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Relatos de Viagem

Mostrando tópicos com tag 'Relato' e postado nos últimos 365 dias.

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  1. Recentemente
  2. Olá. Por favor, vocês tem o tracklog da trilha ? Podem disponibilizá-lo ? Obriagado.
  3. Hoje
  4. Obrigado, Darlyn e Beatriz, temos que fazer uma trilha aqui em Chapecó uma hora dessas. Darlyn deve saber que a Beatriz também é de Chapecó, né? Ela me disse que conhece trilhas legais por aqui, perfeitas para um final de semana sem programação especial. Vá mesmo ao PP, Darlyn, vale a pena, é mágico. Enquanto estava lá, "sofrendo" com a cargueira, jurava que não voltaria. Foi só chegar em casa, ver as fotos e lembrar de tudo de bom que passamos e já estou louco de vontade de repetir a aventura! Planeje bem e escolha um final de semana com previsão de tempo seco, porque aquela trilha molhada deve ser o inferno na terra, além de não se poder ver nada.
  5. Nossa, Esse trecho estava sendo asfaltado em 2013!!!!!!! Que incompetência deles. Compra um compressor pequeno e portátil da Schultz. Ajuda mesmo. Abraço.
  6. 20 dias no México

    @michradu É o que digo,aqui no Brasil se encontra por 0,18 até 0,17.
  7. Ontem
  8. Galápagos - Relato - 8 dias em 3 ilhas

    @Evandro_Paiva Bom, em Santa Cruz, como tinha falado, eu acho imperdível ir fazer o tour pelas terras altas para ver as tartarugas gigantes. Aí tem que ver se você curte essas coisas. Os 2 principais tours em Santa Cruz são para Isla Bartolomé e Seymour Norte. Islá Bartolomé é uma imagem que sempre aparece de Galápagos com o morro e as duas praias, uma de cada lado de um pedaço de terra. Seymour Norte é um local com muitos pássaros. Esses dois tours são bem concorridos... Eu não fui em nenhum dos 2 (Tentei ir para Isla Bartolomé, mas estava lotado por vários dias), mas deve ter um motivo para serem tão concorridos! Devem ser bem bonitos. Em Isabela o principal tour é Los Tuneles. Também não fui porque estava lotado nos dias que estava lá. Nesse tour é possível ver cavalos marinhos no snorkel. Eu gostei do passeio para o Muro das Lágrimas. Acho que já que está lá, vale a pena fazer. Também tem o tour para o vulcão. É o dia inteiro andando... Esse não despertou muito meu interesse, mas muita gente faz esse lá em Isabela. O resto é isso que eu fui que postei no relato. Aí vai de gosto. Espero ter ajudado! Se tiver alguma dúvida, é só falar! Abraço, Felipe
  9. Buenos Aires, 5 dias - 4 pessoas

    Pelo visto a Argentina está barata para se chegar, mas extremamente cara para estar.
  10. ACONCÁGUA DEZ/2016 - RELATO

    @GERALDOGFILHO Estava com 2 amigos que esta bem mal fisicamente, so pra vc ter ideia, teve uma que nem conseguiu chegar ate Confluencia. O terceiro que estava bem so tinha permissão para 3 dias entao fomos ate o mirador Plaza Francia. Eu sou meio cagão de continuar sozinho, ainda mais a travessia para Plaza Mulas que nao é facil.. que ja fiz na vez anterior.. e como não tinha mais ninguem o acampamento estava meio vazio entao fiquei mais 1 dia e vim embora. Foi beeem frustante.
  11. Peru 25 dias

    Ola!! Estou indo em Julho, pra fazer Bolivia, Chile e Peru... Uma duvida: Vc levou seu dinheiro em dolar ou real mesmo? O que vale mais a pena?? Obrigada, Abraço
  12. Bom dia. não consegui baixar a planilha. pode mandar no meu email? [email protected]
  13. Tailândia - 15 Perguntas Frequentes

    Bre, a internet é excelente! O 4G funciona super bem e é super fácil vc comprar chip quando chegar! Boa viagem!
  14. Istambul em 10 Dias (R$291,60 ou $91,13)

