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  1. Recentemente
  2. Olá Vinicius.... Passei por Taba, mas não fiquei por lá. Segui mais para dentro do deserto (Dahab, Sinai, Sharm Sheik etc). Taba é uma cidade de fronteira e tem polícia do exército para tudo quanto é lado. Qualquer transporte que você pega acaba pasando por fiscalização e, muitas vezes, revista. Coisa muito chata. Até que a cidade é legalzinha, mas não a ponto de admiração rs.... Fora do centro você encontra poucas atrações. Eu destaco os castelos "Salah El-Din Castle" e "Castle Zaman". Para esses passeios você contrata vans que fazem ponto ali no posto de fronteira. Calor infernal e sem ar condicionado. Seus filhos não vão gostar nada disso e garanto que você também não kkkkkkkk... Também tem passeios de barco pelo Mar Vermelho (Golfo de Aqaba) na tríplice fronteira (Egito, Jordânia e Israel). A agência que faz o passeio se chama Aqua Sport. Tem também passeios do 'Canyon Motor Safaris' (com quadriciclos) e o Whiswashi Canyon. Nada mais que posso destacar rs... Já quanto às suas entradas, não posso afirmar com todas as letras como será, pois fiz o trajeto contrário ao que você vai fazer, porém, você tem razão quanto à informação de 'turbulência' entre as fronteiras. Logo que entrei em Israel tive praticamente todos os meus souvenir egipcios quebrados, pois os policiais queriam 'encontrar drogas'..... Fiquei transtornado e nada pude fazer. Poxa, será que não podiam usar raio-x? Tinham que quebrar tudo?? Acredito que o trajeto contrário também deva 'oferecer a mesma receptividade kkkk... No mais, espero ter ajudado!!
  3. Alguém estará em Santiago, final de abril?
  4. Santiago dia 26/04 a 01/05, alguém estará lá na mesma data?

  5. Hoje
  6. Viajar sozinha vai aumentar os custos consideravelmente. Agora, se você for em 4 pessoas, eu diria que, com esse orçamento, você poderia até passar na África do Sul 1 semana.
  7. A questão do sono leve pode ser facilmente resolvida com um bom protetor auricular de silicone e uma máscara para os olhos. Suas despesas vão se reduzir consideravelmente ficando em quartos coletivos. Eu prefiro sempre os quartos femininos, se tem um pouco de privacidade
  8. Olá, Júlia! Então, estive na Suíça em setembro de 2017 e acho que posso colaborar com alguns pitacos. Tem um relato meu aqui no mochileiros Era outono e acredito que com temperaturas parecidas com as que você deverá encontrar em maio (primavera), ou seja, tempo muito agradável, com neve no alto das montanhas. Foram 8 noites e 9 dias (pernoitei 4 dias em Interlaken, 2 em Zermatt e 2 em Lucerna). Sobre suas dúvidas: - Sim, em Zermatt tem muitas trilhas bacanas pelas montanhas e grau de dificuldade variável. Fiz uma bem tranquila, a chamada “Matterhorn Trail” (há muitas outras opções) e que passa por Zmut, um vilarejo próximo. Pra quem estiver na cidade voltado para o Matterhorn, o início dela fica a direita do rio que atravessa a cidade, ao final da zona urbana. É trilha padrão Suíça de qualidade, toda assentada, sinalizada e larga. Algumas fotos pra você ter uma noção: Fiz também os dois principais passeios de Zermatt. De trem até o Gronegrat, plataforma com vista panorâmica para geleiras e picos. 