{"id":48433,"date":"2020-03-13T13:56:24","date_gmt":"2020-03-13T16:56:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/?p=48433"},"modified":"2020-03-13T13:56:24","modified_gmt":"2020-03-13T16:56:24","slug":"rio-parana-tera-a-maior-trilha-aquatica-do-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/rio-parana-tera-a-maior-trilha-aquatica-do-mundo","title":{"rendered":"Rio Paran\u00e1 ter\u00e1 a maior trilha aqu\u00e1tica do mundo"},"content":{"rendered":"<p><strong>O Rio Paran\u00e1 vai ganhar a Rota dos Pioneiros. O rio que d\u00e1 nome ao Estado sempre foi uma importante rota de navega\u00e7\u00e3o. Ao longo dos s\u00e9culos, ind\u00edgenas, espanh\u00f3is, jesu\u00edtas, bandeirantes e migrantes de diferentes nacionalidades atravessaram as \u00e1guas do Rio Paran\u00e1 para encontrar em suas margens terras f\u00e9rteis para viver, explorar e conquistar.<\/strong><\/p>\n<p>Novos navegadores querem agora retomar o trajeto dos antigos para criar aquela que promete ser a maior trilha aqu\u00e1tica do mundo, nominada justamente como Rota dos Pioneiros. A proposta \u00e9 percorrer 300 quil\u00f4metros de caiaque pelo \u00faltimo trecho de \u00e1guas correntes do rio, a parte n\u00e3o represada pelos reservat\u00f3rios das hidrel\u00e9tricas.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-large wp-image-48434\" src=\"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/33-1024x683.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"683\" srcset=\"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/33-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/33-300x200.jpg 300w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/33-768x512.jpg 768w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/33-450x300.jpg 450w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/33.jpg 1245w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>\u201cA ideia \u00e9 aproveitar o que j\u00e1 existe em termos de estrutura nas margens do rio, como os portos e cidades onde o navegador pode dormir, acampar e se alimentar, al\u00e9m de conhecer a paisagem local\u201d, explica o bi\u00f3logo Erick Xavier, do Coripa (Cons\u00f3rcio Intermunicipal para Conserva\u00e7\u00e3o do Remanescente do Rio Paran\u00e1 e \u00c1reas de Influ\u00eancia), um dos idealizadores do projeto, ao lado do Instituto Chico Mendes de Conserva\u00e7\u00e3o da Biodiversidade (ICMBio). Ele afirma que a trilha j\u00e1 \u00e9 a maior do Brasil e, com o projeto completo, ser\u00e1 a maior do mundo.<\/p>\n<p>A iniciativa vai refor\u00e7ar o turismo de aventura e natureza que o Governo do Estado passou a incentivar a partir do ano passado, para divulgar as belezas do Paran\u00e1 e buscar o desenvolvimento econ\u00f4mico, com sustentabilidade.<\/p>\n<p>O percurso completo pode durar v\u00e1rios dias e conta com trilhas terrestres para trekking e pedalada, al\u00e9m de locais de apoio nas \u00e1reas de v\u00e1rzea e nas ilhas que comp\u00f5em o Parque Nacional de Ilha Grande e a \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) das Ilhas e V\u00e1rzeas do Rio Paran\u00e1.<\/p>\n<p><strong>TURISMO SUSTENT\u00c1VEL<\/strong><br \/>\nA Rota dos Pioneiros busca promover, nos munic\u00edpios ribeirinhos, o turismo sustent\u00e1vel e de base comunit\u00e1ria. \u00c9 tamb\u00e9m uma atra\u00e7\u00e3o \u00e0 parte em uma regi\u00e3o que v\u00ea crescer o n\u00famero de visitantes que v\u00eam em busca das belezas e aventuras que o Rio Paran\u00e1 tem a oferecer.<\/p>\n<p>No percurso, os navegadores passam por centenas de ilhas, praias de \u00e1gua cristalina e uma paisagem cinematogr\u00e1fica que mescla a biodiversidade de tr\u00eas dos principais biomas brasileiros: a Mata Atl\u00e2ntica, o Pantanal e o Cerrado.