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Relatos de Viagem

Mostrando tópicos com tag 'Relato' e postado nos últimos 365 dias.

Atualizada automaticamente     

  1. Recentemente
  2. Talita Peixoto

    Conexão no Panamá - Aproveitando o tempo!

    Ahh sim Bruna achei aqui, Obrigada
  3. Oi Bruna, vc disse que ia passar no panamá. Você chegou ir lá? "Cartagena e San Andrés parecem o inferno de tão quente. Medellin tem clima ameno e Bogotá é fria. Então precisei levar roupa de verão e inverno e consegui fazer isso muito bem, obrigada, em 8Kg de bagagem, propositalmente despachada em Brasília para que eu pudesse passear pelo Panamá sem gastar com guarda volumes (5 dólares dá um lanche, gente!) Já tinha o cartão da vacinação de febre amarela e ele foi solicitado tanto no Panamá, quanto na Colômbia. Na verdade, no check in em Brasília já me pediram ele. Creio que não seja possível embarcar sem ele (a empresa não quer ter problemas com ingresso negado de passageiros)."
  4. Lugar Fantástico! Peguei um ônibus na rodoviária de BH que me deixou na porta do Local. Existem duas empresas; Saritur e Serro, o custo está em torno de 30$. Para acampar, paguei 45$(diária) +1$ por barraca. O local é bem estruturado, ótimo para passeio em família, vale a pena conferir. 🙏 https://www.instagram.com/leo.tavares Deixo aqui alguns registros que fiz 📸
  5. Hoje
  6. Olha, é um sobe e desce que consideraria médio. Não difícil como uma subida em morro/serra nem fácil como um passeio num parque de cidade. Aí vai do seu julgamento em levar. Tem a questão tempo tbm, vcs passam umas horas lá dentro no meio do mato, contando apenas com a boa vontade de outros visitantes, em caso de incidentes. O sol castiga em alguns pontos, tbm tem isso. Eu não levaria para trilhas mais distantes, mas como não conheço a disposição e condição física da sua mãe.... Vale da lua....eu acho que rola sim, quase não tem trilha. Só terem a devida atenção e irem devidamente calçados. Tem uma piscina no final da parte acessível do vale, muito lindo. Agora que me lembrei que a trilha pra Santa Bárbara é super de boa, vcs só vão pegar bastante sol, mas ela é super fácil, leve, mas leve ela mesmo pq é uma visão de encher os olhos.
  7. "creio que não.. foi super pesado... carregamos sacos de sementes super pesados nas costas... era só subida, é muita lama.. hahahha" menina, isso sim que é uma viagem! admirado com a sua coragem continue nos brindando com sua viagem!
  8. @mariojr Agora tem um outro hop on off que leva até o Cabo da Roca,aonde para 10 minutos. É um dia de passeio por 15 euros,mas acabou para esse 434.
  9. Astrolábio Trip

