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Conteúdo Popular

Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 15-09-2019 em todas áreas

  1. 5 pontos
    Basicamente estes foram os gastos que antecederam a viagem. Em relação aos passeios pagos, eu basicamente faço questão de apenas um. Tive que comprar com antecedência por se esgotar muito rápido. Vou deixar uma imagem como dica, hahahaha. Custou £ 45.00 (R$ 255,90).
  2. 4 pontos
    Vim trazer o meu relato pessoal e algumas dicas para quem for a Cusco. Foram 8 dias inesquecíveis. Meu voo foi dia 27 de setembro, de Salvador na Bahia a Cusco foram 2 conexões (em Guarulhos e em Santiago do Chile), um total de 14 horas de viagem com conexões curtas (a maior foi 3 horas em SP, suficiente apenas para comer alguma coisa e seguir). Minhas passagens não incluíam bagagem, portanto viajei apenas com bagagem de mão, mas despachei ainda em Salvador pq não tinha espaço no avião (para meu alívio, a mala chegou sã e salva em Cusco). Cheguei em Cusco as 16h, peguei um taxi no aeroporto por 20 soles (o hotel chegou a pedir meus dados para o transfer, mas não confirmou e nem foi me buscar). Nesse primeiro momento fiquei no hotel Qolqampta, indico fortemente, local agradável, café da manhã ok, quarto confortável. A única desvantagem foi a localização, apesar de perto da plaza de armas, o prédio fica no topo de uma ladeira (tudo em Cusco é ladeira!), e num primeiro momento de aclimatação, seu corpo pode reclamar um pouco. Ainda no Brasil eu contratei a empresa Qorianka para fazer o passeio de Machu Picchu (o único que contratei antes de chegar la, dado a disponibilidade de ingressos). A noite Max da empresa estava me esperando para explicar como funcionaria o passeio mais aguardado da vida. Eu super indico a empresa. Preço ok, responsabilidade, compromisso, serviço de excelência. Foi ele que me indicou um lugar com melhor câmbio para comprar soles, os melhores lugares para comer, foram eles que compraram meu boleto turístico. Literalmente, fazem de tudo para nos sentirmos confortáveis e seguros. Acabei comprando os outros passeios com eles. Dia 28 - reservei o dia para me adaptar a Cusco, conheci o mercado San Blas, o Mercado São Pedro, comprei soles e orcei os outros passeios. Dica importante: usem protetor solar! O clima em Cusco no geral é frio, a noite e pela manhã é muito, muito frio (entre 5 e 10 graus), mas no decorrer do dia vai esquentando e o sol queima (estou bronzeada como se tivesse ido para alguma praia do nordeste). Fiz a cotação de preços dos passeios e a sensação que tive foi a seguinte: nos lugares confiáveis o preço parece ser tabelado. Descartei os mais baratos e os mais caros por motivos óbvios, e recorri à Qorianka. Como já tinha fechado MP com eles, pedi um desconto e funcionou. Primeiro vou descrever meu roteiro e a seguir passo minhas impressões e conselhos. Plaza de Armas Dia 29: contratei o passeio Vale Sagrado + MP, com a Qorianka incluia traslado do hotel + passeio pelo Vale Sagrado dos Incas (Pisac, Ollantaytambo) + trem voyager inca rail de ida e volta + ônibus de subida e descida a MP + ingresso de entrada da cidadela, com montanha machu pichu (que eu escolhi subir) + almoço do dia 29 + diária no povoado de águas calientes + traslado de volta Ollanta - Cusco. Sai as 8h do hotel fiz checkout (como ia ficar uma noite em aguas calientes, encerrei no qolqampta e reservei o hostel milhouse a partir do dia 30. a Qorianka cuidou de pegar minhas malas em um hotel e levar para o outro), passamos por pisac, almoçamos em um restaurante buffet muito bom, seguimos para ollantaytambo, e depois do city tuor peguei o trem para Aguas Calientes. São 1h30 de viagem, chegando no povoado já tinha um rapaz do hotel me aguardando com meu nome. Esse hotel terrazas de luna é um espetáculo à parte, muito confortável, o banheiro tem até banheira, o café da manha sensacional. A noite uma representante da Qorianka foi me encontrar para me explicar como funcionaria a subida a MP no dia seguinte. Ollantaytambo Dia 30: sai cedo do hotel, peguei o ônibus de subida a MP. Entrei na cidadela as 7h, fiz um tour guiado até 7h50, e subi a montanha (o ingresso da montanha era de 7h as 8h). A subida é, para dizer o mínimo, extenuante. São necessárias cerca de 3 horas para ir e voltar, a subida é íngreme e toda em escadarias. É cansativo, mas vale muito a pena. A vista panorâmica de MP é sensacional!!! Subi as 7h55 e as 10h50 estava de volta. Aquela história de que para descer todo santo ajuda é balela, sofri demais na descida, joelhos e tornozelos doeram bastante. Fiquei em MP até as 12h, peguei o ônibus as 12h30, cheguei em águas calientes, almocei e peguei minha mochila no hotel. Meu trem de retorno foi as 15h. Chegando em Ollantaytambo já tinha uma pessoa segurando meu nome em um cartaz, pronto para me levar de volta a Cusco. Chegando em Cusco me deixaram no hostel Milhouse, minha mala já estava lá. Fiz o checkin e aproveitei o bar e restaurante de la (maravilhosos, por sinal). Vista da cidadela de cima da montanha Machu Picchu Dia 1: reservei Laguna Humantay. O traslado da Qorianka foi me buscar pontualmente as 4h15 no hostel. O pacote inclui: traslado + café da manhã + guia + almoço. O trajeto é um pouco longo, mas como é cedo, aproveitei para dormir. Tomamos café num hostel de uma cidadezinha q fica no caminho e seguimos viagem. Percorremos cerca de 1h30 até o lugar que a van nos deixa e começamos a caminhada. Percorri o trajeto de ida em 1h45, sofri um pouco nesse trajeto. A subida até a laguna é em terreno acidentado e cerca de 80% subida, chegamos a mais de 4.000 metros de altitude, o que deixa o ar rarefeito e causa o temido mal da montanha. Quem quiser, ou não aguentar, pode fazer mais da metade desse trajeto a cavalo, eu percorri caminhando mesmo. Dentre as sensações está o cansaço extremo, a frequente falta de ar e a dor de cabeça, mas para mim, nada insuportável. Ao chegar no destino, vc esquece toda essa dor. É lindo demais. Lindo e muito, muito frio. Aproveite para tirar muitaas fotos em ângulos diferentes (a cor da água muda conforme a incidência da luz). Ficamos cerca de 30 minutos e retornamos. A descida foi mais tranquila, alguns trechos consegui correr um pouco em zig zag, oq ameniza um pouco o esforço do joelho. Chegamos na van, percorremos cerca de 1h30 e paramos para o almoço estilo buffet, depois retornamos a Cusco. Chegando por volta das 16h. Novamente, aproveitei o bar e restaurante do milhouse. Laguna Humantay Dia 2: Salineras de Maras e Moray. Esse passeio é de meio dia e incluia: traslado + guia. A van da Qorianka me pegou no hotel pontualmente as 8h. Passamos em Chinchero, onde vc vai ter a explicação completa de como os tecidos são produzidos, vai ser muito bem recebido com um chá delicioso, poder tirar belas fotos e fazer algumas comprinhas. Depois segue para Moray, um laboratório de experimentação agrícola lindissimo. O último ponto da viagem são as salineras, que custa 10 soles a entrada, e n está incluida no pacote, que também vai te render fotos maravilhosas. Chegamos em Cusco as 14h. Já em Cusco aproveitei o mercado São Pedro para fazer compras (considerei o melhor preço), tomei café numa lanchonete e fui dormir. Moray Dia 3: Montaña Colorida. O passeio da Qorianka incluia: traslado + guia + café da manhã + entradas + almoço. A van me pegou as 4h30 pontualmente. Seguimos viagem por cerca de 1h30 e paramos para tomar um belo café em estilo buffet. O guia nos passou as explicações gerais de como seria a subida, cuidados a tomar, dificuldades que poderíamos encontrar. Depois do café seguimos viagem por cerca de 1h e chegamos ao local q as vans ficam e começa a caminhada. A subida da Montaña é menos íngreme do que a da Laguna, mas a altitude é bem maior (chegamos a 5.200 metros no topo do deck para tirar as fotos), e por isso algumas pessoas sofrem muito mais. Eu me senti bem mais disposta. Realmente não senti nenhum desconforto, nem na subida nem na descida, mas fiz o trajeto no meu tempo (cerca de 3h entre subida e descida dos 8km total). Tem a opção de subir a cavalo, mas dispensei. existem 3 pontos q fornecem banheiros, ao custo de 1 soles. A vista é simplesmente fenomenal. A montanha é tudo aquilo que vemos nas fotos e mais um pouco. mas só conseguimos ficar no topo por cerca de 20 minutos devido ao frio. É realmente congelante. Algumas pessoas do grupo passaram mal na descida. Voltamos, paramos para almoçar no mesmo local do café, depois seguimos viagem. Chegamos em Cusco as 16h. Já em Cusco o meu corpo sentiu tudo que não tinha sentido nos outros dias. Tive o mal da montanha no último dia da viagem e passei muito mal o resto do dia. Montaña Dia 4: meu voo saiu as 10h. Max da Qorianka me deu de brinde o traslado até o aeroporto. Me pegaram as 8h em ponto no hostel, cheguei no aeroporto as 8h20. Meu voo de volta incluia 2 conexões (em Lima e em Guarulhos). Como a ida, a volta durou 14h de Cusco a Salvador. Cheguei na Bahia as 2h45. Gente, Machu Pichu é tudo que dizem, e mais um pouco. É maravilhoso. A sensação de subir a Montanha e ver a cidadela la de cima é indescritível. No fim das contas, considerei meu roteiro apertado, acredito que o ideal para não levar meu corpo à exaustão, deveria ter sido 10 dias (incluindo os 2 necessários para a ida e volta). A Qorianka foi sensacional. Indico fortemente! A logística toda funcionou perfeitamente, não tive nenhum imprevisto e eles estavam sempre disponíveis para me ajudar. Considerando que viajei sozinha, não ter qualquer preocupação com roteiros e imprevistos foi muito importante. Os 10 soles que a gente paga para entrar na salineras fica retido com a empresa que é responsável pela compra e beneficiamento do sal, nada desse valor é destinado às famílias responsáveis por retirar o sal (a elas cabe apenas o valor pago pelos sacos). Juro que se soubesse disso, não teria entrado. Eu acredito em um turismo que ajuda a fortalecer a população local, não uma empresa especifica. Comam em restaurantes peruanos, comprem dos peruanos. Os guias de Cusco são extremamente organizados e politizados, além de serem excelentes no que fazem. A comida peruana é muito boa. Os restaurantes tem o menu turistico: por 20 a 25 soles vc desfruta de uma refeição completa- entrada, prato principal, sobremesa e/ou bebida. Indico experimentar o ceviche peruano, a trucha, a sopa crioula (maravilhosa), a chicha morada, o pisco sour e o lomo saltado. Comprei vitamina C efervescente la em Cusco, e tomava 1 pela manha e 1 a noite. Considero que foi essencial para manter minha imunidade ok. O frio em Cusco é cruel. As mudanças de temperatura são drásticas. Para quem tem rinite, sinusite e amidalite, não ter sentido absolutamente nada, foi uma bênção. Estou à disposição para dúvidas. Esses relatos me ajudaram demais a montar a viagem perfeita!!
  3. 4 pontos
    E aí galera, meu relato de hoje vai ser sobre Aurora Boreal de um jeito que quase ninguém fala por aqui e em lugar nenhum, já que ta na época dela e não é tão fácil assim de ver igual td mundo acha. Eu vi na Islândia ano passado e vou contar meu relato. Primeiramente, pra ver essa coisa linda você depende de alguns fatores como: tempo, dinheiro e sorte. Nessa ordem. Tempo você precisa tanto do seu tempo e paciência pra esperar como o tempo meteorológico, pq se não estiver com as condições legais, pode ter a grana que quiser que não vai ver. Dinheiro, pq você pode escolher do jeito mais barato (igual eu escolhi por 70 euros) e sair em excursão com várias pessoas que vai pra um lugar que nem vai ta rolando, ou pode pegar um 4x4 (300 a 400 euros) que vai te levar lá onde ela ta rolando seja uma beira de estrada, seja na pqp da trilha com neve. Sorte, pq se vc tiver e vc estiver no lugar certo e na hora certa, ela vai ta la e as vezes não vai gastar nada. No meu caso eu não tinha tempo (pq fiquei uma semana), não tinha dinheiro e tive uma sorte nos acréscimos do segundo tempo, e aí que começa meu relato: Cheguei na Islândia em dezembro do ano passado (20180 e peguei a excursão mais barata (70 euros) pra ir atrás da aurora de busão com umas 30 pessoas onde eles saiam da capital Reikjavik as 20:00 e ficava até 2 da manha parando em beira de estrada procurando. O tempo tava ótimo, mas como o busão não podia entrar mais pro meio das trilhas, não deu pra ver tão bem, mesmo ela estando lá e dando pra ver muito fraquinha, que foi onde eu tirei essa primeira foto super bonita. As vezes ela ta la e vc não consegue ver, mas a camera sim. Detalhe que eu fui o único que conseguiu uma foto dessas pq eu quebrei os protocolos e sai andando no meio do nada enquanto a galera ficou dentro do busao com frio. O bom das agências é que se vc não vê a aurora, você pode continuar indo nos próximos até conseguir, é só mandar um email. E foi isso que fiz. Na segunda vez, ninguém viu nada. Tirei dois dias pra fazer um road trip pelo país (super recomendo) e nesse tempo td mundo da excursão viu a aurora. Remarquei pro meu último dia no país, ficamos até tarde atrás dela e nada. Já era quase 2 da manhã qdo estávamos indo embora já e o guia do busão deu um grito "ela chegou". O busão parou e quando descemos ela estava lá, toda linda. A parte ruim é que eu estava sozinho, todo mundo ficava passando na frente da minha câmera (isso que é foda de excursão) e não consegui uma foto boa. A parte legal é que eu desencanei de fotos e fiquei sentado lá só vendo ela dançando pelo céu. Por mais que nas fotos ela fique bem mais linda, ao vivo não tem explicação No final, deu tudo certo, e dei check na lista -> Aurora Boreal É isso, quem tiver dúvidas sobre esse role ou algo da Islândia eu tenho tdas as informações de agências e aluguel de carro. Me chama no insta que aqui chega como spam e eu nunca vejo ->@raonitoratti É isso.. espero que tenham gostado.
  4. 3 pontos
    Minha viagem foi em agosto de 2019, sozinha com apenas bagagem de mão... Em todas as cidades utilizei apenas transporte público, uma dica: em Paris, no aeroporto mesmo fazer o cartão navigo (é necessário levar uma foto 3x4), é um passe de metro que permite utilizar de forma ilimitada algumas linhas, incluindo de Paris a Versalhes e até a Disney Paris, que vale muito a pena, paguei 27,50 euros e não gastei mais com metro durante minha estadia em Paris (é importante saber que o cartão custa 5 euros e a recarga para semana 22,50 acho, e vale de segunda a domingo, não vale a pena carregar se for ficar poucos dias e chegar perto do FDS porque vai perder os créditos no domingo...Pra mim valeu porque cheguei na terça e fiquei até sábado)... Paris foi sensacional, era um sonho de criança e foi sim mais do que eu imaginava, é uma cidade linda, ainda mais pra quem ama história como eu... Fiz bastante amizade no hostel, olha que não falo inglês nem francês, só o básico hahahaha, mas me virei... Minha dica é visitar Montmartre a noite, amei ficar nesse bairro... De Paris fui até Faro de avião e peguei um trem até Lagos (indico comprarem a passagem de ônibus antecipadamente, tava mto calor e quase derreti no trem)... Lagos é lindaaa! A Ponta da Piedade é imperdível, praia do Camilo e Dona Ana também... Paisagens de cinema, porém a água é gelada demais e é bemm lotado... Segui até Sevilha de ônibus, me apaixonei pela cidade desde a chegada, que energia 😍 Fiquei em um Hostel bem no centro histórico, amei! Aproveitei bastante as noites, com muita Sangria e Tapas, a melhor parte da Espanha... Atravessei a ponte para assistir um show de Flamenco em um Tablado, bem menos turístico.. Fui até Córdoba de trem onde fiquei um dia, cidade muito histórica, linda! É imperdível atravessar a ponte ao anoitecer para ver acidade iluminada, espetacular!