<\/p>\n<p><strong>OPORTUNIDADES<\/strong><\/p>\n<p>Os pontos de apoio podem se espalhar por todo o trecho da trilha, gerando novas oportunidades de neg\u00f3cios nesses locais, com a instala\u00e7\u00e3o de restaurantes, campings, pousadas e oferta de servi\u00e7os como de guias tur\u00edsticos e aluguel de caiaques.<\/p>\n<p>Na defini\u00e7\u00e3o dos organizadores, a Rota dos Pioneiros \u00e9 uma grande trilha que conecta paisagens, unidades de conserva\u00e7\u00e3o e pessoas. \u201cMunic\u00edpios, comunidade e o setor privado devem se apropriar desse produto e perceber as oportunidades de neg\u00f3cio, j\u00e1 que um dos objetivos da rota \u00e9 gerar emprego e renda\u201d, afirma Xavier.<\/p>\n<p>O poder p\u00fablico tamb\u00e9m se envolve nessa empreitada, com o apoio dos munic\u00edpios para que a trilha tome corpo. \u201cEstamos criando um produto para que os empreendedores ofere\u00e7am servi\u00e7os e montem seus roteiros\u201d, explica Camila Terron, secret\u00e1ria municipal de Turismo, Esporte e Cultura de Gua\u00edra. \u201cPara os munic\u00edpios, a explora\u00e7\u00e3o dessa rota \u00e9 importante para desenvolver a cadeia tur\u00edstica, que envolve hot\u00e9is, transportadoras, empresas de embarca\u00e7\u00f5es e uma s\u00e9rie de prestadores de servi\u00e7os\u201d, avalia.<\/p>\n<p><strong>PARAN\u00c1 AVENTURA<\/strong><\/p>\n<p>Na parte do Estado, est\u00e1 a regula\u00e7\u00e3o dos esportes de aventura e natureza, para tornar atividades desse tipo mais segura para seus praticantes. O Governo do Estado est\u00e1 elaborando o programa Paran\u00e1 Aventura, um marco legal com normas de seguran\u00e7a previstas pela Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Normas T\u00e9cnicas (ABNT).<\/p>\n<p><strong>TRILHAS E PEGADAS<\/strong><\/p>\n<p>Quem j\u00e1 quer se aventurar pela Rota dos Pioneiros precisa ficar atento \u00e0s pegadas, literalmente. A trilha aqu\u00e1tica faz parte da Rede Brasileira de Trilhas de Longo Curso (Rede Trilhas), que busca conectar as unidades de conserva\u00e7\u00e3o de todo o Brasil.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-48435\" src=\"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/normal_3.jpeg\" alt=\"\" width=\"667\" height=\"889\" srcset=\"https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/normal_3.jpeg 667w, https:\/\/www.mochileiros.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2020\/03\/normal_3-225x300.jpeg 225w\" sizes=\"auto, (max-width: 667px) 100vw, 667px\" \/><\/p>\n<p>As demarca\u00e7\u00f5es feitas pelos organizadores seguem a sinaliza\u00e7\u00e3o nacional da Rede Trilhas: pregada ou grafitada em \u00e1rvores est\u00e1 a marca de uma sola de botina na cor preta em cima de um fundo amarelo. No meio da pegada, se v\u00ea uma pessoa em um caiaque com um remo nas m\u00e3os, destacando as caracter\u00edsticas desta grande trilha anf\u00edbia.<\/p>\n<p>At\u00e9 agora, j\u00e1 foi demarcado um trecho de cerca de 118 quil\u00f4metros pelo rio, que marca a divisa entre o Paran\u00e1 e o Mato Grosso do Sul. O percurso, j\u00e1 reconhecido como a maior trilha aqu\u00e1tica do Brasil, come\u00e7a em Porto Camargo, em Icara\u00edma, passa por nove munic\u00edpios \u2013 cinco deles do Paran\u00e1 \u2013 at\u00e9 chegar \u00e0 Ponte Ayrton Senna, em Gua\u00edra, no limite entre o rio e o lago da Itaipu Binacional.<\/p>\n<p>A ideia, por\u00e9m, \u00e9 expandir para outros munic\u00edpios. J\u00e1 foi iniciada a sinaliza\u00e7\u00e3o de uma rota saindo de Porto S\u00e3o Jos\u00e9, em S\u00e3o Pedro do Paran\u00e1, que passar\u00e1 pelo Parque Estadual das V\u00e1rzeas do Rio Ivinhema, no Mato Grosso do Sul. A trilha atravessa o Rio Paran\u00e1 e desce pelo Ivinhema, at\u00e9 voltar a Porto Camargo e continuar o trajeto at\u00e9 Gua\u00edra.