 60 cidades neste link aqui.
Mesmo sendo free, esse tipo de serviço só não será interessante pra você que não gosta de ser guiado em grupo no melhor estilo: Olhem lá os turistas… –  não é minha praia, mas se for a sua, se jogue sem medo de ser feliz!

12 – Otimize a forma de carregar seu dinheiro

Como fazer com a grana no exterior? Qual moeda comprar? Quanto levar em cash? Qual a opção de cartão com menor taxa?  O que é VTM?

Cash

As regras atuais para dinheiro em cash são as seguintes: 
Para Zona do Euro = Compre Euro
Para Inglaterra = Compre Libra
Para Argentina = Leve Reais e troque por pesos
Para os EUA e demais países = Compre dólar.

Nunca leve em espécie tudo que irá gastar. Espalhe seu orçamento em outras formas de pagamento.
O que levar em espécie divida em várias partes. Exemplo: coloque uma parte em um Money Belt, outra em um Leg Money Belt, uma terceira parte em alguma peça de roupa na mochila (que ficará sempre perto de você, não na despachada ou que ficará no hostel) e a quarta parte para fazer pequenos pagamentos, na carteira ou bolso ou faça da maneira que achar melhor mas “nunca deixe todos os ovos na mesma cesta“.

Cartões pré-pagos

Cartões pré-pagos são cartões que você “carrega” uma quantidade dinheiro e pode fazer saques em outras moedas mundo afora.  O VTM ou Visa Travel Money foi um dos primeiros lançados no Brasil e ainda é muito utilizado por viajantes brasileiros, porém hoje há diversos outros cartões do gênero. Basta procurar no Google por “Cartão pré-pago internacional” que você irá encontrar uma infinidade deles. Encontre um que ofereça as melhores vantagens e coloque parte do seu orçamento nele. A cada carga ou recarga são cobrados 6,38% de IOF.

Cartões de crédito e débito

Cartões de débito e crédito internacional também são opções. Os da Rede Cirrus são aceitos em 210 países. Neste link  você irá encontrar uma busca por ATM’s (Caixas eletrônicos) em todo o mundo.  A rede VISA atende 170 países e neste link abaixo você encontrará um sistema de busca por estes ATM’s. A cada saque são cobrados  6,38% de IOF.  Se o seu cartão não é internacional peça um ao gerente de seu banco.
É importante avisar antecipadamente ao seu gerente que haverá saques e ou compras no seu cartão (de crédito e ou débito) em outro(s) país(es), para evitar eventuais bloqueios bem naquela hora que você mais precisa.

Foto: gsioutdoors.com

Foto: gsioutdoors.com

13 –  Mantenha seu passaporte em local seguro

Em muitos países existem quadrilhas especializadas em roubo de passaportes e o passaporte brasileiro é um dos mais valiosos do mundo, afinal, qualquer um pode se passar por brasileiro. Para protegê-lo, muitos viajantes utilizam “doleiras”, também conhecidas por “money belt“, que é uma espécie de cinto com um bolso que ficará grudado ao seu corpo por debaixo das roupas. Existem também as leg wallets, que são uma espécie caneleiras com bolsos.

14 – Não dê informações de sua vida privada e não divulgue seu itinerário para estranhos

É comum (e saudável) fazer amizades ou conversar com pessoas sentadas ao seu lado no avião ou ônibus, especialmente se for uma viagem longa. Porém não transforme sua vida e sua viagem em um livro aberto. Você estará empolgado, com bom astral e portanto socialmente suscetível e isso o tornará uma vítima perfeita para golpistas e afins.  Se limite aos assuntos superficiais desde que ele não seja sobre o seu itinerário ou sua vida privada, ou qualquer outra informação que possam usar para armar algo contra você. Como dizem por aí, boca fechada não entra mosquito! 😀

15 – Feche bem a mochila

É importante fechar muito bem a mochila com cadeados e capas de proteção para impedir que algo seja roubado ou que ela seja usada por terceiros para transportar produtos ilícitos, como drogas ou qualquer outro tipo de contrabando.

16 – Não se perca no deslumbramento

Viajar é uma das melhores coisas da vida e durante a viagem em muitas situações você estará deslumbrado com algo. Isso o tornará uma presa fácil.  Desfrute muito, mas siga vigilante e atento.

17 –  Não ostente

O pior de todos os comportamentos de risco sem dúvida é a ostentação. É o querer parecer diferente, querer destaque. Durante sua viagem você irá ver mochileiros do mundo todo sempre com roupas simples,  sem penduricalhos ou outros objetos que chamem atenção, essa é a receita. O ideal sempre é não destoar muito da população local, ser apenas mais um na multidão. Seja discreto e sobretudo circunspecto, essa é a receita de sucesso!

18 – Esteja sempre um passo a frente dos “espertos”

As pessoas costumam evitar locais com altos índices de criminalidade até mesmo nas cidades onde moram e durante uma viagem isso não deve ser diferente. É bom saber quais locais evitar ou que tipo de golpes são aplicados em turistas nos destinos que irá visitar. Há diversos mapas na internet com esses dados, procure no Google pelas palavras chave: “nome do destino + Crime Map”.  Em várias cidades do mundo há gangs especializadas em aplicar golpes contra turistas, por isso é bom saber antecipadamente como evitá-los. Para isso mais uma vez o Google pode ser uma ferramenta útil. Busque por “tourist scams in + nome do destino”, exemplo “tourist scams in Paris” e você irá encontrar diversas publicações sobre os principais golpes praticados contra turistas no destino que irá visitar.

