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Mostrando conteúdo com a maior reputação desde 04-07-2020 em

  1. 3 pontos
    Trabalho voluntário no Canadá apos pandemia. O Canal do Youtube RoamingTV estará precisando de alguém para viajar e ao mesmo tempo filmar e editar nossos vídeos pro canal YouTube após pandemia. Com todo esse problema da pademia acabamos ficando sem nosso cameraman agora precisamos de um novo. A pessoa não necessariamente precisa ser cameraman ou editor de vídeo, podemos ensinar isso assim que a pessoa chega, assim podemos "moldar" a pessoa com o perfil do projeto. Pagamos a viagem pro Canadá (Air Canada), damos hospedagem e comida e viagens. A pessoa em troca trabalha como videomaker, assim como no worldpackers. Minimo 3 meses de viagem. A única coisa que não podemos pagar é o processo pro visto canadense (isso fica a critério do viajante). O canal RoamingTV convida todos os interessados a verem os vídeos do canal e conhecerem bem o que o canal faz antes de entrar em contato. A única experiência que queremos é que a pessoa ame viajar e já tenha viajado ou feito mochilão pelo menos algumas vezes. Se a pessoa já viajou pra fora do Brasil melhor ainda, por causa do processo do visto pro Canadá ser mais sussegado se a pessoa já viajou pra fora. Por que brasileiros? Por que somos um canal Brasileiro, falamos português. Por que não escolhem alguem que já mora no Canadá? Podemos sim escolher alguem que já more por aqui. Porém normalmente uma pessoa que já mora aqui, já tem casa, mora com a família ou já tem um trabalho fixo, escola etc.. Precisamos de alguem que possa viajar com a gente o tempo todo. A pessoa precisa ter equipamento próprio? Não, a pessoa não precisa ter nenhum equipamento, temos todo o equipamento e vamos treinar a pessoa assim que ela chegar no Canadá. Como vai ser feita a seleção? Vamos verificar as redes sociais de cada pessoa inscrita no canal que mostrou interesse no trabalho voluntário (Facebook, Instagram etc). Vamos ver fotos que ela tirou de viagens, videos etc... Se o perfil nos interessar vamos fazer uma entrevista online por zoom ou skype. Se a pessoa for escolhida vamos continuar o contato por email, telefone (whatsapp) para dar andamento no processo. Por que vão selecionar só quem está inscrito no Canal? isso me parece scam só pra conseguir inscritos! Se você está interessado em viajar e trabalhar com a gente, o mínimo que você pode fazer é se interessar pelo canal Youtube.. Se nem isso você estiver interessado como podemos te escolher? Como posso saber se isso é uma coisa séria, se é verdade que vão nos escolher etc.. Além do Youtube somos um programa de Televisão que passa no Canal Travel Box Brazil, temos empresa no Brasil e no Canadá. Se quiser verificar abra sua TV no Canal Travel Box Brazil e procure pelo programa Roaming! Tem mais perguntas mande por mensagem pra gente pelo forum ou pelo nosso youtube ou instagram: RoamingTV
  2. 2 pontos
    RELATO DE VIAGEM Em outubro/2019 realizei uma viagem por uma região pouco explorada pelos brasileiros na Europa. Como tinha poucos dias de férias, o roteiro foi enxuto mas acho que fiquei tempo suficiente em cada cidade. ROTEIRO São Petersburgo (Rússia) 3 dias Helsinque (Finlândia) 2 dias Tallinn (Estônia) 2 dias Moscou (Rússia) 3 dias Caso tenha mais dias é fácil incluir Riga (Letônia) 2 dias e Estocolmo (Suécia) 3 dias Como eu voei de Swiss peguei um stopover em Zurique e aproveitei para conhecer a cidade Outubro já faz bastante frio na região (peguei temperaturas na faixa de 0 a 10 graus), então sugiro fazer esse roteiro até setembro (caso o frio seja um problema para você) Eu gostei muito de todas as cidades, cada uma tem uma pegada diferente. Acredito que a mais dispensável seria Helsinque e a mais imperdível Moscou. CUSTOS Gastei aproximadamente R$6000 em toda a viagem (incluindo a passagem aérea que paguei R$2050 voando ida São Paulo – São Petersburgo (com stopover em Zurique) e volta Moscou – São Paulo (conexão em Zurique) Me hospedei em hostel em todas as cidades, o que torna a viagem mais econômica. Os deslocamentos entre cidades comprei antecipadamente, pois os preços costumam subir se deixar para comprar muito perto (ou na hora). O deslocamento entre São Petersburgo – Helsinque fiz de trem (paisagens lindas na região da Carélia do Sul) pagando 29 euros indo com o TAV Allegro O deslocamento entre Helsinque – Tallinn realizei de ferry cruzando o golfo da Finlândia (embarcação super moderna) pagando 29 euros indo com a Tallink (tem outras empresas que realizam o trajeto) O deslocamento entre Tallinn – Moscou realizei de avião voando pela Aeroflot pagando 140 dólares (com uma bagagem despachada) Eu levei apenas euro (moeda corrente na Finlândia e Estônia) e troquei por rublos para usar na Rússia. Nas próximas mensagens irei detalhar um pouco sobre cada uma das cidades que visitei:
  3. 2 pontos
    @Rafael_Salvador foi muito legal ir para Helsinque e tirar minhas próprias impressões, pois se dependesse da opinião de outros eu nem teria ido rs. Eu não comprei chip para o celular na Rússia, mas pelo que pesquisei é fácil de encontrar (inclusive no próprio aeroporto). Eu consegui me comunicar bem em inglês em restaurantes e pontos turísticos, mas pra pedia informação no metrô ou qualquer outra pessoa na rua é difícil, nem todos falam inglês.
  4. 2 pontos
    MOSCOU Minha última parada seria justamente a cidade que eu tinha maior curiosidade em conhecer. Cidades como Moscou, Roma, Berlim e Atenas são aulas de história em forma de metrópole, onde presente e passado se integram de forma harmoniosa. Há dois grandes aeroportos em Moscou, mas por qualquer um deles que você chegar vai ter um fácil deslocamento, pois ambos possuem um serviço de trem (muito bom) ligando os aeroportos até alguma estação de metrô, a partir dali você consegue ir para qualquer região da cidade, ainda mais em uma cidade muito bem servida de transporte sobre trilhos. Aliás as estações de metrô são um dos pontos turísticos em Moscou e São Petersburgo, são extremamente profundas ( você nem consegue enxergar o final das escadas rolantes, fora a construção individual, cada uma com uma estética e estilo), não sou especialista em arquitetura, mesmo assim fiquei encantado, destaco aqui Komsomolskaya/Teatralnaya. O melhor lugar para se hospedar é nos arredores da Red Square, principalmente próximo à avenida Tverskaya. Me hospedei em um hotel capsula (bem diferente, legal a experiência para quem não é claustrofóbico 😅). A Red Square é o coração de Moscou, sempre lotada de dia e de noite é considerada por muitos (e eu concordo) a praça mais bonita do mundo. Nela estão o shopping GUM (bem luxuoso, só entrei pra olhar – não comprei nada 🤑), o Kremlin de Moscou (ingressos entre 250-1000 rublos) é muito grande você precisa de pelo menos meio período para circular lá dentro, o Museu de história da Rússia (não entrei), o Mausoléu de Lenin e a famosa (e linda) Catedral de São Basílio (ingressos entre 700/1000) um pouco caro, mas vale muito a pena. Ali perto também estão o Parque Zaryadye (se tiver tempo sobrando vale a conhecer) e Alexander Garden é um outro ponto super agradável nos arredores do Kremlin. Moscou possui um centro financeiro em outra área da cidade que me surpreendeu bastante: Moscou City Towers, edifícios modernos e vista incrível do rio. Sugiro atravessar a ponte Bagration (estavam instalando restaurantes e cafés quando fui). É uma boa pedida para o fim de tarde. Um outro ponto que conheci, mas acredito que não seja algo prioritário é a região de Izmailovo: há um Kremlin no estilo shopping, com restaurantes e lazer para crianças (as fotos ficam ótimas), mas após chegar na estação de metrô precisa pegar um táxi ou Uber até lá. Há um mercadão (comprei muitas coisas lá – melhores preços que achei) e há um lindo parque perto desse mercadão (do outro lado da estação de metrô). Também fui até Arbat Street, onde disseram que era tudo muito barato, mas nem achei tão barato assim hehe, foi bom para comprar lembrancinhas. Caso seja vegetariano (ou não rs) indico um restaurante chamado Avocado, ambiente agradável e pratos vegetarianos e veganos muito criativos e saborosos (fui lá 3 vezes hehe) 💚 Eu não senti qualquer situação de homofobia direta, mas claro que não é um país de mente aberta (St. Peter é um pouco mais). Eu acredito que uma pessoa que pensa em conhecer a Rússia tem a mente aberta ao ponto de entender que pessoas no mundo todo vivem de forma diferente. Religião, clima, história e cultura interferem muito no modo de vida de cada pessoa/sociedade e nós viajantes caminhamos por aí para entender um pouquinho de tudo isso. Espero que meu relato tenha ajudado alguém e qualquer dúvida estou à disposição.
  5. 2 pontos
    Não ache que é fácil ficar viajando por ai sem dinheiro ou com pouco dinheiro, na verdade é bem complicado e exige uma disciplina e planejamento muito fortes, se você não tem experiência nenhuma de se virar sozinha, como você acha que vai se virar quando aparecer algum problema ou perrengue durante a sua viagem? Por exemplo, o que você faria se no meio da sua viagem o seu dinheiro acabar e você não tiver dinheiro para pagar por uma cama para dormir ou um prato de comida? Estaria disposta a dormir na rua ou mendigar por um prato de comida na porta de um restaurante? Não ache que arrumar um trabalho vai ser fácil, ainda mais se você nunca trabalhou e não tem experiência em nada... Se você quer ser independente, não dá para ligar para a mamãe ou papai pedindo ajuda a toda hora, você vai ter que se virar sozinha sem entrar em desespero para não acabar vivendo na rua ou se entregando as drogas e criminalidade, pois a realidade nua e crua é cruel, e a grande maioria das pessoas que sai de casa para viajar sem rumo e sem dinheiro, acaba mesmo morando na rua, mendigando ou envolvida com drogas e criminalidade. Mas ser independente e confiante é algo que exige um pouco de experiência e prática, e é algo que se conquista aos poucos, em pequenas atitudes e pequenos passos, um de cada vez. Você mesmo já falou qual é a causa e origem desta situação, enquanto você não mostrar que é independente, que tem maturidade e experiência para se virar por conta própria, a sua família não confiar em você e eles vão ser contra a você sair e viajar por ai sozinha. Conquistar a confiança deles não é algo que acontece da noite para o dia, é um processo lento e demorado, onde você vai ter que demostrar que possui maturidade suficiente para se virar sozinha. Comece com as atividades do dia-a-dia, comece a se oferecer para acompanhar ou fazer as pequenas coisas do dia-a-dia, como por exemplo ir na padaria, no supermercado, depois de algum tempo, a sua família vai deixar você fazer estas coisas sozinhas e ver que você é responsável. A segunda fase é convencer a sua família a deixar você viajar sozinha, mas partir logo de cara para uma longa viagem sem rumo, sem prazo para voltar para casa, sem dinheiro e sem experiência é algo muito radical, que nenhuma família vai concordar nunca, na verdade é até obrigação da família tentar impedir atitudes irresponsáveis como estas. Então comece com viagens curtas, por exemplo viagens de um final de semana, onde você e uma amiga ou alguns amigos vão para uma cidade próxima, passam o final de semana lá, e voltam para casa domingo a noite. É muito mais fácil convencer a sua família a permitir fazer estar viagens curtas, do que uma viagem longa e sem destino. Depois que você tiver feito algumas destas viagens curtas, e ter sobrevivido e voltado para casa sem maiores problemas, e sua família vai perceber que você é independente, responsável e que sabe e virar sozinha, será muito mais fácil convencer eles a permitir viagens mais longas. Também tente arrumar algum trabalho, onde você possa ganhar o seu próprio dinheiro, e consiga provar que pode se sustentar sozinha e puder fazer o que bem entender com o seu dinheiro, sem ter que dar satisfação de como e onde você está gastando o dinheiro. Claro que devido a epidemia do COVID que está bem grave na maioria das cidades, estas viagens curtas de final de semana, sair mais de casa para fazer as coisas na rua e arrumar um trabalho são coisas que você vai ter que esperar um pouquinho para fazer, pois neste momento é hora de ficar em casa e sair o minimo possível, para que a epidemia seja controlada logo e possamos voltar a normalidade. Eu também estou me sentido meio "prisioneiro" depois de 3 meses trancado em casa, saindo praticamente só para ir no supermercado uma vez por semana, mas é um sacrifício que temos que fazer nesta hora para que a situação melhore logo. Ou seja, conquistar a confiança da sua família é um processo lento e demorado, que inclui vários pequenos passos que você vai ter que cumprindo até que eles se sintam seguros e confiantes na sua capacidade de se virar sozinha, mas isto é algo que só você pode fazer, ninguém alem de você mesma pode fazer algo para mudar isto.
  6. 2 pontos
    Pessoal, apenas como feedback já que comentei meu caso por aqui: A Decolar ofereceu para mim faltando menos de 10 dias pra minha viagem a opção de ser ressarcido o valor total da hospedagem em um cupom para uso com eles posteriormente ( não que seja a melhor opção porém já é uma alternativa válida, visto que será o valor cheio do gasto com a hospedagem). Quanto a passagem foi oferecido a possibilidade de deixar em aberto para remarcação até 30 de junho de 2021 ( Tmb não é a melhor opção pois a data da viagem seria em julho já que são férias escolares e dois dos envolvidos são professores) porém já é uma atitudade sensata por parte da empresa. Resumindo, achei que a decolar agiu de forma prudente até certo ponto e não estou insatisfeito com as opções, pois achei que pudesse até perder. A falta de informação, possibilidade de contato via fone ou presencial é sofrível, pois viramos reféns de um sistema muitas vezes falho, e as informações muitas vezes vagas! Porém fiquei satisfeito com o proposto.
  7. 2 pontos
    26/01 – Ida definitiva para Paris Último dia em Tours e, enfim, iríamos definitivamente para Paris. O trem já estava confirmado. O trecho de Tours à Paris foi um dos menos afetados pela greve, então não me causou muita preocupação. Acordamos um pouco mais tarde e fomos tomar café da manhã no hotel pela última vez. Depois ficamos matando tempo no quarto, pois o trem só sairia 12h34. Fizemos o check-out perto de 12h00 e acertamos o valor das taxas turísticas e café da manhã, que deu 54,20 euros para duas pessoas. A viagem entre Tours e Paris dura pouco menos de 1h. A passagem havia sido comprada no Brasil por 14,60 euros por pessoa. Desembarcamos na Gare Montparnasse. Como era um pouco distante do hotel que escolhemos para ir caminhando puxando as malas, pegamos um Uber. O motorista era um senegalês bem simpático. Gostava de futebol e meteu pau no Neymar. A viagem deu 11 euros, mas como causei transtorno para ele por ter embarcado no carro em local não permitido, dei 20 euros ao todo. No começo ele achou estranho, mas expliquei para ele o porquê e ele aceitou feliz o valor a mais. Pegamos quatro diárias no Familia Hotel. Foi com certeza o hotel mais simples da viagem, mas a diária saiu por um preço bom para o padrão intramuros de Paris, os quartos, apesar de pequenos, eram aconchegantes, havia elevador, e o mais importante, estava numa localização boa. Fica no 5º arrondissement, perto de duas estações de metrô e com vários restaurantes e atrações acessíveis a pé. Todas as diárias saíram por 1886,66 reais, pagos ainda no Brasil. Como já era perto de 14h00, não tínhamos muita esperança de achar um restaurante próximo que ainda estivesse servindo almoço. Felizmente, praticamente ao lado do hotel havia um restaurante americano chamado Breakfast in America que funciona em horário corrido. O local estava lotado. Esperamos um pouco e entramos para comer. Ainda estavam servindo o cardápio do café da manhã, que vale por um almoço. Eu e minha esposa pedimos uns combinados que vinham salsicha, bacon, ovos, panquecas e outras coisas, bem no estilo americano. Era muita comida. Com as bebidas a refeição saiu por 40 euros. Com a barriga extremamente cheia, fomos para a estação de metrô Cardinal Limoine. Compramos os tickets nos guichês eletrônicos. Tem um combo que 10 tickets que saem por 1,69 euros cada, contra 1,95 euros do preço normal. O metrô parisiense é enorme. Possui várias linhas, mas o Google Maps ajuda bastante quais delas pegar para chegar mais rápido no destino ou fazer menos baldeações. Iriamos para a estação Charles de Gaulle – Étoile, uma das mais próximas do Arco do Triunfo, local de começo do nosso passeio. No caminho, uma breve visão da Torre Eiffel. Não tínhamos intenção de subir no Arco do Triunfo, então ficamos contemplando ele a partir Av. des Champs-Élysées e tiramos algumas fotos. Depois seguimos pela avenida na direção da Place le la Concorde. Há muitas lojas no local, mas nem todas são de grifes, como eu imaginava. Caminhamos com tranquilidade e entramos em alguns estabelecimentos. Aproveitamos também para tomar sorvete na Häagen-Dazs. Já era noite quando chegamos na Place le la Concorde. Ficamos admirando o local, apreciando o Obélisque de Louxor e observando de longe a Tour Eiffel, que brilhava espetacularmente. Pretendíamos também entrar no Jardin des Tuileries para sair no Museu do Louvre, mas como o local estava mal iluminado, achamos melhor deixar para outro dia. Perto das 19h00, fomos para a estação de metrô Concorde e voltamos para próximo do hotel. Antes de subir e descansar, passamos em um mercado para comprar água e depois decidimos jantar, novamente no Breakfast in America. Dessa vez provamos os hambúrgueres do local. Deliciosos e bem servidos. A refeição para o casal saiu por 29,30 euros com as bebidas. Gastos do dia: 54,20 euros de taxas e café da manhã no Hotel Kyriad Tours - Saint Pierre des Corps 29,20 euros em duas passagens de trem Tours -> Paris (R$ 146,97) 20 euros de Uber até o hotel de Paris 1886,66 reais em quatro diárias no Familia Hotel 40 euros de almoço no Breakfast in America 16,90 euros em 10 tickets do metrô de Paris 8,60 euros em dois sorvetes Häagen-Dazs 2 euros em mantimentos no mercado 29,30 euros em jantar no Breakfast in America 27/01 – Dia de conhecer a Torre Eiffel O dia hoje seria para conhecer o Hôtel des Invalides e a Torre Eiffel. Devido ao cansaço acumulado da viagem, acabamos acordando um pouco mais tarde. Tomamos café da manhã no próprio hotel, que não estava incluído na diária. Não era buffet livre. Os funcionários traziam na mesa as bebidas quentes, suco, croissant, biscoitos, geleias e outras coisas. Não foi o melhor da viagem, mas valeu pela comodidade. O tempo estava nublado e algumas vezes caiam pancadas de chuva. Seguimos para a estação do metrô às 10h30. Descemos na estação Varene, em rua lateral ao Hôtel des Invalides. O ingresso comprado na hora saiu por 12 euros por pessoa. Era uma das atrações que eu mais esperava na viagem. Sou fanático por história medieval e sabia que o museu contava com um vasto acervo sobre o tema. Mas com certeza o que mais me impressionou foi o acervo das duas Grandes Guerras Mundiais. A forma como são exibidas as peças deixa qualquer amante da história arrepiado. Elas retratam os acontecimentos no mundo que antecederam a Primeira Guerra Mundial até chegar à Segunda Guerra Mundial, mostrando as várias etapas dos conflitos e as frentes de batalha em uma ordem cronológica perfeita. Confesso que ver tudo aquilo me emocionou, tanto por ver nossa história quanto por imaginar o sofrimento que as pessoas passaram com tudo aquilo. Demos uma pausa no passeio e, para não perder tempo, almoçamos no Le Carré des Invalides, restaurante localizado dentro do complexo que compõe o Hôtel des Invalides. A comida não era grande coisa. Estava mais para um “bandejão”. A refeição para o casal saiu por 28,30 euros. Faltava ainda visitar a Tumba de Napoleão Bonaparte. Pela grandiosidade do local vê-se a importância que o cara tem para a França. No fim, um passeio que estimei durar pouco mais de uma hora, durou três horas. E se pudesse ficaria muito mais tempo lá, mas tínhamos horário marcado para subir na Torre Eiffel. Fomos então caminhando para o Campo de Marte. Nessa hora a chuva deu uma trégua. Seguimos na direção da Torre Eiffel. Enfim pudemos apreciar com calma toda a beleza da Dama de Ferro. Tiramos várias fotos. À medida que nos aproximávamos da Torre, os ambulantes incomodavam cada vez mais, insistindo em vender seus produtos. E foi assim durante toda a permanência ao redor da torre. O horário agendado para a subida na torre era 16h30. Aproveitamos então para admirá-la a partir do Jardin du Trocadéro. Infelizmente a chuva voltou e com um pouco mais de força. Resolvemos então tentar a sorte e ir para a entrada da torre antes do horário. Cada ingresso custou 16,60 euros, comprados pelo internet, com direito a acessar por elevador o segundo andar. Não disponibilizaram ingresso para o terceiro andar no período da viagem. Não descobrir com certeza o motivo, mas parece que o ponto mais alto da torre estava passando por reformas. É possível subir até o segundo andar também por escadas. Paga-se um pouco mais barato por isso, mas o elevador foi uma mão na roda, ainda mais nessa altura da viagem em que eu já tinha passado dos 100 km de caminhada. Foram 150 km durante toda a viagem, segundo a smartband que uso. Já no segundo andar, cada vez tinha mais certeza que não conseguiria ver o por do sol por conta do clima. Restou torcer para a chuva dar uma trégua, pois até tirar fotos do lado de fora estava difícil. Mas mesmo com o tempo desfavorável, era possível notar a beleza da cidade de cima da torre. Dava para observar o Jardin du Trocadéro, Campo de Marte, Hôtel des Invalides, Notre Dame, Arco do Triunfo, Basílica de Sacré Cœur e outras atrações. Quando escureceu a chuva voltou a aliviar de novo, e a cidade ficou ainda mais bela. Que espetáculo! Ao ir embora da torre, resolvi descer pelas escadas, enquanto minha esposa e as companheiras foram pelo elevador. Não se tem nenhuma visão privilegiada indo pelas escadas, mas é interessante para ver como é a estrutura da torre mais de perto. Procuramos jantar nos arredores da Torre. Fomos ao restaurante Il Grigio, de comida italiana. A vitrine não é muito chamativa, mas a comida é gostosa e o preço não é um assalto para a localização. Para duas pessoas saiu por 41,50 euros com bebidas inclusas. Fomos para a estação do metrô École Militaire e retornar ao hotel para descansar. Nesse dia percebi que os brasileiros, que eram escassos nas outras cidades que visitei, estavam aos montes em Paris. Na Torre Eiffel então, dava a impressão que eram a maioria. Gastos do dia: 24 euros em dois ingressos para o Hôtel des Invalides 28,30 euros em almoço no Le Carré des Invalides 33,20 euros em dois ingressos para a Tour Eiffel (R$ 167,44) 41,50 euros em jantar no Il Grigio 28/01 – Palácio de Versalhes Acordamos bem cedo hoje. Iríamos visitar o Palácio de Versalhes e queríamos chegar cedo para evitar muitos turistas. Por comodidade tomamos café-da-manhã novamente no hotel. Às 08h00 já estávamos na rua para pegar o metrô e depois o RER para a Gare de Versailles Chateau Rive Gauche, a mais próxima da entrada do Palácio de Versalhes. A linha, a RER C, era a mais problemática durante a maior parte da greve. Quase sempre estava paralisada. Mas felizmente, desde que retornamos para Paris, a greve não nos incomodou mais. Comprei duas passagens com destino à Gare de Versailles Chateau Rive Gauche usando a máquina automática da estação de metrô próxima ao hotel. Cada uma saiu por 3,65 euros. Quando chegasse à estação do metrô que eu precisava descer para pegar a conexão do RER C, imaginei que teria que seguir as placas e já estaria na plataforma aguardando o trem. Mas não foi isso que aconteceu. Tivemos que sair da estação de metrô e entrar na estação do RER C, tudo sinalizado, mas foi necessário passar por nova catraca de validação de passagem. E a nossa já estava validade da estação do metrô. Pra evitar qualquer tipo de multa, preferi comprar mais duas passagens do RER C. Chegamos a Versalhes por volta de 09h00. Os ingressos para o Palácio foram comprados ainda no Brasil, ao custo de 20 euros por pessoa. Depois de uns 10 minutos caminhando, estávamos na fila para quem já tinha o ingresso. E que fila! Se estava assim na baixa temporada, imagina na alta. Depois de 30 minutos pegando um vento forte, finalmente entramos no Palácio. Que lugar maravilhoso. É incrível a riqueza de detalhes das paredes, teto, dos móveis... A Galeria dos Espelhos é provavelmente o local mais espetacular do interior do Palácio. Cerca de uma hora e meia depois, fomos para o lado de fora do Palácio. A temperatura não era tão baixa. Estava na casa dos 10 ºC, mas o vento causava uma sensação muito ruim. Era forte e constante. Não deu trégua durante todo o passeio. Minha esposa, que resolveu ir sem cachecol porque tinha sol, sofreu bastante com isso. Os jardins são imensos, mas por conta do inverno várias esculturas e plantas estavam cobertas, o que deixou a paisagem um pouco sem graça. As fontes, espetaculares, estavam desligadas, mas pelo menos estavam descobertas. Os espelhos d’água são enormes. Para fugir do vento, entramos no restaurante La Flottille, localizado nos jardins do Palácio, antes de começar a servirem o almoço. Pedimos um café para esquentar um pouco o corpo. E a calefação no local também foi um alívio. Pontualmente ao meio dia iniciaram o serviço de almoço. Nesse dia chutei o pau da barraca e comi muito. Para mim, pedi um prato com carne de pato e um “foie gras” para experimentar. O pato estava delicioso. O “foie gras” não era ruim, mas não era algo que dava prazer em comer. Ainda tomei parte da sopa da minha esposa. A conta do casal saiu por 60,30 euros. Perto do restaurante passava o Petit Train Trianon, que roda todo o complexo do Palácio de Versalhes. Queríamos ir ao Grand Trianon. Não estava longe do restaurante, mas depois teríamos que fazer todo o percurso de volta ao Palácio a pé, e com o vento forte não seria algo tão prazeroso. Infelizmente não era possível comprar o ticket direto com o condutor, que era vendido apenas no quiosque próximo do Palácio. O preço por pessoa é de 8 euros. Embarcamos no Petit Train e alguns minutos depois estavam no Grand Trianon, um palácio menor que Luis XIV mandou construir para se isolar da corte. O local é muito bonito, com os cômodos decorados. Vale a pena o deslocamento. E como já estávamos perto, fomos também ao Petit Trianon, que é bem mais sem graça. Após, retornamos com o Petit Train para o Palácio de Versalhes e de lá seguimos para a estação para pegar o RER de volta a Paris. Deixamos o Palácio às 15h00 e ainda era impressionante o tamanho da fila para entrar nele. Fizemos uma conexão com o metrô e às 16h30 já estávamos de volta ao hotel. Ainda dava tempo de fazer alguma coisa, mas o cansaço era maior que a vontade e ficamos descansando no hotel até a hora do jantar. Já era nosso 12º dia de viagem e minhas companheiras, que não são tão corajosas em provar comidas e temperos diferentes, já estavam com saudade da comida brasileira. Fiz uma rápida pesquisa e encontrei alguns restaurantes de comida brasileira em Paris. O que pareceu mais original e um dos mais perto do hotel foi o Sabor da Roça. Ficava a menos de 20 minutos caminhando. Foi nossa escolha. A dona é uma brasileira, que por coincidência cresceu na mesma cidade que eu, Taguatinga/DF. Esqueci o nome dela, mas é uma simpatia de pessoa. Pedimos uma moqueca de peixe, tábua de carnes, pudim e bebidas. Tudo bem gostoso. Minha parte e da esposa saiu por 52,50 euros. Antes de voltar para o hotel, caminhando, paramos em um mercadinho para comprar um pouco de água. Depois, finalmente pudemos descansar. Gastos do dia: 14,60 euros em quatro passagens no RER Paris -> Versalhes 40 euros em dois ingressos para o Palácio de Versalhes (R$ 201,40) 60,30 euros em almoço no La Flottille 16 euros em duas passagens no Petit Train Trianon 7,30 euros em duas passagens no RER Versalhes -> Paris 52,50 euros em jantar no Sabor da Roça 0,75 euros em Água no mercado. 