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Relatos de Viagem

Mostrando tópicos com tag 'Relato' e postado nos últimos 365 dias.

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  1. Hoje
  2. Veneza - O que ver e quantos dias ficar

    Oi FM, Consigo ir do aeroporto para a Ilha de Barco? Existe uma linha especifica de onibius ou varias linhas? Qual devo pegar? Qual seria o mais economico?
  3. ILHABELA – SÃO PAULO / BRASIL

    Ótimo relato amigo, ficarei 10 dias agora em março.
  4. Parabéns @ederfortunato pelo relato e pelas fotos!!
  5. Claro, pelo que lembro foram 200 dólares de taxa de inscrição e 560 dólares por 4 semanas( incluindo transfer, acomodação e o trabalho)
  6. Ontem
  7. Relato Tailândia e Malásia - Fev/Mar 2017

    Lembro que o barqueiro falava que deveríamos esperar algum dos barcos que estavam dentro dela, para poder ir. Uma vez que a lagoa não era profunda. Durante todo este passeio, que caiu a ficha que estava na Tailândia, que tanto via por fotos. O mar, as praias e o clima do país são extremamente característicos. Durante a parada na ilha em que seria servido o almoço, fui experimentar a action cam que tinha comprado nas gravações aquáticas. Era uma Xiaomi Yi. Com o snorkel, fui nadando e observando os peixes e as rochas com coráis. Estava achando a visibilidade boa, porém, mal esperava o que estava por vir em Phi Phi. Após um dos mergulhos, fui tirar uma foto. Estava em uma região profunda, porém achei uma rocha para apoiar um dos pés enquanto tirava a foto. Tirei a máscara, e quanto fui posicionar a câmera... adeus snorkel. O bendito escorregou e afundou na água. Como não estava no raso, era impossível vê-lo de fora da água. Na minha mente, só conseguia imaginar a facada que iriam me cobrar para repô-lo. A maioria dos turistas estava na parte rasa. Marquei aproximadamente a área onde ele deveria estar, e nadei até o chinês mais próximo. Ele não falava muito bem inglês, não entendeu que eu estava pedindo sua máscara emprestada, porém, conseguiu compreender que havia perdido a minha. Assim sendo, começou a procurar no local que tinha apontado. Sem sucesso. Sua esposa se aproximou, e em mandarim, conversaram. Ele explicou que estava tentando encontrar minha máscara, e ela rapidamente também tratou de tentar encontrá-la. Sem sucesso. Após mais ou menos 10 minutos, falei que podiam deixar, que provavelmente não conseguiríamos encontrar. Foram para onde seu grupo de quase clones estava. Na mesma pedra que estava apoiado, ainda fiquei por cerca de 10 minutos sozinho. Olhando para a água tentando encontrar qualquer resquício daquele bendito óculos que me custaria o olho da cara. Depois de perder as esperanças, e me preparar para ir almoçar. Vi um pequeno reflexo laranja na água. Logo pensei na pequena listra avermelhada que havia na máscara, e sem titubear, mergulhei e tateei o chão, até sentir a imensa alegria de sentir aquele objeto plástico nas mãos. Subi feliz à superfície e fui para a praia almoçar. De almoço, aquele arroz sem sal e tempero, que já havia até acostumado, com um frango e algumas frutas. Acho que ainda não comentei nesse relato sobre as frutas. Como são boas e abundantes. Serviam sempre de reflexo positivo na consciência, para não pesar muito o fato de estar tendo uma alimentação totalmente desbalanceada. Quem dirá meus companheiros amendoins torrados, e sanduiches de queijo e presunto da 7/11, que eram as refeições matinais, vespertinas e noturnas. O almoço era logo atrás da praia, embaixo da sombra das grandes árvores que a cerceavam. Durante a refeição, um visitante apareceu para alegrar os turistas e ser o centro das fotos por alguns minutos. Um lagarto gigante, da mesma espécie do que havia visto circulando no Lumpini Park em Bangkok. Depois do almoço e das próximas paradas do passeio, fomos embora. Dentro do barco, voltando do alto mar, senti aquela sensação de realização e felicidade que sentiria na volta para os hostels todos os dias da viagem. Após tomar um banho, fui até a orla, que também era o centrinho de Ao nang, ver onde iria almoçar e aproveitar e curtir o pôr do sol. Sentei na mureta que separava a rua da praia, e apreciei por bons minutos aquele belo fim de dia. Voltei para o hostel, para descarregar as fotos da câmera e celular no Drive. Depois de alguns minutos, voltei ao centrinho para almoçar. Fui a um barzinho, pedi uma cerveja Chang, e curtindo o som da banda que estava tocando, num estilo que imagino ser o reggae tailandês, curti a noite sozinho. Chegando ao Hostel, tentei comprar as passagens para a Malásia, onde iria encontrar um grande amigo que estava mochilando pelo sudeste asiático há alguns meses. Tentei comprar as passagens, mas não consegui. Tentei tanto pela AirAsia quanto pela Malaysia Airlines. Após algumas tentativas, consegui em uma delas comprar apenas a passagem de volta. Mandei mensagem no chat do Nubank, relatando o problema, e logo resolveram. Mas já estava tarde e deixaria para tentar comprar no dia seguinte. R$ 39,50 – Jantar + Cervejas R$ 95,00 – Passagem de Volta Malásia 05/02/2017 - Railey Beach – Acordei cedo, passaria o dia na famosa Railay Beach. Me dirigi a orla, de onde saiam os long tail boats para lá. O valor era tabelado em 200baths ida e volta. Em menos de 10 minutos o barco estava lá. Descendo no ponto de parada do barco, precisava atravessar a pequena vila de resorts, por dentro da mata, para chegar até a praia. Como não havia sinalização, fui seguindo o fluxo de pessoas, que naquele horário era bem pequeno. Em um ponto, por algum motivo, achei que deveria virar em lugar, e decidi não continuar os seguindo. Estava certo. Logo cheguei. Que visual. Andei por toda a praia, para reconhecer o local. Passei pelas rochas onde os aventureiros estavam escalando, passei pela Phranang Cave. Onde os locais depositavam seus objetos fálicos, em oferenda a uma princesa que não recordo o nome. Muitos turistas acendiam velas, para desejar fertilidade. Tirei apenas uma foto de longe, para mostrar para os amigos da minha cidade. Logo encontrei uma sombra embaixo de uma árvore, na praia, e tratei de estender minha toalha. Fiquei sentado um bom