19 – Antes da mimica, use a tecnologia

Mesmo que você tenha um inglês fluente, em muitos locais ele não servirá pra nada, assim como ocorre no Brasil, em muitos destinos a maioria das pessoas só fala o idioma nativo, por isso é necessário ter uma noção básica de palavras e expressões da língua local. Isso pode facilitar sua vida em várias situações. Estude um pouco da língua local, aprenda algumas expressões e utilize aplicativos de tradução em seu smartphone para saber como perguntar coisas básicas. O Google Translate faz traduções em 103 idiomas e traduções de voz em tempo real para 17 línguas, além de também traduzir placas de sinalização utilizando a câmera do smartphone.  Para IOS, o iTranslate Voice também é uma ótima opção e faz a tradução em 42 idiomas.

20 – Escolha os esquipamentos certos

O mundo dos equipamentos é um mundo a parte, cheio de entusiastas e experts e se você quiser comprar o melhor logo de cara pra não ter que comprar tudo de novo no futuro, recomendo pesquisar muito bem o fórum de Equipamentos de Camping e Aventura do Mochileiros.com. O fórum é um dos mais completos sobre o assunto no Brasil com mais 1.400 tópicos entre eles recomendo que leia os seguintes:

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---- Asevana ca balanam ----- "Se tivesses ficado calado, terias continuado filósofo." - Boécio

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

Mochileiros.com

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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Conheça a mochila ‘flutuante’

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“A inovação mais significativa em mochilas nos últimos 30-40 anos”. Esta é a afirmação do site que anuncia a HoverGlide, uma mochila ‘flutuante’ que promete reduzir “muito” (até 86%!) o impacto da carga nas costas, pescoço, joelhos e tornozelos enquanto você anda ou corre com ela.
O projeto é resultado de um estudo feito em 2006 por fisiologistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA). Especializado no movimento de peixes, o chefe do grupo, o professor de Biologia, Lawrence Rome, explicou à CNN que a mochila segue o mesmo princípio utilizado para o transporte de cargas pesadas em alguns lugares da Ásia: “pessoas tradicionalmente usam longos mastros de bambu e a flexibilidade deles absorve o movimento de subida e descida da pessoa enquanto a carga fica a uma altura constante”.
Difícil a gente entender sem experimentar né? Bem, basicamente a mochila possui um trilho deslizante e um sistema de suspensão de polia que sobe e desce, ficando “livre” enquanto você caminha/corre, por isso ‘flutuante’. No vídeo abaixo é possível ter uma ideia de como o acessório funciona:

Os criadores da HoverGlide lançarão a campanha de financiamento coletivo no site Kickstarter ainda em setembro, promovendo a produção de 4 modelos que variam de 28 a 55 litros. Os usos vão de diário e para estudantes, passando claro, para os de uso diário em viagens, camping e caminhadas, além de uma tática para expedições mais difíceis (os modelos são o Commuter, o Trekker, o Hiker e o Tactical).

Na imagem é possível ver o ‘trilho’ entre as alças e a mochila | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Trekker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Hiker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Tactical’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Commuter’ | Foto: Divulgação.

A mochila promete redução de até 86% do impacto, diminuindo possíveis lesões e facilitando o deslocamento | Foto: Reprodução.

Mais informações podem ser conferidas no https://www.hot-newtech.com/hoverglide/

Com informações de Hot-newtech.com, CNN Travel e Nature.com.


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Cerveja Artesanal: 12 ao redor do mundo que vale a pena visitar

Das Trips

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Desde pequena fui doutrinada a estudar bastante para tirar boas notas, ingressar em uma faculdade renomada, construir carreira em uma grande empresa, crescer, crescer, crescer! Atingir certo status significaria felicidade. E lá estava eu, expatriada em Nova Iorque pela multinacional dos meus sonhos universitários, com uma carreira em finanças promissora. No entanto, me sentia incompleta, consumida em incertezas, estressada com as longas jornadas de trabalho, apática às conquistas e muito impaciente.

Cervejeira caseira, decidi então profissionalizar um hobby e apostar na paixão pela cerveja, largando tudo o que havia conquistado ao longo desses 10 anos de carreira e uma vida de dedicação. Continuar na inércia seria como um amante de cervejas especiais ignorar os outros estilos existentes e beber apenas Heineken – uma cerveja American Premium Lager de qualidade, equilibrada, com boa drinkability e um interessante amargor de lúpulo.

Contudo, estaria perdendo a explosão de aromas de uma IPA, o mistério de uma Saison, a vivacidade de uma Sour e o conforto que só uma Stout pode trazer.

A minha meta do sabático cervejeiro é conhecer o maior numero possível de cervejarias, brewpubs e cervejas no Brasil e no mundo, na esperança de que ao descobrir novos sabores e lugares vou me surpreender e me encontrar também.

De março de 2014 até agora, já visitei mais de 150 cervejarias e brewpubs(que produzem e vendem a bebida no próprio local) em mais de 20 países, com direito à degustação de acima de 2.000 rótulos.

