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Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 22-09-2019 em todas áreas

  1. 4 pontos
    Vim trazer o meu relato pessoal e algumas dicas para quem for a Cusco. Foram 8 dias inesquecíveis. Meu voo foi dia 27 de setembro, de Salvador na Bahia a Cusco foram 2 conexões (em Guarulhos e em Santiago do Chile), um total de 14 horas de viagem com conexões curtas (a maior foi 3 horas em SP, suficiente apenas para comer alguma coisa e seguir). Minhas passagens não incluíam bagagem, portanto viajei apenas com bagagem de mão, mas despachei ainda em Salvador pq não tinha espaço no avião (para meu alívio, a mala chegou sã e salva em Cusco). Cheguei em Cusco as 16h, peguei um taxi no aeroporto por 20 soles (o hotel chegou a pedir meus dados para o transfer, mas não confirmou e nem foi me buscar). Nesse primeiro momento fiquei no hotel Qolqampta, indico fortemente, local agradável, café da manhã ok, quarto confortável. A única desvantagem foi a localização, apesar de perto da plaza de armas, o prédio fica no topo de uma ladeira (tudo em Cusco é ladeira!), e num primeiro momento de aclimatação, seu corpo pode reclamar um pouco. Ainda no Brasil eu contratei a empresa Qorianka para fazer o passeio de Machu Picchu (o único que contratei antes de chegar la, dado a disponibilidade de ingressos). A noite Max da empresa estava me esperando para explicar como funcionaria o passeio mais aguardado da vida. Eu super indico a empresa. Preço ok, responsabilidade, compromisso, serviço de excelência. Foi ele que me indicou um lugar com melhor câmbio para comprar soles, os melhores lugares para comer, foram eles que compraram meu boleto turístico. Literalmente, fazem de tudo para nos sentirmos confortáveis e seguros. Acabei comprando os outros passeios com eles. Dia 28 - reservei o dia para me adaptar a Cusco, conheci o mercado San Blas, o Mercado São Pedro, comprei soles e orcei os outros passeios. Dica importante: usem protetor solar! O clima em Cusco no geral é frio, a noite e pela manhã é muito, muito frio (entre 5 e 10 graus), mas no decorrer do dia vai esquentando e o sol queima (estou bronzeada como se tivesse ido para alguma praia do nordeste). Fiz a cotação de preços dos passeios e a sensação que tive foi a seguinte: nos lugares confiáveis o preço parece ser tabelado. Descartei os mais baratos e os mais caros por motivos óbvios, e recorri à Qorianka. Como já tinha fechado MP com eles, pedi um desconto e funcionou. Primeiro vou descrever meu roteiro e a seguir passo minhas impressões e conselhos. Plaza de Armas Dia 29: contratei o passeio Vale Sagrado + MP, com a Qorianka incluia traslado do hotel + passeio pelo Vale Sagrado dos Incas (Pisac, Ollantaytambo) + trem voyager inca rail de ida e volta + ônibus de subida e descida a MP + ingresso de entrada da cidadela, com montanha machu pichu (que eu escolhi subir) + almoço do dia 29 + diária no povoado de águas calientes + traslado de volta Ollanta - Cusco. Sai as 8h do hotel fiz checkout (como ia ficar uma noite em aguas calientes, encerrei no qolqampta e reservei o hostel milhouse a partir do dia 30. a Qorianka cuidou de pegar minhas malas em um hotel e levar para o outro), passamos por pisac, almoçamos em um restaurante buffet muito bom, seguimos para ollantaytambo, e depois do city tuor peguei o trem para Aguas Calientes. São 1h30 de viagem, chegando no povoado já tinha um rapaz do hotel me aguardando com meu nome. Esse hotel terrazas de luna é um espetáculo à parte, muito confortável, o banheiro tem até banheira, o café da manha sensacional. A noite uma representante da Qorianka foi me encontrar para me explicar como funcionaria a subida a MP no dia seguinte. Ollantaytambo Dia 30: sai cedo do hotel, peguei o ônibus de subida a MP. Entrei na cidadela as 7h, fiz um tour guiado até 7h50, e subi a montanha (o ingresso da montanha era de 7h as 8h). A subida é, para dizer o mínimo, extenuante. São necessárias cerca de 3 horas para ir e voltar, a subida é íngreme e toda em escadarias. É cansativo, mas vale muito a pena. A vista panorâmica de MP é sensacional!!! Subi as 7h55 e as 10h50 estava de volta. Aquela história de que para descer todo santo ajuda é balela, sofri demais na descida, joelhos e tornozelos doeram bastante. Fiquei em MP até as 12h, peguei o ônibus as 12h30, cheguei em águas calientes, almocei e peguei minha mochila no hotel. Meu trem de retorno foi as 15h. Chegando em Ollantaytambo já tinha uma pessoa segurando meu nome em um cartaz, pronto para me levar de volta a Cusco. Chegando em Cusco me deixaram no hostel Milhouse, minha mala já estava lá. Fiz o checkin e aproveitei o bar e restaurante de la (maravilhosos, por sinal). Vista da cidadela de cima da montanha Machu Picchu Dia 1: reservei Laguna Humantay. O traslado da Qorianka foi me buscar pontualmente as 4h15 no hostel. O pacote inclui: traslado + café da manhã + guia + almoço. O trajeto é um pouco longo, mas como é cedo, aproveitei para dormir. Tomamos café num hostel de uma cidadezinha q fica no caminho e seguimos viagem. Percorremos cerca de 1h30 até o lugar que a van nos deixa e começamos a caminhada. Percorri o trajeto de ida em 1h45, sofri um pouco nesse trajeto. A subida até a laguna é em terreno acidentado e cerca de 80% subida, chegamos a mais de 4.000 metros de altitude, o que deixa o ar rarefeito e causa o temido mal da montanha. Quem quiser, ou não aguentar, pode fazer mais da metade desse trajeto a cavalo, eu percorri caminhando mesmo. Dentre as sensações está o cansaço extremo, a frequente falta de ar e a dor de cabeça, mas para mim, nada insuportável. Ao chegar no destino, vc esquece toda essa dor. É lindo demais. Lindo e muito, muito frio. Aproveite para tirar muitaas fotos em ângulos diferentes (a cor da água muda conforme a incidência da luz). Ficamos cerca de 30 minutos e retornamos. A descida foi mais tranquila, alguns trechos consegui correr um pouco em zig zag, oq ameniza um pouco o esforço do joelho. Chegamos na van, percorremos cerca de 1h30 e paramos para o almoço estilo buffet, depois retornamos a Cusco. Chegando por volta das 16h. Novamente, aproveitei o bar e restaurante do milhouse. Laguna Humantay Dia 2: Salineras de Maras e Moray. Esse passeio é de meio dia e incluia: traslado + guia. A van da Qorianka me pegou no hotel pontualmente as 8h. Passamos em Chinchero, onde vc vai ter a explicação completa de como os tecidos são produzidos, vai ser muito bem recebido com um chá delicioso, poder tirar belas fotos e fazer algumas comprinhas. Depois segue para Moray, um laboratório de experimentação agrícola lindissimo. O último ponto da viagem são as salineras, que custa 10 soles a entrada, e n está incluida no pacote, que também vai te render fotos maravilhosas. Chegamos em Cusco as 14h. Já em Cusco aproveitei o mercado São Pedro para fazer compras (considerei o melhor preço), tomei café numa lanchonete e fui dormir. Moray Dia 3: Montaña Colorida. O passeio da Qorianka incluia: traslado + guia + café da manhã + entradas + almoço. A van me pegou as 4h30 pontualmente. Seguimos viagem por cerca de 1h30 e paramos para tomar um belo café em estilo buffet. O guia nos passou as explicações gerais de como seria a subida, cuidados a tomar, dificuldades que poderíamos encontrar. Depois do café seguimos viagem por cerca de 1h e chegamos ao local q as vans ficam e começa a caminhada. A subida da Montaña é menos íngreme do que a da Laguna, mas a altitude é bem maior (chegamos a 5.200 metros no topo do deck para tirar as fotos), e por isso algumas pessoas sofrem muito mais. Eu me senti bem mais disposta. Realmente não senti nenhum desconforto, nem na subida nem na descida, mas fiz o trajeto no meu tempo (cerca de 3h entre subida e descida dos 8km total). Tem a opção de subir a cavalo, mas dispensei. existem 3 pontos q fornecem banheiros, ao custo de 1 soles. A vista é simplesmente fenomenal. A montanha é tudo aquilo que vemos nas fotos e mais um pouco. mas só conseguimos ficar no topo por cerca de 20 minutos devido ao frio. É realmente congelante. Algumas pessoas do grupo passaram mal na descida. Voltamos, paramos para almoçar no mesmo local do café, depois seguimos viagem. Chegamos em Cusco as 16h. Já em Cusco o meu corpo sentiu tudo que não tinha sentido nos outros dias. Tive o mal da montanha no último dia da viagem e passei muito mal o resto do dia. Montaña Dia 4: meu voo saiu as 10h. Max da Qorianka me deu de brinde o traslado até o aeroporto. Me pegaram as 8h em ponto no hostel, cheguei no aeroporto as 8h20. Meu voo de volta incluia 2 conexões (em Lima e em Guarulhos). Como a ida, a volta durou 14h de Cusco a Salvador. Cheguei na Bahia as 2h45. Gente, Machu Pichu é tudo que dizem, e mais um pouco. É maravilhoso. A sensação de subir a Montanha e ver a cidadela la de cima é indescritível. No fim das contas, considerei meu roteiro apertado, acredito que o ideal para não levar meu corpo à exaustão, deveria ter sido 10 dias (incluindo os 2 necessários para a ida e volta). A Qorianka foi sensacional. Indico fortemente! A logística toda funcionou perfeitamente, não tive nenhum imprevisto e eles estavam sempre disponíveis para me ajudar. Considerando que viajei sozinha, não ter qualquer preocupação com roteiros e imprevistos foi muito importante. Os 10 soles que a gente paga para entrar na salineras fica retido com a empresa que é responsável pela compra e beneficiamento do sal, nada desse valor é destinado às famílias responsáveis por retirar o sal (a elas cabe apenas o valor pago pelos sacos). Juro que se soubesse disso, não teria entrado. Eu acredito em um turismo que ajuda a fortalecer a população local, não uma empresa especifica. Comam em restaurantes peruanos, comprem dos peruanos. Os guias de Cusco são extremamente organizados e politizados, além de serem excelentes no que fazem. A comida peruana é muito boa. Os restaurantes tem o menu turistico: por 20 a 25 soles vc desfruta de uma refeição completa- entrada, prato principal, sobremesa e/ou bebida. Indico experimentar o ceviche peruano, a trucha, a sopa crioula (maravilhosa), a chicha morada, o pisco sour e o lomo saltado. Comprei vitamina C efervescente la em Cusco, e tomava 1 pela manha e 1 a noite. Considero que foi essencial para manter minha imunidade ok. O frio em Cusco é cruel. As mudanças de temperatura são drásticas. Para quem tem rinite, sinusite e amidalite, não ter sentido absolutamente nada, foi uma bênção. Estou à disposição para dúvidas. Esses relatos me ajudaram demais a montar a viagem perfeita!!
  2. 4 pontos
    E aí galera, meu relato de hoje vai ser sobre Aurora Boreal de um jeito que quase ninguém fala por aqui e em lugar nenhum, já que ta na época dela e não é tão fácil assim de ver igual td mundo acha. Eu vi na Islândia ano passado e vou contar meu relato. Primeiramente, pra ver essa coisa linda você depende de alguns fatores como: tempo, dinheiro e sorte. Nessa ordem. Tempo você precisa tanto do seu tempo e paciência pra esperar como o tempo meteorológico, pq se não estiver com as condições legais, pode ter a grana que quiser que não vai ver. Dinheiro, pq você pode escolher do jeito mais barato (igual eu escolhi por 70 euros) e sair em excursão com várias pessoas que vai pra um lugar que nem vai ta rolando, ou pode pegar um 4x4 (300 a 400 euros) que vai te levar lá onde ela ta rolando seja uma beira de estrada, seja na pqp da trilha com neve. Sorte, pq se vc tiver e vc estiver no lugar certo e na hora certa, ela vai ta la e as vezes não vai gastar nada. No meu caso eu não tinha tempo (pq fiquei uma semana), não tinha dinheiro e tive uma sorte nos acréscimos do segundo tempo, e aí que começa meu relato: Cheguei na Islândia em dezembro do ano passado (20180 e peguei a excursão mais barata (70 euros) pra ir atrás da aurora de busão com umas 30 pessoas onde eles saiam da capital Reikjavik as 20:00 e ficava até 2 da manha parando em beira de estrada procurando. O tempo tava ótimo, mas como o busão não podia entrar mais pro meio das trilhas, não deu pra ver tão bem, mesmo ela estando lá e dando pra ver muito fraquinha, que foi onde eu tirei essa primeira foto super bonita. As vezes ela ta la e vc não consegue ver, mas a camera sim. Detalhe que eu fui o único que conseguiu uma foto dessas pq eu quebrei os protocolos e sai andando no meio do nada enquanto a galera ficou dentro do busao com frio. O bom das agências é que se vc não vê a aurora, você pode continuar indo nos próximos até conseguir, é só mandar um email. E foi isso que fiz. Na segunda vez, ninguém viu nada. Tirei dois dias pra fazer um road trip pelo país (super recomendo) e nesse tempo td mundo da excursão viu a aurora. Remarquei pro meu último dia no país, ficamos até tarde atrás dela e nada. Já era quase 2 da manhã qdo estávamos indo embora já e o guia do busão deu um grito "ela chegou". O busão parou e quando descemos ela estava lá, toda linda. A parte ruim é que eu estava sozinho, todo mundo ficava passando na frente da minha câmera (isso que é foda de excursão) e não consegui uma foto boa. A parte legal é que eu desencanei de fotos e fiquei sentado lá só vendo ela dançando pelo céu. Por mais que nas fotos ela fique bem mais linda, ao vivo não tem explicação No final, deu tudo certo, e dei check na lista -> Aurora Boreal É isso, quem tiver dúvidas sobre esse role ou algo da Islândia eu tenho tdas as informações de agências e aluguel de carro. Me chama no insta que aqui chega como spam e eu nunca vejo ->@raonitoratti É isso.. espero que tenham gostado.
  3. 3 pontos
    Achei da hora sua reflexão. A vida sendo um jogo impossível de se ganhar e nós sempre insatisfeitos - e preocupados. Sabe que foi isso que me motivou a viajar? Eu tenho um problema de visão e nos últimos anos perdi muita acuidade visual. Agora que estou estável quero aproveitar cada instante, estar nos lugares e ver a vida das pessoas, conversar, sentir tudo... e deixar o amanhã pra amanhã, pois o futuro é invencível... Comecei esse ano. Primeira viagem sozinho para Ubatuba em Abril, 4 dias. Mês que vem estarei pela Argentina por VINTE! Sozinho também, pois descobri em mim um grande companheiro! Grande abraço!
  4. 3 pontos
    Minha viagem foi em agosto de 2019, sozinha com apenas bagagem de mão... Em todas as cidades utilizei apenas transporte público, uma dica: em Paris, no aeroporto mesmo fazer o cartão navigo (é necessário levar uma foto 3x4), é um passe de metro que permite utilizar de forma ilimitada algumas linhas, incluindo de Paris a Versalhes e até a Disney Paris, que vale muito a pena, paguei 27,50 euros e não gastei mais com metro durante minha estadia em Paris (é importante saber que o cartão custa 5 euros e a recarga para semana 22,50 acho, e vale de segunda a domingo, não vale a pena carregar se for ficar poucos dias e chegar perto do FDS porque vai perder os créditos no domingo...Pra mim valeu porque cheguei na terça e fiquei até sábado)... Paris foi sensacional, era um sonho de criança e foi sim mais do que eu imaginava, é uma cidade linda, ainda mais pra quem ama história como eu... Fiz bastante amizade no hostel, olha que não falo inglês nem francês, só o básico hahahaha, mas me virei... Minha dica é visitar Montmartre a noite, amei ficar nesse bairro... De Paris fui até Faro de avião e peguei um trem até Lagos (indico comprarem a passagem de ônibus antecipadamente, tava mto calor e quase derreti no trem)... Lagos é lindaaa! A Ponta da Piedade é imperdível, praia do Camilo e Dona Ana também... Paisagens de cinema, porém a água é gelada demais e é bemm lotado... Segui até Sevilha de ônibus, me apaixonei pela cidade desde a chegada, que energia 😍 Fiquei em um Hostel bem no centro histórico, amei! Aproveitei bastante as noites, com muita Sangria e Tapas, a melhor parte da Espanha... Atravessei a ponte para assistir um show de Flamenco em um Tablado, bem menos turístico.. Fui até Córdoba de trem onde fiquei um dia, cidade muito histórica, linda! É imperdível atravessar a ponte ao anoitecer para ver acidade iluminada, espetacular!
