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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 13-09-2017 em todas áreas

  1. 4 pontos
    Oi, gente! Em um primeiro momento, achei que criar um tópico com essa finalidade fosse o mesmo que "chover no molhado". Mas não raro eu encontro pessoas que ficam surpresas e agradecidas quando se deparam com dicas de aplicativos, por mais conhecidos que eu ache que eles são. Pelo sim, pelo não, achei uma boa ideia compilar alguns apps aqui e ajudar o máximo de pessoas possível. GoEuro: Partiu Europa eeeee! Esse app é para aqueles que têm a Europa como destino. Ele é um buscador de passagens entre países e cidades europeias que, ao informar a origem e o destino - e as datas - da viagem, compila os preços mais baratos de avião, ônibus ou trem. Ele também informa direitinho detalhes da rota (tempo de viagem, trechos que precisa caminhar até outra estação, etc.) e as vezes, quando ele não encontra nenhuma rota possível, ele sugere preços do BlaBlaCar (app de caronas). HostelWorld: Esse é um buscador de hostels, como você já deve ter deduzido hahaha. Você pode filtrar os resultados da busca por preço e outros critérios. A comunidade do HostelWorld é bem ativa, então é bem comum que você encontre muitas avaliações dos locais anunciados, para não ter erro ou surpresas na hora de se acomodar em algum lugar. O app ainda conta com a função de criar WishLists e salvar seus hostels favoritos para consulta futura, ou para ficar namorando eles antes da viagem, uma aba onde constam suas viagens futuras, outras onde ficam suas reviews e um tradutor próprio, estilo Google, bastante útil quando se viaja para um país do qual não conhecemos a língua muito bem. Melhores Destinos: esse app reúne quase que diariamente promoções de passagens nacionais e internacionais. Toda vez que uma promoção é garimpada por eles, você recebe uma notificação. A única desvantagem é que não há (ou não descobri ainda) como filtrar para que você receba notificações apenas de destinos do seu interesse. De qualquer forma, vai que surge aquela promoção milagrosa bem na hora que você está com o celular na mão? Airbnb: Ok, talvez esse não seja novidade, mas: essa é uma plataforma que permite que pessoas ofereçam suas casas e apartamentos para que viajantes possam se hospedar neles. No anúncio de cada hospedagem há as regras do anfitrião e as avaliações dos que já passaram por lá, além de fotos do local. Você tem a opção de mandar mensagens para o anfitrião antes de fazer uma reserva, para tirar dúvidas ou se conhecer melhor. Na hora de buscar hospedagens, um mapa da cidade em questão é aberto, onde aparece a localização e o preço de cada opção disponível - eu acho que isso economiza bastante o tempo de você checar o endereço de cada opção, quando não se conhece muito as ruas e bairros de um lugar por nome. O Airbnb é uma opção maravilhosa para quem viaja com acompanhante, já que assim a diária pode ser dividida. Ou seja, um quarto com cama de casal - ou com duas camas separadas - pode custar R$100 no anúncio, e não aumentará para R$200 por conta da pessoa adicional, então você pode dividir e pagar só R$50. Decolar.com: esse é um app que eu considero confiável para comprar passagens, desde que você se comprometa a comprar a passagem direitinho e não precise de assistência deles mais tarde - por experiência própria e de conhecidos, se você errar algo ou precisar fazer uma mudança, vai se estressar para conseguir ser atendido e para ter o problema resolvido (e provavelmente vai pagar alguma multa). De qualquer forma, o app te permite criar alarmes (com preço máximo, datas e destinos prédeterminados por você) para quando surgir a sua passagem ideal. Além disso, você pode usar o Decolar para buscar os voos que deseja, e depois consultar o mesmo voo direto na companhia aérea para ver qual a diferença no valor. Hoteis, carros e pacotes também podem ser consultados nesse app. AroundMe: Chega de jogar no Google "restaurantes em tal cidade". O AroundMe permite que você cheque estabelecimentos existentes perto de você, além de informar contatos e endereço exato do local e distância até lá. É possível procurar de tudo: ATMs, mercados, hospitais, cinemas, teatros, estacionamentos, farmácias, táxis e outras categorias. Maps.me: nesse app você pode baixar previamente os mapas das cidades para onde você vai viajar para consultá-los offline durante a viagem. Legal e importante, né? O app também mostra restaurantes, estações de metrôs e pontos turísticos. CityMapper: Esse app tem várias capitais e grandes cidades pré-selecionadas. Você seleciona a que você está, informa qual a origem e destino de seu passeio e o app te mostra qual a melhor maneira de ir: se é de uber, táxi, metrô, etc. Você também pode consultar os mapas das linhas metrôs e de ônibus nele. A interface é um amorzinho, e para cada cidade tem um bonequinho que a corresponde. Por exemplo, em Londres há um bonequinho de monóculo e cartola. Google Translate: bem, esse também não é uma novidade, mas é indispensável ter um tradutor sempre à mão. É respeitoso ir a um país e tentar usar o idioma local para, pelo menos, falar coisas básicas como "olá", "com licença", ou "obrigado". Isso mostra que, mesmo sem saber o idioma, você respeita a cultura local. Duolingo: ainda sobre arriscar umas palavrinhas do idioma alheio: o Duolingo não te torna fluente, mas te ensina várias frases e gramática básica de outro idioma (e são vários disponíveis, hein). O app funciona como um game: a interface é bonita e você vai completando a lição como se fossem joguinhos, para ganhar experiência e passar de nível. TripAdvisor: não abre mão de saber detalhes sobre o seu destino antes de viajar? Então baixe o Trip! Aqui você vai encontrar uma rede bastante ativa de usuários que avaliam restaurantes, atrações, lugares e etc. Pra você saber tudo o que deseja antes de decidir para onde ir, ou o que visitar. Rome2Rio: esse também é um app que serve para você informar sua rota e ver o preço, distância e tempo estimado para ela. Ele também informa os detalhes: a linha de ônibus que você precisa pegar primeiro, se há trecho de caminhada até a segunda estação, o próximo metrô, etc. Accuwather: não deixe que o clima te pegue de surpresa e cague com sua viagem. Esse app mostra desde as previsões mais simples do tempo, como também permite que você acompanhe o nível de chuva e atualizações de minuto a minuto sobre o clima em cada cidade. Dropbox/Google Drive: pelo amor de qualquer coisa que cês acreditem: façam backup de suas fotos ainda durante a viagem! Não sejam como eu que fui pro Rio de Janeiro (primeira viagem de avião na vida, primeira viagem com o namorado, feliz da vida) e estraguei o celular por ter confiado naquelas capas impermeáveis sem vergonha e perdi metades das fotos. Por favor, façam o backup automático das fotos sempre!!! XE Currency: Você é Team Quem Converte Não se Diverte, ou Team Quem Converte Não Empobrece? Seja qual for, é sempre útil ter um app que te ajude a converter moedas durante sua viagem, né? Além de fazer as conversões simples, ele também mostra gráficos e taxas (caso você entenda algo disso hehe) Dreamdays: esse é totalmente dispensável, na verdade! Ele é apenas um app que faz a contagem regressiva de alguma data ou evento que você crie, pra você ir contando os dias. Como ansiosa assumida que sou, já adicionei nele minha próxima viagem e, como ela vai demorar uns sete meses ainda, adicionei vários outros pequenos eventos na minha vida pro tempo parecer passar mais rápido. hahahaha Desde o dia que decidi o dia da viagem e adicionei no app até hoje, mais de 80 dias se passaram - e toda vez que percebo que muito tempo passou eu penso "aimeudeus, vai chegar!!!! " Revirei minha cabeça e meu celular para listar tudo isso! hahaha Todos esses apps eu já usei e testei, espero que a lista ajude! É certeza que há ainda muitos outros apps bacanas para viajantes, então, se você conhecer algum que não foi listado, vai fazer a felicidade de geral se comentar aqui nos contando como ele é.
  2. 3 pontos
    Redesbravada a Serra do Cipó, desbravadas Conceição do Mato Dentro e Serra do Caraça, nosso destino ecológico seguinte nos arredores de BH era a Lapinha da Serra. Fica a uns 50 km da Serra do Cipó, com uma parte ainda em estrada de chão. Anda meio que na moda recentemente. Conseguimos uma promoção para o meio do ano pra BH e lá fomos. Chegamos em BH de noite na sexta e partimos direto para a Serra do Cipó. A ideia era curtir a noite e dormir por lá. Avaliamos que seria melhor deixar as curvas e a estrada de terra para o dia seguinte de manhã. Acho que fizemos bem, por dois motivos: além de evitar a estrada de noite, curtimos o belíssimo visual da estrada, especificamente no trecho entre o Cipó e Santana do Riacho. Estava um céu azul límpido, o que tornava a paisagem ainda mais bela. Por uma boa parte vc curte visuais panorâmicos da região. Um bom momento para que não está ao volante! Nosso plano era básico: um dia para ir na Cachoeira do Bicame, outro dia para ir em qualquer outra atração. Logo elegi esta outra atração como o Pico da Lapinha. Galera topou. Como há limitação de 30 pessoas por dia para a Cachoeira do Bicame, o plano inicial era deixa-la para domingo. No entanto, decidimos arriscar. Se houvesse muitos outros carros parados por lá, retornaríamos. Chegamos na Lapinha e fomos direto para a trilha do Bicame. Na verdade, a entrada da trilha fica antes de chegar no vilarejo, numa área que se chama cotovelo. Não tem erro, é uma fechada (tão fechada que é um cotovelo, daí o nome) curva para a direita. Nesse ponto basta seguir em frente para ir para o Bicame. Onde a trilha começa: aqui o carro não passa Chega um ponto, logo após uma porteira, que não dava mais para passar com carro baixo. Um riacho impedia. Mais ousados podem arriscar, preferimos não. Deixamos o carro ali e seguimos em frente. Trilha para o Bicame Até chegar na portaria que faz o limite de 30 pessoas, vc tem de andar praticamente metade do caminho, ou seja, uns 5km. Pior dos mundos seria chegar lá e receber a notícia de que o limite estourou e ter de voltar. Não havia qualquer outro carro onde paramos o nosso, nem antes. Bom sinal. 