tempo, admirando o lugar. Próximo a mim, havia um senhor que alugava caiaques. Pedi para que ele olhasse minhas coisas, enquanto entrava na água com o caiaque. Fiquei apenas uma hora, parecia uma eternidade, e gostaria que tivesse durado para sempre. Que sensação fascinante, estar sozinho, do outro lado do mundo, dentro de um barquinho, no meio daquele mar fantástico, olhando de longe aquele visual de tirar o folego. Voltando para minha sombra, liguei o shuffle em minhas músicas no spotify, fechei os olhos e curti o som por algumas horas. Se não me engano, era em Railay beach que haviam vários barquinhos ancorados na praia, vendendo comidas. Fui em um deles e pedi um hambúrguer e um suco. Estavam dignos. Fiquei um bom tempo observando o pessoal fazendo escalada. Retornei para a praia de onde sairia o long tail para voltar à Ao Nang. Essa parte foi complicada. Precisava esperar juntar certa quantidade de pessoas, para que o barco voltasse. Porém, demorei a entender o porque de sempre ficar para trás. Cada ticket de volta tinha uma cor. E os barqueiros trabalhavam como em cooperativas. Só aceitavam passageiros com o ticket da cor daquela cooperativa. Depois de vários minutos, sem que nenhum dos benditos me avisasse, percebi que um casal que perambulava igual a mim de barqueiro em barqueiro, e também nunca eram aceitos, estavam com o ticket igual ao meu. Fiquei de longe observando sua busca. Quando encontraram um barqueiro que pediu que ficassem esperando ao seu lado, logo dei jeito de correr até o mesmo lugar, e também ficar esperando. Logo juntaram mais pessoas e saímos. Já em Ao Nang, no caminho para o hostel, comecei a perguntar em todas as bancas de venda de passeios/vans (são milhares por cidade, ainda bem que não me dei ao trabalho de fazer um roteiro ou reservar nada pela internet antes de sair do brasil) sobre os preços para vans com destino a Koh Lanta. Após perguntar em todas até chegar ao Hostel, tomei um banho, voltei para a cidade, procurando o 7/11 mais próximo para garantir a janta. Voltei a agencia que estava mais barata e comprei o ticket para a van. Retornei ao Hostel, consegui comprar a passagem de ida para a Malásia e lá fiquei até pegar no sono. R$ 11,00 – Café da Manhã R$ 20,00 – Barco Railay Beach R$ 20,00 – Aluguel Caiaque R$ 17,00 – Almoço R$ 280,00 – Passagem de Ida Malásia R$ 35,00 – Van para Koh Lanta R$ 7,60 – Janta 06/02/2017 - Koh Lanta (Long Beach) – Acordei bem cedo, fiz o checkout no hostel, e fiquei aguardando na área comum. Como ainda faltava algum tempo, resolvi ir ao 7/11 comprar algo para comer. Deixei minha mochila lá mesmo e saí (durante toda a viagem, minha mochila ficou jogada pelos cantos, nunca senti apreensão de roubo ou algo do tipo...) comprei um misto e um suco e voltei para a área comum externa do hostel aguardando minha van. Aliás, o misto da seven eleven foi o meu arroz com feijão da Tailândia. Peguei minha condução e parti. Koh Lanta é uma ilha bem grande, praticamente colada no continente. E ali havia paz. Fiquei no hostel mais barato de toda a viagem (Sonya Guesthouse)... O equivalente a R$16,00 a diária (sempre reservava no dia anterior, pelo booking ou hostelworld... quase sempre encontrava o mesmo hostel mais barato em algum deles), era um lugar peculiar, na parte de baixo ficava um restaurante e subindo as escadas ficava o hostel. O lugar era todo de madeira, as camas tinham mosquiteiros (bem úteis, aliás) e logo nos fundos ficavam os bungalows. A pior parte era o banho, frio... mas pelo preço, não dava para se queixar. O local ficava a cerca de 2-3 km da principal praia da ilha, Long Beach. Como a ilha era bem grande, a localização das pousadas, hotéis e hostels era bem privilegiada. Do caminho de meu hostel até long beach, praticamente todas as pousadas tinham sua própria praia particular... pois ficavam logo após a orla. Outra coisa que achei curioso na ilha foi a vegetação. Que cobre grande parte de seu território. Mesmo na orla das praias, e entre os hotéis, a vegetação era densa. O que ajudava a deixar o lugar com uma vibe ainda mais relaxante. No primeiro dia, apesar de ter lido relatos falando que a ilha era bem grande, e andar a pé seria cansativo, resolvi ir até Long Beach andando (andar sempre foi a primeira opção nessa viagem, e com certeza foi uma escolha sábia). Não foi uma caminhada fácil. Afinal, estava sob o sol tailandês das 15:00h. O visual da praia de cara era diferente de todas as que havia passado pelo país. O que havia entre a estrada e a areia da praia era uma espécie de reserva florestal. Com pinheiros gigantes (isso mesmo, pinheiros gigantes na areia). Estendi minha toalha na sombra de um destes pinheiros e fiquei. Ocasionalmente dava um mergulho no mar, e voltava para minha sombra. Era um momento de calma, contemplação e reflexão. Taí, essa tríade resume bem o sentimento de viajar sozinho na maior parte do tempo: CALMA, CONTEMPLAÇÃO E REFLEXÃO. Aquele visual diferenciado, proporcionou uma visão do pôr do sol bem dahora. Quando começou a anoitecer, marchei em direção ao hostel. Agora sim a caminhada foi tranquila, sem que o sol travasse uma batalha comigo a fim de derreter minha pele. Tomei meu banho gelado no hostel, fui a 7/11 comprar comida e escolhi duas variações de refeições congeladas. Como nunca dou sorte, mesmo escolhendo aquelas sem os dizeres de “apimentado” na embalagem, todas tinham pimenta. Dá-lhe refrigerante gelado. R$ 4,00 – Café da Manhã R$ 8,10 – Almoço R$ 9,30 – Janta R$ 48,00 – Hostel Koh Lanta (3 diárias) 07/02/2017 - Koh Lanta (Old Town/ Au Nuy Beach ) – Acordei, e fui comprar meu misto sagrado na 7/11. Saindo da loja, tive uma surpresa que seria meu martírio pelo resto da viagem... Recebi uma mensagem no celular, e adivinhe só? Minha internet ilimitada por 1 mês havia acabado depois de 7 dias. Sim, esse é o resultado de querer economizar e não comprar logo no aeroporto um chip, com pessoas que falam inglês melhor do que os caixas do mercadinho de rua. Perguntei na recepção do hostel onde e como poderia colocar créditos no celular... Me dirigi à 7/11 novamente. Como pode-se esperar, a atendente do supermercado não entendia bulhufas do