  5. 3 pontos
    Sucede que Copenhagen era o destino final do ônibus e não uma parada no caminho, falha nossa. Cheguei em Nuremberg e comemorei pelo hostel ser porta com porta com a rodoviária. No entanto, ao entrar no quarto meia noite ja me bateu a vontade de ir embora. Luzes acesas e todo mundo acordado. O quarto parecia um MANGUE. E pra piorar não tinha locker debaixo da minha cama. Eu pedi pra me mudarem de quarto, mas no outro também não tinha. Ja tava decidido a vagar pelas ruas de Nuremberg atrás de um hostel com lockers, mas fui convencido a ficar esta noite e resolver amanhã. O hostel é descolado, muito bem localizado mas sem locker é complicado
  6. 3 pontos
    Realmente foi uma decisão difícil a ser tomada, tínhamos "gastado" boas calorias na "perdida". O sol tinha dado as caras, sinalizando que, apesar de ser inverno, ele seria muito forte, o que diminui o ritmo de caminhada. Troquei idéia com minha parceira, ela assegurou que dava para fazer, então de comum acordo, decidimos que iamos fazer. Respiramos um pouco e partimos num ritmo acelerado, apesar de levarmos comida pra 2 dias e muita roupa de frio extremo, NÃO QUERÍAMOS DORMIR NA MONTANHA, pois não tínhamos barraca e nem saco de dormir, pois a previsão do tempo para aquele período era de temperaturas negativas. Obs.: é super importante esse tipo de decisão ser tomada pelo casal ou grupo, não pode ser tomada unilateralmente, pois se der algo errado as responsabilidades serão divididas. Tivemos que acelerar o ritmo na subida, o que cobrou seu preço na descida, pois chegamos cansadissimos no final (sem sombra dúvida, foi o trekking mais difícil que fizemos até hoje). Esse bate/volta mostrou que tomamos a decisão acertada de deixar ele para o final da viagem, se tivéssemos feito no início da viagem, teríamos sérios problemas. CAPÍTULO 4: Na ida, só alegria! .....Depois de virarmos à esquerda, seguimos descendo no meio de uma mata, após poucos minutos(OLHA COMO ESTÁVAMOS PERTO, mas no resumo não tinha um rio) atravessamos pequeno riacho, mais 2 minutos atravessamos riacho mais largo, e chegamos num descampado (pequeno ) e viramos à direita (panela velha) 00:50hrs - 1685msnm.(aqui na panela velha tem um caminho seguindo mais à esquerda(inclusive colocaram galhos de árvores bloqueando essa trilha), cuidado, mas o caminho à direita e mais óbvio)). Começamos a subir em lugares com pedras soltas, até mirante do lado direito 01:20hrs - 1 895msnm +- 4km Sempre subindo, sem refresco até ponto de água do lado esquerdo, antes do "Deus me livre"(aqui tem uma pequena cachoeira com água bem gelada, PARECE QUE ÉO ÚLTIMO PONTO DE ÁGUA) 01:43hrs - 2030msnm - +- 4,43km Começa subida fortes em pedras e logo a seguir entra numa área de capim alto com pedras e charco. Depois começa a parte mais forte, o famoso "Deus me livre", subimos muitas pedras até o topo: 02:55hrs - 2455msnm Depois do "Deus me livre" entramos numa região de subidas e descidas em alguns morros e, depois de uma descida chegamos num bambuzal (parece que é área de camping). Começamos a forte subida do famoso "misericórdia", até que conseguimos subir sem grandes problemas, na verdade esperava que era muito pior essas duas subidas famosas (mas estávamos mais bem preparados do que pensávamos, mas a descida...) Até topo misericordia: 04:19hrs - 2645msnm Aí pensamos : "acabaram as subidas/descidas fortes" UFA, só alegria! , mas não, ainda tinha umas rebarbas, e o ataque ao cume da pedra da Mina. Até aqui foi "até" tranquilo". Mas a descida..... Até o topo da pedra da mina (no caderno) 05:12hrs - 2760msnm - 7,85 kms (segundo um relato) Tiramos algumas fotos, curtimos excepcional visual proporcionado(serra fina, pn do Itatiaia, MUITO SHOW), mas o vento forte/frio nos expulsaram do topo, sem contar que teríamos que retornar tudo de novo.....como foi doído viu... Na ida, após um certo tempo, encontramos muita gente voltando, isso amenizava um pouco, pois parávamos um pouco para conversar e divertir, obs.: como as pessoas na montanha são divertidas e procuram ajudar uns aos outros! Obs.: como era domingo, encontramos com muita gente durante o trekking(eles voltando e nós indo), tinha muitos paulistas, mineiros, cariocas, paranaenses e um paraibano (que encontrei novamente quando fizemos o pico o Capim Amarelo uns dias depois, como esse mundo é pequeno). Continua.... Início da trilha depois das "perdidas", notem que o sol já se fazia presente Algumas valas e pedras soltas que foi complicado, principalmente na descida Aqui começa as subidas fortes depois do último ponto de água, observem que o céu não tinha nenhuma nuvem. Esse é uma parte da subida "Deus me livre", não encontramos tantas dificuldades na subida, estávamos esperando coisa muito pior...mas a descida É aí mesmo, tem que desbravar o capim alto e encarar a subida Aqui começou subida em pedras Lindo visual do topo do "Deus me livre" Te apresento a subida "misericórdia" Agora era só subir a pedra da mina, mas não é "logo ali" Outro visual estonteante. . Mais outra subida Mais outra subida, já no ataque final Ainda falta um "cadinho" que visual viu Sem comentários Pico da mina, ao fundo pn do itatiaia parte alta - Mg No topo da PEDRA DA MINA, que pode ser chamada de pica da mina Outra singela homenagem ao MOCHILEIROS.COM Mais outra foto minha, mas a alegria era muita mesmo!
  7. 3 pontos
    Voltei gente, desculpem a demora rs 2º dia (05/05) - Salar de Uyuni Chegamos em Uyuni às 04h00, estava um frio, mas um frio da peste rsrs, e já tinha pessoas de agências na rua, ao pegar as malas no ônibus, Rafael e Eu notamos uma brasileira que não estava conseguindo pegar o mochilão dela pois havia perdido o ticket de "guarda-volumes", e logo falamos 'deu ruim pra ela', então vimos uma Sra oferendo passeios, mesmo sabendo das mais conhecidas, fomos com ela, afinal, estava um frio que não era possível ficar na rua até às 06h00, ela nos levou para um lugar quente, apresentou o passeio e valores, mas não fechamos nada, então ela nos dispensou hahahaha, então vimos outra pessoa e voltamos a ir para um lugar quente hahaha Quando estavamos chegando nesse lugar, chega quem? A Brasileira que quase ficou sem a mala haha, mulher de Brasília, chamada Fran, super viajava e gente boa, e como ela mesma disse, "vive perdendo as coisas" hahahaha Ok, entramos no local, era um restaurante chamado Breakfast Noñis, que tem com parceiro a empresa Betto Tours, conversamos com a Fran sobre essa agência, ela pegou indicação e nos indicou, perguntamos o preço e decidimos fechar. Então tomamos café da manhã simples (pão, manteiga, geleia, café e chá), conversando o dia foi amanhecendo, e fomos comprar coisas para os 3 dias no Salar de Uyuni e também cambiar dinheiro, infelizmente com a correria do primeiro dia, não consegui cambiar em Sucre, e lá o câmbio era bem melhor, sem dúvidas. A cidadezinha de Uyuni é bem simples, estava tendo feira no dia, e vende diversas coisas, papel higiênico, sabonete, tudo no meio da rua mesmo rs. Comprei água, pacote de bolacha clube social e um salgado na rua, então cambiei dinheiro, voltei para o restaurante e fechei o passeio (tudo incluso, tours de 3 dias, com café da manhã, almoço, janta, dormitório e transfer para Atacama) Partimos por volta das 10h00, e paramos em um hostel para pegar 3 pessoas, uma Holandesa (Danique), e um casal de Australianos (Jamie e sua esposa (esqueci o nome)), todos super gente boa! Eu não falo taaaanto inglês assim, mas deu pra dar boas risadas com eles. Partiuuuuu Uyuni A primeira parada e muito próxima (da pra ir a pé hahaha) é o cemitério de trens, é muito legal gente, coisa simples sabe, mas pelo menos eu não vejo um trem abandonado todo dia hahahaha, tiramos umas fotos e tals, abaixo comento de onde são as fotos, pois quando vai se conhecendo algumas pessoas, acabam que tirando de seus aparelhos e passando depois, mas vou mencionar do meu celular e também da minha SJCAM. Cemitério de trem, valeu a pena!! E alí o clima já é auto astral total, geral curtindo, porra é muito bom mesmo!!! Saudade! Foto da SJCAM: Foto da SJCAM: Foto da câmera da Fran (não lembro qual é, mas é show, e a mulher era bem fotogênica haha) Então, já eram umas 12h30 quando paramos para almoçar. Comemos carne (medo de comer e passar mal, mas estava aparentemente normal rs), alpaca, salada, banana e batata. E após o almoço o Rafael me pergunta: Gosta de whisky Kamilo? Eu: Whisky? Gosto muito hahahahahahah Ele tirou uma garrafa e começamos a beber hahahaha Mas ai fica uma dica, muitas pessoas gostam de beber e tals, e como a altitude é diferente lá, é bom tomar cuidado, mas vamos nessa hahaha Dali partimos realmente para o Uyuni, e é legal por que o carro está andando, e de repente você está em uma imensidão branca, é top demais, que coisa linda, o dia estava um espetáculo, céu azul e um deserto todo branco ao redor, EU ESTAVA NO SALAR DE UYUNI Então paramos no monumento da Bolívia, acho muito bonito, tiramos uma fotos e fomos andando até onde ficam as bandeiras, também super da hora... ali eu me via vendo fotos na internet, é tão bom ter o prazer e conquista de poder admirar certas coisas de perto, fico feliz por mim mesmo, de poder sair do país, ver paisagens, conhecer aventureiros, histórias, ser feliz! Espero que todos vocês possam sentir sensações assim em suas viagens! Foto da SJCAM: Saindo de lá, andamos um caminho e paramos bem no meio do deserto para tirar as famosas fotos clássicas rs, foi uma diversão só, pulando, de ponta cabeça, com dinossauro, em cima do 4x4, a Fran tirou até de biquini hahahahahah Foto da SJCAM: Seguimos viagem para a ilha dos cactos, esse passeio tem que ser paga a parte, mas vale muito a pena, além de ver os cactos bem de perto, eles são conhecidos por crescerem 1 cm por ano, e podem ter altura de 12 mts, é só fazer uma continha rs, e quando você visita essa ilha, pode-se ter uma visão show do Salar, bonito demais. Partimos para ver o pôr do sol e fechar o passeio do dia, e meus amigos, que pôr do sol, OH MY GOD! Como havia dito antes eu estava convicto que não iria pegar o deserto alagado, mas de repente, o carro entra em uma região de água, na hora eu pedi para descer, "Eu quero descer", "Deixa eu descer" hahahahahahah Gente, é sério, ver aquele lugar espelhado é foda demais, aquelas montanhas, o sol caindo, que luz, que vibe. Foto da SJCAM: Foto do meu celular (Moto G4): Então fomos para o hostel, era um hostel de sal, haha bem diferente. Pra variar eu estava com fome rs, antes de tomar banho, jantamos, sopa, frango, salada e batata. Ai fui para o banho, e gente que banho haha, quando eu falo o título do roteiro é porque realmente sou mochileiro pobre louco hahaha, a noite já tinha chego e com ela a baixa da temperatura, e o banho estava muito, mas muito gelado meeeesmo, e o melhor, era 30segs de água quente, e 1min de água fria então pense em um banho kkkkkkk, mas é normal, nesses mochilões não podem exigir ne, estamos ali para isso, é a vida, e isso que causa graça no role e o valor das coisas. Essa noite eu dormi bem, as cobertas que eles oferecem são suficientes, no entanto acordei algumas vezes, pois é tão frio, mas tão frio que só do rosto estar descoberto, você acorda rs, mas ok, vamos nessa... Gastos do dia: Cambiei R$ 800,00 - Cotação 1,55 bols Café da manhã - 15 bols Água (galão de 6lts) - 12 bols Salgado - 3 bols Pacote de clube social - 12 bols Passeio do Uyuni - 750 bols Entrada para ver os cactos - 30 bols Pessoal, ainda hoje posto o dia seguinte!
  8. 2 pontos
    Fazer uma trip de motorhome por toda europa.
  9. 2 pontos
    Mancha de neve que cruzei 4º DIA - 26/07/19 - de algum lugar entre Tyssevassbu e Torehytten ao vale do Rio Veig Duração: 8h15 (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 1473m Menor altitude: 995m Resumo: dia fácil pois, após uma subida inicial, o restante do dia foi quase todo de descida (com uma subida bem no final para o local de acampamento). A caminhada se tornou bem mais agradável e rápida pois em lugar dos campos de pedra agora há uma trilha bem marcada no capim. Deixei o local de acampamento às 9h56 já tendo de cruzar uma mancha de neve de mais de 40m. Subi no sentido nordeste. Cruzei um riacho às 10h29 e 10 minutos depois foi a vez de encarar a travessia de dois rios consecutivos. No primeiro foi possível atravessar pelas pedras mas no segundo tive de tirar as botas (água na altura da canela). Volto a subir. No alto parei por 34 minutos para conferir os caminhos no gps. Atinjo o ponto máximo do dia (1473m) às 12h31 e 4 minutos depois avisto ainda bem longe o Refúgio Torehytten à beira de um lago. Às 12h57 surge à direita o imponente pico Hårteigen, que eu avistara na tarde do dia anterior. Em 3 minutos encontro uma cachoeira que deságua num lago abaixo à esquerda. Desvio da mancha de neve acima do lago e tento continuar por uma trilha na encosta, mas ela vai sumindo e eu resolvo voltar à cachoeira e descer pela piramba de pedras soltas para tomar a trilha que segue abaixo, ao lado do lago. Às 13h22 cruzo um riacho pelas pedras com a espetacular vista do Pico Hårteigen refletido em suas águas. Uns 9 minutos depois atravesso uma mancha de neve de uns 30m com a dificuldade de ser inclinada para baixo, com maior risco de escorregar. Às 13h43 alcanço uma bifurcação e sigo para a esquerda após pegar água no riacho ao lado. À direita se vai ao Pico Hårteigen (e depois ao Refúgio Litlos), mas não planejei subi-lo durante essa travessia, quem sabe na próxima vez. Quando pensei que já estava chegando ao Refúgio Torehytten ainda tive de fazer um desvio à direita para contornar um canal que saía do lago. Desci ao canal, cruzei pelos blocos de pedra e subi a trilha íngreme do outro lado. Cheguei finalmente ao refúgio às 14h23. Fui recebido pela guarda e seu ajudante, ambos muito simpáticos, que me informaram que em Fossli/Liseth, vilarejo que é meu destino no dia seguinte, não havia lugar para comprar comida. Isso me obrigava a comprar comida-reserva ali mesmo e a guarda permitiu que eu pagasse em dinheiro (ao contrário da mal humorada do Refúgio Tyssevassbu). Anotamos tudo no formulário da DNT. Nesse local havia um trilheiro com queimaduras de sol pelo corpo todo, parece que eles não têm noção de como o sol pode ser perigoso. Nem boné eles usam. Esse refúgio é grande, ocupa duas casas, e tem uma despensa muito variada. Paisagens grandiosas A partir do Refúgio Torehytten há dois caminhos importantes: a noroeste se vai a Kinsarvik, voltando à rodovia 13 que passa em Odda, e a nordeste se vai a Fossli/Liseth e à rodovia 7. Como eu ia para Fossli e depois continuar para o norte tomei a direção nordeste, subindo, às 15h18. Às 15h56 avisto um grande lago azulado e passo a caminhar pelo alto de sua encosta oeste. Após o lago, o rio que se origina dele faz algumas curvas e desaparece num cânion. Mais abaixo ele despenca numa grande cachoeira ocultada pelos paredões e depois se espalha por um extenso e verdejante vale cortado pela trilha. Todo esse conjunto de paisagem chama muito a atenção pela beleza e grandiosidade. Considero que foi um lugares mais bonitos de todo esse trekking. A trilha segue pelo campo bem verdinho e me aproximo da margem esquerda do rio. Às 17h43 a sinalização continua na outra margem e sou obrigado a tirar as botas novamente para atravessar (água abaixo das canelas). Às 18h14 sigo a placa de Hadlaskard (refúgio), indo para a frente (esquerda) pois à direita se vai também ao Refúgio Litlos. Me aproximo de algumas casas isoladas, mas nenhuma é refúgio da DNT. Cruzo o rio raso pelas pedras bem em frente às casas e desperto a atenção de um cachorro, que começa a latir. Continuo caminhando pelos campos de vegetação baixa e às 19h36 cruzo um riacho pelas pedras. Às 20h06 aparece um rio à direita (Rio Veig) e começam a aparecer árvores também, algo que eu não via desde o início do segundo dia. Logo surge o Refúgio Hadlaskard na outra margem do Rio Veig. Às 20h22 vou à direita na bifurcação em que a esquerda leva ao Refúgio Stavali. Cruzo a ponte sobre o largo rio e entro no refúgio para conhecer. Ali também foi possível comprar comida sem burocracia. Coloquei o dinheiro num envelope e depositei numa caixa metálica de acordo com as instruções da guarda do refúgio, que não conferiu nada. Mas não acampei ali, achei que tinha gente demais e eu queria sossego. Também queria adiantar o percurso a Fossli/Liseth e tinha bastante tempo para isso nesse dia. Deixei o Refúgio Hadlaskard às 20h45 e tomei um caminho largo diretamente para o norte, seguindo o Rio Veig pela margem direita. Às 21h10 cruzei uma ponte de tábuas (peguei água para a noite) e em 5 minutos atravessei um conjunto de casas de pedra com vegetação no telhado (devem ser casas de pastores). Dali em diante a trilha subiu bastante e retomou a direção norte. A visão para o vale do Rio Veig se alarga. Às 21h58 parei numa clareira que surgiu à direita e montei a barraca com vista para o Pico Hårteigen (3,5km após o Refúgio Hadlaskard). Altitude de 1153m. Cachoeira Vøringsfossen 5º DIA - 27/07/19 - do vale do Rio Veig a Fossli/Liseth Duração: 8h25 (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 1188m Menor altitude: 670m na rodovia 7 em Fossli/Liseth Resumo: nesse dia desci ao Refúgio Hedlo e logo subi ao ponto mais alto do dia. Em seguida desci ao vale onde fica Hjølmo e subi a colina seguinte para descer ao ponto mais baixo do dia em Fossli/Liseth. Deixei o acampamento às 9h49 e continuei no caminho para o norte, inicialmente por extensas lajes de pedra, depois voltando a caminhar pelo campo bem verde. Às 10h19, numa bifurcação, a placa aponta para o Refúgio Dyranut à direita, mas sigo para o Refúgio Hedlo, em frente. Cruzei duas pontes consecutivas e em seguida passei por casas de pedra vazias. Me aproximo novamente do Rio Veig e ele forma um bonito lago com a água escorrendo sobre lajes. Continuo seguindo o rio e às 11h18 avisto o Refúgio Hedlo às suas margens. Numa bifurcação perto do rio uma placa aponta para o Refúgio Stavali à esquerda. Cheguei