29/01 – Museu do Louvre A única atração definida para o dia seria a visita ao Museu do Louvre, que estava marcada para as 16 horas. Então como não tínhamos maiores obrigações, acordamos mais tarde. Dessa vez não tomamos café da manhã no hotel. Deixamos para comer no Café Le Petit Cardinal, localizado bem próximo ao hotel. Minha parte e da esposa saiu por 10 euros. De lá partimos para a estação de metrô e descemos na região da Rue Bonaparte, onde havia uma loja Citypharma que minhas companheiras queriam conhecer. Orientei-as em qual direção ir a outras lojas depois e segui em uma caminhada solo para conhecer partes de Paris que ainda não havíamos visitado. A primeira parada foi na Église de Saint Germain des Prés, que nem sabia que estava tão perto. Achei-a meio que por acaso, enquanto seguia em direção ao Rio Sena. A entrada é gratuita, então aproveitei para dar uma olhada em seu interior. É a Igreja mais antiga de Paris ainda de pé. Seu estilo, românico, contrasta com um interior bem colorido. Segui para o outro lado do Rio Sena e dei de cara com o Museu do Louvre. É enorme. Tirei algumas fotos externas e segui para o Jardin des Tuileries, agora com luz do dia. O jardim é bonito, mesmo no inverno. Havia bastante gente caminhando por ele. Voltei para o Rio Sena e segui por sua margem até a Île de la Cité. No caminho, muitas pessoas querendo assinatura de petições. São bem insistentes e tentam se comunicar em diversos idiomas. O jeito é ignorar e fingir que eles não estão ali que uma hora de largam. Já na Île de la Cité, minha intenção era entrar na Sainte-Chapelle, mas confesso que a fila que se formava do lado de fora e o custo de 10 euros me fizeram mudar de ideia. Voltei então para a margem direita do rio para poder ver o Hôtel de Ville, a prefeitura de Paris. Retornando à Île de la Cité, enfim pude ver a fachada da Catedral de Notre-Dame de Paris. É uma pena que o incêndio destruiu o local. Com certeza estava na lista dos monumentos que eu mais queria conhecer no mundo. Mesmo destruída ainda havia bastante turistas ao seu redor. Fui para a margem esquerda do Rio Sena em direção ao Le Jardin du Luxembourg. Atravessei-o todo e segui até a Rue de Rennes para se juntar com minhas companheiras. Paramos para almoçar no Le Trait d’Union. A comida era boa. Minhas companheiras pediram uma pizza cada, que era enorme. No fim, comi minha refeição e a pizza da minha esposa. O valor do casal saiu por 40,60 euros. Saímos do restaurante e iriamos bater pé pelas lojas enquanto chegava a hora de visitar o Museu do Louvre, porém a região foi tomada por policiais que se preparavam para uma manifestação por conta da greve que ocorria na França. Para evitar qualquer emoção e chance do metrô ser paralisado, fomos para a estação mais próxima e seguimos para o Museu. Ainda faltava mais de uma hora para o horário marcado no Museu, então ficamos tirando algumas fotos da área externa. Como estava começando a esfriar, fomos até a entrada da pirâmide de vidro pedir para entrar antes do horário marcado. O funcionário liberou sem problemas. Compramos o ingresso no Brasil, ao preço de 17 euros por pessoa. Na época ocorria uma exposição sobre Leonardo da Vinci. Como o valor era o mesmo, incluímo-la no ingresso. O Museu do Louvre é o maior do mundo, contando com coleções diversas, e tem potencial para agradar qualquer pessoa que tenha um mínimo apreço por cultura. Confesso que não tenho tanto interesse em pinturas, mas gosto muito de esculturas e artefatos históricos. E isso o Museu tem aos montes. Na verdade é tanta coisa exposta que é possível gastar o dia todo lá. E não é exagero. Começamos o passeio pela exposição do Leonardo da Vinci. Sinceramente, para quem não é amante de pinturas e suas técnicas, meu caso, a exposição tende a ser bem sem graça. Fizemos uma passagem rápida e seguimos para a exposição permanente do Museu, essa sim espetacular. Por conta do tamanho do Museu, tracei uma estratégia de visitação. O foco era principalmente as seções com artefatos das civilizações da Antiguidade. Também pretendíamos ver a “tal” da Monalisa. Iniciamos pelo setor de Antiguidades Gregas, Romanas e Etruscas. Aqui estão, provavelmente, as mais belas esculturas do Museu. São muitas, e algumas saltam aos olhos de tão impressionantes. Seguindo os corredores chegamos ao setor de Antiguidades Egípcias. Um espetáculo. Podemos ver diversos sarcófagos, esfinges, restos de templos egípcios, estátuas, múmias, papiros, etc. Havia artefatos com cerca de seis mil anos de idade! Eram tantas salas e corredores que às vezes nos perdíamos. Acabamos parando, meio que ao acaso, num setor com diversos artefatos da Idade Moderna francesa, com várias mobílias, artes e joias pertencentes à nobreza da França e seus palácios. Esse setor revigorou as forças da minha esposa para caminhar, que gosta bastante da temática por conta dos diversos seriados de época que ela vê. Encontrar a Monalisa é provavelmente a tarefa mais fácil do Museu. São diversas placas indicando seu caminho. Assim, chegamos à sala onde ela se encontrava. Havia uma fila para poder chegar mais próximo da pintura. Minhas companheiras, que pareciam ser as mais interessadas na obra, não quiseram encarar a fila. Então usei o zoom da câmera e aproveitei minha altura para tirar uma foto do quadro à distância. Minhas companheiras já estavam cansadas, então fiz um acordo com elas. Propus de elas me aguardarem na saída do Museu enquanto eu iria visitar outras seções. Ainda queria ir ao setor das Antiguidades do Oriente Próximo, com coleções das civilizações existentes na Mesopotâmia, Levante e Pérsia. As coleções egípcias eram espetaculares, mas é difícil descrever a sensação que tive ao ver os artefatos do berço da civilização. Senti-me no “fantástico mundo de Pedro”. Desde criança sempre tive um fascínio por tudo isso. Lia enciclopédias sobre o tema desde os seis anos de idade. Ver o código de Hamurábi, exemplares milenares de escrita cuneiforme, restos de palácios persas, esculturas com cerca de nove mil anos de idade, como a Estátua de Aïn Ghazal... Só de lembrar dá vontade de voltar ao Museu o mais rápido possível para poder ver tudo de novo. Depois de mais de 4 horas deixamos o Museu, com a certeza de que não vimos metade do que havia no acervo. Voltarei para Paris um dia, e com certeza haverá um retorno ao Museu do Louvre. Na saída tivemos uma bela visão da área externa do Museu iluminada e da Torre Eiffel, que podia ser apreciada de longe. Cansados e com fome fomos para a estação do metrô. Descemos em uma estação próxima do restaurante Sabor da Roça. Gostamos tanto da comida que resolvemos voltar nele novamente. Dessa vez a refeição para o casal saiu por 40 euros. Depois de finalizada a refeição, ficamos batendo papo por um tempo com o pessoal do restaurante. Já passava das 22h00 quando saímos de lá. Quando chegamos ao hotel aproveitei para organizar nosso transfer para o aeroporto no dia seguinte. Precisei adiantar 32 euros de um total de 72 euros. Obs: aproveito o momento para tecer alguns comentários sobre os “perigos” de Paris. A coisa que mais li foram a respeito foram os batedores de carteira e os golpes “pega turista”. Meu amigo do trabalho que havia ido à Paris dois meses antes de mim disse a mesma coisa. Sinceramente, achei a cidade bem tranquila para o porte dela. De noite nós andamos na região da Torre Eiffel, fizemos a Champs-Élysées até o Jardin des Tuileries, andamos na região do Louvre e também nas ruas próxima ao hotel em que estávamos. Não houve qualquer momento em que nos sentimos ameaçado. E foi assim na França inteira. Se forçar muito a barra, poderia citar as pessoas mal encaradas na Gare Saint Charles em Marselha. Gastos do dia: 10 euros em café da manhã no Le Petit Cardinal 40,60 euros em almoço no Le Trait d’Union 34 euros em dois ingressos para o Museu do Louvre (R$ 170,30) 3,20 Água 40 euros em jantar no Sabor da Roça 32 euros em transfer para o Aeroporto Charles De Gaulle 30/01 – Última dia Diferentemente das outras viagens que fizemos para a Europa, que o voo de retorno foi no início da manhã, nosso voo para o Brasil sairia de Paris apenas às 21h30. Na teoria teríamos o dia quase todo para fazer alguma coisa. Infelizmente o clima não ajudou na maior parte de dia. A manhã começou com chuva. Não era forte, mas o suficiente para atrapalhar qualquer caminhada. Meu plano inicial era acordar bem cedo e pegar o metrô até a estação mais próxima da Basílica de Sacré Cœur, para conhecê-la, e depois voltar caminhando para o hotel. Mas não deu. Fizemos o check-out no hotel e pagamos pelo café da manhã de dois dias e taxas. Perto das 10h00, com a chuva dando uma trégua, fomos tomar café da manhã novamente no Le Petit Cardinal. Minha parte e da esposa saiu por 10 euros. De lá, pegamos o metrô até a estação La Muette. Precisamos comprar mais dois tickets de metrô, ao custo de 1,95 euros cada. A região que fomos possuía algumas lojas de nosso interesse. Conseguimos ir a uma, mas foi só sair dela que a chuva voltou a engrossar. Entramos em uma garagem subterrânea e aguardamos por quase uma hora. Já batendo a fome, procurei um restaurante próximo. Mesmo com a chuva, saímos em disparada e entramos no Restaurant Le Bois. Pedi um prato de carne com molho béarnaise e batatas grelhadas e minha esposa um hambúrguer no prato com acompanhamentos. Tive a chance de experimentar escargot, mas na hora amarelei. A comida estava deliciosa. O atendimento foi impecável. O casal de cozinheiros veio pessoalmente perguntar o que achamos da comida. Mais uma vez o francês preocupado em servir comida de qualidade. A conta deu 58,60 euros para o casal. Como a chuva ainda continuava, desistimos de qualquer programação e pegamos um metrô de volta ao hotel. Ainda queria ir ao Museu do Quai Branly, mas não havia estações de metrô tão próximas para evitar que chegássemos encharcados a ele. No hotel ficamos aguardando por um tempo na recepção. Quando a chuva pareceu ter ido embora de vez, aproveitamos para comprar algumas coisas antes de ir embora. Demos uma passada em um Carrefour próximo e compramos umas 20 barras de chocolates. Tem uns chocolates da marca Côte d’Or que são uma delícia. Infelizmente são difíceis de achar no Brasil, e quando acha custa uma fortuna. Depois segui com minha esposa para mostrar para ela o que sobrou de Notre Dame. Também entramos em algumas lojas de souvenires, onde aproveitei para levar algumas coisas para a família. Às 17h00 nosso transfer chegou ao hotel. No caminho para o aeroporto o motorista passou em outro hotel e pegou um casal jovem espanhol, que não estavam no local na hora marcada. Não sei se eles eram inimigos do banho, mas a moça sentou do meu lado e estava num cheiro de asa terrível. Parecia que não conhecia desodorante. Por conta do atraso do casal, o transfer pegou um trânsito bem pesado. Eles quase perderam o voo. Nós ainda chegamos ao aeroporto com duas horas e meia de antecedência. Depois de passar pelo despacho de bagagem, migração e controle de segurança, finalmente nós estávamos na sala de embarque. Não havia muitos locais para comer, então pegamos uns lanches na loja Relay existente no aeroporto. Às 21h30 coloquei o telefone em modo avião. Já estávamos na iminência de decolar e deixar para trás um país espetacular, e não a toa, o mais visitado do mundo. Gastos do dia: 37 euros de taxa e café da manhã no Familia Hotel 10 euros em café da manhã no Le Petit Cardinal 3,90 euros em duas passagens no metrô 58,60 euros em almoço no restaurante Le Bois 4 euros em transfer para o Aeroporto Charles De Gaulle (72 euros no total) 10,70 euros no Relay do Aeroporto Charles De Gaulle Contabilizando os gastos: Para as despesas pagas em euro em espécie, utilizei a cotação de 1 euro = 4,65 reais para conversão. Considerei 1 CHF = 1 euro para facilitar as contas com as despesas na Suíça em espécie. Para as despesas pagas em euro no cartão, considerei o IOF e o valor de fechamento da fatura. Após o fim da viagem, os gastos totais ficaram o seguinte, lembrando que são relativos ao casal: Hospedagem: 8 CHF + 413,30 euros (220 euros em duas diárias e 193,30 euros de taxas e café da manhã não incluídos na diária) + 4.681,01 reais em 12 diárias pagas no Brasil = 6.640,05 reais; Passagens aéreas: 4.995,38 reais do trecho internacional + 758,62 reais do trecho nacional = 5.754,00 reais Seguro de viagem: 259,02 reais para duas pessoas; Passagens de trem de longa distância: 480,20 euros (194 euros pagos na viagem e 1.456,00 reais pagos no Brasil). Total: 2.358,10 reais; Transporte público e transfer: 129,30 euros de táxi/transfer e 76,30 de metrô/trem = 956,04 reais; Refeições: 68,30 CHF + 847,10 euros = 4.256,61 reais (média de 65,38 euros por dia); Atrações: 7 CHF + 252,20 euros (145 euros pagos na viagem e 539,14 reais pagos no Brasil). Total: 1.245,94 reais; Carro alugado: 225,96 euros (1.146,14 reais) de aluguel + 20,10 euros de estacionamento + 25 euros de gasolina. Total: 1.355,85 / 2 = 677,92 reais; Outros gastos (mercados, celular, água...): 4,05 CHF + 62,27 euros = 308,38 reais. Houve o pagamento de uma diária a mais que o previsto, devido à impossibilidade de chegar a Carcassone. A diária de lá já estava paga e não consegui o ressarcimento. Esse imprevisto também resultou numa compra de passagem de trem adicional. No fim, tive um gasto não esperado de 252 euros, ou 1.171,80 reais. O gasto médio por dia com refeição para duas pessoas ficou ligeiramente mais baixo que da nossa viagem para a Itália. Considerei para as contas 14 dias de viagem. Ficou dentro do valor estimado. As despesas com os carros alugados foram divididas por dois, então somarei no valor total da viagem metade do valor. Somando tudo, a viagem nos custou cerca de 22,4 mil reais para duas pessoas, desconsiderando os gastos com coisas supérfluas que compramos. No fim, dos 2320 euros que levamos em dinheiro, ainda sobrou 190 euros, e o cartão de crédito só foi utilizado para compras de passagens de trem não previstas e despesas extras com o aluguel dos carros. Se retirasse o gasto a mais que tive por não conseguir chegar a Carcassone, o valor total da viagem seria cerca de 21,3 mil reais para duas pessoas. Espero que tenham gostado do relato.
  8. 2 pontos
    Capítulo 6 - Cinqueterre e a realização de um sonho Eram 7:30 da manhã e eu já estava de pé arrumando minha mochila para conhecer Cinqueterre. As cinco cidades foram um dos grandes motivos para visitar a Itália e acabei conhecendo esse destino através de uma foto que vi no Instagram. Na mesma hora, coloquei no meu roteiro e nenhuma outra cidade que acaba fazendo parte de um roteiro padrão (Florença, Bologna, Verona) seriam capazes de me fazer mudar de trajeto. Cinqueterre é formada pelas seguintes cidades: Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso. Todas são bem próximas umas das outras mas cada uma tem características bem particulares, então é obrigatório conhecer a cinco numa visita a região. Para se deslocar entre as cidades, há a opção de fazer trilha, trem (por volta de 3-5 minutos entre cada cidade) e barco (não fiz esse caminho). Tomei café da manhã no centro histórico de La Spezia (€4,50) e segui em direção a estação central, pois lá você compra o ticket (€16) que lhe permite entrar em cada uma das cinco cidades. O bilhete tem validade de 24 horas e acredito que sejam suficientes caso tenha bastante disposição. As cidades são em sua maioria montanhosas, o que faz toda a caminhada não ser tão fácil assim. Bilhete comprado para o trem das 10hrs da manhã, embarquei no trem com destino a Monterosso, a última das cinco cidades. Saindo da estação, tive uma vista que justificou todo o esforço da viagem... é um lugar bem pitoresco, cenário de filme europeu. O mar tem um azul que eu, paulista que quase não vai à praia, nunca havia visto. Mar de Monterosso Depois de andar bastante pelo centro da cidade, peguei o trem com destino à Vernazza. Se Monterosso já é bonito, Vernazza então... caso visite as Cinqueterre, dê um destaque a essa cidade. Achei que havia uma quantidade maior das famosas casas coloridas além de algumas fortificações, onde uma delas é o ponto mais alto da cidades. Aproveitei minha passagem por Vernazza para comer uma focassia, especialidade local (€7). Ainda tomei um sorvete (€3,50) antes de me encarar uma trilha entre as cidades de Vernazza e Corniglia. Em alta temporada há um controle para ter acesso as trilhas mas, quando fui não vi ninguém exigindo ticket. Ao todo, andei 1hr e 20min pelo Parque Nacional, por ora no meio da floresta, ora beira-mar. Com certeza vale a pena deixar o metrô de lado e enfrentar a trilha, que é sinuosa e possui muitos pontos de subida e descida. O fluxo de pessoas é intenso para uma trilha, seja indo ou voltando de Corniglia, então é bom ter cuidado e calçar um tênis apropriado. Centro histórico de Vernazza Uma das vistas mais conhecidas de Cinqueterre fica no início da trilha entre Vernazza - Corniglia Caminho da trilha entre Vernazza - Corniglia Cheguei em Corniglia morto depois de toda a caminhada debaixo de um sol aos 30ºC, então peguei leve nessa cidade. Aproveitei para comprar uma água pois as minhas garrafas já estavam secas (€1,50). Como Corniglia é a cidade mais alta das cinco, aproveitei para andar com mais calma, tirando algumas fotos e conhecendo vários cantos da cidade. Corniglia Lugar ruim para se ter uma casa né? Manarola estava absurdamente lotada e não estava com muita paciência pra encarar uma multidão de turistas 😂. Fiquei pouco tempo e já fui para Riomaggiore. Nessa cidade acabei rasgando dinheiro comprando três chaveiros por €15, mas tinha que trazer alguma lembrança desse lugar tão marcante. Fiquei perambulando pela cidade e não queria voltar pro hostel, então decidi passar o fim do dia em Levanto, cidade que fica após Cinqueterre. O transporte foi feito pelo mesmo trem que opera entre as cinco cidades. Levanto tem toda a cara de uma cidade litorânea e, pelo menos naquele dia, quase não havia turistas. Valeu muito a pena encerrar meu dia aqui aproveitando uma praia de areia, raridade nessa viagem. Praia de Levanto Voltei pro hostel e aproveitei para tomar um bom banho depois de toda a caminhada do dia. Jantei em um restaurante de La Spezia (€13) com direito a duas pints, achei a cidade barata no geral, apesar de ser pequena. Tinha um bar bem agitado nas proximidades mas não fiquei muito animado, precisava dormir pois o dia seguinte iria atravessar do oeste ao leste da Itália. 💰 Custos do dia: Café da manhã: €4,50 Ticket Cinqueterre: €16 Focaccia: €7 Sorvete: €3,50 Água: €1,50 Jantar: €13 💸 Total: €45,50 (R$202,48) Próximo post: Capítulo 7 - Champions League em Veneza
  9. 2 pontos
    TALLINN Eu tinha uma expectativa alta com relação a Tallinn e não me decepcionei, a cidade é realmente linda. Old Town (Vanalinn) possui diversas construções do período medieval, muito bem preservadas/restauradas. Há igrejas, restaurantes, cafeterias, mirantes que permitem ao menos uns dois dias de passeio. Cheguei em Tallinn de ferry desembarcando em um dos terminais de barco e peguei um uber até a região central (sofri um pouco para conseguir internet, mas deu certo rs) Recomendo que fique hospedado em Vanalinn ou bem próximo para que possa fazer tudo a pé. A Estônia é muito mais barata que a Finlândia, inclusive as pessoas atravessam a fronteira para fazer comprar (principalmente cerveja que é bem mais barata). Não fui para Riga, mas me disseram que é ainda mais barata e bem charmosa (se tiver uns dias a mais tente colocar uns dois dias pra visitar a capital da Letônia). Em Tallinn a ideia é se perder pelas ruas do centro descobrindo lugares charmosos e se apaixonando pela cidade a cada esquina A praça principal da cidade é um charme e você passará por ela algumas vezes. Lá perto está a farmácia mais antiga do mundo, o Olde Hansa (restaurante e loja com temática medieval), a catedral da cidade, o Museu da Tortura Medieval (entrada custa 6 euros). Outros lugares obrigatórios é Hill of the Harju Gates (portões de entrada da cidade medieval), St, Catherine Passage, mirante Patkuli, Tammsaare parque. Vou destacar meus dois lugares favoritos na cidade: Catedral Alexandre Nevsky – linda, imponente, acesso gratuito e visita obrigatória. Um dos cartões postai de Tallinn. Kiek in de Kok – complexo com torres com excelente acervo além de vistas incríveis da cidade. Também há túneis que permitem caminhar pela parte subterrânea da cidade (entrada 8-14 euros) Existem diversas opções de cafés, restaurantes e bares na cidade que você descobrir caminhando pela cidade. Vou deixar aqui 3 opções de lugares que visitei e recomendo: Cafeteria Pierre: cafeteria com decoração medieval, muito charmosa e que possui chocolates muito saborosos Restaurante Pulcinella: gastronomia italiana em um restaurante que fica no subsolo de uma construção. Lugar muito charmoso e pratos delicioso. Sigmund Freud bar: bar temático com drinks, frases do psicanalista mais famoso de todos os tempos.
