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Mochilar não tem idade…

Claudia Severo

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Em maio deste ano, aos 95 anos de idade o australiano Keith Wright  partiu para um mochilão pela Europa. De acordo com a matéria feita com ele pelo jornal britânico The Telegraph, Wright fez sua primeira viagem ao estilo backpacker aos 85 anos de idade, cortando a Turquia de ônibus;  logo depois a jornada se deu no Leste Europeu, agora Espanha, Alemanha, Áustria e Grã-Bretanha entrarão para a vida do australiano. “Eu vejo coisas que a maioria dos turistas não conhece, pois fujo dos pontos turísticos e estou sempre tomando ônibus e trens para me locomover” conta. “ A maioria das pessoas que conheço se surpreende ao saber minha idade e perceber que eu venho de um lugar tão distante como a Austrália”.
É cada dia mais comum encontrar com pessoas de todas as idades na estrada e melhor, dividindo suas experiências! Pode ser de trem, de carro, de motor-home, de ônibus, de avião, carregando mala ou mochila, o que importa é viver o que de melhor uma viagem pode proporcionar.

Joyce prefere os destinos urbanos
Foto: Arquivo pessoal

Bem mais jovens que o senhor Wright, Joyce Banditelli, 53 e Marinete Araújo, 60 seguem viajando e dividindo suas experiências, incentivando outros viajantes (com mais ou menos idade que elas) a caírem no mundo. Elas dão boas dicas para todos na comunidade Mochileiros.com e por aqui foram perguntadas, entre outras coisas, se a idade as limita em algo durante suas viagens.

“Meu limite é de tempo, infelizmente ainda não posso viajar por 30 dias direto (ou mais dias), por isso todas as minhas viagens são curtas e às vezes em ‘deja vu’, pois como o tempo da anterior foi pouco, acabo por voltar aos lugares”, explica Joyce, que mora na Suécia, de onde parte para suas viagens sempre que o trabalho deixa.

Marinete já prepara mais um mochilão pela Europa, desta vez com a filha de 24 anos
Foto: Arquivo pessoal

Já Marinete, ou Dete, como gosta de ser chamada, pondera e conta uma experiência de solidariedade entre viajantes que serve de incentivo pra qualquer um: “aos sessenta não podemos esconder nossas limitações” e segue, “recordo-me que fui com um grupo de jovens para os Lençóis Maranhenses em época de dunas secas: se quiséssemos ver duna com água teríamos que andar muito. Um senhor da minha idade ficou logo no início porque tinha problema de coração. Eu continuei indo com o grupo, todavia chegou uma hora em que minhas pernas não aguentavam mais. Disse para o grupo: Eu vou ficar por aqui e vocês me pegam na volta! Parei e o grupo continuou. Fiquei olhando todos irem, inclusive minha filha que estava conosco. Quando chegaram bem distante, já no alto de uma duna eu vi todos me acenando mandando eu ir (Eles tinham encontrado a lagoa com água). O espírito de coleguismo, sem dúvida alguma contou muito naquele momento. E lá fui eu, sozinha, até receber aplausos da ‘meninada’ que ficou me esperando. Na volta um deles me apoiou e vim de braços dados e todos caminhavam nos meus passos. Ser mochileiro idoso não difere do entusiasmo de viajar, mas sem dúvida, encontramos obstáculos pela frente.”

Com relação à hospedagem, ambas ressaltam o fato de albergues (sobretudo na Europa) estabelecerem uma idade máxima para os hóspedes: “fico em campings ou em hotéis”, conta Joyce, que por muitas vezes viaja ao lado do esposo à bordo de um motor-home.

Anthony Bourdain, 56, em Machu Picchu / Foto: Divulgação

E já que o negócio é incentivar, quem não ficou louco para viajar assistindo a um dos programas do quase sessentão chef de cozinha e escritor Anthony Bourdain, 56, do “Sem Reservas” (No Reservations)? Sem nenhuma cômica  indumentária “Indiana Jones” e com muita informação o apresentador norte-americano viaja por todos os meios, para todos os cantos, experimentando tudo que há, ao melhor estilo viajante independente descolado.  Apesar de o Sem Reservas ser um programa de viagens e, gastronomia sobretudo,  a forma como seu conteúdo é apresentado (culinária-cultura) faz com que cada episódio seja um grande convite a viajar!
O programa é exibido no Travel & Living ou aqui.
Tem episódios também  no Youtube.

