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  1. 5 pontos
    Salve salve mochileiros! Segue o relato da trilha feita no Réveillon rumo ao Pico do Corcovado situado no município de Ubatuba no litoral norte de São Paulo. --> 24km ida e volta  --> Nível de dificuldade: DIFÍCIL (trilha extensa com várias bifurcações no início e muita mas muita subida rss) Partida - 30/12/19 - Partida 18:00pm - São Paulo x Caraguatatuba x Praia da Lagoinha x Praia do Bonetinho - Ônibus R$65,00 - Transporte público R$5,50 Dia 30 de Dezembro geralmente costumo me organizar com antecedência o que vou fazer na virada pra não passar apuros nas correrias de final de ano. Mas ao contrário deste ano de 2019 eu não segui o protocolo e resolvi tudo na última hora, e lá estávamos nós, eu Tadeu e meu amigo Léo no dia 30 de Dezembro partindo de São Paulo capital sentido Caraguatatuba no litoral norte de São Paulo pelo empresa de ônibus Litorânea onde compramos as passagens por R$65,00. Em meio a milhares de pessoas correndo pra lá e pra cá no Terminal Rodoviário Tietê, nós conseguimos as passagens para às 18:00 com previsão de chegada para às 20:35. Chegamos por volta das 21:30 em Caraguatatuba por causa do trânsito intenso na rodovia de final de ano. Terminal Rodoviário Tietê Em Caragua o clima estava abafado mas sem nenhum sinal aparente de chuva. A previsão mostrava clima aberto pro dia 30 e 31 com 20% de chuvas isoladas. Aguardamos por um tempo no terminal para aguardar nosso proximo ônibus e neste tempo aproveitamos e caminhamos por uns 5 minutos até o supermercado Shibata que fica próximo ao terminal rodoviário para comprar comida e água para passar a primeira noite no camping. Compras feitas, retornamos ao terminal e então pegamos um ônibus de transporte público na rodoviária de Caraguatatuba com sentido a Ubatuba por R$5,50 e depois de 1 hora descemos no ponto da praia da Lagoinha próximo ao Mercado Garotão e ao Condomínio SARELA - Recanto da Lagoinha onde caminhamos até sua entrada na 1ª guarita e continuamos por dentro do condomínio até a 2ª guarita que é onde fica o início da Trilha da Sete Praias. Caminhamos por 40 minutos passando pela Praia do Oeste e Praia do Peres caminhando totalmente no escuro iluminando com lanternas até chegar na Praia do Bonete ou Bonetinho onde passamos a primeira noite em camping selvagem ou seja, camping sem estrutura nenhuma, mas com o essencial, mar aberto e uma fonte de água potável. Ai foi só montar as barracas! Camping Praia do Bonetinho O camping na Praia do Bonete além de selvagem é um camping proibido, na praia existe uma enorme placa lembrando os visitantes que aquele local ou aquela praia é uma propriedade particular. Então como chegamos já a noite, nós acampamos e desmontamos nossas barracas bem cedinho para ninguém ver e causar maiores problemas. Camping concluído com sucesso! Subida - 31/12/19 - Partida 9:00am - Praia do Bonetinho x Pico do Corcovado - Transporte público R$5,50 ; Acordamos por volta das 6:00 da manhã e desmontamos rápido nossas barracas. Fizemos um bom café da manhã, tomamos o último banho de mar de 2019, arrumamos nossas mochilas e caminhamos de volta para o começo da trilha das Sete Praias, pois teríamos que pegar um ônibus sentido Ubatuba para descer no ponto da Praia Dura que ficava a 4,7 km de onde estávamos. Então fizemos a trilha da Praia do Bonetinho de volta para o condomínio Recanto da Lagoinha, fomos para a 1ª guarita na entrada do condomínio e caminhamos para a direita na rodovia sentido Ubatuba por uns cinco minutos até chegar em um ponto de ônibus. Até tentamos pegar carona mas os carros pareciam estar todos lotados ou com bagagens ou de pessoas chegando para passar a virada de ano no litoral. Por sorte o ônibus não demorou muito e pegamos rápido um ônibus por R$5,50 sentido Ubatuba e alguns minutos depois descemos no ponto da Praia Dura em frente ao Supermercado Praia Dura que fica também no começo da estrada do Corcovado que seria o começo da nosso caminho rumo ao imponente Pico do Corcovado. Aproveitamos e compramos no supermercado alguns mantimentos e água. Levamos 2 garrafas de água de 1 litro e 1 litro e meio cada um. (Caminho até o início da trilha) Supermercado Praia dura x Casa do Sr. Tozaki - Guarita do Parque Estadual Serra do Mar -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- (Todo caminho percorrido) Wikiloc: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/spatialArtifacts.do?event=setCurrentSpatialArtifact&id=45109332 Supermercado Praia dura x Casa do Sr. Tozaki - Guarita do Parque Estadual Serra do Mar x Pico Do Corcovado Começamos nossa caminhada para o pico por volta das 11:00 da manhã. Nosso ponto de partida foi do Supermercado Praia Dura, dali caminhamos por 1 hora os 4 Km da Estrada do Corcovado até a casa do famoso Sr. Tozaki (que infelizmente não tive a oportunidade de encontrar) onde fica situado a guarita do Parque Estadual da Serra do Mar PESM - Núcleo Picinguaba e início da Trilha do Pico do Corcovado. Casa Sr. Tozaki Guarita do Parque Estadual Serra do Mar - Núcleo Picinguaba Para subida e pernoitar no Pico do Corcovado é preciso realizar o agendamento com o Núcleo Picinguaba enviando um e-mail para [email protected] ou para [email protected] Nós até fizemos nossa parte e enviamos três e-mails para solicitar o agendamento em três emails diferentes, porém recebemos a resposta de que dois deles estavam desativados. O único e-mail que nos respondeu foi o [email protected] e disse assim: ___________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ 31 de dez de 2019 às 13:59 "Bom dia! Informamos que a Associação Coaquira de Guia de Turismo, Monitor e Condutor de Ubatuba é responsável pelo ecoturismo realizando o controle de acesso, monitoramento e manutenção do atrativo do atrativo Pico do Corcovado por meio do Termo de Autorização de Uso (TAU /FF/CORCOVADO nº 01/2018 - Processo FF nº 726/2018 - NIS 2096616) assinado pela Fundação Florestal no ano de 2018. O atrativo Pico do Corcovado se encontra em área do Parque Estadual da Serra do Mar, Núcleo Picinguaba, Unidade de Conservação de Proteção Integral, instituída através do Decreto Estadual 13.313/79 e o principal objetivo da associação e a preservação, conservação e prática do Ecoturismo e Montanhismo de mínimo impacto no atrativo. A trilha para o Pico do Corcovado é monitorada, ou seja, há a necessidade de contratação de um Guia de Turismo ou Monitor Ambiental da Associação Coaquira para acessar o mesmo e realizar o procedimento de agendamento. É necessário realizar o agendamento com antecedência, dessa forma poderemos indicar um condutor para acompanhar o grupo, o procedimento será confirmado após a confirmação da disponibilidade da data solicitada, preenchimento do Ofício de Solicitação de Reserva, Termo de Isenção de riscos, Termo de Responsabilidade e Ficha Médica. Quanto a pernoite, é permitida seguindo as informações acima, agendamento e contratação de um Guia de Turismo ou Monitor Ambiental que disponibilizamos pela associação e respeitando a capacidade de carga do atrativo de 15 pessoas. As datas propícias e permitidas para atividade de camping são entre os meses de abril a outubro. Informamos que o atrativo estará fechado para pernoite de 19/11/2019 até 19/03/2020 pois durante esse período as chuvas no local são muito intensas, com a possibilidade de ocorrência de descargas elétricas, erosões e deslizamento do solo, causando graves riscos aos usuários. O trajeto bate e volta permanece liberado, desde que as condições climáticas estejam favoráveis e após feito todo o procedimento. Feliz 2020! Qualquer dúvida estamos a disposição. Att. Diretoria do Departamento Executivo do Atrativo Trilha do Pico do Corcovado da Associação Coaquira de Guia de Turismo Monitor e Condutor de Ubatuba ______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ --> https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/pesm/nucleos/picinguaba/contato/?filter=agendar Como não tínhamos recebido nenhuma resposta dos e-mails enviados com a autorização e o agendamento quando começamos o caminho para o início da trilha por volta das 11:00 da manhã do dia 31 de Dezembro, decidimos ir sem agendamento mesmo. Pensamos em talvez conversar na guarita sobre os emails enviados para solicitar agendamento e que não tínhamos recebido nenhuma resposta, massss não foi necessário nada disso hehehehe. Quando nos aproximamos da guarita percebemos que não havia ninguém, nem mesmo o Sr. Tozaki estava em sua residência que fica no mesmo lugar da guarita do parque. Então decidimos começar a trilha sem falar com ninguém. Sabíamos do risco de encontrar algum guarda do parque que poderia nos multar por ter feito a trilha sem autorização e agendamento, mas estávamos decididos a subir e seguimos em frente. Seguimos em frente depois de uma corrente na estrada em frente a guarita e começamos realmente a trilha. A trilha se inicia em um bambuzal ao lado de uma cerca e é neste ponto que a trilha traz a maior dificuldade pois têm algumas bifurcações que levam a alguns lugares diferentes. Realizamos esta trilha com Wikiloc e mesmo assim demos umas vaciladas que foram corrigidas a tempo. Recomendo que façam esta trilha ou com guia ou com gps Wikiloc pois a trilha é muito cansativa, extensa e contém algumas bifurcações principalmente no seu começo. Os primeiros minutos da trilha são tranquilos, passamos por três vezes em riachos de águas geladas e potáveis, ótimas para se refrescar e beber, já que o clima com a mata fechada se torna muito quente e úmido em dias de sol forte nos fazendo suar muito. -->WIKILOC: https://pt.wikiloc.com/wikiloc/spatialArtifacts.do?event=setCurrentSpatialArtifact&id=45109332 A trilha no começo é tranquila, caminhamos por 1 hora aproximadamente passando por 2 pontos de água até chegar na primeira placa da trilha (PESM) e também no terceiro ponto de água. Deste ponto em diante sentimos o que realmente é a trilha do Pico do Corcovado hauhauhua. Tomamos bastante água no riacho, enchemos nossas garrafas e bora começar a subir o morro que nos aguardava ahuhaua. Estávamos em 206 metros de altitude e a partir dali iriamos subir até 460 metros para o primeiro mirante da trilha. Placa PESM - Parque Estadual Serra do Mar e 3º ponto de água Caminhamos por algumas horas e passamos pelo primeiro ponto de corda em 382 metros de altitude. Neste ponto temos um vista muito linda pois é um dos poucos pontos abertos na trilha. A subida até o primeiro mirante foi bem desgastante, mas quando chegamos, vimos o quão lindo é a vista, isso só nos deu mais ânimo para subir. Este ponto também chamado de Igrejinha nos mostrou só uma prévia do que nos aguardava no cume. Diz a lenda que à meia-noite próximo da Igrejinha seria possível ver a imagem do Frei Bartolomeu andando por lá. É claro que não ficamos lá pra ver isso kkkkkk. Neste mirante conseguimos ver o Pico do Corcovado pela primeira vez da trilha e um belo visual de algumas praias do litoral de Ubatuba. Ficamos por alguns bons minutos contemplando aquele visual e logo seguimos em frente. Neste trecho encontramos somente duas pessoas descendo a trilha, eram dois sul africanos que estavam fazendo um bate e volta. Conversando com eles descobrimos que não havia mais ninguém na trilha e nem no cume, isso significaria que não corríamos o risco de algum guarda nos ver e nos multar e também de ter a possibilidade de passar a virada de ano somente nós no cume! Yeahhhh!!! Mirante ou Igrejinha Depois deste ponto a trilha vai ficando cada vez mais íngreme e inclinada nos castigando bastante. Caminhamos bem lentamente até chegarmos até o último ponto de água que fica a 767 metros de altitude. Paramos um pouco para mais um descanso, fizemos um lanche, tomamos bastante água, enchemos novamente nossas garrafas pois aquele seria o último ponto de água até o cume. Então levamos água o bastante pra beber no restante da trilha e para pernoitar no cume do pico sem precisar voltar para buscar mais água. 3 km de trilha percorridos e ainda faltavam 5 km kkkkk Último ponto de água em 767 metros de altitude Neblina surgindo no meio da mata. Estávamos nas nuvens! Continuamos caminhando sempre subindo até chegarmos ao Camping 1 em 1000 metros de altitude. A subida mais uma vez nos castigou muito e paramos por diversas vezes para descanso e recuperar o fôlego. Chegamos no Camping 1 e ficamos um bom tempo descansando antes de enfrentar a última e mais difícil subida do percurso. Camping 1 O camping 1 tem espaço para aproximadamente umas 7 barracas. Após este ponto, no Camping 1, a trilha deu uma trégua na subida e começamos a caminhar olhando alguns momentos para o Pico do Corcovado em uma trilha mais plana e com poucos declives. Afinal já estávamos na crista da Serra do Mar e a mais de 1000 metros de altitude. Esta parte da trilha é simplesmente incrível, havia desfiladeiros dos dois lados que conseguíamos ver por entre as árvores, mas como a visibilidade estava baixa por causa da neblina, fomos ver realmente a dimensão do lugar que estávamos trilhando somente na volta com o tempo aberto. Caminhando por aproximadamente mais 40 minutos pela crista da Serra do Mar e chegamos em duas placas informando qual a direção que se deveria seguir. A placa da direita subindo dizia que o caminho estava em recuperação e que o acesso estava restrito, já a placa da esquerda era uma seta informando a direção a se seguir para chegar ao cume. Como estávamos seguindo a trilha com o Wikiloc resolvemos fazer a trilha de acesso restrito que era o que o nosso GPS estava guiando, mas esta trilha foi um das partes mais difíceis do caminho com uma subida quase que impossível e perigosa, mas nós conseguimos! Já a trilha da esquerda é um pouco maior com uma grande descida até um ponto de água que fica ainda mais próximo do cume e depois uma última subida mais tranquila até o cume do Pico do Corcovado, mas isso só ficamos sabendo na volta quando retornamos por este lado da trilha pois subimos pela trilha restrita. Placas direcionando a trilha correta e mais fácil a se seguir Após alguns minutos subindo os últimos 100 metros finais e os últimos 60 metros de altitude, onde o corpo já está a ponto de explodir com a mistura de tanta ansiedade, de cansaço, de adrenalina, sede e de todo o esforço feito pra chegar até ali, nós conseguimos vencer com muita superação a última e mais difícil parte da trilha. Uma "escalaminhada" que necessita de pés e mãos livres para subir pelas raízes das árvores que nos custou muito esforço com as mochilas nas costas depois de quase 6 horas de trilha para ai sim conquistar a 1160 metros de altitude o cume do imponente PICO DO CORCOVADO em Ubatuba na Serra do Mar. Foi surreal a primeira vista de lá de cima e as lágrimas simplesmente rolaram pela minha cara suada ahauhauh! Foi incrível! Os primeiros minutos em cima do Pico do Corcovado foram simplesmente mágicos. O tempo que estava fechado até então começou a se abrir e nos presenteou com um por do sol fantástico que nos deixou anestesiados pela beleza que estávamos contemplando. Gratidão era a palavra que mais me vinha a cabeça neste momento. Gratidão por estar ali, por ter condições e saúde pra chegar até ali, gratidão por todas as pessoas que estão comigo ou junto comigo de alguma forma, gratidão pela minha família, minha mãe, meu pai, meu irmão e minhas avós, pelos meus amigos e o mais importante grato pela VIDA! Obrigado Obrigado Obrigado... E lá se foi o último por do sol de 2019. Após esta fantástica exibição da natureza, nós assinamos os nossos nomes no livro do cume para registrar nossa subida e fomos armar nossas barracas pois de noite faria um pouco de frio com os ventos cortantes no cume. Existem duas áreas de camping no cume do pico, uma fica próxima ao livro do cume com um espaço menor, cabendo aproximadamente umas 4 barracas (camping 3), já o outro com um espaço maior cabendo aproximadamente umas 7 barracas e não tão exposto aos ventos (camping 2). Montamos as barracas na área de camping 2 que tinha um espaço maior e menos exposto ao vento. Camping concluído com sucesso! Acampamento armado, tratamos de fazer a nossa ceia de final de ano kkkk. Fizemos um ensopado de legumes e macarrão para recuperar nossas energias que perdemos nas quase 7 horas de subida intensa até o cume. Tivemos um problema com o nosso gás do fogareiro mas nada que impediu de fazer nosso rango. Barriga cheia ficamos esperando a meia-noite chegar pra ver a queima de fogos nas diversas praias que se consegue ver de cima do pico. Foi fantástico ver por 15 minutos a queima de fogos de quase 17 praias de cima do Pico do Corcovado. Foi uma visão única e surreal e que decidimos não filmar nada para ficar somente nas nossas memórias ahuahuahua. Foi fodástico! Descida - 01/01/2020 - Partida 11:00am - Pico do Corcovado x Praia Dura Dormimos por volta de 1:00 da madrugada. Conseguimos descansar um pouco e ainda acordamos por volta das 5:00 horas da manhã para ver o primeiro nascer do sol de 2020. Coloquei o despertador e quando deu o horário sai da barraca e o céu já estava com uma coloração laranja que avisava que o sol estava a caminho. Primeiro nascer do sol de 2020 Contemplamos o nascer do sol por uns 40 minutos e voltamos a dormir e descansar pois ainda tínhamos a descida pra fazer e tínhamos que ter pernas pra descer tudo que subimos ahuahuha. Consegui ficar na barraca até umas 10:00, pois a partir desse horário o sol começa a esquentar deixando a barraca muito quente. Acordamos tomamos um pequeno café da manhã e ficamos algumas horas contemplando aquela linda paisagem com um dia maravilhoso que a natureza nos presenteou. Gratidão. nam-myoho-rengue-kyo Após desmontar nossas barracas e montar novamente as mochilas, iniciamos nossa descida pelo outro caminho. Decidimos fazer o caminho que as placas estavam indicando quando estávamos subindo na trilha e não descemos pela trilha que estava de acesso restrito. A descida começa seguindo pelo camping 2 onde acampamos. Descemos por mais ou menos uns 30 minutos e já começamos a ouvir o barulho das águas. Chegamos em um ponto de água que não sabíamos que havia ali. Descemos a 1066 metros de altitude e encontramos água ainda mais perto do cume em um riacho com águas geladas e da mais pura que já havia bebido antes. Ficamos um bom tempo neste riacho onde fizemos um bom rango, aproveitamos para tomar um bom banho nas águas geladas e seguimos em frente. A trilha que se deve seguir esta antes do riacho e não seguir a diante atravessando o riacho. Fizemos este caminho e chegamos em um lugar sem saída, então retornamos e começamos a subir novamente até que vimos um trilha a direita e continuamos nela até chegarmos até as duas placas que informava o caminho. Pra quem esta descendo, a trilha correta a se seguir fica um pouco antes do riacho virando a esquerda. Como passamos direto não reparamos nesta entrada. Então retornamos entramos na trilha correta e caminhamos por uns 30 minutos até que depois de uma subida intensa chegamos nas placas que tínhamos visto antes na subida e a partir dai foi só seguir o Wikiloc novamente e seguir a trilha para descer sem se perder. Placas informando o caminho correto para o cume Depois das placas a trilha continua por um bom tempo com terreno plano com alguns declives caminhando sobre a crista da Serra do Mar e como comentei anteriormente o visual deste lugar que não conseguimos ver na subida por causa da neblina se mostrou o quanto é mágico e surreal. Dos dois lados haviam precipícios enormes com um visual fantástico e único das cadeias de montanhas de um lado e do outro a serra do Mar contrastando com as praias. Cada vez que parávamos para descansar ficávamos um bom tempo contemplando a natureza. A decida nos cansou mais que o esperado. Fizemos um bastão de trekking improvisado para ajudar na pressão que os joelhos sofrem na descida, isso nos ajudou muito. Gastamos por volta de 6 horas de descida, contando o tempo que ficamos no riacho e o tempo que perdemos na trilha. Chegamos por volta das 18:00 na guarita do PESM e ainda não havia ninguém la, nem mesmo o Sr. Tozaki estava em sua residência. Descansamos por alguns minutos em frente a guarita e seguimos rumo a rodovia para procurar um local para acampar aquela noite. No meio do caminho encontramos um mercado onde paramos para comer, ir ao banheiro, carregar nossos aparelhos de celular, comprar alguns alimentos para o próximo camping e brindar a nossa subida ao Pico do Corcovado com uma bela e gelada cerveja. Yeahhhh!!! Conversamos com alguns locais, e conversa vai conversa vem, resolvi perguntar se havia algum local para acampar por ali. O dono do supermercado ouvindo minha pergunta nos informou que na Praia Dura, a praia mais próxima de nós naquele momento, teria uma forma de acampar debaixo de duas pontes que passam sobre o Rio Escuro que deságua na praia. Seguindo esta informação caminhamos até a rodovia e seguimos a esquerda até as tais pontes. Chegamos nelas com pouco tempo de caminhada e logo vimos os caminhos para se chegar debaixo delas e vimos também que havia um enorme banco de areia. Ficamos um pouco receosos e com medo do local mas acampamos por ali mesmo. Camping concluído com sucesso! Praia - 02/01/2020 - Partida 9:00am - Praia Dura x Praia da Sununga - Camping R$25,00 Acordamos e vimos que a praia fazia parte de um grande condomínio e que a divisa se fazia até as pontes, então estávamos acampando em um lugar que não causaria problema pra ninguém. Isto quem nos disse foi o próprio guarda que ficava rondando a praia. Acordamos tomamos um bom café da manhã, tomamos um banho de rio, desmontamos nossas barracas e fomos ao encontro de alguns amigos na praia da Sununga que ficava a uns 6 km da Praia Dura. Pontes sobre o Rio Escuro na Praia Dura Como o trânsito ainda estava carregado na rodovia, optamos em ir a pé para a Praia da Sununga. Caminhamos pela rodovia por quase uma hora, entramos pelo Condomínio Pedra Verde na Paia Domingas Dias e atravessamos a Praia do Lázaro até chegarmos na Praia da Sununga onde encontramos mais dois amigos para finalizar nossa jornada ao Pico do Corcovado com chave de ouro. Pronto! Agora vamos dar um mergulho neste marzão prq nóiz merece! Yeahhhhhhhhhh Gratidão!!! Retorno - 03/01/2020 - Partida 8:00am - Praia da Sununga x Caraguatatuba x São Paulo - Transporte público R$9,00 - Van R$70,00 Dormimos este dia na Praia da Sununga no Camping Guarani pagando R$25,00 para dormir com chuveiro quente e cozinha compartilhada. Acordamos bem cedo e fomos para o ponto de ônibus na rodovia pegar um ônibus para Caraguatatuba. Pagamos R$9,00 até Caraguá e demoramos umas 2 horas para chegar por causa do trânsito. Na rua ao lado do Terminal Rodoviário de Caraguatatuba haviam várias vans com transportes alternativos para São Paulo. Conseguimos uma por R$70,00 e fomos direto e mais rápido para o Terminal Rodoviário do Tietê em São Paulo finalizando nossa aventura de final e começo de ano hauhauhaua! Valeu! Feliz 2020... Paparazzi nos fotografou no ponto de ônibus kkk Gratidão! Facebook: https://www.facebook.com/tadeuasp Instagram: https://www.instagram.com/tadeuasp/
  2. 4 pontos
    Período 20 de Maio 2020 a 02/06/2020 - Cia para Londres,Paris, Amsterdã e Alemanha
  3. 3 pontos
    Um grupo específico para pessoas quem amam a Deus acima de qualquer coisa, gostam de viajar, fazer novas amizades e espalhar o amor de Jesus. Criei esse grupo para filtrar os locais que frequentaremos, costumes e praticas sem problemas com nossos princípios e divergências com aquilo que vai contra o que acreditamos. Sou novato procurando amizades para viajar, apenas querendo ingressar nessa vida de viajante
  4. 3 pontos
    Tenho barraca e carro, quero muito uma companhia! 10 a 12 ou só de 11 a 12 de janeiro. (21) 96501-3223
  5. 3 pontos