    Antes de sair perguntando eu viajei com bastante tempo e nada melhor que voltar a Istambul para uma mini temporada, na primeira vez que estive em 2015 fiquei 4 dias inteiros, desta vez resolvi ficar 10 e explorar com mais calma algumas regiões novas. Vamos aos números que muita gente gosta de saber. Dias: 10 Noites em Hostel: 3 Couchsurfing: 7 Valor Gasto em Real: R$291,60 ($91,13) Média Diária em Real: R$29,60 ($9,11) Planilha com todos os gastos: https://goo.gl/btbLUM Vale ressaltar que estive hospedado com couchsurfing que acaba gastando muito menos, como não paguei para ver atrações turísticas o valor é este mesmo. Como eu já tinho ido a vários lugares pagos em 2015 não achei necessário repetir, além de caro não seria nenhuma surpresa para mim. Peguei um voo direto de Varsóvia (Polônia) para Istambul, a primeira coisa para ser fazer na cidade é um cartão transporte que vale no metrô, bondes e ônibus, você vai precisar, nem adianta tentar pagar com dinheiro. O mês foi início de setembro com um clima impressionante perfeito, acho que peguei apenas 1 dia nublado e com temperaturas acima dos 25 graus. Fonte de Tophane, durante o século 18 serviu de fonte de água pública Minha sugestão para 3 ou 4 dias na cidade é dividir em setores, não somente em Istambul mas qualquer cidade gigante, não faz sentir se matar de andar em dois dias para tirar foto e ir embora. Andar pelo centro histórico (apesar de praticamente toda a cidade ser histórica) é fácil, o trânsito é assustador principalmente nos horários de pico, então fica a dica para evitar deslocamento nestes horários. Os dois primeiros dias fiquei em um hostel na região de Karaköy, custou por volta de $8,33 dólares, só valeu mesmo por estar perto de onde gostaria de explorar, por este preço não espere grande coisa em Istambul. Mas serviu principalmente para não ficar subindo a descendo os morros de Karaköy, por lá fui fácil até a Praça Taksim. A Praça Taksim é um dos point durante o dia, várias opções para comer por menos de 10 Liras Igreja Santo Antônio de Pádua, uma igreja católica no centro de Istambul Uma das atrações principais da cidade é a Torre de Gálata, onde você vai deixar algumas liras para subir nela, nenhumas das duas vezes senti curiosidade, mas as fotos na internet são bem interessantes, tem fila até mesmo no inverno mas é tranquilo. Não espere conseguir uma foto dela sem uma lente de ângulo aberto, pois a bichinha é grande mesmo com mais de 66 metros de altura. A Torre de Gálata de 1348, foi fez parte da expansão da colônia genovesa de Constantinopla A Torre de Gálata se destaca até mesmo do outro lado do Rio Bósforo A Avenida İstiklal é uma boa pedida para quem deseja comprar produtos de marcas e comer em bons restaurantes, existe um bondinho clássico fazendo uma rota até a Praça Taksim, mas desta vez estava em reforma e nem vi a cor dele. Nestes dois primeiros dias eu andei com muita calma na região e garanto que foi uma ótima escolha ficar hospedado ali. Apesar de não estar exatamente perto do meu hostel resolvi ir até Beşiktaş, por lá encontrei centenas de pescadores e gatos tentando roubar os peixes. Por lá também tem a Ponte do Bósforo que une o lado Europeu o Ásiatico da cidade, mas não pode cruzar a pé, então tire o seu cavalinho da chuva. Meu primeiro couchsurfing da viagem pela Ásia, um casal que sabe como ninguém fazer uma jantar Consegui um casal para ficar em sua casa, eles moram pertinho do aeroporto Atatürk, o que não é exatamente perto mas fácil para chegar ao centro. A recepção dos Turcos foi em grande estilo, extremamente simpáticos e simples como todos que conheci durante a minha viagem. Tempo colaborando decidi explorar o Distrito de Sultanahmet, onde se encontra as principais atrações da cidade e também claro um monte de turistas, lembrando que a Turquia é um país seguro para viajar, mas podem acontecer atentados terroristas sim. Fiz com calma a Mesquita Azul, Hipódromo e seus arredores, Basílica de Santa Sofia que é paga eu não entrei, o mesmo para a Cisterna da Basílica e o Palácio de Topkapı, os quais visitei na minha viagem para Istambul em 2015. A Mesquita Azul é um dos pontos mais visitados entre os turistas O interior da Mesquita Azul é de impressionar Hipódromo de Constantinopla foi o centro esportivo e social da capital do Império Bizantino Pode anotar uma coisa, na sua primeira vez para ver esta pequena região você vai precisar de um DIA INTEIRO, não adianta inventar moda que é quase impossível especialmente pois o Palácio é bem grande, uma dica minha é terminar o dia comendo um sanduíche de peixe ali na Ponte de Gálata, custava uns 10 Liras em 2017, é bem simples tipo pão com peixe e deu, acredite você vai voltar para comer outras vezes. Dentro destes coloridos barcos tem sanduíche de peixe, uma tradicional delícia de Istambul Continuando a explorar partes não lotadas de orientais resolvi andar por Fatih, uma antiga região da Constantinopla que fica uns 30 minutos andando de Sultanahmet. Separei uma tarde inteira e sem um gps você acaba se perdendo nas centenas de curvas e subidas, em baixo existe uma rua principal para os turistas. Alguns moradores parecem não gostar muito da presença de gringos, bom para observar locais de verdade. Lá existe um colégio grego, algumas igrejas em reformas devido a sua idade e um mirante com vista para a torre de Gálata, o bom mesmo é andar sem guia e ir descobrindo cada canto de Fatih. Prepare-se para encontrar muitas subidas em Fatih Algumas mulheres escolhem cobrir o corpo todo, não é uma obrigação religiosa Aqueduto de Valente, do ano 368 era responsável para a chegada de água até Constantinopla Se quiser combinar no mesmo dia é possível com uma caminhada até o Spice e Grande Bazar, como o nome fala são dois enormes lugares onde você pode comprar de tudo, eu falei tudo mesmo dentro de uma normalidade, joias, roupas, brinquedos, chás, tapetes, louças, decoração em geral. Se você vai com a intenção de comprar algo só digo boa sorte, algumas horas do dia se torna irritante andar por ruas entupidas de gente, como da foto abaixo. Espere encontrar turcos e árabes falando bom dia para você, afinal de contas Brasileiros são facilmente reconhecidos, também preços nas alturas para você treinar o seu poder de barganha, o normal é começar com 3 ou 4 vezes mais caros que o normal. Se você não fala Turco não tem problema, os vendedores sabem quem comprar souvenir é gringo, e eles vão fazer o possível para lhe vender, quase comprei um tapete e eles mesmo enviam para o Brasil, coisa fina. Não espere encontrar muito espaço para andar no Grand Bazaar de Istambul Chá é coisa séria na Turquia, e eles são incríveis. Também espere pagar bem caro O Grand Bazaar é enorme sendo impossível ver todas as lojas, mas tudo é separado por tipo O Grand Bazaar fica aberto até umas 7 da noite, melhor mesmo é ir bem cedo Comer em Istambul é muito fácil, desde uma simples torrada, kebab, peixe ou arroz com frango você vai encontrar opções baratas até bem caras. Como sempre eu gosto de economizar e comer onde os moradores