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  1. Recentemente
  2. Tem algumas trilhas na Serra do Mar aqui de SP, que tem uma das mais ricas matas atlânticas do Brasil.
  3. 15º dia - 09/01/20 - El Calafate a Geleira Perito Moreno - 160 Km Acordamos cedo pois iríamos fazer o passeio de barco pelas geleiras chamado de Todo Glaciares. Este passeio vai até uns 10 km da geleira Upsala (o que não da para ver quase nada), depois vai ao glaciar Spegazinni, onde agora tem uma estrutura grande com um porto e um restaurante grande onde eles param por mais ou menos uma hora, para depois seguir mais perto do glaciar Spegazinni e por fim iniciar o passeio de volta até o porto Bandera. É mais caro e vai aos mesmo lugares que o passeio Rios de Hielo, não acho que valha a pena. Na verdade, acredito que o passeio sobre a geleira Perito Moreno (mini trecking) deve ser muito mais interessante apesar de ser mais caro. Pegamos o carro alugado em frente a pousada e deixei o Gerson dirigir pois eu estava meio cansado. Mal sabia eu que o carro, um Corsa Classic sedam, estava com a suspensão toda ferrada e dava até medo quando passávamos de 90 Km/h. O Gerson foi bem de boa dirigindo ainda mais por conta do famoso vento patagônico que estava bem presente naquela manhã de sol. Chegamos cedo ao porto e ficamos esperando na porta em segundo atrás de um outro grupo. Entramos no porto e fomos até nosso barco que se chamava Quo Vadis. O barco partiu e de início o passeio é bem entediante até que chegamos a um estreitamento do lago Argentino e começamos a avistar vários tempanos (icebergs em espanhol). Ai começaram as sessões de fotos que eram disputadas pelas dezenas de pessoas do barco que resolveram enfrentar o frio que fazia apesar do sol. Depois de um bom tempo navegando chegamos a uma distancia de mais ou menos 10 Km do glaciar Upsala, o que é muito frustrante principalmente para aqueles que tem câmeras sem um bom zoom. Como eu tenho uma câmera com zoom ótico 50x e 200x no zoom digital, pude fazer algumas fotos, mas nada muito interessante e belo. Em seguida começamos a rumar para a segunda geleira, a Spegazinni. Entramos no fiorde onde ela está e lá tem diversas geleiras menores e também belas. Porém o tempo começou a fechar e a sua beleza foi ofuscada. Antes de chegar na Spegazinni, aportamos numa nova estrutura turística que tem ali, onde pudemos passear por algumas passarelas, ver alguns cartazes explicativos sobre o nome das geleiras e depois de uns 500 m de caminhada, chegar até o enorme restaurante. Eu já pensei que tudo lá deveria ser os "olhos da cara" e me enganei. Na verdade eram mais caros que na cidade sim, mas nada absurdo considerando que tudo ali vinha de barco. Por exemplo, se um refri fosse 5 reais na cidade, lá estava a 6,5 ou 7 reais já convertido claro. Depois de mais ou menos uma hora voltamos para o barco e seguimos até bem perto do paredão de gelo da Spegazinni. O lugar é muito belo e grandioso, mas eu gostaria mesmo é de passear perto do paredão da geleira Perito Moreno. Depois de um belo tempo ao lado da geleira iniciamos o caminho de volta. Na volta fizemos uma grande sessão de fotos em volta de um iceberg muito bonito que estava no caminho. Logo a seguir paramos mais uma vez ao lado de um pequeno bloco de gelo para os marinheiros içarem um pedaço dele para depois servir pequenos pedaços com wiski de variados preços. Eu comprei uma dose de Ballantines que era mais barato. Fui o primeiro a ser servido e a minha galera estava em volta fazendo contagem regressiva enquanto o garçon ia abastecendo o copo. E não é que justo quando ele ia me servir a garrafa escapou da mão dele e derrubou o copo em cima do balcão. hehehehehe. Isso tudo esta filmado, foi muito engraçado. Depois disso todos quiseram tirar uma foto com o copo de wiski com gelo de iceberg que eu tinha comprado. Em seguida o barco continuou a sua volta e eu cochilei ate´. Chegamos ao porto mais ou menos as 16:30 h. Pegamos os carro e seguimos para a geleira Perito Moreno o mais rápido que podíamos, entretanto aquela suspensão do Corsa dava medo. Depois de muitos kms finalmente chegamos às passarelas em frente a geleira e rapidamente fomos passear por elas pois teríamos que entregar o carro até as 19 h. Fizemos uma volta completa, mas tivemos que correr. O que diante de uma beleza hipnotizante daquelas é uma tristeza. Mesmo assim, voltar a ver aquelas imensas paredes de gelo branco e azul é maravilhoso. A gente se sente emocionado diante de tanta beleza. As 18:00 h saímos da geleira antes dos nossos companheiros dos outros carros. Como estávamos com pressa eu peguei o volante para dirigir de volta. Ai eu pude ver porque o Gerson andava mais devagar. O carro estava muito inseguro mesmo. Todavia como tínhamos hora marcada cheguei a pegar 110 km/h na estrada quando haviam retas é claro. Chegamos as 19:05 h e fomos direto abastecer o carro. O problema é que o posto do centro da cidade fechava as 19 h!!!!! Tive de voltar até outro posto cerca de 2 km antes e pegar uma bela fila para poder abastecer. Finalmente, as 20 h!!! consegui entregar o carro. Voltamos para o hostel, pegamos a nossa bagagem e a transferimos para os quartos do outro lado da rua que tínhamos reservado. Depois fomos jantar e dormimos tarde. Foi um dia muito lindo, mas muito intenso tbm. Custos: Passeio Todo Glaciares: R$ 340,00 mais ou menos Entrada do parque dos Glaciares: R$ 70,00 mais ou menos Lanche: 30,00 Combustível para o Corsa: R$ 80,00 mais ou menos Custos aproximados pois não anotei nada neste dia. Fotos mais tarde.
