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20 lugares por onde andei para você amar (definitivamente) São Paulo!

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Olá desbravadores!

Olha eu aqui de volta e pra falar sobre um dos meus “lares” nesse mundo: São Paulo! 

Criolo diria que “não existe amor em SP”, mesmo gostando da música sou obrigada a discordar totalmente: TEM MUITO AMOR EM SP <3

Como contei no inicio do blog (aqui) eu nasci no interior e cresci na praia, sempre tive esse pezinho na estrada e as Rodovias Anchieta e Imigrantes são o quintal da minha casa. Por grande parte da minha família materna e paterna morarem em São Paulo, desde sempre passar os finais de semana na grande metrópoles era parte da minha vida. Sou uma grande mistura da praia com a cidade grande pois sempre transitei por esses dois mundos.

Depois de muitas andanças nessa vida, São Paulo me deu um presentão: meu namorado André Alves <3 e foi com ele que eu comecei a descobrir todos aqueles lugares que sempre ouvi falar e nunca tinha conhecido. Sempre brincamos que dou um Check ✔ na minha listinha interminável de lugares pra se conhecer em SP. Você provavelmente já leu muitas postagens com indicação de lugares, essa é com os vinte lugares que me encantaram quando eu conheci e espero que encantem vocês! Ah e as fotinhas foram tiradas por nós durante os passeios ?

 

Parque do Ibirapuera

1959615_603919949678201_2140466906_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

Av. Pedro Álvares Cabral – Vila Mariana, São Paulo

Era o parque que eu mais queria conhecer em São Paulo e foi amor a primeira vista! Arborizado, limpo, seguro e organizado você pode fazer diversas atividades desde alugar uma bike e pedalar pelo parque, andar de patins, acompanhar uma apresentação ou até mesmo um piquenique na grama. Motivos não faltam pra você ficar um dia inteiro aproveitando tudo que o parque oferece.

 

Parque do Piqueri

15622392_1203586456378211_3380795360338508026_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

R. Tuiuti, 515 – Tatuapé

O que me agrada nesse parque é o contato com a natureza que ele permite mesmo estando grudado na Marginal Tietê. Muitas árvores, chão de terra e um lago com tartarugas, cisne e patos. É um excelente ambiente para crianças e corredores, pois conta com vários parquinhos e uma pista para corrida. Se você tiver um olhar observador perceberá entre as árvores diversas espécies de aranhas, mas não se assuste! Aqui prevalece o respeito à natureza e ao espaço dela.

 

Parque do Carmo

12049140_868490106554516_1019226286182629668_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

Av. Afonso Sampaio Souza, 951 – Itaquera

Esse parque é enorme!!! O que me chamou atenção é que mesmo com esse tamanho todo ele é organizado e limpo, ótimo para fazer caminhadas ou apenas curtir um momento lendo um livro, ele tem um diferencial especial: em agosto acontece a festa das cerejeiras e o parque fica lindíssimo! Aproveite para conhecer o parque nessa época.

 

Pico do Jaraguá

14291882_1089010787835779_7108076672863513150_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

Situa-se a oeste da serra da Cantareira

São 242 degraus que valem toda a perda de fôlego! A vista é linda e você consegue observar vários pontos da cidade. Você pode subir o pico de carro ou pela trilha, como estávamos próximos do fechamento do parque subimos de carro e a aventura já começou ali: a serrinha é linda com vários pontos de observação e muita natureza.

 

Estação e Parque da Luz

Fotos: Michelle Graça / Michellândia

R. Ribeiro de Lima, s.n – Bom Retiro

Esse foi um passeio solitário que me surpreendeu: estou eu indo para o Bom Retiro em busca de umas roupinhas novas e desci enfrente a estação da luz, que até então eu só passava voando de carro. A arquitetura é de deixar o queixo caído de tão detalhada e bonita. Olhei para o lado e não resisti: “já tô aqui vou conhecer o parque também.” E foi uma excelente ideia: tranquilo, arborizado e com algumas obras expostas, o parque é um ótimo lugar para relaxar e meditar.

 

Feira da Liberdade e todas as lojinhas ao redor

11825620_848419998561527_7913452833921232800_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

Av. da Liberdade, 365 – Sé

Desde o dia que coloquei meus lindos pesinhos nesse bairro eu amo passear por lá. Fico parecendo criança em loja infantil que não sabe pra onde olha e não é pra menos, você encontra de tudo na liberdade: de moedores de tempero a maquiagem, passando pelos produtos da culinária japonesa chegando aos amuletos da sorte, enfim, uma infinidade de artigos diferentes que vão te encantar. Fora a feirinha que acontece aos sábados e domingos com comidinhas e artesanatos que vão te surpreender.

