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América do Norte

Utah é o paraíso dos amantes da natureza

Claudia Severo

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Utah é uma terra de aventuras selvagens, mitos antigos e possui algumas das paisagens mais bonitas do mundo. Além de belas montanhas nevadas, desertos, grandes planícies de sal e parques incríveis formam um grande mosaico de conservação da região sudeste. Só ali são cinco grandes parques nacionais: Canyonlands, Arches, Capitol Reef, Bryce Canyon e Zion, e 43 parques estaduais. O encontro das três áreas geológicas, Rock Mountain, Colorado Plateau e Great Basin, fazem de Utah um dos principais destinos dos amantes da natureza em viagem pelos Estados Unidos.
Na capital do Estado, Salt Lake City, o urbano se mescla à natureza sendo um dos mais bonitos cenários do país. A cidade é o principal centro mórmon norte-americano e foi construída ao redor de um lago. Suas montanhas e resorts de esqui foram sede dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2002.

Hollywood e Utah

Viajando por Utah, algumas cenas parecerão bem familiares. Mesmo sem nunca ter visitado o Estado, tem-se a impressão que você já esteve por lá. É que ele já foi cenário para mais de 900 filmes tanto no cinema como na televisão. A começar com os clássicos filmes do velho oeste da década de 20, como o “The Covered Wagon” (1923), “The Deadwood Coach” (1924) e “The Vanishing” (1925), muitos cineastas americanos da Costa Oeste vieram para a região sul do estado. Ao longo dos anos foram tantos filmes de faroeste gravados no sul de Utah que Kanab ficou conhecida como a Pequena Hollywood e o Monument Valley, o cenário típico. O set de filmagem de “Johnson Canyon Western” serviu também para muitos outros filmes das décadas de 50 e 60. Logo depois dos anos 60, os cineastas começaram a se expandir por ali buscando outros cenários com vistas surpreendentes. O Arches National Park e o Canyonland National Park apareceram em muitos longas como também as regiões de Wasatch Mountains e Bonneville Salt Flats.

Monument Valley Navajo Tribal Park | Utah Office of Tourism

Monument Valley Navajo Tribal Park | Utah Office of Tourism

Em 1981, Robert Redford fundou o Sundance Institute onde hoje opera o Sundance Resort, criando ambientação para o desenvolvimento de projetos cinematográficos independentes e um evento, o Sundance Film Festival, para celebrar os projetos. Atualmente, o Sundance Film Festival recebe mais de 50 mil profissionais da indústria do cinema todos os anos. O filme “127 Horas” (2011), gravado no Canyonlands National Park, recebeu 6 indicações ao Oscar. Alguns filmes gravados em Utah: “No Tempo das Diligencias” (1939), “Butch Cassidy e Sundance Kid” (1969), “Footloose: Ritmo Louco” (1984), “Indiana Jones e a Ultima Cruzada” (1989), “Forrest Gump: O Contador de Histórias” (1994) e “Thelma e Louise” (1991).

5 parques nacionais, 43 estaduais e 7 monumentos nacionais

Utah possui 5 parques nacionais – Canyonlands, Arches, Capitol Reef, Bryce Canyon e Zion, 43 parques estaduais e 7 monumentos nacionais. Assim como o estado orgulha-se de ter “The Greatest Snow on Earth” (A Melhor Neve do Planeta), Utah representa o que há de melhor entre as Montanhas Rochosas e o Deserto Sudeste do estado. Harmonia perfeita de aventura com a natureza mantendo-se fiel ao seu slogan, “Utah – Life Elevated”. A linda paisagem de imensos penhascos e vales profundos, imensos arcos e chapadas dos EUA que nos vêm à cabeça estão em Utah.

Roteiro

O roteiro pelo Estado pode começar pelo Antelope Island State Park, a 23 km do centro de Salt Lake City. Esta tranquila e serena ilha no Great Salt Lake é o lar de uma das maiores manadas de bisões nos EUA. Antelope Island possui praias de areia branca, mais de 56Km para caminhadas, ciclismo, trilhas e vistas incríveis do Great Salt Lake. Além dos bisões, a ilha é o lar de cervos, ovelhas, antílopes, coiotes e uma grande variedade de aves.
O visitante tem também a oportunidade de cavalgar e navegar pelo Great Salt Lake de onde pode-se avistar as Montanhas Rochosas cujo pico mais elevado tem 3.500m. Apesar de ser uma ilha, o acesso é realizado pela estrada A15.

