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A bordo de food truck, casal realiza sonho de viajar pelo mundo

Claudia Severo

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O casal Thay Morais e Álvaro Machado tem (assim como eu e você) o sonho de viajar pelo mundo e, para torná-lo realidade, deixaram seus postos de trabalho formais, venderam o que tinham e investiram num food truck. É uma simpática Kombi azul que a gente já pode ver no bairro de Santa Teresa, no Rio de Janeiro. É da cidade que eles partirão.

"O sorriso é uma linha curva que tudo endireita" é a mensagem em espanhol escrita na frente da Kombi | Foto: Divulgação.

“O sorriso é uma linha curva que tudo endireita” é a mensagem em espanhol escrita na frente da Kombi | Foto: Divulgação.

Thay e Álvaro | Foto: Arquivo pessoal.

Thay e Álvaro | Foto: Arquivo pessoal.

A especialidade deles é pizza uruguaia (Álvaro é uruguaio, Thay, brasileira) mas, mais que vender a produção para seguir viagem, eles querem levar “transformação, inclusão social e motivação através da comida”, comenta Thay acrescentando “escolhemos a comida por se tratar de algo que une pessoas e pela qual temos paixão”.
Durante a viagem, o projeto ‘Olla Itinerante’ (panela itinerante, em português) pretende oferecer aulas de culinária gratuitas em locais cuja população tem pouco acesso à informação. “É a maneira que encontramos de deixar nossa contribuição para o mundo”.

Carinho: do preparo da pizza à maneira como a Kombi se apresenta | Foto: Divulgação.

Carinho: do preparo da pizza à maneira como a Kombi se apresenta | Foto: Divulgação.

“Cãopanheiro” de viagem
Além do cheirinho da deliciosa pizza (sim, a gente já experimentou e adorou!) eles contam com a presença de um cãozinho cheio de energia, o Ringo, que atrai a atenção de todos por onde passa.

Ringo à bordo da Kombi Azul | Foto: Arquivo pessoal.

Ringo à bordo da Kombi Azul | Foto: Arquivo pessoal.

Ringo, o "cãopanheiro" de viagem | Foto: Arquivo pessoal.

Ringo, o “cãopanheiro” de viagem | Foto: Arquivo pessoal.

Você pode saber mais sobre o projeto e colaborar clicando aqui e também curtindo a página deles no Facebook e segui-los no Instagram.

No vídeo abaixo eles contam um pouco de como essa história começou:

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Escrevo por aqui, sempre pensando em estar por aí... | Co-fundadora do site Mochileiros.com

1 comentário

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  1. Diachinni

    30 de março de 2016 em 8:24

    Muito legal! Encontraram uma maneira bastente criativa e interessante de realizar um sonho e deixar sua marca no mundo. Inspirador!

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Você vive a vida que gostaria?

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“Queria ter tido a coragem de levar uma vida significativa para mim, não a vida que os outros esperavam que eu levasse.”

Você está disposto a carregar o peso do arrependimento para o resto da vida? Não? Que bom. Então a hora de começar é agora. Isso mesmo.
A vida é sua. Simples assim. Somos nós quem elegemos as nossas prioridades e o que é vital para que tenhamos uma vida mais feliz. Todo o resto é opinião alheia, rótulos e padrões do século atual. Quem disse que pra sermos plenos precisamos levar a vida que a maioria das pessoas leva?
Ao abrirmos mão das nossas escolhas, permitimos que fatores externos façam isso por nós. Ou seja, sempre estaremos correndo ‘atrás da máquina’ pra satisfazer as vontades de terceiros. E a sua vontade, seus sonhos, seus projetos? Qual a posição deles na lista da sua vida?
O dia pra começar é hoje. O amanhã ainda não existe. Faça acontecer.
Beijo.
Fê e Tai (Aventura de férias)

Foto: Aventura de Férias


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Brasil

Chapada dos Veadeiros em 5 vlogs incríveis

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E aí? Pensando em partir pra Chapada dos Veadeiros na próxima trip? Então você não pode perder de assistir os vídeos do canal Aventura de Férias.

Fernanda e Tainá mostram suas aventuras por Goiás em 5 vídeos muito legais. Elas fizeram essa trip em setembro de 2018, partindo de Santa Catarina até Goiás, em 5 mil quilômetros de pura adrenalina nas estradas brasileiras.