28 francos suíços pra quem tem Swiss Travel Pass. E foi um passeio bem legal, a vista é incrível, vale a pena. Dali se avista o Matterhorn bem de longe. O outro passeio foi ao Matterhorn Glaciar Paradise, o local onde o ano todo pratica-se esqui em Zermatt, sempre com neve abundante. Com o passe, consegui o ingresso por 50 francos suíços (50% de desconto).Subindo os “cable cars”, se fica de frente pro Matterhon no seu melhor ângulo, aquele da embalagem do Toblerone, até porque na trilha é possível se aproximar mais, mas para uma face bem menos fotogênica. Assim, após mais dois “cable cars” finalmente se chega à plataforma, a 3.883 m. Achei os passeios e as trilhas de Zermatt super válidos, mas as paisagens de Lauterbrunen e região são mais impactantes, mas muuuito mais mesmo. As vistas panorâmicas dos arredores de Lauterbrunen, em Interlaken, mesmo sem neve, são realmente imbatíveis. Estando lá, eu desisti de visitar o Jungfrau, tanto pelo valor exorbitante e meio que por saber que viria o Matterhorn pela frente, quanto pelo absurdo que foi a visita aos arredores de Lauterbrunen. Eu tinha decidido ir de trem até Murren, depois Grimewald e, finalmente, de “cable car” até a montanha do 007 (Schiltorn), onde um dos filmes dele foi filmado, por 82,20 francos suíços (com 50% de desconto pro Swiss Travel Pass). O transporte todo (trem e cable cars, tanto pro Schiltorn – menos o último cable car - quanto pros arredores) está incluído no Swiss Travel Pass. Lá na montanha havia muito nevoeiro e não deu pra aproveitar muito, apesar de ter por ali uma espécie de museu e algumas atrações "in door". Mas o caminho valeu tanto a pena que ainda acho que nada pode ser mais interessante. Veja: É esse o padrão de paisagens que você encontrará por lá. E, na volta pra Interlaken, vale a pena descer a pé as trilhas que ligam alguns desses vilarejos. Eu, mesmo tendo saído de Interlaken às 12:00 e tendo portanto pouco tempo, fui de Grimewold até Schelker a pé e o caminho é bem sinalizado, não tem como se perder, mas prepondera a lógica: basta ir descendo. Faltou tempo pra chegar até Lauterbrunen, mas teria com certeza sido incrível. Enfim, acho que esse é o melhor programa possível na Suíça. - Um local que vejo pouca gente abordando mas que foi uma grata surpresa foi a visita ao Schynige Platte (trem de Interlaken para Wilderswill, dali outro trem até o topo da montanha, a quase 2.000 metros). Sei que não é um programa tão conhecido, mas eu adorei. E, comparando, a não ser que o objetivo seja ver muuuita neve, muito melhor do que a visita ao Matterhorn, que fiz alguns dias depois. E dá pra fazer zilhões de trilhas lá em cima. Com Swiss Travel Pass é free. Olha as vistas de lá: Ninguém havia dito nada dali e foi uma gratíssima surpresa. O único detalhe que vale pra toda e qualquer montanha é que só se deve ir se o tempo estiver realmente bom, caso contrário, muuuita nuvem e nevoeiro atrapalhando a visão panorâmica. - Eu, se fosse vocês, adquiriria o Swiss Travel Pass pra quatro dias alternados, já que vocês já tem garantido passagens para alguns dias da viagem. Daí, você usa ao menos um dia em Zermatt, outro em Interlaken e região, e quem sabe, um pulinho até Zurique e Lucerna, ambas muito lindas e em um dia cada você consegue explorá-las bem, aliás, a ferrovia entre Interlaken e Lucerna é um dos caminhos mais lindos que vi na vida. Aproveitem. - Nunca, jamais, por nada no mundo deixe de comprar os chocolates vendidos a granel, bem melhores do que os embalados, não faço a mínima ideia do porquê (talvez por serem "mais artesanais") . Eu dei muita sorte com os que comprei numa loja da estação ferroviária de Lucerna (não me lembro o nome mas creio que é a única que ali vende a granel). - Se tiver tempo de sobra, outro lugar bem legal perto de Interlaken é Grindelwald. Ali, só fiz uma trilha, mas há muuito mais por perto (visitas a montanhas, geleiras, acesso ao Jungfrau etc.). Vai uma foto de umas paisagens na trilha: Espero ter ajudado. Uma ótima viagem pra vocês!