    Cartagena – Colômbia

    Olá! Obrigada! Eu não me recordo quanto estava o câmbio exatamente, mas eu sempre prefiro levar Real. Penso que se comprar dólar aqui no Brasil, já vou pagar a taxa para a casa de câmbio e quando for trocar de dólar para pesos, pago mais uma vez. A não ser que vc já tenha alguns dólares guardados, e com essa alta, é melhor levar Real mesmo. Atrás e na região do Portal dos Doces, há várias casas de câmbio. O ideal é vc pesquisar se alguma tem alguma cotação melhor, ou se faz algum "desconto" dependendo da quantidade que vc vá trocar. Bjs
  10. Ontem
  11. CAPÍTULO 7: SPA: 3º DIA: 14/05: A exuberância do Salar de Tara. Detalhes do passeio: Valor pago pelo passeio: 33.000 pesos. Não tem gastos adicionais com entrada. Horário de saída: 8:00h (A van buscou no hostel). Horário de retorno: 15:00h - 16:00h. O que está incluído: Guia, Café da manhã e Almoço. Temperatura: entre 0 e 20 graus. Distância de Atacama: 130 km. Lugares que foram visitados: Laguna de Quepiaco, Laguna esmeralda, Monges de la Pakara, mirador e Catedrais de Tara. O que levar? - Casaco; - Luva, gorro e cachecol; - Óculos de sol; - Protetor solar; - Água; - Roupa para calor. Acho que sinceramente escolhi os passeios certos a se fazer em Atacama. O Salar de Tara sem dúvidas foi o passeio que mais gostei em Atacama. A variedade de vegetação, o clima, as cores. É tanta paisagem, tanta coisa linda que nem sei explicar. O Salar de Tara está a 4.300 metros de altitude e está localizado na Reserva Nacional Los Flamencos, bem perto da fronteira entre Chile, Bolívia e Argentina. Neste passeio a altitude pode judiar um pouco, por isso, tomar um diamox ou um chá de coca é uma boa ideia. Vá preparado para vento gelado, frio e possível calor. Inicialmente paramos na Laguna Quepiaco e logo após na Laguna Diamante que estava completamente congelada. Somente a ponta da lagoa estava descongelada, onde tinham alguns patinhos (Não sei o nome deles) nadando. Na laguna diamante paramos para tomar o café da manhã que é servido pela agência que contratamos. No final preparamos uns lanches com as sobras do café para comer depois. Detalhes que nesse tour não há banheiro, então o jeito é fazer atrás das pedras. Imagino que seja mais complicado para as mulheres. Laguna Quepiaco Laguna Diamante Olha o bonde aí tomando o café da manhã. Após o café da manhã começamos a ir em direção ao salar de Tara. No caminho para minha felicidade o motorista parou para que nós pudéssemos pegar pedra vulcânica e depois para o mirador, onde já era possível avistar as catedrais de Tara. O mirador é uma ótima oportunidade de sentar sozinho, apreciar a paisagem e refletir sobre a vida, nem que seja aquela conta que vai estar esperando em casa para pagar quando você voltar. kkkkkk Olha essas cores como são surreais Eu nas cores surreais mais coisas surreais Olha lá longe bem no centro da foto as catedrais Chegamos então nas catedrais de Tara que são incríveis e enormes formações rochosas. O Salar de Tara é composto basicamente pelas catedrais e pela Laguna (Foto mais abaixo). Olha o paz e amor da pedra aí. A primeira quer nada com paz e amor e mandou o dedão. kkkkkk Catedrais de Tara Essa lagoa é do caralho. Nessa lagoa cantamos parabéns para o Guilherme com um mini bolinho que compramos no supermercado antes do passeio. Sorte a dela comemorar aniversário em um lugar desse. Na volta paramos em um lugar onde tem os "monges de la Pacana". As pedras enormes foram formadas pela erosão do vento imitando formas de monges. O guardião tem cerca de são 18 metros de altura. Guardião Sei que parece um "pênix", mas deveria parecer um índio. Olha o rosto dele lá em cima. E assim se encerra mais um dia incrível no Atacama. Como falei no início, o Salar de Tara sem sombra de dúvidas foi um dos passeios mais incríveis da viagem. Voltamos para Atacama e fomos levados direto para um restaurante para almoçar. O almoço estava incluído no pacote. A comida estava deliciosa. Obrigado Janaj Pachá!!! Até agora não sei se Janaj é uma mulher. kkkk Aproveitamos para brindar uma cervejinha lá no restaurante, junto com uma Francesa de cabelo rosa que fez o passeio com a gente. Neste dia aproveitei para ir ao terminal rodoviário comprar a passagem para Arica, pois no outro dia faríamos as Lagunas Altiplânicas e não daria tempo. No capítulo inicial do Atacama postei um mapinha com os pontos principais de Atacama, inclusive onde fica o terminal. Passagem para Arica: Arica ainda é Chile e faz fronteira com Tacna que já é Peru. Não tem passagem direto para Arequipa. Então a missão seria: SPA X TACNA X ARICA X AREQUIPA. Mais pra frente escrevo detalhadamente esse fluxo e os gastos. Empresa: TurBus (Tem um guichê dentro do terminal rodoviário). Valor: 12.000 (Semi-Cama) - Os valores podem varias de acordo com o assento. O que eu comprei foi um promocional, pode ter mais caros e mais baratos. Na dúvida veja isso logo que chegar em Atacama. Horário de saída: 21:30h / Horário de Chegada em Arica: 8:30h. Distância: 703,1 km. Finalizando: Passei na agência para pagar o passeio do outro dia e quando chegamos no hostel novamente preparamos nosso rangão, tomamos um banho e todo mundo para cama. No outro dia seria nossa despedida de Atacama. Gastos do 3º dia em Atacama: Cotação do dia: 1 Real = 162 pesos. Tour Salar de Tara: 33.000. Supermercado (Água e janta): 1.500 pesos. Passagem para Arica: 12.000. Total em pesos: 46.500. Total em reais: R$ 287,03. Gasto parcial da viagem: R$ 3.310.11. Próximo capítulo: SPA: 4º e último DIA: 13/05: Altiplânicas e nossa despedida de San Pedro de Atacama.
  12. JUN 18 Passeio na Orla do Guaíba. Guaíba.RS.Jun.2018. Passando por Nova Milano Destino da vez Guaíba, Berço da Revolução Farroupilha. Saímos de Caxias, passadas 11 horas, difícil acordar cedo com esse frio que anda fazendo aqui no Sul. No caminho passamos pela cidade de Farroupilha, e demos uma paradinha rápida na localidade de Nova Milano, que fica bem a beira da estrada do lado direito, quem passa o Centro de Compras de Farroupilha. No local existe um monumento que chama a atenção do viajante, uma grande estatua de ferro, parecendo um pássaro estilizado ou algo assim. É onde fica oParque da Imigração Italiana, de Nova Milano, um parque bonito, com pracinha para as crianças, várias bandeiras, esse monumento e uma Gôndola Veneziana, presente do governo da Itália, em comemoração aos 100 anos da imigração, feitos em 1975. Ainda demos uma passada no centrinho da localidade, onde há uma bela igreja, e havia uma feirinha de produtores rurais. Seguindo o baile descemos a RS 122, rumo a GPA (Grande Porto Alegre). Umas 2 horas de viagem e chegamos em torno das 13 horas e 30 min. em Guaíba. E fomos direito a Orla, o lugar que surpreende pela organização e pela beleza. A vista do Lago Guaíba desse local é linda, a aguá reflete o céu azul, e o calçadão convida ao passeio. Demos uma caminhada admirando a bela paisagem, a vista do Catamarã partindo rumo a Porto Alegre é bem legal. No entorno existem diversos restaurantes para todos os gostos e bolsos, que servem de frutos do mar, a Ala Minutas. Escolhemos um para almoçar, já que já eram quase 2 horas da tarde. E voltamos a apreciar a linda vista, o lugar não da vontade de ir embora, ainda mais um belo dia de sol, numa tarde fria do inverno gaúcho. Um cenário perfeito para quem gosta tomar um chimas, ou tirar fotografias, e decidimos ficar por ali mesmo nos deleitando com a paisagem, na saída ainda passamos pela Escadaria: de onde se pode ter uma vista mais completa do Lago, mas a quantidade de degraus desanimou a subida. E assim conhecemos mais esse belo recanto do Rio Grande. Que segundo pesquisas possui como atrativos: O Catamarã: que nada mais é que o barco que faz a travessia Guaíba-Porto Alegre; A Jardineira: ônibus especial modelo Jardineira, o passeio turístico conta com guia local. O ponto de partida e chegada é na Hidroviária de Guaíba (nesse dia que fomos não enxergamos); Casa de Gomes Jardim: Construída em fins do século XVIII, era sede da Estância de Gomes Jardim no período da Revolução Farroupilha. Erma de Gomes Jardim– Encontram-se os restos mortais do líder Farroupilha; Ruínas do Matadouro São Geraldo: Construção de 1927, foi um dos mais importantes do Rio Grande do Sul. Rua São Geraldo, Guaíba; Cipreste Farroupilha: Árvore símbolo da cidade. Na sua sombra líderes da Revolução Farroupilha planejaram a tomada de Porto Alegre em 1835. Rua Gomes Jardim; Erma de Gomes Jardim: Encontram-se os restos mortais do líder Farroupilha;Vitrine Cultural: A Vitrine Cultural é um espaço desenvolvido através de uma parceria da Prefeitura Municipal de Guaíba e da Fundação Toyota do Brasil que tem por objetivo conservar, divulgar e promover os atrativos culturais e históricos do município e da região; Museu Carlos Nobre: Construção de 1908 – ao longo do tempo foi residência, hotel, biblioteca, prefeitura e hoje encontramos objetos, fotografias, documentos pessoais do comunicador e humorista conhecido internacionalmente. (Terça a Sexta – 8h30min às 12h – 13h30min às 17h30min/ Sábado, Domingo e Feriado – 13h30min às 17h30min)(Fonte:pesquisandocidades.blogspot.com). Mais Fotos: Rota: Postado há 1 hour ago por Sant' Anna Blog:https://rotasetrips.blogspot.com/
  13. Izaias Jr