<\/p>\n<p>Outra meta \u00e9 fazer a liga\u00e7\u00e3o entre unidades de conserva\u00e7\u00e3o e outras trilhas j\u00e1 consolidadas. No sentido da nascente do rio, h\u00e1 a previs\u00e3o de um novo trecho que vai incluir no roteiro a Esta\u00e7\u00e3o Ecol\u00f3gica do Caiu\u00e1, em Diamante do Norte, e as trilhas do Morro do Diabo, em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>A continua\u00e7\u00e3o da rota a partir de Gua\u00edra, poder\u00e1 levar ao Parque Nacional do Igua\u00e7u, onde est\u00e3o os remanescentes do Caminho de Peabiru, outra trilha de longo curso que remonta ao antigo caminho ind\u00edgena que ligava os oceanos Atl\u00e2ntico e Pac\u00edfico.<\/p>\n<p><strong>PAISAGENS<\/strong><\/p>\n<p>Os percursos j\u00e1 sinalizados permitem uma imers\u00e3o na biodiversidade das matas que comp\u00f5em o Rio Paran\u00e1, que abrigam importantes esp\u00e9cies de animais, como p\u00e1ssaros, primatas e felinos. Na paisagem, tamb\u00e9m est\u00e3o as praias de \u00e1gua doce, com bancos de areia fininha que se encontram com o rio de \u00e1gua cristalina.<\/p>\n<p>As trilhas de longo curso tamb\u00e9m cumprem uma importante fun\u00e7\u00e3o ecol\u00f3gica, formando corredores de biodiversidade que permitem o tr\u00e2nsito de animais entre as unidades de conserva\u00e7\u00e3o. Recentemente, ciclistas que faziam a trilha da Lagoa Xambr\u00ea, em Alt\u00f4nia, avistaram macacos e uma on\u00e7a-parda.<\/p>\n<p>\u201cQuando estiver pronta, a trilha ser\u00e1 um grande corredor de dispers\u00e3o da fauna. Os animais isolados nas unidades de conserva\u00e7\u00e3o poder\u00e3o se conectar pela paisagem deste corredor de biodiversidade do Rio Paran\u00e1\u201d, explica Xavier.<\/p>\n<p>Na Lagoa Xambr\u00ea, a rota de tr\u00eas quil\u00f4metros passa por propriedades rurais e pode ser feito a p\u00e9 ou de bicicleta. Outro ponto de apoio \u00e9 a Ilha S\u00e3o Francisco, em Gua\u00edra, tamb\u00e9m chamada de Ilha do Pac\u00edfico. O local, que foi todo reflorestada por um ex-frade franciscano, o Frei Pac\u00edfico, poder\u00e1 ser usado como \u00e1rea de camping.<\/p>\n<p>J\u00e1 a trilha da Ilha Grande, a maior do Parque Nacional, est\u00e1 sendo demarcada e ter\u00e1 17 quil\u00f4metros de extens\u00e3o. \u201cO percurso de um ponto de apoio ao outro leva cerca de um dia de remada. A ideia \u00e9 que o navegante fa\u00e7a o percurso tranquilamente, parando nas praias, para tomar banho de rio, para comer e conhecer a hist\u00f3ria do local\u201d, explica o bi\u00f3logo.<\/p>\n<p><strong>OS PIONEIROS<\/strong><\/p>\n<p>A Rota dos Pioneiros remete \u00e0 hist\u00f3ria do Rio Paran\u00e1 e da pr\u00f3pria ocupa\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio paranaense, afirma Erick Xavier. \u201cPor um bom per\u00edodo de tempo, quando ainda n\u00e3o havia estradas, diversos grupos de pessoas chegaram a essa regi\u00e3o pelo rio. Toda a hist\u00f3ria do Rio Paran\u00e1 \u00e9 permeada de pioneiros\u201d, diz. \u201cA pessoa que fizer isso aqui de caiaque, a p\u00e9 ou de bicicleta vai fazer o caminho que muitos povos percorreram\u201d.<\/p>\n<p>Em busca do que chamavam de terra sem males (Yvyv Mar\u00e3\u2019y, no tupi-guarani), ind\u00edgenas guaranis j\u00e1 atravessavam o rio de canoa dois mil\u00eanios atr\u00e1s, e faziam em suas margens uma cultura de rota\u00e7\u00e3o: pescavam, plantavam e ca\u00e7avam. Depois de um tempo, trocavam de local e, ao retornarem, encontravam novamente a floresta recuperada. \u201cAlgo parecido com o manejo florestal que \u00e9 feito atualmente\u201d, explica o bi\u00f3logo.<\/p>\n<p>Com a ocupa\u00e7\u00e3o do Brasil pelos colonizadores europeus no in\u00edcio do s\u00e9culo 16, a regi\u00e3o acabou entrando na rota dos conquistadores espanh\u00f3is. Na conflu\u00eancia entre os rios Paran\u00e1 e Piquiri, pr\u00f3ximo de onde s\u00e3o hoje os munic\u00edpios de Gua\u00edra e Terra Roxa, estava a Ciudad Real del Guahyr\u00e1. Pertencente ao Imp\u00e9rio Espanhol, a funda\u00e7\u00e3o da cidade remonta \u00e0 1556.