Ir para conteúdo

Mais curtidos da Semana


Conteúdo Popular

Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 06-10-2019 em todas áreas

  1. 4 pontos
    E aí galera, meu relato de hoje vai ser sobre Aurora Boreal de um jeito que quase ninguém fala por aqui e em lugar nenhum, já que ta na época dela e não é tão fácil assim de ver igual td mundo acha. Eu vi na Islândia ano passado e vou contar meu relato. Primeiramente, pra ver essa coisa linda você depende de alguns fatores como: tempo, dinheiro e sorte. Nessa ordem. Tempo você precisa tanto do seu tempo e paciência pra esperar como o tempo meteorológico, pq se não estiver com as condições legais, pode ter a grana que quiser que não vai ver. Dinheiro, pq você pode escolher do jeito mais barato (igual eu escolhi por 70 euros) e sair em excursão com várias pessoas que vai pra um lugar que nem vai ta rolando, ou pode pegar um 4x4 (300 a 400 euros) que vai te levar lá onde ela ta rolando seja uma beira de estrada, seja na pqp da trilha com neve. Sorte, pq se vc tiver e vc estiver no lugar certo e na hora certa, ela vai ta la e as vezes não vai gastar nada. No meu caso eu não tinha tempo (pq fiquei uma semana), não tinha dinheiro e tive uma sorte nos acréscimos do segundo tempo, e aí que começa meu relato: Cheguei na Islândia em dezembro do ano passado (20180 e peguei a excursão mais barata (70 euros) pra ir atrás da aurora de busão com umas 30 pessoas onde eles saiam da capital Reikjavik as 20:00 e ficava até 2 da manha parando em beira de estrada procurando. O tempo tava ótimo, mas como o busão não podia entrar mais pro meio das trilhas, não deu pra ver tão bem, mesmo ela estando lá e dando pra ver muito fraquinha, que foi onde eu tirei essa primeira foto super bonita. As vezes ela ta la e vc não consegue ver, mas a camera sim. Detalhe que eu fui o único que conseguiu uma foto dessas pq eu quebrei os protocolos e sai andando no meio do nada enquanto a galera ficou dentro do busao com frio. O bom das agências é que se vc não vê a aurora, você pode continuar indo nos próximos até conseguir, é só mandar um email. E foi isso que fiz. Na segunda vez, ninguém viu nada. Tirei dois dias pra fazer um road trip pelo país (super recomendo) e nesse tempo td mundo da excursão viu a aurora. Remarquei pro meu último dia no país, ficamos até tarde atrás dela e nada. Já era quase 2 da manhã qdo estávamos indo embora já e o guia do busão deu um grito "ela chegou". O busão parou e quando descemos ela estava lá, toda linda. A parte ruim é que eu estava sozinho, todo mundo ficava passando na frente da minha câmera (isso que é foda de excursão) e não consegui uma foto boa. A parte legal é que eu desencanei de fotos e fiquei sentado lá só vendo ela dançando pelo céu. Por mais que nas fotos ela fique bem mais linda, ao vivo não tem explicação No final, deu tudo certo, e dei check na lista -> Aurora Boreal É isso, quem tiver dúvidas sobre esse role ou algo da Islândia eu tenho tdas as informações de agências e aluguel de carro. Me chama no insta que aqui chega como spam e eu nunca vejo ->@raonitoratti É isso.. espero que tenham gostado.
  2. 4 pontos
    Não tive uma boa primeira impressão de Praga.. Talvez por ter criado muita expectativa. A cidade é insanamente abarrotada de turistas, 80% chineses que saem com o celular na mão parecendo uns doidos filmando tudo torto. Em cada esquina aparecem grupos com até umas 300 pessoas. Todo e qualquer ponto turístico da cidade vai estar lotado, ficando difícil até para andar. Mas amanhã será um novo dia e espero que role um sentimento por essa cidade. Vou procurar sair em horários alternativos. Gastos do dia: 1 pacote de pão integral, chá 1.5L, queijo, presunto e cookies 126 Czk; Adaptador universal de tomada 100 Czk; Pizza 69.9 Czk; talheres plásticos 2 Czk; 2 tickets de transp público 48 czk. Aproximadamente 13.5 euros.
  3. 3 pontos
    Vim trazer o meu relato pessoal e algumas dicas para quem for a Cusco. Foram 8 dias inesquecíveis. Meu voo foi dia 27 de setembro, de Salvador na Bahia a Cusco foram 2 conexões (em Guarulhos e em Santiago do Chile), um total de 14 horas de viagem com conexões curtas (a maior foi 3 horas em SP, suficiente apenas para comer alguma coisa e seguir). Minhas passagens não incluíam bagagem, portanto viajei apenas com bagagem de mão, mas despachei ainda em Salvador pq não tinha espaço no avião (para meu alívio, a mala chegou sã e salva em Cusco). Cheguei em Cusco as 16h, peguei um taxi no aeroporto por 20 soles (o hotel chegou a pedir meus dados para o transfer, mas não confirmou e nem foi me buscar). Nesse primeiro momento fiquei no hotel Qolqampta, indico fortemente, local agradável, café da manhã ok, quarto confortável. A única desvantagem foi a localização, apesar de perto da plaza de armas, o prédio fica no topo de uma ladeira (tudo em Cusco é ladeira!), e num primeiro momento de aclimatação, seu corpo pode reclamar um pouco. Ainda no Brasil eu contratei a empresa Qorianka para fazer o passeio de Machu Picchu (o único que contratei antes de chegar la, dado a disponibilidade de ingressos). A noite Max da empresa estava me esperando para explicar como funcionaria o passeio mais aguardado da vida. Eu super indico a empresa. Preço ok, responsabilidade, compromisso, serviço de excelência. Foi ele que me indicou um lugar com melhor câmbio para comprar soles, os melhores lugares para comer, foram eles que compraram meu boleto turístico. Literalmente, fazem de tudo para nos sentirmos confortáveis e seguros. Acabei comprando os outros passeios com eles. Dia 28 - reservei o dia para me adaptar a Cusco, conheci o mercado San Blas, o Mercado São Pedro, comprei soles e orcei os outros passeios. Dica importante: usem protetor solar! O clima em Cusco no geral é frio, a noite e pela manhã é muito, muito frio (entre 5 e 10 graus), mas no decorrer do dia vai esquentando e o sol queima (estou bronzeada como se tivesse ido para alguma praia do nordeste). Fiz a cotação de preços dos passeios e a sensação que tive foi a seguinte: nos lugares confiáveis o preço parece ser tabelado. Descartei os mais baratos e os mais caros por motivos óbvios, e recorri à Qorianka. Como já tinha fechado MP com eles, pedi um desconto e funcionou. Primeiro vou descrever meu roteiro e a seguir passo minhas impressões e conselhos. Plaza de Armas Dia 29: contratei o passeio Vale Sagrado + MP, com a Qorianka incluia traslado do hotel + passeio pelo Vale Sagrado dos Incas (Pisac, Ollantaytambo) + trem voyager inca rail de ida e volta + ônibus de subida e descida a MP + ingresso de entrada da cidadela, com montanha machu pichu (que eu escolhi subir) + almoço do dia 29 + diária no povoado de águas calientes + traslado de volta Ollanta - Cusco. Sai as 8h do hotel fiz checkout (como ia ficar uma noite em aguas calientes, encerrei no qolqampta e reservei o hostel milhouse a partir do dia 30. a Qorianka cuidou de pegar minhas malas em um hotel e levar para o outro), passamos por pisac, almoçamos em um restaurante buffet muito bom, seguimos para ollantaytambo, e depois do city tuor peguei o trem para Aguas Calientes. São 1h30 de viagem, chegando no povoado já tinha um rapaz do hotel me aguardando com meu nome. Esse hotel terrazas de luna é um espetáculo à parte, muito confortável, o banheiro tem até banheira, o café da manha sensacional. A noite uma representante da Qorianka foi me encontrar para me explicar como funcionaria a subida a MP no dia seguinte. Ollantaytambo Dia 30: sai cedo do hotel, peguei o ônibus de subida a MP. Entrei na cidadela as 7h, fiz um tour guiado até 7h50, e subi a montanha (o ingresso da montanha era de 7h as 8h). A subida é, para dizer o mínimo, extenuante. São necessárias cerca de 3 horas para ir e voltar, a subida é íngreme e toda em escadarias. É cansativo, mas vale muito a pena. A vista panorâmica de MP é sensacional!!! Subi as 7h55 e as 10h50 estava de volta. Aquela história de que para descer todo santo ajuda é balela, sofri demais na descida, joelhos e tornozelos doeram bastante. Fiquei em MP até as 12h, peguei o ônibus as 12h30, cheguei em águas calientes, almocei e peguei minha mochila no hotel. Meu trem de retorno foi as 15h. Chegando em Ollantaytambo já tinha uma pessoa segurando meu nome em um cartaz, pronto para me levar de volta a Cusco. Chegando em Cusco me deixaram no hostel Milhouse, minha mala já estava lá. Fiz o checkin e aproveitei o bar e restaurante de la (maravilhosos, por sinal). Vista da cidadela de cima da montanha Machu Picchu Dia 1: reservei Laguna Humantay. O traslado da Qorianka foi me buscar pontualmente as 4h15 no hostel. O pacote inclui: traslado + café da manhã + guia + almoço. O trajeto é um pouco longo, mas como é cedo, aproveitei para dormir. Tomamos café num hostel de uma cidadezinha q fica no caminho e seguimos viagem. Percorremos cerca de 1h30 até o lugar que a van nos deixa e começamos a caminhada. Percorri o trajeto de ida em 1h45, sofri um pouco nesse trajeto. A subida até a laguna é em terreno acidentado e cerca de 80% subida, chegamos a mais de 4.000 metros de altitude, o que deixa o ar rarefeito e causa o temido mal da montanha. Quem quiser, ou não aguentar, pode fazer mais da metade desse trajeto a cavalo, eu percorri caminhando mesmo. Dentre as sensações está o cansaço extremo, a frequente falta de ar e a dor de cabeça, mas para mim, nada insuportável. Ao chegar no destino, vc esquece toda essa dor. É lindo demais. Lindo e muito, muito frio. Aproveite para tirar muitaas fotos em ângulos diferentes (a cor da água muda conforme a incidência da luz). Ficamos cerca de 30 minutos e retornamos. A descida foi mais tranquila, alguns trechos consegui correr um pouco em zig zag, oq ameniza um pouco o esforço do joelho. Chegamos na van, percorremos cerca de 1h30 e paramos para o almoço estilo buffet, depois retornamos a Cusco. Chegando por volta das 16h. Novamente, aproveitei o bar e restaurante do milhouse. Laguna Humantay Dia 2: Salineras de Maras e Moray. Esse passeio é de meio dia e incluia: traslado + guia. A van da Qorianka me pegou no hotel pontualmente as 8h. Passamos em Chinchero, onde vc vai ter a explicação completa de como os tecidos são produzidos, vai ser muito bem recebido com um chá delicioso, poder tirar belas fotos e fazer algumas comprinhas. Depois segue para Moray, um laboratório de experimentação agrícola lindissimo. O último ponto da viagem são as salineras, que custa 10 soles a entrada, e n está incluida no pacote, que também vai te render fotos maravilhosas. Chegamos em Cusco as 14h. Já em Cusco aproveitei o mercado São Pedro para fazer compras (considerei o melhor preço), tomei café numa lanchonete e fui dormir. Moray Dia 3: Montaña Colorida. O passeio da Qorianka incluia: traslado + guia + café da manhã + entradas + almoço. A van me pegou as 4h30 pontualmente. Seguimos viagem por cerca de 1h30 e paramos para tomar um belo café em estilo buffet. O guia nos passou as explicações gerais de como seria a subida, cuidados a tomar, dificuldades que poderíamos encontrar. Depois do café seguimos viagem por cerca de 1h e chegamos ao local q as vans ficam e começa a caminhada. A subida da Montaña é menos íngreme do que a da Laguna, mas a altitude é bem maior (chegamos a 5.200 metros no topo do deck para tirar as fotos), e por isso algumas pessoas sofrem muito mais. Eu me senti bem mais disposta. Realmente não senti nenhum desconforto, nem na subida nem na descida, mas fiz o trajeto no meu tempo (cerca de 3h entre subida e descida dos 8km total). Tem a opção de subir a cavalo, mas dispensei. existem 3 pontos q fornecem banheiros, ao custo de 1 soles. A vista é simplesmente fenomenal. A montanha é tudo aquilo que vemos nas fotos e mais um pouco. mas só conseguimos ficar no topo por cerca de 20 minutos devido ao frio. É realmente congelante. Algumas pessoas do grupo passaram mal na descida. Voltamos, paramos para almoçar no mesmo local do café, depois seguimos viagem. Chegamos em Cusco as 16h. Já em Cusco o meu corpo sentiu tudo que não tinha sentido nos outros dias. Tive o mal da montanha no último dia da viagem e passei muito mal o resto do dia. Montaña Dia 4: meu voo saiu as 10h. Max da Qorianka me deu de brinde o traslado até o aeroporto. Me pegaram as 8h em ponto no hostel, cheguei no aeroporto as 8h20. Meu voo de volta incluia 2 conexões (em Lima e em Guarulhos). Como a ida, a volta durou 14h de Cusco a Salvador. Cheguei na Bahia as 2h45. Gente, Machu Pichu é tudo que dizem, e mais um pouco. É maravilhoso. A sensação de subir a Montanha e ver a cidadela la de cima é indescritível. No fim das contas, considerei meu roteiro apertado, acredito que o ideal para não levar meu corpo à exaustão, deveria ter sido 10 dias (incluindo os 2 necessários para a ida e volta). A Qorianka foi sensacional. Indico fortemente! A logística toda funcionou perfeitamente, não tive nenhum imprevisto e eles estavam sempre disponíveis para me ajudar. Considerando que viajei sozinha, não ter qualquer preocupação com roteiros e imprevistos foi muito importante. Os 10 soles que a gente paga para entrar na salineras fica retido com a empresa que é responsável pela compra e beneficiamento do sal, nada desse valor é destinado às famílias responsáveis por retirar o sal (a elas cabe apenas o valor pago pelos sacos). Juro que se soubesse disso, não teria entrado. Eu acredito em um turismo que ajuda a fortalecer a população local, não uma empresa especifica. Comam em restaurantes peruanos, comprem dos peruanos. Os guias de Cusco são extremamente organizados e politizados, além de serem excelentes no que fazem. A comida peruana é muito boa. Os restaurantes tem o menu turistico: por 20 a 25 soles vc desfruta de uma refeição completa- entrada, prato principal, sobremesa e/ou bebida. Indico experimentar o ceviche peruano, a trucha, a sopa crioula (maravilhosa), a chicha morada, o pisco sour e o lomo saltado. Comprei vitamina C efervescente la em Cusco, e tomava 1 pela manha e 1 a noite. Considero que foi essencial para manter minha imunidade ok. O frio em Cusco é cruel. As mudanças de temperatura são drásticas. Para quem tem rinite, sinusite e amidalite, não ter sentido absolutamente nada, foi uma bênção. Estou à disposição para dúvidas. Esses relatos me ajudaram demais a montar a viagem perfeita!!
  4. 2 pontos
    Achei da hora sua reflexão. A vida sendo um jogo impossível de se ganhar e nós sempre insatisfeitos - e preocupados. Sabe que foi isso que me motivou a viajar? Eu tenho um problema de visão e nos últimos anos perdi muita acuidade visual. Agora que estou estável quero aproveitar cada instante, estar nos lugares e ver a vida das pessoas, conversar, sentir tudo... e deixar o amanhã pra amanhã, pois o futuro é invencível... Comecei esse ano. Primeira viagem sozinho para Ubatuba em Abril, 4 dias. Mês que vem estarei pela Argentina por VINTE! Sozinho também, pois descobri em mim um grande companheiro! Grande abraço!
  5. 2 pontos
    Boa tarde @[email protected]_aurelio Eu também uso essas insulinas, vou fazer um mochilão ano que vem e minha maior preocupação é com a temperatura das insulinas. Gostaria de saber como foi sua experiência quanto a isso, você teve algum problema? Estava pensando em comprar as canetas de insulina, assim eu acho que iria me ajudar.
  6. 2 pontos
    @Juliana Champi @luizh91 muitíssimo obrigado aos dois. Agradeço por mim e pelos 3 a mais que irão comigo hehe.
  7. 2 pontos
    bate bola rápido Café da manhã reforçado em Nuremberg e saída pra Praga às 12:15. Chegada às 16:15. Gastos do dia: um sanduíche grande comprado na rodoviária para comer durante a viagem por 3.8 euros, já que todos os mercados de Nuremberg estavam fechados por ser domingo. Checkin feito em Praga, comprei um ticket de trem por 1 euro numa loja vietnamita, mais caro, mas tinha que chegar logo na loja de câmbio Exchange antes que fechasse. Troquei 30 euros, deu 756 Czk. Passei no mercado Billa e comprei a janta por 29.9 Czk ou apx 1.16 E. Gastos do dia: 3.8 e + 1 e + 1.16 e = 5.96 euros.
  8. 1 ponto
    Olá, viajantes do meu Brasil! Acabei de comprar as passagens para 1ª primeira viagem para a Europa, dessa forma: São Paulo para Lisboa => com chegada dia 10/03 (Stopover de 5 noites) Lisboa para Madri => chegada dia 15/03 Madri para São Paulo => saída dia 26/03 Estou indo sozinha, por hora só tenho as passagens e a (enorme) expectativa! 😍 Abraços.
  9. 1 ponto
    Ahhh Veneza... Desde que assisti o filme O Turista com o muso Johnny Depp, esse destino entrou para minha listinha de coisas para fazer antes de morrer... Porém, por ser uma cidade conhecida pelo romantismo, fui deixando de lado já que vivo viajando solo (tá difícil um mozão kkk). No entanto, esse ano a oportunidade irrecusável surgiu! Com meu intercâmbio em Malta (pertinho da Itália), era a hora de conhecer a cidade das gôndolas!! Vou contar então o que fiz em 2 dias por lá, conhecendo muitos pontos turísticos e também pontos não muito conhecidos! Vou falar sobre coisas que legais que você faz de graça e outras que vale a pena gastar um pouquinho! E no final, estou passando dicas para não voltar falido!! Primeiro conselho que dou é: Veneza é a cidade perfeita para se perder!! Bater perna e andar sem rumo... Entrar e sair de rua e aproveitar as surpresas do caminho! Vamos lá ao roteiro: 1º dia Para iniciar o roteiro, nada melhor que partir do coração da cidade.. Piazza San Marco Ela é a praça principal de Veneza e considerada como salão de visitas da cidade! Muito popular pelo seu tamanho e prédios em seu entorno! A praça é considerada como ponto mais visitado de Veneza, então dá para ter uma idéia da quantidade de gente por lá né... Ao interessante sobre a praça é que ela é o ponto mais baixo de Veneza e quando a maré está alta, ela fica alagada transformando totalmente o cenário. Eu não sou fã de lugares lotados, mas a praça em si é tão bonita que vale a pena!! E fiquei um bom tempo por lá. Já que estamos aqui, o que mais chama atenção na Piazza San Marco, sem sombra de dúvida, é a magnífica Basílica di San Marco!! Ela é realmente grandiosa, acho que nunca vi nada parecido!! Uma arquitetura belíssima, considerada uma obra-prima bizantina fora do território do Império do Oriente. Para se ter uma noção de sua grandiosidade, a basílica possui 4 mil metros quadrados de mosaicos. A entrada na basílica é grátis, mas quem quiser entrar no museu é preciso pagar 5 euros e com essa entrada você tem direito de subir até o terraço e apreciar a vista. Para visitar o tesouro são mais 3 euros e a pá de ouro mais 2 euros. Continuando pela praça, contemple a Torre do Relógio, ou Torre dell’Orologio. Ele mostra as horas, dia, fazes da lua e zodíaco. No alto dele existem duas estátuas, um senhor e um jovem que batem as horas no sino representando a passagem do tempo. Nesse também está a figura do leão de São Marcos, um dos símbolos de Veneza. Ainda na praça, do outro lado do relógio, visite mais uma atração icônica de Veneza, o Campanário di San Marco. Essa impressionante torre possui 98,5 metros de altura, e claro, é o edifício mais alto da cidade! No alto do Campanário tem uma pirâmide, mais uma vez composta pelo típico leão e no seu topo a figura do Arcanjo Gabriel. Fonte: www.brandpress.com.br A entrada custa 8 euros. Ainda no entorno da praça, siga para o Palácio Ducale. O imponente edifício gótico, também conhecido como Doge’s Palace ou simplesmente Palácio do duque, foi construído como castelo fortificado, depois acabou sendo utilizado como prisão e fortaleza, então como sede do governo de Veneza e por fim, hoje é um importante museu. Quem deseja conhecer mais sobre a historia de Veneza, a visita é uma boa pedida. Um fato interessante é que o famoso escritor Casanova foi prisioneiro do local em tempos antigos e conseguiu fugir pelo telhado. O ingresso custa 19 Euros. Depois da visita ao palácio, atravesse a famosa Ponte dos Suspiros, que ligava o palácio a uma antiga prisão. Desse fato saiu a lenda sobre o nome da ponte, que dizia que os prisioneiros davam seus últimos suspiros de liberdade quando passavam por ela. Já em frente ao Palácio, caminhe pela super movimentada avenida Riva degli Schiavoni e aproveite para tirar fotos nos pontos de estacionamento das gôndolas. Dali você também terá uma vista linda para a imponente Basílica de San Giorgio Maggiore. Essa é uma das vistas mais famosas de Veneza. Depois de passear e tirar fotos, siga em direção a Ponte Rialto. A mais famosa e movimentada ponte de Veneza e foi a primeira a ligar as duas margens do Canal Grande. Ela é linda, com muitos detalhes e uma vista linda! Possui duas rampas, onde em seu interior existem várias lojas. Atravesse ela para visitar o Campo San Giacometto, um antigo ponto comercial. E é lá também que fica a igreja mais antiga da cidade, a igreja de San Giacomo. Ela fica no coração de Rialto e possui um relógio solar. A visita no interior da igreja de San Giacomo é gratuita e achei a região bem agradável e tradicional. Dali volte para a direção do Grande Canal e passeie pela avenida Riva degli Vin. Essa margem e bem bonita e possui vários restaurantes e cafés italianos. O preço é salgadinho, como tudo ao redor do grande canal, mas com certeza vale a visita. * DICA: Durante todo esse caminho você vai passar pelo Grande Canal que é a maior via aquática de Veneza, mas também vai passar por lindos outros pequenos canais. Existem por volta de 150 canais cortando a cidade, cada um com seu charme e sua ponte. Vale muito a pena se perder entre eles. 2º dia Para o segundo dia reservei conhecer as partes menos turísticas de Veneza!! Iniciei meu dia no bairro mais genuíno da cidade o Cannaregio! O bairro é bem tradicional, onde você pode ver os costumes e cotidiano dos venezianos, sem muito movimento turístico! Passeie com calma, sentindo o clima! No bairro siga para o Gueto Judeu. Considerado o primeiro gueto hebraico da Europa, a região em um mergulho tradicional!! A região é linda e foi uma das coisas que mais gostei de fazer em Veneza. Por lá existem ainda restaurantes e lanchonetes que servem comidas e doces típicos judaicos. Um lugar no Gueto que gostei muito foi a praça Ghetto Nuovo, onde vi vários judeus bem tradicionais. As sinagogas do bairro foram construídas em meio aos prédios, sem alarde, sendo até difícil identificá-las. Depois do passeio, siga em direção ao bairro Castello e dedique um tempinho para conhecer o Campo Santi Apostoli. O lugar é lindo e super fotogênico!! Por lá você poderá visitar também a igreja Santi Apostoli, comer algum lanche em barraquinhas e tirar muitas fotos na ponte do canal da praça. Siga novamente para a ponte Rialto para atravessar o canal e seguir até a igreja Santa Maria dei Frari. Em frente a igreja, esta mais um belo campo de Veneza. Com uma ponte muito bonita! A igreja Santa Maria dei Frari é muito importante e abriga obras famosas, como uma escultura de madeira de São João Batista feita pelo famoso Donatello. O valor da entrada são 3 euros que ajudam na preservação da igreja. Esses foram os pontos que visitei, mas o que mais fiz em Veneza foi me perder e andar sem rumo. A cidade é linda e única... Cada cantinho aguarda uma surpresa! Dicas práticas para você economizar na sua viagem: Substitua o passeio de gôndola Muita gente vai a Veneza justamente para fazer o passeio de gôndola com todo seu misticismo romântico, porém, prepara o bolso. São 80 euros para mais ou menos 40 minutos de passeio pelos canais. Vale lembrar que esse valor é por gôndola. Mas para quem quer passear pelos canais, mas não quer gastar tanto, vale pegar um watertaxi para se locomover. Com isso você pode montar seu próprio city tour. Passeio panorâmico pelos canais fora da gôndola Mais uma dica é pegar a linha 1 do Vaporetto (transporte publico em Veneza) para fazer um passeio panorâmico pela cidade. A linha cruza as principais atrações da cidade. Lojas X barraquinhas Por Veneza você vai ficar maluco com tanta loja vendendo coisas lindas!! Desde souvenir até as famosas máscaras venezianas. Muitas lojas tradicionais vendem máscaras bem caras, mas se você não puder gastar muito e quiser trazer uma máscara de recordação, minha sugestão é comprar em alguma barraquinha de rua. Foi exatamente o que fiz, comprei a minha por 12 euros e ela é linda! Hospedagem Se não quiser falir se hospedando em Veneza, minha sugestão é ficar na região de Mestre ou Marghera. Eu fiquei no Camping Village Jolly em Marghera e valeu muito a pena!! Não se assuste com o nome camping, porque lá você vai ficar em uma casinha de madeira com banheiro e wifi! Além de ter uma linda e organizada estrutura, o camping oferece uma hospedagem barata, com restaurante e mercado dentro do local e ainda transporte de ônibus ida e volta para Veneza por 5 euros. Em 15 minutos eu chegava na estação de trem em Veneza, já pertinho da Piazzale Roma. Almoço e janta Veneza possui muiiiitos restaurantes caros, principalmente perto das atrações mais turísticas e entorno do Grande Canal. Para fugir disso, dê preferência aos restaurantes nas ruelas alternativas. Além de ter muitas opções de estabelecimentos que vendem pedaços de pizza, sanduíches e até kebabs.