CACHOEIRA SANTA BÁRBARA, CANDARÚ E CAPIVARA

CACHOEIRA LOQUINHAS

TRILHAS E CACHOEIRAS DO PARQUE NACIONAL DA CHAPADA

BÓIA CROSS

CAMPING E CACHOEIRA DOS CRISTAIS

Para assistir os outros vídeos desta viagem irada, acesse a playlist no YouTube, clicando aqui


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Casal Nômade dará uma volta ao mundo de Kombihome

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Imagine deixar seu emprego, família e partir em uma viagem ao redor do mundo sem data de retorno. É nesta aventura que o casal de Viçosa, Lucas Teixeira e Beatriz Gonçalves, se prepara para embarcar nos próximos dias.

Viajar muito é o desejo de muitas pessoas. E o sonho de conhecer novos lugares, muitas vezes esbarra na limitação financeira. Afinal, apesar das passagens de avião terem se tornado mais acessíveis, o custo de conhecer outros estados ou países, somado às despesas com hospedagem e alimentação, ainda limita o sonho de viajar de muitos brasileiros. Mas, o casal Lucas e Bia encontraram uma forma engenhosa para viajar de forma econômica. Eles simplesmente levam consigo a sua “casa”, enquanto estão viajando. Através de um Motorhome caseiro construído em uma Kombi, eles decidiram iniciar o projeto de visitar todos os estados brasileiros a bordo da Kombihome Chica (como foi carinhosamente nomeada o Motorhome construído por eles próprios).

Tudo começou a cerca de 1 ano atrás, quando Lucas, na época proprietário de uma agência digital, começou a questionar o estilo de vida que vinham levando. Eles contam que como muitos casais jovens, estavam trabalhando muito para conseguir realizar alguns sonhos que muitos brasileiros também possuem, como adquirir uma casa própria e um carro novo. No entanto, para isso, eles vinham sacrificando o próprio bem estar, sem tempo para lazer ou para cuidar da saúde. Foi quando perceberam que aquelas eram metas que a sociedade impunha, não os seus verdadeiros sonhos.

E um dos desejos do casal era poder viajar muito, conhecer novos lugares e novas pessoas. Eles então decidiram “largar” tudo. Fecharam a empresa em que trabalhavam, venderam todos os móveis da casa, compraram uma Kombi e caíram “na “estrada. O destino? Conhecer primeiro o Brasil antes de se aventurar por outros países. Após viajar um mês a bordo da Kombi Home Chica, eles são enfáticos em dizer: – “Essa foi a melhor decisão das nossas vidas!”. Mas não pense que tudo são flores. Apesar do pouco tempo de viajem, eles já enfrentaram algumas dificuldades, como ficar sem comida em alguns locais e ter que tomar banho em cachoeiras geladas.

“Algumas dificuldades são inerentes do estilo de viagem que decidimos realizar, mas como tudo na vida, tem os seus prós e contras”, conta Lucas. “Uma das principais vantagens em viajar em um Motorhome é não ter que gastar com hospedagem em hotéis e pousadas. Sem contar que também economizamos com a alimentação, pois a Kombi é equipada com fogão e geladeira”, diz Bia. Eles ainda não divulgaram os gastos da viagem, mas afirmam que estão gastando bem menos do que quando tinham uma residência fixa.

E para quem deseja uma aventura semelhante, eles divulgaram em seu canal no YouTube toda a construção da Kombihome Chica (http://www.youtube.com/naestrada). Através de vídeos bem detalhados, eles ensinam como construir do zero um Motorhome caseiro, além de publicar vídeos semanais mostrando suas aventuras pelo Brasil.

Ficou com curiosidade de conhecer melhor essa história? Então acesse http://www.youtube.com/naestrada e pegue carona com esse simpático casal.

Fan page: https://www.facebook.com/naestradadekombi/

Instagram: https://www.instagram.com/naestradadekombi/


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Uma Kombi pra chamar de casa. Conheça o projeto Eco Durismo

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Já pensou em comprar uma Kombi para viajar? Foi exatamente esta ideia que o casal do projeto Eco Durismo pôs em pratica. A dupla franco-brasileira, formada por Lívio e Alexandra, decidiu devolver a casa que morava em Paraty e vender o que tinham para cair na estrada com a Kombi 1971. Desde de janeiro deste ano, eles estão morando, trabalhando e vivendo na Kombi.

E não pense que precisaram de muita grana pra começar. Afinal, o projeto se chama Eco Durismo (de duro mesmo, rs). Diferentemente dos luxuosos motorhomes – ou até mesmo de outras Kombis adaptadas – o casal economizou bastante. Toda a estrutura, apesar de simples, é suficiente para os dois e foi montada por eles mesmos. E a maior parte com madeiras de pallets (pinus e cedro).

