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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 16-10-2019 em todas áreas

  1. 3 pontos
    Quando você não está de férias mas quer viajar e não tem muito tempo, Pirenópolis é uma boa opção! Fica bem pertinho de Brasília (2h mais ou menos) e em 2 dias você consegue ter um gostinho de tudo que dá para fazer na cidade. Para organizar a nossa viagem queríamos aproveitar: as cachoeiras, a vida noturna da cidade e subir os morros da região. Os lugares que escolhemos para fazer isso foram: Cachoeiras dos Dragões; Rua dos Restaurantes; e Parque dos Pirineus. Cachoeiras dos Dragões Para começar, saímos de Brasília 7h da manhã, o caminho de ida foi pela BR 060, estrada muito boa com boa parte do caminho com via duplicada. O plano era ir direto para as cachoeiras dos dragões que fica num mosteiro budista mais ou menos a uns 45 minutos de Pirenópolis e funciona de 9h - 17h. Para chegar lá você terá que passar por uma estrada de terra de mais ou menos uns 15km, de carro comum você consegue chegar lá, porém pode sofrer um pouco pois é uma subida e tem muita terra fina. Mas é uma estrada bem sinalizada e não acho que vai precisar de um guia. Chegando no mosteiro você passa por uma orientação rápida sobre as regras do local e já pode ir para a trilha. No local você pode usar os banheiros e encher as garrafinhas de água. Na trilha você vai ter duas opções uma mais leve e outra um pouco mais pesada, as trilhas têm uma boa manutenção e são bem sinalizadas, acho que tem um nível de dificuldade baixa, mesmo sendo 4,5 Km no total você consegue fazer ela toda sem muita dificuldade. Eu fui em outubro lá, época que as chuvas ainda estão voltando então tinha 3 cachoeiras que estavam secas, por isso eles dão um desconto na entrada, mas ainda assim acho que vale a pena, você consegue chegar em lugares da rocha que não seria possível na época da cheia. Rua dos Restaurantes A cidade é bem charmosa e preparada para receber os turistas, ficar a noite apenas andando nas ruas e olhando a cidade já bem interessante. Muita coisa só funciona a noite, uma rua em especial fica cheia de gente e tem vários restaurantes para você escolher. Descobrimos por acaso essa rua apenas caminhando pela cidade, mas é muito interessante para ir jantar e aproveitar a noite, porque nessa rua também funciona algumas casas de festa. Ficamos hospedados no "camping do theo" que nos foi indicado pelas pessoas da cidade mesmo, é um local muito tranquilo fica perto do centro da cidade, então você pode passar pela cidade e voltar a pé mesmo, pode entrar com o carro no quintal e montar a sua barraca do lado. Ele disponibiliza os banheiros e é um senhor muito simpático, conversando com ele você pode usar a geladeira e fogão também. Parque dos Pirineus O parque fica bem próximo a Pirenópolis, porém você tem que pegar uma estrada de chão de mais ou menos 12km para chegar lá, que para ir de carro comum você vai gastar um tempo a mais, devido as imperfeições que a estrada fica por conta do vento. Se você for voltar para Brasília, deixar o parque como última atração é muito bom, porque você já tem uma saída para a direção de Brasília que corta uma grande caminho da estrada convencional. Você sai na BR 070 dessa vez, que não é duplicada, mas é uma estrada em boas condições e chega em Brasília em 1:15h apenas. O parque tem várias trilhas pela "cidade de pedras" porém são trilhas sem muita manutenção e nenhuma sinalização, então é importante ir com um guia se quiser fazer as outras trilhas do parque. Porém você pode ir para a atração mais visitada que é subir os morros, aí você não precisa de guia, pois o caminho é bem simples e você vai ter uma vista linda de toda a região, já que você vai está a 1385m de altura em relação ao nível do mar. O morro que tem a capelinha tem uma subida simples, mas se você quiser subir os outros a trilha não é tão simples e terá que subir por trilhas sem sinalização e com uma dificuldade um pouco maior. Mas se você gosta de paisagens vai gostar da vista que os morros têm.
  2. 1 ponto
    📷 Clique aqui para ler o texto original com fotos. O Marrocos foi o destino mais diferente que já visitei até hoje! Apesar de ter sido pouco tempo, conseguimos conhecer bastante coisa em 7 dias. Estar de carro nos deu mais liberdade para explorar do nosso jeito esse maravilhoso país de paisagens, costumes e sabores tão diferentes! É importante entender que a cultura marroquina é muito diferente da ocidental e, assim como em qualquer outro país, é preciso respeitar suas regras e tradições, concordando ou não com elas. Como passar uma noite no Deserto do Saara? Informações básicas Capital: Rabat Moeda: Dirham Marroquino (1€ = 10DH aproximadamente) Língua: A língua oficial é o árabe, mas o francês também é muito falado. Há também o berbere, que é a língua do povo do deserto. Dá pra se virar bem com inglês e em alguns casos espanhol. Religião: O islamismo é a religião predominante. Cerca de 99% da população é muçulmana. Fuso horário: O Marrocos está 4 horas adiantado em relação ao Brasil (horário de Brasília) e é o mesmo horário de Portugal continental. Glossário Medina: Parte mais antiga da cidade, geralmente composta por uma praça central e um labirinto de ruas e becos cercados por uma muralha. Souks: Mercados de rua onde se vende de tudo: Temperos, roupas, artesanato, itens de decoração etc. Eles ficam sempre dentro da medina. Riad: Casa típica marroquina transformada em alojamento para hóspedes. Geralmente há um pátio central e os quartos são dispostos ao redor dele, espalhados pelos andares do pequeno prédio. Há desde opções mais simples, como hostels, até os riads de luxo. Mesquita: Local de culto religioso dos muçulmanos. Sukran: Obrigado Salaam Aleikum: Expressão usada para cumprimentar ao chegar em um lugar. Literalmente traduzido como “que a paz esteja convosco”. Como se vestir no Marrocos? Tanto mulheres quanto homens marroquinos usam muito o djellaba, uma espécie de túnica longa de manga comprida, com ou sem capuz, geralmente usada com calças por baixo. As mulheres geralmente usam o véu na cabeça e os homens costumam usar o babouche, uma sandália de bico pontudo aberta no calcanhar. As cores e estampas são as mais diversas possíveis. As mulheres de uma das vertentes do islã usam a burca, peça única que cobre todo o corpo, deixando só os olhos descobertos (as vezes cobertos com uma rede). As mãos ficam cobertas por luvas. Essa vestimenta é mais comum nas pequenas vilas do interior do país do que nas cidades maiores como Casablanca e Marraquexe. Para os turistas não há muitas regras. É recomendável usar roupas mais discretas como calças, saias ou vestidos longos, preferir blusas sem decotes ou alças e evitar peças muito justas. O lenço não é obrigatório para as mulheres, mas é um bom item para cobrir ombros ou pernas caso esteja se sentindo desconfortável com os olhares. É só usar o bom senso e respeitar a cultura deles que estará tudo certo! Quando viajar para o Marrocos? O clima no Marrocos é bem variado, até porque é um país que tem uma geografia que vai da praia ao deserto, da cidade à montanha. A minha experiência foi no começo de Junho, quase Verão. Já estava bem quente, pelos 30º, mas nada impossível de lidar. Tanto nas cidades quanto no deserto fazia muito calor durante o dia e uma brisa bem leve à noite. Nos meses de inverno a temperatura cai um pouco, há mais umidade e até neve nas montanhas do Médio e Alto Atlas. De modo geral as épocas mais recomendadas para visitar o Marrocos são a Primavera e o Outono, quando o clima está mais equilibrado. Se o destino for de praia, o Verão pode ser uma boa opção, assim como o Inverno, caso queira esquiar na neve. Como dirigir no Marrocos? Para dirigir no Marrocos não é preciso carteira de habilitação internacional. Tanto a brasileira quanto a europeia são válidas. É muito recomendado reservar o carro com antecedência. Há muitas blitz nas estradas, especialmente nas entradas e saídas das cidades, por isso esteja sempre atento à velocidade, cinto de segurança na frente e atrás e documentos em dia, claro! Caso leve multa, o pagamento é feito na hora. A maioria dos policiais foram simpáticos, mas eles claramente buscam algo de errado para poderem aplicar uma multa. As estradas são boas e tem sinalização em árabe e (geralmente) francês, mas nas cidades o trânsito é completamente caótico! Em muitos lugares há “flanelinhas” para estacionar na rua, se for o caso, negocie o preço. Os trajetos costumam ser longos e as vezes muito sinuosos, então o ideal é ter mais de uma pessoa para revezar na direção. Se for no verão ou mesmo um pouco antes, certifique-se de que o carro tem ar condicionado! Segurança no Marrocos No geral, eu me senti bastante segura no Marrocos, mas estávamos em um grupo de dois homens e duas mulheres. Talvez para uma mulher sozinha seja preciso um pouco mais de cuidado. Por ter lido muitos relatos preocupantes em relação à isso, estávamos atentos à possibilidade de golpes, mas com o tempo relaxamos e percebemos que apesar de existir esse tipo de perigo, a maioria dos marroquinos está realmente só querendo ajudar e ser atencioso. O tempo todo há pessoas oferecendo