5km depois, numa bela trilha que começa ao lado de fazendas com gado e depois vai se tornando cada vez mais vazia e ampla, chegamos à casinha de controle. E a boa surpresa: éramos os primeiros daquele dia. Viva! Eram pouco mais de 10 da manhã, se não me engano. A casinha de controle da trilha Conversando com o simpático guardião da trilha, ele falou que a limitação atinge o limite em feriados. Nesses dias eles até colocam alguém lá na frente para fazer o controle antecipado e, assim, impedir que as pessoas andem tanto tempo para ter de voltar. Fora isso é (ainda) muito raro de chegar ao limite. Mas, sim, já ocorreu de ter gente andando 5km para depois voltar. A limitação é absolutamente cumprida. A casinha de controle tem banheiros para os visitantes, assim como um café, para quem quiser. Tudo muito simpático. Água deve ter também, mas eu bebia do rio mesmo, e havia um logo adiante. Sempre viva, típica da vegetação local Da casinha até a cachoeira a trilha é ainda mais bonita. Sobretudo no momento em que ela chega numa espécie de platô e curva para a direita, que é onde se tem a primeira visão da cachoeira, lá ao fundo. Dali em diante é descer e chegar até ela. A cachoeira vai ficando cada vez mais perto. Um pouco antes de chegar há pontos de banho em águas calmíssimas, com a cachoeira ao fundo, o que rende um visual espetacular. O mais bonito que achei. A curva final antes de vislumbrar a cachoeira Ei-la, ao fundo Chegamos na cachoeira e mergulhamos. Águas gélidas, como sempre são na região sobretudo no meio do ano (fomos no começo de julho), bom estar preparado. Ainda que sob sol direto, e céu azul, a água congela o corpo de quem ficar muito tempo dentro dela. Curti a massagem natural da cachoeira, nadei e logo saí para requentar o corpo. Bicame Do carro até a cachoeira nós levamos cerca de 2,5 horas com paradas e ritmo bem leve. Acho que é tranquilo de percorrer em 2hs cada trecho. Enquanto curtíamos a cachoeira, outros grupos foram chegando. Contando com ciclistas que vimos na volta, acho que os visitantes chegaram a uns 20-25 naquele dia. Curtida a cachoeira, iniciamos nosso longo retorno. Bicame Pouco mais de 2hs depois estávamos de volta ao carro. Galera pregada, logo fizemos nosso caminho de volta de carro. Esse emblemático morador não estava muito na vibe de nos deixar passar Largamos nossas mochilas na pousada e partimos para o centrinho da Lapinha da Serra, que é praticamente duas ruas paralelas que se abrem na entrada e se encontram logo a seguir na pracinha da cidade. Bem pequeno. É lugar de moradia de algumas poucas centenas de pessoas. Com a fome acumulada do dia, paramos no bar em frente à pracinha e ficamos beliscando e bebericando, comemorando a bela caminhada, a bela cachoeira, o belo dia. Ficamos nesse relax até anoitecer. Pracinha da Lapinha Vi que cavalos vagam pelas ruas do vilarejo tranquilamente. Cachorros também, havia alguns. Que, aliás, vimos em diversos cantos da vila. Parecem integrados, alguns tem até coleira. Devem ter donos, ou são de todos, não sei. Mas todos parecem gozar a liberdade de ir e vir para onde quiserem. Rodamos ainda mais um pouco pelos arredores, pegamos o visual de um dos lagos ainda antes de escurecer completamente, provamos sorvetes locais e fomos dar um relax na pousada antes de voltar para curtir a noite local. A noite local foi no Armazém Lapinhô, onde rolou showzinho do Vilmar da Lapinha, também conhecido pelas bandas da Serra do Cipó. Showzinho muito agradável e bastante gente, tanto que foram descolar mesas e cadeiras para nós. O show era um espaço aberto, de modo que lá estavam os cachorros do vilarejo. Um deles, uma fêmea grande que chamava de Gaia (?), pedia gentilmente alguma tira-gosto a todos, de uma maneira peculiar: ela colocava a pata na perna (ou no ombro!) de quem estava sentado. Nem todos lidavam bem com isso, visto que o chão era de terra e a pata..., já viu, né? Nós curtimos, de modo que Gaia ficou um bom tempo na nossa mesa. Nossa companheira local Ainda fomos provar algumas das várias cachaças artesanais do BemDito, que também fica nos arredores da praça. Muito bom momento. Domingo foi mais relax. Saímos depois do café para o Pico da Lapinha. O grupo meio que se dividiu (éramos 5), com dois preferindo curtir uma cachoeira mais próxima. Para o Pico é necessário pagar (no Bicame, ainda que tenha limitação, não se paga nada) 25 pratas para fazer a trilha para o pico. Para as cachoeiras sai por 15, se não me engano. O belo lago Visual do começo da trilha para o Pico da Lapinha A trilha para o Pico é sinalizada em diversos momentos pelo caminho. Ainda assim, é fundamental vc saber para onde vai (qual é o pico!), para não pegar trilhas ou atalhos errados. Sabendo disso, vai ser difícil errar. Vc vai subir e caminhar para a sua esquerda, contornando o Pico, subindo-o por trás. Pouco antes de chegar ao pico tem uma casa de apoio. Nesse dia havia uma grande grupo de escoteiros subindo, passamos por eles exatamente nessa casa -- eles faziam a parada estratégica para se alimentarem. Nós seguimos e chegamos ao pico na frente, sem mais ninguém. Casinha de apoio A cara do cerrado, para mim O tempo, que era azul pela manhã, foi se fechando até nublar completamente. Tinha lido relatos de que há uma escalaminhada na parte final de ascensão ao pico, mas não vi escalaminhada alguma. Só fica íngreme, mas é trilha até o fim, numa boa. Sem maiores perigos, exceto por algumas pedras pequenas soltas que requerem mais atenção. E o visual é um espetáculo, os belos lagos ao fundo e a Lapinha pequenininha lá embaixo. Curtimos um tempo no pico e, quando a galera dos escoteiros chegou, descemos. Do alto do pico da Lapinha Galera lá embaixo chegando em fila indiana Levamos 2hs para cada trecho, novamente bem devagar e com paradas. Acho que dá para fazer tranquilamente em 1,5h. Vimos também onde se divide a trilha, que segue para a Cachoeira do Tabuleiro, em Conceição do Mato Dentro. A famosa travessia Lapinha-Tabuleiro passa por ali. O Pico do Breu, acho que 1 metro mais alto que o da Lapinha, também fica logo adiante. Dá pra ir no da Lapinha e no do Breu em um dia. Precisa de 2 dias (e logística!) para fazer a travessia. Voltando do pico Água estilo coca-cola nas cachoeiras antes do Pico Voltamos, reencontramos as duas desgarradas do grupo num simpático restaurante indiano da cidade, comemos algo leve, bebemos deliciosos lassis, relaxamos, e voltamos para a pousada para pegar nossas coisas. No fim da tarde iniciamos nossa volta para Confins, depois Rio. Lagoa E assim foi mais um fim de semana desbravando algum canto no Brasil! Observações gerais: - Vi muita campanha na vila (estou chamando a Lapinha de vila porque não é cidade, faz parte do município de Santana do Riacho) para que os turistas respeitem os costumes locais. Havia duas campanhas mais abertas: uma para que só acampassem onde fosse legalizado acampar. Outra para que não fossem aos restaurantes em trajes de banho. Vimos num restaurante uma caricatura de um homem bem barrigudo e de sunga, como forma de dar imagem ao que se pede para que não se faça. - É cerrado, então é natural que tenha cobra. Vimos uma pequenininha na ida para o Bicame. - Não faltam trilhas por lá, e ainda se pode fazer passeio de barco nos fds. - Há poucas opções de pousadas na Lapinha, e, ao menos no booking, a preços relativamente altos. Tem muito também é “casa do fulano”, alguém que parece improvisar a casa e fazer de pousada, ou que aluga a própria casa mesmo.
  3. 2 pontos
    Olá, vou compartilhar com vocês algumas informações. Eu passei uma semana na Chapada dos Veadeiros em Julho/2017. Saí de São Paulo, capital. - Passagem Avião - Ida e Volta = R$ 490,00 (comprei 3 semanas antes, comprando 3 meses antes você consegue encontrar por 300,00 ida e volta) - Hospedagem - Adubai Hostel = R$ 60,00 a diária (quarto coletivo, café da manhã, cozinha coletiva bem próximo da rodoviaria e da rua principal de Alto Paraiso) - Aluguel de carro - Unidas = R$ 640,00 (total de 6 diarias, dividimos esse valor entre 4 pessoas) - Na época a gasoline estava R$ 3,99 o litro. - Com alimentação gastei uma media de R$ 20,00 a R$ 30,00 por dia com almoço, mas poderia ter economizado fazendo minhas proprias refeições no hostel) [DICAS] 1. A Chapada dos Veadeiros fica em Goias, o aeroporto mais próximo é o de Brasilia. 2. Quando chegar no Aeroporto de Brasilia ainda terá mais umas 3 horas de carro ou ônibus até Alto Paraiso. 3. As cidades no entorno do Parque Nacional da Chapada são: São Jorge, Alto Paraiso de Goias e Cavalcante. 4. As trilhas dentro do Parque são gratuitas, porém recomenda-se chegar cedo pois a limite de visitantes. 5. Alugar um carro ou arranjar caronas é essencial para visitar as principais cachoeiras. Se você não alugar um carro ficará limitado a conseguir carona. 6. Se for depender de carona talvez seja melhor ficar em São Jorge onde o Parque fica a 1km e algumas cachoeiras proximas. 7. Tem cachoeiras a 4km de distância de Alto Paraiso (ex: Loquinhas) e outras a quase 120km (ex: Santa Barbara, Capivara...) 8. Almoço entre R$ 15,00 (prato feito) até R$ 60,00 o kg do Self-service. 9. A linha de ônibus que vem de Brasilia até Alto Paraiso é a Real Expresso. 10. Traga dinheiro em cédulas, só tem 1 caixa eletrônico funcionando atualmente e é do Itau. O da Caixa explodiram. 11. Se você vai na 2° quinzena de Julho todo ano tem o Encontro das Culturas em São Jorge. 12. Ofereça ou procure caronas nos grupos de carona da Chapada. 