Eles nem se quer preparam tudo para partir. Em cada destino, foram montando aos poucos – e ainda nem terminou.   

Quer conhecer como é cada “cômodo” dessa casa sobre rodas? Confira abaixo.

Quarto com vista pra qualquer lugar

A vantagem de uma viagem de Kombi é que sua “casa” pode ser cada dia em um cenário diferente. A Kombi do Eco Durismo não conta com nenhum sistema de banco que vira cama, ou coisa do tipo. O casal simplesmente preparou uma estrutura em forma de estrado de madeira e fez um colchão do tamanho certo. Tudo é de encaixe, ou seja, a Kombi não precisou ser aparafusada, e a hora que precisar remover fica fácil.

 Cozinha planejada

O “planejada” foi só pra chamar a atenção mesmo. Na verdade, a “cozinha” da Kombi é composta de um balcão, também feito a mesma madeira da cama. O fogão, no caso são fogareiros de camping que não ocupam espaço e podem ser levados para fora também. Bom, todo o restante é acessório como panelas, pratos, talheres, etc. Acredite! Basta uma gaveta para guardar tudo. Isso porque todos esses itens são dobráveis.

 E para provar que dá pra cozinhar perfeitamente neste espaço, o casal ainda compartilha algumas receitas para viagens no canal do youtube, como o vídeo abaixo.

 Sala de Estar

Não tem sofá nem tv. Porém dá pra deitar na cama e escutar um som. E não é qualquer som. É uma vitrola. Isso mesmo, alguns discos de vinil fazem parte da bagagem e a vitrolinha completa a vibe da viagem de Kombi. É ou não é pra chamar de sala de estar?

Closet

Você deve estar perguntando, onde ficam as roupas do casal dentro da Kombi. Bom, essa parte ainda não tem de fato e nem sabemos se haverá algum dia. Isso porque o projeto tem o apoio da marca alemã de mochilas. Então o que não falta é lugar para guardar as coisas.

Mas para as outras bagagens, o casal aproveitou cada espaço na Kombi. E assim, tem algumas boas prateleiras para guardar o básico, como cobertores, sacos de dormir e equipamentos infláveis.

Ducha

Sim. Até um mini chuveiro a Kombi tem. Nada muito elaborado que necessite reservatório e bombas para água. Ele cabe na palma da mão, mas aberto tem capacidade para 10L e dura cerca de 7min. É usado mais em casos de emergência, já que o casal costuma usar o banheiro de postos, hostels e campings.

Quintal

Bom, o quintal é a melhor parte da casa. Afinal ele é qualquer lugar na viagem de Kombi. Onde parar, ali é considerado quintal. Seja na praia ou no campo, dá pra encher os puffs, esticar a rede e montar uma churrasqueira. Vai dizer que você não queria um quintal desse também?

 

 

 

Pode ser que seja exagerado comparar a Kombi a uma casa, mas é apenas uma forma engraçada de mostrar que é possível se desapegar de tudo aquilo que consideramos como necessário e viver de forma mais simples e aproveitar o melhor da vida.

Se você quiser acompanhar as dicas e destinos do projeto Eco Durismo e sua Kombi, siga o Facebook, InstagramYoutube.


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Brasileiros contam como é cruzar fronteiras de carro

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Por ‘Por la carretera’*

Dia de cruzar fronteira é dia de levantar cedo, dirigir algumas horas e ter muita, mas muuuita paciência, boa disposição e um belo sorriso no rosto para enfrentar burocratas mal humorados, que geralmente não estão muito a fim de ajudar. E claro, de ter um lanchinho extra na Maria pra enfrentar toda papelada!
Os procedimentos fronteiriços variam um pouco de país para país, mas basicamente são os mesmos passos.
Começamos com a saída do país onde temos que dar baixa no documento de importação temporária o TVIP (ou Temporary Vehicle Import Permit). Isso mesmo, pra cada país onde entramos com a Maria Gasolina, primeiro temos que ter nossos passaportes carimbados pela Imigração, e depois precisamos fazer a tal importação temporária. Tudo isso é regado a muitas filas, carimbos, seguros e uma tentativa de ganhar uma propina aqui ou acolá!