  4. Olá, boa tarde. Sou português e estou a viver no Brasil. Estou a fim de fazer o Trilho dos Andes, iniciando na Venezuela e terminando na Patagónia. Gostava de saber quantos km são no total e mais ou menos a altimetria. Será que vocês me podem facultar essa informação? Ou me dar uma dica onde posso arranjar esse tipo de informação? Carlos Fernandes Obrigado
  5. Galera vou passar alguns dias no rio em abril 16 a 21 alguém aí vai estar por lá?
  6. @lobo_solitário você acha que uma viagem de 20/25 dias fazendo Tailândia (os pontos principais para se conhecer na primeira viagem) e Indonésia (ubud, Nisa penida e gili) compensa ou ficará muito corrido? estou ainda no início da pesquisa para o planejamento dessa viagem. Mas se puder indicar as principais atrações e lugares que é válido conhecer super agradeceria!!!
  7. Hoje
  8. @Lele Rech Já acompanhando tudo aqui! Não deixa de postar. 🙏🏼 Vai me ajudar mt na minha viagem q estou programando para la também!
  9. Boa Tarde, To sem compainha, tem como me colocar no grupo? 21986853034
  10. Gostei, quais seriam exatamentes as cidades desse roteiro?
  11. Sp- Rio - Minas, passando pelo parque nacional do Itatiaia. Da pra fazer um "mochilinha" com um deslocamento relativamente curte entre os 3 estados.
  12. Ei Tany, tudo bem? Estou procurando companhia para fazer esse tour justamente nessas datas! Nós somos duas pessoas. Como faço para entrar em contato com você para pegar mais informações (preço, etc)? Obrigada!!
  13. Olá @Everton Szilagyi ! Fiz o trajeto inverso ano passado com a Leo Express e foi bem de boas, mas foi durante o dia e tinha baldeação no meio.. o primeiro trecho de ônibus e baldeou em Bohumín (uma cidadezinha já na Rep. Tcheca) para trem. Pesquisei no site omio.com e comprei direto no site da Leo por €10. Dá uma pesquisada! Essa omio é a antiga goeuro que faz uma busca geral de todas as opções de deslocamento (ônibus, trem, avião) entre os destinos de interesse e mostra os valores..
  14. Boa tarde Guiherme. Desculpa a demora para te responder. Nao costumo quase entrar e nem olhar o email que fiz o cadastro aqui. Vou te chamar la no whatsapp
  15. Quanta arrogância Margie, que ser humano pequeno você é.
  16. @poiuy @Davi Leichsenring @poiuy Muito obrigado pela ajuda de vcs! Farei isso. Obrigado!
  17. @Elaine C vou ficar 16 dias. De 01 a 16 de junho e vc?
  18. @Tatiana Gomes Walkoff estou planejando a minha viagem pra lá ano que vem. Você acha que em 20 dias fica mt corrido thailandia e Indonésia? Ainda queria ver se conseguia conexão em Singapura. qual foi seu roteiro na Tailândia?
  19. 02/03 ao dia 06/03-> AMS 06/03/ ao dia 09/03-> BRU 09/03 ao dia 14/03->BER
  20. LISBOA, FRANKFURT, HEIDELBERG, COLÔNIA, VENEZA E ROMA EM JULHO DE 2019 Resumo da Viagem: 1) 16/17 Jul 19 - Hotel New Inn Batista Campos, Av Gentil Bittencourt – 85, Belém-PA - R$ 107,00 2) 18/21 Jul 19 - Hotel Silk Lisbon, Rua Tomás Ribeiro – 40 – esquina Rua Novas – Lisboa Portugal - R$ 959,00 3) 21/30 Jul 19 - Novum Hotel Imperial Frankfurt Messe – Sophienstr.40, Bockenhein, 60487 – Frankfurt – Alemanha - R$ 2.125,00 4) 30 Jul/1º Ago 19 - Casa Arté Hotel Veneza – Calle Del Frutariol, San Marco – Veneza - R$ 885,00 5) 1º/7 Ago 19 - Madison Hotel Roma – Via Marsala – 60 – Estação Termini – Roma – Itália 6) 7 Ago 19 – Brasília – DF – Retorno ao Brasil. Voos: 1) 16 Jul 19 - Manaus/Belém -22.30h/01.40h – TAM – LA 4692 – 18E/!8F 2) 17 Jul 19 - Belém/Lisboa- 22.45h/10.15h – TAP TP 48– 13E/13F 3) 21 Jul 19 - Lisboa/Frankfurt- 22.45h/10.15h – TAP TP 6707 – 15E/15F 4) 30 Jul 19 - Frankfurt/Veneza -08.30h/09.45h – Lufthansa – LH 324 – 23E/23F 5) 1ª Ago 19 - Veneza/Roma- 10h/13.45h – Trem Ítalo – vagão 2 – Assentos 9 e 10 6) 07 Ago 19 - Roma/Brasília- 06.05h/15.30h – TAP TP 59 – 15E/15F 7) 17 Ago 19 - Brasília/Manaus – 06.50h/08/45h – LATAM – LA 4714 – 18E/18F - Comecei este planejamento com um ano de antecedência. A finalidade era comparecer ao casamento de minha filha Aline em Frankfurt, Alemanha, onde ela está morando e trabalhando atualmente. - Comprei a passagem de ida para Lisboa e Frankfurt na Companhia TAP, saindo de Belém e também a volta de Roma/ Brasília, mais barato do que em todas as outras companhias aéreas. Esse é o primeiro passo: definir as datas e comprar as passagens ida/volta. - Pesquisei muito no YouTube todas as atrações e pontos turísticos de cada lugar, pesquisei no Google e também aqui neste site, onde peguei várias dicas, por isso também estou postando para servir de auxílio para alguém que faça algum dos trechos aqui descritos. - Todos os hotéis foram reservados pelo Booking.com - Quase todas as atrações turísticas eu comprei via internet pelos sites oficiais, além de ser mais barato evitava entrar em filas para comprar no local. - Ao longo dos meses fui comprando