  10. 1 ponto
    Ótimo relato! Estou indo em janeiro com uma amiga e não somos religiosos, deu uma outra vista do que fazer!
  11. 1 ponto
    Obrigado pelas Dicas, Juliana! Estava pesquisando em outros locais e descobri que o Uber funciona bem na região das vinícolas! Li seu relato e me ajudou muito na montagem do meu roteiro, obrigado mais uma vez!
  12. 1 ponto
    Olá amigos viageiros! Aqui vai o relato de minha visita à Chernobyl! Mais detalhes lá no: www.profissaoviageiro.com Para me seguir lá no Insta… Instagram: @profissaoviageiro Só um aviso, se apagar a luz você vai perceber que esse relato brilha no escuro!!! Visitar Chernobyl foi algo sensacional! Um passeio único com muitas experiências diferentes e histórias da União Soviética que são incríveis! O que me levou a visitar um lugar desse? Aquilo é uma amostra do que aconteceria com a Terra se do dia para a noite os humanos simplesmente fossem embora daqui. A natureza voltaria a tomar conta do que é dela, engolindo a bagunça que deixamos para trás. Impressionante ver um lugar daqueles e ouvir tantas e tantas histórias do que rolou naquele lugar. Essa visita foi feita em 23/11/2017 Esse tour só é permitido com uma agência de turismo regulamentada. Existem algumas que oferecem o passeio. Não tem tanta diferença de uma para outra e a maioria delas oferece a opção também de passar a noite dentro da zona de exclusão. Bom, vamos lá… Para quem não sabe, em 26 de Abril de 1986 o reator 4 da Usina Nuclear de Chernobyl explodiu e causou o pior acidente nuclear do mundo até hoje. O governo soviético tentou esconder o ocorrido até que outros países da Europa, como a Suécia (beeeem longe de lá), por exemplo, perceberam que algo estava bem errado. Só aí eles admitiram o acidente. Tinha muita coisa acontecendo completamente fora do controle deles. Após alguns dias eles evacuaram as cidades vizinhas à usina e posteriormente criaram 2 áreas de exclusão. Em um raio de 30km da usina inicia a primeira área de exclusão. A segunda a 10km da usina, com uma contaminação bem pior. São tantas histórias insanas que escutamos lá que nem sei se consigo reproduzir todas aqui… Mas o negócio foi bem tenso. A usina ficava a menos de 3km da cidade de Pripyat, uma cidade modelo que a União Soviética usava como exemplo de como o patético regime socialista “funcionava muito bem”. O Governo sempre levava delegações de outros países para se hospedarem lá, tentando impressionar com a estrutura da cidade. Morar em Pripyat era muito bom mesmo. Segundo a nossa guia, lá surgiu o primeiro supermercado da União Soviética inteira e era o único lugar que o governo sempre abastecia para não deixar faltar alimentos e outros itens. Inclusive isso estava causando algum desconforto para os moradores de Pripyat, pois pessoas de outras cidades da União Soviética viajavam centenas de quilômetros para fazer compras lá, o que gerava filas intermináveis nesse mercado que se alongavam pelo meio da cidade! Como em todo bom regime socialista/comunista as pessoas não tinham nada em suas cidades e preferiam isso a passar fome ou necessidade de itens básicos. O governo demorou mais de 24 horas para iniciar a evacuação de Pripyat, e só fez isso quando a radiação já estava em níveis absurdos. O governo preferiu não falar a verdade para a população. Os moradores foram informados que a evacuação era temporária e por isso alguns não levaram muito mais do que a roupa do corpo… Nunca mais voltaram para casa. Por isso que ainda se vê muitos itens pessoais nas casas do jeito que foram deixados a mais de 30 anos atrás. As histórias do que se refere ao controle do acidente, como conter as chamas do reator e isolar a radiação, são bizarras. As pessoas ainda não entendiam muito bem os efeitos da radiação. Esse trabalho foi feito por voluntários e membros do exército (que não tinham muita escolha). Impossível imaginar que algum deles saiu sem sequelas desse trabalho. As pessoas responsáveis por esse trabalho receberam o nome de Liquidadores. Diziam que a radiação era tão forte que até a cor dos olhos mudava nos trabalhadores que ficavam dentro da usina depois de algumas horas de trabalho. Máquinas chegavam a quebrar devido a exposição da radiação. Foi algo absurdo! Bom, vamos à visita… O Tour começa em Kiev logo cedo. Pegamos uma van e vamos em direção norte. O primeiro check point é para entrada na zona de exclusão do raio de 30 Km. Temos que parar, descer e sermos identificados pelos membros do exército que ficam lá. Dentro dessa parte da zona de exclusão a radiação ainda não muda muito no ar. O principal problema está no solo. Durante todo o tour não podemos apoiar nossas coisas no chão, encostar em plantas ou qualquer outra coisa. Vamos então parando em alguns vilarejos no caminho para ver o que sobrou deles. Basicamente todas as casas que eram feitas de madeira foram demolidas e enterradas. Não é possível descontaminar madeira, então o jeito foi demolir e enterrar. As de alvenaria ainda estão de pé. Existem alguns cachorros soltos dentro da zona de exclusão que são alimentados basicamente pelos turistas e trabalhadores de lá. Também existem muitos outros animais soltos, inclusive se não me engano lá é um dos poucos lugares do mundo que existem cavalos selvagens. Eu não vi nada além de cachorros e pássaros. Aqui as tábuas de madeira foram arrancadas. Aparentemente até boas tábuas de madeira não era fácil de conseguir, então elas podem ter sido tiradas para serem reutilizadas em outro lugar. Outra explicação é que as pessoas na época não colocavam seu dinheiro no banco, pois o justíssimo sistema socialista poderia confisca-lo sem grandes explicações. Então as pessoas escondiam o seu dinheiro em baixo do piso de suas casas. Como durante a evacuação muitos saíram correndo e nem levaram seus pertences, algumas pessoas voltaram paras as casas abandonadas e tentavam achar dinheiro em baixo dos pisos para roubá-lo. Paramos em umas 2 ou 3 vilas antes de chegar na cidade de Chernobyl. Lá até que está conservada, porque as pessoas que trabalham dentro da zona de exclusão usam Chernobyl como base, além do hotel que se pode passar a noite também ficar lá. Então é um visual um pouco diferente do que se vê no resto do passeio. Chernobyl até que está “arrumadinha”. A foto está péssima, mas esse é um monumento onde cada uma das vilas dentro da zona de exclusão está representada por esses círculos. Na verdade o resto do monumento está atrás de mim. Aqui estão os nomes de todos os moradores de Chernobyl que tiveram que deixar a cidade durante a evacuação. Nosso almoço foi servido aqui, no refeitório de uma “pousada”. Não se pode comer nada ao ar livre aqui. Toda a comida que é servida tem que vir de fora da zona de exclusão. Só por garantia deixei meu medidor de radiação (Contador Geiger) ligado do lado das coisas que estava comendo! Depois do almoço fomos tirar umas fotos com os uniformes e equipamentos do pessoal da nossa agência. No meu tour também estava incluído dirigir o carro deles, um Lada top de linha que um Ucraniano que estava no passeio contou que um modelo daquele na época da União Soviética tinha fila de espera de até 20 anos!!! Viva o socialismo!!!! Bom, pisaram na bola e não teve o rolê no Lada. No final do tour eu reclamei formalmente sobre isso. Mas pelo menos tirei umas fotos no carro! Bom, depois disso que começa a parte mais tensa do passeio. Entrando dentro da zona de exclusão do raio de 10Km. Mais um lugar que temos que sair do veículo e o pessoal do exército de novo confere um por um. Desse ponto para frente a radiação no ar já aumenta, e sobe muito em determinados lugares. Muito mesmo! Vamos em direção a Pripyat, fazendo algumas paradas no caminho. Esse é um lugar bem famoso, onde sempre vemos fotos sobre Chernobyl. Aqui era uma escola primária. É um dos lugares mais tristes de se visitar. Depois paramos em um lugar já pertinho de Pripyat onde conseguimos ver os reatores da usina que estavam em funcionamento e também do outro lado os 2 outros reatores que estavam sendo construídos. Essa imensa estrutura metálica é o sarcófago novinho em folha que serve para conter a radiação do reator 4. Ele foi construído para substituir o primeiro sarcófago que havia sido construído para durar 30 anos. Esse novo sarcófago foi criado para durar 100 anos e o que eles esperam é que até lá já se tenha descoberto novas formas de conter essa radiação de uma forma mais eficaz e definitiva. Com o conhecimento e tecnologia de hoje, acho que isso era o melhor que dava para fazer! Aqui dá para ver as chaminés dos outros reatores… O 1 e o 2, da direita para a esquerda, são essas chaminezinhas lado a lado com uma chaminé grande entre eles. O 3 está dentro dessa casinha e o 4 dentro do sarcófago. Aqui as obras nunca terminadas dos reatores 5 e 6. Chegamos então na entrada de Pripyat! A cidade foi inaugurada em 1970 e evacuada em 1986. Tinha aproximadamente 48.000 habitantes na época. Quando entramos na cidade é algo realmente muito louco. A guia ia mostrando as fotos de como era a cidade e nós vamos vendo como está agora… É impressionante! Esse que é o primeiro supermercado da União Soviética! Vamos entrando em diversos prédios com muito cuidado para não cair em um buraco ou o piso ceder com a gente em cima. Aqui material político dos soviéticos!!!! Imagina entrar em um lugar desses de noite!!!!!!! Esse era o ginásio de esportes da cidade! Fomos então para o famoso parque de diversões. Essa é a roda gigante que nunca foi utilizada. Sua inauguração estava marcada para alguns dias após o acidente nuclear. Hoje ela é um dos grandes símbolos de Pripyat e ninguém nunca deu uma volta nela! Essa aqui é a avenida principal da cidade… Assistimos um vídeo dentro da van de como era isso aqui antes… Não dá para acreditar que estamos no mesmo lugar! Aqui era um outro complexo esportivo. Depois disso fomos para o ponto mais próximo do reator. Ficamos a 300 metros de distância da usina que causou o maior acidente nuclear da história!!!!!! Isso é muito louco!!!! Quando saímos de lá passamos pela área mais contaminada por radiação do planeta terra: A Red Forest. Eu realmente não queria que nossa van quebrasse alí! Quando estamos chegando perto, a nossa guia sem falar nada só liga o medidor de radiação dela e fica mostrando para nós. Meio que sem entender muito todo mundo deixa o próprio medidor ligado… De repente ela começa a fazer a leitura e todos os alarmes dos nossos medidores começam a apitar… E ela vai lendo… Dois ponto três… Cinco……. Doze……… Quatorze………. Dezessete…….. Dezoito……… Vinte e dois……….. E o negócio não parava de subir… Isso tudo no meio daqueles alarmes tocando sem parar. Foi insano! Só como referência, uma radiação considerada “normal” é de 0,1 nessa unidade que nossos aparelhos mediam. Mas foi tudo muito rápido. De repente já tínhamos passado a Floresta Vermelha e tudo voltou ao normal! Pena que ela não avisou antes e preferiu fazer o mistério, se não teria filmado isso! Sério, foi bem louco! Mas foi bacana também o suspense!!!!! Isso porque estávamos dentro da van. O veículo protege muito da radiação. As diferenças que eu media de dentro para fora da van eram imensas nos lugares que descíamos. Mesmo dentro das casas o nível de radiação já caía bastante. Eu fico imaginando a radiação desse lugar, mesmo mais de 30 anos depois do acidente….. De lá partimos para a última grande parada do tour… Uma antena! Mas não era qualquer antena… Era a DUGA, ou DUGA 3! Essa anteninha foi construída com propósitos militares em um esquema ultra secreto do governo soviético. O local nem endereço tinha e na estrada que levava até o local da antena eles tentaram dar a impressão que se tratava de um local de acampamento estudantil. É como se aqueles filmes de espionagem começassem a ganhar vida! Para eles aquela história toda era muito real… Realmente se alguém descobrisse aquilo, ia ser difícil de convencer que era só uma anteninha tentando captar uma rádio de sertanejo universitário aqui no Brasil, por exemplo!!!! Olha o ponto de ônibus perto de lá com um ursinho desenhado! A entrada era só esse portão, para não chamar muito a atenção. Essa antena também ficou conhecida como o pica-pau russo, pois causava interferência de rádio em ondas curtas com um som parecido de um pica-pau por todo o hemisfério norte! Algumas teorias de conspiração achavam que eram os russos tentando entrar na mente das pessoas!!! Na verdade ela servia (ou deveria servir) para identificar lançamentos de mísseis de países inimigos a uma longa distancia, dando tempo de se prepararem para sua defesa. Aparentemente ela não funcionava muito bem, dando alarmes falsos, por exemplo, o que não deixou o pessoal de lá nada satisfeito, uma vez que o custo para construir aquilo foi algo estratosférico! Eu é que não queria ser o responsável pelo projeto em uma hora dessas !!!!! No final das contas o que eles deixaram foi uma estrutura bem bonita e imponente, ainda mais em um dia ensolarado de outono!!! Essa placa de radiação é só enfeite… O local não possui contaminação especialmente significativa! Aqui a nossa guia e o atual guardião da antena! Mesmo sendo Outono estava muito frio e já nevava bastante por lá. Após as instalações ultra secretas do governo soviético, foram só mais duas paradas rápidas…. Uma para ver algumas máquinas utilizadas no trabalho de isolamento do reator na época da explosão: E um monumento em homenagem aos liquidadores e bombeiros que foram responsáveis por todo o trabalho de combater o incêndio e conter a propagação da radiação: Depois disso só paramos nos check points para medição de radiação em nosso corpo e roupas… Eram máquinas muito velhas! Espero que estivessem funcionando bem e não deixaram eu voltar para casa com um tênis cheio de radiação! E foi isso! Foi assim meu dia em Chernobyl. Um dia cheio de experiências, histórias e aprendizado! Valeu demais o passeio!!!!!! Nota 10!!! Se alguém tiver alguma dúvida ou quiser alguma dica, é só falar! Abraço!!!!! Felipe www.profissaoviageiro.com Instagram: @profissaoviageiro Enjoy Chernobyl… … Die Later!
  13. 1 ponto
    @rapensando Pela minha experiência, a questão do dólar vale mais a pena na hora do câmbio do que para negociação de passeios. Os passeios nas agências já são oferecidos em pesos, então geralmente os "pacotes" que eles costumam fazer são com valores em moeda local.
  14. 1 ponto
    Olá pessoal, tudo bem? Tirando um seleto e sortudo grupo de nômades digitais, a maioria de nós sofre litros quando volta de um período de férias já em depressão à espera do próximo! Uma boa pedida para aguentar o sofrimento da espera, hahaha, é encaixar mini aventuras nos fds ou pequenos feriados. Eu já escrevi dois outros tópicos sobre estas pequenas aventuras de fins de semana pelo estado do Paraná (Pico Agudo e Morro do Gavião), e vou deixar mais duas registradas aqui hoje. Também pretendo utilizar este mesmo tópico para relatar outras ao invés de ficar criando tópicos novos! Bora lá! MORRO DA PEDRA BRANCA Este passeio é bem light, pode ser feito em esquema bate-e-volta de alguma cidade próxima ou mesmo se vc estiver passando pela estrada e tiver um tempinho sobrando. O acesso ao Morro da Pedra Branca se dá pela PR 376, (Rodovia do Café, liga o norte do estado à capital) entre Mauá da Serra e Ortigueira. Não tem placa nem indicação nenhuma do morro. No sentido Londrina > Curitiba lá pelo km 308 já dá pra avistar o morro, que tb é conhecido como “morro das antenas” por abrigar ali antenas de telefonia da Oi. Depois do km 310 vá reparando bem, à esquerda vai ter um comércio chamado “Restaurante e Lanchonete da Bica”. A entrada para o morro é cerca de 1km depois (dá pra ver melhor no print abaixo). Um portão tb à esquerda dá acesso à estrada que leva até o topo do morro. Este portão poderá estar fechado, mas é só bater palma que sai um senhorzinho que fica numa casinha ali na entrada cuidando. Foi cobrado 10 reais para cada um, João (filho, 11 anos) não pagou. Localização do Morro da Pedra Branca Dali daquele ponto começa uma estrada de terra. O senhorzinho indicou que a gente poderia subir de carro ou a pé. Optamos por ir a pé, afinal essa era a ideia. Quando fomos a estradinha estava bem boa, dava pra subir com qualquer tipo de carro, inclusive tem gente que vai lá tirar aquelas fotos pré-casamento... mas parece que tem ocasiões em que carro baixo não sobe. São 3km de estradinha numa subida bem tranquila, em que a gente vai observando bichinhos e plantinhas! Fomos bem cedo pq queríamos ver a neblina baixa, no vale abaixo de nós. As 8h30 estávamos no “cume”, mas a neblina estava em toda parte, hahahahauah! A gente não via nada, e tava bem frio (9 graus) pra pouca roupa que a gente tava usando. Mesmo assim ficamos perambulando pelas formações rochosas lá de cima e a espera valeu a pena, o tempo abriu uns 30 minutos depois da nossa chegada! Caminho pela estrada! Era tudo névoa! Minhas amadas plantas! Tem tanta beleza, tanta foto, mas prometo me conter! Só mais essa linda, rs! A torre de telefonia perdida na névoa! A imensidão verde ainda tímida! Abrindo! Descortinando!! Vento e descabelo! Vista bem bonita! Meu mini trilheiro! Fotinha da vista! Parece mais perigoso do que era ok? rs Céu azul! Depois de mais andar e admirar, descemos e ainda fomos uns 2km pra frente na estrada espiar uma linha férrea que passa por ali. Bonitinha. Linha férrea estilosa! Não é nada mega exuberante, mas vale a caminhadinha num fds que podia ter sido só de netflix, rs! Chegamos de volta em casa pouco depois das 14h. FIM
  15. 1 ponto
    Eu não pagaria. Você teria problemas somente lá, sua entrada certamente estava registrada no sistema deles. Mas pelo que já li a respeito deste tipo de multas, elas são geradas e processadas na hora, nunca tinha lido sobre alguém receber este tipo de multa em seu endereço ou email aqui no Brasil. Gostaria de ver a tal multa, vai que é falsa e o dinheiro pago ir direto para conta de algum espetinho lá da Colômbia. Na dúvida, eu ligaria para consulado na Colômbia aqui no Brasil.
  16. 1 ponto
  17. 1 ponto
    Minha viagem foi em agosto de 2019, sozinha com apenas bagagem de mão... Em todas as cidades utilizei apenas transporte público, uma dica: em Paris, no aeroporto mesmo fazer o cartão navigo (é necessário levar uma foto 3x4), é um passe de metro que permite utilizar de forma ilimitada algumas linhas, incluindo de Paris a Versalhes e até a Disney Paris, que vale muito a pena, paguei 27,50 euros e não gastei mais com metro durante minha estadia em Paris (é importante saber que o cartão custa 5 euros e a recarga para semana 22,50 acho, e vale de segunda a domingo, não vale a pena carregar se for ficar poucos dias e chegar perto do FDS porque vai perder os créditos no domingo...Pra mim valeu porque cheguei na terça e fiquei até sábado)... Paris foi sensacional, era um sonho de criança e foi sim mais do que eu imaginava, é uma cidade linda, ainda mais pra quem ama história como eu... Fiz bastante amizade no hostel, olha que não falo inglês nem francês, só o básico hahahaha, mas me virei... Minha dica é visitar Montmartre a noite, amei ficar nesse bairro... De Paris fui até Faro de avião e peguei um trem até Lagos (indico comprarem a passagem de ônibus antecipadamente, tava mto calor e quase derreti no trem)... Lagos é lindaaa! A Ponta da Piedade é imperdível, praia do Camilo e Dona Ana também... Paisagens de cinema, porém a água é gelada demais e é bemm lotado... Segui até Sevilha de ônibus, me apaixonei pela cidade desde a chegada, que energia 😍 Fiquei em um Hostel bem no centro histórico, amei! Aproveitei bastante as noites, com muita Sangria e Tapas, a melhor parte da Espanha... Atravessei a ponte para assistir um show de Flamenco em um Tablado, bem menos turístico.. Fui até Córdoba de trem onde fiquei um dia, cidade muito histórica, linda! É imperdível atravessar a ponte ao anoitecer para ver acidade iluminada, espetacular!
  18. 1 ponto
  19. 1 ponto
    Isso, e pessoas que ficam assediando a gente, são as coisas que mais me irritam! Talvez por isso eu esteja escolhendo destinos meio do mato ultimamente. Em Barcelona, no Camp Nou, um chinês entrou na minha foto super de boas... o mesmo no Palácio da Pena em Sintra, Portugal... No túmulo da Evita em Buenos Aires eles pareciam formigas, passavam sem nem olhar, só batendo foto! SO-CO-RRO!
  20. 1 ponto
    Saudações mochileiros. Venho adicionar algumas informações que acho de extrema importância no planejamento de alguma viagem ao exterior. Em novembro agora vou fazer uma viagem de bike na região dos Lagos Andinos (Argentina e Chile) e nas minhas pesquisas verifiquei pouquíssimas informações a cerca de situações de emergência. Como vou solo e de bike, achei pertinente a pesquisa. Resolvi informar aqui os principais telefones de emergência para adicionarem nos roteiros. Por mais que não imaginamos, caso algo aconteça (melhor prevenir), fica mais fácil ter à mão os contatos de emergência. Tal fato se dá por um relato que vi sobre um brasileiro, que viajando de moto pela América do Sul, teve um acidente e quebrou as duas pernas (Com certeza não esperava. Não deixe de fazer o seguro viagem, a família do mesmo teve que desembolsar mais de R$ 100.000 com gastos médicos e regresso sanitário pois não tinha feito seguro viagem). Além disso, recomendo adicionar os telefones e emails do Consulado Brasileiro mais próximo das cidades a serem visitadas (disponível no site do Portal Consular http://www.portalconsular.itamaraty.gov.br Dica: sempre envie o roteiro com os dados para familiares próximos a fim de tranquilizá-los. Argentina: Central de Emergência Nacional 911 Assistência Médica (Emergência): 107 Polícia: 111 Bombeiros: 100 Polícia Turística: 4346-5748 / 0800-999-5000 Chile: Polícia: 133 Bombeiros: 132 Ambulância: 131 Polícia Civil: 134 Resgate Aéreo: 138 Uruguai: Bomberos 104 y 911 Servicio de Emergencia Médico (SEMM) 159 y 2711-11-11 Ambulancias MSP 105 y 400-11-11 Radio Patrulla 109 y 911 Policía: Patrulleros 999, 109 https://www.argentina.gob.ar/tema/emergencias https://mototurismogastronomico.wordpress.com/telefones-de-emergencia-argentina-chile-e-uruguai/
  21. 1 ponto
    Serão visto como um casal, mas imigrando na Espanha terão que comprovar o limite minimo e o limite diário para duas pessoas... casos sejam solicitados a tal. Atualmente são 90€/ dia/ por pessoa e um minimo de 810 €/ por pessoa, independente da quantidade de dias. Para ficar claro, o piso para o casal seria 1.620,00 €. E ainda, dividindo o valor total que possuírem pela quantidade de dias tem que ter um minimo de 180 €/dia/ para o casal. http://barcelona.itamaraty.gov.br/pt-br/requisitos_para_entrada_de_viajantes_na_espanha.xml
  22. 1 ponto
    Se vocês estiverem viajando juntos, não tem nenhum problema.