vão, com 10 Liras é possível fazer um almoço regular. Fica humanamente impossível falar o que e onde comer na cidade, só não vale ficar indo em fast-food na Turquia. Nos meus últimos 4 dias na cidade acabei ficando na casa de uma brasileira que trabalha com turismo, voltando para Gálata por sinal, com um razoável sistema de metrô é possível de deslocar pela cidade, uma pena que ônibus seja mais funcional, ou pelo menos tenta pelo horrível trânsito. Entendo que como Istambul seja muito antiga é difícil construir metrô para todas as regiões. Uma volta durante a noite é altamente recomendável, especialmente para conferir as iluminações das várias mesquitas, no verão eu garanto que foi muito melhor que em janeiro, onde o vento foi complicado. Muito comum este copos com saladas serem vendidos perto da Ponte de Gálata, 2 Liras Basílica de Santa Sofia A Mesquita Azul fica mais bonita durante a noite Resumo da ópera, Istambul não é uma cidade para apenas 2 ou 3 dias e muito menos para uma visita na vida. Mesmo quem não goste de cidade grande acho difícil não se apaixonar por este lugar, não espere uma Europa organizada ou limpa, espere sim encontrar muita gente legal pelo caminho, especialmente quem hospeda viajantes pelo couchsurfing. Foi minha segunda visita na cidade, onde os 10 dias passaram voando. Não escrevo dicas do que fazer pois isto vai depender do gosto de cada um, considero mais importante viver o clima de uma cidade e suas pessoas, do que apenas ficar visitando pontos turísticos. Aproveite e me siga nas redes sociais, os vídeos tem no Youtube! ► Facebook - https://goo.gl/ImCxnH ► Google - https://goo.gl/VWWAIH ► Instagram - https://goo.gl/Dhr0To ► Youtube - https://goo.gl/t7psfL
  15. Olá mochileiros e mochileiras! Voltamos e dessa vez com uma viagem bem caprichada! Se você têm acompanhado nossos relatos por aqui, sabe que já tivemos alguns finais de semana e alguns bate-e-volta a partir de Invercargill (Catlins e Peninsula Otago; Te Anau e Milford Sound; Queenstown). Pois bem… dessa vez partimos para uma semana inteira de descobertas em terras maoris. O fato é que Diego soube que teria duas semanas de férias da pós (break de meio de semestre) e decidimos antecipar alguns de nossos planos para o último mês de Nova Zelândia. Como voltaremos para o Brasil em agosto, a idéia inicial era aproveitar julho – após as aulas – para conhecer os lugares mais distantes de IVC. Porém, julho significa inverno que por sua vez significa restrição em alguns dos nossos pontos de interesse devido neve, condições climáticas e riscos de avalanche. Assim sendo, lá fomos nós planejar uma semana viajando pela Ilha Sul. O roteiro original tinha 8 dias/7 noites, mas em nome da economia consegui apertar e fazer nosso roteiro caber em 7 dias/6 noites. Partimos para a viagem com o seguinte cronograma: 1º dia: Twizel e Pukaki (noite em Twizel) 2º dia: Mount Cook: Hooker Valley e Kea Point Track (noite em Mount Cook Village) 3º dia: Mount Cook: Blue Lakes; Tasman Glacier e Red Tarns Track (noite em Twizel) 4º dia: Tekapo (noite em Twizel) 5º dia: Mount Aspiring National Park: Rob Roy Track (noite em Wanaka) 6º dia: Roys Peak Track (noite em Wanaka) 7º dia: Blue Pools; Arrowtown e volta para casa. No meio da viagem mudamos os planos (conto por quê ao longo do relato!) e o roteiro feito foi: 1º dia: Twizel, Pukaki e Tekapo (noite em Twizel) 2º dia: Mount Cook: Hooker Valley; Kea Point e Red Tarns Track (noite em Mount Cook Village) 3º dia: Mount Cook: Blue Lakes; Tasman Glacier View e Twizel: Twizel Walkway (noite em Twizel) 4º dia: Mount Aspiring National Park: Matukituki Valley; Diamond Lake e Lake Wanaka (noite em Wanaka) 5º dia: Roys Peak Track (noite em Wanaka) 6º dia: Blue Pools; Arrowtown e Lake Hayes (noite em Shotover River) 7º dia: Glenorchy e volta para casa. 1º dia: TWIZEL, PUKAKI e TEKAPO Saímos pouco depois das 7h embaixo de uma friaca e tendo que tirar o gelo do parabrisa do carro. O fato é que nos dias que antecederam a viagem tivemos uma frente fria que derrubou a temperatura em diversos pontos do país e, inclusive, causou estragos com os temporais em Auckland. Mas como não tem tempo ruim que tire a vontade de viajar, lá fomos nós! O destino era Twizel e isso nos daria cerca de 4 horas e meia de estrada pela frente. O frio havia coberto de gelo os gramados e pastos pelos caminho, mas a estrada felizmente estava de boa. Bem, já devo ter falado isso nos outros relatos: se tem uma verdade sobre viajar na Nova Zelândia é que as estradas são lindas – sempre. Por esse motivo acredito que a melhor opção de transporte seja alugar um carro para poder parar em todos os lookouts pelo caminho e que as viagens devam ser feitas sempre durante o dia (além de ser uma precaução para evitar possível gelo no asfalto e de ser mais seguro, visto que todas as estradas que pegamos até agora são mão dupla e com alguns pontos mais estreitos). No caminho, destaque para o Lake Dustan, The Bruce Jackson Lookout (em Cromwell) e Lindis Pass Viewpoint (o lookout mais anunciado de todos: 15km de distância já tinha placa! Mas o lookout em si não é tããão lookout assim... ). Lindis Pass liga as regiões de Mackenzie Basin com Central Otago, em uma altitude de 971m acima do nível do mar. Chegando em Twizel fomos recepcionados pelo Lake Ruataniwha e provalvemente não encontrarei palavras para descrever o quão azul é esse lago. Eu havia visto algumas fotos na internet, mas tinha certeza que o Photoshop rolava solto… até vê-lo pessoalmente. Algumas fotos depois seguimos viagem em direção à Pukaki. Havia lido sobre uma trilhazinha de 10 minutos chamada Pukaki Boulders e fomos direto para lá. Essa trilha começa na estrada que vai para o Mount Cook e achá-la não foi tãããão simples: o Google Maps não a localiza e a placa não está na beira da rodovia, portanto passa facilmente despercebida. Pukaki Boulders foi o primeiro “ponto de interesse” da NZ que não tinha estacionamento – e como as estradas daqui não têm acostamento, precisamos parar o carro meio de banda no gramado. 