Highway 12 | Steve Greenwood - Utah Office of Tourism

Highway 12 | Steve Greenwood – Utah Office of Tourism

Dali, o roteiro pode começar por Moab, às margens do rio Colorado. São cerca de 430km. Localizada em um vale entre penhascos de arenito vermelho, a região serve de entrada para dois parques nacionais, o Arches e o Canyonland. Trata-se de uma região de muita energia, conhecida mundialmente pelas atividades de mountain bike.
Moab é a base para as atividades de ciclismo, aspinismo, caminhada, passeios por desfiladeiros em veículos 4 x4, cavalgadas e navegadas pelos rios. Àqueles que desejam mais tranquilidade, a região oferece rotas cinematográficas até os parques.
Perto de Blanding, encontra-se o Natural Bridges National Monument que exibe três pontes naturais rochosas em um vale que pode ser acessado por pequenas trilhas. Lugar ideal para observar as estrelas. Distante apenas 2km dali, fica o histórico Gouldings Lodge, primeiro ponto de comércio com museus retratando os primórdios das atividades comerciais e cinematográficas.

Canyonlands

As aparências parecem indicar que se trata de um dos lugares mais áridos do planeta, mas ele foi criado pela água. Trata-se de uma paisagem de cânions de sombras profundas, planícies de cor laranja, cumes íngremes em tom vermelho e grandes rochas marrons – uma intensa paleta de cores naturais que ganham intensidade sob os raios do sol poente. Canyonlands é dividido em quatro regiões. A de acesso mais fácil é Island in the Sky, as outras áreas são Needlesm Maze e Rivers. Do Grand View Point pode-se ter uma visão panorâmica de 360 graus dos profundos vales.
O lugar é um paraíso para os adeptos da caminhada, ciclismo, passeio a cavalo, passeios de jipe. Há atividades para quem procura diversão como a pesca e o rafting no Cataract Canyon e ciclismo de montanha na White Rim Road. Veículos 4 x 4 e motocicletas podem rodar nesta trilha que possui 161km de extensão.
Localizado no sudeste de Utah – a apenas alguns quilômetros de distância do aeroporto de Grand Junction, no Colorado – o parque foi aberto em 1964 e tornou-se um dos mais populares na planície do Colorado. Em Dead Horse Point, um dos parques estaduais mais espetaculares de Utah, a 600 mts acima do rio Colorado, tem-se uma vista deslumbrante dos pontos mais altos e íngremes de Canyonlands National Park.
Vale lembrar que neste parque, em maio de 2003, o alpinista Aron Ralston Lee, ficou preso em um cânion e teve de amputar o próprio braço com a finalidade de libertar-se depois que ele ficou preso em uma pedra, incidente que virou tema do filme “127 Horas” (2010).

Arches National Park

Como o nome sugere, é um paraíso com mais de 2 mil arcos naturais de arenito vermelho e rochas naturais incrivelmente equilibradas, características geológica deste parque que abriga a maior concentração mundial de arcos formados naturalmente pelas rochas. É ali que se encontra um dos ícones das imagens do Estado de Utah, o Delicate Arch, formação de 20m de altura.
A caminhada até o arco tem uma subida de quase 3km passando por desfiladeiros e dura cerca de 45 minutos. Uma estrada asfaltada de 29km formando um circuito fechado oferece aos visitantes uma paisagem com cores brilhantes repletas de cumes, afloramentos rochosos, falhas geológicas e fósseis.
A 76km de Arches National Park, está localizado o Monument Valley . De jipe, o visitante poderá conhecer o cenário mais utilizado para produção cinematográfica de filmes western do que qualquer outro nos Estados Unidos. Formações de arenito, o Navajo Indian Nation e Four Corners Monument definem esta região de deserto aberto, retrato perfeito dos filmes do Velho Oeste percorrido por John Wayne. “No Tempo das Diligências”, clássico filme do faroeste americano, foi rodado ali e o local é até hoje, uma das mais conhecidas paisagens de Monument Valley. Visite também o Goulding’s Lodge Trading Post and Museum, originalmente usado como entreposto comercial. O museu e o hotel foram restaurados utilizando os mesmos utensílios domésticos comercializados entre 1940 e 1950.

Delicate arches | Utah Office of Tourism

Delicate arches | Utah Office of Tourism

Capitol Reef National Park

Partindo de Monument Valley, a 305km , encontra-se o Capitol Reef, o mais novo parque da região. Localizado sobre o Waterpocket Fold, uma enorme dobra geológica da crosta terrestre, que forma a principal estrutura de 160km de extensão do parque. Os primeiros exploradores descreveram essa dobra como sendo um “recife rochoso e intransponível” dando assim o nome ao parque.
Recifes e cânions são abundantes em todo o parque. É possível caminhar, acampar, cavalgar e andar de bicicleta por toda a região usando como base entrada pelas cidades de Boulder ou Torrey.