  23. 1 ponto
    A diferença de valor é pela tecnologia usada. Quechua tem um custo beneficio muito bom.. ainda mais se for a sua primeira mochila. Vá de Quechua!
  24. 1 ponto
    Nenhuma das duas! rsss Eu não achei nenhuma delas um destino legal, são só cidades iguais ou parecidas a centenas de outras mais baratas que você viu no resto da Europa. Montanhas e as paisagens de filme você não vai ver em Zurich e Genebra, mas sim nos Alpes, em Interlaken, Zermatt, Engelberg, Lucerna, Chamonix, St. Moritz, etc... Se vocês querem ver montanhas e os alpes, eu sugeria Chamonix, fica no meio do caminho entre Milão e Genebra, é bem mais perto de Milão, o que é muito importante devido ao pouco tempo que você tem. Uma outra opção, se vocês estiverem viajando durante a primavera/verão/começo do outono, eu recomendaria os lagos italianos ao norte de Milão (Lago Maggiore, Lago di Como, Lago di Garda, Lago d’Orta e Lago Lugano), é um lugar espetacular para visitar no verão, muito mais bonitos que os lagos suíços, e que caberia perfeitamente no pouco tempo livre de vocês.
  25. 1 ponto
    Primeiramemte quero agradecer de coração a todos que me auxiliaram neste planejamento. Foram momentos especiais que vivi, acho que valeu muito a pena ter passado horas e horas assistindo vídeos, mandando pms, lendo relatos, se informando sobre tudo. Mas nosso destino a Deus pertence, recebi hoje à tarde uma notícia muito triste, uma amiga muito especial recebeu um diagnóstico de doença, onde terá que passar muito tempo fazendo tratamento, onde sofrerá muito. Tem "amigo" e AMIGO, portanto, diante desse fato novo, já suspendemos nossa viagem para esse ano. Tentaremos dar pelo menos um suporte para ela. Muito obrigado a todos!
  26. 1 ponto
    Travessia feita em: 28/09/2019. Todas as fotos estão em: https://photos.app.goo.gl/sS4m5bB5wDXsYJNe6 - Introdução - Uma semana antes dessa caminhada, estava conhecendo o Morro do Saboó em São Roque. Do seu topo, comecei a reparar em outros picos bem maiores ao redor, qdo um em específico me chamou muito a atenção. Era uma enorme elevação com 2 picos enormes e outras menores se destacando no horizonte e estava com parte do topo encoberto pelas nuvens. Mas foi no final do dia, qdo a nebulosidade dispersou sobre o topo dessa montanha, que eu pude ver que é bem mais alta do que eu imaginava. E obviamente me atiçou a curiosidade de desbravar esse pico. Mas antes, precisaria buscar infos do nome, como chegar, qual é o ponto mais próximo de ônibus ou carro. Pois bem, na semana seguinte ao morro do Saboó, me debrucei no pc e olhando no google earth, descobri o nome da tal elevação: Serra do Voturuna. Outra coisa que me chamou mais a atenção ainda, é a altitude de seus picos: mais de 1.200 metros. Foi a deixa para descobrir como chegar lá. Buscando relatos aqui, ali e acolá, encontrei um do famoso colunista, montanhista e trilheiro conhecido: Jorge Soto, que já esteve lá algumas vezes e havia disponibilizado um relato de uma travessia que fez de ponta a ponta de toda a cadeia montanhosa da Serra de Voturuna. Pois bem, após ler todo o relato, onde ele diz em detalhes o percurso e como chegar, era hora de bolar a melhor logística possível para chegar lá, usando transporte público. 1º dia - Do centro de Araçariguama ao Topo do Pico do Morro Negro Para essa travessia, chamei várias pessoas, mas apenas 6 corajosos toparam ir na empreitada comigo: Marcio, Paola, Monike, Diego e a novata do grupo do Whats: Andréia. Eram 7:40 qdo saltei do trem na Estação Itapevi, cujo movimento estava tranquilo por ser um Sábado. Lá, encontrei o Diego que já havia chegado antes e me aguardava no ponto marcado. Aos poucos, a turma foi chegando, mas logo tivemos uma baixa: A Monike, que havia perdido a hora e não conseguiria vir. Caiu na armadilha de "ah, só mais 5 minutos" e se deu mal. Com isso, continuamos em 5. Com todos reunidos, fomos para o ponto de ônibus esperar o coletivo para Araçariguama. O tempo estava com cara de poucos amigos, uma fina garoa caia sobre nossos rostos ansiosos e nisso, vinha a pergunta que não quer calar: Será que sol vai aparecer e teremos algum visual? Sim, as previsões meteorológicas para o fds estavam favoráveis. Aproveitei para tomar um café da manhã reforçado em frente a estação e depois logo embarcamos no latão rumo a Araçariguama que passou as 10:00hs. Parte do trajeto é feito ao lado do antigo leito da Sorocabana e depois adentra uma estrada de terra que só por deus. Após muito chacoalhar, balançar e até pula-pula, finalmente chegamos ao trecho da Castelo Branco, onde não demorou muito e logo chegamos a pacata Araçariguama, após 1 hora desde a estação Itapevi. Ao longo do trajeto, o tempo abriu um pouco, corroborando a previsão meteorológica, para a alegria e o entusiasmo de todos. Ao lado esquerdo, ainda na Castelo Branco, a Serra do Voturuna aparecia em alguns momentos com todo seu explendor e seus 2 picos mais altos aparecendo em destaque, quase que rasgando os céus. Araçariguama é uma cidade bem montanhosa, cujas ruas são verdadeiras pirambeiras. Deve ser por isso que não vi nenhuma academia por lá...😂 Tão logo desembarcamos, a turma resolveu fazer um café da manhã reforçado e sem perder tempo, partimos em direção ao nosso objetivo: a Serra do Voturuna. O avião lá em cima, visto do centro da cidade. Munidos apenas do relato, infos e uma bússola, lá fomos nós em direção ao morro do Avião, onde há um avião da decada de 50, que visto de longe, parecia estar se equilibrando a meio caminho. O relógio já havia passado das 11:00hs e vi que precisávamos apertar o passo, já que nenhum de nós tinha noção alguma de quanto tempo iriamos demorar para chegar até a base, quiça o topo. Partindo do centro da cidade, chegamos a um enorme campo de futebol e uma praça, onde a partir dali, pega-se uma estrada de terra que sobe até o topo. Não demora muito e vem o primeiro trecho de subida forte, em direção ao topo do morro do avião, que segundo o relato, é a nossa referência do caminho em direção ao sopé da Serra do Voturuna. As primeiras vistas da Serra de Voturuna durante a subida No trecho inicial da estrada de terra, uma trilha a direita serviu de atalho e evitou uma grande volta que a estrada de terra dá em boa parte de sua subida. A medida que iamos ganhando altitude, já conseguíamos visualizar parte da Serra do Voturuna, com seus 2 maiores picos em destaque, para a animação de todos. A Subida é ingreme, mas não dura muito tempo e logo estamos no topo, onde pudemos ver o tal "avião" todo carcomido e enferrujado pelo tempo, repousando no alto do morro. Do topo, passa uma rodovia vicinal que segue na direção desejada. Do morro do avião, se tem um belo visual da cidade e do entorno, mas com o tempo passando, nos limitamos a algumas fotos, pois ainda tinhamos muito chão pela frente. Do mirante do avião, pegamos o caminho da direita pela rodovia e seguimos por cerca de 6 km até o sopé da Serra, onde parte a trilha que sobe. No mirante do avião Desse ponto, a Serra do Votoruna aparece com todo o seu explendor e imponência e vale até alguns minutos para contempla-lo. No trecho da Rodovia, após a mesma fazer uma grande curva a esquerda, ela inicia um longo trecho de descida até um grande vale. Nesse vale, passa um riacho e é o unico ponto de água disponível nesse primeiro dia. Nós não pegamos água nesse riacho e só fomos descobrir lá na frente que foi uma péssima decisão. Pegue água nesse ponto ou terá problemas! Na Rodovia, chegando próximo a base da Serra do Voturuna todo imponente a sua frente. 1 hora e 20 minutos desde o avião e 2 horas desde o centro de Araçariguama, finalmente chegamos ao ínicio da trilha que subia forte logo de cara e vimos que não seria nada fácil. As 13:35 começamos a subida da trilha, que começa em meio a trecho de grama baixa, com trilha meio precária, que hora aparecia e desaparecia constantemente, mas o sentido a seguir era obvio: sempre para cima, seguindo pela crista....30 minutos desde a Rodovia, chegamos a um ombro, onde a subida dá uma trégua e desse ponto, já era possível avistar todo o percurso a frente, com os 2 grandes picos do Voturuna à esquerda, parecendo estar perto, mas distante umas 2 horas de subida ainda. Trecho inicial da subida só com vestígio de trilha ou mesmo sem mesmo, porém de grama rala e por isso, a subida foi facil. As primeiras vistas do trecho onde ainda iriamos passar e os 2 principais picos do Voturuna a esquerda, ainda distantes. Aqui a trilha fica mais definida, o que ajudou nessa parte com o mato mais alto, composto em sua maioria por Samambaias. Felizmente o trecho mais fechado não dura muito tempo e logo saímos em um trecho onde parece que a grama foi cortada e com isso, a caminhada fica bem mais fácil e rápida. Com visual total de tudo a frente, vamos ganhando altitude e a medida que subíamos, o vento e o frio iam apertando mais. O sol ia e vinha entre muitas nuvens o tempo todo, o que foi um alivio, pois não há nenhum ponto de sombra e imaginei subindo com o sol castigando a todo momento. Subida segue pela crista acima Mais 30 minutos e chegamos ao primeiro dos 3 topos e aqui, a subida da uma trégua. Nesse ponto, se visualiza a imponente Serra do voturuna bem a sua frente, com seus 2 principais picos parecendo estar perto, mas ainda restava a descida de um vale até lá. Um Pinheiro solitário e fora do contexto chama a atenção, pois é o unico visivel no topo e aqui também encontro vestígios de acampamento, mas como o lugar é totalmente exposto aos ventos, é arriscado acampar aqui. As 14:47 inicio a descida do vale em direção a base do Pico do Morro Negro e logo a frente vejo o enorme subidão pirambeiro por onde ainda iria passar e vejo que não será nada facil, pois é uma subida bem íngreme. No primeiro topo, com visão total dos próximos 2 picos a sua frente. Trecho de descida até um vale A descida é tranquila e é feito por um trecho de estradinha de terra, o que me faz supor que aqui deve subir veículos motorizados vindos de alguma bifurcação a frente. A descida é rapida e nesse trecho, passo por 2 bifurcações, uma a direita e outra a esquerda e percebo que existe outro acesso ao Voturuna vindo lá da rodovia, de algum outro ponto posterior ao que eu entrei, provavelmente usados por quem vem de carro. Resolvo dar uma descansada aqui na base antes de começar a subir, pois só de olhar o paredão íngreme a frente, cansou até a vista. Olho para trás e vejo os demais se aproximando, mas com o vento gelado, nem consigo ficar muito tempo parado e logo começo a subida. Aqui, a trilha é bem marcada e definida, com isso, nosso avanço foi bem mais rápido. A medida que ia subindo, a trilha vai ficando mais íngreme e nisso, fui parando algumas vezes para retomar o fôlego ao mesmo tempo que curtia o visual e aguardava os demais me alcançar. Iniciando o segundo trecho de subidão pirambeiro em direção ao próximo pico A subida é árdua e com o peso da cargueira, esse trecho não é nada facil e vou seguindo em um ritmo lento. Vamos ganhando altitude rapidamente e felizmente, com o tempo encoberto, não tivemos o sol castigando, já que toda a subida é exposta e quase sem nenhuma area de sombra. Seguimos subindo em trilha bem demarcada e com vários trechos de pedrinhas soltas e rochedos, sem grandes dificuldades. 25 minutos desde o vale lá embaixo, chegamos ao topo do primeiro dos 2 picos e aqui, a trilha passa a descer entre os cocorutos do topo. A partir desse ponto, temos a visão total do trecho final até o Pico do Morro Negro, que aqui já se encontra bem próximo e bem visível a nossa frente. Trecho de vale após passarmos pelo topo do 2ºpico Vales enormes Descemos um pequeno vale e entramos definitivamente na subida final em direção ao cume. O relógio marcava 15:40hs e vendo que estamos relativamente próximo, resolvo fazer um pit stop para molhar a goela e mastigar algo, afim de forrar o estomago e também aguardar o pessoal que ficou para trás. O que preocupa aqui é que desde a rodovia, não passamos por nenhum ponto de água e sem expectativa de qdo encontrar um, aviso a turma para maneirar no consumo da água. 20 minutos depois, retomamos a caminhada e a medida que íamos nos aproximando do topo, o visual de todo o contraforte serrano do Voturuna ia se abrindo e se destacando cada vez mais, o que chamou bastante a atenção. Aqui também era possível ver todo o percurso que ainda falta e o que já passamos. Trecho final ao cume O trecho final de subida ao cume a partir do segundo pico é mais leve, já que as subidas mais íngremes acabaram. Mas mesmo assim, os músculos das pernas já estavam esgotados, pois toda a força foram dirigidas a eles. Os ventos estavam bem fortes, o que dificultou nosso avanço, mas continuar era preciso! O topo parecia estar bem próximo e as 16:00hs, com pouco mais de 3 horas cravadas de subida desde a rodovia, finalmente chegamos ao cume do Pico do Morro Negro, a mais de 1.200 metros de altitude, para literalmente, desabarmos ali. Chegando ao topo e todo o trecho percorrido atrás Enfim, barracas montadas e o merecido descanso no cume Não havia ninguém no cume e com isso fomos donos absolutos do lugar. Fomos em busca de um local protegido dos fortes ventos para montarmos a barraca e nem demorou muito para encontarmos um bom local, amplo, plano e com um pouco de proteção. Até há outros descampados, mas todos expostos aos fortes ventos. Enquanto montavamos as barracas, uma forte neblina bateu no topo e a visão ficou prejudicada, frustrando a expectativa de todos por algum visual e o por-do-sol. Com o tempo fechado, a temperatura diminuiu rapidamente e ficou próxima dos 10ºC. Após montada a barraca, exploro as laterais do topo, afim de encontrar a trilha que desce para Sudeste. Encontro algumas bifurcações levando a outros mirantes e até encontro a trilha que segue na direção desejada. Mas com a visão prejudicado pela forte neblina, deixo para fazer isso melhor amanhã, torcendo para que o tempo esteja melhor. Com o anoitecer, resolvemos fazer nossa janta, ficamos jogando conversa fora e fazendo um pouco de hora. Mas com os fortes ventos, a neblina e o frio, nem fico muito tempo fora da barraca e logo fui dormir. 2ºDia - Do topo do Morro Negro à Pirapora do Bom Jesus O domingo amanheceu ensolarado e com um tapetão de nuvens cobrindo os vales. Mas com a neblina do dia anterior e sem expectativa alguma de que abrisse o tempo antes do amanhecer, ninguém acordou para ver o nascer do sol. Acordei pouco depois das 7:00hs com os raios do sol batendo do lado de fora da barraca e ao colocar a cabeça para fora, vejo tudo aberto e as nuvens embaixo, o que me deixou bastante animado! A neblina da noite anterior tinha dissipado e na verdade, as nuvens estavam embaixo, o que deixou todos radiantes. Com o tempo aberto, deu para ver todo o caminho que viemos no dia anterior, com as cidades de Araçariguama, Pirapora do Bom Jesus, Santana do Parnaíba, dentre outras até onde a vista alcançada. É um visual de tirar o fôlego. Aproveitei para analisar melhor a trilha que desce para Sudeste em direção aos 2 outros picos da Serra, planejando o percurso de descida. Do topo, dava para ver boa parte do percurso por onde irei descer, com algumas pequenas subidas e vejo que será uma caminhada longa, mas relativamente tranquila. Volto para as barracas e vejo que boa parte da turma ainda estavam se fartando de clicks do topo. Afinal, o dia estava radiante e o sol brilhava forte em um céu estupidamente azul e sem vestígio de nuvem acima, só embaixo. Após os clicks, fomos fazer nosso café da manhã e em seguida, começamos a arrumar as coisas. Pirapora do Bom Jesus lá embaixo Barraca desmontada e mochila nas costas, começamos a descer sentido Sudeste pouco depois das 9:30 da manhã em uma pequena trilha que ora sumia, ora reaparecia. Seguindo sentido Sudeste/leste, a descida é tranquila e a maior parte feita só no visual. Nesse trecho, vestígios de trilha vão aparecendo e indo na direção de um pico mais baixo. 15 minutos desde o acampamento lá no topo, chegamos a um vale, onde a trilha reaparece mais definida a esquerda, no meio desse vale e indo na direção desejada. A trilha está bem demarcada e com isso, nosso avanço fica mais rápido. Aos poucos, vamos perdendo altitude, enquanto passamos por várias paisagens do alto da Serra do Voturuna, com inumeras vistas do entorno e uma vegetação diferenciada. Uma pecularidade dessa Serra é os cavalos selvagens soltos por vários pontos e suas fezes encontrados em vários pontos da trilha. A trilha principal tem algumas ramificações, mas vamos seguindo pelo trecho principal mais demarcada em direção Sudeste, a caminho de Pirapora do Bom Jesus, visivel algumas vezes lá do alto, mas ainda distante. A trilha segue descendo discretamente em direção a um grande vale a esquerda, onde avisto uns cavalos tomando agua. Primeiro ponto de água a mais ou menos 1 hora de descida do topo, mas impropria para o consumo, infelizmente Cume do Morro Negro ficando para trás As 10:05, chegamos ao vale que vimos lá de cima, mas por conta dos cavalos e seus dejetos, a água está imprópria para consumo e por isso, somos obrigados a continuar em frente em busca de outro ponto de água potável. Felizmente, a turma soube racionar bem a agua que dispunha e por isso, ainda tínhamos agua suficiente para chegar até o próximo ponto. Atravessamos o pequeno vale e começamos uma nova subida ao alto de um morro. Chegamos à uma bifurcação em "T" onde pegamos o caminho da direita sentido Sul. O da Esquerda parecia ser a tal "trilha norte". A trilha da direita segue pelo alto da crista do pequeno morro. 10 minutos após a birfurcação, a trilha começa a descer até uma grande planície, onde se dividiu em pequenas ramificações, mas que todas se encontravam. Aqui o caminho é um pouco confuso, mas a trilha principal se mantem bem demarcada e é só seguir por ela que não tem erro. Mais 20 minutos e chegamos a um enorme descampado plano e protegido para umas 10 barracas pelo menos. Descampado em um trecho bem amplo Continuamos em frente e as 10:45h chegamos a beira de um enorme precípicio. Ali, tivemos um perdido: A trilha termina ali e não tinha caminho a seguir em frente. Segui à esquerda, depois a direita e nada de trilha ou de um caminho visivel. A frente, só um enorme precipício intransponível, sem continuação. Diante dessa situação, pensei: E agora, José? Considerando as várias ramificações da trilha principal, resolvemos voltar e ver se encontramos alguma bifurcação que deixamos passar batido. Dito e feito, 10 minutos de retorno, demos de cara com uma bifurcação a direita (esquerda para quem está descendo) que ia na direção desejada. Resolvido o perdido, bora continuar a pernada. Pico que é a referência da bifurcação que desce/sobe por um vale A Referência dessa bifurcação, é um pico que fica bem a frente. Depois que entramos na bifurcação, ela logo mergulha na mata fechada e segue por dentro dela até encontrar uma pequena nascente de um corrego com água limpa. Enfim, após 1 dia e meio sem ver agua, finalmente encontramos o precioso líquido. Era uma nascente, então descemos mais um pouco até um ponto onde o corrego fica com mais vazão e paramos para coletar água limpa e corrente. Goela molhada e cantis cheios, retomamos à caminhada de descida em direção a Pirapora do Bom Jesus e a partir desse ponto, a trilha fica mais íngreme e vamos descendo com mais cuidado. Outro detalhe desse ponto são os carrapatos. Pegamos vários no trecho, então, muito cuidado nesse trecho de mata mais fechada. Use um bom repelente para evita-los, de preferência aqueles com ação forte contra carrapatos. As 11:40hs, saimos da mata mais fechada e a caminhada passou a bordejar a encosta direita do morro onde estavamos, com o sol castigando o tempo todo. Passamos por uma cerca e chegamos a um ponto onde demos de cara com uma família de bois e vacas com seus filhotes bem no meio da trilha. A trilha vem lá do meio do vale, entre os 2 picos Trecho final de descida pela trilha Tentamos passar, mas o macho, ao perceber nossa aproximação, deu uma bufada de aviso. Perdemos algum tempo aqui e tivemos que esperar, mas conseguimos passar, fazendo um desvio por cima e logo retomamos a trilha logo a frente. As 12:40, chegamos ao trecho final, onde a trilha desce e cruza um enorme campo de cerrado bem aberto. Aqui a caminhada fica mais tranquila. Passamos por uns trechos de mineiração e logo a frente já se vê as ruas da pequena cidade de Pirapora do Bom Jesus, com a trilha descendo para lá. Enfim, chegamos a cidade E finalmente, as 13:10, com mais de 3 horas de caminhada desde o topo do Pico do Morro Negro (incluindo os perdidos e as paradas), pisamos no asfalto da pequena cidade, para a alegria de todos. Andamos mais alguns minutos e logo estacionamos numa lanchonete para bebemorarmos o sucesso da empreitada e forrar o estomago com algo "gorduroso". Foram cerca de 21 km de pernada em 2 dias com 1 pernoite com perrengues, superação e muitos carrapatos. Mas tb com visuais e desafios para andarilho algum botar defeito. As 14:30 embarcamos no ônibus para a Estação Barueri e depois no trem da CPTM de volta para SP, onde cheguei pouco antes das 17:00hs, cansado, mas feliz. DICAS: -> Pontos de água nessa travessia são escassos. Só há um ponto de agua na rodovia, pouco antes de iniciar a subida até a base, onde começa a trilha. Não há nenhum outro ponto de agua durante toda a subida e no topo. Só fui encontrar água na metade da descida do dia seguinte, em um pequena nascente a mais ou menos 2 horas de caminhada do topo. Por isso, traga toda a água que for precisar da cidade ou pegue em um riozinho no vale ainda na rodovia, pouco antes de entrar na subida final até a base. O ideal é levar pelo menos 3 litros. -> A trilha no começo da subida é pouco demarcada. Mas a maior parte do percurso é só no visual, é só tocar para cima pela crista e mais a frente, ela aparece e depois adentra a um trecho de estrada de terra, onde a grama foi aparada e a caminhada fica bem mais fácil. -> Não há local para deixar o carro no começo da trilha, nem tem como parar, pois ela começa em um trecho da rodovia. -> A distancia de Araçariguama até o inicio da trilha é de 6,5km. Deve-se subir até o mirante onde tem um avião da decada de 50 exposto lá no alto e depois seguir pela rodovia a direita, até chegar na base da Serra, que é visível a maior parte do tempo. -> Os horários dos ônibus de Itapevi para Araçariguama são bem ingratos. Tem apenas 8 horários por dia e um dos horários é 7:45 e o próximo só as 9:50. Os onibus partem do lado da Estação de Itapevi, em um local reservado para paradas somente de ônibus intermunicipais e com o logo da EMTU. Na dúvida, informe-se com moradores. -> A Subida da rodovia para o topo do Pico do Morro Negro leva em média 3 horas com mochila cargueira e em um ritmo médio. Ela passa pelo topo de um dos picos vistos lá embaixo. É uma subida exigente e não é uma trilha recomendada para iniciantes. -> No Topo há vários locais para barraca, mas a maioria são expostos aos ventos. Mas há um ponto que fica dentro de um pequeno vale e é uma boa opção para montar barracas.com um pouco de proteção dos ventos. -> Não há água durante toda a subida, no topo e nem próximo dele. -> Só há 2 pontos de água e ambos ficam na descida para a cidade. -> O primeiro ponto de agua da descida é impróprio para o consumo humano, pois é usado pelos cavalos e bois, tendo vários dejetos deles lá. Só vai ter água potavel entre 30 minutos a 1 hora de descida após passar por esse ponto. -> Encontrei muitos carrapatos nessa travessia. Leve um bom repelente e passe várias vezes ao dia, mesmo em locais onde você achar que não vão picar. Os carrapatos costumam andar pela roupa e buscam locais quentes e escondidos. -> Em Pirapora do Bom Jesus, há linhas de ônibus direto para a Estação de Barueri. Só não sei os horários, mas pode ser consultado no site da EMTU. -> Sinal de celular pega no topo e na maior parte dos trechos da crista. Principalmente o da VIVO. É isso.🙂
  27. 1 ponto
    @FlavioToc Boa idéia, amanhã vou num laboratório verificar o tamanho deles, acho que de urina é muito pequeno. O de fezes deve ser maior. Comprei esses 10 iguais aos do exame de urina, mesmo sendo maior, a capacidade ainda é baixa, menos de 50 ml cada. Outra idéia que amanhã vou ver é ir nessas farmácias de manipulação e ver se eles vendem só a embalagem, esse que está na foto tem +-80 ml. Paguei $12 nesses 10 tubos com rosca em metal, tem mais barato.