insistentemente de tudo: produtos das suas lojas nos souks, passeios, restaurantes e até drogas! Mas se não der atenção por algum tempo eles param, não há violência. O que existe de fato, assim como no Brasil e na Europa, são batedores de carteira. Mas é só ter atenção com seus pertences, especialmente nas Medinas, que estará tudo bem. Casablanca foi o lugar onde me senti mais intimidada, tanto com os olhares quanto com a dinâmica da cidade, caótica e muito suja. Mas ainda assim não houve nenhum perigo real. Uma coisa a ter atenção para não criar problemas é com o registro em fotos e vídeos. Se você pedir autorização prévia, eles geralmente aceitam aparecer ou deixam que fotografe seus produtos, caso contrário eles podem pedir que apague e muito provavelmente vão te dar uma bronca! Alimentação no Marrocos A gastronomia marroquina é muito rica em sabores! Ao andar pelas medinas a fome é constante, já que é impossível não se embriagar com o aroma dos temperos das mais variadas cores e paladares, sempre empilhados em formato de pirâmide. Os pratos mais famosos são o tajine e o cuzcuz. O primeiro é como um cozido, preparado em um recipiente que também se chama tajine e é geralmente feito de barro. A receita pode variar muito, geralmente as opções são carne, frango ou vegetariano. O cuzcuz marroquino também tem opções carnívoras e vegetarianas, sendo que a “mistura” fica por cima de uma base de cuzcuz. Outros itens na lista de iguarias maroquinas são o shoarma, espécie de sanduíche de carnes variadas enroladas no pão pita, entradinhas como o baba ganoush e o hummus, e ingredientes como azeitonas, tâmaras e frutos secos. Pela manhã é comum ter uma espécie de panqueca, sempre acompanhada de geléias e mel. No Marrocos praticamente não há bebida alcoolica. Em geral só é possível encontrar vinho, cerveja ou qualquer outra bebida em mercados grandes e afastados do centro ou em hóteis e restaurantes internacionais. O que se bebe frequentemente no país é chá de menta, faça frio ou calor! Não tivemos nenhum problema em relação à alimentação, mas é importante ficar atento pois nas barracas de rua não há muita higiene. Também não é recomendado consumir água da torneira. Roteiro 7 dias no Marrocos Nosso roteiro foi de 7 dias, ida e volta de Lisboa para Casablanca em Junho de 2019. Todo o trajeto foi feito de carro. Dia 1 – Lisboa -> Casablanca -> Marraquexe Chegada em Marraquexe no fim da tarde. Janta e passeio pela Medina. Hospedagem: Oasis Hostel Tempo aproximado dirigindo: 03:00 Dia 2 – Marraquexe Dia inteiro em Marraquexe. Passeio pela Medina, compras no souk, visita ao Palais Bahia. Hospedagem: Oasis Hostel Tempo aproximado dirigindo: 00:00 Dia 3 – Marraquexe -> Aït-Ben-Haddou -> Ouarzazate -> Garganta de Dades Saída de Marraquexe de manhã, parada para almoço em Ouarzazate, passeio pela Garganta de Dadès e pernoite em Boumalne. Hospedagem: Dar Outeba Tempo aproximado dirigindo: 06:00 Dia 4 – Garganta de Dades -> Garganta de Todra -> Merzouga (noite no deserto) Saída de Boumalne de manhã, passagem pela Garganta de Todra, chegada em Merzouga no meio da tarde e saída para a noite no deserto pelas 17:00. Leia aqui como é passar uma noite no Deserto do Saara! Hospedagem: Tenda no Deserto Tempo aproximado dirigindo: 04:00 Dia 5 – Merzouga -> Casablanca Saída de Merzouga de manhã e chegada à Casablanca no final da tarde. Hospedagem: Airbnb Tempo aproximado dirigindo: 09:00 Dia 6 – Casablanca Visita à Mesquita Hassam II, passeio pela Medina e o Souk, caminhada na beira do mar. Hospedagem: Airbnb Tempo aproximado dirigindo: 00:00 Dia 7 – Casablanca -> Lisboa Entrega do apartamento e saída para o aeroporto. Hospedagem: – Tempo aproximado dirigindo: 00:30 A única coisa que eu mudaria desse roteiro seria o trecho de Casablanca. Só há uma atração que realmente vale a pena na cidade, a Mesquita Hassan II, então meio dia é suficiente. Acho que teria sido mais interessante conhecer Fez ou Chefchaouen. 📷 Clique aqui para ler o texto original com fotos.
  3. 1 ponto
    Pesquisa cientifica costuma ser uma coisa que costuma consumir muito tempo, na época do meu mestrado/doutorado, eu lembro que gastava umas 6 horas por dia durante 3 anos em função da pesquisa, então tirando os finais de semanas que eu tirava de folga, não me sobrava tempo para quase nada alem da pesquisa cientifica. Em relação aos métodos de pesquisa, cara, não tenho a menor ideia do que você estaria pesquisando e quais métodos seriam aplicáveis ao tema da sua pesquisa, dependendo do tema, nem todos os métodos serão aplicáveis.
  4. 1 ponto
    Quanto que você vai gastar, depende muito das suas escolhas no dia-a-dia, mas só para lhe dar uma ideia do que eu lembro ter gasto. Eu quase não tenho restrições a comida, tem muitas poucas coisas que eu não como, então na hora de almoçar eu costumo pedir o prato do dia nos restaurante, na Europa praticamente não existem restaurantes buffet, quase todos são a la-carte, e a maioria tem prato do dia, que costuma ser mais barato. Em Paris, se sair das vizinhanças das atrações famosas, você consegue achar locais com certa facilidade onde o prato do dia, ou Formule em francês, incluindo uma entrada e um prato principal custa uns 15 ou 16 Euros, ai se for pedir uma bebida para ajudar a comida a descer, vai mais uns 2 ou 3 euros, e com a gorjeta, a conta do almoço fecha em uns 17 a 20 euros por pessoa. Em Amsterdam eu sempre achei tudo bem mais caro, prato do dia, composto de uma entrada e prato principal mais uma bebida dificilmente fica por menos de 20 ou 23 Euros. Em Londres, o "segredo" para comer bem e barato é ir comer nos pubs e não em restaurantes, restaurantes são caros, mas nos pubs a comida costuma ser mais barata, e novamente eles trabalham com prato do dia, saindo um pouco das proximidades das atrações famosas, eu sempre consegui achar pubs onde um almoço composto por entrada mais prato principal mais um pint de cerveja custava umas 12 ou 13 libras. Eu morei muito tempo na Alemanha, e peguei o costume alemão de não jantar a noite, os alemães fazem somente um lanche a noite, composto por pão, presunto, queijo, etc e um chá... Então quando eu viajo, eu costumo passar no supermercado no começo da noite e comprar algumas coisas para jantar, eu gasto em média de uns 3 ou 5 euros para jantar. Se você ficar hospedado num local que tenha geladeira, dá para comprar alimentos em embalagens maiores e mais baratas, não precisa comprar todo dia pequenas quantidades, e isto pode baixar a conta do jantar em 1 ou 2 euros. Se você faz quentão de comer comida cozida no jantar, janatar num restaurante ou pub costuma ser uns 20% mais caro do que no almoço, mas se você ficar num hostel com cozinha completa, e tiver o mínimo de habilidades culinárias, dá para ir comprar alguma coisa no supermercado e preparar o seu jantar no hostel, mas o conta também fica em uns 3 ou 5 euros por noite. Café da manhã, quando não está incluso na hospedagem, você tem que tomar na rua, e nesta hora novamente apelar para o supermercado pode lhe render uma boa economia, a maioria dos supermercados tem itens de panificação frescos a venda e ai é só comprar um café para acompanhar numa starbucks, mac donalds ou outro quiosque qualquer que venda café, e você consegue tomar café da manhã com uns 3 a 5 euros. Se for numa padaria, sentar e tomar café da manhã bom e reforçado, facilmente vai 10 ou 15 Euros. Então só com comida, a minha média de gastos é 25 a 30 euros por dia para café da manhã, almoço e jantar. Mas você pode gastar mais ou menos do que isto, dependendo dos locais onde for se alimentar e do que for pedir. Eu também não costumo ficar lá passando vontade do lado de fora das atrações, se eu achar que vale a entrar, eu pago o ingresso e entro, pessoalmente eu separo 15 Euros para passeios e ingressos. Tem dias onde não faço nenhum passeio pago, mas tem dias onde faço 2 passeios pagos, então uns 15 euros por dia é uma boa média. Em Londres e Paris você vai ter que usar metrô, não tem jeito, em Bruxelas e Amsterdam, eventualmente você também terá que usar metrô/ônibus, então eu separo uns 5 euros/libras para metrô por dia. Então alimentação + passeios e ingressos + metrô, na minha média de gastos dá uns 50 euros por dia nestas cidades caras. Ainda falta a hospedagem, você pode escolher uma cama num hostel num quarto coletivo de 20 pessoas e pagar 15 euros por noite, pegar um hostel um pouco melhor e pagar 25 euros por noite, ou então pegar um quarto privativo que custa entre 50 e 1.200 Euros por noite... Então 45 ou 50 Euros de alimentação + passeios + metrô + 25 euros de hostel, daria algo próximo de 70 euros por dia. Hospedagem é uma coisa que você reserva antecipadamente, então esta parte você já consegue saber com certeza quanto vai pagar de hospedagem. O problema mesmo são os gastos com alimentação e passeios, estes vão depender das suas escolhas lá na hora. Em resumo, no meu perfil, eu gasto algo próximo de 70 Euros por dia, você até pode gastar um pouco menos, mas dificilmente a conta fica por menos de 60 euros por dia. Então já faz a conta logo com 70 ou 75 euros, para você ter 5 ou 10 euros livres para tomar uma cerveja num final de tarde, ou no barzinho do hostel....