Bryce Canyon National Park

Os habitantes nativos de Bryce, os Paiutes, acreditavam que as figuras desenhadas nas rochas fossem pessoas que haviam se transformado em pedras por deuses impiedosos. Milhões de anos de atividades geológicas, vento e água criaram uma paisagem surreal ali. Picos elevados, torres e labirintos assombram nossa imaginação e nos incitam a explorá-los ainda mais. Há trilhas para caminhadas e cavalgadas pelo parque incluindo passeios pelas imponentes formações rochosas. Na parte mais alta, são 13 pontos panorâmicos. Ao todo são oito trilhas sinalizadas. Algumas moderadas, como a Navajo Loop, de 2 horas de caminhadas, outras mais exigentes, como a Fairyland Loop, que pode levar até 5 horas.
Um sistema de transporte conecta todos os principais anfiteatros naturais. Também é possível utilizar veículos de passeio. Em dias claros, é possível ver o norte dos Estados do Arizona e Novo México.
Bryce Canyon é um lugar apropriado para caminhadas noturnas. Três vezes por mês, os guardas-florestais organizam uma caminhada de 2 horas pelo parque, sempre em noites de lua cheia.
Seguindo pela Byway Scenic 12, classificada entre uma das “Top 10 Byways Scenic” dos Estados Unidos pela revista Car & Drive, rodando cerca de 60km, já em Escalante, encontra-se o Shotting Star Drive-In, uma verdadeira viagem aos anos 60. Em plena Scenic Byway, o visitante vai se deparar com sete carros conversíveis clássicos estacionados diante uma enorme tela branca, ali é possível sentar-se em um dos modelos e acompanhar algum sucesso de Hollywood. Existem ainda alguns trailers decorados como se fosse o camarim de alguma grande estrela do cinema.

Zion National Park

O mais antigo Parque Nacional de Utah – aberto em 1909 – é também o mais visitado. Trata- se de um enorme santuário de montanhas imponentes, precipícios de arenito, vales de fendas estreitas, elevados arcos e cachoeiras, tudo ao longo de seus 24km de extensão. São cerca de 300 espécies de pássaros, mais uma centena de variedades de animais e inúmeros tipos de plantas. É, sem dúvida, o sonho de todo fotógrafo.
Zion é lugar para canoagem, caminhadas para todos os níveis de habilidade explorando rios de águas cristalinas e vales arborizados. O ponto de partida é Zyon Canyon, com 15km e até 800m de profundidade que corta paredões de arenitos avermelhado. No pequeno vilarejo ainda se pode explorar muitas galerias e lojas de artigos artesanais.

Angels landing - Zion National Park | Utah Office of Tourism

Angels landing – Zion National Park | Utah Office of Tourism

The Greatest Snow on Earth

É como muitos se referem aos treze metros de neve que caem todos os anos sobre os catorze resorts de esqui de Utah. Salt Lake City e os resorts mais próximos sediaram os Jogos Olímpicos de Inverno (2002). Todos ficam a menos de 1h do Aeroporto Internacional de Salt Lake City, sete deles estão distantes apenas 45 minutos de carro. São eles: Alta Ski Área, Beaver Mountain Ski Resort, Brian Head Resort, Brighton Ski Resort, Canyons, Deer Valley Resort, Eagle Point, Park City Mountain Resort, Powder Mountain, Snowbasin, Snowbird Ski and Summer Resort, Solitude Mountain Resort, Sundance Resort e Wolf Creek Utah Resort.
Há também os passes para múltiplos resorts.

Mais informações podem ser encontradas no site oficial do Utah Office of Tourism e
belíssimas imagens nas páginas do Utah Office of Tourism noPinterest e no Facebook.

Com informações da Assessoria de Imprensa.

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Escrevo por aqui, sempre pensando em estar por aí... | Co-fundadora do site Mochileiros.com

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América do Norte

Alugar carro nos Estados Unidos é altamente recomendável

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Viajar aos Estados Unidos e alugar um carro são temas que se confundem. Tendo em vista as longas distâncias entre os pontos turísticos, o transporte público que não é projetado para atender aos turistas e o alto preço cobrado pelos taxis, alugar um carro tornou-se necessário.
O processo para alugar um veículo é bem simples: ter idade igual ou superior a 21 anos, possuir carteira de habilitação (CNH) e um cartão de crédito. O ideal, na verdade, é que o titular tenha 25 anos, já que a maioria das empresas cobra uma taxa extra para condutores de idade entre 21 e 24 anos, mas fique ligado nas dicas abaixo, pois é possível se isentar do pagamento desta taxa.

Qual a melhor maneira de alugar um carro?