  9. Algueim vai estar em floripa nessa data de 01 a 08 de maio?
  10. Estou cogitando fazer uma road trip pelo Brasil, por enquanto estou bem no inicio, ideia surgiu a poucos dias e comecei montar algumas coisas, qualquer ajuda, dica etc e bem vinda (ficar mais/menos dias, preço de hostel, hotel, camping, principais passeios e preços, praias, o que não/fazer em determinada cidade, etc..) (se alguém que fez algo parecido puder me mandar valores, roteiros, passeios dicas etc aceito tb) Roteiro que pensei 21 dias 1º Dia 7h00 São Paulo(SP) -> Búzios(RJ) (já conheço o RJ de cabo frio para baixo) 11h de viagem - 700km 2º Dia Passeio por Búzios 3º Dia (compensa ficar 2 dias por la ou um so e suficiente para conhecer o que dizer ser um dos lugares mais lindos do brasil?) Passeio por Búzios 4º Dia 6h00 Búzios(RJ) -> Vitória(ES) 8h de viagem - 500km Passeio a tarde/noite por Vitoria 5º Dia (um dia para conhecer o principal da cidade e suficiente?) Passeio por Vitória 6º Dia 7h00 Vitória(ES) -> Porto Seguro(BA) 10h de viagem - 650km Passeio a noite por Porto Seguro/Trancoso(BA) 7º Dia Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA) 8º Dia Passeio por Porto Seguro/Trancoso(BA) 9º Dia 7:00 Porto Seguro(BA) -> Salvador(BA) 10h de viagem - 600km 10º Dia Passeio por Salvador e arredores 11º Dia Passeio por Salvador e arredores 12º Dia (compensa ficar 3 dias por la ?) Passeio por Salvador e arredores 13º Dia 7:00 Salvador(BA) -> Chapada Diamantina(BA) 6h de viagem - 450km Passeio durante a tarde Chapada Diamantina 14º Dia Passeio Chapada Diamantina 15º Dia (sei q a chapada e gigante e 10 dias nao sao suficientes para conhecer tudo, mas sera q em 2 dias dou conta de laguns lugares principais ou seria melhor pensar em mais dias ?) Passeio Chapada Diamantina 16º Dia 6:00 Chapada Diamantina(BA) -> Montes Claros(MG) 13h de viagem -> 900km 17º Dia Passeio Montes Claros 18º Dia 7:00 Montes Claros(MG) -> Ouro Preto(MG) 7h de viagem - 550km 19º Dia Passeio por Ouro Preto 20º Dia 7:00 Ouro Preto(MG) -> Belo Horizonte(MG) 2h de viagem - 100km Passeio por Belo Horizonte 21º Dia 7:00 Belo Horizonte(MG) -> São Paulo (SP) 8h de viagem - 600km Qualquer ajuda e bem vinda galera, vou dar uma procurada pelos tópicos aqui também, se soubrem de algum me mandem o link pf
  11. Boa noite companheiros, Estou indo para o Monte Roraima, em maio de 2019, mês que vem, ainda estou pesquisando guias e me preparando, mas gostaria de companhia para a empreitada, se alguém topar, bora juntos. Aceito dicas e sugestões. Grande abraço em todos.