E aí vão as 12 melhores cervejarias que visitei nesse período:

1. Denali Brewing Co, Alaska, EUA

A cervejaria está inserida em meio a um cenário mágico das paisagens do Alaska, com seus fiordes e geleiras deslumbrantes. Confesso que não esperava encontrar cervejas tão boas em Talkeetna, uma cidade de 700 habitantes! Minha favorita foi a sazonal Slow Down Brown, marrom escura, corpo alto, sabor intenso de chocolate, malte e avelã.  Super aromática, leva adições diversas especiarias como cominho, coentro, erva-doce, cardamomo cravo e pimenta de Caiena e canela. E ainda de quebra, a viagem terminou com as luzes da Aurora Boreal brilhando majestosamente na noite escura. Para mim elas pareciam estar dançando, mas isso pode ser pelos 8 pints que tomei!

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2. Funky Buddha, Florida, EUA

A Funky Buddha é um brewpub descontraído e agitado, com cervejas curiosas e de ótima qualidade. Seu maior atrativo é a audácia de suas receitas, que trazem sabores jocosos e tentadores. É possível encontrar cervejas arrojadas como a ‘Piña Colada Wheat Ale’, com infusão de coco e abacaxi em natura e a ‘Tell Reece Peanut Butter Cup Brown Ale’, com aroma e sabor do chocolate da empresa Hershey’s. Além de várias outras inusitadas como a de batata doce & mashmallow, torta de maçã, e uma que leva pepino em sua composição.

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3. Altstadthof, Nuremberg, Alemanha

A parte mais interessante da visita a Altstadthof são os impressionantes 25.000 metros quadrados, distribuídos em 4 andares de cellars (adegas), a quase 20 metros de profundidade. Foram construídos desde o século 14, com o intuito de armazenar cerveja. Lá, soube que, no ano de 1380, havia uma lei pela qual todos que quisessem produzir e servir cerveja deveriam ter um cellar para melhor acondicionar a bebida. Durante a Segunda Guerra Mundial, esses espaços se tornaram exemplos concretos de que cerveja salva vidas: em cidades na Alemanha devastadas por bombardeios, a mortalidade atingiu em média 40 a 50 mil pessoas. Em Nuremberg, estima-se que cerca de 6.000 pessoas morreram, número bastante inferior à média nacional, devido à proteção dos cellars de cerveja!

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4. Pilsener Urquell, Plzen, República Tcheca

Tomar a primeira Pilsen do mundo, feita da mesma forma há 172 anos, antes do processo de filtração? Somente visitando a Pilsener Urquell em Plzen na República Tcheca! “Urquell” em alemão ou “Prazdroj” em tcheco, ambos significam “a fonte ancestral”. Isso porque a Urquell foi a primeira cerveja do estilo Pilsen – de baixa fermentação, coloração clara – produzida no mundo em 1842 pelo mestre cervejeiro Josef Groll e mantém até hoje suas tradições.

Atualmente, cerca de 70% de toda cerveja consumida no mundo é do estilo, o que deixa evidente a importância histórica da cervejaria. A fábrica é enorme, tanto que alguns trechos do tour são realizados em um ônibus. Os cellars utilizados para ‘lagering’ (armazenagem) da cerveja realmente impressionam com seus 9km de extensão. Apesar do processo ter sofrido modernizações desde 1842, a empresa ainda mantém uma produção da forma antiga a fim de comparar e garantir que a cerveja continua com a mesma qualidade e sabor desde os primórdios! E é essa contra-prova que temos o prazer de degustar!

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5. Fuller’s, Inglaterra

É uma cervejaria bastante tradicional da Inglaterra, fundada em 1845 por John Fuller, Henry Smith e John Turner. Os prédios datam do século 19 e, durante a visita, você se sente voltando no tempo. A visita à cervejaria Fuller’s é uma verdadeira aula sobre as famosas Real Cask Ales e a história da escola cervejeira inglesa. 75% da produção é da cerveja London Pride e 2/3 da produção é de ‘Real Cask Ales’: cervejas fabricadas com ingredientes tradicionais onde a carbonatação é formada em um processo chamado de fermentação secundária que ocorre no próprio recipiente em que a cerveja é servida (casco, barril ou garrafa). É este processo que torna a Real Ale única entre as cervejas e desenvolve sabores e aromas.

No ponto de consumo, são tiradas manualmente com o uso de uma grande alavanca (hand pull pump), e não sofrem carbonatação forçada como na maioria das chopeiras que necessitam da pressão do gás para fazer a cerveja sair do barril. Curiosidade sobre uma Real Cask Ale: é adicionado um produto chamado ‘Isinglass fining‘ a fim de reduzir a turbidez da cerveja, cuja matéria prima tem sua origem, na sua maioria, no peixe. Ou seja, ao pé da letra, os vegetarianos não poderiam beber uma real cask ale da Fuller’s.

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6. Harviestoun, Escócia

Para chegar na cervejaria Harviestoun, são necessárias 2 horas de trem/ônibus a Alva, em meio a uma paisagem bastante pitoresca!

A cervejaria foi fundada há 30 anos e tem em seu portfólio Lagers e Ales, todos os estilos produzidos com o mesmo tipo de fermento – o que quebra bastante tudo o que você aprendeu nos livros sobre levedura de alta e baixa fermentação!