  10. 2 pontos
    HELSINQUE Confesso que minhas expectativas sobre Helsinque não eram muito boas, pois sempre lia que era uma cidade cara e com pouca coisa para fazer, talvez por isso acabei me surpreendo tanto com essa cidade. Realmente não tem tantas atrações turísticas (dois dias é o tempo máximo se o seu objetivo for apenas turismo), porém eu acabei descobrindo uma cidade extremamente agradável, organizada e funcional, com uma sociedade muito evoluída e pessoas com a mente aberta. É aquele tipo de cidade que dá vontade de morar. Eu peguei um TAV trem de alta velocidade em São Petersburgo pela Allegro pagando 29 euros. Recomendo muito fazer esse trecho de trem, as paisagens são incríveis! A estação de trem fica bem no centro da cidade, o que facilita muito o acesso. Recomendo que se hospede perto da estação, pois poderá fazer tudo a pé. Eu tive efetivamente 1 dia e meio na cidade, onde conseguir fazer tudo que queria (único lugar que não fiz foi a Fortaleza) Fiz tudo a pé pela cidade dividindo meu roteiro geograficamente: Dia 1 (completo): Comece pela Senate Square (praça principal da cidade) onde está a famosa Catederal de Helsinque e o Helsinki City Museum (entrada grátis). O famoso café Nehaus também fica próximo. Depois você pode ir sentido o terminal de balsas (Kauppatori) ali está o charmoso Kauppahalli (Old Market Hall) onde você pode almoçar. Outras duas atrações neste local são o Flying cinema (cinema virtual) que custa de 8-12 euros e a SkyWheel (roda gigante de Helsinque). Para fechar este dia você pode visitar a Catedral Uspenski (catedral ortodoxa russa). Você pode retornar para a região central pela Esplanadi (uma linda praça que corta uma das avenidas mais charmosas da cidade) Dia 2 (meio período): Ida para a região norte da cidade começando pela Capela do Silêncio (gratuita), depois a igreja Temppeliaukio (construída em uma rocha dentro da cidade (entrada 3 euros) e se ainda tiver tempo pode caminhar ou pegar um tram até o monumento Sibelius dentro do parque. Caso vá no verão pode fechar seu dia na praia de Hietaranta vendo o pôr do sol. Como Helsinque é uma cidade muito cara vou compartilhar uma dica de restaurante com ótimo preço chamado Suburritos (comida mexicana no estilo encha seu prato com o tanto que conseguir pagando 10 euros). Boa opção pra quem também é vegetariano. A única vez que usei uber na cidade foi no deslocamento para o terminal Länsiterm para pegar o ferry para Tallinn.
  11. 2 pontos
    São Petersburgo A minha primeira parada foi na cidade mais europeia da Rússia onde as pessoas tem a mente um pouco mais aberta. Chegando pelo aeroporto de Pulkovo há opção de pegar táxi, Yandex (Uber da Rússia) ou ônibus municipal que custa 50 rublos (aprox. R$3,50). Como sou mochileiro pobre 😅 escolhi a opção mais barata já que os ônibus aceitam pagamento em cartão de crédito ou cash (não aceitam euros). Eu acabei passando um perrengue, pois meu cartão não passou e eu só tinha euro. A cobradora queria que eu descesse na rodovia, minha sorte foi que um russo gente boa pagou minha passagem. Então, mesmo com a péssima cotação do aeroporto, você deve ter um pouco de rublos caso for escolher essa opção. É necessário pegar o bus K39 ou 39EX que partem do aeroporto até a estação de metrô Moskovskaya/Московская (todo mundo desce então não precisa ter medo de passar direto). O sistema de metrô abrange bem a cidade e é melhor forma de se deslocar, sugiro que se hospede nas proximidades da Avenida Nevsky entre as estações Gostinyy dvor e Admiralteyskaya, assim estará perto dos principais pontos turísticos e com diversas opções de restaurantes. Principais passeios: PALACE SQUARE E ARREDORES: Praça onde está o Museu Hermitage e Alaxander Column é um bom ponto inicial para seu passeio. É possível conhecer diversos outros pontos turísticos caminhando. A Basílica do Sangue Derramado (entrada 350 rublos) fica próxima e recomendo a entrada para admirar as pinturas na parede. Nos arredores estão o Summer Garden (um lindo parque) e o Shadow Museum, um museu em que as obras são sombras feitas a partir de objetos e obras de arte (entrada 350 rublos). A Catedral de Cazã e o Museu Russo são outras duas opções que podem ser incluídas. PETERHOF: A minha experiência não foi tão boa neste local. Como viajo em modo econômico achei o preço de entrada extremamente desproporcional. Para acessar somente a área externa - jardins custa 900 rublos, já para acessar a parte interna custa mais 1000 rublos. A única forma que pude economizar foi utilizar transporte público para chegar até o local. Peguei o metrô até a estação Avtovo (que é a mais linda da cidade) e na saída da estação (no outro lado da rua) partem as vans para Petrhof pelo preço de 70 rublos (é só avisar ao motorista que quer descer no palácio Peterhof. Choveu muito no dia e atrapalhou muito o passeio pelos jardins, então se você viaja no modo econômico ou se o clima estiver meio estranho sugiro escolher algum outro passeio pela cidade de São Petersburgo mesmo Passeios alternativos: O Museu da Vodka é bem simples (na verdade é um anexo de um restaurante), mas como nós brasileiros adoramos essas coisas acho que vale a pena. É ir lá após visitar a Catedral de São Isaac pois fica bem perto. Estações de Metro: São Petersburgo e Moscou possuem belíssimas estações de metrô conhecidas como Palácio do Povo que foram construídas durante o regime comunista. As estações mais lindas que visitei foram Avtovo, Narvskaya, Kirovsky Zavod e Pushkinskaya. Annenkirche: Igreja luterana abandonada que foi transformada em um espaço cultural (gratuita a entrada). Muito interessante, recomendo. Cafés soviéticos: Por mais que hoje sejam extremamente turísticos, vale a pena visitar algum café soviético em um porão. Eu fui ao Dachniki que fica bem acessível na Av. Necsky Prospect. No geral minha impressão por St Peter foi ótima. É uma cidade segura, com linda arquitetura e com pessoas sociáveis (dentro do padrão russo haha)
  12. 1 ponto
    Eu viii, adorei! Comecei a te seguir no insta tb! Vi que seu próximo destino é a Turquia! Eu adorei MUITÃO, tomara que a gente possa voltar a viajar um dia, e que seja logo! Meu voo pro reino unido acabou de ser cancelado, ia fazer uma viagem mega sonhada pelas highlands e interior da inglaterra... fica pro ano que vem, rs!
  13. 1 ponto
    Procuro companhia, preferência idade semelhante, tenho 21 anos recente, montando bike pronto pra viajar
  14. 1 ponto
    Estou planejando uma viajem para conhecer o Chile é talvez mais alguns países da América do Sul, caso alguém tenha um roteiro ou apenas queira ser a parceria da viajem entre em contato que estou disposto a esta nova experiência.
  15. 1 ponto
    Pretendo viajar para a Suíça em Junho do próximo ano (2021), ou até antes, para passar duas semanas lá. Só estou esperando companhia, pois viajar sozinho seria chato pra caramba. Interessados me seguem no insta @danschwarz333, que sigo de volta para irmos conversando e nos conhecendo.
  16. 1 ponto
    Icaro! Que relato maravilhoso, muito obrigado por compartilhar. Parabéns, gostei muito...
  17. 1 ponto
    Já me hospedei via Airbnb várias vezes, mas pessoalmente eu tento não usar Airbnb durante as minhas viagens, uso somente em último caso, quando não encontro hotel com vagas ou quando os hoteis estão muito mais caros. Tem algumas limitações e problemas no Airbnb que costumam atrapalhar o meu dia-a-dia durante as viagens que eu costumo fazer, entre elas: - Horário de check-in e check-out costuma ser bem reduzido no Airbnb, na maioria dos locais, se você chegar depois das 21:00, não consegue mais fazer check-in, o horário de check-in/check-out dos hoteis costuma ser mais maior. - Se tiver algum problema com o local, costuma ser complicado falar com o responsável para resolver o problema. - Anfitrião sem senso de responsabilidade, que resolve cancelar a sua reserva em cima da hora e você fica sem opção. - Não tem café da manhã e limpeza do local, nas viagens que eu costumo fazer, eu normalmente não quero perder tempo limpando o local, e nem fazendo café da manhã, tento escolher locais que incluam café da manhã para o meu dia render mais. - Dificuldade em encontrar o local, muitas vezes são locais difíceis de encontrar e sem sinalização clara - A descrição do local muitas vezes não condiz com a realidade, na descrição e fotos é muito melhor do que na realidade, e não existe um serviço como TripAdvisor onde dá para conferir fotos e opiniões reais da real situação do local. Alem disto, por princípios éticos eu evito usar Airbnb, pois o Airbnb é um dos maiores colaboradores para os crescentes problemas habitacionais aqui na Alemanha onde eu resido, pois o Airbnb incentiva os proprietários de imoveis que anteriormente alugavam os seus imoveis em contratos de longo prazo para os trabalhadores de menor renda, a trocar estes contratos por contratos de curta duração para turistas estrangeiros, e isto está causando um grave problema habitacional, forçando os moradores de menor poder aquisitivo a sair dos bairros onde residem e os empurrando para as favelas que começam a surgir por aqui também, e estes bairros viraram praticamente "desertos" de moradores locais. Quando o Airbnb surgiu, a ideia da economia colaborativa era inovadora e tinha boas intenções, permitir o intercambio entre pessoas e complementar a renda alugando um quarto vago, ou alugando a sua residência durante as suas férias, mas atualmente o modelo de negócio do Airbnb fugiu do conceito original e o hoje é utilizado basicamente por empresários do setor imobiliário, que possuem vários imóveis, aquele anunciante individual, que alugava um aqueto vago ou o seu imóvel durante as férias, praticamente sumiu do Airbnb. Alem disto, o típico turista de Airbnb gasta pouco no comércio local e não contribui significativamente para a geração de empregos e economia local, o valor pago nas diárias fica nas mãos dos poucos empresários do setor imobiliário, não gera tributos significativos para a cidade, ou seja, contribuiu para encher as cidades de turistas, que sujam a cidade, sobre-carregam o transporte público, etc, mas não gera quase nada de tributos para as prefeituras investirem na manutenção da infraestrutura necessária para atender os turistas Sem contar com o crescente número de atritos e conflitos entre moradores de prédios e condomínios com os turistas de Airbnb, que muitas não respeitam as regras de boa convivência do condomínio, pois como vão ficar só alguns poucos dias morando lá e depois nunca mais voltar, alguns turistas acham que não precisam respeitar as regras de boa convivência. Estes são só alguns dos principais motivos para que o Airbnb seja uma plataforma muito criticada, contestada e até mesmo odiada pela população local em mercados onde o turismo é mais desenvolvido e forte como aqui na Europa, EUA, Canada e alguns locais da Asia/Oceania. Até alguns meses havia protestos e passeatas quase mensais contra o Airbnb em várias grandes cidades Europeias e Americanas, cobrando das autoridades municipais uma postura mais firme para regular as atividades do Airbnb No Brasil, onde o turismo é muito fraco comparado as grandes cidades Europeias e Americanas, o efeito negativo do Airbnb sobre a habitação, infraestrutura das cidades e o setor de turismo como um todo, ainda passa despercebido, e as pessoas não conseguem enxergar os malefícios que Airbnb causa para as cidades turísticas.
  18. 1 ponto
    ''toda a sequência do Karate Kid'' Imagino que não queira ver mais kkk
  19. 1 ponto
    Ola colega, Sim, as duas vezes que eu fui eu desci pela costa da Argentina e voltei pelo lado da cordilheira. Nesta vez deste relato eu não entrei na Carretera Austral, mas na segunda vez eu entrei. O relato dessa última viagem está aqui: https://www.mochileiros.com/topic/91082-de-curitiba-a-ushuaia-de-ranger-de-novo-13-mil-km/ Já na viagem deste relato foram 30 dias sendo que 14 deles eu fiquei parado em Las Grutas e Comodoro Rivadávia. Então de viagem mesmo eu tive 16 dias. Tive de fazer tudo correndo, conheci uns 50% do que queria. Em minha opinião com 20 dias não dá para fazer isso que vcs querem. Acho que deveriam descer até Ushuaia, pela ruta 3 junto ao oceano Atlântico, depois conhecer o parque Torres del Paine, as geleiras do parque dos glaciares de El calafate e em seguida voltar pela ruta 40 perto da cordilheira para não fazerem o mesmo caminho ida e volta. Se der poderiam gastar mais um dia na península Valdez para conhecer a fauna da região e a natureza bela do lugar. Veja, desde SP a Ushuaia são 5300 km pela melhor rota de ida. Que vc divida isso em 6 dias serão 890 Km mais ou menos por dia!!!!! Seriam então 12 dias só de estrada (ida + volta). Sobrariam 8 para passeios. Fora que vc ainda teria o deslocamento entre Ushuaia, TDP e El Calafate para depois retornar. digamos que ficasse 3 dias em Ushuaia, 2 em TDP e 2 em El Calafate, sobraria 1 para conhecer a península Valdez. Não é impossível, mas seria cansativo e corrido. Qualquer dúvida é só perguntar.
  20. 1 ponto
    Há sim ônibus, mas a rede de trens é muito boa e cobre as principais cidades com uma boa frequência de horários, geralmente tem trem a cada 1h ou 2 horas entre as principais cidades e os trens são mais rápidos que os ônibus, ônibus costumam ter uma frequência menor e demoram mais, então a maioria das pessoas acaba priorizando o trem pelo seu melhor custo benefício. Já para algumas cidades menores do interior, ônibus é a única opção, mas estes locais não costumam ter muita coisa de interessante para a maioria dos turistas. No estilo de viagem que 99% das pessoas costuma fazer, ficando no máximo 1 ou 2 dias nas cidades menores, e uns 4 ou 5 nas cidades grandes, com um dia cheio de atividades, simplesmente não sobra tempo de ficar conversando com os locais, as únicas pessoas com quem você costuma falar são o recepcionista do hotel, o garçom do restaurante, e o vendedor na bilheteria das atrações turísticas, e mesmo assim, não costuma ser mais que meia duzia de palavras... E neste estilo de viagem, não falar o idioma local não costuma causar maiores problemas, pois primeiro, você vai conversar muito, muito pouco com os locais, e segundo, sempre dá para se virar com mímica para o básico do básico, e terceiro, o pessoal com quem você tem contato neste estilo de viagem costuma falar alguma coisa de inglês, e se você também falar um pouco de inglês, dá para se virar sem problema com o básico. Na verdade você só precisa dominar o idioma local se gostar de ficar batendo papo com os locais, mas como isto não costuma ser uma coisa que 99% do turistas tem como prioridade, dominar o idioma local é algo bem dispensável nos grandes destinos turísticos mundiais se você dominar um pouco de inglês.
  21. 1 ponto
    Em Mariana, Minas Gerais, existe uma outra cidade arqueológica bela e perigosa que poucos conhecem. Considerada como a Machu Picchu brasileira por alguns arqueólogos, o Morro de Santana, carinhosamente chamado de Gogô, é um local impar com uma área aproximada de 132 ha. Foto do autor: tanque de armazenamento de material para produção de ouro do Século XVIII No local existiu uma capela dedicada a Santana construída em 1712 e que foi desmanchada na década de 1970, ainda existem várias ruínas na área do parque arqueológico, residências dos proprietários das minas e de seus escravos e comércios bem próximos às minas. Foto do autor: Ruínas Foto do autor: Ruínas Foto do autor: Ruínas Foto do autor: Ruínas Foto do autor: Ruínas Foto do autor: Lagoa Seca Foto do autor: Mina Além dessa rica história e beleza existe o perigo causado pelos buracos de Sari ou Sarilho, que são dutos respiradouros que permitiam a entrada de oxigênio nas minas subterrâneas. Atualmente, a disposição de centenas desses orifícios na superfície da montanha fazendo da caminhada pela Gogô uma jornada perigosa. Como o local está praticamente abandonado, o mato rasteiro cresceu e se alastrou, encobrindo esses orifícios e disfarçando sua presença dos olhos de pessoas desatentas, como se fossem armadilhas. Foto da Prefeitura de Mariana: Possível busca por vítima ou treinamento Fiz alguns testes para verificar a profundidade desses buracos de Sari, atirando algumas pedras e cronometrando o tempo de queda. Em média a pedra demorava 4 segundos para atingir o fundo do buraco de Sari, sabe o que isso significa? Significa que a profundidade, média verificada foi de 80 metros e a velocidade no instante do impacto é de 141km/h, ou seja as chances de sobreviver a uma queda dessa é quase zero. Por isso, ao visitarem o parque arqueológico do Gogô procurem um guia. Cálculos: tempo: 4 s; gravidade: 9,81 m/s²; profundidade "y" (m): ?; Velocidade final “V” (km/h):?; y=1/2*g*t² = 1/2*9,81*(4²) = 78,48 metros Profundidade aproximada de 80 metros. V=g*t = 9,81*4 = 39,24 m/s = 141,26 km/h Velocidade final aproximada, no instante que a pedra atinge o solo, é de 141 km/h.
  22. 1 ponto
    Ótimo relato José! Pra deixar com ainda mais vontade de conhecer a NZ Pretendo ir em abril/2021 pra lá e quero fazer a travessia do Abel Tasman em 3 dias. É possível?!? Pergunto pq tinha lido que sim, mas no seu relato está que foram 11,5 + 14 + 14 + 14 + 6 quilometros cada dia. É isso mesmo?? Pq fazer 70 km em 3 dias é loucura... hahaha
  23. 1 ponto
    Fala raça! Tô felizasso em poder compartilhar essa experiência com vocês. Fiz o mochilão na companhia do meu irmão Kevin Jahn e minha cunhada Carol Jahn em janeiro/fevereiro de 2020, dormindo em barraca, hostels, Airbnb e até no chão do aeroporto (pra dar aquela emoção a mais). Apesar de ter sido uma das melhores experiências que já vivi, foi bem difícil planejar essa viagem, então espero que essas poucas informações iluminem quem está cogitando conhecer essa região. De início vou focar apenas nas questões mais relevantes (roteiro, custos e o que levei na mochila), e aos poucos vou relatando os acontecimentos da viagem, principalmente o trekking em Torres del Paine e El Chaltén. ROTEIRO Dia 1: 23/01/20 - Floripa > Santiago > Punta Arenas Dia 2: 24/01/20 - Punta Arenas > Puerto Natales - Conhecemos o Estreito de Magalhães pela manhã e em seguida pegamos o ônibus para Puerto Natales. Final da tarde compramos as comidas para TdP Dia 3: 25/01/20 - Puerto Natales > Torres del Paine - Ataque ao Mirador Base de las Torres, acampamento no Camping Central Dia 4: 26/01/20 - Torres del Paine - Travessia até o Valle del Francés, acampamento no Camping Italiano Dia 5: 27/01/20 - Torres del Paine - Ataque ao Mirador Fracés e travessia até o Camping Paine Grande, onde acampamos Dia 6: 28/01/20 - Torres del Paine > Puerto Natales - Acabamos ficando de molho no Camping Paine Grande até a chegada do catamarã Dia 7: 29/01/20 - Puerto Natales > El Calafate - Ficamos mais de duas horas na aduana Chile/Argentina, foram mais de 8 horas de viagem ao total Dia 8: 30/01/20 - El Calafate - Dia de conhecer o Glaciar Perito Moreno, não fizemos o Mini Trekking mas foi ótimo pra tirar um dia pra descansar Dia 9: 31/01/20 - El Calafate > El Chaltén - Chegando em Chaltén já fomos direto para a Laguna Capri montar acampamento, final da tarde fizemos um ataque ao Fitz Roy Dia 10: 01/02/20 - El Chaltén - Descanso na cidade Dia 11: 02/02/20 - El Chaltén > El Calafate - Chorrillo del Salto pela manhã e viagem de volta a Calafate após o almoço Dia 12: 03/02/20 - El Calafate > Puerto Natales > Punta Arenas - Chá de ônibus nesse dia Dia 13: 04/02/20 - Punta Arenas > Santiago > Floripa TOTAL GASTO: R$ 4700,00 (joguei o valor um pouco pra cima porque posso ter esquecido de algo) Os valores estão por pessoa e na moeda utilizada no momento da compra. DESLOCAMENTOS: R$ 3.526,00. Passagem aérea ida/volta + seguro viagem + bagagem de mão + cargueira despachada + assento reservado + taxa de embarque: R$ 2760,00 pela LATAM, de Floripa à Punta Arenas com conexão em Santiago.* Ônibus Punta Arenas-Puerto Natales ida/volta: CLP $ 15.000,00 Ônibus Puerto Natales-Torres del Paine ida/volta: CLP $ 16.000,00. Transfer Guarita-Camping Central: CLP $ 3.000,00. Catamarã Camping Paine Grande-Guarita: CLP $ 23.000,00. Ônibus Puerto Natales-El Calafate ida/volta: CLP $ 34.000,00. Ônibus El Calafate-El Chaltén ida/volta: ARS $ 2400,00. Van El Calafate-Perito Moreno ida/volta: ARS $ 1200,00. *Pelo meu monitoramento só o valor da passagem variou na época entre R$ 1900,00 a R$ 2400,00. Comprei com três meses de antecedência e confesso que há uma semana antes da viagem o preço ainda estava na mesma faixa. HOSPEDAGENS: R$ 506,00. Puerto Natales Hostel Bella Vista: R$ 55,00 c/ café da manhã e aluguel de equipamentos de trekking, inclusive ganhamos de presente um gás da host Ni Torres del Paine (vou detalhar melhor no tópico exclusivo de TdP) Camping Central: USD $ 21,00. Camping Italiano: Free, grátis, na faixa. ~não recomendo Camping Paine Grande: USD $ 11,00. El Calafate Airbnb Groovy Dooby Doo: R$ 59,00. ~não recomendo El Chaltén Camping Laguna Capri: Free, grátis, na faixa. Hostel Rancho Apart: ARS $ 1250,00, quarto compartilhado. *valores por noite **foram 10 noites, na primeira passamos no avião e na última no chão do aeropoto. ENTRADAS: R$ 200,00. Entrada do parque Torres del Paine: CLP $ 25.000,00. Entrada do parque Los Glaciares - Perito Moreno: ARS $ 800,00. ALIMENTAÇÃO: R$ 350,00. Restaurante no Chile: em torno de CLP $ 3.500,00. Restaurante na Argentina: em torno de ARS $ 600,00. Mercado para Torres del Paine: CLP $ 6.600,00. Mercado para Fitz Roy: ARS $: 660,00. Compras nos aeroportos, rodoviárias, snacks, frutas e etc. COTAÇÕES R$ 1,00 = CLP $ 190,00 (Aeroporto de Santiago) R$ 1,00 = CLP $ 170,00 (Punta Arenas) R$ 1,00 = CLP $ 165,00 (Puerto Natales) R$ 1,00 = ARS $ 16,50 (Restaurante Casimiro em El Calafate, apesar de ter a melhor cotação de Dólar, Euro e Real, aqui é clandestino devido aos problemas políticos-econômico da Argentina) VESTUÁRIO E EQUIPAMENTOS O segredo é focar em roupas e equipamentos apropriados para a região. A fama da Patagônia ter uma instabilidade climática não é um exagero, tu literalmente vai viver as quatro estações e todos os tipos de condições em um único dia. O que eu levei na minha mochila Forclaz Trek 900 50L + 10L: 1x Calça modular - Tecido de secagem rápida e que não propagada corte 1x Fleece (0 a 7 ºC) - Uso um com zíper pra ser prático e ajudar a regular a temperatura corporal 1x Jaqueta impermeável (2000 mm) corta vento - Conhecida também como anorak, acabou passando a água em uma das tempestades em TdP 1x Calça segunda pele técnica - Usei a viagem toda, até por baixo dá bermuda 2x Blusas segunda pele - Uma técnica pra caminhada e uma mais quente pra dormir 1x Calça impermeável (2000 mm) - Precisei usar em vários momentos 3x Camisetas curtas Dry Fit - Acabei usando só duas 4x Cuecas de Microfibra - Secagem muito rápida, foi excelente 2x Meias técnicas de trekking - Nunca tinha usado e fez muita diferença, deveria ter levado pelo menos 4 1x Meia térmica - Usei apenas pra dormir e foi muito bom para deixar as outras respirando 1x Bota de trekking impermeável - Confesso que a minha segurou a água mas a palmilha e solado eram fracos, sugiro comprar uma palmilha boa 1x Havaianas - Usei pra tomar banho, no avião e nas cidades (BRASIIIIIL) 1x Bermuda de banho - Usei bastante nos hostel, todos lugares tem calefação então sugiro levar algo curto pra dormir 1x Luva de fleece para trekking - Usei poucas vezes, somente quando chovia nos lugares mais frios de TdP 1x Protetor de orelha de fleece - Baita acessório, ajuda até pra dormir quando ainda tem luz 1x Cachecol - Acabei usando só pra dormir em virtude do meu saco de dormir ser patético 1x Touca de lã - Usei uma vez, protetor de orelha já resolve 1x Toalha de Microfibra - É item obrigatório, já uso há anos 1x Mochila de ataque 30L - Usei muito pra fazer compras, lá não tem sacola plástica 1x Bastão de trekking - Recomendo dois, a grande maioria das pessoas utilizava um par 1x Shoulder Bag - Ideal pra levar documentos e dinheiro, já tinha costume de usar nos acampamentos em Floripa, pra não deixar nada na barraca dando sopa 1x Barraca de trekking - Uso a Quechua Quick Hiker 2, tenho um vídeo falando sobre ela 1x Saco de dormir para 15 ºC - Não morri mas não passei bem haha sugiro um para 0 ºC 1x Isolante térmico - Uso um egg crate Nature Hike, é importante que o isolante seja bom, foi o que me salvou 1x Kit cozinha - Não pode levar o gás no avião 1x Lanterna de cabeça - Quase não usei porque escurece tarde (22:00) e amanhece cedo (05:00) 1x Kit Primeiro Socorros - Aconselho a levar medicamentos específicos, como antibióticos dose única, antitérmico, anti-histamínico, relaxante muscular 1x Silver Tape - Não usei, mas aconselho levar porque dá pra usar até pra tapar rasgos em roupas. 1x GoPro Hero 7 Black + Bateria extra + Carregador Duplo externo + Micro SD Card extra - Sou fã de GoPro, acho muito útil num lugar como esse que chove toda hora 1x Power Bank 20.000 mAh - Usei muito, apesar de ter entrada USB nos ônibus e tomada em alguns campings RESERVAS EM TORRES DEL PAINE http://www.conaf.cl/parques/parque-nacional-torres-del-paine/ (camping gratuito) https://www.verticepatagonia.cl/home (lado esquerdo do W) https://www.fantasticosur.com/en (lado direito do W) PASSAGENS DE ÔNIBUS https://www.bussur.com/ https://www.recorrido.cl/ http://www.busesfernandez.com/ Espero que a leitura tenha sido útil, logo menos continuo o relato. Abraço a todos, Gerhard Jahn.