ao Refúgio Hedlo às 11h35 e ele é particular (não é da DNT) e staffed (com funcionário). É uma casa grande de dois andares ao lado de altas árvores. Numa demonstração da confiança que existe entre as pessoas na Noruega havia na sala uma mesa com guloseimas e refrigerantes e ao lado uma tigelinha onde se deixa o pagamento do que for consumido. Vi um grupo de noruegueses cinquentões (como eu) parar ali para descansar e, aproveitando a habitual simpatia norueguesa, fui conversar com eles e perguntar se eles sabiam de lugar para comprar comida na vila de Fossli. Também não conheciam. Eles estavam fazendo um circuito de trilhas a partir do Refúgio Vivelid. Deixei o Refúgio Hedlo às 12h41 continuando o caminho para o norte, seguindo as placas de Liseth (vila), Hjølmo (estacionamento) e Vivelid (refúgio). A trilha atravessa um pequeno bosque e tem muitas pedras. Às 13h16 avistei mais casas num vale mas a trilha não se aproxima delas, em vez disso as contorna pela esquerda e depois sobe a colina ao fundo, onde despenca uma bonita cachoeira. Nesse contorno pela esquerda cruzo uma ponte de tábuas às 13h40 e na bifurcação vou à direita (à esquerda se vai ao Refúgio Vivelid). Em seguida subo a colina e a visão do vale para trás vai ficando cada vez mais bonita. No alto (desnível de 169m) vou à direita na bifurcação às 14h20 seguindo a placa de Liseth (à esquerda se desce a Hjølmo). Uns 100m depois da placa parei por 18 minutos e escutei sinos de ovelhas por perto, portanto cuidado com a água! Subo mais e encontro sobre uma pedra um crânio de rena com uma grande galhada. Infelizmente essa foi a única rena que eu vi em todo esse trekking. Não há nenhuma sinalização indicando, mas consultando os mapas eu vi que estava saindo dos limites do Parque Nacional Hardangervidda. Rio Veig e Refúgio Hedlo Atinjo o ponto mais alto do dia (1188m) às 15h03 e para trás (sul) ainda vejo o Pico Hårteigen no horizonte. À esquerda (norte) enxergo bem longe também a ponta de um lago (Eidfjordvatnet) e de um fiorde (Eidfjorden). Começo a descer desse platô às 15h14 em direção a um vale (com algumas casas) e avisto montanhas nevadas ao fundo e Hjølmo à esquerda. Quase no final da descida passo por uma fonte de água e depois cruzo um riacho pelas pedras. Às 16h13 vou em frente na bifurcação com placa apontando Vivelid à esquerda e cruzo o rio principal do vale por uma ponte. Do outro lado não há placa e a trilha não é tão marcada, mas fui para a direita (leste), passei próximo das casas e a trilha vai fazendo uma curva para nordeste, subindo bastante pela encosta da margem direita verdadeira de um rio. Às 18h46 avisto a vila de Fossli/Liseth e pego uma trilha à esquerda bem marcada e até com estacas, mas não foi um bom caminho. Quando percebi que estava fora do trajeto gravado no gps já tinha descido bastante e achei que os dois fossem convergir, mas não aconteceu. Esse caminho tinha solo fofo (turfeira?) e foi ficando ruim de andar, mas continuei nele para ver onde ia parar. Desci bastante. Nas bifurcações que apareceram fui à esquerda (19h33), direita (180m depois) seguindo a placa Vøringsfossen e direita (15m depois). Me aproximei das primeiras casas e às 19h46 cheguei a uma estrada de cascalho, onde desci para a direita. Às 19h57 alcancei o asfalto da rodovia 7, chegando enfim a Fossli/Liseth. Fui para a direita por 800m, entrando na estrada de asfalto à esquerda. Subi e tomei a esquerda na bifurcação, chegando ao Fossli Hotel às 20h34. À esquerda (norte) do hotel começa uma trilha secundária para o Refúgio Rembesdalsseter, meu destino no dia seguinte. Mas antes de entrar na trilha fui visitar a maior atração do lugar, a linda cachoeira Vøringsfossen, que despenca 182m do platô Hardangervidda para dentro do Cânion Måbødalen, que corre em direção ao Eidfjorden (passando pelo Lago Eidfjordvatnet). O lugar é bem turístico, com passarelas e mirantes. Fica bem em frente ao hotel e o acesso é gratuito. No hotel fui informado de que os mercados mais próximos são: Coop em Eidfjord (18km a oeste pela rodovia 7) e no Garen Camping (2km a leste também pela rodovia 7). Como não quis fazer nenhum desvio da rota, teria que comprar comida no próximo refúgio. Entrei na trilha às 21h03 e subi. Coletei água num riacho onde havia mangueira de captação e subi mais. Procurei um lugar plano para montar a barraca e encontrei um bom local uns 160m antes de uma bifurcação que vem diretamente da Hospedaria Liseth. Essa é a trilha oficial da DNT, a que eu fiz nem sinalização tem. Altitude de 852m.
  10. 2 pontos
    Laguna de los Caballeros Início: Cuevas del Valle Final: Tornavacas Duração: 11 dias Maior altitude: 2394m em Pico La Covacha Menor altitude: 611m em Jarandilla de la Vera Dificuldade: média para quem está acostumado a longas travessias com mochila cargueira. Há grandes subidas e descidas quase todos os dias, com desníveis positivos (subidas) que chegam a 995m. A Serra de Gredos se estende no sentido leste-oeste cerca de 130km a oeste de Madri e está inserida nas comunidades autônomas de Castela e Leão e Extremadura (comunidades autônomas na Espanha são mais ou menos como estados no Brasil). Ela está dividida em Maciço Oriental, Maciço Central e Maciço Ocidental. Nesse trekking eu percorri de ponta a ponta o Maciço Central, que vai de Puerto del Pico a Tornavacas. Do 1º ao 9º dia eu caminhei dentro dos limites do Parque Regional de la Sierra de Gredos. O único problema dessa caminhada foi a época escolhida. Em final de junho e início de julho o calor chega próximo dos 40ºC, o que é bastante desgastante e inapropriado para o trekking. No início de junho há o risco de ainda haver bastante neve nos picos mais altos. Creio que a melhor época seja o outono (set, out), antes das neves do final do ano. É bom lembrar que o acampamento selvagem nos parques da Espanha é proibido, mas em todo o percurso eu montei a barraca no cair da noite (ou quase), desmontei logo cedo e não deixei nenhum vestígio do meu pernoite no local. Serra de Gredos 1º DIA - 25/06/19 - de Cuevas del Valle à crista da Serra de Gredos Duração: 4h (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 1839m na crista da Serra de Gredos Menor altitude: 844m em Cuevas del Valle Resumo: nesse dia encarei a subida inicial da Serra de Gredos a partir da cidade de Cuevas del Valle, com desnível de 995m desde essa cidade à crista da serra Na Estacion Sur em Madri tomei o ônibus da empresa Samar às 11h para a cidade de Cuevas Del Valle. Desci do ônibus às 13h52 e aproveitei que havia um restaurante a poucos metros para uma última refeição decente antes de entrar na trilha. Altitude de 844m. Iniciei a caminhada às 15h05 cruzando o asfalto da N-502 e depois a cidadezinha de Cuevas del Valle no sentido norte. Como era hora da siesta, o lugar estava completamente deserto. O calor ajudava a manter as pessoas dentro de casa, longe daquele sol forte. Há uma bica de água fresca num largo logo à entrada da cidade para abastecer os cantis já que não haverá muitas fontes nesse dia. Passei à direita da Capela de Nossa Senhora das Angústias e na bifurcação seguinte tomei a direita, subindo e seguindo a sinalização da GR 293 em direção a Puerto del Pico (para mais informações sobre as trilhas GR: es.wikipedia.org/wiki/Sendero_de_Gran_Recorrido). Esse caminho é chamado de Calzada Romana. Mas logo tive de fazer a primeira parada na sombra, por 30 minutos, pois o sol estava fritando. Continuando a subida, fui à direita na bifurcação e encontrei um cocho com água corrente, mas cheio de lama ao redor. Às 16h08 cruzei a N-502 e continuei subindo pelo calçamento de pedras da Calzada Romana. Parei mais três vezes na sombra. Às 17h34 cruzei mais uma vez a N-502 e 17 minutos depois parei na última água do dia para completar todos os cantis. O caminho faz um zigue-zague e já se avista Cuevas del Valle bem abaixo. Passo pelas ruínas do Portazgo (posto de pedágio do século 13) às 18h07 e 10 minutos depois termina a Calzada Romana junto à rodovia (altitude de 1371m). Esse lugar se chama Puerto del Pico (puerto em espanhol significa passo entre montanhas) e aqui entro nos limites do Parque Regional de la Sierra de Gredos. Puerto del Pico é o limite natural entre os maciços central e oriental da Serra de Gredos. Continuo por caminho paralelo à N-502 com a extremidade oriental do Maciço Central da Serra de Gredos à minha esquerda esperando para ser "escalada". Entrei no primeiro asfalto à esquerda e caminhei apenas 70m até um portão de ferro com mata-burro ao lado. Não cruzei o portão, entrei na trilha à esquerda antes dele às 18h25. Uns 170m depois entroncou uma outra trilha vindo da esquerda e a segui até encontrar uma cerca. Acompanhei a cerca subindo para a esquerda e ao final dela a trilha desapareceu por alguns metros. Segui os totens e a reencontrei. Já estava subindo a encosta da Serra de Gredos. Do outro lado de Puerto del Pico, a leste, avisto bem marcada a trilha de ascensão ao Pico Torozo, este já pertencente ao Maciço Oriental da Serra de Gredos. A subida pareceu ter fim aos 1622m, às 19h28, mas continuou. Procurei me manter à direita para chegar logo à crista. Novamente a subida pareceu ter fim aos 1749m, às 20h19, porém só atingi mesmo a crista da Serra de Gredos às 20h43, aos 1839m. Logo surgiu um aceiro vindo da direita e o tomei para a esquerda. Em 200m cheguei a uma estrada de terra bem no alto da serra (!?) e resolvi parar às 21h17 num lugar plano, abrigado do vento e sem tantas pedrinhas para montar a barraca. A primeira impressão da Serra de Gredos foi empolgante, com ampla visão em 360º. Há muitas formações rochosas de formatos curiosos, com grandes pedras equilibradas umas sobre as outras. Dali do alto também pude contemplar um belo pôr-do-sol às 21h45. Altitude de 1814m. Serra de Gredos 2º DIA - 26/06/19 - pela crista da Serra de Gredos até o Pico Peña del Mediodía Duração: 6h35 (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 2221m em Peña del Mediodía Menor altitude: 1810m Resumo: caminhada para oeste pela crista da Serra de Gredos, porém quase não há trilha definida. Procurar o caminho (ou abrir caminho) entre as moitas de piorno foi cansativo. Do local onde acampei na crista podia avistar toda a paisagem dos vales ao norte da Serra de Gredos e a continuação da serra para oeste, meu destino nos próximos dias. Deixei o acampamento às 10h42 e voltei a caminhar pela estrada no sentido oeste, mas quando ela fez uma curva para a direita (norte) subi à esquerda sem trilha seguindo totens para me manter na crista da serra. Às 11h39 um amontoado de rochas com uma coluna no topo me chamou a atenção e subi para conferir o que havia ali. Trata-se do cume La Fría, onde foi instalado um vértice geodésico. A visão para oeste se amplia bastante. Na continuação, me deparei com um grupo de cabras montesas que imediatamente fugiu, porém um filhote ficou para trás, no alto de uma pedra, apavorado com a minha presença. Ele saiu bem na foto, rs. A encosta norte da serra nesse ponto tem várias estradas de terra e há mais em construção, o que tira todo o "clima" de montanha do lugar. Às 12h25 cruzei uma fileira de mourões sem cerca (ainda) e 32 minutos depois encontrei uma bica de água quase seca, apenas um fio escorria, mas consegui coletar mais abaixo e bebi o máximo que pude pois as fontes são muito raras nessa serra (essa foi a única água desse dia). Um marco de madeira fincado tem uma plaquinha "Senda Puerto del Arenal". Continuei às 13h55 e 190m depois cheguei a uma placa em que se lê: Puerto del Arenal - Ruta Navarredonda-Puerto del Arenal PR-AV 45 (mais informações sobre as trilhas PR em es.wikipedia.org/wiki/Peque%C3%B1o_Recorrido). Nesse ponto chega uma trilha que vem da localidade de El Arenal pela vertente sul da Serra de Gredos e que serve como rota de fuga ou início alternativo a esse trekking. Já vinha avistando El Arenal lá embaixo no vale desde o Pico La Fría. Às 16h11 outra placa: Puerto de La Cabrilla - PR-AV 44, que é outro caminho de El Arenal a Navarredonda de Gredos. A partir daqui a serra começa a se mostrar mais florida pois surgem os grandes campos de piorno, que dá flores amarelas em abundância. A dificuldade era abrir caminho entre os piornos já que não encontrava trilha definida e contínua. Às 20h05 alcanço a maior altitude do dia no Pico Peña del Mediodía, de 2221m, também com uma coluna e um vértice geodésico. A partir desse pico aparece uma trilha ininterrupta, antes só pedaços de trilhas. Continuando para oeste, 400m depois do pico desvio alguns metros à direita até um marco de granito para fotos. A partir do marco a trilha inicia uma longa descida a um outro "puerto". Desconfiei que seria difícil encontrar um lugar plano para a barraca, então procurei nas imediações do marco, onde o terreno era plano e as moitas de piorno me davam alguma proteção contra o vento. Altitude de 2211m. Cabra montesa e ao fundo os picos Almanzor e La Galana 3º DIA - 27/06/19 - do Pico Peña del Mediodía ao Refúgio Elola Duração: 8h30 (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 2262m Menor altitude: 1948m na Laguna Grande Resumo: continuação pela crista da Serra de Gredos passando por dois refúgios em ruínas e descida ao Circo de Gredos, com a Laguna Grande e o Refúgio Elola Iniciei a caminhada do dia às 9h10, passei pelo marco de granito e comecei a descer ao Puerto del Peón. A decisão de acampar lá no alto se mostrou muito acertada pois encontrei um grupo enorme de jovens bivacando cerca de 300m antes do puerto. Como é proibido montar barraca eu teria no dia anterior que caminhar bem mais e me afastar deles para poder acampar. Às 9h42 passei pela placa que indica o Puerto del Peón, local que marca uma travessia no sentido sudeste-noroeste da Serra de Gredos e que provavelmente era o roteiro daquele grupo pois não os vi mais. Na continuação para sudoeste, a trilha cai por algum tempo para a vertente norte da serra e depois obriga a subir à crista outra vez. Cruzo mais campos de piornos floridos mas em seguida chego a uma região mais árida da serra, um local praticamente só de pedras, e ali, às 11h14, me deparo com as ruínas do Refúgio Los Pelaos, todo de pedras. Há bons espaços para pernoitar protegido do vento desde que você não se impressione com as paredes prestes a desabar. O local também é rota de uma travessia no sentido norte-sul da Serra de Gredos. Uma caminhada alternativa seria subir ao Pico La Mira, de 2343m (desnível de apenas 91m desde as ruínas), mas não encarei. O mais importante: tem água. Às 12h33 prossegui na trilha para oeste e 190m após as ruínas atinjo a maior altitude do dia, 2262m (alcançarei outra altitude igual ainda nesse dia). No horizonte a oeste já avisto uma cordilheira com os picos Almanzor, La Galana e o passo Portilla del Rey, pelo qual passarei entre a Laguna Grande e as 5 Lagunas. A trilha volta a cruzar o tapete amarelo de flores e a crista continua o seu sobe-e-desce. Caminho por alguns trechos com calçamento de pedras. Às 15h05 fui à esquerda (sudoeste) numa bifurcação seguindo os totens, sem trilha definida (à direita teria descido a um estacionamento chamado La Plataforma). Campos de piorno Às 15h21 avistei a oeste o Refúgio del Rey, ainda bem distante. Desci e ao subir ao topo da colina seguinte visualizei a trilha à frente e abaixo. Desci novamente e a encontrei às 16h29. Com mais 8 minutos cheguei ao Puerto de Candeleda (com placas indicando ser a PR-AV 46), outra rota que cruza a serra de norte a sul. Parei para descansar e comer, e para meu espanto apareceu um outro louco solitário fazendo a travessia da serra com um enorme mochilão com não-sei-quantos litros de água. Conversamos um pouco e ele seguiu na frente. Às 17h22 continuei na direção oeste numa longa subida, percorrendo depois uma crista para o norte. Às 18h06 fui à direita numa bifurcação para ver de perto as ruínas do Refúgio del Rey. Ao lado fizeram um cercado com as pedras desabadas que serve como abrigo do vento para um bivaque. Perto do refúgio encontrei água quase parada mas 80m à frente (norte) havia uma ótima bica. Continuei para o norte por uma trilha larga às 18h55. Às 19h17 cheguei a uma cabeceira de vale com capim bem verde e bastante água, ao contrário da secura que vinha enfrentando até aqui. Seguindo os totens cruzei o riacho e subi por um caminho construído com pedras, passando por pequenas lagoas. Às 19h52 uma bonita visão para a esquerda (oeste) das montanhas pontiagudas próximas à Laguna Grande, meu destino nesse dia. Porém a laguna estava bem longe ainda e a descida direta para oeste não se mostrou animadora pela inclinação e ausência de trilha. O jeito foi continuar para o norte, dando uma volta bem grande, mas por trilha bem marcada e segura. Aqui atinjo também a maior altitude do dia, 2262m. Fui à esquerda na bifurcação e comecei a descer. Às 20h33 cheguei a uma bifurcação em T e continuei descendo para a esquerda. À direita se vai à Plataforma e esse é um caminho bastante usado para chegar ao Refúgio Elola. Passei por uma fonte de água e continuei no rumo sudoeste até as margens da Laguna Grande. Contornei toda sua margem leste e sul para enfim chegar ao Refúgio Elola às 21h36, quase no pôr do sol. Esse local é conhecido como Circo de Gredos. Este refúgio foi o único que encontrei guardado, ou seja, com guardas, que aliás estavam jantando e por sorte sobrou alguma janta para mim também. Dentro do refúgio deve-se usar apenas chinelos ou crocs, disponíveis em prateleiras na entrada. Há armários com chave. Os quartos são coletivos e têm beliches bem largas onde dormem muitas pessoas uma ao lado da outra, por sorte havia pouca gente e não precisei dormir espremido. A reserva costuma ser obrigatória mas pelo número pequeno de hóspedes não houve problema em não tê-la feito. O banheiro não tem vaso sanitário e sim uma peça de metal com buraco no chão, como no Nepal. Altitude de 1958m. Talvez o principal destino dos montanhistas que procuram esse refúgio seja o Pico Almanzor, o mais alto da Serra de Gredos, com 2591m.