    Rota das Emoções em 15 dias – JUNHO/2017

    Olá, Estou ainda pesquisando sobre a rota das emoções e queria fazer ela sozinho. Você recomendaria? Pelos relatos que li o perfil é mais de casal ou de famílias... Acho que queria algo mais agitado kkkk
  14. @Camila Botelho Muito bom o relato! Acabei fechando com a agencia o transporte mesmo, consegui um desconto meia boca mais já da pra pagar algumas refeições! haha 😁
  15. Paloma Costa Fernandes

    De BH à Lapinha da Serra em uma Titan 150cc

    Que relato lindo. Parabéns, adorei .
  16. Plasticsoul

    Casal vai de Rio Branco a Cusco de bike

    Fiz esse caminho de moto agora em janeiro e já foi difícil..imagina de bike! Parabéns!!
  17. Última semana
  18. alguem sabe informar se existe onibus de unamar park ate buzios?
  19. cara seu post me ajudou demais... vou fazer esse roteiro agora em agosto aaiiaiaia friozinho na barriga mas la vou eu.
  20. Ahhh chega logo novembro seu lindo.... Lindo relato!
  21. Jackie Erat

    LENÇÓIS MARANHENSES, PORQUÊ FUI DUAS VEZES ???

    @Pedrada
  22. @LiviaSaraiva olha a dica que o @victorprado deixou pra vc ai em cima compra logooo o bilhete de aviãaaaaaao 😃 na verdade ela perderia mais de meio dia.. ainda tem o ferry o custo do ferry (Acredito q 33 seja só o tal bus)....
  23. Paola, seu relato foi muito proveitoso. Acredito que pra você sem dúvida tenha sindo única a viagem, afinal conseguiu aproveitar melhor, pois a carol coitada passou mau boa parte da viagem e ainda to incredula de como ela conseguiu caminhar a trilha da hindreletrica sem desfalecer e no outro dia ainda subir a trilha ate machu picch kkkkk, a outra esquece de fazer a contabilidade dos gasto o que é fundamental e por fim ainda consegue ser furdada, e o que chamo de viver no mundo da lua🤣🤣 O bom que ficou muita historia pra contar e dar risadas. faz parte alegrias e desventuras.são experiencias que fica para o próximo mochilão. Gostaria de saber o valor gasto do seu mochilão sem as passagens de avião de são paulo a santa cruz, se possivel claro.
  24. MYLA CHRISTIE