    San Francisco (CA) Banhada pelo Oceano Pacífico de um lado e pela baía de São Francisco do outro, a cidade californiana de San Francisco se assemelha a uma ilha. Sua mais importante conexão com o continente é também o principal cartão-postal: a famosa ponte Golden Gate, com seus 2,7 quilômetros de comprimento, está entre as paisagens mais fotografadas do mundo. Cerca de 120 mil carros passam pela Golden Gate todos os dias. São Francisco também é um dos principais destinos gays, afinal é o berço dos movimentos em favor dos direitos dos homossexuais. A primeira Chinatown dos Estados Unidos, e a maior fora da Ásia, está em San Francisco. Quarta maior população do Estado da California, com 871.000 habitantes. Fuso horário - são quatro horas a menos que o horário de Brasília. Entre novembro e fevereiro, os EUA atrasam os ponteiros do relógio em uma hora. Nesse período, o fuso são de cinco horas a menos que o horário de Brasília. Visão da ponte Golden Gate, a partir do Crissy Field 1º Dia 15:05h – Chegada ao Aeroporto Internacional O viajante em caso de bom tempo e disposto a caminhar por cerca de 25 minutos com as malas, do aeroporto ao hotel poderá ir de metrô BART (Bay Area Rapid Transit), já que existe uma estação dentro do aeroporto de San Francisco. Para não caminharmos, a alternativa entrada em consenso, com um custo de US$ 26,64 (incluindo US$ 4,44 de gorjeta) foi pegar um Lyft até o hotel. Dica: Após o desembarque internacional no aeroporto de San Francisco, para acesso ao embarque de transporte por aplicativo (Uber/Lyft), no saguão deve-se deslocar a direita e em seguida subir as escadas rolantes, para acessar o piso superior. 16:00h – Check-in no Casa Loma Hotel (610 Fillmore St, San Francisco, 94117, CA, US - Telefone +14155527100) Check-in liberado após as 15:00h. → CUSTO: R$ 1.432,08 (4 noites, suíte para 2 pessoas) 17:30h – Lanche – Mc Donald's – (1100 Fillmore St, San Francisco, CA) Esta rede de San Francisco possui a opção de fazer o pedido diretamente através de uma tela touch, sem interação humana, com isso é uma ótima opção para os turistas que não tenham fluência no idioma inglês. Além do mais, a maioria dos funcionários também falam em espanhol. 18:15h Deslocamento até o Fishermann Wharf 19:00h – Panoramic Night Tour Blue Route – Big Bus Tours San Francisco – (99 Jefferson St, San Francisco, CA) Passeio em torno de uma hora, através de um sistema de transporte exclusivo para turistas com um guia turístico relatando detalhes do passeio, em inglês. Trata-se de um ônibus de 2 andares com rota definida e que percorre os principais pontos turísticos da cidade, ideal para se ter um panorama da cidade de San Francisco. Atente-se o passeio noturno atravessa a Ponte Willie Brown Jr. para o acesso a Treasure Island, local com parada para a ver a skyline da cidade de San Francisco, na parada há banheiros disponíveis para uso. Dica: Sentar-se no andar superior no lado direito e levar casaco (corta vento), mesmo em dias calorosos. → CUSTO: US$ 35,00 (noturno). 22:00h – Retorno ao Casa Loma Hotel – (610 Fillmore St, San Francisco, 94117, CA, US - Telefone +14155527100) 2º Dia 06:00h – Café da manhã → Locais encontrados pelo caminho, não encontravam-se mapeados: a) Japantown, também conhecido como Nihonmachi. Possui um impressionante Pagode da Paz de cinco andares. b) Parque Lafayette c) Haas-Lilienthal House, é a única casa da era vitoriana intacta da cidade que está aberta regularmente como um museu, completa com móveis e artefatos de época. d) Parque Nacional Marítimo 08:10h – Ghirardelli Square Localizada na antiga fábrica da empresa, o quarteirão Ghirardelli é um local com diversas opções de gastronomia e um pequeno comércio. Destaque para loja da empresa localizada na antiga fábrica, fundada em 1952, onde é possível degustar diversos produtos (sundays, cafés) e também comprar os produtos da marca. Essa região tem um dos odores mais cheirosos de San Francisco, que cheira chocolate. O acesso é através do pátio central, onde há uma série de outras pequenas lojas ou pela entrada lateral na Larkin Street. 08:30h – The Cannery at Del Monte – (2801 Leavenworth St, San Francisco, CA) O Cannery at Del Monte Square, na Leavenworth Street foi originalmente construído em 1907 como uma fábrica de conservas, de frutas e vegetais para a Associação de Conservas de Frutas da Califórnia, que se tornaria Del Monte em 1916. Em 1909, era a maior fábrica de conservas do mundo com capacidade de 200.000 latas soldadas de forma manual por dia, além de empregar mais de 2.500 pessoas. As operações cessaram em 1937 e o prédio funcionou como um armazém até o início dos anos 1960, quando foi programado para ser demolido. Leonard Martin comprou a fábrica de conservas em 1963 e trouxe uma equipe de arquitetos e desenvolvedores liderados por Joseph Esherick, para transformá-la em um complexo de três andares com passarelas e pontes de tijolos, que abrigam uma grande quantidade de lojas, restaurantes e locais de entretenimento; na qual foi aberto no ano de 1966. 08:40h – Take a Ride on the Cable Cars – Dando uma volta de Bonde – Linha Vermelha (Hyde St & Beach Street, San Francisco, CA) - horário de funcionamento: das 06h às 00:30h. Foi interessante observar também, além do curioso sistema operação de freio manual e sem motores internos, o funcionamento do retorno dele (turnaround). Quando o Cable Car chega ao final do trilho, os 2 condutores/cobradores descem e realizam um processo manual. A plataforma de madeira gira e um deles manipula manualmente para que o bonde vire. Dica: Quanto mais tarde realiza-se o passeio com o Cable Car, maiores são as filas, que giram em torno de 45 minutos a 01 hora de espera. Não obstante é perceptível que vendem mais ingressos do que a capacidade do veículo. Com o passar da manhã, os Cable Cars saem lotados e infelizmente muitas vezes as pessoas que ficam em pé, cobrem a visão dos passageiros que estão sentados. Uma alternativa é ficar em pé pendurado no Cable Car, em cima da parte do estribo. → CUSTO: US$ 7,00 (Entrada única - Single Ticket) Descida em Nob Hill, região nobre de San Francisco, residencial e misturada com diversos hotéis luxuosos, além de vistas caprichadas da cidade. 09:40h – Passeio pela Union Square A Union Square, umas das praças mais badaladas de São Francisco ganhou este nome durante a guerra civil, ao ser usada como ponto de apoio e de comício dos partidários pró união. A estátua no centro da praça representa a deusa da Vitória “Nike” e foi erguida em comemoração a vitória de uma das batalhas durante a guerra entre Estados Unidos e Espanha em 1898 na baía de Manila. Comercial quanto NYC. Ali estão as grandes lojas como Forever 21, Macy’s – com uma Cheesecake Factory gigante bem grande no topo; como também shoppings grandes. Caminhando até a Market Street e já, já você avistará os prédios. O "Grand" hotéis estão aqui, e algumas quadras ao norte em Nob Hill (muito íngreme para caminhar até lá). As grandes lojas de departamentos estão próximas, além de muitas pequenas lojas e hotéis do estilo "boutique". É também ao lado do distrito dos teatros. Talvez os restaurantes Franciscanos mais “elegantes” estejam nessa área (Fleur de Lys, Farallon, Masa, Ritz Carlton, Postrio, etc). Há menos "simples", "Mom-n-Pop", ou do tipo étnicos que se encontrará em outras partes da cidade. A principal desvantagem é a proximidade com o The Tenderloin, que geograficamente a oeste e sul da Union Square. Existem muitos arranha-céus, então haverá menos de luz do sol do que se encontrará em outro lugar. A Union Square é “morta” aos domingos, e não tão animada quanto a outros lugares à noite. O estacionamento é muito caro (US$ 50 por noite ou mais), e dirigir é uma tarefa difícil. → Corações da Union Square Na Union Square há algumas estátuas de coração, umas diferentes das outras, nos quatro cantos da praça. Essa é uma tradição que vem desde 2004, a cada ano novos corações são pintados e os antigos são leiloados, onde a renda é doada para o Hospital Geral de São Francisco. a) Fairmont San Francisco – (950 Mason St, San Francisco, CA) O The Fairmont é um hotel clássico na cidade, na qual recebe muitos hóspedes famosos entre presidentes e celebridades, e tem um dos bares mais icônicos de San Francisco o Tonga Room. Os quartos tem uma decoração bem clássica e muitos deles com vistas lindas da cidade. b) James Clair Flood Mansion – (1000 California St, San Francisco, CA) O James Clair Flood Mansion é uma mansão histórica, localizada na California Street, no topo da Nob Hill. Atualmente sendo o Pacific-Union Club, foi construído em 1886 como a casa de James Clair Flood, um barão do século XIX. Foi o primeiro prédio a oeste do rio Mississippi e a única mansão em Nob Hill a sobreviver estruturalmente ao terremoto, como também ao incêndio de 1906 em San Francisco. Foi declarado Marco histórico nacional, no ano de 1966. c) The Masonic – (1111 California St, San Francisco, CA) O California Masonic Memorial Temple é um imponente prédio de mármore branco localizado no todo da Nob Hill, centro de São Francisco. Construído nos anos 50, é um ícone da arquitetura pós modernista. É a sede da Grande Loja da Califórnia e eventualmente oferece palestras e visitas informativas sobre a Maçonaria. Em 2015, aqui ocorreu a XIV Conferência Mundial das Grandes Lojas Maçônicas Regulares, O tema deste evento foi “A Cadeia de União: Reforçar os Laços Fraternais num mundo em Mudança”, estiveram presentes 105 Grandes Lojas Mundiais e cerca de 1.000 participantes. d) Grace Catedral – (1100 California St, San Francisco, CA) Inspirada na Catedral de Notre Dame em Paris, ela foi construída no estilo neogótico e, hoje, é um prédio que destoa do restante da cidade de San Francisco por sua beleza ímpar. Situada no bairro de Nob Hill, bem pertinho do hotel Fairmont San Francisco, que é um dos mais famosos e luxuosos da cidade, ela foi fundada no século XIX como uma pequena paróquia, na época, da corrida ao ouro na Califórnia. Sua construção foi finalizada somente em 1964, tornando-se a terceira maior catedral dos Estados Unidos. e) City Hall de San Francisco – (1 Dr Carlton B Goodlett Pl, San Francisco, CA) A atual Prefeitura de San Francisco abriu as suas portas em 1915, substituindo o prédio que foi destruído no terremoto de 1906. O edifício lembra bastante o “Les Invalides de Paris” e se destaca por sua grande cúpula que, com 90 metros de altura, é uma das maiores do mundo. O City Hall de San Francisco foi utilizado em várias ocasiões como cenário para rodar alguns filmes, como “Endiabrado”, “O Casamento dos Meus Sonhos” e “A Rocha”. Dicas: Há banheiros públicos disponíveis dentro da prefeitura, porém não é permitido entrar no City Hall com mochila ou bolsas grandes. Dia de feira na Praça – Normalmente nas quartas e domingos das 7h às 17h, há um mercadinho de produtos locais na praça. f) Hotel Whitcomb – (1231 Market St, San Francisco, CA ) Em uma cidade conhecida por sua história, o Hotel Whitcomb em São Francisco tem uma história própria. Como a cidade foi devastada pelo terremoto de 1906, o hotel entrou em cena e se tornou temporariamente a prefeitura, de 1912 a 1915, enquanto a original estava sendo reconstruída. Em 1916, o hotel abriu suas portas oficialmente. Embora o prédio tenha parado de funcionar como Prefeitura em 1915, as palavras “City Hall” ainda podiam ser vistas levemente, gravadas acima da entrada principal até meados dos anos 90. 11:30h – Almoço – Tropisueño – (75 Yerba Buena Ln, San Francisco, CA) Restaurante típico mexicano, atendimento cordial e rápido, com comida bem gostosa e porções generosas. Recomendamos o Regular Burritos with meat: → CUSTO: US$ 8,25 – Preços honestos 15:00h – Roteiro a pé, com caminhada (sem pausas é em torno de uma hora, mas fizemos em aproximadamente três horas) a) Observação de artes de rua, na Fell Street Muro dos fundos do Colégio de Ensino Médio Ida B Wells: Rainha Marta em um mosaico, em uma arte abstrata. : Colégio de Ensino Médio Ida B Wells Harlem, Paris of the West (S.F.) (2010): Muro de uma residência, nas proximidades da 1101 Fell Street, Fell St at Scott St, realizado pela artista Marina Perez-Wong, com uma arte envolvendo os principais pontos turísticos de San Francisco: Painted Ladies, Ponte Golden Gate, Cable Car... b) Painted Ladies As Painted Ladies da Alamo Square foram construídas em 1892 e 1896, e hoje, dividem com a Golden Gate Bridge o título de símbolo de San Francisco. Elas já apareceram em mais de 70 filmes diferentes. c) Alamo Square Park Praça localizada no alto de Hayes Valley em San Francisco, é lá e que estão as famosas Painted Ladies, uma fileira de casas vitorianas lindas, pintadas em cores diferentes e com vistas lindas do centro da cidade. d) William Westerfeld House Esse palácio mal-assombrado de madeira foi construído em 1889, para ser a moradia do William Westerfeld, um famoso banqueiro da época. Sua arquitetura é típica de um dos estilos de vitorianas, as sticks (palito). Quando San Francisco estava passando pela fase do Summer of Love, diversas pessoas subiam na torre e ficavam procurando discos-voadores, com relatos de várias aparições. e) McAllister Street Trecho com maior quantidade de casas de estilo Vitoriano, da cidade de San Francisco. f) Chateau Tivoli Bed and Breakfast Neste antiga casa Vitoriana, afinal histórica de 1892, já se hospedaram Isadora Duncan (bailarina), Mark Twain (escritor), e a história que o povo conta, também o fantasma de uma diva da ópera vitoriana, e como hoje é um Bed & Breakfast, qualquer um está convidado a se hospedar também. g) Casa da Série Três É Demais, da Família Tanner (1709 Broderick St, San Francisco, CA) Esta casa onde as irmãs D.J., Stephannie e Michelle cresceram em San Francisco, na vizinhança da Lower Pacific Heights, serviu para as cenas externas da casa da família Tanner, do seriado da ABC Family, como também para o recente reboot “Fuller House”, na Netflix, enquanto as internas eram gravadas em estúdio. Atualmente o imóvel pertence a Jeff Franklin, criador da atração nos anos 80 e 90, avaliada em mais de US$ 4,15 milhões. Construída em 1883, a casa de três pisos conta com cerca de 230 metros quadrados que incluem quatro banheiros e quatro quartos. De 2002 a 2006 a série foi exibida no SBT, inicialmente ocupando o horário das 18h dos sábados, mas já em 2003 a atração passou a ser diária, às 13h15. h) Jefferson Square Park Grande parque na selva de concreto da cidade. Muito bem conservado. 20:00h – Retorno ao Casa Loma Hotel – (610 Fillmore St, San Francisco, 94117, CA, US - Telefone +14155527100) 3º Dia 06:30h – Saída do Casa Loma Hotel (610 Fillmore St, San Francisco, CA) → Passeio na Chinatown 08:30h – Dragon's Gate – Arco ornamentado, doado pela Tailândia em 1970 é a Porta de entrada para Chinatown. → Parede Lateral da padaria Eastern: Arte dedicada ao Bruce Lee (720 Grant Ave com a End Commercial Street, San Francisco, CA) → Sugestão para o café da manhã – Eastern Bakery – (720 Grant Ave, San Francisco, CA) Um cartaz deste estabelecimento histórico, na qual foi a primeira padaria chinesa em Chinatown (1924), anuncia com orgulho a visita do ilustre ex-presidente Bill Clinton à padaria, no ano de 1997, comendo um Mooncake, bolinho tradicional chinês com a finalidade de atrair fortuna. Os Mooncakes são bolinhos, que podem ou não ser recheados, com relevos especiais escritos em Mandarim e normalmente representam longevidade, harmonia e fortuna; além de desenhos lunares, por isso o nome Mooncake ou bolo lunar, e também um desenho da Deusa da Imortalidade. → Waverly Place - Homônimo de um dos principais personagens do sucesso de vendas O Clube da Felicidade e da sorte, de Amy Tan. Procure esta ruazinha para contemplar bandeiras com preces e lanternas vermelhas reverenciando templos com varandas pintadas; → Logo após o Tien Hau Temple, o templo budista antigo de 1852 (e curioso) que fica no terceiro andar de um prédio; numa época em que os chineses de San Francisco não podiam habitar ou trabalhar em outras áreas da cidade. Com enfeites vermelhos e incenso pendurados no teto, detalhes dourados e dezenas de divindades em miniatura, o templo faz com que você se sinta no oriente. → Spofford Alley – Nesse beco, Sun Yat-sem conspirou a derrota do último imperador da China número 36 e os anos 1920 viram lutas armadas de contrabandistas, mas Spofford mudou com o tempo; → Sugestão seguir pela rua e degustar alguns chás na Vital Tea Leaf (1044 Grant Ave), que é uma loja de chás que graças a seu divertido e carismático dono, um chinês figura, que faz absoluta questão de ser chamado de “Uncle” (Tio), conquista locais e turistas. A degustação de chás é grátis, servidos quentíssimos e num copo pequenino vem acompanhado de histórias interessantes, sabedorias chinesas e possivelmente algumas ''histórias para boi dormir'' inventadas pelo uncle. Os chás da Vital Tea não são baratos, mas são deliciosos. → Ross Alley – Conhecida popularmente como Rua Manila, Espanhola e México devido às garotas de programa que trabalham nesse quarteirão, esta rua é repleta de murais e ocasionalmente é retocada para produções de Hollywood, como Karate Kid II e Indiana Jones e o Templo da Perdição. A cena da creche de Christopher, do filme A Procura da Felicidade (2006), foi recriada na 20 Ross Alley, uma estreita passagem entre as ruas Jackson e Washington, no coração de Chinatown. → 654 Jackson Street – Apartamento onde viveu Bruce Lee na cidade de San Francisco, antes de se mudar para Seattle, WA. Lee Jun Fan, o Bruce Lee, nasceu no dia 27 de novembro de 1940, em San Francisco, Califórnia. Faleceu no dia 20 de julho de 1973 em Hong Kong, China, aos 32 anos de idade. Bruce Lee era lutador, artista marcial, filósofo, diretor, roteirista e mestre em artes marciais. É o grande responsável pela popularização do Kung Fu no Ocidente. Esta arte marcial de origem chinesa , e com mais de 300000 adeptos no Brasil, em quase todos os seus estilos imitam animais e usam armas, com golpes demolidores. Apesar de nascer em San Francisco, onde viveu até os três meses, sua família retornou a Hong Kong. Já com 19 anos incompletos viajou para sua terra natal, através de conselhos de seus pais, com uma passagem de terceira classe de um navio, porém foi convidado a ficar na 1º, com a condição de ensinar dança aos passageiros; além de US$ 100 no bolso, se encontrando lá com a sua irmã Agnes Lee, que já estava morando com amigos da família. A brilhante carreira no cinema, que inclui filmes como ''O Dragão Chinês'' e Operação Dragão, foi tragicamente encerrada com sua morte, aos 32 anos, em circunstâncias misteriosos, porém a versão oficial indica que seu falecimento ocorreu numa provável reação alérgica ao medicamento analgésico Equagesic, frente ao edema cerebral agudo. O mestre ficou famoso pelo soco de uma polegada, envolvendo bastante treino, coordenação e neurônios. → City Lights Book Sellers & Publishers – ( 261 Columbus Ave, San Francisco, CA) Esta livraria independente, com mais de duzentas publicações, começou apenas com um piso e nos tempos atuais ocupa todo o prédio, que é antigo, sendo uma parada obrigatória para os amantes de literatura. Aberta desde 1953, é um ponto importantíssimo da história da literatura americana, com três andares de publicações e um clima muito agradável. O proprietário da livraria por todas estas décadas é o poeta Lawrence Ferllinghetti, que não cansa de mencionar os inúmeros eventos, leituras e encontros marcantes da história literária que aconteceram e continuam acontecendo por lá. As paredes relembram como tudo começou com fotos e a história dos amigos Lawrence e Peter. No segundo andar diversos livros dos autores beats (muitos publicados pela própria livraria). Neste estabelecimento inclusive possui seção de literatura brasileira, no idioma inglês. Já no terceiro andar, tem o quarto do poeta, que é dedicado a livros de poesia. Um dos pontos negativos é que não tem banheiro (tem uma placa no caixa avisando). A CULTURA BEAT Elementos centrais da cultura Beat incluem a rejeição de valores narrativos padrão, a busca espiritual, a exploração de religiões ocidentais e orientais, a experimentação de drogas psicodélicas, a rejeição ao materialismo, retratos explícitos da vida humana e liberdade e exploração sexual. Devido aos seus valores e cultura, os membros da Geração Beat desenvolveram uma reputação como novos hedonistas boêmios que celebravam a não-conformidade e a criatividade espontânea. Os Beats eram amigos primeiro e depois juntos se tornaram um movimento. O grupo central - Jack Kerouac, Allen Ginsberg, Neal Cassady, Gregory Corso, Herbert Huncke e William S. Burroughs - se reuniu na Universidade de Columbia, em Nova York, em meados da década de 1940. Depois de se mudar para o oeste de São Francisco, o grupo acrescentou os membros principais Gary Snyder, Lawrence Ferlinghetti (um dos fundadores da City Lights Bookstore), Michael McClure, Philip Whalen e Lew Welch. Desde então, a cultura Beat foi entrelaçada com a cidade de São Francisco. → Jack Kerouac Alley – o beco dos poemas Alley em inglês significa beco e Jack Kerouac Alley que já foi chamada de Adler é uma ruazinha do lado da livraria que conecta a avenida Grant e a Columbus. Anteriormente este beco era um lugar comum para o despejo de lixo, mas o porta apresentou uma idéia ao Conselho de Supervisores de San Francisco para modernizar o local, proibindo o lixo e a passagem de veículos. Desde 2007 a rua Jack Kerouac Alley é conhecida pelos poemas gravados no chão. O nome da rua é em homenagem ao escritor da geração Beat Jack Kerouac que costumava frequentar a livraria. JACK KEROUAC Kerouac nasceu no dia 12 de março de 1922 em Lowell, Massachusetts. Filho de pais franco-canadenses, ele aprendeu o inglês como segunda língua. No colégio, Kerouac era um astro do futebol americano e ganhou uma bolsa de estudos para a Universidade de Columbia. Na Segunda Guerra Mundial, foi expulso da Marinha de Guerra por conta de seus problemas de personalidade. Depois disso, se tornou um marinheiro mercante. No final de 1940, vagou pelos Estados Unidos e México, e escreveu seu primeiro romance, The Town and the City. Um dos primeiros romances do movimento beat dos anos 1950, "On the Road" (ou "Pé na Estrada", em português), de Jack Kerouac, foi publicado neste dia, em 1957, na qual muitos chamam este livro de a ''Bíblia Hippie''. O romance narra as andanças de Sal Paradise e seu amigo Dean Moriarty por caminhos em que eles experienciam drogas, amor livre e o nascimento da contracultura. Kerouac escreveu o livro em apenas três semanas, e sua obra se tornou um clássico instantâneo. Ao todo, ao longo de sua carreira, escreveu 20 livros de prosa e 18 de ensaios, cartas e poesia. Apesar do lema hippie da década de 60 dizer "nunca confie em ninguém com mais de 30", Kerouac tinha 35 anos quando seu livro foi publicado. O escritor já era frequentemente associado ao movimento beat quando sua obra foi lançada. O romance está repleto de personagens baseados em figuras beat como Allen Ginsberg e William Burroughs. Após publicar o livro que o levou ao sucesso, Kerouac escreveu The Dharma Bums (Os vagabundos iluminados), – um romance com franca inspiração budista –, The Subterraneans (Os subterrâneos) ambos em 1958; Maggie Cassidy, em 1959; e Tristessa, em 1960. A partir daí, Kerouac tendeu ao posicionamento político de direita: criticava os hippies e apoiou a guerra do Vietnã. Publicou ainda Big Sur e Doctor Sax, em 1962, Visions of Gerard, em 1963, e Vanity of Duluoz, em 1968, entre outros. Visions of Cody, considerado por muitos o melhor e mais radical livro do autor, só foi publicado integralmente em 1972. → Street Art – Em cima do restaurante E Tutto Qua (270 Columbus Ave, San Francisco, CA) há uma arte de Banksy chamada de Airstrike (2010), onde uma criança com máscara de gás relata: ''If at first you don't succeed - call an airstrike'' - Se a princípio você não conseguir êxito - chame um ataque aéreo. Banksy é um artista de rua, nascido em Bristol/Inglaterra, em 1974, especializado em trabalhos em estêncil, talvez o mais importante artista inglês vivo. Além de artista grafiteiro, Banksy é ativista político e diretor de cinema. Suas obras costumam ser carregadas de conteúdo social expondo claramente uma total aversão aos conceitos de autoridade e poder. Em telas e murais faz suas críticas, normalmente sociais, mas também comportamentais e políticas, de forma agressiva e sarcástica, o que provoca identificação com o público que as observa. A arte é uma declaração comovente sobre como a América é percebida pelo mundo, como um país feliz como um ataque aéreo, como também de forma inteligente em mostra a dependência norte-americana dos ataques aéreos. → Language of The Birds – (320 Columbus Ave, San Francisco, CA) Os livros pendurados no alto da rua remetem aos poetas do movimento Beatnik. → Brunch - Molinari Delicatessen – (373 Columbus Ave, San Francisco, CA) A Molinari&Sons foi fundada em 1896 e trouxe pra San Francisco a arte italiana de fazer linguiças. De lá pra cá, são quatro gerações que se dedicam a produzir os melhores salames e linguiças da cidade. Esta Delicatessen tem ótimas opções de Sandwiches, sendo ideal para um brunch. Sandwiches preparados na hora, estilo Subway. → Igreja de São Francisco de Assis - National Shrine of St. Francis of Assisi - (610 Vallejo St, San Francisco, CA) → Caffe Trieste – (601 Vallejo St, San Francisco, CA) Tradicionalíssimo, o Caffe Trieste foi aberto em 1956 e foi o primeiro lugar a servir expresso na costa oeste dos Estados Unidos. E ainda mais curioso, que aqui Francis Ford Coppola escreveu parte do roteiro de O Poderoso Chefão (1972). Para ser mais preciso, foi no Caffe Trieste, um café hoje muito visitado por fãs de um dos filmes mais importantes da história do cinema. → Greenwich Street Steps – (231 Greenwich St, San Francisco, CA) 11:00h – Coit Tower – (1 Telegraph Hill Blvd, San Francisco, CA) - HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 10h as 18h A Coit Tower começou a ser construída em 1929, em art déco, quando a milionária Lillie Hitchcock Coit faleceu e deixou uma generosa herança para a cidade de San Francisco pedindo que o dinheiro fosse usado de maneira inteligente e em algo que deixasse a cidade mais bonita. Como Lillie era fã dos bombeiros, a torre construída em sua homenagem tem o formato de mangueira de bombeiros. Subir na Coit Tower a pé é uma das atividades físicas preferidas dos moradores da região e a subida a pé é cansativa, com 400 degraus, através de vários lances de escada passando por jardins bem cuidados e a cada passo, conquistando uma linda vista da cidade. O último lance de escadas que leva à torre tem os degraus decorados com o nome das pessoas que contribuíram para a construção da torre. Visão de 360 graus que contempla a Golden Brigde, Lombard Street, Pier 39, SF Bridge numa visão de 360°. → CUSTO: US$ 9,00 (Venda do último ingresso às 17:30h) 13:00h – Lombard Street – (Lombard St, San Francisco, CA) Com 27 graus de inclinação, esta famosa rua tem oito curvas fechadas e é toda decorada com flores. Possui uma vista panorâmica no topo, com uma boa visão de Alcatraz. 