Em seu portfólio, exibem 7 estilos em garrafa, 3 em cask, 3 em kegs. Os destaques para mim foram as Ola Dubh. São feitas a partir da Old Engine Oil, depois de aumentar seu teor alcoólico de 6% a 10.5% abv – dando origem a Old Engine Oil Engineers Reserve – mais adocicada, deixando o amargor e o álcool menos perceptível do que o líquido de origem. Em seguida, a cerveja é maturada em barris de Whisky da Destilaria Highlands Park por 6 meses. As versões de 12, 16 e 18 anos se referem à idade do Whisky anteriormente lá maturado.

12 anos – possui aromas mais perceptíveis de madeira, carvalho, tosta;
16 anos – mais balanceada, boa para quem não está acostumado com os aromas e sabores intensos de Whisky;
18 anos – sabor mais intenso de Sherry, mais ácida e complexa.

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7. Orval, Villers-devant-Orval, Bélgica

São atualmente 10 mosteiros autorizados a produzir e comercializar cervejas com autenticidade trapista: 6 na Bélgica, 2 na Holanda, 1 na Áustria e 1 nos Estados Unidos. Tive a oportunidade de visitar 8 deles e ficar hospedada em dois – a Orval sendo um deles. Um dos momentos mais aguardados da minha viagem, superou todas as expectativas. Confesso que não sou das mais beatas, mas ao pisar no mosteiro Trapista da Orval, é impossível não se emocionar. O lugar é fascinante: presenciar os monges entoando o canto gregoriano dentro da catedral é de encher o corpo de arrepios. À noite, o cheiro do ar é de mosto cervejeiro, e as luzes baixas iluminando as paredes do labirinto dos edifícios é inebriante e até assustador.

A estadia é desfrutada em silêncio e as refeições em comunidade com espírito de cooperativismo e servidão.. E o melhor, sempre regadas à cerveja e queijo trapista da Orval, ambos produzidos aqui dentro!

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8. Cantillon, Anderlecht, Bélgica

A Lambic é uma cerveja produzida pelo processo de fermentação espontânea, ou seja, com os microorganismos do ar, na região do Vale do Rio Sena. A produção de cerveja na região surgiu da necessidade de empregar os trabalhadores das fazendas nos tempos de inverno, pois nesse período ficavam ociosos. Antigamente havia mais de 100 produtores de Lambic, contudo, atualmente restam apenas cerca de 9 devido às Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Isso porque muitas foram bombardeadas e outras tiveram seu maquinário roubado pelos soldados alemães em busca de cobre para transformá-lo em munição.

Em amostras de Lambic, pesquisadores da Universidade de Leuven encontraram cerca de 100 cepas de levedura distintas, 27 variedades de bactéria acética e 38 de bactéria láctica! Por ser uma cerveja de fermentação natural, como era feito nos primórdios, sazonalidade é um fator importante. Ela só pode ser produzida no inverno na Bélgica (fim de outubro a março).

A Cantillon foi fundada em 1900 por Paul Cantillon e é até hoje gerenciada pela família. Faz uso de equipamentos e métodos tradicionais do século 19 e matéria prima 100% orgânica. Produzem cerca de 1700 hectolitros por ano – volume irrisório se comparado ao total de 18 milhões de hectolitros de cerveja produzidos na Bélgica.

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9. Garage Project, Wellington, Nova Zelândia

Fundada em 2011, num posto de gasolina desativado, tem seu nome dado não só porque começou em uma garagem, mas também porque é a mentalidade pregada por seus cervejeiros & proprietários. A ‘Garagem’ é um lugar onde a criatividade não tem limites, onde debutam várias bandas, surgem diversas idéias – um mundinho onde não há julgamento e repreensão. Isso é refletido na arte dos rótulos e com certeza nas cervejas que produzem. E é um ‘Projeto’ pois é uma cervejaria em andamento, ainda em constante desenvolvimento, que busca arquitetar novas receitas, desafiar as teorias, e incorporar ingredientes extravagantes que passam a quilômetros de distância da ‘Reinheitsgebot’ (lei de pureza alemã). Quando começaram, eram tão pequenos que não se enquadravam nem na categoria de micro cervejaria.

Inauguraram com uma cozinha de 50 litros, e hoje já produzem cerca de 500.000 litros por ano. E não é ao acaso. Beber suas cervejas é mais do que um simples copo, é uma experiência que desorienta e entretém o seu paladar. Estão, com certeza, dentre as mais memoráveis que já provei.

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10. Brouwerij ’t I, Amsterdã, Holanda

*Brouwerij ’t IJ, cervejaria fundada em 1985 por Kasper Peterson, está localizada ao lado do moinho de Gooyer, em Amsterdam. A experiência já começa durante o caminho sobre os canais da cidade, com paisagens encantadoras que parecem retiradas de quadros de pintura.

Ao chegar na cervejaria, o ambiente é descontraído e a carta traz estilos diversos das escolas Belga, Inglesa, Alemã – apesar da maioria ser Belga, região onde Kasper se especializou na arte cervejeira. A cerveja Columbus, uma Belgian Strong Ale com 9% de ABV, surpreende com seu dulçor de malte, chocolate, frutado, balanceados com o alto amargor de lúpulo.

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11. Firestone Walker, Califórnia, EUA

Se você ainda não tomou uma Firestone e é amante da cerveja artesanal, coloque-a na sua lista. Todas as cervejas que degustei são insanas e a cervejaria possui uma história muito bacana.