Nossa vida nômade não é feita só de alegrias, praias paradisíacas, belas paisagens e curtição: Entre uma praia paradisíaca e uma nova curtição, as vezes temos que cruzar uma fronteira! | Foto: porlacarretera.com.br

Fronteira à vista! Muita paciência e bom humor nessa hora e a papelada em dia | Fotos: porlacarretera.com.br

Em muitos países encontramos os “tramitadores”, uma galera que fica junto a fronteira esperando algum estrangeiro desavisado e que não fale espanhol, “oferecendo” seus préstimos como despachantes, ajudando a realizar os procedimentos fronteiriços. Nunca, nem uma vez usamos tais “serviços”. Sendo que ao se aproximar de uma fronteira, muitos destes “tramitadores” ficam na estrada, usando jalecos nada oficiais tentando parar algum desavisado que pode, inclusive, confundi-los com agentes oficiais. Uma vez, acho que foi saindo de El Salvador, há uns 3 km da fronteira com Honduras, um desses “prestadores de serviço” quase se atirou na frente da Maria Gasolina. Não paramos. O cidadão não satisfeito, pulou na carona de uma motoca e começou a nos perseguir! Dirigindo ao nosso lado e “mandando” a gente parar (o que obviamente, não fizemos)! Poucas vezes eu vi a Caína xingando alguém! Essa foi uma das ocasiões. Ela começou a gritar para o cidadão em espanhol raivoso, e eu tentava acalma-la! Depois do cara ouvir umas boas da Cá ele desistiu… Outra vez, entrando na Guatemala havia um time desses “tramitadores” no meio da rua e eu dizia pra Caína: é melhor eles sairem da frente, por que eu não vou parar! Eles saíram. É sempre bom deixar bem claro que você não tem interesse no serviço e não quer a ajuda, para que eles saim de sua volta e não venham te cobrar nada mais tarde.

Taxa de saída da Costa Rica: paga | Foto: porlacarretera.com.br

Os Documentos

Como já disse, cada fronteira tem seu procedimento. Mas basicamente você precisa passar pela imigração para sair do país, pagar alguma taxa no banco que fica no outro lado da rua ou em um guichê ao lado, depois ir a aduana para cancelar sua Importação Temporária. Algum funcionário vai até o carro e faz uma “inspeção” no veículo, que geralmente é conferir placas e número do chassis (ou VIN number).

Será que alguém pode me atender por aqui? O papo ali tá bom, mas eu só quero meu carimbo! Acho que ele tá esperando um carimbo também | Fotos: porlacarretera.com.br

Acho que agora vai! Quase… Carimbado!| Fotos: porlacarretera.com.br

Inspeção Tabajara e lá vamos nós prontos para sair do país! Fôlego que a segunda parte é pior! | Foto: porlacarretera.com.br

Pronto! Você já pode ir para a próxima etapa: que consiste em estacionar o carro junto ao prédio da Imigração do próximo país, e mais uma vez, com muita paciência e seu melhor sorriso ir para alguma fila. Do outro lado do balcão, dependendo da boa vontade e ânimo do servidor, ele vai te explicar os próximos passos. Que geralmente são os seguintes:

1) fazer seguro para o veículo. Geralmente tem algum pequeno escritório que vende seguros e faz cópias ( ah! você vai precisar de muitas cópias!!!)

2) seguro feito, você entra na fila da imigração. Se der azar e chegar junto a 1 ou 2 ônibus a fila será bem longa! Ali você vai ter seu passaporte carimbado e vão te pedir cópias: do passaporte, do documento do carro, do seguro, da sua carteira de motorista (no caso a minha CNH brasileira mesmo!)

3) Da imigração passamos a Aduana. Ali mais uma vez você deverá apresentar cópias de tudo! A maioria dos países vai cobrar alguma taxa (mais uma fila de um banco, geralmente no mesmo prédio ou atravessando a rua). Taxa paga, você deverá apresentar o título ou documento de propriedade do veículo, passaporte, seguro , comprovante do pagamento da tal taxa e óbvio: Cópias de tudo isso! Um detalhe importante é prestar atenção se todos os dados do documento estão corretos (número do passaporte, placa do carro, numero do chassis), mais de uma vez tive de pedir para que algum dado fosse corrigido! Pode ser uma enorme dor de cabeça ter algum dado errado no momento de deixar o país! Uma situação engraçada é a cor da Maria! Cada lugar dão uma cor diferente para ela! No documento americano não menciona a cor, em alguns lugares ela foi cinza, noutros marrom, bege ou até dourada! Que cor você daria pra Maria???

Maria Gasolina estacionada para os trâmites fronteiriços do Panamá… seguro e cópias do outro lado da rua e a fila da imigração| Fotos: porlacarretera.com.br

Agora é a aduana… | Foto: porlacarretera.com.br

Acha que tá tudo pronto? Nops!

4) Agora é a vez de revisarem o carro! Quase todas as vezes a pessoa encarregada confere placa e chassis, dá uma olhada dentro do carro e ao ver tudo que carregamos, acaba nos deixando seguir.