13. Caso venha sozinho(a) ou não tenha CNH procure pessoas que venham na mesma data nos grupos de mochileiros/viajantes e alugue um carro para dividir gastos. (Foi assim que fiz a minha trip, conheci 3 pessoas do grupo dos mochileiros e alugamos um carro em Brasilia) 14. Um carro 1.0 consegue passar de boa em 95% das estradas pra trilhas. [ROTEIRO] ➡1° dia Saida do Aeroporto de São Paulo para o de Brasilia e de Brasilia vinda de carro até Alto Paraiso. ➡ 2° dia ☑ Parque Nacional - Trilha dos Canyons II e Cariocas (30km de Alto Paraiso) Valor: Gratuito Estacionamento: 15,00 Dica: Chegue 8h/8h30 porque as 9h costuma atingir o limite de visitantes. Após 12h não entra mais ninguém. Horário de funcionamento: 8h as 18h ☑ Jardim Maytrea Valor: Gratuito Estacionamento: na beira da estrada mesmo Dica: Visite no finalzinho da tarde, tem um por-do-sol legal ➡ 3° dia ☑ Catarata dos Couros (50km de Alto Paraiso) Valor: Gratuito Estacionamento: "no final você me dá um dinheirinho, moça." Dei 10,00 e tudo certo Dica: Baixe o mapa para a Catarata dos Couros em offline e se prepare para uns 35km de chão de terra. Dica 2: Quando chegar lá, saiba que há 3 cachoeiras. A primeira que é a principal, a segunda é acessada por outra trilha e a terceira acho que só chega nadando. ➡ 4° dia ☑ Cachoeira Almécegas I, II e São Bento (não lembro a distância) Valor: 30,00 por pessoa. Estacionamento: Esta incluso nesse valor ➡ 5° dia ☑ Cachoeira de Santa Barbara + Capivara (120km de Alto Paraiso) Valor: 20,00 por pessoa + 70,00 (pode ser dividido por um grupo de até 8 pessoas) Estacionamento: Incluso no valor Dica: Saia cedo. São em média 1h30/2h até Cavalcante. Pegue um guia local do Quilombo Kalunga. Costumam cobrar mais barato que os da cidade. E baixe o mapa para o local em offline. ➡ 6° dia ☑ Cachoeira dos Cristais (13km de Alto Paraiso) Valor: R$ 20,00 Estacionamento: incluso no valor Dica: EU não gostei muito dessa cachoeira, perto das outras é um pouco sem graça. Mas indicaria pra pais com crianças por ser fácil acesso. ☑ Cachoeira Macaquinhos Valor: R$ 30,00 Estacionamento: incluso no valor Dica: São 7 cachoeiras, então faça a trilha até a última e na volta tome banho ou pare para fotos nela. [DISTÂNCIAS] - Cachoeira Loquinhas (4km de Alto Paraiso) - Cachoeira dos Cristais (8,5km de Alto Paraiso) - Cachoeira de São Bento (10km de Alto Paraiso) - Cachoeira Almécegas I e II (13km de Alto Paraiso) - Cachoeira dos Macaquinhos (24km de Alto Paraiso) - Jardim de Maytrea (22km de Alto Paraiso) - Vale da Lua (35km de Alto Paraiso) - Cataratas dos Couros (45km de Alto Paraiso) - Cachoeira do Segredo (50km de Alto Paraiso) - Cachoeira do Abismo (40km de Alto Paraiso) - Cachoeira de Santa Barbara (114km de Alto Paraiso) - Cachoeira de Capivara (106km de Alto Paraiso) - Cachoeira do Candaru (106km de Alto Paraiso) - Centrol Cultura São Jorge (40km de Alto Paraiso) - Entrada do Parque da Chapada dos Veadeiros (41km de Alto Paraiso) Meu Instagram: CristineGranato Grupos uteis: CONEXAO CHAPADA-BSB - Transporte Solidario Carona Solidária Chapada dos Veadeiros Conexão Brasília - Chapada - DAS MANAS Conexão - GYN/DF/CHAPADA
  4. 2 pontos
    Gente, fiz uma viagem com meus pais e meu irmão para NY e Orlando (rapidinho). Vou postar um resumo do que aconteceu. Quem quiser detalhes, pode perguntar aqui que eu respondo ou ir meu blog para ver o roteiro e como ir de EWR para Manhattan 21/8 Pegamos o voo da Copa saindo de Brasília às 2:00 da manhã em direção ao Panamá. O avião não tinha sistema de entretenimento individual, mas não senti muita falta porque queria dormir. Ofereceram uma refeição a noite e outra pela manhã. Chegamos às 6 e pouco da manhã na Cidade do Panamá. A conexão da Copa no Panamá é bem tranquila. Você sai em um portão e já vai para o portão do voo seguinte, sem ter que pegar mala ou passar em nenhum outro lugar. Há diversas lojas e restaurantes no terminal. Pegamos o segundo voo e chegamos em Orlando por volta de 14:30. As malas não apareceram e ninguém sabia informar o que tinha acontecido. Depois de muito esperar, habemus mala! Fui pegar o carro que havia reservado na Alamo. Peguei um Chevrolet cruze que coube as 4 malas no porta malas! Nesse meio tempo, perdi o eclipse solar Fizemos o check in no Rosen Inn at Point Orlando. Foi um hotel que me recomendaram, mas eu não gostei muito. O hotel é antigo, não tinha recepção no meu prédio e o corredor era do lado de fora do prédio. Como só íamos ficar duas noites, dava para aguentar. Fomos no walmart comprar água e comida, jantamos e descansamos da longa viagem. Jantamos no Oliver Garden da International Drive. 22/8 Fomos para o Disney’s Animal Kingdom. Chegamos logo quando o parque abriu e ficamos até às 17:00. Fomos em vários brinquedos, meus pais adoraram o Expedition Everest e o Safari. Eu gostei da parte nova Pandora do Avatar. Só consegui ir em uma das atrações, River Jouney. O Avatar Flight estava com uma fila de quase duas horas e com meu pai com dor nas costas não rolava esperar. Almoçamos no Rain Forest Café que fica na entrada do parque. Gosto da comida de lá e acho divertido o cenário e os bonecos. Andamos muito e estava fazendo bastante calor, o que nos levou a sair cedo do parque e não esperar pelo show da noite. Pegamos uma pizza na Dominos e levamos para comer no hotel. 23/8 Saímos do hotel de manhã cedo, devolvi o carro no aeroporto e fizemos o check in para o voo da United para NY. Não sei ao certo o porquê, mas nossos bilhetes da United estavam com o “TSA pre”, ou seja, não precisaríamos passar pela revista rigorosa na hora do embarque. Outra vantagem é que não tem fila e não precisa tirar os sapatos . Chegamos antes do previsto em Newark, aeroporto em New Jersey, próximo a NY. Pegamos o Air train e depois o NJtransit até a Penn Station em Manhattan. De lá, fomos a pé para o Hotel 32 32. O hotel é moderno, limpo e muito confortável. Depois de descansar um pouco, fomos passear a pé. Passamos pela Grand Central Terminal, ONU, Bryant Park e Biblioteca Pública. 24/8 O hotel “terceiriza” o café da manhã na lanchonete que fica em frente. Você tem direito a escolher uma opção de prato e café ou chá. Depois do café da manhã, pegamos o metrô até o Museu de História Natural. Lá vimos vários animais, esqueletos de dinossauros, exposições sobre diversos povos. É muito interessante e educativo. O museu sugere $25.00 para entrar, mas você paga o quanto quiser, lembrando que algumas exposições e o planetário são exclusivos para quem pagar os $25.00. Almoçamos num restaurante mexicano que fica atrás do museu (Frida), gostei da comida. Voltamos para terminar de olhar algumas coisas no museu. Pegamos o metrô para voltar ao hotel, nos arrumamos e fomos a pé para a Broadway. Já tinha comprado o ingresso para o Fantasma da Ópera pelo site, então já levei o ingresso impresso. O musical é lindo, todo mundo gostou. Voltamos a pé e passamos pela Times Square. É obrigatório passar por ali a noite. 25/8 Eu comprei o passe C3 pela internet (é como se fosse o CityPass, mas em vez de 6 passeios, você só tem direito a 3) e escolhi fazer um passeio de barco, ir no Intrepid e no Top of the Rock. Pesquisei os tipos de cruzeiros turísticos que eles ofereciam e vi que o mais interessante para a gente era um que passava pela Estátua da Liberdade e pela ponte do Brooklyn, mas teria que pagar $5.00 a mais por pessoa. Assim, fomos até o Circle Line às 14:00, apresentamos o C3, pagamos a diferença e pegamos o ingresso para o barco que saía às 16:00. De lá, fomos visitar o Intrepid que fica ao lado. É um porta aviões desativado que virou museu. Tem diversos aviões, helicópteros, submarino e até nave espacial. É bem interessante para quem curte esse tipo de coisa. Meu pai e meu irmão adoraram. Saímos já na hora de pegar o barco. O passeio foi bem legal, dá para ver a Estátua da Liberdade de perto (eu só tinha visto de longe na balsa gratuita que vai para Staten island), o distrito financeiro, a ponte do Brooklyn. Eu gostei bastante. O passeio durou uma hora e meia. Ao sair de lá, pegamos o metrô para o MoMA, museu de arte moderna. Às sextas, depois das 16:30, ele fica gratuito, então esse era o dia reservado para irmos lá hahahahaha Vimos o quadro Noite Estrelada do Van Gogh, alguns Picassos, Monet. Passei no Rockfeller Center e peguei os ingressos para o Top of the Rock para o domingo. Voltamos andando para o hotel pela 5ª Avenida. 26/8 Após o café, passamos numa confeitaria e compramos croissants, folheados, muffins e suco. Pegamos o metro para o Central Park. Andamos um pouco e estendemos nossa toalha em um dos imensos gramados para montar nosso piquenique. Deitamos, comemos, descansamos. Depois seguimos para o Metropolitan Museum – MET. Aqui também tem um preço sugerido de uns vinte e poucos dólares, mas você paga o quanto quiser. O museu é imenso e tem de tudo: templo egípcio, múmias, esculturas gregas, arte medieval, armaduras, pinturas de todas as épocas. Pra voltar ao hotel, pegamos um táxi. 27/8 Pegamos um metrô até a Ponte do Brooklyn. Andamos na parte reservada para pedestres até o primeiro arco e voltamos. De lá, fomos a pé para o memorial do 9/11 e para o Touro de Wall Street. É ali perto que pega a balsa gratuita para a Staten Island, mas como já tínhamos feito o passeio de barco, pegamos o metrô até a Madisson Square. Vimos o Flatiron e almoçamos no Eataly. Depois fomos andando pela 5ª avenida até chegar ao hotel. Descansamos um pouco e por volta das 16:00, fomos para o Rockfeller Center. Tiramos algumas fotos, entramos nas lojas da Nintendo e do Lego e às 18:00 fomos para o Top of the Rock. Eu escolhi ir nesse e não no Empire State porque aqui você tem a vista para o Central Park e para o Empire. Vimos a vista de dia e esperamos anoitecer para ver a vista à noite que é bem mais bonita. Lá em cima não tem muito o que fazer, então você pode pagar um ingresso um pouco mais caro que dá direito a subir duas vezes no mesmo dia. Assim você não precisa ficar plantado lá esperando escurecer ou então só subir à noite. 28/8 Depois do café da manhã, pegamos as malas e fomos a pé para a Penn Station. Fizemos o mesmo caminho da chegada: NJtrasit e Air Train até o Newark. Achei tudo muito prático e bem sinalizado, todos os lugares com elevadores e escadas rolantes que davam para colocar a mala. Pegamos o voo de volta a Orlando, peguei o carro novamente na Alamo. O carro era a Gran Caravan da Dodge. Nunca tinha dirigido um carro tão grande, mas foi bem tranquilo. As ruas e estacionamentos em Orlando são largos e tudo é bem sinalizado, muito bom de dirigir. Depois do check in realizado, fomos na Ross, loja próxima ao hotel que tem diversas roupas a preços bem baratos. A loja não é muito organizada, mas com um pouco de paciência é possível achar um tesouro. Depois fomos ao walmart comprar comida para o café da manhã, cosméticos e doces! 29/8 Pela manhã, fui com minha mãe em uma loja de cosméticos e na Bad, Bath e Beyond. Compramos alguns cremes para o cabelo e poucas coisas para casa. Voltamos para o hotel para pegar meu irmão e meu pai e seguimos para o Outlet. Peguei um caderno de descontos no centro de atendimento e fomos às compras. Eu ficava mais ajudando meus pais (traduzia as coisas e tal) e não comprei muito, pois estou numa vibe mais minimalista e menos consumista e o dólar nas alturas não ajuda nas compras. 30/8 Pela manhã, fomos a algumas lojas específicas: Michaels (coisas para artesanato), Office Depot (material de escritório), Best Buy (eletrônicos), Barnes e Noble (livraria e jogos de tabuleiro). Na hora do almoço, fomos ao Florida Mall. Todas essas lojas e o shopping ficam próximos, na mesma avenida. Almoçamos na praça de alimentação e passeamos a tarde no shopping. Voltamos para o hotel e, à noite, saímos para jantar. Aproveitei para abastecer o carro. De volta ao hotel, arrumamos tudo nas malas e deixamos tudo pronto para a viagem no outro dia. 31/8 Acordamos cedo, colocamos as malas no carro e fiz o check out no hotel. Em uns 20 minutos chegamos ao aeroporto, entreguei o carro, fizemos o check in no balcão da Copa e pronto. Pegamos nosso voo lotado para o Panamá e depois um voo vazio para Brasília.