Alugar um carro nos EUA é algo bastante simples | Foto: ShutterStock

A melhor maneira de alugar um carro nos EUA é, com toda certeza, através de sites comparadores. Através destes, é possível verificar os preços de um mesmo carro, entre todas as locadoras. Além disso, estes sites te informam o preço final, incluindo todos os impostos.

A seguir, recomendaremos algumas empresas bem qualificadas no site TrustPilot.

1) Viajemos.com (TrustScore 9,2 em 10)

Foto: Reprodução.

Viajemos.com, em muitas buscas que fizemos, foi a empresa que ofereceu melhor o preço. As resenhas do TrustPilot dão fé. Seu canal de atendimento oferece 5 opções para contato (e-mail, chat, WhatsApp, Skype e Call center) em três idiomas diferentes (português, inglês e espanhol). Ademais, para os motoristas mais jovens, através deste buscador, se consegue isenção da taxa cobrada para menores de 25 anos através das locadoras Avis e Budget.

2) Miles Car Rental Miami (TrustScore 9,2 em 10)

Foto: Reprodução.

Miles Car Rental Miami também oferece excelentes preços, inclusive para os motoristas mais jovens, através de Avis e Budget, isentando-os da tarifa para menos de 25 anos. Com o seu escritório central em Miami, é a melhor opção para quem pretende viajar às cidades da Flórida. Também está presente nos aeroportos de Los Angeles, Las Vegas, New York, etc.
Igualmente contam com um excelente atendimento, trilíngue, através de vários canais diferentes.

3) Rentalcars (TrustScore 7,7 em 10)

Foto: Reprodução.

Rentalcars é a maior empresa do ramo. Presente em 160 países, este buscador trabalha com locadoras do mundo inteiro, assim que no TrustPilot é necessário filtrar os comentários para português. Através de sua página web, se oferece o serviço de motorista adicional incluso ao valor final. Destaque para seu canal de atendimento 24/7 e para o app, onde se pode cadastrar e, com isso, agilizar as seguintes reservas.

Recomendações importantes

1) Seguro

Recomenda-se alugar o veículo e contratar os seguros por dano ou roubo (CDW/LDW) e o seguro para terceiros (SLI). Acidentes acontecem e estar assegurado irá garantir total tranquilidade durante a viagem.
O seguro CDW/LDW (Loss Damage Waiver/Collision Damage Waiver) é obrigatório, por isso, o ideal é incluí-lo ao valor final. Deixar para pagá-lo no balcão da locadora pode sair bem mais caro.
O seguro LIS (Supplemental Liability Insurance) é facultativo, mas muito importante. Cobre danos provocados a terceiros. A apólice cobre até US$1.000.000,00 (um milhão de dólares) por danos envolvendo terceiros.

2) Tipo de carro

Isso depende tanto da quantidade de malas quanto de pessoas. Até duas pessoas, cada um com sua bagagem, um carro categoria Mid-size, Full-size e Premium irá atender perfeitamente. Se passar disso, talvez um veículo maior, como Minivan ou SUV seria mais conveniente. Outra coisa, para quem pretende viajar de uma cidade a outra, um carro potente é uma opção. As pistas são muito bem pavimentadas e os limites de velocidade são maiores que nas rodovias brasileiras.
Ah! Quase esqueci. Os carros de aluguel nos EUA têm o câmbio automático.

3) Sinalização

Foto: ShutterStock.

Respeite as velocidades máximas. Que as vias americanas são um “tapete”, todos já sabemos. E isso somado à potência do carro é um convite para afundar o pé no acelerador, por isso, cuidado! Preste bem a atenção na placa de velocidade máxima permitida, pois isso varia de estado para estado.
Placas de Pare (STOP). Ela não está ali de enfeite. Ao contrário do mau costume dos brasileiros, nos EUA a famosa placa vermelha octogonal fala sério. Mesmo que não seja necessário parar totalmente, diminuir a velocidade é obrigatório.
Estacionar em South Beach, Miami. Estacionar na rua não é grátis. Se o viajante em Miami vai conhecer South Beach, de carro, deverá pagar para deixar o carro na rua. Tal pagamento é feito através de parquímetros, com seu cartão de crédito.

Caso exista alguma dúvida, não deixe de se informar através dos canais de comunicação do site escolhido. O melhor é pagar todas as tarifas e impostos antecipadamente, para evitar dores de cabeça na hora de retirar o veículo com a locadora. Desta maneira, sua viagem pelos Estados Unidos será satisfatória!


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Dois brasileiros saem da rotina no Canadá

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O programa The Routineproof Project (A Prova de Rotina em português!) conta a história de dois amigos brazucas que decidiram deixar tudo pra trás e sair para desbravar o Canadá sem roteiro!