5) Para terminar vem a fumigação! (alguns países esse procedimento acontece antes dos 4 primeiros citados!). Mais uma vez tem de se pagar uma taxa que geralmente é em torno de 1 US$, uma vez com o comprovante de pagamento passamos com o carro por um tipo de “lava-jato” que fumiga um veneninho na pobre Maria Gasolina!

Agora só falta a fumigação | Foto: porlacarretera.com.br

Prontos para seguir Por la Carretera? Ainda não! Geralmente um pouco depois de todo esse processo vai haver uma cancela, ou barreira policial onde você será parado e terá de mostrar passaporte, o documento de importação temporária e/ou a carteira de motorista. Agora sim… Prontos para descobrir novos caminhos nesse novo país!

Ah! No todo esse processo pode levar de 3 a 4 horas. A saída sempre é mais fácil e rápida!

Yeah! Missão cumprida! Depois de 1hora e meia na saída da Costa Rica e 2 na entrada do Panamá| Fotos: porlacarretera.com.br

*Os porto-alegrenses Cá (Caína) e Lú (Luciano) estão vivendo viajando de carro e acampando pelas Américas.
Em janeiro de 2018 eles completaram um ano de vida nômade na estrada, ou “Por la Carretera”, uma experiência que os tem transformado e tocado.
Confira belas imagens e acompanhe um pouco desta história no site e na página deles no Facebook.


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Recém-casados eles optaram por viver em uma casa móvel conhecendo o mundo

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“Quem casa quer casa” – já diz o ditado. E se ela for móvel? E se for para levar os recém-casados para rodar o mundo? Esta foi a (bela) escolha de Mike e Jessica Shisler que já conheceram mais de 38 estados americanos desde que se casaram e passaram a viver numa Mercedes Sprinter adaptada.
A ideia nasceu quando eles estavam numa caminhada pelo Parque Nacional Grand Teton, quando viram na estrada, uma Sprinter-Motorhome à venda. Eles juntaram dinheiro e compraram a sua. Investiram US$ 15.000 e 5 meses de trabalho para converter o carro em seu novo lar.
“Todos os dias é uma nova aventura e uma nova experiência. Também apreciamos a liberdade financeira que vem de não pagar uma hipoteca e a liberdade física e emocional de não ter uma semana de trabalho padrão de mais de 40 horas”, comenta Jessica ao DailyMail.

O mundo como quintal, literalmente | Foto: @van.there.life

Foram 5 meses de trabalho na conversão da Sprinter | Foto: @van.there.life

O projeto incluiu espaço para duas bicicletas, que ficam embaixo da cama do casal | Foto: @van.there.life

Mike, que é arquiteto, retrata em belos desenhos os lugares por onde passam e através de contas em sites como Etsy e Instagram, vende suas obras, o que ajuda a incrementar a renda do casal. Jess é cientista e trabalha (também da estrada) traduzindo informações técnicas na área de medicina.

Trabalho na estrada | Foto: @van.there.life

Um dos desenhos de Mike | Foto: https://drawnthere.patternbyetsy.com/

Vinny é o cachorrinho companheiro do casal | Foto: @van.there.life

Apesar de aterrorizados com a ideia de abandonarem os empregos e viverem numa van sem saber como tudo acabaria e em como as pessoas reagiriam à essa decisão de viver uma vida não convencional eles seguiram adiante. “Trabalhe todos os dias em direção ao seu sonho, mesmo parecendo algo assustador, se estiver no seu coração, você pode fazer acontecer”, é a mensagem deles.
Você pode acompanhar um pouco dessa jornada (e a adaptação do veículo) no blog e nos perfis deles no Instagram e Facebook.

Com informações de DailyMail e Van.There


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5 perfis do Instagram para inspirar você a viajar de carro

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Quem nunca pensou em largar a rotina e cair na estrada com seu carro? Seja sozinho, com a pessoa amada ou com amigos, uma roadtrip, independente do modelo do carro, ou até mesmo da distancia percorrida, é sempre uma boa pedida e com certeza é um estilo de viagem que fica marcado para um vida inteira.

Para motivar ainda mais você tirar seu carro da garagem e cair nesse mundão, separamos 05 perfis no instagram de pessoas viajando com seus carros.

Eco Durismo

O casal formado por um brasileiro e uma francesa, viajam pelo Brasil em sua kombi 1972. Apesar de ambos trabalharem como freelancers, os dois tentam se virar da forma que da e economizam ao maximo para seguirem na estrada.