 

Feira Benedito Calixto

12189671_890303927706467_3620383514490102116_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

Praça Benedito Calixto – Jardim Paulista

Essa feira é toda <3 ! Têm antiguidades, comidinhas gostosas, artesanato, muitas tendências e novidades para você enlouquecer sem saber o que olhar primeiro. O local é seguro e agradável e sempre rola uma musiquinha no final da tarde. A feirinha acontece aos sábados e você não vai se arrepender em conhecer!

 

Mercadão e Zona Cerealista

13709878_1040493446020847_1860942192857677414_n (1).jpgFoto: Michelle Graça / Michellândia

R. Cantareira, 306 – Centro

Eu adoro conhecer os mercados do mundo, e quando conheci o de São Paulo que até então só passava na frente me encantei. A qualidade dos produtos, os aromas, as cores, a diversidade de coisas que eu nunca vi na minha vida fizeram desse passeio uma aventura de descobertas com todos os meus sentidos. No final do passeio não esqueça de provar o Pastel ou o sanduíche de Mortadela (impossível comer os dois) e um dos diversos chopp do Santa Therezinha Cervejas, uma delicia! Já a Zona Cerealista fica do outro lado da Av. do Estado e possuiu diversas lojas com os mesmos artigos do mercado mas com um preço mais acessível, compensa dar uma passadinha e pechinchar.

 

Beco do Batman

16649431_1279982422071947_1978985990241231091_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

R. Gonçalo Afonso – Vila Madalena

Levei três anos pra conhecer o beco do batman…rs! É um museu a céu aberto onde os grafites são verdadeiras obras de artes despertando curiosidade e sensações. Vá com tempo para contemplar e admirar os desenhos. O legal é que esse museu vive em constante mudança podendo ser visitado diversas vezes.

 

Galeria do Rock

15170988_1161106293959561_887488132796004880_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

Av. São João, 439 – República

Quando penso na Galeria penso em diversidade. Aqui várias tribos se misturam e vivem em harmonia, e o bacana disso tudo é que você vai encontrar muita coisa legal e diferenciada. Tem camisetas de bandas ou de séries, vinil, cd, lugar pra fazer tatoo, loja para colecionadores de miniaturas, loja de mascaras, enfim uma infinidade de coisas diferentes para olhar e comprar.

 

Show no Morumbi ou em qualquer Estádio.

15241889_1184781808258676_3765165557503823780_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

Sim, eu fui ao show do Black Sabbath! E foi emocionante você participar de um espetáculo como esses onde todos curtem o som, todos cantam junto com o Ozzy, todos vibram a cada solo de guitarra! É sensacional a animação e a energia que o lugar transmite. Por isso digo: tem algum cantor ou banda que você gosta muito com show marcado em SP? Vá, vá sem medo de ser feliz!

Caminhar pela Av. Paulista.

11953034_859501084120085_8846845590630280083_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

Toda cidade do interior tem sua avenida principal, certo? São Paulo tem a sua Avenida Principal também, e andar por ela é uma aventura cheia de surpresas: Livraria Cultura e seu esqueleto de dinossauro, prédio do Ciesp com suas luzes e exposições (eu tive o prazer de ir da do Leonardo da Vinci e amei), o Masp que dispensa apresentações, o parque Trianon, o teatro Gazeta, enfim um mundo de possibilidades na avenida e em suas paralelas e perpendiculares. Desbrave sem moderação.

 

Pacaembu e Museu do Futebol

14225606_1087991341271057_3014799111935294615_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

Praça Charles Miller, s/n – Pacaembu

Michellândia gosta de futebol? Siiimmmm. E esse museu além de ser sobre uma paixão nacional é um dos interativos existentes na cidade, o que faz toda diferença na visitação. Pra mim, Santista de cidade e time ser recebida pelo Pelé já é motivo de sobra pra indicar o passeio…rs. Mas o museu não é só isso: conta toda historia do futebol de forma envolvente e usando todos os seus sentidos. Aproveite cada minuto a experiência.

 

Instituto Tomie Ohtake

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Rua Coropé, 88 – Pinheiros

O prédio é uma obra de arte, passei uns longos minutos admirando e pensando como será que foi feito. Fui a primeira vez na exposição da Frida e foi emocionante ver as obras e peças do vestuário de uma artista, mulher e ativista que eu tanto admirava. Saindo da Frida visitei a exposição fixa da Tomie Ohtake e passei a admirar a mulher das obras vermelhas (até então essa era a definição que tinha dela). Depois disso voltei uma segunda vez para a exposição do Picasso e voltaria novamente. São exposições bem montadas e o ambiente do Instituto é uma delicinha. Quando tiver uma oportunidade não perca tempo e aproveite.