  24. 1 ponto
    Bom, sempre tentei organizar minhas férias da melhor maneira possível e ao decidir ir para o Monte Roraima não seria diferente. Tudo decidido, passagem comprada, guia ok...na semana seguinte a crise explode na Venezuela...vou fazer o que: vou igual!!! pra começar que me organizei para chegar em Santa Elena do Uairen no dia 10 e minha subida ao Roraima seria dia 12. Teria um dia livre pra fazer algum passeio por lá. Do dia em que decidi ir para o Monte Roraima até antes de embarcar, conversei bastante com o meu guia, ele me deu todas as dicas possíveis e impossíveis. Os pagamentos tinham sido feitos através de depósitos para o Javier (guia) da empresa Waykyky Tours. No momento em que eu estava pronta para sair de casa e iniciar as minhas férias, o meu guia me manda uma mensagem dizendo que “tivemos” um imprevisto. As outras 3 pessoas que subiriam junto comigo, cancelaram a subida por motivos de saúde. Ele me deu a opção de subir sozinha com ele e um carregador ou tentaria me encaixar em outro grupo que subiria um dia antes do qual eu tinha agendado. Como já tinha me organizado concordei em subir com o outro grupo no dia 11. Cheguei em Boa Vista 01:50. O aeroporto é pequeno, só tem um Bob´s que fecha as 2/3 da manhã. De madrugada estava eu e o pessoal da limpeza lá, não tinha mais ninguém. Fiquei esperando no aeroporto até as 7h da manhã. Peguei um taxi até a rodoviária, como não estava com paciência de ficar buscando preço mais barato, eu paguei 50 reais de taxi. Só havia UM taxi na frente do aeroporto. Cheguei na rodoviária. Gente a rodoviária estava muito suja. Os venezuelanos estavam acampando ali na frente e faziam da rodoviária o lugar de tomar banho/banheiro. Meu guia (Javier da Waykyky Extreme Tours) estava em Boa Vista neste dia, e nos encontramos ali na rodoviária. Fomos “juntos” para Pacaraima, porém ele estava em outros ônibus. Meu ônibus era as 7:30 e atrasou quase 1h, mas pelo o que entendi isso é normal. Eu era a única brasileira dentro do ônibus, os outros eram todos Venezuelanos. O trajeto demora em torno de 3h 30min (220km), no meio do caminho ele para para lanche. Me indicaram comer a tal “Paçoca”, era muito barato, mas quando vi a quantidade de comida...desisti e acabei comendo um pão de queijo recheado com carne seca. Lá pelo meio dia cheguei em Pacaraima, meu guia estava lá me esperando. Ele ligou para virem nos buscar e fomos em direção a Santa Elena do Uairen. Antes disso, parei na Aduana para pegar toda documentação necessária. Para quem vai ir só até o Monte Roraima não precisa carimbar passaporte. Santa Elena fica uns 15 km de Pacaraima, é super rapidinho. Chegando lá, fiquei na pousada Los Pinos (50 reais, quarto individual com ventilador, tem piscina). Almoçamos em um restaurante bem simples que tem próximo a pousada, a comida era muito boa e em conta (em torno de R$12 o prato com arroz, feijão, bife, batata frita e salada). Uma das meninas que subiria junto no grupo estava nessa pousada também. A tarde ficamos aproveitando a piscina e organizando nossa mochila para o dia seguinte. No final do dia fomos até um outro local para pegarmos as instruções do trekking. O local fica em frente ao antigo hostel Backpackers. Meu novo guia seria o Roman e seus carregadores: Arnold, Omar, Jose, Rene e Manuel. Meu novo grupo era formado por dois australianos (John e Ben), duas brasileiras (Alana e Ana) e eu. Orientação ok, no dia seguinte sairíamos para a nossa indiada. Mass...como estávamos na Venezuela, e nossos parceiros de trekking (guias) nos convidaram para ir em uma festa que estava acontecendo em uma comunidade indígena perto da cidade, aceitamos e lá fomos nós e os guias... Comemos empanadas com uma pimenta(com formiga) feita somente pelos índios dessa região, tomamos Maltin e outras duas bebidas indígenas (a base de mandioca) extremamente fortes. Voltei para a pousada, organizei as minhas coisas pois no outro dia o combinado era de eles nos buscarem as 9h. No dia seguinte, acordei e fui tomar café em uma padaria (a única praticamente nesse lado da cidade). Gastei R$ 7 em um sanduiche de presunto e queijo e uma xícara de café preto. Trekking ao Monte Roraima 11/10/18 - 1º dia : Saímos de Santa Elena as 10:30, são uns 100km até a comunidade de Paratepuy. Boa parte é asfaltada, mas quando entra na estrada de chão fomos literalmente “sacolejando”. Chegamos na comunidade 12:45. Tivemos 1h para o almoço. Serviram 2 sanduiches de presunto e queijo, suco de laranja (artificial) e banana. Ali é o último ponto que tem banheiro, então se quiser aproveitar... Passe bastante protetor solar, use camiseta de manga longa, o que achar melhor para se proteger do sol.... O início da caminhada foi as 14h. No início tem uma subida que eles chamam de “La Prueba” hahaha quem passa dela consegue subir o Monte Roraima, achei que ia ficar por ali mesmo, ela é bem íngreme e naquela hora o sol estava maltratando a gente. Há água durante o caminho, a cada 1h30 você tem como encher a garrafinha. Fizemos umas duas paradas, uma logo após o final da subida “La Prueba” e a outra foi lá pelas 16h para lanche, um pouco antes de chegarmos no acampamento Rio Tek. Chegamos no Rio Tek as 18:30, já estava escuro. Foram 16km em 4:30min de caminhada. Na hora em que chegamos no acampamento, os carregadores começaram a montar nossas barracas e a fazer nossa janta. Nós fomos nos organizar e tomar banho no Rio. Já estava noite, descemos até o Rio com as lanternas. Foi estranho ter que tomar banho ali no escuro pois não sabíamos como era o rio, a água inicialmente estava gelada, mas depois comparado aos outros banhos durante o trekking, aquela água estava maraaaavilhosa! Eu levei um sabonete biodegradável, lavei os cabelos e o corpo com ele todos os dias. Dica de ouro: tome banho e lá embaixo na beira do rio já coloque uma calça e uma blusa de manga longa, porque na hora que você subir os puri-puri vão te comer vivo ahahhahahahaha. Eu fiz isso conforme um amigo que já tinha ido pra lá me orientou, e deu beeem certinho. A janta foi macarrão com molho e carne moída. As 20:30 já estávamos dentro da barraca, prontos para dormir. Neste dia não estava frio, eu fiquei tranquila com uma blusa dryfit de manga longa. 12/10/18 - 2º dia: dormi muito mal, quando foi 2h da manhã eu perdi o sono e fiquei entediada até 4:30 da manhã quando decidi levantar. La pelas 5:30 o sol nasceu, lindo em tons de roxo, rosa, laranja e amarelo...7h café da manhã, tinha umas rosquinhas fritas, café preto e omelete. As 7:35 saímos. Sabe o Rio Tek que tomamos banho? Você atravessa ele logo na saída do acampamento, por isso já deixe separado um par de meias para você molhar neste dia. Atravessamos o Rio Tek e logo mais a frente o Rio Kukenam. Neste dia tem muita subida (uns 7km), alias só subida, sol, sol, sol escaldante, vegetação rasteira e o vento que é bom? Naaaaaaaadaaa. O almoço é no meio da subida, em um local onde tem uma árvore. Lá pelas 11:30 serviram 2 fatias de pão; salada de atum, milho, repolho, pepino, cenoura e batata e uma maçã de sobremesa. As 13:30 chegamos no 2º acampamento, na base da montanha. Prepare-se para o banho neste dia. Gente, foi a água mais gelada de todo o trekking. Sério, literalmente dói até os ossos, amortece tudo! Mas fui na cara e na coragem e lavei até o cabelos ahahahha. Depois de dar aquela renovada, ficamos conversando e logo após descansamos um pouco. Choveu bastante neste dia. A chuva parou na hora da janta, serviram arroz, galinha com molho vermelho, cenoura, batata e suco. Neste dia minha lombar sentiu bastante. Tomei Miosan para dormir e até então eu queria subir a La Rampa com a cargueira. Neste dia estava mais frio, fiquei com uma blusa dryfit e um fleece por cima. 13/10/18 - 3º dia: A saída estava marcada para as 7:30. O café foi arepas com queijo ralado e geléia de morango. Como acordei com dor, decidi pegar um carregador para subir a La Rampa. O valor foi R$ 50. Foram 5km em 5horas de subida. Só subida, subida e subida. Ali você passa pelo tão famoso Paso das Lágrimas, um local um pouco perigoso por conta dos cascalhos e pedras soltas que ficam embaixo de uma cachoeira semipermanente, é bem liso, todo cuidado é pouco. E quando você olha....o topo já está ali, depois de quase 5h chega até dar um ânimo para ir mais rápido. Ao chegar no topo ganhamos bombom e balas..:) As 13:30 chegamos ao Hotel índio e almoçamos hambúrguer (pão, ovo, tomate, queijo, pepino e maionese). Ficamos por lá, tem uma área para tomar banho, bem tranquilo. A janta deste dia foi sopa (banana, abobrinha, cenoura, batata e frango), tinha banana na sopa? Sim..mas sabe que não era ruim não? Essa noite estava bem fria, coloquei “toda a minha roupa”. Estávamos no topo, lá não estava chovendo mas, dava pra enxergar os raios longe dali. Geeeente de madrugada quando precisava ir no “banheiro” era o drama kkkkk, lá em cima é muito escuro! E as vezes eles montam a barraquinha do banheiro em um local meio ruim, então dizem que se precisar fazer o número 1 a noite, vá ali perto mesmo com a lanterna ligada e na hora de fazer desligue para ninguém ver hahahahahah....Aquela escuridão, é muito estranho! 14/10/18 – 4º dia: Quase não consegui dormir, levantei as 7h, tomei café (panquecas com geléia de morango) e as 8:30 saímos em direção ao Hotel Quati. Foram 13km em 5h. É neste dia que você passa pelo Ponto Tríplice (Venezuela, Guina e Brasil). O dia foi bem cansativo, é um sobe e desce nas rochas, e sol o tempo inteiro, não tem vento. O Hotel Quati fica dentro de uma caverna e é deslumbrante! Ao lado, tem um riacho em que você toma banho, e pertinho dali tem um mirante muito bonito onde você consegue ver a “selva” da Guiana e também o Roraiminha. O almoço foi massa com molho de tomate e carne moída. Neste dia jantamos super cedo lá pelas 18h, o cardápio foi arroz com carne e molho. Dormimos em três na barraca, pois até então estávamos dormindo em duas e a outra menina sozinha na barraca porém, ela passou bastante frio lá no Hotel Índio e eu também quase congelei lá. Claro que nesta noite não passamos frio, mas também não conseguíamos nos mexer dentro da barraca hahaha. 15/10/18 – 5º dia: levantei as 6:30, tomei café (empanadas com queijo), caminhamos até o Lago Gladys, ida e volta deve dar uns 10km. Durante o trajeto o tempo fechou diversas vezes. E ao olhar para os lados você pensa: Meu deus! Onde eu tô? Tô perdida! Se me largassem lá e falassem...volta sozinha, eu não sei o que faria! É tudo igual, rocha, pedra, rocha e assim vai! É literalmente outro mundo. Fomos até o abismo....estava bem fechado ficamos uns 30min esperando e nada...fomos no Gladys, andamos mais um pouco e nada do tempo abrir! Na montanha é isso mesmo, faz parte! Na volta tomamos banho no Rio de Ouro, a água tava gelada mas na cara e na coragem foi de boa haahhaahah. Almoçamos por ali mesmo, tinha arroz, calabresa, verduras e melão de sobremesa. Chegamos de volta ao Hotel Quati as 16h. A janta foi massa com carne e vegetais. 16/10/18 – 6º dia: Levantei as 6:00, tomei café (panqueca com queijo). Saímos as 7:30 e chegamos ao Hotel Vasillo as 12:30. Tinha começado a chover, e enquanto nós descansávamos na barraca os meninos faziam o almoço (arroz, ovo frito, salada de batata, cenoura, milho, ervilha e maionese). Ficamos a tarde inteira literalmente descansando, estava chovendo e bateu uma preguiça gigante de sair de lá. As 18h jantamos, estava bem escuro. 19:30 fui dormir, estava muito frio. 17/10/18 – 7º dia: Acordei as 5:30, o café foi aveia com leite e sucrilhos. No meu caso eles fizeram aveia com água pois sou intolerante a lactose. É importante você informar isso na hora que contrata o trekking ok? Qualquer alergia, problema de saúde...eles precisam saber! Neste dia saímos do acampamento as 7:30, seriam pelo menos 8h de caminhada pois desceríamos a La Rampa, atravessaríamos os dois rios e chegaríamos até o acampamento base. Chegamos no segundo acampamento (base da montanha as 10h), e as 11h estávamos almoçando (arroz, salada de ervilha, pepino, tomate, cenoura, batata, milho, repolho, atum com maionese). As 11:30 estávamos saindo novamente. Na descida todo cuidado é pouco, foi nesse dia que caí e “ralei” minha perna. No meio do caminho vimos uma cobra. Chegamos ao acampamento base as 15:45. Bom, seria a nossa última noite ali, a última noite dormindo na barraca... A janta demorou um pouco mais para ficar pronta e enquanto isso ficamos conversando e dando muita risada com os meninos da equipe. O tempo estava fechado neste dia, e como estávamos na base da montanha não poderíamos sair dali sem saber como era a chuva do Roraima. Gente choveu...choveu muito que eu achei que “já eras” tudo que tinha dentro da barraca. Estávamos no local onde se fazia as refeições e não deu tempo nem de pensar, quando começou vento, chuva, raio, não tinha como sair dali, alagou , minha roupa ficou molhada, os pés sujos de barro. A nossa barraca molhou um pouco, a água entrou pelo “respiro”. A sorte que tinha deixado a capa de chuva da mochila em cima dela, e protegeu bastante. Minhas botas estavam dentro de um saco plástico. O que molhou um pouco mais foi a toalha de banho e o saco de dormir. Comemos dentro do local onde os guias estavam preparando a comida. Depois fomos dormir e continuou a chuva. Como era a última noite...a roupa ficou molhada. Não tinha o que fazer. Bom, no café da manhã sempre tem algo do tipo: arepas,empanadas, panquecas, omelete suco, café, chá, leite com nescau, frutas como abacaxi, melão, tangerina. Eles servem um lanche da tarde que pode ser pipoca, uma bolachinha salgada, com chá, leite com nescau enfim... 18/10/18 – 8º dia: Acordei as 5:30, o café seria servido as 6:10 e saímos as 6:50. Como choveu muito na noite anterior o caminhado estava uma lama só. A bota em alguns momentos afundava e ficava bem pesada. No último dia parece que você não chega nunca no povoado de Paratepuy, é cada subida que você pensa: é a última, opa, tem mais uma e depois tem outra e assim vai. Chegamos lá era 11h, nosso motorista querido estava esperando nosso grupo com uma caixa de Polarcita. Foi a melhor cerveja que tomei na minha vida hahahahhaha. Fomos almoçar no povoado de São Franscisco, fizemos umas comprinhas por ali. Tem artesanato e a famosa pimenta com formiga. A tarde chegamos em Santa Elena. A noite fomos comer uma pizza num local ao lado do Mijo (esqueci o nome da pizzaria, mas é grudada nesse bar). 19/10/18: Bom, meu plano era na olta do Monte fazer a Gran Sabana, porém a Venezuela estava em crise. O litro da gasolina chegou a R$15 e todos os passeios foram cancelados. Fiquei ali por Santa Elena mesmo, dei uma volta na cidade pra olhar as lojinhas, porque não tem nada pra fazer ali não. Voltei pra pousada e fiquei vendo TV. Fomos jantar no Mijo´s, comi hambúrguer R$12 e tomei um suco R$7. 20/10/18: Como meu planos não deram certo, eu fui fazer um rapel com o pessoal da Waykyky Tours. A noite fomos na pizzaria ao lado do Mijo´s, comi uma lasanha por R$17 e suco R$ 5 21/10/18: Dia de voltar para casaaaaaaa....Ai vem todo aquele fluxo, taxi até Pacaraima, bus até Boa Vista, Voo até SP – POA, Bus até Passo Fundo.. Missão cumprida!! Trajeto de Ida: Ônibus: Passo Fundo – Porto Alegre Voo: Porto Alegre – Boa Vista Ônibus: Boa Vista – Pacaraima Carro: Pacaraima – Santa Elena do Uairen Pousadas que fiquei em Santa Elena do Uairen: Los Pinos – R$ 50,00 quarto individual, com chuveiro com água quente e ventilador. Não tem café da manhã Lucrecia – R$ 50,00 quarto duplo (R$ 25 por pessoa) com chuveiro com água quente e ar condicionado. Tem piscina mas não entrei. Tem filtro de água disponível aos hóspedes. Não tem café da manhã. Pousada Nativa (ao lado do mercado Nativa) – R$ 40,00 quarto duplo (R$20 por pessoa), com chuveiro com água GELADA e ventilador. Não tem café da manhã. Pense bem antes de subir o Monte Roraima, eu gosto dessas indiadas e em alguns momentos poderia ter sido melhor. Por exemplo: meu isolante era desses comuns, eu sentia todo o frio da pedra no meu corpo. Peguei um saco de dormir da Waykyky, para temperatura de 10 graus porque o meu era pra frio de -5 e era muito pesado. Talvez se tivesse levado o meu não teria passado tanto frio. Subi com uma cargueira de uns 10/11kg, mas se você me pedir tinha tudo que precisava dentro da mochila. Levei um carregador portátil de 500g que a bateria durou os 8 dias e ainda carregou outro celular e go pro. Leve bobagens para comer, tem hora que dá uma vontade de comer qualquer coisa que não tem lá em cima ahhahahaha, faça um estoquezinho de barrinha, chocolate, amendoim, bolachinha e tal....eu levei uma boa porção de castanha de caju e do pará, nozes, damasco dentro de um saquinho fechado e as formigas atacaram e eu fiquei quase uma hora limpando pra tirar as bichinhas hahahahahahaha. Sobre as roupas: leve uma roupa só para dormir, você não pode pensar em molhar esta roupa. Não economize nas meias, caminhar com meia molhada e fedendo a carniça ninguém merece né? Coitado do coleguinha que depois tem que ficar sentindo o cheiro da tua bota podre de fedida... quando chegar nos acampamentos, lave a tua roupa, não se preocupa pq ela vai secar tá? Tome banho, não seja fresco, tá lá no Roraima e vai fazer mimimi? Toma banho gelado mesmoooo! Sintaaa na pele o que é estar lá! Tome água, bastante água sem Clorin como eu fiz! Deus é Pai e eu não tive nenhum piriri durante os 8 dias. Se liberte, ninguém que está lá tá ligando para o teu cabelo, a tua roupa, a tua unha...a busca é por outra coisa! Aproveite o tempo na montanha para refletir. Fique sozinho, acorde cedo, veja o sol nascer, durma mais tarde, fique lá fora da barraca sentindo o vento, olhando aquele céu maravilhoso. Converse, sorria, demonstre carinho e agradeça, agradeça muito aos teus guias..pois eles levam tudo o que é necessário pra você durante esses 8 dias, não pense que eles levam 30kg nas costas porque gostam....fazem porque precisam! Valorize teu guia! Valorize teus carregadores! Eles merecem. Fica aqui meu registro destes dias que levarei pra sempre na minha memória. Obrigada ao povo Venezuelano por me receber tão bem! Contato do pessoal que eu fui: https://www.facebook.com/Waykyky.Extreme.Tours/ https://www.facebook.com/javiersagitar?fref=search&__tn__=%2Cd%2CP-R&eid=ARAh8isHMXqALQu3oGx6xabmaIoUKf7X-4zzXHEmt-3mz_qtv2he3qyBvXrvz0IBoeUwHMOqy0_sOwC2 https://www.facebook.com/denisson.marin Se alguém quiser o contato no Whats é só me pedir! Espero ter ajudadoo!!! Qualquer coisa que precisarem é só gritar..