5 minutinhos de caminhada e chegamos em umas pedras – fim de linha. As pedras eram as “boulders”, que foram parar ali na era glacial. Nada de mais. Nadica mesmo. Economizem esses 10 minutos e façam qualquer outra coisa mais legal! De lá voltamos para a SH8 (a rodovia de Twizel) e seguimos em frente rumo ao Lake Pukaki, também de um incrível azul. O I-Site (centro de informações ao turista) fica na beira do lago e obviamente estava cheeeeeio de turistas. Uma dica é seguir para qualquer outro estacionamento (existem vários ao longo do lago!) e fugir da galera. Ainda eram umas 14h e como o dia estava ensolarado (contrariando as previsões), decidimos esticar até Tekapo, 30 minutos de distância. Bem no começo da cidade você já encontra o lugar mais famoso por ali, a Church of the Good Shepherd. A igrejinha de pedra fica na beira do lago, com as montanhas nevadas ao fundo e é a coisa mais linda e pitoresca – e cheia de turista. Muuuuuitos. Saímos para desbravar a orla do lago e na volta consegui uns 5 segundos sem ninguém na frente da igreja. Hahahaha! Seguindo com o carro, contornando o lago, paramos na Old Homestead Picnic Area e o lugar era tão gostoso (e ver o lago era tão lindo) que ficamos algum tempo por ali. Estávamos esperando o sol baixar um pouco para seguir para o topo do Mt. John Observatory. Wanaka faz parte da Aoraki Mackenzie International Dark Sky Reserve e seu céu é considerado um dos melhores do mundo para ver as estrelas. O observatório oferece tours (o mais barato sai $140), mas nossa viagem era low budget e o tour não cabia no nosso bolso, hehehe. A idéia era apenas subir até o observatório para ver Tekapo lá de cima, mas chegando lá a estrada estava fechada (tem uma cancela no início da subida) e não entendemos se isso é recorrente ou se demos azar. Enfim, não subimos. Voltamos para Pukaki e paramos novamente no lago para ver o pôr-do-sol. As nuvens que estavam no topo das montanhas durante à tarde haviam diminuído e conseguíamos ver o Mount Cook. O sol foi embora, o frio tomou conta e fomos pro hostel. O High Country Lodge, em Twizel, é um hostel bem simples e o maior ponto a seu favor é a localização (tudo bem que Twizel deva ter umas 6 ruas… ). Ao lado dele tem uma Liquor Store (loja que vende bebidas – aqui na NZ não são todos os mercados que podem vender bebida alcoólica), um mercado e um mall que na verdade é todo o centrinho da cidade. Tem uns barzinhos boitinhos também, mas como nossa viagem foi na base do economizar o que for possível, comemos no hostel mesmo! A cozinha do hostel tinha tudo que precisávamos, mas dava uma deslizada na limpeza (aliás, esse é um ponto interessante: grande parte das pessoas por aqui não têm toda aquela dedicação para lavar louça e muitas vezes nem bucha você encontra – saudades, detergente Ypê e Scotch-Brite! ). Ficamos em um quarto compartilhado com 2 beliches bem barulhentas, mas na primeira noite não tinha mais ninguém no quarto conosco. $35/noite por cabeça. 2º dia: MOUNT COOK NATIONAL PARK Partimos cedo sentido Mount Cook National Park, cerca de 40min de distância – e sim, a estrada mais uma vez é linda e sim, você consegue ver o Mount Cook lindão à sua frente. Contrariando a previsão do tempo, não choveu o dia toooooodo e conseguimos fazer a primeira trilha no seco. A primeira escolha foi a mais famosa por ali, a Hooker Valley Track. É uma trilha de 10km bastante tranquila, com 3 pontes suspensas pelo caminho. Você começa apreciando o Mueller Lake e termina com a visão incrível do Hooker Lake/Glacier e Mount Cook – que nesse momento estava praticamente todo descoberto . As placas sinalizam 3h return para essa trilha, mas levamos 1h10 cada trecho, apenas. O caminho todo é bem bonito e com certeza é um must-do. No início do caminho você encontra uma indicação para a Freda’s Rock: Freda du Faur, australiana, foi a primeira mulher a escalar o Mount Cook/Aoraki e essa pedra é onde ela tirou a foto para registrar o feito – isso foi em 1910 e a foto está reproduzida no local. Palmas para Freda! Também tem um memorial construído em 1922 em homenagem a alpinistas que foram atingidos por uma avalanche em 1914 e somadas à homenagem inicial você encontra diversas outras plaquinhas de outros montanhistas vítimas de quedas ou avalanches por ali . Ao voltarmos para o estacionamento o tempo já estava nublado e havia começado uma chuva fina (se você está na NZ, principalmente em áreas montanhosas – ou em Invercargill, hahaha – nuuuuunca esqueça sua jaqueta e calça impermeáveis). Seguimos para Kea Point Track, apenas 2.8 km. Essa trilha, também tranquila, termina em um mirante para o Mueller Lake e, se o tempo colaborar, parece que você vê o Mt. Cook dali também – não sabemos. A chuva apertou e fomos para o hostel fazer o check-in. Como ainda eram umas 15h30, decidimos encarar o clima inóspito e fazer a Red Tarns Track, uma trilha que começa no meio da vilazinha, com previsão de 2h return. Prestem atenção na descrição: você caminha uns 100m, atravessa uma pontezinha e encontra uma escada – e a escada nunca mais vai acabar. É 1h subindo degrau, 300m de ganho de altitude. Lembra que tava chovendo? Pois é. No meio do caminho era só neblina e não vimos nadica de nada ao redor. No final da trilha tem um laguinho com umas plantinhas que deixam ele meio avermelhado e, por conta do tempo, tinha um pouco de neve também. Voltamos encharcados e sem joelhos. Talvez em climas mais amigáveis a vista lá de cima impressione! O hostel em Mount Cook Village foi o primeiro a ser reservado da viagem. A vila é minúscula e só encontrei 2 opções de hostel fora as opções de chalés e hotéis mais caros, o que faz a disponibilidade ficar bastante restrita. Ficamos no YHA, uma rede presente em toda a NZ e filiada ao Hostelling International. Nosso dormitório tinha 4 beliches, mas era todo bem estruturadinho e bastante confortável e o hostel tinha diversas facilidades e uma cozinha bem bacana. $39/noite por cabeça. Ah, importante: não tem mercado por lá, organize-se! Foi à noite, olhando o mapa na parede do hostel, que veio a idéia de mudar os planos da viagem. Como já havíamos antecipado à ida a Tekapo (que no roteiro original seria no 4º dia, mas que fizemos no 1º), por quê não tentar antecipar nossas diárias em Wanaka e seguir para Glenorchy no último dia? A idéia original foi do Diego e eu achei uma boa. Perderíamos umas das diárias de Twizel, mas por outro lado conheceríamos um lugar a mais, já que não sabemos quando teremos oportunidade de alugar o carro de novo. Fizemos contato com nossos anfitriões do AirBnb em Wanaka, que foram super disponíveis e disseram que não haveria problema algum e procuramos um lugar para passar a última noite perto de Queenstown. Como já falei no outro relato, Queenstown é extremamente turística e as coisas por lá podem ter um preço maior do que em outras cidades da NZ. A melhor opção custo-benefício que encontramos foi um quarto, também pelo AirBnb, em Shotover River – 10 minutinhos de Queenstown. (P.S.: fui descobrir só depois que o Diego trapaceou e olhou a previsão do tempo em Wanaka e por isso veio com a idéia de adaptar o roteiro! Que espertinho!!! ). 