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  1. Recentemente
  2. Para ir para esta região da Europa Central (não tem cidade do "leste" ai!), onde a oferta de voo não é muito boa, a melhor opção é ir por Roma ou por Berlin. Outra opção é por Viena (onde são feitas a maioria das conexões para Praga e Budapeste). Não entendi onde entram os "festivais" com uma criança de 2 anos. Não teriam aí muitos deslocamentos internos para serem feitos com uma criança de 2 anos?
  3. Acredito que as passagens mais baratas sejam por Praga ou Budapeste. Você pode até mesmo parar em país que tenha voo diretos e mais baratos do Brasil (Lisboa, Madrid, etc.) e depois pegar um voo low cost para essas duas cidades - por ser verão, vai haver vários voos...
  4. A Tokio Marine HCC é a seguradora que eu uso em todas as viagens internacionais. O preço é incomparável (da última vez passei 20 dias na europa e paguei cerca de R$80) Nunca precisei usar, e não sei se o atendimento é bom também (é um seguro estrangeiro), mas as vezes que pediram em imigrações, deu tudo certo... Talvez para pessoas idosas - e mais prováveis de usarem o seguro - seja melhor um que tenha atendimento em português, possibilidade de reclamar para alguma agência reguladora....
  5. Hoje
  6. Pessoalmente, eu consigo fazer 20 euros o dia em qualquer cidade da Europa, para gastos em alimentação, até um pouco menos. E nunca cozinhei em hostel. Divido minhas refeições com Kebaps, fastfood e restaurantes. Kebap custa cerca de 5 euros em qualquer canto, ou menos. Restaurante quando o valor não passa de 10 euros, que dá pra achar com certa facilidade se procurar fora das zonas turísticas. Em países mais baratos, como Portugal e Espanha, dá pra fazer com menos.
  7. Nunca comprei, mas minha opinião sobre mochilas de marcas desconhecidas é um tanto conservadora. Que não basta ter espaço e caber nas costas, mas a qualidade do material é muito importante, e também a forma como encaixa, que pode evitar muita dores nas costas, literalmente. Imagine a situação, depois de uma semana de viagem a alça da mochila rasga, então você tem uma mochila que vai te incomodar o resto da viagem, e isso se não rasga um bolso, ou um fundo. Ou que o material é bom, mas ao colocar nas costas fica com uma parte incomodando, depois de alguns dias se torna um machucado. O ideal é ir a uma loja de mochilas e experimentar, mesmo que não compre lá, mas para ter ideia se encaixa bem.
  8. @carla.martins oba! Vc tem insta para conversarmos melhor? O meu é vania.dias
  9. @Marilia Gusmão Oi Marilia, Para facilitar, crie um topico para ti com as dúvidas, assim facilita te responderem, pois esse tópico é de 2015, poucos vão entrar pra ver algo antigo. Pelo que entendi, você vai passar uns 10 dias na Suíca entre 30 dias de férias? Então está procurando destino mais barato antes de ir a Paris? Crie um novo tópico que respondo lá.
  10. Pessoal. Atualmente moro em Salvador Bahia,pretendo me mudar ainda este ano para Campo grande MS. Gostaria de obter informações sobre como é o mercado de trabalho atualmente lá? Como é questão da segurança pública e violência na cidade? Se há preconceito em relação a quem é do nordeste ou algo do tipo? E custo de vida é alto? Fico muito grato pois não consegui muitas informações a respeito então se alguém puder ajudar eu agradeço.
  11. Boa noite. Gostaria de informações. Estou enlouquecida para montar meu roteiro. Vou do Rio x Genebra e volto de Paris x Rio. Já defini 3 dias em Lausane, excluindo o dia da chegada. Nesses dias pretendo conhecer Lausane no dia que chego, nas noites que irei pernoitar e no dia irei para Interlaken. Então tirei 1 dia para Genebra e o outro para Montreaux e Veyvei. Em Interlaken fico 4 dias, vou alugar carro para passear em volta, nos lugarejos lindos ao redor. Também pretendo ir numa tarde a Berna. Depois vou para Zurique de onde tiro 1 dia para lá, outro para Lucerna É daí empaquei pois preciso ir para um local onde seja menos caro que a Suíça e Paris, pois serão 32 dias de viagem. Estou até pensando em levar alguns comestíveis na bagagem🤣🤣🤣🤣. Alguém pode me dar sugestões de para onde irei? Detalhe preciso chegar a Paris fé forma econômica. Já pensei em ir a Baviera e de lá voltar a Suíça por Basel para de lá ir para a França até esqueci o nome da cidade mas sei que iria facilmente a Paris. E de lá também faria um bate e volta a Lily. Também me interessaria ir ao leste europeu mas fico cada vez mais afastada de Paris o que significa vôo caro. Não vou comprar passes pois acho que não valerá a pena pois não pretendo fazer passeios nas montanhas. Preciso de ajuda. Por favor help!