Apesar de hoje estar bastante na mídia devido a suas inúmeros premiações em campeonatos mundiais, foi fundada em 1996 e embargada em 2001 por problemas financeiros. Ficou fechada por vários meses sem ação dos proprietários. Reza a lenda que Matt Brynildson, previamente cervejeiro da Goose Island de Chicago e SLO Brewing Company da Califórnia, pulava os portões da Firestone a fim de manter as cervejas na temperatura correta. Tanto que, quando finalmente Adam Firestone e David Walker puderam retomar a cervejaria, as cervejas estavam em excelentes condições. Atualmente, Matt permanece sendo o mestre cervejeiro da empresa.

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12. Moon Dog, Victoria, Austrália

Uma cervejaria me encanta quando possui uma trajetória inspiradora regada a boa cerveja. E os cervejeiros da ‘Moon Dog’, em Melbourne, são exemplos de que quem ousa ter um projeto em sua vida, largar tudo para buscá-lo, acabará conseguindo.

Os irmãos Jake e Josh Uljans e o amigo Karl van Buuren não tinham dinheiro quando fundaram a cervejaria – compraram todos os equipamentos no Ebay de fazendeiros e produtores do segmento agropecuário e aprenderam no YouTube como transformá-los em panelas para produção de cerveja! Além disso, para economizar o dinheiro do aluguel, se mudaram para o local onde seria construído a planta e passaram a dormir sob colchões de espuma no chão.

Felizmente os tempos de hoje mudaram e suas cervejas estão nos melhores bares da cidade – e também aqui no seu próprio Brewpub. O lugar é simples e despojado, todo decorado com móveis de brechó. A mistura do sofá com estampa de casa de vó, cadeiras avulsas sem combinação, abajures e candelabros cafonas, misturados aos barris de carvalho e tanques de fermentação, conseguem transformar o lugar num ambiente burlesco e sedutor!

Possuem em seu portfólio cervejas audaciosas e encorpadas, algumas feitas em parceria com duas das minhas cervejarias favoritas: americana ‘Rogue’ e a neozelandesa ‘Garage Project’.

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Texto: Roberta Tsustsui/Dastrips.com.br
Fotos:
© Roberta Tsustsui


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Os 10 perrengues de camping mais clássicos de todo viajante

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Quem está sempre com o mochilão nas costas não carrega somente bagagens. Carrega histórias, isso sim… Qual mochileiro que nunca passou perrengues em viagens? Se não passou, é porque ainda vai passar, pode ter certeza disso.

Quando o assunto é camping então, os perrengues podem ser dobrados… ou não. Isso, na verdade, vai depender de como você se planeja e qual o nível de “rootaria” você está disposta a encarar. Até porque, hoje em dia, o que mais tem são equipamentos de camping que evitam – ou amenizam – os perrengues na hora de acampar.

A verdade é que é que curte campismo, mesmo que não seja selvagem, sempre está vulnerável a perrengues de viagens. Neste post, separamos os mais comuns entre viajantes. Vejam se concordam.

1. Ventania no camping

Quem nunca acampou com um vento desgraçado de entortar a barraca ou até mesmo de tira-la do chão. Uma vez, na Praia do Sono, ventou tanto na madrugada que nossa barraca de camping praticamente desmontou com a gente dentro. Obviamente, que diante de um furacão desses são poucos os equipamentos que vão aguentar por muito tempo. Para isso, é preciso uma barraca realmente boa pra segurar a pressão.

2. Quando ninguém sabe montar a barraca

Quem nunca acampou na vida, as vezes se enrola na hora de montar a barraca. Não sabe onde coloca as varetas, o sobreteto ao contrário e assim vai… Depois de 7 horas dá certo.

3. Quando chove em um dia o equivalente ao mês todo

Outro perrengue clássico para acampar é quando chove mais do que deveria. Não tem lona que adiante e dentro da barraca fica aquela piscina e lama…. Diliça….

4. Montar a barraca e ver que esqueceu alguma parte

Pode ser que a gente seja expert em perrengues de viagens (pós graduados em perrengues de acampar., mais especificamente), pois já aconteceu, mais de uma vez, de na hora de montar a barraca, dar conta que esqueceu uma parte. Ou quando não esquece, acha um dos ferrinhos quebrados ou o sobre teto rasgado, por exemplo. Aí chega àquela hora do MacGyver preparar as gambiarras para deixar a barraca de camping em pé.

5. Defecar no mato

Sem meias palavras… cagar no mato sem estrutura é sempre um perrengue master durante o acampamento. E acredite, boa parte de quem passa por isso é por falta do simples papel higiênico. Quem está acostumado a praticar camping selvagem, geralmente carrega consigo um kit “salva vidas das barrigadas” e o papel é o mais importante. Geralmente, quem não carrega isso na mochila é quem acampa dentro de campings fechados, que muitas vezes tem menos estrutura que no próprio mato. Para listar mais um dos nossos perrengues, uma vez na cidade de Iriri, no Espirito Santo, acampamos num camping onde o banheiro era de frente para as barracas e, simplesmente, não tinha portas.

Pra quem quer saber mais detalhes de como defecar nessas situações, recentemente escrevemos um post sobre o assunto. Leia aqui. Praticamente um guia completo de como dar uma barrigada durante a viagem.

6. Insetos na barraca

Acampar e ter medo de insetos é certeza de problemas. Mas mesmo quem não se importa muito de conviver com esses bichinhos, quando se descobre que tem algum intruso na barraca é motivo de desespero certo. Principalmente se se tratar de aranhas ou escorpiões. Ainda mais se não tiver lanternas.