  11. 2 pontos
    Boa tarde @[email protected]_aurelio Eu também uso essas insulinas, vou fazer um mochilão ano que vem e minha maior preocupação é com a temperatura das insulinas. Gostaria de saber como foi sua experiência quanto a isso, você teve algum problema? Estava pensando em comprar as canetas de insulina, assim eu acho que iria me ajudar.
  12. 2 pontos
    Ótimo relato! Estou indo em janeiro com uma amiga e não somos religiosos, deu uma outra vista do que fazer!
  13. 2 pontos
    @Juliana Champi @luizh91 muitíssimo obrigado aos dois. Agradeço por mim e pelos 3 a mais que irão comigo hehe.
  14. 2 pontos
    Olá Gabriel.. O correto na hora do preenchimento é usar somente o obrigatório, ou seja, nome e sobrenome (primeiro e último). Nomes do meio só servem para dar problemas rs... Só é necessário um preenchimento mais completo quando ao fim do nome existe algum segmento familiar, como por exemplo Junior, Jr, Neto, Filho, etc.. e nesse caso você insere o sobrenome composto. No seu caso específico acredito que não terá problema nenhum, porque o que você adicionou na passagem foi o nome que não é de preenchimento obrigatório, porém, para evitar problemas leve também seu passaporte brasileiro e guarde na manga. Será uma arma para o caso de algum agente consular chato entrar em seu caminho rs Abração!
  15. 2 pontos
    Em 1999, percorri o Caminho Francês de Santiago, partindo de San Jean em direção à Santiago de Compostela. Já naquela ocasião, eu ouvia falar que existiam 4 rotas sagradas do Cristianismo na Idade Média, que seriam o Caminho de Santiago, Jerusalém, Roma, e um quarto Caminho que eu nunca descobri qual era, num tempo em que a internet estava engatinhando e o acesso à informação era mais batalhada. Em 2018, decidido a refazer a peregrinação à Santiago de Compostela, comecei a investigar a respeito do Caminho do Norte, o qual fiz partindo de Irun (quase França) e percorrendo o norte da Espanha, novamente rumo à Santiago. E nessa pesquisa descobri acerca do caminho que faltava. Trata-se do Caminho Lebaniego, uma rota de peregrinação que possui seus anos jubilares desde 1512, e que tem como destino o Monastério de Santo Toríbio de Liébana, onde está depositado a Lignun Crucis, que reza a lenda, trata-se da maior parte ainda conservada da Cruz de Cristo, a qual foi confeccionada com o braço esquerdo da cruz original, e hoje é uma cruz menor acondicionada em um relicário de Ouro, prata e cristal. Esse caminho está situado no Parque Nacional Picos de Europa. Um lugar belíssimo, com várias outras trilhas e atrações aos caminhantes em busca de locais bucólicos. Porém em geral são trechos que exigem um certo preparo, pois o relevo é muito acidentado (vindo daí a beleza do local). O Caminho Lebaniego está localizado na Cantábria e é apenas uma das quatro rotas para chegar em San Toríbio. O interessante é que essas rotas podem ser conjugadas com o Caminho de Santiado, pois elas unem o Caminho do Norte ao Caminho Francês. Assim, em uma única viagem é possível fazer as duas peregrinações juntas. Em certos trechos inclusive encontramos juntas as setas amarelas (Caminho de Santiago) com as setas vermelhas (Caminho Lebaniego). O Caminho Lebaiego em si, constitue-se de 72 km, que unem San Vicente de La Barquera a Santo Toríbio de Liébana, podendo ser percorrido entre 3 a 5 dias. Eu particularmente sugiro partir de Santander, que é a cidade onde retiramos a Credencial do Peregrino, elevando assim em mais 76 km a viagem. Para quem pretende fazer o Caminho do Norte de Santiago, o trecho entre Santander e Muñorrodero já faz parte do Caminho, apenas se separando aqui no sentido sudoeste, podendo depois retornar ao Norte, ou seguir até o Francês. O Caminho Lebaniego conta com uma estrutura para os peregrinos, de albergues e rede wi-fi (que ao menos estava disponível no último ano santo). E para os amantes da culinária regional, não deixem de provar a truta e o Cocido Lebaniego.
  16. 2 pontos
    Olá Sílvio, quero te agradecer mais uma vez pelo relato e também pelo mapa que vc colocou aqui. Imagina que fazia ANOS que eu queria ir pra região e lendo o teu relato me dei conta que era tudo tão mais fácil do que eu imaginava. Estive agora em setembro em Porto Alegre visitando os parentes e aproveitei para pegar um ônibus para Tavares. Foi fenomenal! Como estava sozinha achei mais prudente ficar em pousada, encontrei uma bem pertinho do P.N Lagoa do Peixe (a 6km de onde a Talhamar chega "na faixa"). Seu mapinha foi super útil pra me situar. Deu tudo super certo e apesar de ter ficado apenas 2 noites lavei a alma caminhando pela Talhamar e depois pela beira mar até o Farol. A parte que eu mais gostei foi justamente dentro do P.N. e a quantidade de aves que se vê por ali. Recomendo a todos a visita ao Parque Nacional da Lagoa do Peixe, um paraíso entre o mar e a Lagoa dos Patos.
  17. 2 pontos
    @Niltonvrv se seu voo saindo do Brasil nao atrasar e tudo ocorrer dentro da normalidade teoricamente da tempo sim de pegar o segundo voo. Boa sorte!
  18. 2 pontos
    @gabinendes já tem companhia para essa viagem? Estou pensando em passar o Réveillon em Punta Del Este.
  19. 2 pontos
    Pow os caras tavam passando fome velho aew nao tem que buscar outras alternativas,eu nao tenho experiencias de viajar para outros paises mais sou viajante faz sete anos só que eu viajava com dinheiro agora por mais que muitos achem ridiculo e bobo eu quero experimentar a sencacao de nao ter NADA a minha meta agora e viajar a america do sul estou quase perto da argentina ja e estou me virando muito bem consigo arumar dinheiro todos os dias e comer tomar banho nao passo necessidades alguma acho que o que incomoda nas pessoas é o fato de todo esse conforto desnecessario ser muito mais privilegiado do que sua propria liberdade e vontade de conhecer o mundo......eu nao esperava que minha viagem sem NADA fosse tao incrivel se todas pessoas pudessem sentir a gratidão e alegria que sinto agora cara é muito incrivel perdi a vergonha agora sou um OFICIAL VENDEDOR DE ADESIVOS
  20. 2 pontos
    9º dia (12/05) Domingo, dia das mães, eu e minha mãe nunca tivemos problemas por passar essas datas longe um do outro, não era a primeira vez, mas mesmo assim fica aquele sentimento de querer estar perto né. Acordei às 04h00, e no Brasil eram 06h00, mandei mensagem para ela e como sempre estava de pé logo cedo, falamos um pouco, me arrumei e saí às 04h30. Andamos bastante de carro, até entrar no famoso Parque Nacional de Huascarán, paramos para tomar café, mas quem quiser pode levar seu próprio café e comer lá na parada e claro no percurso. Eu comi pão, ovo e chá. Como você viram até aqui eu ainda estou sem nenhuma mochila de ataque, então comprei 2 bananas e 500ml de água, isso para que? Para andar 14km, vão lendo... kkkkkkkkk O guia nos instruiu sobre o percurso, da parada lá em cima, e da volta, então seguimos, e todos sabemos né, trilha, tem de tudo, então era bom eu passar um protetor solar, mas nem comento mais nada, e me arrependo demais por não ter pedido para algum gringo apenas uma mão de protetor, pois já faria toda diferença... Comecei a trilha, que belas paisagens tem aquele lugar, sério gente, é incrível, minha mãezinha rsrs, durante a trilha tem sol, frio, sol de novo e mais frio, então é um tal de tira casaco, coloca casaco danado kkkkk Fotos da SJCAM Tirando que eu estava com minha humildes bananas e água na mão haha (tenso viu). Chega uma parte que são umas subidas, e sempre tem o lance da altitude mas até que foi tranquilo. Aos que querem fazer a laguna 69, devem saber da dificuldade que é andar todo esse trecho, realmente não é fácil, mas se preparem um pouco antes, pois faz diferença e vale a pena. Ao chegar no fim da trilha, hum... Sinceramente não tenho palavras para descrever, apenas vejam as fotos... Tirei algumas fotos, e depois fiquei ali sentado comi o que tinha, bebi um pouco de água e lá estava eu olhando aquela bela paisagem, e pessoal, não se preocupem tanto com fotos, parem para observar aquelas águas caindo, aquela camada imensa de gelo e tudo aquilo sabendo que você viu pela internet agora está no seu melhor retrato que são seus olhos. Antes de descer, eu passei a mão no rosto, e geeeente, e já sentia meu rosto queimado e todo seco, peguei um pouco de água e passei, mas noooossaaaaa, fui me protegendo todo na volta, que saudade do meu protetor, que saudade da minha mochila!! Voltei pela trilha, vendo a paisagem das minhas costas de início, sério que lugar show! Fiz a ida em 2:30 Volta 1:45 Cheguei no hostel umas 18h30, fui na venda comprar pão e miojo, comprei água também. E decidi ficar mais um dia em Huaraz. Pessoal, volto em breve! Novamente, obrigado por lerem e espero estar ajudando.
  21. 2 pontos
    Olá pessoas queridas, estou procurando uma companheira para planejamento de uma viagem de volta ao mundo em Um FUSCÃO 96 Itamar.. Já estou começando os preparativos pretendo ficar pelo menos 05 anos ou mais viajando e trabalhando. Durante a viagem podemos faze um Upgrade para uma Kombi. Sou músico, tecladista, pianista, compositor, produtor de vídeo, desenvolvedor web, e consultor de Marketing Digital. Maiores detalhes entre em contato.
  22. 2 pontos
    É que aqui no Sul, não sei se já conheces nosso litoral, só tem vida entre novembro / abril. O resto do ano só falta aquelas bolas de feno sendo arrastadas pelo vento. rsrsrss abraço,
  23. 1 ponto
    Terminei um namoro e me bateu uma Bad gigante mas não posso deixar de viver, então eu procuro companhias legais (LGBT) ou meninas em geral para que possamos marcar de fazer trilhar, acampar, viajar, pelo Rio de Janeiro ou pelo Brasil e quem sabe pra fora. divido meu tempo entre Int de São Paulo e Rio de Janeiro. Quem se interessar pode me chamar... gosto de aventurais e coisas ligadas à natureza.