  5. 1 ponto
    Olá mochileiros, vou contar um pouco da minha experiência de viagem por Dubai e Abu Dhabi (04/03/2019 -- 22/03/2019) Dubai primeiras impressões: - Voo tranquilo saindo de GRU e com escala em Joanesburgo pela Emirates (Melhor classe econômica que vc vai conhecer rs)..depois de 26 horas de voo chegamos no maior e mais moderno aeroporto do mundo em Dubai (Elevadores por comando de voz e com capacidade para 50 pessoas, colunas e detalhes em ouro e diamantes, salas vip que mais parecia um hotel árabe) saindo do aeroporto você pode pedir um táxi (corrida até Deira ou Marina por aproxi. 20 dólares - 90% da frota é feita por carros novos e modernos) OBS.: cuidado com motoristas indianos pois passamos situações desagradáveis, não falam inglês e erram o caminho de propósito para cobrar mais. Pois bem. Ficamos em um ótimo hostel na Marina de Dubai, excelente localização 5-15 min de restaurantes, bares, Pier 7, Barasti Beach, Dubai Marina mall, passeios de barco e etc...para você que não quer se preocupar com transportes, sugiro ficar na marina de Dubai, 18 diárias nos custou R$ 800,00 – depositamos metade antes e pagamos a outra metade quando chegamos – checking super tranquilo...anfitrião e dono do hostel muito receptivo, nos ajudou em muita coisa e sempre com paciência e um sorriso no rosto. Agora vou contar um pouco dos passeios e lugares que visitamos: Burj Khalifa + Dubai Mall + Fontes de Dubai: - Acordamos cedo e saímos para tomar um café da manhã em um restaurante árabe perto do hostel (25 AED – R$ 29,00 suco de laranja + torta) Então seguimos para o metrô na Marina (Muito confortável e tem ar - sugiro evitar pegar metrô antes das 8H da manhã e das 17H - 18:30 da tarde, pois vai e volta muito lotado com os trabalhadores) – OBS.: Metrô leva aos principais pontos turísticos da cidade alguns deles são: Burj Khalifa, Dubai Mall e Dabai Frame...Entrando no metrô vai direto e compre o cartão cinza passe livre (30 AED) Você consegue usar por 3-4 dias tranquilo (recarregue depois disso pelo mesmo valor). Chegamos no Dubai Mall, maior e mais moderno shopping do mundo, para se ter uma idéia dentro desse shopping tem um aquário gigante com tubarões, pista de esqui e um ZOOLÓGICO kkk isso mesmo que você ouviu, tem um zoológico dentro do shopping...é tão grande o lugar que aconselho a reservar um dia inteiro para dar a volta no shopping e outro dia só para visitar o aquário e o zoológico (Pagamos cerca de 150 AED – R$ 170,00 para as duas atrações, você pode comprar junto, pois fica um do lado do outro) Como o Burj fica colado, quase dentro do shopping Mall, não tivemos problemas em achar e na verdade é super tranquilo tem varias placas em todos os lugares indicando, não passamos pela bilheteria já tínhamos comprado o ingresso pelo site - https://www.headout.com/ pagamos cerca de R$ 200,00 para os Pisos 124/125 – no site você pode pagar mais caro para subir mais alto, tem opções de horários e dias - manhã/ tarde ou noite. Recomendo ir entre 10H da manhã e 14H da tarde para pegar o pico do dia e tirar as melhores fotos. Chegando lá em cima da maior torre do planeta, se prepare para se surpreender com a tecnologia, altura, grandiosidade...não sei descrever em palavras, uma das vistas mais bonitas que eu vi nas minhas viagens. Você consegue ver tudo de lá de cima, desde a antiga Dubai e do outro lado a nova Dubai, desertos, aeroporto e etc...Depois desse momento incrível na saída do Dubai Mall, vai estar na sua frente as fontes de Dubai, famosas por seu show de água, luzes e música recomendo esperar anoitecer para apreciar a dança das águas com o Burj Khalifa iluminado ao fundo, parece um sonho ou coisa de filme mesmo, ao passo que toca desde Andrea bocelli a Ed Sheeran com uma mistura de luzes, se prepare para se maravilhar. (Só não fique muito até tarde o metrô de Dubai funciona até 12PM - meia noite – passou desse horário se prepare para pagar um valor salgado no taxi rs) Dubai Frame: - Metrô vai parar ao lado da atração, você vai andar por 15 min e atravessar o parque de Dubai – recomendo fazer essa atração no mesmo horário do Burj (10 Hrs – 14 Hrs) pode comprar na hora o ticket, sem problema nenhum...fizemos isso e não pegamos fila, paguei cerca de R$ 100,00 para subir até o topo, pode ficar quanto tempo quiser lá em cima, assim é o Burj não tem horário fixo ou excursão. Você compra para determinado dia e o horário é por sua escolha ou opção, a revista para essas duas atrações Burj + Frame é bem rigorosa, então não se assuste. No aeroporto tbm a revista é bem rigorosa, guardas armados com armas pesadas a cada 10 metros. Mas se você não tem nada a esconder, abra um sorriso e siga em frente. Deserto + Atlantis The Palm + Aquário do Atlantis: - Você tem a opção de pegar um metrô saindo da Marina ou Deira até Palm Jumeirah, a partir dai fica fácil, você vai até a estação do Dubai Monorail - chegando lá compra um ticket de ida e volta para o Atlantis, eu não usei esse meio de transporte para chegar lá...mas tinha uma brasileira no hostel que foi e nos contou, ela pagou 30 AED ida e volta - R$ 35,00 para usar o Palm Jumeirah Monorail até o Atlantis. A melhor opção na minha opinião para você que não quer gastar muito dinheiro com transporte é fechar um pacote de atrações com o Big Bus Tours – tem um balcão na entrada do shopping Dubai Marina Mall e muitas outras espalhadas pelos principais pontos de Dubai, lembro até agora do carisma e simpatia da vendedora chamada Rose, nos tratou muito bem, nos aconselhou qual era opção mais em conta e ao mesmo tempo que nos atendesse... depois de alguns minutos de conversa fechamos 8 atrações por R$ 600,00 – você deve estar se perguntando mais esse valor está muito caro. Mas na verdade está MUITO barato - pois se fossemos comprar separado iriamos gastar o dobro desse valor, além do transporte. A partir do momento que você compra o pacote, você tem uma semana para usar...ótimo custo beneficio, pois pagamos R$ 600,00 para o transporte e ingresso para 8 atrações. Deserto: - Escolhemos a opção do final da tarde para pegar o pôr do sol no deserto, além disso estava incluído passeio de camelo, segurar gavião, 2 fotos de brinde e chá/café (Atenção quando for fazer essa atração aconselho a ir de calça e blusa, mesmo que esteja muito calor na cidade, quando chega no deserto parece que você está no polo norte kkk isso mesmo o vento é muito forte) Se informe o local de saída para o deserto, geralmente sai do shopping Wafi City Mall. Para fazer um roteiro legal nesse dia, recomendo para você sair cedo com o Big Bus e ir até o museu de histórias de Dubai, onde ali conta um pouco da história da cidade, além disso tem roupas, utensílios, quadros, maquetes e etc...depois daqui siga para o Wafi City Mall, em frente tem um mercado gigante onde vende perfumes, roupas. O preço não é barato, mas é legal entrar para conhecer, pois para entrar não paga. Saindo você pode entrar no shopping Wafi e comer alguma coisa e depois passear pelo shopping, interessante que dentro tem varias estátuas e objetos dos tempos dos egípcios antigos. Espere até dar o horário e siga para o deserto (Isso foi o que eu fiz, se informe para ver se mudou o local de saída para o deserto) Atlantis The Palm (Parque aquático) + Aquário do Atlantis: - Recomendo fazer em um dia o Aquário (Muito grande o lugar) para aproveitar o dia sem pressa e no dia seguinte o parque aquático. Se você gosta de adrenalina, esse é o lugar certo pra você. Não tem segredo, tem o armário para guardar suas coisas e depois é só curtir. Hatta: - Um lugar que vai surpreender. Longe dos grandes arranhas céus e badalação de Dubai se encontra esse paraíso no meio do deserto, cercado por montanhas...uma paisagem de tirar o fôlego. Alugamos um carro por 3 dias em um balcão dentro do shopping Dubai Marina Mall (600 AED – R$ 680,00 é obrigatório ter a permissão internacional para dirigir) E seguimos para dentro do deserto, rumo ao Hatta (OBS.: Quem tiver interesse em conhecer o Hatta é só jogar no Waze que chega tranquilo, foi isso que fizemos) A distância de Dubai até o Hatta é de aproxi. 