  5. 3 pontos
    Sucede que Copenhagen era o destino final do ônibus e não uma parada no caminho, falha nossa. Cheguei em Nuremberg e comemorei pelo hostel ser porta com porta com a rodoviária. No entanto, ao entrar no quarto meia noite ja me bateu a vontade de ir embora. Luzes acesas e todo mundo acordado. O quarto parecia um MANGUE. E pra piorar não tinha locker debaixo da minha cama. Eu pedi pra me mudarem de quarto, mas no outro também não tinha. Ja tava decidido a vagar pelas ruas de Nuremberg atrás de um hostel com lockers, mas fui convencido a ficar esta noite e resolver amanhã. O hostel é descolado, muito bem localizado mas sem locker é complicado
  6. 3 pontos
    Realmente foi uma decisão difícil a ser tomada, tínhamos "gastado" boas calorias na "perdida". O sol tinha dado as caras, sinalizando que, apesar de ser inverno, ele seria muito forte, o que diminui o ritmo de caminhada. Troquei idéia com minha parceira, ela assegurou que dava para fazer, então de comum acordo, decidimos que iamos fazer. Respiramos um pouco e partimos num ritmo acelerado, apesar de levarmos comida pra 2 dias e muita roupa de frio extremo, NÃO QUERÍAMOS DORMIR NA MONTANHA, pois não tínhamos barraca e nem saco de dormir, pois a previsão do tempo para aquele período era de temperaturas negativas. Obs.: é super importante esse tipo de decisão ser tomada pelo casal ou grupo, não pode ser tomada unilateralmente, pois se der algo errado as responsabilidades serão divididas. Tivemos que acelerar o ritmo na subida, o que cobrou seu preço na descida, pois chegamos cansadissimos no final (sem sombra dúvida, foi o trekking mais difícil que fizemos até hoje). Esse bate/volta mostrou que tomamos a decisão acertada de deixar ele para o final da viagem, se tivéssemos feito no início da viagem, teríamos sérios problemas. CAPÍTULO 4: Na ida, só alegria! .....Depois de virarmos à esquerda, seguimos descendo no meio de uma mata, após poucos minutos(OLHA COMO ESTÁVAMOS PERTO, mas no resumo não tinha um rio) atravessamos pequeno riacho, mais 2 minutos atravessamos riacho mais largo, e chegamos num descampado (pequeno ) e viramos à direita (panela velha) 00:50hrs - 1685msnm.(aqui na panela velha tem um caminho seguindo mais à esquerda(inclusive colocaram galhos de árvores bloqueando essa trilha), cuidado, mas o caminho à direita e mais óbvio)). Começamos a subir em lugares com pedras soltas, até mirante do lado direito 01:20hrs - 1 895msnm +- 4km Sempre subindo, sem refresco até ponto de água do lado esquerdo, antes do "Deus me livre"(aqui tem uma pequena cachoeira com água bem gelada, PARECE QUE ÉO ÚLTIMO PONTO DE ÁGUA) 01:43hrs - 2030msnm - +- 4,43km Começa subida fortes em pedras e logo a seguir entra numa área de capim alto com pedras e charco. Depois começa a parte mais forte, o famoso "Deus me livre", subimos muitas pedras até o topo: 02:55hrs - 2455msnm Depois do "Deus me livre" entramos numa região de subidas e descidas em alguns morros e, depois de uma descida chegamos num bambuzal (parece que é área de camping). Começamos a forte subida do famoso "misericórdia", até que conseguimos subir sem grandes problemas, na verdade esperava que era muito pior essas duas subidas famosas (mas estávamos mais bem preparados do que pensávamos, mas a descida...) Até topo misericordia: 04:19hrs - 2645msnm Aí pensamos : "acabaram as subidas/descidas fortes" UFA, só alegria! , mas não, ainda tinha umas rebarbas, e o ataque ao cume da pedra da Mina. Até aqui foi "até" tranquilo". Mas a descida..... Até o topo da pedra da mina (no caderno) 05:12hrs - 2760msnm - 7,85 kms (segundo um relato) Tiramos algumas fotos, curtimos excepcional visual proporcionado(serra fina, pn do Itatiaia, MUITO SHOW), mas o vento forte/frio nos expulsaram do topo, sem contar que teríamos que retornar tudo de novo.....como foi doído viu... Na ida, após um certo tempo, encontramos muita gente voltando, isso amenizava um pouco, pois parávamos um pouco para conversar e divertir, obs.: como as pessoas na montanha são divertidas e procuram ajudar uns aos outros! Obs.: como era domingo, encontramos com muita gente durante o trekking(eles voltando e nós indo), tinha muitos paulistas, mineiros, cariocas, paranaenses e um paraibano (que encontrei novamente quando fizemos o pico o Capim Amarelo uns dias depois, como esse mundo é pequeno). Continua.... Início da trilha depois das "perdidas", notem que o sol já se fazia presente Algumas valas e pedras soltas que foi complicado, principalmente na descida Aqui começa as subidas fortes depois do último ponto de água, observem que o céu não tinha nenhuma nuvem. Esse é uma parte da subida "Deus me livre", não encontramos tantas dificuldades na subida, estávamos esperando coisa muito pior...mas a descida É aí mesmo, tem que desbravar o capim alto e encarar a subida Aqui começou subida em pedras Lindo visual do topo do "Deus me livre" Te apresento a subida "misericórdia" Agora era só subir a pedra da mina, mas não é "logo ali" Outro visual estonteante. . Mais outra subida Mais outra subida, já no ataque final Ainda falta um "cadinho" que visual viu Sem comentários Pico da mina, ao fundo pn do itatiaia parte alta - Mg No topo da PEDRA DA MINA, que pode ser chamada de pica da mina Outra singela homenagem ao MOCHILEIROS.COM Mais outra foto minha, mas a alegria era muita mesmo!
  7. 3 pontos
    Voltei gente, desculpem a demora rs 2º dia (05/05) - Salar de Uyuni Chegamos em Uyuni às 04h00, estava um frio, mas um frio da peste rsrs, e já tinha pessoas de agências na rua, ao pegar as malas no ônibus, Rafael e Eu notamos uma brasileira que não estava conseguindo pegar o mochilão dela pois havia perdido o ticket de "guarda-volumes", e logo falamos 'deu ruim pra ela', então vimos uma Sra oferendo passeios, mesmo sabendo das mais conhecidas, fomos com ela, afinal, estava um frio que não era possível ficar na rua até às 06h00, ela nos levou para um lugar quente, apresentou o passeio e valores, mas não fechamos nada, então ela nos dispensou hahahaha, então vimos outra pessoa e voltamos a ir para um lugar quente hahaha Quando estavamos chegando nesse lugar, chega quem? A Brasileira que quase ficou sem a mala haha, mulher de Brasília, chamada Fran, super viajava e gente boa, e como ela mesma disse, "vive perdendo as coisas" hahahaha Ok, entramos no local, era um restaurante chamado Breakfast Noñis, que tem com parceiro a empresa Betto Tours, conversamos com a Fran sobre essa agência, ela pegou indicação e nos indicou, perguntamos o preço e decidimos fechar. Então tomamos café da manhã simples (pão, manteiga, geleia, café e chá), conversando o dia foi amanhecendo, e fomos comprar coisas para os 3 dias no Salar de Uyuni e também cambiar dinheiro, infelizmente com a correria do primeiro dia, não consegui cambiar em Sucre, e lá o câmbio era bem melhor, sem dúvidas. A cidadezinha de Uyuni é bem simples, estava tendo feira no dia, e vende diversas coisas, papel higiênico, sabonete, tudo no meio da rua mesmo rs. Comprei água, pacote de bolacha clube social e um salgado na rua, então cambiei dinheiro, voltei para o restaurante e fechei o passeio (tudo incluso, tours de 3 dias, com café da manhã, almoço, janta, dormitório e transfer para Atacama) Partimos por volta das 10h00, e paramos em um hostel para pegar 3 pessoas, uma Holandesa (Danique), e um casal de Australianos (Jamie e sua esposa (esqueci o nome)), todos super gente boa! Eu não falo taaaanto inglês assim, mas deu pra dar boas risadas com eles. Partiuuuuu Uyuni A primeira parada e muito próxima (da pra ir a pé hahaha) é o cemitério de trens, é muito legal gente, coisa simples sabe, mas pelo menos eu não vejo um trem abandonado todo dia hahahaha, tiramos umas fotos e tals, abaixo comento de onde são as fotos, pois quando vai se conhecendo algumas pessoas, acabam que tirando de seus aparelhos e passando depois, mas vou mencionar do meu celular e também da minha SJCAM. Cemitério de trem, valeu a pena!! E alí o clima já é auto astral total, geral curtindo, porra é muito bom mesmo!!! Saudade! Foto da SJCAM: Foto da SJCAM: Foto da câmera da Fran (não lembro qual é, mas é show, e a mulher era bem fotogênica haha) Então, já eram umas 12h30 quando paramos para almoçar. Comemos carne (medo de comer e passar mal, mas estava aparentemente normal rs), alpaca, salada, banana e batata. E após o almoço o Rafael me pergunta: Gosta de whisky Kamilo? Eu: Whisky? Gosto muito hahahahahahah Ele tirou uma garrafa e começamos a beber hahahaha Mas ai fica uma dica, muitas pessoas gostam de beber e tals, e como a altitude é diferente lá, é bom tomar cuidado, mas vamos nessa hahaha Dali partimos realmente para o Uyuni, e é legal por que o carro está andando, e de repente você está em uma imensidão branca, é top demais, que coisa linda, o dia estava um espetáculo, céu azul e um deserto todo branco ao redor, EU ESTAVA NO SALAR DE UYUNI Então paramos no monumento da Bolívia, acho muito bonito, tiramos uma fotos e fomos andando até onde ficam as bandeiras, também super da hora... ali eu me via vendo fotos na internet, é tão bom ter o prazer e conquista de poder admirar certas coisas de perto, fico feliz por mim mesmo, de poder sair do país, ver paisagens, conhecer aventureiros, histórias, ser feliz! Espero que todos vocês possam sentir sensações assim em suas viagens! Foto da SJCAM: Saindo de lá, andamos um caminho e paramos bem no meio do deserto para tirar as famosas fotos clássicas rs, foi uma diversão só, pulando, de ponta cabeça, com dinossauro, em cima do 4x4, a Fran tirou até de biquini hahahahahah Foto da SJCAM: Seguimos viagem para a ilha dos cactos, esse passeio tem que ser paga a parte, mas vale muito a pena, além de ver os cactos bem de perto, eles são conhecidos por crescerem 1 cm por ano, e podem ter altura de 12 mts, é só fazer uma continha rs, e quando você visita essa ilha, pode-se ter uma visão show do Salar, bonito demais. Partimos para ver o pôr do sol e fechar o passeio do dia, e meus amigos, que pôr do sol, OH MY GOD! Como havia dito antes eu estava convicto que não iria pegar o deserto alagado, mas de repente, o carro entra em uma região de água, na hora eu pedi para descer, "Eu quero descer", "Deixa eu descer" hahahahahahah Gente, é sério, ver aquele lugar espelhado é foda demais, aquelas montanhas, o sol caindo, que luz, que vibe. Foto da SJCAM: Foto do meu celular (Moto G4): Então fomos para o hostel, era um hostel de sal, haha bem diferente. Pra variar eu estava com fome rs, antes de tomar banho, jantamos, sopa, frango, salada e batata. Ai fui para o banho, e gente que banho haha, quando eu falo o título do roteiro é porque realmente sou mochileiro pobre louco hahaha, a noite já tinha chego e com ela a baixa da temperatura, e o banho estava muito, mas muito gelado meeeesmo, e o melhor, era 30segs de água quente, e 1min de água fria então pense em um banho kkkkkkk, mas é normal, nesses mochilões não podem exigir ne, estamos ali para isso, é a vida, e isso que causa graça no role e o valor das coisas. Essa noite eu dormi bem, as cobertas que eles oferecem são suficientes, no entanto acordei algumas vezes, pois é tão frio, mas tão frio que só do rosto estar descoberto, você acorda rs, mas ok, vamos nessa... Gastos do dia: Cambiei R$ 800,00 - Cotação 1,55 bols Café da manhã - 15 bols Água (galão de 6lts) - 12 bols Salgado - 3 bols Pacote de clube social - 12 bols Passeio do Uyuni - 750 bols Entrada para ver os cactos - 30 bols Pessoal, ainda hoje posto o dia seguinte!