 

Catavento Cultural

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Pq. Dom Pedro II – Av. Mercúrio, s/n – Brás

Sem dúvidas meu museu predileto em São Paulo: interativo e voltado a assuntos interessantes, você vivencia a ciência, química, física e a biologia de forma impagável. Eu e Juju (minha sobrinha linda que aparece nessa foto) nos divertimos horrores e você vai voltar a ser criança nesse museu (leve uma com você pra não ficar feio…rs). Pra conhecer todas as atrações recomendo chegar cedo ou dividir em dois dias, sendo que aos sábados a entrada é gratuita.

 

Qualquer exposição na Oca

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Pq. Dom Pedro II – Av. Mercúrio, s/n – Brás

Fui à exposição “Art Of The Brick” e posso afirmar que a oca é impressionante do lado de dentro,  vou explicar: você olha do lado de fora e pensa “como cabe uma exposição nesse redondinho?” ai você entra e descobre que o redondinho é a parte superior do prédio, a exposição está toda no subsolo. Quando você desce, meu amigo (a), só sei sentir não sei explicar.

 

Bienal do Livro

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Av. Olavo Fontoura, 1209 – Santana

Obs.: Eu, assim como no catavento, no meio da criançada tirando foto com a Magali. ?

Sou uma leitora apaixonada por livros, não invente essa coisa de klinde e ler no computador que comigo não cola.  Gosto de sentir a capa, folhear as paginas e sentir aquele cheirinho de livro novinho! Sendo assim nada mais especial do que ir a uma bienal do livro. O evento é grandioso, os valores são excelentes e você amplia os horizontes da leitura conhecendo as novidades e os estandes de editoras que nem conhecia. Viva essa a experiência!!!

 

Um fim de tarde regado à conversa em um dos milhares de botecos da cidade

17021485_1290035434399979_1490495325982237550_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

Somos adeptos da boa prosa regada a uma cervejinha e amigos. E São Paulo oferece diversos lugares para essa prática: Salve Jorge, Bar do Berinjela, Gela Guela, Choperia Opção, enfim opções não faltam com cerveja gela, ambiente bacana e bons petiscos. De Pinheiros, Tatuapé, passando por Morumbi e Centro de São Paulo você sempre vai encontrar um bar/boteco para sentar e conversar sobre a vida e brindar as amizades.

Rua  Avanhandava e os Restaurantes da Família Mancini

16708249_1271835676219955_2464999791115497437_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

R. Avanhandava – Bela Vista

Não tenho adjetivos para explicar o que é passear pela Rua Avanhandava e conhecer os restaurantes da Família Mancini. A sensação que se tem é de se estar no país Mancini: a rua é segura, decorada, super organizada e limpa. Os restaurantes todos decorados conforme a temática da culinária predominante proporciona uma experiência única para quem deseja um Jantar romântico, um choppinho com os amigos ou uma pizza com a família. Em minha visita tive a oportunidade de conhecer o Madreperola e o Família Mancini onde experimentamos uma massa divina! Vale muito a pena a experiência.

 

Ambar Cervejas Artesanais

16114996_1251246918278831_1965402983298449503_nFoto: Michelle Graça / Michellândia

R. Cunha Gago, 129 – Pinheiros

O Bar Ambar é uma delicia de lugar para você ir com seus amigos e experimentar vários tipos de chopes diferentes (na foto o cardápio que zeramos em nossa visita). O ambiente é descontraído e com uma decoração de encher os olhos, com petiscos saborosos que combinam com as cervejas artesanais e os chopes que você provar. Ótimo lugar para se colocar o papo em dia!

***Listinha para conhecer em breve***

Porque o movimento da vida nunca pode parar 😉

A listinha nunca acaba…rs! Esse são os lugares que quero conhecer esse ano, alguns eu já passei na frente, mas nunca entrei e ficou aquela curiosidade “huhumm como será por dentro”, outros sempre tive curiosidade em conhecer e só faltou a oportunidade, hora de cria-la 🙂

1 – Planetário do Ibirapuera

planetario-2-1170x780Foto: Divulgação / Parque Ibirapuera

Parque Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, s/n

2 – Obelisco Mausoléu aos Heróis

obelisco-vista-aerea-680x380Foto: Divulgação / Governo do Estado de São Paulo

Parque Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral, s/n

3 – Memorial da America Latina

Memorial_da_América_Latina_(Mão)Foto: Creative Commons

Av. Auro Soares de Moura Andrade, 664 – Barra Funda

4 – CEAGESP

vista-aerea-etsp-011-600x469Foto: Divulgação / Ceagesp

Av. Dr. Gastão Vidigal, 1946 – Vila Leopoldina

5 – Templo Zu Lai

Templo_Zu_Lai_SP,_Brasil_(8253592244).jpgFoto: Creative Commons

Estrada Municipal Fernando Nobre, 1461 – Parque Rincao, Cotia

6 – Butantan

biblioteca-instituto-butantaFoto: Divulgação / Usp

Av. Vital Brasil, 1500 – Butantã

7 – Jardim Botânico

Viveiros_de_plantas.jpgFoto: Creative Commons

Av. Miguel Stéfano, 3031 Água Funda

 

Será que consigo alcançar a meta de 2017?