  25. 1 ponto
    Capítulo 10 - Viagem para Croácia e um choque cultural Esse dia marcou meus últimos momentos na Itália e não poderia me despedir de melhor maneira: comendo uma bela pasta (€13). Minhas refeições durante esses dias na Itália se basearam em carboidrato e não faria diferente. Houve uma certa decepção com a pizza italiana, mas acredito que eu tenha escolhido o lugar errado. Felizmente todas as pastas, lasanhas e afins estavam ótimos, realmente se come muito bem no país. Mala feita, check-out realizado e era hora de seguir a um novo país. Estava muito ansioso por esse momento principalmente nos últimos dias e não via a hora de chegar no aeroporto e me preparar para a viagem. Tive uma surpresa infeliz ao descobrir que o ticket que havia comprado no dia anterior não dava direito ao trajeto até o aeroporto. Me vi obrigado a gastar €10 no vaporetto com trajeto direto ao aeroporto de Veneza, viagem que demorou cerca de 30min. Há também um ônibus que faz esse trajeto, mas o preço é semelhante e estava com receio de me atrasar. A viagem de Veneza até Split foi bem rápida - 1 hora e 15 minutos - e não houve nenhum problema no desembarque. Chegando no aeroporto de Split, tive meu primeiro problema: a moeda. A Croácia, apesar de pertencer a União Européia, não adota o Euro como moeda oficial. Dessa forma, eles utilizam e, em alguns lugares, somente Kuna, sem possibilidade de pagamento em Euro. Cheguei ao país sem saber como fazer essa conversão (€1 = kn0,11 aproximadamente) e a conversão nos ATMs do aeroporto estavam péssimas, logo tinha que dar sorte ao achar algum meio de chegar ao centro da cidade com euros. Felizmente encontrei um translado que aceitava tanto Kunas quanto Euros para fazer o trajeto, que me custou €5. Saindo do aeroporto, algo que me marcou bastante foi uma placa de publicidade totalmente compreensível, como podem ver abaixo: Propaganda super compreensível para nós Nesse momento bateu um medo de não conseguir me comunicar, me perder, enfim, algo acontecer 😂 mas felizmente isso não ocorreu, os croatas falam um inglês bastante compreensível, pelo menos nas cidades que me hospedei. A viagem de translado levou cerca de 45min até o centro de Split. Minha primeira percepção é que estava em um lugar povoado e chique, com inúmeros barcos ancorados, muitos deles dessas empresas de cruzeiros. Meu hostel ficava à uns 10min de distância do centro e pude ter uma primeira percepção de Split, com muitos carros, ruas limpas e pessoas que até então eu tinha como estereótipo de serem russas. Pude perceber também a extrema ligação da cidade com o time de futebol Hadjuk Split - foi muito comum ver paredes pintadas com os símbolos do time. Pinturas do Hajduk Split, time de futebol da cidade Apenas deixei minhas coisas no hostel e fui até o centro pois precisava trocar dinheiro e de um corte de cabelo. Peguei kn1200 (aproximadamente €160) para ficar seguro por três ou quatro dias, visto que ainda não sabia o custo de vida na Croácia. Split acabou sendo a cidade mais barata na minha estadia na Croácia, então deu pra segurar as kunas por um bom tempo. Fui até o barbeiro (kn110 - €14) e resolvi dar uma volta pelo centro, que é bem pequeno mas muito bonito. Todo o centro histórico possui construções desde o século II e andar pelas ruas e labirintos da cidade foi uma ótima experiência. Palácio de Diocleciano Jantei um ótimo lanche acompanhado de cerveja croata (57HRK - €6,84) e fui para o hostel, afinal precisava acordar bem cedo no dia seguinte. 💰 Custos do dia: Almoço: €13 Ticket Vaporetto: €10 Translado: €5 Barbeiro: €14 Jantar: €6,84 💸 Total: €48,84 (R$217,39) Próximo post: Capítulo 11 - Plitvice Lakes e o primeiro Pub Crawl
  26. 1 ponto
    Capítulo 3 - Finalmente sol e noite em Trastevere Dia começou ensolarado e finalmente poderia aproveitar Roma de verdade. Mas antes, baixei o TripAdvisor para descobrir lugares bons e baratos devido ao trauma do dia anterior 😂. Deu super certo para o café da manhã, onde praticamente almocei no D’Angelo por €6, recomendo muito o lugar. Fiz a besteira de não ter reservado online o dia e horário para visitar o Coliseu, então tive que encarar uma fila de quase duas horas para efetuar a reserva para o período da tarde (sério, reservem a entrada... a fila estava enorme e nem era alta temporada). Arco de Constantino, bem próximo ao Coliseu Efetuada a reserva, tinha 3 horas até iniciar o tour, então decidi ir para o Castel Sant’Angelo, antigo edifício militar. A entrada foi gratuita pelo fato de eu ter comprado o Roma Pass. Vale muito a pena a visita, é um lugar de muita história, muito bonito e bem preparado para receber os turistas. Há um restaurante dentro do Castelo mas confesso que não tive curiosidade de olhar os preços. Fora do castelo ainda tem um jardim onde as pessoas fazem piquenique, praticam esporte etc, é possível passar uma manhã ou tarde sem perceber o tempo passar. Castel Sant'Angelo Catapulta utilizada na fortaleza O Castelo também foi residência papal Ponte Sant'Angelo Anjo que dá nome ao castelo E foi isso que aconteceu, pois precisava estar no Coliseu às 16hrs e ainda estava no Castelo às 15:20. Corri pra pegar o ônibus e cheguei em cima da hora por conta do trânsito, então não pude iniciar o tour pelo Palatino, entrando diretamente pelo Coliseu. Foi uma sensação única entrar em um lugar com tanta história, sem dúvidas um dos pontos altos da minha estadia em Roma. Não utilizei um guia e bateu o arrependimento depois, recomendaria bastante. Durante minha visita, percebi alguns guias brasileiros inclusive. Imagina quantas pessoas passaram por aqui... Vista interior do Coliseu, em constantes reformas Após a visita no Coliseu, fui para o Fórum Romano, amplo espaço com algumas ruínas de construções muito importantes na história da Itália. Fórum Romano Fórum Romano Trajeto feito, voltei para o meu hostel. No caminho passei pelo Carrefour e comprei uma cerveja e alguma coisa pra beliscar, gastei €6. Havia lido bastante coisa sobre Trastevere, principalmente sobre ser um bairro boêmio e é isso que a gente gosta. Peguei um ônibus próximo ao hostel e cheguei por volta de 22hrs. Parei num bar que estava quase vazio, tinham três pessoas que não deram abertura para conversar com uma pessoa que estava sozinha. Cerveja tomada (€5) e andei sem rumo pelo bairro. Achei um bar brasileiro, mas não queria viajar e ir para um bar com cara do Brasil 😂, acabei passando direto. Válido dizer que não me senti inseguro em nenhum momento andando sozinho a noite. Bar brasileiro chamado BumBum, no mínimo sugestivo Acabei parando no Baccanale Trastevere, lugar bastante acolhedor com muitas opções de cerveja e petiscos por um preço justo. Paguei €12 em um lanche mais uma pint e, com um pouco de álcool na cabeça, foi mais fácil conversar com a galera que estava no bar. Uma das coisas que mais aprendi e gostei viajando é que você tem que botar a cara a tapa e perder a vergonha/timidez, senão você praticamente não se comunica e perde a oportunidade de conhecer pessoas interessantes com uma cultura totalmente da sua. Salute! Tive que sair do bar um pouco antes da meia-noite pois o transporte em Roma para de funcionar pela madrugada. Além disso, Trastevere fica um pouco afastado do centro. Ônibus e cidade vazias, era hora de voltar pro hostel. 💰 Custos do dia: Café da manhã/almoço: €6 Carrefour: €6 Matebar: €5 Baccanale Trastevele: €12 💸 Total: €29 (R$129,05) Próximo post: Capítulo 4 - Vaticano
  27. 1 ponto
    Boa senhores! Lindas fotos! Muito obrigado pela menção honrosa! Eu fico sempre muito feliz quando da pra ajudar alguem! Bora usar a quarentena pra terminar esse relato ae!! kkkkk abraços
  28. 1 ponto
    Que legal esta viagem, não tinha visto antes! Tenho em mente um roteiro parecido! Anima aí e coloca suas impressões de Moscou tb!
  29. 1 ponto
    Dia 18/12 - KUTNÁ-HORA Nesse dia decidimos fazer um bate volta até a cidade de Kutná-Hora para visitar o templo de Sedlec (igreja de ossos). Acordamos cedo e fomos até um Shooping Center onde havia uma estação de metrô que ia até a estação central de Praga de onde partia o trem, porém, antes, passamos no Mc Donalds pra tomarmos um café da manhã. Fiquei surpreso com as opções que o Mc de lá oferece para refeições matinais, por €7,00 peguei um combo que vinha capuccino médio,um sanduíche de presunto e queijo, ovos mexidos com bacon e um empanado, (acho que era de batatas), achei bem gostosinho e que valeu super a pena pois é uma bela refeição. De café tomado, agora sim, o dia começava, pegamos o metrô até a estação central de Praga. Como já havíamos comprado as passagens no dia anterior então era só aguardar o horário do próximo trem (eles saem de hora em hora e vc pode pegar o horário que quiser durante o dia o qual a passagem é válida), como já havíamos perdido o trem das 8h00, aguardamos os das 9h00. São pouco mais de 1h até Kutna-Hora (cerca de 80km), e pra aproveitar o passeio até lá é preciso entender que a cidade possui 3 estações de trem sendo elas: Kutná Hora hlavní nádražíi, na passagem ela está abreviada da seguinte forma "Kutná Hora hl.n", é nela que descemos e fizemos uma pequena baldeação para pegar outro trem menor que nos levaria até as outras duas estações. Esse trem já fica na espera do trem que vem de Praga, então assim que você descer nela corre pra fazer a baldeação que, se não me engano, ocorre em 5min., se você perder terá que esperar o próximo trem que vier de Praga pra poder pegá-lo. Dessa estação onde fizemos a baldeação fomos até a estação seguinte: Kutná Hora-Sedlec, essa é a estação mais próxima do Ossuário de Sedlec, descemos aqui (é no meio do nada, mas é só seguir o fluxo pois, muito provavelmente, as pessoas que estiverem com você também estão indo para o mesmo lugar), caminhamos um pouco até chegarmos na bilheteria onde vendia diferentes opções de ingressos para visitar os pontos de interesse da cidade, pagamos €6,50 pela visitar ao Ossuário e por uma Igreja que havíamos passado em frente antes de chegar lá na bilheteria. De lá seguimos até o Ossuário que ficava a poucos metros da bilheteria. O local é pequeno e fica dentro de um cemitério, a história do local é muito legal, não vou escrever aqui pois ficaria longo demais o relato mas sugiro que pesquisem e se informem, aposto que ficarão curiosos, assim como ficamos, para conhecer esse lugar! A O interior da igreja é toda adornada por ossos humanos, é muito bizarro ver imagens sacras em meio aquela ossada, anjos, imagens de Cristo, tudo em meio a milhares de ossos, é muito surreal! Como o lugar não é grande então ficamos ali observando cada detalhe dele, após a visita fomos para a parte externa e ficamos ali curiando as sepulturas e as datas dos sepultamentos, fora que o lugar rendeu belas fotos também. Dali seguimos para a Igreja que havíamos passado em frente assim que entramos na cidade. Não é uma atração imperdível, porém a igreja é muito bonita e grande, há belas peças, pinturas e esculturas pra se admirar, como entrada estava inclusa no ticket que compramos acabamos indo. Após a visita da Igreja decidimo ir até o centro de Kutná-Hora, para isso voltamos na estação onde descemos e aguardamos o pequeno trem que nos levaria agora até Kutná Hora Město, aqui é a última estação que fica dentro dos limites da cidade de Kutná-Hora, da estação para o centro histórico, propriamente dito da cidade, fica 1km de caminhada. A primeira coisa que fizemos ao chegarmos lá foi encontrar um banheiro e depois um local para fazermos uma refeição. Fora de Praga os preços são muito bons e o nosso dinheiro rende bem, entramos em uma pizzaria onde comemos uma enorme pizza feita na hora, quentinha, uma delícia, mais dois refrigerantes de 600ml cada ao custo de €10,00, nem na Itália havia comida uma pizza tão boa, não sei se era a fome, o fato dela ter sido feita na hora também ajudou bastante no paladar 😄. Satisfeitos continuamos andando pela charmosa Kutná-Hora, passando por alguns das principais atrações da cidade: a fonte gótica de pedras com mais de 500 anos, Coluna da Peste (monumento em homenagem aos mortos na Europa pela peste negra), a Rua Barboská e a principal atração da cidade a deslumbrante Catedral de Santa Bárbara, acabamos não visitando ela por dentro pois achamos o ingresso caro demais, (mais caro que a entrada para Sedlec e a igreja que visitamos anteriormente), nos contentamos em apreciar sua beleza externa mesmo e andar pela rua Barboská, (lembra bastante a Ponte Carlos toda decorada com monumentos em seus muros). A vista da cidade desse ponto deve ser linda de dia, como nessa época do ano escurece cedo, (16h00 o sol já se pôs), então nem deu apreciar muito o local da maneira que gostaria, mas valeu de qualquer forma, aliás, eu sugiro que se incluírem esse passeio no roteiro de vocês fiquem uma noite por aqui, eu deveria ter feito isso, seria suficiente pra fazer o que queria com mais calma e a cidade é muito, muito tranquila, bem diferente de Praga, além de que é bem mais barata. Agora era hora de voltarmos mas antes, para nos despedirmos da cidade e do agradável passeio que havíamos feito, tomamos um café em uma cafeteria na praça Praça Palackého, a principal da cidade, pedi um cappucino (pra variar) e um Tiramisu, (não tão bom quanto o que comemos em Roma) mas ok, e meu copanheiro também pegou um Capuccino e uma torta apfelstrudel de maça com sorvete de creme, ficou €7,25 pra cada, um pouco mais caro que a refeição que fizemos antes mas deve ser por conta do local mas nada absurdo também. De lá seguimos para a nossa jornada de volta a Praga, pegamos o trem onde descemos e seguimos até a primeira estação onde descemos para fazer a baldeação, d elá pegamos o trem que nos levaria até Praga. Já passava das 21h00 quando chegamos na cidade, passamos no mercado para compramos umas besteiras, caso desse fome mais tarde, depois pegamos o metro e descemos na estação mais próxima do nosso hotel. Exaustos tomamos um bom banho e antes de dormirmos comemos as besteiras que havíamos comprado no mercado. O dia seguinte seria o nosso último em Praga e de lá partiríamos de ônibus até Berlim, nosso próximo destino. Gastos no dia: Café da manhã: €7,00 Ticket Ossuário de Sedlec: €6,50 Refeição: €5,00 Café+Sobremesa: €7,25 Compras: €8,30 Total: €34,05
  30. 1 ponto
    Bom, vou colaborar com nosso relato de viagem por dois países da América Central realizado entre fev e mar/19. Ressalto que a melhor época para visitar a região é de janeiro a abril para fugir das chuvas. O custo total da viagem foi R$6000,00, sendo: R$1500 (passagem São Paulo – San José) pela Avianca R$ 500 (passagem San José – Cidade da Guatemala) pela Copa R$ 600 (hospedagens em hostel) R$ 500 (ônibus/shuttles na Guatemala) R$ 400 (aluguel do carro) + R$150 combustível na Costa Rica (valor por pessoa em carro 4 pessoas) + demais custos com alimentação e passeios Os roteiros foram os seguintes Costa Rica 9 dias: todo o roteiro realizado com carro alugado (aprox. 50usd/dia) Chegada em San José – Pq. Manuel Antonio – Cartago (vulcão Irazú) – Vulcão Poás – La Fortuna (Arenal + Rio Celeste) – Tamarindo (Playa Conchal e Hermosa) Guatemala 9 dias: todos os deslocamentos realizados por ônibus/shuttle (possível comprar pelo site GuateGO), mas recomendo fechar com as agências locais que fica bem mais barato. Chegada na Cidade da Guatemala – Antígua (vulcões Pacaya e Acatenango) – Panajachel (Lago Atitlán) – Lanquin (Semuc Champey) – Flores (Tikal)
  31. 1 ponto
    Dia 15/11- BUDAPESTE Nosso último dia inteiro em Budapeste, acordamos no mesmo horário de sempre, por volta das 8h00, tomamos café e partimos conhecer alguns pontos de interesse que não havíamos conhecido ainda. Esse dia foi bastante proveitoso, primeiramente pegamos o bondinho em direção ao Parlamento, tivemos que pegar 2, um que atravessa a Margaret Bridge (Ponte mais próxima de onde estávamos hospedados) e depois outro em direção ao Parlamento que fica do outro lado do Rio Danúbio, em Peste. Para esse passeio eu pensei muito se faria a visita guiada para conhecer o lugar por dentro, porém, o ideal é fazer a reserva antecipadamente, assim você escolhe a data, o horário e a língua que pretende fazer a visita, como eu não fiz nada disso havia uma pequena chance de conseguir ingressos lá na hora, mas por conta do preço e como era nosso último dia em Budapeste e eu não queria gastar muito, acabei não fazendo, além do que apesar do prédio ser enorme o acesso só é permitido a menos de 1 dezena de aposentos oficiais (achei isso bem desanimador pelo preço que cobram). De qualquer forma a ida para admirá-lo por fora já vale o passeio, além de que tem 2 entradas subterrâneas com informações e artefatos da primeira construção do prédio, (que começo a se deteriorar poucos anos após ser inaugurado por conta da qualidade do material usado), é muito interessante e a entrada é free 👍. Tiramos algumas fotos por lá e depois seguimos em direção ao Monumento em Homenagem aos Judeus Mortos em Budapeste (Shoes on the Danube Bank), que fica ás Margens do Rio Danúbio do lado de Peste (fica aprox. há 1km sentido norte de distância do Parlamento). É um monumento com um significado bastante triste, pois os Judeus era colocados enfileirados ás margens do Rio, acorrentados e obrigados a se jogarem em suas geladas águas, deixando para trás seus calçados, já que isso, na época, era tido como artigo de luxo. O artista que criou essa obra recriou os calçados deixados por essas pessoas O que observei por ali foi uma tremenda falta de respeito por parte de algumas pessoas que, talvez por não saberem o verdadeiro significado daquele monumento, tiravam selfies dando risadas, fazendo pose ao lado dos calçados, enfim, posso estar sendo chato, mas eu entendo que ali era um local para reflexão e não diversão. Seguimos adiante e decidimos encerrar nosso último dia em Budapeste fazendo um passeio de barco pelo Rio Danúbio, pagamos €17,30 por um passeio de 1h45m que dava direito a 2 bebidas (champagne, suco, café ou refrigerante), como o passeio era só ás 16h00 e não eram nem 13h00 fomo para a nossa próxima atração, a Citadella, atravessamos a Chain Bridge de volta a parte Buda e pegamos um Bondinho que nos deixou bem próximo da entrada para a subida até o local. Existem 2 forma de se chegar até lá: a pé, forma utilizada por nós, e de carro. A subida é boa, é o ponto mais alto da cidade, mas é perfeitamente possível fazê-la. Assim, lá em cima não tem muito o que fazer, existe um forte que servia para se vigiar a cidade no séc. XIX mas, não sei por qual razão, ele está fechado, há barraquinhas de comidas, bebidas e souvenirs. Antes de explorar a região fomos ao banheiro (€1,00), ao sairmos vimos uma barraquinha de cervejas artesanais, uma de cereja nos chamou a atenção e decidimos prová-la, (€ 3,00) , apesar de não gostar de cerveja achei essa realmente muito gostosa, talvez por conta do sabor doce da cereja, sei lá. O ponto forte do local é a vista que se tem da cidade, principalmente do lado de Peste, só a vista já vale a visita. Não ficamos muito por lá pois havia outros locais que queríamos ir e o tempo era curto pois ás 16h00 tinha o passeio de barco. Descemos a pé e pegamos um ônibus (na verdade 2) para chegarmos até a famosa praça dos heróis. Descemos em um ponto em frente a estação central de Budapeste (Budapest Keleti), estação pela qual chegamos vindo de Viena e de lá pegamos outro que nos levou até nosso local. A Praça dos Heróis é um local com vários monumentos em homenagem aos principais personagens húngaros a da história que ajudaram a construir Budapeste ao longo dos mais de 1.000 anos da cidade, é um local bastante imponente e aberto, por ali, atravessando uma ponte, fica o Parque da Cidade (Városliget) onde se encontram diversos pontos de interesse como o próprio parque, o Castelo de Vajdahunyad, ouvi dizer que esse Castelo é uma réplica do Castelo do Drácula que fica na Transilvânia, na Romênia, como não conheço esse último então não sei dizer se é ou não, e tem também uma das mais populares termas de banho público de Budapeste, as Termas de Széchenyl, confesso que queria muito visitar uma dessas termas, mas ficou para uma próxima visita que certamente farei a essa cidade maravilhosa. Ficamos andando ali pela região, tirando foto, subimos em uma das Torres do Castelo ao custo de €1,00, não há nada de mais, apenas uma vista parcial da parte alta do Castelo e da região onde ele fica, mas pelo valor, compensou. Descemos e continuamos andando por ali por mais alguns minutos até que decidimos voltar pra não nos atrasarmos para o passeio que estava reservado. Chegamos com 30min. de antecedência, eramos o primeiro da fila da entrada para o pier de onde partiria a embarcação. Com um pequeno atraso de 5min. ela encostou do lado de outra embarcação que estava parada em frente ao pier de onde estávamos. Esperamos o pessoal do horário anterior ao nosso sair totalmente para entrarmos. Nos acomodamos em uma mesa do lado direito da embarcação e ficamos lá curtindo a vista e bebendo as bebidas que estavam inclusas no passeio, primeiro fomos de champagne e por último um cafezinho. Depois saímos para a parte externa da embarcação e ficamos tirando foto e apreciando o visual noturno deslumbrante de Budapeste. Foi uma ótima forma de encerrar o dia nessa cidade. Terminado o passeio estávamos famintos, percebam que até agora não havíamos comido nada depois do café da manhã, como eu e meu companheiro amamos comida oriental decidimos ir a um que ficava próximo a Basílica de Santo Estevão. Aproveitamos que pegamos uns cupons de desconto que eram oferecidos no local onde estávamos hospedados e resolvemos fechar a noite dando uma pequena ostentada gastronômica 😆. Como passaríamos em frente a Basílica de Santo Estevão e ainda não havíamos visitado ela, aproveitamos que estava aberta para conhecê-la internamente, de estilo Neoclássico é, assim como o Parlamento Húngaro, uma das construções mais altas da cidade. É uma bela igreja, cheia de detalhes como manda o estilo das igrejas católicas romanas. De lá finalmente fomos forrar o buchinho e encerrar nosso último dia por essa cidade que entrou par ao meu Hall de cidades visitadas favoritas. O nome do restaurante que fomos se chama Wasabi Extra e lá servem diversos pratos da culinárias asiática (Japonesa, Chinesa, Tailandesa, Coreana e Vietnamita), a conta não ficou barata, optamos pelo sistema de rodízio, (daqueles que as comidas vem em pequenas porções via esteira) e uma jarra de 1,5l de suco, deu €33,15 por pessoa, mas valeu muito a pena pois como não havíamos gastado praticamente nada com comida o dia todo acabou que ficou quase elas por elas se formos ver. De lá seguimos para nossa hospedagem, satisfeitos e bastante cansados pelo dia cheio e proveitoso que tivemos. Gastos no dia: Café da manhã: €11,00 Passeio pelo Rio Danúbio: €17,30 Banheiro: €1,00 Cerveja: €3,00 Visita a Torre do Castelo: €1,00 Jantar: €33,15 Total: €66,45 Obs: Desculpem a quantidade de fotos mas é que esse dia foram muitos lugares então o volume de fotos também foi grande, tentei deixar só as melhores mesmo.
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    Olá, boa noite Estou procurando companhia para o Peru entre 08/02 à 16/02
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    Dia 14/12 - BUDAPESTE Nosso primeiro dia inteiro em Budapeste, acordamos cedo, tomamos café da manhã lá mesmo onde estávamos hospedado, era mais caro que Viena, tinha uma boa variedade de comida mas ainda preferia o de Viena, €11,00 era o custo por pessoa, apesar de carinho café em sistema de Buffet acaba compensando pois você sai bem alimentado para aproveitar o dia na cidade e só vai sentir fome lá pra depois das 15h00 o que acaba fazendo com que economizemos no gasto com alimentação. Nesse dia decidimos procurarmos uma lavanderia antes de sairmos pra conhecer a cidade pois já estávamos com uma boa quantidade de roupas sujas. Fomos em um por indicação da hospedagem, ficava do outro lado do Rio, na cidade de Peste, pegamos um bonde para chegar até lá. Após lavarmos nossas roupas voltamos para a embarcação para deixarmos elas e assim, finalmente, poder sair pra explorar Budapeste. Inicialmente nosso primeiro destino era a Citadella, onde fica o ponto mais alto da cidade e que possui uma fortaleza que serviu serviu como ponto de vigilância da cidade, porém, ao passarmos pela Chain Bridge eu quis descer pra tirar foto, a ideia era visitar a famosa ponte que liga as cidades de Buda a Peste e depois pegar novamente o bonde e seguir para o destino que havíamos definido, mas dai acabamos sendo levado pela curiosidade de explorar a região onde ficava o Castelo de Buda que fica no alto da cidade cujo acesso se fazia por lá mesmo, através de funicular. Pagamos €6,60 pra poder subir e descer de funicular, (no final acabamos só subindo mesmo), o ticket só pra subir é mais barato. Essa é uma região onde há muitas atrações pra visitar, gastamos uma boa parte do dia conhecendo a região, entramos em um Museu de Armas que havia por lá tbm, €5,00, é um Museu relativamente pequeno mas com um acervo bastante interessante, não julgo ser uma visita obrigatória, acabamos visitando ele por acaso mesmo mas achei que valeu a pena. Ás vezes sair um pouco do roteiro planejado é uma boa ideia pois acabamos nos surpreendendo com coisas que nem tínhamos cogitado visitar, o que deixa a viagem com um gosto mais especial. De lá seguimos andando até a Igreja de Matias, dessa vez conseguimos pegar ela aberta, pagamos €6,00 pelo ingresso, por pessoa, para fazermos a visita. Trata-se de uma construção que passou por diversas modificações ao longos dos séc., originalmente construída no séc. XIII, foi convertida em mesquita no séc. XVI durante as invasões turcas e com a expulsão deles vindo a se tornar, novamente, uma igreja católica de arquitetura neogótica. É uma das principais igrejas da capital. De lá fomos apreciar, mais uma vez, o entardecer da cidade no Bastião dos Pescadores, sério, não me cansaria nunca de ver essa vista, sem dúvida alguma esse é um ponto da cidade obrigatório a quem passar por ela. De lá seguimos para o ponto onde subimos de funicular e exploramos o outro lado da região que não havíamos visitado ainda: Castelo de Buda, Jardim Hunyadi, Pátio dos Leões, Savoyai Terrace, etc. todas atrações próximas. Ver a cidade se ascender daqui é muito bonito, é um ótimo local para terminar o passeio, passamos o dia todo nessa região de Budapeste e achei que valeu muito, há muito o que ver por aqui. Decidimos descer a pé, apesar de termos comprado o ticket de subida e descida pelo funicular estávamos um pouco distantes então acabamos deixando pra lá. Atravessamos a Chain Bridge e fomos procurar algum lugar para comer do outro lado, em Peste. Acabamos indo parar em uma feirinha com comida típicas e nos acabamos de comer lá, ganhamos até uma caneca de recordação onde veio o vinho quente que compramos pra tomar. A região estava muito bonita, toda enfeitada com as decorações natalinas, um clima muito agradável, apesar do frio rsrsrsrs. Ficamos um tempo ainda por lá até que, exaustos, decidimos voltar para a nossa hospedagem e assim encerrarmos um dia bastante proveitoso. Gastos no dia: Café da manhã: €11,00 Lavanderia: €9,30 Funicular: €6,60 Museu Militar: €5,00 Entrada Igreja de Matias: €6,00 Refeição: €16,50 Total: €54,40
  34. 1 ponto
    Pessoal, sou relativamente novo no trekking e estou buscando uma barraca boa e duradoura para me acompanhar por expedições primariamente no Brasil (meu plano é fazer a Serra Fina no ano que vem, dentre outras). Fiquei interessado na Naturehike pelo preço, e fiquei em dúvida entre dois modelos: o Cloud-up 2 Upgraded e a Cirrus 2. Ambas estão com preços muito parecidos. Alguém sabe me indicar qual seria mais adequada? Link para elas: https://pt.aliexpress.com/item/32797382886.html https://pt.aliexpress.com/item/32798013081.html
  35. 1 ponto
    Oi, acho que experiências ruins podem acontecer em qualquer site, mas como utilizo o 123milhas.com e não tive nenhum tipo de problema em nenhuma das vezes acho que posso dizer que é um site confiável, fiz minha última compra de passagem aérea sem problemas, após o email de confirmação de reserva e pagamento, entrei no app da companhia aérea que usarei e estavam todos os dados confirmados e corretos.