1 Hora e 30 min. Chegando lá alugamos um caiaque por 40 AED – 45 reais para o dia inteiro e entramos no enorme lago que tinha entre as montanhas, para quem gosta de aventura/ adrenalina, tem opção de alugar bike e fazer trilhas, quem não curti muito a bike, tem a opção de trilhas a pé. Ferrari Wolrd + Mesquita Sheikh Zayed (Abu Dhabi) - Acordamos cedo e seguimos para Abu Dhabi (Coloca no waze que chega tranquilo, estradas perfeitas, largas e sem trânsito) depois de 1H e 30 min dirigindo finalmente chegamos em uma das atrações mais desejadas por todos o parque da Ferrari em Abu Dhabi (Compramos pelo site https://www.headout.com/ - pagamos 295 AED – R$ 335,00 para o pleno acesso de todas as atrações) Recomendo tirar um dia inteiro só para o parque, pois você pode repetir quantas vezes quiser a montanha russa mais rápida do mundo e diversos outros brinquedos que até os adultos vão amar, não pagamos estacionamento. Se prepare para gastar uma pequena fortuna com alimentação e brinde lá dentro, um chaveiro paguei 35 AED e uma pizza grande para dois 150 AED. - No final do dia fomos para a mesquita Sheikh Zayed (30 Min do parque até lá – via Waze) Você vai pagar um valor simbólico de 30 AED – R$ 35,00 para entrar e as mulheres são OBRIGADAS a colocar uma burca para cobrir a cabeça e os homens a colocar uma calça para cobrir os joelhos (Tanto a burca como a calça é emprestado na entrada e você devolve na saída) Talvez você se pergunte, nossa mais porque tudo isso, mas lembre-se que você está em uma país que tem o respeito máximo pela religião local. A mesquita fica aberto até as 20h da noite , por isso aproveitamos e fizemos o tour a noite mesmo. Praias: - Nosso hostel estava 15 min a pé das melhores praias de Dubai. É muito parecido com Miami Beach...tem academia a céu aberto, praias para surfar, aluguel de bike, MUITA ferrari e Lamborghini parado no pé da areia. As mulheres podem usar biquíni a vontade na areia e ao entrar no mar, mas pisou fora da praia o ideal é estar com a roupa no corpo, se um árabe se sentir ofendido pela sua saia, decote, biquíni e ele resolver chamar a policia, você vai ter um enorme problema, assim serve para o homens que andarem sem camisa, de sunga e etc. Se prepare para calor de pelo menos 50° no pico do dia 11h – 15H. Então recomendo pegar uma praia logo bem cedo ou bem no final da tarde, mas não espere chegar as 18H porque a noite em Dubai faz muito frio por causa do deserto. Barasti: - De dia pool party e a noite balada. Conhecida como o melhor lugar de Dubai para beber e dançar. O Barasti é uma das melhores pool party/ baladas do mundo, você não paga nada para entrar, mas passa por uma revista rigorosa e é obrigado a deixar o passaporte e retirar na saída. Se prepare para pagar 50 AED - R$ 57,00 em um chopp e 20 AED - R$ 23,00 em um red bull, se tiver sorte você pode até pegar um show de um DJ famoso. Global Village: - Outro lugar que não é prioridade da maioria, mas me surpreendeu e muito é o Global Village - uma mistura de parque temático, teatro a céu aberto, shows ao vivo e circo - alem disso você vai encontrar réplicas do Burj Khalifa, Big Ben, Torre de Pisa, Estátua da liberdade e Coliseu e muitos templos e mesquitas, fica no meio do deserto por isso metrô e big bus não chega nem perto. Se você estiver na Marina, pega um ônibus na Marina Walk direto para o Global Village. O melhor horário para visitar é final de tarde e ficar até a noite, a entrada custa 15 AED - R$ 18,00 - preste atenção nos horários de volta do ônibus, pois funciona até a 12PM - meia noite. O objetivo desse lugar é celebrar a união dos povos. Alimentação: - Se você é como eu e gosta de economizar, sugiro comprar comida pronta, frutas, cereais e etc.. nos mercados espalhados pela cidade e comer no hostel. Pois duvido que você esteja disposto a gastar R$ 120/150 por dia em alimentação – chutando baixo. Clima: - Em Dubai não chove, faz um calor horroroso – chegando aos 50° fácil e a noite faz muito frio. Recomendo a você andar de metrô, pois o mesmo leva para quase todos os lugares, se estiver com mais pessoas pode alugar um carro popular, que dividindo o valor fica barato. Como o tempo é seco aconselho a andar com manteiga de cacau e uma garrafa de água gelada sempre na mochila, protetor solar, óculos de sol e boné recomendado. Transportes: - Ônibus super tranquilo de usar e bem equipado com ar e poltronas confortáveis, funciona igual o metrô - você compra o passe livre por 30 AED e usa a vontade (acabando, só recarregar). Quem vai com bastante grana para gastar pode usar táxi (corrida da Marina até Burj Khalifa aproxi. 100 AED - R$ 115,00) Tem a opção de uber, mas não usei então não vou entrar nesse assunto. Metrô nem se fala, de longe a melhor opção de transporte em Dubai como já foi falado nos tópicos anteriores - barato, confortável e rápido. Homens e mulheres não podem sentar juntos no metrô, tem um vagão só para mulheres - está marcado com um faixa rosa no chão e azul para os homens não pense em desobedecer, pois você pode ser expluso do metrô ou levar multa. Ônibus e Big Bus podem sentar juntos a vontade. Segurança: - Pode andar na rua de dia, a noite ou de madrugada em qualquer lugar de Dubai seja no centro ou lugares mais afastados, pois é muito bem policiado e com agentes a paisana em quase todos os lugares. Vai ser difícil você presenciar algum assalto em público em Dubai ou Abu Dhabi. Eles visam muito a segurança dos turistas, por isso tem um grande investimento nessa área, pois grande parte da economia vem do turismo (diferente do Brasil nos Emirados a lei funciona). Fique atento com a roupa que você vai usar em lugares públicos (menos praia e parque aquático) as mulheres devem evitar saias muito curtas ou decotes provocativos, isso pode dar um problema grande para você - como já disse nos tópicos anteriores se um árabe se sentir ofendido ele com certeza vai gritar e fazer um escândalo na rua mesmo (infelizmente presenciei isso) e vai chamar a policia com toda certeza. Visto e vacinas: - Brasileiro que vai para Dubai não precisa de visto: http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br/tabela-de-vistos-para-cidadaos-brasileiros - Porém é obrigatório tomar a vacina contra a febre amarela (uma vez só) Depois disso você vai ter que emitir na anvisa o certificado internacional contra a febre amarela. Espero ter ajudado de alguma forma, qualquer dúvida estou a disposição !!!
  6. 1 ponto
    Além do que, eu acho que ngm tem competência técnica para opinar com certeza..daí você pode receber uma resposta errada, voltar pra Europa e ter problemas lá! Melhor procurar meios oficiais para sanar tuas dúvidas.