  24. 1 ponto
    Olá amigos viageiros! Aqui vai o relato de minha visita à Chernobyl! Mais detalhes lá no: www.profissaoviageiro.com Para me seguir lá no Insta… Instagram: @profissaoviageiro Só um aviso, se apagar a luz você vai perceber que esse relato brilha no escuro!!! Visitar Chernobyl foi algo sensacional! Um passeio único com muitas experiências diferentes e histórias da União Soviética que são incríveis! O que me levou a visitar um lugar desse? Aquilo é uma amostra do que aconteceria com a Terra se do dia para a noite os humanos simplesmente fossem embora daqui. A natureza voltaria a tomar conta do que é dela, engolindo a bagunça que deixamos para trás. Impressionante ver um lugar daqueles e ouvir tantas e tantas histórias do que rolou naquele lugar. Essa visita foi feita em 23/11/2017 Esse tour só é permitido com uma agência de turismo regulamentada. Existem algumas que oferecem o passeio. Não tem tanta diferença de uma para outra e a maioria delas oferece a opção também de passar a noite dentro da zona de exclusão. Bom, vamos lá… Para quem não sabe, em 26 de Abril de 1986 o reator 4 da Usina Nuclear de Chernobyl explodiu e causou o pior acidente nuclear do mundo até hoje. O governo soviético tentou esconder o ocorrido até que outros países da Europa, como a Suécia (beeeem longe de lá), por exemplo, perceberam que algo estava bem errado. Só aí eles admitiram o acidente. Tinha muita coisa acontecendo completamente fora do controle deles. Após alguns dias eles evacuaram as cidades vizinhas à usina e posteriormente criaram 2 áreas de exclusão. Em um raio de 30km da usina inicia a primeira área de exclusão. A segunda a 10km da usina, com uma contaminação bem pior. São tantas histórias insanas que escutamos lá que nem sei se consigo reproduzir todas aqui… Mas o negócio foi bem tenso. A usina ficava a menos de 3km da cidade de Pripyat, uma cidade modelo que a União Soviética usava como exemplo de como o patético regime socialista “funcionava muito bem”. O Governo sempre levava delegações de outros países para se hospedarem lá, tentando impressionar com a estrutura da cidade. Morar em Pripyat era muito bom mesmo. Segundo a nossa guia, lá surgiu o primeiro supermercado da União Soviética inteira e era o único lugar que o governo sempre abastecia para não deixar faltar alimentos e outros itens. Inclusive isso estava causando algum desconforto para os moradores de Pripyat, pois pessoas de outras cidades da União Soviética viajavam centenas de quilômetros para fazer compras lá, o que gerava filas intermináveis nesse mercado que se alongavam pelo meio da cidade! Como em todo bom regime socialista/comunista as pessoas não tinham nada em suas cidades e preferiam isso a passar fome ou necessidade de itens básicos. O governo demorou mais de 24 horas para iniciar a evacuação de Pripyat, e só fez isso quando a radiação já estava em níveis absurdos. O governo preferiu não falar a verdade para a população. Os moradores foram informados que a evacuação era temporária e por isso alguns não levaram muito mais do que a roupa do corpo… Nunca mais voltaram para casa. Por isso que ainda se vê muitos itens pessoais nas casas do jeito que foram deixados a mais de 30 anos atrás. As histórias do que se refere ao controle do acidente, como conter as chamas do reator e isolar a radiação, são bizarras. As pessoas ainda não entendiam muito bem os efeitos da radiação. Esse trabalho foi feito por voluntários e membros do exército (que não tinham muita escolha). Impossível imaginar que algum deles saiu sem sequelas desse trabalho. As pessoas responsáveis por esse trabalho receberam o nome de Liquidadores. Diziam que a radiação era tão forte que até a cor dos olhos mudava nos trabalhadores que ficavam dentro da usina depois de algumas horas de trabalho. Máquinas chegavam a quebrar devido a exposição da radiação. Foi algo absurdo! Bom, vamos à visita… O Tour começa em Kiev logo cedo. Pegamos uma van e vamos em direção norte. O primeiro check point é para entrada na zona de exclusão do raio de 30 Km. Temos que parar, descer e sermos identificados pelos membros do exército que ficam lá. Dentro dessa parte da zona de exclusão a radiação ainda não muda muito no ar. O principal problema está no solo. Durante todo o tour não podemos apoiar nossas coisas no chão, encostar em plantas ou qualquer outra coisa. Vamos então parando em alguns vilarejos no caminho para ver o que sobrou deles. Basicamente todas as casas que eram feitas de madeira foram demolidas e enterradas. Não é possível descontaminar madeira, então o jeito foi demolir e enterrar. As de alvenaria ainda estão de pé. Existem alguns cachorros soltos dentro da zona de exclusão que são alimentados basicamente pelos turistas e trabalhadores de lá. Também existem muitos outros animais soltos, inclusive se não me engano lá é um dos poucos lugares do mundo que existem cavalos selvagens. Eu não vi nada além de cachorros e pássaros. Aqui as tábuas de madeira foram arrancadas. Aparentemente até boas tábuas de madeira não era fácil de conseguir, então elas podem ter sido tiradas para serem reutilizadas em outro lugar. Outra explicação é que as pessoas na época não colocavam seu dinheiro no banco, pois o justíssimo sistema socialista poderia confisca-lo sem grandes explicações. Então as pessoas escondiam o seu dinheiro em baixo do piso de suas casas. Como durante a evacuação muitos saíram correndo e nem levaram seus pertences, algumas pessoas voltaram paras as casas abandonadas e tentavam achar dinheiro em baixo dos pisos para roubá-lo. Paramos em umas 2 ou 3 vilas antes de chegar na cidade de Chernobyl. Lá até que está conservada, porque as pessoas que trabalham dentro da zona de exclusão usam Chernobyl como base, além do hotel que se pode passar a noite também ficar lá. Então é um visual um pouco diferente do que se vê no resto do passeio. Chernobyl até que está “arrumadinha”. A foto está péssima, mas esse é um monumento onde cada uma das vilas dentro da zona de exclusão está representada por esses círculos. Na verdade o resto do monumento está atrás de mim. Aqui estão os nomes de todos os moradores de Chernobyl que tiveram que deixar a cidade durante a evacuação. Nosso almoço foi servido aqui, no refeitório de uma “pousada”. Não se pode comer nada ao ar livre aqui. Toda a comida que é servida tem que vir de fora da zona de exclusão. Só por garantia deixei meu medidor de radiação (Contador Geiger) ligado do lado das coisas que estava comendo! Depois do almoço fomos tirar umas fotos com os uniformes e equipamentos do pessoal da nossa agência. No meu tour também estava incluído dirigir o carro deles, um Lada top de linha que um Ucraniano que estava no passeio contou que um modelo daquele na época da União Soviética tinha fila de espera de até 20 anos!!! Viva o socialismo!!!! Bom, pisaram na bola e não teve o rolê no Lada. No final do tour eu reclamei formalmente sobre isso. Mas pelo menos tirei umas fotos no carro! Bom, depois disso que começa a parte mais tensa do passeio. Entrando dentro da zona de exclusão do raio de 10Km. Mais um lugar que temos que sair do veículo e o pessoal do exército de novo confere um por um. Desse ponto para frente a radiação no ar já aumenta, e sobe muito em determinados lugares. Muito mesmo! Vamos em direção a Pripyat, fazendo algumas paradas no caminho. Esse é um lugar bem famoso, onde sempre vemos fotos sobre Chernobyl. Aqui era uma escola primária. É um dos lugares mais tristes de se visitar. Depois paramos em um lugar já pertinho de Pripyat onde conseguimos ver os reatores da usina que estavam em funcionamento e também do outro lado os 2 outros reatores que estavam sendo construídos. Essa imensa estrutura metálica é o sarcófago novinho em folha que serve para conter a radiação do reator 4. Ele foi construído para substituir o primeiro sarcófago que havia sido construído para durar 30 anos. Esse novo sarcófago foi criado para durar 100 anos e o que eles esperam é que até lá já se tenha descoberto novas formas de conter essa radiação de uma forma mais eficaz e definitiva. Com o conhecimento e tecnologia de hoje, acho que isso era o melhor que dava para fazer! Aqui dá para ver as chaminés dos outros reatores… O 1 e o 2, da direita para a esquerda, são essas chaminezinhas lado a lado com uma chaminé grande entre eles. O 3 está dentro dessa casinha e o 4 dentro do sarcófago. Aqui as obras nunca terminadas dos reatores 5 e 6. Chegamos então na entrada de Pripyat! A cidade foi inaugurada em 1970 e evacuada em 1986. Tinha aproximadamente 48.000 habitantes na época. Quando entramos na cidade é algo realmente muito louco. A guia ia mostrando as fotos de como era a cidade e nós vamos vendo como está agora… É impressionante! Esse que é o primeiro supermercado da União Soviética! Vamos entrando em diversos prédios com muito cuidado para não cair em um buraco ou o piso ceder com a gente em cima. Aqui material político dos soviéticos!!!! Imagina entrar em um lugar desses de noite!!!!!!! Esse era o ginásio de esportes da cidade! Fomos então para o famoso parque de diversões. Essa é a roda gigante que nunca foi utilizada. Sua inauguração estava marcada para alguns dias após o acidente nuclear. Hoje ela é um dos grandes símbolos de Pripyat e ninguém nunca deu uma volta nela! Essa aqui é a avenida principal da cidade… Assistimos um vídeo dentro da van de como era isso aqui antes… Não dá para acreditar que estamos no mesmo lugar! Aqui era um outro complexo esportivo. Depois disso fomos para o ponto mais próximo do reator. Ficamos a 300 metros de distância da usina que causou o maior acidente nuclear da história!!!!!! Isso é muito louco!!!! Quando saímos de lá passamos pela área mais contaminada por radiação do planeta terra: A Red Forest. Eu realmente não queria que nossa van quebrasse alí! Quando estamos chegando perto, a nossa guia sem falar nada só liga o medidor de radiação dela e fica mostrando para nós. Meio que sem entender muito todo mundo deixa o próprio medidor ligado… De repente ela começa a fazer a leitura e todos os alarmes dos nossos medidores começam a apitar… E ela vai lendo… Dois ponto três… Cinco……. Doze……… Quatorze………. Dezessete…….. Dezoito……… Vinte e dois……….. E o negócio não parava de subir… Isso tudo no meio daqueles alarmes tocando sem parar. Foi insano! Só como referência, uma radiação considerada “normal” é de 0,1 nessa unidade que nossos aparelhos mediam. Mas foi tudo muito rápido. De repente já tínhamos passado a Floresta Vermelha e tudo voltou ao normal! Pena que ela não avisou antes e preferiu fazer o mistério, se não teria filmado isso! Sério, foi bem louco! Mas foi bacana também o suspense!!!!! Isso porque estávamos dentro da van. O veículo protege muito da radiação. As diferenças que eu media de dentro para fora da van eram imensas nos lugares que descíamos. Mesmo dentro das casas o nível de radiação já caía bastante. Eu fico imaginando a radiação desse lugar, mesmo mais de 30 anos depois do acidente….. De lá partimos para a última grande parada do tour… Uma antena! Mas não era qualquer antena… Era a DUGA, ou DUGA 3! Essa anteninha foi construída com propósitos militares em um esquema ultra secreto do governo soviético. O local nem endereço tinha e na estrada que levava até o local da antena eles tentaram dar a impressão que se tratava de um local de acampamento estudantil. É como se aqueles filmes de espionagem começassem a ganhar vida! Para eles aquela história toda era muito real… Realmente se alguém descobrisse aquilo, ia ser difícil de convencer que era só uma anteninha tentando captar uma rádio de sertanejo universitário aqui no Brasil, por exemplo!!!! Olha o ponto de ônibus perto de lá com um ursinho desenhado! A entrada era só esse portão, para não chamar muito a atenção. Essa antena também ficou conhecida como o pica-pau russo, pois causava interferência de rádio em ondas curtas com um som parecido de um pica-pau por todo o hemisfério norte! Algumas teorias de conspiração achavam que eram os russos tentando entrar na mente das pessoas!!! Na verdade ela servia (ou deveria servir) para identificar lançamentos de mísseis de países inimigos a uma longa distancia, dando tempo de se prepararem para sua defesa. Aparentemente ela não funcionava muito bem, dando alarmes falsos, por exemplo, o que não deixou o pessoal de lá nada satisfeito, uma vez que o custo para construir aquilo foi algo estratosférico! Eu é que não queria ser o responsável pelo projeto em uma hora dessas !!!!! No final das contas o que eles deixaram foi uma estrutura bem bonita e imponente, ainda mais em um dia ensolarado de outono!!! Essa placa de radiação é só enfeite… O local não possui contaminação especialmente significativa! Aqui a nossa guia e o atual guardião da antena! Mesmo sendo Outono estava muito frio e já nevava bastante por lá. Após as instalações ultra secretas do governo soviético, foram só mais duas paradas rápidas…. Uma para ver algumas máquinas utilizadas no trabalho de isolamento do reator na época da explosão: E um monumento em homenagem aos liquidadores e bombeiros que foram responsáveis por todo o trabalho de combater o incêndio e conter a propagação da radiação: Depois disso só paramos nos check points para medição de radiação em nosso corpo e roupas… Eram máquinas muito velhas! Espero que estivessem funcionando bem e não deixaram eu voltar para casa com um tênis cheio de radiação! E foi isso! Foi assim meu dia em Chernobyl. Um dia cheio de experiências, histórias e aprendizado! Valeu demais o passeio!!!!!! Nota 10!!! Se alguém tiver alguma dúvida ou quiser alguma dica, é só falar! Abraço!!!!! Felipe www.profissaoviageiro.com Instagram: @profissaoviageiro Enjoy Chernobyl… … Die Later!
  25. 1 ponto
    @Fer nanda Eu topo!
  26. 1 ponto
    Se vocês estiverem viajando juntos, não tem nenhum problema.
  27. 1 ponto
    A diferença de valor é pela tecnologia usada. Quechua tem um custo beneficio muito bom.. ainda mais se for a sua primeira mochila. Vá de Quechua!
  28. 1 ponto
    Pessoal ja estou a 2 meses na estrada, quando meu dinheiro acabou que era 100 reais foi oque eu sai, passei um sufoco. Mais nada que eu nao passasse por cima, hoje consegui um acesso pelo celular de um brother que conheci . #Paz
  29. 1 ponto
    Cara o mais prudente é fazer o cambio no Brasil... até porque os Bancos que permitem saque no exterior, o limite é pequeno, paga-se taxas e corre-se o risco do cambio explodir. Além do que, como falei acima, alguns países tem legislação especifica para os meios de sobrevivência que não preveem o tal do "valor equivalente em moeda estrangeira"... o que desobriga o agente a fazer a conversão. A ideia é que você fique o menos possível refém da boa vontade do cara.
  30. 1 ponto
    Em novembro, roteiro em planejamento, data em aberto!!!
  31. 1 ponto
    Belo relato! Uma das ultimas das grandes atrações turísticas do RS, da minha lista para conhecer. Mas como falado anteriormente, o acesso difícil intimida. Os guias e empresas estão cobrando alto para a visita ao Parque, aí fica esse dilema. A missão vai sempre sendo adiada, quem sabe esse ano vai... kkk
  32. 1 ponto
    O roteiro está excelente! Acho que vale atenção em dois pontos do roteiro, que são: O primeiro é a ascensão ao Villa Rica e as Termas Geométricas no mesmo dia. As agências vendem o pacote do Villa Rica + Termas e não me recordo de alguma dessas Termas ser as geométricas! E ao contratar os passeios separados pode não dar tempo.. a experiência que tive foi voltar do Villa Rica por volta das 17:30 (chegada a Pucon) e lembro que os últimos tour para as Geométricas saiam entre 15:00 e 16:00 horas. E o segundo é fazer Valparaiso e Vinã Del Mar por conta em um único dia.. (eu fiz com agência) e achei muito corrido.. então, talvez um pernoite em alguma das cidades seja necessário para aproveitar legal. Mas você tem uma margem legal de dias offs que dá para substituir e se adequar de acordo com o mochilão.
  33. 1 ponto
    O agente sempre pode implicar com algo se ele quiser, mas se você tiver passagens de volta compradas, tiver reservas de hospedagem, passagens entre as cidades compradas, e souber explicar o que vai fazer lá, dificilmente terá problemas.
  34. 1 ponto
    Uma foto mais linda que a outra aqui! Vou postar algumas também: Marco das 3 Fronteiras - Foz Santiago - Chile
  35. 1 ponto
    Pessoalmente eu acho muito apertado para você ir para o centro de Frankfurt, mesmo o centro ser pequeno e ficar a 15 ou 20 minutos do aeroporto. Contando o tempo de desembarque, passar na imigração, ir até a estação de trem, comprar as passagens, esperar o próximo trem chegar, chegar no centro, e depois voltar ao aeroporto com no minimo 1h30 de folga, na pratica lhe sobra no máximo umas 2 horas para passear no centro, isto se o voo não atrasar na chegada... É um risco muito grande você se enrolar ou ter algum problema no deslocamento e acabar perdendo o voo para o Brasil por causa de 2 horinhas no centro de Frankfurt. Mas em todo caso, se quiser tentar a sorte no centro, pegue o trem para a estação Hauptbahnhof , de lá caminhe até a praça Römerberg, ande um pouco lá pelo centro, pare numa barraquinha que vende Bratwurst peça uma Bratwurst e uma cerveja, e depois de comer, pegue o rumo de volta a Hauptbahnhof e aeroporto.
  36. 1 ponto
    É uma boa ideia tb @casal100 O que pega é que além das milhas que eu deixo de acumular no cartão, rsrs, eu perco direito ao seguro viagem se não compro as passagens pelo cartão... Aí pra pagar o seguro viagem da na mesma que o IOF sabe? Mas pra quem não tem o benefício do seguro é uma boa! Valeu
  37. 1 ponto
    Procuro companhia para viagem em setembro ou outubro para a Alemanha. Adriana
  38. 1 ponto
    Olha, câmbio é uma coisa complicada e pode mudar a qualquer momento, ainda mais com a atual situação da Argentina. Mas quando eu estava em Ushuaia consultei uma casa de câmbio ao lado do Hotel Argentina e estava excelente. Estava 1 real para 13 pesos. Mas nada garante que ainda estará assim quando você chegar lá. Atualmente não uso mais casa de câmbio. Saco o dinheiro por Western Union.
  39. 1 ponto
    @Gaia Piá Não tenho Instagram!sou das antigas.. Mas para quem é mochileiro, será um baita aprendizado acompanhar as suas postagens. Abra um tópico aqui no Mochileiros.com sobre a sua viagem e peça ao Silnei para divulgar sua viagem e suas redes sociais, nas outras ferramentas que dispõem nosso site(Facebook, blog....). Aqui são mais de 700 mil pessoas que conhecerão vc e alavancaram suas postagens lá. E nós aqui vamos incrementar seu tópico. Ok
  40. 1 ponto
    Basicamente estes foram os gastos que antecederam a viagem. Em relação aos passeios pagos, eu basicamente faço questão de apenas um. Tive que comprar com antecedência por se esgotar muito rápido. Vou deixar uma imagem como dica, hahahaha. Custou £ 45.00 (R$ 255,90).
  41. 1 ponto
    @casal100 Junta alguém seria legal, mas sozinho também é muito bom, já fiz no meu estado e é muito louco ❤️. Obrigado pelo apoio 😍
  42. 1 ponto
    Oi, somos dois amigos (alemã e argentino) e no fevereiro 2020 vamos organizar una expedição de 3 semanas no Chile e Argentina. E um tour privado, mas podemos levar 4-6 pessoas mais. Vamos atravessar os Andes do Chile (Santiago) a Argentina a pé, descansar no Valle de Uco e logo escalar o Vulcao Maipo (5264m). Quem gostam a aventura, o desafio e las trilhas sem muitas pessoas? Interessado? Se quer saber mais, escrever-nos: [email protected] Saludos, Anna & Emil
  43. 1 ponto
  44. 1 ponto
    Cara, que história! Estou passando pela mesma situação. No começo do ano passado comecei a sentir os sintomas de depressão profunda devido a vários problemas e a mais ou menos 1 ano atras comecei a ter pensamentos suicidas. Perdi o emprego, as contas chegavam eu não sabia mais o que fazer, acabei jogando meu namoro de 4 anos no lixo, me isolei do mundo e então os pensamentos suicidas começaram a ficar ainda mais fortes. Nesse meio tempo já estudava uma maneira de sair pelo menos da cidade onde morava, pois queria uma nova vida, uma nova oportunidade de viver e me reconhecer. Comecei a pesquisar sobre mochilão pelo mundo, vi que era possível realizar isso com pouca grana e decidi que em breve vou me jogar de cabeça. Estou acabando de estudar, me organizar, comprar as coisas que preciso e tbm aproveitando para juntar uma graninha. Espero conseguir sair para conhecer o mundo o mais rápido possível. Obrigado pelo seu relato, você me inspirou ainda mais a continuar com um sonho antigo.
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    31/10/17 – Dia 3 – Roma Dia de mergulhar na Roma Antiga. De cara já começamos com o coliseu. Saindo do metrô nada te prepara para o que você vai ver, já sai em cima desse monumento majestoso da humanidade. Andar pelos seu corredores é respirar a história do centro do mundo em um determinando momento. Incrível. Com o Roma Pass já entramos direto (1ªuso do Roma Pass) e pulamos a enorme fila para quem ia comprar na hora. A sensação de estar lá é indescritível, muita história já aconteceu ali. Ficamos um bom tempo andando para lá e para cá procurando os melhores ângulos para fotos e para visualizar melhor o que era. Seguimos em direção ao Foro Romano e Palatino, que também é muito interessante e muito grande! Ficamos umas 4 horas andando ali dentro. Não tem a mesma imponência que o coliseu mas é também interessante. Além do mais, tem um local bem bacana para fazer fotos do coliseu. Saímos de lá e fomos almoçar (praticamente jantar, já, rs) no Pasta Chef, que tem massas muito boas a um preço bacana, bem em conta. À noite jantamos no La Trattoriola di Luca, que fica próximo á estação Termini. Comida muito boa e preço médio. 01/11/17 – Dia 4 – Roma Voltamos a rodar pelo centro histórico de Roma, passando pela Piazza Venezia (muito linda e bela escadaria), Panteão, Fontana di Trevi (de dia tem seu charme, e estava mais vazia), Templo di Adriano, a charmosa Piazza Navonna, visitamos uma igreja que fica na praça que não me recordo o nome. As ruelas de Roma são muito bonitas e com muitas lojinhas de souvenirs. Aproveitamos para comprar os chaveiros para a coleção (cada um custou 1 euro). Almoçamos uma massa muito ruim por 3,50 e seguimos para o Castelo de Santo Angelo (2ªuso do Roma Pass). Na maioria dos relatos vejo que a galera tira foto em frente ao Castelo mas não chega a visita-lo. Eu gostei bastante da visita, ao todo são 5 andares que vao contando sobre os usos do castelo ao longo da história e como ele foi sendo aumentado ao longo do tempo. Interessante que tem um muro que o liga diretamente ao Vaticano para seguir de via de escape do papa em caso de invasão da cidade, o que aconteceu uma vez na idade média. Além disso tem uma bela vista da cidade no terraço! Voltamos devagarinho e terminamos o dia no Monumento Vittorio Emanuelle. Vimos que tinha um museu do exército lá dentro mas não animamos. Nessa noite jantamos no Cantina e Cucina, ótimo restaurante próximo à Piazza Navona. Gostamos tanto que ainda voltamos outas 2 vezes e foi nosso restaurante preferido em Roma. Tem uma boa fila de espera mas as mocas servem um espumante pra já ir abrindo o apetite. Realmente muito bom!