    Mochilão 27 dias na Austrália e Nova Zelândia

    @psemple tirando o valor das passagens qual foi seu gasto total? (acomodação / alimentação / passeios / transporte)
  25. @César Boareto Lima e as condições da estrada estava muito ruim? pois vi muitos posts mais antigos dizendo que era horrivel, embora meio que estou convencido a pegar esse caminho rsrsrsrsr
  26. BELO HORIZONTE: 02 – 01 – 2017: Saí de Vitória da Conquista na noite anterior, chegando a tarde em Belo Horizonte. Fui de “carona” conseguida através do aplicativo Blablacar, o motorista dirigia muito bem e a viagem ficou bem em conta, recomendo demais. Chegando em BH, fui para um hotel (Hotel Madrid – somente para passar uma noite é razoável) próximo a rodoviária, pois no outro dia viajaria para Brumadinho. Aproveitei a tarde para passear pelo Centro de BH, saindo da praça Rio Branco em direção ao Mercado Central de Belo Horizonte. Cidade excelente para uma boa caminhada, tanto pela qualidade das ruas, quanto pela sensação de segurança. O mercado é um local com muita variedade de produtos, especialmente de comidas (rs). Destaco o restaurante Casa Cheia, com uma vista do alto de todo o interior do mercado, oferece um cardápio excelente, ao começar pelas deliciosas almôndegas exóticas: Continuei batendo perna pelo centro de BH, a cada esquina um prédio, igreja, casa com arquitetura interessante. Cidade muito boa de percorrer a pé. Fiquei impressionado com Igreja de São José: A noite retornei ao hotel para descansar. BRUMADINHO: 03 – 01 – 2017: No dia anterior já havia comprado minha passagem de ida e volta para Brumadinho, com chegada e partida no estacionamento do Instituto Inhotim, centro de arte contemporânea de renome mundial. Já estava com ingresso a postos, comprado antes da viagem. Fui para a rodoviária bem cedo, chegando em Inhotim por volta das 09:30h, onde descemos no estacionamento da própria instituição. Deixei minha mochila na recepção do local, desde o início percebi a excepcional estrutura do local. Digo desde já que não entendo nada de arte, apenas gosto de admirar o que instiga à reflexão e (nem sempre rs) é belo. O lugar é impressionante, para todo lado que você olha enxerga alguma coisa impressionante, sejam as representantes da flora brasileira e mundial (o Instituto possui a maior coleção de palmeiras do mundo) sejam, claro, as esplêndidas obras de arte contemporânea espalhadas por todo o local. O Instituto é imenso, devendo ser feito um planejamento prévio sobre por onde vai se iniciar o passeio, recomendo começar pelo lado esquerdo do instituto, especialmente por causa da enorme ladeira no circuito laranja. O mapa fornecido na entrada é de imensa ajuda e sua utilização é bem intuitiva, ademais o parque é bem sinalizado e possui funcionários muito prestativos. Destaco algumas obras que mais me interessaram no Instituto Inhotim. Galeria Adriana Varejão, um conjunto imenso de obras em azulejos em uma estrutura impressionante, visceras e órgãos humanos substituem cimento e tijolos nessa parede: Essa obra, bastante interativa (viewing machine), oferece um panorama incrível e uma nova forma de ver não só do parque, mas de todo o seu entorno servindo como um gigantesco monóculo com caleidoscopio: Esta obra achei muito interessante ao propor demonstrar o poder do acaso (beam drop inhotim), no qual o artista, usando um guindaste, deixou cair sobre um poço de concreto uma série de vigas de aço: Árvore de metal interagindo com árvores de verdade (Elevazione): Galeria Cosmococas, um lugar incrivel e de grande interatividade. Piscina onde podemos mergulhar os pés, redes onde podemos deitar, chão inesperado..são diversas as propostas. Foi o lugar que mais gostei nesse primeiro dia de visitas: Ao final das visita, beeem cansado, fui aguardar o transfer do Hostel70. Ali já conheci pessoas que estavam hospedadas no local. A própria dona do hostel foi-nos buscar, Nathi, uma pessoa excepcional. O hostel, um local simples e muito bem localizado, superou as minhas expectativas especialmente pelo atendimento, todas as pessoas que ali trabalham se mostraram super atenciosas e prestativas. Naquela mesma tarde fomos a um morro local em busca do por do sol, mas em razão do tempo nublado não podemos ver, em compensação apresentou-se uma paisagem deslumbrante e o belo momento no qual as brumas (névoa) tomam conta das serras de Brumadinho, serpenteando por entre os morros: De volta ao Hostel, fiquei por ali mesmo, após o jantar, hora de bater papo até tarde da noite com os outros hóspedes. Dei sorte de encontrar uma galera super gente boa, desde fotografo e professores de São Paulo até estudantes “black blocks” de Brasília, passando uma adolescente que tinha “fugido” de casa, para quem acabei dando consulta jurídica a mesma e ao pai que estava na França rs 04 – 01 – 2017 Acordei cedo, após um bom café da manhã no Hostel70, partimos para mais um dia de desbravamento do Inhotim. Já levei minha mochila, pois de lá mesmo voltaria para Belo Horizonte. Dessa vez fiz o percurso mais longo (roteiro rosa) e com uma ladeira gigante (rs). Como era o dia de gratuidade, o local estava lotado. Por isso fui direto para a última obra, no fim do percurso, Som da Terra, uma cúpula na qual encontra-se um poço com 202m de profundidade com microfones que captam os sons emitidos pelo terra. Não sou nem um pouco místico, mas ali é um lugar mágico sem sombra de dúvidas. Fiquei por um bom tempo, refletindo ao som das profundezas da terra e descansando após a longa caminhada kkk: Saindo dali fui até a uma galeria, uma impressionante cúpula espelhada no meio da mata, que guarda a obra Lama a Lâmina – que resgara o confronto entre os orixás que representam o ferro e a fauna. Apesar de, na minha humilde opinião, expor a destruição da natureza que tanto assola o nosso país e, em especial, aquela região de minas amplamente atingida pela exploração mineral: Dirige-me depois a galerias que expõe uma série de obras de áudio, vídeo e imagens: Na galeria Claudia Andujar estava acontecendo uma exposição fotográfica