  7. 1 ponto
    Isto é uma questão muito especifica, e muito fora do foco do site, que é turismo. Você deveria procurar um advogado especializado em causas relacionadas a imigração e processos de cidadania europeia pois acho que somente um bom advogado especialista no assunto conseguiria lhe dar uma luz neste caso.
  8. 1 ponto
  9. 1 ponto
    Olá. Boa noite. Estou interessada em viajar por países hispanohablantes, pois preciso treinar espanhol, conhecer culturas e libertar minha alma presa. Posso trocar hospedagem e comida por aulas de Língua Portuguesa, apresentação musical, letreiros, faixas, desenhos em paredes, aulas de desenho e pintura e propaganda de serviços nas lojas. Você tem face ou zap?
  10. 1 ponto
    A cidade andaluz celebra em 2019 o V Centenário da 1ª Volta ao Mundo. A 10 de agosto desse ano 329 marinheiros da cidade saíram para Sanlúcar de Barrameda, de onde a expedição partiria a 20 de setembro do mesmo ano. Tinham o objetivo de encontrar uma nova rota para a India que respeitasse o Tratado de Tordesilhas com Portugal. Não é por isso que visitámos Sevilha. Escolhemos a cidade porque fica a caminho do Caminito del Rey e, apesar de ser um destino repetido para ambos, já nenhum se recordava bem da cidade. Outrora foi uma cidade algo perigosa, suja, mas soube lavar-se da má fama e tornar-se uma atração para além da Feria de Abril, onde mulheres vestidas a rigor não faltam. A Raquel lembra-se do espaço abandonado onde foi a Expo’92 e do calor abrasador de julho. O Tiago lembra-se da vista do topo da Giralda e do parque de diversões Isla Mágica. A influência árabe é evidente, principalmente na arquitetura. Fernando III pode ter conquistado a cidade, mas felizmente não lhe conseguiu retirar o que os árabes construíram. Dessa época encontra-se a Giralda, o Alcazar e a igreja de são Marcos. Tem grandes influências na cidade de outros impérios e culturas, como a romana, visigoda, moura e judia. Torna-se uma grande cidade quando Colombo chega à américa, passando a ser o centro do comércio do império. Era aqui que se controlava o que vinha do novo continente e que se dirigiam as viagens. Mais tarde, quando os barcos deixam de navegar no rio Guadalquivir, começa a queda de Sevilha, perdendo estatuto para Cadiz. A cidade cheira a laranjas e flores de laranjeiras, cheira a sol e a bom tempo. Mas não vamos mentir, também cheira a cavalo, já que uma das atrações turísticas principais é o passeio de charrete. No entanto, todas as madrugadas entram em ação equipas que lavam as ruas da cidade para que Sevilha amanheça limpa e agradável. O que visitar: Bairro de Santa Cruz: os pátios e as ruas estreitas atraem turistas. Também é chamado de Judiaria, de onde noutros tempos os judeus foram expulsos e o bairro abandonado. Está cheio de casas com pátios interiores. Catedral de santa Maria da Sede: de influência árabe, é “só” a maior igreja gótica do mundo. Muitos vão-vos dizer que é a terceira maior catedral do mundo, pondo como 1º São Pedro de Roma e 2° São Paulo de Londres. Se todas as igrejas fossem reconhecidas pelo Vaticano como catedrais, a maior seria na Costa do Marfim e a basílica do Rio de Janeiro também entraria na lista, confundindo este podium. Fica aqui a Torre Giralda, a segunda torre mais alta da cidade, atrás da Torre de Sevilha, construída em 2015. Dica: visitar de manhã, assim que abre, e subir logo à Giralda para conseguir uns 10 minutos (mais) sozinhos no miradouro. Preço: 9€ e funciona das 11h às 17h de segunda-feira a sábado e das 14:30h às 18h aos domingos. Há visitas guiadas pela cobertura a 15€. La Giralda, antigo minarete da mesquita que deu origem à catedral. Vejam o Giraldillo (deusa Nike), no topo da torre, ou, mais próximo, a réplica que está na entrada da catedral. Tem 24 sinos e 110m de altura, percorridos numa subida em rampa com 17% de inclinação equivalente a 35 andares (mais 17 degraus) para chegar a uma das melhores vistas da cidade. Túmulo de Cristovão Colombo: veio de Cuba quando esta se tornou independente e é um dos pontos altos da visita à catedral. Temos pena de não se poder ver também de cima (fica a sugestão de umas escadinhas). Pátio de los Naranjos: não dissemos que a cidade cheirava a flor de laranjeira? Puerta del Perdon: a vistosa porta permite sair da catedral pelo pátio das laranjeiras. Real Alcázar: de estética mourisca, está construído sobre ruínas romanas. Os seus jardins foram cenário para Dorne na Guerra dos Tronos. A família real espanhola ainda fica aqui quando visita a cidade, sendo por isso o palácio mais antigo do mundo ainda em utilização. Para celebrar o V Centenário estão disponíveis visitas noturnas teatralizadas. Estas decorrem até 31 de outubro, às quintas e sextas, e também aos sábados, em julho e agosto. Os quartos da família real fazem parte de um bilhete à parte. Comprámos os bilhetes antes, por planearmos visitar num feriado (custaram mais 2€ por serem comprados online, o que achamos injusto). Dica: visitar à tarde (a partir das 16h tem menos fila). Preço: 11,50€ / visitas noturnas – 14€ / Quartos reais – 4,5€ Archivo General de Indias: se gostam de história e principalmente da época dos descobrimentos, guardam-se ali alguns documentos originais, como o Tratado de Tordesillas, assinado a 7 de junho de 1494. Comemoram-se os 525 anos da sua assinatura e esteve também exposto em Tordesillas, temporariamente. Entrada grátis, fecha às segundas-feiras. Real Fábrica de Tabacos: Sevilha caiu perante Cádis, mas manteve o comércio do tabaco durante muitos anos. Foi a primeira fábrica de tabaco da Europa, o aumento da procura fez com que se introduzisse a mulher na produção. Descobriu-se que eram menos exigentes no salário, e mais produtivas. As mãos mais pequenas enrolavam o tabaco mais rápido. A figura da cigarreira nasce assim, imortalizada na ópera Carmen. Na fachada a escultura de topo representa Fama. Existem alguns mitos urbanos associados à escultura. Hoje a antiga fábrica é a reitoria da universidade. Entrada grátis. Abre à sexta e sábado, para visitas guiadas, marcadas. Palacio San Telmo: vistoso, distingue-se bem ao chegar à Praça de Espanha. Começou por ser o Seminário e foi residência oficial dos Duques Montpensier. Tinha embarcadouro direto para o rio e chegava até ao que é hoje o Parque de María Luisa. Desde 1992 é a sede da Presidencia de la Junta de Andalucía. Entrada grátis. Abre às quintas, sábados e domingos, com reserva prévia. Parque de María Luisa: o verão é tórrido na cidade, então 34 hectares de parque verde ajudam a refrescar e a descansar à sombra. O parque, até ser doado, pertencia ao palácio San Telmo. Plaza de España: quando, em 1929, acontece a Exposição Ibero-americana, constrói-se esta praça emblemática. Gonzalez queria representar a metrópole a abraçar as ex-colónias. As quatro pontes sobre os canais onde é possível navegar de barco representam o reino. As bancadas em painéis de azulejo simbolizam as províncias espanholas e dão cor à praça. Todas as 46 províncias estão representadas (excepto Sevilha). Para os amantes de Star Wars, já foi cenário de um dos filmes. Formando uma praça em formato semi-circular, o edifício central une-se aos laterais, terminando em duas torres. Podem subir até ao primeiro andar de alguns dos edifícios e apreciar a vista das janelas. É imponente e um dos mais visitados pontos da cidade. Foi construído para ser o pavilhão de Espanha e hoje alberga os serviços de migração e mais alguns serviços públicos. Pertinho temos o Consulado Português, assustadoramente vazio quando ousámos entrar pelos portões. Passeios de barco: 6€ de barco a remo / 12€ a motor – 35 minutos Bairro Encarnácion Metropol Parasol: é a maior estrutura de madeira do mundo e forma algo que apenas conseguimos descrever como uma espécie de mega-cogumelo. Jürgen Mayer renovou a Plaza de la Encarnación com este projeto em 2011. O miradouro é visitável das 9:30 às 23h e custa 3€. Comprámos com antecedência, com direito a uma bebida, e escolhemos a horas da visita pelo pôr do sol. No bar de cima o vale de bebida só direito a 1€ de desconto, enquanto no bar do piso 0 passa a oferta. Fecha às 23h, por isso aconselhamos visitar durante a golden hour (subam perto das 20:30h no verão). Mas cuidado, pode ter fila. Também têm em baixo o Antiquarium, umas ruínas visitáveis até as 20:30h, por 2,10€ . Bairro Museo Museo de Bellas Artes de Sevilla: dos maiores do país, a seguir ao Prado, de Madrid. Fica num antigo convento, o Convento de la Merced Calzada. Custa 1,5€, mas é grátis para cidadãos da UE. Bairro Arenal Plaza del Cabildo: uma praça interior pouco conhecida, em formato semi-circular. Ao domingo de manhã forma-se o mercado dos selos, onde vagueiam e conversam os amantes da filatelia e da numismática. O edifício que dá forma à praça foi construído sobre as ruínas do Colégio de S. Miguel. Postigo del Aceite ou Arco del Postigo: acesso à cidade através das antigas muralhas da cidade. Rio Guadalquivir e Torre del Oro: a Torre del Oro foi construída em 1220 para proteger a cidade. Atualmente Museo da Armada, as visitas têm a duração de 20 minutos e custam 3€. Plaza Nueva: na praça localizava-se o antigo convento franciscano