A ideia do programa é mostrar pontos turísticos e lugares incomuns (não mostrados normalmente na TV). Mostrando também a cultura e atrações locais. Um projeto com uma visão diferente do Canadá, com um estilo diferente de filmagem, um novo conceito!

Lake Moraine

Lake Moraine | Foto: Divulgação.

– Faz um bom tempo que me mudei para as terrinhas do norte, sempre tive o sonho de viver em um lugar onde as 4 estações são bem definidas – Diz Vander Amaral um dos apresentadores do programa e idealizador do projeto.- Logo quando cheguei aqui já comecei a explorar o país viajando de uma ponta a outra.- Sempre tive vontade de viajar e registrar cada canto desse país lindo, mas precisava de uma pessoa experiente em vídeo e que gostasse de esportes como eu gosto. Foi então que contei minha ideia maluca para um de meus melhores amigos, Ray, de como seria fazer esportes radicais em cada ponto que passássemos, mesmo que não fossemos esportistas profissionais.

– A ideia surgiu na hora certa, e a cada dia que passa, descobrimos lugares que ainda não fomos, esportes que ainda não fizemos. O que me motiva é o fato de que o “The Routineproof Project” não tem um fim definido, ele vai até o nosso limite, ou mais! – Ray Andrade.

 

– Foi então que decidimos comprar um bom equipamento de vídeo e sair para filmar cada lugar do Canadá da nossa maneira, com um estilo diferente de filmagem, um novo conceito. O programa estreou no dia 15 de Janeiro de 2018 e será exibido no canal Woohoo com novos episódios todas as segundas-feiras às 23h15. E conta com reprises durante toda a semana!

Um prato cheio para quem gosta do Canadá ou sempre quis conhecer o país! O programa conta com muito esporte de neve, cultura e aventuras!

Horários do programa no Canal Woohoo:
Segunda-Feira: 05h15 / 15h15 / 23h15
Terça-Feira: 09h15
Quinta-Feira: 19h30
Sexta-Feira: 09h30 / 14h15 / 21h45
Sábado: 7h30 / 11h15
Domingo: 03h30 / 15h15 / 21h45


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New York, New York ♪♪♪

Eu fui para New York nos Estados Unidos alguns anos atrás, fiquei apenas 5 dias e já me encantei completamente. Confira aqui o meu relato!

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Olá pessoal! Eu sou a Karen Peressuti e escrevo sobre viagens e experiencias no blog Férias pra Ontem. Hoje eu vou falar sobre New York. Eu fui para Nova Iorque nos Estados Unidos em outubro de 2008, logo após sair de Middletown-OH. Fiquei apenas 5 dias. Como estávamos em um grupo grande, um ônibus foi nos buscar no aeroporto. Ao entrar na ilha o motorista colocou para tocar a música New York, New York do Frank Sinatra ♪♪♪. Sério eu quase chorei gente, foi muito emocionante.

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Precisamos falar sobre a Temporada de Furacões

Se você quer viajar para algum lugar dentro das localidades: Oceano Atlântico Norte, mar caribenho, Golfo do México e no norte oriental do Oceano Pacífico e dentro dos meses de junho a novembro, venha ver esse post e entender melhor como funciona a temporada dos furacões!

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Olá pessoal! Eu sou a Karen Peressuti e escrevo sobre viagens e experiencias no blog Férias pra OntemHoje, devido ao grande problema que foi o Furacão Irma, não vou falar de um assunto muito legal, mas que precisa ser falado: A Temporada de Furacões no Caribe e nos Estados Unidos.

Furacão Irma

Furacão Irma – Foto: Divulgação NASA

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Estados Unidos

Empresa produtora de maconha compra cidade para transformar em destino turístico

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Pense em um lugar no meio do nada e coloque esse “meio do nada” no meio do deserto. Essa é Nipton, uma cidade fantasma com menos de 20 habitantes localizada no deserto de Mojave, na fronteira com o Estado da Califórnia, nos Estados Unidos e que em breve será transformada em uma espécie de “Maconholândia”.

Em 2016 Nipton ficou famosa e passou a frequentar o noticiário gringo após ser colocada a venda por US$ 5 milhões de dólares.  Nesta quinta o site Bloomberg noticiou que a  “American Green Inc“, empresa produtora de maconha do Arizona, comprou a cidade para transformá-la em um destino “pot-friendly”, ou seja,  uma cidade inteira onde maconheiros de todo o mundo serão bem-vindos.

A empresa planeja investir até US $ 2,5 milhões nos próximos 18 meses para criar um destino turístico amigável para os amantes da erva.  A ideia é criar uma cidade que sirva de exemplo para mostrar que o consumo recreativo de maconha não é sinônimo de problema.