Euros; viajei com 2500E, grande parte comprada com a devolução do IR. Paguei todos os hotéis em cash para não acumular no cartão de crédito. - Baixei alguns bate-papos rápidos em italiano, bem como um dicionário, para facilitar na viagem e me mostrar simpático ao pelo menos cumprimentar e agradecer nesse idioma. - Baixei mapas e ao mesmo tempo eu tracejava rotas e salvava através do Google Maps, para não ter de ficar perguntando a outras pessoas onde ficavam as diversas atrações. Facilitou muito, pois o Google Maps além de te dar o itinerário a pé, também mostra as opções dos diversos meios de transporte, horários e preços. DIA 16/17 JUL 19 (3ª/4ª feira): Manaus-AM/Belém-PA - Nosso voo LATAM LA 4692, saiu às 22:15h de Manaus-AM, onde resido, e chegou em Belém-PA à 1.20h da manhã. - Ao chegarmos a Belém, guardamos as malas no lock do aeroporto (R$ 60,00), pois o voo para Lisboa está previsto para hoje às 23h. Levamos alguma coisa na mochila para usar no hotel, pegamos um táxi privado do aeroporto (R$ 40,00) que nos levou até o Hotel New Inn Batista Campos (R$ 107,00 a diária com café da manhã). Chegamos às 2h. Recepção 24h. Fizemos o check-in e fomos dormir. Esse hotel é bem localizado, perto do centro de Belém. - Levantamos às 8h. Tomamos café e descansamos até às 12h, quando fizemos o checkout. Fomos até o Shopping Pátio Belém, onde almoçamos. - Ao anoitecer pegamos um Uber até o aeroporto, esperamos o horário do check-in e decolamos às 22.30h pontualmente. Avião estreito e com pouco espaço. Comida boa. DIA 18 JUL 19 (5ª feira): Lisboa – Portugal - Voo tranquilo, passagem na imigração sem burocracia; no 2ª andar do aeroporto eu comprei dois chips da Vodafone, que colocaram na hora, ao preço de 20 Euros cada, válidos por 30 dias, cobertura em toda a Europa, com uma velocidade muito boa. Facilitou muito a nossa vida, pois não dependeríamos de internet de hotéis e outros estabelecimentos. - O fuso horário em relação à Brasília é de + 5h. - Pegamos um taxi por 10 E até o hotel Silk Lisbon, que fica na Praça marquês de Pombal, distante meia-hora do aeroporto. Esse hotel é o “o´do borogodó”. Antigo, não dispõe de elevador e os quartos ficam no 3ª andar, onde se chega por uma escada estreita em caracol. Imagina subir cada um com uma mala média pesada, mais uma mochila. O refeitório é excelente, fica no 2º andar, onde também fica a recepção que não funciona 24h! - A grande vantagem é que esse hotel é muito bem localizado, com diversas linhas de ônibus e três estações de metrô nas cercanias, muitos bares, restaurantes, farmácias, etc. - Só precisamos atravessar a rua e entramos num excelente restaurante chamado “Pingo Doce”, muita variedade, self-service e barato. Além de ser também loja de conveniência; compramos pão, queijo, água e refrigerantes e levamos para o freezer do quarto. - Como o sol estava muito forte, verão na Europa, ficamos até às 17h e saímos a pé em direção à Praça Marquês de Pombal, 10 min do hotel. Caminhamos até o Parque Eduardo VII, lindo lugar, bastante arborizado, cheio de jardins. Muitos caminhantes. Retornamos às 21.30h, quando começou a escurecer. DIA 19 JUL 19 (6ª feira): Lisboa – Portugal - Depois do café nos dirigimos até à Praça Marquês de Pombal, onde pegamos um ônibus que sai daí diariamente, em horários alternados, para o maior outlet (shopping a céu aberto) de Lisboa, chamado Outlet Free Lisboa. Este ônibus faz o traslado ida-volta até lá e você pode retornar em qualquer horário, pois já paga as duas passagens. Atravessa o Rio Tejo sobre a ponte Vasco da Gama. - Muitas lojas, muito sol, poucos turistas, não achei vantagem em nada! Pura perda de tempo. Mesmo preço realizado nas diversas lojas da cidade. Almoçamos por lá mesmo no Restaurante e Café Nairobi. Fizemos hora até às 16h, para pegar o ônibus de volta à Praça Marquês de Pombal às 16.30h. Na praça pegamos o metrô e saltamos na Estação Colégio Militar, mais ou menos 30 min. Nessa estação fica o belíssimo shopping Colombo onde jantamos um KFC. - Bem ao lado está o Estádio da Luz, do Benfica Futebol Clube. Muito bonito e muito visitado, tiramos diversas fotos da estátua do seu maior líder, Eusébio, que fica bem na frente do estádio, pintado de branco e vermelho. DIA 20 JUL 19 (sábado): Lisboa – Portugal - Depois do café saímos às 9.30h em direção ao aeroporto internacional Humberto Delgado, cuja estação final fica dentro do aeroporto, onde aproveitamos para fazer já o check-in. - Pegamos o metro de volta e saltamos na Estação Terreiro do Paço, bem no centro de Lisboa, onde fica a Praça do Comércio, um dos lugares mais visitados pelos turistas. - Aí começa a famosa Rua Augusta, ladeada de bares, restaurantes, lojas de grife, etc. Almoçamos num dos diversos restaurantes, cujas mesas ficam no meio da calçada, pois a Rua Augusta é vedada ao