14:00h – Fisherman's Wharf (na tradução literal, cais de pescadores) Em 1853, foi construído nesta zona o primeiro porto de São Francisco, que rapidamente se tornou um importante centro marítimo de distribuição de peixe fresco até que, em 1950, com a chegada da tecnologia moderna, a zona da baía entrou em decadência. Muitas das indústrias pesqueiras da zona declararam falência ou tiveram que se mudar. Nos tempos hodiernos é uma grande atração turística de San Francisco, onde o coração da agitação é o Pier 39, além do famoso grupo de preguiçosos leões-marinhos que costumam tomar sol por ali. 12:40h - USS Pampanito – (PIER 45, Embarcadero, San Francisco, CA) HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 9h às 18h Submarino restaurado norte americano ancorado definitivamente em San Francisco, da época da Segunda Guerra Mundial, na qual completou seis patrulhas de guerra entre 1944 a 1945 e serviu como um Navio de Treinamento de Reserva Naval de 1960 a 1971. Agora é um marco histórico nacional, preservado como um memorial e museu na Associação de Parques Nacionais Marítimos de São Francisco localizada no Fisherman's Wharf . O Pampanito foi transformado em um memorial e museu em San Francisco em 21 de novembro de 1975, transferido para a Maritime Park Association (anteriormente National Maritime Museum Association) em 20 de maio de 1976, e aberto ao público em 15 de março de 1982. Em 1986, o Pampanito foi listado no Registro Nacional de Lugares Históricos e declarado ser um marco histórico nacional, onde está aberto para visitas. → CUSTO: US$ 21,94 (US$ 1,94 Fee) 13:40h - Musée Mécanique – (PIER 45, Shed A, San Francisco, CA) 14:00h – PIER 39 – (PIER 39, Embarcadero, San Francisco, CA) Ponto turístico descontraído para visitar as centenas de leões marinhos que ocupam as docas da marina. O mais legal é parar ali por algum tempo e observar as brigas e situações inusitadas que acontecem muitas vezes por causa da falta de espaço. Um empurra o outro, que cai dentro da água, que volta pulando em cima de todos e sai urrando pra todos os lados. 17:00h – Ferry Building Marketplace – (Embarcadero/Ferry Building, One, San Francisco, CA) O mercado tem uma localização privilegiada, em pleno centro financeiro, quase de frente para a elegante Bay Bridge e fica em um dos prédios mais lindos da cidade. Um prédio centenário, com influência arquitetônica europeia e que passou ileso pelos dois grandes terremotos da cidade. Na área interna tem dois andares, onde no primeiro piso funciona o mercado com várias lojas com diferentes tipos de comida e produtos locais, enquanto no segundo andar funciona a administração do prédio e alguns salões para eventos. Visão da Ponte Willie Brown Jr. a partir da área externa do Ferry Building Marketplace Na área externa tem bares e restaurantes com uma vista incrível para o porto e próximo ao mercado, há uma bonita estátua de Mahatma Gandhi, doada pela Fundação Gandhi em 1988. → HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: das 10h às 19h. → Lanche/Jantar – El Porteño: Empanadas Argentinas (Ferry Building Marketplace) El Porteño é uma banca bem pequena que fica na lateral de uma das portas de entrada e que vende as melhores empanadas da cidade. As empanadas de carne, e as de champignon são destaques da casa. 18:00h – Passeio noturno à Penitenciária Federal de Alcatraz (Night Tour) – (Alcatraz Island, San Francisco, CA)  – A saídas dos passeios noturnos são às 17:55h e 18:30h  → CUSTO: US$ 36,00 (noturno) Originalmente terra indígena, a “Isla de Los Alcatraces” (nome dado pelo conquistador espanhol Juan Manoel Ayala) virou forte militar em 1859 e protegeu a baía até o final da Guerra Civil, em 1865. O local, que já foi prisão militar, tornou-se um presídio federal de segurança máxima em 1934 e fechou as portas em 1963. Atualmente a ilha funciona como parque e integra a Golden Gate National Recreation Area. Na Penitenciária Federal de Alcatraz é possível ver as celas, de entrar nelas, de ouvir histórias de tentativas de fugas cinematográficas e de apreciar a bela vista da baía de San Francisco, com um visual incrível. Penitenciária que ficou famosa por estar eternizada nas telas de cinema no suspense “Alcatraz – Fuga Impossível“ (1979), estrelado por Clint Eastwood no papel de Frank Morris e os irmãos Anglin foram vividos por Jack Thiabeau e Fred Ward. Os irmãos, John e Clarence Anglin foram encarcerados em Alcatraz por assalto à mão armada. Na prisão, conheceram Frank Morris, com quem planejaram a fuga. Os três cavaram túneis em suas celas e navegaram até a costa em uma balsa feita com capas de chuva roubadas. Para enganar os guardas, fizeram cabeças em tamanho real de papier-mâché e colocaram nas camas, como se fossem eles dormindo. Na manhã seguinte, os policiais avistaram coletes salva-vidas, feitos do mesmo material, boiando a poucos metros de Alcatraz. Apesar de nunca terem encontrado os corpos, os agentes do FBI concluíram que os três não seriam capazes de nadar nas águas geladas do Oceano Pacífico e encerraram o caso. Até hoje a teoria predominante é a de que Frank Morris e os irmãos John e Clarence Anglin se afogaram na gélida baía de San Francisco. Há também outras suspeitas de Morris ter morrido em 2008 e Clarence Anglin, em 2011. John Anglin revela que viveu “muitos anos” na cidade de Seattle, que depois havia se mudado para a Dakota do Norte, até finalmente se instalar no sul da Califórnia. O tour parte do Píer 33 a cada meia hora, com o percurso, realizado em um ferry, dura pouco mais de dez minutos e o grupo que aporta na ilha é recepcionado por um guarda que dá as explicações básicas sobre o lugar e encaminha os visitantes para o início da rota de visita. Maravilhoso pôr do sol, registrado dentro do Ferry Alcatraz Cruises A primeira parada é na sala de banho, onde todos os visitantes recebem um audioguia (disponível em português) para seguir a visita, o que torna o percurso muito mais interessante, divertido e eficiente. O tempo total do tour guiado, se você conseguir todas as direções do áudio, é de 45 minutos. O turista ouvirá sobre a história do presídio, as fugas mais famosas (uma delas executada com uma colher), os presos ilustres (entre eles Al Capone) e como era o dia a dia de Alcatraz. Basta seguir as orientações do áudio para ver exatamente o que ele conta. Você andará por celas, refeitório, salas de visita, pátio do banho de sol, sala da direção e outros ambientes. Ao todo, nos anos em que Alcatraz esteve em funcionamento, 36 presos tentaram escapar. Do total, 23 foram recapturados, seis morreram baleados e dois, por afogamento. No entanto, cinco deles nunca foram encontrados. A prisão fechou as portas em 21 de março de 1963. 22:00h – Retorno ao Casa Loma Hotel (610 Fillmore St, San Francisco, CA) 4º Dia 07:00h – Saída do Casa Loma Hotel (610 Fillmore St, San Francisco, CA) 08:00h – Haight & Ashbury Visita a Haight-Ashbury, bairro com ares jovens, modernidade e mistura de estilos que vão de hippie a punk, seu lugar de compras, que conta com lojas de discos, feirinhas hippies, lojas de roupas tie-dye, artesanatos, estúdios de tatuagem e boutiques de roupas e acessórios vintage; como também uma das melhores cervejarias da cidade, a Magnolia. Há 50 anos, a cidade vivia um momento revolucionário: o Summer of Love, onde os hippies se uniram neste bairro na época, sugerindo uma nova sociedade regada a amor livre, antimaterialismo e rock n' roll. Lugares interessantes: • Casa do Jimi Hendrix (1524 Haight Street) no topo da loja de tabaco; • Amoeba Music (Haight St. Número 1855 ) Loja de discos e CDs. 09:30h - Golden Gate Park Fundado em 1871, com uma área de 411 hectares e mais de 13 milhões de visitantes anuais, o Golden Gate Park, apesar do nome, ele não fica próximo da ponte homônima. E apesar de ser enorme e cheio de plantas de várias espécies, ele foi construído artificialmente numa área onde só existia um monte de areia. Seu criador, aliás, morava no próprio parque e continuou trabalhando nele até uns 90 anos de idade. A proposta deste parque é tornar o espaço acolhedor e inclusivo, e por isso é permitido andar por qualquer gramado, fazer piquenique, levar animais sem coleira e até consumir álcool. O parque possui plantas de diversas partes do mundo, sendo que muitas são típicas de áreas desérticas. E que isso tem uma explicação: como o Golden Gate Park foi criado artificialmente e a princípio só tinha areia, foi gasta muita água cultivando as plantas “do nada”, e essas espécies que costumam viver no deserto obviamente precisam de menos água. → Memorial da AIDS – (Golden Gate Park) → Japanese Tea Garden San Francisco – (75 Hagiwara Tea Garden Drive) HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: das 09h às 18h             Construído em 1893 para a California Midwinter International Exposition, o Japanese Tea Garden possui Bonsais, lagos com carpas, pontes diferentes e jardins milimetricamente cuidados e aparados, um Buda de 1,5 toneladas; além de construções tipicamente orientais. Os Biscoitos da sorte foram criados e servidos aqui pela primeira vez em 1914 e ainda podem ser apreciados na casa de chá. \ →CUSTO: US$ 9,00* Entrada é gratuita até às 10h nas segundas, quartas e quintas-feiras. 10:45h Stow Lake Boathouse            Belo lago artificial do Golden Gate Park, para caminhar ao redor dele ou ficar sentado na beirada fazendo um piquenique, ou vendo os patinhos e a cachoeira também artificial. 11:00h Young Museum - HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: das 09:30h às 17:15h Museu que abriga uma coleção com peças desde o século XVII aos dias atuais, incluindo arte das Américas, Oceania e África, arte têxtil, fotografia etc., além de exposições temporárias. O nono andar da Hamon Tower do museu tem uma vista deslumbrante de 360 graus de San Francisco e do Oceano Pacífico, através de uma sala coberta de vidro, tendo sua entrada gratuita. →CUSTO: US$ 15,00 → Conservatory of Flowers – (100 John F. Kennedy Drive) Um dos lugares mais lindos do parque, essa estufa feita de madeira e vidro tem orquídeas, palmeiras, lírios e samambaias belíssimas e um belo jardim em frente. → CUSTO: US$ 9,00 → California Academy of Science Local para explorar um aquário, planetário e museu de história natural no mesmo endereço. Uma floresta tropical viva de quatro andares e um ecossistema de recifes de coral impressionante encantarão visitantes de todas as idades, enquanto as apresentações do planetário transportarão o público no tempo e espaço para uma perspectiva diferente do nosso planeta. → Parque Hippie Hill Neste famoso parque os hippies costumavam se reunir na década de 1960, quando a cidade (na região de Haight-Ashbury, mais especificamente) fez surgir o famoso Summer of Love. Todo dia 20 de abril, ou 4/20 no formato de data americano, é o feriado mais importante da cultura canábica; quando estudantes universitários se reúnem – às 16h20– nos pátios de suas universidades, em meio a nuvens de fumaça, e quando lojas de maconha em Estados onde a venda da maconha é legalizada agradecem a seus fregueses, oferecendo-lhes descontos. POR QUE 4/20? As origens da data e do termo "420", de modo geral, passaram muito tempo desconhecidas. A teoria mais aceita é que o termo teria nascido de um grupo de amigos do colégio de segundo grau San Rafael, na Califórnia, que se deram o nome de "The Waldos". O irmão de um dos amigos estava com medo de ser preso por estar cultivando uma plantação de maconha em um bosque de Point Reyes. Diz o relato que ele desenhou um mapa do local e autorizou os teens a colherem sua maconha. No outono de 1971, às 16h20, depois do término das aulas e do treino de futebol americano, os amigos se reuniam diante da estátua do químico Louis Pasteur, no pátio da escola, fumavam um baseado e então saíam à procura da plantação de maconha. Eles nunca a localizaram, mas o termo que cunharam para falar de seus encontros – "420 Louie", mais tarde encurtado para apenas "420"– ganharia vida própria. Os Waldos conservaram cartas com carimbo postal e outros artefatos da década de 1970 contendo referências a "420", que eles hoje guardam em depósitos em bancos. No mês passado, quando o dicionário Oxford da língua inglesa acrescentou o termo ao léxico do idioma, citou alguns desses documentos como estando entre os primeiros registros da utilização do termo. COMO O FERIADO É COMEMORADO? Com maconha, é claro. Algumas das comemorações são maiores que outras; a festa de Hippie Hill, no Golden Gate Park, em San Francisco, geralmente atrai milhares de pessoas. O 20 de abril acontece todo ano, após o sucesso das campanhas pela legalização da maconha na Califórnia, Nevada, Maine e Massachusetts, que se juntaram ao Alasca, Colorado, Oregon e Washington como Estados que permitem a maconha para fins recreativos. Mais de metade dos Estados americanos autoriza o consumo da droga para fins medicinais. Entretanto, as leis federais ainda proíbem o consumo de maconha. 12:00h – Almoço – Pho Huynh Hiep 2 - Kevin’s Noodle House - (1833 Irving St, San Francisco, CA) – HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: das 11h às 21h. Recomendamos o prato chamado Grilled pork chop, shredded pork with steamed rice → CUSTO: US$ 9,50 13:20h - Lyon Street Steps – (Lyon St, At Green St, Pacific Heights, San Francisco, CA) O passeio começa no topo dos Lyon Steps (Broadway com Lyon St), uma das vistas mais caprichadas de San Francisco. Evitar vir da Chestnut Street ou do Palace of Fine Arts, senão terá que subir bastantes lances de escadas. Essa é uma das escadarias mais lindas da cidade e é muito usada pelos locais para fazer exercícios, lá do alto se tem vistas da baía de San Francisco, com a cúpula do Palace of Fine Arts em cena. 13:30h – Lover’s Lane (The Presidio, San Francisco, CA) Em seguida, entramos no Parque Presídio pela entrada ao lado do Broadway St. (caso ela esteja fechada – às vezes acontece – há outra entrada um quarteirão para cima: Presidio Boulevard com Pacific Avenue. Assim encontra-se o Lovers Lane (O caminho dos apaixonados) – Essa caminhada de 01 milha (1,6Km) é uma das mais antigas do parque e tem esse nome porque conectava o Presídio a antiga linha de bonde que ligava o parque a cidade, a linha era usada para que os soldados pudessem visitar suas famílias e esposas no centro de San Francisco. → Wood Line by Andy Goldsworthy (Presidio Boulevard, San Francisco, CA) O Wood Line (linha de madeira – construído em 2011) do artista inglês Andy Goldsworthy é um caminho feitos de curvas, em meio a floresta de Eucaliptos do Presidio. Uma das características do trabalho de Goldsworthy é exatamente mesclar materiais e formas característicos do lugar, com formas criadas pelo homem. Em seguida, descer o Wood Line até o final e logo após caminhar até o Escritório do Lucas Film. 13:45h – Yoda Fountain (Building B Courtyard, 1 Letterman Dr) Local da pequena fonte do mestre Yoda, guerreiro extraordinário Jedi da saga Star Wars, que fica em frente ao escritório do Lucas Film (hoje parte do grupo Walt Disney Company). 14:10h – Palace of Fine Arts – (3301 Lyon St, San Francisco, CA) O Palace of Fine Arts foi construído para sediar a exposição mundial Panamá-Pacífico, que contou com 10 obras, comemorando o término da construção do Canal do Panamá, em 1915. Seu arquiteto, Bernard Maybeck, se inspirou em ruínas fictícias gregas e romanas para criar um conjunto imponente e grandioso. E como o intuito da exposição mundial era passageiro, o Palácio foi construído com materiais frágeis que previam sua demolição logo após o termino do evento. Só que os San Franciscanos ficaram tão apaixonados pelo edifício que se uniram e fundaram a “Palace presenvation league”, uma organização para ajudar a preservar o Palácio. E foi assim que o palácio sobreviveu à demolição, e se tornou uma das atrações arquitetônicas de San Francisco. Como citado anteriormente, a obra não era estável, pois não foi construída com materiais duráveis, então em 1964, o Palácio original foi destruído e a obra foi reconstruída permanente, mas ela permanece no mesmo local e com as características originais. 14:50h – Main Post Chegou a hora de visitar a parte mais antiga do parque, o Main Post, local onde os espanhóis estabeleceram uma fortificação em 1776. Anos depois, em 1847 o Main Post se tornou uma base militar Norte americana. Atualmente o Main Post é um conjunto de prédios históricos rodeado por um gramado caprichado. → Walt Disney Family Museum (104 Montgomery St, San Francisco) → CUSTO: US$ 25,00 (Ticket adulto). No planejamento optamos por não visitá-lo, já que a Disneyland encontra-se neste planejamento. 15:33 – Inspiration Point Ponto que possui uma bela visão. 16:00h – Cemitério Nacional Há apenas dois cemitérios dentro dos limites de San Francisco, o cemitério histórico da Missão de San Francisco de Assis, e o cemitério militar do Presidio. O cemitério do Presidio é enorme e tem uma grande vista para a Golden Gate. Dica: No Cemitério Nacional há banheiros gratuitos e limpos. 17:00h – Crissy Field Calçadão espaçoso e ótimo para caminhar, correr, andar de bike. Visão panorâmica da Golden Gate, na qual é o principal cartão postal de San Francisco, a ponte Golden Gate liga a cidade a Sausalito e é uma das mais conhecidas construções dos Estados Unidos, considerada uma das Sete maravilhas do Mundo Moderno. Tem quase 3 quilômetros de extensão e é praticamente onipresente na paisagem da cidade. Construída em estilo Art Déco em 1937, recebe cerca de 10 milhões de turistas todos os anos. 19:00h – Retorno ao hotel para arrumar as malas Casa Loma Hotel (610 Fillmore St, San Francisco, 94117, CA) 5º Dia 06:30h – Check-out no Casa Loma Hotel, 610 Fillmore St, San Francisco, 94117, CA, US - Telefone +14155527100 Horário Limite 11:00 h 07:00h – Retirado o Carro na locadora - Hertz – (1398 Bryant St, San Francisco, CA) - HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: 07h às 18h Umas das maiores dificuldades que tivemos no planejamento desta fantástica viagem foi com relação ao aluguel do carro. Incertezas das poucas informações encontradas na internet, e principalmente da execução da entrega do veículo em outro estado americano, no nosso caso retiramos no Estado da Califórnia e devolvemos no Estado da Nevada. Por segurança, eu tive a ideia de locar no Brasil através do contato telefônico com a Localiza Hertz (0800 979 2000), na qual foram retiradas todas as dúvidas acerca da locação do veículo com o atendente da empresa e que se concretizou com sucesso nos EUA, a reserva foi realizada para a categoria C com referência a um veículo intermediário Sedan. Nessa negociação via telefone já foram inclusas a taxa de retorno (conhecidas como one way e drop fee), não obstante o diferencial em relação as demais locadores foi que ao invés de ser cobrado por milhas houve uma cobrança de uma taxa única, no valor de US$ 100,00. Também foi ofertado na reserva realizada via telefone um desconto de 10%, além de estar incluso os seguros LDW (seguro para o carro) e LIS (seguro para terceiros), havendo rapidez e a facilidade no momento da retirada do veículo Kia Forte, através da assinatura do contrato, para que não houvesse os famosos "empurrões" de adicionais na contratação do carro. Na devolução do carro em Las Vegas não foi cobrada a taxa de limpeza, mesmo o carro estando sujo. Veículo locado Kia Forte 2.0, no Brasil a nomenclatura é Kia Cerato Recibo de locação: → CUSTO: US$ 488,30 (15 dias, com milhagem ilimitada, seguro LDW e LIS, taxas totais inclusas, como a de retorno do carro para devolução do carro em Las Vegas, pagamento exclusivo em cartão de crédito.) __________________________________________________ → San Francisco (CA); → Silicon Valley (CA); → Monterey (CA); → Carmel (CA) e Big Sur (CA); → San Luis Obispo de Tolosa (CA) e Santa Barbara (CA); → Los Angeles (CA); → Anaheim (CA); → San Diego (CA); → Las Vegas (NV), Vale da Morte (Death Valley) e Grand Canyon (AZ).
  6. 2 pontos
    Salve mochileiros! Depois de muito tempo, voltando a escrever por aqui. Estava prestes a tirar a cidadania italiana em Fevereiro deste ano. Passagens compradas, documentos em mãos, férias agendadas e... nada certo. Está ficando cada vez mais difícil conseguir a cidadania italiana pelo meio comum (de ficar no país até a conclusão do processo). Devo migrar para o meio jurídico, que leva em torno de 1 ano e meio, mas sem necessidade de permanência na Itália. Contudo, com passagens compradas, o jeito é aproveitar e desbravar tudo o que o país tem à oferecer. Como vou em Fevereiro e volto em Março, por ser um período de inverno por lá, minha ideia inicial de ir para outros países (especialmente a Croácia) já ficou para trás. Uma possibilidade é incluir a Grécia, mas ainda sem definição. Enfim, como fiquei sabendo ontem que o processo não daria certo, tenho que correr contra o tempo pra fazer um roteiro para essa viagem. Vou postando aqui os preparativos e, posteriormente, farei um relato de toda a viagem. Abraços!