Na última eleição presidencial nos EUA,  que levou Donald Trump à presidência, foi também realizada uma consulta popular que legalizou o uso recreativo da maconha nos estados da Califórnia, Massachusetts e Nevada,  somando-se a outros quatro Estados norte-americanos em que já era legal (Oregon, Washington, Colorado e Alaska).

O turismo canábico, assim como ocorre nos coffee shops de Amsterdam na Holanda, se transformou em uma realidade após a legalização do uso recreativo, um exemplo disso são sites como   Bud and Breakfast, que é uma espécie de AirBnB com hospedagens  onde fumar maconha é permitido (“4:20 friendly hotels” :D)e o Travel THC que também oferece o mesmo tipo de serviço.

Estrada para Nipton – Foto: Dale Gerdes / Flickr

No meio do nada, Nipton pode ser tornar a Las Vegas da Maconha. – Foto: Google Earth

 

 

 

 

 

 


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América do Norte

Williamsburg, Brooklyn, NY, EUA

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poltrona22-brooklyn

Já foi pra Nova York?

Já cansou de rodar pelo Central Park, 5ª Avenida e Times Square?

Pois bem, não creio que dê pra enjoar de andar por Manhattan. Mas se você já fez isso algumas vezes, acho que podemos avançar uma casa então. E conhecer diversos outros pontos da cidade que nunca dorme. Que tal atravessar a ponte do Rio East para Williamsburg, Brooklyn, NY, EUA?

Foto: Poltrona22

Primeiramente, vamos atravessar a ponte do Rio East que separa Manhattan do Brooklyn. Só pra situar, o Brooklyn é um dos cinco boroughs (distritos) da cidade de Nova Iorque. Os outros 4 são: Manhattan, Bronx, Queens e Staten Island. Muita gente pode olhar no mapa e achar que Nova York é só aquele pedaço entorno de um grande retângulo verde também conhecido como o famoso Central Park. Mas não é não. E digo que tem muita coisa legal pra fazer fora desse circuito turistão. Cada distrito tem suas peculiaridades. E no blog Poltrona 22 vou falar um pouco do que já visitei e o que eu indico.

Momento devaneio: se rolasse uma lâmpada mágica e eu pudesse escolher um lugar pra me mudar agora, indo só a roupa do corpo, esse lugar sem sombra de dúvida seria Nova York. Ok, pode parecer bastante óbvio. Quem não quer morar em New York, New York não é mesmo? Mas digo uma coisa, tem que estar muito certo do amor por uma cidade pra fazer uma escolha certeira no meio de tantas opções desse mundão sem porteira.

Pra ser mais preciso, eu escolheria o Brooklyn como local para minha nova morada. E sendo bastante categórico, queria morar no bairro de Williamsburg.

Imagina poder ver esse skyline todo dia! | Foto: Poltrona22

Nas últimas décadas, o Brooklyn deixou de ser um local perigoso e tornou-se o queridinho de muita gente. Muitos artistas ocuparam a região e transferiram personalidade pro local. Essa cena artística independente mostra a ampla diversidade cultural que a gente encontra caminhando por lá. Não foi à toa que o bairro mais populoso de NY virou uma tendência. O Brooklyn é colorido. O Brooklyn é moderno. O Brooklyn tem personalidade própria.

Williamsburg é o bairro mais famoso do distrito do Brooklyn. Foi um dos responsáveis por trazer à tona a cena hipster pra região. Revitalizado e cheio de apartamentos estilo loft trouxe um ar fresco e jovial para o ‘outro lado da ponte’. É por ali que acontece a cena alternativa cultural com um visão diversificada de música, arte, gastronomia e cinema.

“Williamsburg é um verdadeiro paraíso para amantes da gastronomia, das bebidas e da boa música. Situado na região do Brooklyn, esse bairro moderno é o lugar perfeito para testar um look descolado enquanto se aprecia uma boa cerveja. Tome um belo café, alugue uma bicicleta e pedale por suas ruas de estilo alternativo e pelos seus murais grafitados. À noite, relaxe e escolha um bar-lounge dentre os antigos sobrados transformados após a era industrial.” (trecho do guia do Airbnb)

Bar Velo: indicação

O cenário em Williamsburg é super diferente, com muita coisa a ser descoberta. Quando estive lá tinha a indicação de um bar que ficava bem embaixo dos trilhos do metrô. O local era pequeno, envolto numa cena underground, e dentro do bar o clima não era diferente. Foi o local perfeito pra terminar um dia de passeio pelo Brooklyn. Saca só a decoração do lugar:

Fotos: Poltrona22

 

Esse bar mudou de nome. Depois de ficar alguns meses fechado eles reabriram no mesmo local, com um novo menu de pratos e drinques. Antes era Cafe Moto. Agora se chama Bar Velo. O local é o mesmo. Os donos também são os mesmos. Confirmei essa informação direto com eles pela página do Facebook. Sempre bom confirmar através das redes sociais se os estabelecimentos ainda estão abertos antes de programar uma visita. A vibe pode estar diferente. Vale a pena dar um pulo lá pra conferir. E depois vir aqui contar pra gente!