  36. 1 ponto
    Eu poderia começar falando que 14 dias é pouco e que cometi o erro em ficar 3 dias em Paris na ida e 3 dias em Barcelona na volta, mas isso seria injusto porque Paris é Paris e a Espanha sempre tem vez! Mas a vida é feita de escolhas... e nessa viagem, mais acertamos que erramos e assim começamos e terminamos por Istambul, recheando com Izmir, Pamukkale, Capadócia e Konya. De Paris pegamos um voo para Istambul pela Air France e chegamos ao “estalando de novo” Aeroporto Internacional Atatürk (inaugurado em novembro de 2018). Mesmo sendo madrugada, pareceu ser muito longe de Sultanamet, o centro histórico em que ficamos hospedadas. Optamos por pedir um transfer, o que nos custou quase um rim. Depois disso, ficamos mais espertas e passamos a utilizar o fabuloso sistema de transporte público, que é tão fantástico que serve aos 15 milhões de habitantes com uma superioridade escandalosa se comparado ao Rio de Janeiro com seus parcos 6 milhões. No primeiro dia, acordamos já cansadas, afinal Paris 20km/dia foi punk e uma noite mal dormida sempre suga parte da energia, assim optamos por fazer os pontos já planejados a pé e com bastante calma para entrar no clima da cidade. E assim fomos em direção ao Grand Bazar e definitivamente, o clima turco está ali e foi onde comecei a usar uma frase que falei muito durante os dias seguintes: “Nooooooossa!!! Que homem lindo”. Pois é, esqueça os turcos das novelas da Globo. Na realidade, os narizes são grandes sim, mas não são aduncos, mas bem feitos, beirando a perfeição, que combinam bem com os rostos alongados e os cabelos escuros. No Bazar ainda usam todo charme e carisma para vender tudo aquilo que não precisamos. Ainda bem que eu já estava preparada para não fazer compras. Afinal, foi minha primeira viagem sem bagagem despachada e minha mochila só poderia ser acrescida de coisas realmente muito essenciais. Gastamos umas duas horas por ali, correndo aqueles corredores de 600 anos, continuamos subindo e seguimos as placas que nos levaram até a Mesquita Suleymaniye, aquela belezura que aparece em todos os cartões postais de Istambul. Construída entre 1550 e 1557, foi encomendada por Suleyman, o Magnífico, sendo a quarta construída em Istambul. Eu já havia entrado em uma mesquita no Egito, mas foi a primeira vez que tive uma das melhores sensações da minha vida: pisar descalça naquele tapete maravilhoso. De uma forma geral, as mulheres não usam a parte principal das mesquitas para orar, mas como turistas tivemos tal privilégio. Nós chegamos pelos jardins dos fundos, que tem uma vista maravilhosa do Chifre de Ouro e dá até para ver a Torre Gálata. Almoçamos em um dos muitos restaurantes da lateral da mesquita e depois seguimos para deixar as bolsas no hotel. Finalizamos a tarde, visitando o interior da Mesquita Azul, que está em restauração com a visitação reduzida. Ao lado da Mesquita, descendo a pequena ladeira pelo lado direito, chegamos ao Bazar Arasta e fechamos a noite no Hipodrome, um barzinho na rua de baixo, indicada pelo recepcionista do nosso hotel. Aí a primeira surpresa: apesar de ser um país 99% muçulmano, a cerveja é livre e fácil de ser encontrada e a Efes é um excelente exemplar turco! A Mesquita Azul está localizada ao lado norte do Parque de Sultanahmet. Azulejos azuis adornam o interior e dão ao prédio seu nome popular que não é o oficial. Foi construída pelo sultão Ahmet I com a intenção que superasse a grandiosidade da Aya Sofia (que era uma igreja quando Istambul ainda era Constantinopla). O arquiteto contratado conseguiu o feito ao usar as mesmas formas voluptuosas da igreja localizada do lado oposto. Dizem que o sultão se empolgou tanto com a obra que trabalhou junto aos operários, inclusive os incentivando e recompensando pessoalmente. Para visitá-la os turistas devem entrar pelo portão lateral, pois somente os fiéis podem entrar pela porta principal. O interior é belíssimo!!! E mesmo com muitas partes em obra, foi possível ver os detalhes de boa parte da mesquita. Ao sair, virando à esquerda, fica o túmulo de Ahmet I que subiu ao trono aos 13 anos e morreu aos 27 anos, um ano depois de finalizada a Mesquita Azul, o túmulo de sua esposa Kosem, que foi estrangulada no harém de Topkaki e de seus dois filhos Osman II (1618-1622) e Murat IV (1623-1640) e o príncipe Beyazit (assassinado por Murat) também estão lá. Os azulejos também são fantásticos. Se sair da mesquita e virar para o lado direito, encontrará o Bazar Arasta, com uma fileira de lojinhas interessantes e preços mais salgados que do Grand Bazar. Esse complexo também faz parte da mesquita e o dinheiro arrecadado com o aluguel das lojas contribui para a manutenção da mesquita. A entrada em todas as mesquitas é gratuita. No segundo dia, exploramos nossa capacidade de nos virar com o desconhecido como: com o mapa na mão e com Google maps baixado para uso off line. Não comprei chip local, em uma tentativa muito bem sucedida de desintoxicar da internet. O café começava tarde no hotel, mas assim que terminamos, partimos para as ruas, tentando escapar da onda de chineses que domina o turismo europeu. Nada contra eles, mas só andam em bandos com 40 para cima e usam sombrinhas demais e roupas coloridas demais, o que interfere nas minhas fotos. Deveria ser proibido colocar blusas vermelhas nas malas. Às 8:30 da manhã não tinha um grupo sequer no Hipódromo. Começamos pela Cisterna da Basílica, onde tomei um piau muito educado do segurança por ter armado meu tripé. Mas o segurança poderia até ter me levado presa... foi o primeiro “nossaquehomemlindo” do dia. A construção data de 532 d.C. por encomenda do imperador Justiniano e hoje é a maior cisterna bizantina remanescente em Istambul. Tem seu nome por ficar localizada sob a Basílica Stoa e foi projetada para armazenar água para os palácios e redondezas com capacidade de 80.000 metros cúbicos distribuídas por 20 km de aquedutos. A visitação é possível desde 1987. Toda a cisterna tem 336 colunas: sendo 334 colunas lisas, uma esculpida com símbolos que os historiadores indicam ser as lágrimas por aqueles que morreram na construção e também a coluna que tem como base a cabeça invertida da medusa. Eu fiquei com a versão mais cética de que as colunas foram reutilizadas de outras construções e assim a cabeça foi aparecer por lá, mas há quem acredite que ela esteja lá para livrar o local de espíritos malévolos. Em seguida fomos para a Aya Sofia. Compramos o ingresso individual, porque chegamos à conclusão que não teríamos tempo suficiente para fazer todos os locais incluídos no Museu Pass e não contratamos guia local, nos guiamos pelo espetacular Guia Istambul da Lonely Planet (no final, vou abrir um parágrafo inteirinho para falar de como o investimento nesses guias é imprescindível para uma viagem econômica e por conta própria). A Aya Sofia foi construída como igreja em 537 d.C por Justiniano, foi convertida em mesquita em 1453 por Mehmet (o Conquistador) e finalmente em 1935, Atatürk a transformou em museu. A história da igreja em si já é um motivo para pagar as 72 liras para visitação. Foi construída sobre duas igrejas: uma destruída em um incêndio e a outra destruída na Revolta de Nika. Diz a história que quando Justiniano entrou pela primeira vez, disse: “Glória a Deus, que eu seja julgado digno de tão grandiosa obra. Ah Salomão, eu te superei!”. O cara nem era marrento. O destaque fica para a cúpula central, sustentada por pilares ocultos que a faz parece flutuar, o arquiteto responsável pela Suleymanynie ficou toda a vida estudando para reproduzir o mesmo efeito. Todos os mosaicos devem ser admirados com calma e no detalhe: são lindos e em um deles aparece Constantino ofertando a cidade de Constantinopla à Virgem Maria com Justiniano do outro lado ofertando a Aya Sofia. Quanto aos discos caligráficos que foram introduzidos no século 19, concordo com os comentários dos guias, não têm nada a ver com construção. Uma última dica: não compre nem uma bala no café localizado nos jardins: é tão caro que chega a ser abusivo. Deixe para tomar um suco de romã (pomegranade, para os turcos) em uma das muitas lojinhas entre a igreja e o Topkaki, que foi nosso terceiro ponto do dia. O palácio Topkaki tinha tudo para que eu curtisse, mas que não foi bem assim. O lugar é gigante, com muitos pátios, jardins bem cuidados e os prédios estão espalhados em toda essa área que é enorme, mas ainda assim todos os cantos estavam lotados! Muita gente e muito calor, uma receita perfeita para a irritação. Hoje, sabendo disso, acho que seria o primeiro lugar do dia que o turista deveria ir. Mehmet, o Conquistador, aquele que tomou a Aya Sofia e a transformou em mesquita, construiu a primeira parte do palácio e lá viveu até sua morte em 1481. Os sultões subsequentes foram fazendo seus “puxadinhos” e viveram ali até o século 19, quando passaram a construir seus palácios em estilo europeu espalhados pelas margens do Bósforo. No auge, o Topkaki chegou a ter 4 mil moradores: esposas imperiais, seus filhos, as concubinas, eunucos e servos. Há uma visitação ao Tesouro Imperial (com fila, é claro!), que é bem legal, pois lá está a famosa adaga que em 1747 foi feita pelo sultão Mahmud I para presentear o xá Nadir da Pérsia, mas que nunca recebeu o presente porque foi assassinado antes. Das histórias do palácio, a mais interessante é sobre o harém. O islamismo proibia a escravização das muçulmanas e todas as concubinas do harém eram estrangeiras (muitas vendidas por seus pais) ou infiéis. O certo era: todas eram belas. A mais famosa foi Haseki Hurrem Sultan, a Jubilosa, a consorte do sultão Suleyman (o cara que construiu a minha mesquita favorita, a Suleymaynie), mais conhecida como Roxelana, era filha de um sacerdote ortodoxo ucraniano e foi capturada por tártaros da Crimeia e vendida no mercado de escravos. Almoçamos um kebab maravilhoso em uma barraca no Parque Sultanahmet e fomos andando para Eminöu à procura da mesquita Rustem Pasa, que estava fechada para os não muçulmanos, acabamos assim encontrando a New Mosque e entramos. Saí de lá emocionadíssima com a demonstração de fé, apesar de não ser vedada aos turistas, não havia nenhum. Em seguida fomos ao Mercado de Especiarias e só tenho uma palavra para ele: UAU!!!! O nome desse bazar é na verdade Misir Çarsisi (traduzido: Mercado Egípicio), pois inicialmente o prédio foi sustentado pelos impostos sobre mercadorias importadas do Egito. Em seus tempos áureos, o local era o último ponto das caravanas de camelos que chegavam da India, Pérsia e China pelas Rotas da Seda. É menor que o Grand Bazar, mas eu o achei muito mais interessante. Com o sol se pondo, continuamos as andanças para atravessar a ponte sobre o Chifre de Ouro e chegar à Torre e achamos que estávamos sobre a Ponte Gálatas, até que descobrimos que estávamos na ponte do metrô e nesse momento começamos nossa jornada usando o espetacular transporte público turco. Com a ajuda de uma turca que estava perdendo a paciência com nossa lerdeza para entender a máquina automática, compramos um Istambul Card e abastecemos 50 liras, usamos as três o mesmo cartão que vale tanto para o metrô, quanto para o tran, ônibus e até para os barcos, tudo pela barganha de 2,60 liras/viagem (a primeira viagem 1,85) ou seja R$ 1,80 (a passagem no Rio de Janeiro custa R$ 4,05). Tomamos um café ao redor da Torre, mas não ficamos muito. O bairro é bem balado, mas estávamos bem cansadas. Finalizamos o dia vendo o sol sentadas na escadinha com as luzes acendendo nas mesquitas do outro lado do chifre, com aquela sensação de “putaqueopariu, que lugar lindo!” Voltamos na hora do rush, e adivinha? Metrô vazio e depois o tran também. Não sentamos, mas também não viemos como sardinhas em lata. Não vou cansar de falar sobre isso... À noite nos presenteamos com um jantar maneiro. O escolhido foi o Matbah, um restaurante com uma proposta diferenciada onde o chefe recriou receitas palacianas de origem otomana. Fantástico da entrada à sobremesa e o mais interessante: pagável. E o terceiro dia foi o dia do famoso Bósforo!!! Um estreito que conecta o Mar Negro com o Mar de Mármara, separando Istambul em duas partes: a europeia e a asiática. O comprimento total do estreito é de 30 quilômetros e a largura vai dos 700 metros até quase 4 quilômetros da saída para o Mar Negro. Agora, definitivamente eu já posso colocar um pin na Ásia. Justamente nesse dia, o tempo amanheceu um pouco nublado. Confesso que meu tesão fotográfico diminui bastante em dias assim, mas faz parte de qualquer viagem. Fomos cedinho para o porto em Eminöu e pegamos a barca local que sai do píer pertinho da Ponte Gálatas. Aceitamos as dicas da Lonely Planet e assim escapamos do cruzeiro turistão (pela bagatela de 15 liras/R$10,50). No caminho passamos pelos palácios construídos pelos otomanos, por algumas das pontes mais altas que eu já havia visto e pela Fortaleza de Rumeli Hisar, que foi construída para conter as invasões. Desembarcamos na última estação, Anadolu Kavagi e voltamos de busão (15A) pelo lado asiático, parando em Kanlica para experimentar o delicioso e famoso iogurte produzido lá e depois pegamos o 15F para ir ao Palácio Beylerbey. Foi uma experiência fantástica, pois a comunicação em turco era inexistente, mas o olhar, as risadas quando nos pegavam enroladas e aquela coisa da comunicação por olhar que só o viajante sabe entender. Me faltam as palavras corretas para descrever. O ápice mesmo foi a visita ao palácio, que não pode ter o interior fotografado. Foi construído entre 1861 e 1865 pelo sultão Abdulazize como casa de verão e para receber diplomatas estrangeiros. Conta uma história que Maria Eugênia, esposa de Napoleão III, tomou uma senhora bofetada da mãe do sultão, porque em um evento, entrou de braço dado com ele. Se fez isso com a visita, imagina o que fazia com as noras e com as concubinas, pois como se sabe, era a mãe do sultão que tocava a administração do harém. Tomara que eu não tenha passado por isso nas encarnações passadas! Almoçamos tarde em Uskadar, depois partimos para a famosa loja de doces Hakki Zade e nos rendemos a baklava (doce folheado com amêndoas). Para encerrar o dia, pegamos o barco de Uskadar para Eminöu (2,60 liras), cruzamos de volta para o lado europeu e seguimos para o final do roteiro do dia: Beyglou e a Taksim, a famosa e enorme praça que aparece na TV quando os turcos vão para as ruas fazer suas reinvindicações e que descobrimos que é o “point consumista”, as marcas famosas tem lojas na rua principal, onde um charmoso bonde sobe e desce, com várias sorveterias com atendentes engraçadinhos que fazem malabarismos com as casquinhas (encantando inclusive os adultos), bares e kebabs para todos os gostos e até uma igreja católica. Paramos para beber uma cerveja em um local bem legal onde o “nossaquehomemlindo” foi entoado diversas vezes. Saímos fedendo a cigarro puro, pois os turcos fumam horrores!!! Quarto dia e último dia da primeira etapa em Istambul e a chuva chegou junto com nosso desespero em saber que não daria para fazer tudo que gostaríamos de fazer. Perdemos uma hora indo para a direção errada no tran e desistimos de Balat, o que foi ótimo, pois não é um lugar para fazer com chuva. Assim descemos na última estação do tran (Kabatas, onde o s com cedilha tem som de x – liiiindo!!!!) Já na saída do tran tinha uma galera vendendo capas de chuvas (me senti no Brasil) e fizemos amizade com um libanês que estava no tran. Seguimos juntos a pé para o Palácio Dolmabahçe. Fofucho, professor de francês e não falava inglês e nós não falávamos nem francês nem árabe, foi uma conversa ótima em sinais e palavras soltas. Na bilheteria já sentimos o que nos esperava: chineses, muitos deles, tentando escapar da chuva como nós, fazendo um roteiro coberto! O palácio é de deixar qualquer um boquiaberto, principalmente quando se chega ao salão cerimonial. Nada pode ser fotografado (se pudesse, o engarrafamento lá dentro seria ainda pior) e os ingressos são comprados separadamente se quiser ir ao harém, fomos e valeu a pena. Uma das coisas mais interessantes é que o palácio foi moradia do presidente Atatürk, o cara que proclamou a república e até hoje é reverenciado pela população. Ele faleceu em um dos aposentos e o relógio foi parado exatamente na hora da sua morte e ninguém mais mexeu. Conseguimos, antes de seguir para o aeroporto, ir à Pequena Aya Sofia, uma pequena joia que Justiniano e Teodora construíram entre 527 e 536, antes de construir a Aya Sofia. Era uma igreja batizada em homenagem a São Sergio e São Baco, os santos padroeiros do exército romano. As colunas de mármore verde ainda são originais, mas os mosaicos não sobreviveram. Foi convertida em mesquita aproximadamente no ano 1500, quando foram construídos os minaretes. Para Izmir, conseguimos uma tarifa ótima pela Turkish Airlines, a melhor companhia aérea da Turquia, saindo do aeroporto Sabiha Gokcen. Para chegar até ele, a melhor opção é usar o Havast, um ônibus arrumadinho que faz o trajeto a partir do parque de Sultanahmet. Utilizamos o mesmo serviço quando voltamos de Konya e para pegar o voo final para Barcelona, porém para o Aeroporto Atatürk, o Havast sai da Praça Taksim. Uma hora depois estávamos desembarcando em Izmir, cujo metrô está praticamente no pátio de desembarque (outro nível!). Um cara que estava no nosso voo puxou assunto na estação e nos ajudou com a compra dos bilhetes e em dicas para nossos dois dias na cidade. Os turcos são muito amáveis... esse não era lindo, mas tinha borogodó. Achar o hotel foi um pouco mais complicado. Escolhemos o hotel pela proximidade com a estação Bazmane, mas ao sair tinham várias bifurcações. Tentamos pedir informação quanto à direção, mas ninguém falava inglês, na linguagem dos sinais, um rapaz nos colocou na direção. Entramos na rua que, na verdade parecia um beco, com casas de chá e vários homens jogando gamão (nenhuma frase “nossaquehomemlindo” saiu da minha boca), rolou um certo cagaço até que vislumbramos a placa do hotel (ufa!). Hotel honesto, preço ótimo, café da manhã básico e localização excelente já que a meta era ficar próximo ao trem pela mobilidade de ir para as demais cidades, mas teve sua parcela de susto. Izmir é a terceira maior cidade da Turquia e os turistas e base para ir à Éfeso, uma cidade construída no século X a.C e é uma das sete congregações citadas no Livro do Apocalipse. Há inclusive teorias que acham que o Evangelho de João pode ter sido escrito em Éfeso. O Templo de Artêmis, uma das sete maravilhas do mundo antigo, se encontrava ali (mas hoje tem apenas uma coluna), assim como a Biblioteca de Celso (ainda de pé). Hoje a cidade encontra-se em ruínas devido aos muitos terremotos. A história da cidade é muito bem contada no museu localizado no centro de Selçuk, cuja visita é importante para entender todo o contexto. Tanto para ir tanto à Éfeso quanto para ir à Casa da Virgem Maria, tivemos que pegar um trem na estação Bazmane para Selçuk, chegando lá pegamos um taxi que nos levou até a casa, nos esperou e depois nos deixou em Éfeso. Ao terminar Éfeso, pegamos outro táxi que nos deixou no centro. A casa foi descoberta no século XIX através das visões da beata Ana Catarina Emmerich (beatificada pelo Papa João Paulo II). A igreja católica nunca se pronunciou sobre a autenticidade da casa por falta de evidências aceitáveis. As visões indicaram que Maria, depois da morte de Cristo, foi perseguida e levada por São João à essa casa. Verdade ou não, o local recebe muitos peregrinos, inclusive foi visitada pelo papa Bento XVI. Voltamos de trem até Bazmane e usamos o metrô para chegar à Praça Konak, onde fica a Torre do Relógio e a Mesquita Yali e sentamos na Kordon Izmir, também chamado de calçadão para assistir ao pôr do sol. Para ir à Pamukkale, o usual