7. Quando o carro para de funcionar

Tudo planejado pra voltar pra casa e a porcaria do carro não pega. A gente viaja de Kombi e já está acostumado. Mas o perrengue quando é pra acontecer, não escolher nem o tipo de carro. Qualquer um pode passar por isso e a vontade é fazer exatamente igual esse GIF.

 

8. Quando acaba o dinheiro da viagem

Você planeja a viagem durante o ano e quando chega no destino, acaba a grana antes do que o planejado por algum motivo qualquer. Aí é a hora de pôr em pratica o Eco Durismo e se virar do jeito que dá. O que não pode é desistir e voltar pra casa.  

9. Quando tem que se virar para cozinhar

Quem nunca cozinhou dentro de uma lata de Nescau ou de ervilha ainda não conheceu a essência da culinária campista. Fogareiro a álcool ou na fogueira direto, fazer comida assim é diversão certa… Preparar aquela gororoba deliciosa toda grudada é uma delícia….

Faz parte, mas também é possível cozinhar bem se tiver os equipamentos ideais para preparar o rango durante o acampamento. 

10. Quando faz um frio da porra

Não levar um saco de dormir ou cobertor pra acampar é certeza de perrengue na viagem. Não rola de jeito nenhum dormir assim.

Bom, perrengues de viagens fazem parte da vida de qualquer mochileiro, principalmente para quem acampa.

Curtiu? Tem alguma história de perrengue famosa em suas viagens? Conte pra gente aqui nos comentários.


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30 destinos onde o Real ainda vale mais

Mochileiros.com

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O buscador de viagens Skyscanner analisou as taxas de câmbio para levantar em quais países a moeda local está desvalorizada em relação ao Real e comparou o custo de vida e oportunidades turísticas nestes destinos no site Numbeo chegando a uma lista que claro, já dá vontade sair correndo pra mochilar. Confira!

1- Vietnã

Apesar do alto custo da passagem aérea (claro, foi a primeira coisa que pensamos sobre vários destinos apresentados), a publicação destacou o país como tendo alimentação e acomodação muito baratas.
R$ 1 = 6426,73 Dongs vietnamitas

Halong Bay | Foto: Divulgação Skyscanner.

2- Laos

Outro destino asiático. Dono de uma riqueza cultural única, o Laos tem alimentação, transporte e hospedagens econômicas.
Moeda: Kips de Laos

Pha That Luang | Foto: Divulgação Skyscanner.

3- Camboja

Mais um sonho de consumo mochileiro, o Camboja aparece como o terceiro do ranking.
R$ 1 = 1136,23 Riels cambojanos.

Angkor Wat | Foto: Divulgação Skyscanner.

4- Nepal

Além da oportunidade de uma imersão cultural sem igual e encantamento com paisagens únicas, o Nepal também é de interesse dos apaixonados por montanhas e escaladas e aparece como o 4º país da lista.
R$ 1 = 30,10 Rúpias nepalesas

Monte Everest | Foto: Divulgação Skyscanner.

5- Indonésia

As incríveis praias de água cristalina do país encantam o mais variado perfil de público.
R$ 1 = 3935,45 Rúpias da Indonésia.

Templo Borobudur – Java | Foto: Divulgação Skyscanner.

6- Índia

Quando o assunto é destino barato para ficar mais tempo, a Índia sempre aparece na lista, segundo o Skyscanner.
Câmbio favorável e diárias de hotéis acessíveis ajudam no orçamento de viagem.
R$ 1= 18,83 Rúpias indianas.

Taj Mahal | Foto: Divulgação Skyscanner.

7- Colômbia

Ricas cultura e história, praias encantadoras, campo e floresta, a Colômbia tem de tudo um pouco e é um dos vizinhos que merecem a visita.
R$ 1 = 797,44 Pesos colombianos

Cartagena | Foto: Divulgação Skyscanner.

8- Bolívia

A Bolívia dispensa comentários. É um dos destinos mais visitados e queridos dos mochileiros brasileiros.
Segundo o levantamento do Skyscanner, apesar de o Real valer pouco mais que a moeda boliviana, o país é uma “opção econômica, graças ao custo de vida baixo”.
R$ 1 = 1,93 Bolivianos

Salar de Uyuni | Foto: Divulgação Skyscanner.

9 – Paraguai

Para muitos, a primeira coisa que vem a cabeça quando se fala em Paraguai é compras. Pouco divulgado, o país guarda ricas cultura e história e é uma ótima opção para mochilar.
R$ 1 = 1567,88 Guaranis

Ruínas Jesuíticas | Foto: Divulgação Skyscanner.

10- Bielorrússia

O site levantou que por lá o custo de vida é 40% menor que o do Brasil. A capital, Minsk pode ser um belo ponto de partida para o roteiro.
Moeda: Rublos bielorrusso

Catedral do Espírito Santo – Minsk | Foto: Divulgação Skyscanner.

11- Hungria

Viagens à Europa costumam assustar os bolsos de quem ganha em Real e gastará em Euro. Em países onde ele não é a moeda oficial, as atividades costumam ser mais acessíveis segundo o Skyscanner. Aparece na 11ª posição da lista, a Hungria.
R$ 1= 74,12 Forints húngaros

Budapeste | Foto: Divulgação Skyscanner.

