{"id":21539,"date":"2017-01-02T19:24:24","date_gmt":"2017-01-02T22:24:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/?p=21539"},"modified":"2017-01-03T11:39:41","modified_gmt":"2017-01-03T14:39:41","slug":"um-nada-breve-relato-sobre-a-subida-do-vulcao-tunupa-no-salar-de-uyuni-bolivia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/um-nada-breve-relato-sobre-a-subida-do-vulcao-tunupa-no-salar-de-uyuni-bolivia","title":{"rendered":"Um (nada) breve relato sobre a subida do Vulc\u00e3o Tunupa, no Salar de Uyuni (Bol\u00edvia)"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: left;\"><strong>Por\u00a0<span class=\"fwn fcg\"><span class=\"fwb fcg\" data-ft=\"{&quot;tn&quot;:&quot;;&quot;}\">Ohana Waichert<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><strong>Imensid\u00e3o de sal, apacheta, mato espeta-bunda e um sentimento absurdamente gratificante.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Um (nada) breve relato sobre a subida do Vulc\u00e3o Tunupa, no Salar de Uyuni (Bol\u00edvia) e um lembrete pra mim mesma de como as coisas sempre encontram um jeito de darem certo no final. <span class=\"_47e3 _5mfr\" title=\"Emoticon smile\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img\" src=\"https:\/\/static.xx.fbcdn.net\/images\/emoji.php\/v6\/f4c\/1\/16\/1f642.png\" alt=\"\" width=\"16\" height=\"16\"><span class=\"_7oe\">\ud83d\ude42<\/span><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Apacheta s\u00e3o essas pedrinhas empilhadas, elas s\u00e3o homenagens ou altares que os povos andinos fazem para Pachamama. S\u00e3o uma esp\u00e9cie de santu\u00e1rio de pedra e \u00e9 muito comum encontr\u00e1-las nas partes mais dif\u00edceis de estradas e trilhas. Elas tamb\u00e9m servem para marcar caminhos e fazer pedidos. \u00c9 bem comum encontrar bilhetinhos com pedidos entre uma pedra e outra. O mato espeta-bunda, bom.. o nome j\u00e1 auto explicativo, rs.<\/p>\n<div id=\"attachment_21542\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/15774963_1336207676450617_8624306042164421362_o.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-21542\" class=\"wp-image-21542 size-large\" src=\"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/15774963_1336207676450617_8624306042164421362_o-1024x683.jpg\" width=\"1000\" height=\"667\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/15774963_1336207676450617_8624306042164421362_o-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/15774963_1336207676450617_8624306042164421362_o-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/15774963_1336207676450617_8624306042164421362_o-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/15774963_1336207676450617_8624306042164421362_o-313x209.jpg 313w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/15774963_1336207676450617_8624306042164421362_o-20x13.jpg 20w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/15774963_1336207676450617_8624306042164421362_o.jpg 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-21542\" class=\"wp-caption-text\">Apacheta: S\u00e3o essas pedrinhas empilhadas, elas s\u00e3o homenagens ou altares que os povos andinos fazem para Pachamama. &#8211; Foto: Ohana Waichert<\/p><\/div>\n<p>Em janeiro, resolvi praticamente de \u00faltima hora, mochilar pela Bol\u00edvia! E ai naquela correia toda, tive a super a ajuda de uma amiga pra montar um roteiro de viagem em 2 dias. O Vulc\u00e3o Tunupa n\u00e3o fazia parte desse roteiro e eu nem se quer sabia de sua exist\u00eancia! Ele foi um desses acasos surpreendentes que a gente enfrenta na vida e que nos marcam pra sempre.<br \/>\n\u00c9 no vilarejo de Coqueza que encontramos esse gigante vulc\u00e3o multicolor, que segundo a lenda dos povos que habitam a regi\u00e3o, foi de suas l\u00e1grimas que surgiu o imenso deserto de sal.<\/p>\n<p>Chegando no vilarejo, nos disseram que a subida at\u00e9 topo do vulc\u00e3o s\u00f3 poderia ser feita com guia e alguns equipamentos, ent\u00e3o naquela mesma noite o nosso grupo conseguiu fechar com um guia local para fazer a subida as 4 fucking horas da manh\u00e3 do dia seguinte.