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Jovem viaja 3 anos para combater depressão

Claudia Severo

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Monte Kinabalu, em Bornéu | Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Monte Kinabalu, em Bornéu | Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Não está provado cientificamente que viajar ajude na cura da depressão, mas que faz um bem danado a qualquer um (e dá um sopro de vida pra muitos), isso nós temos certeza.
Doença séria e complexa é um dos males mais populares da atualidade e ainda que tenhamos ferramentas para tratá-la, nem todos têm sequer ânimo para utilizá-las. Viajar poderia ser um passo?
Para o fotógrafo Michael Loffer foi. Depois de uma severa crise, ele decidiu deixar tudo pra trás e viajou pela Ásia e América do Sul durante três anos. Registrou tudo em fotos e encontrou motivos para se reencantar com a vida. Após um início desesperado e uma vivência de três anos longe da sua ‘zona de conforto’ voltou agradecido.
Loffer publicou sua história no Reddit e lá recebeu (nos comentários) algumas críticas sobre como seria cômodo poder deixar tudo inesperadamente, durante tanto tempo e simplesmente sair a viajar, coisa que poucas pessoas no mundo poderiam fazer.
O viajante explica que conseguiu fazê-lo, mais por força de vontade que por dinheiro; que foi economizando ao máximo, pedindo carona e utilizando-se de couchsurfing, por exemplo.
Loffer não é o primeiro, nem será o último a fazer uma viagem do tipo, uma talvez, busca de si mesmo. São histórias de autoconhecimento, superação e para alguns até de coragem.
Abaixo algumas das fotos dessa viagem…

Pela Índia:

Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Pelo Nepal:

Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Pela China:

Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Pelo Vietnam:

Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Foto: Mike Loffer/Arquivo pessoal.

Mais uma história de inspiração e pra refletir sobre o quanto de vida há por aí, à sua espera…

Mais imagens feitas por Michael Loffler, aqui.
Ficamos sabendo da história dele via Bored Panda.

Nota: Se você gostou desta história poderá gostar dos filmes ‘Livre’ (sobre o qual falamos aqui e aqui),  ‘A vida secreta de Walter Mitty’, sobre o qual falamos quando de sua estreia) , ‘Na natureza selvagem’ (sobre o qual falamos aqui) e tantos outros. Citei estes três porque até o momento são sobre eles que temos alguma coisa publicada no blog.

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Escrevo por aqui, sempre pensando em estar por aí... | Co-fundadora do site Mochileiros.com

6 Comments

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  1. Lori

    13 de abril de 2015 at 2:20

    Nossa, impressionante como algo tão bacana e inspirador gera burburinho sobre uma doença que as pessoas ignorantes insistem em estigmatizar. Depressão é doença sim, deve ser tratada como tal, o “fulando que acorda às 6 da manhã pra bater cimento”, aue infelizmente não possui sequer um atendimento adequado com psiquiatra e psicólogo possivelmente tem uma vida piorada em virtude da doença e quem sabe comete suicídio.
    Não menospreze o movimento incrível do cara de buscar cura em algo alternativo, ainda que seja viagem, poderia ser qualquer outra coisa.

  2. Julius Caesar Maximus

    27 de fevereiro de 2015 at 9:00

    Curar depressão sendo rico é fácil…to triste, vou viajar três anos pelo mundo.
    Quero ver ele sarar pegando ônibus as 6 da manhã pra bater cimento na obra.

    • Nece Bez

      27 de fevereiro de 2015 at 22:30

      ” A vida ‘e muito curta pra ser pequeno”.

  3. MARCO AURÉLIO GONÇALVES BAPTISTA

    23 de fevereiro de 2015 at 22:37

    OLÁ,EU ADOREI AS FOTOS E CONCORDO COM VOCE,VIAJAR POR ESSE MUNDO CURA QUALQUER DEPRESSÃO,NA MINHA OPINIÃO NÃO EXISTE COISA MELHOR NA VIDA DO QUE VIAJAR MUNDO À FORA.

    • Rafael Augusto

      27 de fevereiro de 2015 at 9:05

      Realmente é tudo maravilhoso. Mas existe algo melhor do que conhecer esses lugares, conhecer o criador desses lugares, esse camarada deve ser muito bom conhece-lo.

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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5 motivos para viver uma experiência de work exchange

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O work exchange, também conhecido como intercâmbio de trabalho, é uma modalidade de turismo em que a pessoa troca algum tipo de serviço por hospedagem, uma ótima alternativa para quem quer viajar e conhecer novas culturas e de quebra economizar vivendo experiências únicas. Uma das plataformas web que conectam anfitriões a viajantes interessados em trocar habilidades por acomodação, a Worldpackers, listou alguns motivos que podem te ajudar a decidir por esse tipo de viagem, que visa promover o desenvolvimento pessoal e inspiracional das pessoas.