  12. TheBeuchs

    Compro nautika wind

    Procuro barraca nauika wind.
  13. Nautika wind por aee ta 250, os mais experientes ai que ja usarão recomendariam ela? Alguma dica sobre essa barraca?
  14. Michel_brasiliano

    Europa Agosto/2019

    Oi pessoal! Farei uma viagem para Europa e gostaria de saber se alguém estará no mesmo período. 07 a 12/08 Lisboa 12 a 16/08 Barcelona 16 a 22/08 Paris 22 a 26/08 Amsterdam 26 a 01/09 Berlim Me chamem: 11-986012576 Abraços
  15. Cara eu ando fazendo umas pesquisas em todos sites e apps, vi umas bem interessantes no app wish!
  16. Olá! É a minha primeira vez aqui no site e também estou programando meu mochilão para Paris/Bruxelas/Amsterdã/Berlim. Comecei agora a procurar hostels/airbnb. Estou seguindo dicas de uma youtuber (Mi Alves) que está neste momento fazendo seu mochilão por lá e ela indica a rede https://www.st-christophers.co.uk/ (o insta dela está cheio de conteúdo interessante, com várias dicas de viagem e lá ela mostra alguns dos quartos dessa rede). Se for de alguma ajuda... Abraços
  17. Bom, fiz pesquisas individuais, perguntando pessoas que residem em algumas das cidades citadas, mandando mensagens aos hostels que irei me hospedar e pesquisando no google mesmo. Vou deixar aqui pro caso de alguém ter a mesma dúvida no futuro. Cidades mais caras (Barcelona, Florença, Viena) uma refeição de almoço sai na faixa dos €10~15 a depender do dia da semana e local, sendo possível gastar menos (€4~7) em redes de fast food locais, comida de rua e comprando algum lanche em minimarkets ou supermarkets. Pra economizar nas demais refeições dá pra comprar em mercados, de preferência os maiores, coisas como pão, cereal, pasta, preparar a noite no hostel e tal. Na minha estimativa eu vou focar em um gasto diário com alimentação na casa dos €15~20, variando pra menos em cidades mais baratas e pra mais quando eu optar por refeições mais completas.
  18. Olá, Deu tudo certo sim. Acabei fazendo um pacote com Machu Picchu Car + City Tour + Vale Sagrado pela Qorianka, mas acho que o Machu Picchu Car sozinho, sem o ingresso é esse valor mesmo.
  19. Olá amigos mochileiros, Estou fazendo este post para agradecer pelos relatos que dos colegas que muito me ajudaram na programação de meu roteiro e, quem sabe, orientar quem vai visitar a capital dos Incas nos próximos meses com algumas informações úteis (e outras nem tanto). Como apaixonado por história que sou, meses antes da viagem comecei a ler alguns livros sobre civilizações pré-colombianas e sobre os incas em específico, dos quais recomendo "O segredo dos Incas", de Siegfried Huber e "História de Tahuantisuyu" de María Rostworowski de Diez Canseco. Ambos excelentes. Pois bem, comprei as passagens com bastante antecedência via Decolar.com, de Porto Alegre a Cusco (Empresa LATAM), pelo valor de R$ 1.672,00, bem como as hospedagens no Loki Hostel (em Cusco) por S/ 160,00 e Machu Picchu Land B&B, em Aguas Calientes (cidade base de Machu Picchu, também chamada de Machu Picchu Pueblo) por S/40,00. Posteriormente, garanti ainda o ingresso a Machu Picchu por 70 $ USD pelo site Machu Picchu Terra. Dia 07/05, saí de Porto Alegre ao fim da noite e após conexões em Guarulhos e Lima, cheguei ao aeroporto de Cusco na manhã do dia seguinte, já com o transfer para o hostel me esperando com a placa com meu nome na saída. No caminho, o motorista já me propôs de ir à agência de alguns familiares dele para ver pacotes turísticos (não perdem a oportunidade), e como eu havia tirado o primeiro dia para andar pela cidade e lidar com o temido soroche (mal de altura, que no fim das contas nem cheguei a sentir), aceitei a oferta. No fim, após consultar a agência do motorista e algumas outras (agência de turismo e casa de câmbio é o que não falta na cidade), optei pela agência Qorianka para comprar o transporte a Machu Picchu + serviço de guia (obrigatório para entrar em MP), o City Tour e o Vale Sagrado por S/ 400,00, pois foi o mais barato que encontrei. No dia seguinte, 7h da manhã, passaram no hostel pra me levar de van até a hidrelétrica e de lá seguir a pé até águas calientes (vale ressaltar que são vários os modos de chegar a Machu Picchu – trilha salkantay; trem, bastando vender um rim para pagar a passagem; Machu Picchu by car, o escolhido). O caminho até determinado ponto é bem tranquilo, com estrada asfaltada