  12. Sei que não é o motivo deste tópico, mas vi que teve uma pessoa que citou aqui um roteiro que pretendo fazee, só que isso foi escrito em 2011, então nem me atrevi a perguntar a quem escreveu... Minha dúvida é a seguinte, vou pra Israel no final de agosto/2019 com minha família (eu, minha esposa e 3 filhas, sendo que duas são bebês de 1 e 2 anos e a outra uma adolescente de 17) e como comprei as passagens por um preço muito barato em uma curtíssima promoção, um pouco mais de 4 mil reais para todos pela Ethiopian, acabei não vendo o que fazer em Israel, quantos dias ficar em cada lugar e acabei só vendo isso agora... e percebi que tenho dias demais para tudo que eu gostaria de conhecer. Como já fui à Petra, Aqaba e Wadi Run na Jordânia, acabei ficando com poucas opções para ir fora de Israel... Então vi uma opção interessante para quem viaja com crianças, uns resorts all inclusive à beira do Mar Vermelho e com preços realmente bons... o problema é que eles ficam em Taba, no Egito... Minha dúvida é em relação à temida fronteira israelense... se fizer esse roteiro vou ter que sair de Israel e voltar 4 dias depois, pois meu voo de volta sai de Tel Aviv. Vi diversos relatos aqui de gente que saiu de Israel, foi pra Jordânia e voltou pra Israel e não teve nenhum problema, mas será que o mesmo acontece em relação à fronteira com o Egito, que historicamente não tem uma relação tão tranquila com o estado de Israel como tem a Jordânia? Se alguém fez um roteiro como esse que estou pretendendo fazer, por favor, me dê uma luz! E se alguém também se hospedou em Taba por favor me da algumas dicas. Desde já agradeço.
  13. Adquiri uma Bota Nord Outdoor Adventure considerando o custo benefício. Usei em Itatiaia parte alta duas vezes e confesso que me agradou pela pisada. Porém, eis que um dia encontrava-me no cânion fortaleza, cambará do sul - RS, e resolvi com a mesma atravessar o rio da cachoeira do tigre preto. Apenas por molhá-la a sola começou a se soltar facilmente pela parte dianteira do calçado. Em suma: não presta! Pague mais um pouco para evitar aborrecimento. Imagine se eu estivesse em local mais remoto sem outro calçado. Deixei-a em Florianópolis, moro no rio. Infelizmente agora não dá para anexar a foto do estado em que ficou. Quando retornar a Florianópolis colocarei a foto neste site. Como disse, não a compre, pague um pouco mais para evitar aborrecimento.
  14. @isaribeiro Relato 5 estrelas! Muito bom mesmo. Queria ter um bom destino internacional e que não conheço ainda para te recomendar onde gastar os R$4mil, mas tenho certeza que encontrará... e fico na torcida para que volte com mais relatos.
  15. Ontem
  16. Olá Nathália! Vc já tem o período da viagem? Tiro férias em novembro e estou decidindo roteiro.
  17. Dia 18 - 04/11 - Pai Acordei cedo pois haviam dito que o transporte para o tour chegaria em torno de umas 9h30 pra me pegar, aproveitei para tomar café. Se por um acaso ficarem hospedados nesse mesmo hostel que eu (Baan Aonsim Resort), peçam o café da manhã deles, é muito bom (já relatei na primeira postagem onde falo das hospedagens), tomei o meu e fiquei na recepção aguardando o transporte vir me buscar. Enquanto aguardava, aproveitei para carregar o celular e fiquei conversando com uma tiazona espanhola que estava hospedada lá e também iria fazer o mesmo tour que eu. O tempo estava meio nublado, achei que choveria, não estava muito calor, pelo contrário, tava até um leve frio (pra mim que gosto de frio estava ótimo, mas pra quem é friorento talvez reclamasse um pouco). Eles atrasaram um pouco, apareceram quase às 10h, era uma caminhonete e fui sentado na caçamba junto com a tia espanhola, ainda buscaram mais algumas pessoas e iniciamos o tour. Estavam, além de mim e da tiazona, duas holandesas, um austríaco, um senhor australiano e um casal espanhol (na verdade, o cara era colombiano, mas vivia na Espanha). A primeira parada foi no Buda Branco, ele fica no alto de uma montanha, tem uma escadaria pra subir, apesar