De pai pra filho, de filho pra pai

José Alves de Oliveira, 67 começou “no trekking” aos 66
Foto: Arquivo pessoal

Estamos sempre aprendendo (ou tentando aprender) na vida;  em certos momentos quase tudo que aprendemos vem de nossos pais; em outros muitos, acabamos por ensiná-los também; essa troca natural e maravilhosa também acontece no “mundo mochileiro”. Sim, para alguns pais um novo mundo.

É como aconteceu com o pai do viajante Renato de Oliveira Alves, 31, membro da comunidade Mochileiros.com. Renato conta que o pai sempre gostou do contato com a natureza, mas que quando jovem não tinha o perfil “aventureiro”. Precisou de um “empurrãozinho” do filho e aos 66 anos de idade seu José Alves de Oliveira, fez seu primeiro trekking. Hoje, já com 67 ele acompanhou o filho em mais duas caminhadas. A primeira experiência foi dividida com outros viajantes num relato no http://www.mochileiros.com/comecando-no-trekking-aos-66-t70485.html

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Escrevo por aqui, sempre pensando em estar por aí... | Co-fundadora do site Mochileiros.com

18 Comentários

18 Comments

  1. Rosana Cristina Rosa

    6 de setembro de 2015 em 13:42

    Bem gostaria que alguém lesse e me permitisse uma aventura juntos, tenho um sonho de viajar pelo Brasil, ou quem sabe exterior como mochileiros, prestando serviços aqui e ali e indo sempre em frente conhecendo pessoas, generosidade, amizades, se alguém também tem seus 50 anos e quer uma boa companhia , por favor me contate.

  2. Eveline

    10 de dezembro de 2012 em 15:06

    Reportagem muito inspiradora!

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Capitólio – O mar de Minas em um roteiro completo

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Capitólio tem sido o destino de ecoturismo mais procurado atualmente.

A região do lago de furnas é repleta de belas cachoeiras, balneários, lagos de cor esmeralda e paisagens incríveis, sendo um destino ideal para quem quer aventura e contato com a natureza.

Muita coisa podemos fazer por aqui, mas o que é imperdível? O que não podemos deixar de fazer? Quantos dias ficar?

 Listei 9 lugares que recomendo e em resumo o que é cada um deles.

Quer mais detalhes?

No www.queromochilar.com.br há mais informações e um roteiro prontinho para Capitólio, com custo, dicas de economia e hospedagem, passe lá pra conferir.

1- Morro do Chapéu

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada.

O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do ”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível.

O acesso é por estrada de terra e não tão fácil e temos que fazer um percurso morro acima a pé, mas o visual compensa.

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Foto: Estrada de terra, de acesso ruim e trilha para quem quer caminhar um pouco e evitar problemas com carro… rs.

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Foto: Vista para o lago de furnas.

2- Cascata Ecopark.

  • Entrada: R$ 35,00 – Preço temporada; Preço normal R$ 30,00.
  • Horário: 9h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo.

Essa é uma propriedade particular. Aqui há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho.

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Foto: Já em frente ao restaurante temos acesso a esta Cachu, onde na verdade era nosso último ponto da trilha.

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Foto: Esta Cachu é a mesma da primeira foto, só que vista por baixo. Aqui o poço não é profundo para banho, ele é mais para admirarmos mesmo. Ah, cuidado que o caminho aqui é bem escorregadio.

3- Paraíso Perdido.

  • Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

O Paraíso Perdido também é uma propriedade particular e tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo.

Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei R$ 40,00 e vi 3 quedas ( não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi.

Foto: Subindo rumo ao melhor poço para banho.

Foto: A água estava gelada de dar câimbra e dor de cabeça, e o corpo não acostumava, mas não resisti, já molhei de uma vez só….rs.

4- Cachoeira do Filó.

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Sem horário de funcionamento.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Uma bela queda d´água com um poço enorme e excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada.

Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante- só ir contornando a queda dá água e subir pela mata mais uns 100 m- e você estará no topo da cachu além de ter acesso ao poço atrás da mesma.

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Foto: A bela Cachoeira do Filó vista antes de descer a trilha.

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Foto: Mirante.