que estava em ruínas. Foi destruído em 1811 na época da ocupação francesa. Apesar de ter sido reconstruído acabou por ser desmantelado anos mais tarde. Ayuntamento: começa a ser habitual estarmos em Espanha nos feriados religiosos, desta vez foi o Corpus Christy, uma tradição belga importada que tivemos oportunidade de assistir no feriado. O edifício é renascentista, dos primeiros em Espanha, onde, tal como em Portugal, tudo chegava tarde. Com a chegada de D. Carlos I ao trono, educado em Flandres, atual Bélgica e Países Baixos, veio o estilo da época na europa. Depois, D. Carlos I, primeiro rei de espanha, casa-se em Sevilha com Isabel de Portugal, filha de D. Manuel. Então, temos um edifício neoclássico do lado da Plaza Nueva, renascentista na Plaza San Francisco e, para terminar, também moderno, como símbolo de que ficou por acabar devido à crise económica. Este rei D. Carlos é o mesmo do Mosteiro de Yuste, de que falámos aqui. Teatro Coliseu: construído em 1928 para a exposição Ibero-americana, serviu como teatro até 1955, passou a cinema, e agora é o Ministério da Economia. Tanto este edifício como o hotel Alfonso XIII recriam a arquitetura típica sevilhana antiga. Bairro de Triana e Puente de Triana: a casa mãe do flamenco. É um bairro na outra margem da cidade, a zona ideal para jantar, comer tapas ou beber um copo. Grandes casas de flamenco, menos turísticas, são aqui. Falamos de um bairro tipo Lapa no Brasil ou Alfama em Portugal. Saímos às 2h do bairro para regressarmos ao Airbnb, com máquina fotográfica em punho, e foi seguro (escondemos só o cartão de memória por precaução). Corral Herrera: Não sabemos se é visitável, ou seja, se as visitas são bem-vindas, porque continuam a ser casas privadas, mas em Triana há uns pátios de vizinhos. O edifício de vários apartamentos dava para um pátio central. Ali, vizinhos ficavam na palheta (jogar conversa fora) pela noite dentro, eram ajudados e celebravam juntos. Vive-se aqui um ambiente muito familiar, com festas, batismos e casamentos celebrados em comunidade. Este corral tem mais de 100 anos e foi todo renovado em 1994. Não haverá mais de 30 em Sevilha. Dizem que fazem grandes festas durante a Feria de Abril. Faz lembrar o que se conta dos bairros típicos de Lisboa e do Porto, e também aqui a população jovem quis recuperar o espírito e quer morar nestes locais, fazendo disparar os preços dos arrendamentos. Mais uma vez, uma coisa criada por vizinhos que viviam com dificuldades, agora tornou-se a moda, e a moda encarece as coisas. Bairro La Cartuja Isla Mágica: Para quem adora um bom parque de diversões, tem de ir aqui. A temática do parque é a história da cidade, dos descobrimentos espanhóis, o Novo Mundo e as lendas do El Dorado e da Fonte da Juventude. Tem graça, porque as atrações têm nome de locais que conhecemos na américa. Preço: Custa entre 14 e 32€ por adulto, dependendo do dia. Centro Andaluz de Arte Contemporáneo: fica no edifício do Monasteiro de la Cartuja de Santa Maria de las Cuevas. Aqui encontrou-se a imagem de uma virgem de 1248 e nasce o mosteiro. Cristovão Colombo esteve aqui “sepultado” durante 30 anos, depois do corpo ser trazido de Cuba, porque era assíduo frequentador do mosteiro. D. Filipe II também usou as instalações para retiro espiritual. Napoleão quando chega invade o mosteiro e utiliza-o como quartel. Os monges fogem para Portugal. De 1841 a 1982 foi uma fábrica de porcelana chinesa. Fecha às segundas. Não fomos por falta de tempo. Preço: Custa 1,8€ para ver o monumento e 3€ a visita total. Sábados das 11-21h e terças a sextas é grátis das 19 às 21h. Torre Sevilha: a torre de 180,5m destronou Giralda e é a torre mais alta de Sevilha, mas também da Andalucia. Vê-se bem junto às margens do rio ou de qualquer ponto mais alto, como Giralda ou Metropol. É um shopping e um hotel. Enclave Monumental San Isidoro del Campo: fica mais afastado da cidade. O mosteiro foi construído onde se pensa que foi sepultado o santo. Entrada grátis. Fecha à segunda-feira. Onde dormir: Hotel EME Catedral Hotel: se querem uma estadia central e especial é aqui. Tem piscina, rooftop, vista para a catedral e é vistoso por dentro. Preços variam entre 240 e 664€ nas datas em que procurámos. Vista de Giralda sobre o Hotel Eme Hotel Alfonso XIII: o hotel é provavelmente o mais bonito da cidade, é luxuoso e foi construído para a Exposição Ibero-americana. Agora pertence à cadeira Marriott. Foi neste hotel que se hospedaram embaixadores e os atores para as filmagens dos diversos filmes. Preços variam entre os 360 e os 1017€ nas mesmas datas que acima. Eurostars Torre Sevilla: ocupa os últimos 19 andares da torre, por isso tem uma vista previlegiada sobre a cidade. Preços variam entre os 268 e os 2298€ nas mesmas datas. Nós escolhemos um airbnb. Uma casa típica andaluza, com portões antigos de madeira. Um pátio interior. O pequeno-almoço apesar de ser industrializado é servido em loiça inglesa e talheres de prata. Marieta, descobrimos mais tarde, é uma estilista conhecida de trajes sevilhanos e já nos prometeu que nos prepara a rigor se quisermos voltar na altura da Feria de Abril. O problema destas casas é que não há suites e ouve-se quando alguém conversa perto dos quartos. Onde comer: Gelados: Bolas, há várias. Nós comprámos no mais perto da catedral. Aconselhamos la Medina (laranja, gengibre e canela) e o kitkat, que tem pedaços. Uma taça com dois sabores são 3,80€. Viemos comer o gelado na Plaza del Salvador, na escadaria da igreja, a apreciar o ambiente de rua. No centro histórico encontram várias opções: Mercado Lonja del Barranco: procurem por tapas e sangria. Senza: pareceu-nos o sítio da moda. O espaço é giríssimo, estava quase todo reservado, os funcionários são eficientes e dão-vos um shot no fim. Gastámos, com sobremesa partilhada, 40€. A sala interior é mais interessante. Taberna Manolo Cateca. Passámos à porta e pareceu-nos muito apelativo. António Romero Bodeguitas. Peçam nos montaditos piripi, peçam bochecha de porco, a mini hambúrguesa. Gastámos 20€. Atravessando a ponte de Triana, para irem atrás do flamenco encontram vários espaços como: Las Golondrinas. Aqui bebemos uma cerveja enquanto fazíamos tempo antes da abertura da Casa Anselma, as tapas têm bom ar. Cerveceria La Grande. Fica na rua principal de Triana (Calle San Jacinto), seguindo a ponte. Não tem um ar fancy ou fotografável, mas só tinha espanhóis na esplanada. A montra de marisco também nos pareceu bem. Devem comer tapas, nós não somos um bom exemplo porque nem sempre vamos para a comida típica. Cuidado com a rua junto à universidade. Come-se relativamente barato, mas vão ter sempre gente a tentar pedir-vos gorjeta em troca de performances. Não são obrigados a dar, mas a pressão é enorme e incomoda o almoço. Onde ver flamenco Várias sugestões surgem na internet, ir ao Museo del Baile Flamenco com os seus espetáculos pagos a 25€. Também surgem opções mais naturais, como La Carboneria, Academia de Baile Tronío e a Casa Anselma, em que só pagam o consumo. Sair à noite Junto à margem do rio encontram vários bares onde não faltam despedidas de solteiro e gente a desfrutar da noite amena sevilhana. O que estava mais cheio era o Pinzon. Atenção que a sexta feira é uma noite animada. Os espanhóis gostam de beber cerveja, tinto de verano ou sangria a porta dos bares, cervejarias mesmo em pé. Às vezes picam umas tapas, mas nem sempre. As espanholas levam o sair à noite como uma oportunidade para saírem produzidas. Saírem vestidos como backpackers vai-vos fazer destoar. https://365diasnomundo.com/2019/07/24/sevilha-espanha/
  11. 1 ponto
    oi Marina Olha em relação ao seu roteiro na Bolívia não sou capaz de opinar, pois nunca fui ao país,rs. Mas, em relação a Cuzco o roteiro está bem corrido.Você vai deixar muita coisa legal da cidade de lado. Eu fui para Cuzco em 2017 e escrevi meu roteiro com várias dicas dos hotéis que fiquei, restaurantes e passeios. Vou deixar o link aqui. Espero que possa te ajudar. Boa viagemRoteiro de 6 dias em Cuzco: O roteiro ideal para quem vai a 1° vez a cidade
  12. 1 ponto
    @marina garcia primeiramente poste a imagem do seu roteiro aqui no comentario ao invés de anexar o arquivo, muitas pessoas acesso por smartphone e as vezes nao tem como abrir o anexo. Segundo, seu roteiro está bem ruim, muito corrido e sem brechas para possiveis imprevistos. Se acontecer qualquer coisa no meio do caminho toda a sua programaçao pra frente estará comprometida. Em La Paz voce pretende fazer o quê? É uma cidade que merece pelo menos uns 3 - 4 dias completos e no seu roteiro voce terá apenas 1. O dia da chegada e o dia da saída voce nao pode contar como sendo um dia útil, pois nesses dias vc estará envolvida com checkin/checkout, deslocamentos e com isso nao será possivel fazer nenhuma atividade. Em Cusco voce tambem nao terá tempo pra fazer praticamente nada. Em Uyuni o melhor do salar esta no passeio de 3 dias e pelo visto voce so fará o passeio de 1 dia, no qual irá ver o cemitério de trenas, a ilha dos cactus gigantes e o salar, mas o deserto altiplano no qual tem as varias lagoas com tons diferentes, arvore de pedra, geysers, ect, tudo ficará de fora.