  28. 1 ponto
    Em 1999, percorri o Caminho Francês de Santiago, partindo de San Jean em direção à Santiago de Compostela. Já naquela ocasião, eu ouvia falar que existiam 4 rotas sagradas do Cristianismo na Idade Média, que seriam o Caminho de Santiago, Jerusalém, Roma, e um quarto Caminho que eu nunca descobri qual era, num tempo em que a internet estava engatinhando e o acesso à informação era mais batalhada. Em 2018, decidido a refazer a peregrinação à Santiago de Compostela, comecei a investigar a respeito do Caminho do Norte, o qual fiz partindo de Irun (quase França) e percorrendo o norte da Espanha, novamente rumo à Santiago. E nessa pesquisa descobri acerca do caminho que faltava. Trata-se do Caminho Lebaniego, uma rota de peregrinação que possui seus anos jubilares desde 1512, e que tem como destino o Monastério de Santo Toríbio de Liébana, onde está depositado a Lignun Crucis, que reza a lenda, trata-se da maior parte ainda conservada da Cruz de Cristo, a qual foi confeccionada com o braço esquerdo da cruz original, e hoje é uma cruz menor acondicionada em um relicário de Ouro, prata e cristal. Esse caminho está situado no Parque Nacional Picos de Europa. Um lugar belíssimo, com várias outras trilhas e atrações aos caminhantes em busca de locais bucólicos. Porém em geral são trechos que exigem um certo preparo, pois o relevo é muito acidentado (vindo daí a beleza do local). O Caminho Lebaniego está localizado na Cantábria e é apenas uma das quatro rotas para chegar em San Toríbio. O interessante é que essas rotas podem ser conjugadas com o Caminho de Santiado, pois elas unem o Caminho do Norte ao Caminho Francês. Assim, em uma única viagem é possível fazer as duas peregrinações juntas. Em certos trechos inclusive encontramos juntas as setas amarelas (Caminho de Santiago) com as setas vermelhas (Caminho Lebaniego). O Caminho Lebaiego em si, constitue-se de 72 km, que unem San Vicente de La Barquera a Santo Toríbio de Liébana, podendo ser percorrido entre 3 a 5 dias. Eu particularmente sugiro partir de Santander, que é a cidade onde retiramos a Credencial do Peregrino, elevando assim em mais 76 km a viagem. Para quem pretende fazer o Caminho do Norte de Santiago, o trecho entre Santander e Muñorrodero já faz parte do Caminho, apenas se separando aqui no sentido sudoeste, podendo depois retornar ao Norte, ou seguir até o Francês. O Caminho Lebaniego conta com uma estrutura para os peregrinos, de albergues e rede wi-fi (que ao menos estava disponível no último ano santo). E para os amantes da culinária regional, não deixem de provar a truta e o Cocido Lebaniego.
  29. 1 ponto
    Belo relato! Uma das ultimas das grandes atrações turísticas do RS, da minha lista para conhecer. Mas como falado anteriormente, o acesso difícil intimida. Os guias e empresas estão cobrando alto para a visita ao Parque, aí fica esse dilema. A missão vai sempre sendo adiada, quem sabe esse ano vai... kkk
  30. 1 ponto
    Olá Mochileiros! Sempre me perguntam por que utilizo o bastão de caminhada e a resposta é bem simples, ele ajuda MUITO na fadiga, principalmente das pernas. Porém, algo que fica mais difícil de passar, é como escolher o bastão de caminhada, principalmente pelo fato de cada atividade pedir um bastão diferente. Mas, encontrei esse vídeo, e acho que pode ajudar quem precisa: Se alguém tiver mais informações sobre bastões, bora compartilhar com os amigos mochileiros por aqui!
  31. 1 ponto
    E graças ao seu post que deu up neste tópico eu tive a oportunidade de me matar de rir por alguns minutos, pensa num relato engraçado gente!
  32. 1 ponto
    @Gaia Piá Realmente é muito difícil vender na sua cidade, principalmente se for tímido. Mas vc deu a volta por cima, é isso aí. Vc passou do estagio pra pós sem lenço e documentos.
  33. 1 ponto
    Pow os caras tavam passando fome velho aew nao tem que buscar outras alternativas,eu nao tenho experiencias de viajar para outros paises mais sou viajante faz sete anos só que eu viajava com dinheiro agora por mais que muitos achem ridiculo e bobo eu quero experimentar a sencacao de nao ter NADA a minha meta agora e viajar a america do sul estou quase perto da argentina ja e estou me virando muito bem consigo arumar dinheiro todos os dias e comer tomar banho nao passo necessidades alguma acho que o que incomoda nas pessoas é o fato de todo esse conforto desnecessario ser muito mais privilegiado do que sua propria liberdade e vontade de conhecer o mundo......eu nao esperava que minha viagem sem NADA fosse tao incrivel se todas pessoas pudessem sentir a gratidão e alegria que sinto agora cara é muito incrivel perdi a vergonha agora sou um OFICIAL VENDEDOR DE ADESIVOS
  34. 1 ponto
    PONTA GROSSA: Buraco do Padre, Fenda da Freira, Cachoeira da Mariquinha, Furnas Gêmeas e Canyon e cachoeira do Rio São Jorge Este já não é um rolê de bate-e-volta pra nós aqui do norte do Estado, é preciso um fds ao menos, se prolongado melhor ainda (fomos no sábado e voltamos na segunda-feira). Na verdade Ponta Grossa tem milhões de atrações de natureza, dá pra ficar uma semana inteira lá experimentando todas. A atração mais famosa é com certeza o Parque Estadual de Vila Velha, seguido de Furnas e Lagoa Dourada, tudo no Parque. Nestas já estivemos várias vezes antes, inclusive fizemos um trekking de lua cheia no parque anos atrás que foi muito bom! Então fomos lá atrás do “Buraco do Padre”, hahaha, que na verdade é uma furna com cachoeira dentro, lindíssima. O Buraco do Padre fica numa propriedade particular que tem outras atrações: trilhas, fenda da freira, toca do morcego (cachoeira) e estão implantando mais coisas, como tirolesa. O acesso se dá pela PR 513, o google te leva lá certinho! A entrada do Parque custa 20 reais. Compramos pela internet e ao chegar lá o pessoal informou que o sistema online está com problemas, que estão desaconselhando a compra desta forma... mas eu não sabia. Achei estranho mesmo pq não recebemos QR Code nem nada, só um email de confirmação... mas mostramos lá pra eles este email e deu tudo certo. O valor inicialmente informado dá acesso ao Buraco do Padre, Toca do Morcego e Formação Favo (que é uma rocha bem grande). Para a Fenda da Freira tem que pagar mais 20 reais (compre junto na entrada do Parque) pq ela é guiada. A trilha começa com uma subida íngreme mas depois fica bem tranquila. Vocês podem pensar “poxa, 40 reais tá caro”... e de fato não é baratinho, mas o lugar é SENSACIONAL. Os funcionários, guias, staff super simpáticos, o parque extremamente limpo e bem cuidado, tem parque infantil, lanchonete, mesas para piquenique, e apesar de muitas espécies exóticas invasoras plantadas (Pinus sp), a preocupação com o meio ambiente é nota 10. Trilhas suspensas para evitar o pisoteio, placas com identificação de algumas espécies de árvores e animais, lixeiras, enfim, VALE O PREÇO. Tb existem placas explicativas sobre a diversidade geológica local (meu amado arenito furnas) e a guia da fenda da freira tb explica outras coisas. Este passeio dura meio dia, a não ser que você queira ficar nadando eternamente no pocinho que forma na cachu ou outra coisa. Entrada do rolê Tudo arrumadinho e com estrutura pra criança Adoro Ele e eu! Uma mini fenda! Chegando no buraco! Cachu do buraco Sem piada, que buraco incrível, rs! Tava bem frio, mas o Gui encarou! Eu foquei nesse dinossauro! Continuando na trilha, agora mais íngreme e sem demarcação! Trilha Explicações, este passeio é guiado. Dentro da fenda, parece a frente de um navio. Turminha! A foto não tá boa mas é pra ter ideia da fenda! E por fim, fomos lá ver o buraco de cima! Eu até deitei no chão pra ver mais de perto mas não tenho fotos! Seguindo ainda tem essa cachuzinha, toca do Morcego! Saindo do Buraco do Padre fomos atrás de um lugar que se chama “Furnas Gêmeas”, que em tese fica na mesma estrada que leva ao buraco do padre, mas tivemos dificuldade em encontrar e passamos direto na estrada que tb leva à Cachoeira da Mariquinha. Tb é uma propriedade particular, tem camping e lanchonete. A entrada é 15 reais por pessoa mas está longe de ter a estrutura do buraco do padre. Não é uma zona, mas não tem o mesmo cuidado do parque anterior. A cachoeira é LINDA, e ainda estava nos esperando com um arco-íris! Cachu da Mariquinha com arco-iris Lindona! Já era quase 17h e a gente resolveu que ia tentar achar as furnas gêmeas. Voltamos na estrada de terra e fomos perguntando. Achamos a entrada das furnas, com uma plaquinha minúscula, que indicava que tínhamos que fazer o registro no “Refúgio das Curucacas”, uma “agência de ecoturismo” (me pareceu isso) próximo dali, na beira da rodovia. Fomos lá. A entrada custava 15 reais por pessoa, para visitação das 3 furnas (a grande e as gêmeas), mas como já era quase 18h a moça nos disse que só teríamos tempo de ver a grande, e nos cobrou só 5 reais por pessoa. A atração do lugar era justamente o pôr-do-sol que ocorreria em alguns minutos. Corremos lá. Achei as placas de indicação insuficientes, mas acabamos achando a furna grande. Ela é bonita, mas não é aquela furna tradicional que estamos acostumados a ver. É um paredão muito alto com floresta dentro de um buraco. Não impressiona muito. As gêmeas tb vimos de longe e achei ok. Tinha uns grupos fazendo trilhas, então acho que este é um lugar a ser explorado com guia pra ser mais interessante. Demos uma andada pelo local, tava ventando e muito frio... uma nuvem entrou na frente do sol e não teríamos forças pra esperar o nascer da lua, partimos! Afinal ainda tínhamos duas horas de viagem até Curitiba, onde estávamos hospedados com amigos, e a gente tinha saído de Londrina às 6h da manhã. EXAUSTOS. Furna Grande! No dia seguinte os planos originais eram subir o Itapiroca, um dos morros vizinhos ao Pico Paraná, o mais alto da região sul. Mas tava tão quente, mas tão quente, que achamos que seria muito sofrido. Volto com mais tempo pro Pico do Paraná completo (com Itapiroca e Caratuva). Acabamos indo a um local que chama “Canyon e cachoeira do Rio São Jorge”. Na cidade de Ponta Grossa tb, o google te leva lá sem problemas. Paga-se 15 reais por pessoa pra entrar. O lugar é incrível, mas se puder, evite os fds! É uma muvuca. Param mil carros com sons merdas e bem alto, todo mundo faz churrasco, enche a cara e fuma litros. Joga esse lixo em toda parte menos nas milhares de lixeiras! Por isso a entrada e o começo do passeio é deprimente... ser humano é patético! Tem uma placa dizendo que é proibido som, mas isso é totalmente ignorado, assim como todas as outras placas de coisas proibidas. Conforme vai descendo a trilha ainda tem aquele monte de gente bêbada jogando lata e bituca, mas conforme desce mais a coisa vai melhorando. A trilha até um certo ponto é por uma estradinha, depois, até a cachoeira, é trilha selvagem, sem marcações. Não desanime com o relato das disgraça acima, o lugar é LINDO. Daqueles que vc caminha por dentro do rio. A cachoeira é bem bonita e dá pra continuar tanto por dentro da água quanto por trilha por forma além dela, fizemos uma parte. Antes da cachoeira tem dois pontos onde dá pra nadar, poços profundos, mais de sete metros. Tb tem placas de proibido nadar, mas todo mundo nada, eu nadei, pulei da cachoeira de cima pro poço inclusive. Mas essa é aquela placa do tipo “eu não me responsabilizo se vc morrer afogado”. Na trilha selvagem até a cachu! Entre morros e rochas! Formações rochosas lindas! E vale a pena! Perambulando pra achar as costas da cachu! Por trás dela! Segue a trilha por dentro da água! Amo girinos, me julguem! Esse já tá com perninha! Na volta fomos ver a cachu de cima! Olha ela lá embaixo! Paisagem massa! E poços pra nadar em paz! Tem pontos de rapel na cachoeira e no canyon que quero voltar pra fazer. O rapel tem que ir com instrutor. Apesar dos pesares o lugar vale MUITO a pena! Quero voltar num dia de semana com um guia que conheci lá e tb fazer rapel. Eu conheci esse guia por acaso, eu seguia ele no insta, já tinha pedido umas dicas pra ele, e acabei encontrando ele sem querer lá no cânyon! Ele manja muito da geologia e arqueologia local, se alguém se interessar veja lá o perfil dele, é @clevertonbigaski É isso. Daqui três semanas tem mais uma programada, se virar volto aqui pra contar! Uma florzinha, ou melhor, uma inflorescência inteira, pra vc que me lê!
  35. 1 ponto
    9º dia (12/05) Domingo, dia das mães, eu e minha mãe nunca tivemos problemas por passar essas datas longe um do outro, não era a primeira vez, mas mesmo assim fica aquele sentimento de querer estar perto né. Acordei às 04h00, e no Brasil eram 06h00, mandei mensagem para ela e como sempre estava de pé logo cedo, falamos um pouco, me arrumei e saí às 04h30. Andamos bastante de carro, até entrar no famoso Parque Nacional de Huascarán, paramos para tomar café, mas quem quiser pode levar seu próprio café e comer lá na parada e claro no percurso. Eu comi pão, ovo e chá. Como você viram até aqui eu ainda estou sem nenhuma mochila de ataque, então comprei 2 bananas e 500ml de água, isso para que? Para andar 14km, vão lendo... kkkkkkkkk O guia nos instruiu sobre o percurso, da parada lá em cima, e da volta, então seguimos, e todos sabemos né, trilha, tem de tudo, então era bom eu passar um protetor solar, mas nem comento mais nada, e me arrependo demais por não ter pedido para algum gringo apenas uma mão de protetor, pois já faria toda diferença... Comecei a trilha, que belas paisagens tem aquele lugar, sério gente, é incrível, minha mãezinha rsrs, durante a trilha tem sol, frio, sol de novo e mais frio, então é um tal de tira casaco, coloca casaco danado kkkkk Fotos da SJCAM Tirando que eu estava com minha humildes bananas e água na mão haha (tenso viu). Chega uma parte que são umas subidas, e sempre tem o lance da altitude mas até que foi tranquilo. Aos que querem fazer a laguna 69, devem saber da dificuldade que é andar todo esse trecho, realmente não é fácil, mas se preparem um pouco antes, pois faz diferença e vale a pena. Ao chegar no fim da trilha, hum... Sinceramente não tenho palavras para descrever, apenas vejam as fotos... Tirei algumas fotos, e depois fiquei ali sentado comi o que tinha, bebi um pouco de água e lá estava eu olhando aquela bela paisagem, e pessoal, não se preocupem tanto com fotos, parem para observar aquelas águas caindo, aquela camada imensa de gelo e tudo aquilo sabendo que você viu pela internet agora está no seu melhor retrato que são seus olhos. Antes de descer, eu passei a mão no rosto, e geeeente, e já sentia meu rosto queimado e todo seco, peguei um pouco de água e passei, mas noooossaaaaa, fui me protegendo todo na volta, que saudade do meu protetor, que saudade da minha mochila!! Voltei pela trilha, vendo a paisagem das minhas costas de início, sério que lugar show! Fiz a ida em 2:30 Volta 1:45 Cheguei no hostel umas 18h30, fui na venda comprar pão e miojo, comprei água também. E decidi ficar mais um dia em Huaraz. Pessoal, volto em breve! Novamente, obrigado por lerem e espero estar ajudando.
  36. 1 ponto
    Voltei gente, desculpem a demora rs 2º dia (05/05) - Salar de Uyuni Chegamos em Uyuni às 04h00, estava um frio, mas um frio da peste rsrs, e já tinha pessoas de agências na rua, ao pegar as malas no ônibus, Rafael e Eu notamos uma brasileira que não estava conseguindo pegar o mochilão dela pois havia perdido o ticket de "guarda-volumes", e logo falamos 'deu ruim pra ela', então vimos uma Sra oferendo passeios, mesmo sabendo das mais conhecidas, fomos com ela, afinal, estava um frio que não era possível ficar na rua até às 06h00, ela nos levou para um lugar quente, apresentou o passeio e valores, mas não fechamos nada, então ela nos dispensou hahahaha, então vimos outra pessoa e voltamos a ir para um lugar quente hahaha Quando estavamos chegando nesse lugar, chega quem? A Brasileira que quase ficou sem a mala haha, mulher de Brasília, chamada Fran, super viajava e gente boa, e como ela mesma disse, "vive perdendo as coisas" hahahaha Ok, entramos no local, era um restaurante chamado Breakfast Noñis, que tem com parceiro a empresa Betto Tours, conversamos com a Fran sobre essa agência, ela pegou indicação e nos indicou, perguntamos o preço e decidimos fechar. Então tomamos café da manhã simples (pão, manteiga, geleia, café e chá), conversando o dia foi amanhecendo, e fomos comprar coisas para os 3 dias no Salar de Uyuni e também cambiar dinheiro, infelizmente com a correria do primeiro dia, não consegui cambiar em Sucre, e lá o câmbio era bem melhor, sem dúvidas. A cidadezinha de Uyuni é bem simples, estava tendo feira no dia, e vende diversas coisas, papel higiênico, sabonete, tudo no meio da rua mesmo rs. Comprei água, pacote de bolacha clube social e um salgado na rua, então cambiei dinheiro, voltei para o restaurante e fechei o passeio (tudo incluso, tours de 3 dias, com café da manhã, almoço, janta, dormitório e transfer para Atacama) Partimos por volta das 10h00, e paramos em um hostel para pegar 3 pessoas, uma Holandesa (Danique), e um casal de Australianos (Jamie e sua esposa (esqueci o nome)), todos super gente boa! Eu não falo taaaanto inglês assim, mas deu pra dar boas risadas com eles. Partiuuuuu Uyuni A primeira parada e muito próxima (da pra ir a pé hahaha) é o cemitério de trens, é muito legal gente, coisa simples sabe, mas pelo menos eu não vejo um trem abandonado todo dia hahahaha, tiramos umas fotos e tals, abaixo comento de onde são as fotos, pois quando vai se conhecendo algumas pessoas, acabam que tirando de seus aparelhos e passando depois, mas vou mencionar do meu celular e também da minha SJCAM. Cemitério de trem, valeu a pena!! E alí o clima já é auto astral total, geral curtindo, porra é muito bom mesmo!!! Saudade! Foto da SJCAM: Foto da SJCAM: Foto da câmera da Fran (não lembro qual é, mas é show, e a mulher era bem fotogênica haha) Então, já eram umas 12h30 quando paramos para almoçar. Comemos carne (medo de comer e passar mal, mas estava aparentemente normal rs), alpaca, salada, banana e batata. E após o almoço o Rafael me pergunta: Gosta de whisky Kamilo? Eu: Whisky? Gosto muito hahahahahahah Ele tirou uma garrafa e começamos a beber hahahaha Mas ai fica uma dica, muitas pessoas gostam de beber e tals, e como a altitude é diferente lá, é bom tomar cuidado, mas vamos nessa hahaha Dali partimos realmente para o Uyuni, e é legal por que o carro está andando, e de repente você está em uma imensidão branca, é top demais, que coisa linda, o dia estava um espetáculo, céu azul e um deserto todo branco ao redor, EU ESTAVA NO SALAR DE UYUNI Então paramos no monumento da Bolívia, acho muito bonito, tiramos uma fotos e fomos andando até onde ficam as bandeiras, também super da hora... ali eu me via vendo fotos na internet, é tão bom ter o prazer e conquista de poder admirar certas coisas de perto, fico feliz por mim mesmo, de poder sair do país, ver paisagens, conhecer aventureiros, histórias, ser feliz! Espero que todos vocês possam sentir sensações assim em suas viagens! Foto da SJCAM: Saindo de lá, andamos um caminho e paramos bem no meio do deserto para tirar as famosas fotos clássicas rs, foi uma diversão só, pulando, de ponta cabeça, com dinossauro, em cima do 4x4, a Fran tirou até de biquini hahahahahah Foto da SJCAM: Seguimos viagem para a ilha dos cactos, esse passeio tem que ser paga a parte, mas vale muito a pena, além de ver os cactos bem de perto, eles são conhecidos por crescerem 1 cm por ano, e podem ter altura de 12 mts, é só fazer uma continha rs, e quando você visita essa ilha, pode-se ter uma visão show do Salar, bonito demais. Partimos para ver o pôr do sol e fechar o passeio do dia, e meus amigos, que pôr do sol, OH MY GOD! Como havia dito antes eu estava convicto que não iria pegar o deserto alagado, mas de repente, o carro entra em uma região de água, na hora eu pedi para descer, "Eu quero descer", "Deixa eu descer" hahahahahahah Gente, é sério, ver aquele lugar espelhado é foda demais, aquelas montanhas, o sol caindo, que luz, que vibe. Foto da SJCAM: Foto do meu celular (Moto G4): Então fomos para o hostel, era um hostel de sal, haha bem diferente. Pra variar eu estava com fome rs, antes de tomar banho, jantamos, sopa, frango, salada e batata. Ai fui para o banho, e gente que banho haha, quando eu falo o título do roteiro é porque realmente sou mochileiro pobre louco hahaha, a noite já tinha chego e com ela a baixa da temperatura, e o banho estava muito, mas muito gelado meeeesmo, e o melhor, era 30segs de água quente, e 1min de água fria então pense em um banho kkkkkkk, mas é normal, nesses mochilões não podem exigir ne, estamos ali para isso, é a vida, e isso que causa graça no role e o valor das coisas. Essa noite eu dormi bem, as cobertas que eles oferecem são suficientes, no entanto acordei algumas vezes, pois é tão frio, mas tão frio que só do rosto estar descoberto, você acorda rs, mas ok, vamos nessa... Gastos do dia: Cambiei R$ 800,00 - Cotação 1,55 bols Café da manhã - 15 bols Água (galão de 6lts) - 12 bols Salgado - 3 bols Pacote de clube social - 12 bols Passeio do Uyuni - 750 bols Entrada para ver os cactos - 30 bols Pessoal, ainda hoje posto o dia seguinte!