  5. 1 ponto
    O objetivo desse mini guia Maceió by Pedro é ajudar os forasteiros incautos a conhecer mais sobre Maceió/AL. O tópico será editado uma vez por semana com atualizações de novas atrações, média de valores gastos em estadia/alimentação/passeio/diversão e fotos assim que possível! Orla de Maceió Maceió é uma cidade pequena, mas com muitas opções de diversão durante o dia e a tarde, a noite é um pouco complicado por que vai depender muito do estilo de música e ambiente que você curte. Ainda, Maceió te dá diversas opções de passeios em cidades vizinhas, de acesso muito tranquilo, seja de carro ou de ônibus. Pois bem, vou passar um mini guia do que eu acho INDISPENSÁVEL pra fazer em Maceió se baseando no MEU gosto: 1. Praias na parte "central" da cidade: 1.1. Ponta Verde: A praia de Ponta Verde é onde as coisas acontecem, se é que me entende. É a área nobre de Maceió e no calçadão você vai ver geralmente famílias, jovens andando de skate e patins, gente fazendo exercícios, etc. A praia em si não é muito frequentada nos dias de semana, sendo o forte dela aos sábados e domingos (eu particularmente não gosto, por que é muito cheio e a faixa de areia é estreita). Na areia você será servido basicamente por ambulantes e ficará em cadeiras de praia tomando sol e curtindo a água da Ponta Verde que tem uma temperatura agradável e não tem ondas nem correnteza forte. Lá também é onde você vai encontrar as barracas de praia mais badaladas e consequentemente mais caras da cidade e arredores, à exemplo de Lopana e Kanoa. Essas duas barracas no verão são tomadas de assalto pelos turistas e o trecho da orla que as separa fica literalmente LOTADO de gente bonita, turistada, etc, e é quando ocorre um dos maiores eventos náuticos do Brasil, o Lopana Boat Fest (a praia fica inundada de gente classe A, rica pra krl, mas mal educada) e também a Abertura de Verão. No restante do ano eles permanecem sendo uma boa opção pra quem quer e pode gastar muito e quer curtir algo mais agitado, pois sempre tem uma banda ao vivo ou dj tocando nas tardes e noites. Caso queira curtir a tarde/noite na beira da praia de Ponta-Verde sem tanta badalação e por um preço mais acessível e justo (e atendimento melhor já que não é tão cheio) eu recomendo o Pirata, que fica bem perto dessas duas barracas. Como chegar de bus: Qualquer ônibus que tenha PONTA VERDE no letreiro passa por aqui, e alguns que possuem IGUATEMI também (ou pelo menos perto), mas sempre é bom perguntar no caso do IGUATEMI. 1.2. Pajuçara: É a praia mais bonita da parte "central" de Maceió, na minha opinião. As águas são bem claras e calmas e dependendo do dia e do sol a coloração varia do azul pra o verde. Não é tão badalada quanto a praia de Ponta Verde, mas aqui é onde ocorrem um dos passeios mais famosos de Maceió, o das piscinas naturais. Vale muito a pena conhecer, os preços estavam variando dos $30 aos $50 no verão de 2015, mas provavelmente em baixa temporada os preços estarão mais em conta. Na praia de Pajuçara não existem tantas barracas de praia quanto na Ponta Verde, e na areia você ficará à mercê dos ambulantes. A paisagem pela tarde/noite é bem legal, com as jangadas dos pescadores na areia e a lua no mar. Falando em noite, seguem as dicas para curtir a noite na orla: Quer gastar muito? Imperador dos Camarões; Quer pagar um preço justo por uma comida boa e uma cerveja artesanal alagoana? Pier 39; Tá sem grana, mas ainda assim quer beber Skol vendo as jangadas da Paju? Soró Sereno. Se vier no verão pode curtir o Festival de Verão de Maceió, com atrações locais e nacionais em um evento "relativamente organizado" (hehehe). Como chegar de bus: Depende muito de onde você vai se hospedar. O CIRCULAR 2 passa por lá, bem como alguns ônibus que passam pela Ponta Verde. 1.3. Jatiúca: É uma praia menos frequentada da parte "central" em decorrência do seu mar um pouco mais agitado em comparação às outras, mas ainda assim tem muitos ambulantes na areia e vendedores de cerveja que alugam cadeiras, caso queira ficar por lá. Não tem nenhum tipo de atrativo diferente, sendo a barraca Barrica's a mais frequentada, porém sem característica especial nenhuma (cerveja, comida e só). Durante a noite é válido um passeio, comer uma tapioca nos quiosques que ficam na orla, ou tomar uma cerveja nas diversas barracas que existem por lá. Como chegar de bus: Qualquer ônibus que tenha PONTA VERDE no letreiro passa por aqui, e alguns que possuem IGUATEMI também (ou pelo menos perto), mas sempre é bom perguntar no caso do IGUATEMI. 2. Praias no litoral norte da cidade: 2.1. Guaxuma: Seguindo litoral norte, em direção à Maragogi, é a primeira praia que irá encontrar saindo da parte mais urbana (central) de Maceió. Lá a praia é mais tranquila, frequentada geralmente por pessoas que moram por perto e pessoal que foge da badalação das praias já mencionadas. A maré varia entre calma e levemente revolta. Eu particularmente acho essa região, não só de Guaxuma, como das outras que irei descrever, a melhor de Maceió, pela tranquilidade que me passa e a forma como a praia é tratada (respeito, cuidado e educação). Aconselho ir ao Bar Brasil. Fica na beira da praia, os preços são justos, a cerveja gelada e tem uma quadra de areia pra jogar vôlei, peteca, o que você quiser. Como chegar de bus: Qualquer ônibus que tenha IPIOCA ou MIRANTE no letreiro chega lá. As lotações e ônibus que partem do Shopping Maceió para Barra de Santo Antônio e Paripueira também passam por aqui. Peça auxílio ao cobrador para ele te avisar quando for a hora de descer, eles sempre ajudam. 2.2. Garça Torta: AMO AMO AMO, Garça Torta/Riacho Doce pra mim são os melhores lugares na terra (depois da casa de minha mãe, hehehe). A água lá é muito boa e é um pouco quentinha dependendo da época do ano. Lá você vai ter uma praia tranquila, praticamente deserta em trechos entre bares, dando pra dar um passeio bem tranquilo pela areia deboas em Alagoas. Aqui os bares são legais, descolados, a comida é muito boa e os preços são muito justos. Minhas dicas de bares: Bar do Seu Manoel (mas todo mundo conhece como bar do Carlinhos): comida boa pra caralho, preço justo, cerveja gelada, música agradável (ao vivo nos sábados do verão), público tranquilo e não barulhento, tem espreguiçadeiras pras meninas que quiserem um sol e eu aconselho o vinagrete de polvo/Milky Bar: O público é LGBT e friends, então se for preconceituoso ou se incomodar em ver duas mulheres se bjando, passe longe e nem entre. Também é frequentado por héteros, tipo eu, que n se importam com isso e vão pra lá pq o lugar é mto foda, confortável, o preço é justo e a cerveja gelada. A dona é formada em coquetelaria em Londres, e manda bem pra caralho nos drinks pra qm curte (nunca tomei, meu negócio é breja, mas quem toma gosta mto). A música é razoavelmente boa (em regra não é ao vivo) e é isso aí. GARÇA TORTA É MUITO BOM. Existem outros bares por lá mas esses são os que eu mais frequento. Indico também provarem o pão de queijo com lombo e as empadas que o Luís Batique faz, ele sempre fica pelo Bar do Carlinhos nos fins de semana. Como chegar de bus: Qualquer ônibus que tenha IPIOCA no letreiro chega lá. As lotações e ônibus que partem do Shopping Maceió para Barra de Santo Antônio e Paripueira também passam por aqui. Peça auxílio ao cobrador para ele te avisar quando for a hora de descer no restaurante LUA CHEIA, descendo lá você entra na ruazinha por trás do restaurante que dá acesso pra esses dois bares que eu falei, ambos na beira da praia (milky é na beira da praia e tem acesso pra ela e você pode escolher ficar na areia ou na parte mais abrigada, na do Seu Manoel você fica na areia). 2.3. Ipioca, Sereia, etc: Conheço, são legais, mas não levaria um amigo turista que tem pouco tempo pra conhecer Maceió. Ipioca é muito bom, até melhor que Garça Torta (só lembranças muito booooooooooas de lá), pra quem tem casa ou conhece alguém que tenha casa por lá, por que é uma praia meio afastada D+ e meio deserta em determinadas partes, então não tem tanta estrutura assim. Há um bar bem conhecido por Ipioca, o Hibiscus, é meio caro, eu não acho essas coisas todas, mas é bem frequentado, então se quiser ir pra Ipioca e ter algum suporte, cola por lá. 2.4. Jacarecica, Cruz das Almas: Moro nessa parte da cidade mas não aconselho frequentar estas praias, à não ser que goste de surfar. Digo isso por que Cruz das Almas e Jacarecica ainda não foram estruturadas o suficiente para receber turistas e não atendem sequer as necessidades dos moradores locais, já que são praias que não atraem banhistas por serem voltadas à prática do surf. Se for pegar umas ondas no fim de tarde em frente ao hotel Matsubara, me manda um alô que eu colo lá! Como chegar de bus: Qualquer ônibus que tenha IPIOCA ou MIRANTE ou JACARECICA ou SÃO JORGE no letreiro passa por aqui, mas sempre pergunte se o ônibus está indo para IPIOCA ou MIRANTE ou JACARECICA ou SÃO JORGE, pois ele pode estar voltando. 3. Praia da Avenida e Pontal: SÃO POLUÍDAS PRA CARALHO, NÃO ENTRE NELAS. A Praia da Avenida é a praia mais bonita de Maceió e é onde o pôr-do-sol é foda pra caralho mas o povo sujou ela até a tampa. 4. Praias em Municípios Vizinhos: 4.1. Praia do Francês: O Francês é bem famoso nos picos de surf pelo Br e a galera tem muito respeito pelos locais. A praia em si é muito boa e tem espaço pra todo mundo, banhistas (na parte abrigada pelos corais e pedras) e surfistas (na parte aberta). Tem uma faixa de areia decente e o mar bem azul e cristalino em dias de sol. Eu tenho casa no Fran6, então se eu te ver jogando lixo na areia eu te arranco a mão. O Francês fica no litoral sul de Alagoas, no município de Marechal Deodoro, onde nasceu o primeiro Presidente da República. É um misto de vila de pescadores com cidade dormitório. Aconselho bastante por quê qualquer tipo de pessoa curte o Francês então agrada grupos heterogêneos. Lá você encontra do rastafári ao filhinho de papai, passando por famílias, idosos. Conselho: se você é da vibe tranquilidade, sol, mar, contemplação, vá para a parte dos surfistas e fique na barraca Aloha que era do ex-surfista profissional Pigmeu (ele arrendou ela recentemente mas a comida continua boa e a galera massa). O consumo mínimo por pessoa para que as cadeiras não sejam pagas é de $15 [07/2015]. O preço não é dos melhores, mas não é diferente do praticado no resto do Francês. Se você quiser algo mais agitado, elitizado , e não quer ouvir ambulante tocando Luan Santana, Forró Blábláblá, e afins à todo momento (ainda vai ouvir um pouquinho, só to avisando) vá para a SuperNatural. Vai pagar um pouco mais caro pelo estilo da barraca, com Dj, comidas um pouco mais bem elaboradas e outros etcs, mas pra quem curte, tá valendo. Caso você curta a doidera de um domingão na praia, então se joga meu amigo e vai ser feliz na Francesinha ou na Scorpions, típicas barracas de praia com gente pra caralho, ambulante passando de 5 em 5 segundos, mas pra quem curte, tá valendo, e o preço é um POUQUINHO mais em conta do que na SuperNatural. Bateu a fome e quer almoçar antes de voltar pra Maceió, mas não quer comer na barraca pq é caro pra caralho? Vai no Padrino ou na Madalena, os dois ficam lado a lado e pode perguntar para qualquer local que eles te apontam o caminho, fica por trás das barracas, da Francesinha mais especificamente. Padrino serve comida italiana muito boa à um preço justo. Em dia de calor peça a Sangria, tome um litro sozinho e fique levemente bêbado, e pra acompanhar: Polvo ao Pesto. Te juro, parece ser chique e caro pra caralho, mas você vai ver que não é, o preço é justo. Na Madalena peça qualquer coisa pq tudo é bom pra caralho, e o preço tbm é justo, +-35$ [07/2015] por pessoa sem economizar no suco/refri comendo entrada e prato principal, alimentando (MUITO BEM, QUASE EXPLODO QND VOU LÁ) um cavalo de 1,90 e 95kg. Tbm tem uma gelatteria de um conhecido italiano que é boa e fica próxima à esses restaurantes, sendo uma boa pedida pra sobremesa. Como chegar de bus: Vá até o centro da cidade de Maceió, na Praça da Faculdade, de lá saem os ônibus e vans para Marechal Deodoro que passam no Francês. 