  7. 2 pontos
    Oi gente, somos um casal de Curitiba na faixa dos 40 anos, querendo amigos para viagens ou mesmo para passeios de finais de semana próximos a Curitiba.
  8. 2 pontos
    Galera, eu trabalho com vendas sou bem desenrolado nesse ramo. recentemente to saindo de um tempo meio difícil em que tenho que recomeçar minha vida novamente em geral. Negócios, amizades.. Enfim. me mudei pra uma cidade onde estou aqui há um ano e não me agradei muito do local. estou procurando alguem, que tenha interesse em trabalhar e morar em alguma cidade de preferência no Nordeste. Tenho alguns planejamentos para ganhar um BOM dinheiro. seja mensal ou na diária. Preciso de alguem que esteja na mesma vibe. se nos ajudarmos podemos ganhar um bom dinheiro, dividir um local bacana, comprar uma Kombi e viajar por ai. Estou agora no PARÁ.
  9. 2 pontos
    Infelizmente acho que ele caiu em moderação novamente, a única coisa diferente que há é uma padaria Chinesa que no nome dela há caracteres em Mandarim, que faz parte do nome da padaria. Consegue desbloquea-lo novamente? Faço o teste removendo este nome.
  10. 1 ponto
    Não pode! Você pode levar um único volume como bagagem de mão. Começo deste mês eu peguei um voo com a Jetsmart, e na fila do embarque lá em Buenos Aires eles estavam pedindo para quem tinha 2 volumes de bagagem de mão (uma mochila e uma bolsa, duas mochilas, etc), colocar a menor delas dentro da grande, caso contrário teriam que pagar taxa extra para o segundo volume. Novamente é a mesma história, vai ter gente que vai falar que conseguiu embarcar com uma mochila e mais uma bolsa ou outra mochila pequena, mas novamente, isto foi sorte destas pessoas, você pode não ter a mesma sorte... Então é melhor nem arriscar, para não ter que jogar um monte de coisas fora caso a mochila menor não caiba dentro da maior e você não queira pagar a taxa extra caso eles resolvam impedir o embarque com 2 volumes. Mas se você acha que 40 litros vai ser pouco, compre logo a bagagem extra, comprando antecipado, custa uns 50 Reais, se for tentar arriscar, mas tiver azar e tiver que pagar a bagagem extra lá no aeroporto, vai lhe custar uns 150 Reais.
  11. 1 ponto
  12. 1 ponto
    Oi galera, quero muito ir à Chapada dos Veadeiros em maio, provavelmente 5 dias. Topo dividir aluguel de carro - Brasília para Alto do Paraíso. Vou sair do Rio, sozinha
  13. 1 ponto
    Alguém por lá nesse carnaval ?! Quero companhia pros blocos 😬
  14. 1 ponto
    10/04/2019 – Dia de estrada de Las Vegas a North Fork Acordamos e nos arrumamos sem pressa (foto que coloquei do hotel era do dia de hoje tá kkkkkkk), afinal de contas, esse ia ser um dia só de estrada. Descemos tomar café e estava bem cheio, acho que todos foram tomar café ao mesmo tempo. Terminando o café, colocamos as coisas no carro, colocamos o trajeto no Google Maps e partimos para as 7h de viagem até nosso hostel em North Fork. Saímos umas 8h do hotel. No meio do trajeto paramos em dois lugares na cidade de Yermo, para dar uma esticada nas pernas. No EddieWorld (36017 Calico Rd, Yermo), que é uma loja de doces. Na frente tem um cupcake gigante, que dá pra ver de longe da rodovia. Mas a ideia de passar lá foi porque o dono é um super fã do time de basquete Lakers, e dentro da loja de doces tem um espaço com algumas recordações do time, inclusive tem um pedaço da quadra em que o Lakers venceu alguns titulos da NBA . O Vagner que é super fã de basquete curtiu a parada (treinei basquete dos 8 aos 17 anos, não tem como não ser fã kkkkk). Também demos uma parada para conhecer a Lanchonete Peggy Sue, ela é toda decorada por dentro ao estilo anos 80, e na parte de trás tem um jardim com dinossauros de metal, o povo americano é muito criativo kkk. Essas paradas parecem aleatórias, mas são ótimas para dar uma quebrada na monotonia de tantas horas dentro do carro. Depois disso, paramos apenas em Bakersfild para abastecer, $45 ($ 3,45 o galão, segundo o Google Maps estava mais barato do que em Fresno), e em Fresno para comer no In-N-Out, $14,36 (um combo Dbl -Dbl + 2 sanduíches). Chegamos em North Fork por volta das 19h, ainda abastecemos $7 (não lembro quanto estava o galão, mas era mais caro), por medo de faltar nos dois dias que íamos para Yosemite. North Fork é uma cidade bem pequena, acho que a única rua era a rodovia mesmo. Ficamos no Jackass Hostel, pagamos $ 71,04 nós dois, mas dormimos numa cama de casal em um quarto compartilhado. Nós gostamos do hotel, parecia casa de vó, bem aconchegante, acho que estávamos em 7 na casa, contando com o cara que nos recepcionou. Ele estava fazendo nachos para o pessoal e nos convidou, mas eu e o Vagner tínhamos acabado de comer. Nessa noite tinha liberado para comprar os ingressos dos playoffs da NBA, e o cara da recepção foi super gente boa e emprestou o notebook dele para comprarmos. Pagamos com o cartão de crédito em reais e deu R$ 493,16 cada ingresso. É caro, mas já imaginávamos. E o Vagner é tão fã, que estava fora de cogitação não ir. sabe quando acontece algo que você nunca imaginou que um dia poderia acontecer, então você me entende quando eu recebi esse e-mail, assistir um jogo da NBA e ainda Playoffs e do time que iria a final de 2019 a meu amigo, meu coração não ia aguentar não kkkkkkkkkkkkkkkkk Fomos dormir cedo nesse dia para darmos conta de acordar cedo no dia seguinte.
  15. 1 ponto
    Procuro companhia, para ITALIA, PARIS E BERLIM - ABRIL DE 2020. Serão 22 dias, estou aberta a idéias de novos lugares, passeios. To vendo várias dicas por aqui e por outros blogs bem legais
  16. 1 ponto
    Estou procurando companhia para planejar viagem pela Califórnia, posteriormente uma viagem por outros estados dos EUA de carro, 15 dias de viagem ao total no mês de abril.
  17. 1 ponto
    Eu costumo reservar 30 euros por dia para isso
  18. 1 ponto
    Vocês já decidiram onde vão ficar por lá? Eu tava pensando em coachsurfing dependendo do preço das pousadas/hostels, não sei... estão indo com mais amigos?
  19. 1 ponto
    @Murilo Pereira Há de 3 pinos aonde pode se encaixar 2 e o outro espaço deixar vazio ou de 2 também, mas tudo é pino redondo. O padrão desse país que está acostumado só existeaí,disseram na época que criaram que seria igual a Europa.Só esqueceram de ir lá ver como é.kkkkk
  20. 1 ponto
    Alguém conhece o SITE 123 Milhas? > https://123milhas.com/ É confiável? Estou procurando passagens para a Argentina e realmente está mais barato nesse site.
  21. 1 ponto
    Dia 11/11 Dia de sair e explorar Viena. Acordamos lá paras 8h00, nos arrumamos e optamos tomar café no hotel mesmo, se não me engano custava €8,60 (não incluso na diária) e era sistema Buffet com opções bastante interessantes, achei que compensou pois a intenção era comer bem para fazer apenas mais uma refeição intermediária a tarde e uma pequena refeição a noite. Esse foi o melhor café da manhã que tomamos em toda a viagem, pois era tudo bem gotoso. De buchinho cheio já estávamos preparado para mais uma bateção de pernas básica. Havia metrô próximo da região que havíamos ido pra jantar na noite anterior (estação Zieglerglasse), fomos até lá a pé pois ficava apenas há alguns quarteirões de onde estávamos hospedados e compramos um ticket de 48h que dava direito a usar todos os transportes públicos de Viena (€14,10), achei que compensou pois é mais prático pagar apenas 1 única vez por um bilhete que te permitirá se deslocar por toda cidade sem preocupação por 2 dias. Pegamos o metrô e descemos na estação Stephansplatz, bem no centro de Viena. Nossa primeira visita foi a Catedral de Santo Estevão, linda, arquitetura gótica clássica com detalhes impressionantes. Gastamos alguns minutos lá dentro admirando e tirando algumas fotos depois saímos e andamos meio sem rumo pelo centro da cidade até chegarmos na região onde fica a Ópera de Viena, o Museu Albertina e os Jardins de Buggarten. Primeiro entramos no jardim que fica anexo ao Museu Albertina, existem algumas esculturas sendo a mais famosa a de Mozart, apesar da bela paisagem, principalmente por conta das cores do outono, o local deve ficar mais bonito na primavera com os jardins repleto de flores com cores vibrantes, alias, na época que fui havia muita obra por Viena, prédios sendo restaurados e locais de interesse fechados, se um dia voltar a Viena pretendo fazer isso no final da primavera pra poder aproveitar mais os locais abertos. Após alguns cliques decidimos visitar o Museu Albertina (€17,90), sim atrações em Viena são caras, principalmente as entradas de Museus e o pior é que você quer visitar todos, Viena possui uma infinidade deles, para todos os gostos e, ao menos se vc não passar uma temporada por lá, vc não irá conseguir visitar todos, é impossível, portanto escolha aqueles que você mais possui interesse em visitar e aproveite. Esse Museu conta com um acervo de peso com obras de Picasso, Monet, Rembrandt, Cézzane, entre outros. Há também uma coleção de mobílias imperiais com enormes salas suntuosamente decoradas. Antes de adentrá-lo é preciso guardar bolsa/Mochilas/sacolas de tamanho considerável, com moedas de €1,00 ou €2,00 é possível utilizar os armários disponíveis no andar inferior ao do Museu e sendo possível recuperá-las quando for pegar suas coisas de volta. Ficamos por lá em torno de 2h +/-, de lá fomos a um parque próximo de onde estávamos, o Stadtpark, não é um parque grande, porém muito bonito. Há um monumento de Strauss por lá, nossa intenção, na verdade, era achar um sanitário, mas eles ficavam do lado de fora do parque, próximo a entrada, não pagamos para usá-lo. De lá seguimos para o Palácio de Belvedere, acabamos visitando os jardins que, apesar de enorme não empolgou por ser outono e não haver flores, queria muito ter visitado o interior do Palácio, mas, como disse, atrações em Viena são caras e a entrada para esse Palácio era mais €17,00, o que extrapolaria nosso orçamento médio diário, (no dia eu me conformei mas depois me arrependi, no próximo post explico o porquê), ficamos um tempo caminhando pelos jardins, tirando fotos até que a fome bateu e decidimos procurar algum lugar para comermos. De volta ao centro optamos comer rum tradicional hot-dog vienense, não sei se era a fome mas estava muito bom, o lanche, acompanhado de fritas mais um refrigerante custou €9,50 e alimentou muito bem, já era por volta de 18h e depois dessa refeição não sentimos mais fome. Como já era noite a cidade ficou com um visual bastante convidativo por conta das luzes de Natal, perdemos um bom tempo andando pela região e tirando fotos de locais que nos nos chamavam a atenção até que esgotados voltamos para onde estávamos hospedados, mas antes, como de costume, passamos em um mercado para comprarmos água. Sim, nesse tipo de viagem acabo não aproveitando muito a vida noturna da cidade já que estou completamente esgotado por conta das andanças durante o dia, mas como o intuito da viagem é mais conhecer os ponto de interesse, principalmente históricos e culturais então, no final, não acabo achando isso ruim. Gastos no dia: Café da manhã: €8,60 Ticket Transporte 48h: €14,10 Água:€4,30 (ao longo do dia) Museu Albertina: €17,90 Banheiro: €1,50 Refeição: €9,50 Total: €55,90
  22. 1 ponto
    Eu não vou esse ano, mas já fui 2 vezes sozinha. Se alguém quiser dicas de locais, quais blocos, ou qualquer outra dúvida, posso ajudar
  23. 1 ponto
    @DanielD_SP Mano vo detalhar o máximo q conseguir no relato... postei as fotos do dia 31-12-19 nas minhas redes sociais... sobre o equipo, é levar o mínimo possível... eu estava com mais de 15 kilos mas prq eu estava com roupa pra 1 semana viajando saca , então tinha coisa de mais na minha mochila. O que eu recomendo é levar so o que ira usar mesmo prq a subida e muito puxada e desgasta muito. https://www.facebook.com/tadeuasp e https://www.instagram.com/tadeuasp/
  24. 1 ponto
    @Elainee. ... eu vou sair de Goiânia pelo ID jovem até a Foz do Iguaçu (dia 5 de Fevereiro) , pretendo ir para Buenos Aires, descer o litoral, acampando e pegando carona, tenho um roteiro levemente programado, no final de fevereiro pretendo está em Rio Gallegos, Ushuaia, pela região.. qual quer coisa dá um toque
  25. 1 ponto
    Obrigada de qq forma, @Juliana Champi! Estou tentando me decidir .. agora estou entre a arpenaz 3 xl F&B e a Indy GT 3/4. Tomara que consiga resolver em tempo rss
  26. 1 ponto
    Temos um impasse, eu não tenho facebook kkkkkk Mas vou dar um jeito
  27. 1 ponto
    Saudades de Cuba e dos cubanos ,segui o Bozó,lugar de comunista é em Cuba.Fui lá e adoraria ter ficado para sempre. Esperando a continuação do relato.
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  29. 1 ponto
    Eu tbm tenho uma Futura 42, já fui para vários países, França, Marrocos, Peru, Chile, Argentina, dentro do brasil e nenhum lugar me incomodaram, passei liso por todos os aeroportos, eu uso e recomendo, ela tem uma ótima litragem e muito boa de carregar, faço até montanhismo com ela quando é uma pernoite.
  30. 1 ponto
    Eu não gosto muito de usar Uber em aeroporto, pois geralmente é caro, é sempre uma surpresa na hora que você vai pedir lá no aeroporto, você nunca sabe o preço, muitas vezes fica mais caro do que um táxi comum do aeroporto Já o taxi costuma ter preço tabelado, e você sabe de antemão quanto que vai pagar, e por ser tabelado, você consegue evitar o golpe de o motorista ficar dando voltas ou pegar o caminho mais longo só para cobrar mais caro, coisa que no Uber você não consegue evitar. Mas tem que contratar o taxi no guichê dentro do aeroporto, e na hora de embarcar, reforçar com o motorista que é pelo preço fechado lá no guichê... http://www.lanseriataxis.com/wp-content/uploads/2019/09/LANSERIA-TAXIS-RATES-2019.pdf Parece que há um ônibus executivo do aeroporto de Lanseria até Sandton Gautrain Station, que pode ser uma opção caso o seu hotel fique na região da Nelson Mandela Square e o seu voo não chegue muito tarde. https://lanseria.co.za/pages/taxis-and-transfers Eu não sou muito fã de transfer privado, o costuma ser caro , e independente do local no mundo, o pessoal do transfer tem costume de lhe deixar na mão, e ficar horas esperando o transfer aparecer, então pessoalmente eu só uso transfer privado se realmente não tiver outra opção.
  31. 1 ponto
    @Rodrigo Paulista é isso! Gratidão por corroborar com os sentimentos! Caminhos abertos a todos aqueles que, mesmo com medo e incertezas, foi!
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    Olá amigos viageiros! Aqui vai o relato de minha visita à Chernobyl! Mais detalhes lá no: www.profissaoviageiro.com Para me seguir lá no Insta… Instagram: @profissaoviageiro Só um aviso, se apagar a luz você vai perceber que esse relato brilha no escuro!!! Visitar Chernobyl foi algo sensacional! Um passeio único com muitas experiências diferentes e histórias da União Soviética que são incríveis! O que me levou a visitar um lugar desse? Aquilo é uma amostra do que aconteceria com a Terra se do dia para a noite os humanos simplesmente fossem embora daqui. A natureza voltaria a tomar conta do que é dela, engolindo a bagunça que deixamos para trás. Impressionante ver um lugar daqueles e ouvir tantas e tantas histórias do que rolou naquele lugar. Essa visita foi feita em 23/11/2017 Esse tour só é permitido com uma agência de turismo regulamentada. Existem algumas que oferecem o passeio. Não tem tanta diferença de uma para outra e a maioria delas oferece a opção também de passar a noite dentro da zona de exclusão. Bom, vamos lá… Para quem não sabe, em 26 de Abril de 1986 o reator 4 da Usina Nuclear de Chernobyl explodiu e causou o pior acidente nuclear do mundo até hoje. O governo soviético tentou esconder o ocorrido até que outros países da Europa, como a Suécia (beeeem longe de lá), por exemplo, perceberam que algo estava bem errado. Só aí eles admitiram o acidente. Tinha muita coisa acontecendo completamente fora do controle deles. Após alguns dias eles evacuaram as cidades vizinhas à usina e posteriormente criaram 2 áreas de exclusão. Em um raio de 30km da usina inicia a primeira área de exclusão. A segunda a 10km da usina, com uma contaminação bem pior. São tantas histórias insanas que escutamos lá que nem sei se consigo reproduzir todas aqui… Mas o negócio foi bem tenso. A usina ficava a menos de 3km da cidade de Pripyat, uma cidade modelo que a União Soviética usava como exemplo de como o patético regime socialista “funcionava muito bem”. O Governo sempre levava delegações de outros países para se hospedarem lá, tentando impressionar com a estrutura da cidade. Morar em Pripyat era muito bom mesmo. Segundo a nossa guia, lá surgiu o primeiro supermercado da União Soviética inteira e era o único lugar que o governo sempre abastecia para não deixar faltar alimentos e outros itens. Inclusive isso estava causando algum desconforto para os moradores de Pripyat, pois pessoas de outras cidades da União Soviética viajavam centenas de quilômetros para fazer compras lá, o que gerava filas intermináveis nesse mercado que se alongavam pelo meio da cidade! Como em todo bom regime socialista/comunista as pessoas não tinham nada em suas cidades e preferiam isso a passar fome ou necessidade de itens básicos. O governo demorou mais de 24 horas para iniciar a evacuação de Pripyat, e só fez isso quando a radiação já estava em níveis absurdos. O governo preferiu não falar a verdade para a população. Os moradores foram informados que a evacuação era temporária e por isso alguns não levaram muito mais do que a roupa do corpo… Nunca mais voltaram para casa. Por isso que ainda se vê muitos itens pessoais nas casas do jeito que foram deixados a mais de 30 anos atrás. As histórias do que se refere ao controle do acidente, como conter as chamas do reator e isolar a radiação, são bizarras. As pessoas ainda não entendiam muito bem os efeitos da radiação. Esse trabalho foi feito por voluntários e membros do exército (que não tinham muita escolha). Impossível imaginar que algum deles saiu sem sequelas desse trabalho. As pessoas responsáveis por esse trabalho receberam o nome de Liquidadores. Diziam que a radiação era tão forte que até a cor dos olhos mudava nos trabalhadores que ficavam dentro da usina depois de algumas horas de trabalho. Máquinas chegavam a quebrar devido a exposição da radiação. Foi algo absurdo! Bom, vamos à visita… O Tour começa em Kiev logo cedo. Pegamos uma van e vamos em direção norte. O primeiro check point é para entrada na zona de exclusão do raio de 30 Km. Temos que parar, descer e sermos identificados pelos membros do exército que ficam lá. Dentro dessa parte da zona de exclusão a radiação ainda não muda muito no ar. O principal problema está no solo. Durante todo o tour não podemos apoiar nossas coisas no chão, encostar em plantas ou qualquer outra coisa. Vamos então parando em alguns vilarejos no caminho para ver o que sobrou deles. Basicamente todas as casas que eram feitas de madeira foram demolidas e enterradas. Não é possível descontaminar madeira, então o jeito foi demolir e enterrar. As de alvenaria ainda estão de pé. Existem alguns cachorros soltos dentro da zona de exclusão que são alimentados basicamente pelos turistas e trabalhadores de lá. Também existem muitos outros animais soltos, inclusive se não me engano lá é um dos poucos lugares do mundo que existem cavalos selvagens. Eu não vi nada além de cachorros e pássaros. Aqui as tábuas de madeira foram arrancadas. Aparentemente até boas tábuas de madeira não era fácil de conseguir, então elas podem ter sido tiradas para serem reutilizadas em outro lugar. Outra explicação é que as pessoas na época não colocavam seu dinheiro no banco, pois o justíssimo sistema socialista poderia confisca-lo sem grandes explicações. Então as pessoas escondiam o seu dinheiro em baixo do piso de suas casas. Como durante a evacuação muitos saíram correndo e nem levaram seus pertences, algumas pessoas voltaram paras as casas abandonadas e tentavam achar dinheiro em baixo dos pisos para roubá-lo. Paramos em umas 2 ou 3 vilas antes de chegar na cidade de Chernobyl. Lá até que está conservada, porque as pessoas que trabalham dentro da zona de exclusão usam Chernobyl como base, além do hotel que se pode passar a noite também ficar lá. Então é um visual um pouco diferente do que se vê no resto do passeio. Chernobyl até que está “arrumadinha”. A foto está péssima, mas esse é um monumento onde cada uma das vilas dentro da zona de exclusão está representada por esses círculos. Na verdade o resto do monumento está atrás de mim. Aqui estão os nomes de todos os moradores de Chernobyl que tiveram que deixar a cidade durante a evacuação. Nosso almoço foi servido aqui, no refeitório de uma “pousada”. Não se pode comer nada ao ar livre aqui. Toda a comida que é servida tem que vir de fora da zona de exclusão. Só por garantia deixei meu medidor de radiação (Contador Geiger) ligado do lado das coisas que estava comendo! Depois do almoço fomos tirar umas fotos com os uniformes e equipamentos do pessoal da nossa agência. No meu tour também estava incluído dirigir o carro deles, um Lada top de linha que um Ucraniano que estava no passeio contou que um modelo daquele na época da União Soviética tinha fila de espera de até 20 anos!!! Viva o socialismo!!!! Bom, pisaram na bola e não teve o rolê no Lada. No final do tour eu reclamei formalmente sobre isso. Mas pelo menos tirei umas fotos no carro! Bom, depois disso que começa a parte mais tensa do passeio. Entrando dentro da zona de exclusão do raio de 10Km. Mais um lugar que temos que sair do veículo e o pessoal do exército de novo confere um por um. Desse ponto para frente a radiação no ar já aumenta, e sobe muito em determinados lugares. Muito mesmo! Vamos em direção a Pripyat, fazendo algumas paradas no caminho. Esse é um lugar bem famoso, onde sempre vemos fotos sobre Chernobyl. Aqui era uma escola primária. É um dos lugares mais tristes de se visitar. Depois paramos em um lugar já pertinho de Pripyat onde conseguimos ver os reatores da usina que estavam em funcionamento e também do outro lado os 2 outros reatores que estavam sendo construídos. Essa imensa estrutura metálica é o sarcófago novinho em folha que serve para conter a radiação do reator 4. Ele foi construído para substituir o primeiro sarcófago que havia sido construído para durar 30 anos. Esse novo sarcófago foi criado para durar 100 anos e o que eles esperam é que até lá já se tenha descoberto novas formas de conter essa radiação de uma forma mais eficaz e definitiva. Com o conhecimento e tecnologia de hoje, acho que isso era o melhor que dava para fazer! Aqui dá para ver as chaminés dos outros reatores… O 1 e o 2, da direita para a esquerda, são essas chaminezinhas lado a lado com uma chaminé grande entre eles. O 3 está dentro dessa casinha e o 4 dentro do sarcófago. Aqui as obras nunca terminadas dos reatores 5 e 6. Chegamos então na entrada de Pripyat! A cidade foi inaugurada em 1970 e evacuada em 1986. Tinha aproximadamente 48.000 habitantes na época. Quando entramos na cidade é algo realmente muito louco. A guia ia mostrando as fotos de como era a cidade e nós vamos vendo como está agora… É impressionante! Esse que é o primeiro supermercado da União Soviética! Vamos entrando em diversos prédios com muito cuidado para não cair em um buraco ou o piso ceder com a gente em cima. Aqui material político dos soviéticos!!!! Imagina entrar em um lugar desses de noite!!!!!!! Esse era o ginásio de esportes da cidade! Fomos então para o famoso parque de diversões. Essa é a roda gigante que nunca foi utilizada. Sua inauguração estava marcada para alguns dias após o acidente nuclear. Hoje ela é um dos grandes símbolos de Pripyat e ninguém nunca deu uma volta nela! Essa aqui é a avenida principal da cidade… Assistimos um vídeo dentro da van de como era isso aqui antes… Não dá para acreditar que estamos no mesmo lugar! Aqui era um outro complexo esportivo. Depois disso fomos para o ponto mais próximo do reator. Ficamos a 300 metros de distância da usina que causou o maior acidente nuclear da história!!!!!! Isso é muito louco!!!! Quando saímos de lá passamos pela área mais contaminada por radiação do planeta terra: A Red Forest. Eu realmente não queria que nossa van quebrasse alí! Quando estamos chegando perto, a nossa guia sem falar nada só liga o medidor de radiação dela e fica mostrando para nós. Meio que sem entender muito todo mundo deixa o próprio medidor ligado… De repente ela começa a fazer a leitura e todos os alarmes dos nossos medidores começam a apitar… E ela vai lendo… Dois ponto três… Cinco……. Doze……… Quatorze………. Dezessete…….. Dezoito……… Vinte e dois……….. E o negócio não parava de subir… Isso tudo no meio daqueles alarmes tocando sem parar. Foi insano! Só como referência, uma radiação considerada “normal” é de 0,1 nessa unidade que nossos aparelhos mediam. Mas foi tudo muito rápido. De repente já tínhamos passado a Floresta Vermelha e tudo voltou ao normal! Pena que ela não avisou antes e preferiu fazer o mistério, se não teria filmado isso! Sério, foi bem louco! Mas foi bacana também o suspense!!!!! Isso porque estávamos dentro da van. O veículo protege muito da radiação. As diferenças que eu media de dentro para fora da van eram imensas nos lugares que descíamos. Mesmo dentro das casas o nível de radiação já caía bastante. Eu fico imaginando a radiação desse lugar, mesmo mais de 30 anos depois do acidente….. De lá partimos para a última grande parada do tour… Uma antena! Mas não era qualquer antena… Era a DUGA, ou DUGA 3! Essa anteninha foi construída com propósitos militares em um esquema ultra secreto do governo soviético. O local nem endereço tinha e na estrada que levava até o local da antena eles tentaram dar a impressão que se tratava de um local de acampamento estudantil. É como se aqueles filmes de espionagem começassem a ganhar vida! Para eles aquela história toda era muito real… Realmente se alguém descobrisse aquilo, ia ser difícil de convencer que era só uma anteninha tentando captar uma rádio de sertanejo universitário aqui no Brasil, por exemplo!!!! Olha o ponto de ônibus perto de lá com um ursinho desenhado! A entrada era só esse portão, para não chamar muito a atenção. Essa antena também ficou conhecida como o pica-pau russo, pois causava interferência de rádio em ondas curtas com um som parecido de um pica-pau por todo o hemisfério norte! Algumas teorias de conspiração achavam que eram os russos tentando entrar na mente das pessoas!!! Na verdade ela servia (ou deveria servir) para identificar lançamentos de mísseis de países inimigos a uma longa distancia, dando tempo de se prepararem para sua defesa. Aparentemente ela não funcionava muito bem, dando alarmes falsos, por exemplo, o que não deixou o pessoal de lá nada satisfeito, uma vez que o custo para construir aquilo foi algo estratosférico! Eu é que não queria ser o responsável pelo projeto em uma hora dessas !!!!! No final das contas o que eles deixaram foi uma estrutura bem bonita e imponente, ainda mais em um dia ensolarado de outono!!! Essa placa de radiação é só enfeite… O local não possui contaminação especialmente significativa! Aqui a nossa guia e o atual guardião da antena! Mesmo sendo Outono estava muito frio e já nevava bastante por lá. Após as instalações ultra secretas do governo soviético, foram só mais duas paradas rápidas…. Uma para ver algumas máquinas utilizadas no trabalho de isolamento do reator na época da explosão: E um monumento em homenagem aos liquidadores e bombeiros que foram responsáveis por todo o trabalho de combater o incêndio e conter a propagação da radiação: Depois disso só paramos nos check points para medição de radiação em nosso corpo e roupas… Eram máquinas muito velhas! Espero que estivessem funcionando bem e não deixaram eu voltar para casa com um tênis cheio de radiação! E foi isso! Foi assim meu dia em Chernobyl. Um dia cheio de experiências, histórias e aprendizado! Valeu demais o passeio!!!!!! Nota 10!!! Se alguém tiver alguma dúvida ou quiser alguma dica, é só falar! Abraço!!!!! Felipe www.profissaoviageiro.com Instagram: @profissaoviageiro Enjoy Chernobyl… … Die Later!