  37. 1 ponto
    Oi, somos dois amigos (alemã e argentino) e no fevereiro 2020 vamos organizar una expedição de 3 semanas no Chile e Argentina. E um tour privado, mas podemos levar 4-6 pessoas mais. Vamos atravessar os Andes do Chile (Santiago) a Argentina a pé, descansar no Valle de Uco e logo escalar o Vulcao Maipo (5264m). Quem gostam a aventura, o desafio e las trilhas sem muitas pessoas? Interessado? Se quer saber mais, escrever-nos: [email protected] Saludos, Anna & Emil
  38. 1 ponto
    INTRODUÇÃO E PREPARATIVOS para quem quiser, tem a versão mais bonitinha em PDF aqui -> RELATO TRIP - @der_wanderlust .pdf PROMESSA FEITA, PROMESSA CUMPRIDA... Fala galera mochileira e não-mochileira, Depois de ter colocado o pézinho pra fora desse Brasilzão pela primeira vez na vida na minha primeira trip internacional, me sinto na obrigação moral de retribuir a toda ajuda que eu recebi de outros mochileiros que já tinham feito esse rolê antes, e que compartilharam suas experiências de viagem, para que pessoas como eu, que nunca tinham comprado sequer uma passagem aérea antes, pudessem viver uma das experiências mais incríveis da vida: mochilar!!! Então, cumprindo a promessa que fiz antes de viajar, cá estou eu, escrevendo este relato, que também espero que inspire muitas outras pessoas a pegarem sua mochila e partirem pro mundo, porque viajar é preciso!!! RESUMÃO O clássico mochilão pelos três países, 40 dias, desembarcando em Lima, indo pra Ica, Arequipa, acampando com escoteiros do mundo todo em Cusco, depois indo pra Puno, passando por Copacabana, La Paz, fazendo a travessia do Salar do Uyuni e chegando no Atacama e descendo até a capital chilena para pegar o voo de volta para casa. Tudo realizado entre julho e agosto de 2018, rodando mais de 5.000 km, só andando de bus entre cidades (porque pobre tem que fazer o dinheiro render kkkk). E por falar de dinheiro, vamos a parte interessante. João, quanto custou essa brincadeira toda? Pois bem, vamos por partes: Comida, transportes, hospedagens e passeios fora do acampamento (30 dias) R$ 4743 (1000 euros) Lembrancinhas e bugigangas pra família toda R$ 667 (parte em dólar, parte em reais) Passagens Áereas (Londrina-Lima/Santiago-Londrina) R$ 1476 (em reais mesmo) Acampamento em Cusco (10 dias, tudo incluso) R$ 1409 (exclua isso da sua planilha) Chip Internacional EasySIM4U R$ 120 (e ganha 6 revistas super tops) Seguro Viagem (40 dias) R$ 110 (economizei 500 dólares com ele) Excluindo o monte de blusa, chaveiro, cobertor, poncho que eu comprei lá (tudo é muito barato no Peru e na Bolívia), foram R$ 7850 tudinho mesmo. O que mais me pesou foram as passagens aéreas, por eu ter que sair do meu país Londrina-PR (pequena Londres com preços de Suíça), que só tem um aeroporto regional, as passagens saíram uns 300 reais mais caras do que se saísse de Guarulhos, só que ai gastaria com ônibus até São Paulo e no fim das contas daria na mesma. Então, considerando os 30 dias que eu estava na viagem “regular”, ou seja, que eu não estava acampado, minha média foi de R$ 163 por dia (alimentação, passeios, ingressos, hospedagem e transporte). Saiu um pouco caro, mas muito mais barato do que se eu tivesse ido de pacote de agência de viagem que se vende aqui no Brasil. O ROTEIRO O roteiro eu mostro detalhado aí embaixo com o mapa do My Maps (usem o My Maps, é muito bom pra quando você está planejando que lugares quer conhecer, ver quais cidades são próximas, quanto tempo de deslocamento e coisas assim). O roteiro por cidades ficou desse jeito: 20 jun – Londrina/Lima 21 jun – Lima - (City Tour) 22 jun – Lima/Ica - (Miraflores) 23 jun – Paracas/Huacachina - (Reserva Nacional e Islas Ballestas) 24 jun – Arequipa - (City Tour) 25 jun – Arequipa - (Trekking Canion del Colca) 26 jun – Arequipa/Cusco - (Trekking Canion del Colca) 27 jun/05 ago - Acampamento Vale Sagrado 06 ago – Cusco - (Maras e Moray) 07 ago – Cusco - (Dia no Hospital) 08 ago – Cusco/Águas Calientes - (Trilha hidrelétrica) 09 ago – Machu Picchu - (Huayna Picchu) 10 ago – Águas Calientes/Cusco - (Trilha de volta) 11 ago – Cusco - (Montanha Colorida) 12 ago – Cusco - (Laguna Humantay) 13 ago – Cusco/Puno - (Mercado San Pedro) 14 ago – Puno/Copacabana - (Islas Flotantes de Uros) 15 ago – Copacabana/La Paz - (Isla del Sol e Isla de la Luna) 16 ago – La Paz - (City Tour) 17 ago – La Paz - (Downhill Estrada da Morte) 18 ago – La Paz/Uyuni - (Chacaltaya e Vale de la Luna) 19 ago – Uyuni -(Salar 3 dias) 20 ago – Uyuni - (Salar 3 dias) 21 ago – Uyuni/San Pedro de Atacama - (Salar e Vale de la Luna) 22 ago – San Pedro de Atacama - (Lagunas Escondidas e Tour Astronomico) 23 ago – San Pedro de Atacama/Santiago - (Geyseres del Tatio) 24 ago – Santiago - (1700 km rodados pelo Chile) 25 ago – Santiago - (City Tour) 26 ago – Viña del Mar/Valparaíso - (Bate e volta) 27 ago – Santiago - (Cajón del Maipo) 28 ago – Santiago/Londrina Quando eu sai do Brasil, planejava ficar mais dias em Huacachina e menos em Arequipa, planejava fazer o tour do Vale Sagrado Sul em Cusco, assim como outros passeios em San Pedro de Atacama, mas como não viajei com o roteiro amarrado, ou seja, não tinha comprado passagem de bus nenhuma, nem reservado passeios ou hostels (exceto por Machu Picchu), pude muda-lo na hora, seja por amizades que fiz no caminho, ou por perrengues como o dia 07/08 que eu passei no hospital (isso eu conto depois). Por isso eu não recomendo comprar nada daqui do Brasil, nem reservar passeios, nem passagens de ônibus, nem hospedagem, tudo você consegue lá na hora, pechinchando e barganhando, assim você consegue preços melhores e não fica com o roteiro amarrado, você tem mais flexibilidade caso mude de ideia ou aconteça alguma coisa. Não tem segredo, tem que pesquisar, na internet, em blogs de viagens, no Mochileiros.com, em relatos de quem já foi, no meu caso, peguei um roteiro de 20 dias num blog, e fui adaptando, adicionando cidades e passeios, vendo os ônibus e hostels que eu poderia usar. Para os passeios, eu procurava nos relatos do Mochileiros.com e via as agências que a galera recomendava e já ia anotando o nome e o preço que pagaram pelos passeios. Para a hospedagem, eu procurava no Booking.com o nome da cidade, ordenava pelo menor preço, e ia vendo as avaliações da galera, se tinham curtido o lugar, mas sem reservar nada, só anotava o nome, o preço da diária, e quando chegava na cidade, ia direto nele (muitas vezes reservava o hostel pelo Booking quando chegava na cidade, pra não ter que pagar em caso de cancelamento). Para os transportes entre cidades, procurava no Rome2Rio as empresas que faziam o trajeto, o preço médio das passagens e já deixava anotado, mas também comprava só quando chegava na cidade, teve alguns que deixei pra comprar no dia da viagem mesmo. Para a alimentação, era na raça mesmo, perguntava para os locais mesmo onde tinha lugar bom e barato para comer, mas para planejamento, calculava R$ 40,00 por dia com comida. Tinha vez que gastava R$ 10,00, tinha dia que gastava R$ 50,00, mas fome não passava kkk. QUANTO LEVAR? Depois de definir o roteiro, ia anotando numa planilha no Excel mesmo, o roteiro por dia, os preços médios dos passeios, dos ônibus, das hospedagens, mais uns R$ 40,00 por dia pra comer, somei tudo e levei uns 20% a mais, só pra garantir. Funcionou bem, pelas minhas contas, eu precisava levar 1400 euros, trouxe 400 de volta, que já estão guardados para a próxima trip. Mas ainda levei meu cartão de crédito internacional, já desbloqueado para operações no exterior, só para uma possível emergência. Felizmente não precisei usá-lo. PREPARATIVOS Passagens Aéreas As duas piores partes da viagem são: comprar passagens aéreas e comprar moeda estrangeira, porque independentemente do quanto você pesquisa, parece que sempre você tá perdendo dinheiro. As passagens eu recomendo comprar uns 4 ou 5 meses antes da viagem. As minhas, comecei a procurar em janeiro, comprei em março, pra uma viagem para julho. Como eu tinha definido o roteiro primeiro, sabia que queria chegar por Lima e sair por Santiago, então procurava em todos os sites de busca possível na vida. Usei a opção “Múltiplos Destinos” ou “Várias Cidades”, passagens Londrina-Lima (20/07) e Santiago-Londrina (27/08), o Skyscanner tinha os melhores preços, mas ainda assim estava meio caro (R$1600). No site da Latam, Avianca, tudo acima de R$1800. Aí por acaso eu fui andar no centro da cidade um dia e passei em frente a agência da CVC, estava com sede, aí pensei, vou entrar, fingir que quero um orçamento e tomar uma água né? Tinha certeza que na agência de turismo seria o lugar mais caro. A atendente fez a busca no sistema dela, aí me disse: “R$ 1500 e pouco com bagagem despachada”, e eu: “como assim???? Mais barato que no site da Latam”. Acabei comprando lá, e como paguei a vista, teve um descontinho lá e saiu por R$1476 (comprei a passagem em março, minha viagem era em julho). Depois, de vez em quando eu olhava nos sites de busca e o preço não abaixava mais, então acredito que peguei a passagem com o preço mais barato possível kkk. A única coisa, é que em junho, a Latam trocou as escalas do meu voo de volta, ai a CVC me ligou para avisar que se eu voltasse no dia 27/08, teria uma escala noturna gigante no Rio de Janeiro, e acabaria chegando no dia 28/08, então ela me propôs voltar dia 28/08 num voo que eu pegaria escalas menores e chegaria no mesmo dia. Aceitei, o que foi a melhor coisa, porque ganhei um dia extra no fim da viagem. Chip Internacional Vou ser bem sincero, eu queria muito não ter comprado, mas como estava com tudo sem reservar, não conhecia nada, e queria dar um up no meu Instagram, fazer uns stories legais e postar tudo (pobre quando viaja tem que mostrar pra meio mundo, né?), e ainda por cima apareceu uma promoção da Revista Aprendiz de Viajante, que na compra de 6 revistas por R$ 120,00, de brinde ganhava um chip da EasySIM4U, com 4G ilimitado por 30 dias em todos os países, acabei comprando, não me arrependo, a internet funcionou muito bem mesmo, nas cidades, em alguns passeios, até em Machu Picchu funcionava, só no Salar do Uyuni que não tinha sinal nenhum. Também é possível comprar os chips nos países, não custa caro, mas tem que por crédito, troca o número, e tem franquia limitada, além de trocar o chip sempre que troca de país. Esse chip internacional funcionou nos 3 países, mas não servia pra ligações, apenas dados móveis. Além disso, como viagem era de 39 dias, e o chip só funcionaria por 30 dias, coloquei sua data de ativação para a partir do 9° dia, assim teria internet nos últimos 30 dias. Nos primeiros dias teria que me virar pedindo “la contraseña del wifi”. Usar chip brasileiro no exterior é pedir para pagar absurdos no fim do mês. Moeda Estrangeira Essa parte é com certeza a mais complicada, como levar dinheiro para a viagem? Reais, dólar, euro, cartão internacional, tele sena? Primeiramente, o cartão, mesmo sendo mais seguro, cobrava muitas taxas, fora os impostos que eram altíssimos para uso no exterior, além disso, muitos lugares não aceitam, então já risquei da minha lista. Bem, a moeda do Peru é o Novo Sol (S/)(PEN), da Bolívia é o Boliviano (Bs.)(BOB), e do Chile é o Peso Chileno ($)(CLP), por serem moedas “fracas”, suas cotações para compra no Brasil são as piores, então, ou compre dólar/euro no Brasil para trocar lá, ou leve real e troque lá. No meu caso, depois de muitas contas, cheguei à conclusão de que compensaria levar dólar ou euro, ao invés de reais. Para saber se compensa é só usar a formulinha que eu desenvolvi kkk (Quanto consigo em Soles levando Dólares) / (Quanto consigo em Soles levando Reais * Preço do Dólar em Reais) Se essa conta for maior do que 1, leve dólar, caso contrário, leve reais. Essa fórmula serve para todas as outras moedas, substituindo Soles por Bolivianos, Pesos, ou qualquer outra moeda fraca. Também pode ser substituído o Dólar por Euro, ou Libra, ou outra moeda forte. País Peru Bolívia Chile Real 0,77 PEN 1,65 BOB 152 CLP Euro 3,80 PEN 8,00 BOB 753 CLP Dólar 3,25 PEN 6,90 BOB 650 CLP As cotações estavam assim, então preferi comprar euros. No Banco do Brasil a cotação estava melhor que nas casas de câmbio, e para funcionários, não é cobrada a taxa de operação, então se você tem algum parente ou conhecido que trabalhe lá...#ficaadica. Enfim, comprei 1400 euros por R$4,72 para levar, depois comprei mais 250 dólares por R$4,04, e na véspera, minha tia ainda me deu mais R$300 para comprar um poncho de lhama kkk. Toda essa grana devidamente guardada num saquinho de plástico com um papelão no meio para não amassar, dentro de uma doleira que eu usava amarrada na coxa (na cintura é muito manjada) por baixo da calça, com medo de alguém roubar aquilo assim que eu saísse do aeroporto. Importante, não dobrar as notas de dólar ou euro, lá eles são bem chatos com isso. Voltei para casa com R$200,00, 400 euros e 20 dólares. Seguro Viagem Aproveitei a Black Friday de 2017 e comprei o seguro viagem da Allianz Mondial, por R$109, plano América do Sul Standart, para 30 dias, estava com 50% OFF. Aí, em março, quando comprei a passagem para mais de 30 dias, liguei lá, expliquei a situação, aí cancelaram minha apólice, devolveram todo meu dinheiro, e fizeram uma nova apólice de 40 dias por R$110, pasmem. E pelo menos no meu caso, não foi um gasto, foi um investimento muito bem usado. Certificado Internacional de Vacinação Essa porc%#** desse certificado, teoricamente é obrigatório para entrar na Bolívia ou Amazônia Peruana, aí todo mundo se mata pra conseguir, tendo que ir em algum posto da ANVISA para tirar (é de graça), aí chega na hora da viagem e ninguém nem pede (ninguém me pediu). Mas é a famosa Lei de Murphy, se você viajar sem, tenha certeza de que te pedirão, então não arrisque, procure onde é o posto da ANVISA mais próximo da sua casa e faça esse certificado. Ingresso para Machu Picchu O famoso ingresso, como eu ia na alta temporada (junho a agosto) e queria subir a Huayna Picchu (aquela montanha que aparece no fundo de MP), tive que comprar o ingresso em abril para poder subir em agosto. Caso você não queira subir nenhuma montanha ou vá na baixa temporada, não precisa de tanta antecipação. O acesso ao parque é limitado a 2000 pessoas por dia. Pedi para um guia turístico que mora em Cusco que conheci num grupo de viagens do Whatsapp, para que ele comprasse para mim, para que eu conseguisse o desconto de estudante. Mandei foto da minha carteirinha (ISIC e normal) e ele conseguiu comprar com desconto, de 200 soles, paguei 125. Mas caso você não tenha carteirinha, pode comprar pelo site oficial http://www.machupicchu.gob.pe/, ou pode deixar para comprar lá em Cusco mesmo. Mochilas De bagagem de mão, eu levei uma mochila de ataque de 30 L daquelas da Decathlon (comprem essas coisas na Decathlon que é top e barato), com uma pastinha com o passaporte, certificado de vacinação, passagens aéreas e minha caderneta de anotações. Já pra despachar foram: uma cargueira de 85 L da Conquista que eu já tinha há anos, com praticamente tudo dentro, além de um saco de dormir para -15° (emprestado de um amigo), um isolante térmico inflável (também da Decathlon e também emprestado de um amigo) e minha barraca Azteq Katmandu 2/3. Para não despachar esse monte de coisa amarrado e correr o risco de perder tudo ou alguém enfiar drogas na minha mochila cheia de zíperes (minha mãe assiste aquelas séries de aeroportos no NetGeo e ficou morrendo de medo kkk), eu pedi pra um amigo que trabalha com tapeçaria e ele costurou um saco para colocar tudo dentro e com um zíper só para poder passar um cadeado e deixar a mãe tranquila (ficou parecido com uma bolsa de academia). O que levar? Para detalhar melhor, tá aí uma lista completinha de tudo que eu levei: · 1 bota impermeável (Yellow Boot Timberland), 1 tênis (All Star velho), 1 par de chinelos e 1 par de alpargatas. · 2 toalhas de banho (1 normal e 1 daquelas da Decathlon que seca rápido) e 1 toalha de rosto, Kit banho (shampoo, condicionador, sabonete e bucha). · 1 estojo (pasta, escova, fio dental, desodorante, perfume, repelente). · Hidratante e protetor labial (levem, senão a boca e o rosto de vocês esfarelam no deserto). · 4 calças (2 jeans, 1 de sarja com elástico e 1 de moletom) e 2 bermudas (1 jeans e 1 de praia). · 8 camisetas. · 12 cuecas e 7 pares de meia. · 2 camisetas segunda pele. · 3 blusas (2 de lã e 1 de moletom). · 1 casaco impermeável corta-vento (R$199 na Decathlon, melhor investimento). · Pacote de lenços umedecidos. · Remédios usuais (antialérgico, sal de fruta, band-aid, para dor de garganta, Dramin) · Pasta com os documentos. · Doleira com a grana (dólar e euro). · Carteira com a grana trocada, cartão de crédito internacional para emergências, carteirinha de estudante. · Celular, carregador, fones de ouvido, bateria extra, adaptador. · 2 cadeados e algumas sacolinhas plásticas. · Caderneta e caneta. · 1 óculos de sol e relógio de pulso. · 1 rolo de papel higiênico. · 1 pacote de paçoca rolha e 1 saco de bala de banana (pra fazer a alegria da gringaiada). Me arrependi de levar tantas blusas porque lá acabei comprando mais (Mercado São Pedro em Cusco é sucesso), luvas, toucas e cachecóis não compensa levar daqui, porque lá tem mais bonitos e mais baratos. Devia ter levado e acabei me esquecendo, protetor solar, lá é caríssimo, aí tinha que ficar pedindo emprestado pros outros, e não esqueçam que nos Andes o Sol é mais forte, fora o vento e a secura do ar, então levem creme, hidratante para o rosto e lábios porque vão usar e muito! DIÁRIO DE BORDO Nos capítulos seguintes, vou contar como que foram os passeios, dia por dia, tentei lembrar e ser o mais fiel possível com todos os fatos passados, contando os perrengues, minhas impressões, também tentei contar tudo do modo mais descontraído que eu consigo ser (uiii ele é superdescontraído ele hehe). Coloquei algumas fotos para tentar ilustrar o que eu vivi, os lugares por onde passei, a grande maioria delas foi tirada do meu celular mesmo, como não tenho câmeras profissionais, nem GoPro, tive que me virar nos trinta com meu Galaxy S7 Edge, mas felizmente, a câmera dele é bem razoável, algumas poucas fotos, lá na parte do Atacama, foram tiradas com um iPhone X de um desconhecido que eu pedi para tirar do celular dele, porque o meu estava sem bateria e ele me mandou pelo Whatsapp depois. O relato em si acabou ficando mais longo do que o planejado, então, caso você não esteja com muita paciência para ler tudo, ou queira só um resumo, no final de cada dia eu coloquei um quadrado cinza com todos meus gastos diários, nome das empresas de bus, de algumas agências, dos hostels onde fiquei hospedado. Além disso, coloquei também algumas caixas coloridas com informações importantes em destaque, deem uma olhada nelas. Do mais, é isso, espero que curtam, e qualquer coisa, pergunta, dúvida, me chamem no Instagram @der_wanderlust que eu respondo com o maior prazer. Bora lá!!!
  39. 1 ponto
    Dia 4 (segunda-feira, 23/07/2018) – Não me Levem a Mal, me Levem a Paracas Ficamos em um quarto com um beliche e uma cama, o celular despertou, deu tempo de se arrumar, mas sem saber se colocava roupa frio ou calor, porque era uma praia, mas ventava e não tinha Sol, no fim das contas, fui no meio termo, bermuda e blusa mesmo. Como saímos cedo, não havia café ainda, então nem soube como era o café do hostel, a van passou e nos apanhou, de lá fomos a Paracas (80 km) que fica na costa do Pacífico. Chegamos por volta das 8, e pegamos o barco no píer, em direção as Islas Ballestas (o passeios que compramos com dona do hostel, custou S/ 60, fora os S/ 22 de taxas do píer e da Reserva Nacional de Paracas), o barco passa pelo Candelabro (formação gigante, semelhante as Linhas de Nazca), o guia explica a origem dele, depois segue para as Islas, que são uma espécie de Galápagos “econômica”, passamos ao redor das ilhas, onde pode-se ver várias aves (levar chapéu ou capa, o risco de ser atingido por titica de passarinho é eminente), leões marinhos, e outros animais incríveis. Depois regressamos ao píer, onde o guia nos deu quase 1 hora para andarmos pela cidadezinha, para depois seguirmos até a Reserva Nacional, que é simplesmente linda, é um dos poucos desertos litorâneos do mundo. É possível ver fósseis pelo deserto, além de algumas praias de areias coloridas, depois de andar por tudo lá, paramos na beira de uma laguna, onde tem vários restaurantes, como eram meio caros, preferia passar em jejum mesmo, não tinha muita fome. COMIDA: Nos passeios, obviamente vão te indicar os restaurantes de turistas, que são os mais caros. Às vezes, dependendo do prato, compensa pagar um pouco mais caro e comer neles mesmo, mas na maioria das vezes, é melhor levar uns snacks na mochila, caso não ache opções de restaurantes mais baratos, sempre que eu via um mercadinho, uma venda, comprava umas bolachas, balas, torradas, e deixava de estoque na mochila. Por volta das 4 da tarde, saímos de Paracas para voltar a Huacachina, chegamos umas 5 no hostel, um tempo depois, já passou nosso buggy, para nos levar para as dunas. Huacachina é um oásis, tem a lagoa no meio do deserto, com os hotéis e restaurantes, cercados por dunas imensas de areia. O passeio que fechamos no hostel custou S/ 25, o buggy sai correndo no meio das dunas (pensa numa adrenalina), fazendo curvas e para lá em cima, aí tem as pranchas para fazer o sandboard, depois ele nos levou até um ponto onde você vê todo o oásis abaixo, as dunas e o pôr-do-Sol. Quando regressamos já estava escuro, aí deu tempo só de tomar um banho (como não fizemos check-out quando saímos, a dona do hostel tirou nossas malas do quarto e guardou no depósito) e começamos a procurar passagens para Arequipa para aquela noite ainda. Achamos em uma empresa, chamada Expreso Palomino (nas outras já haviam esgotado para aquela noite), um ônibus partia as 10 da noite por S/ 70. Nem jantamos, o esposo da dona do hostel nos levou até Ica, por S/ 5 cada, nos deixou em frente a garagem dessa Palomino, lá esperamos até as 10, e embarcamos (a garagem era bem pior que a da PeruBus em Lima, fiquei com medo, ainda mais quando tive que despachar minha mala, fiquei enrolando do lado de fora do ônibus até vê-la guardadinha no bagageiro do bus, o medo de trocarem o ônibus, ou esquecerem era maior kkk). Mas dentro do ônibus estava OK, tinha serviço de bordo também, com janta, travesseiro, cobertor, só tomei uns Dramins pra não enjoar, porque a viagem ia ser longa (710 km). SALDO DO DIA Passeio Paracas – S/ 60,00 Taxas do Píer e Reserva Nacional – S/ 22,00 Passeio de Buggy – S/ 25,00 Táxi (Huacachina – Ica) – S/ 5,00 Passagem Ica – Arequipa (Expreso Palomino) – S/ 70,00
  40. 1 ponto
    Cara, que história! Estou passando pela mesma situação. No começo do ano passado comecei a sentir os sintomas de depressão profunda devido a vários problemas e a mais ou menos 1 ano atras comecei a ter pensamentos suicidas. Perdi o emprego, as contas chegavam eu não sabia mais o que fazer, acabei jogando meu namoro de 4 anos no lixo, me isolei do mundo e então os pensamentos suicidas começaram a ficar ainda mais fortes. Nesse meio tempo já estudava uma maneira de sair pelo menos da cidade onde morava, pois queria uma nova vida, uma nova oportunidade de viver e me reconhecer. Comecei a pesquisar sobre mochilão pelo mundo, vi que era possível realizar isso com pouca grana e decidi que em breve vou me jogar de cabeça. Estou acabando de estudar, me organizar, comprar as coisas que preciso e tbm aproveitando para juntar uma graninha. Espero conseguir sair para conhecer o mundo o mais rápido possível. Obrigado pelo seu relato, você me inspirou ainda mais a continuar com um sonho antigo.
  41. 1 ponto
    31/10/17 – Dia 3 – Roma Dia de mergulhar na Roma Antiga. De cara já começamos com o coliseu. Saindo do metrô nada te prepara para o que você vai ver, já sai em cima desse monumento majestoso da humanidade. Andar pelos seu corredores é respirar a história do centro do mundo em um determinando momento. Incrível. Com o Roma Pass já entramos direto (1ªuso do Roma Pass) e pulamos a enorme fila para quem ia comprar na hora. A sensação de estar lá é indescritível, muita história já aconteceu ali. Ficamos um bom tempo andando para lá e para cá procurando os melhores ângulos para fotos e para visualizar melhor o que era. Seguimos em direção ao Foro Romano e Palatino, que também é muito interessante e muito grande! Ficamos umas 4 horas andando ali dentro. Não tem a mesma imponência que o coliseu mas é também interessante. Além do mais, tem um local bem bacana para fazer fotos do coliseu. Saímos de lá e fomos almoçar (praticamente jantar, já, rs) no Pasta Chef, que tem massas muito boas a um preço bacana, bem em conta. À noite jantamos no La Trattoriola di Luca, que fica próximo á estação Termini. Comida muito boa e preço médio. 01/11/17 – Dia 4 – Roma Voltamos a rodar pelo centro histórico de Roma, passando pela Piazza Venezia (muito linda e bela escadaria), Panteão, Fontana di Trevi (de dia tem seu charme, e estava mais vazia), Templo di Adriano, a charmosa Piazza Navonna, visitamos uma igreja que fica na praça que não me recordo o nome. As ruelas de Roma são muito bonitas e com muitas lojinhas de souvenirs. Aproveitamos para comprar os chaveiros para a coleção (cada um custou 1 euro). Almoçamos uma massa muito ruim por 3,50 e seguimos para o Castelo de Santo Angelo (2ªuso do Roma Pass). Na maioria dos relatos vejo que a galera tira foto em frente ao Castelo mas não chega a visita-lo. Eu gostei bastante da visita, ao todo são 5 andares que vao contando sobre os usos do castelo ao longo da história e como ele foi sendo aumentado ao longo do tempo. Interessante que tem um muro que o liga diretamente ao Vaticano para seguir de via de escape do papa em caso de invasão da cidade, o que aconteceu uma vez na idade média. Além disso tem uma bela vista da cidade no terraço! Voltamos devagarinho e terminamos o dia no Monumento Vittorio Emanuelle. Vimos que tinha um museu do exército lá dentro mas não animamos. Nessa noite jantamos no Cantina e Cucina, ótimo restaurante próximo à Piazza Navona. Gostamos tanto que ainda voltamos outas 2 vezes e foi nosso restaurante preferido em Roma. Tem uma boa fila de espera mas as mocas servem um espumante pra já ir abrindo o apetite. Realmente muito bom!