A plataforma que é brasileira, é uma das mais seguras e mais utilizadas por viajantes de todo o mundo. Ela liga seus mais de um milhão de viajantes cadastrados a cerca de quatro mil anfitriões de hostels, hotéis, pousadas, ONGs e casas de famílias em mais de 170 países, dos quais trocam acomodações por demandas no local, como produção de conteúdos de marketing, cuidados com crianças, serviços de voluntariado, cuidados com animais, recepção de hóspedes, cozinha, organização de festas e eventos, ensino de idiomas, entre várias outras habilidades.

Confira 5 motivos para viver uma experiência work exchange:

1- Aprender e aperfeiçoar um idioma

Existem diversas formas de aprender outras línguas, mas nada se compara com a prática no dia a dia. A necessidade vai te obrigar a se comunicar em inglês, espanhol, ou qualquer outro idioma e em pouco tempo você percebe a evolução.
Segundo dados da Worldpackers, 49% das pessoas que buscam intercâmbio têm como principal motivador aprender ou adquirir fluência na língua inglesa. O levantamento, realizado com base nos mais de 1 milhão de usuários registrados, identificou também que o espanhol é a segunda língua mais procurada, com 20% dos viajantes.

2- Economizar

Você pode viajar por muito mais tempo se realizar o work exchange, já que você economiza com acomodação, que é uma das maiores despesas de quem viaja. Além disso, a maioria dos anfitriões oferecem mais benefícios, como lavanderia gratuita, refeições, passeios na faixa, drinks com desconto e por aí vai.

3- Aprender novas habilidades

Sempre importante aprender coisas novas, além de deixar o cérebro mais ativo e jovem, é uma ótima forma de descobrir novos hobbies e quem sabe outros talentos.

4- Fazer a diferença no mundo (nem que se seja um pouco)

Em diversos casos, quando a pessoa opta por uma experiência de work exchange, ela pode atuar em ONGs que apoiam diversas causas e, com isso, realmente influenciar e mudar a vida de pessoas.

5- Sair da sua bolha

Em uma época de fake news e polarização social, arrumar uma maneira de sair da sua bolha é a melhor forma de ter uma perspectiva diferente do mundo. Viajar e colaborar com causas são ótimas ferramentas para isso. Esse tipo de viagem tira todos da zona de conforto e desenvolve o relacionamento com pessoas bem diferentes, o que só tem a agregar na vida de todos os envolvidos.

Como participar do Worldpackers?

Para candidatar-se às vagas de troca de trabalho por hospedagem mundo afora disponíveis no Worldpackers, você precisa se tornar um ‘membro verificado’ e ter mais de 18 anos de idade. Assim poderá conversar com quem está oferecendo essas vagas, confirmar sua estadia, ter o suporte da plataforma antes e durante a viagem, como por exemplo, se você não estiver satisfeito(a) com seu anfitrião, a Worldpackers paga por 3 noites de acomodação em qualquer outro anfitrião na mesma cidade.
É pago?
A plataforma cobra uma taxa anual de US$ 49, mas utilizando o código MOCHILEIROS#WP (tudo na maiúscula) você ganha US$ 10 de desconto, caindo a taxa então para US$ 39.
Sendo ‘membro verificado’ você contará com os benefícios citados acima e poderá confirmar quantas viagens quiser dentro do período de um ano, sem precisar pagar por novas taxas de confirmação.

O pagamento da taxa anual pode ser feito via cartão de crédito ou boleto. Utilizando o código MOCHILEIROS#WP você ganha US$ 10 de desconto | Foto: Reprodução.

Você pode registrar-se através do desktop ou do celular e preenchendo o campo de desconto com MOCHILEIROS#WP, ganhar US$ 10 na taxa anual | Foto: Reprodução.

Não se esqueça que, ao fazer o seu registro no https://www.worldpackers.com/pt-BR e completar o seu perfil, ao finalizar a inscrição escreva no campo destinado ao ‘código promocional’ a palavra MOCHILEIROS#WP (tudo na maiúscula).

Mais

Experiências de quem já viajou sendo um ‘Worldpacker’ podem ser conferidas aqui e aqui e em alguns comentários e posts sobre a Worldpackers no nosso grupo no Facebook (aqui).

A foto (da home) que traz até este post está sob licença Creative Commons.