E você qual sua indicação de lugares para conhecer em São Paulo?

Au Revoir, Ciao, Hasta Luego, See you later, Até logo!

Michellândia

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Michelle Graça tem 35 anos, Paulista, pós-graduada em marketing estratégico, mochileira, redatora de conteúdo do blog Michellândia, colaboradora do site Mochila Brasil e com uma paixão incontrolável por conhecer o mundo.

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

Mochileiros.com

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

Mochileiros.com

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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Conheça a mochila ‘flutuante’

Mochileiros.com

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“A inovação mais significativa em mochilas nos últimos 30-40 anos”. Esta é a afirmação do site que anuncia a HoverGlide, uma mochila ‘flutuante’ que promete reduzir “muito” (até 86%!) o impacto da carga nas costas, pescoço, joelhos e tornozelos enquanto você anda ou corre com ela.
O projeto é resultado de um estudo feito em 2006 por fisiologistas da Universidade da Pensilvânia, na Filadélfia (EUA). Especializado no movimento de peixes, o chefe do grupo, o professor de Biologia, Lawrence Rome, explicou à CNN que a mochila segue o mesmo princípio utilizado para o transporte de cargas pesadas em alguns lugares da Ásia: “pessoas tradicionalmente usam longos mastros de bambu e a flexibilidade deles absorve o movimento de subida e descida da pessoa enquanto a carga fica a uma altura constante”.
Difícil a gente entender sem experimentar né? Bem, basicamente a mochila possui um trilho deslizante e um sistema de suspensão de polia que sobe e desce, ficando “livre” enquanto você caminha/corre, por isso ‘flutuante’. No vídeo abaixo é possível ter uma ideia de como o acessório funciona:

Os criadores da HoverGlide lançarão a campanha de financiamento coletivo no site Kickstarter ainda em setembro, promovendo a produção de 4 modelos que variam de 28 a 55 litros. Os usos vão de diário e para estudantes, passando claro, para os de uso diário em viagens, camping e caminhadas, além de uma tática para expedições mais difíceis (os modelos são o Commuter, o Trekker, o Hiker e o Tactical).

Na imagem é possível ver o ‘trilho’ entre as alças e a mochila | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Trekker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Hiker’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Tactical’ | Foto: Divulgação.

Modelo ‘Commuter’ | Foto: Divulgação.

A mochila promete redução de até 86% do impacto, diminuindo possíveis lesões e facilitando o deslocamento | Foto: Reprodução.

Mais informações podem ser conferidas no https://www.hot-newtech.com/hoverglide/

Com informações de Hot-newtech.com, CNN Travel e Nature.com.


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Como ser um hóspede que deixa saudade

Mochileiros.com

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Por Verônica Souza

Após uma longa espera, o tão desejado sofá apareceu no Couchsurfing – ou em outro site de hospedagem alternativa, ou até mesmo naquela casa de outro colega viajante que você esbarrou por aí – e com a alegria surge o ‘’E agora?’’.
Agora é chegada a hora de dar o próximo passo e se tornar um guest (convidado/hóspede) daquele que deixa saudade ao ir embora e ganhar boas recomendações e, por que não mais sofás, redes e camas nas próximas viagens pelo mundo?
Baseada em experiências de amigos que hospedaram e foram hospedados e nas minhas próprias, seguem alguns pontos a serem levados em conta se você quer ser um hóspede que deixa saudade.

Gratidão antes de chegar

“A gratidão é a virtude das almas nobres” (Frase atribuída a Esopo).
Mande por mensagem um “Obrigada por abrir as portas pra mim”, “Obrigada por aceitar me hospedar”.

Foto sob licença Creative Commons.

Seja organizado

Ao levantar arrume sua cama. Na verdade, o importante é deixar o “teu” local todo limpo e com tudo no seu devido lugar. Pode ser um sofá ou uma barraca, o importante é ter zelo e lembrar sempre de respeitar os hábitos e regras que já existiam ali antes de você chegar.

Foto sob licença Creative Commons.

Presenteie

O orçamento do mochileiro – quase – sempre está sem muita folga, todavia, neste presente o que conta não é o valor monetário e sim o carinho que vem junto com o presente. Precisa dar uma lembrança cara? NÃO! Foque em algo diferente – e barato – que tenha na tua cidade ou estado. Pode ser um doce ou um artesanato, por exemplo.

Alguns presentinhos de alguns lugares do Brasil e do mundo | Foto: Verônica Souza/Arquivo pessoal.