com a temática de índios do Brasil: Na galeria Miguel Rio Branco haviam expostas imagens e vídeos projetados em tecidos com a temática de nudez, muito interessante ao nos dar uma visão leve e reflexiva sobre o tema: Ainda passei no complexo do Instituto no qual se localiza biblioteca, lanchonete e uma enorme coleção taxonômica de borboletas. Fui para o estacionamento, onde o ônibus da Viação Pássaro Verde já aguardava para retornarmos para Belo Horizonte. Algumas considerações sobre Inhotim: - O acesso à Inhotim por ônibus é bem tranquilo, com ônibus saindo diariamente da rodoviária de Belo Horizonte, com destino tanto ao próprio instituto quanto a cidade de Brumadinho. - A caminhada é nível médio, é bom ter disposição, caso não, vale a pena contratar o uso dos carrinhos para se deslocar pelo complexo. - Em todo o instituo encontram-se banheiros e bebedouros, muito bem cuidados. Quanto a água, vale a pena levar uma garrafinha em razão das distâncias a serem percorridas. Existem restaurantes e lanchonetes, com preços condizentes com o local, vale a pena levar umas barras de cereais ou lanches mais práticos rs. - O uso do mapa é fundamental, mas os funcionários e uma excelente sinalização dá segurança para se deslocar pelo parque. - Recomendo ao menos dois dias de visitação, tempo suficiente para ver todo o parque. Ver, não conhecer, pois ai seriam necessárias algumas semanas rs. Fiz o circuito amarelo e laranja no primeiro dia e o rosa no segundo, mas no pique e com bastante disposição...mas, não contratei os carrinhos kkkk - Por fim, destaco que, por mais que não entenda-se nada de arte contemporânea, o Inhotim é um local impressionante tanto pela estrutura quanto, especialmente, pela natureza e pelas obras ali existentes. OURO PRETO 04/01/2017 Cheguei na rodoviária de Belo Horizonte e imediatamente comprei minha passagem para Ouro Preto, viagem bem tranquila, cheguei em Ouro Preto por volta das 20:00h, fui andando até o hostel (Brumas Hostel – uma enorme casa colonial no alto da cidade, com uma estrutura simples, compensada pela disposição dos proprietários do local e pelo excelente café da manhã rs, e a 1 minuto de caminhada da praça principal da cidade). Fui procurar um local para comer, sai do hostel, passei por uma igreja e me deparei com a seguinte imagem, que deixou-me impactado pela impressionante arquitetura colonial na noite de Ouro Preto: Senti naquele momento o que as fotos nos livros e internet não conseguem traduzir, ver mais de três séculos de história ao vivo e a cores é outra coisa rs. Fui até uma hamburgueria na praça principal da cidade, hambúrguer muito bom. Voltei ao hostel para descansar, mas lá encontrei um fotografo de Montes Claros, muito gente boa, e voltamos até a famosa Rua Conde de Bobadela para tomar a famosa cachaça mineira. 05/01/2017 Acordei cedo, afinal era dia de conhecer a Ouro Preto. Meu café da manhã, o tradicional colonial mineiro, foi com essas vistas: A mesma imagem da noite anterior, mais ampla e tão bela quanto a cidade no período noturno, com o pico do Itacolomi ao fundo: A praça Tiradentes, principal da cidade, onde se localiza o Museu da Inconfidência, que vale a pena demais a visita e de onde tirei a foto seguinte, e antiga Escola de Minas de Ouro Preto, ao fundo na imagem: Após visitar o Museu da Inconfidência, saí dali e iniciei um périplo pelo lado oeste da cidade, visitando primeiro a Igreja de Nossa Senhora do Carmo, onde conheci uma sanfoneira de São Paulo, excelente musicista e fã de Elomar rs. Deu boas dicas sobre a cidade. Foto da igreja: Fui até o Teatro Municipal de Ouro Preto, o mais antigo do Brasil. Depois passando por um beco, saí na Rua Conde da Bobadela dos bares (Porão), restaurantes e botecos (Satélite) da cidade: Dei uma volta pelos fundos da Igreja do Carmo, passando pela Escola de Odontologia de Ouro Preto, após uma boa caminhada, já saí na lateral da Igreja de São Francisco de Assis, cujo largo se localiza uma feirinha de artesanato, com muita coisa feita de cristais e outros minerais: Por fim, voltei para almoçar no restaurante Forno de Barro, na praça da Inconfidência, onde serve a tradicional e deliciosa comida mineira. Reencontrei também almoçando lá a sanfoneira paulistana e o fotógrafo de Montes Claros, além de conhecer um estudante alemão de intercambio que estava hospedado no Brumas Hostel também. Após o almoço, saímos nós três para um passeio pelo lado leste da cidade, começando por uma visita pelo interior da Igreja de São Francisco de Assis. Depois seguimos até as Igrejas Nossa Senhora da Conceição (segunda foto a partir do pátio da Mercês) e Nossa Senhora das Mercês (na primeira foto a partir da frente da Conceição): Fomos até uma uma antiga mina de ouro, não entramos, apenas tomamos um belo açaí para recuperar as forças e enfrentar novamente as ladeiras no retorno ao hostel. A noite fomos, eu, o estudante alemão e um professor de história para O Porão novamente, um bom papo acompanhado por uma cerveja estupidamente gelada. 06/01/2017 Madruguei para assistir o nascer do sol, ao lado da igreja de São Francisco de Assis: Igreja de Santa Efigênia no topo ao lado do sol nascente: Inicialmente, tinha previsto que nesse dia iria até Mariana. Mas, acabei decido-me por ir, juntamente com o intercambista alemão, até o Pico do Itacolomy (1.772m) pela trilha de 7 Km no parque de mesmo nome. Fomos de ônibus até a entrada do parque e dali a pé em direção ao centro de visitantes (5km), mas demos sorte de pegar uma carona após 2km rsrs A trilha é mediana, mas conta com pontos íngremes, locais nos quais inclusive precisa-se de apoio das mãos na subida, mas as paisagens são surpreendentemente belas a cada passo dado. Vista de Ouro Preto: Após uma longa e sinuosa trilha, chegamos ao Pico do Itacolomy, local de onde dá para visualizar a cidade de Mariana: Saindo do local do pico, após subir uma trilha apertada em meio as pedras chega-se ao topo da serra do Itacolomy, uma bela visão de 360º na qual se vê a imensidão das terras mineiras: Tivemos que descer a trilha meio