5- Trilha do Sol.

  • Entrada: R$ 40,00 (Temporada) – Normalmente R$ 35,00.
  • Horário: 8h00 às 18h00.
  • Duração do passeio: Um período (manhã ou tarde) é o recomendado.

Também uma propriedade particular com ótima infraestrutura, e na minha opinião um dos melhores passeios pela região. As trilhas são lindas, e os três atrativos principais na trilha do sol são: Cachoeira no Limite, Cachoeira do Grito e Poço Dourado. Ahhh há até uma área de nudismo… rs.

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Foto: A parte superior da Cachoeira No Limite.

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Foto: A Cachu com seu poço. Você pode chegar no poço pulando, ou pela mata, uma trilha curta e tranquila.

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Foto: As paredes com estas pedrinhas deixa a trilha para o poço encantado com um visual incrível.

6- Passeio de Lancha nos Canyons.

  • Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00.
  • Horário: Agendado – das 8h00 às 16h00.
  • Duração do passeio: 2 horas.

Nem preciso discorrer muito sobre este passeio, afinal é o mais procurado de Capitólio e não é atoa, realmente um tour imperdível e onde você realmente terá um contato incrível com o belo lago de furnas.

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Foto: Olha a cor desta água.

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Foto: Só admirando este paraíso.

7- Lagoa Azul

A cachoeira da Lagoa Azul também fica em uma propriedade particular, e você pode chegar até ela por asfalto, ou aproveitar o passeio da lancha para conhecê-la. Geralmente em temporada está sempre lotada, mas o bonito dela mesmo é vê-la vazia, por isso no dia não quis conhecê-la.

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Foto: A Lagoa Azul ficou para uma próximo visita, este lugar deve ser lindo, mas vazio, deste jeito não fiz questão de conhecer não…rs

8- Mirante do Canyon

  • Entrada: Gratuita.
  • Horário: Aberto.
  • Duração do passeio: Em torno de 40 min.

É aqui que todo mundo tira as melhores fotos de Capitólio, fácil acesso e trilha super fácil, não há desculpa para não ir até o mirante que está bem ao lado da BR.

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Foto: As fotos clichês de Capitólio.

9- Parque Estadual da Serra da Canastra.

  • Entrada: R$ 10,00.
  • Horário de funcionamento:  8h00 às 18h00 – Sendo que não é permitida entrada após às 16h00.

Um pouquinho distante de Capitólio, mas não deixe de conhecer se gosta de aventura e tiver um tempinho no cronograma. É neste parque que está a segunda em altura e uma das mais belas cachus de Minas Gerais.

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Foto: Vista que temos da pesada trilha para conhecer a Casca d´Anta por cima. Show de paisagem.

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Foto: A Casca d´Anta com 186 metros de queda d´água é a segunda maior cachu de MG, perdendo somente para a Cachoeira do Tabuleiro em Conceição do Mato Dentro.

Todas as dicas e informações necessárias para conhecer o Parque da Serra da Canastra estão no Blog : Aqui.

GOSTOU?? 

Isso é só uma aperitivo, no Quero Mochilar há detalhes sobre as trilhas, como chegar, o que ver, fazer, comer etc, em cada um destes lugares, além de fotos incríveis e um roteiro prontinho dia a dia pronto para imprimir só com o essencial de cada lugar.


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Notícias

Literatura de Cordel é reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil

Mochileiros.com

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O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) reconheceu ontem (20) a literatura de Cordel como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. A decisão foi tomada por unanimidade pelo Conselho Consultivo, que se reúne no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro.
“Poetas, declamadores, editores, ilustradores, desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores, e folheteiros, como são conhecidos os vendedores de livros, já podem comemorar, pois agora a Literatura de Cordel é Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro”, anuncia o Iphan.
O gênero literário é ofício e meio de sobrevivência para inúmeros cidadãos brasileiros. Segundo o instituto, apesar de ter começado no Norte e no Nordeste do país, o cordel hoje é disseminado por todo o Brasil, principalmente por causa do processo de migração de populações.

A cordelista Marialva Bezerra, a Querindina na 12ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP/Foto: 2.2W/Agência Brasil.