trânsito de carros. - Retornamos a pé até o hotel, seguindo a Avenida da Liberdade, muita larga, arborizada, cheia de bancos e jardins na metade que divide os dois lados. Chegamos ao hotel às 20h, preparamos as malas para o dia seguinte, pedimos à recepção para contratar um táxi para nós amanhã e fomos dormir. DIA 21 JUL 19 (domingo): Frankfurt - Alemanha - Pegamos um táxi às 5h (15E) e fomos para o aeroporto. Embarcamos no voo LH 1173, da Lufthansa, com destino a Frankfurt. Decolou às 7h, pousando às 10.30h. Minha filha Aline e seu noivo Sebastian esperavam por nós na saída. - Fizemos o check-in no Novum Hotel Imperial Frankfurt, no valor de R$ 2.125,00, pagos em cash (497,63 Euros), do dia 21 a 30 Jul 19. Excelente hotel de três estrelas, acomodações limpas e luxuosas, sem café da manhã! Ficamos no 4ª andar, com vistas para a rua. Duas janelas bem espaçosas, frigobar, cafeteira, chuveiro quente e TV. Embaixo alguns restaurantes, linhas de ônibus e trens de superfície. Bairro muito residencial. Saímos todos para almoçar num restaurante turco, onde desfrutamos de excelente comida. Calor! O comércio estava todo fechado! Nada aberto! Domingo...calor! - Retornamos ao hotel e eles para sua casa, bem próxima ao nosso hotel. Estávamos tão cansados que não saímos mais, também... pra onde?...21.30h, começando a escurecer... DIA 22 JUL 19 (segunda-feira): Frankfurt – Alemanha - De manhã cedo nos encontramos com Aline, próximo à estação do metro, 10 min do hotel. Aline já tinha comprado os bilhetes de passagens válidos por uma semana para cada um de nós. Esses bilhetes servem para qualquer transporte e é válido pelo dia utilizado, metrô, ônibus e trem de superfície. Fomos para o centro histórico de Frankfurt, muito visitado por turistas, sendo o cartão postal da cidade, com suas edificações típicas, preservadas através dos séculos. Aqui são vendidas as mais diversas lembranças, roupas, relógios-cuco, etc. - Andando um pouco mais, na saída do centro histórico, encontra-se o majestoso rio Main (ou Meno), que corta a cidade e conta com um passeio de barco, para quem quiser conhecer um pouco da cidade navegando. Este barco, uma lancha bem grande, sai em horários predeterminados, com duração de 50 min e 100 min (8E), cuja bilheteria fica bem em frente da saída do centro histórico. O rio Meno é esverdeado, águas limpas e vagarosas. É cortado por diversas pontes, algumas destruídas na 2º Guerra Mundial e depois reconstruídas. Atravessamos o rio por uma das mais famosas, chamada Ponte de Ferro, cheia de cadeados deixados pelos turistas, imagina quantos...! Do outro lado do rio a cidade parece ser mais tranquila, com pouco comércio, estritamente residencial, arborizado, com poucas pessoas... por falar em arborização, Frankfurt me surpreendeu pela quantidade de árvores no entorno de suas ruas e avenidas. Andamos também pela parte mais moderna, considerada o centrão, com muitas lojas, shoppings, etc. O calorzâo continuava... parecia o Rio em fevereiro. - À noite nos encontramos num bairro um pouco afastado de Frankfurt com todos os parentes do Sebastian (pais, irmãos, cunhados), onde jantamos comida típica alemã num restaurante chamado Frau Rauscher. Aproveitei para experimentar o famoso “chucrutes”. Não gostei! DIA 23 JUL 19 (terça-feira): Frankfurt – Alemanha - Chegada do restante dos parentes da Aline, vindos do Rio de Janeiro (mãe, irmã e cunhado) para o seu casamento. Hospedaram-se em sua casa. Encontramo-nos novamente no centro histórico de Frankfurt, compramos lembranças, almoçamos e fomos caminhando até o edifício do Banco Mundial Europeu. Subimos até o terraço do edifício Main Tower, 54 andares e passeamos no centro até às 20h, com sol claro ainda. DIA 24 JUL 19 (quarta-feira): Frankfurt – Alemanha - Novamente nos encontramos no centro histórico e fomos passear de barco no rio Meno (8E), 100 min. - Almoçamos no Restaurante Wiedersehen – Goodbye, na beira do rio, excelente restaurante, chopes magníficos. Atendimento de primeira. Muito turístico. DIA 25 JUL 19 (quinta-feira): Heidelberg – Alemanha - Heidelberg é uma das cidades mais lindas alemãs, situada à beira do Rio Neckar, cuja principal atração é o seu castelo, situado no alto de um promontório, que se pode chegar a pé ou de teleférico. Fica à uma hora de Frankfurt, de trem-bala. Pegamos o trem na estação central, aonde chegamos de metro. Foi toda a turma. Passeamos bastante na cidade e em seguida pegamos o teleférico para ir até o castelo, que se encontra abandonado, mas muito bem preservado. Daqui do alto se tem uma bela visão do rio e da cidade lá embaixo. Almoçamos em Heidelberg num dos inúmeros restaurantes típicos. DIA 26 JUL 19 (sexta-feira): Colônia – Alemanha - De manhã novamente nos encontramos na Estação Central, de onde se ramifica os diversos itinerários de