  8. 2 pontos
    Laguna de los Caballeros Início: Cuevas del Valle Final: Tornavacas Duração: 11 dias Maior altitude: 2394m em Pico La Covacha Menor altitude: 611m em Jarandilla de la Vera Dificuldade: média para quem está acostumado a longas travessias com mochila cargueira. Há grandes subidas e descidas quase todos os dias, com desníveis positivos (subidas) que chegam a 995m. A Serra de Gredos se estende no sentido leste-oeste cerca de 130km a oeste de Madri e está inserida nas comunidades autônomas de Castela e Leão e Extremadura (comunidades autônomas na Espanha são mais ou menos como estados no Brasil). Ela está dividida em Maciço Oriental, Maciço Central e Maciço Ocidental. Nesse trekking eu percorri de ponta a ponta o Maciço Central, que vai de Puerto del Pico a Tornavacas. Do 1º ao 9º dia eu caminhei dentro dos limites do Parque Regional de la Sierra de Gredos. O único problema dessa caminhada foi a época escolhida. Em final de junho e início de julho o calor chega próximo dos 40ºC, o que é bastante desgastante e inapropriado para o trekking. No início de junho há o risco de ainda haver bastante neve nos picos mais altos. Creio que a melhor época seja o outono (set, out), antes das neves do final do ano. É bom lembrar que o acampamento selvagem nos parques da Espanha é proibido, mas em todo o percurso eu montei a barraca no cair da noite (ou quase), desmontei logo cedo e não deixei nenhum vestígio do meu pernoite no local. Serra de Gredos 1º DIA - 25/06/19 - de Cuevas del Valle à crista da Serra de Gredos Duração: 4h (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 1839m na crista da Serra de Gredos Menor altitude: 844m em Cuevas del Valle Resumo: nesse dia encarei a subida inicial da Serra de Gredos a partir da cidade de Cuevas del Valle, com desnível de 995m desde essa cidade à crista da serra Na Estacion Sur em Madri tomei o ônibus da empresa Samar às 11h para a cidade de Cuevas Del Valle. Desci do ônibus às 13h52 e aproveitei que havia um restaurante a poucos metros para uma última refeição decente antes de entrar na trilha. Altitude de 844m. Iniciei a caminhada às 15h05 cruzando o asfalto da N-502 e depois a cidadezinha de Cuevas del Valle no sentido norte. Como era hora da siesta, o lugar estava completamente deserto. O calor ajudava a manter as pessoas dentro de casa, longe daquele sol forte. Há uma bica de água fresca num largo logo à entrada da cidade para abastecer os cantis já que não haverá muitas fontes nesse dia. Passei à direita da Capela de Nossa Senhora das Angústias e na bifurcação seguinte tomei a direita, subindo e seguindo a sinalização da GR 293 em direção a Puerto del Pico (para mais informações sobre as trilhas GR: es.wikipedia.org/wiki/Sendero_de_Gran_Recorrido). Esse caminho é chamado de Calzada Romana. Mas logo tive de fazer a primeira parada na sombra, por 30 minutos, pois o sol estava fritando. Continuando a subida, fui à direita na bifurcação e encontrei um cocho com água corrente, mas cheio de lama ao redor. Às 16h08 cruzei a N-502 e continuei subindo pelo calçamento de pedras da Calzada Romana. Parei mais três vezes na sombra. Às 17h34 cruzei mais uma vez a N-502 e 17 minutos depois parei na última água do dia para completar todos os cantis. O caminho faz um zigue-zague e já se avista Cuevas del Valle bem abaixo. Passo pelas ruínas do Portazgo (posto de pedágio do século 13) às 18h07 e 10 minutos depois termina a Calzada Romana junto à rodovia (altitude de 1371m). Esse lugar se chama Puerto del Pico (puerto em espanhol significa passo entre montanhas) e aqui entro nos limites do Parque Regional de la Sierra de Gredos. Puerto del Pico é o limite natural entre os maciços central e oriental da Serra de Gredos. Continuo por caminho paralelo à N-502 com a extremidade oriental do Maciço Central da Serra de Gredos à minha esquerda esperando para ser "escalada". Entrei no primeiro asfalto à esquerda e caminhei apenas 70m até um portão de ferro com mata-burro ao lado. Não cruzei o portão, entrei na trilha à esquerda antes dele às 18h25. Uns 170m depois entroncou uma outra trilha vindo da esquerda e a segui até encontrar uma cerca. Acompanhei a cerca subindo para a esquerda e ao final dela a trilha desapareceu por alguns metros. Segui os totens e a reencontrei. Já estava subindo a encosta da Serra de Gredos. Do outro lado de Puerto del Pico, a leste, avisto bem marcada a trilha de ascensão ao Pico Torozo, este já pertencente ao Maciço Oriental da Serra de Gredos. A subida pareceu ter fim aos 1622m, às 19h28, mas continuou. Procurei me manter à direita para chegar logo à crista. Novamente a subida pareceu ter fim aos 1749m, às 20h19, porém só atingi mesmo a crista da Serra de Gredos às 20h43, aos 1839m. Logo surgiu um aceiro vindo da direita e o tomei para a esquerda. Em 200m cheguei a uma estrada de terra bem no alto da serra (!?) e resolvi parar às 21h17 num lugar plano, abrigado do vento e sem tantas pedrinhas para montar a barraca. A primeira impressão da Serra de Gredos foi empolgante, com ampla visão em 360º. Há muitas formações rochosas de formatos curiosos, com grandes pedras equilibradas umas sobre as outras. Dali do alto também pude contemplar um belo pôr-do-sol às 21h45. Altitude de 1814m. Serra de Gredos 2º DIA - 26/06/19 - pela crista da Serra de Gredos até o Pico Peña del Mediodía Duração: 6h35 (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 2221m em Peña del Mediodía Menor altitude: 1810m Resumo: caminhada para oeste pela crista da Serra de Gredos, porém quase não há trilha definida. Procurar o caminho (ou abrir caminho) entre as moitas de piorno foi cansativo. Do local onde acampei na crista podia avistar toda a paisagem dos vales ao norte da Serra de Gredos e a continuação da serra para oeste, meu destino nos próximos dias. Deixei o acampamento às 10h42 e voltei a caminhar pela estrada no sentido oeste, mas quando ela fez uma curva para a direita (norte) subi à esquerda sem trilha seguindo totens para me manter na crista da serra. Às 11h39 um amontoado de rochas com uma coluna no topo me chamou a atenção e subi para conferir o que havia ali. Trata-se do cume La Fría, onde foi instalado um vértice geodésico. A visão para oeste se amplia bastante. Na continuação, me deparei com um grupo de cabras montesas que imediatamente fugiu, porém um filhote ficou para trás, no alto de uma pedra, apavorado com a minha presença. Ele saiu bem na foto, rs. A encosta norte da serra nesse ponto tem várias estradas de terra e há mais em construção, o que tira todo o "clima" de montanha do lugar. Às 12h25 cruzei uma fileira de mourões sem cerca (ainda) e 32 minutos depois encontrei uma bica de água quase seca, apenas um fio escorria, mas consegui coletar mais abaixo e bebi o máximo que pude pois as fontes são muito raras nessa serra (essa foi a única água desse dia). Um marco de madeira fincado tem uma plaquinha "Senda Puerto del Arenal". Continuei às 13h55 e 190m depois cheguei a uma placa em que se lê: Puerto del Arenal - Ruta Navarredonda-Puerto del Arenal PR-AV 45 (mais informações sobre as trilhas PR em es.wikipedia.org/wiki/Peque%C3%B1o_Recorrido). Nesse ponto chega uma trilha que vem da localidade de El Arenal pela vertente sul da Serra de Gredos e que serve como rota de fuga ou início alternativo a esse trekking. Já vinha avistando El Arenal lá embaixo no vale desde o Pico La Fría. Às 16h11 outra placa: Puerto de La Cabrilla - PR-AV 44, que é outro caminho de El Arenal a Navarredonda de Gredos. A partir daqui a serra começa a se mostrar mais florida pois surgem os grandes campos de piorno, que dá flores amarelas em abundância. A dificuldade era abrir caminho entre os piornos já que não encontrava trilha definida e contínua. Às 20h05 alcanço a maior altitude do dia no Pico Peña del Mediodía, de 2221m, também com uma coluna e um vértice geodésico. A partir desse pico aparece uma trilha ininterrupta, antes só pedaços de trilhas. Continuando para oeste, 400m depois do pico desvio alguns metros à direita até um marco de granito para fotos. A partir do marco a trilha inicia uma longa descida a um outro "puerto". Desconfiei que seria difícil encontrar um lugar plano para a barraca, então procurei nas imediações do marco, onde o terreno era plano e as moitas de piorno me davam alguma proteção contra o vento. Altitude de 2211m. Cabra montesa e ao fundo os picos Almanzor e La Galana 3º DIA - 27/06/19 - do Pico Peña del Mediodía ao Refúgio Elola Duração: 8h30 (descontadas as paradas e erros) Maior altitude: 2262m Menor altitude: 1948m na Laguna Grande Resumo: continuação pela crista da Serra de Gredos passando por dois refúgios em ruínas e descida ao Circo de Gredos, com a Laguna Grande e o Refúgio Elola Iniciei a caminhada do dia às 9h10, passei pelo marco de granito e comecei a descer ao Puerto del Peón. A decisão de acampar lá no alto se mostrou muito acertada pois encontrei um grupo enorme de jovens bivacando cerca de 300m antes do puerto. Como é proibido montar barraca eu teria no dia anterior que caminhar bem mais e me afastar deles para poder acampar. Às 9h42 passei pela placa que indica o Puerto del Peón, local que marca uma travessia no sentido sudeste-noroeste da Serra de Gredos e que provavelmente era o roteiro daquele grupo pois não os vi mais. Na continuação para sudoeste, a trilha cai por algum tempo para a vertente norte da serra e depois obriga a subir à crista outra vez. Cruzo mais campos de piornos floridos mas em seguida chego a uma região mais árida da serra, um local praticamente só de pedras, e ali, às 11h14, me deparo com as ruínas do Refúgio Los Pelaos, todo de pedras. Há bons espaços para pernoitar protegido do vento desde que você não se impressione com as paredes prestes a desabar. O local também é rota de uma travessia no sentido norte-sul da Serra de Gredos. Uma caminhada alternativa seria subir ao Pico La Mira, de 2343m (desnível de apenas 91m desde as ruínas), mas não encarei. O mais importante: tem água. Às 12h33 prossegui na trilha para oeste e 190m após as ruínas atinjo a maior altitude do dia, 2262m (alcançarei outra altitude igual ainda nesse dia). No horizonte a oeste já avisto uma cordilheira com os picos Almanzor, La Galana e o passo Portilla del Rey, pelo qual passarei entre a Laguna Grande e as 5 Lagunas. A trilha volta a cruzar o tapete amarelo de flores e a crista continua o seu sobe-e-desce. Caminho por alguns trechos com calçamento de pedras. Às 15h05 fui à esquerda (sudoeste) numa bifurcação seguindo os totens, sem trilha definida (à direita teria descido a um estacionamento chamado La Plataforma). Às 15h21 avistei a oeste o Refúgio del Rey, ainda bem distante. Desci e ao subir ao topo da colina seguinte visualizei a trilha à frente e abaixo. Desci novamente e a encontrei às 16h29. Com mais 8 minutos cheguei ao Puerto de Candeleda (com placas indicando ser a PR-AV 46), outra rota que cruza a serra de norte a sul. Parei para descansar e comer, e para meu espanto apareceu um outro louco solitário fazendo a travessia da serra com um enorme mochilão com não-sei-quantos litros de água. Conversamos um pouco e ele seguiu na frente. Às 17h22 continuei na direção oeste numa longa subida, percorrendo depois uma crista para o norte. Às 18h06 fui à direita numa bifurcação para ver de perto as ruínas do Refúgio del Rey. Ao lado fizeram um cercado com as pedras desabadas que serve como abrigo do vento para um bivaque. Perto do refúgio encontrei água quase parada mas 80m à frente (norte) havia uma ótima bica. Continuei para o norte por uma trilha larga às 18h55. Às 19h17 cheguei a uma cabeceira de vale com capim bem verde e bastante água, ao contrário da secura que vinha enfrentando até aqui. Seguindo os totens cruzei o riacho e subi por um caminho construído com pedras, passando por pequenas lagoas. Às 19h52 uma bonita visão para a esquerda (oeste) das montanhas pontiagudas próximas à Laguna Grande, meu destino nesse dia. Porém a laguna estava bem longe ainda e a descida direta para oeste não se mostrou animadora pela inclinação e ausência de trilha. O jeito foi continuar para o norte, dando uma volta bem grande, mas por trilha bem marcada e segura. Aqui atinjo também a maior altitude do dia, 2262m. Fui à esquerda na bifurcação e comecei a descer. Às 20h33 cheguei a uma bifurcação em T e continuei descendo para a esquerda. À direita se vai à Plataforma e esse é um caminho bastante usado para chegar ao Refúgio Elola. Passei por uma fonte de água e continuei no rumo sudoeste até as margens da Laguna Grande. Contornei toda sua margem leste e sul para enfim chegar ao Refúgio Elola às 21h36, quase no pôr do sol. Esse local é conhecido como Circo de Gredos. Este refúgio foi o único que encontrei guardado, ou seja, com guardas, que aliás estavam jantando e por sorte sobrou alguma janta para mim também. Dentro do refúgio deve-se usar apenas chinelos ou crocs, disponíveis em prateleiras na entrada. Há armários com chave. Os quartos são coletivos e têm beliches bem largas onde dormem muitas pessoas uma ao lado da outra, por sorte havia pouca gente e não precisei dormir espremido. A reserva costuma ser obrigatória mas pelo número pequeno de hóspedes não houve problema em não tê-la feito. O banheiro não tem vaso sanitário e sim uma peça de metal com buraco no chão, como no Nepal. Altitude de 1958m. Talvez o principal destino dos montanhistas que procuram esse refúgio seja o Pico Almanzor, o mais alto da Serra de Gredos, com 2591m.
  9. 2 pontos
    Achei da hora sua reflexão. A vida sendo um jogo impossível de se ganhar e nós sempre insatisfeitos - e preocupados. Sabe que foi isso que me motivou a viajar? Eu tenho um problema de visão e nos últimos anos perdi muita acuidade visual. Agora que estou estável quero aproveitar cada instante, estar nos lugares e ver a vida das pessoas, conversar, sentir tudo... e deixar o amanhã pra amanhã, pois o futuro é invencível... Comecei esse ano. Primeira viagem sozinho para Ubatuba em Abril, 4 dias. Mês que vem estarei pela Argentina por VINTE! Sozinho também, pois descobri em mim um grande companheiro! Grande abraço!
  10. 2 pontos
    Ótimo relato! Estou indo em janeiro com uma amiga e não somos religiosos, deu uma outra vista do que fazer!
  11. 2 pontos
    @Juliana Champi @luizh91 muitíssimo obrigado aos dois. Agradeço por mim e pelos 3 a mais que irão comigo hehe.
  12. 2 pontos
    Fazer uma trip de motorhome por toda europa.
  13. 2 pontos
    Em 1999, percorri o Caminho Francês de Santiago, partindo de San Jean em direção à Santiago de Compostela. Já naquela ocasião, eu ouvia falar que existiam 4 rotas sagradas do Cristianismo na Idade Média, que seriam o Caminho de Santiago, Jerusalém, Roma, e um quarto Caminho que eu nunca descobri qual era, num tempo em que a internet estava engatinhando e o acesso à informação era mais batalhada. Em 2018, decidido a refazer a peregrinação à Santiago de Compostela, comecei a investigar a respeito do Caminho do Norte, o qual fiz partindo de Irun (quase França) e percorrendo o norte da Espanha, novamente rumo à Santiago. E nessa pesquisa descobri acerca do caminho que faltava. Trata-se do Caminho Lebaniego, uma rota de peregrinação que possui seus anos jubilares desde 1512, e que tem como destino o Monastério de Santo Toríbio de Liébana, onde está depositado a Lignun Crucis, que reza a lenda, trata-se da maior parte ainda conservada da Cruz de Cristo, a qual foi confeccionada com o braço esquerdo da cruz original, e hoje é uma cruz menor acondicionada em um relicário de Ouro, prata e cristal. Esse caminho está situado no Parque Nacional Picos de Europa. Um lugar belíssimo, com várias outras trilhas e atrações aos caminhantes em busca de locais bucólicos. Porém em geral são trechos que exigem um certo preparo, pois o relevo é muito acidentado (vindo daí a beleza do local). O Caminho Lebaniego está localizado na Cantábria e é apenas uma das quatro rotas para chegar em San Toríbio. O interessante é que essas rotas podem ser conjugadas com o Caminho de Santiado, pois elas unem o Caminho do Norte ao Caminho Francês. Assim, em uma única viagem é possível fazer as duas peregrinações juntas. Em certos trechos inclusive encontramos juntas as setas amarelas (Caminho de Santiago) com as setas vermelhas (Caminho Lebaniego). O Caminho Lebaiego em si, constitue-se de 72 km, que unem San Vicente de La Barquera a Santo Toríbio de Liébana, podendo ser percorrido entre 3 a 5 dias. Eu particularmente sugiro partir de Santander, que é a cidade onde retiramos a Credencial do Peregrino, elevando assim em mais 76 km a viagem. Para quem pretende fazer o Caminho do Norte de Santiago, o trecho entre Santander e Muñorrodero já faz parte do Caminho, apenas se separando aqui no sentido sudoeste, podendo depois retornar ao Norte, ou seguir até o Francês. O Caminho Lebaniego conta com uma estrutura para os peregrinos, de albergues e rede wi-fi (que ao menos estava disponível no último ano santo). E para os amantes da culinária regional, não deixem de provar a truta e o Cocido Lebaniego.
  14. 2 pontos
    Olá Sílvio, quero te agradecer mais uma vez pelo relato e também pelo mapa que vc colocou aqui. Imagina que fazia ANOS que eu queria ir pra região e lendo o teu relato me dei conta que era tudo tão mais fácil do que eu imaginava. Estive agora em setembro em Porto Alegre visitando os parentes e aproveitei para pegar um ônibus para Tavares. Foi fenomenal! Como estava sozinha achei mais prudente ficar em pousada, encontrei uma bem pertinho do P.N Lagoa do Peixe (a 6km de onde a Talhamar chega "na faixa"). Seu mapinha foi super útil pra me situar. Deu tudo super certo e apesar de ter ficado apenas 2 noites lavei a alma caminhando pela Talhamar e depois pela beira mar até o Farol. A parte que eu mais gostei foi justamente dentro do P.N. e a quantidade de aves que se vê por ali. Recomendo a todos a visita ao Parque Nacional da Lagoa do Peixe, um paraíso entre o mar e a Lagoa dos Patos.
  15. 2 pontos
    @Niltonvrv se seu voo saindo do Brasil nao atrasar e tudo ocorrer dentro da normalidade teoricamente da tempo sim de pegar o segundo voo. Boa sorte!