História

O cordel foi inserido na cultura brasileira ao final do século 19. O gênero resultou da conexão entre as tradições orais e escritas presentes na formação social brasileira e carrega vínculos com as culturas africana, indígena e europeia e árabe. Tem ligação com as narrativas orais, como contos e histórias; à poesia cantada e declamada; e à adaptação para a poesia dos romances em prosa trazidos pelos colonizadores portugueses.
Originalmente, a expressão literatura de cordel não se refere em um sentido estrito a um gênero literário específico, mas ao modo como os livros eram expostos ao público, pendurados em barbantes, em uma especie de varal.
De acordo com o Iphan, os poetas brasileiros no século 19 conectaram todas essas influências e difundiram um modo particular de fazer poesia que se transformou numa das formas de expressão mais importantes do Brasil.

Você pode saber mais sobre o gênero no site da Academia Brasileira de Literatura de Cordel.

Texto: Agência Brasil e Redação.


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Notícias

Museu Nacional promove festival na Quinta da Boa Vista

Mochileiros.com

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Pesquisadores do Museu Nacional participarão neste fim de semana (22 e 23/09) de um festival, na Quinta da Boa Vista, zona norte do Rio de Janeiro, com atividades abertas ao público e que mostrem um pouco do trabalho desenvolvido no local. Eles querem mostrar que, apesar do incêndio que destruiu o palácio da instituição em 2 de setembro, o museu está vivo.
O Festival Museu Nacional Vive vai ocorrer das 10h às 17h e permitirá ao público acompanhar o trabalho de diversos departamentos como paleontologia, zoologia e antropologia social. Haverá exposição de parte do acervo. Também devem ser discutidas medidas sobre o que deve ser feito nos próximos anos para reerguer a instituição.

Foto: Reprodução/Museu Nacional

O evento vai encerrar a 12ª Primavera dos Museus, promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). A proposta da direção do Museu Nacional é ocupar a Quinta da Boa Vista com atividades culturais uma vez por mês.
Durante o festival, o público poderá conferir mostras de paleoarte, oficinas de moldes e montagens de dinossauros, exemplares de animais marinho, contação de histórias, oficinas de pintura de camisas e outras atrações.

No momento, o palácio incendiado está cercado enquanto estão em preparação os trabalhos de escoramento das paredes e instalação de cobertura para proteger o acervo da chuva. A Polícia Federal ainda investiga as causas do incêndio, e os pesquisadores aguardam o término do trabalho de perícia para fazer o resgate de peças.

O fim de semana na Quinta da Boa Vista terá também o Festival Medieval Carioca, em que o público poderá conferir atrações como torneio de arco e flecha e lutas de espada.

Confira a programação completa do Festival Museu Nacional Vive:

Sábado e Domingo – Dias 22 e 23/09

Departamento: Paleobotânica / Geologia e Paleontologia

Atividade: Paleobotânica

Departamento: Geologia e Paleontologia

Atividade: Mostra de Paleoarte

Horário: 10h às 12h; 14h às 17h

Atividade: Conhecendo os fósseis; oficina monte o dinossauro; oficina de moldes; oficina de Paleopalinologia

Horário: 10h às 17h

Departamento: Botânica

Atividade: Anatomia + biologia reprodutiva

Horário: 10h às 17h

Atividade: Herbário? O que é isso?

Horário: 10h às 17h

Oficina de Exsicata

Horários: 10h30; 12h; 14h; 16h

Departamento: Departamento de Invertebrados

Atividade: Conhecendo os Equinodermas

Departamento: Departamento de Vertebrados

Atividade: Conhecendo a Herpetologia (ramo da zoologia dedicado a répteis e anfíbios)

Departamento: Departamento de Vertebrados

Atividade: Estudo da diversidade dos peixes

Departamento: Mastologia / Departamento de Vertebrados (*só no sábado)

Atividade: Mostra de pele e crânio de espécimes

Departamento: Entomologia

Atividade: A diversidade dos insetos

Departamento: Laboratório Central de Conservação e Restauração (*só no sábado)

Atividade: Que bicho é esse?