  42. 1 ponto
    Quando? Novembro/2015 Roteiro: 5 dias no Deserto do Atacama + 4 dias no Salar de Uyuni Vôo de São Paulo para Santiago + voo de Santiago para Calama (aeroporto mais próximo de San Pedro do atacama). A duração do voo de Santiago x Calama é de 3 horas e meia, aproximadamente. Chegando em Calama, logo na saída do aeroporto você será abordada por muitas empresas que fazem o transfer Calama x San Pedro do Atacama. Se eu não me engano paguei CLP 10.000 por esta rota. Deixa para pagar esse transfer lá na hora, sempre tem vans disponíveis. A cidade: Atacama é basicamente composta por uma única rua principal chamada “Caracoles”. Tudo fica nela ou próxima a ela: hotéis, restaurantes, agências, mercadinhos, etc. Por isto, quando você pegar o transfer em Calama, se estiver sem hotel reservado (que nem eu! rs...) peça para te deixarem na rua Caracoles e lá você poderá olhar os hotéis um a um a pé mesmo. Hoteis: Lá tem desde campings até hotéis 5 estrelas. Eu fiquei em um hostel simples chamado “Corvatsch”, na Rua Gustavo Le Paige, paralela à Caracoles. A diária ficava em torno de CLP 8.000, porém era um quarto compartilhado com 5 camas, portanto era bem mais barato que os demais lugares que estávamos buscando. O importante é ficar em um hotel/hostel localizado próximo à rua Caracoles. O Corvatsch, além de hostel, também tem quartos para casal com banheiro compartilhado, que pode sair mais barato que os hotéis com banheiro privado. Alimentação: Como o Corvatsch tinha cozinha, nós geralmente íamos no mercado e comprávamos miojão mesmo, e quando queríamos diversificar era miojo + hambúrguer! hahahaha Mas algumas vezes almoçávamos fora e por ser cidade turística não é barato comer por lá. O almoço para 2 pessoas não saía por menos que CLP 20.000,00. O que por na mala? Roupas confortáveis (tipo de academia): shorts, leggings (muitas, porque suja fácil), biquíni, regatas, blusa de frio, casaco de frio, luva, gorro, chinelo, protetor solar, chapéu e óculos. Não usei calça jeans nenhum dia. É a mala mais doida que você vai fazer na sua vida, porque você vai pegar climas extremamente opostos. Faz muito calor de dia e muito frio à noite. Tem passeios que são bem de noite ou durante o amanhecer, e cheguei a pegar -5°C nos Geysers. Sugiro levar 2 tênis, porque um dia molhei o meu e tinha um reserva na mala para o dia seguinte. Passeios: Fechar todos os passeios com uma única agência é a melhor coisa, porque te dão um desconto bom. Não precisa fechar nada com antecedência, todos os dias têm passeios disponíveis e a gente não teve problema com reserva de última hora (com exceção do passeio das estrelas, que eu falo depois). Eu super indico a agência World White Travel, eles ficam na rua Caracoles. Eu já havia lido bons comentários a respeito no Trip Advisor e no final gostei bastante. Os passeios que fiz foram: - Lagunas Altiplánicas - Laguna Cejar (aquela que você não afunda) / Ojos del Salar / Laguna Tebinquiche -> estas 3 você faz no mesmo dia - Valle de La Luna - Geyser del Tatio: frio de -5°C! Além disso fica a 1.500m de altitude, então respirar é luxo. Geralmente você paga o valor do passeio + valor da entrada na Reserva. A maioria destes passeios têm café da manhã incluso. - Valle de la Muerte: como é bem perto do centro da cidade, nós decidimos pegar uma bicicleta e ir por conta. O dono da agência das bikes (não era a World White Travel, eu não lembro o nome da agência) desenhou um mapa e foi super tranquilo chegar lá no Valle. Também fiz um passeio de observar as estrelas à noite com a agência “Space”, que é a mais indicada para este tipo de tour. Como eu disse, este é o único que precisa reservar com um pouco de antecedência, porque a procura com esta agência é muito grande. Eventualmente eles podem cancelar o tour se o céu estiver com muitas nuvens e a visibilidade não for boa. Se isso acontecer, eles devolvem seu dinheiro. Este passeio me surpreendeu muito, o céu do Atacama é considerado um dos mais bonitos do mundo. Eu vi até estrela cadente este dia – umas 3, no mínimo! UYUNI: Dica número 1 para ir ao Salar de Uyuni: feche com uma agência que tenha uma filial na cidade de Uyuni. Se der algum problema lá, você é bem socorrido. Existem 2 bem cotadas: World White Travel e Cordillera Travel. Eu fechei com a WWT, junto com os passeios do Atacama e consegui um desconto bom. Existem dois tipos de pacotes de viagem ao Uyuni: - 3 dias: para quem sai do Atacama e fica no Uyuni por 3 dias (geralmente quem faz isso é quem vai para La Paz em seguida) - 4 dias: para quem sai do Atacama, fica no Uyuni por 3 dias e o 4º dia é para voltar para o Atacama (nós fizemos este). Do Atacama até a fronteira da Bolívia é aproximadamente 1 hora e meia na van. Chegando na Bolívia, você faz a imigração e em seguida vão te colocar em um 4x4 junto com o motorista e os passageiros que irão te acompanhar pelo resto da viagem. Eu dei muita sorte, meu motorista era MTO gente boa e no nosso carro só tinha brasileiro da nossa idade, então todo mundo se deu super bem. É importante ficar com gente que você gosta porque vocês vão andar o tempo todo juntos, e até mesmo dormir no mesmo quarto. Na Bolívia tem paisagens lindíssimas, lagunas coloridas e a fauna de lá é incrível também (lhamas, flamingos e vicuñas). Cada dia você dorme em um local diferente, são "pousadas" bem simples mas nada horrível. Antes de ir eu havia lido que o Uyuni é muito perrengue, mas não passei por nenhuma situação complicada. No primeiro hotel não tem chuveiro, mas até aí é frio para caramba, você quase não sua, então não é nada insuportável ficar um dia sem tomar banho. Nos demais lugares, a cama era confortável, minha rinite não atacou, tinha bastante cobertor e as refeições eram bem completas (café da manhã, almoço e janta estão inclusos no preço do pacote. As refeições são bem simples, mas eu achei bem gostoso). Aliás, tirando o preço do pacote, você gasta pouca coisa a mais na Bolívia.
  43. 1 ponto
    Oie Boa noite.. estou afim de entrar em algum grupo de acampamento rs estou afim de novas aventuras.. visitar cachoeiras e contemplar a natureza
  44. 1 ponto
    Olá amigos, sempre peguei várias contribuições por aqui, e me ajudaram muito em viagens por aí, resolvi contribuir agora. Estou a trabalho no Haiti e neste meio tempo, em alguns dias de folga, pude viajar para a Republica Dominicana, já que é muito caro retornar ao Brasil, e são apenas poucos dias por mês. Haiti A situação neste país é crítica, definitivamente não recomendo que você venha para cá a passeio ainda. O país é muito pobre, o mais das Américas. Abalado pelo terremoto de 2010. Está sob intervenção de tropas da ONU. A capital Port Au Prince é muito desorganizada, com um transito infernal, bairros violentos, e sem qualquer infra-estrutura. Exceto que você seja aqueles mochileiros malucos, que querem visitar todos os países do mundo. 80% da capital ainda não possui sequer saneamento básico. Há porém, lugares bonitos aqui sim. O litoral é banhado pelo mar do Caribe e Antilhas, muitas belas praias. Há uma cidade chamada Cap Haitien que possui alguns resorts, geralmente acessados por Cruzeiros. Voce pode chegar até lá saindo aqui da capital num voô da Tortug Air (USS 80,00). A capital Port Au Prince não possui táxis regularesl. Somente moto-taxi (sem capacetes, obvio) e carros particulares de "taxis" não credenciados. É dificil circular aqui. É interessante que você tenha um guia. Se deseja mesmo conhecer a Capital, 2 dias seriam suficiente. Próximo a capital há resorts, o litoral é muito bonito, como na Rep Dom. Pude conhecer o Kaliko Beach Club e Indigo Club, praias fechadas. Costumam servir exclusivamente estrangeiros que por algum motivo têm de trabalhar aqui (como o pessoal da ONU por exemplo). ãã2::'> Para chegar a Port Au Prince, você pode sair de Santo Domingo de ônibus, a viagem dura cerca de 08h a 10h. A empresa se chama Capital Coach Line, com saídas diárias as 08h e as 10h. O ônibus deixa você no terminal ao lado da Embaixada Norte Americana, ou noutro "terminal" no bairro "nobre" de Pettion Ville, onde há alguns hotéis razoáveis. Curtindo um mar do Caribe. Só que não. Santo Domingo É a capital da Rep Dom. Com 2 milhoes de habitantes. Nos lembra muito o Rio de Janeiro misturado com São Luís. Foi a antiga capital do "mundo novo" descoberto por Colombo. O ideal é passar 2 a 3 dias apenas por aqui. Não há praias, é banhado apenas pelo litoral com pedras. Você pode conhecer a Zona Colonial por exemplo, em apenas 1 dia, caminhando. Há construções antigas, fortes, igrejas, etc. Para quem gosta de História, um prato cheio. Há ainda de interessante na capital o Acuario Nacional e o Parque Dos Ojos, cujo é mais fácil acessar de táxi. Dois lugares interessantes para se visitar. Os táxis não possuem taximetro, muitas vezes nem estáo identificados como táxi. Combine sempre antes o preço da corrida. A vida noturna é pouco agitada. Na Zona Colonial é relativamente seguro caminhar a noite. Melhor se for em grupo. Há uns poucos restaurantes, pizzarias. Há um bar com DJ chamado Onno`s. Único lugar agitado que eu vi. O Hard Rock Café localizado lá, não apresentou movimento. Me disseram que o bom é de sábado. Não pude conferir. As boates de fato, e agitos ficam na Avenida Venezuela, também não tive tempo de conferir. Forte de Santo Domingo. Calçadão da Zona Colonial Hospedagem: Fiquei hospedado no hostel Bettys Guest House, muito bem recomendado no Hostelworld.com, porém não curti muito o local. Um sobrado na zona colonial que foi transformado em hostel, apenas o segundo andar, onde fica "tudão" num cômodo. As camas, o fogão, a geladeira, imagine. USS 18,00. Não curti. Numa outra oportunidade fiquei no Hostel Casa Grande, esse sim com jeito de hostel, com 3 andares, porem poucos hospedes. Fica também na Zona Colonial, ao lado do calçadão. USS 15,00. Seguindo para Punta Cana: destino mor dos turistas aqui, você deve pegar o Ônibus da Empresa Bávaro Express. No site estão os horários. O preço são RDS 400,00 (USS 10,00). Não vendem a passagem antecipado, portanto chegue pelo menos 1h antes do horário desejado. O ônibus não sai da rodoviária, e sim do escritório da própria empresa. Solicite ao taxista ir até até. Um táxi da Zona Colonial até o ponto da saída custou RDS 300,00. O ônibus para no Aeroporto Internacional de Punta Cana (PUJ) e depois segue parando defronte os principais resorts, até o ponto final. Certifique-se onde você deseja descer, e peça informações. Os pontos são "no meio do nada" e costuma ser dificil conseguir um táxi na rua. Há porem muitos moto-táxi. O pessoal é mau-encarado, mas você que é normal usarem esses moto-taxi aqui. Você muitos gringos na garupa de motos. As corridas costumam ser RDS 100,00. Há uma espécie de mini-onibus que circula nas principais avenidas, sempre cheio, e o preço é RDS 150,00. Hospedagem: Punta Cana é conhecido pelos resorts all inclusive. Há vários por lá, praia principal das russas (ah, as russas, lindas! ), canadenses e norte americanos. Muitos brasileiros também. Dependendo a época do ano, você pode conseguir um bom preço num desses resorts. Vale a pena! O hostel por lá custa USS 22,00. Em dezembro conseguimos um resort por USS 54,00 a diaria por pessoa, do quarto triplo. Nos resorts all inclusive, a comida e bebida são liberadas 24h, há shows, boate, bar na praia, na priscina, cadeiras de praia, enfim, você não gastará mais nada. Vale a pena dependendo a época do ano. Considerando que no Hostel voce tem que comprar comida, bebida, e pagar para curtir algo a noite. Faça as contas. Ifa Vilas Bavaro: o que apresentou melhor custo beneficio. Resort 4 estrelas, boate bacana, piscinas, shows noturnos, restaurantes temáticos a la carte, buffet, os quartos eram modestos, mas quem se importa. Confortáveis. Foi lá que paguei USS 54,00. Alguns grupos de brasileiros por la. Mar do Caribe, sem igual. Occidental Grand Punta Cana: Resort 5 estrelas, bem compacto tambem, com as piscinas, praia e restaurantes proximos. Os show a noite lá eram otimos. Os quartos muito bons. Não vi nenhum brasileiro por lá exceto eu. Há uma boate anexo de entrada free, porem bebidas a parte. O agito fica no saguao do hall de entrada, onde costuma ficar um DJ, e é ao lado dos bares free. Em janeiro paguei USS 110,00 a diária lá, quarto sozinho. Occidental Bávaro Princess: quase ao lado do Occidental, 5 estrelas. Ganhei uma diária lá grátis. Costuma ser mais caro que o Occidental É um resort enorme, é cansativo andar por lá, e você se perde. Andava com um mapa no bolso. Alguns carrinhos de golf passam pelas estradinhas, mas pode demorar. Porem a comida é muito boa nos restaurantes a la carte e nos tematicos. Mais recomendado para casais este aqui, Quarto enorme, com direito a banheira de hidromassagem. Bar na piscina e tudo mais. Bavaro Princess Bavaro Hostel: voltando nossas origens de mochileiro, fiquei num albergue la. Quarto compartilhado USS 22,00. Fica na praia de Bavaro. Voce tem que achar uma fresta entre os diversos resorts, para ter acesso a praia. Mas fica 2 quarteiroes de lá. Nada de mais, fica no quarto andar de um predio, há 3 quartos compartilhados, 2 banheiros e cozinha coletiva. Praia de Bavaro. Isla Saona: é um passeio que vale a pena, você pode contratar por diversas agencias. Cerca de USS 80,00. É a ilha onde foi filmado o filme lagoa azul, piratas do caribe. Os barcos saem pela manha, com open bar, e almoço. Na volta, se der sorte, você poderá voltar com os golfinhos ao lado do barco. Juan Dolio e Boca Chica São as primeiras cidades com praia, próximo a Santo Domingo. Possuem belas praias, mas são mais conhecidas pelo turismo sexual. Fiquei 1 noite no Resort Coral Costa Caribe. Muito barato por sinal, porém era uma Vila Mimosa (RJ) ou Rua Augusta (SP) ou Fuso Horário (RN) com open bar. Não recomendo. Para voltar a Santo Domingo, pegue o mesmo ônibus, Bavaro Express, vá até o Cruce de Friusa (o terminal fica ali bem escondido, tem que perguntar). Chegue com antecedëncia, o ônibus para proximo ao Aeroporto de Las Americas em Santo Domingo. Mais duvidas só perguntar ai. Valeu. USS 1 = 42 RDS em média. Ambos são facilmente aceitos em qualquer lugar. Procure sacar no Banco Popular que não cobra taxa de saque. Mulheres viajando sozinhas, cuidado. Aqui você vê muitas gringas que vêm pelo turismo sexual também. Se os dominicanos lhe insinuarem algo, diga que seus maridos ficaram no hotel dormindo. O país é muito machista também. Há um agente de turismo na Rep Dom, que presta serviços aqui para os militares há alguns anos já. Ele consegue bons preços nos resorts de Punta Cana ou Hoteis de Santo Domingo. Boa parte do pessoal compra os pacotes aqui com ele. Senhor Efrain Beras ([email protected]) solicite a ele um orçamento, diga que é do Exército Brasileiro. Ele também agencia transportes (do aeroporto em SDQ para Punta Cana por ex, etc). Viajei uma vez por um pacote agendado por ele. Sem problemas. Peguei o voucher da reserva no escritório dele em Santo Domingo e só paguei na volta.
  45. 1 ponto
    ORLANDO PARA ADULTOS: UNIVERSAL, SEAWORLD E BUSCH GARDENS – IMPERDÍVEIS! Olá viajantes! Em julho de 2015 realizamos nossa segunda viagem para os Estados Unidos e dessa vez o destino escolhido foi a Flórida. Depois de conhecer Miami Beach e Key West, seguimos de carro para Orlando. Mesmo com o dólar nas alturas, foi possível economizar em Orlando e conhecer alguns de seus parques gastando pouco. Nesse post vamos dar dicas de como economizar por lá! COMO IR DE KEY WEST PARA ORLANDO DE CARRO Orlando fica a aproximadamente 631 quilômetros de Key West. É uma viagem bem longa e demorada, até porque como dissemos no post sobre Key West, a estrada que passa pelas Keys na maior parte do trecho tem pista simples e a velocidade máxima permitida é baixa. Saindo das ilhas a estrada passa a ser de mão dupla e o trânsito flui melhor, entretanto não dá para dirigir acima da velocidade permitida, já que existem diversos radares e a Highway Patrol, Polícia Rodoviária Americana, estaciona viaturas em pontos estratégicos e vai atrás dos apressadinhos. Então, a menos que você queira ser parado e multado, respeite os limites de velocidade! Nós gastamos cerca de 8 horas de viagem entre Key West e Orlando. O ideal é sair logo após o café da manhã para não chegar em Orlando muito tarde e já no outro dia começar a maratona de visitas aos parques e outlets. HOSPEDAGEM Escolhemos ficar perto dos Parques da Universal e da I-drive. O hotel escolhido foi oBaymont Inn & Suites Universal Studios, um Hotel confortável, com boas camas, bom banheiro, TV LCD, canais por assinatura, bem próximo a Universal, sendo possível ir a pé e economizar os 17 dólares de estacionando (dois quilômetros andando). O Café da manhã estilo americano e sempre disponibilizam maçãs já embaladas para os hóspedes levarem aos parques. O acesso à Disney também é fácil, porém somente de carro ou através do serviço de transporte gratuito oferecido pelo hotel. ATRAÇÕES DE ORLANDO PARA ADULTOS Não tivemos a oportunidade de conhecer Orlando e a Disney em nossas infâncias. Depois de adulto essa viagem também nunca foi uma prioridade. Entretanto uma boa promoção de passagens aéreas nos deu a oportunidade de visitar a Flórida. Logo pensamos: mas o que vamos fazer em Orlando? Não temos nenhum interesse de conhecer o Castelo da Cinderela ou ficar tirando fotos com o Pateta ou a Minnie! Então fomos pesquisar quais as atrações de Orlando para adultos que viajam sem crianças. Após muitas pesquisas decidimos visitar apenas os parques Universal Studios, Universal Islands of Adventure, SeaWorld e Busch Gardens. Os parques das Universal devido a quantidade de atrações relacionadas a filmes e a suas eletrizantes montanhas russas. SeaWorld pelo interesse em ver os shows com golfinhos, baleias e demais animais marinhos. E por fim Busch Gardens por ser o parque com as melhores montanhas russas dos Mundo. Além dos parques temáticos, Orlando possui diversos outlets com preços compatíveis com o de Miami, com a facilidade de serem localizados próximo aos hotéis, não sendo necessário deslocar grandes distâncias como em Miami. Perto da I-drive, por exempolo, há vários outlets com uma variedade muito grande de lojas e excelentes preços. Há diversos parques aquáticos em Orlando. Acabamos não visitando nenhum, mas nos arrependemos disso. PARQUES UNIVERSAL STUDIOS E UNIVERSAL ISLANDS OF ADVENTURE A Universal possui dois parques em Orlando e um fica bem ao lado do outro, havendo uma ligação entre eles através do Expresso Hogwarts, o trem do filme Harry Potter. Há diversas atrações para adultos, aliás, quase todas são interessantes não só para crianças e adolescente, como também para adultos. Se as filas não estiverem muito grande e você chegar ao parque bem cedo e sair de lá quando ele fechar, é possível visitar os dois parques em um só dia. Preferimos utilizar dois dias para conhecer os dois parques. Aí vai de cada um e do tempo disponível. UNIVERSAL STUDIOS As principais atrações desse parque são: o The Wizarding World of Harry Potter – para os Fãs de Harry Potter é a principal atração do parque e mesmo quem não é fã vai ficar deslumbrados com ela. O Beco Diagonal é uma espécie de bairro onde há o comércio voltando aos bruxos em Londres, com bancos, bares, restaurantes e a famosa loja onde são vendidas as varinhas mágicas e onde você poderá escolher a sua. Uma das principais montanhas russas do parque fica aqui: Harry Potter and the Escape from Gringotts é uma mistura de montanha russa com simulador de realizade virtual. Essa atração é imperdível e uma das melhores de todos os parques que eu fui. Hogwarts Express: é o trem que liga o Beco Diagonal (que fica no Universal Studios) com a vila de Hogsmeade (que fica no parque Islands of Adventure). Tudo é reproduzido como se fosse a estação King´s Cross em Londres. O passeio dura pouco porém é muito interessante; Revenge of the Mummy: Outra atração imperdível! Uma das melhores montanhas russas da Universal; Transformers The Ride-3D: é um simulador 3D no mesmo estilo do do Harry Potter and the Escape from Gringtts. É muito divertido e realístico. ISLANDS OF ADVENTURE As principais atrações são Jurassic Park River Adventure, The Amazing Adventures of Spider-Man, The Incredible Hulk Coaster e The Wizarding World of Harry Potter. Essa última representa o vilarejo Hogsmeade dos livros e filmes do Harry Potter. Assim como as atrações voltadas a história do bruxinho que ficam no outro parque, as desse parque reproduzem com perfeição o mundo mágico criado por J. K. Rowling. Jurassic Park River Adventure é uma atração legalzinha e o que mais gostamos foram as partes em que os brinquedos são de molhar, pois era verão e o calor estava insuportável. The Amazing Adventures of Spider-Man é um simulador impressionante, com efeitos especiais tão bem feitos que fica difícil acreditar que tudo aquilo não é realialidade. Por fim The Incredible Hulk Coaster uma das melhores montanhas russas de Orlando. Muito rápida e com loopings radicais. Se você curte adrenalina não pode deixar de ir! Esse parque é o mais radical da Flórida e talvez do mundo, já que as maiores montanhas russas do mundo ficam lá. O parque fica em uma cidade chamada Tampa, a aproximadamente 1 hora de carro de Orlando. As montanhas russas Kumba, Montu e Sheikra são as mais famosas. Possui uma espécie de zoológico integrado ao parque com animais exóticos de todas as partes do mundo, já que no início era apenas um zoológico. Com o tempo a administração foi acrescentando outras atrações. O Busch Gardens Tampa é atualmente uma combinação de montanhas-russas radicais, um dos melhores zoológicos dos Estados Unidos com mais de 12 mil animais, shows ao vivo, restaurantes, lojas e jogos; de maneira a oferecer muita diversão para visitantes de todas as idades. SEA WORLD Sempre quis conhecer esse parque por causa das apresentações com os golfinhos e baleias. O parque foi inaugurado em 1973 e suas atrações buscam informar aos visitantes a necessidade da preservação dos nossos oceanos. Os espetáculos são maravilhosos com golfinhos, orcas, leões-marinhos, focas e uma enorme variedade de animais além de emocionantes montanhas russas. As apresentações acontecem com hora marcada, então assim que chegar ao parque consulte os horários e faça seu planejamento para não perder nada! COMO COMPRAR INGRESSOS PARA OS PARQUES COM ANTECEDÊNCIA Os ingressos podem ser comprados diretamente na bilheteria dos parques em Orlando. Entretanto, se você quiser comprar adiantado, sem a necessidade de escolher uma data específica para o uso do bilhete e ainda pagar em reais e parcelado no cartão de crédito, a melhor opção é comprar através do site da Decolar. Quando viajamos foi possível comprar em 6 vezes sem juros mas atualmente (dez/2015) a decolar está possibilitando dividir em até 15 vezes sem juros. Para economizar compre combos como o Universal 14-Day 2-Park , com o qual você poderá visitar os dois parques da Universal por até 14 dias seguidos ou o Parques SeaWorld em Orlando que combina a entrada para o SeaWorld e para o Busch Gardens. Como a compra será debitada em seu cartão de crédito em reais, provavelmente você pagará menos do que pagaria usando o cartão de crédito nas bilheterias, já que nesse caso incidiria o IOF de 6,38% mais a cotação do dólar considerada pela administradora do cartão, que costuma ser mais alta que a oficial. Os ingressos chegam via e-mail e basta imprimir ou mostrar ao funcionário da catraca na tela do celular mesmo. DICAS PARA ECONOMIZAR E APROVEITAR MAIS NOS PARQUES Single Rider: essa é uma opção para quem quer “furar” as filas, que muitas vezes são enormes e demandam mais de uma hora de espera. Antes de entrar na fila “normal” verifique se não há uma fila com a placa escrita “Single Rider”. Se houver e você não se importar de sentar separado dos seus amigos e familiares, ao invés de ficar muito tempo na fila normal, vai ficar apenas poucos minutos nessa e às vezes vai entrar imediatamente no brinquedo e o melhor, sem pagar nada mais por isso. Mas atenção, nessa fila você sempre será separado do seu grupo, mas pode acontecer de irem no mesmo carrinho porém em fileiras diferentes, já que essa fila é para preencher os lugares vazios, pois muitas vezes em uma fileira que cabem 4 pessoas, por exemplo, o grupo que a ocupa é formado por 3 pessoas, assim sobra um lugar e é ali que você irá se sentar. Vale muito a pena e é uma forma ótima de economizar, pois para ter acesso a esse tipo de “vantagem” muita gente compra o passe específico para furar filas. All-Day Dining Deal: Nos parques SeaWorld e Busch Gardens há uma ótima opção para economizar com alimentação. Com o All-Day dining Deal você poderá comer a vontade em vários restaurantes do parque, estando incluído também bebidas como refrigerantes e sucos, quantas vezes você quiser durante todo o dia pagando uma tarifa de U$ 29,00. Pode parecer caro, mas tendo em vista que seu dia será muito longo e você sentirá muita sede, pode ter certeza que saíra muito mais barato que comprar comida e bebidas avulso. Assim que você entrar no parque irá ver algumas pessoas oferecendo essa opção. A identificação é por uma pulseira que você deve mostrar ao caixa dos restaurante. Nós usamos e eu recomendo! Copo Refil Universal: Por U$ 11,99 você compra esse copo que pode ser recarregado durante todo o dia em várias maquinas de refrigerante, suco e chá espalhadas pelo parque. Vale muito a pena, principalmente nos dias de calor. E guarde seu copo para o outro dia de parque da Universal, pois pagando mais U$5,99 você consegue validar o free refil por mais um dia! Além disso o copo é bem bonito e você irá guardá-lo como lembrança. Levar lanches para os parques – Nos parques SeaWorld e Busch Gardens há a opção do All-Day dining Deal, mas nos da Universal não há. Então para quem não pretende gastar os U$ 29,00 em SeaWorld e Busch Gardens e para todos que vão aos parques da Universal é muito importante levar alguns lanchinhos como barrinhas de cerais, sanduíches, biscoitos e frutas. Comida custa caro nos parques e os próprios hotéis costumam disponibilizar frutas já embaladas para serem levadas aos parques. Harry Potter primeiro e depois o restante do parque: Nos parque das Universal as atrações mais procuradas são as do Harry Potter. A dica é chegar cedo, de preferência no horário de abertura dos parques e ir direto para essas atrações, já que as filas estarão menores e após curtir tudo por lá ir conhecer as outras atrações. Baixe os aplicativos dos parques: todos os parques que visitamos possuiam aplicativos para Android e IOS com mapas, horários das atrações e tempo de esperas em fila. Os aplicativos inclusive se conectam ao GPS e informam a sua localização no parque. Em muitos pontos também há wi-fi liberado. E assim chegou ao fim nossa viagem pela Flórida! Esperamos com esse relato ajudar àqueles que querem conhecer Miami, Key West e Orlando a economizar um pouco nesses tempos de real desvalorizado. Qualquer coisa é só perguntar. Abraços!