trens regionais e internacionais. Embarcamos num trem-bala e 1.30h depois estávamos em Colônia, cidade muito conhecida por sua catedral negra, que foi bastante danificada pelos bombardeios da Segunda Guerra Mundial. Hoje ela está totalmente recuperada, mas ao lado se encontra um mural com as fotos da destruição parcial. A cidade em si não é bonita, sua atração fica mesmo por conta da catedral, que está bem encostada na estação do trem. Andando um pouco mais podemos atingir o Rio Reno, limpo, bonito, cuja ponte é repleta de cadeados dos dois lados, sendo impossível achar uma brecha para colocar mais um. - Passeamos pelo centro histórico, visitamos o Museu do Chocolate e a loja da Colônia, que dá o nome à cidade. DIA 27 JUL 19 (sábado): Frankfurt – Alemanha - De manhã eu e Silvia fomos ao centro, passeamos no shopping Center, compramos frutas e retornamos ao hotel depois de almoçarmos na estação do metro. À noite jantamos num restaurante próximo à casa da Aline. DIA 28 JUL 19 (domingo): Frankfurt – Alemanha – Casamento da Aline - Nos encontramos às 10.30h na casa da Aline, onde nos vestimos e nos preparamos para ir à recepção matrimonial, que aconteceu num município próximo chamado Hanau, 1.30h de Frankfurt, onde chegamos de van fretada. O local é uma mansão que pertenceu aos Irmãos Grimm e hoje é disponibilizada para grandes eventos. - Toda a cerimônia foi emocionante, desde a chegada da noiva (minha filha Aline), até o seu casamento oficial, com assinaturas e homenagens ao som do violino. - Em seguida todos os convidados foram para o almoço de recepção, num clube às margens do rio Meno, local bonito, onde os garçons serviram uma variedade de comes e bebes, seguido do tradicional corte do bolo de noiva. Tudo esplêndido! DIA 29 JUL 19 (segunda-feira): Frankfurt – Alemanha – último dia - Hora de despedidas do pessoal do Rio de Janeiro! Encontramo-nos no centro histórico, compramos as últimas lembranças, almoçamos e nos despedimos. Amanhã eu e Silvia iremos para Veneza e eles retornam ao Rio de Janeiro. DIA 30 JUL 19 (terça-feira): Veneza – Itália - Fizemos o checkout no hotel às 6h. Logo em seguida Sebastian e Aline chegaram e nos levaram ao aeroporto internacional de Frankfurt, onde pegamos o voo LH 324 da Lufthansa, que saiu às 8.30h e pousou em Veneza às 9.45h. - Pensei que fosse extremamente difícil pegar um transporte para a Praça São Marco no centro de Veneza... basta seguir as setas orientando para a estação de barcos Alilaguna (se essa for sua opção, pois pode ir para Veneza também de ônibus, táxis). Achei mais fácil e original chegar de barco, navegando pelos canais de Veneza, embora pagando mais caro. - São diversas linhas representadas pelas cores azul, vermelha, verde e amarela. Eu já tinha estudado que a nossa seria a linha azul, que deixava numa estação bem próxima ao nosso hotel. Cuidado que as linhas fazem trajetos diferentes. Você tem de saber onde vai saltar e escolher o barco de acordo com a cor da linha. Entre no site do Alilaguna e baixe o mapa com o esquema das linhas e estações. - A passagem você compra numa bilheteria, sem filas, pelo menos naquela hora e olha que estávamos em pleno verão, época de férias, mas foi tudo muito tranquilo. Esqueci o preço, mas é um pouco mais do que no ônibus, com a vantagem de iríamos descer dentro da praça. De ônibus teríamos de andar muito, pois os táxis não entram no interior, aliás, não tem nenhum transporte a não ser os barcos. - O barco foi parando em diversas estações e na Estação Santo Ângelo nós descemos, pois era a mais próxima de nosso hotel. Olha o mico: duas malas médias e duas mochilas sendo arrastadas em pleno sol de 40º. - Mesmo com o endereço do hotel, com mapa na mão e mais o GPS conseguimos nos perder, pois são vários becos e ruas sem saída e diversas pontes para cruzar, mas diz que quem tem boca vai à Roma (estávamos perto), conseguimos chegar indagando em inglês, italiano, espanhol e português. - Por fim chegamos ao hotel Casa Arté, bem localizado, com TV, ar condicionado, frigobar e café da manhã. O checkin e pagamento são feitos logo no ato de entrada. Guardamos as coisas e saímos para almoçar. Tudo em Veneza é caro! Refrigerante, comida, sorvete, cerveja, lembranças... retornamos ao hotel pois o calor estava de matar! As árvores em Veneza são raras, aproveitávamos as sombras dos prédios velhos e baixos. - Saímos às 18h e fomos caminhando até a Praça São Marcos, o point de Veneza, que ficava a 20 min do hotel. A essa hora a multidão de turistas foi aumentando. Estava todo mundo entocado por causa do calor. Esperamos até as luzes se acenderem iluminando os prédios no entorno. Visão magnífica! Muita gente, muito calor, grupos de turistas, principalmente de chineses. - Aqui na Praça São Marcos é o lugar mais caro para os turistas, mas sempre tem