3º dia: MOUNT COOK NATIONAL PARK e TWIZEL O terceiro dia amanheceu chovendo e enevoado. Mesmo assim saímos em direção a Blue Lakes e Tasman Glacier, ainda em Mount Cook National Park. Fizemos uma horinha dentro do carro esperando a chuva dar uma maneirada e lá fomos nós. Do estacionamento e ponto de início das trilhas você encontra duas opções: uma das trilhas leva ao Blue Lakes e Tasman Glacier View e a outra ao Tasman Lake, beirando as Blue Lakes (spoiler: na verdade elas são verdes ). Como a chuva parou por uns instantes, fizemos o viewpoint primeiro. É uma trilha curta (de uns 15-20 minutos), mas com uma subidinha. O Tasman Glacier é o maior da NZ, com 27km de extensão. Nossa visão não foi a melhor possível devido ao tempo, mas algo que percebi é que ele é coberto por uma espécie de resíduo, que não vou saber dizer o que é (rocha?). Ou seja, não espere aquele glaciar branquinho, por vezes até azulado, como é o Perito Moreno na Patagônia argentina, por exemplo. É diferente – e ainda assim bonito. Enquanto estávamos lá um arco-íris bonitão estava dando o toque especial no vale (outra característica da NZ: devido às mudanças rotineiras no clima, os arco-íris são bem normais por aqui… Em 3 meses de NZ com certeza vi mais deles do que havia visto nos meus 31 anos de Brasil!). Do viewpoint partimos para a outra trilha, que chegaria pertinho do Tasman Lake. Chegaria – o tempo verbal é esse mesmo . Essa trilha é estimada em 1h e o terreno é mais acidentado e com mais pedras. Neste ponto a chuva já havia recomeçado. Demos a volta nos Blue (”Green”) Lakes (bonitões, mesmo com o céu cinza!) até chegar em um ponto onde a trilha “acabava”: na realidade, a trilha neste pedaço era bem estreita e pedregosa entre a vegetação e estava completamente alagada. É bastante comum nas regiões montanhosas da NZ uma planta espinhuda e tentar abrir um caminho alternativo, além de não ser ambientalmente correto, ainda nos deixaria algumas marquinhas pelo corpo. A única opção seria tirar a bota e meter o pézão ali, com a água entre canela e joelho. Não estávamos nesse pique todo e o frio também não estava convidativo para isso – demos meia volta e paciência . Ainda deu tempo da chuva apertar mais no caminho de volta pro carro! Tínhamos cogitado fazer a Sealy Tarns antes de sair de Mount Cook, uma trilha de aproximadamente 4h return e, dizem, um pouco mais íngreme. Com o andar da carruagem e o tanto de chuva na cabeça desde o final da tarde do dia anterior, abortamos a missão e pegamos estrada sentido Twizel. Se nas montanhas o tempo estava horrível, na planície do lago estava a coisa mais linda! Tínhamos o resto do dia tranquilo, pois seguiríamos para Wanaka somente na manhã seguinte. Tocamos direto para o Lake Ohau, um lago distante uns 20 minutos de Twizel. De lá, voltamos para o Lake Ruataniwha (aquele primeiro, da chegada!) e fizemos parte da Twizel Walkway ao redor do lago. Ficamos por ali o resto do dia, bem delicinha. A noite foi no High Country Lodge outra vez. 4º dia: MOUNT ASPIRING NATIONAL PARK e WANAKA Logo cedo deixamos Twizel e no caminho fizemos um desvio de 30 minutos para ver as Clay Cliffs, uma formação rochosa na região de Omarama. Seguimos então sentido Wanaka, mais precisamente sentido Rob Roy Glacier, a quase 3h de distância. Basicamente, as informações que eu tinha sobre o Rob Roy Track é que era uma trilha de 10km no Mount Aspiring National Park, estimada em 4h return, com acesso restrito de Maio a Novembro devido risco de avalanche e que era uma trilha fácil, inclusive possível para crianças um pouco mais velhas. Ok. Cruzamos a cidade de Wanaka e seguimos na estrada em direção ao parque. O dia estava ensolarado desde nossa partida de Twizel, mas claro que quanto mais perto das montanhas do Mt. Aspiring National Park maiores eram as nuvens e a chuvinha começava. Bem, a primeira descoberta foi que para chegar até o estacionamento e ponto de partida da trilha seriam 30km de estrada de terra – beleza, a gente encara. A segunda descoberta foi um pouco mais, digamos, desafiadora: chega um momento em que a estrada começa a ser cortada por “fords”: riachos. Ficamos receosos com o primeiro, mas cruzamos e a partir dali a estrada tinha uns trechos bem estreitos. O grande problema é que eles eram muitos e, além de serem muitos, a profundidade aumentava: chegamos em um bem grandinho e ficamos com cagaço de continuar – além do nosso carro ser alugado, ele era um modelo de Hyundai bem pequenininho e baixinho e a chance de “dar ruim” era alta. O da foto foi um dos primeiros, quando ainda eram rasinhos. Decidimos voltar um pedaço e parar em uma outra trilha que vimos pelo caminho, a East Matukituki Valley. O problema era que ela é apenas um trecho de uma travessia maior e demoraria cerca de 3h para te levar para um abrigo, mas ainda assim decidimos fazer parte dela só para não perder o dia e o investimento psíquico de chegar até ali, hahaha. Andamos por cerca de 2h no vale e embora o lugar fosse bonito também, a verdade é que estávamos bem frustrados. Voltamos pro carro e Diego decidiu que iria tentar continuar para Rob Roy mais uma vez. Cruzamos mais uma vez alguns fords até chegar no mesmo lugar que havíamos retornado. Desci para tentar analisar o melhor caminho, mas não dava pra ter idéia de quão profundo era. Alguns minutos de análise e indecisão e Diego mais uma vez chegou à conclusão de que seria muito arriscado. Enquanto manobrávamos para retornar, chegaram outros dois carros e os motoristas também desceram para avaliar. Decidimos esperar e ver como eles fariam – depois de um tempo de indecisão eles cruzaram, mas de fato era bem fundo e a água atingia a parte de cima do parachoque. Em menos de 50 metros eles pararam e desceram novamente, provalvemente porque deveria ter outro ford maior. Realmente arregamos e lamentamos não ter um Jeep. Foi o fim da linha. No caminho de volta para Wanaka, sem nada planejado, paramos no Diamond Lake Conservation Area. Dali você pode seguir 10 minutinhos até o lago, 40 minutos até o Lake Wanaka viewpoint ou 1h30 até o topo da Rocky Mountain. Fomos até o viewpoint. A parada seguinte foi em Glendhu Bay Lookout, de onde teoricamente você enxerga o Mt. Aspiring e de lá, fomos para o centro de Wanaka ver a famosa Wanaka Tree, a árvore que nasceu no meio do lago. A paisagem é curiosa e bonita, mas o mais bizarro é quando você chega: você dá de cara com um amontoado de pessoas, eu diria que 99% asiáticos, com tripés e câmeras fotográficas gigantes pra fotografar a árvore. Engraçado e estranho. A cidade de Wanaka é bem gostosa e para nós lembrou muuuuito Queenstown. Tem uns bares e restaurantes que parecem ser legais e todo um movimento turístico. Ficamos em um AirBnb, hospedados pela Erica e pelo Pete. A casa deles fica a 20 minutos de Wanaka, no caminho para o Lake Hawea. O preço era similar aos quartos compartilhados de hostel na cidade, mas como não tínhamos planos de gastar com restaurante ou bares à noite, optamos pelo conforto de um quarto e banheiro só pra gente. A casa é linda, espaçosa e aconchegante! 