<br \/>\nApesar de termos ido em uma \u00e9poca de chuvas, o deserto estava absurdamente seco e havia meses que n\u00e3o chovia na regi\u00e3o. Mas naquela noite choveu horrores! Uma chuva torrencial barulhenta.<br \/>\n\u00c0s 4h da manh\u00e3 o mundo ainda estava se acabando em \u00e1gua, mas mesmo assim j\u00e1 est\u00e1vamos todos de p\u00e9 (ou quase, no meu caso), o nosso caf\u00e9 j\u00e1 estava na mesa (<span class=\"_47e3 _5mfr\" title=\"Emoticon heart\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img\" src=\"https:\/\/static.xx.fbcdn.net\/images\/emoji.php\/v6\/f6c\/1\/16\/2764.png\" alt=\"\" width=\"16\" height=\"16\"><span class=\"_7oe\">&lt;3<\/span><\/span> ) e o nosso guia estava na porta do pequeno hostel totalmente encharcado. Ele disse que pod\u00edamos esperar mais um pouco, mas que naquela noite havia nevado no topo no vulc\u00e3o e a subida seria bem complicada.<br \/>\nEsperamos at\u00e9 as 5h e como ainda era \u00e1gua que n\u00e3o acabava mais, resolvemos cancelar com o guia (que s\u00f3 enxergava de um olho! T\u00e1..n\u00e3o \u00e9 l\u00e1 uma informa\u00e7\u00e3o relevante, mas \u00e9 pertinente, rs).<br \/>\n\u00c0s 5h30 a chuva sim-ples-men-te parou. Resolvemos ent\u00e3o sair pra ver uns dos nasceres do sol mais bonitos do mundo. E foi quando o dia clareou que um vulc\u00e3o multicolor com o topo todo em neve apareceu bem atr\u00e1s da gente, nos fazendo tomar uma decis\u00e3o gloriosa: vamos subir essa porra sem guia mesmo.<\/p>\n<div id=\"attachment_21541\" style=\"width: 1010px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Volc\u00e1n_Tunupa_-_Oruro_-_Bolivia.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-21541\" class=\"wp-image-21541 size-large\" src=\"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Volc\u00e1n_Tunupa_-_Oruro_-_Bolivia-1024x683.jpg\" width=\"1000\" height=\"667\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Volc\u00e1n_Tunupa_-_Oruro_-_Bolivia.jpg 1024w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Volc\u00e1n_Tunupa_-_Oruro_-_Bolivia-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Volc\u00e1n_Tunupa_-_Oruro_-_Bolivia-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Volc\u00e1n_Tunupa_-_Oruro_-_Bolivia-313x209.jpg 313w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2017\/01\/Volc\u00e1n_Tunupa_-_Oruro_-_Bolivia-20x13.jpg 20w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-21541\" class=\"wp-caption-text\">Vulc\u00e3o Tunupa &#8211; Oruro &#8211; Bolivia &#8211; Foto: Jessie Reeder<\/p><\/div>\n<p>No caminho, passamos na oficina dos guias para pegar nosso dinheiro da subida de volta. Mas eu tive que voltar literalmente correndo pro hostel pra pegar o bendito do recibo que eu tinha deixado na mochila. Nisso eu me perdi 3 vezes no caminho (que envolvia subir e descer v\u00e1rias pedras e isso \u00e9 horr\u00edvel pra quem n\u00e3o tem senso de dire\u00e7\u00e3o nenhum). E na volta fui surpreendida por uma prociss\u00e3o de lhamas! Que me deixaram encurralada no meio delas por um looooongo minuto, numa mistura de sentimentos entre &#8216;eta porra eu vou morrer esmagada aqui&#8217; e &#8216;aiinnn meudeusu eu quero abra\u00e7ar essas lhama tudo&#8217;. Pensamento inclusive que eu precisei me conter muito para n\u00e3o fazer.<br \/>\nMas elas passaram e eu sobrevivi a essa experi\u00eancia louca, segui meu rumo e encontrei com o grupo no p\u00e9 do vulc\u00e3o. S\u00f3 nessa brincadeira eu j\u00e1 estava exausta, colocando os bofe pra fora. Respirar j\u00e1 estava dif\u00edcil ali e a subida nem tinha come\u00e7ado.