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12 lições aprendidas durante um período sabático que podem ser aplicadas no mundo corporativo

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Por Fábio Okipney

Sabbath

Sabbath, sabá ou sabat é o dia semanal de descanso que é observado em diversas crenças. O termo deriva do hebraico shabat, “cessar”, que foi pela primeira vez usado no relato bíblico do sétimo dia da Criação. Nos últimos anos o termo entrou no mundo corporativo significando uma “pausa na carreira” em pró do atingimento de algum objetivo de cunho pessoal. Muitas pessoas entram em um “período sabático” para uma experiência no exterior, seja aprendendo um novo idioma, seja fazendo um curso de especialização ou MBA. Outras pessoas tiram um tempo sabático para se dedicarem aos filhos, a algum parente que demanda atenção especial ou mesmo para refletirem sobre a vida e suas prioridades. Recentemente vem crescendo o número de pessoas que tiram um tempo sabático para uma viagem a destinos pouco tradicionais e exóticos, e este foi o meu caso.

Há tempos eu planejava fazer uma pausa na carreira para conhecer alguns países que estavam na minha lista, mas que por questões de distância e tempo eram pouco práticos de visitar. No final do ano de 2017 tive a oportunidade que tanto esperava. Fiz uma viagem de seis meses e conheci dez países entre Ásia, Oriente Médio e Europa. O estilo da minha viagem foi o de “mochileiro”. Saí do Brasil com apenas bagagem de mão, um par te tênis, um par de Havaianas, algumas peças de roupas e muita disposição para enfrentar o desconhecido. Meu primeiro destino foi Bangkok, na Tailândia. Após mais de 32 horas entre voos e longas conexões finalmente cheguei à “Terra dos Sorrisos”, como é conhecido esse lindo país de população super simpática. Os outros países que visitei foram Malásia, Singapura, Índia, Irã, Turquia, Ucrânia, Polônia, República Tcheca e Alemanha.

Foto: @thewanderlustbackpacker

Para ficar dentro do meu orçamento, eu dormia sobretudo em albergues de juventude, também chamados de “hostels”, como também na casa de desconhecidos, através da comunidade internacional de viajantes denominada Couchsurfing. Estas escolhas não apenas me permitiram economizar durante a viagem, mas também conhecer inúmeras pessoas de diferentes países do mundo, além de vivenciar o modo de vida dos habitantes dos países pelos quais eu passei.

A seguir listo as principais lições aprendidas durante meu semestre sabático, e que podem ser aplicados no mundo corporativo.

1- Planejamento

Para iniciar uma viagem longa e com diversos destinos diferentes como a que fiz, é necessário estudar sobre os lugares onde se deseja visitar. O país exige visto para brasileiros? Qual é a moeda local e cotação em relação ao Real? Quanto em média eu espero gastar nesse país? Onde ficar e por quanto tempo? Qual é o clima da região durante minha estadia? É preciso também pesquisar passagens aéreas, buscar bons preços de hospedagens, meios de locomoção dentro do país, entre outros. Trata-se de um bom exercício de planejamento, uma das funções principais do administrador, o que certamente é fundamental no mundo dos negócios.

2- Tomada de decisões

O mundo é enorme e é virtualmente impossível conhecer tudo durante uma vida. Existem possibilidades infinitas de lugares a se visitar. A Tailândia, por exemplo, possui centenas de ilhas, e decidir quais delas conhecer pode ser uma tarefa difícil. Escolher um albergue em uma região da que facilite o acesso ao transporte público ou ficar na parte mais badalada da cidade? Quantos dias ficar em determinado país? Comprar uma passagem com meses de antecedência ou deixar para comprar em cima da hora? Pode parecer brincadeira, mas viajar a longo prazo exige um grande esforço mental no quesito tomada de decisões, o que pode levar a algum tipo de estresse e desconforto. Durante seis meses na estrada, eu precisava quase que diariamente tomar algum tipo de decisão, desde de qual ponto turístico visitar, quanto tempo ficar em determinada cidade, qual albergue escolher, entre outros. Vale também contar com a opinião de outros viajantes, o que ajuda muito nessas escolhas. No mundo corporativo não é diferente. Muitas vezes precisamos tomar decisões importantes, e ouvir o que os outros têm a dizer pode facilitar muito esse processo.