Departamento: Seção de Museologia

Atividade: Pintura em camisa

Horário: 13h às 17h

Atividade: Espaço para leitura e pintura – infantil

Atividade: Memórias do Museu Nacional – televisão passando filme sobre o museu, varal de fotos

Horário: 10h às 17h

Departamento: Laboratório de Processamento de Imagem Digital

Atividade: Suas memórias no Museu Nacional

Horário: 10h às 12h; 14h às 17h

Departamento: Direção

Atividade: Passeando pela história: uma viagem de trenzinho em torno do Paço de São Cristóvão – com a historiadora Regina Dantas

Horários: 10h20, 12h20, 14h20

Departamento: Projeto Ilhas do Rio (*só domingo)

Atividade: Projeto Ilhas do Rio

Horário: 10h às 16h

Departamento: Grupo de Educação Multimídia (*só domingo)

Atividade: Filme Nuto Travessias: palavra – imagem

Horário: 10h às 17h

Domingo

Jogos e contação de histórias de geociências (com o grupo Geotales) – 11h e 13h

Oficina de música e poesia (com Ciça Ojuara; Mauro Portugal e Lê) – 15h30

A Quinta da Boa Vista  está no (Bairro Imperial de) São Cristóvão – Rio de Janeiro.

Texto: Agência Brasil.
A foto (da home) que traz até este post é de divulgação e foi publicada na página do museu no Facebook.


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Viajar Sozinha

Brasileira tira ano sabático e leciona inglês em comunidades tailandesas

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Expandir os horizontes e conhecer de perto novas culturas fazem parte das coisas boas que a gente ganha ao mochilar e quando se alia a essa viagem um trabalho voluntário a experiência é ainda mais enriquecedora. Pensando nisso, a paulistana Tam Santos, 31, embarcou para Tailândia para dar aulas de inglês na Thong Tos Foundation, em Bangkok.
Tam, que atuava na área de comércio exterior, decidiu após quatro anos trabalhando na mesma empresa e sem perspectivas, tirar um ano sabático. “Mesmo tendo uma vida confortável em São Paulo, não estava mais satisfeita. O trabalho se tornou robótico e entediante e a minha vida pessoal também não estava lá grandes coisas”, conta. Em um momento de esgotamento profissional, ela encontrou um workshop sobre como tirar um ano sabático e conheceu a Worldpackers, plataforma que conecta anfitriões a viajantes interessados em trocar habilidades por acomodação.
“Eu encontrei duas oportunidades que pareciam se encaixar muito bem no meu perfil, já que sempre me interessei por trabalhos sociais. Mesmo tendo me preparado financeiramente para essa experiência, a plataforma me ajudou a ter um propósito para minha viagem. Com isso, consegui seis semanas de trabalho em troca de hospedagem com refeições inclusas, e a chance de aprender novas habilidades e de devolver um pouco do que a vida me deu para a comunidade”, ressalta Tam que embarcou para o sudeste asiático em março deste ano.

Tam ensinou inglês, mas certamente aprendeu ainda mais com a experiência que teve | Foto: Divulgação/Worldpackers.

Além da possibilidade de dar aulas dos idiomas que domina, um ‘membro verificado’ Worldpackers pode optar por várias outras oportunidades disponíveis na plataforma como produção de conteúdo de marketing, cuidados com crianças, serviços de voluntariado e ONGs, cuidados com animais, recepção de hóspedes (em hostels, pousadas e hotéis), cozinha, organização de festas e eventos, entre outros.
São mais de 4 mil anfitriões em mais de 170 países trocando acomodação (e às vezes comida) por variadas habilidades.  Quem já fez uma viagem utilizando a plataforma garante ter tido uma real imersão cultural.
Experiências de quem já viajou sendo um ‘Worldpacker’ podem ser conferidas aqui e aqui e em alguns comentários e posts sobre a Worldpackers no nosso grupo no Facebook (aqui).

COMO PARTICIPAR DO WORLDPACKERS?

Para candidatar-se às vagas de troca de trabalho por hospedagem mundo afora disponíveis no Worldpackers, você precisa se tornar um ‘membro verificado’ e ter mais de 18 anos de idade. Assim poderá conversar com quem está oferecendo essas vagas, confirmar sua estadia, ter o suporte da plataforma antes e durante a viagem, como por exemplo, se você não estiver satisfeito(a) com seu anfitrião, a Worldpackers paga por 3 noites de acomodação em qualquer outro anfitrião na mesma cidade.
É pago?
A plataforma cobra uma taxa anual de US$ 49, mas utilizando o código MOCHILEIROS#WP (tudo na maiúscula) você ganha US$ 10 de desconto, caindo a taxa então para US$ 39.
Sendo ‘membro verificado’ você contará com os benefícios citados acima e poderá confirmar quantas viagens quiser dentro do período de um ano, sem precisar pagar por novas taxas de confirmação.