5º dia: WANAKA: O ROYS PEAK Esse foi um dos dias mais esperados da viagem e, sem dúvidas, um dos meus favoritos! O projeto era ousado: fazer o Roys Peak Track. O tempo estava lindo (ou seja, foi ótimo mudarmos os dias da viagem!) e antes de seguir para a trilha, ainda aproveitamos o céu azul para passar rapidamente (de novo) na Wanaka Tree. Sobre o Roys Peak: a trilha de 16km de extensão te leva primeiro até o viewpoint (a foto que provavelmente vai aparecer se você fizer uma busca por Roys Peak) e de lá até o topo, a 1578m de altura. A previsão é de 6h return e para o nosso ritmo deu exatamente isso. A trilha é inteeeeeira de subida, na qual você ganha uma elevação de 1.228m e, embora não exija nenhuma habilidade técnica, exige muito pulmão. Quando começar a trilha procure por uma antena beeeeeem no alto: é lá que você vai chegar. Levamos 2h20 até o viewpoint e até chegar nesse ponto você não vê grandes mudanças de paisagem, exceto que as ovelhas e os arbustos ficam pelo caminho conforme você sobe – é apenas um grande zigue-zague montanha acima. A característica do Roys Peak viewpoint é que você está na crista da montanha e tem uma visão incrível da crista das montanhas menores, à frente. São montanhas nevadas, lagos menores e o grande Lake Wanaka, lindão. Mesmo com céu aberto, como toda montanha, o vento é congelante. Do viewpoint até o topo foi umas das coisas mais incríveis que já vi na vida e, para aumentar a beleza, próximo do topo a trilha estava com neve. Claro que isso aumentava a beleza, mas aumentava o desafio também, hahaha. A neve deixava o caminho extremamente escorregadio e principalmente no finalzinho, o negócio ficava tenso. Para subir, ok. Para descer, era uma pista de patinação! Vimos um capote e vários escorregões e boa parte descia meio que sentado, hehehehehe. A trilha pro Roys Peak fecha somente de outubro a novembro por conta da época de reprodução das ovelhas (lambing season), mas no inverno você precisa portar (e estar hábil a usar) equipamento de gelo (crampons e aqueles machadinhos de gelo), além de atentar para o risco de avalanche. Ah, nós levamos nossos bastões de trekking e, embora eles não sejam indispensáveis, acho que eles foram bastante úteis (principalmente na parte final). Se na subida você precisa de fôlego, na descida você precisa de joelho. Parece que quanto mais você desce, mais longe está o estacionamento. O que eu gosto de descidas é que geralmente é o momento que você mais se dá conta do quanto subiu. Terminamos a trilha destruídos e fomos recuperar a vida fazendo hora embaixo de uma árvore no Lake Wanaka e depois fomos para Bremner Bay ver o sol se por atrás das montanhas. (Ah, lembra dos fords do dia anterior? Conversando com a Erica, nossa anfitriã, ela contou que eles estão lá independente da época do ano e que é muito comum os carros de passeio terem problemas ao atravessá-los. Inclusive, disse que não é raro que os fords carreguem troncos pelo caminho e, por não vê-los, os carros se arrebentarem. Isso diminuiu um pouco a nossa frustração do Rob Roy!) 6º dia: LAKE HAWEA; BLUE POOLS; ARROWTOWN e LAKE HAYES Ainda sob o efeito do Roys Peak e relembrando cada músculo que existe em nossas pernas , deixamos Wanaka sentido Makarora com destino definido: as Blue Pools. Pelo caminho, destaque para o Lake Hawea lookout. As Blue Pools fazem parte do Mount Aspiring National Park, mas o acesso (dessa vez asfaltado!) é de um lado diferente do Rob Roy, fica mais ao leste, mais ou menos 1 hora de distância de Wanaka. Do estacionamento até as pontes suspensas são 10-15 minutos. Como o dia estava nublado, estavámos na expectativa se elas seriam tão azuis assim. Bem, vejam vocês mesmos na foto. De lá pegamos estrada sentido Arrowtown, mais quase 2h de viagem. A estrada de Wanaka para Arrowtown passa por Cardrona, uma cidade que foi fundada na época da corrida ao ouro, e pouco depois atinge o Crown Range Summit, no topo da serra – com um visual beeeeeeem bonito. Outro destaque no caminho, mas aí já descendo, é o Arrow Junction Lookout Point. Dependendo do clima redobre o cuidado nessas estradas: a serra tem umas curvas bem caprichadas e, na época do inverno, pode ser necessário botar corrente no pneu. Deste último lookout até Arrowtown é um pulinho. A cidade é bem pequenininha, mas a fama de seu outono é grande e chegando lá não foi difícil saber o porquê. Acho que o melhor jeito de descrever Arrowtown é dizer que ela é uma cidade dourada, do tanto que o amarelo das árvores prevalescem na paisagem. A colina na entrada cidade é uma escala de cores entre amarelo e vermelho e a cidade tem um quê altamente aconchegante. Fora os restaurantes e as lojas que vendem jóias feitas de jade, não tem tanta coisa assim pra se fazer por lá, mas vale a pena a visita. Fizemos duas trilhas de 1h cada, mais ou menos, a Arrow River Trail e a Arrowtown Millennium Walk. A primeira é mais legal porque você vê a paisagem mais aberta, mas o que eu não gostei foi o fato de que ela acompanha um grande cano de água da cidade. Desnecessário. Saindo de Arrowtown fizemos uma parada rápida no Lake Hayes e demos uma esticada até a Old Lower Shotover River. Uma curiosidade é que o Shotover River foi um dos rios mais ricos em ouro do mundo. A nossa hospedagem foi na casa da AJ. Dependendo do que você procura, a localização pode não ser tão boa por ser um bairro que não tem nenhum comércio perto, mas a casa era confortável e para nós foi uma ótima opção. 7º dia: GLENORCHY Saímos de Shotover River direto para Glenorchy e decidimos que faríamos as paradas na estrada durante a volta. Glenorchy fica no final do Lake Wakatipu e a estrada de Queenstown até lá margeia o lago o tempo todo e é considerada também uma das estradas mais bonitas da NZ. Glenorchy é um pequeno vilarejo próximo a dois grandes parques, o Mt. Aspiring National Park (que se estende de Wanaka até lá) e o Fiordland National Park (o de Milford Sound) e é ponto de partida de uma das grande travessias da NZ, a Routeburn Track – chegamos a cogitar fazer o bate e volta da primeira perninha da Routeburn, mas seria uma caminhada longa para quem iria precisar pegar a estrada de volta para Invercargill. Glenorchy também é conhecida por ter sido cenário de filmes como Senhor dos Anéis, Nárnia e X-Men e várias empresas vendem passeios guiados para esses lugares, além da famosa estrada para Paradise. Na realidade nossa ida para lá foi mais despretensiosa e demos uma circulada pelo píer, vimos as famosas Willow Trees e seguimos somente até o Isengard Lookout. O tempo não estava lá aquela coisa e logo pegamos o caminho de casa. Nossa primeira parada na volta para Queenstown foi em Bennetts Bluff Lookout, um mirante na parte alta da estrada. Não tem placa indicando o local, embora tenha um painel informativo depois que você desce do carro – você pode achar a localização certinha no Google Maps. Paramos ali e ao descer quase perdemos a porta do carro, literalmente. O vento estava muito muito muito muito forte e segurar a porta, na hora de entrar de volta no carro, foi uma missão e tanto. Seguimos mais uns 5 minutos de estrada até Bob’s Cove Track, uma trilhazinha de meia hora que passa por um píer e sobe para o um lookout do Wakatipu. De lá você também tem a opção de seguir para a Twelve Mile Delta ou para a Bridle Track, ambas com estimativa de 2h. A última parada foi em Wilson Bay, já bem perto de Queenstown. Depois, 2h30 de estrada até chegar em casa. A viagem foi linda e mesmo com o tempo oscilando, tivemos dias muito bem aproveitados! Não consigo escolher uma parte favorita, mas os lagos todos (Pukaki, Tekapo e Ruataniwha), Mt. Cook, Roys Peak e Blue Pools são imperdíveis, em minha opinião. Para esse trajeto todo gastamos cerca de $275 de gasolina, mas rodamos mais de 1500km. Ah, e pra quem queira acompanhar as fotos no Instagram: @paty.grillo
  16. Opa, com certeza!! A gente conseguindo ir, farei um relato para a região em final de inverno! Obrigado!!
  17. Monte Roraima