12- Albânia

O site apresenta o país como uma agradável surpresa àqueles que querem fugir das principais rotas turísticas da Europa. A Albânia é dona de um litoral incrível, com praias de areia branca e águas cristalinas.
R$ 1 = 30,05 Leks albaneses

Kruja | Foto: Divulgação Skyscanner.

13- Rússia

Quem escolher a Rússia como destino para a sua viagem internacional vai encontrar um país repleto de curiosidades, palácios grandiosos, principalmente em Moscou e São Petersburgo.
Segundo o Numbeo.com, inclusive, essas cidades são as cidades europeias que têm os preços mais acessíveis para os viajantes, e o custo de vida nelas chega a ser 16% menor do que o de São Paulo!
Vale lembrar que o país é sede da Copa do Mundo de 2018, que começa em 14/06.
R$ 1 = 18,02 Rublos russos

St. Petersburgo | Foto: Divulgação Skyscanner.

14- Macedônia

Segundo levantou a publicação, o custo de vida na Macedônia é um dos menores da Europa.
Seu principal destino é a cidade de Ohrid, onde fica a igreja Santa Sofia, construída no século 11.
R$ 1 =  14,48 Dinar da Macedônia

Museu Arqueológico da Macedônia – Skopje | Foto: Divulgação Skyscanner.

15- Tailândia

Um mochileiro que nunca foi à Tailândia, certamente tem o país na lista de lugares a conhecer.
Belezas naturais sem igual e o custo de vida baixo são alguns dos incentivos.
R$ 1 = 8,96 Baths tailandeses

Railay Beach | Foto: Divulgação Skyscanner.

16- Filipinas

O arquipélago formado por ilhas paradisíacas é um colírio para os olhos de quem ama praia.
Acomodaçoes e refeições são mais baratos do que a média, segundo o Skyscanner.
R$ 1 = 14,65 Pesos das Filipinas

Malaya Beach | Foto: Divulgação Skyscanner.

17- Costa Rica

Reservas naturais exuberantes, mar do Caribe, Oceano Pacífico, vulcões… Você já deve ter ouvido a expressão ‘Pura vida’, pois é, é de lá!
Quando fomos pra lá (em 2007) não achamos muito barato (a gente nunca acha nada barato – risos) mas o país aparece em 17º lugar deste ranking.
R$ 1 = 159,18 Colones da Costa Rica

Playa Conchal | Foto: Divulgação Skyscanner.

18- República Tcheca

A capital do país, Praga, por exemplo, reúne tudo o que uma capital europeia pode oferecer, de charmosos cafés nas praças, às preciosidades históricas em seus prédios e construções seculares.
Segundo levantou o site, o país tem um custo de vida 20% mais baixo que o de São Paulo.
R$ 1 = 6,02 Coroas tchecas

Praga | Foto: Divulgação Skyscanner.

19- Moldávia

Custo de vida cerca de 50% mais baixo que o do Brasil e um destino pouco explorado pelos turistas. Só isso já basta pra você querer arrumar a mochila e ir conhecer né?
R$ 1 = 4,66 Leus da Moldávia

Capriana monastery | Foto: Divulgação Skyscanner.

20- México

História, praias, natureza exuberante e forte cultura fazem do México um país incrível.
Em lugares como Tulum, é possível encontrar hotéis 2 estrelas com diárias a partir de R$ 45 (tem camping no Brasil cobrando isso por pessoa).
Segundo levantou o site, a capital do país, Ciudad de México tem o custo de vida 43% mais baixo que o do Brasil.
R$ 1 = 5,38 Pesos mexicanos

Tulum | Foto: Divulgação Skyscanner.

21- África do Sul

O país é dono de uma rica diversidade natural e mantem algumas das maiores reservas ambientais do continente africano. Por lá você pode optar desde roteiros que incluem atividades radicais, até passeios por vinícolas, passando claro, por safáris em parques nacionais.
O custo de vida por lá é em média 20% mais baixo que no Brasil.
R$ 1 = 3,57 Randes sul-africanos

Cidade do Cabo | Foto: Divulgação Skyscanner.

22- Marrocos

Com um custo de vida cerca de 8% menor que o do Brasil, o Marrocos está dentre os países mais baratos para quem quer conhecer um pouco da cultura árabe.
R$ 1 = 2,63 Dirham marroquino

Deserto do Saara | Foto: Divulgação Skyscanner.

23- Egito

Segundo levantamento do Skyscanner, o custo de vida da capital do país, Cairo é 60% mais baixo do que o da capital paulista.
R$ 1 = 4,96 Libras egípcias

Pirâmides | Foto: Divulgação Skyscanner.

24- Uruguai

Nos últimos tempos, quem tem chegado de lá tem reclamado dos preços que encontrou. Não a toa, o país aparece em 24ª posição num ranking de 30. O que pode compensar o orçamento são as promoções de passagens aéreas pra lá que sempre aparecem.
É um país encantador, com belas cidades e povo hospitaleiro.
Segundo levantamento do site, o custo de vida no Uruguai é mais alto que no Brasil.
R$ 1= 8,07 Pesos uruguaios

Montevidéu | Foto: Divulgação Skyscanner.

25- Argentina

Segundo levantamento do site, o custo de vida na Argentina é bem próximo ao de São Paulo, sendo que a capital paulista chega a ser 6% mais em conta, o que pode ajudar na economia é o planejamento antecipado da viagem, bem como estar atento às promoções de passagem que sempre aparecem pra lá.
R$ 1 = 5,92 Pesos argentinos

Monte Fitz Roy – El Chaltén | Foto: Divulgação Skyscanner.