4.2. Barra de São Miguel/GUNGA: A Barra de São Miguel é o reduto de veraneio dos ricaços de Maceió por um motivo que eu desconheço, já que não existem restaurantes caros na beira da praia, os que tem nem mesmo são bons. No verão tem bastante festa por lá, frequentadas pela crème de la crème de Maceió onde toca Axé, Forró, Sertanejo e blábláblá. A praia é bonita, mas a faixa de areia é muito estreita e irregular, o que não a torna a minha preferida. MAS PORÉM CONTUDO na Barra nós temos o Gunga, que é onde tem o encontro da Lagoa com o Mar e tem um monte de turistas/playboys exibindo suas lanchas e jets e etc. É um lugar privado porém BONITO PRA CARALHO e mesmo que você não curta a ostentação que rola por lá, dá pra ir sem gastar muito, você pode levar bebidas compradas no mercado por exemplo. Vale muito a pena ir. Pôr-do-sol é fodástico. Não recomendo porra nenhuma pra comer na praia da Barra/Gunga pq é tudo meia boca e eu ainda n descobri nenhum lugar bom. Como chegar de bus: Vá até o centro da cidade de Maceió, na Praça da Faculdade, de lá saem os ônibus e vans para Barra de São Miguel, que não passam no Gunga. Para esse roteiro eu aconselharia alugar um carro por um dia, por que o acesso não é dos melhores, ou então fazer o passeio de escuna do CaioMar, procure na net por mais informações. 4.3. Paripueira: Uma das praias que eu menos curto em Alagoas. Água MUITO quente, de cor meio lamacenta. O ponto forte dela é no verão e carnaval onde rolam shows de axé, swingueira, etc. Já frequentei, é divertido, mas n iria novamente. Não tenho muitas informações sobre bares e restaurantes, pois nas vezes em que fui estava muito bêbado pra lembrar de algo. Como chegar de Bus: Vá até o ponto do Shopping Maceió, na Avenida Gustavo Paiva e espere um ônibus ou van para Paripueira ou Barra de Santo Antônio (neste caso peça ao cobrador auxílio para ele avisar o ponto em que voê vai descer). 4.4. Maragogi: Bem, Maraga fala por si só, quando você chegar lá vai ver que é show pra caralho. O mar é muuuuuito cristalino, a água bem quentinha e o público é uma galera mais pacata só . As vezes que eu fui a Maragogi eu fiquei em camping, no camping do Jesus (http://ondeacampar.com.br/camping/camping-do-jesus/) onde o dono é um velho mto louco que tomou Chá do Santo Daime demais na vida. O camping é limpo, organizado, tem mesas coletivas e geladeira. Ele vende refri, água, etc, e também aluga WindSurf e caiaque. O melhor de tudo, o camping fica na porra da beira da praia, daí vc acorda de 6h da manhã e dá de cara com um visual fodástico e passa duas horas contemplando o mar e a areia, é uma goodtrip natural! Não conheço restaurantes e bares pois todas as vezes que fui pra Maragogi eu fiquei no camping, mas todo mundo fala que tudo lá tá muito bom, pq virou um pólo turístico, então tem restaurantes e bares pra todos os gostos e preços. Como chegar de Bus: Não sei . 4.5. Japaratinga: Fica antes de Maragogi, é uma cidade menor, e no mesmo estilo, a diferença é que não virou uma fábrica de fazer dinheiro tipo Maraga e ainda conserva mais a tranquilidade do litoral norte alagoano. Recomendo o Mamma Pereira, preço razoável não tão justo, e o Caiuia, onde o preço é salgado mas é compatível com a comida. Como chegar de Bus: Não sei . 5. Outros zilhões de praias existentes em Maceió e arredores: Descrevo o resto com o tempo!!!!! 6. Noite em Maceió/AL na praia 6.1. Na orla da Ponta Verde: 6.1.1. Lopana/Kanoa: Como já falei, essas barracas de praia também ficam abertas de noite e tem dj e/ou bandas ao vivo. Preço salgado, cobram couvert e o atendimento não é o dos melhores, mas não deixam de ser as mais frequentadas de Maceió (só dá Playboyzada e cocotas on fire). 6.1.2. Barraca do Pirata: Preço justo, atendimento bom e cerveja gelada. Passou o dia todo na praia, tá cansado pra caralho e só quer tomar duas brejas antes de dormir enquanto escuta o mar? Esse é o seu lugar. 6.2. Na orla da Jatiúca: 6.2.1. Qualquer uma das inúmeras barracas. Havia uma em especial que eu descrevi nessa postagem quando criei o tópico, mas ela fechou . 6.3. Na orla da Pajuçara: 6.3.1. Soró Sereno: Cerveja gelada e barata. Quer beber até cair na beira da praia e não quer gastar muito ? Esse é o seu lugar. 6.3.2. Pier 39: Um lugar mais sofisticado, mas com um preço bem justo. Também serve cervejas premium e artesanais e os petiscos são bons. 7. Noite na cidade: 7.1. Rex Jazz Bar: Bar focado para o Jazz, frequentado pelos jovens e pessoas mais velhas com o espírito também jovem, o bar é bastante legal e bem frequentado. A cerveja é gelada e a cachaça desce forte (pede uma Gabriela de Maracujá, não vai se arrepender). Aqui é um dos bares onde rola a cena alternativa de Maceió. Fica na Rua principal do bairro de Jaraguá, diga isso ao taxista que ele sabe onde é. Sempre tem bandinha ou DJ, cobram couvert. Chegue cedo caso queira ficar em mesa. Preço acessível/justo 7.2. Botequim Paulista: O sagrado bastião do rock em Maceió. Os donos são dois irmãos paulistas mal encarados pra caralho. O bar é voltado pra o rock, mas não tem temática nenhuma, com exceção dos DVDS que ficam rolando nas telas. As cadeiras ficam na calçada e o bar é LO-TA-DO, se quiserem mesa, cheguem cedo. Aqui o público alvo são as pessoas que querem fugir da tríade Axé-Swingueira-Sertanejo em Maceió, mas com o tempo o bar ficou um pouco na moda, e mesmo gente que não curte a proposta dele, frequenta. Tem bastante gente, o contato entre os clientes é constante, então é um bom lugar pra conhecer gente nova e dar uma paquerada. Você pode fazer os pedidos no balcão ou pegar uma mesa. Preço acessível/justo 7.3. MAIKAI: Casa de shows bem eclética que abriga de shows de rock à pagode, dependendo do fim de semana, mas saiba que TODOS OS DIAS à partir da quarta eles vão estar com alguma atração, então sempre vale a pena dar uma conferida no facebook deles pra saber a programação. O público alvo depende muito do evento que vai ter, mas é uma casa de shows na parte nobre de Maceió, então não espere pagar menos que $30 [07/2015] na entrada, que na minha opinião são bem pagos a depender do evento. Muita gente bonita e muita paquera independente da natureza do evento que for abrigar (mas em compensação é lotado de playboy). Fica na Jatiúca. 7.4. LE HOTEL: Idêntico ao Maikai, sendo que menor. Fica na Ponta Verde. 7.5. Caranguejola, Dona Branca, Massagueirinha, Casa da Picanha: Bares comuns, tranquilos, onde geralmente rola MPB, sertanejo, ou algum cara voz e violão, com comida e bebida razoáveis à um preço justo, sem nenhuma característica marcante. Ficam na Jatiúca. 7.6. Lugar Nenhum: Bar no estilo boteco, na Jatiúca. Bem legal, preço justo, música que varia do samba ao rock, passando pela MPB, a depender do dia. Sempre tem umas promoções que variam de acordo com o dia da semana. Comida e bebidas excelentes à um preço entre o justo e o barato em função do serviço prestado. Atendimento muito bom!!! 7.7. Blackout: Pub onde rola um pop rock e outras amenidades. A entrada é paga, Ainda não fui mas quem foi diz que é muito bom, rola um público mais maduro. Fica na Jatiúca. 7.8. Orákulo: Casa de shows frequentada pela cena alternativa de Maceió, mas em alguns dias da semana também abriga shows de pagode, swingueira e samba. Fica no Jaraguá e os preços praticados são mais acessíveis do que no LE HOTEL ou MAIKAI. 7.9. Pub Fiction: Um pub onde rolam showzinhos de rock, indie, folk, etc. É bem legal e o dono é o vocalista de uma banda famosinha aqui de Maceió. É bem bom e o preço é justo. O lugar é pequeno mas é agradável e a breja gelada. Se quiser mesa chegue cedo. 7.10. Snooker: É um bar em cima de uma churrascaria ao lado do restaurante Divina Gula, dê essas informações pro taxista que ele chega lá. Fica no Stella Maris. Bar com a temática de rock, tem preços razoáveis e é bem frequentado. Se você tiver mais de 24 anos, como é meu caso, vai se sentir um velho pois o público é o pessoal mais novo. Tem mesas de sinuca para alugar. 7.11. EL Lugar: Um bar de argentinos. É legal, música boa, vai do rock ao reggaeaton. Se chegar tarde vai ficar em pé, mas não é problema. Preço justo. 7.12. Latinoamericano: Bar de outros argentinos, nos mesmos moldes do que eu falei antes, mas bem menor, e com menos fluxo de pessoas. OBS.: se você for em qualquer um desses bares/boates e não gostar da vibe, não tem problema, todos eles são próximos o bastante pra ir à pé ou ainda pra dar uma corrida de no máximo 15$ de táxi, com exceção do Rex Jazz Bar e Orákulo que ficam afastados do restante mas são próximos entre si. 8. Passeios: 8.1. Na praia de Pajuçara, ou ainda no hotel/pousada/hostel em que você se hospedar serão indicados diversos passeios para se fazer em Maceió, sendo os principais: Passeio das 9 ilhas, Piscinas Naturais e o passeio de escuna para o Gunga. Os dois primeiros que eu mencionei são bons e são feitos de jangada, no caso das piscinas naturais (traga máscara para não desembolsar uma grana extra no aluguel), e de escuna ou catamarã no caso das 9 ilhas. As 9 ilhas ficam na lagoa e o passeio é até divertido, mas se você não tem tanto tempo em Maceió e tem que escolher um dos dois eu aconselho o das Piscinas Naturais que é MUITO BOM. O passeio de escuna para o Gunga eu considero como um dos melhores passeios de Maceió, e até mesmo o pessoal local que tem lancha e pode ir ao Gunga e navegar pela lagoa quando bem entender faz esse passeio vez ou outra no CaioMar, a principal escuna que faz esse passeio, onde se paga uma taxa de $120/pessoa [07/2015], e tem direito, junto ao passeio, à diversos pratos servidos à bordo (a comida é boa) e bebidas não alcoólicas, brejas e afins são pagos por fora. Acho que esse passeio é muito interessante de se fazer, e se a grana não for te fazer falta vale mais à pena fazer esse do que o das piscinas naturais (o preço desse varia entre $30 e $50 [07/2015]), na minha opinião. 