  16. 2 pontos
    Pow os caras tavam passando fome velho aew nao tem que buscar outras alternativas,eu nao tenho experiencias de viajar para outros paises mais sou viajante faz sete anos só que eu viajava com dinheiro agora por mais que muitos achem ridiculo e bobo eu quero experimentar a sencacao de nao ter NADA a minha meta agora e viajar a america do sul estou quase perto da argentina ja e estou me virando muito bem consigo arumar dinheiro todos os dias e comer tomar banho nao passo necessidades alguma acho que o que incomoda nas pessoas é o fato de todo esse conforto desnecessario ser muito mais privilegiado do que sua propria liberdade e vontade de conhecer o mundo......eu nao esperava que minha viagem sem NADA fosse tao incrivel se todas pessoas pudessem sentir a gratidão e alegria que sinto agora cara é muito incrivel perdi a vergonha agora sou um OFICIAL VENDEDOR DE ADESIVOS
  17. 2 pontos
    valeu pela dica... o meu nick ficou com o endereço do email pq foi muito dificil entender este site quando houve a ultima mudança. So que esta mudança nao foi perfeita... note que encima do meu avatar o nome ja consta, mas na resposta o erro continua... Eita nois.....🙄 o site precisa contratar um profissional de informatica melhor...
  18. 2 pontos
    Cara, obrigadão, valeu pela humildade também irmão. Salam Aleikum.
  19. 2 pontos
    Oi gente, meu nome é Bruno ! Em dezembro to pretendendo dar um role bem roots, com pouca grana ou até sem kkk (no caminho iremos fazendo a grana) pela america do sul, to procurando companhia pra fechar no 10/10 com roteiros e tals, pois tenho medo de ir sozinho. Se quiserem me chamar no whatsApp para trocar uma idéia meu numero é. Sou de Porto-Alegre! +5551992128557
  20. 2 pontos
    9º dia (12/05) Domingo, dia das mães, eu e minha mãe nunca tivemos problemas por passar essas datas longe um do outro, não era a primeira vez, mas mesmo assim fica aquele sentimento de querer estar perto né. Acordei às 04h00, e no Brasil eram 06h00, mandei mensagem para ela e como sempre estava de pé logo cedo, falamos um pouco, me arrumei e saí às 04h30. Andamos bastante de carro, até entrar no famoso Parque Nacional de Huascarán, paramos para tomar café, mas quem quiser pode levar seu próprio café e comer lá na parada e claro no percurso. Eu comi pão, ovo e chá. Como você viram até aqui eu ainda estou sem nenhuma mochila de ataque, então comprei 2 bananas e 500ml de água, isso para que? Para andar 14km, vão lendo... kkkkkkkkk O guia nos instruiu sobre o percurso, da parada lá em cima, e da volta, então seguimos, e todos sabemos né, trilha, tem de tudo, então era bom eu passar um protetor solar, mas nem comento mais nada, e me arrependo demais por não ter pedido para algum gringo apenas uma mão de protetor, pois já faria toda diferença... Comecei a trilha, que belas paisagens tem aquele lugar, sério gente, é incrível, minha mãezinha rsrs, durante a trilha tem sol, frio, sol de novo e mais frio, então é um tal de tira casaco, coloca casaco danado kkkkk Fotos da SJCAM Tirando que eu estava com minha humildes bananas e água na mão haha (tenso viu). Chega uma parte que são umas subidas, e sempre tem o lance da altitude mas até que foi tranquilo. Aos que querem fazer a laguna 69, devem saber da dificuldade que é andar todo esse trecho, realmente não é fácil, mas se preparem um pouco antes, pois faz diferença e vale a pena. Ao chegar no fim da trilha, hum... Sinceramente não tenho palavras para descrever, apenas vejam as fotos... Tirei algumas fotos, e depois fiquei ali sentado comi o que tinha, bebi um pouco de água e lá estava eu olhando aquela bela paisagem, e pessoal, não se preocupem tanto com fotos, parem para observar aquelas águas caindo, aquela camada imensa de gelo e tudo aquilo sabendo que você viu pela internet agora está no seu melhor retrato que são seus olhos. Antes de descer, eu passei a mão no rosto, e geeeente, e já sentia meu rosto queimado e todo seco, peguei um pouco de água e passei, mas noooossaaaaa, fui me protegendo todo na volta, que saudade do meu protetor, que saudade da minha mochila!! Voltei pela trilha, vendo a paisagem das minhas costas de início, sério que lugar show! Fiz a ida em 2:30 Volta 1:45 Cheguei no hostel umas 18h30, fui na venda comprar pão e miojo, comprei água também. E decidi ficar mais um dia em Huaraz. Pessoal, volto em breve! Novamente, obrigado por lerem e espero estar ajudando.
  21. 2 pontos
    Olá pessoas queridas, estou procurando uma companheira para planejamento de uma viagem de volta ao mundo em Um FUSCÃO 96 Itamar.. Já estou começando os preparativos pretendo ficar pelo menos 05 anos ou mais viajando e trabalhando. Durante a viagem podemos faze um Upgrade para uma Kombi. Sou músico, tecladista, pianista, compositor, produtor de vídeo, desenvolvedor web, e consultor de Marketing Digital. Maiores detalhes entre em contato.
  22. 2 pontos
    É que aqui no Sul, não sei se já conheces nosso litoral, só tem vida entre novembro / abril. O resto do ano só falta aquelas bolas de feno sendo arrastadas pelo vento. rsrsrss abraço,
  23. 1 ponto
    Olá pessoal quero dar meu ponta pé inicial, curtir uma viagem com custo baixo, dentro ou fora do Brasil, aventura, esportes radicais, carona, caminhada, gastronomia natureza simplicidade, por 20 dias Em outubro 14/10/2019
  24. 1 ponto
    Obrigado pelas Dicas, Juliana! Estava pesquisando em outros locais e descobri que o Uber funciona bem na região das vinícolas! Li seu relato e me ajudou muito na montagem do meu roteiro, obrigado mais uma vez!
  25. 1 ponto
    @rapensando Pela minha experiência, a questão do dólar vale mais a pena na hora do câmbio do que para negociação de passeios. Os passeios nas agências já são oferecidos em pesos, então geralmente os "pacotes" que eles costumam fazer são com valores em moeda local.
  26. 1 ponto
    Serão visto como um casal, mas imigrando na Espanha terão que comprovar o limite minimo e o limite diário para duas pessoas... casos sejam solicitados a tal. Atualmente são 90€/ dia/ por pessoa e um minimo de 810 €/ por pessoa, independente da quantidade de dias. Para ficar claro, o piso para o casal seria 1.620,00 €. E ainda, dividindo o valor total que possuírem pela quantidade de dias tem que ter um minimo de 180 €/dia/ para o casal. http://barcelona.itamaraty.gov.br/pt-br/requisitos_para_entrada_de_viajantes_na_espanha.xml
  27. 1 ponto
    Olá, pessoal! Em outubro irei passar 14 dias no Amazonas com meu marido, dos quais, 5 dias em Presidente Figueiredo. Estaremos com um carro alugado e gostaria de estender até o Pará ou Roraima, já que não são tão distantes. Alguma dica do que posso fazer em algum desses lugares? Dá pra chegar de carro até lá, alguém já se aventurou?? Obrigada!
  28. 1 ponto
    Em novembro, roteiro em planejamento, data em aberto!!!
  29. 1 ponto
    Olá Mochileiros! Sempre me perguntam por que utilizo o bastão de caminhada e a resposta é bem simples, ele ajuda MUITO na fadiga, principalmente das pernas. Porém, algo que fica mais difícil de passar, é como escolher o bastão de caminhada, principalmente pelo fato de cada atividade pedir um bastão diferente. Mas, encontrei esse vídeo, e acho que pode ajudar quem precisa: Se alguém tiver mais informações sobre bastões, bora compartilhar com os amigos mochileiros por aqui!
  30. 1 ponto
    Uma foto mais linda que a outra aqui! Vou postar algumas também: Marco das 3 Fronteiras - Foz Santiago - Chile
  31. 1 ponto
    @Juliana Champi Quando meu filho ia comprar as nossas passagens, deu problema no cartão de crédito, ele ia até o escritório deles em São Paulo e efetuaria o pagamento. A Emirates vende passagem em Reais, mas tinha opção de pagar em dinheiro. Será que essas empresas que você disse não faz o mesmo procedimento de receber no escritório e em dinheiro? Como vc fará o pagamento direto, talvez não incidiria IOF. Mas vc terá que conhecer alguém na cidade que eles têm escritório. Será que eles não vendem via boleto bancário? Se vc ver isso, informe para nós.
  32. 1 ponto
    Olá, estou em dúvida se viajo para Maceió ou Recife. Pretendo viajar com um bebê de 11 meses e queria uma cidade com mais opções de bares, barracas, quiosques que funcionacem a noite, porque não tenho como curtir baladas a noite com o bebê e opto por bares e quiosques a noite. Igual a Fortaleza que pode ficar com crianças até a no que não serena
  33. 1 ponto
    @Gaia Piá Não tenho Instagram!sou das antigas.. Mas para quem é mochileiro, será um baita aprendizado acompanhar as suas postagens. Abra um tópico aqui no Mochileiros.com sobre a sua viagem e peça ao Silnei para divulgar sua viagem e suas redes sociais, nas outras ferramentas que dispõem nosso site(Facebook, blog....). Aqui são mais de 700 mil pessoas que conhecerão vc e alavancaram suas postagens lá. E nós aqui vamos incrementar seu tópico. Ok
  34. 1 ponto
    O vôo em geral é mais barato, mas não necessariamente é mais rápido não Tem que levar em conta que as estações de trem são no centro das cidades e os aeroportos não, e que no trem você chega 15min antes e embarca, pro avião tem que chegar 2h antes Londres e Paris são cidade enormes, com muita coisa pra fazer. 4 dias em cada dá para conhecer o principal, mas mesmo assim vai ver que vai ficar muita coisa deixada de lado. Esse tipo de cidade você pode passar 1 semana ou 1 mês e sempre vai ter alguma coisa diferente para fazer. Paris eu só fui 1 vez, fiquei 10 dias e fiz coisas diferentes em todos os dias, não teve um único dia que tirei pra descansar. Londres fui 2 vezes, na primeira fiquei 4 dias porque foi uma viagem mais corrida, e achei que não aproveitei o suficiente, na segunda vez fiquei 1 semana e pouquissimas atrações foram repetidas da primeira viagem. Se você quer conhecer só atrações principais 4 dias em cada vai dar sim, mas se quiser conhecer melhor a cidade vai achar pouco. 2 dias você só vai tirar foto na torre eiffel e voltar pra casa
  35. 1 ponto
    Depois do almoço (custou $200pesos 3 pratos com refrescos) fomos no castelo de Chapultepec (a entrada custa $75pesos), eu não paguei por que tinha carteira de estudante, minha carteira é nacional e aceitaram. Depois do castelo fomos ao Museu nacional de Antropologia. pra quem gosta de história(meu caso), é um lugar imperdível. Gostei muito do museu e passaria um dia inteiro percorrendo as salas e lendonas placas. O Erick foi um guia e tanto e me explicou bastante coisa sobre as civilizações pré colombianas. Gastos do dia para uma pessoa: Dólar comprado a R$3,93 Chip: $260pesos Trem: $5pesos Hostel: $204pesos Almoço: $67pesos Água: $25pesos Gatorade: $30pesos Batatas: $20pesos Sorvete com pimenta: $10pesos CaféStarbucks: $50pesos Museu: $75pesos Bus: $7pesos Trem: $5pesos Jantar PizzaHut: $75pesos (pizza e coca). Fim do primeiro dia. 😃 Qualquer dúvida, só perguntar e se quiser dar uma olhada nas fotos dos lugares, do hostel e das comidas. Da uma olhada nos stories fixos CDMX no insta @enockbrandao.
  36. 1 ponto
    A principal dica é planejar muito, leia bastante tudo que for possivel, quanto mais informaçoes menor a chance de entrar em furadas. Nao saia de casa com tao pouco dinheiro assim, além do fato de que viajar praticamente sem grana é ruim pelo fato de voce nao poder aproveitar tudo que gostaria pela limitaçao financeira, tem a questao de que voce é ainda inexperiente, e normalmente marinheiros de primeira viagem nao possuem ainda as malícias de como poder economizar. Dê uma lida também no tópico abaixo:
  37. 1 ponto
    que top irmão parabéns, depois desse relatos me deu mas vontade de seguir em frente com meu projeto, quero muito fazer uma ciclo viagem pro chile bora, valeu meu irmão
  38. 1 ponto
    Pretendo fazer Península de Maraú, Porto Seguro, Arraial, Trancoso e Caraíva, saindo de Salvador em 05/11 e retornando 17/11. Alguém se interessa? @Claudinha_Lu @Raiza Marques
  39. 1 ponto
    Saudações amigos Mochileiros.com. Já faz algum tempo que me destino à América do Sul, viagens que vêm me trazendo grandes felicidades e que me fez incluir em um roteiro, também, a Guiana Francesa, o Suriname a Guiana. Sempre questionado sobre o motivo de visitar essas localidades respondia que apenas por serem capitais da porção sul do continente americano já era motivo mais que suficiente para conhecê-las. Ideia pronta, fomos a compra dos bilhetes, dois voos, o primeiro, de São Paulo a Macapá e o segundo de Manaus a São Paulo. ROTEIRO: São Paulo, Macapá, Oiapoque, Guiana Francesa (Cayenne e Kourou), Suriname (Paramaribo), Guiana (Georgetown), Boa Vista e Manaus. Éramos quatro pessoas e as informações que tínhamos mais atualizadas eram apenas as datas de ida (12/6/2014) e volta (6/7/2014), em um enorme roteiro que tinha tudo para dar certo. E deu! COMPRA DAS PASSAGENS: As passagens foram emitidas a preços muito baixos, dada a antecipação, pois foram adquiridas em dezembro para voarmos apenas em junho do ano seguinte. O trecho de São Paulo a Macapá nos custou R$ 380,55 por pessoa e o trecho de Manaus a São Paulo teve um custo de R$ 320,00 por pessoa. ANTES DA VIAGEM: (Aquisição de Visto) Um mês antes da viagem iniciamos o processo de aquisição de visto para ingresso na Guiana Francesa, que foi realizado em São Paulo, localidade mais próxima, já que sou do interior do estado. Juntados os documentos, valor a ser desabonado (R$ 181,82, informação de junho/2014) e o passaporte; Após agendamento via site do Consulado, fomos a São Paulo para a solicitação do visto. Tudo com hora marcada, fomos atendidos e questionados sobre a localidade em que viajaríamos e os motivos. Percebi que o que mais pesa é a comprovação financeira, já que muitos brasileiros se destinam a Guiana Francesa a trabalho, dado o uso do Euro como moeda corrente, mas nada tão preocupante, já que as moças que atendem no Consulado são agradáveis e falam português. Para a aquisição do visto, basta entrar no site http://saopaulo.ambafrance-br.org/Bem-vindo-ao-setor-de-vistos (Isso se o procedimento ocorrer no Consulado de São Paulo. O site da Embaixada, em Brasília, é http://brasilia.ambafrance-br.org/Vistos). O procedimento é simples, chato é ter que ir duas vezes no local, a primeira para a entrega dos documentos e a segunda para a retirada do passaporte. MACAPÁ. Já em Macapá nos hospedamos no Hotel JK (Rua Tiradentes, 1273 - Centro, Macapá - AP, 68900-098, (96) 3251-7905), com um custo de R$ 105,00 para duas pessoas. O hotel tem uma boa infraestrutura. O calor de Macapá em julho é infernal, isso porque estávamos em um período de tempo agradável, diziam todos. Em Macapá conhecemos: Fortaleza de São José de Macapá, Centro de Pesquisas Museológicas Museu Sacaca, Trapiche Eliezer Levy, Marco Zero, Linha do Equador, Mercado Central, Teatro Bacabeiras, Casa do Artesão, Estádio Zerão e Igreja de São José de Macapá. O turismo na cidade é bem organizado e a emoção de estar em contato com as águas do Rio Amazonas é enorme. Uma coisa que me impressionou demais foi a influência da maré no rio, que subia e descia suas águas em um ciclo de seis em seis horas, algo muito impressionante, principalmente porque o recuo era enorme. Andei no leito do rio na maré baixa só para sentir o prazer de estar dentro do Amazonas. Interessante é ver a molecada jogando bola na lama formada na maré baixa, uma atração turística a parte. Três ou quatro noites é mais que suficiente para conhecer a cidade, seus pontos turísticos e suas belezas. O povo é bem receptivo e as localidades podem todas ser conhecidas a pé ou de ônibus. Nenhuma das atrações cobram taxa de visitação e a maioria delas conta com guias gratuitos. Aproveitei meu retorno para o Norte do país para me deliciar com as comidas típicas, não podendo faltar um delicioso sorvete de cupuaçu e taberebá. Logo na chegada em Macapá compramos um bilhete de ônibus para o Oiapoque, uma viagem que dura em média 15 horas e é realizada parte em estrada asfaltada e parte em estrada de terra. O trajeto é emocionante, uma vez que o sobe e desce do ônibus é constante, o que evita que ele atole em vários dos atoleiros do caminho. É realmente uma vergonha um país como o nosso ainda contar com estradas deste tipo mas, infelizmente é uma realidade. A passagem nos custou R$ 92,00. Como não poderia faltar aí vão algumas fotos: Foto 1: Fortaleza de São José de Macapá Foto 2: Trapiche Eliezer Levy Foto 3: Trapiche Eliezer Levy Foto 4: Fortaleza de São José de Macapá Foto 5: Trapiche Eliezer Levy Foto 6: Fortaleza de São José de Macapá Foto 7: Fortaleza de São José de Macapá Foto 8: Fortaleza de São José de Macapá Foto 9: Fortaleza de São José de Macapá Foto 10: Fortaleza de São José de Macapá Foto 11: Trapiche Eliezer Levy Foto 12: Trapiche Eliezer Levy Foto 13: Monumento do Marco Zero Foto 14: Monumento do Marco Zero Volto logo mais com a continuação do relato e mais fotos. Abraços!