é se hospedar em Kusadasi, pois de lá saem tours. Como ficamos em Izmir a opção era ir de trem até Denizili (4 horas para ir e 4 para voltar) ou fazer de forma privada. Estávamos cansadas pacas e resolvemos nos presentear, ainda que o bolso tenha ficado ligeiramente impactado. O recepcionista do nosso hotel nos arrumou um motorista e às 8 da manhã, Omar estava nos aguardando e nos levou com tranquilidade pelos 240 quilômetros. De novo, nada de inglês, mas com o Google Tradutor ele nos contou todo o contexto político atual. Super gentil, parou quando pedimos para comprar frutas que ele prontamente escolheu. Nossa primeira visitação foi à Hierapolis, uma cidade fundada no século II a.C e que desmoronou durante um terremoto no ano 17, foi reconstruídas nos séculos II e III d.C e servia de casa de veraneio para os nobres que a visitavam pela águas termais, mas foi completamente destruída por um novo terremoto em 1354. A cidade é mencionada uma única vez na Bíblia, na Epístola de Colossenses. Pamukkale está no mesmo parque, inclusive o pagamento é feito por um ticket único. O lugar é lindo demais, mas era domingo e parecia o Piscinão de Ramos. Fotos sem pessoas? Só apagando no Photoshop. E para a Capadócia usamos uma companhia aérea lowcost chamada SunExpress, partindo de Izmir, parece nome de empresa de ônibus, mas o avião era novinho, não serviu nem água, mas para um pouco mais de uma hora de voo foi um excelente custo x benefício. Já tínhamos um transfer contratado pelo hotel e tudo correu entre o aeroporto de Keyseri e Goreme, a cidade que escolhemos como base. Passamos por Ugrup, que eu achei muito lindinha, apesar de ser menor. Foi o único local que não fizemos por conta própria, quando comecei a fazer o planejamento cotei os tours e o voo de balão, mas não fechei. Em alguns blogs havia a indicação de contratar na hora para baratear. Foi um erro dos grandes. Chegamos em uma segunda e não tinham mais voos para a terça e quarta, pois nos dias anteriores os balões não subiram, ou seja: a oferta estava bem menor que a demanda. Quase ficamos sem fazer o voo. Entramos em uma fila e só conseguimos fazer na quinta pela manhã, no dia da nossa ida para Konya. Essa brincadeira custou mais 100 euros. Entendendo mais o roteiro agora, faria um pouco diferente e assim sobraria um dia a mais em Istambul. Na Capadócia, as agências oferecem dois tours e com tudo organizado dá para fazer o Balão + Red + Goreme em um dia e o Green no outro. No dia da chegada, tiramos férias das férias e ficamos só rodando a cidadezinha e as lojinhas. O Red Tour é o mais interessante, na parte norte, com as paisagens típicas formadas por milhões de anos de erosão. Começamos com uma parada em Uçhisar Castle e Pasabag Valley, que parece a terra dos Smurfs, os demais lugares são mirantes, mas ainda assim muito legais: Devrent Valley, Love Valley e para fechar com chave de ouro: O Goreme Open Air Museu que foi monastério e igrejas e as pinturas remanescentes estão muito desgastadas, resultado da tentativa dos otomanos em acabar com os resquícios cristãos. O mais impressionante é que focaram na retirada dos olhos. O Green Tour merece um dia ensolarado, o que não foi o caso e por isso tirou um pouca da graça. Começamos pelo Selime Valley, onde foi gravado Star Wars, em seguida fizemos um trekking de 5km no Ilahra Valley, caiu a maior chuva enquanto estávamos almoçando e cessou ao fim do almoço e seguimos para Derinkuyu, uma cidade subterrânea (eu odiei esse lugar, não dá para imaginar 100 mil habitantes vivendo tão produndamente), o último mirante foi o Pigeon Valley. Ambos tours são completos, te pegam e deixam no hotel, o almoço (ruim) está incluído, guia em turco e inglês e um monte de paradas em lojas “pega turistas”. A nossa sorte é que chegam relativamente cedo em Göreme e assim finalizamos as duas tardes com uma cervejinha marota e ainda saímos para jantar, uma das noites fomos ao Turkish Ravioli e claro comemos o carro chefe: o raviolli com molho de iogurte. No dia seguinte fomos encarar o tal cordeiro cozido no pote, mas é maneiro ver o negócio pegando fogo, mas o sabor não era lá essas coisas. E então, antes do amanhecer, uma van passa no hotel e te leva para a área onde os balões estão sendo inflados, a luz começa a aparecer por trás da montanha e sol aparece todo lindo lançando raios para cima dos balões que já estão no ar. Subimos na cesta e ficamos apertados (são 15 pessoas no total), mas o aperto é legal, o baloeiro gira algumas vezes para que todos dentro consigam ver as paisagens em 360 graus. Só tenho uma reclamação a fazer: poderia ser menos caro! Voltamos para o hotel, tomamos café e tomamos o rumo para Konya (230Km) dessa vez de ônibus. Konya está localizada na Anatólia Central e que incluímos no roteiro para entender como surgiram os dervixes, cuja apresentação acabamos vendo em Istambul, já que em Konya somente se apresentam às sextas e sábados à noite e por lá ficamos apenas uma noite e duas metades de dia. O Museu e a Mesquita da Ordem Mevlana são dois dos maiores centros de peregrinação do mundo, pois ali encontra-se a sepultura de Celal el-din Rumi, um dos maiores pensadores sufistas da história. O sufismo é a corrente mística e contemplativa do Islamismo, os sufistas procuram desenvolver uma relação íntima, direta e contínua com Deus, através de cânticos, música e movimentos, por isso temos a impressão que os dervixes, ao rodopiar, estão em outro lugar, dá até para sentir e é lindo de se ver. Além do Museu e da Mesquita central, fomos ao maior borboletário da Europa, visitamos a vila de Sille e a Aya Elena, passeamos pelo parque, nos perdemos nos mercados, nos acabamos de comprar lenços (em Konya, todas as mulheres usam) e ainda fomos na Mesquita Azize, uma das mais bonitas da viagem. Antes do almoço, tivemos a maravilhosa experiência de assistir aos fiéis orando ao lado de fora da mesquita, na praça, muitos deles. Konya foi um escolha ótima, até mesmo porque não é uma cidade turística. Ahhhh... já ia esquecendo... lá tem um prato típico chamado etlikmek que é tipo uma pizza, mas em formato diferenciado. Amei essa parada e o restaurante que provamos: o Sifa. http://www.sifarestaurant.com/menu E assim voltamos para mais um só dia em Istambul, que confirmo mais uma vez, merecia mais uns dois dias. Acordamos cedinho, tomamos café no porto e pegamos a barca local para fazer o Chifre de Ouro (que é uma península que divide Istambul no lado europeu). Descemos em Ayvansaray e fomos a pé até o Museu Kariye (Igreja de Chora), uma construção bizantina repleta de mosaicos conservadíssimos, que datam de 1312 e representam a vida de Cristo e da Virgem Maria, incluindo a genealogia de Cristo. Eu fiquei tão encantada que comprei até o livro. Continuamos a pé, descendo até Balat, o bairro badalado dos cafés e da galera alternativa e seguimos em direção à Igreja Búlgara de São Estevão (a cúpula acabou nos chamando a atenção), pegamos um taxi e descemos logo a frente, pois perdemos a paciência com o trânsito caótico, já era hora do almoço e fechamos o roteiro comendo o famoso (e delicioso mesmo!) sanduíche de peixe em um dos restaurantes sob a Ponte Gálatas. Estava tudo super movimentado, um monte dos “nossaquehomemlindo” passando de um lado para outro vestidos com a camisa do Gálata Saray (onde o Felipe Mello jogou e ainda é rei). Passamos para o outro lado do Chifre e seguimos para Orkatoy, uma mesquita pequena mas lindamente decorada. Ao redor, feirinha de artesanato e bares, um fervo! Ficamos pouco tempo, porque ainda tínhamos o chá com por do sol do lado asiático (ufa!). Voltamos pra Eminöu, pegamos a barca, andamos mais um tanto a pé e chegamos às escadas em frente ao Kiz Kulesi (também chamada de Torre da Donzela), que foi construída em 408 a.C para controle do movimento dos navios persas no Bósforo. Há lendas sobre a construção dessa torre. Uma delas conta que um sultão tinha uma filha e um dia, um oráculo profetizou sua morte depois da picada de uma cobra venenosa aos 18 anos e assim mandou construir a torre para que ela se mantivesse longe da terra. No aniversário de 18 anos, o sultão levou um cesto de frutos de presente e adivinha o que tinha dentro do cesto? Uma cobra! E assim se concretizou a profecia. Por isso, é também chamada de Torre da Donzela. E assim nos despedimos da Turquia... Onde ficamos: Istambul: Hotel Sultahill – Colado no Hipódromo e na Mesquita Azul. A localização é fantástica, mas os quartos são pequenos e o café da manhã básico. Custo x Benefício nota 10. Izmir: Hotel Baylan Basmane – Próximo a estação de trem. Basicão, mas camas confortáveis e pessoal muito atencioso e um preço muito bom! Konya: Bera Konya Hotel - Para uma noite foi ótimo. Boa localização, quarto enorme e confortável. Café da manhã farto, mas não saboroso. Göreme: Blue Moon Cave Hotel – Quarto ótimo, localizado na rua principal (sem precisar subir ladeira!!!), café da manhã espetacular. Custo x Benefício nota 1000. Para ver as fotos é só acessar: https://www.flaviamoreirafotografia.com/turquia Ou pelo instagram: lugaresfotogenicos
  37. 1 ponto
    Eae pessoal, pretendo fazer uma viagem para o PERU saindo de BAURU-SP, passando pelo MATO GROSSO DO SUL, MATO GROSSO, RONDONIA, ACRE, ate cusco. Na volta eu gostaria de descer para o CHILE, SAN PEDRO DE ATACAMA, ARGENTINA e retornar ao BRASIL por FOZ DO IGUAÇU. Meu carro é um FIAT UNO MILLE 2013, sera que é viavel ? Alguém ja fez um roteiro parecido ?
  38. 1 ponto
    Guatemala País barato e com lugares muito diferentes. Recomendo demais conhecer este país lindo Antígua: Cidade colonial (lembra um pouco Cartagena) e possui um centro histórico bem preservado. Vale um dia todo ou pelo menos meio período. Outro passeio obrigatório é a subida do vulcão Pacaya (tivemos muita sorte e conseguimos ver a lava do vulcão escorrendo), este passeio leva cerca de 6 horas para ser realizado. Subida do vulcão Acatenango: em Antígua há diversas agências que realizam a subida do vulcão Acatenango para poder observar o vulcão Fuego em atividade. Realizamos a subida pela agência Wicho & Charlie que cobrou 400 Qs (aprox. 50 usd por pessoa) incluindo traslado até o ponto de início, guias, lanche, jantar preparado pelos guias, acampamento no alto do vulcão com barraca, cama e saco de dormir, empréstimo de agasalhos (luva, jaqueta, gorro, cachecol) e aluguel de mochila e demais itens. A subida leva em torno de 5 horas e é bem cansativa, mas todo o esforçado é recompensado com as explosões de lava que você poderá visualizar a olho nu, mas em distância segura, Foi uma das experiências mais incríveis que já vivi. A descida leva em torno de 2 horas. Lago Atitlán; Lago lindo cercado por três vulcões e que possui diversos vilarejos ao seu redor. O vilarejo mais estruturado e mais próximo de Antígua é Panajachel. Usamos ele como base e utilizávamos barco para nos deslocar para os demais povoados. Visitamos os povoados de San Marcos, San Juan, San Pedro e Santiago. Cada um tem seu charme, mas os meus preferidos foram San Marcos e San Juan. Lanquín: Cidade base para visitar Semuc Champey é bem simples e tem pouca estrtura. Optamos por nos hospedar no Portal El Champey que fica a 5 minutos a pé do parque. O local fica bem isolado (não tem água quente, nem internet e energia elétrica só das 18 às 23), mas vale super a pena essa experiência. E Semuc Champey é um dos lugares mais bonitos que já estive!. O acesso custa 50 Qs (aprox 25 reais) Flores: Cidade bem charmosa que na verdade é uma ilha do Lago Petén. Possui diversas pousadas e restaurantes e um pôr do sol lindo com vista do lago. É a cidade base para visitar as ruínas maias de Tikal. Recomendo realizar o passeio que sai às 4h30 para evitar o calor forte (lá é muito quente) e para não estar lotado de turistas (a maioria sai de Flores por volta de 8:00 da manhã). Existe a possibilidade de assistir o sunrise ou o sunset em Tikal, porém é preciso pagar um valor maior. O acesso custa 150 Qs (aprox. 75 reais) e o transfer com guia custa 80 Qs
  39. 1 ponto
    Capítulo 12: O espetáculo do sol: adeus Nusa Penida! 12º dia (22 de outubro) Pouco depois das 5h da manhã já estávamos de pé. Afinal, o tão aguardado momento havia chegado. Estávamos na expectativa de um belo esfregão da natureza na nossa cara, daqueles que dizem "olha como eu sou linda pra caralho, humanos" rs. E não nos desapontamos. Fomos os primeiros a botar a cara pra fora na (ainda) resistente escuridão. Mas não os únicos. Poucos minutos depois, um outro casal nos seguiu subindo para o alto de uma pequena colina de onde observaríamos melhor o espetáculo. O sol começou a romper a madrugada, e o céu foi se pintando de um azulado. Algum tempo depois, um guia e mais três turistas surgiram - ao que tudo indica, não é incomum que as pessoas acordem de madrugada e venham até essa parte da ilha presenciar o nascer do sol. Eis que ele surge. No seu tempo, imponente. Cada vez mais belo. Eu havia planejado tantas fotos, mas não fiz nem a metade. É que às vezes me pegava parado admirando aquela beleza toda, quase sem reação. E não me arrependo nem um pouco disso. Preciso falar alguma coisa? Não, né? Ainda sonho com esse momento. Aproveitamos pra fazer algumas fotos nas casas das árvores (uma delas ilustra a capa de abertura desse relato). Esse local, de 2017 pra cá, inevitavelmente se tornou um dos principais motivos pelos quais muitos turistas vêm até essa parte da ilha. A maioria sequer dorme aqui ou presencia o nascer do sol. Só vem, faz umas fotos, e vai embora. Eu nunca vou me esquecer desse lugar. Lembro que acordei à noite na casa da árvore e fiquei olhando um tempo pro teto de palha, ouvindo o barulho das ondas batendo nos paredões e ecoando longe. Lembrei na hora da sensação de quando estava numa viagem pelo Peru e passei uma noite numa cabana dentro do Canyon del Colca. "Meu Deus, olha onde eu tô!". Sem palavras. Eu agradeço demais nessas horas. Pegamos nossas coisas, subimos nas motos e seguimos viagem de volta ao centrinho de Nusa Penida, do outro lado da ilha. Havíamos combinado de devolvê-las às 8h e não queríamos atrasar. Compramos outro protetor solar no mesmo local da vinda, porque estava bem barato (Rp. 55.000) e a gente tava usando bastante. Ainda paramos pra fotografar umas paisagens das plantações de alga, uma das principais fontes econômicas em Nusa Penida. Eles exportam bastante para o Japão. Devolvemos as motos e fomos tomar café no lugar de sempre. Isso porque decidimos manter essa diária no bangalô que estávamos, pois deixamos todos os nossos pertences e mochilões lá, levamos apenas as mochilas de ataque pra noite na casa da árvore. Foi uma decisão bem prática. Voltamos ao bangalô, tomamos um banho gelado e arrumamos os mochilões. Fizemos o check-out com aperto no peito. Recomendo muito o Jati Bungalows para quem for se hospedar em Nusa Penida. A Jati é muito atenciosa, prestativa e o lugar é incrível e com um preço justo. Fomos almoçar e gastar um pouco do tempo, pois nosso barco só sairia às 16h. Almoço: 2 noodles, 2 cocas, 2 panquecas de batata, 3 tipos de doce e uma garrafa de água (total Rp. 115.000). Trocamos 50 dólares (não trocamos muito porque a cotação em Bali seria melhor), pegamos nossos mochilões e fomos para o barco. Lá no local de onde nosso barco saia, não estavam localizando nossos nomes. Liguei para o Roby pelo whatsapp (com quem eu havia combinado as passagens) e ele resolveu com o atendente. Pagamos Rp. 250.000 cada no barco de retorno de Nusa Penida para o porto de Sanur, em Bali, mais o transfer de Sanur para o nosso hotel em Kuta, região do aeroporto onde passaríamos uma noite para então pegar o nosso voo cedo no dia seguinte. Chegando em Kuta, fizemos check-in no nosso hotel (Rp. 218.050) e saímos para conhecer a região. Honestamente, achei uma região bem feia. Não sei se era porque eu tinha vivenciado lugares paradisíacos e mágicos até então, mas achei a região de Kuta muito muvucada, a praia feia, suja, e o local com a sensação de ser muito perigoso, com vendedores te abordando na rua o tempo todo. Enfim, não demoramos nem 20 minutos na rua e já quisemos voltar para o hotel. Quando foi de noite, pegamos um táxi até a região de Seminyak (Rp. 75.000), conhecido por ser um bairro mais "nobre". Queríamos conhecer o Motel Mexicola, um restaurante super descolado e com uma decoração mexicana SENSACIONAL. Tava lotado de gringos, tinham vários ambientes, e vez ou outra eles pegavam alguns clientes e levavam pra cima de uma espécie de ringue que tem no meio do restaurante e lá rolava altas brincadeiras. Galera bem animada. Realmente, o lugar era incrível, porém com preços muito acima dos nossos padrões mochileiros mão-de-vaca naquele momento hehehe. Fizemos umas fotos e logo fomos embora. Eu fiz no celular mas acho que perdi as fotos, então vou deixar algumas imagens da internet aqui: Na saída, compramos um milho doce (Rp. 15.000) e depois enchemos a pança numa promoção de um Burger King pelo qual passamos (Rp. 100.000). Pegamos o táxi de volta para o hotel (Rp. 70.000). Foi nossa última noite em Bali. Mas nem deu pra ficar muito triste, porque já estávamos na expectativa do dia seguinte. Pegaríamos um voo para Singapura, onde encontraríamos um casal de amigos e com eles passaríamos a semana lá. E um detalhe: já chegaríamos direto para uma inesquecível (e nada econômica) diária no lendário Marina Bay Sands. SALDO DO DIA (por pessoa): Rp. 27.500 - protetor solar Rp. 10.000 - coca-cola Rp. 57.500 - almoço Rp. 250.000 - barco + transfer hotel Rp. 218.050 - diária hotel Kuta Rp. 72.500 - táxi ida e volta Rp. 7.500 - milho doce na brasa Rp. 50.000 - burger king TOTAL: Rp. 693.050 (USD 51) PRÓXIMO CAPÍTULO: Olá, Singapura! Um dia no lendário Marina Bay Sands.
  40. 1 ponto
    A última parada foi a terra das cachoeiras: Presidente Figueiredo É uma cidade bem pacata, com foco total no ecoturismo. Precisa desenvolver um pouco a gastronomia, pois neste ponto a cidade deixa a desejar. Como teríamos dois dias completos, decidimos fazer tudo com calma. Alugamos o carro em Manaus e rodamos cerca de 100km até a entrada da cidade. A partir do centro há dois caminhos onde as cachoeiras estão divididas: BR-174 que vai para Boa Vista e AM-240 conhecida como Estrada da Balbina. Monte um roteiro que otimize seu tempo escolhendo as cachoeiras de acordo com a sua localização. Lugares que visitamos: Cachoeira dos Pássaros (entrada 5 reais/pessoa): queda de água muito pequena, extremamente sem graça, não ficamos nem 5 minutos lá ainda bem que devolveram a grana. Boa opção para ir com crianças. Cachoeira do Santuário (entrada 10 reais/pessoa): bonita queda de água com local para nadar e um trampolim para pular num poço. É possível passar uma tarde toda se divertindo. Lagoa Azul (entrada 7 reais/pessoa): amadas por um e odiada por outros é um complexo com duas lagoas em tom verde esmeralda. A cor da água é diferente por causa dos mineirais presentes no solo, conforme as pessoas vão se banhando e pisando na argila do solo a água vai ficando branca, por isso é ideal visitá-la bem cedo. Cachoeira de Iracema (entrada 10 reais para entrar): queda de água bem forte, porém há muitas pedras o que dificulta um pouco para nadar. Boa opção para tomar sol, sentado em alguma pedra e sentindo a força da água (quase uma hidromassagem natural haha) Trilha bem bonita até a cachoeira. No mesmo complexo está a Cachoeira das Araras com seu tom avermelhado, fica a 1 km da cachoeira da Iracema, passando pela gruta da onça. Para comer fomos até o famoso café regional da Priscila ao lado do terminal rodoviário (bem servido e bom preço). Fomos jantar na Thyrza Bistro, porém o serviço prestado não foi tão bom pois não serviam entrada, nem tinham vinho. Os pratos estavam saborosos e custavam na faixa de 40 reais.