que eu estava tentando dizer. Precisei mostrar a mensagem no celular (que estava tanto em inglês quanto tailandês) para que ela compreendesse. E agora me diga... quem é que disse que eu sabia qual o meu número? Havia jogado a embalagem do chip fora. Depois da tensão, rolei as milhares de mensagens que recebi quando fui ativar o chip e encontrei entre aquele alfabeto estranho para mim, algo que achei que pudesse ser meu número. E era, felizmente. Passado o drama e o gasto inesperado (que se repetiria mais vezes na viagem) decidi que iria alugar uma moto para rodar a ilha. Lojinhas de aluguel de moto nunca serão uma dificuldade na Tailândia. Estão por todo lugar e a burocracia é zero. Ao lado da 7/11 havia uma. Até então me preocupação era só uma: a última vez que havia sentado em uma moto tinha sido na prova do Detran, 7-8 anos antes. Porém, por toda parte se via idosos e crianças andando tranquilamente pelas ruas pilotando (sim, ver crianças de 9-10 anos pilotando motos vai ser uma imagem normal na Tailândia) e imaginava que não seria possível que eu também não conseguiria. Meu pensamento estava certo... qualquer pessoa que ande de bicicleta pode pilotar aquelas motos. E não, não é uma preocupação do dono da loja que você irá alugar, se você sabe ou não pilotar o veículo. As dicas para alugar moto são as mesmas que todos os relatos já trazem... se a moto estiver mais nova, confira se não há nenhum amassado ou risco e mostre para o cara da lojinha. Quanto mais fudida estiver a moto, melhor... quando você entrega-la não vão nem se dar ao trabalho de conferir. Nas duas ocasiões que aluguei moto, não tive problema algum. Deixei meu passaporte com os carinhas da loja, e ao devolver o veículo, me devolveram o passaporte. Porém, um amigo que encontrei na Malásia e que também tinha alugado moto na Tailândia passou por um perrengue. Em Koh Tao, alugou uma moto mais nova e não conferiu direito quando a retirou. Na hora de devolver, o cara da loja disse que ele a tinha riscado e que deveria pagar $100. Meu amigo ficou puto e falou que não iria pagar (até por que, com $100 você praticamente compra uma moto nova por lá). O cara da loja disse que só iria devolver o passaporte dele quando pagasse. O problema só foi resolvido quando ele chamou a polícia. Então a dica é: vá na moto mais fudida. Ter alugado a moto foi a melhor decisão que poderia ter tomado em Koh Lanta. Inicialmente fui até Old Town, que fica quase do outro lado da ilha. Chegando por lá, estacionei e fui andando pelas redondezas a pé. Nessa parte da ilha foi possível ver um pouco da rotina dos nativos... as crianças indo para a escola, os adultos para o trabalho. Em uma parte mais afastada havia um museu aparentemente abandonado, um templo onde as pessoas da região frequentavam e no início de uma estrada com floresta mais densa, as placas indicando a rota de fuga no caso de tsunamis. Voltei até a moto, e fui seguindo sem rota pelas estradas. Percebi o início de um pequeno trieiro na beira da estrada. Parei a moto, e fui descendo o barranco, seguindo a trilha, para ver onde daria. E desembocou em uma pequena praia. Fiquei curtindo o lugar por um tempo. Depois de alguns mergulhos, voltei para a moto e segui viagem. Em todos os trieiros que via pelo caminho, sempre parava e os seguia. Não dava outra: sempre tinha uma pequena praia deserta no final. A medida que ia ficando mais tarde, já passava a encontrar mais pessoas nessas praias. Esse dia me dei ao luxo de almoçar em um restaurante bacana, que estava próximo de uma das praias da ilha. O lugar visivelmente era caro... mas se tratando de Tailândia, ainda assim seria barato. Pedi um prato com peixe e um suco de manga. Mal sabia que o bendito curry continuaria me seguindo nas refeições da viagem. Mesmo assim valeu a pena. O garfo foi meu aliado na tentativa de separar o molho picante do peixe. Enquanto estava em uma das praias, resolvi olhar no maps os lugares próximos de Koh Lanta, a fim de decidir para onde seguiria viagem. Quando avistei o parque nacional de Khao Sok senti uma identificação muito grande à primeira vista. Resolvi pesquisar o que havia sobre aquele lugar na internet. Não encontrei muita coisa, praticamente nada. Mesmo assim decidi que aquele seria o próximo destino. R$ 4,60 – Café da Manhã R$ 20,00 – Crédito Celular R$ 31,00 – Aluguel Moto (2 dias) R$ 34,00 – Almoço R$ 11,80 – Janta 08/02/2017 - Koh Lanta (Ócio) – O último dia em Koh Lanta foi basicamente um dia de ócio. Curtindo o vento na cara, ao andar pelas estradas com várias decidas e subidas pelo caminho. Parando nas praias que tinha curtindo e fazendo simplesmente nada. A parte mais movimentada do dia, foi quando da procura por uma van que me levasse ao próximo destino. No fim do dia devolvi minha moto, peguei o passaporte e fui para o hostel, me atualizar sobre o que acontecia no Brasil. R$ 3,70 – Café da Manhã R$ 9,90 – Fone de Ouvido R$ 60,00 – Van para Khao Sok R$ 9,20 – Almoço R$ 3,00 – Picolé R$ 10,70 – Janta 09/02/2017 - Khao Sok – Acordei, tomei meu café da manhã e esperei pela van. Quando chegou, nos levou para uma outra cidade, esperando a baldeação que seria feita para as pessoas que iriam para Khao Sok. Aguardei um bom tempo – realmente não eram muitas as pessoas que procuravam esse destino – até que a van que nos levaria chegou. Partimos rumo à Khao Sok, chegamos já estava tarde... aproximadamente 15:30h. A vila de Khao Sok era minúscula. Só havia uma rua, que poderia ser atravessada em 20min. Quando desci da van, senti que tinha feito a escolha mais certa possível. Apenas de respirar aquele ar, me sentia mais vivo. Como meu protetor solar estava acabando, procurei algum supermercado. Essa vila foi o único lugar em toda a viagem que não encontrei uma 7/11. No único mercadinho do lugar, comprei um protetor solar maior, que durasse para o restante da viagem (Muito estúpido, uma vez que logo iria para a Malásia, e só estava com bagagem de mão). Andei um pouco pela entrada do parque e logo voltei para o hostel. Lá também havia a venda de passeios e todos propiciavam uma imersão diferente no parque (além de possuírem um preço bem salgado). Resolvi escolher o