  40. 1 ponto
    Oi, somos dois amigos (alemã e argentino) e no fevereiro 2020 vamos organizar una expedição de 3 semanas no Chile e Argentina. E um tour privado, mas podemos levar 4-6 pessoas mais. Vamos atravessar os Andes do Chile (Santiago) a Argentina a pé, descansar no Valle de Uco e logo escalar o Vulcao Maipo (5264m). Quem gostam a aventura, o desafio e las trilhas sem muitas pessoas? Interessado? Se quer saber mais, escrever-nos: [email protected] Saludos, Anna & Emil
  41. 1 ponto
    @romulo.sobreira t.soud e evidente! E as datas está c preços bons de passagens! Estou montando p Paris, Bruxelas, Amsterdã, Berlim, Varsóvia, Cracóvia. A definir as cidades exatamente , em 20 dias. Ida por Paris e volta por Berlim
  42. 1 ponto
    Olá, somos Mattheus e Laryssa e viajar é tudo para nós. Temos um blog no Instagram que se chama @estradasporai, quem puder e quiser seguir, lá tem muitos detalhes, preços, dicas sobre essa e outras viagens que fizemos. Quem vos relata é o Mattheus, motorista, fotógrafo etc.. haha Bom pessoal, sempre entrávamos aqui e viajávamos juntos nos relatos. Sempre esperando chegar nossa vez. E chegou. Fizemos uma viagem saindo do Rio de Janeiro, Sul do Brasil, entrando no Uruguai e indo até Buenos Aires. Foram 18 dias, tivemos muitas experiencias que vamos levar para as próximas, muitos erros etc, mas valeu a pena cada segundo. Planejamento com gastos Estávamos contando com 20 dias de viagem. Entao nosso planejamento inicial seria gastar em torno de R$6.000,00 com tudo, divididos igualmente entre hospedagens, combustível e alimentação. Estipulamos uma meta de R$100,00 por dia para alimentação, optamos por reservar a ida toda antes pelo AirBnb (bem em conta) e casas com opção de cozinha, para aproveitarmos e tentar economizar. Somente Punta Del Este não foi pelo AirBnb. Conseguimos ficar dentro do planejado! Corremos um pouquinho além da conta na volta, pois a vontade de chegar logo em casa era grande rsrs. Mas deu tudo certo. O veículo Nosso carro é um Sandero 1.6 8v 2012 com gnv. O gás ajudou muito a gente durante a viagem na economia, mesmo não tendo conseguido abastecer na Argentina. Utilizamos o app GNV Brasil para localizar os postos. Sempre mantive a manutenção em dia, então antes da viagem só antecipei uma preventiva e fiz uma selagem no cárter que estava vazando um pouco de óleo, pois o carro já estava com 135k kms rodados antes da viagem. Troca de óleo, filtros, limpeza do sistema de arrefecimento, alinhamento, balanceamento e pronto para estrada. A viagem Dia 1: RJ x Curitiba Antes de partir: Ansiedade a mil No dia 05 de julho acordamos cedo, nossa ideia era partir às 5h da manhã, não conseguimos, mas às 5:55 ja estávamos na estrada. Aproximadamente 820 kms até nosso primeiro destino. Como nosso cilindro de gnv é de 10m³, nós vamos parando para abastecer a cada 130 kms mais ou menos. Aí já dá para descansar e esticar um pouco as pernas. Muitos pedágios ao longo do caminho, o mais caro da viagem foi na Rod Pres Dutra, altura de Seropédica. R$14,40. Também adquirimos antes o "Sem parar", serviço que passa direto no pedágio para evitar filas, recomendo. Chegamos umas 18 hrs em Curitiba, nesse dia não almoçamos, levamos muito lanche e sanduíche no carro e deu para enganar o estômago. O apt fica bem localizado, na rua Conselheiro Laurindo Ramos, porém não tinha opçao de estacionamento. Deixamos o carro no prédio e o porteiro nos disse que no outro dia pela manha ficava um rapaz vendendo um ticket "Estar" que serve para fixar no parabrisa e vale até duas horas parado naquele local. Como já era 18h, nao tinha problema deixar o carro lá sem o "estar". Estávamos muito cansado, principalmente eu por ter dirigido quase 12 horas, entao só comemos um macarrão rápido e capotamos. Chegando em Curitiba A estrada
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    DIA 9 - 12/06/2017 – SEGUNDA FEIRA Não lembro a hora que acordei, nem a hora que sai do hostel, só sei que foi meio tarde e que eu tomei um copo de leite com café e parti rumo a National Gallery. Como já disse, visitei ela meio por cima no meu segundo dia em Londres, mas como minha câmera ficou sem bateria, eu decidi que voltaria novamente. Fui direto pra lá, e dessa vez fiz a visita certinho. Passei no balcão de informações, peguei o mapa (£ 1) e iniciei minha visita. A entrada é gratuita. Que lugar incrível! Esse foi meu museu preferido... não entendo quase nada de arte, mas não deixo de apreciar por esse motivo. Fico perdida no meio daquelas pinturas lindas, tanto dos “quase-anônimos” quanto dos grandes mestres. As pinturas são maravilhosas. O prédio em si é lindo de viver. Vale muito muito muito a pena visitar. Eu quase me dou ao luxo de dizer que passei por todas as salas (exceto as de exibições temporárias), e não devo ter ficado mais de 2h30 lá dentro, então mesmo se estiver com pouco tempo, ou não seja tãaao interessado em arte, dá pra perder uma meia hora por lá pra ver, pelo menos, os clássicos Quando sai de lá estava com fome, então procurei qual Shake Shack ficava mais próximo, porque né, quando você acha algo que gosta no meio de um mar de coisas que não gosta... O mais fácil de chegar era o que ficava no Soho, então peguei o metrô ali em Charing Cross (na frente do museu) e desci na estação de Piccadilly Circus, terminei de chegar a pé. Lá eles têm um segundo andar, onde só tem mesas, então fiz meu pedido, peguei meu lanche e sentei numa mesinha na janela. Quando olhei pro lado nem acreditei no que vi... M&M’s World! Já sabia meu destino depois que terminasse de comer haha Geeeente, que loja mais incrível! Você nem precisa gostar de M&M pra ir naquela loja... Se não me engano tinha um andar pra cima, num mezanino, o térreo, na altura da rua, e dois andares pra baixo. A loja é imensa, tem de tudo o que você imaginar relacionado a M&M e todas as cores do doce que você quiser, seja de chocolate ou de amendoim. Não ia comprar nada, porque tudo é bem caro e eu tinha comprado um pacote grande de M&M no mercado no outro dia por tipo £ 1.50. Maaaas, é claro que eu vi a caneca mais linda da face da Terra e ela necessitava ser minha, dai ferrou. Custou um pedaço do fígado, mas valeu cada centavo ❤️ £ 12.95 essa belezura (e, depois que fiz as contas, não achei tão cara, primeiro porque ela é enorme, segundo, vai tentar comprar uma dessas aqui pra ver se paga menos de 50, 60 reais... então achei que foi um gasto ok!). Também tinha que levar um pouco de M&M da própria loja né, então peguei um copo, que tinha preço fixo de £ 6.95 e você enchia com o quanto quisesse – se a tampa dele fechasse, tava valendo! Tinham também saquinhos, que daí eram cobrados por peso, não lembro quanto era, mas não era pouca coisa, e a maioria das pessoas tavam pegando com ele. Eu acho que elas pensaram que era £ 6.95 só o copo, e mais o peso dos doces depois – mas era £ 6.95 o copo cheio! Tinham umas mantas muuuuuuuuuuuuuuuuito fofas. As mantas mais macias que já senti na minha vida. Mas eram mais de £ 30 cada uma Quando passei no caixa me ofereceram uma mantinha mais sem vergonha por £ 3.00 hahaha Peguei né, por £ 3! Hoje ela fica no canto do sofá em casa... é nossa manta do cochilo haha Sai de lá que nem uma doida, porque meu horário no Sky Garden era 16h15 e nisso já eram 15h50. A estação de metrô mais próxima de onde eu estava era Covent Garden, e segui pra lá na correria. Queria ter parado na Lego Store – fica em frente ao M&M’s World – mas não deu tempo Mas acredito que Deus sabe o que faz hahaha não teria dado certo minha pessoa numa loja de lego, ia querer trazer um jogo para cada um dos meus priminhos, e eu tenho MUITOS priminhos! Haha (MENTIRA, ia querer trazer pra mim mesmo!!!) Me confundi no metrô, e, ao invés de pegar o metrô que ia para a estação Monument – que é do lado do Sky Garden – desci em Bank, que também é próxima, mas não tanto. Eu cheguei na estação de Bank já eram 16h15. Tive que parar até meu celular voltar a ter sinal pra olhar no mapa e não seguir na direção errada novamente. Quando ele voltou, consegui chegar com facilidade no prédio. O esquema de segurança pra visitar o Sky Garden foi o mais cheio dos paranauê que eu vi na viagem toda. Quase tão rígida quanto as dos aeroportos. Detector de metais, máquinas de scanner e raio-x – pra você e seus pertences. Cheguei um pouco atrasada mas ninguém nem falou nada, porque como, em tese, você tem uma hora lá dentro com o seu ingresso, chegando dentro desse espaço não vejo porque não te deixariam entrar. Lá em cima ninguém fica conferindo ingresso também não. Talvez no pico do verão se lotar demais aconteça, mas nesse dia fiquei até a hora que quis e ninguém falou nada. O Sky Garden é reservado pela internet, no site próprio deles, e as datas abrem geralmente com um mês de antecedência. É gratuito, e, posso falar? Achei que valeu muito mais a pena do que se eu tivesse pagado as absurdas quase £40 que custa pra subir no Shard, porque esse prédio do Sky Garden fica EM FRENTE ao Shard, então além de tudo, você tem ele na vista! Tem um bar, ou talvez sejam dois, lá em cima. Fiquei com a dúvida: se você fizer uma reserva pro bar, você consegue subir mesmo sem ingresso? Ou o bar só está lá pra quem está fazendo o passeio? Enfim. Também tem um restaurante, mas esse fica meio que pairando em cima do jardim, achei estranho haha Estava me sentindo cosmopolita, então pedi um drinque. Mentira, era limonada - £ 3.50 haha Me sentei em uma das mesinhas que ficam bem de frente com o mirante. Que vista, que lugar, que beleza! Fiquei lá um tempãaao mesmo... por um momento pensei até em esperar o pôr do sol, mas estávamos numa época do ano em que isso acontecia muito tarde, então acabei indo embora umas 19h. Sai de lá e fui andando até a estação de metrô Monument, que foi nomeada em referência ao Monumento ao Grande Incêndio de Londres, de 1666. O construíram no marco zero, onde na época ficava a padaria que iniciou o fogo. Pra quem gosta, a BBC fez uma série contando a história, se chama The Great Fire. Durante o dia o monumento funciona como um mirante, não sei quanto custa, mas parece que tem um elevador que vai até o topo. Quando sai de lá fiz a pior burrada de toda a viagem. Mas assim, A PIOR BURRADA. Metade da família tinha pedido coisas, e eu ia deixar pra comprar no último dia em Londres por motivo de: não ter que carregar mala e não acabar usando meu dinheiro de emergência antes do fim da viagem. Acabou que eu tive uma margem maior pra gastos supérfluos, então decidi passar na Primark comprar algumas coisas antes de ir pra Escócia (até porque eu realmente precisava de um casaco a prova de vento, minha parka era quentinha, mas como lá ventava muito e ela era de lã, não tava resolvendo muita coisa pra ventania). Então lá fui eu. Não vou dar detalhes das minhas compras (pra quem quiser saber mais sobre preços e variedades manda uma mensagem privada que eu respondo, mas aqui não acho que seja necessário), o que importa é que: comprei bastante coisa e também comprei uma mala G daquelas duras, de quatro rodinhas, pra carregar as compras. Meu gasto total na Primark nesse dia foi £ 211.00. Sim, comprei coisa pra caraleo. Só no caminho da loja até o hostel, passando por duas estações de metrô e algumas escadarias... ó, o arrependimento chegou tão rápido! Mas a caca já estava feita, não ia voltar na loja e devolver tudo agora (até porque sai da loja quase na hora de fechar, as 22h). Enfim. Cheguei no hostel as 22h20 mais ou menos, e as luzes do meu quarto já estavam apagadas, sendo que eu ainda precisava rearrumar minhas malas pra ir embora no dia seguinte pra Edimburgo. Ah é, não comentei ainda das minhas colegas de quarto: 90% eram orientais. Não sei se é uma coisa cultural, mas elas iam dormir super cedo e já iam apagando as luzes do quarto Em todos os outros dias eu fazia minhas coisas no escuro mesmo, mas nesse dia me recusei. Pelamor né, nem era tão tarde assim, e todas as outras garotas não japonesas/coreanas/chinesas estavam andando pelo quarto fazendo coisas ainda. Acendi a luz mesmo. Falei “sorry, but I have to pack, I’m leaving in the morning” e acendi mesmo. Tentei não fazer muito barulho e fazer o mais rápido que deu. Em meia hora arrumei tudo dentro das duas malas – só deixei minha roupa que ia usar na manhã seguinte pra fora. Meu trem para York sairia no outro dia as 09:30. Eu iria passar o dia por lá e seguir para Edimburgo no fim da tarde. Ó... se apenas eu soubesse o que me aguardava! hahaha GASTOS Alimentação £ 12.95 (Shake Shack) Souvenirs!