  46. 1 ponto
    (As fotos tão ficando meio estranhas quando eu carrego elas pro site... não sei se é porque são muito pesadas, estão ficando meio borradas ) DIA 2 – 05/06/2017 – SEGUNDA FEIRA Meu plano para esse dia era visitar o bairro de Westminster: ver a parte externa do Parlamento, a Abadia de Westminster, andar até a National Gallery e o Buckingham Palace. Sairia do hostel e iria até o bairro de metrô e por lá faria tudo andando. E foi o que eu fiz. Como era meu primeiro dia, não tinha planejado tanta coisa para ele e queria dormir todo o necessário pra não ficar de jet lag depois, então nem coloquei o celular para despertar. Acordei naturalmente, vulgo por causa do barulho das minhas companheiras de quarto, as 10:00. Só me arrumei e já sai. Não tomei café no hostel, primeiro porque não estava com fome, segundo que não tenho hábito de comer de manhã e terceiro que estava com o estomago meio nauseado ainda. Peguei a linha Jubilee direto até Westminster. Já na saída do metrô, você sobe a escadinha e já dá de cara com a linda, a única, a fofa... Elizabeth Tower! <3 Ou, mais – erroneamente – conhecida, como Big Ben! O tempo estava meio estranho, com um chuvisco que começava e parava, bem fininho, então não chegava a incomodar, mas, ao mesmo tempo, molhava os meus óculos e a lente da câmera, o que atrapalhava um pouco. Ali eu andei sem rumo, ia e voltava, tentava achar um ângulo legal pra tirar as fotos, atravessei a ponte, cheguei até a London Eye e voltei – pretendia ir naquele dia, mas como o tempo tava feio acabei deixando quieto. Devo ter ficado uma hora por ali, observando a cidade, o rio, tirando fotos, enfim. Por ali é tudo lindo... muita gente se decepciona com o tamanho da Torre, mas gente, é proporcional ao tamanho do parlamento. Acho que essas pessoas devem ir esperando uma Torre Eiffel da vida, porque de verdade, ela é linda e é do tamanho certo <3 Perto do meio dia, segui pra a Abadia de Westminster, eu já tinha comprado o ingresso online, pelo site da Visit Britain e tinha custado £ 20.00. Esse ingresso era válido por um ano da data da compra. Hora que eu cheguei na praça que tem em frente a Abadia, o Big Ben tocou para anunciar as 12 horas. Aaaah, nem querditei! Que lindeza ouvir esse sino histórico bater doze vezes! Quando cheguei na área externa da Abadia – onde fica o lugar de comprar ingressos e a entrada – a fila estava bem grande, mas, assim como ouvi várias pessoas dizendo, fiquei “positivamente surpresa” com o tamanho da fila, porque achei que estaria maior por já ser junho. Perguntei para uma funcionária onde eu ia para trocar meu e-mail da compra pelo ticket, e ela disse que era na entrada da própria Abadia, então já fui para fila de acesso ao passeio mesmo. Demorou menos de 5 minutos para eu entrar, a fila andava super rapidinho. Assim que você entra já tem uma mesa onde ficam os funcionários fazendo a troca dos bilhetes eletrônicos pelo ingresso. Troquei o meu, peguei o áudio guia, que é incluído no valor, e comecei o passeio. Dentro da Abadia de Westminster não é permitido tirar fotos, então todas as maravilhas que eu vi lá dentro – do que eu chamo agora de Cemitério Mais Foda do Mundo – ficaram só na memória. Logo na entrada já tem umas estátuas enormes, gigantescas, maciças... que te fazem perceber como a gente é pequeno haha O teto dela é muito alto e lindo. Aliás, toda a arquitetura dela é linda! Lembro de ter ficado de boca aberta a cada esquina que eu virava dentro da igreja – porque sim, ela é tão enorme que tem esquinas! Conforme você vai avançando, o áudio guia vai te contando toda a história da Igreja, desde a sua fundação por Edward, o Confessor lá em 1050, a consagração daquele solo em 1065, a reconstrução da Abadia em maiores proporções por Henry III e seu filho Edward I (que inclusive foi nomeado em homenagem ao rei fundador da abadia, que foi canonizado em 1161), a história de todos os que lá estão enterrados (Henry VII, vencedor da Guerra das Rosas, Elizabeth de York, sua esposa e filha do rei Edward IV e mãe de Henry VIII, Elizabeth I, Mary, Rainha dos Escoceses e seu filho James VI da Escócia e I da Inglaterra, os próprios Edward, o Confessor, Henrique III e Edward I, entre vários outros). Pra quem é historimaníaco igual eu, e se perguntar porque Edward I foi o primeiro, sendo que Edward, o Confessor veio antes dele, a resposta é que Edward, o Confessor foi um rei saxão, enquanto Edward I foi um rei inglês, e todos os nomes que vieram antes da conquista de William I (Guilherme I, em português), em 1066, foram desconsiderados para efeito de nomenclatura futura. #NERDEEI Tem tantos túmulos lá dentro que é mais um cemitério que uma igreja, é um mausoléu real. O último rei a ser enterrado lá foi em 1760, desde então a maioria dos monarcas foi enterrado na Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor. Pra quem lembra do casamento de William e Kate, que foi em Westminster, o tapete vermelho estendido para a entrada da noiva só chegou até o altar, que fica bem embaixo do centro da “cruz” (considerando o formato da Igreja, que foi construída em formato de cruz). Dali pra trás é onde fica a parte história mais antiga, e mais importante, na minha opinião. Pra trás do altar é onde se localizam todos os túmulos reais, as capelas construídas pelos reis e vários memoriais erguidos em homenagem as famílias nobres mais importantes da história inglesa. Nesse altar também é onde são realizadas as coroações. Todos os reis ingleses desde a conquista em 1066 foram coroados na Abadia de Westminster, e, desde 1308, se usa a cadeira/trono construído por Edward I, para abrigar a Pedra do Destino (Stone of Destiny) – roubada dos escoceses – que ficou em posse dos ingleses de 1308 até 1996, quando a Rainha Elizabeth II autorizou o retorno da Pedra para a Escócia (mas a pedra será trazida para seu lugar na cadeira em futuras coroações). Hoje a pedra está em exposição, junto com as joias da coroa escocesa, no Castelo de Edimburgo. A cadeira da coroação também está em exposição, na própria Abadia de Westminster, atrás de um vidro a prova de balas de muitos centímetros de largura, a uma distância de uns 5 metros haha Enfim, a Abadia é enorme, tem muita coisa pra ver dentro dela, mas, por incrível que pareça, não leva tanto tempo pra se ver tudo. Como eu disse, pelo horário que entrei, devia ser mais ou menos 12:30, e quando sai, depois de ter andado pra caramba e achar que tinha gasto a tarde toda, eram 15:00. E, acreditem, eu sou bem devagar nesses passeios, andava com calma, ia observando tudo, ouvia todos os áudios pelos quais eu passava – alguns duas vezes, porque percebia que tinha ouvido no lugar errado... É um passeio que super vale a pena, mesmo pra quem não é doido por história. A própria arquitetura e ambience do lugar é incrível, e pra qualquer turista que não seja tão devagar quanto eu, o passeio não deve levar mais de duas horas xD. Quando sai da Abadia, fiquei um tempo sentada na praça que fica em frente, pra tirar umas fotos, aproveitar o sol que apareceu e dar uma descansada nas pernas... a gente fica distraído com tudo ao redor e não percebe a quanto tempo está em pé. Depois segui a avenida Whitehall até a Trafalgar Square, fui tirando fotos pelo caminho, vendo várias estátuas e monumentos que ficam na avenida, percebendo como as pessoas estavam todas andando do lado de dentro de umas divisões de segurança que existem no meio da calçada. Em nenhum momento me senti insegura em Londres, mas não deixava de ser cuidadosa, assim como os próprios londrinos. Quando comecei a ver a Trafalgar Square, percebi que provavelmente ia demorar por lá, porque pretendia entrar na National Gallery, então deveria comer primeiro embora não tivesse com fome... Fiz o que todo mundo diz pra não fazer hahaha Passei na frente de um pub da rede Wetherspoon, bem ali na Parliament Street mesmo, The Lord Moon of the Mall, e como achei o preço do menu que estava na porta ‘aceitável’ pra localização, foi ali mesmo que eu parei. Um hambúrguer duplo com fritas e duas limonadas saíram £ 11.00. Estava bom? Beeem mais ou menos. Sustentou? Só dei conta de comer metade, o restante ficou no prato. Só comi todas as batatas. Caiu como uma pedra, e decidi que não ia mais comer por comer, se não estivesse com fome. Quando cheguei na frente da National Gallery... a bateria da minha câmera acabou Fiquei tão puta, porque a bateria tava cheia, de repente caiu para dois e para um, e então ficou vermelha piscando e desligou! Então me restou meu celular, que tem uma câmera decente mas não é nenhum iPhone 6s Plus ou Samsung Galaxy S200 haha A National Gallery fechava ás 18h, então aproveitei para entrar e mergulhar em um pouco de cultura. No momento que eu entrei naquele prédio lindo sem minha câmera funcionando, eu já sabia que retornaria, então acabei fazendo um passeio mais superficial... Só entrei e fui andando, sem saber muito onde ficava o quê. Ao acaso, acabei achando a peça que, eu acho, é uma das mais famosa da coleção deles, Madonna nas Rochas, de Da Vinci. É realmente linda, e, o que eu mais gostei nesse museu é que a iluminação ajuda muito a valorizar a obra... Achei o museu inteiro encantador e se tornou meu museu preferido de Londres! Vou entrar em mais detalhes sobre ele quando chegar na minha segunda visita, que tenho mais fotos para ilustrar e fiz o passeio mais direitinho rs Sai da Galeria quando anunciaram nos altos falantes que eles fechariam em 10 minutos, então fui mais uma da boiada indo em direção a saída. A visão assim que você sai, de cima da Trafalgar Square é linda <3 (se as fotos da câmera tão saindo embaçadas, as do celular então tão parecendo que foram tiradas debaixo d'água) Achei um canto nas escadarias que não estava muito cheio e fiquei por ali, observando e absorvendo aquele lugar. Depois decidi seguir com meu planejamento, apesar de já estar cansada, e ir andando até o Buckingham Palace pela avenida The Mall. Ela é bem bonita, uma avenida larga com árvores do começo até o fim em ambos os lados – do lado de baixo temos o St. James Park, e do lado de cima alguns prédios oficiais e a Clarence House, morada do Príncipe Charles – e, ao fim, o famosíssimo Buckingham Palace, morada da rainha da coisa toda! Cheguei no palácio, estava bem vazio ao redor, tinha começado a chuviscar e tava um vento geladíssimo (eu, desacostumada e esquecida, não passei protetor labial, no dia seguinte meus lábios tavam sangrando de tão rachados!), tirei umas fotos, andei em volta do monumento a Rainha Vitória, cheguei até os portões do palácio, observei toda aquela opulência. Então a chuva apertou, daí decidi que era suficiente por um dia... já deviam ser umas 19h30. Segui por uma rua lateral do palácio, no mapa ela está identificada só como A3214, queria encontrar uma estação de metrô ou ponto de ônibus. Andei mais um pouco e finalmente encontrei um ponto, li as linhas que passavam ali e não lembro exatamente pra onde elas iam, mas se não me engano tinha uma linha que ia até Westminster, e de lá eu podia pegar o metrô direto pra minha estação. Parei uns 3 ônibus e todos eles estavam “recolhendo” e indo para a Victoria Coach Station, que eu imagino ser o equivalente ao Terminal Central deles. Finalmente desisti de ficar parando ônibus ali e terminei de andar até a esquina, no que eu olhei pro lado esquerdo na Victoria Street... ali estava a Victoria Station Quem não conhece o lugar onde está passa por essas! Haha Nessa hora a bateria do meu celular já tinha acabado, então não consegui usar o GPS pra me localizar. Como essa estação é enorme! E muito linda também... fui até as plataformas de metrô, peguei uma linha que baldeasse na Jubilee e fui pro hostel. Quando cheguei, ainda estava estufada do lanche, então só tomei água e comi o chocolate que havia comprado no dia anterior. Depois disso, banho e cama. GASTOS: Tickets £ 20.00 (Abadia de Westsminter) Alimentação £ 11.00 (Pub ‘The Lord Moon of the Mall’)
  47. 1 ponto
    Amigos, como já dividi com vocês, estou montando o meu roteiro. Posso pedir ajuda? Fiz um dia e gostaria de saber se estou no caminho certo. Se as coisas que eu tenho programado serão possíveis de fazer. Aceito qualquer critica e sugestão! Mesmo!!! Muito obrigada, desde já. Dia 14 de Outubro 09h00 ACORDAR – CAFÉ DA MANHÃ 10H00 SAÍDA DO HOTEL PARA O PRIMEIRO DESTINO 10H30 JARDIM E PALÁCIO DE LUXEMBURGO 13H00 PAUSA PARA ALMOÇO E DESCANSO NOS JARDINS DO PALÁCIO.. RECOMENDARAM TOMARMOS UM VINHO!!! 14H30 ATÉ 17H00 PONTE DAS ARTES (CADEADOS, LEVAR O NOSSO!!) + ARCO DO TRIUNFO + CHAMPS ELUSÉES + BASÍLICA DO SACRÉ COEUR + TORRE EIFFEL 18h00 TORRE EIFFEL – PASSEIO DE BARCO (Ponto de partida 19H30 FOTOS NOTURNAS NA TORRE. PAUSA PARA UM BARZINHO? 23H00 SONINHO... BOA NOITE!