passeio do lago de um dia (também havia as opções de passar dois, três dias no parque), pois deveria estar em Koh PhanNgan no outro dia. Nesse hostel, não havia beliches. O quarto tinha formato de L e era composto por 8 camas simples. No meu, misto, só havia eu e mais duas inglesas. Como o local não tinha muito o que se fazer após o fim dos passeios, ao entardecer, logo ficamos amigos. Jantei no próprio hostel, havia uma sorveteria/restaurante na recepção. Os pratos eram fartos e baratos. Foi um belo achado para estadia nesses dias. R$ 6,00 – Café da Manhã R$ 40,00 – Hostel Khao Sok (2 diárias) R$ 150,00 – Passeio Lago R$ 19,00 – Repelente e Sabonete R$ 52,00 – Protetor Solar R$ 10,00 - Janta 10/02/2017 - Khao Sok (Day Lake Tour) – Logo no início do dia peguei a van para o passeio. Nossa primeira parada foi em uma cidade um pouco maior, paramos para fazer compras em um mercado popular. Aproveitei e comprei uma capa a prova d’agua para o celular... afinal, estava indo para um lago. Chegamos no píer de onde saiam os barcos para o lago. No passeio estava incluso água e frutas à vontade, além do almoço. Ajudei o guia a leva-los da van para o barco. Me sentei na proa do barco, único lugar sem sombra, porém com a visão mais fantástica possível. Partimos. Logo que o barco desatracou, tive a certeza que aquele seria o ponto alto da viagem. Poucos minutos depois, veio a confirmação. Que lugar espetacular. Como pode um lago tão grande possuir uma cor daquelas? E as montanhas rodeando todo o lugar?! Fiquei todo o passeio com um sorriso de criança na cara, de orelha a orelha. Só quem esteve naquele lugar e sentiu a magia daquela vibe, consegue partilhar do sentimento que toma conta de todo o corpo. Depois de quase uma hora navegando pelo lago, chegamos ao local onde iriamos almoçar. É também naquele lugar que dormem as pessoas que escolhem os passeios de maior duração. Existem várias cabaninhas, em ambos os lados do salão central onde ocorrem as refeições. Tudo suspenso, no lago. Após o almoço, calçamos os sapatos emborrachados que estavam à disposição e pegamos outro barco menor e seguimos em direção a uma caverna. Paramos na beira do rio, descemos do barco e seguimos mata a dentro. Passando por brejos (obrigado, sapados emborrachados), pulando troncos de arvore caídos no chão, atravessando cursos d’água pelo caminho. Em um destes cursos d’água, era preciso andar na ponta dos pés, e mesmo assim a água batia no pescoço, isso se a pessoa não pisasse em algum um lugar mais fundo, nesse caso ela afundava toda sobre a água – não é preciso dizer que passei por essa experiência, não é mesmo? Sorte que estava com a capa que havia comprado para o celular. Chegamos na entrada da caverna. O guia foi na frente, e os demais o seguiram. Ele estava com uma lanterna para iluminar o caminho, pois a visibilidade lá dentro era zero. No início sentimos o chão molhado, mas nem demos muita bola. Porém, a água foi aumentando, e logo estava batendo nos joelhos. Peguei o celular e liguei a lanterna. Afinal, não corria o risco de molhá-lo. Percebendo que as mulheres que estavam atrás de mim, estavam com bastante dificuldade, deixei que passassem na frente. Assim, poderia iluminar também o caminho delas. O nível da água foi só subindo, logo estava nos nossos pescoços novamente. Em um dos pontos havia uma elevação, que deveria ser subida com o auxílio de uma corda. A correnteza nesse ponto era maior. Depois disso o nível da água diminuiu um pouco, logo chegamos no final da caverna. E para a minha surpresa, havia uma cachoeira dentro da caverna. Isso mesmo, uma cachoeira descendo da rocha na caverna, com visibilidade zero. Achei aquilo sensacional. Saindo da caverna, pegamos o barco, voltamos para o ponto de apoio, devolvemos os sapatos, pegamos nossos pertences e aguardamos o barco que nos levaria de volta para à terra. Assim que o barco partiu para dentro do lago, me senti completamente realizado por estar naquele lugar, e ter tido a chance de passar por aquela experiência. Até hoje minha vontade é de eternizar esse momento, e fazer uma tatuagem de uma foto que tirei no barco, na volta do passeio. Ao chegar no hostel, comprei o ticket conjunto para Koh Phangnan, tomei banho e fui para o quarto. Não tinha chegado nenhum novo hóspede. Logo as inglesas chegaram e fomos compartilhar os passeios do dia. Elas também tinham achado o passeio delas fora de sério. Após horas de conversa, e graças ao formato bastante favorável do quarto, eu e uma delas tivemos um momento de intimidade para coroar o final da minha estadia nesse lugar fantástico. R$ 15,00 – Capa Celular Água R$ 30,00 – Entrada Lago R$ 65,00 – Van para Koh Phangnan R$10,00 - Janta 11/02/2017 - Koh Phan Ngan – O ticket conjunto que havia comprado, cobria todo o trajeto até Koh PhanNgan. Como a ilha ficava na costa oeste, a viagem foi longa. Quando cheguei o tempo estava fechado, e logo quando saí da balsa começou a chover. Por não achar outra opção, morri em um moto-taxi que queria me cobrar o olho da cara para deixar no hostel. Depois de chorar muito, ele abaixou o preço em 100 baths, mesmo assim ficou bem caro. Chegando no hostel, que com certeza era um local improvisado, fui tomar um banho. Não tenho dúvidas quanto ao caráter provisório do hostel, pois parecia um imóvel comercial que estava desocupado e o dono resolveu transforma-lo em hostel, devido à alta demanda na época da Full Moon Party. Eu tinha uma reserva em outro hostel, do lado da praia onde aconteceria a festa. Mas ela só começava no dia seguinte. Foi a única reserva de hotel que eu fiz no Brasil, pois já sabia que nessa data estaria na cidade para a festa. Terminado o banho, aconteceu o primeiro perrengue nessa ilha. A porta estava emperrada, e não destrancava nem a custo de reza. Como o Wi-Fi do lugar era um lixo, nenhum hóspede ficava no quarto. Só tinha um cara por lá. Mas como o banheiro ficava à parte, demorou uns 3 minutos até conseguir me ouvir chamando. Chegando lá, pedi para que ele falasse com o cara da recepção e trouxesse alguma ferramenta ou algo do tipo, para que eu tentasse abrir a porta (que era de PVC – dá pra imaginar o nível do lugar por aí