26- Chile

De Patagônia, ao Deserto do Atacama, passando por cidades encantadoras, o Chile já é queridinho da galera da mochila.
Segundo levantamento do site, o custo de vida por lá é 6% menor que o de São Paulo, por exemplo.
R$ 1 = 174,42 Pesos chilenos

Deserto do Atacama | Foto: Divulgação Skyscanner.

27- República Dominicana

Fora dos eixos turísticos é possível aproveitar baixos preços por lá, de alimentação a hospedagem.
R$ 1 = 13,97 Pesos dominicanos

Punta Cana | Foto: Divulgação Skyscanner.

28- Jamaica

Na Jamaica, a porta de entrada é a capital Kingston, de onde é possível seguir viagem para outras maravilhas como Ocho Rios, Negril e Montego Bay.
R$ 1 = 35,24 Dólares jamaicanos

Ocho Rios | Foto: Divulgação Skyscanner.

29- Croácia

A Croácia já foi um destino mais barato, mas atualmente é preciso buscar por promoções para conhecer suas praias paradisíacas.
Vale a pena visitar a histórica Dubrovnik, uma das maiores cidades da Croácia e das mais baratas para os viajantes, segundo o site.
R$ 1 = 1,74 Kunas croatas

Dubrovnik | Foto: Divulgação Skyscanner.

30- Ilhas Seychelles

Não é por acaso que as Ilhas Seychelles aparecem na última posição da lista: visitar o paraíso não é barato.
A dica é se programar e fazer a reserva com bastante antecedência. A hospedagem é muito cara no país, segundo a publicação.
R$ 1 = 3,79 Rúpias de Seychelles

Foto: Divulgação Skyscanner.

Taxa de câmbio verificada em 02/05/2018 através do Conversor de Moedas do Banco Central.
Os países sobre os quais não informamos a conversão de Real para a moeda correspondente não apresenta cotação para o dia pesquisado e ou não aparece na lista do Conversor de Moedas do Banco Central.

O post original no Skyscanner está aqui. Nele, as conversões são de 16/06/2017.


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Incríveis bicicletas fabricadas com peças de motos dos anos 50

Mochileiros.com

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O artesão italiano, Luca Agnelli é especialista em restauração de móveis antigos e se transformou em uma sensação com suas criações: bicicletas elétricas construídas com peças de motos dos anos 50. São peças reais, como um tanque de combustível por exemplo, que ao invés de levar gasolina tem um conjunto de baterias.
Agnelli trabalha em seu laboratório de desenho desde 1989, quando o abriu e tinha 22 anos; desde então cria produtos contemporâneos a partir de antigas relíquias. Uma das coisas que faz destas bicicletas (ou pedelecs) especiais é que cada uma é única, uma verdadeira joia feita a mão.

Dê uma olhada em algumas delas nas fotos abaixo:

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Foto: agnellimilanobici.com

Mais fotos e informações (inclusive técnicas) sobre cada modelo podem ser vistas no http://www.agnellimilanobici.com/?post_type=product

Com informações de AutoEvolution.com.

Se você gosta de coisas retrô, também pode gostar deste post: Posters (retrô) de viagem


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Professora gringa viraliza com desabafo sobre a língua portuguesa

Mochileiros.com

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Rebecca Jackson-Salado faz sucesso com seus vídeos no Facebook o último tem a ver conosco: ela tenta entender o uso e sugerir novas palavras à língua portuguesa.
Por exemplo, qual a necessidade das palavras serem direcionadas para cada sexo, mudarem no plural, aumentativo e ou diminutivo? “Bonitão” para ela poderia ser ‘bonitono’, já que no feminino seria bonitona. “Eu sempre falo bonitono e todo mundo ri”, comenta Rebecca, lembrando que no inglês se usa “beautiful” para elogiar um homem e também uma mulher.
Outro vídeo não questiona a língua, mas um hábito, sobretudo de nós brasileiros: “Quantas vezes preciso mandar beijos para ser educada?” pergunta sobre como encerramos uma ligação telefônica. Para ela (e para muita gente – risos) um simples tchau bastaria.
Músicas brasileiras, “frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês” e outras publicações sempre bem humoradas fazem parte da página Minha Professora Gringa, onde Rebecca, que é norte-americana e formada em inglês para estrangeiros publica seus conteúdos.
Confira alguns abaixo:

“Bonitono”

#Bonitono

Vamos fazer mudanças!!!! #BONITONO <3 Obrigada amores <3

Posted by Minha Professora Gringa on Friday, April 6, 2018

“Quando você fala tchau você desliga o telefone” 😅

#QuantosBeijos – Me da dicas!!!!

#Teambonitono precisa sua ajuda!!!!Nunca sei quando eu posso disligar o fone. Nao quero ficar sem educação!!! Me da suas dicas — #QuantosBeijos ?Youtube: https://youtu.be/prHQSGTa_S4

Posted by Minha Professora Gringa on Wednesday, April 11, 2018

Frases comuns para brasileiros mas que não funcionam em inglês

Frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês!

Frases comuns para brasileiros que não funcionam em inglês!!!New VIDEEEEEOOOOO!Check me out on youtube! https://youtu.be/JDaLp-D84LU

Posted by Minha Professora Gringa on Sunday, January 28, 2018

 


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