aqueles que podem... pra ter uma ideia uma lata de refrigerante não sai por menos de 20 reais (convertidos). Para qualquer lugar que se vá você se depara com o mar, pois Veneza está localizada numa ilha. - Como ainda estava claro fomos até Estação de Santa Luzia, onde validamos o nosso voucher na Empresa Ítalo, das passagens de trem até Roma, que eu adquiri através da internet com três meses de antecedência com descontos. Comprei tickets de 1ª classe, pois vi no Youtube que os vagões de 2ª são muito cheios e meio desorganizado na hora de entrar. E a diferença nem é grande. DIA 31 JUL 19 (quarta-feira): Veneza – Itália - Hoje fizemos um passeio de gôndola dividindo com outro casal (colombiano), então ficou 40E por casal, pois o passeio custa 80E por 40 min! Absurdo! Só pelo prazer de tirar uma foto mesmo! Primeiro você tem de localizar o lugar de onde saem as gôndolas. São vários lugares. Nós embarcamos num dos pontos mais turísticos de Veneza, a Ponte Rialto, que é a única ponte coberta em toda Veneza. As pessoas disputam lugar para tirar fotos. Aqui também há inúmeras barracas de souvenirs, restaurantes, pubs, achei até mais barato comprar as lembranças aqui. Andamos muito, tiramos muita foto, o calor continuava... nada de chuva desde que saímos de casa! DIA 1º Ago 19 (quinta-feira): Roma – Itália - Saímos do hotel às 7.20h arrastando as malas até a Estação Santo Ângelo, onde embarcamos no Vaporeto às 7.40h. Chegamos na Estação Santa Luzia às 8.15h e nos dirigimos à plataforma do trem Ítalo, partindo às 10h e chegando em Roma às 13.45h num calor de 40º! - Fizemos o check-in no hotel Madison e fomos para o apartamento 104. Nem precisamos de táxi, pois o hotel fica do outro lado da estação. - Optamos pelo primeiro andar para não ter de depender dos elevadores, pois sempre havia muitos hóspedes. O quarto é muito bom, grande, com banheira, TV e frigobar. O hotel dispõe de café da manhã excelente. O hotel tem cinco andares e as reservas se esgotam logo, devido à procura. A gente sabia que estava lotado quando íamos tomar o café da manhã. Apesar do refeitório ser grande, contar com dois salões, era difícil achar uma mesa vaga. O cardápio é muito variado, têm de tudo, inclusive frutas e sucos. - Saímos para almoçar dentro da estação, que tem muitos restaurantes, Mac Donald’s, Bob’s, etc. Aproveitamos para pesquisar o preço e horários dos trens para Pompeia, pois já adquirimos os tickets pela internet. - Compramos pão, refrigerante, queijo, água mineral e retornamos ao hotel. Não saímos mais nesse dia. DIA 2 Ago 19 (sexta-feira): Roma – Itália - Coliseu - De manhã fomos a pé até o Coliseu (meia hora do hotel) para descobrir onde ficava a a entrada e matar a curiosidade. Compramos o bilhete do metro de volta, pois estava muito calor. Retornamos ao Coliseu para a visita às 17h, nosso horário de entrada nos bilhetes. Nem foi difícil, esperamos uns 20 min até podermos entrar. Não dá para descrever! Somente quem já viu retém a emoção e a beleza dentro de si. Engraçado que nesse dia choveu! Chuva rápida, fina, passageira, somente para refrescar um pouco...nosso bilhete também dava acesso a visitar o Fórum Romano e o Palatino, mas devido o avançado da hora os portões estavam fechados. De todo modo os bilhetes ainda são válidos por dois dias. DIA 3 Ago 19 (sábado): Roma – Itália – Vaticano – Basílica de São Pedro - De manhã visitamos os museus do Vaticano e a Basílica de São Pedro (tickets comprados pela internet). Na Basílica, logo na entrada, encontra-se a magnífica estátua de Michelangelo, a Pietá. - A Basílica de São Pedro e a Praça de São Pedro impressionam pelo tamanho. O museu é repleto de obras clássicas, cuja principal atração, sem dúvida, é a Capela Sistina, onde os cardeais se reúnem para o conclave, para escolherem o novo papa. No teto há inúmeras imagens pintadas por artistas consagrados, sendo a mais importante o Sopro de Deus, A Criação de Adão, de Michelangelo. - Daí fomos terminar a visita ao Fórum Romano e o Palatino, nem demoramos, pois sem visita guiada você fica perdido e nem sabe o que está vendo... monótono. DIA 4 Ago 19 (domingo): Vaticano – Papa – Fontana di Trevi - De manhã assistimos a missa do Papa Francisco I na Praça São Pedro, milhares de gente, num calor de rachar! - Depois caminhamos até o metro e descemos na Estação do Circo Máximo, onde os antigos romanos disputavam corridas de biga. Hoje nem sinal daqueles tempos áureos, tudo coberto pela grama e mato alto. - À tarde pegamos um ônibus e descemos na Plaza de Espanha. - Conhecemos o Monumento a Vitório Emanuel II. Estava fechado. Até às 17h é possível ir até o terraço e tirar fotos lá de cima. - Dali fomos caminhando até a Fontana di Trevi. - Muita gente se acotovelando para tirar fotos e tem outros que apenas ficam ali na frente enchendo o saco