Seja prestativo

Mesmo que os donos do local digam que não é necessário se preocupar com os afazeres domésticos ofereça ajuda. Pode ser ajudar no preparo do almoço, lavar a louça…

Foto sob licença Creative Commons.

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Quem abre a porta para alguém de outro estado ou país quer um retorno chamado bagagem cultural. Deixe um pouco da sua! Conte como é o estilo de vida onde mora, cozinhe uma comida típica e apresente músicas as quais fazem sucesso em sua “casa”. Mesmo quem está viajando pela primeira vez tem muito a dividir.

Foto sob licença Creative Commons.

Gratidão ao sair

Na hora do “good bye”, deixe um bilhete agradecendo a receptividade e os momentos bons com quem te acolheu. Isto faz diferença!

Foto sob licença Creative Commons.


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Festival de Filmes de aventura acontece em setembro em São Paulo

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Por quanto tempo acredita que conseguirá praticar a atividade que você gosta? Até que idade você acredita que consegue fazer uma trilha, uma road trip ou mesmo uma escalada? Se o seu “número mágico” for pequeno, você precisa conhecer a história fantástica do montanhista americano Fred Beckey. Fred praticou a sua atividade preferida, subir montanhas e viver por conta disso, até os 92 anos de idade.

Fred nunca casou, nem mesmo teve filhos e sequer teve um emprego fixo desde os 20 anos de idade. Ele simplesmente se virava da maneira que dava para continuar todo o tempo com a mochila nas costas e improvisando comida, estadia e viagem todo o tempo. Ele é uma figura que as pessoas chamam nos EUA de ‘dirtbag’, e Fred Beckey é considerado o criador e personalizador deste estilo de vida. Um documentário, que teve fundos oriundos de financiamento coletivo para ser realizado, conta a história fantástica de Fred Beckey. O filme, desde o seu lançamento, ganhou todos os prêmios de todos os festivais de filmes que participou.

A oportunidade única de ver este, e outros filmes com a mesma temática, pode ser visto no final de setembro na cidade de São Paulo. A iniciativa é de um festival mexicano de filmes outdoor, chamado Freeman Film Festival que trará para a tela dos cinemas. Para honrar a memória de Fred Beckey, que não era muito chegado a Shopping Centers, os organizadores tiveram o cuidado de exibi-lo em um cinema de rua.

A sala escolhida é uma das salas de cinema mais antigas da cidade, fundado em 1962 e funcionando no mesmo endereço desde então. O evento esta marcado para o dia 27/09/2018 às 20:00H no Cinesala, localizado na Rua Fradique Coutinho, 361 – Pinheiros, São Paulo. Não haverá lugares marcados, portanto quem estiver disposto a assistir o filme no sofá, basta chegar cedo.

Fred Beckey

Junto do filme sobre Fred Beckey, haverá também a exibição de outros filmes, todas produções nacionais. Todos os filmes conterão ‘versões brazucas’ de dirtbags. Pessoas que largaram tudo para viver uma vida dedicada a fazer o que mais gosta. Ao todo serão três filmes, dos mais diversos esportes de montanha. Uma outra atração, para quem quer saber mais sobre empoderamento feminino, é que todos os filmes brasileiros foram produzidos e dirigidos por mulheres.

Os filmes brasileiros possuem títulos bem sugestivos e o objetivo, que não poderia ser diferente, é convidar a todos a refletir sobre suas vidas e siar com a mochila nas costas. Uma das produções de maior destaque é o “Mulheres são Montanhas”, produzido e dirigido pela atriz Renata Calmon. Totalmente ambientado na Serra da Mantiqueira, teve amplo destaque na internet e foi finalizado graças a um dos mais bem sucedidos financiamento coletivos da plataforma brasileira “Catarse”.

Já o filme “Uma aventura como ela é” mostra como um casamento pode transformar a vida através de esportes de aventura. Enquanto todas as pessoas pensam em ir para Paris, perpetuando o clichê de todo filme romântico, Edinho Ramon e Bia Carvalho vão ao interior da França fazer trekking, escaladas e saltos de para-quedas.

O terceiro e último filme é “Bonete – A conquista Brasileira”  que documenta uma história de montanhistas brasileiros, que vivem longe do mainstream, que primeira vez conquistou o cume da quarta mais alta do continente americano. Mais do que um filme, é um documento histórico sobre o montanhismo brasileiro.

Mais informações em: http://freemanfestival.com.br/


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Diamantina é muito mais que um roteiro histórico

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Que a bela cidade histórica mineira de Diamantina é um ótimo destino para relaxar todo mundo já sabe, mas você sabia que além de uma bela arquitetura, ruas de pedras e igrejas deslumbrantes, próximo a cidade há belas cachoeiras e paisagens de tirar fôlego?