  33. 1 ponto
    Oi Julia! Quem vai a El Calafate tem de dar uma esticada até El Chaltén. Então minha contribuição para montagem do teu roteiro é incluir alguma trilha de El Chaltén. Caso ainda não conheça as trilhas dessa cidade, então deixo um link que lista as principais : https://vivoturistando.com/2019/10/o-que-fazer-em-el-chalten-conheca-as-principais-trilhas.html
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    muito bom o seu relato. Bem detalhado e informativo. Eu estou indo para Ushuaia em Janeiro, mas ficarei apenas 04 dias. Esse trekking da Laguna Esmeralda você por conta própria ou com guia?
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    Olá pessoal, Acabei de chegar de uma viagem que fiz a Costa Rica. Fui participar de um congresso internacional e depois fui passear um pouco pelo país. Fui na baixa temporada (Junho/julho) e fiquei 16 dias no total. Como achei poucos relatos aqui no Mochileiros, achei que seria uma boa fazer uma contribuição! Optei por escrever um relato detalhado para vcs terem a exata idéia de como foi a experiência e de quanto eu gastei com base no que comi, onde fiquei hospedado, etc. Por fim gostaria de agradecer todas as pessoas que me ajudaram respondendo minhas perguntas ou postando seus relatos. Valeu! Roteiro: Dia 1: (21/06/13) – Rio de Janeiro - San Jose Dia 2: (22/06/13) – San Jose (vulcão Poás) Dia 3: (23/06/13) – San Jose (vulcão Irazu) Dia 4: (24/06/13) – San Jose (Congresso) Dia 5: (25/06/13) – San Jose (Congresso) Dia 6: (26/06/13) – San Jose (Congresso) Dia 7: (27/06/13) – San Jose - Rafting - La Fortuna Dia 8: (28/06/13) – La Fortuna (Cerro Chato e cascata do rio Fortuna) Dia 9: (29/06/13) – La Fortuna (Rio Celeste) Dia 10: (30/06/13) – La Fortuna – Monteverde Dia 11: (01/07/13) – Monteverde (Canopy) Dia 12: (02/07/13) – Monteverde (Reserva de Monteverde) Dia 13: (03/07/13) – Monteverde – Manuel Antonio Dia 14: (04/07/13) – Manuel Antonio (Manuel Antonio National Park) Dia 15: (05/07/13) – Manuel Antonio – San Jose Dia 16: (06/07/13) – San Jose – Rio de Janeiro [media]https://maps.google.com.br/maps?saddr=San+Jos%C3%A9,+Costa+Rica&daddr=La+Fortuna,+Alajuela,+Costa+Rica+to:Monteverde,+Costa+Rica+to:parque+Manuel+Antonio+National+Park,+Quepos,+Puntarenas,+Costa+Rica+to:San+Jos%C3%A9,+Costa+Rica&hl=pt&ie=UTF8&ll=9.976966,-84.498596&spn=1.647312,2.705383&sll=9.976816,-84.499436&sspn=1.647312,2.705383&geocode=FYXgkgAdDRj--inFFQ3FQuOgjzE26ENkKayO_w%3BFfq5nwAdh3T0-imZ6WAGiQygjzHmLFfSe6jjaQ%3BFdTxnAAdycXx-inJ3b6-ChmgjzEn2DobP6lVZg%3BFbRQjwAd5Cv8-iGGSlzOOWHmlSlL9ambnHGhjzGGSlzOOWHmlQ%3BFYXgkgAdDRj--inFFQ3FQuOgjzE26ENkKayO_w&oq=san+&mra=ls&t=m&z=9[/media] Considerações gerais: Vacina: Atenção pessoal! Os brasileiros precisam apresentar o cartão internacional de vacina contra a febre amarela ao chegar no país! Para consegui-lo vc deve tomar a vacina no mínimo 10 dias antes da viagem e depois levar seu cartão de vacina no escritório da ANVISA no aeroporto mesmo e retirar seu cartão internacional. Teve muitos brasileiros que iriam para o congresso, mas foram barrados no check-in, pois não tinham tomado a vacina. Teve uma mulher que foi deportada, pois não cobraram o cartão no check-in e só foram cobrar na Costa Rica e ela não tinha. Portanto fiquem ligados! Hospedagem: Não reservei nenhum hostel aqui no Brasil (exceto o de San Jose) e foi tranquilo! Ainda mais porque viajei na baixa temporada. Mas se vc pretende ficar em hostels da rede The Costa Rica Hostel Network (http://www.costaricahostelnetwork.com/) eu recomendo reservar antes, pois vive cheio. Essa rede de hostels é a melhor que já fiquei na vida! Provavelmente eles possuem um dos melhores hostels do mundo! Agora, uma visão geral dos hostels que passei na CR: São mal estruturados! Na verdade grande parte deles parece que, anteriormente, eram uma casa e que resolveram fazer um hostel! Mas tbm não procurei muito, fechava com o primeiro barato que encontrava. Até na Bolívia encontrei hostels melhores. O café da manhã tbm não é grandes coisas. Trasporte: O trasporte na CR é precário, especialmente se vc quer se deslocar de um lugar para outro que não seja San Jose. Por exemplo: Para ir de La Fortuna para Monteverde vc precisa fazer baldeação em Tilaran, o que te tomará tempo. Agora, se vc vai para San Jose ou sai de San Jose para algum lugar, é tranquilo. Além disto, não tem ônibus a noite, ou seja, vc vai ter que gastar tempo durante o dia para se descolar. Uma dica importante se vc esta de carro: NUNCA confie no Google Maps para calcular o tempo de um lugar ao outro. As estradas são péssimas, não tem acostamento nem pista dupla. E para chegar a alguns lugares percorre-se kilometros em uma estrada de chão que, na época das chuvas, ficam terríveis. Uma alternativa para fugir destes problemas e fechar um shuttle que sai muito mais caro do que ir por conta, mas pelo menos é mais rápido. Neste site (http://thebusschedule.com/EN/cr/ ) e neste (http://www.visitcostarica.com/ict/paginas/leyes/pdf/itinerariobuses_es.pdf) vc encontra os horários de ônibus. Outra dica: Se vc for pegar um taxi, peca pra o motorista ligar o taxímetro! Sai mto mais barato do que preço combinado! Dinheiro: Preparem o bolso! A CR é um país muito caro. Pelo que andei lendo é um dos mais caros da América Central. A moeda da Costa Rica e o Cólon. Mas a melhor coisa é levar dólares. Eu levei tudo em dinheiro vivo e um cartão de credito (que só e aceito em alguns lugares). O dolar eles aceitam em todos os lugares (a cotação é de 1 dólar = 500 colones), mas e sempre bom ter alguns colones trocados para pegar um onibus por exemplo. Dica: Se vc pegar um voo da Copa Airlines vc fará uma escala no Panamá. O Free Shopping deles é excelente! Achei os preços muito bons. Passeios: Não vi muita diferença nas empresas que fazem os passeios. No geral me pareceu que todas são muito boas. Acho que é porque 90% dos turistas na CR são americanos então eles tem que manter a alta qualidade. Comida: Eu particularmente nao gostei da comida. Simplesmente pq eles usam coentro em quase tudo. E eu odeio coentro. Sempre perguntava se tal prato tinha a tal erva (“colantro”). Tirando isso achei a comida sem tempero... Nao sei, mas estou acostumado com a comida mineira bem temperada e senti falta disso. Roupa: Fui na estação das chuvas e senti calor, podem levar muita roupa fresca em qualquer época do ano. Acho que 1 blusa de frio e 1 calça jeans já bastam. Recomendo levar uma bota de trekking pra fazer as trilhas, pois tem muito barro. Uma capa de chuva tbm é muito importante. Surf: Não passei por nenhuma cidade famosa pelo surf, mas pelo que ouvi falar, algumas das principais são Puerto Viejo, Jacó e Montezuma. Povo: Gostei muito dos costa-riquenhos. São simpáticos, estão sempre dispostos a dar informação e a conversar. O lema deles é “Pura vida”! Quanto aos turistas, prepare-se para encontrar muitos americanos! Eles simplesmente dominam o turismo na CR. Segurança: De maneira geral me senti seguro em todos os lugares que passei, exceto San Jose. Fui abordado 3 vezes por mendigos na capital, o que me deixou apreensivo. Algumas pessoas que estavam no Congresso que participei foram assaltadas a mão armada. No hostel me recomendaram a não andar sozinho a noite pela cidade. Mas o esquema é não dar mole, pois violência tem no Brasil, na França e na Costa Rica também! Seguro viagem: Fechei com a Porto Seguro (http://www.portoseguro.com.br/seguros/seguro-viagem) e paguei R$78. Fiz o cadastro online e paguei com o cartão. Mesmo que vc ache que não vá precisar eu recomendo fortemente fazer um seguro em todas as viagens internacionais! Biodiversidade: Apesar de muita gente dizer que o Brasil se parece com a Costa Rica nesse quesito eu digo que é diferente! A riqueza de especies na Costa Rica é maior! Vc anda um pouco na trilha da mata e já vê muitos animais em pouco tempo. Em Manuel Antonio por exemplo tem uma quantidade enorme de lagartos de todos os tamanhos. Mas atenção: Sempre que possível, contrate um guia para ajudar a encontrar os animais. Eles tem os olhos treinados para isto, e além do mais, eles carregam um telescópio para vc enxergar os animais de longe. E por fim a dica mais valiosa de todas: Comunique-se! Peça informação no hostel, converse com outras pessoas, faça amizades, pergunte quais passeios valem a pena (e quais não valem)... Enfim, troque ideias! Eu garanto que a sua viagem vai ser diferente (e para melhor!). Agora vamos ao relato em si... Dia 1 (21/06/13): Chegada a San José Sai do RJ pegando o voo da Copa Airlines com conexão no Panamá. Paguei R$2.400,00 na passagem... Caríssima! Comprei com 2 semanas de antecedência, mas pelo que vi o valor não muda muito se vc comprar com meses de antecedência. O serviço da Copa foi mto bom, comida boa e os voos saíram no horário previsto (tanto na ida quanto na volta). Chegando ao aeroporto de San Jose peguei um taxi e segui direto para o Hostel Aldea que já havia feito reserva (http://www.aldeahostelcostarica.com/). Mas não precisa ir de taxi, ir de ônibus é super de boa... Dei mole! Mas se vc quer ir de taxi, saia do aeroporto e pegue um na rua e peça para ligarem o taxímetro que sai bem mais barato! O taxista foi muito simpático e inclusive me perguntou como estavam as manifestações no Brasil. Fiz o check-in em um quarto privado pra poder descansar melhor. Minha primeira impressão da cidade: Muito parecida com algumas cidades brasileiras. Uma coisa interessante: Quanto o sinal do pedestre esta quase fechando, comeca a soar o pio de um pássaro. Na primeira vez fiquei olhando para cima tentando achar a ave! Hahaha. Fui caminhando ate o Mercado Central. Um lugar bem legal que tem de tudo. Muitas lanchonetes, açougues e artesanato. Tomei um sorvete na famosa Sorveteria Lolo Mora que existe desde 1901 e atualmente e comandada pela 4ª geração da mesma família! Tem apenas 1 sabor de sorvete: Baunilha com canela. Como nada me agradou no Mercado Central fui comer em uma rede de fast food tipo KFC. Passei no supermercado da rede “Pali” e descobri que eles se cobram 10 colones por sacola plástica que vc quiser levar! Achei justo! Saindo do supermercado um mendigo veio me abordando para pedir dinheiro... E detalhe: falando inglês! Hahaha. Como diria minha vó: A necessidade faz o sapo pular! Descansei mais um pouco e no final da tarde fui no Subway. Gastos do dia: - 20 dólares de taxi - 30 dólares de diária no hostel (quarto privado com banheiro) - 1.750 colones em imã de geladeira - 1.200 colones no sorvete de creme com canela - 3.000 colones no frango com batata frita - 3.100 colones no supermercado (água, suco, chocolate e biscoito) - 2.900 colones no Subway Total em dólares: US$ 74 Dia 2 (22/06/13): Vulcão Poás Acordei pagando mico! Achei que a diferenca de horário para o Brasil fosse de 2 horas, e na verdade são 3! Acordei para tomar o café achando que fosse 7h e eram 6h! Hahaha. Voltei e dormi mais um pouco. Um aviso: Os cafés da manhã nos hostels da CR são muito francos! Nesse hostel foi café, biscoito doce e banana. Conversei na recepção e consegui continuar no quarto privado pelo valor de 25 dolares (5 dólares a menos). Segui para a estacao da compahia TUASA para pegar o onibus ate Alajuela (onibus de San Jose para Alajela tem todo minuto!). Chegando em Alajuela, desci uma quadra e já estava em outro terminal onde as 9:15 (Acho que existe apenas este horário durante o dia) peguei o onibus ate o Vulcão Poás. No caminho o onibus faz uma parada de 15 minutos em uma lanchonete que vende salgados, bebidas e frutas. Lembre-se de sentar do lado esquerdo do onibus, pois a vista é melhor (ve-se plantações de morangos e café) Cheguei no Parque já era umas 10:30. O Parque e bem estruturado, tem um pequeno museu, banheiros estacionamento e lanchonete. Extrangeiros pagam 10 dólares a entrada. Para chegar até a cratera tem que andar alguns minutinhos. No inicio do trajeto aconteceu uma cena engracada: Estava andando na beira da mata e de repente começo a ouvir um barulho estranho... Parecia um chocalho de uma cobra, ou o coachar de um sapo, ai pensei: Oba! Vou ver meu primeiro animal na CR... pois bem, adentrei um pouco na vegetação para conseguir avistar o animal e para minha surpresa, era uma TORNEIRA que de vez em quando fazia barulhos estranhos... kkkkkkkkkkkkkk. Fiquei de longe espiando as pessoas que passavam e todas achavam que eram um tipo de animal! Bem, a cratera do Poás é legal mas não e anda de exorbitante. Acho que seria legal se fosse uma escalada de verdade, gastando horas para chegar até a cratera, passando um pouco de perrengue... Ai eu iria gostar mais! Toda hora surge uma nuvem para cobrir a cratera, mas que some em poucos minutos. Venta bastante então leve um casaco. Dependendo da direção do vento, a fumarola que sai de dentro do vulcao com cheiro de enxofre (ovo podre) pode ir em direcao ao mirante, mas nada que atrapalhe. Depois de ficar alguns minutos e bater muitas fotos decidi ir ate o mirante da Laguna Botos. Segui um caminho demarcado no meio da floresta ate chegar a Laguna. Durante o percurso tinha um casal de americanos com um guia que tbm era fotografo particular. Um pássaro marrom sem graça cruzou a trilha e eles: Oh My God! Hahaha. A Laguna Botos não tem nada de especial, mas dizem que ela tem um verde muto bonito qnt faz sol, mas este dia estava nublado. No mirante da Laguna tinha muitos esquilos sem vergonha. Eles ficam loucos querendo comida e são capazes de comer na sua mão! Dps disso desci de volta a entrada do parque e gastei o resto do tempo na lanchonete e no museu. O onibus parte as 14:30 em direção a Alajuela. Chegando lá, vc deve pegar o ônibus para San Jose fazendo o caminho inverso. Bom, minha opnião sobre o passeio: Faça se vc for por conta. Definitivamente não compensa pegar tour! De transporte, gastei 3.390 colones (aproximadamente 7 dólares para ir e voltar) sabe quanto é o tour fechando com agencia? 92 DÓLARES!!! Mas com a agência, além do vulcão, eles te levam para uma plantação de café e para a La Paz Waterfall que tbm tem um pequeno borboletário e ranário, mas como iria para La Fortuna e Monteverde, veria várias cachoeiras, sapos e borboletas, então pra mim não valeria a pena! No final do passeio conheci 2 brasileiros. O Tom e o Luiz. Chegando em San Jose fomos jantar no restaurante do Hostel Casa Colon. O lugar parece bem com um hotel... Gostei! Jantei muito bem por 3.700 colones. Gasto do dia: - 25 dolares de diária no hostel (quarto privado com banheiro) - 530 colones de ônibus San Jose – Alajuela - 1.165 colones de ônibus Alajuela – Poás - 800 colones em uma empanada - 10 dólares de entrada no vulcão - 1.000 colones em uma lata de suco - 1.165 colones de ônibus Poás – Alajuela - 530 colones no ônibus Alajuela – San Jose - 3.700 colones no jantar (arroz, feijao, carne e salada) Total em dólares: US$ 43 Dia 3 (23/06/13): Vulcão Irazu Acordei as 7h, tomei cafe da manha e fui pegar o onibus para o vulcão Irazu. Mais uma vez compensou mto mais ir por conta do que fechar por agencias que pediam aproximadamente 50 dólares. O onibus partiu às 8h do ponto em frente ao Grand Hotel Costa Rica (próximo ao ministério da Fazenda, é só perguntar que todo mundo sabe onde fica!) indo direto para o vulcão, mas antes ele pega alguns passageiros na cidade de Cartago. No caminho, quase chegando no vulcão começou a chuviscar. Pagamos a entrada de 10 dolares e entramos no parque. Assim que cheguei fui direto para a cafeteria comprar um poncho de plástico vagabundo (saco de supermercado era mais resistente que aquilo) caríssimo! Segui em direção a cratera, mas ela estava encoberta de nuvens fazia um frio descomunal!!! Ventava MUITO! Não me lembro de ter sentido tanto frio assim, sério! Pra piorar fui de bermuda, minhas pernas congelaram, meu nariz começou a escorrer, me deu dor de ouvido e dps dor de cabeça... Corri pra tomar um chocolate quente. Quando faltava meia hora para o onibus partir o sol saiu e as nuvens foram embora, corri para ver a cratera. Realmente ela impressiona pelo tamanho, mas o lago esverdeado que existe no fundo estava seco! Achei o vulcão Poás mais bonito. Se tiver de escolher apenas 1 passeio escolha o Poás! O onibus de volta para San Jose saiu as 12:30. Chegando em San Jose fui de Subway mesmo. Voltei pro hostel e dormi. Gastos do dia: - 4.550 colones no ônibus ida e volta de San Jose – Irazu – San José - 1.600 colones em compras de biscoito e chocolates - 10 dolares de entrada no parque - 1.515 colones em uma capa de chuva de plástico - 1.825 colones em um chocolate quente e um muffin - 1.000 colones em um adaptador de tomadas. Obs.: Na CR as tomadas são diferentes do Brasil, então leve adaptadores. - 7 dólares no Subway - 25 dólares na diária no hostel (quarto privado com banheiro) Total em dólares: US$ 63 Dia 4, 5 e 6 dedicados ao congresso, mas aconteceu uma coisa que vale comentar: Bem, quando cheguei no hostel voltando do congresso mega cansado, passei na recepção e me informaram que eu não poderia usar o vaso pq tinha ocorrido uma infiltração, fiquei meio puto pq eu paguei um quarto privado para ter esse tipo de conforto, mas deixei passar pq no dia seguinte ia apresentar meu trabalho e não queria aborrecimentos. Quando cheguei no quarto reparei q meus sapatos e o lençol na cama estavam em lugarem diferentes... Fui pegar um chocolate que tinha comprado e ele simplesmente tinha sumido! Conferi o resto das coisas para ver se todas estavam no lugar e nada além do chocolate tinha desaparecido. Desci na recepção e reclamei! Ganhei um jantar no restaurante do hostel. O que eu acho queaconteceu foi o seguinte: Os trabalhadores que entraram no quarto para consertar o vaso pegaram o chocolate... Tenho certeza disto! Tudo bem que era apenas uma barrinha de chocolate de 500 colones mas peraê, ne? Pois bem, ganhei uma pizza e ice tea por conta disto e economizei 3.500 colones! Então fiquem atentos: ALDEA HOSTEL DE JEITO NENHUM!!! Dia 7 (27/06/13): Rafting no rio Pacuare (classe III & IV) Bom, dps que terminou o congresso fui fazer o rafting pelo rio Pacuare por 99 dólares. Fechei com a Exploradores Outdoor (fazer reserva com alguns dias de antecedência). Eles passaram no hostel para me pegar as 6:10. Durante o percurso o guia foi explicando os comandos a serem feitos durante o rafting. Paramos em um lugar especial da empresa e nos serviram o café da manhã... Tinha o famoso Gallo Pinto, mas desisti de experimentar pq logo senti o cheiro de coentro que eu detesto! Fomos para o rio. Não lembro no nome do guia do nosso bote mas o apelido era Teddy Bear. O nosso bote era: Eu, o americano Noah, as nepalesas que moram nos EUA: Jeny, Ota e Sony, e uma costa riquenha. Entramos no bote e treinamos um pouco. O guia me colocou junto com Noah de “capitães” do bote, aqueles que ficam na frente. Pois bem, comecamos o rafting e logo o guia me tirou do posto e colocou a costa riquenha que ja tinha feito rafting antes... Realmente eu não estava dando conta dos comandos. No inicio é um pouco confuso, mas dps fica tranquilo. Mas vou confessar: Ser o capitão não e uma boa! Requer mais atenção! Se vc fica atrás, vc só copia os movimentos do capitão! Hahaha. Fica a dica! Com 5 minutos dps do inicio, Ota, a única que não sabia nadar, caiu na água... hahaha...Tadinha! Durante o percurso vc vai passando por várias cachoeiras sendo que uma delas quase cai dentro do bote certa hora! Incrível! Na parte final passamos no meio de um cânion bem legal com uma ponte abandonada... Parecia cenário de algum filme de aventura! O guia deixa vc cair na agua 2 vezes durante o percurso. Ficar boiando na água refrescante e deixar a correnteza te levar não tem preço! Recomendo muito esse passeio. Dps voltamos para o mesmo lugar onde tomamos café da manhã para almoçarmos. O almoço foi um burrito. Durante o percurso um guia vai tirando fotos que dps é vendido um CD por 25 dólares. Como as nepalesas ja tinha hostel em La fortuna, decidi ir para o hostel delas e aproveitamos e compramos o CD juntos que foi dividido por 4, então saiu 6 dólares para cada! No msm local onde almoçamos pegamos a van da empresa direto para La Fortuna (já incluso nos 99 dólares). Esse esquema de transfer e bem legal: Vc pode sair de determinadas cidades, fazer o rafting e dps ir pra outra cidade... as opções são: San Jose, Puerto Viejo ou La fortuna. Qualquer dúvida entre em contato com a empresa e se informe mais sobre esse esquema(http://www.exploradoresoutdoors.com/pacuare-rafting.html). Chegando em La fortuna fomos direto para o Arenal Backpackers (http://www.arenalbackpackersresort.com/). Nunca vi uma estrutura como esta para um hostel! Mais parecia um resort: piscina, quartos com ar condicionado, um barzinho bem legal, banheiro amplo e com água quente (atá as 22h). Nota 10 com louvor! Recomendo reservar com alguns dias de antecedência. A noite tomamos uma cerveja e comemos no hostel msm: um macarão que estava muito bom. Acabei conhecendo o Vincent, um americano que assim como eu gosta de trekking! Decidimos fazer a caminhada até o Cerro Chato Volcano no dia seguinte. Gastos do dia: - 99 dólares no rafting no rio Pacuare - 6 dólares no CD de fotos - 15 dólares na diária do hostel (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro) - 10 dólares no macarrão e uma cerveja Total em dólares: US$ 130 Dia 8 (28/06/13): Cerro Chato Volcano e Cascata do rio Fortuna Acordamos as 7h passamos no supermercado antes para comprar algumas coisas para a caminhada. Recomendo levar uma garrafa de agua de 2L para a caminhada, pois faz muito calor e a caminhada é pesada. Para chegar no Cerro Chato vc deve seguir o msm caminho em direção a cascata do rio Fortuna. A caminhada até lá é de aproximadamente 1h. Nós fomos a pé, mas se preferir dá pra pegar um taxi. Chegando lá vc tem a opção ou de ir na cascata ou subir o Cerro Chato. Cada um custa 10 dolares a entrada. Se vc não esta com água o suficiente, esta é a chance de comprar! Seguimos para o Cerro Chato. A