  46. 1 ponto
    Olá viajantes! Em julho de 2015 realizamos nossa segunda viagem para os Estados Unidos e dessa vez o destino escolhido foi a Flórida. Iniciamos por Miami Beach, onde ficamos três dias, depois fomos conhecer as famosas Keys da Flórida, indo até KeyWest e por fim Orlando onde visitamos os parques da Universal, SeaWorld e Buch Garden e é claro, nas horas vagas fizemos algumas compras, isso tudo economizando onde era possível e nesse post vou contar como é possível, mesmo com o dólar nas alturas, conhecer a Flórida gastando pouco! O PLANEJAMENTO! Conseguimos passagens pela TAM saindo de Campo Grande e chegando em Miami com breve escala em São Paulo por R$ 1.536,75 ida e volta já com as taxas e pudemos dividir em 05 vezes sem juros no cartão de crédito. Os hotéis foram reservados com antecedência através dos sites hoteis.com e booking.com. Compramos com antecedência ingressos para os parques de Orlando através do site da decolar.com e pudemos dividir tudo em 06 vezes sem juros. Então vamos ao relato! O VOO Decolamos de Campo Grande às 03:43h com destino ao Aeroporto de Congonhas em São Paulo, onde chegamos às 06:25h e fomos direto para o local de ontem partem os ônibus gratuitos da TAM que interligam o Aeroporto de Congonhas ao de Guarulhos. Chegamos em Guarulhos por volta das 08:30h, realizamos o check-in no terminal 3, que foi inaugurado recentemente, e já fomos para área de embarque internacional. A aeronave da TAM não era confortável, com poltronas apertadas e que quase não reclinavam e sistema de entretenimento fraco, com poucos filmes, além de serviço de bordo que deixou a desejar. Mas como o voo não era diurno e não era tão longo sobrevivemos, rs! O avião pousou em Miami às 18:15h e ainda estava bem claro e quente. Usamos o transporte público para nos deslocar do aeroporto até Miami Beach. Essa é obviamente a forma mais barata de se deslocar entre o aeroporto e seu hotel e é a nossa primeira dica para economizar em Miami. COMO IR DO AEROPORTO DE MIAMI PARA MIAMI BEACH USANDO O TRANSPORTE PÚBLICO (ÔNIBUS) Nos três dias que ficamos em Miami Beach preferimos não alugar um carro tendo em vista que por lá nem sempre os hotéis possuem estacionamento e os que possuem cobram taxas altíssimas pelo uso do mesmo. Além disso estacionar nas ruas é bem caro e é complicado achar um vaga e a verdade é que em South Beach você pode fazer tudo a pé ou de bicicleta. Então essa é a segunda dica para economizar em Miami. Se você for no intuito de curtir Miami Beach e suas lindas praias e atrações não vai precisar de carro. Deixe para alugar um quando for se deslocar para Orlando. O ônibus 150 Metrobus faz o trajeto aeroporto de Miami – South Beach e faz parte do sistema Metrobus da cidade. Os veículos possuem porta-bagagens, assentos confortáveis e wi-fi gratuito. A passagem custa U$ 2,35 e pode ser comprada em uma máquina no ponto de ônibus. Não demorou para vir e o trajeto levou cerca de 30 minutos. Para encontrar o ponto basta pegar o MIA Mover, um monotrilho gratuito que liga os terminais do aeroporto e descer na Metrorail Station. Basta seguir a sinalização dentro do aeroporto com as indicações MetroBus e ao chegar a estação de ônibus procurar pela placa Route 150. HOSPEDAGEM O ônibus 150 nos deixou bem próximo ao hotel que nos hospedamos. Escolhemos um hotel chamado Princess Ann Hotel, localizado em South Beach, bem no “olho do furação”. Um hotel simples porém limpo, ótima cama e travesseiros, TV LCD 47″, canais por assinatura, bom banheiro, apenas a ducha muito baixa, eu com 1,83m precisava me abaixar para lavar a cabeça, mas nada que prejudicasse o banho, localizado no coração se Miami Beach a uma quadra da praia. Ponto de ônibus próximo. Não possuiu estacionamento. Café da manhã estilo americano e igual todos dias, servido no lobby de forma improvisada, mas de graça! O quarto que fiquei (315) era bem silencioso. Disponibilizam cofre nos quartos. O QUE FAZER EM MIAMI BEACH Nosso principal objetivo em Miami Beach era curtir dois dias completos de praia antes de seguir para o sul da Flórida, onde visitamos KeyWest e depois para o norte da Flórida, onde visitamos Orlando. Curtir praia em Miami Beach é algo totalmente diferente de curtir praia aqui no Brasil. A primeira grande diferença é a limpeza, que infelizmente por aqui , muitas das vezes não é das melhores. Não há vendedores ambulantes e nem mesmo barracas. Na verdade próximo a cada ponto de Guarda-vidas há uma barraca, porém ela vende apenas água, sucos e batidas, não vi cerveja por lá. Nelas não se encontra nenhum petisco. Se o banhista quiser comer algo deve sair da praia e procurar algo em alguns dos restaurantes ou lanchonetes da orla e arredores. Outro detalhe é a segurança. Deixamos nossas coisas na areia, incluindo celular e carteira e ninguém nem mesmo chegou perto. E não fomos os únicos, praticamente todo mundo faz isso por lá. Um detalhe interessante é que o Americano e os imigrantes que moram por lá não usam sunga, preferem um calção mesmo e as mulheres não usam biquíni e sim maiô. Praticamente todas as pessoas de sunga e maiô eram brasileiras. Como era pleno verão a temperatura ambiente estava bem alta, por volta dos 34 graus e a água estava bem morna. Estava simplesmente deliciosa! Miami Beach é uma cidade ótima para curtir atividades ao ar livre, ver gente bonita, curtir a vida noturna, fazer passeios no mar, explorar a gastronomia e curtir os carros esportivos caríssimos , que dificilmente são vistos em tanta quantidade em outro lugar do planeta. Passear a pé ou em um bicicleta alugada é a melhor forma de conhecer a Ocean Drive, a avenida beira-mar de South Beach e uma das principais da cidade. Outra rua de muito sucesso é a Lincoln Road. É a rua comercial de Miami Beach e concentra lojas das grifes mais caras e famosas do mundo. Como Miami é um destino onde o mar e as ilhas fazem parte do dia a dia, fazer um passeio de barco é uma ótima pedida. Nas águas de Biscayne Bay você vai conhecer as casas dos milionários e de diversos artistas. Se sua viagem for em época da temporada da NBA outra boa pedida é assistir um jogo da equipe local, os Miami Heat no AmericanAirlines Arena. Por lá também sempre há shows com os maiores artistas do mundo. Tivemos sorte de estar por lá no show do Sam Smith e é claro que não perdemos a oportunidade. MAIS DICAS PARA ECONOMIZAR EM MIAMI As praias de Miami são as mais bonitas da Flórida, conhece-las é uma forma de economizar por lá, já que é um passeio com custo praticamente zero. Os únicos gastos serão com alimentação, bebidas e guarda-sol. Para diminuir esses gastos é só passar no Walmart ou em algum dos supermercados de Miami Beach e comprar água, refrigerantes e comida para levar para praia. Outra opção é fazer como nós, ficar hospedado em um hotel bem próximo da praia e sempre que der fome é só dar um pulo no hotel para se alimentar daquilo que foi comprado nos supermercados. Outra dica é comprar um guarda-sol pois o aluguel deles na praia não é nada em conta. Negociar com os promotores dos bares e restaurantes da Ocean Drive, sempre é possível conseguir algum desconto ou alguma bebida gratuita. A comida não é tão cara, mas para economizar ainda mais dá para pedir uma porção de batata fritas ou uma pizza. A maioria dos hotéis americanos não oferecem café da manhã gratuito, porém em quase todos há microondas, frigobar e às até fogão nos quartos. O ideal é escolher um que ofereça café da manhã, já que mesmo que não seja como os dos hotéis do Brasil já quebra um galho. Além disso, eles já deixam algumas frutas como maças e bananas embaladas para que os hospedes levem para os passeios. Não precisa ter vergonha. Todo mundo pega. Caso o hotel escolhido não ofereça café da manhã o ideal é fazer compras em um supermercado logo no primeiro dia. Tomar café da manhã em lanchonetes e restaurantes pode ser extremamente caro. Você também pode optar por comprar comida congelada e usar o microondas do hotel. Isso é tão comum que no mercado a atendente vai te oferecer talheres de plástico. Fizemos isso algumas vezes e economizamos bastante. Se preferir comer fora é possível sim achar um restaurante com bons preços. Basta bater perna e não ter vergonha de olhar os preços e se achar muito caro sair e procurar outro. As redes de fast food são uma boa pedida, já que os preços são sempre muito menores que os dos restaurantes comuns. Os restaurantes costumam anunciar uma “oferta do dia”, com preços promocionais. Além disso os pratos nos EUA são grandes e dependendo do tamanho da fome dá para dividir um lanche entre duas pessoas tranquilamente. Nós economizamos também não alugando carro em Miami. Isso porque nossa intenção era apenas curtir praia. Deixamos para fazer compras em Orlando e em um dia livre que tivemos em Miami na volta de Orlando. Se sua intenção for parecida com a nossa deixe para alugar o carro do dia que for partir para Orlando ou para outra cidade, assim você economiza com o aluguel do carro, estacionamento e combustível e se precisar ir algum lugar mais longe e não quiser usar o transporte público pode chamar um táxi ou então usar o Uber. Usamos o Uber em Miami e é impressionante como há carros deles para todo lado. Além disso é muito mais barato e confortável que os táxis tradicionais e você paga através do aplicativo mesmo, com débito em seu cartão de crédito. Espero que estejam gostando! Continua no próximo post! Próxima parada Key West! http://mochilaobarato.com.br/miami-keywest-e-orlando-conhecendo-a-florida-sem-gastar-muito/
  47. 1 ponto
    KEY WEST, UM PEDAÇO DO CARIBE NA FLÓRIDA! Olá viajantes! Em julho de 2015 realizamos nossa segunda viagem para os Estados Unidos e dessa vez o destino escolhido foi a Flórida. Iniciamos por Miami Beach, onde ficamos três dias, conforme relatado do post anterior e depois fomos conhecer as famosas Keys da Flórida, indo até Key West com um carro alugado. Economizamos o máximo possível e nesse post vou contar como é possível, mesmo com o dólar nas alturas, conhecer as Flórida Keys gastando pouco! COMO IR DE MIAMI A KEY WEST DE CARRO Key West fica a aproximadamente 255 quilômetros de Miami e a estrada até lá é uma das mais bonitas por onde já passamos, sendo necessário transpor nada mais nada menos do que 42 pontes! Basta pegar a US 1, Overseas Highway e o trajeto tem duração media de 3 horas e meia, já que na maior parte do trecho a pista é simples e a velocidade máxima permitida é baixa. Por um lado a viagem fica um pouco cansativa por ser feita em baixa velocidade e muitas vezes atrás de caminhões e sem possibilidade de ultrapassagem, por outro isso faz com que seja possível apreciar melhor a paisagem e realizar algumas paradas para tirar fotos, já que a estrada por si só já é um excelente motivo para dar essa esticada até Key West. Abaixo o mapa da Keys da Flórida: A parte mais interessante do caminho começa em Key Largo, a primeira key, famosa por ser um local para mergulhos. A próxima é a Islamorada, cuja atividade principal é a pesca. A terceira ilha é a Marathon . Depois Big Pine Key e Lower Keys consideradas os melhores lugares do mundo para mergulhar. A última é Key West, que fica apenas a 140km da Ilha de Cuba. CONHECENDO KEY WEST A ilha de Key West tem aproximadamente 6,5 km de comprimento e 3,2 km de largura e é uma cidade calma, com belas praias, repleta de histórias e voltada para o turismo. Está localizada a aproximadamente 90 milhas de Cuba, sendo o local habitado mais ao sul dos Estados Unidos. Chegamos na ilha e fomos direto para o hotel. Em Key West a hospedagem é extremamente cara, mesmo em hotéis e pousadas mais simples. Escolhemos pelo custo benefício uma pousada chamada Blue Parrot Inn e realizamos a reserva através do site hoteis.com. Confortável, limpa e bem localizada, a pousada fica próxima a rua principal e com acesso a pé para os principais atrativos (para quem gosta de andar). Não possui estacionamento mas encontramos vaga na rua bem em frente. O café da manhã é simples, no estilo americano dos hotéis americanos. Deixamos o carro estacionado em frente a pousada e fomos conhecer a cidade a pé mesmo. Em vários locais é possível alugar uma bicicleta e até mesmo motos de baixa cilindrada. Eu recomendo, principalmente se estiver calor, pois sofremos um pouco caminhando sob o sol forte. Também é possível conhecer os pontos turísticos de carro, o inconveniente é encontrar lugar para estacionar em cada um deles e além disso, é preciso pagar para estacionar nas ruas da cidade. A última opção é utilizar o ônibus turístico que percorre os principais pontos de interesse. O primeiro local que fomos foi o Southernmost Point, o ponto mais ao Sul dos Estados Unidos. No local há um monumento que indica a distância de 90 milhas de Cuba. Havia lido que de lá era possível ver a ilha caribenha, porém mesmo com o tempo bom não vimos nada. Bem ao lado fica a Higg’s Beach, praia de águas mornas e calmas e com um longo pier de madeira que pode ser acessado pelo mar. De lá resolvemos ir até o Fort Zach Taylor. Uma base militar que cobra entrada pra que o turista possa conhecer suas instalações e que guarda uma das mais belas praias de Key West. A entrada para pedestre custou U$ 2,50, mas é possível entrar de carro e inclusive levar alimentos, já que é permitido fazer pic-nic próximo a praia. A praia é muito bonita e tranquila e com águas mornas no verão. Além disso é possível visitar as instalações militares do forte. A CELEBRAÇÃO DO PÔR DO SOL Key West é conhecida por ter o mais bonito pôr do sol da Flórida. Todos os dias ocorre a Sunset Celebration, uma festa para celebrar esse fenômeno natural. Centenas de pessoas, turistas e moradores locais, se reúnem na Praça Mallory onde há diversas apresentações de artistas de rua e artesãos e artistas plásticos expõem suas obras. Além disso, músicos garantem a trilha sonora perfeita para apreciar o momento. Todos sentam no chão e aguardam o momento em que o sol começa a se esconder no horizonte, e assim, depois que o sol se vai, todos aplaudem! Logo após o sol se pôr, todos vão em direção a Duval Street, a rua principal da cidade e que reúne várias lojas, galerias de arte, cafés, bares, restaurantes e é claro, lojas de souvenir. Para quem gosta, é possível encontrar charutos cubanos por bons preços em algumas lojas. A Key lime pie é a iguaria mais famosa da ilha. É uma torta de limão feita com ingredientes locais e que tem um sabor diferente das tortas de limão produzidas em qualquer outro lugar. Vale a pena provar. Não recomendo um “bate e volta” de Miami a Key West em apenas um dia. Há muito para ser visto e para fazer na ilha. Passar ao menos uma noite é o indicado. Se o orçamento e o tempo permitir, duas ou três noites são o ideal. Uma coisa interessante no trajeto entre Miami e Key West é que você verá a indicação de abrigos em caso de furacões. Isso porque a região é rota dos furações que anualmente passam pela Flórida. Então, se você deseja visitar as Flórida Keys entre 1º de junho a 30 de Novembro, verifique antes se não há previsão de tempestades ou furacões, pois essa é a época da temporada de tempestades. Espero que estejam gostando! Continua no próximo post!
  48. 1 ponto
    Pela manhã passeamos por Fort Lauderdale. Fizemos um passeio de barco legal, mas nada de extraordinário. Só invejanto as mansões e iates... hehe Almoçamos no Briny, muito bom, lucar peculiar, preços justos! Depois fomos para o sawgrass pq né, nem a gente resiste Depois disso fomos até Key Largo, queríamos ir cedinho para Key west no dia seguinte.