  44. 1 ponto
    Opa, show de bola. Vai de carro amigo? A melhor dica é: tente não abastecer no Uruguai. Pegamos a gasolina por 54,95 pesos, algo em torno de R$6,86 o litro. Levamos dois galões de cinco litros cada abastecidos aqui no Brasil e jogamos no tanque lá. Ainda sim tivemos que completar mais alguns litros. O Uruguai é um país bem caro se comparado ao Brasil. Mas punta Del este está de parabéns rsrs. Lá é tudo muito caro. Se estiverem de carro, melhor passar um dia lá só no máximo e partir para Montevideu. Pois lá é pequeno, dá pra fazer tudo em um dia. Boa sorte e obrigado por acompanhar
  45. 1 ponto
    (As fotos tão ficando meio estranhas quando eu carrego elas pro site... não sei se é porque são muito pesadas, estão ficando meio borradas ) DIA 2 – 05/06/2017 – SEGUNDA FEIRA Meu plano para esse dia era visitar o bairro de Westminster: ver a parte externa do Parlamento, a Abadia de Westminster, andar até a National Gallery e o Buckingham Palace. Sairia do hostel e iria até o bairro de metrô e por lá faria tudo andando. E foi o que eu fiz. Como era meu primeiro dia, não tinha planejado tanta coisa para ele e queria dormir todo o necessário pra não ficar de jet lag depois, então nem coloquei o celular para despertar. Acordei naturalmente, vulgo por causa do barulho das minhas companheiras de quarto, as 10:00. Só me arrumei e já sai. Não tomei café no hostel, primeiro porque não estava com fome, segundo que não tenho hábito de comer de manhã e terceiro que estava com o estomago meio nauseado ainda. Peguei a linha Jubilee direto até Westminster. Já na saída do metrô, você sobe a escadinha e já dá de cara com a linda, a única, a fofa... Elizabeth Tower! <3 Ou, mais – erroneamente – conhecida, como Big Ben! O tempo estava meio estranho, com um chuvisco que começava e parava, bem fininho, então não chegava a incomodar, mas, ao mesmo tempo, molhava os meus óculos e a lente da câmera, o que atrapalhava um pouco. Ali eu andei sem rumo, ia e voltava, tentava achar um ângulo legal pra tirar as fotos, atravessei a ponte, cheguei até a London Eye e voltei – pretendia ir naquele dia, mas como o tempo tava feio acabei deixando quieto. Devo ter ficado uma hora por ali, observando a cidade, o rio, tirando fotos, enfim. Por ali é tudo lindo... muita gente se decepciona com o tamanho da Torre, mas gente, é proporcional ao tamanho do parlamento. Acho que essas pessoas devem ir esperando uma Torre Eiffel da vida, porque de verdade, ela é linda e é do tamanho certo <3 Perto do meio dia, segui pra a Abadia de Westminster, eu já tinha comprado o ingresso online, pelo site da Visit Britain e tinha custado £ 20.00. Esse ingresso era válido por um ano da data da compra. Hora que eu cheguei na praça que tem em frente a Abadia, o Big Ben tocou para anunciar as 12 horas. Aaaah, nem querditei! Que lindeza ouvir esse sino histórico bater doze vezes! Quando cheguei na área externa da Abadia – onde fica o lugar de comprar ingressos e a entrada – a fila estava bem grande, mas, assim como ouvi várias pessoas dizendo, fiquei “positivamente surpresa” com o tamanho da fila, porque achei que estaria maior por já ser junho. Perguntei para uma funcionária onde eu ia para trocar meu e-mail da compra pelo ticket, e ela disse que era na entrada da própria Abadia, então já fui para fila de acesso ao passeio mesmo. Demorou menos de 5 minutos para eu entrar, a fila andava super rapidinho. Assim que você entra já tem uma mesa onde ficam os funcionários fazendo a troca dos bilhetes eletrônicos pelo ingresso. Troquei o meu, peguei o áudio guia, que é incluído no valor, e comecei o passeio. Dentro da Abadia de Westminster não é permitido tirar fotos, então todas as maravilhas que eu vi lá dentro – do que eu chamo agora de Cemitério Mais Foda do Mundo – ficaram só na memória. Logo na entrada já tem umas estátuas enormes, gigantescas, maciças... que te fazem perceber como a gente é pequeno haha O teto dela é muito alto e lindo. Aliás, toda a arquitetura dela é linda! Lembro de ter ficado de boca aberta a cada esquina que eu virava dentro da igreja – porque sim, ela é tão enorme que tem esquinas! Conforme você vai avançando, o áudio guia vai te contando toda a história da Igreja, desde a sua fundação por Edward, o Confessor lá em 1050, a consagração daquele solo em 1065, a reconstrução da Abadia em maiores proporções por Henry III e seu filho Edward I (que inclusive foi nomeado em homenagem ao rei fundador da abadia, que foi canonizado em 1161), a história de todos os que lá estão enterrados (Henry VII, vencedor da Guerra das Rosas, Elizabeth de York, sua esposa e filha do rei Edward IV e mãe de Henry VIII, Elizabeth I, Mary, Rainha dos Escoceses e seu filho James VI da Escócia e I da Inglaterra, os próprios Edward, o Confessor, Henrique III e Edward I, entre vários outros). Pra quem é historimaníaco igual eu, e se perguntar porque Edward I foi o primeiro, sendo que Edward, o Confessor veio antes dele, a resposta é que Edward, o Confessor foi um rei saxão, enquanto Edward I foi um rei inglês, e todos os nomes que vieram antes da conquista de William I (Guilherme I, em português), em 1066, foram desconsiderados para efeito de nomenclatura futura. #NERDEEI Tem tantos túmulos lá dentro que é mais um cemitério que uma igreja, é um mausoléu real. O último rei a ser enterrado lá foi em 1760, desde então a maioria dos monarcas foi enterrado na Capela de São Jorge, no Castelo de Windsor. Pra quem lembra do casamento de William e Kate, que foi em Westminster, o tapete vermelho estendido para a entrada da noiva só chegou até o altar, que fica bem embaixo do centro da “cruz” (considerando o formato da Igreja, que foi construída em formato de cruz). Dali pra trás é onde fica a parte história mais antiga, e mais importante, na minha opinião. Pra trás do altar é onde se localizam todos os túmulos reais, as capelas construídas pelos reis e vários memoriais erguidos em homenagem as famílias nobres mais importantes da história inglesa. Nesse altar também é onde são realizadas as coroações. Todos os reis ingleses desde a conquista em 1066 foram coroados na Abadia de Westminster, e, desde 1308, se usa a cadeira/trono construído por Edward I, para abrigar a Pedra do Destino (Stone of Destiny) – roubada dos escoceses – que ficou em posse dos ingleses de 1308 até 1996, quando a Rainha Elizabeth II autorizou o retorno da Pedra para a Escócia (mas a pedra será trazida para seu lugar na cadeira em futuras coroações). Hoje a pedra está em exposição, junto com as joias da coroa escocesa, no Castelo de Edimburgo. A cadeira da coroação também está em exposição, na própria Abadia de Westminster, atrás de um vidro a prova de balas de muitos centímetros de largura, a uma distância de uns 5 metros haha Enfim, a Abadia é enorme, tem muita coisa pra ver dentro dela, mas, por incrível que pareça, não leva tanto tempo pra se ver tudo. Como eu disse, pelo horário que entrei, devia ser mais ou menos 12:30, e quando sai, depois de ter andado pra caramba e achar que tinha gasto a tarde toda, eram 15:00. E, acreditem, eu sou bem devagar nesses passeios, andava com calma, ia observando tudo, ouvia todos os áudios pelos quais eu passava – alguns duas vezes, porque percebia que tinha ouvido no lugar errado... É um passeio que super vale a pena, mesmo pra quem não é doido por história. A própria arquitetura e ambience do lugar é incrível, e pra qualquer turista que não seja tão devagar quanto eu, o passeio não deve levar mais de duas horas xD. Quando sai da Abadia, fiquei um tempo sentada na praça que fica em frente, pra tirar umas fotos, aproveitar o sol que apareceu e dar uma descansada nas pernas... a gente fica distraído com tudo ao redor e não percebe a quanto tempo está em pé. Depois segui a avenida Whitehall até a Trafalgar Square, fui tirando fotos pelo caminho, vendo várias estátuas e monumentos que ficam na avenida, percebendo como as pessoas estavam todas andando do lado de dentro de umas divisões de segurança que existem no meio da calçada. Em nenhum momento me senti insegura em Londres, mas não deixava de ser cuidadosa, assim como os próprios londrinos. Quando comecei a ver a Trafalgar Square, percebi que provavelmente ia demorar por lá, porque pretendia entrar na National Gallery, então deveria comer primeiro embora não tivesse com fome... Fiz o que todo mundo diz pra não fazer hahaha Passei na frente de um pub da rede Wetherspoon, bem ali na Parliament Street mesmo, The Lord Moon of the Mall, e como achei o preço do menu que estava na porta ‘aceitável’ pra localização, foi ali mesmo que eu parei. Um hambúrguer duplo com fritas e duas limonadas saíram £ 11.00. Estava bom? Beeem mais ou menos. Sustentou? Só dei conta de comer metade, o restante ficou no prato. Só comi todas as batatas. Caiu como uma pedra, e decidi que não ia mais comer por comer, se não estivesse com fome. Quando cheguei na frente da National Gallery... a bateria da minha câmera acabou Fiquei tão puta, porque a bateria tava cheia, de repente caiu para dois e para um, e então ficou vermelha piscando e desligou! Então me restou meu celular, que tem uma câmera decente mas não é nenhum iPhone 6s Plus ou Samsung Galaxy S200 haha A National Gallery fechava ás 18h, então aproveitei para entrar e mergulhar em um pouco de cultura. No momento que eu entrei naquele prédio lindo sem minha câmera funcionando, eu já sabia que retornaria, então acabei fazendo um passeio mais superficial... Só entrei e fui andando, sem saber muito onde ficava o quê. Ao acaso, acabei achando a peça que, eu acho, é uma das mais famosa da coleção deles, Madonna nas Rochas, de Da Vinci. É realmente linda, e, o que eu mais gostei nesse museu é que a iluminação ajuda muito a valorizar a obra... Achei o museu inteiro encantador e se tornou meu museu preferido de Londres! Vou entrar em mais detalhes sobre ele quando chegar na minha segunda visita, que tenho mais fotos para ilustrar e fiz o passeio mais direitinho rs Sai da Galeria quando anunciaram nos altos falantes que eles fechariam em 10 minutos, então fui mais uma da boiada indo em direção a saída. A visão assim que você sai, de cima da Trafalgar Square é linda <3 (se as fotos da câmera tão saindo embaçadas, as do celular então tão parecendo que foram tiradas debaixo d'água) Achei um canto nas escadarias que não estava muito cheio e fiquei por ali, observando e absorvendo aquele lugar. Depois decidi seguir com meu planejamento, apesar de já estar cansada, e ir andando até o Buckingham Palace pela avenida The Mall. Ela é bem bonita, uma avenida larga com árvores do começo até o fim em ambos os lados – do lado de baixo temos o St. James Park, e do lado de cima alguns prédios oficiais e a Clarence House, morada do Príncipe Charles – e, ao fim, o famosíssimo Buckingham Palace, morada da rainha da coisa toda! Cheguei no palácio, estava bem vazio ao redor, tinha começado a chuviscar e tava um vento geladíssimo (eu, desacostumada e esquecida, não passei protetor labial, no dia seguinte meus lábios tavam sangrando de tão rachados!), tirei umas fotos, andei em volta do monumento a Rainha Vitória, cheguei até os portões do palácio, observei toda aquela opulência. Então a chuva apertou, daí decidi que era suficiente por um dia... já deviam ser umas 19h30. Segui por uma rua lateral do palácio, no mapa ela está identificada só como A3214, queria encontrar uma estação de metrô ou ponto de ônibus. Andei mais um pouco e finalmente encontrei um ponto, li as linhas que passavam ali e não lembro exatamente pra onde elas iam, mas se não me engano tinha uma linha que ia até Westminster, e de lá eu podia pegar o metrô direto pra minha estação. Parei uns 3 ônibus e todos eles estavam “recolhendo” e indo para a Victoria Coach Station, que eu imagino ser o equivalente ao Terminal Central deles. Finalmente desisti de ficar parando ônibus ali e terminei de andar até a esquina, no que eu olhei pro lado esquerdo na Victoria Street... ali estava a Victoria Station Quem não conhece o lugar onde está passa por essas! Haha Nessa hora a bateria do meu celular já tinha acabado, então não consegui usar o GPS pra me localizar. Como essa estação é enorme! E muito linda também... fui até as plataformas de metrô, peguei uma linha que baldeasse na Jubilee e fui pro hostel. Quando cheguei, ainda estava estufada do lanche, então só tomei água e comi o chocolate que havia comprado no dia anterior. Depois disso, banho e cama. GASTOS: Tickets £ 20.00 (Abadia de Westsminter) Alimentação £ 11.00 (Pub ‘The Lord Moon of the Mall’)
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    Montei esse pequeno roteiro, o que acham dele? Dia 1 - Chegada e caminhada por Paris até Arco do Triunfo Brewberry Dia 2 - Notre Dame Pompidou L'Orangerie Saint Sulpice Dia 3 - Saint Chapelle Louvre Dia 4- D' Orsay Rodin Torre Eiffel Dia 5 - Montmatre Dali Museum Mouling Rouge Sacre Couer
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    KEY WEST, UM PEDAÇO DO CARIBE NA FLÓRIDA! Olá viajantes! Em julho de 2015 realizamos nossa segunda viagem para os Estados Unidos e dessa vez o destino escolhido foi a Flórida. Iniciamos por Miami Beach, onde ficamos três dias, conforme relatado do post anterior e depois fomos conhecer as famosas Keys da Flórida, indo até Key West com um carro alugado. Economizamos o máximo possível e nesse post vou contar como é possível, mesmo com o dólar nas alturas, conhecer as Flórida Keys gastando pouco! COMO IR DE MIAMI A KEY WEST DE CARRO Key West fica a aproximadamente 255 quilômetros de Miami e a estrada até lá é uma das mais bonitas por onde já passamos, sendo necessário transpor nada mais nada menos do que 42 pontes! Basta pegar a US 1, Overseas Highway e o trajeto tem duração media de 3 horas e meia, já que na maior parte do trecho a pista é simples e a velocidade máxima permitida é baixa. Por um lado a viagem fica um pouco cansativa por ser feita em baixa velocidade e muitas vezes atrás de caminhões e sem possibilidade de ultrapassagem, por outro isso faz com que seja possível apreciar melhor a paisagem e realizar algumas paradas para tirar fotos, já que a estrada por si só já é um excelente motivo para dar essa esticada até Key West. Abaixo o mapa da Keys da Flórida: A parte mais interessante do caminho começa em Key Largo, a primeira key, famosa por ser um local para mergulhos. A próxima é a Islamorada, cuja atividade principal é a pesca. A terceira ilha é a Marathon . Depois Big Pine Key e Lower Keys consideradas os melhores lugares do mundo para mergulhar. A última é Key West, que fica apenas a 140km da Ilha de Cuba. CONHECENDO KEY WEST A ilha de Key West tem aproximadamente 6,5 km de comprimento e 3,2 km de largura e é uma cidade calma, com belas praias, repleta de histórias e voltada para o turismo. Está localizada a aproximadamente 90 milhas de Cuba, sendo o local habitado mais ao sul dos Estados Unidos. Chegamos na ilha e fomos direto para o hotel. Em Key West a hospedagem é extremamente cara, mesmo em hotéis e pousadas mais simples. Escolhemos pelo custo benefício uma pousada chamada Blue Parrot Inn e realizamos a reserva através do site hoteis.com. Confortável, limpa e bem localizada, a pousada fica próxima a rua principal e com acesso a pé para os principais atrativos (para quem gosta de andar). Não possui estacionamento mas encontramos vaga na rua bem em frente. O café da manhã é simples, no estilo americano dos hotéis americanos. Deixamos o carro estacionado em frente a pousada e fomos conhecer a cidade a pé mesmo. Em vários locais é possível alugar uma bicicleta e até mesmo motos de baixa cilindrada. Eu recomendo, principalmente se estiver calor, pois sofremos um pouco caminhando sob o sol forte. Também é possível conhecer os pontos turísticos de carro, o inconveniente é encontrar lugar para estacionar em cada um deles e além disso, é preciso pagar para estacionar nas ruas da cidade. A última opção é utilizar o ônibus turístico que percorre os principais pontos de interesse. O primeiro local que fomos foi o Southernmost Point, o ponto mais ao Sul dos Estados Unidos. No local há um monumento que indica a distância de 90 milhas de Cuba. Havia lido que de lá era possível ver a ilha caribenha, porém mesmo com o tempo bom não vimos nada. Bem ao lado fica a Higg’s Beach, praia de águas mornas e calmas e com um longo pier de madeira que pode ser acessado pelo mar. De lá resolvemos ir até o Fort Zach Taylor. Uma base militar que cobra entrada pra que o turista possa conhecer suas instalações e que guarda uma das mais belas praias de Key West. A entrada para pedestre custou U$ 2,50, mas é possível entrar de carro e inclusive levar alimentos, já que é permitido fazer pic-nic próximo a praia. A praia é muito bonita e tranquila e com águas mornas no verão. Além disso é possível visitar as instalações militares do forte. A CELEBRAÇÃO DO PÔR DO SOL Key West é conhecida por ter o mais bonito pôr do sol da Flórida. Todos os dias ocorre a Sunset Celebration, uma festa para celebrar esse fenômeno natural. Centenas de pessoas, turistas e moradores locais, se reúnem na Praça Mallory onde há diversas apresentações de artistas de rua e artesãos e artistas plásticos expõem suas obras. Além disso, músicos garantem a trilha sonora perfeita para apreciar o momento. Todos sentam no chão e aguardam o momento em que o sol começa a se esconder no horizonte, e assim, depois que o sol se vai, todos aplaudem! Logo após o sol se pôr, todos vão em direção a Duval Street, a rua principal da cidade e que reúne várias lojas, galerias de arte, cafés, bares, restaurantes e é claro, lojas de souvenir. Para quem gosta, é possível encontrar charutos cubanos por bons preços em algumas lojas. A Key lime pie é a iguaria mais famosa da ilha. É uma torta de limão feita com ingredientes locais e que tem um sabor diferente das tortas de limão produzidas em qualquer outro lugar. Vale a pena provar. Não recomendo um “bate e volta” de Miami a Key West em apenas um dia. Há muito para ser visto e para fazer na ilha. Passar ao menos uma noite é o indicado. Se o orçamento e o tempo permitir, duas ou três noites são o ideal. Uma coisa interessante no trajeto entre Miami e Key West é que você verá a indicação de abrigos em caso de furacões. Isso porque a região é rota dos furações que anualmente passam pela Flórida. Então, se você deseja visitar as Flórida Keys entre 1º de junho a 30 de Novembro, verifique antes se não há previsão de tempestades ou furacões, pois essa é a época da temporada de tempestades. Espero que estejam gostando! Continua no próximo post!