8.2. Passear e talvez fazer umas compras na Feirinha da Pajuçara e no Pavilhão do Artesanato, também na Pajuçara. As duas ficam próximas o suficiente para ir de uma a outra à pé, e ambas ficam na orla da praia. Se passar no Pavilhão do Artesanato não esquece de passar na Oásis que vende umas roupas de praia de qualidade a um preço justo (faço propaganda mesmo pq a fábrica é da esposa do meu tio). Depois desse passeio, se estiver com fome e quiser comer a MELHOR ACARAJÉ (na minha singela opinião) de Maceió passa no quiosque de comida da Praça Multieventos na Pajuçara, que também dá pra ir a pé vindo do Pavilhão ou da Feirinha. Não curte acarajé ou é alérgico à camarão? Não tem problema, lá também serve tapioca e outras coisas, mas o forte mesmo é a acarajé (que é bem grandinha e alimenta uma pessoa normal, mas eu geralmente como duas ou três, pq sou descontrolado). Comeu acarajé/tapioca/etc e quer adoçar a vida? Vai na sorveteria Bali, eleita 472x (hehehe) seguidas pelo guia Comer&Beber da Veja (que quase nunca acerta, mas dessa vez acertou) como a melhor sorveteria de Maceió, e também fica próximo o suficiente das atrações que eu já falei pra se ir a pé curtindo a brisa que vem do mar no fim da tarde. 8.3. Você também tem a opção de ir até o Pontal, o bairro mais ao sul do litoral de Maceió onde existem diversos restaurantes como O Peixarão que servem peixe e frutos do mar e onde tem uma feira de artesanato onde são feitas as peças de filé, que não é de comer, mais famosas de Alagoas e de onde a estilista renomada Martha Medeiros tem inspiração para fazer as peças que foram usadas por um bando de global. Vou postar uma imagem do que seria o tal do filé aqui embaixo. Essa é uma blusa que usa o filé, que originalmente seria um bordado feito usando as redes de pesca como base. Tem toalhas, coletes, vestidos, qualquer coisa que você imaginar feito de filé, vale muito a pena conferir. 9. Comida regional 9.1. Massagueirinha: A culinária alagoana da melhor qualidade EM MACEIÓ e EM LOCAL ACESSÍVEL (que não seja na periferia) por um preço justo você vai encontrar no bar Massagueirinha na Jatiúca, Av. Deputado José Lages, que eu já citei no comentário anterior. Ou seja, quer só comer até explodir e tomar uma cerveja bem geladinha, vai nessa. Lá eu indico o arroz de camarão ou o de camarão/polvo como entrada (LEMBRANDO QUE É BEM SERVIDO PARA UMA ENTRADA MAS NÃO EQUIVALE A UM PRATO PRINCIPAL PARA DUAS PESSOAS) e um Peixe à Belle Meunière como principal (nunca saio de casa pra comer carne branca, mas abro uma exceção pra esse prato do Massagueirinha que é bem foda E É MUITO BEM SERVIDO, SE PEDIR UMA ENTRADA O PRATO DÁ PRA TRÊS PESSOAS COMEREM MUITO BEM). O Massagueirinha é um bar/restaurante de preço justo que oferece comida de boa qualidade. MAS EXISTEM OUTRAS OPÇÕES... 9.2. Massagueira: Está disposto à comer fora de Maceió, mas não quer ir MUITO longe? Vai no Bar do Delegado na Massagueira (distrito do Município de Marechal Deodoro, em direção à praia do Francês, Gunga, etc, pode até passar lá um dia na volta da praia), preço entre o justo e o bom, comida e lugar simples, cerveja gelada, não sou um grande fã desse bar nem de outros da Massagueira, acho que os restaurante de lá são supervalorizados pelos turistas, e no fim das contas a paisagem (que de fato é muito bonita pois os restaurante ficam na beira da lagoa) acaba sendo mais importante do que a qualidade da comida, conforto e atendimento, que na minha opinião são coisas em que se peca muito na Massagueira. Existem opções mais caras e mais famosas como o Bar do Pato, mas sinceramente eu não vejo diferença entre os dois estabelecimentos que seja suficiente para o preço elevado do Bar do Pato. Me falaram de um Crôa Bar que é de uns meninos formados em gastronomia que fazem uma comida muito boa, o ambiente é muito bom, o preço é justo e a paisagem maravilhosa, mas ainda não fui nesse bar e não posso te dar mais detalhes. Eu sei que ele fica na Massagueira e é mais afastado desse aglomerado de restaurantes que fica próximo à entrada da Massagueira. Na volta da Massagueira vale à pena comprar uma cocada (tem de vários sabores) das mulheres que vendem na entrada ou na beira da estrada. 9.3. Picuí: Quer experimentar da comida de um chef paraibano radicado em Alagoas que transforma a culinária alagoana e nordestina em algo mais sofisticado e ainda por cima é renomado nacionalmente? Vai no Picuí (Av. da Paz, 1140 - Jaraguá, Maceió - AL, 57022-050, bairro vizinho à Pajuçara). O nome da fera é Wanderson Medeiros. É famosinho pelo Brasil, mas é dos poucos que a comida faz jus à fama. Pra quem gosta de algo mais sofisticado, vale a pena ir. O preço não é de outro mundo. Para os padrões de Maceió o preço é um pouco salgado, mas nada estratosférico, e a comida vale o preço pago. Não vou te indicar nada por lá pois pra ser sincero eu gostei de absolutamente tudo o que já comi por lá, então suponho que tudo seja bom. 9.4. Bodega do Sertão: Quer um café da tarde/manhã, ou até mesmo um almoço reforçado no estilo sertanejo pagando por quilo? Vai na Bodega do Sertão, na antiga Avenida Jatiúca, fica à algumas quadras da praia, então se estiver na orla da Jatiúca pode ir pedindo as direções que dá pra ir a pé na maior tranquilidade do mundo. A comida é muito boa, o estabelecimento é premiado pela Veja , o preço varia entre o justo e o salgadinho (mas é por quilo, então dá pra controlar o valor a ser pago, o problema é que eu como muito mesmo ), e a comida é de qualidade muito boa. LEMBRE-SE DE QUE A COMIDA SERVIDA É REGIONAL, então se joga e experimenta um bode guisado no tempero alagoano ou alguma outra coisa que você nunca mais vai ver na sua vida, mas se você tiver frescurite aguda o self-service também serve coisas para estômagos mais fracos, além de que você pode pedir algumas porções na mesa de tapioca (tem um tal de tapiburguer que fez o maior sucesso esse ano, mas n comi), pão na chapa, etc, é só dar uma olhada no cardápio. A experiência paga o valor desembolsado. Você vão se sentir numa casa de taipa do interior de Alagoas, mas com o conforto de um bom restaurante. Aconselho MUITO comer a carne-de-sol na nata se estiver disponível no self-service, pra mim é pedida certa toda vez que vou lá. Na hora de pagar a conta ainda tem uma lojinha que vende utensílios de casa no estilo sertanejo (bule, louça, talheres, toalhas, etc) e cachaça, rapadura, doces, pimentas, etc, etc, etc. Esse estabelecimento é feito literalmente pro turista mas não é no estilo explorador inconveniente e forçado. VALE MUITO A PENA IR E NÃO TEM COMO ERRAR: É UM BULE GIGANTE NO MEIO DE UMA DAS AVENIDAS MAIS CONHECIDAS EM MACEIÓ. 9.5. Bem, mas se você for dos meus e não tem medo de cair na cidade de verdade e quer fugir do roteiro típico de turista, vale muito à pena ir no Bar do Pelado, R. Manoel Lourenço, 44 - Levada, Maceió - AL, 57014-450, periferia de Maceió. O acesso é MUITO RUIM mas a comida vale muito à pena. Melhor charque na brasa de Maceió e se estiver com bastante sorte pode até comer uma pituzada (pitu é um misto de camarão e lagosta bom pra kct) a depender da época. Se estiver com paciência e a tarde livre, peça caranguejos e passe a tarde comendo. O bar é MUITO SIMPLES mas é um dos mais tradicionais de Maceió, acho que existe à uns 50 anos pelo menos. BAR SIMPLES E PREÇO MUITO ACESSÍVEL. Não deixe de tomar o caldinho de sururu de capote, que é difícil pra kct de comer, já que o sururu vem com casca e tudo, mas o sabor vale o trabalho, e acho que é um dos únicos bares em Maceió que ainda serve o sururu na sua forma mais pura. Prato principal tem o charque na brasa, que eu recomendo, mas se o estômago for fraco e querer algo mais comum tem a picanha de lá que é muito boa, mas você veio à Maceió para comer picanha? Faça-me o favor. Os pratos de frutos do mar são muito bons, tudo é muito bom. BAR DO PELADO É BARATO E MUITO SIMPLES, mas é onde você vai encontrar um dos bares/restaurante mais antigos da cidade e que servem uma comida muuuuuuuuuuuuito boa e simples. Tá no meu top 3. 9.6. Na mesma rua do bar do Pelado você vai encontrar o boteco do Tonho, ainda mais simples que o bar do Pelado, sendo que não fica pra trás no quesito tradição. Nas mesas que ficam na rua você vai encontrar de deputados à pedreiros, e todo mundo veio pra comer 3 coisas: hóstia de queijo parmesão, caldinho de camarão e a costela de porco mais gorda do hemisfério sul (sem brincadeira). O cardápio do Tonho é bem reduzido, mas ele é a minha parada certa antes de ir ao Trapichão assistir um jogo do Galo Maluco. Cerveja gelada, sem frescura, típico bar de periferia que é uma zona do kct mas entre morto e feridos salvam-se todos e tudo é uma delícia. Top 3 mcz. 9.7. Em outro ponto da cidade, no centenário Bairro do Bebedouro, existe um bar que bem, é o pica das galáxias dos sujinhos em Maceió. Bar do Rogildo. Guarde esse nome quando vir a Maceió, e se puder vá até lá. O bar funciona na casa do Rogildo e é o lugar onde você vai encontrar comida MUITO BOA e MUITO BARATA. Não tem muito o que se falar do Rogildo, também fica na periferia e é um bar de bairro. A localização dele é Rua Augusto Barreto, 90 - Bebedouro - Maceió. Se você curte frutos do mar feitos de forma simples mas com muita dedicação, não deixa de passar por lá, sério, não vai se arrepender. Típico bar de bairro que é honesto com a proposta que oferece. Não tá no meu Top 3 pq o forte são os frutos do mar, que eu não sou tão fã. 9.8. Se você não tem estômago forte pra comida nordestina, e quer algo mais "comum", porém gostoso e por um preço justo e em um ambiente agradável, sugiro o Parmegianno. É uma rede que funciona em diversos locais espalhados em Maceió (tem na Ponta Verde, Pajuçara, Jatiúca e até na área alta da cidade) então não é difícil de achar. Estando em um desses bairros, pode perguntar para algum local onde fica o Parmegianno mais próximo que com certeza alguém vai saber. Tentei pegar o endereço de todos na internet, mas ficou um pouco difícil pois eles não tem página oficial =/ 9.9. PARA MEUS AMIGOS VEGANOS eu indico o Ser-Afim, muito gostoso, é buffet (ou seja, dá pra comer pra caralho sem pesar no bolso), e apesar de ser lacto-vegetariano, no buffet predomina vegan, então que é vegan vai conseguir comer e quem curte proteína animal vai ficar mais feliz e todo mundo vai se amar. Fica na Rua Paulina Maria de Mendonça, 141 - Jatiúca, 57035-557, joga no GPS que você acha. Mas estiver sem GPS é só perguntar onde fica o Parmegianno Jatiúca, ir até ele e seguir um pouco mais na rua do mesmo no sentido praia->cidade. Bom, espero que tenha sido esclarecedor. Maceió é uma cidade de MUITOS contrastes e muitas vezes um bar/restaurante na periferia é 80x mais gostoso do que o chique na beira da praia e 10x mais barato, mas acho que é assim em todo o lugar. Até logo e boa viagem!!!!