sem fazer nada- Ainda bem que era de graça. Não vi nada demais. Certamente não visitaria outra vez. Nos arredores alguns restaurantes (muito caros) e lojas de souvenir (idem). Fomos caminhando até a estação do metro. DIA 5 Ago 19 (segunda-feira): Roma – Itália – Pompeia - Pegamos o trem da Ítalo na Estação Termini às 7.40h, cujas passagens eu já tinha comprado no dia anterior. - Trem de alta velocidade em direção à cidade de Nápoles, só que saltamos numa estação antes, Napoli Afragola, pois ficava mais perto das ruínas de Pompeia e onde tem um ônibus de integração da própria Ítalo, que deixa nas proximidades. Nápoles fica a 22 Km. - Acho que esse não deve ser o caminho mais fácil, pois saltaram conosco alguns turistas, que nem chegaram a encher o ônibus, que é bem pequeno. O sol estava escaldante! - O ponto final, isto é, onde o ônibus faz o retorno para voltar para o ponto, fica numa pequena praça, longe ainda das ruínas, só que daí não tem indicações sobre como chegar até lá. Nesse pequeno quiosque (Il Qiosquetto) obtemos informações e aí esperamos na volta o ônibus até a estação do trem. O casal de proprietários do quiosque é muito amável, inclusive a senhora abriu o Google translater de seu celular para me ajudar com informações, pois não falava inglês. Optamos por seguir a avenida principal e acabamos chegando numa estação do trem Alitália, que também vem de Roma. Tem um ponto de táxis que vão até as ruínas e como é lotação só sai quando está cheio, mas isso foi rápido. Pagamos 3 Euros. - A entrada para a visitação das ruínas ficava somente uns 10 min dali, dava para ter seguido a pé se soubéssemos o caminho; foi o que fizemos na volta. - A bilheteria estava bem vazia às 9h e logo conseguimos validar nossos bilhetes comprados online. Dava até para ter comprado no local. - Já no interior das ruínas estava cheio de gente, grupos de turistas com guias, sozinhos... só que nas ruínas quem não tem guia fica meio que perdido, pois às vezes passa por lugares que foram ocupados por alguém importante da cidade. São tantas as ruas e becos, que você passa diversas vezes pelo mesmo lugar. Não existem placas de orientação nem indicação. Seguimos a esmo e às cegas. Importante é que estávamos lá! Dentro das ruínas e com o vulcão Vesúvio no final das ruínas. A gente se orientava por ele. Não tem sombra em lugar nenhum, pois não existem árvores. No calor de meio-dia você pode no máximo encostar-se num muro qualquer para se proteger. Aconselho levar protetor solar, óculos escuros, camisas de mangas compridas e boné, se forem nessa época do ano. E também uma mochila com água e um pequeno farnel, porque para visitar toda a ruína leva bem um dia inteiro e lá dentro não vende nada, só do lado de fora. - Pompeia foi uma cidade romana destruída pelo vulcão Vesúvio no ano 79. As calçadas ainda guardam as marcas dos sulcos das carroças que aí transitavam. É possível ainda ver os animais e pessoas que foram petrificados pelas cinzas. - Também é possível visitar o vulcão, passear na borda das crateras; tem um ônibus que faz esse transporte. Eu não quis ir. - Já do lado de fora, fizemos um lanche, descansamos, pois o passeio é cansativo, tomamos sorvetes e resolvemos retornar a pé à praça para pegar o ônibus de integração às 19h com sol claro ainda. Pegamos o trem de volta à Roma. - O mês de julho é o meio do verão europeu. Não chove, amanhece cedo e anoitece bem tarde, de modo que às 21h ainda o sol está clareando o horizonte. Aconselho pegar o primeiro horário para visitação, pois não há sombras, não tem vendedores, não tem como escapar do sol. Levem água e lanche dentro de mochilas. O passeio é longo e cansativo, se não tiver guia, como nós, vai ficar dando voltas e sair no mesmo lugar. São muitas vias e becos para explorar. Lembrem-se: aqui estão as ruínas de uma das grandes cidades do Império Romano! - O vulcão Vesúvio sempre como plano de fundo! - Essa praça é o point principal de Pompeia.- Aqui, por intuição, todos param para descansar, é o lugar mais amplo de Pompeia e também o mais bonito e preservado de todas as ruínas. - Aconselho a contratar um guia ou mesmo comprar um áudio-guia nas bilheterias, pois somente terão uma pequena noção do que aconteceu aqui; seria interessante que alguém com conhecimento transmitisse isso, pois às vezes nos deparamos por lugares e moradias importantes sem se dar conta disso. DIA 6 Ago 19 (terça-feira): Roma – Itália – Pantheon e Plaza Navona - Último dia em Roma! Pegamos o metro e visitamos o Pantheon, edifício encomendado por Agripa no século 27 a.c e reconstruído por Adriano por volta do ano 126. Quase dois mil anos depois de ter sido construído, a cúpula do Pantheon é ainda hoje a maior cúpula de concreto não reforçado do mundo! Hoje em dia tem sido utilizado como igreja, dedicada à Santa