  13. 1 ponto
    @TRIMDADE oii.. Eu topo, mas pretendo fazer algumas dessas cidades e vou ficar apenas 10 dias. Me chama no wpp qqr coisa, 21 98223-8535
  14. 1 ponto
    Furada!! Isto só vai te custar um monte de dinheiro em passagens e estresse com a imigração. Se você quer visitar Bruxelas por no máximo 1 dia, faça isto como um stop-over entre Paris e Londres, ou entre Londres e Amsterdam. Por exemplo, saia de manhã cedo de Paris para Bruxelas, deixe a sua bagagem guardada no guarda-volumes da estação de trem de Bruxelas, visite a cidade, e no final da tarde, volte para a estação de trem, retire a sua bagagem e siga de trem para Londres com o trem das 19:00 ou 20:00 horas. Cada pessoa tem os seus interesses e preferências pessoais, mas pessoalmente eu acho está sobrando tempo em Londres e Amsterdam, mas em compensação está faltando tempo em Paris. Eu pensaria seriamente em remanejar ao menos um dia de Londres ou Amsterdam para Paris. Modo de transporte: a opção com melhor custo benefício é o trem (www.eurostar.com / www.thalys.com) Hospedagem: Procure um local que lhe agrade e que caiba no seu orçamento utilizando o www.booking.com ou www.hostelworld.com Lugares para visitar: Cada pessoa tem a sua preferência pessoal, o que eu achar legal, você pode achar a maior chatice do mundo, por exemplo, eu acho o Madame Tussauds uma chatice, mas para muitas pessoas é um dos passeios mais interessante de Londres. Então o ideal é você ler pelo menos uma meia-duzia de relatos/roteiros de cada cidade, e ir escolhendo aqueles passeios e locais que você que mais combinam com o seu perfil. Roteiros ultrapassados? A menos que sejam roteiros do inicio dos anos 2000, não mudou praticamente nada nestas cidades e nos meios de transporte nos últimos 5 ou 10 anos. Então mesmo que seja um roteiro de 5 ou 6 anos atrás, 99% das coisas continuarão válidas hoje em dia. Na verdade a única coisa que costuma mudar, é o nome dos hosteis/hotéis e bares, pois a rotatividade é muito grande, muitos locais fecham e abrem todos os anos. E claro, outra coisa que muda é a cotação da Libra/Euro, a 5 ou 6 anos atrás a Libra estava custando 3 Reais, hoje ela custa 6 Reais, então quando você ver um preço em Reais, ignore este preço, ele não será mais válido. Agora se os preços que você ver forem em Euros ou Libras, mesmo sendo de 3 ou 4 anos atrás, ainda dá para usar eles como referência, por que mudou muito pouco deste então. Apesar de ser alta-temporada, eu não reservaria as hospedagens com tanta antecedência. Muitos hosteis e hotéis só abrem as reservas 6 ou 8 meses antes, e se você já tiver tudo reservado antecipado e tiver que pagar multa para cancelar, não poderá aproveitar as eventuais promoções que surjam. Então se for reservar com muita antecedência, reserve locais onde você possa cancelar a reserva sem ter que pagar multa. Pessoalmente eu só reservo locais com pagamento antecipado ou então que tenham multa para cancelamento, quando estiverem faltando menos de 3 meses para a viagem, quando as chances de algo dar errado e eu ter que cancelar ou alterar a viagem já são bem pequenas. Você já tem uma ideia de quantos euros precisará juntar? E o mais importante, você tem certeza de que vai conseguir juntar a quantidade de grana necessária? Pergunto isto, por que quase toda semana recebo uma mensagem privada de alguém do fórum desesperado pedindo ajuda em como economizar ou otimizar o roteiro. E sempre tem o mesmo padrão, a pessoa comprou passagens para 20 ou 30 dias de férias sem saber quanto que gastaria, e quando a data da viagem vai se aproximando, a pessoa finalmente resolve verificar quanto dinheiro realmente precisará, e descobre que é uma quantia muito acima do que ela conseguiu juntar ou vai conseguir juntar até a data da viagem. Ai entram em desespero, não sabem se desistem da viagem ou se conseguem alguma dica milagrosa que as fará economizar dinheiro...
  15. 1 ponto
    Seria muito bom se essa menina aparecesse. Já encerrou o período da viagem. Até passagem de volta ela tinha comprado. Aí, manda o relato aqui, a gente acompanha, se empolga com a aventura... e depois começa a ficar preocupado . Espero que tenha corrido tudo bem e que ela tenha apenas "se abduzido" como muitos aqui
  16. 1 ponto
    Putz @Rafael_Salvador legal esse ponto que vc esta colocando, estou no começo dos preparativos para a minha viagem e estou refletindo muito sobre o que eu quero ver e aonde quero gastar minha grana. Atualmente minha viagem esta dando 200 dias isso sem visitar museus, beber todos os dias, comer em restaurantes, pegar taxi, etc. Acho que esta mais ligado ao auto conhecimento sacas, não tanto religioso...pq se fosse religioso (eu) estaria focado em constituir família e coisas do tipo. Isso faz sentido para mim, porque estou indo viajar para viver algo diferente dos meus moldes atuais, estou indo vivenciar o mundo como ele é e não pela visão de um turista, mas é aquilo, o importante é fazer sentido para a pessoa É difícil tentar explicar cara, mas eu não vejo a hora de colocar a mochila nas costas começar a viver essa aventura de low cost rs. Abraços
  17. 1 ponto
    Muito legal @Karen Thamíris ! Como está sendo essa questão da alimentação com apenas 3 euros/dia? Ainda mais quando você diz que está evitando utilizar transporte público, ou seja, deve estar andando muito messssmo. Você faz quantas refeições por dia para aguentar esse batidão? A gente sabe que quando está viajando muitas vezes nem se alimenta direito mesmo, vai meio que no automático com tanta coisa para ver e fazer que muitas vezes nem sente fome, cansaço contribui para isso também. Mas 1 ano nesse ritmo, como está sendo? E a questão da água, nunca teve problemas? Boa viagem!!
  18. 1 ponto
    caraca, mulé! IRADO. Parabens pela força. Se apertar em algum lugar, abuse a use do Workaway ou Worldpackers (esse, membros daqui tem $10 de desconto ao se cadastrar), considero uma opção maravilhosa pra tu alongar ainda mais sua trip e aproveitar algum lugar que tenha batido fundo na alma. To acompanhando tambem, beijo!