Pois então, vamos lá que vou apresentar estes lugares para vocês…

Parque Estadual do Biribibi

Colado na cidade, uma fugidinha de Diamantina para o Biribiri é uma das melhores combinações para o seu roteiro.

Neste parque além de duas cachoeiras de fácil acesso e ótimas para banho, há uma antiga vila têxtil abandonada, que deu lugar a ótimos restaurantes onde você pode provar a deliciosa comida mineira.

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Foto: Cachoeira Sentinela – sem tilha e super rasa.

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Foto: Cachoeira dos Cristais – Melhor poço para banho e trilha curtinha.

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Foto: Vila do Biribiri – lugar ideal para relaxar.

Quer saber mais? —> Roteiro Completo para conhecer o Biribiri.

Conselheiro Mata

A pequena Conselheiro Mata, distrito de Diamantina, merece bem mais que um bate e volta, portanto programe pelo menos dois dias inteiros para este paraíso.

Com seus quase 1.000 habitantes, este ótimo destino para ecoturismo escondido no norte do estado ainda não despontou para o turismo, mas nem por isso duvide de seu potencial.

São mais de 22 cachoeiras catalogadas, além de outras atrações e histórias de discos voadores.

Tem cachoeira para todos os estilos, no meio da mata, com trekking, de fácil acesso, pequenas, grandes… gosto pra tudo, mas na minha opinião as melhores delas são:

Cachoeira das Fadas

Para chegar até a cachoeira, de entrada gratuita, você tem que fazer uma trilha de aproximadamente 2 km (ida e volta), e descer um  pequeno morro, mas o visual vale a pena.

Cachoeira do Telésfoto.

Pra mim este lugar não é só o mais belo da cidade, mas um dos mais do estado.

A cachoeira do Telésforo nem é tão grande ou impressionante, mas o que dá o charme a ela é seu contexto. Rodeada de areia branquinha e uma serra enorme, o conjunto de tonalidades fortes cria uma paisagem incrível. A cachu do Telésforo ainda é ótima para banho e passeios, em família ou com a galera, ou seja, qualquer tipo de viagem.

Foto: Um enorme banco de areia branquinha e uma serra enorme ao fundo.

Foto: Até escorregador natural há aqui… rs.

Quer saber mais? —> Roteiro Completo para conhecer Conselheiro Mata.

É pessoal, as vezes focamos só no essencial de um lugar turístico, mas há sempre muito mais se pesquisarmos. Portanto nunca deixe de explorar e saber mais, pois Diamantina é muito mais que Xica da Silva.

Quem quer saber mais da cidade de Diamantina?

Há um roteiro completo no Quero Mochilar: Roteiro Diamantina.


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Viver fora: um casal mochileiro (brasileiro) no Butão

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Mochileiros no Butão? Talvez essa seja a primeira vez que tenham ouvido essas palavras escritas juntas. Já faz quase um ano que nós do Mochilão a Dois decidimos largar nossa vida no Brasil e embarcar nessa aventura na “Terra da Felicidade”!

Mochileiros no Butão

Ser mochileiro no Butão, para quem não mora aqui, não é a coisa mais fácil do mundo. Primeiramente, o custo antes de vir já é bastante alto e, segundo, é burocrático. (Mas continuem lendo! Existe esperança!)

Mochileiros no Butão

Mas vir para o Butão também é uma das únicas chances que mochileiros tem para se sentirem um pouco como “desbravadores”, ir para um lugar onde muitas pessoas ainda nem sabem localizar em um mapa.

Custos de Uma Viagem Para o Butão

Vir para o Butão requer desembolsar um dinheiro bom:

  • Existe um custo diário de US$250(alta temporada)-US$200(baixa temporada)/noite para visitar o país;
  • Tudo precisa ser feito através de uma agência de turismo local;
  • Você não consegue ir no skyscanner ou expedia e comprar uma passagem para o Butão;

São apenas três pontos importantes, mas que carregam um baita peso na organização de uma viagem.

O Que Está Incluso Na Taxa Diária?

Essa taxa diária é cobrada por todos os turistas internacionais, exceto Indianos. Nela inclui:

  • Imposto para conservação do meio ambiente e educação de US$65/noite;
  • Todas as acomodações em hotel 3 estrelas/homestays/guesthouses;
  • Refeições;
  • Um motorista;
  • Um guia (post).

Mochileiros no Butão

Infelizmente, ter guia não é negociável. Sei que isso não faz o estilo de 90% dos mochileiros do mundo, mas nem tudo é ruim. Através de negociações e boa convivência, guias dão uma certa liberdade para os turistas explorarem alguns lugares sozinhos. Nem tudo é ruim! Ser legal é essencial!