Anota aí o endereço: 394 Broadway, Brooklyn, NY 11211, EUA

 

 

 

 

Para mais dicas de viagem como esta, escolha um lugar pra sentar e vem com a gente na Poltrona 22.


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América do Norte

Dicas e passeios para fazer em Cancún

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Veja algumas dicas de o que fazer em Cancún, para não deixar de aproveitar nada que essa cidade incrível oferece aos turistas. E vamos dar dicas também de onde ficar em Cancún, que é super importante para aproveitar melhor sua viagem.

Visite a Ilha Isla Mujeres

Se tiver tempo em Cancun não pense duas vezes: faça um passeio por Isla Mujeres, uma ilha especial e paradisíaca, onde você pode nadar com golfinhos, fazer mergulho ou só curtir o visual tomando sol. Isla Mujeres é um destino procuradíssimo, e um passeio que você pode fazer em uma manhã, uma tarde, ou um dia todo. Para chegar até lá, vários catamarãs costumam levar os turistas. Se não tiver agendado o seu, o próprio hotel consegue descontos para levar você e quem mais quiser ir – se estiver em grupo, melhor ainda!

Conheça as Praias de Cancún

As praias de Cancún são maravilhosas, isso é um fato! Normalmente, os turistas ficam hospedados em hotéis all-inclusive com praias defronte, onde eles sequer precisam sair da hospedagem. Mesmo que esse seja o caso, vale conhecer algumas outras praias, como Delfines, Tortugas, e Chac-Mool. Todas são lindas, com a casa do Caribe e diferentes entre si. Já que está na cidade, por que não conhecer todas? Passar uma manhã, tarde, ou um dia inteiro na praia é um dos passeios que nem precisa dizer: está na lista das melhores opções de o que fazer em Cancún.

Passeio até Chichen Itza em Cancún no México

Essa região historicamente importante é linda de se conhecer e dificilmente ficará fora de seu roteiro com o que fazer em Cancún no México. Com suas altas pirâmides maias, o passeio é realmente marcante na viagem – mas recomenda-se fazer o passeio com guia para entender melhor o lugar. Não deixe de notar a famosa pirâmide de Kukulcán, o templo principal desse local. Lá também vendem muito artesanato maia, que vale a pena. E não se esqueça de ir visitá-la com roupas frescas, levando chapéu, protetor solar e muita água. Isso porque essa região é extremamente quente e não é incomum as pessoas enfrentarem dificuldades como desidratação e pressão baixa por lá. A entrada para o parque é paga, embora não tenha valor muito alto. Para chegar até lá, a melhor opção é alugando um carro – já que os ônibus demoram muito e você terá que ficar dentro do horário estipulado por eles, correndo o risco de não poder voltar se precisar.

Conhecer os parques X-Caret e Xplor em Cancún no México

Não tão perto de Cancun mas a apenas 6 km de Playa del Carmen, você encontra o parque X-Caret, um passeio incrível para se fazer com amigos ou família. Com infraestrutura completa, o parque é um enorme zoológico, com piscinas de águas transparentes e até arraias. Se quiser, ainda pode pagar a parte para nadar com golfinhos ou tubarões, fazer spa ou mergulho. Na hora de comprar sua entrada, escolha a que inclui refeições pois tem um preço pouco maior e vale a pena, permitindo que você passe o dia todo por lá. Dá até para tomar banho e voltar limpo para o hotel. O Xplor já é outro parque, focado em muita aventura e adrenalina. Com várias grutas em seu percurso, que você passa por dentro ou por cima com a tirolesa, é um passeio delicioso e muito divertido, que recomendamos bastante ter na sua lista de o que fazer em Cancún no México. A estrutura também é completa e tem um restaurante incluso. Alugar um veículo em Cancún é uma ótima opção para esses passeios.

O que fazer à noite em Cancún

As baladas de Cancun no México são grandes atrativos conhecidos mundialmente. Não tem como ir ao destino e não conhecer pelo menos uma balada! As mais famosas por lá (são muitas), você vê na avenida principal. É a enorme (5 andares!) The City, a badalada e jovem Mandala, a cheia de shows Coco Bongo que existe em várias filiais ao redor do mundo, a com os pés na areia Mandala Beach, a que parece uma toca Daddy’O, ou a super divertida e colorida Señor Frog’s. É realmente difícil escolher a sua preferida! Sem falar nas muitas outras que você vai vendo pela rua, como a Palazzo, a La Vaquita… O mais legal é que, se alguma estiver chata e você quiser ir embora, logo ao lado já haverá outra te esperando. Inclua uma balada na sua lista de o que fazer em Cancún!