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    Olá pessoal, tudo bem? Estou escrevendo este relato de viagem porque me senti na obrigação de compartilhar minhas experiências (de marinheiro de primeira viagem) no passeio pros EUA. Apenas peço desculpas em ter demorado um pouquinho a postar o relato, mas estive muito ocupado os últimos meses! hehehe Sempre achei que seria muito custoso e trabalhoso fazer uma viagem internacional. Mas lendo os relatos do pessoal aqui no Mochileiros e fazendo pesquisas, percebi que não é nenhum "bicho de sete cabeças" (desde que, claro, o planejamento seja realizado com antecedência). Como as minhas dúvidas eram imensas, e as mais variadas possíveis, resolvi escrever um relato bem detalhado – vocês vão ter de ter paciência para ler tudo! PRÉ-TRIP Como todos sabem, para entrar no EUA é preciso fazer o visto, a não ser que tenham passaporte de algum país que seja dispensado. Como este não é o meu caso, já que usei o passaporte da gloriosa República Federativa do Brasil, fui obrigado a tirar o visto, passando pela tão temida entrevista… Bom, não sei se é verdade, mas me falaram que o lugar mais fácil para fazer o visto é o Rio de Janeiro, pois os outros consulados, especialmente o de São Paulo, são mais rigorosos. Porém acho que é lenda, porque atualmente, devido à crise nos EUA, eles estão concedendo visto para praticamente todos aqueles que pedem. O procedimento para agendar o visto é bem tranquilo, embora seja trabalhoso. Não vou falar muito a respeito de todo o trâmite, pois mudou há pouco tempo… Só digo uma coisa: NA MINHA OPINIÃO não precisa gastar dinheiro com despachante, pois o formulário é bem fácil de responder. Ah, é claro: não mintam nele! Quanto ao agendamento em si, não houve problemas, porque existiam bastantes datas disponíveis. Apenas para ter uma ideia, eu entrei no sistema e já tinham datas disponíveis para o fim de semana seguinte! Mas, como queria ir junto com uns amigos, que tinham de pedir dispensa no serviço, agendamos para umas semanas após. Dica: agendem a entrevista para o primeiro horário. Garanto que vale a pena "madrugar". Eu fiz isso e não me arrependi. Eles fazem esse agendamento de horários para não chegar todos na mesma hora, porque lá dentro ficam todos os horários misturados. As entrevistas não são por ordem de chegada ou de horário. A entrevista foi bem tranquila. Elas podem ser realizadas em inglês ou português. Como meu "english" é bem básico, não resolvi me arriscar e fiz ela em português mesmo! O funcionário que me entrevistou foi bem atencioso e educado, no estilo americano, claro (não esperem sorrisinhos e outras "intimidades"). Pareceu-me que a entrevista foi "só pra cumprir tabela", porque ele apenas me perguntou o que eu já tinha colocado no formulário (como se quisesse confirmar as informações). Pelo que me lembro, as perguntas foram seis: qual minha profissão, onde me formei, quanto ganhava, se já tinha viajado para o exterior, motivo da viagem e quanto tempo pretendia ficar nos States. Pra mim não pediram nenhum documento. Mas temos de levar, como eles próprios dizem, documentos que comprovem o vínculo com o Brasil, ou seja, que demonstrem que você não vai querer ficar ilegalmente lá. Eu levei tudo que veio à mente: diploma, comprovante de matrícula na pós-graduação, documentos do serviço, etc. Após essa meia dúzia de perguntas, veio a tão aguardada resposta: "seu visto foi concedido"! Depois foi só pagar a taxa do Sedex para que o visto fosse enviado. A grande maioria dos visto eram concedidos, mas vi eles negando para um casal de namorados (jovens). Por favor, pessoal, não pensem que sou preconceituoso ou arrogante, mas devemos ir bem arrumados para a entrevista. Não sei se foi por isso que negaram, mas o rapaz estava vestindo camiseta de física, bermuda e havaianas. Isto é, o negócio é ir um pouco mais arrumado (só para garantir). Com o visto na mão, foi a hora de ver as passagens. Recomendo que se inscrevam nesses blogs de passagens aéreas, onde têm muitas promoções interessantes! Eu fui pela TACA, o que pra mim foi ótimo, porque escapei da conexão em São Paulo, além de pegar um voo curto (11 horas), com conexão de meia hora em Lima – sem falar no ótimo preço. ESTADOS UNIDOS Bom, meu propósito da viagem era acompanhar a formatura de um amigo no Mississipi e depois alugar um carro e seguir até Miami, conhecendo Nova Orleans, Orlando e seus parques. No total, foram 20 dias viajando. Abaixo segue o roteiro: 08/05/2012 – Saída de Porto Alegre e chegada EUA (Miami). Miami para Nova Orleans. Nova Orleans para Hattiesburg/MS. 09/05/2012 a 12/05/2012 – Hattiesburg/MS e Nova Orleans/LA (só um dia). 13/05/2012 a 21/05/2012 – Orlando/FL. 22/05/2012 a 28/05/2012 – Fort Lauderdale/FL. HATTIESBURG Bom, essa foi a cidade onde foi a formatura. Meu amigo disse que era uma cidade "pequena", mas não me dei conta que tinha que ter em mente os padrões americanos. A cidade é bem bonita e organizada: grandes avenidas, escolas, universidade, etc. É uma típica cidade norte-americana, com todas aquelas "comidinhas light". Aqui, no interior do Mississipi, ninguém fala espanhol, mas apenas inglês, que é bem carregado no sotaque. Se a pessoa não se concentrar um pouco fica difícil entender em alguns casos. Mas no fim dá tudo certo! Fizemos o trajeto Miami-Nova Orleans de avião (pela American Airlines), o que dá umas duas horas de viagem. Após, tivemos de encarar mais duas horas de viagem de carro até Hattiesburg. Saímos de Porto Alegre às 6 horas da manhã e chegamos em Hattiesburg à uma hora da manhã. A cidade, pelo pouco que vi, não tem muitas atrações turísticas. Vi no GPS que tinha zoológico, mas não cheguei a ver. A universidade (The University of Southern Mississippi), gigante e muito bem estruturada, é um lugar legal pra conhecer. NOVA ORLEANS Adorei a cidade. É tranquilo chegar de carro até lá, mas, claro, GPS é indispensável. A estrada é muito boa e bem sinalizada, mas quando chega perto da cidade é uma infinidade de saídas, entradas e muitos carros que fica quase que inviável de algum turista se achar – isso sem falar em se locomover dentro da cidade. Assim que chegamos, avistamos da entrada o Superdome, que é um estádio de futebol americano gigantesco. Não conseguimos entrar nele, pois não tinha visitação – pelo menos no dia em que fomos (já que a moça da bilheteria não sabia informar e mandou perguntar ao segurança). Uma das coisas que mais me chamou atenção foi a quantidade de mendigos na cidade. Não que a minha cidade (Porto Alegre) não tenha nenhum, mas é que estávamos numa cidade do interior do Mississipi, onde tudo é bonito e organizado – e, pelo menos na parte onde circulamos, não havia uma pobreza explícita… No mais, a cidade é muito bonita, principalmente a região do rio Mississipi. Essa parte turística é de fácil acesso e com bastantes estacionamentos públicos – o que facilita bastante as coisas. Essa parte da cidade é super segura, não tem problema de assaltos – as pessoas andam tranquilamente pelas ruas sem serem incomodadas. Em um raio de 1Km tem um monte de atrações, a começar pela orla do Mississipi. O local e muito bonito, com vários parques e atrações. Pode-se jantar em um barco histórico que sobe o rio ao som de jazz (se não me engano custava US$ 120) ou nos restaurantes que tem na volta (Bubba Gump, Hard Rock, cachorro quente, etc.). Há poucos metros, defronte à Catedral, fica a Jackson Square, onde vários músicos se apresentam, pessoas leem a mão, fazem voodoo… Ou seja, tem pra tudo que é gosto! Uma das partes da cidade que mais gostei foi a famosa Bourbon Street, no coração do French Quarter. É uma rua fechada (à noite) pela polícia que se estende por alguns quilômetros. Nela há vários bares, shows, gente de todo o tipo. Ela é bem democrática: tem desde restaurantes familiares a puteiros! Nas ruas paralelas também tem bastante coisa interessante. Vale se aventurar por lá, mas não muito longe! Quase todas as atrações têm entrada grátis. Jantamos hambúrguer em um restaurante. É uma pena que não me lembro do nome dele (sei apenas que fica em uma esquina, na mesma rua do Bubba Gump), pois, certamente, não recomendaria! Fomos muito mal atendidos pela garçonete. Fiquei na dúvida quando fui fazer o pedido, e ela disse que não falaria mais comigo, apenas com um dos meus amigos, porque não sabia falar inglês! Hahahaha. Mas acho que o problema era só comigo, pois ela ficou brava quando eu pedi para ela me trazer mais refrigerante! Quase pedi desculpas, pois achei que ela estava lá para atender os clientes… É, sem sobra de dúvidas, uma excelente cidade. Talvez a melhor que conheci na viagem, pena que passamos apenas um dia. ORLANDO Fizemos o trajeto Hattiesburg-Orlando de carro (alugado). Uma dica que dou é, caso vocês aluguem um carro em um estado e entreguem em outro, aluguem apenas para fazer esse trajeto, pois, assim, as taxas (dos dois estados) incidirão sobre o valor daquele período necessário para fazer a viagem. Exemplo: nós alugamos um carro por cinco dias em Hattiesburg, entregamos ele, alugamos outro por apenas um dia (só para fazer a viagem) e na Flórida alugamos outro por dez dias. Nesse caso, os impostos (do Mississipi e da Flórida) incidiram apenas sobre uma diária (e não sobre o valor dos 21 dias – se alugássemos um carro para toda a trip). A viagem foi bem tranquila. Nem preciso falar que a estrada é excelente. Mas o que impressiona é a estrutura de apoio. De tantos em tantos quilômetros há locais de descanso, com grandes áreas de estacionamento, máquinas para vender lanches e banheiros. Certamente dá para fazer uma viagem longa, como a nossa (12 horas)! Chegamos em Orlando (na verdade ficamos hospedados em Kissimmee) passando da meia-noite. Alugamos uma casa por meio de uma agência de viagens aqui de Porto Alegre. A casa, bem grande, confortável e mobiliada, e que ficava em um condomínio fechado bem localizado, saiu muito em conta (R$ 300,00 por pessoa, sendo que estávamos em sete). Se fossemos para um hotel bom, iriamos gastar pelo menos uns R$ 1.200,00 por esses mesmos dez dias. Isso sem contar o fato de podermos comprar comida em supermercados (lá tem Walmart em praticamente todos os lugares) e fazer em casa. Assim comemos algo saudável e, acreditem, muito mais barato! Se fossemos comer em restaurante (que serve comida, e não lanches) numa região turística como aquela se gasta muito. Para se ter uma ideia, comemos em um buffet asiático e gastamos em torno de US$ 30,00 por pessoa. Passamos, como disse, dez dias lá e cada um desembolsou a bagatela de US$ 30,00 com toda a comida e bebida – e isso comendo do bom e do melhor: carne, galinha, massa… Compramos tanta comida que deixamos um monte dela com o vizinho (pessoal do Chile que também estava passando férias). É claro que, por mais turística que a cidade seja, há lugares onde se come bem e barato, e certamente há dicas aqui no Mochileiros, mas, como nosso tempo era curto, não saímos para procurar ou pesquisar tais locais. O lanche nos Estados Unidos é barato. A pizza grande da Domino's, por exemplo, custa mais ou menos US$ 15,00. McDonald's, Burger King e Outback seguem a mesma faixa de preços. Aproveitamos a estada para conhecer alguns parques da Disney (Magic Kingdon, Epcot Center, Hollywood Studios, Animal Kingdon), da Universal (Island of Adventure e Universal Studios) e o Busch Gardens. O primeiro parque que visitamos foi o Busch Gardens, que fica a pouco mais de uma hora de viagem de Orlando. Foi, junto com os da Universal, o parque que mais gostei. É, de longe o mais radical de todos, com várias montanhas russas. Mas também há atrações para crianças e uma vasta área com animais e possibilidade de fazer um safari (pela terra e/ou por um teleférico). Para quem, como eu, é fã de montanha-russa, é um prato cheio! O ingresso para um dia no Busch Gardens foi US$ 87,73. Lá dentro comprei um lanche, que era um prato principal, bebida e sobremesa (por US$ 9,98). Nós compramos os ingressos para os parques da Disney no Walmart, que é um local autorizado de vendas. Gastamos a bagatela de US$ 254,66 para aqueles parques que falei antes. Há algumas lojas (não oficiais) que vendem ingressos por um preço mais barato. Pelo o que eu entendi, eles compram ingressos de pessoas que não conseguiram usar todos os dias (ex.: compro ingresso para realizar três visitas, mas faço apenas uma) e revendem. Não sei como funciona ou se é confiável, portanto não tenho como opinar, mas PRESUMO que não seja falcatrua, pois, caso contrário, não estariam operando tão na vista! Cada parque da Disney possui um tema: o Epcot é mais futurista e tem uma parte com vários países, o Animal Kingdon é voltado para os animais, o Hollywood Studios para os filmes e o Magic Kingdon é aquele da Cinderella. Mas, embora haja essa temática, todos eles têm vários pontos em comum: montanha-russa, espaço para criança, "atração molhada", etc. Ou seja, é difícil sair sem gostar de alguma coisa! Os parques da Universal seguem mais ou menos o mesmo estilo dos parques da Disney, mas com uma proposta diferente. Pareceu-me que os dois parques são dedicados a um público um pouco mais velho do que o da Disney, talvez por causa que há vários personagens da Marvel (que atingem um público de adolescente pra cima). Mas, claro, também há atrações para todas as idades. Os parques igualmente possuem aquelas atrações para agradar a todos, mas, na minha opinião, o grande diferencial são os brinquedos 3D (na verdade 4D), em especial os do Homem Aranha, Simpsons e Harry Poter. As pessoas ficam em um "carrinho" preso a braços robóticos que o movimentam e com uma tela gigantesca à frente (além de óculos 3D). Os movimentos criados pelo brinquedo, juntamente com a tela gigantesca, óculos e efeitos (como som, vento, água e odor) fazem parecer que estamos voando, caindo, correndo e tudo o mais que queiram nos induzir (sendo que praticamente não saímos do lugar)! Simplesmente in-crí-vel. Minha opinião é que iria gostar mais dos parques da Disney se tivesse 15 ou 16 anos no máximo (tenho 28 anos, 27 na época), mas não me arrependo de ter ido a esses parques, pois, já que estava lá (e não sabia quando e se iria voltar de novo), resolvi conhecer – mas, a princípio, não retornaria (a não ser acompanhando os filhos que um dia pretendo ter. hehehehe). Com relação ao Busch Gardens e aos parques da Universal, COM CERTEZA voltarei, pois as suas atrações são excelentes (pelo menos para o meu gosto mais radical). Como vocês devem imaginar, todos os parques são gigantescos, e não é força de expressão! Ou seja: se preparem para caminhar muito (ou alugar um carrinho elétrico). Caso queiram conhecer todas as atrações, recomendo chegar