Vale a Pena Vir Como Mochileiros para o Butão

Em uma palavra: Vale! Em duas palavras: Vale MUITO!

O Butão recebe por volta de 150mil turistas por ano. É um país ainda bastante desconhecido pelo resto do mundo e ainda muito inexplorado. Antes de vir pra cá, já tinha visitado 45 países e, em todos, encontrei turistas por todos os cantos. Aqui no Butão, mesmo em alta temporada, você sente que tem o país só para você!

Como disse antes, é um dos únicos e últimos países onde um mochileiro terá essa sensação durante a estadia inteira. Alguns destinos oferecem esse mesmo sentimento, mas nunca dura tanto, pois sempre tem que retornar pra alguma cidade grande no meio. Aqui, mesmo em cidades grandes, é muito difícil trombar com alguem falando alto na sua língua materna, seja ela qual for!

Já fui para Tailândia e Camboja, lugares onde o budismo é uma religião muito forte, mas sempre tive a impressão (talvez bastante verdadeira) de que os templos mais importantes viraram atrações turísticas. No Butão, até o templo mais visitado do país, o Ninho do Tigre (Taktsang), é um templo onde a religião é extremamente levada a sério. Quando mais remoto o lugar onde visitar, mais seriamente a religião é levada. Se decidir ficar ou visitar um monastério, terá que seguir a rotina deles. Nada será feito para acomodar o turista. Tudo é feito para eles. Você será apenas um espectador.

Mochileiros no Butão

O maior festival religioso do Butão, o Paro Tshechu, é um exemplo perfeito. Temos muitos amigos Butaneses que fizeram questão de ir ao festival para serem abençoados pelos rituais e danças de lá. Nada é feito para turistas. O que acontece lá sempre aconteceu desde muito antes do Butão abrir as portas para o turismo, em 1973.

Trilhas no Butão

Butão está, cada vez mais, se tornando um destino para aventureiros e turistas que adoram fazer trilhas e acampar. Trilhas aqui ainda são, em grande parte, quase intocadas. Visitá-las realmente faz com que você se sinta em contato com a natureza, sem lojinhas de conveniência, vendedores te oferecendo água a cada km. Você pode passar dias e mais dias sem contato com ninguém além de quem está no seu grupo. Passar dias sem contato com tecnologia, sem ouvir música, apenas se perder pela natureza e apreciar as paisagens oferecidas pelos Himalaias.

Mochileiros no Butão

Desde quando chegamos aqui, fizemos algumas trilhas, a principal foi a The Owl Trek (Trilha da Coruja). O que vimos mais próximo de civilização foram vilas de pastores de yaks. Vilas itinerantes, sempre a procura de pastos para alimentar seus animais. Isso está se tornando cada vez mais raro, pois pastores estão trocando a vida do campo para tentar a vida na cidade. Será que isso já aconteceu em algum lugar no mundo?

Seu camping pode incluir acampar num monastério, até ficar em um. Acreditem, a experiência é fantástica!

Trilhas no Butão estão inclusas na taxa diária, o que faz essa taxa não ser tão cara assim (ainda sendo cara).

Mochileiros no Butão

São apenas resumos do que mochileiros no Butão podem fazer em uma estadia aqui.

Como Vocês Foram Parar no Butão?

Ótima pergunta! Como disse no começo, visitar o Butão não é a coisa mais fácil de se fazer no mundo. O que fazer quando a oportunidade de morar no país aparece? Temos que abraçá-la, não acham?

Uma coisa que fiz muito na vida, além de viajar, foi estudar. Fiz bacharelado, mestrado, doutorado e licenciatura tudo seguido um do outro. Na minha licenciatura, tive uma co-supervisora que tem laços com escolas de vários lugares do mundo, como Serra Leoa, Papua Nova Guiné, Kênia e o dito cujo: Butão. Sempre fiz muitas perguntas sobre as experiências que ela teve como professora nesses lugares e as histórias sempr eme fascinaram. Terminei a licenciatura, voltei para o Brasil depois de 16 anos morando fora para dar aula em uma das melhores escolas internacionais da América Latina.

Mochileiros no Butão

A vida estava bem tranquila, tudo indo bem e o Butão já não estava mais na minha mente. Até que um dia recebi um email com o final .bt e o li. Estava sendo convidado para uma entrevista para dar aula próximo a Paro. O que fazer agora?

Depois de muitas conversas com a minha esposa, a Liany, que aconteciam depois de toda entrevista (8 entrevistas no total), finalmente me ofereceram o emprego e decidimos tentar! Vale mais a pena se arrepender de fazer do que de não fazer, concordam?

Loucura?