que na pressa rs, uma vez que começou a se formar uma forte tempestade com fortíssimos trovões, para nossa sorte pegamos chuva apenas próximo do centro de visitantes: Após a longa e sedenta trilha de volta (levem muita água rs) até o centro de visitantes, voltamos de carona até a cidade. Lá após um pesado almoço mineiro, pegamos carona com o fotografo de Montes Claros para Belo Horizonte, sem tempo nem para tomar um banho kkk. Algumas considerações sobre Ouro Preto: - Ouro Preto tem uma boa estrutura turística, com diversas opções de turismo histórico-cultural e bares/restaurantes. - Andar pela cidade é uma excelente opção para turistar, mas é importante ter folego para enfrentar as ladeiras da cidade rsrs. - A visita das igrejas é imperdível, mas diante dos custos vale a pena selecionar umas duas para conhecer (a Igreja de São Francisco é fundamental). - Mariana é visita “obrigatória” para quem vai para Ouro Preto, mas diante do meu tempo exíguo preferi fazer a trilha do Pico do Itacolomy. - Por fim, vale a pena demais conhecer trezentos anos de história do Brasil, passando pelos períodos do Brasil colônia e sua mineração, a inconfidência, as escolas de minas e odontologia, além da impressionante arquitetura das igrejas e palacetes. BELO HORIZONTE: 06 – 01 – 2017: Chegamos em BH já a noite, fui para o apartamento no qual havia reservado um quarto através do Airbnb. Fui muito bem recebido pelos proprietários, pessoas super hospitaleiras, além de estar localizado em um excelente local, próximo a estação de trem de Belo Horizonte. A noite fui para ao famoso Edificio Maletta com o pessoal que conheci em Ouro Preto, lá tomamos uma no Objetoria, depois saímos para o Sindicato do Choppe: 07 – 01 – 2017: Tirei a manhã para conhecer o complexo cultural da Praça da Liberdade, um complexo de museus e centros culturais no entorno de uma belíssima praça, na imagem com o Edíficio Niemeyer ao fundo: Fui primeiro ao Centro Cultural Banco do Brasil, no qual ocorria uma exposição de arte denominada ComCiência, que trazia uma interessante proposta sobre a perspectiva da vida humana e animal em um futuro distópico: Agora, o Memorial Minas Gerais Vale, focado na história do estado de Minas e do seu povo com interessante acervo de mídia sobre a formação do povo mineiro: Saindo dali fui até o Museu das Minas e dos Metais, focado na metalurgia e mineração, atividade de forte importância econômica em Minas a ponto de inclusive oferecer o primeiro nome ao Estado. Lá encontra-se farto acervo audiovisual e interativo, além de grande coleção de minérios, inclusive um meteorito no qual todos os visitantes podem tocar. Na imagem, o Museu de Minas e dos Metais e ao fundo o Espaço de Conhecimento da UFMG, dedicado as ciências: Enquanto esperava a abertura do planetário do Espaço do Conhecimento da UFMG fui até a famosa Sorveteria São Domingos, sem dúvida o sorvete mais delicioso que já tomei. No Espaço pude assistir a uma representação de uma noite nos céus da Inglaterra que inspirou Shakespeare em seus escritos. Na volta para o apartamento onde estava hospedado passei no Parque Municipal Américo Gianetti, uma bela peça de interação entre arquitetura e a natureza no centro de uma metrópole, e além de parar na interseção da Avenida Bahia com a Álvares Cabral (a “quando cruza Ipiranga a Avenida São João” de BH), afinal nada mais beozontino que subir Bahia e descer Floresta: No período da tarde fui até a Praça do Papa, no alto da cidade de Belo Horizonte, emoldurada pela Serra do Curral ao fundo. Além de ter um dos mais belos por-sol, acompanhado por centenas de pessoas: No mais, sem dúvida, a melhor vista de Belo Horizonte também está aqui: Voltei para o apartamento por volta das 21:00hs, pois no outro dia teria que acordar cedo para não perder o trem para Governador Valadares. Algumas considerações sobre Belo Horizonte: - Ouro Preto tem uma excelente estrutura urbana (transporte público, opções de lazer noturno, etc), com diversas opções de turismo histórico-cultural e bares/restaurantes. - Andar pela cidade é uma excelente opção para turistar, ruas amplas e praticamente sem ladeiras e onde qualquer um pode facilmente se localizar em razão da organização bem racional e planejada das vias públicas. - Fiquei muito pouco tempo na cidade, pequei por não ter conhecido todos os lugares mais interessantes da cidade, mas isso serve como desculpa para voltar em outra oportunidade rsrs 08 – 01 – 2017: Acordei cedo, pois o trem sairia as 07:00 (sem atrasos rs) da estação central de Belo Horizonte, ainda bem que fiquei hospedado bem próximo de lá. Vagões confortáveis, com televisores e tomada individual, além de vagão restaurante e serviço de bordo (almoço incluso): O melhor dessa viagem de mais de 600km sem dúvida foram as belas paisagens vistas pela janela do trem, minas gigantescas, pontes que desafiam grandes distâncias, bucólicas cidadezinhas a beira da ferrovia, florestas e fazendas: GOVERNADOR VALADARES: 08 – 01 – 2017: Cheguei em Governado Valadares por volta das 15:00hs, Célio Nobre já me aguardava nas proximidades da estação de trem. Próximo destino - Pico da Ibituruna. Objetivo – voo livre de parapente: Lá de cima além de avistarmos a cidade de Governador Valadares, ainda se tem uma vista em 360º da imensidão dos Gerais, que dão o segundo nome desse tão belo Estado: Simplesmente incrível a sensação de liberdade e paz, nenhum resquício de medo ou temor, apenas admiração naquele momento: Após esse incrível voo, fui ao shopping dar tempo até o horário de ir a rodoviária pegar meu ônibus com destino a Bahia rs Algumas considerações sobre a viagem de trem e Governador Valadares: - Viagem de trem foi uma das partes mais surpreendentes deste meu périplo mineiro, já que nunca tinha viajado assim, experiência que valeu demais a pena a um custo menor até mesmo que viagem de ônibus. Recomendo demais. Vale a pena ficar algum tempo no último vagão, vista incrível. - O voo de parapente em Gov. Valadares não tenho palavras para descrever, apenas isso.
  27. Patricia Senatore Grillo