caminhada é beeem puxada... No inicio é tranquilo, mas qnd entra na mata, é subida que não acaba mais! Demoramos 2h para chegar no lago (isso pq paramos muito pouco) e 1h30 para descer. O lago é bem bonito, nada mto especial, mas só de saber que aquilo é a cratera de um vulcao extinto acho que vale a pena! E o interessante e q dps de alguns poucos passos em direção a água, fica fundo muito rápido, ou seja, é uma cratera mesmo! Antes de chegar no lago tem um pequeno mirante de onde se vê o vulcão Arenal, mas vc tem que ter sorte para pegá-lo sem nuvens, e nós tivemos! Descemos até a entrada do parque e eu fui para a catarata do rio Fortuna e o Vincent foi pra casa, pois já tinha ido no dia anterior. Mais 10 dolares para entrar e lá fui eu. Para chegar até a queda vc tem que descer algumas escadas, nada de mais. A catarata e simplesmente linda! Perfeita! Pode-se nadar, mas nao dá para se aproximar mto da queda, pois a força que a água cai é tão violenta que cria uma corrente que te impede de chegar perto. Uma dica: leve uma sandália ou algo antiderrapante... Tem muitoo lodo nas pedras e vc pode se machucar facilmente. Eu mesmo fui descalço e quase cai vária vezes. Durante o caminho de volta comecei a me sentir fraco e minha garganta comecou a querer doer... Acho que juntou o cansaco com a falta de comida (até entao so tinha comido alguns nachos e uma garrafinha de iogurte durante todo o dia!) e minha imunidade estava ficando baixa. Passei em uma vendinha e comprei um isotônico. Voltei pro hostel morto de cansado. Descansei um pouco e ao invés de comer algo que preste fui comer no Burger King que tinha promoção do hamburger chamado “Tica”... Carne, tomate e uma especie de nacho com pasta de feijao! Hahaha... Mas estava gostoso. Passei no Luigi’s Hotel para fechar com eles o tour pelo Rio Celeste no dia seguinte. Eles ligaram para todas as compahias de turismo e nehuma iria fazer o tour no dia seguinte, pois eles precisam de no minimo 2 pessoas. Nesse meio tempo um cara me abordou e disse que se eu não conseguisse, que ele me ensinaria a chegar lá sozinho, que seria mais barato, mas que se eu fosse com um guia seria melhor. Logo dps a moça me disse que havia conseguido. Eu iria sozinho com um guia por 85 dolares. Fechei com eles! A noite fizemos uma pool party particular com o pessoal do quarto que rendeu até as 23h! Gastos do dia: - 5.000 colones em compras - 15 dólares de diária no hostel (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro) - 2.450 colones no Burger King - 10 dólares na entrada do rio Fortuna - 10 dolares na entrada do Cerro Chato Total em dólares: US$ 50 Dia 9 (29/06/13): Rio Celeste Acordei cedo e fui para o Luigi’s Hotel esperar o guia passar para me pegar as 8h como combinado. As 8:25 chega o guia. Era uma francesa de nome Caroline que morava a 6 anos na CR. Até ai tudo bem. Fui para o carro e reparei que era um carro comum e não de turismo. E mais: o filho dela de 3 anos estava la!! Seguimos em direção ao rio. Paramos em uma cidadezinha onde tomamos café (eu paguei o meu) e continuamos viagem. Ela parou algumas vezes no caminho para perguntar qual a direção e as 10:30 chegamos no parque. Iniciamos a caminhada nós 3: Eu, ela e o seu filho. Durante o trajeto ela não disse absolutamente nada a respeito do Parque ou da floresta ou dos animais, apenas conversava com o filho. Fomos primeiro na parte onde o rio “comum” se transforma em celeste. Nessa parte ela me explicou muito mais ou menos como ocorria a reação química. Dps fomos em direção a cascata, mas o filho dela reclamou do cansaco e eu fui sozinho enquanto ela me esperava. Chegamos aproximadamente as 16:00 em La Fortuna. Ela me deixou no hostel e eu senti que ela estava esperando uma gorjeta. Se ela falasse alguma coisa eu ja tinha a resposta pronta!! Ela não era uma guia de verdade e não me deu atenção nenhuma! O que conteceu foi que, como a moça do Luigui’s Hotel não achou nenhuma agencia, ela ligou pra essa mulher e ofereceu uma grana para ela me levar. Tenho certeza disto! Mas apesar de tudo, valeu a pena... A cor da água é inacreditável!! Quanto mais fundo o rio mais azul fica. A cascata, aahh a cascata.... Fenomenal! Tem uma placa dizendo que não se pode nadar mas não ia perder a oportunidade. Dica: Depois eu percebi que dá pra fazer o passeio por conta sim!! Se vc estiver um grupo e fechar um taxi sai bem mais barato. E a trilha é bem demarcada e não é necessário guia. Chegando no hostel já não estava me sentindo mto bem. Fechei o shuttle para Monteverde para o dia seguinte as 8:30 por 22 dólares no hostel mesmo. Comi 2 burritos com batata frita e fui dormir. Gastos do dia: - 85 dólares no passeio pelo rio Celeste - 1.500 colones em uma garrafa de 2L de água - 15 dólares de diária no hostel (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro) - 1.340 colones em compras (Biscoitos, banana e suco) - 2.000 colones em 2 burritos com batatas fritas Total em dólares: US$ 110 Dia 10 (30/06/13): La Fortuna - Monteverde Acordei mal. Minha cabeca estava pesada e doendo um pouco. Acho que estava ficando desidratado. Tomei café da manha no hostel msm enquanto esperava o shuttle. O esquema do shuttle foi o seguinte: Van – Barco – Van. Nesse esquema vc atravessa o Lago Arenal e corta caminho . Se fosse fazer por conta teria que ir para Tilaran e de lá para Monteverde, demoraria umas 2-3h a mais. Como não estava me sentindo muito bem, valeu o investimento! A van me deixou no centro de Monteverde que é uma cidade bem pequena. Fui para a Pensão Santa Elena (http://www.pensionsantaelena.com/). Peguei um quarto privado com banho compartido e café da manha por 14 dólares a diária. O hostel é bem legal, os unicos problemas são: Não tinha tomada no meu quarto e as paredes eram muito finas e feitas de madeira, então dava pra ouvir tudo o que falavam na recepção, além da música que ficava tocando o dia todo. Mas o hostel tem cozinha e os banheiros compartilhados são limpos. Recomendo se vc quer apenas um lugar para dormir, pois durante o dia era impossível dormir (pelo menos no meu quarto). Passei o dia de molho. Fui no restaurante Tico y Rico e comi uma espécie de arroz de forno com frango, batata frita e salada... Tomei vergonha na cara e resolvi gastar dinheiro com comida de verdade. Passei na farmácia e comprei vitamina C e paracetamol. Aproveitei e fechei o Canopy para o dia seguinte na Xtremo (http://monteverdeextremo.com/) as 10:30. Estava na dúvida de fazia o Canopy em La Fortuna ou em Monteverde. Conversei com o recepcionista do hostel em La Fortuna e ele me disse que o melhor canopy da Costa Rica é em Monteverde, então fica a dica! A noite comi um hambúrguer em frente o hostel e fui dormir. Gastos do dia: - 22 dólares de shuttle para Monteverde (Van-Barco-Van) - 14 dólares na diária do hostel (quarto privado com banheiro compartilhado) - 1.300 colones em Paracetamol e vitamina C - 3.500 colones no almoço no Tico y Rico - 5 dólares de compras (frutas, biscoitos e isotônico) - 4 dólares de lavanderia - 1.500 colones no hambúrguer Total em dólares: US$ 58 Dia 11 (01/07/13): Monteverde (Canopy) Acordei bem melhor, tomei café e fiquei na recepcão esperando a van passar. Quem eu encontro? Ariel, uma americana que estava no msm quarto que eu em La Fortuna e que tbm estava hospedada no Santa Elena. Ela animou de fazer o passeio comigo e fomos juntos,mas antes a van passou pra pegar algumas pessoas e quem entra na van? Saly! Tbm americana que tbm estava no msm quarto que eu em La Fortuna. Agora éramos 3! Esse passeio consiste em 3 etapas: O canopy em si, o Tarzan Swing e o Superman. Vou explicar por partes: 1) Canopy: É aquilo que todo mundo conhece conhece. Vc vai passando de um ponto a outro pendurado pelos cabos, não tem mta emoção, vc tem a opção de frear se quiser. Mas em algumas partes é beeeem alto. 2) Tarzan Swing – O MELHOR!!!! MUITO BOM MESMO! Vc fica numa plataforma e pula e fica balançando. 3) Superman: Por fim vc chega no alto de uma montanha onde dá pra ver o Oceano Pacífico!!! Lembrando que Monteverde fica no interior do país!! Te penduram pelo tronco e pelos pés e vc vai de braços abertos e fica aproximadamente 1 minuto “voando” por cima das árvores a uma altura mto grande. Muito bom tbm, mas dá um pouco de medo! kkkkkkk Recomendo muito fazer esse passeio, a Xtremo foi excelente! Pontual, atenciosos e total segurança nos equipamentos. Nota 10! Uma uma dica para quem tem GoPro: Levem a sua com o acessório de fixar no capacete, pois eles tem capacetes para encaixá-la! No final dá para comprar um CD com as fotos que eles tiraram de vc por 10 dólares. Dividi com a Ariel o CD com as fotos, assim ficou 5 dólares para cada. Voltamos e resolvemos almoçar no restaurante do lado do hostel chamado Morphos. Comi um “casado” de arroz, feijão, carne (estava mto suculenta e macia), salada e banana. Paguei 14 dolares... Caro! Mas pelo menos o bife estava bom e era grande. Voltei para o hostel e consegui descansar um pouco. As 18h fui ao ranário que fica a 10 min do centro de Monteverde. No mesmo lugar, além do ranario, funciona um borboletário (que só vale a pena se estiver sol, pois só assim as borboletas ficam mais ativas) e um insetario. Paguei 17 dolares para ver os sapos e os insetos com guia. O esquema de ver os sapos é o seguinte: A maioria das espécies fica mais ativa durante a noite, então as chances de vc vê-las são maiores. Já as espécies venenosas (que são as mais coloridas) são de hábito diurno, então eles deixam vc fazer 2 visitas com apenas 1 bilhete. Mas se vc tiver tempo apenas para 1 visita faça a noite. Fica a dica. O ranário vale a pena! Só desse jeito para vc ver os sapos coloridos da Costa Rica (ou se vc tiver mta sorte de ver na natureza). No final dei 2 dólares de gorjeta para o guia. Já o tour pelo insetário eu não gostei mto... Achei meio infantil. As crianças devem adorar. A maioria dos animais estão fixados. Os vivos são: Um lagarto, um bicho-pau, uma tarântula, um besouro e um escorpião. Tbm dei 2 dolares de gorjeta para a guia. Não sou acostumado a dar gorjetas, mas gosto de valorizar esse tipo guia. Voltando para o hostel no meio do caminho eu escorreguei numa vala no passeio e raspei o joelho no meio-fio. Esfolou um pouco e ficou ardendo durante alguns dias. Passei na lanchonete em frente ao hostel e comi um hambúrguer (o mesmo do dia anterior). Gastos do dia: - 45 dólares no Canopy (incluía: Canopy, Tarzan Swing e Superman) - 14 dolares no almoço - 17 dólares no ranário e insetario - 4 dólares de gorjetas - 1.500 colones no hambúrguer – 1.500 colones em compras (biscoito, água e frutas) - 14 dólares na diária do hostel (quarto privado com banheiro compartilhado) Total em dólares: US$ 100 Dia 12 (02/07/13): Monteverde (Reserva de Monteverde e Night Tour na Reserva Santa Maria) Acordei as 5:30. Fui à padaria tomar um café e as 6:15 peguei o onibus público (em frente a padaria mesmo) para a reserva de Monteverde. Em 20 minutos estava na reserva. Paguei 9 dólares de entrada e fechei um guia por 15 dólares (na verdade eram 17 dólares, mas chorei e ele fez por 15) por 2 horas e meia. Começamos as 7:30. No início ele falava mto sobre as plantas e poucos sobre animais. Mas depois comecei a ver alguns bichos legais. Eu aconselho fortemente a contratar um guia... 15 dolares é mta coisa, mas os olhos deles estão treinados para achar os animais, além disto, um guia fala para o outro quando encontra alguma coisa. Se vc fizer por conta não vai ver nem a metade dos animais. Fizemos a caminhada até uma cascata e voltamos, sempre parando o quanto for preciso para tirar fotos. O tour terminou as 10:30. Segui para uma lanchonete onde eles colocam bebedouros para os beijaflores... Haviam dezenas deles! De várias espécies. E eles estão acostumados com a presença dos humanos, ou seja, dava para tirar fotos bem de perto. As 11:00 Peguei o onibus de volta para Monteverde (mas acho que poderia ter ficado mais e aproveitado para fazer algumas trilhas pela reserva... Dei mole!) e parei em frente ao ranario que havia ido na noite anterior. Aproveitei para ver as espécies venenosas que são mais ativas durante o dia. Almocei na lanchonete em frente ao hostel e decidi fazer o Night Tour na Reserva Santa Maria. O hostel agendou pra mim e as 17:30 a van passou para me pegar. Escolhi o guia em espanhol ja que só tinha 2 pessoas, enquanto que o guia em ingles tinham dezenas, fica a dica: Se puder escolher escolha o guia em espanhol que tem menos pessoas. No total são 2 horas de tour. Na primeira hora de tour vimos a serpente verde venenosa (beeem de longe), bicho-pau, 2 pássaros grandes muito bonitos e um bicho-folha. Na segunda vimos algumas formigas, um porco espinho e tarântulas! Sinceramente eu esperava mais. Principalmente os bichos preguiça... Mas pelo que vi esse passeio é sorte. Recomendo fazê-lo se vc estiver folgado de grana. E a noite adivinhem onde fui comer? Sim, o hambúrguer na lanchonete em frente ao hostel! Hahaha. Na verdade ele nem era tão gostoso assim, mas é pq era uma opção barata e perto do hostel. Gastos do dia: - 1.500 colones no cafe da manha (bolo e café com leite) - 1.200 colones em passagem ida e volta para a reserva de Monteverde (600 cada uma) - 9 dólares na entrada para Monteverde (com carteirinha de estudante) - 15 dólares no guia - 2.800 colones no almoço (frango grelhado com batata frita e salada) - 4 dólares em ima de geladeira - 1.500 colones em compras - 20 dólares no Night tour - 1.500 colones no hambúrger - 14 dólares na diária do hostel (quarto privado com banheiro compartilhado) Total em dólares: US$ 79 Dia 13 (03/07/13): Monteverde - Manuel Antonio Acordei as 5h, arrumei minhas coisas, tomei um café na padaria e fui para o centro comercial de Monteverde de onde partiu o ônibus as 6h com destino a Puntarenas. Cheguei em Puntarenas as 9h, esperei até o proximo onibus as 11h para Quepos. Aqui dá pra ver claramente a falha no trasporte na Costa Rica. Tem um ônibus para Quepos que sai as 9h (justamente no horáio que cheguei). Custava mudar o horario para 15 minutos mais tarde? Assim os turistas não teriam que ficar mofando 2h na rodoviária. Mas fazer o que, né? As 14h cheguei em Quepos e dps peguei mais um ônibus de 15 minutos (esse onibus tem toda hora) até Manuel Antonio finalmente! Ao todo foram 8h para chegar em Manuel Antonio, mas achei que compensou pegar o transporte público. O shutle estava 46 dolares! Fazendo por conta saiu por 7 dólares ou seja, economizei 39 dólares! Excelente! Fiz o check-in no Backpackers Manuel Antonio (http://www.backpackersmanuelantonio.com/index.php/en/) em um quarto compartilhado por 12 dólares a diária. Não gostei do hostel. Não senti um clima legal, sei lá. E pra piorar os quartos eram muito quentes e as pareces não iam até o teto, ou seja, dava pra ouvir o que se falava no quarto do lado! Almocei no restaurante em cima do hostel chamado El Tipico e finalmente comi algo gostoso: um “casado” de frango que vinha arroz, feijão (com pouquíssimo coentro... Aee!) frango grelhado, salada e um omelete de vagem. Descansei um pouco e peguei o ônibus para a principal praia de Manuel Antonio chamada Playa Espadilla Norte (que fica fora do parque e é de graça). Gostei da praia, mas o ruim é a quantidade de turistas. Existem vária coisas para se fazer: aulas de surfing, banana, paraglider (puxado pelo barco), snorkeling, etc. Caminhei um pouco eu peguei o ônibus de volta para o hostel. E assim terminou o dia. Gastos do dia: - 1.000 colones no café da manhã - 1.500 colones na passagem Monteverde – Puntarenas - 1.850 colones na passagem Puntarenas – Quepos - 280 colones na passagem Quepos – Manuel Antonio - 12 dólares na diária do hotel (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro compartilhado) - 560 colones de passagem de ida e volta para a Praia de Manuel Antonio (280 colones cada) - 2.300 colones em compras - 3.800 colones em almoço Total em dólares: US$ 45 Dia 14 (04/07/13): Manuel Antonio National Park Acordei às 6h, passei no restaurante em cima do hostel para tomar café. Como pretendia ficar o dia todo sem almoço resolvi encarar o gallo pinto e gostei. Nada de muito especial, mas só de não ter o coentro já estava bom. Peguei o ônibus e às 7h (a hora que o parque abre) eu já estava na porta. Lembre-se que o parque não abre na segunda-feira e sempre é bom chegar na hora que abre, pois depois fica lotado de turistas. Paguei 10 dolares de entrada e não fechei com o guia e acho que foi uma boa. Queria liberdade de ir para onde quiser e consegui ver todos os animais que queria. Minha impressão sobre o parque: Foi a maior surpresa da viagem! Simplesmente não esperava aquela beleza, na verdade não tem nada de exepcional, mas acho que subestimei. Não pensava ver tantos animais. A vegetação encontrando com o mar é sensacional! Só tinha um problema: estava calor demais!!! O parque tem 3 praias: Playa Espadilla Sur, Playa Manuel Antonio e Playa Puerto Escondido. Em 1 dia dá para conhecer todas. A que eu mais gostei foi a Playa Manuel Antonio, e entre ela e a Espadilla Sur tem uma pequena trilha com alguns mirantes que valem a pena. Em alguns pontos do parque existem banheiros com duchas de água doce grátis. Tome muito cuidado com os guaxinins, pois eles mexem nas mochilas para procurar comida! Voltei para o hostel às 14h e pouco tempo depois começou a cair uma chuva descomunal que se estendeu ate altas horas da noite! Gastos do dia: - 12 dólares de diária (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro compartilhado) - 3.500 colones no café da manhã (gallo pinto com suco) - 560 colones no ônibus de ida e volta para a praia (280 colones cada passagem) - 10 dólares na entrada do parque - 2.000 colones em compras - 5.500 colones no burrito com suco Total em dólares: US$ 45 Dia 15 (05/07/13): Manuel Antonio – San Jose Acordei às 6h e peguei o ônibus até a rodoviária de Quepos para comprar minha passagem para San Jose. Me recomendaram comprar antes pra não correr o risco. Depois disto fui para a Playa Espadilla Norte e andei um pouco por lá. Voltei pro hostel, almocei e às 13h peguei o ônibus direto para San Jose. Cheguei as 16:30 e peguei um taxi para o hostel Aldea de novo. Apesar do que aconteceu comigo e de não recomendar o hostel eu tive que voltar, pois deixei algumas coisas que não queria ficar carregando na viagem. A noite fui à Pizzaria do hostel. Gastos do dia: - 4.465 colones na passagem de Manuel Antonio para San Jose - 550 colones no café da manha - 280 colones no ônibus de Manuel Antonio para a praia - 1.000 colones no sorvete - 280 colones no ônibus de volta para o hostel - 4.800 colones no almoço com suco - 1.800 colones de taxi da rodoviária até o hostel - 13 dolares de diaria no hostel (quarto compartilhado com 8 camas e banheiro) - 4.000 colones em uma pizza e suco Total em dólares: US$ 47 Dia 16 (06/07/13): San José - Brasil Dia de voltar para o Brasil. Mas como meu voo era só a tarde aproveitei para ir ao Teatro Nacional e dps no Mercado Municipal para comprar os últimos presentes, mas não achei nada que me agradasse. Como tinha visto uma loja de suvenires chamada La Campesina do lado do Hotel Wyndham Herradura onde aconteceu o congresso, peguei o ônibus no terminal Tuasa e fui até a loja. São 2 andares com todo os tipos de suvenires. Achei o que queria! Almocei e voltei pro hostel para arrumar as coisas. Peguei o onibus direto para Alajuela que me deixou em frente ao aeroporto, assim e conomizei uns bons dólares! E uma última facada: Paga-se 29 dólares de taxa para deixar o país! Gastos do dia: - 15 dólares de suvenires - 530 colones de ônibus para ir até a loja de souvenir - 3.500 colones no almoço - 530 colones de ônibus para ir até o aeroporto - 29 dólares de taxa no aeroporto Total em dólares: US$ 53 E foi isso... Espero que tenham gostado do relato e me desculpem se fui muito detalhista! rs O melhor e o pior: O lugar mais bonito: Rio Celeste. A natureza nesse lugar é privilegiada. Aquele azul do rio e aquela cascata são para ficar na memória. O lugar mais feio: San Jose. Não gaste seu tempo na cidade. Não tem nenhum atrativo a não ser os vulcões. Se for perder um dia aqui vá até o vulcão Poás. A maior surpresa: Manuel Antonio e Canopy Ouvi dizer que a praia de Manuel tinha muito turista que isto e aquilo, o que reduziu minhas expectativas. Quando cheguei e vi aquele mar esverdeado e de água quente, a floresta encontrando o oceano, aquela quantidade de animais... Fiquei surpreso. Voltaria em Manuel Antonio com certeza! Já o canopy eu achava que seria apenas aquilo de ficar indo de um lugar pra outro no meio da floresta, mas o Trazan Swing e o Superman são demais! Muita adrenalina! Altamente recomendáveis! Um must do: Rafting no rio Pacuare Já sabia que esse passeio ia ser fantástico! E todas as expectativas foram atendidas. As cachoeiras, os cânios, a mata preservada... Todos os cenários são incrivelmente belos! Um passeio que te coloca dentro da natureza da Costa Rica. Vale cada centavo gasto! Considerações finais: Meus gastos gerais foram: - R$70,00: Ida e volta de ônibus da minha cidade até o Rio de Janeiro - R$2.400,00: Passagens aéreas - R$78,00: Seguro viagem (plano básico) - US$897,00 ou R$2.036,19 (com o dólar a R$2,27): Soma dos gastos com hospedagem, alimentação e passeios. Lembrando que exclui os gastos referentes aos 3 dias que fiquei no congresso Assim, o total da viagem ficou em R$4.584,19 Recomendo muito um mochilão pelo país, mas acrescentaria mais países no roteiro. Ainda mais com o preço caríssimo das passagens acho que compensa conhecer mais lugares, como por exemplo um país que possua Caribe de águas azuis (por exemplo, San Blás no Panamá) já que a parte caribenha da CR não é tão bonita. De uma maneira geral a CR me surpreendeu. Esperava encontrar algo bem parecido com o Brasil, mas descobri um país com identidade própria e extremamente rico em biodiversidade. Se vc gosta de natureza e de aventura é um prato cheio! “PURA VIDA!”