né... kkkk) O funcionário da recepção entrou no banheiro ao lado e me entregou uma chave de fenda por cima. Tirei a fechadura da porta e consegui sair do bendito banheiro. Saindo de lá, fui agradecer o cara que me escutou e foi lá chamar o cara da recepção. Para minha surpresa, ele era brasileiro. Também estava viajando sozinho, acabamos nos tornando brothers. Já estava começando a entardecer, fomos andar pela cidade e ver como era a praia que no dia seguinte seria palco da festa mais maluca do país. Depois de andar um pouco, recebi a maldita mensagem de falta de créditos, e tive que recarregara o celular novamente. Aproveitamos que já estávamos no mercado para comprar bebidas. A ilha já estava completamente em clima de pré-festa. Por todo lado, turistas bebendo e dançando. A grande maioria dos turistas era de pessoas jovens, com menos de 30 anos. Além dos bares à beira mar, o centrinho ficava repleto de pontos de música, onde o pessoal se reunia e fazia sua própria festa. Os hostels também promoviam festas, e seus hospedes se aglomeravam nas portas. Andando pelos bares da orla, o brasileiro comentou que quando esteve em Phi Phi havia um comercio muito peculiar, de “ervas medicinais”, que ele havia adquirido e trago consigo. Em uma área da praia logo após os bares, nos juntamos a um pessoal que também estava curtindo aquela brisa do mar, para experimentar aquela especiaria. Realmente foi uma experiência muito agradável, tornou o restante da noite em algo do caralho. Andando pelo centro, encontramos um hostel que estava promovendo uma festa com tema latino. Com certeza aquele momento nunca irá sair da minha mente. A rua estava entupida de gente, todas as pessoas muito animadas, dançando bebendo e curtindo a vida. Provavelmente havia mais de 500 pessoas na festa que ocorria na rua em frente a porta do hostel. Ficamos ali curtindo aquela vibe por cerca de uma hora e depois fomos à procura do supermercado mais próximo comprar mais bebida (que ficava bem mais barato do que nos bares). Voltamos a andar pelas ruas da cidade, quando nos demos conta de que não lembrávamos mais onde ficava aquele lugar. Nessa hora olhamos um para o outro e pensamos na mesma coisa... por que diabos fomos sair daquele lugar?! Depois de andar bastante, encontramos a balada latina de rua e ficamos até tarde, depois voltamos andando para o hostel. A noite foi foda, mas precisava descansar para o dia seguinte... a tão falada Full Moon Party. R$ 7,20 – Café R$ 30,00 – Moto-taxi R$ 50,00 – Hostel (1 diária) R$ 20,00 – Crédito celular R$ 7,00 - Almoço R$ 20,00 – Bebidas
  8. FOMOS PRA SANTIAGO - CHILEEEE

    Bruna, vou dia 30/03 até dia 03/04. Vai estar nesse período?
  9. Torres del Paine, novas regras em 2017! Circuito W, 5 dias, 1 relato.

    Boa tarde Maiza. Tudo bem? Primeiramente gostaria de parabeniza-la pelo excelente relato da sua viagem para TD. Farei praticamente tudo isso mês que vem. Mas, para isso, gostaria de tirar algumas dúvidas com vc. 1- estamos com dificuldade de encontrar ônibus de El Calafate para Puerto Natales. Sabe de algum site que venda passagens com antecedência e informações de horarios? Estou com medo de não conseguir que lote. 2- consigo comprar todos os mantimentos em Puerto Natales mesmo??? Desde já agradeço a ajuda...
  10. Praga, Berlim e Budapeste - 12 dias (gastos detalhados)

    Que países você pretende visitar? Tem um pessoal que acha que pagar tudo em espécie é a solução de todos os problemas, mas dependendo do país que você for visitar, isto será uma das piores coisas em termos que economia que você pode fazer. Por exemplo, se você for para Rep. Tcheca, Hungria, Polônia, Croácia, etc, países que não usam o Euro como moeda, você não vai achar moeda destes países para comprar aqui no Brasil, e teria que comprar Euros, perdendo uns 5% na troca Real x Euros, e quando chegar nestes países, terá que trocar novamente os seus Euros para a moeda local, perdendo outros 5% na troca, totalizando uns 10% a 12% de perda. Levar Reais e trocar para estas moedas "diferentes" também não costuma ser uma boa ideia, pela pouca aceitação que o Real tem por lá, se você achar algum local que aceite trocar Reais, eles vão cobrar uma taxa de 10% a 15% pela troca... E ter uma perda de 10% a 15% só para evitar o cartão de crédito, é uma burrice na minha opinião pessoal, é melhor usar o cartão de crédito, mesmo com IOF, no final das contas ainda vai ser mais barato que ficar perdendo um monte de dinheiro em taxas de conversão das casas de câmbio. Mas se você for para países onde o Euro seja a moeda local, já pode ser mais interessante levar tudo em dinheiro vivo na moeda local, pois você consegue comprar Euros com facilidade aqui no Brasil e com pouca perda na conversão. Mas você não consegue pagar tudo com cartão, tem muitas coisas, como as pequenas despesas do dia-a-dia, que você precisa pagar em dinheiro vivo, e o contrário também, tem coisas que atualmente você só consegue pagar com cartão de crédito, como por exemplo passagens de metrô, pois em muitas cidades não há bilheteria em todas as estações, somente máquinas automáticas, que muitas vezes aceitam só cartão, ou então quando aceitam pagamento em dinheiro, não finalizam a compra por que não tem troco para aquela nota de 20 que você tem... Também tem a questão da segurança, Europa não é um paraíso de segurança que muitas pessoas imaginam, locais movimentos e cheios de turistas em Praga, Budapeste, Paris, Londres, Amsterdam, etc são o paraíso dos batedores de carteira. E o que você faria se no meio da viagem descobrir que a sua carteira com todo o seu dinheiro sumiu? Então a melhor alternativa geralmente é uma combinação dos dois meios, levar uma parte em dinheiro vivo (Euros, Libras) e uma parte em cartão de crédito, débito ou VTM, a proporção entre eles varia de acordo com a preferência pessoal de cada pessoa, e dos países que for visitar. Se a maioria dos países que você visitar usar Euro, dá para levar uma maior proporção de dinheiro vivo, mas se a maioria usar outra moeda, já começa a ser mais interessante pensar em levar no cartão, para não perder um monte de dinheiro nas trocas nas casas de câmbio.