Maria dei Martiri. - Visitamos também a Plaza Navona e a Fontana di Trevi (agora de dia), pois ficava bem próxima. - Retornamos para a estação do metro caminhando num calor de 40 graus! - E pensar que no Inverno neva na Itália... - Retornamos ao hotel para arrumar as malas para retornar ao Brasil amanhã. - Fizemos já o checkout na recepção, pedimos um táxi para a madrugada do dia seguinte e que também nos acordasse, mas nem foi preciso, acordamos bem antes... DIA 7 Ago 19 (quarta-feira): Brasil – Voo TAP - Optamos por ir de táxi até o aeroporto devido o horário de saída de nosso avião. Poderíamos ir de trem ou até de ônibus que saem da estação Termini até o aeroporto e são bem mais baratos, só que ficamos com receio de demora ou algum imprevisto no trânsito. Nosso voo estava previsto para 06.05h, TAP, TP 837. O taxista chegou pontualmente às 4h da manhã e nos levou até o aeroporto. Creio que foi mesmo a melhor opção, já que não havia nenhum meio de transporte circulando a essa hora. O ponto fixo de táxis perto da Estação Termini estava vazio! Não vimos nenhum outro circulando também, nem ônibus, nem carros particulares, nem transeuntes, parecia uma cidade fantasma! A corrida, com as ruas vazias, até o aeroporto levou mais ou menos 1h e olha que o motorista dirigia rápido. Pagamos 60 Euros para o taxista! Absurdo! - O aeroporto internacional de Roma é pequeno, parecido com o Santos Dumont, do Rio de Janeiro. Fomos para o check-in da TAP, que não foi difícil de achar e já havia fila nessa hora, mas o atendimento é bem rápido. Em seguida fomos fazer a imigração, mais tranquilo ainda! Não consegui assento na janela! Viemos nas cadeiras do meio do corredor, então só nos restava assistir algum filme na TV que todos assentos em nas suas costas. Almoço muito bom! Viagem tranquila, sem turbulência. - Depois de uma escala em Lisboa, pousamos em Brasília às 15.30h. - Enfim, Brasil!
  21. Opa! Muito obrigado Augusto! Aos poucos vou ir narrando aí a nossa viagem. A gente ficou 5 dias em Bangkok e eu achei pouco, a cidade é demais! Acho que vale a pena ir pra Chiang Mai sim durante o Festival das lanternas, é muito bonito. A cidade normalmente já é bastante turística então não muda muito. Vai ter mais gente sim, que vai pra participar do festival "oficial" aquele que eu comento no post, mas ele é bem caro e esse pessoal que vai normalmente fica em hotéis mais caros e frequenta restaurantes mais caros, então não muda muito ali a parte do centro e do night market. Quanto a Krabi, ficamos também uns 4 dias em Ao Nang, 1 em Railay Beach e 2 em Phi Phi. Ao Nang é muito legal! Bem simples e com um calçadão bem movimentado, pra mim o melhor lugar pra servir de base pra visitar as praias em volta. Phi phi é bem muvucada, tudo lotado e cheio de gringo bêbado mas a beleza compensa, é muito lindo, achei pouco ficar só dois dias lá. Não conhecemos outras cidades, mas ouvi falar que PAI, no norte, é bem legal, uma cidade bem do interior mas com bastante opções de turismo de natureza. Pattaya e Phuket me falaram que é um puteiro a céu aberto, então não pretendo conhecer um dia. Se você gosta de praias eu ficaria uns 4 dias em Bangkok e o resto entre Ao Nang e Phi Phi, ou então tentar encaixar tos esses nos 10 dias, mas aí acho que é muito correria. Abraço! Qualquer coisa, prende o grito
  22. @Eduardo Ribeiro PP Fala eduardo, beleza? Sim, já está tudo certo! Não alterei nenhum destino. Saio dia 02/08 do RJ à Paris. 05/08 Paris à Londres. 12/08 Londres à amsterdam. 17/08 Amsterdam ao RJ. Dois colegas irão comigo, uma de BH e outro de SP, junte-se a nós. Meu número de whatsapp (69) 98137-6594.
  23. Ótimo relato amigo, e parabéns pela conquista! Acredito que agora essa atividade pode virar uma rotina, não? Pico da bandeira tá bem pertinho daí, rs. As fotos ficaram MUITO boas, eu não sei se me perdi e passei batido no seu relato, mas qual câmera vc usou para esses lindos registros?
  24. O maior problema de todos é como que você vai fazer para cruzar o "Darien Gap", uma região de floresta entre Panamá e Colômbia, sem estradas e dominada por traficantes de drogas e para-militares. Resolvida a questão do Darien Gap, o resto é fichinha! rsss Outra questão, 30 dias é pouco tempo para uma viagem destas, o pessoal que faz um projeto destes costuma levar muito mais tempo que isto para uma destas de carro. Outra questão, o que você vai fazer com o carro quando chegar no Espírito Santo? Você pretende fazer a viagem de volta para os EUA tambpem de carro? Você não vai conseguir legalizar o carro no Brasil, então teria que vender ele para desmanche num ferro velho, ou então dar um jeito de despachar ele de volta para os EUA de navio ou avião, o que pode ter um custo proibitivo, mais do que vale o carro...
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