 

Thirst Responder 

Dois amigos americanos viajando num caminhão de bombeiros 1988, ja aposentado. A dupla adaptou choppeiras no interior do caminhão e produzem a propria cerveja para se manterem na estrada.

Em seu perfil, é possivel acompanhar por onde passam e com fotos incriveis.

Shurastey or Shuraigow?

Mais uma dupla rodando pelas estradas, so que dessa vez formado por um cara e seu cachorro. Os dois viajam a bordo de um fusquinha guerreiro, que ja rodou alguns paises da América do Sul e agora a ideia é chegar ao Alaska.

Onde Está Willys Road Trip

Um casal de brasileiros a bordo de uma Rural 1969 pelas estradas do Brasil e América Latina. A dupla compartilha fotos de suas aventuras e dicas por onde passam.

2 into the world 

Pra quem é apaixonado por duas rodas, também tem motivos para se inspirar. O casal que ja rodou boa parte da Africa e Asia montados em sua moto, compartilha em seu perfil fotos e videos motivadores para quem quer conhecer o mundo sobre rodas.

 


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Casal brasileiro largou tudo para conhecer o mundo e viver a bordo de um carro

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O gaúcho Rômulo Wolff Pereira, 37, formado em Administração e pós-graduado em Tecnologia de Informação e a mineira Mirella Rabelo, 35, formada em Administração com MBA em Marketing, se conheceram em 2013 em um famoso aplicativo de relacionamentos e logo no primeiro encontro falaram do desejo de ambos de largar tudo e viajar pelo mundo.
Rômulo já tinha planos de fazer um Mochilão pelo mundo e após 6 meses de relacionamento convidou Mirella para curtirem juntos essa aventura. Para pagar a viagem e viabilizar o projeto “Travel and Share” – que em inglês significa Viajar e Compartilhar, eles trabalharam por mais um ano e, em julho de 2014, pediram as contas para se dedicarem integralmente ao planejamento da viagem.
Criaram a plataforma de entretenimento de viagens, o Travel and Share, além de perfis em redes sociais. Para financiar a viagem prestavam consultoria em marketing digital e criação de conteúdo áudio visual para empresas.

Em algum lugar da Holanda… | Foto: Divulgação/@travelandsharebr

Gallega, Rômulo e Mirella | Foto: Divulgação.

Com as economias, o recurso adquirido através de parcerias fechadas com uma grande marca de chinelos, cachaça brasileira, sucos, e apenas quatro trocas de roupas cada um, deram o ponta pé inicial na viagem e na véspera do Natal de 2014 iniciaram uma volta ao mundo a bordo da fiel companheira Gallega (um veículo patrocinado por uma grande marca automotiva). Quando estavam nos EUA conseguiram uma parceria, que tornou essa viagem ainda mais incrível com uma “casinha” montada na caçamba do veículo.

Foto: Divulgação/@travelandsharebr

A sala… | Foto: Divulgação/@travelandsharebr

vira quarto | Foto: Divulgação/@travelandsharebr

Gallega em algum ponto da Noruega | Foto: Divulgação/@travelandsharebr

Além disso, eles utilizaram o CouchSurfing, uma comunidade na internet, em que locais disponibilizam seu sofá ou quarto para que viajantes como eles, possam passar a noite. Foi uma forma em que o casal encontrou para fazer amigos e conhecer os costumes locais gastando pouco. “Nossa ideia inicial era poder se hospedar e não pagar estadia, mas depois que tivemos nossas primeiras experiências percebemos que é muito mais que um espaço em uma casa para você dormir”, conta Rômulo.

Foto: Divulgação/@travelandsharebr

Mirella e Rômulo estão há 3 anos viajando o mundo e até agora visitaram mais de 38 países.
Para conhecer mais sobre a história deles e suas viagens acompanhe o site e o Travel and Share no Facebook, YouTube e Instagram.
Em maio, o casal lançará seu primeiro livro que reunirá lições de empreendedorismo e a experiência vivida por eles nos últimos três anos. Também farão palestras pelo Brasil e em algumas cidades na América do Norte e Europa. Fique ligado(a) na agenda!