  48. 1 ponto
    Olá amigos, sempre peguei várias contribuições por aqui, e me ajudaram muito em viagens por aí, resolvi contribuir agora. Estou a trabalho no Haiti e neste meio tempo, em alguns dias de folga, pude viajar para a Republica Dominicana, já que é muito caro retornar ao Brasil, e são apenas poucos dias por mês. Haiti A situação neste país é crítica, definitivamente não recomendo que você venha para cá a passeio ainda. O país é muito pobre, o mais das Américas. Abalado pelo terremoto de 2010. Está sob intervenção de tropas da ONU. A capital Port Au Prince é muito desorganizada, com um transito infernal, bairros violentos, e sem qualquer infra-estrutura. Exceto que você seja aqueles mochileiros malucos, que querem visitar todos os países do mundo. 80% da capital ainda não possui sequer saneamento básico. Há porém, lugares bonitos aqui sim. O litoral é banhado pelo mar do Caribe e Antilhas, muitas belas praias. Há uma cidade chamada Cap Haitien que possui alguns resorts, geralmente acessados por Cruzeiros. Voce pode chegar até lá saindo aqui da capital num voô da Tortug Air (USS 80,00). A capital Port Au Prince não possui táxis regularesl. Somente moto-taxi (sem capacetes, obvio) e carros particulares de "taxis" não credenciados. É dificil circular aqui. É interessante que você tenha um guia. Se deseja mesmo conhecer a Capital, 2 dias seriam suficiente. Próximo a capital há resorts, o litoral é muito bonito, como na Rep Dom. Pude conhecer o Kaliko Beach Club e Indigo Club, praias fechadas. Costumam servir exclusivamente estrangeiros que por algum motivo têm de trabalhar aqui (como o pessoal da ONU por exemplo). ãã2::'> Para chegar a Port Au Prince, você pode sair de Santo Domingo de ônibus, a viagem dura cerca de 08h a 10h. A empresa se chama Capital Coach Line, com saídas diárias as 08h e as 10h. O ônibus deixa você no terminal ao lado da Embaixada Norte Americana, ou noutro "terminal" no bairro "nobre" de Pettion Ville, onde há alguns hotéis razoáveis. Curtindo um mar do Caribe. Só que não. Santo Domingo É a capital da Rep Dom. Com 2 milhoes de habitantes. Nos lembra muito o Rio de Janeiro misturado com São Luís. Foi a antiga capital do "mundo novo" descoberto por Colombo. O ideal é passar 2 a 3 dias apenas por aqui. Não há praias, é banhado apenas pelo litoral com pedras. Você pode conhecer a Zona Colonial por exemplo, em apenas 1 dia, caminhando. Há construções antigas, fortes, igrejas, etc. Para quem gosta de História, um prato cheio. Há ainda de interessante na capital o Acuario Nacional e o Parque Dos Ojos, cujo é mais fácil acessar de táxi. Dois lugares interessantes para se visitar. Os táxis não possuem taximetro, muitas vezes nem estáo identificados como táxi. Combine sempre antes o preço da corrida. A vida noturna é pouco agitada. Na Zona Colonial é relativamente seguro caminhar a noite. Melhor se for em grupo. Há uns poucos restaurantes, pizzarias. Há um bar com DJ chamado Onno`s. Único lugar agitado que eu vi. O Hard Rock Café localizado lá, não apresentou movimento. Me disseram que o bom é de sábado. Não pude conferir. As boates de fato, e agitos ficam na Avenida Venezuela, também não tive tempo de conferir. Forte de Santo Domingo. Calçadão da Zona Colonial Hospedagem: Fiquei hospedado no hostel Bettys Guest House, muito bem recomendado no Hostelworld.com, porém não curti muito o local. Um sobrado na zona colonial que foi transformado em hostel, apenas o segundo andar, onde fica "tudão" num cômodo. As camas, o fogão, a geladeira, imagine. USS 18,00. Não curti. Numa outra oportunidade fiquei no Hostel Casa Grande, esse sim com jeito de hostel, com 3 andares, porem poucos hospedes. Fica também na Zona Colonial, ao lado do calçadão. USS 15,00. Seguindo para Punta Cana: destino mor dos turistas aqui, você deve pegar o Ônibus da Empresa Bávaro Express. No site estão os horários. O preço são RDS 400,00 (USS 10,00). Não vendem a passagem antecipado, portanto chegue pelo menos 1h antes do horário desejado. O ônibus não sai da rodoviária, e sim do escritório da própria empresa. Solicite ao taxista ir até até. Um táxi da Zona Colonial até o ponto da saída custou RDS 300,00. O ônibus para no Aeroporto Internacional de Punta Cana (PUJ) e depois segue parando defronte os principais resorts, até o ponto final. Certifique-se onde você deseja descer, e peça informações. Os pontos são "no meio do nada" e costuma ser dificil conseguir um táxi na rua. Há porem muitos moto-táxi. O pessoal é mau-encarado, mas você que é normal usarem esses moto-taxi aqui. Você muitos gringos na garupa de motos. As corridas costumam ser RDS 100,00. Há uma espécie de mini-onibus que circula nas principais avenidas, sempre cheio, e o preço é RDS 150,00. Hospedagem: Punta Cana é conhecido pelos resorts all inclusive. Há vários por lá, praia principal das russas (ah, as russas, lindas! ), canadenses e norte americanos. Muitos brasileiros também. Dependendo a época do ano, você pode conseguir um bom preço num desses resorts. Vale a pena! O hostel por lá custa USS 22,00. Em dezembro conseguimos um resort por USS 54,00 a diaria por pessoa, do quarto triplo. Nos resorts all inclusive, a comida e bebida são liberadas 24h, há shows, boate, bar na praia, na priscina, cadeiras de praia, enfim, você não gastará mais nada. Vale a pena dependendo a época do ano. Considerando que no Hostel voce tem que comprar comida, bebida, e pagar para curtir algo a noite. Faça as contas. Ifa Vilas Bavaro: o que apresentou melhor custo beneficio. Resort 4 estrelas, boate bacana, piscinas, shows noturnos, restaurantes temáticos a la carte, buffet, os quartos eram modestos, mas quem se importa. Confortáveis. Foi lá que paguei USS 54,00. Alguns grupos de brasileiros por la. Mar do Caribe, sem igual. Occidental Grand Punta Cana: Resort 5 estrelas, bem compacto tambem, com as piscinas, praia e restaurantes proximos. Os show a noite lá eram otimos. Os quartos muito bons. Não vi nenhum brasileiro por lá exceto eu. Há uma boate anexo de entrada free, porem bebidas a parte. O agito fica no saguao do hall de entrada, onde costuma ficar um DJ, e é ao lado dos bares free. Em janeiro paguei USS 110,00 a diária lá, quarto sozinho. Occidental Bávaro Princess: quase ao lado do Occidental, 5 estrelas. Ganhei uma diária lá grátis. Costuma ser mais caro que o Occidental É um resort enorme, é cansativo andar por lá, e você se perde. Andava com um mapa no bolso. Alguns carrinhos de golf passam pelas estradinhas, mas pode demorar. Porem a comida é muito boa nos restaurantes a la carte e nos tematicos. Mais recomendado para casais este aqui, Quarto enorme, com direito a banheira de hidromassagem. Bar na piscina e tudo mais. Bavaro Princess Bavaro Hostel: voltando nossas origens de mochileiro, fiquei num albergue la. Quarto compartilhado USS 22,00. Fica na praia de Bavaro. Voce tem que achar uma fresta entre os diversos resorts, para ter acesso a praia. Mas fica 2 quarteiroes de lá. Nada de mais, fica no quarto andar de um predio, há 3 quartos compartilhados, 2 banheiros e cozinha coletiva. Praia de Bavaro. Isla Saona: é um passeio que vale a pena, você pode contratar por diversas agencias. Cerca de USS 80,00. É a ilha onde foi filmado o filme lagoa azul, piratas do caribe. Os barcos saem pela manha, com open bar, e almoço. Na volta, se der sorte, você poderá voltar com os golfinhos ao lado do barco. Juan Dolio e Boca Chica São as primeiras cidades com praia, próximo a Santo Domingo. Possuem belas praias, mas são mais conhecidas pelo turismo sexual. Fiquei 1 noite no Resort Coral Costa Caribe. Muito barato por sinal, porém era uma Vila Mimosa (RJ) ou Rua Augusta (SP) ou Fuso Horário (RN) com open bar. Não recomendo. Para voltar a Santo Domingo, pegue o mesmo ônibus, Bavaro Express, vá até o Cruce de Friusa (o terminal fica ali bem escondido, tem que perguntar). Chegue com antecedëncia, o ônibus para proximo ao Aeroporto de Las Americas em Santo Domingo. Mais duvidas só perguntar ai. Valeu. USS 1 = 42 RDS em média. Ambos são facilmente aceitos em qualquer lugar. Procure sacar no Banco Popular que não cobra taxa de saque. Mulheres viajando sozinhas, cuidado. Aqui você vê muitas gringas que vêm pelo turismo sexual também. Se os dominicanos lhe insinuarem algo, diga que seus maridos ficaram no hotel dormindo. O país é muito machista também. Há um agente de turismo na Rep Dom, que presta serviços aqui para os militares há alguns anos já. Ele consegue bons preços nos resorts de Punta Cana ou Hoteis de Santo Domingo. Boa parte do pessoal compra os pacotes aqui com ele. Senhor Efrain Beras ([email protected]) solicite a ele um orçamento, diga que é do Exército Brasileiro. Ele também agencia transportes (do aeroporto em SDQ para Punta Cana por ex, etc). Viajei uma vez por um pacote agendado por ele. Sem problemas. Peguei o voucher da reserva no escritório dele em Santo Domingo e só paguei na volta.
  49. 1 ponto
    Fala, galera! Tomei vergonha na cara de escrever o relato do mochilão que fiz com meu namorado em janeiro só agora haha.. é que tá corrida a vida! Enfim... Decidimos começar a vida de mochileiros visitando o Peru, e queríamos fazer o caminho via terrestre, por isso, depois de pesquisar um pouco, acabamos fazendo um roteiro bem típico de quem vai pro Peru cruzando a Bolívia, pelo famoso "trem da morte" (que na verdade, é um trem deboissima)... Fomos em janeiro e a viagem toda durou 20 dias. Nosso roteiro foi assim: Jundiaí -> SP* -> Campo Grande* -> Corumbá* -> Puerto Quijarro* -> Santa Cruz* -> La Paz -> Arequipa -> Cusco -> Copacabana -> La Paz, etc. (mesmo caminho p/ volta) *As cidades com asterisco são as que só fomos de passagem. 06/01/15 - Jundiaí -> SP (R$ 13 cada) Saímos daqui de Jundiaí às 21:30hs no dia 06/01 p/ SP. Tínhamos a passagem já comprada às 23h30hs para Campo Grande mas acabamos perdendo porque fomos p/ o terminal errado (o ônibus saia da Barra Funda e ficamos esperando no Tietê) haha depois de uma crise de nervoso pela viagem já ter começado errado, acabamos rindo da situação e tivemos nossa primeira noite dormida em uma rodoviária haha 07/01/15 - SP -> Puerto Quijarro (R$ 187 cada) Depois da noite dormida na Barra Funda, tentamos trocar a passagem que perdemos do dia anterior mas acabamos encontrando outra companhia (a Andorinha) que tinha um ônibus direto p/ Puerto Quijarro. O ônibus só saia às 17h, então passamos o dia de boas em SP. Às 18h, depois de muita bagunça no embarque, iniciamos o percurso de muuuitas horas dentro de um ônibus não muito espaçoso e confortável. Mas estavámos enfim iniciando nosso Mochilão :3 08/01/15 - Fronteira Brasil-Bolívia Chegamos em Puerto Quijarro no dia 08/01 por volta de meio dia, e já aviso quem tiver indo pela primeira vez: VÁ COM TEMPO. O lado do Brasil funciona rápido, pegamos o carimbo de saída, atravessamos a pontezinha e fomos p/ o lado da Bolívia. Ficamos + de 4 horas na fila e por muito pouco não perdemos o dia (fomos quase os últimos a entrar). Todo esse trabalho p/ ficar 2 minutinhos dentro da sala p/ pegar o carimbo. Ah, como íamos comprar a passagem para o trem mas a fila tava gigantesca, fizemos assim: eu fiquei na fila enquanto meu namorado foi de táxi (o que não falta na Bolívia e no Peru é taxi, acreditem!) na estação que fica bem pertinho dali para já comprar as passagens. No nosso caso, era uma quinta-feira, então perdemos porque nesse dia da semana só tem trem de manhã. Daí compramos a passagem para o dia seguinte às 16h. Também trocamos alguns dólares por bolivianos (na fronteira tem muuuito cambista). Depois de sair da fronteira, quase 18h, demos um passeiozinho por Puerto Quijarro, que não tem muita coisa, comemos um pouco em um restaurantezinho na Avenida principal e fomos para o hotel (caríssimo - 170 Bs). 09/01/15 - Puerto Quijarro -> Santa Cruz (Bs 235 cada) No dia seguinte acordamos tarde, fizemos o check-out no hotel e fomos almoçar. Não lembro o nome do lugar, mas a bisteca tava deliciosíssima e o ar condicionado também (em Puerto Quijarro, assim como em Corumbá, faz um calor infernal, acreditem, é muito muito quente)... Daí pegamos um táxi p/ já ir para a estação. É bem perto da entrada de Puerto Quijarro, uns 20 minutinhos andando, mas com o calor que estava não encaramos e fomos de táxi. Os táxis são baratinhos, acho que fomos por uns 10 Bs. Chegamos na estação e ficamos enrolando até a hora da partida. O tal trem da morte é super confortável e de morte não tem nada haha. Foi uma viagem tranquilissima, e, pessoalmente, foi um dos percursos que achei mais bonitos... 10/01/15 - Santa Cruz -> La Paz (Bs 200 cada) Chegamos em Santa Cruz bem cedo e já foi ruim desde o início. O terminal de Santa Cruz é um inferno de tanta gente, e a cidade em geral cheira bastante mal hahaha. Fiquei com uma primeira impressão péssima de lá. Compramos a passagem p/ La Paz por 200 Bs, mas o onibus só partia às 16h30hs. Tentamos fazer alguma coisa por lá mas foi só frustração e cansaço.. haha (mas tomei uma das melhores saladas de fruta da minha vida). Enfim, 16h30 horas, com uns 45 min de atraso p/ não perder o costume, embarcamos para La Paz... Os buses de três filas são mais confortáveis impossível... As viagens eram sempre muuito gostosas.. Subindo p/ La Paz já começamos a sentir frio. Quando fizemos uma parada p/ tomar café quase congelei lá fora haha. Ah, não peçam chocolate quente porque eles dissolvem o achocolatado na água e é horrível.. 11/01/15 - La Paz Chegamos em La Paz por volta das 13h... Fomos à procura de um hotel e já saindo da rodoviária toda a tristeza de Santa Cruz ficou p/ trás haha.. La Paz é muuito bonitinha e legal... Ficamos num hotel carinho, 160 Bs pela suíte.. Fomos comer um pollo e comprar folhinhas de coca porque no dia seguinte íamos subir a Chacaltaya. Também fomos andar de Teleférico, que funciona até bem tarde (acho que fomos por volta das 22-23hs) e foi uma noite muito feliz (: 12/01/15 - Chacaltaya | La Paz -> Arequipa No dia 12 acordamos cedo e fomos p/ Chacaltaya. Tínhamos fechado o passeio no dia anterior numa agência por, se eu não me engano, 100 Bs.. O ônibus nos pegou na porta do hotel, passamos na farmácia comprar remédios p/ o soroche, e fomos p/ a montanha :B Foi a primeira vez que eu vi neve na minha vida, e acho que foi um dos dias mais legais da viagem.. O ônibus nos leva até cerca de 5.000m de altura, e passa em estradinhas super estreitas com precipícios dos lados mas, tirando o medo de morrer, a subida foi bem legal. Depois que o ônibus nos deixa, temos que subir mais uns 1.000m a pé, e a altura pega bastante.. A gente dava 3 passos e tinha que parar p/ descansar um pouco.. Mas compensa! Só não foi melhor porque quando chegamos lá em cima tava nevando muito e não dava pra ver quase nada haha mas foi demais! Voltamos para La Paz por volta das 15h, tomamos um banho rapidinho e fomos correndo para o terminal, porque nosso ônibus p/ Arequipa saía 16h.. Acabei perdendo a passagem desse percurso, mas se eu não me engano foi por volta de uns 120 - 130 Bs. 13/01/15 - Arequipa A viagem de La Paz p/ Arequipa foi a mais desconfortável pra mim, não que o ônibus não fosse bom, mas é que à noite fez um frio do caramba... Quase não dormi e quando descemos do ônibus p/ fazer a migração, quase morri congelada haha.. Chegamos em Arequipa no outro dia bem cedinho, acho que era por volta de 5h.. Tomamos café na rodoviária e pegamos um taxi até a Plaza das Armas.. (os táxis no Peru são ainda mais baratos, chegamos a pegar trechos em que pagamos 4 soles) Gente, não tenho como descrever o quanto Arequipa é linda.. Foi a cidade que ficou no meu coração. A Plaza é a coisinha mais linda do mundo, os vulcões ao fundo são incríveis, as vielinhas são super românticas, as pessoas são super simpáticas e acolhedoras, e a comida era uma delícia.. Foi tudo incrível! Depois que demos uma voltinha pelo centro, fechamos um tour pela cidade por 50 soles nós dois.. Foi um tour de mais ou menos 3 horas de duração, com uma guia legal e passando por pontos bem legais também, vale a pena! Nós pretendíamos só passar por Arequipa e já pegar o ônibus p/ Cusco no dia 13 mesmo, mas gostamos tanto de lá que fomos até a rodoviária, trocamos nossa passagem para o dia seguinte e passamos a noite em Arequipa.. fechamos o passeio pelo Cânyon del Colca p/ o dia seguinte e ficamos num hotel super limpo e confortável (o Inka Roots, pertinho da Plaza) por 60 soles o quarto p/ casal. À noite ficamos na Plaza, ouvindo música típica ao vivo ali no meio da praça mesmo *.