“Faça acontecer!” | Foto sob licença Creative Commons

3- Gestão de recursos

Como disse no começo desse artigo, eu viajei como “mochileiro” durante seis meses, o que significa fazer escolhas econômicas que caibam dentro de um orçamento x. Para começar, eu precisei levar apenas o essencial comigo em bagagem de mão, pois despachar malas em viagens aéreas pode duplicar o preço da passagem. Meia dúzia de camisetas, um par de tênis, um par de Havaianas e mais algumas mudas de roupas foram mais do que suficientes para viver durante esse período. Ao longo do tempo, eu precisei comprar novos artigos, mas a cada compra eu tinha de me desfazer de algo que eu já possuía. A questão não era apenas financeira, mas também o peso da bagagem. Precisei também praticar o desapego de coisas materiais, como me desfazer de algumas roupas que eu gostava, mas que não estavam de acordo com o clima local. Dinheiro e tempo também são recursos finitos e que precisam ser administrados de perto. É muito fácil perder o controle dos gastos quando estamos empolgados em uma viagem. Existem inúmeros atrativos que dragam o nosso dinheiro em um piscar de olhos. Não é porque um determinado ponto turístico é muito visitado que ele é necessariamente interessante para mim. Às vezes perdemos um dia para visitar uma atração que na verdade é muito parecida com várias outras que já vimos. É o famoso “mais do mesmo”. Gastamos dois recursos valiosos, tempo e dinheiro, com algo que não agregou. Nas empresas precisamos deixar de lado aquilo que não é realmente necessário ou urgente para focar nas prioridades e otimizar a utilização dos recursos. Time is Money, como diz o velho ditado em inglês.

4- Sair da zona de conforto

Mochilar dentro de um orçamento é um ótimo exercício para quem está cansado de uma rotina e quer uma mudança. No entanto, apesar do glamour e das lindas fotos no Instagram, é necessário estar aberto a novas experiências, as quais podem ser bastante desconfortáveis em certos aspectos. Compartilhar um quarto de 12 camas com estranhos, andar em meios de transporte precários em países subdesenvolvidos, mudar a dieta alimentar, ficar doente, se perder e não encontrar ninguém que fale inglês dar informações, carregar mochila pesada nas costas, saudade da família e dos amigos são apenas algumas das muitas situações que levam muitas pessoas a desistir. A rápida adaptabilidade é muito importante, sobretudo quando visitamos países com características tão diferentes uns dos outros. A Tailândia é majoritariamente budista, a Malásia, sua vizinha, muçulmana. Na Índia predomina o Hinduísmo, na Ucrânia o Cristianismo Ortodoxo e na Polônia o Catolicismo. A religião influencia bastante nos hábitos do país, desde vestimentas até alimentação. No Irã, homens não podem usar bermuda em público e as mulheres devem cobrir a cabeça com um lenço, inclusive turistas. É preciso ser bastante flexível para os mais diversos tipos de situações. As empresas também necessitam de pessoas que sejam flexíveis. Quantas vezes vi no mundo corporativo pessoas em disputa por causa de sua cadeira preferida? Ou mesmo ficarem chateadas porque foram mudadas de lugar, ou porque mudaram sua carteira de clientes. Cada vez mais é preciso estar disposto a sair da zona de conforto. Isso traz crescimento não apenas profissional, como também pessoal.

5- Praticar idiomas

Trata-se de uma surpresa das mais agradáveis da viagem, fazer novos amigos dos mais diferentes países do mundo. O que quase todos têm em comum? O inglês como segunda ou primeira língua. Para se aventurar no mundo, não é necessário conhecer o idioma de cada país por onde vamos passar, mas é muito importante possuir um nível razoável de inglês, pois é a língua internacional do viajante. Minha experiência diz que a grande maioria dos backpackers possui um nível muito bom de inglês, isso quando eles não são falantes nativos. A partir do momento que sai do Brasil o inglês se tornou o meu idioma principal. Por seis meses eu falava inglês diariamente, pois era forçado a tal. Além do mais, também conheci diversos espanhóis e franceses, com os quais eu falava em suas línguas nativas. Quem busca praticar alemão também irá encontrar uma quantidade enorme de alemães viajantes. Em um mundo globalizado, cada vez mais as empresas precisam de pessoas proficientes não apenas em inglês, como também em outras línguas. Mochilar irá te ajudar a aprimorar vários idiomas.

6- Quebrar paradigmas

O que vem à sua mente quando ouve falar sobre o Irã? Arma nuclear, guerra e terrorismo? Apesar das tensões políticas e da ditadura religiosa que vigora no país desde 1979, esse foi um dos países mais incríveis que eu já visitei. O povo iraniano tem uma cultura milenar de hospitalidade e faz de tudo para que os viajantes se sintam bem-vindos. Além disso, o país é muito seguro, bonito, bem cuidado e possui uma ótima infraestrutura. Conheci pessoas lá que marcaram minha vida. A Tailândia é um país budista, correto? Sim, mas o sul do país é muçulmano e ultraconservador. Na Alemanha, apesar de ser um país desenvolvido e a quarta economia do mundo, muitos estabelecimentos só aceitam pagamento em espécie. Em sua vizinha, Polônia, menos desenvolvida, vários estabelecimentos aceitam pagamento através da tecnologia NFC. Esses são apenas alguns exemplos que mudam a maneira como vemos o mundo. Devemos aprender a julgar não pelas aparências ou pela fama, mas analisar as circunstâncias como um todo. Um cliente pode parecer possuir um baixo potencial comercial, mas uma vez entendendo suas necessidades podem se tornar o principal cliente de uma carteira. Algum colega de trabalho pode não ser bem-querido por parte da equipe, mas dando-se a chance de conhece-lo(a) melhor pode ser um dos membros mais eficientes do time.