  49. 1 ponto
    Olá pessoal, tudo bem? Estou escrevendo este relato de viagem porque me senti na obrigação de compartilhar minhas experiências (de marinheiro de primeira viagem) no passeio pros EUA. Apenas peço desculpas em ter demorado um pouquinho a postar o relato, mas estive muito ocupado os últimos meses! hehehe Sempre achei que seria muito custoso e trabalhoso fazer uma viagem internacional. Mas lendo os relatos do pessoal aqui no Mochileiros e fazendo pesquisas, percebi que não é nenhum "bicho de sete cabeças" (desde que, claro, o planejamento seja realizado com antecedência). Como as minhas dúvidas eram imensas, e as mais variadas possíveis, resolvi escrever um relato bem detalhado – vocês vão ter de ter paciência para ler tudo! PRÉ-TRIP Como todos sabem, para entrar no EUA é preciso fazer o visto, a não ser que tenham passaporte de algum país que seja dispensado. Como este não é o meu caso, já que usei o passaporte da gloriosa República Federativa do Brasil, fui obrigado a tirar o visto, passando pela tão temida entrevista… Bom, não sei se é verdade, mas me falaram que o lugar mais fácil para fazer o visto é o Rio de Janeiro, pois os outros consulados, especialmente o de São Paulo, são mais rigorosos. Porém acho que é lenda, porque atualmente, devido à crise nos EUA, eles estão concedendo visto para praticamente todos aqueles que pedem. O procedimento para agendar o visto é bem tranquilo, embora seja trabalhoso. Não vou falar muito a respeito de todo o trâmite, pois mudou há pouco tempo… Só digo uma coisa: NA MINHA OPINIÃO não precisa gastar dinheiro com despachante, pois o formulário é bem fácil de responder. Ah, é claro: não mintam nele! Quanto ao agendamento em si, não houve problemas, porque existiam bastantes datas disponíveis. Apenas para ter uma ideia, eu entrei no sistema e já tinham datas disponíveis para o fim de semana seguinte! Mas, como queria ir junto com uns amigos, que tinham de pedir dispensa no serviço, agendamos para umas semanas após. Dica: agendem a entrevista para o primeiro horário. Garanto que vale a pena "madrugar". Eu fiz isso e não me arrependi. Eles fazem esse agendamento de horários para não chegar todos na mesma hora, porque lá dentro ficam todos os horários misturados. As entrevistas não são por ordem de chegada ou de horário. A entrevista foi bem tranquila. Elas podem ser realizadas em inglês ou português. Como meu "english" é bem básico, não resolvi me arriscar e fiz ela em português mesmo! O funcionário que me entrevistou foi bem atencioso e educado, no estilo americano, claro (não esperem sorrisinhos e outras "intimidades"). Pareceu-me que a entrevista foi "só pra cumprir tabela", porque ele apenas me perguntou o que eu já tinha colocado no formulário (como se quisesse confirmar as informações). Pelo que me lembro, as perguntas foram seis: qual minha profissão, onde me formei, quanto ganhava, se já tinha viajado para o exterior, motivo da viagem e quanto tempo pretendia ficar nos States. Pra mim não pediram nenhum documento. Mas temos de levar, como eles próprios dizem, documentos que comprovem o vínculo com o Brasil, ou seja, que demonstrem que você não vai querer ficar ilegalmente lá. Eu levei tudo que veio à mente: diploma, comprovante de matrícula na pós-graduação, documentos do serviço, etc. Após essa meia dúzia de perguntas, veio a tão aguardada resposta: "seu visto foi concedido"! Depois foi só pagar a taxa do Sedex para que o visto fosse enviado. A grande maioria dos visto eram concedidos, mas vi eles negando para um casal de namorados (jovens). Por favor, pessoal, não pensem que sou preconceituoso ou arrogante, mas devemos ir bem arrumados para a entrevista. Não sei se foi por isso que negaram, mas o rapaz estava vestindo camiseta de física, bermuda e havaianas. Isto é, o negócio é ir um pouco mais arrumado (só para garantir). Com o visto na mão, foi a hora de ver as passagens. Recomendo que se inscrevam nesses blogs de passagens aéreas, onde têm muitas promoções interessantes! Eu fui pela TACA, o que pra mim foi ótimo, porque escapei da conexão em São Paulo, além de pegar um voo curto (11 horas), com conexão de meia hora em Lima – sem falar no ótimo preço. ESTADOS UNIDOS Bom, meu propósito da viagem era acompanhar a formatura de um amigo no Mississipi e depois alugar um carro e seguir até Miami, conhecendo Nova Orleans, Orlando e seus parques. No total, foram 20 dias viajando. Abaixo segue o roteiro: 08/05/2012 – Saída de Porto Alegre e chegada EUA (Miami). Miami para Nova Orleans. Nova Orleans para Hattiesburg/MS. 09/05/2012 a 12/05/2012 – Hattiesburg/MS e Nova Orleans/LA (só um dia). 13/05/2012 a 21/05/2012 – Orlando/FL. 22/05/2012 a 28/05/2012 – Fort Lauderdale/FL. HATTIESBURG Bom, essa foi a cidade onde foi a formatura. Meu amigo disse que era uma cidade "pequena", mas não me dei conta que tinha que ter em mente os padrões americanos. A cidade é bem bonita e organizada: grandes avenidas, escolas, universidade, etc. É uma típica cidade norte-americana, com todas aquelas "comidinhas light". Aqui, no interior do Mississipi, ninguém fala espanhol, mas apenas inglês, que é bem carregado no sotaque. Se a pessoa não se concentrar um pouco fica difícil entender em alguns casos. Mas no fim dá tudo certo! Fizemos o trajeto Miami-Nova Orleans de avião (pela American Airlines), o que dá umas duas horas de viagem. Após, tivemos de encarar mais duas horas de viagem de carro até Hattiesburg. Saímos de Porto Alegre às 6 horas da manhã e chegamos em Hattiesburg à uma hora da manhã. A cidade, pelo pouco que vi, não tem muitas atrações turísticas. Vi no GPS que tinha zoológico, mas não cheguei a ver. A universidade (The University of Southern Mississippi), gigante e muito bem estruturada, é um lugar legal pra conhecer. NOVA ORLEANS Adorei a cidade. É tranquilo chegar de carro até lá, mas, claro, GPS é indispensável. A estrada é muito boa e bem sinalizada, mas quando chega perto da cidade é uma infinidade de saídas, entradas e muitos carros que fica quase que inviável de algum turista se achar – isso sem falar em se locomover dentro da cidade. Assim que chegamos, avistamos da entrada o Superdome, que é um estádio de futebol americano gigantesco. Não conseguimos entrar nele, pois não tinha visitação – pelo menos no dia em que fomos (já que a moça da bilheteria não sabia informar e mandou perguntar ao segurança). Uma das coisas que mais me chamou atenção foi a quantidade de mendigos na cidade. Não que a minha cidade (Porto Alegre) não tenha nenhum, mas é que estávamos numa cidade do interior do Mississipi, onde tudo é bonito e organizado – e, pelo menos na parte onde circulamos, não havia uma pobreza explícita… No mais, a cidade é muito bonita, principalmente a região do rio Mississipi. Essa parte turística é de fácil acesso e com bastantes estacionamentos públicos – o que facilita bastante as coisas. Essa parte da cidade é super segura, não tem problema de assaltos – as pessoas andam tranquilamente pelas ruas sem serem incomodadas. Em um raio de 1Km tem um monte de atrações, a começar pela orla do Mississipi. O local e muito bonito, com vários parques e atrações. Pode-se jantar em um barco histórico que sobe o rio ao som de jazz (se não me engano custava US$ 120) ou nos restaurantes que tem na volta (Bubba Gump, Hard Rock, cachorro quente, etc.). Há poucos metros, defronte à Catedral, fica a Jackson Square, onde vários músicos se apresentam, pessoas leem a mão, fazem voodoo… Ou seja, tem pra tudo que é gosto! Uma das partes da cidade que mais gostei foi a famosa Bourbon Street, no coração do French Quarter. É uma rua fechada (à noite) pela polícia que se estende por alguns quilômetros. Nela há vários bares, shows, gente de todo o tipo. Ela é bem democrática: tem desde restaurantes familiares a puteiros! Nas ruas paralelas também tem bastante coisa interessante. Vale se aventurar por lá, mas não muito longe! Quase todas as atrações têm entrada grátis. Jantamos hambúrguer em um restaurante. É uma pena que não me lembro do nome dele (sei apenas que fica em uma esquina, na mesma rua do Bubba Gump), pois, certamente, não recomendaria! Fomos muito mal atendidos pela garçonete. Fiquei na dúvida quando fui fazer o pedido, e ela disse que não falaria mais comigo, apenas com um dos meus amigos, porque não sabia falar inglês! Hahahaha. Mas acho que o problema era só comigo, pois ela ficou brava quando eu pedi para ela me trazer mais refrigerante! Quase pedi desculpas, pois achei que ela estava lá para atender os clientes… É, sem sobra de dúvidas, uma excelente cidade. Talvez a melhor que conheci na viagem, pena que passamos apenas um dia. ORLANDO Fizemos o trajeto Hattiesburg-Orlando de carro (alugado). Uma dica que dou é, caso vocês aluguem um carro em um estado e entreguem em outro, aluguem apenas para fazer esse trajeto, pois, assim, as taxas (dos dois estados) incidirão sobre o valor daquele período necessário para fazer a viagem. Exemplo: nós alugamos um carro por cinco dias em Hattiesburg, entregamos ele, alugamos outro por apenas um dia (só para fazer a viagem) e na Flórida alugamos outro por dez dias. Nesse caso, os impostos (do Mississipi e da Flórida) incidiram apenas sobre uma diária (e não sobre o valor dos 21 dias – se alugássemos um carro para toda a trip). A viagem foi bem tranquila. Nem preciso falar que a estrada é excelente. Mas o que impressiona é a estrutura de apoio. De tantos em tantos quilômetros há locais de descanso, com grandes áreas de estacionamento, máquinas para vender lanches e banheiros. Certamente dá para fazer uma viagem longa, como a nossa (12 horas)! Chegamos em Orlando (na verdade ficamos hospedados em Kissimmee) passando da meia-noite. Alugamos uma casa por meio de uma agência de viagens aqui de Porto Alegre. A casa, bem grande, confortável e mobiliada, e que ficava em um condomínio fechado bem localizado, saiu muito em conta (R$ 300,00 por pessoa, sendo que estávamos em sete). Se fossemos para um hotel bom, iriamos gastar pelo menos uns R$ 1.200,00 por esses mesmos dez dias. Isso sem contar o fato de podermos comprar comida em supermercados (lá tem Walmart em praticamente todos os lugares) e fazer em casa. Assim comemos algo saudável e, acreditem, muito mais barato! Se fossemos comer em restaurante (que serve comida, e não lanches) numa região turística como aquela se gasta muito. Para se ter uma ideia, comemos em um buffet asiático e gastamos em torno de US$ 30,00 por pessoa. Passamos, como disse, dez dias lá e cada um desembolsou a bagatela de US$ 30,00 com toda a comida e bebida – e isso comendo do bom e do melhor: carne, galinha, massa… Compramos tanta comida que deixamos um monte dela com o vizinho (pessoal do Chile que também estava passando férias). É claro que, por mais turística que a cidade seja, há lugares onde se come bem e barato, e certamente há dicas aqui no Mochileiros, mas, como nosso tempo era curto, não saímos para procurar ou pesquisar tais locais. O lanche nos Estados Unidos é barato. A pizza grande da Domino's, por exemplo, custa mais ou menos US$ 15,00. McDonald's, Burger King e Outback seguem a mesma faixa de preços. Aproveitamos a estada para conhecer alguns parques da Disney (Magic Kingdon, Epcot Center, Hollywood Studios, Animal Kingdon), da Universal (Island of Adventure e Universal Studios) e o Busch Gardens. O primeiro parque que visitamos foi o Busch Gardens, que fica a pouco mais de uma hora de viagem de Orlando. Foi, junto com os da Universal, o parque que mais gostei. É, de longe o mais radical de todos, com várias montanhas russas. Mas também há atrações para crianças e uma vasta área com animais e possibilidade de fazer um safari (pela terra e/ou por um teleférico). Para quem, como eu, é fã de montanha-russa, é um prato cheio! O ingresso para um dia no Busch Gardens foi US$ 87,73. Lá dentro comprei um lanche, que era um prato principal, bebida e sobremesa (por US$ 9,98). Nós compramos os ingressos para os parques da Disney no Walmart, que é um local autorizado de vendas. Gastamos a bagatela de US$ 254,66 para aqueles parques que falei antes. Há algumas lojas (não oficiais) que vendem ingressos por um preço mais barato. Pelo o que eu entendi, eles compram ingressos de pessoas que não conseguiram usar todos os dias (ex.: compro ingresso para realizar três visitas, mas faço apenas uma) e revendem. Não sei como funciona ou se é confiável, portanto não tenho como opinar, mas PRESUMO que não seja falcatrua, pois, caso contrário, não estariam operando tão na vista! Cada parque da Disney possui um tema: o Epcot é mais futurista e tem uma parte com vários países, o Animal Kingdon é voltado para os animais, o Hollywood Studios para os filmes e o Magic Kingdon é aquele da Cinderella. Mas, embora haja essa temática, todos eles têm vários pontos em comum: montanha-russa, espaço para criança, "atração molhada", etc. Ou seja, é difícil sair sem gostar de alguma coisa! Os parques da Universal seguem mais ou menos o mesmo estilo dos parques da Disney, mas com uma proposta diferente. Pareceu-me que os dois parques são dedicados a um público um pouco mais velho do que o da Disney, talvez por causa que há vários personagens da Marvel (que atingem um público de adolescente pra cima). Mas, claro, também há atrações para todas as idades. Os parques igualmente possuem aquelas atrações para agradar a todos, mas, na minha opinião, o grande diferencial são os brinquedos 3D (na verdade 4D), em especial os do Homem Aranha, Simpsons e Harry Poter. As pessoas ficam em um "carrinho" preso a braços robóticos que o movimentam e com uma tela gigantesca à frente (além de óculos 3D). Os movimentos criados pelo brinquedo, juntamente com a tela gigantesca, óculos e efeitos (como som, vento, água e odor) fazem parecer que estamos voando, caindo, correndo e tudo o mais que queiram nos induzir (sendo que praticamente não saímos do lugar)! Simplesmente in-crí-vel. Minha opinião é que iria gostar mais dos parques da Disney se tivesse 15 ou 16 anos no máximo (tenho 28 anos, 27 na época), mas não me arrependo de ter ido a esses parques, pois, já que estava lá (e não sabia quando e se iria voltar de novo), resolvi conhecer – mas, a princípio, não retornaria (a não ser acompanhando os filhos que um dia pretendo ter. hehehehe). Com relação ao Busch Gardens e aos parques da Universal, COM CERTEZA voltarei, pois as suas atrações são excelentes (pelo menos para o meu gosto mais radical). Como vocês devem imaginar, todos os parques são gigantescos, e não é força de expressão! Ou seja: se preparem para caminhar muito (ou alugar um carrinho elétrico). Caso queiram conhecer todas as atrações, recomendo chegar assim que o parque abrir – para não fazer tudo na corrida. Mesmo para pessoas jovens e dispostas, como eu acho que sou (hehehe) a rotina é MUITO cansativa – talvez por termos visitados sete parques seguidos (teve um dia que folgamos para fazer compras!). Quem vai com criança deve ter em mente que em Orlando costuma fazer bastante calor. Fomos no início de maio, que não era o auge do verão e pegamos temperaturas sempre por volta dos 35º. Isso pode ser bastante desgastante para crianças e pessoas mais idosas. Sem falar que todas as atrações fechadas dos parques possuem ar-condicionado, que é violentamente frio! Eu que os diga, pois visitei uns quatro parques com febre de uns 39º! Chegava animado, mas umas duas hora depois estava meio malexo e no final do dia completamente acabado! E isso que estava me entupindo de remédios! É permitido que as pessoas levem lanche e água para os parques, o que é uma opção para comida saudável, que não tem em muito variedade nos parques. Mas, caso queiram comprar a comida por lá, tem bastante variedade – restaurantes, lanches, comidas de vários locais do mundo, etc. Como disse, fomos no começo de maio. Segundo uns americanos com os quais falei, essa é a melhor época, pois não é tão quente e os parques não estão tão cheios (já que as escolas ainda estão em aula). Fui para lá sabendo que iria esperar muito para andar nas atrações mais concorrida, mas, para minha surpresa, dava para contar nos dedos as atrações que nos fizeram esperar bastante – mas nunca ficamos mais do que 40 minutos na fila (o que pra mim está bom). Na Disney há o fastpass que é um esquema onde você vai até a atração, retira gratuitamente um ticket onde está impresso um intervalo de horário onde você retorna e não pega a "fila comum", mas a do fastpass (que é bem menor). Outra dica legal é usar o "single rider", que é uma fila, muitíssimo menor do que a comum, utilizada para ocupar aqueles lugares vazios nas atrações (ex.: a montanha-russa tem dois lugares, mas apenas um foi ocupado pela fila comum, lugar que é ocupado pelo "single rider"). Mas, antes de andar pelo "single rider", recomendo ir pela fila comum, pois tem toda uma história e aclimatação antes da atração, sendo que a fila do "single" passa direto à atração. Bom, finalizados os parques, passemos às compras! Pessoal, moro no Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. Nós, Gaúchos, sempre que podemos, damos uma passada nos "free-shops" uruguaios pra comprar muamba sem imposto. A primeira vez que fui lá me espantei com os preços, que são muito mais baratos que no Brasil. Mas, quando vi os preços nos EUA, aí sim vi o que era barato – chega a revoltar saber que uma camiseta que comprei lá por US$ 10,00 custa R$ 120,00 aqui em Porto Alegre! Em Orlando, fizemos compras no Buena Vista Lake, que é um outlet pequeno, mas com várias marcas boas e conhecidas. Na região de Miami, fomos no Sawgrass Mill, que é um shopping gigantesco. Para terem uma ideia, chegamos lá por volta das 9hs, almoçamos por lá, só saímos quando o shopping fechou (no final era só nós nos corredores. hehehehe) e não vimos ele todo! O bom do Sawgrass é que ele é fechado, ou seja, ar-condicionado para fugir do calor escaldante! Quando chegamos eu via as pessoas andando com malas a tiracolo para guardar as compras (sem medo de errar: 80% delas eram brasileiras). Num primeiro momento (leia-se: antes de olhar os preços) achei o fim da picada, o cúmulo do consumismo. Mas os preços eram tão bons que adivinhem quem teve de comprar uma mala para guardar todas as sacolas de compras! E isso que não sou nem um pouco consumista! Para vocês terem uma ideia dos preços: camisas polo da Tommy por US$ 30, duas camisetas da Nike por US$ 15, camisa da seleção brasileira de futebol por US$ 40, moletom GAP por US$ 24, camiseta Aéropostale por US$ 6, bermuda Ecko por US$ 29 e assim por diante! Sem falar nos perfumes, maquiagens e eletrônicos! FORT LAUDERDALE Saímos de nossa casa alugada em Orlando e fomos a Fort Lauderdale, que fica entre Orlando e Miami. Fomos "no escuro" para lá, pois não tínhamos reservado hotel. Indicaram-nos um (cujo nome não me lembro), e, assim que chegamos na cidade, por volta da 1h da manhã, nos dirigimos ao tal hotel. Ele era de uma grande rede, mas era mais parecido com aqueles motéis (americanos, e não brasileiros! ehehhe). Não saí do carro, mas o pessoal resolveu não ficar porque, a funcionária foi BEM mal-educada – querem ir para os States? Então se acostumem! (mas, claro, há pessoas bem-educadas). Passamos por mais uns dois hotéis até chegarmos no Comfort Suites, que foi o hotel onde nós ficamos. Ele é muito bom e tem um ótimo custo-benefício. Não lembro quanto era a diária, mas era um preço acessível, sem falar que havia café da manhã incluído. Sempre achava graça quando a imprensa falava que um jogador de futebol (não me lembro o nome) abandonou o clube no qual jogava e voltou para o Brasil porque não tinha feijão lá. Achava isso um absurdo (talvez até seja, mas agora passei a não julgar tanto as pessoas). Acontece que, depois de duas semanas sem comer arroz e feijão, já estava tendo crises de abstinência! Hahhahaa. Toquei no assunto do feijão porque na frente do hotel, do outro lado da rua, tem um restaurante cubano chamado Pollo Tropical, onde vendem arroz, feijão, galinha assada (1/2 frango), batata e salada – e o melhor: tudo isso por mais ou menos US$ 5,00! Uma verdadeira pechincha. A comida é MUITO boa, almoçamos lá uns quatro dias! Do lado do hotel tem um Taco Bell. Não comi lá, mas me falaram que tem alguns pratos bons. Se quiserem fast-food bom e barato (tirando as porcarias de McDonald's, Burger King e cia), recomendo a pizza da loja de conveniências 7eleven, que custa US$ 1,00 a fatia, sendo que a pizza grande sai por US$ 8,00 (oito fatias). Eu sou tarado por pizzas, e não tenho dúvidas em afirmar que essa foi uma das melhores que comi (com certeza o melhor custo-benefício). Não dá para acreditar que aquela pizza tirada do freezer fique tão gostosa em alguns minutos de formo… Já tinha ouvido falar na cidade de Fort Lauderdale, mas não sabia o que tinha de bom para fazer lá. Meus amigos falaram que tinha praia, mas não tinha ideia de como seria. Como adoro praia, resolvi ver como era. Para minha surpresa, a praia era demais! Limpa, organizada, bem estruturada, areia branca e mar calmo, verde e limpo. A primeira praia que fomos foi Las Olas; a segunda, Deerfield Beach (que, na verdade, é uma cidade). Las Olas fica em uma região com bastantes canais, onde os "pobretões" atracam seus iates gigantescos defronte suas mansões. É uma região muito linda! Deerfield Beach é mais movimentada e não tem uma cara tão residencial quanto Las Olas. Sem sobra de dúvidas: vale uma passada em alguma praia da região, que não deixam nada a dever às melhores praias brasileiras. Quanto à vida noturna, recomendo fortemente uma passada no Hard Rock Cassino de Hollywood (da Flórida, e não da Califórnia). Fomos de dia para conhecer a jogatina e estrutura. Mas, quando meu amigo disse que iriamos passar lá para ver como ele ficava de noite, não tinha ideia do que iria ver! O lugar é simplesmente sen-sa-cio-nal. É uma Lapa mais organizada (cariocas: não fiquem bravos comigo, acho a Lapa – e o Rio – um dos locais mais fascinantes do mundo!). Pessoas por todo o lugar. Negros, brancos, latinos, todos juntos e misturados. Gente de várias classes sociais! E isso tudo que falei é na parte externa ao ar livre do cassino (onde não se paga para entrar, basta se identificar). Se as pessoas desejarem, podem se aventurar em algumas das várias boates que rodeiam o lugar, ou até mesmo em um dos barzinhos disponíveis. Nem preciso dizer que o lugar é super seguro, perguntei para o meu amigo (que mora nos EUA) se tinha muita confusão lá, e ele me respondeu: "não, porque eles sabem o que acontece quando fazem besteira aqui no cassino!" hahaha. Enfim, vale muito a pena dar uma passada por lá! MIAMI Pessoal, Miami foi uma das cidades em que menos ficamos. Passamos pouquíssimo tempo por lá, e, então, conhecemos pouca coisa. O que posso falar é que a região turística é muito boa (quanto à segurança, infraestrutura, etc.). Passamos uma manhã em South Beach, onde almoçamos (preços razoáveis, já que ficamos em um restaurante à beira-mar). Não deu para aproveitar a praia, porque o dia estava feio, além de ter caído um temporal. Fora da área mais turística, a cidade não é tão glamorosa. Fomos ao bairro cubano (procurando uma festa tradicional que acontecia por lá, mas fomos no dia errado), que estava bem sujo e maltratado – inclusive o McDonald's (o mais sujo que vi na vida). Num outro dia fomos a Bayside, que é uma área que fica ao lado do mar. É um local com um mini shopping e vários barzinhos. Lá tinha um show de rap e também um de danças latinas (a cantora era brasileira). Existe ainda um atracadouro de onde saem navios para passeios pela região. Apenas me lembro de dois passeios: um era para ver casas de famosos (muito caro) e outro numa lancha de corrida (não olhei quanto era). Uma das coisas que mais me arrependi na viagem foi a de não ter feito um cruzeiro para a Bahamas. Ela fica praticamente ao lado da Flórida, e os cruzeiros para lá são "praticamente de graça". Vários amigos fizeram e me recomendaram. Pelo que eu pesquisei, eles saem por volta de US$ 300,00 (e até menos) com comida e bebida inclusa. Não me entendam mal, R$ 600,00 é muita grana, o que quero dizer é que para quem está nos EUA e já gastou bastante dinheiro, que gaste mais um pouco para conhecer um belíssimo país! Bom, pessoal, essa foi a síntese da minha viagem. Procurei fazer de forma mais detalhada possível, colocando todos os pontos que causaram dúvidas em mim e que poderiam. Desculpem o tamanho do relato, mas espero ter ajudado vocês. Qualquer dúvida, estou à disposição! Próxima viagem? Europa! Alguém se anima! Abraços!
  50. 1 ponto
    Ola friends, Segue um relato de viajem que fiz recentemente pelas Américas. Na verdade o propósito foi trabalho mas como o sangue mochileiro corre nas veias acabei aproveitando a oportunidade e fazendo um pequeno tour por alguns países que ainda não conhecia. Enfim... A empresa pela qual trabalho está localizada (matriz) em Houston no Texas, Estados Unidos e conforme citado acima o propósito da mesma foi um trampo a ser feito la em Houston. Saí de São Paulo numa tarde de Sexta-feira final de Agosto voo direto até Houston e pago pela empresa claro, o que é melhor ainda rs rs. Em Houston cheguei bem cedinho e após toda a burocracia e demora para sair de um aeroporto americano me deparo com um verdadeiro forno ao ar livre quando cruzei o portão de saída para fora do aeroporto. 43 graus e sem praia, calor seco! Houston tem um clima terrível nessa época do ano (verão deles) e confesso que só senti a mesma sensação em Asunción, Paraguai uma vez em que lá estive também na época de verão (do nosso hemisfério nesse caso). Enfim, peguei um taxi ate o Hotel e nesse caso como eu estava pela empresa não tive muito o que me preocupar em termos de grana. Mas aí vai a dica caso alguem passe por lá mochilando. Houston não se usa praticamente nenhum transporte além de carro e muito menos se anda nas ruas (verdadeiras rodovias). Um taxista definiu muito bem essa relação com a seguinte frase "a man in Houston without a car is just like a man without his dick". Portanto carro é necessário e sem dúvida alugar sai mais barato alem de não ter que depender da boa vontade dos taxistas de lá que sempre atrasam ou até mesmo te largam esperando e não aparecem quando vc chama. Horrível o serviço de taxi por lá. Após check in no Residence Inn (do grupo marriot) fui para o rolê na cidade. Adivinha como? De carro, por motivos citados acima. Em pleno Sabado comecei pelo Downtown que mais parecia uma cidade fantasma ou cidade dos carros. Impressionante como não vi absolutamente ninguem caminhando pelas ruas. É o sistema americano sim, ja tinha visto isso em Chicago por exemplo, mas Houston e demasiadamente sem emoção. Visitei um tal de Aquarium downtown que tinha la algum interesse e percorri o centro. Tambem estive num estádio de football (que mais parecia um shopping center) e tentei achar algum ponto de interesse por lá. Porém sem sucesso. Um lugar bem, mais bem meia boca e que se depender de mim não voltaria mais para lá a não ser por força de trabalho (recomendo o mesmo para quem pensar em ir para lá caso esteja nos EUA). Vai perder tempo. Já no segundo dia saí de la e rodei pela grande Houston para visitar a Nasa, um passeio mais interessante que o dia anterior e tambem aproveitei para conhecer o Golfo do México. Esse foi o fim de semana em Houston e seguramente já foi muito pois o lugar não oferece praticamente nenhum atrativo e principalmente não tem emoção o que não combina com mochileiros. Vale destacar que os preços eu achei bem razoáveis e meio que pau a pau com São Paulo por exemplo, se bem que dolar deu uma subida agora mas na época há 2 meses atras estava baixo. Enfim, pouco posso dizer de Houston só me restou trampar a semana inteira e aguardar o fim se semana que certamente ja estava definido: "fora de Houston"! Durante essa semana, vale destacar que deu para ver bem a força mexicana e latina em geral por lá e ouso a dizer, se vc estiver por aquelas bandas e não falar ingles ou seu ingles for zuado, não ser preocupe pois o espanhol funciona bem nessa região do Texas. Enfim, chegou a nossa santa sexta-feira e era hora de fazer algo no fim de semana. A idéia original era New York mas um tal de furação Irene atingiu a costa americana inclusive New York o que me fez mudar de planos. Troquei York por Orleans e New Orleans, a cidade dos blues e do jazz, famosa infelizmente tambem por ter sido devastada há uns 6 anos pelo Katrina e conhecida também por ser a cidade dos negros americanos. Mas antes vamos encerrar a sessão Houston com o video abaixo que vcs poderão ter uma idéia de tudo o que foi relatado acima.
Líderes está configurado para São Paulo/GMT-03:00


×
×
  • Criar Novo...