    Desculpa a demora Marcia, só vi sua msg agora. Não contratei seguro. O único problema que tive durante a expedição foram os roubos dos nossos alimentos durante os acampamentos. Nos últimos dias da trip quase ficamos sem comida.
  18. Viagem Chile - Santiago e Atacama - 10 dias

    @Eliane Oliveira Só vi hoje.mas não posso deixar sem responder Grande erro dos ameri canófilos fazerem 2 câmbios.EM TODA A AMÉRICA DE ANDA COM REAL,é trocado por qualquer casa de câmbio,não tem que perder 2 vezes, é principalmente, não paga IOF.
  19. Última semana
  20. No relato v diz sobre alugar motos e gostaria de saber como funciona. Quais documentos apresenatr essas coisas. Ate mais.
  21. Viagem a Vila Bela da Santíssima Trindade

    Olá André! Tudo bem? Quais passeios me indica para fazer sem guia? Obrigada
  22. Conhecendo Capitólio em 01 dia com pouco dinheiro.

    Estou indo agora dia 03 Mai 2018, faremos de moto o contorno do Lago de Furnas . Suas dicas vão ajudar bastante.
  23. Ushuaia no Inverno , Preços e passeios 2017

    Estou chegando em Ushuaia no dia 27/06. Podemos fazer um grupo e contratar um guia.
  24. São ônibus tipo fretados, iguais esses que temos aqui que saem dos terminais intermunicipais, tem espaço pra mala sim.
  25. AHHHHH saudades Deise!!! <3 Temos que nos reencontrar hein!
  26. Chapada Diamantina - Trilha do 21 e Fundão – Bahia – Brasil