7- Flexibilidade

Confesso que não gosto de fazer as coisas no improviso. Gosto de planejar minhas viagens com meses de antecedência, pesquisar hospedagem, passagens aéreas etc. No entanto, para uma viagem de longo prazo o excesso de programação e a rigidez podem tornar-se uma armadilha. Meus três primeiros meses de viagem já estavam programados antes de eu sair do Brasil. Eu havia comprado algumas passagens aéreas e feito reservas de hospedagens. Acabei mudando meus planos para adaptar meu roteiro após o início da viagem. Ainda sobre flexibilidade, através do Couchsurfing dormi em diferentes tipos de superfícies que me foram oferecidas, as quais nem sempre eram muito confortáveis, mas valeu muito a pena estar ali para provar a hospitalidade e aprender como vivem as pessoas naquele país. Às vezes é preciso passar por um pouco de desconforto para um bem maior. O mesmo se aplica no mundo corporativo. A rigidez pode ser um deflator no desenvolvimento profissional e no atingimento das metas.

Foto sob licença Creative Commons.

8- Agir sob estresse

Pode ocorrer de passamos por surpresas nada agradáveis quando estamos viajando. O trem noturno pode atrasar por horas, a acomodação reservada pode ter sido cancelada pela propriedade. Perder-se em um lugar e não encontrar ninguém para ajudar. O segredo é não entrar em pânico, respirar e pensar em alternativas, afinal de contas ficar nervoso não irá resolver nada. Passei por várias situações de estresse durante esses seis meses, até mesmo situações que me senti ameaçado ou em risco, sem ninguém para me socorrer. No final consegui pensar em alguma alternativa e tudo deu certo. Saber trabalhar sob estresse é uma das características mais buscadas no mundo corporativo nos dias atuais. Quantas vezes o deadline está apertado, o cliente demandando, e o projeto atrasado? São tipos de situações corriqueiras no mundo dos negócios.

9- Tomar riscos calculados

Durante esses seis meses de viagem participei ativamente no Couchsurfing, onde podemos nos hospedar na casa de outros membros da comunidade ou mesmo apenas conhecer pessoas que irão nos apresentar sua cidade. Algumas vezes senti que a oferta não era de muita boa-fé, e outras vezes confiei na pessoa mesmo sem possuir referências. Em todo caso, é preciso sempre ter prudência quando estamos em território desconhecido. Carteira e passaporte estavam sempre comigo em todos os momentos, ou quando havia um locker no hostel os deixavam ali, desde que com meu cadeado. Felizmente nada de mal me aconteceu. Em algumas cidades não se deve falar com desconhecidos que se aproximam do nada nas ruas, pois é muito provável que seja algum tipo de golpe. Ser capaz de calcular o risco do negócio é de extrema importância no mundo corporativo.

10- Networking

Para quem é tímido, o que não é o meu caso, viajar como mochileiro é uma ótima oportunidade para se tornar mais desinibido e comunicativo. A situação nos força a conhecer novas pessoas, seja para visitar juntos novos pontos turísticos, seja para praticar idiomas ou conhecer novas culturas. Os viajantes são em quase sua totalidade abertos a novas amizades. Em seis meses de viagem conheci centenas de pessoas dos mais diferentes países do mundo e dos mais diferentes estilos de vida, algumas das quais se tornaram minhas amigas. Nas empresas é muito importante o trabalho em equipe. É importante criar um ponto de conexão com os colegas de trabalho para poder desenvolver em harmonia projetos, assim como conhecer o seu cliente para estabelecer parcerias comerciais.

Foto sob licença Creative Commons.

11- Aprender diariamente

Quando viajamos, estamos sempre aprendendo algo novo, seja uma nova palavra no idioma local, seja uma informação cultural, um fato histórico, entre outros. Isso enriquece grandemente nosso conhecimento e visão de mundo. Semelhantemente, a atualização profissional constante é muito importante. Ler um blog da área, assistir a palestras, seminários e ler livros relacionados com a atividade ajudam a expandir as ideias e crescer no conhecimento.