Largamos os nossos empregos. Eu de professor e ela de monitora de pesquisa clínica e para cá viemos. Em breve, completará um ano desde que chegamos aqui. Muitas experiências foram vividas, muitas dificuldades enfrentadas diariamente. Viemos para cá sem sabermos nada sobre o país, sem saber se ia conseguir viver com o salário, sem saber onde iamos morar… foi um baita tiro no escuro, mas fazer o que?

Mochileiros no Butão

Quem já morou fora ou fez intercâmbio sabe como é difícil… podem imaginar como é ir morar num lugar onde nem a sua passagem você pode comprar?


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Comprar dólar parcelado no cartão de crédito vale a pena?

Mochileiros.com

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Será que vale a pena comprar dólar parcelado no cartão de crédito? Confira a resposta para essa questão no decorrer do artigo.

O dólar é a moeda utilizada na taxa de câmbio da maioria dos países, servindo como referência econômica mundial. Aposto que você já viu por aí diversas discussões acerca da moeda estadunidense, não é mesmo?
Seja para viajar ao exterior ou realizar investimentos em médio prazo, o dólar é o mais cotado por economistas e especialistas em finanças.
Por conta disso, veja, abaixo, se vale a pena ou não comprar dólar parcelado no cartão de crédito.

Por que parcelar dinheiro estrangeiro no cartão de crédito?

Ainda como uma novidade oferecida por poucas empresas nacionais, a compra de moedas estrangeiras – em especial o dólar – já é possível ser feita no cartão de crédito. Plataformas especializadas em câmbio, como a Câmbio Store já oferecem esse tipo de serviço para o consumidor, e ainda permitem o parcelamento da compra em até 12x.
O motivo é simples: a maioria das casas de câmbio só aceita pagamentos em dinheiro vivo ou transferência bancária. Se você precisa viajar daqui a 3 dias, por exemplo, e não tem um centavo no bolso, o cartão de crédito seria uma opção.
Sendo assim, você conseguiria aproveitar a viagem tranquilamente, fazer as compras que deseja e só começaria a pagar no próximo mês. Não é incrível?
No caso da Câmbio Store, existe uma facilidade ao comprar dólar parcelado no cartão: a taxa de câmbio fica travada na hora do compra. Ou seja, não tem aquele famoso problema de taxa flutuante!

Na Câmbio Store a taxa de câmbio fica travada na hora da compra, não havendo a temida taxa flutuante | Foto sob licença Creative Commons.

“Usar o cartão de crédito lá fora não é a mesma coisa?”

Não, pois a taxa de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) aplicada na compra com o cartão de crédito internacional do seu banco é maior. Agora, se você comprar o dinheiro em espécie, com o mesmo cartão de crédito, a taxa fica muito menor. Confira:

· IOF aplicado em compras com cartão de crédito internacional: 6,38%
· IOF aplicado em compras com cartão de crédito na Câmbio Store: 1,10%

Outro ponto em questão é que ao comprar dólar parcelado aqui no Brasil, o valor é lançado diretamente na fatura, e você já fica sabendo na hora o quanto tem que pagar. Quando o cartão é usado no exterior, a fatura só chegará no próximo mês, com juros altíssimo.

Qual é o limite de compra?

Em virtude das normas vigentes para operações de câmbio, o limite máximo para comprar moedas estrangeiras parceladas no cartão de crédito é de R$ 10.000,00 por dia. Já quebra um galho, não acha? Se você deseja comprar mais do que este limite, basta dividir o montante total em tranches de até R$ 10 mil por dia.

Pontos negativos de parcelar dólar no cartão de crédito

Nem tudo são mil maravilhas, não é? Comprar a moeda estadunidense parcelada no cartão de crédito implica em alguns custos adicionais. Se a compra for paga no crédito à vista, por exemplo, a taxa de juros seria de 5,7% na Câmbio Store.
À primeira vista, pode até ser um ponto negativo se for comparar com a compra tradicional, com dinheiro em espécie ou TED. No entanto, assim como foi mencionado no tópico acima, se a pessoa precisa urgentemente do dólar e não tem nenhuma opção cabível, usar o cartão de crédito no Brasil para adquirir sua moeda estrangeira pode ser a melhor saída.
O trabalho realizado por algumas empresas, como a Câmbio Store, por exemplo, consiste em facilitar o contato entre o cliente e as corretoras/casas de câmbio. Com isso, fica muito melhor ter acesso a valores melhores e condições especiais de pagamento.

Afinal, vale a pena comprar dólar parcelado?

Levando em consideração os fatores tempo e necessidade, vale muito a pena adquirir a moeda estrangeira parcelado no cartão de crédito. No entanto, a dica principal é PLANEJAMENTO. Consulte as melhores cotações na Câmbio Store, faça uma simulação do quanto vai custar e faça a sua viagem com a cabeça tranquila.

Este é um publieditorial.
Texto: Equipe Câmbio Store.


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