O pagamento da taxa anual pode ser feito via cartão de crédito ou boleto. Utilizando o código MOCHILEIROS#WP você ganha US$ 10 de desconto | Foto: Reprodução.

Você pode registrar-se através do desktop ou do celular e preenchendo o campo de desconto com MOCHILEIROS#WP, ganhar US$ 10 na taxa anual | Foto: Reprodução.

Não se esqueça que, ao fazer o seu registro no https://www.worldpackers.com/pt-BR e completar o seu perfil, ao finalizar a inscrição escreva no campo destinado ao ‘código promocional’ a palavra MOCHILEIROS#WP (tudo na maiúscula).


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Alemã se desafia a passar o resto da vida com a mesma roupa

Mochileiros.com

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“Colecione momentos e não coisas”. Quem nunca ouviu essa frase e já parou para pensar o quanto (batida, porém) pertinente ela é? Nesta frase cabe um mundo e dentro disso a busca por valorizar o simples e sentir-se bem com ele não se tratando de “viver sem nada” a qualquer custo, é algo mais profundo, talvez um real desejo de mudar.
E as mudanças podem começar com, por exemplo, consumir menos roupa. A alemã Jessica Böhme vive a mais de um ano com dois vestidos pretos co-desenhados por ela, que são combinados com outras poucas peças como casacos e calças. Ela tem dois vestidos para utilizar um, quando o outro está sendo lavado.
Ao Projeto Colabora, uma rede de 240 jornalistas especializados entre outras coisas em sustentabilidade e meio ambiente, Jessica contou que se inspirou quando viu uma entrevista de uma senhora que usava o mesmo vestido há um ano. “Quando comecei a mudar meus hábitos de consumo, eu passei a comprar menos e, se eu comprava algo novo era de uma marca sustentável e justa”.
No seu site ela cita o The Uniform Project, que nasceu em maio de 2009 quando uma garota se comprometeu a usar um vestido preto por 365 dias como um exercício de “moda sustentável”. Este projeto arrecadou US$ 100.000 para a educação de crianças carentes na Índia.
Depois de um ano usando o mesmo vestido, Jessica reiniciou o projeto, mas desta vez “pelo resto da vida”, co-desenhando a peça com um designer em Berlim e com um tecido de longa duração.
Ao todo, incluindo joias, roupas íntimas e acessórios Jessica tem 55 itens no seu guarda-roupa, sem contar com os seus óculos, o item número 56.
A entrevista completa com a alemã pode ser conferida no https://projetocolabora.com.br/consumo/conheca-a-alema-que-se-desafiou-a-passar-o-resto-da-vida-com-a-mesma-roupa/

Mais sobre o projeto pode ser acompanhado em seus site e Instagram.

 

#1dress4life | Foto: @jessica_boehme

Jessica e O vestido | Foto: @jessica_boehme

 

Jessica, O vestido e alguns acessórios | Foto: @jessica_boehme

Fotos: André Groth/Reprodução Instagram @jessica_boehme


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Mapa permite que você conheça seu endereço na Terra milhões de anos atrás

Mochileiros.com

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Quem seriam nossos países vizinhos se os continentes ainda estivessem juntos? A gente já se perguntou isso por aqui, quando mostramos um mapa (que circulou bastante pela internet) do que seria a Pangeia com os países que conhecemos hoje mas o mapa criado pelo engenheiro de software Ian Webster, vai além: no http://dinosaurpictures.org/ancient-earth#240 você pode digitar por exemplo, o nome da cidade onde mora e ver onde ela estava há milhões de anos atrás e porque não, saber que tipo de habitantes havia por ali.
O site faz parte do DinosaurPictures.org, um banco de dados destinado a estudantes, professores, crianças e ou curiosos sobre os dinossauros. É construído com o PaleoDB, um banco de dados científico especializado em paleobiologia formado por centenas de profissionais da área.

Esse pontinho vermelho no mapa é São Paulo há 240 milhões de anos (você pode escolher entre 20 e 750 milhões de anos, no topo da tela do mapa interativo | Foto: Reprodução.