<\/p>\n<p>Seguimos. Eu fui ficando pra tr\u00e1s, a falta de ar provocada pela altitude e os problemas respirat\u00f3rios que j\u00e1 tenho somados ao sedentarismo da \u00e9poca, foi um combo perfeito! Mas ainda bem que nessa vida encontramos amigos sedent\u00e1rios pela jornada (obrigada, Jo\u00e3o e Javi!) e seguimos capengando os 45 minutos de subida at\u00e9 o primeiro mirante, que \u00e9 a base do vulc\u00e3o e onde abriga algumas m\u00famias pr\u00e9-incaicas. Quando chegamos, o resto do grupo j\u00e1 havia continuado a subida e n\u00f3s t\u00ednhamos decidido que parar\u00edamos por ali, eu j\u00e1 n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es de continuar.<\/p>\n<p>Passados alguns minutos e o corpo quase recuperado, eu fui tomada de um sentimento de \u00b4porra, olha s\u00f3 onde eu estou&#8217; e resolvi continuar a subida! A partir dali eu estaria sozinha e prometi pra mim mesma que iria com calma e seguiria at\u00e9 onde minhas condi\u00e7\u00f5es me permitissem.<br \/>\nE a primeira grande decis\u00e3o a ser tomada foi escolher pra qual lado seguir quando a trilha desapareceu e uma bifurca\u00e7\u00e3o enooorme apareceu na minha frente. rs<\/p>\n<p>N\u00e3o estava f\u00e1cil, eu mal conseguia respirar, meu corpicho brasileiro acostumado ao n\u00edvel do mar, estava sofrendo com a altitude e n\u00e3o tinha folha de coca que ajudasse! (btw, mascar aquilo \u00e9 horr\u00edvel! Recomento uma balinha caseira de caramelo e coca que \u00e9 show!)<\/p>\n<p>Mas apesar do medo e da falta de ar, desistir n\u00e3o passou pela minha cabe\u00e7a em nenhum momento. Eu colocava metas pequenas pra mim mesma e meu objetivo era sempre chegar at\u00e9 a pr\u00f3xima pedra! E depois a pr\u00f3xima, e depois a pr\u00f3xima&#8230; E sempre que eu olhava pra tr\u00e1s e me deparava com aquela imensid\u00e3o de sal, um sentimento indescrit\u00edvel tomava conta de mim. Lembra daquela chuva toda? Ela serviu pra espelhar aquele deserto imenso, que refletia o c\u00e9u azul celeste, deixando aquela vis\u00e3o uma mem\u00f3ria inesquec\u00edvel. Eu mal podia dizer o que era deserto e o que era c\u00e9u, eles se misturavam. Eu mal sabia dizer o que eu estava sentindo! O cora\u00e7\u00e3o explodindo no peito n\u00e3o era apenas efeito a altitude, era gratid\u00e3o transbordando!<\/p>\n<p>Durante boa parte do trajeto conter as l\u00e1grimas era uma tarefa dif\u00edcil, n\u00e3o porque estava complicado para respirar ou minha \u00e1gua estava realmente no fim, ou at\u00e9 mesmo porque minha bota estava deixando o meu calcanhar em carne viva! Mas sim pela energia daquele lugar, que era incrivelmente forte.<\/p>\n<p>Em alguns trechos a altitude aumentava bruscamente e dar um simples passo pra frente se tornava um tarefa bem dif\u00edcil, ai \u00e9 nessas horas que voc\u00ea precisa sentar um pouco pra dar aquela descansada. E conhecer o significado do mato espeta-bunda.<\/p>\n<p>Passado um bom tempo de subida eu consegui avistar algumas pessoas do grupo e yay!! eu n\u00e3o estava perdida. Depois de muito esfor\u00e7o, consegui alcan\u00e7\u00e1-las. Elas estavam descansando e se preparando pra descer, tamb\u00e9m estavam sem \u00e1gua e continuar seria muito complicado. Um casal havia acabado de desistir e voltado. N\u00f3s n\u00e3o sab\u00edamos quanto tempo mais faltava pra chegar ao topo e o caminho muito \u00edngreme n\u00e3o nos deixava ter muita no\u00e7\u00e3o de onde est\u00e1vamos.<br \/>\nMas antes de desistir eu me coloquei uma \u00faltima meta: s\u00f3 at\u00e9 aquela pr\u00f3xima pedra. Consegui convencer mais uma pessoa a ir comigo e quando chegamos \u00e0 pedra, o caminho deu esplanada, nos permitindo ver um pouco mais a frente. A partir dali, o caminho era mais f\u00e1cil, mais plano! Seguimos um pouquinho mais e foi quando a m\u00e1gica aconteceu: o tempo abriu e o topo de um puta vulc\u00e3o multicolor apareceu logo ali, bem na nossa frente.<br \/>\nN\u00f3s ter\u00edamos desistido t\u00e3o, t\u00e3o pr\u00f3ximo&#8230;.<br \/>\nE foi de l\u00e1 de cima que essa foto foi tirada, a 5 mil metros de altitude, onde se tem a melhor vista do Salar.<br \/>\nE a foto \u00e9 bem injusta! N\u00e3o mostra 1\/3 do que de fato \u00e9 a vis\u00e3o do lugar.