  11. Antônio, nos 4 países eu usei um chip internacional da Sim4You. É lento na maior parte do tempo, pra uso de GPS é tranquilo, da umas travadas no sinal as vezes, mas vc pode usar em todos os países sem precisar esquentar a cabeça e a internet é ilimitada, porém não faz ligações.
  12. A água de Cambuquira foi eleita a segunda melhor do mundo, a primeira colocada secou..então. Circuito das águas de Minas Gerais. 17 ° dia - 20.01.2018 - Sábado Saída de Conceição do Rio Verde e chegada a Cambuquira Mg +-34 kms em aprox. 07:00hrs Acumulado: 424 kms O dono da pousada garantiu que deixaria café pronto para nós (pois sairíamos muito cedo, 05 da manhã ), acordamos e o café não apareceu, sorte que sempre carregamos mantimentos, mas mesmo assim gostei dessa pousada (apesar do calor monumental). Saímos às 05 horas, somente os garis varrendo as ruas do centro, atravessamos toda a cidade e pegamos estrada asfaltada sem acostamento e com pouco movimento de veículos. Logo chegamos na Br, viramos à direita e, aí sim, muito movimento de caminhões e veículos leves. Essa estrada tem poucas subidas e descidas, praticamente reta, paramos em dois postos para tomar café. O sol deu as caras lá pelas 09 horas, em alguns lugares tinha sombra, mas na maioria do trecho não tinha. Chegamos no trevo(depois de 04:30hrs, 860msnm) que vai para Lambari, e continuamos à direita, logo a frente entramos numa estrada de terra com subidas e descidas fortes, muita sombra, lindo visual de montanha. No topo (+-1000msnm em 06:15 de caminhada desde C Rio verde) chegamos num entrocamento e viramos à esquerda, continuamos subida leve, logo chegamos na periferia da cidade e mais uns 2 kms ao parque das água e hotel. Percurso com muitas plantações de milho, soja, criações de gado CAMBUQUIRA: Pequena cidade do circuito das águas de Minas Gerais, 950 msnm, não tem grande estrutura igual Caxambu e São Lourenço, tem alguns hotéis e pousada, restaurantes e comércio ativo. Povo muito hospitaleiro e gentil. Conhecemos o parque das águas ($3 por pessoa), apesar de possuir a melhor água mineral do MUNDO, eles não exploram esse potencial. Hospedagem: Hotel Cambuquira, fone: 035 3251-1449 próximo parque das águas, prédio e móveis bem antigo, mas limpo. Camas boas, ventilador, wifi, tv aberta, banheiro privado. Preço: $50 por pessoa com café da manhã. O hotel tem restaurante com Self-service a $35,90 o quilo. Amanhecr Somente asfalto
  13. Um dia na charmosa Poços de Caldas - fotos e roteiro

    Que legal o seu relato de viagem por aqui! Adorei! Acabamos de inaugurar o Hostel Travessia aqui em Poços de Caldas, se voltar vem nos visitar! Abraços
  14. Última semana
  15. Dia 17/12- Atacama- Passeio de Bike Acordamos cedo no outro dia porque iamos fazer o passeio de bike. Os meninos estavam mortos na cama, aparentemente de ressaca haha fomos numa loja comprar coisas para preparar nosso café da manhã e alguns snacks pro passeio. Compramos frutas, pão e presunto. Tomei um banho antes de ir e a água estava fria, quase congelei. Descobri mais tarde que o chuveiro funciona por energia solar (a partir das 9). Já tínhamos visto uns preços pra alugar a bike antes, mas pegamos o do nosso hostel, tinha desconto e já tava lá mesmo, pertinho de nós. Tomamos nosso café da manhã, pegamos a bike e a mulher do hostel nos deu umas dicas e um mapa, ela explicou direitinho o caminho que tínhamos que fazer, mas por via das dúvidas eu tinha o mapa offline da cidade. Meu medo era ficar perdida no meio do deserto hahaha. Começamos então a pedalar e o caminho não é difícil, basta seguir o mapa, havia umas pessoas fazendo o mesmo caminho então foi fácil. O foda mesmo é o calor, que é muito forte (alerta: PASSEM PROTETOR SOLAR), eu não tô brincando quando digo que é muito calor. Em alguns momentos o trajeto passa de asfalto para areia e dificulta pra pedalar, acaba cansando muito rápido. Como eu disse, é bem fácil o caminho, mas é beeeeem cansativo, sem falar na altitude que pesa né. Depois de uns 40 minutos chegamos na entrada. Tínhamos que assinar e pagar, o moço que trabalha lá informou que era obrigatório o uso de capacete, eu e a Carol estávamos, mas a Yolanda não. Ela não sabia e acabou não pegando, ela teve que voltar tudo de novo pra pegar o capacete, eu não tinha condições nenhuma de voltar pra lá, então nós nos separamos ali. Entramos e pedalamos mais e mais, atravessamos o rio, que serviu para nós refrescar. Iamos para Pukará de Quitor, mas acabamos indo pra Garganta del Diablo que é um lugar incrível, é como um labirinto infinito, sei lá, é bem extenso, na ida é como se fosse uma leve subida que você nem percebe. Lá é um lugar que rende fotos maravilhosas, com certeza. Depois de uma hora chegamos no começo de uma trilha para você subir no mirador, eu estava tão cansada que não tive pique nenhum de subir aquilo, tenho certeza que a vista é incrível, é bem alto, mas fica pra próxima. Tem uma outra trilha pra ir pra igreja também. Resolvemos voltar, pois estávamos acabadas, o legal é que lá tem várias trilhas que você pode fazer. Paramos pra comer no rio, e encontramos a Yolanda que disse que tinha ido para o sentido contrário em que estávamos, era um lugar que te levava para uma gruta, segundo ela, a ida é muito mais ingrime do que a que tinham acabado de fazer, tanto que ela nem conseguiu chegar até o final. Depois de comer, eu e a Carol resolvemos voltar porque já estávamos bem cansadas. Enquanto que a Yolanda foi pra Garganta del Diablo. Devolvemos a bike e fui tomar um banho, demorei bastante porque queria me dar esse prazer, mas eu demorei tanto que não consegui me despedir do Martin e do Emil que estavam indo pra Santiago, uma pena que passamos só um dia juntos. Fomos comprar nosso almoço, vulgo miojo. Porque gastamos quase todo nosso