12- Lidar com frustrações

Aquele ponto turístico lindo nas fotos não é tão maravilhoso quando o visitamos pessoalmente. Chove no único dia disponível para ir àquela praia. O trem atrasa horas e horas. Perder um voo. Pagar caro para algo que não vale o preço. Esses pequenos exemplos de coisas que acontecem durante uma viagem podem arruinar temporariamente o humor de qualquer um. É importante ter em mente quem nem sempre as coisas acontecem conforme o planejado, e estar aberto a pensar em alternativas é fundamental. Perdeu o voo? Talvez seja possível pegar um ônibus. Está chovendo? Passar o dia lendo um pode ser uma boa opção, até mesmo para descansar o corpo e a mente. No mundo corporativo também temos que lidar com diversas frustrações e pensar em alternativas. Aquele cliente deixou de fazer negócios? Vamos atrás de uma reconquista. Pode ser também a hora de buscar novas parcerias comerciais. O projeto falhou? Vamos recomeçar. Nem tudo está perdido, mas também ninguém disse que seria fácil.

Confira (aqui) o “A vida que vale a pensa ser vivida”, texto no qual eu falo um pouco sobre como começou minha paixão por viajar e como comecei a viajar.
Mais no Instagram @thewanderlustbackpacker


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Buscador oferece recursos que podem ajudar a encontrar a passagem aérea mais barata

Mochileiros.com

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Dias atrás mostramos aqui uma nova função do ‘Google Flights’ que pode ajudar a encontrar passagens mais baratas. Para acrescentar à lista de sites úteis para organizar uma viagem nos chama atenção 3 recursos de um dos maiores e mais utilizados buscadores de viagem do mundo, o Kayak. Vamos a eles:

1- O Explore

Para a primeira etapa da viagem, em que você ainda não decidiu para onde ir, o ‘Explore’ mapeia voos de ida e volta para todos os principais destinos do mundo a partir do seu orçamento. “A função é uma grande ajuda para qualquer viajante que quer um direcionamento realista na escolha do seu próximo destino, além de abrir o leque de possibilidades para algo novo”, afirma Eduardo Fleury, country manager do Kayak no Brasil.

No exemplo, partindo do Rio de Janeiro e com um orçamento de até R$ 1.015 para a passagem, recurso mostra opções | Foto: Reprodução.

2- Previsão de preços

Quando você faz uma pesquisa num site que vende passagens aéreas e está pronto para comprá-la, sempre vem aquela dúvida – e se o preço cair de repente amanhã? Deveria esperar? E se a tarifa subir? Para isso, a ferramenta ‘Previsão de Preços’ do Kayak ajuda na tomada de decisão sobre quando reservar.
Sempre que você fizer uma pesquisa de voo, basta verificar o canto superior esquerdo depois que os resultados forem carregados. Você verá um gráfico e uma mensagem dizendo COMPRE ou OBSERVE. Se for um bom momento para comprar, aproveite a oportunidade. Se não, espere o preço cair (e crie um Alerta de Preço para ser avisado quando isso ocorrer).

Gráfico indicará se há previsão de que a passagem baixe de preço | Foto: Reprodução.

3- Alerta de preços

Quando o destino for escolhido, os usuários podem ativar o ‘Alerta de Preços’, que envia avisos sobre as oscilações de preços de passagens e informa sobre a melhor data para comprá-las – quando os preços estão mais baixos.

No exemplo (voo Rio-SP), posso criar um alerta de preço | Foto: Reprodução.

O Kayak está disponível através do site e aplicativo (Android e iOS – compatível também com o Apple Watch).

A foto (da home) que traz até este post está sob licença Creative Commons.

ESTE POST PODE CONTER LINK AFILIADO. SE VOCÊ FIZER UMA COMPRA, O MOCHILEIROS.COM PODERÁ GANHAR UMA PEQUENA COMISSÃO DE AFILIADO, MAS VOCÊ NÃO PAGARÁ NADA EXTRA POR ISSO.

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A diária nessa casa em Bali custa 20 dólares por pessoa!

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Gente…! Não sei quanto à vocês, mas assim que eu fiquei sabendo que existia uma casa em Bali, encima de uma árvore, e que era possível passar a noite lá, quase enlouqueci!

Poucas pessoas sabem, mas Bali não se limita só à uma ilha, o arquipélago abriga na verdade 4 ilhas sob a sua jurisdição!

Se você ainda não sabe do que estamos falando, recomendo a leitura:

Bali: 8 coisas que ninguém te conta sobre a ilha dos deuses!

Pois bem. A danada dessa casinha deu um pouco de trabalho para achar, mas nada como um espírito mochileiro open mind nessa vida, né?

Conteúdo original – Tripping Unicorn. Reprodução Proibida

Esses “achados” levam sempre um pouco de tempo pra descobrir (estivemos em Bali 5 vezes antes de descobrir essa pérola), mas uma vez familiarizados com as ilhas, tudo ficou mais fácil!

Estamos falando de Nusa Penida, e para chegar lá você vai precisar tomar um ferry diretamente de Sanur (ilha principal de Bali)!

Veja aqui os horários e preços do ferry.

Chegando à Nusa, você vai precisar de uma scooter (ou um táxi) para se dirigir à região OPOSTA à onde estão todas as outras atrações da ilha! Isso mesmo… você vai precisar fugir do reduto turístico do lugar.