Esta é a representação de um Aeolosauro, que viveu em Sampa (seus fósseis foram encontrados em alguns lugares da Argentina e em São Paulo) há 240 milhões de anos | Foto: Reprodução.

Pensamos num destino que queremos conhecer: as (hoje) ilhas Phi Phi, na Tailândia | Foto: Reprodução.

Com informações do OpenCulture.


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Notícias

Rede de resorts oferece 120.000 doláres para um ano de “férias”

Mochileiros.com

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A rede de hotéis mexicana Vidanta busca um embaixador para o grupo. A proposta? 120.000 dólares durante um ano para que o escolhido divulgue seus resorts durante este período. Tentador? O anúncio foi publicado no site ‘World’s Best Job’ (o melhor trabalho do mundo) que parece ter sido feito exclusivamente para esta ação.
Não há nenhum requisito obrigatório, mas experiência em marketing, facilidade de comunicação (incluindo demonstrar entusiasmo pela experiência vivida), carisma e organização poderão ajudar o candidato à vaga que, se eleito, terá entre outras funções a de provar refeições de chefs estrelados, fazer tratamentos em spa e testar a temperatura das piscinas e divulgar “as férias” nas redes sociais.
Você pode se inscrever para concorrer à vaga até 21 de outubro de 2018 (aqui). O escolhido deve ser anunciado até 01 de novembro de 2018. Além da inscrição é preciso enviar um vídeo de apresentação sua com duração de até 1 minuto e informar seus perfis no Instagram, Facebook, Twitter e LinkedIn. É preciso ser maior de 18 anos de idade e proficiente em inglês.
Bem, você tem que estar disposto a ficar durante um aninho no México, já que os resorts da rede estão espalhados por áreas turísticas do país, como na Riviera Maya por exemplo.
Os termos e condições para concorrer à vaga estão no https://www.worldsbestjob.com/terms-conditions.pdf

Foto: Reprodução.

Conta da rede no Twitter também anuncia a oportunidade:

A foto (da home) que traz até este post é de área de Tulum, na Riviera Maya e está sob licença Creative Commons.


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Vanlife

Você vive a vida que gostaria?

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“Queria ter tido a coragem de levar uma vida significativa para mim, não a vida que os outros esperavam que eu levasse.”

Você está disposto a carregar o peso do arrependimento para o resto da vida? Não? Que bom. Então a hora de começar é agora. Isso mesmo.
A vida é sua. Simples assim. Somos nós quem elegemos as nossas prioridades e o que é vital para que tenhamos uma vida mais feliz. Todo o resto é opinião alheia, rótulos e padrões do século atual. Quem disse que pra sermos plenos precisamos levar a vida que a maioria das pessoas leva?
Ao abrirmos mão das nossas escolhas, permitimos que fatores externos façam isso por nós. Ou seja, sempre estaremos correndo ‘atrás da máquina’ pra satisfazer as vontades de terceiros. E a sua vontade, seus sonhos, seus projetos? Qual a posição deles na lista da sua vida?
O dia pra começar é hoje. O amanhã ainda não existe. Faça acontecer.
Beijo.
Fê e Tai (Aventura de férias)

Foto: Aventura de Férias


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Brasil

5 lugares baratos para viajar em SP

Mochileiros.com

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Procurando lugares baratos para viajar em SP?  Nessa lista selecionamos destinos clássicos conhecidos pelos bons mochileiros de plantão e também alguns passeios ainda pouco conhecidos.  Se você está com o bolso curto mas quer se aventurar nos finais de semana, estas são alternativas perfeitas para explorar o melhor do Estado de São Paulo e arredores.

Você sabia que o Brasil ainda possui belos destinos pouco explorados? Confira a nossa série sobre destinos imperdíveis e pouco conhecidos.

Essa lista reúne lugares baratos para viajar em SP, destinos perfeitos para quem mora na grande São Paulo.

01 – Praia do Sono – Paraty

lugares baratos para viajar em SP

Praia do Sono – Foto: André Azevedo / Secretaria de Turismo Paraty

Localizada em uma área de proteção ambiental (APA de Cairuçu) e praticamente intocada pela civilização, a Praia do Sono segue resistindo como uma pacata vila de pescadores.  O principal meio de hospedagem do local é o camping. São 17 áreas oferecidas pelas 17 famílias remanescentes da luta contra a especulação imobiliária na região.