  6. 1 ponto
    Hi-ho, Mochileiros! Segue o primeiro relato de minha pessoa baseado numa experiência recente que tive em Roraima (ô terrinha boa!) . Veja só, quando falam do norte em matérias de viagem, costumam limitar a Manaus, Pará e Monte Roraima (que nem é desbravado pelo lado do Brasil!), então o intuito deste relato é enfatizar a diversidade de bons lugares que nem todos conhecem, como a Serra do Tepequém. O último relato está meio antigo, então espero poder passar informações atualizadas a respeito . Achei necessário falar sobre as impressões que tive de Boa Vista, também. A viagem levou cerca de 6 dias, ida e volta da Serra para Manaus, minha casa. Penso que pela dificuldade de acesso à serra (por motivos que falarei mais lá na frente), o ideal é separar uma semana para essa atividade. E como rolou um feriadão emendado (dia 05/09 é feriado para o Amazonense ), tive uma semana inteira para tal. E olha que ficou faltando conhecer muito lugar! Pois então, chega de enrolation e vamos lá! 1º Dia - só estrada. Eis que, após meses de planejamento, sonhos (só ouvi falar desse lugar em abril desse ano, foi amor à primeira vista ), saio de Manaus às 7 da manhã, com mais 3 amigos também interessados nessa aventura (a idéia original era ir só e desbravar por conta própria, adquirir experiência de mochilada e tal, mas rachar as despesas e ter um transporte mais "independente" foi mais tentador), o carro foi um novo Uno 1.0 (pensa num carro guerreiro, pensando seriamente em comprar um). Sem imprevistos na viagem, e poucas pausas, a viagem dura cerca de 9 horas (de ônibus, saindo de Manaus, leva aproximadamente 12 horas). Monumento da linha do Equador, parada obrigatória na BR-174 Com um carro 1.0, é esperado que você gaste um tanque e meio ou quase dois tanques de combustível. Se vc for de carro a partir de Manaus, fique atento em manter o tanque com bastante combustível antes da reserva indígena (são 130 km de estrada dentro do mato, onde não é permitido parar), existem postos em Presidente Figueiredo, Antes e depois da reserva indígena, nas pequenas vilas ao rumo da BR, em Rorainópolis, Caracaraí, Mucajaí, Iracema e finalmente Boa Vista! Deixo aqui uma dica: Pare em Iracema, parece que a pequena vila foi feita só pra encher o bucho do viajante, vc encontra pão de queijo recheado, tortas beeeeem carregadas, a tradicional paçoca com banana (típica do estado), entre outros, a um preço camarada. Para levar comida pra alguém em casa na volta, e recarregar as energias, é ponto obrigatório. A paçoca também é vendida seca, e dura uns dias, segundo a tia que me vendeu, então acredito que é um bom lanche pro camping selvagem. Vila de Iracema, estamos quase lá! Chegando em Boa Vista, um fato preocupante: fomos surpreendidos por uma tempestade, um verdadeiro toró, como falamos por aqui kkkk isso poderia ser um problema, pois o objetivo master supremo ultra fucking prioritário da viagem era subir e dormir no platô da serra! e o inverno/verão roraimense é um pouco diferente do amazônico, então ainda estávamos na época de chuvas, o que é bom para alimentar as cachoeiras e cursos d'água, e ruim para uma trilha longa, longe da civilização. Com esses pensamentos, chego em Boa Vista por volta das 16:00 Impressões sobre Boa Vista Um dos prazeres de mochilar, viajar, seja o que for, é ter um choque cultural, conhecer uma rotina e um padrão diferente do que vc encontra no seu local de origem, e ao chegar em Boa Vista, pude perceber isso claramente. A pequena capital roraimense possui uma realidade bem diferente de Manaus, ao ponto de me deixar maravilhado com os pontos positivos da cidade uma noite foi o suficiente para perceber isso. A primeira coisa que vc bate o olho e percebe de cara é a cultura do ciclismo na cidade, MEU DEEEEEEUUUS, eu sou ciclista manauara há seis anos, e posso afirmar com toda a certeza de que nunca vi tanto ciclista por metro quadrado em um bairro, comparado com o que vejo na minha cidade natal inteira! É ciclista indo trabalhar, é ciclista indo estudar, indo arrumado(a) pra igreja, posto de saúde, se duvidar até o assalto é com dupla na bike (bate na madeira), e investiram no espaço para o ciclista em muitos pontos da cidade. Vc vê ciclovias e bicicletários em prefeitura, hospital, escola, lojas, em tudo que é lugar, enquanto que em Manaus só tem bicicletário nos shoppings, e olhe lá! Veja bem, amo minha cidade, mas convenhamos, Manaus ainda não possui infraestrutura pro ciclista, são os grupos independentes que ainda conseguem fazer alguma coisa pelos amigos de duas rodas. São pequenos detalhes como esse que fariam toda a diferença em Manaus... Bicicletário em todo lugar, incrível. Passamos a primeira noite na casa de um conhecido de uma das colegas de viagem, num bairro um pouco afastado do centro, e outra coisa que me chamou a atenção é a forma como a cidade foi desenhada. Basicamente as ruas são grandes retas, dificilmente vc vê curvas, ladeiras ou coisas do tipo, ao olhar a cidade pelo google maps vc percebe a forma curiosa (e me atrevo a dizer bonita) como a cidade foi desenhada, tudo indo direto para o centro/praça do centro cívico. Isso é bom para quem deseja ir para a Orla, a praça das águas, e as atrações do centro, mas esse padrão pode acabar fazendo a pessoa ficar meio desorientada, faltando uma boa referência caso se perca, a não ser pelas lojas. E sim, o comércio é pesado na cidade, estou em um bairro periférico pensando que estou no centro comercial, bem curioso isso. Me pergunto como é a situação de emprego e renda na cidade, pq já me despertou a curiosidade para quem sabe fincar raízes no futuro. Concurso público, quem sabe? A noite foi breve, visitei a famosa Orla Taumanan, uma bonita.....orla às margens do Rio Branco, que cerca a cidade, ali as principais atrações são próximas umas das outras, então dá pra visitar tudinho de carro, ou até mesmo a pé, dependendo da hora. Em uma das entradas da Orla está o monumento aos pioneiros, que, pelo pouco que sei, representa a chegada dos primeiros imigrantes de Roraima, sendo "abençoados" por Macunaíma, cercado por indígenas (vai saber se a história é bonitinha assim na realidade, ne....). de fato, uma bela obra. E cá estou. Metade da Orla está nessa foto, muito legal visitar de noite Em seguida, para fechar a noite (afinal, todos precisavam acordar cedo para partir pra serra), fomos visitar a praça das águas. Um belo lugar, onde uma das fontes "dança" conforme a trilha sonora sendo tocada no momento (até star wars escutei ), o lugar é encantador, cercado por lugares para comer, e mais uma vez fiquei pensando como a gestão da minha cidade de origem não pensa em adotar esses elementos que embelezam outras cidades, e aumentar a reputação da capital amazonense, realmente triste ver como o parque das águas consegue dar de dez a zero na grande maioria das praças de Manaus (opinião pessoal, como manauara há 27 anos, que fique claro), enfim...Carregador solar para celulares, tablets e notebooks, eu vejo isso e penso "comassim?". Na praça também há o portal do milênio, outro atrativo do local, pelo que vi representa a passagem da cidade para um milênio próspero, simples, porém com um bom significado . Há outros atrativos nas redondezas, monumento dos garimpeiros, parque Anauá, etc., mas pela falta de tempo (e cansaço dos demais, pq por mim teria ido ver tudo kkkk), não pude conhecer nessa oportunidade. Mas com todo o prazer voltarei a visitar BV. Portal do Milênio....Seria este um dos itens do Milênio? Resumindo: adorei conhecer esta cidade, claro que provavelmente um ou dois dias não são o suficiente para termos uma verdadeira impressão da capital, vi problemas, como muitas ruas de terra, mal conservadas, etc., e talvez para quem mora ali, deve haver muitos motivos para insatisfação, acredito que Boa Vista tenha problemas como qualquer cidade, mas posso dizer que fui conquistado pelos pontos positivos da mesma, justamente pelo contraste que vi, comparando com a cidade onde moro. Vi coisas aparentemente simples que tornam a vida do cidadão e do turista mais convenientes, e belos atrativos, enfim, vou gostar de ter uma oportunidade de conhecê-la melhor quando voltar (perdi a chance de visitar o famoso cinema temático, a federal de Roraima, os shoppings, nem deu pra comprar lembrancinhas de BV para recordação, mas de boa). Saldo do dia: 760 km de estrada, muitas fotos, a alegria e o rabinho abanando de conhecer uma cidade diferente, e uma noite feliz. 2º dia: rumo à serra. Eis que então todos se levantam de manhã cedinho para chegar ao ponto máximo da viagem. Descobri que o transporte público está cortado para tepequém (o motivo, não faço idéia), mas existem pessoas que fazem o transporte de passageiros e carga para a serra em dias e horários determinados, isso com certeza poderia ter me deixado em apuros lá na vila caso tivesse ido só, a menos que eu tivesse arrumado uma carona, ou alugado um carro, então ir de carro é a primeira dica importante. A serra em si é bem isolada do resto do estado, são aproximados 205 km de estrada, saindo de Boa Vista, sendo metade do caminho pela BR-174 (rumo à Venezuela), e metade na RR 203 (a entrada é bem sinalizada, vá sem medo). Partiu? A viagem leva umas duas horas e meia, sem pausas. A estrada em si, a partir de Boa Vista, possui vários buracos, então muito cuidado ao ir a mais de 100 por hora, pq a qualquer momento vc pode ser surpreendido. A paisagem é linda, consistindo de campos, lavrado roraimense (que difere da paisagem de floresta amazônica que vc vê no primeiro trecho da BR-174), e já dá para ver as primeiras elevações e pequenas serras no horizonte, características daquela região de transição. Entrando na RR 203, não há muito a ser visto a não ser uma ou duas vilas, algumas fazendas, muitas pontes de madeira (mais uma vez aconselho aos apressados tomarem cuidado), até a pequena vila de Amajari. Ali é o último ponto conhecido para abastecer em posto ou sacar um dinheirinho, se houver alguma necessidade, essa é a hora. Mais alguns quilômetros e chegamos na base da serra. A subida é um pouco difícil para carros não muito potentes, ou pesados, a gente sente o cheirinho do carro trabalhando kkkkkk mas falando sério, se vc vai pra serra, recomendo um carro 1.4 pra cima, em boas condições, melhor prevenir do que remediar, ne.... Vc passa pela estância do sesc, que até então não estava funcionando, mas perto dela, no lado esquerdo de quem está subindo vc vê a conhecida pedra do índio, é uma formação rochosa com forma de rosto, bem curioso, queria ter podido subir e tirar uma foto mais de perto, talvez tenha uma trilha para lá, rs. Alá a pedra..... Após a subidinha difícil (vc até sente a diferença de pressão nos ouvidos), eis que chegamos nas dependências da vila do Paiva. Basicamente este é o ponto principal onde vc se abastece, dorme (se não for acampar no selvagem) e solicita os guias, praticamente todos cobram o mesmo valor para as atrações, alguns vão tentar te convencer a pagar pela direção deles para lugares MEGA fáceis de chegar, o que não é bom para seu bolso, claro (não desmerecendo o trabalho deles, afinal, é parte do sustento, mas dinheiro não dá em árvore e é necessário pesquisar e ser esperto nesses lugares). A vila em si é simpática, vc é bem recebido, porém, confesso que as coisas lá são um pouco carinhas (talvez pela dificuldade de serem reabastecidas, sei lá, mas vc come um almoço por 5 a 10 reais em Boa Vista enquanto paga 20 reais por um pf na vila, o cocão a 10 reais quando normalmente vc compra de 6,00 aí já viu ne). Acredite, essa simples rua esconde mais lugares do que imagina... Do almoço, segui com o pessoal para nosso primeiro atrativo Cachoeira do Paiva Como havia tempo de sobra, tratei de convencer os demais a irmos para a cachoeira do Paiva, a mais conhecida e acessível atração da serra, basicamente vc sai da vila pela rua principal e segue pela estrada de terra por uns 3 km (dá pra ir de bike ou a pé de boinha), estaciona o carro, faz uma pequena trilha num caminho de areia e pedras, desce uma escada de pedra, e a conhecida escada de madeira de mais de 200 degraus todos comentam sobre essa escada nos relatos, não sei pq, mas contei 222 degraus, eeeenfim, eis que chegamos nessa maravilha A trilha inicial é um pouco aberta, dá pra se perder um pouquinho, mas é só seguir as placas e não andar para a luz. A conhecida escada Que cachoeira linda! E que sensação incrível é essa de vc ir além das fotos que vc namorava há tempos pela janela do pc ficar de frente com essa maravilha torna qualquer esforço mínimo e recompensado. Como disse, ainda estávamos no inverno roraimense, então ela estava bem caudalosa, nem