<\/p>\n<p>Na esteira da conquista, tamb\u00e9m vieram as miss\u00f5es jesu\u00edticas, e a localidade abrigou uma redu\u00e7\u00e3o onde viviam milhares de pessoas. Os jesu\u00edtas acabaram expulsos por um novo grupo de pioneiros que chegou \u00e0 regi\u00e3o pelo rio: os bandeirantes paulistas que conquistavam novas terras Brasil a dentro.<\/p>\n<p>Com a sa\u00edda dos bandeirantes, as margens do Paran\u00e1 voltaram a ser ocupadas pelos antigos nativos, at\u00e9 novas navega\u00e7\u00f5es avan\u00e7arem pelas \u00e1guas. Por elas vieram imigrantes italianos, alem\u00e3es, portugueses e japoneses. Neste trecho, tamb\u00e9m foram encontradas afundadas embarca\u00e7\u00f5es da Revolta Tenentista de 1924, outro importante cap\u00edtulo da hist\u00f3ria brasileira.<\/p>\n<p>Os ciclos econ\u00f4micos do Estado e do Pa\u00eds tamb\u00e9m acompanharam as correntezas do rio, desde a erva-mate, que era escoada de barco at\u00e9 a Argentina, at\u00e9 o aproveitamento hidrel\u00e9trico, que faz girar as turbinas de grandes usinas para gerar energia.<\/p>\n<p>\u00c9 no lago da gigante Itaipu Binacional que termina a Rota dos Pioneiros, e onde pode come\u00e7ar uma nova remada para quem quer explorar a fundo o Rio Paran\u00e1.<\/p>\n<p><strong>Confira as orienta\u00e7\u00f5es para fazer a Rota dos Pioneiros com seguran\u00e7a<\/strong><\/p>\n<p>A p\u00e1gina do Facebook da Rota dos Pioneiros (<span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/RotaDosPioneiros\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">www.facebook.com\/RotaDosPioneiros<\/a><\/span>) tem algumas orienta\u00e7\u00f5es para quem for navegar pela trilha com seguran\u00e7a, tendo a melhor experi\u00eancia poss\u00edvel.<\/p>\n<p>A primeira dica \u00e9 contratar um guia ou aproveitar as expedi\u00e7\u00f5es para conseguir conhecer os melhores pontos. A Pachamama Expedi\u00e7\u00f5es \u00e9 a primeira empresa a oferecer esse servi\u00e7o, e o contato tamb\u00e9m pode ser feito pelo Facebook <span style=\"text-decoration: underline;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/Pachamama-Navirai-133889427218372\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/www.facebook.com\/Pachamama-Navirai-133889427218372\/<\/a><\/span><\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio solicitar na p\u00e1gina da Rota dos Pioneiros o arquivo do trekking para salvar no GPS. Outro documento importante de se ter em m\u00e3os \u00e9 carta n\u00e1utica da Administra\u00e7\u00e3o Hidrovi\u00e1ria do Paran\u00e1 (Ahrana), al\u00e9m de aplicativos de mapas e navega\u00e7\u00e3o. A sugest\u00e3o dos organizadores \u00e9 o Avenza, pois \u00e9 leve e compat\u00edvel com o mapa do Parque Nacional de Ilha Grande, que tamb\u00e9m \u00e9 disponibilizado pelo Facebook.<\/p>\n<p>O que n\u00e3o pode faltar: colete salva-vidas, faca, apito de emerg\u00eancia, remo, remo reserva, \u00e1gua pot\u00e1vel, lanches r\u00e1pidos (barrinhas de cereais, frutas, chocolate), isot\u00f4nicos para hidratar, filtro solar, roupas para proteger do sol e de insetos, \u00f3culos de sol, luvas, bon\u00e9 ou chap\u00e9u.<\/p>\n<p>Quem vai acampar deve levar barraca, saco de dormir, isolante t\u00e9rmico, lanterna, bateria externa para equipamentos eletr\u00f4nicos, produtos de higiene pessoal (papel higi\u00eanico, sabonete, creme dental), rem\u00e9dios de uso controlado, rem\u00e9dios para dores musculares e de cabe\u00e7a, utens\u00edlios (garfo, faca, colher, copo e prato), sab\u00e3o e esponja.<\/p>\n<p>Importante n\u00e3o esquecer dos equipamentos de primeiros socorros, como gaze, faixas, algod\u00e3o, esparadrapo e spray higienizante; e dos equipamentos de localiza\u00e7\u00e3o: b\u00fassola, mapa impresso da rota, GPS com a rota a percorrer e celular com o aplicativo com o mapa do parque.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Rio Paran\u00e1 vai ganhar a Rota dos Pioneiros. 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