Não me digam agora que estão achando ruim.. he he 😬

Nusa Penida – Wikimedia Commom

Para quem não está familiarizado, você precisará sair fora da região de Crystal Bay (em face às ilhas de Lembongan e Cenigan), e chacoalhar nas estradas mal conservadas de Penida por umas boas horas, até chegar próximo à região de Pendem.

Você precisará pedir ao seu motorista para te levar até Atuh Beach…! É nessa parte que você vai procurar a casinha (existem placas)!

Maiores detalhes de como chegar lá podem ser encontrados no post:

O que fazer em Bali, guia definitivo!

Para chegar na casinha, um mini trek é necessário, portanto mochilas leves (e muita água) se fazem necessárias!

Veja abaixo se você consegue ver as duas casinhas na península abaixo.

Obs: uma terceira casinha já está em construção… portanto corra!

Foto: Divulgação

Semana que vem estarei escrevendo muito mais sobre essa extraordinária (e um pouco desconhecida) região de Bali, com dicas exclusivas que só quem mora na área pode dar!

Para quem não conhece ainda nosso blog, moramos em Singapura há 3 anos e 80% do conteúdo do Tripping Unicorn é focado no Sudeste Asiático, lado B!

Portanto fiquem ligados que o post sobre Nusa Penida já está à caminho!

Você pode também receber todas as novidades diretamente no seu email, e para isso basta assinar nossa newsletter.

Leia: 6 Hostels Baratos e Estilosos no Sudeste Asiático.

Tem perguntas, quer saber mais detalhes?

Fique à vontade para entrar em contato direto comigo no Tripping Unicorn!

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Post by Patti Neves


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Por outros ângulos: conhecendo a Pedra do Telégrafo

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Salve, mochileiros! Hoje vou compartilhar minha experiência na pedra do Telégrafo no Rio de Janeiro-Brasil. Localizada no Parque Estadual da Pedra Branca, na zona Oeste do Rio,essa pedra é famosa pela ilusão de ótica que proporciona nas fotografias simulando um grande abismo. Fui com o grupo Anjos Radicais, e, mais uma vez, minha alma voltou com a certeza de que a natureza e as boas conexões que fazemos na vida, são o que realmente importa. Saímos de Petrópolis bem cedo e chegamos em Barra de Guaratiba por volta das 09:00. Ao iniciar a trilha, comecei a observar algumas das dificuldades que tenho tido a algum tempo na questão da falta de ar e do cansaço. Sou fumante e em contrapartida, amante da natureza. O grande dilema da minha vida gira em torno de largar vícios antigos x ter mais qualidade de vida para experienciar vivências novas.  E, minhas limitações físicas e mentais, se tornam bem aparentes quando preciso me esforçar um pouco mais. Em trilhas, enquanto caminho e admiro toda a beleza á minha volta, geralmente costumo pensar em como andam minhas escolhas, o que tenho feito de diferente e o que preciso melhorar. Nem sempre as respostas são aquelas que eu gostaria de ouvir. Faz pouco tempo, que realmente tenho me esforçado para cortar hábitos destrutivos. E toda mudança, provoca um certo tipo de dor! O despertar vem acompanhado de muitas responsabilidades!

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Ao final da trilha, quando, completamos o objetivo que era chegar até a pedra para tirar uma foto com o ângulo famoso e privilegiado que tanto temos visto nas redes, nos deparamos com uma fila imensa que chegava a dar voltas.  Primeiro problema do dia para a maioria do grupo, e o segundo problema para mim que já estava com a pressão baixa devido a minha falta de preparo físico e ao sol. Admito que meu primeiro pensamento foi de decepção, por ter chegado até lá, ter me esforçado e  ter que esperar horas por uma foto. É incrível o quanto distorcemos a realidade das coisas quando agimos pelo estado da euforia, da raiva ou da frustração. Na hora, eu não pensei que só de estar lá, de estar apreciando aquela vista linda, de ter conseguido chegar até o final mesmo passando mal, já era motivo suficiente para o meu primeiro pensamento ser de gratidão e não de decepção.  Só fui me dar conta disso na hora em que nos reunimos,e uma parte do grupo propôs descer e curtir a praia e a outra parta preferiu ficar e esperar para conseguir a foto. Entrei em mais um dilema:  Ir ou ficar? Esperar para tirar uma foto em um lugar famoso, ou apenas ser grata por estar ali e descer para me refrescar no mar e renovar minhas energias? Ir ou ficar? Esperar por horas no sol quente com a pressão baixa só para provar que estive na Pedra do Telégrafo e postar uma foto nas redes sociais, ou respeitar minhas limitações e me dar a chance de conhecer o local por outros ângulos ?