assim que o parque abrir – para não fazer tudo na corrida. Mesmo para pessoas jovens e dispostas, como eu acho que sou (hehehe) a rotina é MUITO cansativa – talvez por termos visitados sete parques seguidos (teve um dia que folgamos para fazer compras!). Quem vai com criança deve ter em mente que em Orlando costuma fazer bastante calor. Fomos no início de maio, que não era o auge do verão e pegamos temperaturas sempre por volta dos 35º. Isso pode ser bastante desgastante para crianças e pessoas mais idosas. Sem falar que todas as atrações fechadas dos parques possuem ar-condicionado, que é violentamente frio! Eu que os diga, pois visitei uns quatro parques com febre de uns 39º! Chegava animado, mas umas duas hora depois estava meio malexo e no final do dia completamente acabado! E isso que estava me entupindo de remédios! É permitido que as pessoas levem lanche e água para os parques, o que é uma opção para comida saudável, que não tem em muito variedade nos parques. Mas, caso queiram comprar a comida por lá, tem bastante variedade – restaurantes, lanches, comidas de vários locais do mundo, etc. Como disse, fomos no começo de maio. Segundo uns americanos com os quais falei, essa é a melhor época, pois não é tão quente e os parques não estão tão cheios (já que as escolas ainda estão em aula). Fui para lá sabendo que iria esperar muito para andar nas atrações mais concorrida, mas, para minha surpresa, dava para contar nos dedos as atrações que nos fizeram esperar bastante – mas nunca ficamos mais do que 40 minutos na fila (o que pra mim está bom). Na Disney há o fastpass que é um esquema onde você vai até a atração, retira gratuitamente um ticket onde está impresso um intervalo de horário onde você retorna e não pega a "fila comum", mas a do fastpass (que é bem menor). Outra dica legal é usar o "single rider", que é uma fila, muitíssimo menor do que a comum, utilizada para ocupar aqueles lugares vazios nas atrações (ex.: a montanha-russa tem dois lugares, mas apenas um foi ocupado pela fila comum, lugar que é ocupado pelo "single rider"). Mas, antes de andar pelo "single rider", recomendo ir pela fila comum, pois tem toda uma história e aclimatação antes da atração, sendo que a fila do "single" passa direto à atração. Bom, finalizados os parques, passemos às compras! Pessoal, moro no Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Nós, Gaúchos, sempre que podemos, damos uma passada nos "free-shops" uruguaios pra comprar muamba sem imposto. A primeira vez que fui lá me espantei com os preços, que são muito mais baratos que no Brasil. Mas, quando vi os preços nos EUA, aí sim vi o que era barato – chega a revoltar saber que uma camiseta que comprei lá por US$ 10,00 custa R$ 120,00 aqui em Porto Alegre! Em Orlando, fizemos compras no Buena Vista Lake, que é um outlet pequeno, mas com várias marcas boas e conhecidas. Na região de Miami, fomos no Sawgrass Mill, que é um shopping gigantesco. Para terem uma ideia, chegamos lá por volta das 9hs, almoçamos por lá, só saímos quando o shopping fechou (no final era só nós nos corredores. hehehehe) e não vimos ele todo! O bom do Sawgrass é que ele é fechado, ou seja, ar-condicionado para fugir do calor escaldante! Quando chegamos eu via as pessoas andando com malas a tiracolo para guardar as compras (sem medo de errar: 80% delas eram brasileiras). Num primeiro momento (leia-se: antes de olhar os preços) achei o fim da picada, o cúmulo do consumismo. Mas os preços eram tão bons que adivinhem quem teve de comprar uma mala para guardar todas as sacolas de compras! E isso que não sou nem um pouco consumista! Para vocês terem uma ideia dos preços: camisas polo da Tommy por US$ 30, duas camisetas da Nike por US$ 15, camisa da seleção brasileira de futebol por US$ 40, moletom GAP por US$ 24, camiseta Aéropostale por US$ 6, bermuda Ecko por US$ 29 e assim por diante! Sem falar nos perfumes, maquiagens e eletrônicos! FORT LAUDERDALE Saímos de nossa casa alugada em Orlando e fomos a Fort Lauderdale, que fica entre Orlando e Miami. Fomos "no escuro" para lá, pois não tínhamos reservado hotel. Indicaram-nos um (cujo nome não me lembro), e, assim que chegamos na cidade, por volta da 1h da manhã, nos dirigimos ao tal hotel. Ele era de uma grande rede, mas era mais parecido com aqueles motéis (americanos, e não brasileiros! ehehhe). Não saí do carro, mas o pessoal resolveu não ficar porque, a funcionária foi BEM mal-educada – querem ir para os States? Então se acostumem! (mas, claro, há pessoas bem-educadas). Passamos por mais uns dois hotéis até chegarmos no Comfort Suites, que foi o hotel onde nós ficamos. Ele é muito bom e tem um ótimo custo-benefício. Não lembro quanto era a diária, mas era um preço acessível, sem falar que havia café da manhã incluído. Sempre achava graça quando a imprensa falava que um jogador de futebol (não me lembro o nome) abandonou o clube no qual jogava e voltou para o Brasil porque não tinha feijão lá. Achava isso um absurdo (talvez até seja, mas agora passei a não julgar tanto as pessoas). Acontece que, depois de duas semanas sem comer arroz e feijão, já estava tendo crises de abstinência! Hahhahaa. Toquei no assunto do feijão porque na frente do hotel, do outro lado da rua, tem um restaurante cubano chamado Pollo Tropical, onde vendem arroz, feijão, galinha assada (1/2 frango), batata e salada – e o melhor: tudo isso por mais ou menos US$ 5,00! Uma verdadeira pechincha. A comida é MUITO boa, almoçamos lá uns quatro dias! Do lado do hotel tem um Taco Bell. Não comi lá, mas me falaram que tem alguns pratos bons. Se quiserem fast-food bom e barato (tirando as porcarias de McDonald's, Burger King e cia), recomendo a pizza da loja de conveniências 7eleven, que custa US$ 1,00 a fatia, sendo que a pizza grande sai por US$ 8,00 (oito fatias). Eu sou tarado por pizzas, e não tenho dúvidas em afirmar que essa foi uma das melhores que comi (com certeza o melhor custo-benefício). Não dá para acreditar que aquela pizza tirada do freezer fique tão gostosa em alguns minutos de formo… Já tinha ouvido falar na cidade de Fort Lauderdale, mas não sabia o que tinha de bom para fazer lá. Meus amigos falaram que tinha praia, mas não tinha ideia de como seria. Como adoro praia, resolvi ver como era. Para minha surpresa, a praia era demais! Limpa, organizada, bem estruturada, areia branca e mar calmo, verde e limpo. A primeira praia que fomos foi Las Olas; a segunda, Deerfield Beach (que, na verdade, é uma cidade). Las Olas fica em uma região com bastantes canais, onde os "pobretões" atracam seus iates gigantescos defronte suas mansões. É uma região muito linda! Deerfield Beach é mais movimentada e não tem uma cara tão residencial quanto Las Olas. Sem sobra de dúvidas: vale uma passada em alguma praia da região, que não deixam nada a dever às melhores praias brasileiras. Quanto à vida noturna, recomendo fortemente uma passada no Hard Rock Cassino de Hollywood (da Flórida, e não da Califórnia). Fomos de dia para conhecer a jogatina e estrutura. Mas, quando meu amigo disse que iriamos passar lá para ver como ele ficava de noite, não tinha ideia do que iria ver! O lugar é simplesmente sen-sa-cio-nal. É uma Lapa mais organizada (cariocas: não fiquem bravos comigo, acho a Lapa – e o Rio – um dos locais mais fascinantes do mundo!). Pessoas por todo o lugar. Negros, brancos, latinos, todos juntos e misturados. Gente de várias classes sociais! E isso tudo que falei é na parte externa ao ar livre do cassino (onde não se paga para entrar, basta se identificar). Se as pessoas desejarem, podem se aventurar em algumas das várias boates que rodeiam o lugar, ou até mesmo em um dos barzinhos disponíveis. Nem preciso dizer que o lugar é super seguro, perguntei para o meu amigo (que mora nos EUA) se tinha muita confusão lá, e ele me respondeu: "não, porque eles sabem o que acontece quando fazem besteira aqui no cassino!" hahaha. Enfim, vale muito a pena dar uma passada por lá! MIAMI Pessoal, Miami foi uma das cidades em que menos ficamos. Passamos pouquíssimo tempo por lá, e, então, conhecemos pouca coisa. O que posso falar é que a região turística é muito boa (quanto à segurança, infraestrutura, etc.). Passamos uma manhã em South Beach, onde almoçamos (preços razoáveis, já que ficamos em um restaurante à beira-mar). Não deu para aproveitar a praia, porque o dia estava feio, além de ter caído um temporal. Fora da área mais turística, a cidade não é tão glamorosa. Fomos ao bairro cubano (procurando uma festa tradicional que acontecia por lá, mas fomos no dia errado), que estava bem sujo e maltratado – inclusive o McDonald's (o mais sujo que vi na vida). Num outro dia fomos a Bayside, que é uma área que fica ao lado do mar. É um local com um mini shopping e vários barzinhos. Lá tinha um show de rap e também um de danças latinas (a cantora era brasileira). Existe ainda um atracadouro de onde saem navios para passeios pela região. Apenas me lembro de dois passeios: um era para ver casas de famosos (muito caro) e outro numa lancha de corrida (não olhei quanto era). Uma das coisas que mais me arrependi na viagem foi a de não ter feito um cruzeiro para a Bahamas. Ela fica praticamente ao lado da Flórida, e os cruzeiros para lá são "praticamente de graça". Vários amigos fizeram e me recomendaram. Pelo que eu pesquisei, eles saem por volta de US$ 300,00 (e até menos) com comida e bebida inclusa. Não me entendam mal, R$ 600,00 é muita grana, o que quero dizer é que para quem está nos EUA e já gastou bastante dinheiro, que gaste mais um pouco para conhecer um belíssimo país! Bom, pessoal, essa foi a síntese da minha viagem. Procurei fazer de forma mais detalhada possível, colocando todos os pontos que causaram dúvidas em mim e que poderiam. Desculpem o tamanho do relato, mas espero ter ajudado vocês. Qualquer dúvida, estou à disposição! Próxima viagem? Europa! Alguém se anima! Abraços!
  49. 1 ponto
    Ola friends, Segue um relato de viajem que fiz recentemente pelas Américas. Na verdade o propósito foi trabalho mas como o sangue mochileiro corre nas veias acabei aproveitando a oportunidade e fazendo um pequeno tour por alguns países que ainda não conhecia. Enfim... A empresa pela qual trabalho está localizada (matriz) em Houston no Texas, Estados Unidos e conforme citado acima o propósito da mesma foi um trampo a ser feito la em Houston. Saí de São Paulo numa tarde de Sexta-feira final de Agosto voo direto até Houston e pago pela empresa claro, o que é melhor ainda rs rs. Em Houston cheguei bem cedinho e após toda a burocracia e demora para sair de um aeroporto americano me deparo com um verdadeiro forno ao ar livre quando cruzei o portão de saída para fora do aeroporto. 43 graus e sem praia, calor seco! Houston tem um clima terrível nessa época do ano (verão deles) e confesso que só senti a mesma sensação em Asunción, Paraguai uma vez em que lá estive também na época de verão (do nosso hemisfério nesse caso). Enfim, peguei um taxi ate o Hotel e nesse caso como eu estava pela empresa não tive muito o que me preocupar em termos de grana. Mas aí vai a dica caso alguem passe por lá mochilando. Houston não se usa praticamente nenhum transporte além de carro e muito menos se anda nas ruas (verdadeiras rodovias). Um taxista definiu muito bem essa relação com a seguinte frase "a man in Houston without a car is just like a man without his dick". Portanto carro é necessário e sem dúvida alugar sai mais barato alem de não ter que depender da boa vontade dos taxistas de lá que sempre atrasam ou até mesmo te largam esperando e não aparecem quando vc chama. Horrível o serviço de taxi por lá. Após check in no Residence Inn (do grupo marriot) fui para o rolê na cidade. Adivinha como? De carro, por motivos citados acima. Em pleno Sabado comecei pelo Downtown que mais parecia uma cidade fantasma ou cidade dos carros. Impressionante como não vi absolutamente ninguem caminhando pelas ruas. É o sistema americano sim, ja tinha visto isso em Chicago por exemplo, mas Houston e demasiadamente sem emoção. Visitei um tal de Aquarium downtown que tinha la algum interesse e percorri o centro. Tambem estive num estádio de football (que mais parecia um shopping center) e tentei achar algum ponto de interesse por lá. Porém sem sucesso. Um lugar bem, mais bem meia boca e que se depender de mim não voltaria mais para lá a não ser por força de trabalho (recomendo o mesmo para quem pensar em ir para lá caso esteja nos EUA). Vai perder tempo. Já no segundo dia saí de la e rodei pela grande Houston para visitar a Nasa, um passeio mais interessante que o dia anterior e tambem aproveitei para conhecer o Golfo do México. Esse foi o fim de semana em Houston e seguramente já foi muito pois o lugar não oferece praticamente nenhum atrativo e principalmente não tem emoção o que não combina com mochileiros. Vale destacar que os preços eu achei bem razoáveis e meio que pau a pau com São Paulo por exemplo, se bem que dolar deu uma subida agora mas na época há 2 meses atras estava baixo. Enfim, pouco posso dizer de Houston só me restou trampar a semana inteira e aguardar o fim se semana que certamente ja estava definido: "fora de Houston"! Durante essa semana, vale destacar que deu para ver bem a força mexicana e latina em geral por lá e ouso a dizer, se vc estiver por aquelas bandas e não falar ingles ou seu ingles for zuado, não ser preocupe pois o espanhol funciona bem nessa região do Texas. Enfim, chegou a nossa santa sexta-feira e era hora de fazer algo no fim de semana. A idéia original era New York mas um tal de furação Irene atingiu a costa americana inclusive New York o que me fez mudar de planos. Troquei York por Orleans e New Orleans, a cidade dos blues e do jazz, famosa infelizmente tambem por ter sido devastada há uns 6 anos pelo Katrina e conhecida também por ser a cidade dos negros americanos. Mas antes vamos encerrar a sessão Houston com o video abaixo que vcs poderão ter uma idéia de tudo o que foi relatado acima.
  50. 1 ponto
    Elloco, vc vai achar meu estranho mas qd fui para Bolivia tb tava sem grana p comprar o famoso saco de dormir, então o que fiz, peguei um cobretor de SOFT costurei as laterais deixando é claro a parte de cima para que eu possa entrar nele, e levei dois sacos de lixo daqueles pretos enortmes para que pudesse conservar melhor o calor além de ser impermeável, vesti um dos pés até a cintura e o outro cortei o fundo dele para que tampasse o resto, hehehehe a falta de dinheiro faz coisas né, não peguei nenhum frio abaixo de 0° portanto não sei qual será sua situação, mas me serviu muito alé de não fazer tanto volume na mochila. Espero ter ajudado.
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