Onde ficar hospedado em Cancún

Agora que você já sabe o que fazer em Cancún no México, veja também nossas dicas de onde ficar em Cancún, para ficar bem localizado, perto dos principais pontos turísticos e lugares turísticos da cidade. O melhor lugar para se hospedar em Cancún é a Zona Hotelera. Essa nessa região, uma península em formato de 7, que se concentra a maioria dos hotéis da cidade. Na parte norte da zona estão os hotéis que são um pouco mais antigos, mas ali o mar é bem tranquilo e parece uma piscina. Na “quina” do 7 você encontrará diversas lojas, restaurantes, bares e baladas. Seguindo em direção ao sul estão os maiores (e mais caros) resorts de Cancún, mas nessa parte da praia a água do mar é bem mais agitada. Apesar da região estar um pouco afastada do centro, não é difícil chegar até lá, pois existem vários ônibus que passam na Zona Hotelera.


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Canadá

Iceberg gigante vira atração em vilarejo do Canadá

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Uma pequena vila de pescadores na costa leste do Canadá foi atingida por uma inundação repentina de turistas depois que um iceberg de 50 metros de altura se tornou visível perto de seu litoral durante o fim de semana da Páscoa.

O iceberg gigante estacionou perto de Ferryland, uma comunidade remota da província de Newfoundland conhecida como “Iceberg alley”, por receber anualmente a visitas desses visitantes do Ártico. Só que desta vez o o último visitante surpreendeu pelo tamanho. O iceberg que possui quase 50 metros de altura, é maior do que aquele histórico iceberg que bateu e afundou o Titanic em 1912.   Confira nas fotos abaixo:

 


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As alterações de Trump na emissão de visto americano.

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Aberta a temporada de caça as bruxas!!!!

Com o mesmo decreto que baniu a entrada nos EUA de cidadãos de sete países muçulmanos (Iraque, Iêmen, Irã, Síria, Líbia, Somália e Sudão), Trump aumentou a burocracia a todos os viajantes que necessitam de vistos para ingressar no país. 

O aumento dessa burocracia deve-se a revogação da isenção da entrevista para renovação de vistos. Conhecida como “visa interview waiver” e criada na era Obama, a medida tinha como objetivo agilizar o atendimento na emissão dos vistos nos casos de renovação para os grupos determinados como “cidadãos de baixo risco”. Simplificando: uma pessoa que tira o visto pela primeira vez e uma que renova pela terceira vez passarão pelos mesmos processos burocráticos incluindo a entrevista com um oficial do consulado norte-americanos no Brasil, que ficam em Brasília, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo.

Apesar de não existir menção sobre prazos na ordem executiva de Trump, a Globalvisa (agência de intermediação na solicitação de vistos) esclarece que vistos com menos de 12 meses de vencimento não necessitarão de entrevista com o oficial do consulado em sua renovação. O prazo anterior para a isenção da entrevista era de menos de 48 meses. Vamos torcer os dedos para que seja verdadeira essa informação.

Por fim, o decreto afeta também os adolescentes entre 14 e 16 anos e os idosos entre 66 e 79 anos perdem sua isenção de entrevista, mesmo na solicitação do primeiro visto, sendo obrigados a passarem por todo processo burocrático. Sendo assim, apenas crianças com até 13 anos e idosos a partir de 80 anos estão isentos da entrevista com o oficial do consulado.

Todas essas alterações foram realizadas sem um aviso ou pronunciamento oficial prejudicando muitas pessoas que foram pegas de surpresa 🙁

 

RESUMÃO PRA FACILITAR:

  1. Renovação de visto com vencimento superior a 12 meses necessitarão de entrevista com oficial do consulado.
  2. Apenas idosos com 80 anos completos são isentos da entrevista no consulado
  3. Crianças com até 13 anos são isentas da entrevista no consulado.

 

O conselho que fica é: se você pretende viajar aos EUA e ainda não tem seu visto solicite-o com a maior antecedência possível, evitando assim maiores dores de cabeça e surpresas desagradáveis por conta do aumento da espera no agendamento da entrevista.

Acredito que muita água vai rolar no mandato do Trump! O que vocês acharam das alterações? Deixem comentários sobre o assunto 😉

Gostou da Postagem? Leia também Precisamos conversar sobre Overbooking

Au Revoir, Ciao, Hasta Luego, See you later, Até logo!

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