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Uma volta pela Costa do Sol, no RJ, em uma Kombi 1972

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Pra quem não conhece, o projeto Eco Durismo é formado por Livio, brasileiro e Alexandra, francesa, a bordo de uma kombi 1972 pelas estradas. O roteiro dessa vez foi uma volta por toda a Costa do Sol, passando pela serra e litoral do Rio de Janei, sem um roteiro estabelecido e se virando do jeito que dava.
Saimos dia 10 de janeiro do Rio pra mais um rolé com nossa kombosa, e como de praxe, sem um roteiro definido, apenas sabendo que a primeira parada seria a cidade do Sana, na serra de Macaé. A cidade fica a 150Km da capital fluminense e é repleta de cachoeiras, montanhas verdes e um ar meio hiponga.
Antes mesmo de começar a dar os roteiros por cada cidade visitada, fizemos esse resumo em vídeo com alguma das imagens registradas pelos lugares.

Foto: Ecodurismo.

Embarque em nossa kombosa e sinta a vibe!!!

Sana

Apesar da kombosa ter apresentado um pequeno problema no alternador, conseguimos concluir a viagem e chegamos bem no Sana View Hostel, que foi nosso primeiro anfitrião nessa viagem.
Acampamos com uma vista unica para todo o vale verde e a kombi se destacava na paisagem.

Sana | Foto: Ecodurismo.

Passamos o total de 5 dias nessa vibe, frequentando as cachoeiras próximas ao hostel, pois as principais costumam ficar cheias e rola uma taxa para acessar. Uma noite ou outra, arriscamos ir até o centro da cidade a pé, a dois km do hostel e sem luz na estrada, mas por ser dia de semana, poucas coisas rolavam nos bares locais. Assim mantivemos o ritmo de aproveitar mais o dia do que a noite, e desta forma era facil manter nosso padrão ecodurismo de gastos. Nos despedimos e seguimos viagem sentido o litoral.

Rio das Ostras

Descemos a serra, almoçamos em Casemiro de Abreu, num daqueles self services sem balança e partimos para a cidade de Rio das Ostras, ja no litoral e a aproximadamente 50km de distancia do Sana.
Desta vez fomos conversar com os donos do Obelix Hostel e contar nossa aventura e oferecer alguns serviços em troca de hospedagem. Tudo certo e em minutos a gente ja se sentia parte da familia.

Foto: Ecodurismo.

Diferente do Sana, Rio das Ostras ja é uma cidade razoavelmente grande devido a exploração do petroleo na região. Apesar de praias e lagoas lindas, parece que o turismo ainda esta dando os primeiros passos; em comparação com outras cidades vizinhas.

Foto: Ecodurismo.

A Costazul é a praia mais badalada com restaurantes, bares, um shopping aberto de artesanato chamado Tocolandia, a famosa praça da Baleia e alguns mirantes nas pedras no canto da praia permitem uma vista mais ampla do litoral.
Apesar desta ser a praia mais procurada, foi o outro lado do litoral que nos chamou a atenção: a reserva ambiental de Itapebussus.
Essa area de preservação permanece intocada pelo homem e pra se chegar até as lagoas, com aguas avermelhadas e praias totalmente serlvagens, é preciso caminhar alguns minutos pela areia. A paisagem é unica, com aguas calmas e cristalinas, a região permite banhos de agua doce ou salgada no mesmo lugar.
Ficamos ao total dias na cidade e partimos antes mesmo do final de semana começar. Nosso destino seguinte foi a pequena Barra de São João, a poucos km de distancia.

Barra de São João

De Rio das Ostras até a Barra de São João é basicamente seguir uma linha reta na estrada. A cidade é bem pequena mesmo e se destaca pelo encontro do rio e o mar, com uma pequena igrejinha no alto da pedra.
Ficamos desta vez hospedado na casa de um amigo que esta morando na região de Tamoios, ali do lado e conseguíamos caminhas até a barra sem muitos esforços.

Foto: Ecodurismo.

O turismo da cidade é bem popular e os preçossão bem acessiveis, com pratos com peixe a partir de 10 pilas, e aproveitamos pra tirar uma folga na cozinha e ter esse luxo de almoçar na rua.
Passamos o final de semana la e não tem muitas coisas a se explorar mais na pequena cidade a não ser um banho de mar ou de rio. Mas valeu o reencontro com nosso amigo.
Dali partimos sentido Buzios.

Búzios

Ao chegar no famoso balneário de Búzios, fomos recebidos com a costumeira blitz do Detran na entrada da cidade. Tudo em dia com a kombosa e nos dirigimos até Local Friend Hostel, que já havíamos feito contato online e já nos esperavam pelos os próximos dias.

Foto: Ecodurismo.

Estacionamos a kombosa e fomos bater perna nas praias de Geribá e Ferradurinha, ambas já conhecíamos, mas sempre bom reforçar as lembranças.
Visitamos também praias mais próximas ao centro como Brava e dos Ossos, e ainda demos uma desfilada pela Orla Bardot com a kombi enquanto turistas; brasileiros e gringos, apontavam, provavelmente dizendo: Caraca, olha uma kombi laranja e azul, rs.