  36. 1 ponto
    Excelente ! Muito obrigada pelas dicas. Vou sozinha em dezembro
  37. 1 ponto
    Meu zap (11) 986544245 cacau. Detalhe: sou gay São Bernardo
  38. 1 ponto
    Olá Juliana. Eu fui de carro. A pista é asfaltada, mas em alguns trechos oq vc menos encontra é asfalto. Em muitos trechos não consegui ir mais rápido do que 10km/h e vc precisava escolher em qual buraco vc ia cair. A situação no Ceará é desesperadora em alguns momentos, com caminhões ziguezagueando pela pista. Por isso, apesar de ser uma distância relativamente curta entre os dois lugares, o estado da estrada não permite desenvolver boa velocidade. Eu achei mais prudente fazer o trecho em dois dias, pra vc ter uma noção, de Camocim (onde dormi) até Jijoca eram +- 80km, eu levei quase 4 horas. Se precisar de mais alguma informação é só dá um toque.
  39. 1 ponto
    Estou indo para o Peru em dezembro, como foco principal nos dias em Huaraz. No aguardo para a sequência do seu relato! A princípio, parabéns em retornar a este fórum para ajudar os outros após concretizar seu rolê, isso é muito importante!
  40. 1 ponto
    Fiz uma viagem muito especial pela Paraíba, conhecendo João Pessoa, as praias do sul do Estado, Cabedelo, Areia, Campina Grande, Barra de Mamanguape, Cabaceiras e o Lajedo de Pai Mateus. De tudo que eu gostaria, só não consegui ir para Baía da Traição porque precisei voltar para casa antes do tempo. Comecei por João Pessoa, onde me hospedei na casa de uma amiga que fiz numa viagem pelo Uruguai. João Pessoa é a terceira capital mais antiga do país e lá o sol nasce antes das cinco da manhã. Eu cheguei até lá de ônibus partindo de Recife e em duas horas de estrada fui de uma capital à outra. Paguei R$ 44,50 na passagem pela empresa TOTAL, mas também existe a Viação Progresso que faz esse trecho e as duas são boas companhias. Logo na chegada fui para o Hotel Globo, que era super badalado entre 1930 e 1950 e hoje podemos visitar, foi lá que presenciei a despedida do sol atrás do Rio Sanhauá, foi muito lindo de assistir. No centro, além do Hotel, fica a Igreja de São Frei Pedro Gonçalves, a Praça Anthenor Navarro com casinhas coloridas e super charmosa e com 15 minutos de caminhada fica o Centro Cultura São Francisco, que possui visita guiada. São 05 praias principais em João Pessoa: Praia do Seixas, Cabo Branco, Tambaú, Manaíra e Bessa (apelidada de Caribessa). é entre Tambaú e Cabo Branco que fica o maior agito, tanto durante o dia como a noite. É por ali que fica a placa EU AMO JAMPA e tem a maior parte dos hoteis da cidade. A praia de Manaíra é bem sossegada. A Praia do Seixas tem uma mística de ser a ponta mais oriental do nosso continente, é pequena mas lota de excursões que saem para as piscinas naturais do seixas, que aliás recomendo demais fazer. Deixei mais alguns detalhes e lista de lugares para comer em João Pessoa no https://alemdacurva.com/o-que-fazer-em-joao-pessoa-na-paraiba/ Cabedelo Uma cidade que se confunde com João Pessoa, de tão perto que é. Meu Uber até o final da cidade deu R$ 25,00, mas existe um ônibus da empresa Reunidas em João Pessoa chamado Cabedelo Direto 5101 que sai da Av. Epitácio Pessoa e vai para a cidade do pôr do sol mais famoso. Cheguei e fui direto para a Fortaleza de Santa Catarina. Paguei R$ 2,00 para entrar e uma guia contou tudo sobre o local para mim. Lá dentro avistamos a Igrejinha de Santa Catarina Alexandria, prisões, Casa Pólvora, Casa do Capitão, Alojamento dos Soldados e Oficiais, túneis, um poço e um paiol. Além de avistarmos o fim do Rio Paraíba. Você pode conhecer em Cabedelo também as Ruínas do Almagre, que é tombada pelo IPHAN. E a cidade possui inúmeras praias, que eu acabei não aproveitando, mas vocês podem: Intermares, Camboinhas (de onde saem os barcos para a Areia Vermelha, um passeio recomendadíssimo), Areia Dourada, Dique de Cabedelo (onde há o encontro do mar com o Rio Paraíba chamado de Pororoca da Paraíba), Miramar, Ponta de Mato, Formosa, Praia do Poço e Ponta de Campina. UFA! rs Mas a minha intenção mesmo ao ir para Cabedelo era conhecer o famoso pôr do sol no Jacaré, que muitos dizem ser o mais bonito da Paraíba. A Praia do Jacaré na verdade é o Rio Paraíba e de lá saem embarcações para curtir o pôr do sol ao som do Bolero de Ravel, apresentado por Jurandy do Sax. Minha opinião: fiquei sentada na "orla" do Jacaré e tive exatamente a mesma vista do pessoal que entrou no barco e consegui ouvir perfeitamente o som do Jurandy. Eles param a pouca distância da gente, não entendi o bafafá em cima desse passeio. Eu mostro as fotos aqui no https://alemdacurva.com/por-do-sol-em-cabedelo/ Praias do litoral sul da Paraíba São as praias super famosas, que a maioria que vai pra lá acaba conhecendo. O ideal é fazer de carro, mas eu não dirijo e minha amiga não poderia me acompanhar nesse dia. Consegui fechar um taxista com mais 03 meninas que também iriam fazer esse lado da Paraíba. Outra opção é fazer passeios com excursões. As empresas geralmente oferecem passeios divididos entre as praias, sendo parte em um dia e parte em outro dia. Tem também passeio de buggy, que dai fazem as praias que você quiser em um só dia. As praias que conheci foram: Barra de Gramame (ainda faz parte de JP e tem pouca estrutura, o que eu adorei), Praia de Tabatinga (na cidade do Conde e tem característica mais rústica com falésias e um mirante bem bonito), Praia Bela (com uma estrutura maior), Praia de Tambaba - praia de nudismo (a que eu mais gostei, mas fica lotadinha na parte em que banhistas com roupa podem acessar), Praia do Coqueirinho (a mais famosa da região, super lotada e com a maior infraestrutura de todas, inclusive deixei um rim como pagamento no almoço) e Praia do Amor (visitei bem rapidamente, ela possui uma pedra onde os supersticiosos passam por baixo para ter sorte no amor). As fotos de todas elas estão aqui https://alemdacurva.com/praias-do-litoral-sul-da-paraiba/ Barra de Mamanguape Aqui já começou as surpresas da Paraíba para mim, minha amiga pegou um final de semana e me levou para esse paraíso, que na minha opinião possui o melhor pôr do sol da Paraíba, desculpem os amantes da Praia do Jacaré rs. Barra de Mamanguape fica em Rio Tinto e pra lá fomos de carro mesmo. Pegamos a BR 101, entramos pela cidade de Mamanguape (que não tem nada a ver com a Barra de Mamanguape) para ir à Rio Tinto, de onde se pega a estrada para Barra. Outro caminho é pegar um acesso que tem na BR 101 que segue por meio de canaviais a estrada inteira até chegar em Barra. Mas tomem cuidado porque por ali vez ou outra ocorre assaltos. Foram 02 horas de estrada de João Pessoa até Barra de Mamanguape. Dá para chegar de ônibus, mas não é tarefa fácil. Você precisa pegar um ônibus em JP até Rio Tinto bem cedo, pois você precisa chegar até umas 10h30 no máximo na cidade. O ônibus que sai de Rio Tinto pra Barra de Mamanguape parte as 11hrs de segunda a sexta. De sábado ele sai até mais cedo, as 10hrs. E pra voltar de Barra o ônibus passa de segunda a sábado às 05h30 com destino à Rio Tinto. Disseram que em Barra de Mamanguape existem moto-táxis mas eu não vi nenhum. Nos hospedamos no Sua Casa na Barra, uma casa que acomoda 04 pessoas do Nilton, que nos atendeu super bem. Pagamos R$ 160,00 no final de semana. Ele possui camping também para quem quiser e mais uma casa para alugar. Barra de Mamanguape é Área de Preservação Ambiental e já foi lar de peixes-boi, animal em extinção. Fizemos passeio de barco pelo Rio Mamanguape que foi tão incrível. Pagamos R$ 30,00 por pessoa. Passamos pelos mangues, antigo cativeiro do peixe boi, recifes (onde podemos avistar tartarugas) e banco de areia, com parada para almoço na Aldeia do Tramataia. A comida era uma delícia, bem farta e pagamos R$ 17,00 com a bebida inclusa. Existem outros passeios para fazer como trilhas que vão de 4,5 a 12 km, além de passeio de buggy, caiaques, pedaladas na praia e até luau. Lá em Barra de Mamanguape há o encontro do rio com o mar, também. Eu amei ficar ali, praticamente sozinha. O lugar é muito rústico, sem estrutura nenhuma e uma natureza forte ao redor. Lindo! Aqui tem fotos https://alemdacurva.com/barra-de-mamanguape-pb/ Inclusive, o pôr do sol por lá foi de cair o queixo, fiquei impressionada com tanta beleza. O sol se põe atrás do encontro das águas. Um espetáculo a parte. Areia Descobri essa cidade por conta da minha amiga que mencionou super sem querer. Lá fui eu pesquisar e me apaixonei. A cidade é muito fofa! Ela fica no brejo paraibano na Serra da Borborema e no inverno faz muuuito frio. Inclusive sedia o festival Caminhos do Frio, que passa por mais 8 cidades também. Eu fui de João Pessoa para Areia de ônibus, que demorou um cadim porque passa por várias outras cidades e custou R$ 31,50. Mas foi ótimo curtir a paisagem que ia mudando conforma saíamos do litoral. Cheguei na hora do almoço e encontrei o Restaurante e Cachaçaria Barretão super bem arrumadinho e bonitinho, com um self service gostoso por R$ 13,00. Lá em Areia faz-se muitas visitas aos engenhos, a mais famosa é a do Engenho Triunfo, que produz uma das cachaças mais vendidas do Estado. O Açúcar por lá também é forte e dá para visitar alguns engenhos, além de conhecer o Museu da Rapadura (ou do Brejo Paraibano). Não deixem de passear pelo centrinho, é uma coisa fofa demais aquelas casas coloridas e muito bem preservadas. As fotos vocês podem ver no https://alemdacurva.com/o-que-fazer-em-areia-na-paraiba/ O primeiro teatro da Paraíba encontra-se em Areia, é o Teatro Minerva. Não é luxuoso como a maioria que encontramos Brasil afora mas tem história. E se história é algo que você gosta, visite também a Casa de Pedro Américo, pintor d'O Grito do Ipiranga, que com certeza você já viu nas aulas de história. Areia também é lar da Comunidade Quilombola Senhor do Bonfim, que conta com uma história mega forte. Vale a pena demais passear por lá. De Areia eu ainda fui para Campina Grande de ônibus, para dar um abraço em uma amiga. Então por lá não conheci quase nada além do Açude Velho e do Museu de Arte Popular da Paraíba que é uma obra de Oscar Niemeyer e foi uma surpresa gratificante encontrá-lo, já que eu nem sabia o que tinha por lá. Cabaceiras Essa foi a cidade mais especial de toda a viagem. Cabaceiras é uma cidade do cariri paraibano de 5 mil habitantes e é uma das que menos chove no Brasil. Já deixa eu avisar: tomem MUITA água. Não é brincadeira o quanto nós precisamos nos hidratar em um local seco como lá. Eu passei mal quando voltei e por isso que precisei retornar antes para casa. Minha intenção era a de dormir por lá, eu gosto de aproveitar calmamente os locais, mas achei complicado na época ir sozinha. Quando cheguei perguntei como fazia e me disseram, então relato aqui: de João Pessoa vá até Campina Grande e de CG sai um ônibus para Cabaceiras, só não sei os horários nem preços. Eu acabei contratando uma agência porque não achei que sairia perdendo. Estava incluso transporte, guia em Cabaceiras e no Lajedo, além de um café da tarde. Apenas o almoço paguei a parte. Em Cabaceiras tem moto-táxi. Existem hospedagens por lá em pousadas, hoteis e campings. Uma das coisas que eu mais estava ansiosa para conhecer em Cabaceiras é a placa "Rolíude Nordestina" escrita desse jeitinho mesmo rs. Cabaceiras é considerada assim porque inúmeros filmes e seriados foram gravados ali, inclusive o meu brasileiro preferido "O Auto da Compadecida". Acho de uma originalidade incrível essa placa. Tem também o Museu Histórico-Cultural dos Cariris Paraibano que conta a historia dos moradores dessa região. São dois prédios, um era uma antiga cadeia pública onde um famoso cangaceiro ateou fogo para libertar uns presos e o outro era a residência oficial dos prefeitos. Depois fomos do Bar Zé de Cila, uma figura e patrimônio público na minha opinião rs. Ao ver os turistas chegando ele corre para colocar uma batina de padre e posar para fotografias. Ele foi dublê do Padre João no Auto da Compadecida e se orgulha muito disso. Um ponto que achei um pouco fraco foi o Museu Cinematográfico que conta basicamente com fotografias e retratos de jornais. Lá em Cabaceiras a gente não encontra uma alma andando na rua, mas na época da Festa do Bode Rei a cidade lota. Ela acontece de maio a junho e enaltece a caprinocultura. Por fim o ponto mais esperado pela minha pessoa nesse tour: A Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, a do filme O Auto da Compadecida. Como nossa visita era guiada, foi muito mais divertido porque a guia ia relembrando as cenas e falando frases icônicas do filme... Não sei só sei que foi assim. Demos muitas risadas. As fotos todas de Cabaceiras estão aqui https://alemdacurva.com/o-que-fazer-em-cabaceiras/ Lajedo de Pai Mateus Passando para o momento mais inesquecível desse dia em Cabaceiras, fomos em direção ao Lajedo de Pai Mateus. Aqui eu chorei tanto, foi um lugar que senti uma energia reverberando por todo o meu corpo muito forte. O Lajedo fica aproximadamente 15 km do centro de Cabaceiras dentro de um Hotel Fazenda. Para chegar no lajedo terá que passar pelo hotel e eles cobram uma taxa de todos (hóspedes e não-hóspedes) para entrar lá. Foi lá que almoçamos e tomamos o café da tarde. Se estiver sem carro pode pedir para um moto-táxi te deixar lá. Mas o Lajedo não fica muito perto do Hotel e os guias acompanham os turistas nos carros dos turistas. Essa é a parte complicada de visitar sem carro. Mas você pode procurar alguma alma bondosa que te enfie no carro para ir junto. Antes de chegarmos no Lajedo, passamos pela Saca de Lã, que num resfriamento da terra se fraturou. Tem quem ache que foi algo natural mesmo e quem acredite que foi obra de ET. Ela fica em cima do Rio Boa Vista ou Rio Direito que desde fev/02 estava seco, vindo a encher apenas em abr/18. Já subindo para o Lajedo, era indescritível o que os meus olhos viam. Como aquelas pedras estavam paradas e não rolavam? É muito doido, os apoios de muitas pedras são irregulares e eu não entendo como estão de pé. Se quiser ver fotos desse passeio veja no https://alemdacurva.com/lajedo-de-pai-mateus/ O guia vai contando toda a história que ronda o local sobre o eremita curandeiro Mateus e os índios cariris. Um dos momentos mais lindos foi ver o pôr do sol no Lajedo de Pai Mateus. O guia pediu para que ficássemos em silêncio nesse momento e todo mundo obedeceu, inclusive as crianças. Não ouvia nenhum barulho. De um lado o sol se despedindo e do outro a lua toda lindona dando oi, tudo em 360 graus de visibilidade. Comecei e terminei esse post emocionada.
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    @rafael_santiago muito boa as dicas, ainda mais se tratando de um local que nao é tao comum de se visitar! Parabéns!
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    Eu já tive uma experiência totalmente ao contrário com o Hoteis.com e Despegar, de eles cobrarem a hospedagem de todos os dias antecipado no cartão, mesmo quando falava que seria cobrado no hotel. O que existe em algumas cidades Portuguesas é um imposto municipal de 1 ou 2 Euros por noite, onde na lei fala que a taxa tem que ser paga pelo hóspede em dinheiro vivo no momento da chegada no hotel. Isto tem gerado muita reclamação, tanto de hotéis como de hóspedes, pois apesar de estar escrito claramente no site, na maioria das vezes o hospede não lê direito, não presta atenção, ou simplesmente esquece, e depois se sente "enganado" quando cobram 1 ou 2 euros a mais por noite referente ao imposto da prefeitura. Então alguns locais e sites, para facilitar a vida do hospede, já embutem a taxa da prefeitura no valor e cobram tudo junto, apesar de tecnicamente a lei falar que teria que ser separado...
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    Acabei de viajar pela 123milhas e correu td bem foi muito legal realmente e confiável agora só vou comprar com eles.
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    Olá! Obrigada pela disponibilidade! Ando lendo o máximo que posso sobre a Serra da Estrela mas ainda não encontrei as informações que procuro. Ficaria muito grata se pudesse me ajudar. Estarei em Lisboa e não me garanto para alugar um carro e dirigir para a Serra da Estrela. Eu consigo fazer esse passeio utilizando transporte público? Me refiro a chegar até a torre, que parece ser o ponto mais alto, chegar a algum lugar onde se possa brincar na neve, fazer uma refeição, passar o dia e voltar para Lisboa. Isso é possível de ônibus e/ou trem? Outra dúvida... será que em novembro já tem neve lá em cima?