e vilarejos bucólicos, mas o problema começa quando passa Santa Teresa e entra na estrada de chão. Aí, como diz conhecido narrador desportivo: haja coração, amigo, pois é cada penhasco que dá vontade descer e seguir a pé. No fim, depois de 6h de van, chegamos à hidrelétrica, almoçamos (almoço incluso no pacote) e seguimos o trilho do trem até Machu Picchu Pueblo (aproximadamente 2h30min de caminhada). Cabe salientar aqui o clima de Águas Calientes, que é realmente aconchegante, e o ótimo custo benefício do hostel escolhido na cidade (quarto com cama de casal, banheiro exclusivo e TV a cabo + café da manhã por 40 soles). Na manhã seguinte, acordei às 5h da manhã e fui à parada pegar o ônibus para subir a montanha (S/ 24,00, ida e volta), pois minha entrada era no primeiro horário (6h) e a subida leva aproximadamente 30min. Chegando lá, no meio daquele monte de gente, identifiquei meu guia pela bandeira levantada (cada um deles tem a sua), apresentei ingresso (tem que levar impresso para carimbarem) e passaporte e segui rumo a uma das 7 maravilhas do mundo moderno. Simplesmente, faltam as palavras para definir o que é Machu Picchu. É inacreditável e ao mesmo tempo reconfortante saber que a cidade escapou da ganância e do desrespeito dos espanhóis para com a cultura dos povos conquistados, pois se de modo diverso tivesse corrido a história, hoje Machu Picchu seria um amontoado de igrejas e no topo de Wayna Picchu haveria uma grande cruz simbolizando a submissão dos incas à cristandade. Depois de todo o deslumbramento com a cidade e da aula de história inca promovida pelo guia, fiz alguns amigos dentro do grupo e resolvemos voltar direto até a hidrelétrica, sem passar por Águas Calientes (Aqui, deixou uma dica a quem for fazer o mesmo percurso: leve o mínimo possível de coisas na mochila, pois andar mais de 12km com peso nas costas, sobre um caminho cheio de pedras e depois de caminhar a manhã toda em Machu Picchu não é fácil). Enfim, era hora de encarar as longas horas de van até Cusco, exausto mas feliz. Próximo dia, saio cedo novamente para seguir o rumo do rio Wilcamayo (Urubamba) e conhecer as ruínas históricas de Pisac, Ollantaytambo e Chinchero (vale sagrado dos incas). Dentre essas, destaque para Ollantaytambo, a única cidade inca continuamente habitada, que tem um complexo arquitetônico absolutamente espetacular, encravado em meio às montanhas, e para o laboratório agrícola de Písac, de onde se pode avistar as tumbas dos imperadores incas, saqueadas pelos espanhóis pela grande quantidade de ouro que continham. No domingo, reservo o dia para fazer o city tour, o qual abrange as ruínas de Sacsaywaman (de onde se tem uma vista esplendorosa da cidade),Qenko, PukaPukara, Tambomachay e a cereja do bolo: visita ao Qorikancha, o templo do sol (entrada por S/ 15,00, paga por fora), que fica a poucas quadras da Plaza de Armas e era simplesmente o centro religioso da capital dos Incas, com suas paredes cobertas de ouro e que, adivinhem, foi completamente saqueado e destruído, sendo construído sobre suas bases o convento de São Domingo. Por fim, tirei a segunda-feira (13/05), dia do retorno, para visitar o mercado central de San Pedro, o bairro dos artistas de San Blas, e provar as especiarias locais (recomendo provar o cuy al horno com chicha morada) bem como encher a mochila de livros e claro, souvenirs, como todo bom turista. Infelizmente, o pouco tempo disponível (uma semana) me impossibilitou de visitar o lago Titicaca e o sítio arqueológico de Tiahuanaco, o berço da civilização Inca, mas fiz as longas 24 horas de retorno para casa (Cusco – Lima – Santiago – Guarulhos – Porto Alegre) com a sensação de que, por mais tempo que tivesse, seria impossível visitar tudo que há pra ver na região (ainda que restrita ao lado histórico) e de que não há nada melhor para ampliar os horizontes do que viajar e conhecer pessoas de outras culturas.
  20. Boa noite! Vou fazer um Mochilao em 2020 e estou a procurando hostels no mesmo estilo da rede Clink Nord (Amsterdam) e Clink78 (Londres). Gostei pela localizacao/preço e notas Estou com dificuldade de achar no mesmo estilo em Paris/ Bruxelas e Colônia(Alemanha) Obrigada!!
  21. Alguém indo ou querendo viajar pela espanha nos dias 27/06 - 8/07? Estarei de férias e queria ir para a espanha!
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