  41. 1 ponto
    Viagem para a Patagonia entre 12 e 21 de março de 2016 Passagem aérea: 1550 reais voando pela Aerolíneas Argentinas SAO PAULO - USHUAIA USHUAIA - EL CALAFATE EL CALAFATE - SAO PAULO Demais transfers: Aeroporto de Ushuaia até o centro: 120 pesos (taxi) Aeroporto de El Calafate até o centro: 200 pesos (ida e volta em van da VES - box 6 no saguão do aeroporto) Terminal de ônibus de El Cafalate até terminal de ônibus de El Chaltén: 420 pesos (Várias empresas operam nesse trecho - consulte o site plataforma10) Hospedagens: Ushuaia - Refugio del Mochilero: 20 dólares/dia El Calafate - Del Glaciar Libertador: 22 dólares/dia El Chaltén - Rancho Grande: 14 dólares/dia Alimentação: Refeição econômica: 100 pesos Refeição mais completa/lugar mais refinado: 200 pesos
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    USHUAIA: Cidade conhecida como 'Fin del Mundo' possui bons restaurantes e a estadia recomendada é de 4 dias para conhecer o básico. Procure hospedagens próximas à Av. San Martin preferencialmente perto do Porto. O que fazer: Laguna Esmeralda: transfer em van do centro até o local 200 pesos por pessoa ida e volta + caminhada de 10 km ida e volta com muita lama. Não há local para refeições. Tempo Total: aprox 6 horas Custo Total: 200 pesos Glaciar Martial: taxi do centro até o local 120 pesos + caminhada íngreme de 3km (ida) tendo a possibilidade de ir até o Mirante de la Ciudad ou até os pontos com neve. O teleférico está desativado. Há uma charmosa Casa de Chá no início da trilha, ideal para uma passada após a terminar o passeio. É possível ir caminhando até o início da trilha e economizar o taxi, boa opção se você tem disposição e tempo livre. Tempo Total: entre 4 e 5 horas Custo Total: 240 pesos Navegação no Canal Beagle + Pinguinera (Isla Martillo): 1050 pesos por pessoa. Há diveras agências que vendem este e outros passeios perto da entrada do porto. Obs. A placa de Fin del Mundo fica perto destas lojas. Há uma cafateria dentro da embarcação, a embarcação para perto da ilha com pinguins no período de out a março Tempo Total: pouco mais de 4 horas Custo Total: 1050 pesos Parque Nacional Tierra del Fuego: Taxi até a entrada do parque 530 pesos ou transfer ida e volta 200 pesos por pessoa. Entrada no parque 100 pesos. Carimbo do Fin del Mundo no Correio 30 pesos. É possível fazer uma caminhada de 6km pela costa do parque ou contratar um taxi ou full day para poder ir a todos os pontos do parque de forma mais prática: Lago Roca, Fim da Rota 3, Bahia Lapataia e Correio do Fim do Mundo. Tempo Total: no mínimo 3 horas Custo Total: depende da modalidade escolhida Onde comer/beber: Casemiro Bigua (cordeiro incrível) Casa de Te (charmosa e agradável) Dublin Pub (melhor opção para descontrair a noite) Andino (um pouco caro pelo que oferece) Marcopolo Fresh (refeição rápida e com bom custo benefício) :'> Ramos Generales (bom lugar para tomar vinho)
  43. 1 ponto
    Bom pessoal, acredito que será um pouco extenso, mas vamos por partes.. Intercâmbio de 2 meses em Londres + Viagens pela Europa + Viagem para o Egito (total 3 meses) - entre out/13 e jan/14 Aqui vão alguns gastos que podem interessar: Escola em Londres por 2 meses = 1200 pounds Passagem aérea São Paulo-Londres/Roma-São Paulo pela Iberia = 2110 reais Acomodação na zona 2 de Londres = 140 pounds por semana (quarto duplo que eu dividia com um amigo 70 pra cada) Cidades visitadas: Londres, Paris, Bruxelas, Barcelona, Amsterdam, Berlin, Munique, Stuttgart, Praga, Milão, Roma, Atenas e no Egito: Cairo e Sharm el-Sheikh Meu roteiro foi um pouco diferente, pois como estava morando em Londres, para alguns países fui viajando durante os finais de semana. RELATOS POR CIDADE: LONDRES Cidade que reúne história e modernidade, onde tudo funciona. Eu me apaixonei por essa cidade! Fiquei de outubro a dezembro, pegamos temperaturas entre 0 e 15 graus, lá não tem temperaturas tão baixas, mas venta muito Se você for ficar mais de uma semana, carregue seu oystercard para o período, mas caso fique poucos dias é melhor carregar apenas com as viagens que irá fazer. Londres é divida em zonas, onde você paga de acordo com as zonas que entra e sai do metro/trem. Nos ônibus não tem essa, é uma tarifa única. O aeroporto principal (Heathrow) fica na zona 6 e as principais atrações ficam nas zonas 1 e 2. Por isso vale a pena carregar o oyster para usar nas zonas 1 e 2 somente e caso va pra alguma outra zona, some a diferença pra carregar. O valor mínimo de recarga é 5 pounds. Alguns passeios que fiz e o que achei: Museus: Londres possui muitos museus e a maioria é de graça, o único que paguei foi o Museu dos Transportes. British Museum é um dos melhores do mundo. Natural History Museum também é muito bom! Um outro 'museu' é o Madame Tussauds, melhor museu de cera do mundo. O ingresso é um pouco salgado, mas você pode comprar um combo de ingressos para outras atrações e ganha um desconto. Eu, por exemplo, comprei um combo: Madame Tussauds + London Eye + London Dungeon = 52 pounds (online), na porta esse combo sai por 75 pounds http://www.madametussauds.com/london/buytickets/ticketoptions/eyeanddungeonpackage/default.aspx Madame Tussauds é legal, você da muita risada e tira fotos engraçadas.. London Eye é um passeio rápido, a roda gigante demora 30 minutos para dar a volta. (Va no final da tarde). London Dungeon eu não recomendo. Muito bla-bla-bla e poucos sustos.. Você tem que dominar bem o inglês pra poder curtir. Piccadilly e Oxford Circus: Lugares com diversas opções de lojas e você vai querer comprar roupa! rs Eu sou bem tranquilo com relação a isso, mas quando você entra nas lojas e ve como são estilosas e o preço é bom, você acaba comprando muita coisa! Realmente a melhor opção é a Primark, é muito barato!! casacos que aqui no Brasil seria no mínimo 400 reais, la você paga 25 pounds Duas lojas bem diferentes e que todo mundo visita são M&M world's e a Hamleys.. As duas são enormes, você passa horas lá, rs.. Mas acho que vale a pena se você tiver um tempo sobrando.. Parques: O meu preferido era o Regent's Park, é muito bonito! parece um enorme jardim! Hyde Park é um clássico, tem que ir. Greenwich Park também me surpreendeu Passeios obrigatórios: Troca da Guarda - não tem nada demais e é sempre muito lotado. as trocas acontecem em dias alternados sempre às 11h30 (gratuito) Meridiano de Greenwich - é legal estar na linha imaginária que divide os hemisférios. rende uma boa foto. (pago) Camden Town - o melhor lugar pra você comprar as lembrancinhas para o pessoal, muitas opções e bem mais barato que comprar em Piccadilly Circus. Big Ben - a visita ao parlamento é obrigatória, caso não consiga entrar, pelo menos na frente você irá passar. Tower Bridge - ponte mais famosa do mundo, a noite fica mais bonita (gratuito) PS. London Bridge é uma ponte do lado e que não tem nada demais, muita gente confunde as duas, rs Bares e Baladas: Soho é a Augusta de Londres. Tem todas as opções de bares para todos os públicos e na maioria você não paga pra entrar. Os ingleses bebem muito.. muito mesmo! haha Não se assuste com o 'jeito' deles, rs A maioria das baladas toca só música eletrônica (não curto muito), meu amigo que curtia muito foi em várias e gostou da Fabric e da Pacha Cafe de Paris só tem gringo e toca as músicas de rádio, o problema é que uma cerveja é 6 pounds, quando você converte da mais de 20 reais mas quem converte, não se diverte né Lá tem muito bares brasileiros e como nossos amigos turcos amavam a música e a comida brasileira, fomos algumas vezes no Guanabara. É até legal e até as 20:00 não paga pra entrar. Mas lá você vai ouvir Michel Teló, Gustavo Lima e até Carrapicho, hahaha Nós fomos em muitos pub's, não da pra dizer qual é melhor, porque tudo depende da galera que você está, qual o dia da semana (ah, on ingleses gostam de ir aos pubs de terça e quinta), então vou sugerir três que eu curti: The Sherlock Holmes Pub Princess Louise, um legítimo pub da Era Vitoriana - fica perto da maioria das escolas em Holborn, se você for estudar lá, é uma boa opção O’Neill’s pub, um dos mais animados de Londres Sobre Londres tenho muita informação, caso alguém tenha alguma dúvida em específico, estou disposto a ajudar. Próximas cidades que falarei: BRUXELAS e PARIS
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    RELATO DE MINHA PRIMEIRA CICLOVIAGEM À APARECIDA. Bem amigos, meu nome é Junior tenho 39 anos, estou aqui para contar como foi a minha primeira viagem de bicicleta para a Aparecida do Norte. A algum tempo virei um admirador de bicicletas, todo final de semana visitando lugares diferentes, porém lugares mais próximos a minha cidade. Mais como um grande devoto de Nossa Senhora Aparecida um dos meus primeiros desejos era de ir até a casa da mãe Aparecida de bicicleta claro. Comprei uma nova bicicleta e então decidi que no próximo ano iria visitar Nossa Senhora no seu dia (12/10), ia até lá claro de bicicleta. Durante algum tempo essa era a minha intenção, mais de repente uma vontade imensa tomou conta do meu coração e senti que não deveria esperar tanto tempo, resolvi que iria neste ano mesmo, planejei então a minha viagem para a dia 08/11/2014, sairia da minha cidade as 06:00hs da manhã. Pronto resolvido, a princípio eu iria sozinho, foi quando resolvi chamar meu amigo Benedito Carlos (mais conhecido como Pezão) que também é devoto não só ele como sua família também, e ele rapidamente topou me acompanhar. Comecei os preparativos, faltavam mais ou menos uns 15 dias para a data e eu estava numa ansiedade sem tamanho, contando as horas, os minutos, os segundos para começar a minha jornada. Começamos por deixar em ordem as bicicletas, ajustes, consertos, acessórios, troca de pneus, câmaras reserva, etc, tudo que achamos que seria necessário para as bikes ficarem em ordem. Foi quando um outro amigo chamado Nivaldo, que também é muito devoto de Nossa Senhora e também anda de bicicleta resolveu emprestar a sua bike que que é bem melhor da que meu amigo Pezão iria usar. Então já ficou tudo bem melhor, com essa bike já renderíamos bem mais no nosso percurso. Finalmente chegou o dia 08/11/2014, antes das cinco da manhã eu já estava acordado só esperando chegar o horário combinado, meia hora antes já estava na casa do meu amigo terminando de arrumar tudo, por fim 6:00h da manhã então nós saímos. 1º dia: Sai de Santana de Parnaíba-SP, segui pela estrada dos romeiros chegando a Barueri onde comecei a andar pela Rodovia Castelo Branco sentido marginal Tietê, na Castelo fiquei mais cuidadoso, pois tem muitas saídas ao longo da rodovia, na sequencia a marginal Tietê, furou o primeiro pneu (um de alguns..kkk) trocamos e seguimos, por fim a Dutra, e por volta das 17:00 chegamos próximo a São José dos Campos, então procuramos uma pousada, passamos a noite. 2º dia: Saímos de São José dos Campos por volta das 07:30 da manhã, tomamos um café e seguimos viagem. Entre mais alguns pneus furados, finalmente paramos em Pindamonhangaba para almoçar e descansar um pouco, então continuamos e por volta da 15:30 chegamos à Aparecida. Ao avistar a Basílica tive uma sensação de emoção e dever cumprido, pois graças a proteção de Nossa Senhora eu estava lá na sua casa, são, salvo e muito cansado, mais valeu muito a pena, fui direto a basílica visitar e agradecer a Mãe Aparecida, então fomos para uma pousada descansar. 3º dia: Primeiramente fui aos pés da Mãe Aparecida agradecer por tudo, assisti a missa, passeamos pela cidade, tiramos muitas fotos e por volta das 12:00 fomos a rodoviária pois a nossa volta foi de ônibus. Chegando em São Paulo na Rodoviária Tietê desembarcamos, e meu amigo Nivaldo foi até lá para pegar as bikes, pois não poderíamos leva-las no metro e no trem, e eu e o Pezão seguimos de metro, trem e ônibus para casa. Depois de tudo isso, a sensação de dever cumprido é maior que tudo, minha fé e minha eterna devoção a Nossa Senhora Aparecida aumentaram ainda mais, aconselho a quem ler este meu depoimento, se estiver com a intenção que vá, pois a viagem é ótima e tranquila, muito cansaço sim, mais ao chegar, avistar a Basílica e estar aos pés da Mãe Aparecida, ah isso não tem como explicar. Distância total: 206km/h Horas pedaladas: 9h52min30cent. Velocidade mínima:23 km/h Velocidade máxima: 51,5km/h Agradeço a todos os amigos que me ajudaram nesta missão de fé.
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    Bom, para finalizar meu relato falo um pouco sobre as duas últimas cidades que passei.. Jaisalmer A viagem de trem noturno entre Jaipur e Jaisalmer levou 12 horas e foi bem cansativa.. Porém quando cheguei vi que era outra Índia.. mais limpa, menos caótica.. Jaisalmer é a última cidade antes do deserto de divisa com o Paquistão, então pense o calor que passei lá.. Mas adorei o povo, mesmo eles me olhando como se eu fosse um ET, rs Olhavam minha tatuagem, pediam para tirar foto comigo.. No centro da cidade visitei o Fort Jaisalmer, incrível! Muitas pessoas ainda vivem lá dentro.. Há diversos Jain Temples para se visitar também.. Gadsisar Sagar Lake é um ótimo lugar para ver o pôr do sol.. Mas meu principal objetivo nesta cidade era acampar no deserto, passando uma noite sob as estrelas.. E foi a melhor sensação que vivi nesta viagem.. e uma das melhores que vivi na minha vida.. Acertei no próprio hotel um passeio que sai de Jaisalmer de jeep as 14h00 para na Kuldhara Abandoned Village (razoável), Bada Bagh (cemitério muito diferente) e um templo Jain (lindo).. O jeep chegou no deserto por volta de 17h00 e assistimos o pôr do sol.. O indiano que me levou preparou um jantar indiano lá no meio do deserto (estava excelente) e colocou uma cama na areia (peguei um edredon porque sabia que iria esfriar de madrugada ) e fiquei observado o céu se encher de estrelas e peguei no sono.. quando deu meia-noite acordei com a lua rs, estava tão escuro que a luz da lua fazia sombra da minha cama na areia.. que momento mágico! Por volta de 6 da manhã acordei com o sol nascendo, outro momento lindo.. Organizamos as coisas e saímos para um passeio de camelo.. onde ele me deu a opção de quanto tempo eu queria rodar pelo deserto.. falei que 2 horas estava bom.. andamos no meio das dunas perfeitamente desenhadas pelo vento e coloquei ‘Feeling Good’ da Nina Simone pra ouvir.. que sensação incrível.. Recomendo muito esse passeio! no final da manhã retornamos para o hotel (antes que o sol começasse a fritar). Gostei muito de Jaisalmer e descobri essa cidade através de uma dica aqui do Mochileiros, por isso é tão bom compartilharmos experiências.. pois graças a colega viajante vivi uma mega experiência.. Jodhpur Minha última parada seria Jodhpur que foi escolhida por sua posição geográfica, visto que uma viagem direta entre Jaisalmer – Delhi seria muito cansativa.. Tive uma grata surpresa com essa cidade, muito arborizada e mais limpa que as demais.. Se tivesse que morar na Índia, escolheria esta cidade.. Ela não é tão turística mas como fiquei pouco tempo deu tudo certo.. Forte de Mehrangarh é lindo (sim, mais um forte rs) O centro da cidade é azul, então observá-la do alto é interessante.. A cidade também possui boas opções de restaurantes e com preços ainda melhores que Delhi.. De lá peguei um voo para Delhi pela Air India pois estava cansado de viajar de trem.. Bom para fechar o relato.. A Índia foi sem dúvida meu maior desafio, mas é legal ter passado por tantas sensações singulares e ter conhecido uma cultura tão diferente da nossa.. Minha mente se abriu ainda mais nessa viagem.. Se você tem vontade de fazer essa trip, se prepare, pesquise bastante e mergulhe... Acho que não voltaria, mas não me arrependo nem um pouco de ter feito essa viagem.. Caso alguém queira perguntar algo, estou à disposição.. abraços
  46. 1 ponto
    PRAGA Saindo de Berlin pegamos um trem pra Praga, excelente escolha! trem bem luxuoso com vagão restaurante, comi goulash novamente, já tinha comido em Berlin e curti demais.. é uma sopa de carne de porco.. chegando em Praga bem tarde, pegamos o metro ate o hostel.. muito frio.. temperatura negativa.. ainda não tinha pegado nessa viagem. Londres é bem frio, mas dificilmente as temperaturas ficam menores que zero. Nesse dia nem fizemos nada, capotamos. dia seguinte, levantamos bem cedo pra rodar bem a cidade.. fizemos tudo a pé.. só precisamos de um taxi na hora de ir embora pro aeroporto.. é bem fácil andar por Praga.. Você começa uma rota saindo do museu de Praga e desce a avenida que tem na frante dele.. você irá cortar o coração da cidade passando pela Old Town chegando na ponte Carlos. O Castelo de Praga fica do outro lado do rio Vltava vale muito a pena conhecer. Tem a troca da guarda como em Londres, tem a Catedral de San Vito que está entre uma das mais bonitas da Europa na minha opinião e tem o próprio Castelo, Torre da Pólvora, os jardins do castelo, a sala da tortura, o calabouço.. Foi incrível! nunca tinha entrado num Castelo, valeu muito a experiência. Melhor coisa para se fazer em Praga.. Na volta atravessamos o rio e fomos caminhando pela margem. Ótimas fotos! Cidade muito bonita Passamos pelo edifício Dançarino (nada demais) e voltamos ao hostel. A noite fomos conhecer a famosa balada de 5 andares: Karlovy Lazne Chegamos cedo.. não tinha quase ninguém.. lá pras 2 da manhã começou a bombar.. mas só tinha gringo.. se você quiser conhecer alguma tcheca, lá não é o melhor lugar.. Mas a balada é muito boa.. Ambientes temáticos com muitos efeitos e telas.. sons para todos os gostos.. Balada para agradar a todos.. Eu esperava um pouco mais, era tudo muito comercial.. Senti saudade da balada que fui em Barcelona (Razzmattazz) aquila sim é uma balada inesquecível, rs No outro dia já iríamos embora, por isso aproveitamos até o último instante, rs Próximo relato: MILÃO + ALPES
  47. 1 ponto
    BERLIM Saindo de Amsterdam, pegamos um bus noturno (Eurolines novamente) sentido Berlin. A viagem até que foi mais tranquila até que quando fomos cruzar a fronteira de Holanda e Alemanha, o ônibus parou para que fiscais da imigração alemã entrassem no ônibus, eles olharam o passaporte de todos os passageiros.. Encrencaram com umas 3 pessoas.. ficaram fazendo muitas perguntas pra eles.. Tinha um cara que era bem rootz, cabelo rastafari e tal.. O oficial perguntou pra ele umas três vezes se ele estava entrando no país com algum droga, haha No final liberaram todo mundo e seguimos viagem. Chegamos em Berlin na manhã de 24/12, a cidade estava toda enfeitada por causa do Natal.. tinham ruas muito bonitas! Fomos até o Gendarmenmarkt, mais um mercado de Natal.. Mas esse era bem chique e organizado. Esse dia foi meio bad, bateu um pouco de saudade da família.. Natal sem a família não é a mesma coisa né.. No dia seguinte andamos muito.. da pra conhecer uma boa parte da cidade a pé.. Mas alguns lugares melhor ie de metro. ATRAÇÕES Portão de Brademburgo: Muito bonito! Só é difícil tirar uma boa foto porque está sempre lotado.. Memorial do Holocausto: Emocionante Muro de Berlim: Emocionante [2] Topografia do Terror: Emocionate [3] Berlin foi a primeira cidade que eu chorei.. a gente já tinha aprendido sobre tudo aquilo na escola, mas quando você está lá e vê tudo.. e pensa que tudo aconteceu há menos de 100 anos, te faz refletir demais sobre respeito, liberdade, paz e muitas coisas essenciais para se viver bem em sociedade. Outros lugares: Checkpoint, Catedral de Berlin, Charlottenburg Palace, Potsdamer Berlin também tem uma parte muito moderna, com prédios enormes e bem espelhados.. Muito legal essa mistura de história e modernidade Outros brasileiros que conhecemos foam pra um campo de concentração que fica a alguns quilometros de Berlin, porém pra mim não daria tempo.. tem muita coisa pra ver na cidade.. Fiquei 2 dias e meio.. me arrependo, acho que tem que ser no mínimo 4 dias Próximo relato: PRAGA
  48. 1 ponto
    AMSTERDAM Meu último dia de aula chegou.. Era a hora de me despedir de Londres.. quase chorei, rs Próximo destino seria Amsterdam e para economizar um pouco, meu amigo e eu optamos por ir de bus (Eurolines), o preço da passagem é mais barato e economizamos uma diária em Amsterdam - PS. o barato saiu caro, hehe O ônibus vai até Dover (litoral da Inglaterra) e pegamos uma mega balsa (bem luxuosa) PS. estpu acostumado com a balsa pra ILhabela em SP, haha Porém era próximo do Natal, então a fila da balsa estava gigantesca.. E a duração da viagem prevista para 11 horas, atrasou muito. Não consegui dormir, tinha sono, mas não tinha posição, rs Quando chegamos em Breda, uma cidade no sul da Holanda, o motorista disse que não poderia seguir viagem pois havia atingido o tempo máximo permitido por lei e que viria outro motorista para continuar a viagem. Porém, a Eurolines enviou um motorista holandês para dirigir um ônibus inglês (volante fica do outro lado), resultado o motorista ao sair com o ônibus bateu em outro carro.. ele ficou lá acertando com o carro, depois de quase 1 hora conseguimos partir.. o ônibus não andou nem 100 metros e o motorista bateu de novo, dessa vez numa mureta de proteção lateral.. aí ele explicou para nós que nunca havia dirigido um ônibus inglês.. muito passageiros decidiram descer.. alguns preferiram esperar outro motorista.. como nós já tínhamos perdido tempo demais, resolvemos descer e pegar um trem até Amsterdam (22 euros ) droga! Enfim chegamos a um dos nossos destinos mais aguardados.. rs Ficamos num hostel perto do Vondelpark, ótima localização.. a maioria dos museus fica perto, o letreiro I AMsterdam tb.. Eles possuem um sistema de VLT que abrange toda a cidade e fora que da pra fazer tudo de bike.. ou seja, se locomover nao é problema lá. PRINCIPAIS ATRAÇÕES Red Light District: Rua em que as prostitutas ficam na vitrine.. o clima é bem tranquilo, várias famílias com crianças andando pela rua.. Fomos lá duas vezes! haha Heineken Experience: Se você curte a cerveja, vale a visita. Um pouco caro, mas acho que é o Museu de cerveja mais legal que já visitei. Muito interativo. Coffee shops: Realmente as pessoas lá não fumam maconham na rua, todas respeitam a lei e só fumam nos coffee shops. Aliás, Amsterdam é uma cidade extremamente organizada e as pessoas são civilizadas e educadas Todos falam inglês e há espaço para tudo.. E um respeita o espaço do outro. Há prostitutas na Red Light, mas não há prostitutas espalhadas pelas ruas de Amsterdam.. Muita gente usando bike, inclusive senhoras super elegantes.. Eles estão bem à nossa frente no que diz respeito à sociedade.. Bom, as histórias pesadas de Amsterdam não posso contar aqui.. Mas posso garantir que é um destino em que a diversão está garantida, rs Próximo relato: BERLIM
  49. 1 ponto
    ATENAS Atenas, estava no meu TOP 5 de cidades históricas que precisava conhecer antes de morrer (as outras são Gizé, Roma, Petra e Luxor) Bom, passei apenas dois dias na capital grega, mas acredito que foi suficiente.. Como viajei em novembro, o clima não estava tão legal para esticar até as famosas ilhas (Mykonos e Santorini) Partindo de Londres, voando de Easyjet (4 horas de voo) - bem cansativo porque o assento é muito desconfortável (reclina pouco e há pouco espaço para as pernas), quem é alto como eu sofre em voos com mais de duas horas de duração. Quando cheguei em Atenas, não consegui pegar o metro ate o centro, tinham diversas estações fechadas pois estava rolando uma manifestação na cidade. Perguntei e vi que tinha um bus que iria até o centro, porém a cidade estava travada por causa da manifestação.. o ônibus só foi até determinado ponto e depois teria que ir a pé.. o motorista só me apontou a direção.. Andei muito, rs.. Ainda bem que a cidade está bem sinalizada (por causa das Olimpíadas de 2004), sendo assim consegui achar fácil o caminho até o hostel.. Em Atenas é muito fácil ver tudo.. da pra fazer tudo a pé.. a única coisa mais distante é o novo estádio olímpico, mas é só pegar o metrô que para pertinho. ATRAÇÕES: Acrópole - subir até a Acrópole é um pouco cansativo, mas no caminho você vai passando por diversas outras ruínas então o caminho se torna agradável.. É legal poder observar o Partenon de vários pontos da cidade.. a noite fica ainda mais bonito de observá-lo Museu da Acrópole - realmente é atração mais interessante em Atenas.. O museu é muito bonito, tem uma arquitetura legal e tem muita coisa interessante pra ver.. o museu é gratuito para estudantes Um amigo foi para Atenas esse ano e disse que foi ao ATHENS CLUE.. quando fui, não sabia disso.. mas aí fui ler um pouco e a galera está curtindo muito, inclusive é a atração mais bem avaliada de Atenas no TripAdvisor Outros pontos imperdíveis: Templo de Hefesto, Erechtheion, Hephaistion, Panathenaic Stadium (para dar aquela famosa volta olímpica, rs) Fique atento aos horários das atrações.. acabei perdendo o horário e quando cheguei o Museu Nacional Arqueológico já estava fechado.. Bom, pra quem curte história, é uma cidade incrível! O povo é um dos mais simpáticos da Europa e lá é tudo bem barato, pois o país está com a economia quebrada e a principal fonte de renda deles é o turismo.. PRÓXIMO RELATO: STUTTGART E MUNIQUE
  50. 1 ponto
    VAMOS LÁ: pra começar o anorrak não esquenta vc, na verdade nada te esquenta, o que te esquenta é o calor do seu próprio corpo, bhá não quero confundir vc vega, mas vamos lá, o anorak não te esquenta, não há diferença de isolamento térmico entre um de 100 pratas e um de 1000 pratas, entre o de plastico e o de gore tex 3 capas ...ok? a diferença entre os anoraks esta na impermeabilidade e na trasnpirabilidade - algo muito mas muito importante no caso de vc estar em atividade fisica forte no frio, e esses fatores conjugados só encontramos nos anoraks de gore tex basicamente... agora se vc não vai escalar nenhuma montanha, não irá fazer treking de longa duração nem pensa estar em baixo de chuva e neve por horas a fio, leve o bom e barato anorak da trilhas e rumos, impermeavel quando novo, não transpiravel obviamente e com um desenho muito bom, cópia fiel de um modelo The North Face. LÂ, essa é a parte que vc usará abaixo do anorak, se não for caminhar com ela, ok! é válido! mas se for caminhar vai suar a bicas...além de ser alergica, etc...me parece que vc irá agora no inverno, correto? vá muito bem abrigado! eu levaria pelo menos um pulover de lã e dois de polar... SILVADEIA, até o mais caros do mais caro dos anoraks perde a impermeabilidade com o tempo, alguns mais rapido, outros nem tanto...não existe ainda o tecido perfeito, que respira e que seja impermeavel ao mesmo tempo com perfeiçãp, como adora vender a gore... abraços a todo! abaixo posto um pequeno texto de como se vestir nas montanhas: VESTIMENTA PARA ESPORTES EM CLIMA FRIO A vestimenta para esportes em clima frio é uma grande aliada para nosso conforto.Vestindo-nos da maneira correta, aproveitaremos melhor o passeio, desfrutamos de tudo e não sofremos tanto... Tais roupas são feitas de tecidos sintéticos, que transportam o suor para fora, isolam nosso corpo do frio e nos protegem contra as inclemências do clima(chuva, vento e neve). Existe um sistema para melhorar a eficiência dessas roupas, é o sistema das três camadas, onde nos vestimos em três diferentes camadas de roupa. A primeira camada é a que levamos colada na pele, é fininha e super transpirante, geralmente feita de coolmax, power dry e semelhantes. São bastante encontrados no Brasil e não são tão caros...São realmente muito bons. Pode-se levar uma camisa e uma calça, a calça talvez não use para caminhar, mas com certeza para dormir irá usar, ela transpira seu suor noturno, ajudando e muito a aquecer seu corpo. A segunda camada, a isolante, é feita de tecido do tipo polar, pode ser o polar tec (o melhor e mais caro) ou qualquer outro do tipo, possuem a aparência assim felpuda. Se puder, leve dois casacos desses...nos dias mais frios, quando estiver nos acampamentos, talvez necessite usar os dois. Outra opção para ficar aquecido nos acampamentos: um casaco ou jaleco de pluma de ganso ou um pulôver de lã(mais pesado). A calça também será útil, principalmente para quando estiver parado nos acampamentos ou dentro da barraca-é um bom isolante. A terceira camada é a impermeável, protetora- é o anorak, que te protege de tudo, é sua melhor amiga, inseparável! Também é a coisa mais cara, infelizmente. De todos os materiais, o mais conceituado é o GORE-TEX, testado e aprovado em todos os cumes do mundo. Algo importante é ela possuir um bom capuz, ter as costuras seladas e bom acabamento. Outras matérias: xalt, ultrex, triple point. LISTA SUGERIDA: Anorak impermeável e respirável Calça de suplex ou material semelhante Calça impermeável de material semelhante ao do anorak( alternativo) Calça de fleece/polar tec ou semelhante para abrigar-se na barraca e nos acampamentos Camisa de polar tec grossa (200 ou 300) ou um casaco ou jaleco de pluma de ganso. Camisa de polar tec mais fina(100) Camisa bem fina de material transpirável como coolmax ou power dry Alguns pares de meia para caminhada Par de luvas para media montanha(feitas de winblock ou polar tec são muito boas) Gorro que se transforme em pescoceira Alguma camiseta de algodão Sandálias Lenço para o pescoço
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