    7 dias na Ilha Sul: os inacreditáveis lagos neozelândeses; Mt. Cook; Mt. Aspiring e Glenorchy.

    @victorprado Hahaha, pois é! A sensação que eu tenho é que um dia de Roys Peak me matou mais que os 5 dias de Circuito W em Torres del Paine!
  28. Olá galera mochileira, quando resolvemos (eu e meu companheiro de vida Junior), ir para Africa do sul, logo pensei na Suazilândia e Botswana, por estarem próximos, porém diferente dos demais, pensei nesse roteiro de carro, e tive dificuldade em encontrar informações. Depois de muita cabeçada e alguns perrengues ter conseguido conhecer esses 3 países foi algo sensacional... e vou contar um pouco dessa história para vcs. Os preços vou colocar em reais para ajudar, mas tudo foi pago em Rands (Africa do Sul e Suazilândia) ou Pula (moeda de Botswana). Passagem de BH x Joanesburgo 2300,00 (ida com a Latam e volta com a South Africa) Embarcamos no dia 16 de maio e chegamos em Joanesburgo no dia 17, duas horas depois do esperado devido a um atraso de mais de duas horas em São Paulo. Chegamos por volta das 11:00 da manhã. Trocamos alguns dólares no aeroporto, depois do desembarque a algumas casas de câmbio.. o dólar havia dado uma disparada nessa época então as cotações não eram tão legais como havia lido em alguns relatos aqui. Na Africa do Sul, eles cobram taxas para realizarem o câmbio, então o valor nunca é aquele anunciado... 1 dólar nos rendeu menos de 11 rands. Fizemos reserva do carro aqui do Brasil para ser retirado no próprio aeroporto de Joanesburgo pela Europcar, alugamos um carro manual, visto que os automáticos são bem mais caros, mesmo sabendo da mão inglesa resolvemos arriscar e deu tudo certo, em questões de horas já estávamos dirigindo normalmente. O valor em reais foi cerca de 800,00 por 9 dias de aluguel, porém ai vai a primeira dica: PARA SAIR DO PAÍS COM O CARRO ALUGADO ELES COBRAM UMA TAXA E NÃO NOS COMUNICARAM, ESSA TAXA CHEGA A SER MAIOR QUE O VALOR DO ALUGUEL. Como em toda locadora de veículos, e feito uma cobrança calção no cartão de crédito, só vimos esse ROMBO, após alguns dias da devolução do mesmo. Então esse detalhe merece cuidado. Não deixe de mencionar que irá sair do país se realmente o for, pois sem uma autorização por escrito da locadora vc não cruza nenhuma fronteira. Papeis na mão e chave do carro, saímos de Joanesburgo por volta de 13:00 e já rodamos cerca de 500 km até Phalaborwa, onde havia feito uma reserva pelo booking em uma Guesthouse (seria como nossas pousadas). Porque escolhemos Phalaborwa, porque nessa cidade tem uma portaria do Kruger Park e queríamos fazer nosso proprio safari até o camping que havíamos reservado dentro do Kruger. Chegamos em Phalaborwa já de noite e bem esgotados, o carro arriou a bateria no meio da estrada e por sorte contamos com a ajuda de algums pessoas que estavam trabalhando em uma reforma na estrada. Ficamos no Lalamo Guesthouse e super indico. O preço foi cerca de 150,00 reais quarto privado com banheiro para duas pessoas com café da manhã ou 540 rands, quarto simples mas completinho, inclusive com uma garrafa de vinho como cortesia de boas vindas e alguns snacks tbm de cortesia. Tomamos um banho e fomos comer em um restaurante próximo. No dia seguinte cedo, o café da manhã me surpreendeu, o mais gostoso de toda a viagem, além da simpatia dos funcionários com seu belos sorrisos.Por volta das 08:30 estavamos entrando no Kruger... agora falo um pouco desse park. Depois de uma boa pesquisada sobre o Kruger nacional park (aqui no mochileiros vcs encontram muita info), optamos por ficar duas noites em dois diferentes acampamentos, o Pretoriuskop e Lower Sabien, as reservas foram feitas com cerca de 3 meses de antecedência, por ser alta temporada (inverno) e para não arriscar chegar e ter apenas acomodações caras (reservas diretamente no site www.sanparks.org). Optamos ficar em Hut, uma casinha com duas camas de solteiro, ar condicionado e geladeira, com banho compartilhado, pagamos cerca de 50 dólares a diária. Tbm se paga uma taxa por dia por pessoa para estar no kruger, que chega a ser quase 100,00 reais por dia por pessoa. O parque é bem organizado e logo na entrada mostramos as reservas e recebemos tipo um folder com um recibo da nossa entrada, a tal taxa por dia foi paga diretamente nos acampamentos. Existe outros tipos de acomodações nos acampamentos, mais baratos e mais caros, aí vai do gosto e bolço de cada um. Da portaria de Phalaborwa até nosso primeiro acampamento rodamos cerca de 280 km dentro do parque, daí dá para imaginar como ele é grande. Vc já começa fazendo seu próprio safari e confesso que tivemos muita sorte, porque de cara nesse primeiro dia já vimos 3 dos Big fives, elefante, búfalo e leão. Big Five se refere aos cinco mamíferos selvagens de grande porte mais difíceis de serem caçados pelo homem. Chegamos no Pretoriuskop já no final da tarde, pois além da velocidade permitida dentro do Kruger ser 50 km, toda hora se para para admirar uma imensidão de animais e aves. Os acampamentos são bem estruturados, com mini supermercado, restaurante e até posto de gasolina. Optamos por fazer um game drive pago que saía as 05:00 da manhã e foi graças a ele que vimos nosso quarto big five, o leopardo, um dos mais difíceis de serem vistos. Alguns preços: gasolina cerca de 5,00 reais, café da amanhã cerca de 35,00 reais para 2 pessoas, uma coca cola de um litro cerca de 7 reais. Existe tbm suvenir para comprar mas o preço é bem salgado e a maioria das coisas que tem dentro do Kruger, vc encontra em lojas em Cape Town e em Joanesburgo. Mas é claro que se vc quiser algo com o nome do Kruger, vc deve comprar lá. Depois de dois dias incríveis e inesquecíveis dentro do Kruger, partimos para Suazilândia, aqui vai mais uma dica importante: baixe no celular o aplicativo Here, foi ele que nos ajudou com GPS off line e foi nosso salvador. Saímos do Kruger pela portaria do Crocodile bridge e fomos em direção a Jeppe's Reef - Matsamo fronteira na Suazilândia. A imigração foi tranquila, documentação ok e fomos para a região Ezulwini Valley. Agora algumas considerações sobre a Suazilândia: o rand é bem aceito em todo o país e não foi necessário câmbio para a moeda deles. O país é pequeno e bem acolhedor, pessoas sempre alegres. Ficamos em um hostel de nome Sondzela Backpackers que fica dentro de uma reserva natural a Mlilwane Wildlife Sanctuary, e foi bem difícil conseguir chegar devido a obras na estrada de acesso, mas o lugar é incrível, mas só indico para quem estiver de carro, pois é longe de tudo, não dá para fazer nada a pé. . O jantar do hostel (pago a parte) é imperdível, cerca de 23,00 reais por pessoa. A diária do hostel foi cerca de 130,00 reais sem café da manhã, quarto privativo com banheiro compartilhado. Vc já acorda nesse lugar vendo animais envolta da cerca e dentro da área do hostel, até javalís rsrsrs. Acordamos e fomos conhecer um pouco da região e tomamos um café da manhã no Malandelas tourist information e internet café, uma parada meio obrigatória para pegar mapas e tirar dúvidas em relação a passeios. Internet na Suazilândia não é algo fácil, nesse lugar por exemplo, mesmo tendo internet no nome, não estava funcionando esse dia. No hostel era vendido 200mb por 50 rands, cerca de 15,00 reais e não dava pra nada rsrs. Como ficaríamos apenas duas noites nesse país incrível, optamos por visitar uma aldeia Suázi no Mantenga Nature Reserve . Foi emocionante ver de perto um pouco da cultura e costumes desse povo tão hospitaleiro. No outro dia cedo partimos rumo ao Soweto, foram cerca de 5 horas de viagem e chegamos por volta das 13:00. Soweto é a sigla para South Western Townships, um dos