<\/p>\n<p>A descida foi mais tranquila, descemos conversando e nos distra\u00edmos, acabamos virando em algum lugar e nos demos conta que est\u00e1vamos fazendo um caminho bem diferente, era menos ingrime do que o da subida e mais r\u00e1pido tamb\u00e9m. Ao chegarmos no primeiro mirante, perguntei para um senhor simp\u00e1tico que tomava conta das m\u00famias se existiam dois caminhos at\u00e9 o topo.. ele me perguntou por qual lado eu havia subido, e ao apontar pra direita, ele disse num baita sorriso: ohh, es un camino m\u00e1s grande, m\u00e1s peligroso! Pero es mucho m\u00e1s loco! <span class=\"_47e3 _5mfr\" title=\"Emoticon sunglasses\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img\" src=\"https:\/\/static.xx.fbcdn.net\/images\/emoji.php\/v6\/f83\/1\/16\/1f60e.png\" alt=\"\" width=\"16\" height=\"16\"><span class=\"_7oe\">8|<\/span><\/span><\/p>\n<p>Superar medos e n\u00e3o desistir ali foi um ensaio pra muita coisa que ainda estava por vir na viagem, como a subida do Chacaltaya ou quando no topo da estrada da morte eu peguei uma bicicleta que eu n\u00e3o dava p\u00e9 (\u00e9\u00e9\u00e9 gente pequena sofre!) e que o freio esquerdo n\u00e3o funcionava muito bem, o que me causou uma bolha enorme na m\u00e3o que ganhou at\u00e9 nome e virou companheira de viagem. Mas t\u00f4 viva, t\u00f4 bem. E t\u00f4 cheia de hist\u00f3rias! <span class=\"_47e3 _5mfr\" title=\"Emoticon smile\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img\" src=\"https:\/\/static.xx.fbcdn.net\/images\/emoji.php\/v6\/f4c\/1\/16\/1f642.png\" alt=\"\" width=\"16\" height=\"16\"><span class=\"_7oe\">\ud83d\ude42<\/span><\/span><\/p>\n<p>&gt;&gt; E ent\u00e3o o seguinte: N\u00e3o desista. N\u00e3o deixe que um sentimento de incapacidade cres\u00e7a e tome conta de voc\u00ea. O melhor impulso para a falta de coragem \u00e9 meter a cara e sair de lugar mesmo! Porque sempre h\u00e1 uma chance da gente trope\u00e7ar em algo maravilhoso. E \u00e9 imposs\u00edvel trope\u00e7ar em algo enquanto estamos sempre sentados no mesmo lugar.<\/p>\n<p>Desafie a si mesmo. <span class=\"_47e3 _5mfr\" title=\"Emoticon smile\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"img\" src=\"https:\/\/static.xx.fbcdn.net\/images\/emoji.php\/v6\/f4c\/1\/16\/1f642.png\" alt=\"\" width=\"16\" height=\"16\"><span class=\"_7oe\">\ud83d\ude42<\/span><\/span><br \/>\nFeliz 2017!<\/p>\n<p><strong>E se for subir o Tunupa, v\u00e1 na f\u00e9 e v\u00e1 sem guia! E ao chegar o primeiro mirante, siga o caminho da &#8211;esquerda&#8211;! haha<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por\u00a0Ohana Waichert Imensid\u00e3o de sal, apacheta, mato espeta-bunda e um sentimento absurdamente gratificante. Um (nada) breve relato sobre a subida do Vulc\u00e3o Tunupa, no Salar de Uyuni (Bol\u00edvia) e um lembrete pra mim mesma de como as coisas sempre encontram um jeito de darem certo no final. \ud83d\ude42 Apacheta s\u00e3o essas pedrinhas empilhadas, elas s\u00e3o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":55,"featured_media":21540,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"googlesitekit_rrm_CAoiELM5mIOjYRN0nfylq3_9r-8:productID":"","_crdt_document":"","_daim_seo_power":"","_daim_enable_ail":"","footnotes":""},"categories":[168,1186,25],"tags":[1375,1213,1372],"class_list":["post-21539","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","category-america-do-sul","category-bolivia","tag-relatos-de-viagem","tag-salar-de-uyuni","tag-vulcao-tunupa"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21539","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/55"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=21539"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/21539\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/21540"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=21539"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=21539"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=21539"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}