  19. 1 ponto
    O relato do colega acima é um relato de alguem que teve sorte. Eu morrei e trabalhei por quase 10 anos na europa e meu trabalho fazia com que eu tivesse que viajar em média 2 ou 3 vezes todo mês e cansei de ver um monte de passageiro se f. por causa de bagagem de mão acima do limite. Então se for com uma mochila/mala fora so limite, nao conte com a certeza de que isto vai dar certo sempre, até pode dar certo uma duas ou três vezes, mas uma hora dá errado e voce se f. Ou seja, faça por sua conta e risco, sabendo que se não der certo, voce se f. e terá que pagar bem caro para despachar lá na hora.
  20. 1 ponto
    O relato resumido abaixo pode ser visualizado na íntegra, com detalhamento de preços e dicas importantes para quem pretende esquiar, em: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/01/12/esquiando-nos-alpes-solden/ Antes mesmo de começarmos o planejamento da nossa viagem, em dezembro de 2014, tínhamos uma única certeza: iríamos esquiar nos Alpes! Esse seria o “luxo” que nós nos daríamos no nosso mochilão. Como o inverno de 2014/2015 não estava sendo rigoroso e não havia tido muita neve antes da viagem, tivemos que escolher uma estação de ski com neve glacial, ou seja, uma estação muito alta na qual a neve quase nunca derrete. Ficamos acompanhando os sites das estações e vendo a condição da neve pelas webcams. Por fim, pela quantidade de neve e pela proximidade da Alemanha (já que dois amigos alemães se juntariam a nós), escolhemos a estação de Solden. Solden é uma estação na qual acontecem etapas da copa mundial de ski, o que atesta a qualidade das pistas, fica próxima a Innsbruck e, ao pé da estação, há várias vilas lindas para se hospedar a preços justos. Ficamos em uma guesthouse linda na vila de Längenfeld, um encanto! Tudo lindo, maravilhoso, muita expectativa e é chegado o grande dia! Ski no pé, pegamos uma espécie de bondinho para a nossa primeira descida! Ao chegar ao topo da montanha, nosso amigo deu uma olhada no mapa da montanha para escolher a pista mais fácil e nos indicou o caminho. Nesse ponto o desespero começou: a pista era íngreme, mas tão íngreme que parecia a descida de uma montanha russa!!! Não ousamos soltar o corpo e tentar esquiar, fomos descendo de “ladinho”, meio que andando na neve. Lá pelas tantas, quando eu já não tinha mais nem frio de tanto medo, vejo uma placa negra com uma seta. Pensei cá com meus botões: Hum, não sei o que significa, mas não parece boa coisa… vou perguntar. E indiquei a placa para nossos amigos alemães, que começaram a se desculpar e explicaram que deveriam ter se confundido ao ler o mapa da estação e que a placa significava que aquela era a pista mais difícil da estação. Fomos, desta vez sim, para as pistas mais fáceis da estação pistas (indicadas com setas azuis – que na verdade são intermediarias). Estávamos um pouco traumatizados e as pistas não eram nem um pouco fáceis. No Chile, as pistas tinham “cercas” de cordas que impediam as pessoas de saírem do traçado, mas em Solden não havia nada separando a pista da morte certa. No fim das contas, descemos a montanha umas duas ou três vezes apenas (sim, fomos muito lentos). Também, a cada descida aproveitávamos para descansar no “bar da praia”. Interessante é ver a cultura de deixar os equipamentos fincados no chão sem nenhuma preocupação. Voltamos para o guesthouse por volta das 16:00, já que é o horário que o sol se põe no inverno. Foi difícil pegar no solo, pernas muito doloridas e aquela sensação de que ainda estávamos esquiando (sabe quando você faz uma mesma coisa o dia todo e quando se deita é como se ainda estivesse fazendo? Pois é). No dia seguinte, tudo que eu mais queria era não ter comprado o ticket para dois dias de ski… mas já que tinha comprado, ia usar! Confesso que passado o medo do primeiro dia, o segundo foi muito mais proveitoso, fizemos várias descidas, curtimos as paisagens maravilhosas dos Alpes e nos aventuramos mais (ainda nas pistas mais fáceis, lógico). No final das contas, mesmo com todo o medo e a frustração inicial, foi uma experiência tão incrível quando havíamos imaginado e valeu muito a pena!
  21. 1 ponto
    Olá pessoal, Vou dividir aqui com vcs um pouquinho da minha viagem e o roteiro escolhido na minha primeira viagem aos Estados Unidos e Caribe, feita em agosto de 2013, que incluía um cruzeiro. 1 noite - Miami 2 Dia - Cruzeiro para Bahamas 3 Dia - Cruzeiro Para Bahamas - Coco Cay 4 Dia - Cruzeiro para Bahamas - Nassau 5 dia - Desembarque em Miami e seguir para Orlando + outlets em orlando 6 Dia - Sea World 7 Dia - Disney's Hollywood Studios 8 Dia - Epcot 9 Dia - Busch Gardens 10 Dia - Disney's Animal Kingdom 11 Dia - Magic Kingdom 12 Dia - Universal Studios e seguir para Miami 13 Dia - Miami 14 Dia - Miami 15 Dia - Embarcar para o Brasil. Fizemos (eu e meu marido) tudo por conta própria, pois achamos que assim economizaríamos um bocado e poderíamos investir em algumas comprinhas!!! Com as passagens compradas 3 meses antes da data da viagem, tivemos tempo pra poder programar nosso roteiro. Chegamos em miami no dia 15/08 por volta das 8 da noite, passamos pela imigração e foi tudo muito tranquilo, apesar da caminhada sem fim dentro do aeroporto de miami (aquele aeroporto é imenso).Pegamos um taxi, que nos levou ao hotel que já havíamos reservado através do decolar.com, o AIRWAYS INN & SUITES. Pra passar apenas uma noite estava bom, mas não recomendo para mais dias. Ao lado do hotel havia um Mc Donald's, o que foi bem propício, pois estávamos exaustos e famintos, e como não conhecíamos nada, foi ótimo. No dia seguinte fizemos o check out no hotel e nos encaminhados para o porto de Miami, de táxi, pois seguiríamos com um cruzeiro para a bela Bahamas. Já havíamos reservado e pago o cruzeiro aqui no Brasil, através do site logitravel.com.br. Super indico, pois mesmo sem falar inglês não tivemos problemas nenhum para embarcar. Sem falar que os cruzeiros para o caribe saindo de miami têm preços bastantes convidativos. Vale a Pena!!! O Nosso cruzeiro foi na verdade um mini-cruzeiro de 3 noites e 4 dias, passando por Coco Cay e Nassau, com a empresa Royal Caribbean.
  22. 1 ponto
    Após os 4 dias de Cruzeiro, desembarcamos e fomos retirar o carro que já havíamos alugado daqui do Brasil e seguimos para orlando. Em orlando ficamos no hotel Rodeway inn. Olha, se for apenas pra dormir ok... Se quiser mais conforto eu não recomendo. No primeiro dia em orlando fomos às compras no Premium Outlets Orlando. Vale a pena mesmo, comprado aos preços do Brasil. Depois seguimos para uma maratona de parques: 7 parques em 7 dias, além de visitas à alguns outlets! Um pouco cansativo, mas queríamos aproveitar ao máximo! E realmente o clima de orlando e dos parques é encantador... A gente volta mesmo a ser criança.É incrível!!! Após a maravilhosa semana em Orlando, retornamos à Miami, onde escolhemos um Hotel pé na areia para poder aproveitar Miami Beach e descansar da maratona em Orlando!!! Ficamos no Newport Beachside Hotel & Resort. Vale à pena! A praia em que o hotel fica é bem bonita e o hotel conta com suites bem espaçosas e confortáveis! Em relação às compras, eu preferi comprar em Orlando do que em Miami... achei os preços melhores e tem a facilidade de vários vendedores serem brasileiros!!! Bom, espero que meu relato tenha ajudado. Grata e até a próxima
  23. 1 ponto
    Em Relação ao Cruzeiro, passamos por duas ilhas das Bahamas, Coco Cay e Nassau(capital). Coco Cay é uma ilha que pertence à Royal caribbean, o legal de lá e que toda a alimentação já está inclusa no valor pago no cruzeiro, então o seu gasto é zero. Em Nassau, optamos por fazer um passeio com interação com golfinhos, no famoso hotel Atlantis Paradise Island, o que incluia a entrada ao parque aquático que fica dentro do hotel. O valor do passeio é bem salgado (U$ 250 por pessoa), mas vale a pena experiência. Bom, como eu disse achei a experiência muito bacana. Vale a pena com certeza!!!!
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