Pra quemconhece Buzios, sabe que os preços costumam ser salgados, e pra mantermos o padrão Eco Durismo de gastos, passamos quase todas as noites no barzinho do proprio hostel com a equipe e outros hospedes.
Foram dias bem legais, mas depois de 4 noites era hora de seguir, desta vez ao paraiso de Arraial do Cabo.

Arraial do Cabo

Também distante poucos km de estrada chegamos a Arraial, conhecido como o caribe brasileiro. Também ja haviamos conhecido essas terras ano passado, durante a baixa temporada, e podemos afirmar que é a melhor epoca pra visitar.

Foto: Ecodurismo.

Chegamos ao 93 Hospedagem, um hostel familiar recem inaugurado e fomos super bem recebidos pela Poliana, proprietaria do local. Dali tiramos o final de tarde pra um mergulho na Praia Grandee no dia seguinte nos arriscamos a chegar nas famosas Prainhas do Atalaia a pé, através de uma trilha que se inicia ao canto da praia dos Anjos e é a unica forma gratuita de se chegar no local, sem contar com os diversos mirantes que tem no caminho.

O lugar é magico, areia branca e agua incrivelmente azul, tudo rodeado por morros verdes. Mas nessa epoca, a galera ta em massa, e achar um lugar tranquilo na areia é impossivel.
Outro lugar que vale conhecer é a praia do Forno, também acessada por uma trilha e igualmente linda. Desa vez acabamos nao visitando, mas ja conhecemos da ultima passada por la.

Cabo Frio

Não poderíamos deixar de visitar a maior cidade da região e por incrível que pareça, não conseguimos contatar nenhum hostel a tempo para enviarmos uma proposta de troca de hospedagem. Todos responderam,depois da gente já ter se virado por lá.

Foto: Ecodurismo.

Acabamos pedindo ajuda através da nossa página e um morador local nos cedeu um quartinho para passarmos os próximos dias. Dali caminhamos até a Praia do Forte, num total de 10Km ida e volta. Visitamos também a praia das Dunas do Pero, um pouco mais isolada e com um cenário bem maneiro e por ultimo, a famosa Ilha do Japonês com suas águas cristalinas, porém bem cheia essa época também.

Foto: Ecodurismo.

No último dia, soubemos que uns amigos estavam na cidade e passamos a ultima noite na casa deles.
No dia seguinte, partimos sentido Rio.

Caminho de volta

Para sair da região dos lagos, a rota mais usada é a Via Lagos, com bom asfalto e sinalização, porém com um pedágio salgadíssimo de R$ 15 e sem muitos atrativos. Por isso optamos por uma rota alternativa. Viajar de kombi a 60km/h sem ter uma vista da paisagem seria uma pecado.
No caso para essa rota, tivemos que retornar sentido Arraial do Cabo, seguindo o litoral até Jaconé e esse caminho percorre cidades menos conhecidas e com visuais lindos.

Foto: Ecodurismo.

Já no início da rota, na altura de Monte Alto, vimos uma placa da praia de Massambaba, totalmente vazia arriscamos um mergulho, mas a correnteza assustou um pouco.
Dali seguimos um pouco mais e paramos em Praia Seca, banhada pela gigantesca lagoa de Araruama e ali sim, um pequeno lanche e mergulho na água morna.

Foto: Ecodurismo.

Mais algumas horas de viagem, chegamos a Saquarema, onde queriamos passar mais tempo, porém tinhamos que voltar para o Rio para um compromisso. Deu apenas para algumas fotos e almoçar em um barzinho local.
De la partimos diretamente ao Rio de Janeiro e fechamos a volta na região da Costa do Sol, durante 19 dias.

Como sempre, costumamos anotar alguns numeros de nossas viagens e repartimos abaixo:

_ Total de 19 dias de viagem por 7 cidades
– 02 paradas no mecanico
– Nenhum centavo gasto com hospedagem
– Aproximadamente 600km rodados com a Kombi
– Aproximadamente 91km caminhando
– Custo médio por dia de R$ 37 por pessoa (incluindo combustível, mecânico, alimentação e algumas cervejinhas) Nosso objetivo é sempre não passar de R$ 30 por dia.
– 79% dos nossos gastos foi a soma de combustível, mecânico e diversão.
– Fizemos amigos para uma vida inteira.

Confira mais fotos e vídeos desta viagem, aqui.
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Texto e fotos: Ecodurismo.


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