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    CAP.4: LAGUNAS ALTIPLÂNICAS, DESERTOS, MUITAS FOTOS E O MAL DA ALTITUDE 04/4/2016 [Você pode ler esse relato ao som de Hey Soul Sister] ( ) 2º DIA NO UYUNI Acordamos às 6:00 da manhã (alguns de nós acordaram às 6:30 rsrsrsrs) pra arrumar os mochilões e as mochilas de ataque e, é claro, nos arrumar pra mais um dia incrível no Uyuni. Nosso café da manhã seria servido às 7:00 e a nossa saída do hotel de sal estava prevista para às 8:00. Fizemos tudo com calma, deu tempo de tirar mais fotos e dar uma lambidinha na parede do hotel só pra conferir se era de sal mesmo (hahahaha nojento, mas na viagem vale tudo. Sim! Era sal de verdade. rs). O segundo dia prometia, porque iríamos ver paisagens sensacionais, flamingos, desertos, vulcões e muitas lagunas MARAVILHOSAS! Tomamos nosso desayuno: pão redondo duro, manteiga, geleia, chá e café (esse cardápio é super típico, mas de vez em quando rola uns ovinhos mexidos show de bola). Colocamos os mochilões no alto do 4X4 de novo e seguimos viagem só com as mochilas de ataque e os galões de água acessíveis ao longo do caminho. As pessoas que não tinham pago o banho durante à noite, pagaram antes da gente sair e partimos! Eu que tava com a cara dividida em três cores diferentes por causa do sol do primeiro dia e da minha imbecilidade na hora de passar protetor solar e protetor labial, senti o peso do arrependimento logo pela manhã, quando minha boca parecia que ia estourar de tão inchada que tava e quando vi que minhas fotos ficariam ridículas por causa do arco-íris na minha cara (é muita idiotice pra uma pessoa só). Sei que geral me olhava com cara: Nossa! Coitada dessa menina! E eu assentia com a cabeça do tipo: Eu já sei que to ridícula, pode parar de olhar! Rs Às 8:05 saímos do hotel e a #primeiraparada foi numa pequena mercearia pra comprar folhas de coca, porque nesse dia nós chegaríamos a 4.278 metros de altitude na Laguna Colorada. Pagamos 8,00 bolivianos num pacotinho grandinho que nos acompanharia até La Paz (rendeu que foi uma beleza! Rsrsrsrs). Passamos muita adrenalina com essas folhas de coca durante a viagem, mas isso eu conto nos próximos capítulos! OBS: A folha de coca você mastiga, mastiga, mastiga, MAS NÃO ENGOLE! Ela é boa pra várias dores e males do corpo. Bom mesmo pra passar o mal estar é você fazer chá de folha de coca, esperar 5 minutos e tomar puro, sem açúcar, sem nadica! Folhas de coca compradas e partiu #segundaparada do dia: Vista para o Volcán Ollague (algumas pessoas falam que é o Volcán Irruputuncu, mas acho que é o Ollague mesmo. Tô na dúvida porque não consigo lembrar ao certo, foi mal aí!). O que importa é que essa parada foi sensacional, porque tinha um trilho de trem que ligava (do verbo não sei se ainda tá ativo, acho que não) a Bolívia ao Chile. Tiramos fotos lindas com o vulcão de fundo e, é claro, fizemos mensagens com as pedras que tinham por lá! Mensagem pro namorado que não foi não podia faltar, né?! Seguimos pra #terceiraparada num mirante pra ver o vulcão mais de “pertinho” (o adjetivo no diminutivo retrata que ele estava longe pra caralh*, mas tava um pouco mais perto que antes rsrsrsrs). Nessa parada, nos cansamos após dar 5 passos, então nos ligamos que era preciso ir com muita calma mesmo, porque a altitude já tava começando a incomodar. Tiramos várias fotos e seguimos viagem para a #quartaparada: Lagunas Altiplânicas! São diversas lagunas que fazem parte do conjunto altiplânico, que são os lugares preferidos dos flamingos! O cenário de cada uma delas é indescritível! Paisagens deslumbrantes e completamente diferentes de tudo que eu já vi em mais de 23 países de mochilão. Sério mesmo! Já vi muito lugar lindo, mas essa viagem superou MUITO minhas expectativas. Seguimos nessa ordem (até então, o relato do Rodrigo tava sendo seguido à risca): Laguna Cañapa, depois Laguna Hedionda que exala um cheiro forte de enxofre (parada pro almoço delícia rs) e Laguna Honda/Ramadita. Nosso almoço foi bonzinho: macarrão, franguinho alaranjado (devia ser algum tempero), salada, batatinha assada, banana assada e maçã de sobremesa. Ah! Tinha coca-cola quente de novo! Arthur foi o único que se arriscou a comer a banana (o desenrolo dessa banana, vem logo a seguir rs). Antes de seguirmos viagem, fomos ao banheiro (5,00 bolivianos), porque durante o percurso você, geralmente, não tem muitos locais pra fazer suas necessidades. Fomos num banheiro ecológico (buracos separados pro coco e pro xixi e você mesmo enterra seu coco com uma areiazinha que tem do lado.... moderno, né? rs). Já estávamos há 2 dias sem qualquer contato com nossas famílias, foi quando Vagner viu uma plaquinha de wi-fi. Caraaaaa o coração bateu mais forte, a mão começou a tremer e aquele sorrisinho já começava a brotar no rosto, quando fui perguntar quanto era o wi-fi e o cara disse: 30,00 bolivianos para usar 30 min. WTF!!! 30,00 bolivianos por um wi-fi que a gente nem sabia se ia conectar direito? Ahhh! Deixa pra falar com a família depois, né? Notícia ruim chega rápido e se não tinha chegado nada pra eles ainda era porque a gente tava bem! Rsrsrsrs Terminamos o almoço e partimos pra #quintaparada a Laguna Honda, que fica a uns 20 minutos de distância da onde almoçamos (paramos rapidinho pra algumas fotos e seguimos). Essas paradas nas Lagunas são super rapidinhas, você fica uns 20/30 minutinhos tirando foto e explorando o lugar e já parte pra próxima laguna. Seguimos para a #sextaparada o Deserto de Sioli. É um dos desertos mais áridos do mundo, conhecido por suas curiosas formações rochosas resultantes dos processos de erosão. Dentre essas formações, a mais famosa é a Árbol de Pierda. No caminho até o Sioli, paramos rapidamente para umas fotos em cima do 4X4, porque né? Somos desses: cada parada um flash! Rsrsrsrsrs Arthur começou a sentir, literalmente, as dores do arrependimento de ter comido a banana assada do almoço que desencadeou uma dor de barriga fuderosa que derrubou ele. Já Elisa, só vinha piorando, muito enjoo, ânsia de vômito e taquicardia. Todo mundo já tava meio mal a essa altura do campeonato (só eu que tava me sentindo bem e é por isso que você não pode brincar com a altitude, cada um tem uma reação diferente no corpo. O Vitor, por exemplo, tava com uma puta dor de cabeça e um pouco enjoado, mas depois que tomou remédio melhorou). Seguimos para a #sétimaparada e última: Laguna Colorada! Para entrar nessa laguna é preciso pagar, obrigatoriamente, 150,00 bolivianos na entrada da Reserva Nacional da Fauna Andina Eduardo Avaroa. O processo foi simples: saímos do carro e esperamos numa fila, preenchemos nossos dados numa lista, mostramos nossos passaportes, pagamos e recebemos um ticket da entrada da Reserva. GUARDE BEM ESSE TICKET, porque vão te pedir na saída da Reserva e não sei o que acontece quando você perde. Obviamente tem que desembolsar uma graninha, mas não sei quanto. ENTÃO, NÃO PERCA! Entramos novamente no carro e Emílio nos deixou no hostel que passaríamos a noite. Ele nos mostrou nosso quarto (cada quarto tem 6 camas) e disse que a partir daquele momento o tempo era livre e que podíamos explorar a região do jeito que quiséssemos, mas pra termos cuidado e voltarmos antes do anoitecer, porque além da temperatura baixar demais, a região fica muito escura mesmo. Entramos no quarto, cada um escolheu sua cama e lá fomos nós explorar a região (leve um casaquinho extra, porque você sai quentinho e na volta a temperatura baixa muitooooo)! QUE LAGUNA MARAVILHOSA! Que cores perfeitas! Com certeza a laguna mais bonita de todas! Saímos em direção ao mirante, mas só fomos até a metade do caminho. A caminhada já era sensacional por si própria e a paisagem nos deixava de boca aberta. O mal da altitude era real, Elisa começou a ficar bem preocupada com a taquicardia e pensamos até em dar oxigênio pra ela (vimos um galão na hora que pagamos o ticket), Arthur também não estava na sua melhor forma, a temperatura tava caindo depressa e sabíamos que não teríamos tempo hábil pra chegar no mirante e voltar antes de escurecer, então ficamos preocupados e voltamos direto pro hostel já com o sol se pondo. Elisa já tinha parado no meio do caminho e se sentou porque não aguentava mais andar. Afinal, se já tava ruim antes, imagina a 4.278 metros de altitude. Andei mais um pouco pra tirar umas fotos dos flamingos e logo voltei correndo (lê-se andando rápido) pra levar ela de volta pro hostel. Quando olhamos pra trás, vimos os outros 4 voltando também. rs Chegamos praticamente “congelados” e fomos direto falar com Emílio porque Elisa tava piorando cada vez mais. Perguntamos a ele se não seria bom darmos o oxigênio pra ela e ele disse que não, que seria a pior coisa a fazer. Aí você percebe que não entende merda nenhuma de altitude, né? Ele disse que se a gente desse oxigênio pra Elisa, ela teria uma melhora súbita, mas que depois de 20 minutos se sentira pior ainda do que antes. Emílio disse pra ela se sentar que ia trazer o lanchinho da tarde (#fofonildo) e que ela ia melhorar tomando a Soroche Pills (ou também Sorojchi Pills) e o chá de folha de coca. Sentamos na mesa e tinha uns biscoitinhos e chá (camomila, coca, entre outros). Emílio deu dois comprimidos da Soroche Pills que ele tinha pra Elisa e mandou ela tomar um e depois tomar o chá de folha de coca puro (folhas de coca com água quente, espera 5 minutos e bebe). Todos tomaram o chá, porque né? Melhor prevenir do que remediar. Depois do lanchinho, a gente não tava muito certo se teria o jantar propriamente dito ou não, então nos enchemos de biscoito (just in case). Seguimos para o quarto pra arrumar as mochilas de ataque e os mochilões, porque tava rolando um boato de que a luz ia acabar à noite e que de manhã era tudo na base da lanterna do celular. Ficamos preocupados e já deixamos tudo esquematizado pro dia seguinte e, inclusive, algumas pessoas já dormiram prontinhas. Isso porque esse hostel é bem simples e não tem chuveiro pra banho. O banheiro é de uso coletivo (lê-se misto) com apenas duas cabines funcionando. Não existe tomada nesse hostel e tivemos que pedir ao Emílio pra desenrolar com a moça da casa ao lado e ver se ela deixava a gente carregar as baterias da câmera e os celulares lá de graça (ela queria cobrar). Emílio desenrolou e deixamos todos os eletrônicos na casa da mulher carregando de graça (nessas situações é muito bom ter aqueles carregadores portáteis, sabe? Porque você não fica refém da boa vontade dos outros. Eu tava com dois, mais decidi guardar pra alguma emergência) e partimos direto pro banho de gato com paninho umedecido. Mochilas prontas, “banho” tomado e quando menos esperávamos, o Emílio veio colocar a mesa do jantar regadooooo às 19:30! Tivemos sopa de entrada (sempre rola entrada) e um macarrão com salsicha delícia de prato principal. Rolou até um vinhozinho que os meninos curtiram pra espantar o frio. Ficamos conversando com o outro grupo que vinha nos seguindo direto nas paradas (óbvio né? Eles também eram da Esmeralda Tour) sobre o roteiro de cada um, ideias e coisas que estávamos animados pra ver. Depois disso, rolou uma pausa super fofa para foto com um menininho de 3 anos que tava encantado com a tecnologia touch do celular e tava se acabando gravando vários vídeos dele. Fomos dormir cedo, porque no dia seguinte teríamos que acordar às 4:00 da madrugada. Às 21:00 geral já tava embalado no sono. Eu demorei um pouco pra dormir, porque tenho alergia à poeira e ela tava atacando sério. Fora que odeio aqueles cobertores de mendigo, sabe? Tava me irritando aquilo lá e acabei tirando, apesar do frio do mal. Essa noite foi bem tensa, um porque o travesseiro era alto pra caraca e tava me dando uma dor bizarra no pescoço, dois que a cada viradinha de um lado pro outro que a gente dava dormindo nosso coração batia MUITO rápido, muito rápido mesmo (todos tiveram esse problema), então todos estávamos dormindo, mas nos sentido ofegantes como se tivéssemos corrido uma maratona (bizarro o que a altitude não faz). Quando deu 23:00 Arthur acordou a Elisa pra pedir remédio pra dor de barriga (os efeitos da banana assada do almoço ainda estavam surtindo efeito), que me acordou, que acabei acordando o quarto inteiro na mobilização de um remédio pro Arthur. Eu sei que a gente acordou no susto, porque só tínhamos dormido duas horas, mas o sono tava tão profundo que deu a sensação que já estávamos dormindo a 8 horas. Geral rindo pra caraca porque estávamos com a mesma sensação de sono infinito e estávamos acordados procurando remédio pro Arthur, que no final, coitado, tomou uma bomba de remédios variados na esperança de melhorar (cada um deu um remédio diferente). Voltamos a dormir e acordamos às 4:00 da madrugada prontos pra mais um dia sensacional no Uyuni! SALDO DO DIA: - Bs. 8,00 – Folhas de coca - Bs. 5,00 – Banheiro na Laguna Hedionda - Bs. 150,00 – Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa TOTAL: Bs. 163,00 PRÓXIMO CAPÍTULO: (CAP.5) A madrugada congelante dos Geisers (-8ºC) e a despedida confusa do Uyuni
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    Valeu pelo relato, to montando minha trip pra lá em julho e suas dicas vão ajudar!!
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    Fui em editar perfil e editar cadastro e não consegui deletar meu perfil.
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    Capítulo 14: As Islas Ballestas e a Reserva Nacional de Paracas: um passeio pelo Oceano Pacífico. 13/04/15 Nosso transporte chegou por volta das 6h30. O passeio de hoje duraria o dia inteiro, com retorno previsto para umas 16h. Estávamos em 5, apenas. Sendo que 2 só fariam o passeio de Islas Ballestas e voltariam em seguida. Ou seja, para a Reserva Nacional de Paracas iríamos apenas eu, Antenor e mais um alemão geólogo muito gente boa que estava com a gente. Antes de sairmos, pagamos nossa estadia (30 soles cada). Chegamos a Paracas, e fomos direto ao porto. Pagamos a taxa de entrada da "Reserva Nacional Sistema de Islas, Islotes y Puntas Guaneras - Islas Ballestas", 15 soles (o próprio motorista recolheu os valores e foi lá pagar pra gente) + 2 soles pela taxa de embarque na lancha. 01_islas_ballestas by Rodrigo Alcure, no Flickr Porto de Paracas. Seguimos por uma fila e embarcamos na lancha. E aqui vai a minha primeira dica. Fiquem do lado esquerdo da lancha, é melhor. Isso porque, no final das contas, há mais paisagem a se ver pelo lado esquerdo do que direito, e como a lancha vai cheia de turistas, acabam atrapalhando um pouco as fotos. O bom também é a velocidade com que ela anda, bem rápida, o que nos deixou mal acostumados, porque quando fomos pra Isla del Sol em Copacabana foi uma tortura haha. Mas isso é papo pra outro capítulo. 02_islas_ballestas by Rodrigo Alcure, no Flickr Partiu Islas Ballestas. Primeira atração, el Candelabro de Paracas. Suas dimensões permitem distingui-lo das linhas de Nazca (não tem a mesma relação). Esse desenho que vocês estão vendo abaixo possui 180m de largura, e mais de 2.500 anos de idade. Sua origem ainda é um mistério, e a explicação para o desenho (que não é tão profundo) nunca ter se desfeito é que justamente nesse local o vento durante o ano é quase inexistente. 03_islas_ballestas by Rodrigo Alcure, no Flickr El Candelabro de Paracas. Logo em seguida, começamos a ver os primeiros sinais das Islas Ballestas. O local é um santuário de aves, leões-marinhos e até pinguins. O cheiro de cocô de pássaro é bem forte haha, por isso que os locais tentam vender chapéus para os gringos lá no porto dizendo que as aves defecam na sua cabeça, mas nós arriscamos ir sem e não fomos bombardeados, não (mas é um risco). Nessa estrutura da foto é onde as embarcações atracam para recolhimento das fezes que se acumulam, pois é um adubo altamente fértil e caro, e o Peru inclusive exporta esse produto. Já foi de muita importância econômica pro país, mas hoje eles vêm para recolher apenas uma vez por ano. 04_islas_ballestas by Rodrigo Alcure, no Flickr Islas Ballestas. 05_islas_ballestas by Rodrigo Alcure, no Flickr Aves, muitas delas, o tempo todo. 06_islas_ballestas by Rodrigo Alcure, no Flickr Islas Ballestas. 07_islas_ballestas by Rodrigo Alcure, no Flickr Encontrando alguns leões-marinhos. "Não estou disposto", eles diziam para nossas câmeras. 08_islas_ballestas by Rodrigo Alcure, no Flickr O lugar é realmente lindo. Ficamos cerca de 2 horas no mar (das 8h às 10h), e então voltamos ao porto de Paracas. Por lá nós ficamos cerca de 1 hora conhecendo uma feirinha de artesanato local, e também aproveitamos para tomar nosso café da manhã. Foram 2 desayunos por 14 soles. Seguimos viagem para a segunda parte do passeio, a Reserva Nacional de Paracas. Eu estava bem empolgado pra essa parte porque já tinha visto umas fotos na internet e achei o local lindo demais. Aquele encontro do deserto com o oceano a gente não vê todo dia. 09_paracas by Rodrigo Alcure, no Flickr Entrada da Reserva Nacional de Paracas. Vou resumir o passeio da Reserva. Nós conhecemos uma sequência de praias, e o guia nos dá algumas explicações geológicas de formações rochosas e orgânicas do local. É tudo bem bonito. Presenciamos até uma coleta de algas marinhas numa das praias, que também é uma atividade econômica importante pra região. Agora, sem sombra de dúvidas, o que mais me encantou foi a Playa Roja (areia vermelha, proibido pisar) e a Catedral, cuja estrutura foi quase inteiramente destruída após um forte terremoto em 2007. 10_paracas by Rodrigo Alcure, no Flickr Playa Yumaque. 11_paracas by Rodrigo Alcure, no Flickr Playa Roja, cenário incrível. 12_paracas by Rodrigo Alcure, no Flickr Dispensa legendas. Sensação indescritível. 13_paracas by Rodrigo Alcure, no Flickr La Catedral, com a estrutura destruída após o terremoto de 2007. Depois disso, o guia nos leva para a Playa Lagunilla, onde podemos almoçar em alguns restaurantes. Preciso dizer a vocês que essa parte é a típica parte pega-turista. O motorista já nos leva pra um restaurante específico, já nos apresenta o garçom, que já nos indica uma mesa, é tudo bem forçado. O nosso amigo geólogo, que não é bobo nem nada, saiu andando sozinho com um pacote de chips na mão e fugiu da lábia deles haha. Já eu e Antenor, bom, a gente tinha noção do que estava acontecendo, sabia que não seria uma comida barata, mas sabe quando você liga um belo f*da-se? Então. Foi aqui a primeira vez que nós realmente "esbanjamos" no mochilão. Queríamos comer bem, comer com conforto e apreciando aquela vista. Afinal, eles nos deram 2 longas horas pra ficar ali, pra vocês verem o quão pega-turista é essa parte do passeio rs. "Se tá no inferno, abraça o capeta", ou "O que é um peido pra quem tá cagado?". Eu não sei qual desses ditados é pior hahaha, mas ambos exemplificam bem a gente ali. Se já estávamos enfiando o pé na jaca, vamos fazer isso com prazer. Pedimos o prato mais completo deles: Ceviche con Chicharrom + maiz torrados + 2 pisco sours + 1 garrafa de Cusqueña. Tudo bem servido pra duas pessoas. Depois de muito pechinchar e inclusive chamar o gerente, o valor ficou por 78 soles. Foi caro pros padrões mochileiros? Sim, foi. Mas, olha, essa comida e essa vista... tô pra te falar que pagamos com um sorriso de satisfação no rosto. 16_paracas by Rodrigo Alcure, no Flickr Ahhh uma máquina do tempo agora. E ainda tínhamos a companhia de alguns pelicanos (me senti no filme do Nemo). 15_paracas by Rodrigo Alcure, no Flickr Pelicanos em Paracas. Depois, aproveitamos o resto do tempo para explorar o local, que é bem bonito. Achamos até uma caverna. 14_paracas by Rodrigo Alcure, no Flickr Reserva Nacional de Paracas. Fim do passeio, hora de voltarmos. Entramos na van e seguimos viagem. Chegamos lá por volta das 16h. Foi o tempo de pegar meus equipamentos e subir as dunas ao redor do oásis. Afinal, eu ainda queria registrar uma boa foto de Huacachina antes de seguir viagem. Equipamento montado, disparador testado, máquina configurada, agora era só curtir o por do sol. 17_huacachina by Rodrigo Alcure, no Flickr Bastidores. 18_huacachina by Rodrigo Alcure, no Flickr Por do sol em Huacachina. 19_huacachina by Rodrigo Alcure, no Flickr Aguardando o momento certo da luz e... pronto. Um dos lugares mais lindos que já conheci. Voltamos ao hotel para pegar nossas mochilas. Fomos nos despedir de Nina e Lukka, já que eles ainda continuariam por ali mais uns dias. Decidimos tomar um shot de despedida. Fomos ao bar e pedimos ao barman 4 doses da bebida mais tipicamente peruana que ele tinha. E o resultado foi... Besitos Peruanos Flamejantes (10 soles por 2 shots). 20_huacachina by Rodrigo Alcure, no Flickr É bem mentolado, mas é gostoso. Demos um abraço nos dois, sabendo que poderia ser nosso último encontro (mas nessa vida de mochileiro, nunca se sabe). Fomos lá fora pegar um táxi, e dessa vez queríamos um daqueles moto-táxis, bem comuns por aqui. Estrangeiro é assim mesmo, qualquer coisa é motivo de diversão haha. Olha a alegria do menino andando de moto-táxi. 21_huacachina by Rodrigo Alcure, no Flickr Certeza que cabe todo mundo aí? rs. E ainda pagamos 2,50 soles cada, é muito barato. Ao chegar no terminal, ainda do lado de fora, compramos uns 20 soles em biscoitos, chocolates e água (como sempre), e ainda pedimos um combo de frango com batatas num restaurante que tinha ali perto (15 soles), que deu pra dividir. Embarcamos para Cusco às 22h. Mais uma noite naquela poltroninha assistindo meus filmes hehe. SALDO DO DIA: s/30 diária Casa de Arena s/15 entrada Reserva s/2 taxa embarque porto s/7 desayuno s/39 almoço ostentação s/5 besitos peruanos s/2,50 moto-táxi s/10 biscoitos, chocolates e água s/7,50 frango com batatas TOTAL: s/118 (US$ 35) Próximo capítulo: Cusco, a cidade histórica.
  49. 1 ponto
    Tem um app pra celular com Android ótimo para aprender as frases mais utilizadas em inglês: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.mobidiving.guideusa tem a versão free..com algumas categorias a menos: https://play.google.com/store/apps/details?id=com.mobidiving.guideusafree ..pra viajar pro exterior, se o inglês for tão ruim quanto o meu..essa solução é genial.
  50. 1 ponto
    Londres – 9º dia Roteiro: Hampton Court e Oxford/Regent Street Quando eu acordei, já percebi que eu não estava bem. Uma dor de cabeça muito forte, enjoo e sensação de dor por todo o corpo. Tomei os remédios que eu tinha levado e me arrastei pra tomar o café da manhã, não consegui comer praticamente nada, mas eu não tinha tempo a perder. Um dos meus maiores interesses é história, e pra esse dia eu mudei um pouco os meus planos e resolvi fazer uma coisa mais tranquila: conhecer o palácio de Hampton Court. Hampton Court: Na estação Waterloo eu pedi ajuda das atendentes pra comprar o ticket de trem até Hampton Court, mas elas me informaram que bastava carregar o oyster card com £5 que já era suficiente para ir e voltar. Depois de apanhar um pouco da máquina, consegui carregar o cartão e confirmei com outra funcionária se era aquilo ali mesmo que eu tinha que fazer. Ela, muito prestativa, confirmou que sim e ainda checou meu cartão pra ver se estava tudo certinho. Dica: Caso você não tenha o London Pass, você pode adquirir no guichê o ticket + entrada do palácio por um preço menor do que comprando os dois separadamente. Outra coisa, praticamente todas as tarifas de passagens são mais caras antes das 9h, então dê preferência para ir depois desse horário. Por fim, não precisa comprar com antecedência, pode deixar pra comprar no dia. O trem até a estação de Hampton Court, sai a cada 30 minutos. Tudo muito organizado e pontual. Exatamente às 9h36 o trem partiu. A viagem é mt tranquila, trem silencioso, confortável, lindas paisagens, mas, infelizmente, eu estava podre! Em 1 hora cheguei na estação. Na saída, não tem catraca nenhuma pra passar e eu esqueci de validar o oyster card (não tive problema nenhum por isso), mas de qualquer forma, não se esqueçam de procurar a maquininha pra validá-lo. Nesse dia tava uma garoa chata e bastante frio, mas o palácio é bem perto da estação. Senhores extremamente simpáticos e vestidos à caráter te recebem na entrada, validam o London Pass e te indicam o lugar para pegar o áudio-guide (de graça). Comecei andando pelas cozinhas, algumas salas, aproveitando bem já que estava praticamente vazio. Por volta das 11h45 uma das funcionárias pediu que todos os visitantes se retirassem e dirigissem a entrada principal pq teria uma cerimônia de homenagem à num sei quem. Às 12h começou. Um músico com gaita de fole começou a tocar e eu até que tava achando legalzinho, mas eu não me aguentava em pé, estava muito frio e a cerimônia não terminava nunca! Nisso o palácio lotou, muitas excursões de crianças chegaram ao mesmo tempo e eu já estava querendo ir embora. Quase 1 hora depois(), a celebração terminou e todo mundo começou a entrar. Para tentar escapar da multidão eu procurei informações de como chegar no labirinto, quando pra minha tristeza, informaram que ele estaria fechado naquele dia devido à chuva. Ai eu me desanimei de vez, vi mais algumas salas e resolvi ir embora (dessa vez eu validei o oyster). Achei Hampton Court um pouco decepcionante, esperava muito mais...mas como eu não estava no melhor do meu humor e estado físico, pode ser que isso influenciou e muito na minha opinião. Oxford/Regent street: Andei bastante pelas ruas Oxford e Regent, a decoração de natal estava muito bonita! Entrei em várias lojas, inclusive a famosa Primark, mas não comprei nada! Estava realmente sem saco! Voltei pro hostel por volta das 18h, aquele não era o dia mesmo. Resolvi tomar um banho, dormir e tomar mais remédios pra recuperar as energias. Mais a noite, comi um lanche no hostel e fiquei conversando com o pessoal até umas 22h. Fui dormir bem mais cedo pra ver se no outro dia eu estaria melhor. E deu certo! Algumas fotos de Hampton Court:
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