dinheiro no primeiro dia!!! É sério, estávamos quase sem dinheiro mesmo, queríamos gastar $100 no Chile todo. E já tínhamos gasto $120 só em San Pedro em um dia e ainda tinha Arica. Ok, mas não entramos em pânico. Ainda. Compramos miojo pro almoço e pro jantar haha Mais tarde o Paul nos chamou pra uma festa, chamamos o Gabriel (o chileno da Guacamole) e conhecemos a amiga dele, cujo nome não lembro. Chamamos eles para irem também. Era eleição naquele dia e por isso não tinham muitas pessoas na rua, procuramos a tal festa que o paul tinha dito e nada de encontrarmos, aparentemente não ia ter porque era dia de eleição. Os pessoal queria ir pra um bar, mas como não tínhamos muito dinheiro, voltamos pro hostel, também eu estava muito cansada e só queria dormir. GASTOS Bike: $3.000 (para 6 horas) Dois miojos: $1.100 Café da manhã: $950 (dividido pra três) 18/02- Termas de Puritama- Ida para Arica No outro dia... Acordamos 8h, pois a agencia ia passar lá 09h, fui comprar um Iogurte só pra enganar a fome e depois fomos fazer o check-out. Eles são bem pontuais, chegaram bem no horário. O nosso motorista era super legal e engraçado, inclusive ele se parecia muito com o Jaiminho do chaves, até a voz hahaha no nosso carro só tinha brasileiros, acho que eles reuniram todos os brasileiros e colocaram tudo no mesmo carro haha vocês lembram de um grupo de brasileiros que encontramos no Uyuni? Pois é, eles também estavam nesse carro hahaha foi bom vê-los de novo. Demorou uns 30 minutos para chegarmos nas termas, enquanto isso o motorista nos contou varias coisas interessantes sobre a cidade, ele disse que o rio que tem em San Pedro está secando e por isso a cidade sofre por conta disso, então tem uma obra pra aumentar o fluxo do rio. Ele disse também que as termas de Puritama tem esse nome porque "puri" significa água e "termas", quente. Finalmente chegamos e pagamos a entrada. Tem 8 piscinas nas termas, onde a primeira é reservada. As primeiras piscinas são mais quentes, conforme vai descendo vai ficando mais fria e mais vazia também. Lá tem armários pra guardar os pertences, então levem cadeado. Fomos pra quarta piscina mas ela estava meio fria e eu estava morta de frio, então fomos pra segunda. A piscina dois e cinco são as que tem queda d'água se não me engano. Acabou que ficamos só na dois mesmo, conhecemos um Brasileiro, chamado Alan, na verdade já tínhamos conhecido no carro, bem gente boa ele. Aquela piscina era bem quentinha pra ficar e a queda d'água era relativamente grande, chegamos lá às 10h mais ou menos e tínhamos até 12h pra aproveitar. Depois fomos ver um pouco das outras piscinas e admirar o lugar, onde a paz reina, lá é realmente um lugar pra relaxar, recomendo muito esse passeio! Voltamos pra San Pedro, compramos o almoço, vulgo miojo de novo. Descobrimos que nosso dinheiro tinha acabado e que teríamos que trocar mais, só que o dinheiro que havíamos trocado era pro Chile inteiro, ainda tinha Arica e já tínhamos gasto tudo e não foi por falta de responsabilidade, mas sim porque a cidade é extremamente cara. Trocamos bem pouco e decidimos que não dormiríamos em Arica, ficaríamos lá de manhã e a tarde iríamos embora, eu queria ficar mais tempo, mas realmente não dava. Fizemos nosso almoço e ficamos na área do hostel fazendo bosta nenhuma, conhecemos um chileno muito legal e ficamos conversando com o Paul e o chileno até dar 19h, hora de partir. Nosso hostel. Fomos andando pro terminal, que é bem pertinho, uns 10 minutos, viajamos com a Frontera del norte ate Calama, onde mudaríamos de ônibus. O ônibus estava praticamente vazio, o que foi maravilhoso porque eu podia sentar no lugar que eu quisesse. Eu posso dizer que aquela viagem teve a paisagem mais bonita até então, o sol estava se pondo e eu consegui ver o valle de la Luna, o por do sol estava realmente incrível, com umas cores que eu não sei descrever. Eu estava com sono, mas não consegui dormir de tão linda que era a paisagem! Em tres horas chegamos em Calama e ficamos uma hora esperando o outro ônibus, enquanto isso conhecemos o Kennedy e a Eloara, que vieram no mesmo ônibus que o nosso. Eles eram tão legais! Uma das melhores pessoas da viagem <3 Eles também acharam San Pedro extremamente cara e tiveram que antecipar a saída deles de lá. Fomos comprar alguns snacks e quando deu 22h15 embarcamos no outro ônibus, da mesma empresa. Agora seriam 8h de viagem. GASTOS Trocamos $20 deu $12.500 (Cotação: $1- $629) Miojo: $550 Iogurte: $650 Água: $650 (dividido pra três) Snacks: $650 (dividido)
  16. Olá Tiago, estou querendo montar um roteiro muito parecido com o seu. Tenho algumas dúvidas. Meu e-mail é [email protected] Se você puder me passar o seu contato lá pra trocarmos uma ideia eu agradeceria muito. Abraços e parabéns pelo relato!
  17. Faça vale a pena é tudo muito lindo
  18. @wadi.m muito interessante seu relato e as fotos! saudades desse país maravilhoso que é o México! e essa dica é fundamental para quem vai para a Cidade do México - que, aliás, é um mundo a ser descoberto!
  19. Chile: Primeira viagem internacional sozinha!

    ola @Juliane Fricks, tudo bom? estou indo a Santiago em agosto tbm. podemos trocar dicas. me passa seu whtasapp. abraço!
  20. Então, @vladimir.rav . Acabei nem comprado o cartão do transporte público de Salta. Na verdade só precisei usar uma vez, quando fui do aeroporto até a cidade. Depois não precisei mais. Mas vou procurar saber como conseguir e posto aqui.
  21. Parabéns pelo relato! Uma dúvida, que época do ano foi sua trip?
  22. @Janete Clara Carvalho Não troque Huaraz por nada! Aquela região menos turísticas é muito mais interessante que Nazca e Puno.
  23. Mochilão sem roteiro e com pouco dinheiro.. Bolívia..

    Amigo em relação ao seguro viagem ,como funciona cobre muitas coisas?