* 14/01/15 - Cânyon del Colca | Arequipa -> Cusco Esse foi o dia preferido do meu namorado e eu digo: COLOQUEM ESSE PASSEIO NO ROTEIRO. Acordamos bem cedinho, se eu não me engano, era p/ estarmos prontos às 3h. A van nos pegou no hotel e fomos dormindo o caminho todo porque né, acordar 2h30 não é vida de turista haha. Paramos num vilarejinho chamado Chivay para tomar o café da manhã. De cara já achamos legal, como disse o Vi, se fossem só carroças no lugar dos carros, ele se sentiria em um cenário de Red Dead Redemption. Depois de bem alimentados continuamos o caminho e, acordados, prestamos atenção na paisagem. Cara, é lindo. Só indo lá p/ ter ideia de como são incríveis aqueles montes enormes beirando a estrada cobertos de rochas ou com aquela cara de deserto. Sou péssima p/ descrever mas, sério, todos deveriam ir p/ lá um dia... Paramos em um lugar p/ tirar fotos com alpacas e falcões com as peruanas, e nesse ponto já dava pra ver algumas ruínas incas.. Chagamos no Cânyon del Colca por volta de 8h30 da manhã... O lugar é fascinante mas, infelizmente, no dia que a gente foi tava ventando muito e os condores não voaram muito, só vimos alguns um pouco de longe, mas já foi incrível mesmo assim :B No caminho de volta, paramos em uma feirinha p/ experimentar o sorvete de cacto que É UMA DELÍCIA e fomos para um lugar tomar banho nas águas termais (esqueci o nome do lugar mas em todos os passeios que cotamos ele tava incluso, então don't worry).. A água nas banheiras termais é de uma temperatura agradável de escaldamento hahaha sério, é MUITO quente. Demoramos pra achar um lugarzinho que a água era mais suportável e daí, não queríamos mais sair haha é uma delícia! Depois paramos num mirante p/ ver os vulcões lá no fundo (são outros vulcões, não os que cercam Arequipa), paramos pra almoçar num outro vilarejinho com música andina ao vivo (incrível) e quando já estávamos à caminho de Arequipa de novo, vimos de longe as vicunas, parentes das alpaquinhas que têm um dos pelos mais macios do mundo. Gente, nesse ponto a paisagem era inacreditável. É tudo de um verde lindo, com pequenas lagunas e flamingos, uma coisa de louco. Sério, aaaaaai que saudade! Ah, esqueci de comentar que nosso guia era espetacular, infelizmente não anotamos o nome dele p/ recomendar, mas a agência era a Montana. Voltamos para Arequipa à tarde, perto das 18h.. Fizemos o Check-out no hotel e ficamos na Plaza curtindo nossos últimos momentos lá.. Ah, foi nessa brecha que meu namorado comprou um charango que ele não tem nem onde enfiar de tanto instrumento que ele já tem hahaha acho que foi 180 soles, algo assim. Fomos p/ o terminal e embarcamos para Cusco. 15/01/15 - Arequipa -> Cusco (PASMEM: 50 soles cada) A viagem para Cusco foi rápida, embarcamos 08h45 e chegamos lá por volta de 06h30 da manhã. Tomamos café num Starbucks que tinha ali na praça principal haha Cusco também é linda, na parte do terminal nem tanto, mas o centro é quase tão bonito quanto o de Arequipa haha. Tem muuuito restaurante e muuuuito hostel e, principalmente, muuuuita agência de turismo. Cusco é uma cidade preparadíssima pro turismo, é tudo muito acessível e fácil de localizar. No primeiro dia fechamos o hostel Chaski por um preço barato (não me lembro quanto, mas lembro que pela localização achamos bem barato).. O quarto era grande e confortável e eles eram bem simpáticos. Só é difícil tomar banho, a água no Peru não esquenta de jeito nenhum gente, é uma tortura haha! No mesmo dia fechamos em uma agência legal (JQF) os passeios que iríamos fazer: um tour pela cidade no mesmo dia, no dia seguinte um tour pelo Vale Sagrado, e no terceiro e quarto dia a ida p/ Machupicchu. Para fazer tudo isso precisamos comprar um ticket turístico que dá acesso a um monte de atrações, pagamos 130 soles cada. Ah, todos os passeios ficaram por $ 310,00 o casal (achamos bem barato comparado com as outras agências que pesquisamos). Fizemos o tour, que foi bem legal, e à noite jantamos em um restaurante caríssimo porque estávamos com fome demais p/ esperar pesquisar em outros restaurantes (gordos haha) 16/01/15 - Vale Sagrado No dia seguinte fizemos o passeio pelo Vale Sagrado, o guia era muito legal (Washington, se não me engano) e o passeio vale a pena, sério! Estava incluso o ônibus + guia e almoço. 17/01/15 e 18/01/15 - Machupicchu No dia 17/01 saímos cedo p/ ir pra Machupicchu. Compramos o passeio by car, que era o mais barato. A van nos pegou no hostel cedinho (umas 8h), paramos num lugarzinho bonito pra tomar café e começamos a subir para lá. Esse caminho, sem dúvida nenhuma, foi o meu preferido. É lindo, gente, lindo. Me emocionei p/ caramba e não queria chegar nunca, porque a paisagem era maravilhosa. Foi incrível. Paramos pra almoçar em algum momento (já estava incluso no pacote) e chegamos na hidrelétrica por volta de 13h. É aí que temos que fazer aquela famosa caminhada pelo trilho do trem. Nos confundimos e achamos que isso era só no outro dia pela manhã, então fomos com roupas péssimas (eu tava de jeans) e isso atrapalhou um pouco. Mas a caminhada é gostosa apesar de tudo. São mais de 20 km, acho que demoramos umas 3 horas p/ chegar em Águas Calientes. Chegando lá, tomamos um banho no hostel (que também estava incluído) e fomos jantar (que também estava incluído). Fizemos um amigo espanhol que, desse ponto em diante, parece que perseguia a gente hahaha, até La Paz na volta a gente sempre encontrava ele pelas ruas e rodoviárias, foi engraçado. Passamos a noite no hotel e no outro dia acordamos 4h p/ subir para Machupicchu. Você tem duas opções, subir de ônibus, que tem toda hora ali, ou subir a pé a escada de Machupicchu. A gente queria ir a pé pra valer mais o esforço quando chegássemos lá em cima e cara, FOI A COISA MAIS DIFÍCIL QUE JÁ FIZ NA VIDA. haha é claro que eu tenho o preparo físico de uma velhinha de 80 anos mas, sério, eu cheguei a chorar de tão horrível que era aquela subida. São degraus intermináveis. Mas quando chegamos lá em cima, teve até salva de palmas de um pessoal que tava sentado lá descansando e que também tinham vencido as escadas de Machupicchu haha, vale a pena!!!!! Passamos pela entrada e, pronto, estávamos na cidade perdida dos incas. Gente, é tudo o que falam e um pouco mais viu?! Aquilo lá é lindo, é uma viagem total, todos deviam conhecer um dia, sério. Não vou comentar muito sobre porque só indo lá pra saber (: Na volta, descemos de ônibus porque né, subir já foi exercício físico por toda uma vida.. haha Chegando lá embaixo fomos almoçar.. Ah, esqueci de comentar que Aguas Calientes é encantadora também. Acho que até mais bonita do que (ou tanto quanto) Arequipa, parece saída de um conto de fadas! Depois de almoçar, fomos pegar o trem de volta para a hidrelétrica (na volta não tem caminhada haha e o ticket do trem já vem incluso). O trem é hiper bonito e confortável, foi p/ fechar o passeio com chave de ouro! Lá na hidrelétrica a van já estava esperando p/ voltar. Na volta, infelizmente, dormi o caminho todo porque eu tava morta, mas me arrependo de não ter vindo admirando tudo de novo. 19/01/15 - Cusco -> Copacabana (60 soles) Depois de uma noite muito bem dormida, fizemos o checkout no outro dia no hostel e ficamos passeando pelo centro de Cusco até dar a hora do ônibus para Copacabana. Pegamos pela San Luis, que fazia uma parada em Puno para trocar de ônibus, mas a viagem foi rápida. 20/01/15 - Titicaca | Copacabana -> La Paz (20 soles) Chegando lá, tivemos que enfrentar o caos da fronteira boliviana de novo (ficamos umas 2 horas p/ entrar em Copacabana) e já compramos o passeio p/ Isla del Sol. Foi 60 Bs para o casal + 5 Bs cada na entrada da Isla. A balsa pela Lago Titicaca foi uma experiência inesquecível. Nunca passei tanto frio na vida mas, gente, como vale a penas ir em cima da balsa! O lago Titicaca é um oceano, cara, gigantesco! E lindo, acreditem, que passeio lindo. Chegando na Isla, mal dá tempo de você comer e já tem que voltar p/ a balsa, mas só os 20 minutinhos que ficamos ali foram suficientes para dar vontade de largar tudo e viver lá mesmo, vivendo de pesca haha. É demais! Voltamos p/ Copacabana e já pegamos o ônibus para La Paz. Tem toda hora lá e acho que pagamos 20 Bs cada. Em um momento a gente tem que descer do ônibus p/ pegar uma lancha e atravessar um lago (não sei se ainda era parte do Titicaca), mas chegando do outro lado seu ônibus tá te esperando. Chegamos em La Paz umas 22h e percebemos que só tinhamos mais 60 Bs na carteira hahaha Pretendíamos dormir no terminal mas em La Paz não é permitido!!!! Antes da meia noite eles colocam todo mundo p/ fora.. Fomos à procura de um hostel por menos de 60 Bs e achamos um motelzinho em cima de uma balada, cujo banheiro era o pior e mais sujo que eu já vi, e o colchão da cama era um pedaço de madeira, certeza.. Pagamos acho que 25 Bs pelo "quarto", mas pelo menos não dormimos na rua. 21/01/15- La Paz e o drama da falta de dinheiro No dia seguinte acordamos bem cedo p/ tentar conseguir dinheiro. Fomos com o Travel Card porque nenhum dos nossos cartões era internacional. Mas p/ recarregar o travel card eu (que sou a titular) precisava acessar o bankline do Itaú p/ tranferir, mas eles enviam o código itoken p/ meu celular, que NÃO TINHA SINAL NENHUM. Foi o dia inteiro tentando ligar no Itaú p/ trocarem a forma de eu receber o código, nada feito. Depois tentamos ligar na Tim p/ liberar o uso internacional p/ meu chip, também nada feito. Depois tentamos ligar na agência do cartão (Confidence) p/ ver se eles faziam algum tipo de empréstimo, nada feito também. Daí a moça da Confidence, que foi super prestativa, disse que eu podia mandar uma autorização por e-mail p/ eles pra que outra pessoa pudesse recarregar meu cartão. Fizemos isso e quando era quase 18h, finalmente conseguimos!!! Gente, como sofri nesse dia hahaha Fiquei desesperada! A gente ficou o dia todo sem comer porque nosso dinheiro só era suficiente p/ as ligações. Quando fomos no terminal sacar e vimos todos aqueles Bs, cara, que felicidade!! hahaha MUITO IMPORTANTE: Antes ir, verifiquem se o seu chip é liberado para uso internacional. Verifiquem se vocês terão meios de conseguir mais dinheiro em caso de emergências hahaha Não façam como nós! Não passamos a noite na rua em La Paz, congelando e com fome por pouco, muito pouco. No mesmo dia compramos a passagem p/ Santa Cruz para 19:30hs por 160 Bs cada. 22/01/15 - Santa Cruz -> Puerto Qujarro Chegamos em Santa Cruz umas 13h e já compramos a passagem de ônibus para Puerto Quijarro. Perdi a passagem p/ falar o preço exato, mas foi cerca de 70-80 Bs (muitíssimo mais barato que o trem, e o conforto era o mesmo). Demos azar porque nesse dia era feriado em Santa Cruz, então não tinha nada aberto. Almoçamos no terminal mesmo e depois fomos dar uma voltinha pelo centro, e sai de lá com uma imagem bem melhor de Santa Cruz. O centro é bem bonitinho e não foi nem um pouco ruim passar o dia por lá esperando a hora de embarcar. À noite, pegamos o ônibus para Puerto. 23/01/15 - Puerto Quijarro -> Corumbá -> Campo Grande Chegamos em Puerto Quijarro de manhã, por volta das 7h, e já tinha fila na fronteira. Saímos de lá quase 12h. Atravessamos p/ o Brasil, tomamos café numa lanchonetezinha por ali e pegamos o ônibus para Corumbá. Não ficamos nada por lá, fomos direto para a rodoviária pegar o ônibus para Campo Grande. Chegamos em C. Gde por volta de 21h. A gente tinha pesquisado um hotel na internet mas chegando lá ninguém nem foi atender no portão hahaha. Estávamos na rua, tarde da noite, com as mochilas pesadíssimas nas costas e sem ter como se locomover direito (na Bolívia e no Peru, a qualquer hora você consegue ir p/ qualquer lugar porque sempre tem muito taxi). Conseguimos achar o terminal de ônibus urbano e fomos perguntando até que conseguimos achar um motelzinho p/ passar a noite. Foi R$ 100,00 s/ café da manhã. Tentamos chorar o preço mas no Brasil não tem essa de negociar haha 24/01/15 e 25/01/15 - Campo Grande -> SP Já tínhamos o voo comprado de Campo Grande p/ SP no dia 25/01. Como tivemos a crise de La Paz, tivemos que adiantar a volta p/ não ficar sem dinheiro de novo e, por isso, no dia 24 já estávamos em Campo Grande. Ficamos o dia todo no aeroporto, e a noite também. Mas foi legal, legal mesmo haha por mais dificil que seja acreditar que ficar preso num aeroporto seja legal. Procuramos alguma coisa para fazer por lá mas estava tudo fechado (e era sábado ainda), também estávamos cansados então ficamos de boa. No dia 25/01 de manhã pegamos o voo p/ SP, e em SP o ônibus para Jundiaí. E esse foi o fim da nossa mochilada (: ----- MONEY: Não anotamos tudo certinho, mas no total gastamos, em reais, uns 4.000 (para os dois). EQUIPAMENTOS: Como não fizemos nenhuma trilha, não levamos nada muito específico. Apenas tomamos cuidado com alguns itens: - Mochila cargueira: o Vi levou uma de 60l e eu uma de 45l, mas nas próximas vezes vamos levar menores. Essas ficaram pesadas e, por mais que tenhamos ocupado elas inteiras, dava pra ter levado menos coisa. - Botas p/ trilha: são as amigas inseparáveis. Fomos com as botas e levamos um par de chinelos cada, só isso. Antes de comprar, tem que ver se fica confortável e amaciar bem antes, porque os pés agradecem. Eu não achei em lugar nenhum com a minha numeração (35), então tive que comprar pela internet. Foi um perigo, mas dei sorte e a minha ficou confortável. - Casaco impermeável: nós dois levamos e faz diferença. - Roupas de frio: gente, La Paz faz um frio do caramba, vão preparados!!! Também é importante levar coisas como: - Máquina fotográfica (indispensável :B) - Protetor solar (não passamos para subir a Chacaltaya, e o sol refletido na neve queimou mais do que 1 semana de praia, tomem cuidado!) - Kit de primeiros socorros (por sorte não passamos nem um pouco mal com a altura, mas é sempre bom levar um kit de 1ºs socorros, principalmente se você for fazer alguma trilha pesada). - Distrações p/ as esperas nas rodoviárias (levamos um livro de bolso cada, e no celular, vários filmes). Acho que é isso. Desculpem pelo relato estar tão resumido e sem detalhes de preços/ estabelecimentos, mas é que não fomos anotando tudo e agora não consigo mais lembrar de tudo certinho. Nas próximas, vamos anotar sempre! haha E foi isso, um mochilão rápido e barato (na minha opinião ficou bem barato) e a melhor experiência das nossas vidas até agora ((((:
  50. 1 ponto
    Ola friends, Segue um relato de viajem que fiz recentemente pelas Américas. Na verdade o propósito foi trabalho mas como o sangue mochileiro corre nas veias acabei aproveitando a oportunidade e fazendo um pequeno tour por alguns países que ainda não conhecia. Enfim... A empresa pela qual trabalho está localizada (matriz) em Houston no Texas, Estados Unidos e conforme citado acima o propósito da mesma foi um trampo a ser feito la em Houston. Saí de São Paulo numa tarde de Sexta-feira final de Agosto voo direto até Houston e pago pela empresa claro, o que é melhor ainda rs rs. Em Houston cheguei bem cedinho e após toda a burocracia e demora para sair de um aeroporto americano me deparo com um verdadeiro forno ao ar livre quando cruzei o portão de saída para fora do aeroporto. 43 graus e sem praia, calor seco! Houston tem um clima terrível nessa época do ano (verão deles) e confesso que só senti a mesma sensação em Asunción, Paraguai uma vez em que lá estive também na época de verão (do nosso hemisfério nesse caso). Enfim, peguei um taxi ate o Hotel e nesse caso como eu estava pela empresa não tive muito o que me preocupar em termos de grana. Mas aí vai a dica caso alguem passe por lá mochilando. Houston não se usa praticamente nenhum transporte além de carro e muito menos se anda nas ruas (verdadeiras rodovias). Um taxista definiu muito bem essa relação com a seguinte frase "a man in Houston without a car is just like a man without his dick". Portanto carro é necessário e sem dúvida alugar sai mais barato alem de não ter que depender da boa vontade dos taxistas de lá que sempre atrasam ou até mesmo te largam esperando e não aparecem quando vc chama. Horrível o serviço de taxi por lá. Após check in no Residence Inn (do grupo marriot) fui para o rolê na cidade. Adivinha como? De carro, por motivos citados acima. Em pleno Sabado comecei pelo Downtown que mais parecia uma cidade fantasma ou cidade dos carros. Impressionante como não vi absolutamente ninguem caminhando pelas ruas. É o sistema americano sim, ja tinha visto isso em Chicago por exemplo, mas Houston e demasiadamente sem emoção. Visitei um tal de Aquarium downtown que tinha la algum interesse e percorri o centro. Tambem estive num estádio de football (que mais parecia um shopping center) e tentei achar algum ponto de interesse por lá. Porém sem sucesso. Um lugar bem, mais bem meia boca e que se depender de mim não voltaria mais para lá a não ser por força de trabalho (recomendo o mesmo para quem pensar em ir para lá caso esteja nos EUA). Vai perder tempo. Já no segundo dia saí de la e rodei pela grande Houston para visitar a Nasa, um passeio mais interessante que o dia anterior e tambem aproveitei para conhecer o Golfo do México. Esse foi o fim de semana em Houston e seguramente já foi muito pois o lugar não oferece praticamente nenhum atrativo e principalmente não tem emoção o que não combina com mochileiros. Vale destacar que os preços eu achei bem razoáveis e meio que pau a pau com São Paulo por exemplo, se bem que dolar deu uma subida agora mas na época há 2 meses atras estava baixo. Enfim, pouco posso dizer de Houston só me restou trampar a semana inteira e aguardar o fim se semana que certamente ja estava definido: "fora de Houston"! Durante essa semana, vale destacar que deu para ver bem a força mexicana e latina em geral por lá e ouso a dizer, se vc estiver por aquelas bandas e não falar ingles ou seu ingles for zuado, não ser preocupe pois o espanhol funciona bem nessa região do Texas. Enfim, chegou a nossa santa sexta-feira e era hora de fazer algo no fim de semana. A idéia original era New York mas um tal de furação Irene atingiu a costa americana inclusive New York o que me fez mudar de planos. Troquei York por Orleans e New Orleans, a cidade dos blues e do jazz, famosa infelizmente tambem por ter sido devastada há uns 6 anos pelo Katrina e conhecida também por ser a cidade dos negros americanos. Mas antes vamos encerrar a sessão Houston com o video abaixo que vcs poderão ter uma idéia de tudo o que foi relatado acima.
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