de alta é de boa subir, tem uma boa vista da cidade e a estátua é impressionante, um imenso buda todo branco, e com o sol que tinha saído (já estava fazendo calor a essa altura), ele brilhava, era difícil até pra tirar foto. De lá seguimos rumo a uma vila chinesa, primeiro fomos no mirante que fica no alto (ah, vá!), a vista é incrível, e depois descemos até o vilarejo propriamente dito, ficamos um bom tempo lá, é muito legal o lugar, parece que você está em alguma área rural da China. A próxima parada é um lugar chamado Hot Springs, a viagem foi com bastante emoção, pois a estrada é bem sinuosa e o motorista sentou o prego, até que foi divertido. Esse lugar não era como o que vimos no tour de Chiang Rai, esse era uma fonte de água termal, tinha um banheiro onde você pode se trocar e cair na água, meu, que delícia aquele lugar, dava vontade de não ir mais embora. Foi o lugar em que ficamos mais tempo, e lá também foi onde serviram o nosso almoço (já incluso no tour), pra variar, pad thai (tinha outras comidas também, mas eu tava viciado naquele troço). Ganhamos também uma garrafa de água e rolou umas frutas no final (melancia e abacaxi cortados). Durante o almoço, o guia nos perguntou se realmente faríamos questão de conhecer o Coffee in Love, que seria a próxima parada, pelo que vi depois é tipo uma cafeteria meio diferentona, mas apenas uma cafeteria, nada demais, ele disse que caso pulássemos poderíamos ficar mais tempo nos outros lugares. Todos acharam melhor pular e curtir mais o restante e assim fizemos. Paramos num lugar chamado Land Split, é uma espécie de canyon localizado em uma fazenda que foi criado por um grande terremoto que atingiu a região, ele dividiu o terreno em dois, daí o nome (land = terra, split = dividir, dividida). Além disso, eles cultivam algumas plantas exóticas e servem, de graça, alguns chás e sucos feito com eles, principalmente o de Roselle, um tipo de hibisco muito comum por lá. O tour em si consiste em fazer uma trilhazinha pelo penhasco e no final você volta pro lugar onde começou, é tipo um circuito, na minha opinião apenas OK, nada de tão interessante, a não ser o fato de imaginar que aquilo surgiu graças a um fenômeno da natureza, isso realmente impressiona. Dali seguimos seguimos para uma cachoeira chamada Pam Bok (existem várias na região, pra quem quiser alugar uma moto e se aventurar, se joga sem dó), acho que só eu e a tiazona espanhola críamos coragem e entramos na água, o restante ficou nas pedras sentado, estava bastante gelada mas muito gostosa a água, e não era fundo, deu pé até quase perto da queda d"água. A penúltima parada foi onde ficam as pontes de bambu, é um lugar fechado, com portaria (a entrada é paga, mas estava inclusa no tour), é uma grande plantação de arroz e ao longo dela passam umas pontes feitas de bambu, segundo a explicação os monges usavam elas para ir até um templo que fica do outro lado, eu confesso que andei muito e chegou num ponto que resolvi voltar porque achei que não ia acabar nunca, depois soube do templo. Por fim, fomos até o Canyon na entrada da cidade para ver o pôr do sol, tava lotado de gente mas consegui um lugar bom, tentei fazer um time lapse mas saímos antes que escurecesse. A volta também foi com emoção, ele deixou cada um no seu hostel e eu fiquei por último (meu hostel era mais longe), aproveitei para lavar bastante roupa no banho e depois de uma descansada, fui para a Walking Street, jantei numa barraquinha por lá e comi um doce estranho, não sei o que era e o gosto era igualmente esquisito, além de uns espetos de linguiça apimentada que são duzentas vezes mais apimentadas que as daqui. Nosso transporte Buda branco Vila chinesa e mirante Hot springs Land split Cachoeira Pam Bok Pontes de bambu Canyon GASTOS DO DIA Café da manhã: THB 70,00 Coca: THB 20,00 Janta: THB 35,00 Doce estranho: THB 20,00 Cerveja (long neck): THB 39,00 Espetinho: THB 10,00 (2 * THB 5,00) TOTAL = THB 194,00 Continua...
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