    Mesmo quase 6 anos depois, parabéns e obrigado ao Duda Borges pela riqueza dos detalhes no relato. Muito bom, me ajudou bastante na empreitada que fiz recentemente lá pela região. Acho que ele nem frequenta mais aqui o fórum, hehe... @Hélio, pelo que entendi você estava querendo fazer no sentido inverso (da parte alta em direção ao vale do 21)? Chegou a fazer? Bom, pra mim esse trecho (entre o alto da Cachoeira do 21 até a saída na parte alta dos Gerais do Fumaça), foi disparada a parte mais chata, pois não há trilha, você vai pulando pedra pelo leito do rio e fazendo o possível pra não escorregar, etc, procurando um rastro pelas margens quando possível. Quando cheguei na parte alta, depois de sair do Córrego Verde, eu dobrei à esquerda e desci a trilha em direção à cachoeira do Palmital. O Duda foi pela direita em direção à Fumaça por cima. Quando eu fiz estava num período de tempo bem fechado, úmido e com chuva constante, então não foi nada agradável andar por leito de rio. Pelo menos consegui pegar a Cachoeira do 21 com um bom volume d'água, que ouvi falar que isso é meio raro de acontecer.
  27. Expedição a Serra dos Órgãos Fase 3 Expedição a Serra dos órgãos Fase 3 Portal do Hércules. 48 Km 19 a 22 Abril 2017 O roteiro recomendado tem início na Portaria do parque em Petrópolis, localizada no bairro do Bonfim. O sentido Petrópolis-Teresópolis se justifica tanto pela menor dificuldade na passagem de determinados trechos críticos, quanto pela beleza da paisagem, podendo-se admirar de frente a majestosa cadeia de montanhas da Serra dos Órgãos. Primeiro dia: Bonfim-Castelos do Açú Duração estimada: 6 horas A travessia começa na Sede Petrópolis do PARNASO, no bairro do Bonfim. Após cerca de 40 minutos na trilha chega-se à entrada para a Gruta do Presidente e a Cachoeira Véu da Noiva. Mais 50 minutos de caminhada e chega-se à Pedra do Queijo, um bom local para descanso com vista panorâmica para o Vale do Bonfim e os picos da Alcobaça, do Alicate e outras montanhas de Petrópolis. Após mais 40 minutos de subida chega-se ao Ajax, local com fonte de água. O acampamento é proibido no local. Após a passagem pelo Ajax inicia-se o trecho de subida mais íngreme de Petrópolis. Conhecido como Isabeloca, em homenagem a uma suposta passagem pelo local da princesa Isabel em lombo de mulas, este trecho encontra-se bastante erodido. A situação é agravada pelos diversos atalhos que a equipe do parque e voluntários vêm tentando fechar para evitar o agravamento da situação. Ao fim da Isabeloca chega-se ao Chapadão do Açu, trecho mais plano de onde já se avista a Pedra do Açu, também conhecida como pico do Cruzeiro, ponto mais alto de Petrópolis, e os Castelos do Açu, interessante formação rochosa cheia de reentrâncias onde é possível se abrigar da chuva e do vento. Próximo aos Castelos do Açu existe um dos dois Abrigos de Montanha ao longo da Travessia (o outro sendo na Pedra do Sino) e a área de camping adjacente. Este é o local do primeiro pernoite. Segundo dia: Portal do Hércules- Interior Castelos do Acú- Cabeça de Índio- Cruzeiro Duração aproximada: 6 horas Seguindo na direção leste chega-se ao Morro do Marco após cerca de 30 minutos. O local é facilmente identificado pela pirâmide de pequenas pedras que dá nome ao morro. No Morro do marco é possível pegar uma variante da trilha e conhecer os Portais de Hércules. Retornaremos para o castelo do açu, onde conheceremos o interior do Castelo e logo após vamos na cabeça de Indio e no Cruzeiro ver o por do sol Terceiro dia: Castelos do Acú-Pedra do Sino Duração estimada: 7 horas Seguindo na direção leste chega-se ao Morro do Marco após cerca de 30 minutos. O local é facilmente identificado pela pirâmide de pequenas pedras que dá nome ao morro. No Morro do marco é possível pegar uma variante da trilha e conhecer os Portais de Hércules, uma espécie de mirante na beira das vertentes mais inclinadas da Serra dos Órgãos, com bela visão do vale da Morte. Descendo o Morro do Marco, em cerca de 30 minutos chega-se ao Vale da Luva, local coberto pela interessante mata nebular, com grande abundância de plantas epífitas, entre as quais destacam-se orquídeas endêmicas da Serra dos Órgãos. O Vale é cortado por um pequeno riacho onde é possível se refrescar e encher os cantis. O local é uma alternativa de acampamento para aqueles que pretendam fazer a travessia com apenas um pernoite ou para roteiros mais longos do que três dias. Em seguida inicia-se a subida do Morro da Luva. O cume é atingido em cerca de 30 minutos. Após a descida em superfície rochosa, onde a trilha não é bem marcada e o risco de se perder em dias de neblina é alto, chega-se à Cachoeirinha (mais 30 minutos), local com água abundante e ponto recomendado para descanso. A subida do Elevador, logo após a Cachoeirinha, é uma escada de ferro que exige equilíbrio para passar com mochilas cargueiras (foto ao lado). Na seqüência chega-se, após cerca de 40 minutos, ao Morro do Dinossauro, um dos pontos mais altos do parque, de onde já é possível avistar a Pedra do Sino, o Vale das Antas e a Pedra do Garrafão. A descida até o Vale das Antas leva cerca de 40 minutos. No vale estão outras nascentes do Rio Soberbo e o local tem água o ano inteiro. O camping é proibido no local em função da fragilidade do ambiente e das nascentes do rio Soberbo. Após mais uma subida íngreme chega-se ao Dorso da Baleia, em frente à vertente da Pedra do Sino. Do local é possível avistar a maior parede de escalada (bigwall) do Brasil, onde estão as vias Franco-Brasileira e Terra de Gigantes. Após a descida de uma grota, inicia-se a subida do paredão que leva à Pedra do Sino. A subida é íngreme e a passagem conhecida como Cavalinho é o ponto mais perigoso da travessia (foto abaixo), sendo obrigatório o uso de cordas. Após o Cavalinho, o montanhista segue por uma, estreita trilha que contorna a Pedra do Sino até encontrar a trilha de subida para o cume, ponto culminante da Serra dos Órgãos (2.263m). Dependendo da hora de chegada neste ponto, pode-se optar pela subida ao cume ou descida para montar o acampamento ou se instalar no abrigo da Pedra do Sino (Abrigo 4). É proibido acampar no cume da Pedra do Sino. A subida até a Pedra do Sino à noite é altamente recomendável, principalmente em noites de tempo bom. A vista da cidade do Rio de Janeiro à noite é impressionante e vale o passeio. Quarto dia: Pedra do Sino-Teresópolis Duração estimada: 5 horas O percurso do terceiro dia inclui apenas a descida da Pedra do Sino até a Sede Teresópolis do PARNASO. São 11 Km de descida relativamente suave com belas vistas do município de Teresópolis e do Parque Estadual dos Três Picos. Recomenda-se uma nova subida ao cume da Pedra do Sino para admirar o nascer do sol. Abaixo da cota 2000m, a estrutura da vegetação começa a mudar. O campo de altitude é substituído por uma mata nebular, com grande quantidade de bromélias e orquídeas. A trilha sombreada pela mata passa pelas ruínas do antigo Abrigo 3, local de descanso com mirante. Os vestígios do antigo Abrigo 2 são difíceis de reconhecer em meio à vegetação. Uma alternativa para aqueles que desejam mais aventura é fazer outras trilhas com acesso a partir do Abrigo 4, como a trilha do Garrafão, antes de descer. Na descida passa-se por duas cachoeiras, com destaque para a Véu da Noiva de Teresópolis com cerca de 16 metros de queda.
  28. Não, casualmente as fotos foram tiradas com pouco movimento, mas é comum ter algum trânsito, até porque o trajeto diminui muito o percurso entre Cotiporã e Bento Gonçalves, mas neste caso há trecho de estrada de terra.
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