bairros no subúrbio de Joanesburgo, cenário de importantes lutas políticas durante o regime do apartheid. O bairro nasceu sob a base do regime de segregação racial, onde os negros deveriam, por lei, viver em regiões afastadas dos brancos. O local é sinônimo de resistência e luta contra o regime opressor que os negros sofreram na Africa do Sul nesse período. Existe várias coisas para se ver e ouvir nessa região... a rua Vilakazi, a única do mundo onde dois ganhadores do Prêmio Nobel moraram. Nelson Mandela e o arcebispo Desmond Tutu dividiram muito mais do que a mesma vizinhança, eles compartilharam o sonho de viver em um país mais tolerante e com mais oportunidades para todos. g Esse dia dormimos em Melville, bairro em Joanesburgo onde existe um bom comércio e restaurantes próximos. Ficamos no Grand View B&B , cerca de 160,00 reais a diária em quarto privado com banheiro com uma linda vista da cidade, com um delicioso café da manhã. No dia seguinte, fomos rumo a Botswana. O trajeto até a fronteira foi um pouco tenso, pois faltando cerca de 100 km para chegar, passamos em uma região que havia algum tipo de conflito, não ficamos sabendo ao certo do que se tratava, apenas encontramos estradas bloqueadas com pneus pegando fogo e muita brasa no chão, e o pior é que estávamos sozinhos, não tinha mais ninguém transitando nessa estrada, foi o único momento nessa viagem que ficamos com medo, maaaaaaas tudo de certo e chegamos na fronteira Pionner. De Joanesburgo até a fronteira foram uns 370 km. Para atravessar para Botswana tivemos que pagar 120 pulas, mas no local tem como fazer câmbio. Um dólar equivale a mais ou menos 10 pulas. Eles ficaram surpresos em ver nossos passaportes brasucas, não se vê brasileiros nessa região de Botswana, por isso tive dificuldade em achar infos, os brasileiros quando vão para Bots acabam ficando no norte do país, principalmente quando vão a Zimbábue ou Zambia. Ficamos em um hostel a cerca de 10 km da capital Gaborone no Mokolodi Backpackers, gostei muito do lugar, super indico. Pagamos cerca de 200,00 reais a diária... simmmm, Botswana é mais cara, como dizem, é um destino exclusivo rsrsrs mas valeu cada centavo. Esse hostel fica perto do Mokolodi Nature Reserve, onde fizemos um safári incrível por 150 pulas por pessoa que seria mais ou menos 60,00 reais por pessoa. É claro que nem dá para comparar com o Kruger park, pois são bem diferentes, em tamanho e estrutura mas ver aqueles animais em seu habitat natural é sempre uma aventura. Como estávamos de carro, era fácil ir até Gaborone comprar comida e artesanatos (meu fraco rs). O hostel tinha cozinha completa e fizemos nossa própria comida... ficamos 2 noites naquele lugar e amamos, queremos voltar para conhecer as outras regiões. l Saímos de Botswana em direção a Pretória, a estrada tem muitos pedágios, mas na hora de alugar o carro fomos informados que o veículo possui um equipamento que passa pelos pedágios e depois na hora da devolução eles calculam quantos pedágios foram e vc paga juntamente com o valor do aluguel. Pretória realmente não tem nada demais, e se vc estiver com o tempo contado pode abrir mão desse destino facilmente. Mas já dentro da cidade fomos parados pela polícia que alegou que havíamos passado encima de uma faixa amarela que era proibido... oi??? isso mesmo, ai rolou aquela treta que li em vários relatos aqui no site, propina era o que queriam... masssss resistimos bravamente e acabamos saindo sem pagar os 500 rands que pediram. A dica é a seguinte: sempre diga que não tem dinheiro, só cartão de crédito, assim fica mais difícil deles levarem seus rands. Durante nossa viagem fomos parados várias vezes por policiais, principalmente em Botswana, mas a única vez que pediram propina foi essa. Novamente dormimos em Joanesburgo no 84 on 4th Guest House tbm em Melville, quarto privado com banheiro e café da manhã, por 200,00 reais a diária. Excelente localização e atendimento. Gostamos muito do lugar. No dia seguinte deixamos o carro no aeroporto e pegamos um voo da Kulula para Cape Town (compramos no Brasil pela Decolar) e ficou 1.000,00 reais ida e volta para duas pessoas. Em Cape Town ficamos no The Verge Aparthotel em Sea Point, pagamos cerca de 830,00 reais por 5 diárias pelo booking. Atenção, esse lugar é perfeito... um apart hotel mega bem localizado, pertinho da praia, com muitos bares e restaurantes próximos, supermercados... além do apartamento ser completo e bem decorado (é só entrar no booking e dá uma olhada), amamos o lugar e tbm super indicamos. Fizemos um passeio pelas vinículas que vale muito a pena... foi caro, cerca de 300,00 reais por pessoa, mas o passeio dura o dia todo e foram 4 degustações em diferentes vinícolas com vinhos e queijos, com direito a passeio de trem tbm degustando vinho. Dica: os vinhos na África do Sul são muito bons e baratos, custa praticamente o preço de um imã de geladeira rsrsr paguei em um bom vinho premiado cerca de 20,00 reais. Do Brasil tínhamos comprado o passeio para Robben Island, mas no dia programado o tempo não tava legal e foi cancelado, algo bem comum de acontecer por lá, vc pode trocar por outro dia ou pedir a devolução do dinheiro. Aproveitamos esse dia e fomos até a Green Market Square onde rola uma feirinha livre de artesanatos onde compramos algumas lembrancinhas. Depois passamos no supermercado e compramos comida. Não se vende bebidas alcoolicas nos supermercados, apenas em lojas próprias e por sorte havia uma bem perto do apart. No dia seguinte pegamos o Bus vermelho (City Sightseeing Cape Town), tbm perto do apart, na avenida da praia para o Cabo da Boa Esperança (cerca de 70 km de Cape Town), com o custo de mais ou menos 170,00 reais por pessoa, o passeio dura o dia todo e primeiro eles param em Boulders Beach, praia cheia de pinguins, mas a entrada é paga separadamente, custou cerca de 15,00 reais mais ou menos, não lembro direito mas não era caro, a praia é linda e vale o preço. De lá fomos para Cape Point, onde fica o Cabo da Boa Esperança. A entrada do parque está incluida no preço do passeio. Vc pode subir a pé ou de bondinho e é claaaaro que fomos a pé, uma subida bem interessante com uma vista incrível do mar. Nesse passeio vc tbm faz uma trilha com uma vista de deixar qualquer um de queixo caído... voltamos no final do dia e aproveitamos para dar um rolezinho no Water Front , onde tem inúmeros restaurantes e lojas, se vc garimpar, consegue comprar lembrancinhas por um bom preço no local. No dia seguinte fomos rumo a Table Montan fazer a trilha tradicional a Plattew Klip Gorge, cerca de 3 horas de subida para pessoas como nós rsrsrs longe de sermos atletas... pegamos um Uber até o Cable Way onde na mesma rua se inicia a trila... não se paga nada para subir, só se vc for de teleférico. O frio tava de lascar e o tempo ameaçava chuva a todo o momento, mas é algo que não dá para perder. Cape Town é uma cidade muito bonita e com vários atrativos. Andar de Uber por lá é uma boa pedida. É bem econômico e foi nosso principal modo de transporte. Depois de Cape Town, voltamos para Joanesburgo onde ficamos no Saffron Guest House, quarto privado com banheiro e café da manhã por cerca de 200,00 reais o casal, tbm foi um excelente lugar e super indico, perto de tudo e bem seguro. Fomos conhecer o museu do Apartheid e despedir desse lugar tão fabuloso pois no dia seguinte íamos voltar para o Brasil. Foram 16 dias no total, bem aproveitados... E foi isso galera, até a próxima!!!!
  29. chrisplanb

    1 ano de trip sem grana

    Acabei sumindo por uns dias, pois o app não estava funcionando, acessei por um computador
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