” Tem pequenas mercearias também que vendem itens básicos por preços caros. Quanto ao lazer, pode seguir de trilha pra praias próximas como Antigos, Antiguinhos e Ponta Negra. Se tiver no gás, dá pra conhecer a belíssima cachoeira do saco bravo. No Sono tem também um poço de água, o poço do Jacaré.” – Dica do Colaborador Raphael Moraes

Ônibus São Paulo x Paraty: + – R$ 80
Diária de camping: R$ 25 a R$ 30
Refeição: R$ 20 a R$ 25

02 – PETAR

Cachoeira das Andorinhas – Foto: Danilo / PETAR [email protected]

O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR)  fica  a 320 km da cidade de São Paulo, entre os municípios de Apiaí e Iporanga no sul do estado de São Paulo, próximo a fronteira com o Paraná. O Parque  possui quatro “núcleos” abertos a visitação turística. Os núcleo Santana, Ouro Grosso e Casa de Pedra ficam em Iporanga e o núcleo Caboclos em Apiaí .

Dicas da viajante Jenny Frd enviadas no grupo do Mochileiros.com no Facebook

 “Ficamos na pousada Núcleo Terra em Iporanga SP. Pousada simples, mas muito aconchegante e o dono, Júlio, montou um roteiro com guia por três dias. Conhecemos 2 núcleos de cavernas (Santana e Ouro Grosso), caverna do Diabo, fizemos a trilha das ostras e fomos até a cachoeira de meu Deus e por fim terminamos no boia Cross. Para quem quer sair da rotina e ir atrás de aventura, ótima pedida.”

Preço do ônibus São Paulo X Apiaí = +- R$ 95

Mais informações sobre o PETAR:

  • Relatos de viagem sobre o PETAR no fórum do Mochileiros.com: aqui, aqui e aqui.
  • Mais informações, fotos e dicas de viajantes no grupo do Facebook: aqui

 

03 – Prainha Branca

Foto: Rogério Planciunas de Melo / Youtube

“Total final de semana: R$ 250,00 – se tiver a barraca e levar a comida pra fazer no camping sai bem mais em conta.  Obs: Meu amigo levou a barraca e fez a comida no camping e gastou R$ 150,00” – Dica da Cristine Granato

  • Ônibus São Paulo X Bertioga = R$ 39
  • Camping com aluguel de barraca – R$ 50,00
  • Alimentação – R$ 30,00 por dia.

Mais informações sobre a Prainha Branca aqui e aqui.

04 – Paranapiacaba

Trilha da Raiz da Serra, em Paranapiacaba – Foto: William Miranda Andrade

O vilarejo de Paranapiacaba em Santo André foi erguido no final do século XIX para servir como centro de controle operacional e residência para os funcionários da Ferrovia São Paulo Railway . Por seus trilhos, todo o café produzido no interior do estado era então escoado para exportação através do Porto de Santos. Além de ser um ponto chave do escoamento do principal produto de exportação do país na época, Paranapiacaba também foi palco de outro momento importante na história da cultura nacional,  ali ocorreu o primeiro jogo de futebol do Brasil, promovido por Charles Miller, que era funcionário da São Paulo Railway.

Hoje o vilarejo vive do turismo e alguns de seus prédios de arquitetura inglesa foram transformados em museus .  A vila também é o ponto de partida para um conjunto de trilhas e travessias que se estendem por uma das mais belas áreas de Mata Atlântica do Estado de São Paulo, a Serra do Mar.

“Você gastará apenas o valor da passagem de trem que sai da Estação da Luz ou Brás até a estação Paranapiacaba.  Quem vai pra lá geralmente fica no Simplão de Tudo,  um camping, pousada e Rock Bar localizado dentro da serra do mar, há 8 km da vila. A diária sai por R$ 20 em dias da semana e R$ 30 em fins de semana”. – Dica do viaUaren Cassio

Veja também:

05 – Praia de Santiago

Praia de Santiago – Foto: Leandro Macedo Gonçalves / Flickr

Acampamento na praia 30,00 por noite. Carro econômico saindo do interior de sp (+- 150,00 por pessoa) – Dica do viajante Tiago Lima

 


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