  24. SETE DIAS NA CIDADE DO PANAMÁ, 22 a 29 de AGOSTO DE 2015, SAINDO DE MANAUS – AM

    Infelizmente deletei de minha agenda! Abs.
  25. Florianópolis sozinha - Relato

    @abreu.amanda Oi querida! Não vi nenhum Camping... Mas com certeza tem por lá! Pesquisa aqui no grupo
  26. 7 dias no Peru (Cusco e Machu Picchu )

    Boa noite Thiago,sabe me informar qual foi a agência que você contratou para o vale sagrado? Tens o contato?
  27. Sobre as estadias e hospedagens El Fiodor - Puerto Natales Fiquei lá em duas ocasiões diferentes. Na primeir um pernoite, apenas de passagem para ir a El Calafate. Ele estava em obra e tinha um cheiro de tinner mto forte na recepção nesse dia. Tirando isso, achei bem aconchegante e limpo por dentro. Na segunda ocasião fiquei duas noites. Vi que na verdade não era um lugar bem improvisado. O dono, chamado Samoel, é um cara bem bacana que tem um táxi e tá sempre disposto ajudar, mas está sempre resolvendo coisas e não para por lá na recepção. O espaço em si é muito improvisado. A cozinha tem muitos utensílios velhos e desgastados. Há um quarto imenso que deve ter umas 8 beliches. O banheiro é limpo, mas coletivo, como um vestiário. Pedi ao dono para deixar o mochilão de graça até a volta do circuito W e ele aceitou de boa. Isso foi bem bacana. A diária é bem barata, apesar de fazer a reserva pelo booking ele me cobrou menos do que previsto lá. Ficou por 10 mil pesos em dinheiro (não aceitam cartões). A cama é boa, há guarda volumes e calefação na sala e em alguns quartos. Enfim foi tudo ok, mas é preciso entender que é um hostel improvisado. América del Sur - El Calafate O que me levou pro América del Sur foi a vista. Ele fica numa parte alta de El Calafate, com vista linda do Lago Argentino e um por do sol convidativo. Fica a 10 minutos do centro, e na volta é preciso subir uma ladeira. Os quartos são bem estruturados, luminária individual para cada cama, banheiro em cada quarto, super limpo e tudo mais. O que me incomodou no América del Sur é o próprio sucesso dele. Ele é imenso e muita gente está lá ao mesmo tempo. Vive lotado. Há uma circulação imensa de pessoas a ponto de você ter que esperar alguns bons minutos pra tirar uma simples dúvida na recepção. A toda hora tem gente saindo e chegando. Ademais, ele tem um bar super movimentado e todo dia tem um churrasco liberado por ar$ 350. Rolou até show ao vivo certo dia. Eles fazem câmbio a uma taxa não muito boa, têm computadores para uso gratuito, fazem impressão se você precisar ( por ar$10 a folha) e agendam passeios e passagens. Em serviços eles são imbatíveis. A cozinha é boa, mas ficou devendo por conta das geladeiras. Ambas ficam lotadas e não fechavam bem. Além do abre e fecha constante nada gela direito. A diária é um pouco acima da média de El Calafate. Eu gosto de sossego, lugar tranquilo. Se sua pilha é clima de agitação, música, muita gente e bom serviço, o América del Sur é pra você. Condor de Los Andes - El Chaltén Este hostel é interessante. Tem uma localização muito boa, bem próximo à rodoviária de El Chaltén. Tem um espaço bom para refeições e uma cozinha boa e bem equipada. O café da manhã é simples,dois pães, dois tabletes de manteiga e duas marmeladas. Suco,café e leite é liberado. O quarto é pequeno, tem seis camas e banheiro próprio. Há guarda volumes para quatros pessoas apenas. A Internet é muito lenta, mas não consegui saber se isso é do hostel ou se em toda El Chaltén é assim. O valor da diária é justo, dentro da média da cidade. Enfim, achei bem de boa. Sol de Invierno - Punta Arenas Fiquei apenas um pernoite nesse hostel, já que no outro dia fui cedo para Ushuaia de ônibus. A impressão geral foi muito boa. Fica uns 10-15 minutos da garagem da Bus Sur, numa rua não muito movimentada próximo ao centro. O hostel parece bem novo e muito limpo. Tem calefação nos quartos, tomadas próximo à cama, armários para guardar coisas de valor e banheiro com boa estrutura. A Internet é boa. Pedi para adiantar o café da manhã por causa do meu ônibus e fui atendido prontamente. O café da manhã é simples, café, leite, pão, manteiga e geléia, uma fruta. A única decepção ficou por conta do pagamento. Fiz reserva pelo booking e o preço é algo como CHP 13.000. Qdo fui pagar ele disse que era 16.000. Perguntei pq e ele disse que no booking aparece o valor sem IVA, mas o hostel não possui o cadastro necessário para evitar a cobrança do IVA. Deviam avisar né, pelo preço não achei uma boa relação custo benefício não. Cruz del Sur - Ushuaia Não lembro muito bem porque, mas foi difícil encontrar um bom hostel em Ushuaia. Acho que deixei mto em cima da hora, então as opções não eram mto boa. O Cruz del Sur foi legal pelas pessoas que conheci, mas o hostel tá ali entre o ruim e o razoável. Os quartos são bem pequenos, difícil se mexer lá. Apesar de o atendente ser brasileiro, o atendimento não é bilingue. O Marcelo, brasileiro que trabalha lá é uma simpatia, mas ele mal fala espanhol e inglês. Muita gente perdida. Aliás, achei bem estranha essa relação de trabalho lá. Ele dorme num quarto no hostel e é o único atendente lá. Não tem outro funcionário na recepção. Praticamente ele acorda trabalha, come e dorme no hostel. Tinha uma cara de exploração seria de mão de obra estrangeira. Duvido muito que ele seja contratado de forma legal. Talvez eles não tenham nem visto de trabalho do mercosul. O café da manhã é bem ruim. Pra começar o horário é mto tarde, 8h30. Eles pegam pão congelado, esquentam no forno e colocam pra gente. O suco é daqueles em pó. Manteiga, doce de leite e leite completam o cardápio. Bem fraco! Pra compensar o banheiro é limpo e os quartos tb. E a localização é muito boa, perto de tudo. A Internet é boa apenas nas horas mais vazias. Aceita apenas dinheiro, em dólar ou peso. É uma pena pq o espaço do hostel é legal, mas os pontos negativos pesaram.
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