Resolvi descer com uma parte do grupo, e minhas reflexões continuaram! Primeiro pensei se eu fui conhecer a trilha e a pedra pelo lugar e pela experiência de vida, ou se fui apenas por uma foto. Notei que, tanto a vista da pedra do Telégrafo quanto das pedras em volta dela, era a mesma. E que a única diferença era realmente o ângulo de visão.  A beleza é uma só!  Não julgo a parte do grupo que ficou mais de 4 horas na fila esperando pela foto porque elas ficaram realmente incríveis! Cada um sabe o que é melhor para si e até aonde está disposto a ir por uma motivação interna. Eu também teria ficado se a fila estivesse menor, se o sol não estivesse tão forte, se minha pressão não estivesse baixa, enfim… se causas e condições estivessem melhores. Mas, por outro lado,toda essa impermanência, me trouxe a oportunidade de refletir o meu real motivo de estar naquele lugar! Vivemos na ”Sociedade do Espetáculo” onde cada curtida nas fotos postadas, equivale a sua posição em um mundo completamente virtual. E com isso, a maioria se esquece do que é real.  Não é uma crítica as redes ou as fotos, eu também utilizo dos meios para me expressar e compartilhar momentos, a reflexão é justamente com que INTENÇÃO ou MOTIVAÇÃO nós postamos ou compartilhamos algo que vivemos? Se realmente estávamos vivenciando a experiência e registramos o momento para guardar com carinho, ou se apenas estávamos no local para tirar uma foto e esperar por algumas curtidas. Muitas pessoas  que se encontravam na fila para registrar a  famosa foto, reclamavam do sol, da falta de sombra, da falta de água, do cansaço e da demora. Outras, esperavam com um sorriso no rosto e olhando tudo á volta. Se eu tivesse  esperado também, imaginei que tipo de pessoa eu seria naquela fila!

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Grupo na Pedra | Foto: Arquivo pessoal.

Quando parte da turma que permaneceu na pedra nos encontrou na praia no final do dia, estavam satisfeitos por terem esperado e feito suas fotos.  Eles nos contaram a experiência por outro ângulo de visão. E nós, a outra parte que tinha descido a trilha mais cedo, também tínhamos algumas histórias. Foi uma troca rica de olhares e diferenças. O que mais me encanta em momentos como esses,é a subjetividade com que cada um enxerga um mesmo lugar com percepções completamente diferentes.  É isso que enriquece o caminho e o caminhar. Cada um, a sua maneira, encontra exatamente o que precisa. Sei que tanto para eles quanto para nós, não foi apenas uma fotografia, foi tudo que envolveu a chegada até ela, foram as risadas na trilha, a água compartilhada, as dificuldades encontradas e os limites superados. Foram as lições aprendidas pelo caminho. Foi a vida se apresentando em toda a sua magnitude e simplicidade. E só enxerga quem consegue abrir mão de suas certezas e estar disposto a olhar por outros ângulos!  Agradeço aos companheiros dessa aventura e a equipe Anjos Radicais. Foi lindo.  Que possamos sempre ter em mente o real motivo de estarmos realizando determinada ação. Que não seja apenas por estar, mas que seja para permanecer. Tantos nas fotografias quanto em nossas almas! Até a próxima estrada!

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.

Foto: Arquivo pessoal.


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Perfil do Instagram revela “modinhas” da fotografia de viagem

Mochileiros.com

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Com bilhões de smartphones apontados para milhões de destinos mundo afora,  está cada vez mais difícil fazer fotos originais.  Ao menos é o que mostra o perfil @Insta _Repeat no Instagram, que traz uma série de compilações com olhares cada vez mais parecidos.

Algumas séries de fotos já são bastante conhecidas pelo público viajante, como é o caso da garota puxando a mão do namorado em diversos lugares do mundo, que foi inspirada pela série “Follow Me To” do fotógrafo Murad Osmann e sua namorada Natalia Zakharova que possuem mais de 4 milhões de seguidores.

Uma série bastante popular compilada pelo perfil é a visão de dentro da barraca, que nós já fizemos um post compilação aqui. Outra também muito praticada pelos viajantes é a série dos pés na paisagem que nós também já fizemos uma seleção que você pode ver neste post aqui e que foi popularizada pelo viajante Alex Berger, autor do blog ‘Virtual Wayfarer’.  Nós já contamos a história dele neste post aqui.

Confira algumas das compilações: 

 

 “Follow Me To”

#vanlife

A clássica visão de dentro da barraca

Atravessando pontes de corda

E  a dos pézinhos né? 😀

Confira todas as compilações no perfil do @Insta_Repeat e não esqueça de seguir também nosso perfil @mochileiroscom

 


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Os 10 + vistos do Mês

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