consegui ficar embaixo dela. Como o lugar é cheio de pedras e pedras, recomendo um cuidado extra ao pisar aqui e ali, confesso que fiquei com medo de entrar no poço onde a queda chegava e prender o pé numa pedra solta, vai entender kkkk mas o perigo é real, então se divirta com cuidado. Beautiful... Seguindo o igarapé basicamente é um caminho de grandes pedras... É possível descer o “vale” por onde o igarapé segue e chegar em mais algumas corredeiras e quedas (laje preta e verde), mas dizem que demora um pouco, e pelo o que vi o trajeto é pelas pedras, um pouco longe e complicado, se estivesse ali pela manhã não seria problema, mas como eram 3 da tarde, ficava complicado fazer essa aventura, se fosse acampar lá poderia ter sido um caso a pensar. Acredito que essa “rota de pedras” é um prato cheio pros amantes de boulderismo ou escalada. Algo que não pode deixar de ser feito nessa cachoeira é subir uma trilha escondidinha que dá para um lindo mirante, de onde vc tem vista total da queda e do horizonte, um dos melhores lugares para tirar fotos "foderásticas" para o face, insta, tinder, sei lá kkkkkkkk. Enquanto os demais estavam tomando banho na cachoeira, estava batendo minhas fotos lá em cima, e bateu uma ideia: “cara, preciso de uma foto única, aquela foto que nunca fiz antes, aquela que vou mostrar pra futura mãe dos meus filhos, já seeeeeeeiii” e pronto, voa camisa, short e sunga, ligo o temporizador da cam, e paaah! tiro uma foto abraçando o horizonte do jeito que vim ao mundo provavelmente o melhor nude que terei em toda minha vida tenho a impressão de que essa bunda branca “in natura” vai conquistar muita gatinha no futuro. Fotos a partir do mirante do Paiva Terminadas as fotos, um momento para reflexão da vida, naquele momento sublime, mais um pouco de banho, e o retorno ao carro. Ah, na escada de madeira, há uma trilha que dá para o igarapé que alimenta a cachoeira, dá para tirar fotos bonitas dali também. E existe mais um mirante para boas fotos, no abismo, que vc acessa pelo estacionamento, só seguir a placa na entrada. Pela pressa do povo que estava comigo, acabei não indo lá. Mancada . A trilha secretona da escada leva ao igarapé do Paiva, por cima da cachoeira A intenção do dia era acampar em uma cachoeira, mas o povo não gostou da estrutura (chão) do paiva para acampar, fora que tínhamos tempo para visitar mais uma, então arriscamos ir acampar na cachoeira do barata, outro atrativo conhecido. Cachoeira do Barata Bom, sobre esta serei sucinto, pois ficamos por pouco tempo, o acesso é fácil, mas exige algum meio de transporte (são 5-7 km a partir da vila pela outra saída, para onde segue para a cachoeira do funil, corredeira do cabo sobral, etc, não tem erro). Não é difícil de achar, tem placas no caminho, apesar do caminho ser bem “isolado” da civilização, em caso de dúvida, é bom parar numa fazenda e perguntar. Pois bem, a cachoeira não é exatamente uma cachoeira e não mora uma barata ali Barata é o apelido do cara que a descobriu, e na verdade a cachoeira consiste de pequenas quedas e piscinas naturais, vc desce por um barranco e já chega na parte alta, descendo até chegar na maior piscina, onde a água é linda. Há um local de camping logo no início, onde vc paga para as moradoras do local pela estadia. Meus colegas não gostaram do local, por mim ficávamos por lá, maaaas voto da maioria é isso ne, então resolvemos voltar pra vila. Recomendo o camping ali, pelo lance da piscina, parece ser perfeita pra um romance de casal, ou uma festa entre amigos, enfim. vendo essa placa vc praticamente já chegou A melhor piscina do local, até onde sei. Repara no totem ali. Na vila existem várias pousadas e locais para camping, escolhemos o picuá, ele é BEM estruturado, possui cozinha, área de convívio, banheiros, redário, e ainda vai ser construído mais um espaço na parte mais afastada, a dona do camping (dona Iolanda) é uma senhora muito receptiva e sua filha é guia, inclusive, já recomendo. Fomos muito bem tratados. Não queria fazer propaganda de nada aqui, mas não dá pra não recomendar. Com isso, só restava finalizar o dia, cozinhar alguma coisa para a janta, e ir dormir. Caiu mais um toró em pequena escala na vila, pela madrugada, o que mais uma vez despertou a preocupação em relação ao camping no platô. Um guia já tinha recomendado que não acampássemos, devido às chuvas e aos ventos fortes do lugar. Medoooooo Saldo do dia: 205 km, a sensação de conquista de um lugar que vc só conhecia pela internet, várias fotos lindas, um nudes no mirante do paiva, e muita informação para passar para vcs. Há! 3º dia: rumo ao platô do tepequém Esse dia se resumiu a subir o platô e montar acampamento lá em cima, a ideia inicial era de não pernoitar lá, devido ao aviso do guia, e acampar na cachoeira do funil, mas o povo decidiu arriscar (confesso que queria muito isso). A parte chata do dia é que basicamente passamos a manhã SEM FAZER NADA, quando poderíamos ter saído na hora menos quente do dia para conhecer um lugar novo e voltar antes do almoço, isso pq ninguém queria sair para lugar algum, e a dona do carro estava esperando um colega dela chegar de carro, para subir com a gente. É ne.... esse carinha apareceu para mim pela manhã, é possível que este seja um Dendrobates leucomelas, mas é apenas especulação, pela aparência, eles são comuns daquela região, e nem preciso dizer que são venenosos, não é? Também é possível encontrar uma ou duas espécies de coral, então todo cuidado onde pisa e com o fechamento das barracas é necessário, inspeção de calçados é recomendada também #prerigo. Com o passar da manhã, resolvi ler alguma coisa, então, como meio mundo falou desse filme, resolvi ir atrás da obra literária. Até agora a leitura tem sido interessante, o livro fala exatamente sobre o título da capa, é incrível como podemos ter primeiras impressões (tanto boas e ruins), e por questões culturais (esteriótipos sociais) e pessoais podemos perder oportunidades de conhecer boas pessoas e cair em ciladas com pessoas aparentemente perfeitas. Enfim, de volta ao relato Após o almoço, resolvemos recrutar a filha da dona da dona Iolanda (Tayná), para a subida ao platô. Para minha alegria, ninguém ia dormir lá em cima, seria o platô apenas para nosso grupo de, agora, 7 pessoas . Pegamos nossas coisas e partimos para a entrada. Le subida para o Platô Nossa caminhada começou às 14:00. Siiim, parece a pior hora pra isso, uma vez que o sol está no seu clímax , mas veja bem, a caminhada leva em média 2:30, e nosso grupo era um pouco variado, entre pessoas condicionadas ou não, então era possível que fôssemos chegar um pouco tarde, com pouca luz do dia para armar o camp e preparar o churras. Todo mundo levando sua água e um ou outro item na mão. Levamos 7 garrafas pet de água gelada, e digo a vcs que sobaram apenas duas com alguma água, no final o sol estava forte, teve gente que precisava pausar com frequência, enfim, a subida alterna entre trilhas no cerrado e subida em pedras, com poucas oportunidades de molhar o rosto nas fontes pelas quais passamos. Recomendo andar coberto, pois alguns (incluindo eu mesmo) foram picados por algum bicho desconhecido (ninguém viu kkk), talvez carrapatinho do mato, ou alguma mosca hematófaga (diz que não dá mosquito ali, e talvez seja vdd). Duas botas "estouraram", sendo uma delas beeem novinha, de uma colega, fico indignado com essas marcas que fazem moh propaganda de produtos outdoor mas no final só fornecem botinhas de shopping a minha bota que é de uma marca desconhecida aguentou a viagem toda, e já foi mais usada que a bota da dona, eeeenfim. Não citarei o nome da marca, só digo que começa com M, alguns aqui provavelmente já saberão de letra qual é. Após uma hora de subida, já é possível avistar a vila laaaa no fundo, e pequenos morros no horizonte, apesar do esforço, é uma visão linda, tento imaginar a sensação de montanhistas subindo lugares REALMENTE altos, pq os 1.100 metros do platô meio que são apenas fichinha, comparados com Monte Roraima, Serra Fina, entre outras elevações conhecidas do Brasil. Um ou dois dos cachorros do sítio na entrada da trilha costumam acompanhar o povo que sobe, incrível como esses sacanas sobem de boas, enquanto nós, meros mortais, lutamos contra a gravidade kkkkkkkkkk Após umas 2 horas e meia, eis que chegamos na reta final. A preocupação era em virtude da água, que estava acabando, maaaaas há nascentes perto do platô, e um córrego em particular para banho e coleta de água. Ninguém levou clorin, e todos estavam com medo de pegar uma diarréia marota mas eu, cobaia e corajoso que só, resolvi arriscar. A água tem gosto mineral (tipo pedra), é estranha, porém estava GELADINHA, fresca, nossa, muito show. Como estou falando com vcs por meio desse relato, significa que estou vivo, hahah. Reta final. Repare a antena no topo Enfim, chegamos, as únicas sensações no momento são de conquista (ainda que tenha sido mediada por uma guia, e tal, tira um pouco do orgulho de mochileiro kkkkkk enfim), e realização de uma meta para o ano. Nossa, que lugar maravilhoso! Não poderia esperar melhor. Passado o momento de alegria, o grupo tratou de escolher um local para o camp. Adianto que existem locais bons e ruins para tal, e acho que escolhemos um ruim pois a geografia do ponto direcionava o vento para a gente! Optamos por escolher pernoitar embaixo de duas arvoretas, e foram divididas as tarefas. Enquanto uns preparavam a fogueira, a carne, etc., me prontifiquei para ir encher todas as garrafas com a água do córrego pelo simples motivo de que queria tomar um bom banho, pois iria logo escurecer. Desci (acredito que 1 km de trilha) para o córrego, aproveitei para tomar o banho, e confesso que não queria sair mais dali. Mas eis que do nada reparo um raio à distância. Um toró tá caindo em algum lugar ali perto. Preocupação novamente se torna evidente, então tratei de voltar pro camp. Teve uma hora em que a visibilidade ficou próxima de zero, e os relâmpagos no horizonte eram comuns, some isso com o vento sacudindo nosso camp (uma guepardo Atena, uma rede do nosso compatriota mais experiente e corajoso, minha guepardo Vênus e uma Nord outdoor summit) e temos um cara que não sabia que não iria dormir de noite maaas por sorte a chuva passou perto, e direto (ufa!). Fizemos o churras, alguns foram conversar, beber um vinho, e tratei de ir deitar. Saldo do dia: uma subida beeeem lenta, dores na coxa e perna, duas botas estouradas (ainda bem que a minha não entrou nesse rolo), uma noite em claro, e vento, muuuito vento kkkk Acima de tudo, a alegria de viver esse momento num lugar singular que nem esse 4o. Dia: descida do Platô e poço das esmeraldas A noite foi longa, o vento batendo nas pedras e árvores faz um barulho DANADO, sabe aquele barulho de vendaval, de madrugada, quando ele ta chegando? Pois é. E eu dentro da barraca sentindo a mesma sacudindo (apesar de ter prendido bem a lona, cordinhas, etc), a impressão era de que iria chover a qualquer momento, o engraçado é que minha colega de "quarto" dormia de boa, fiquei perplexo, eu saía pra ver a condição dos espeques, ir pro número 1, andar um pouco no platô e olhar pro tempo..só de madrugada que me convenci de que a barraca estava bem segura, e cochilei até o início da manhã para ver o nascer do sol. Ahhhh, que momento de pensamento, sobre a vida, o universo e tudo mais. Foi ótimo para refletir por um tempo, e depois tirar fotos, pois o grupo iria descer cedo. Troco 10 hotéis 5 estrelas por uma estadia aqui! Nesse dia subiu muita gente, acredito que encontramos umas 20 pessoas só naquela manhã, então demos sorte. Ainda fui tomar um segundo banho, no final das contas somente eu tive o prazer de me banhar naquela água geladinha A descida foi mais rápida, duas horas e pouquinho, ainda houve um momento em que nos perdemos, mas o caminho estava demarcado com setas no chão e folhas. Então segue a dica: façam setas, sinais de galhos e folhas, prendam pedaços de tecido em galhos, pq a volta pode desorientar, a trilha realmente é difícil para iniciantes pelas partes pedregosas que podem confundir. O guia não passa a noite, então ou vc volta por conta própria ou acompanha um grupo ou guia que esteja em cima no dia seguinte. O grupo chegou às 11 e pouco na entrada, ansioso por um restaurante, um gelol e um cocão gelado. A descida detonou todo mundo, a intenção era fazer a trilha da cachoeira do funil, maaaas ninguém teve coragem para tal, então o povo foi conhecer o tal poço das esmeraldas. Poço das Esmeraldas Serei sucinto quanto a esse lugar, é um pequeno lago escondido na entrada para a vila, não tem uma indicação certa, então vc se baseia pelos locais, ou arrisca entrar no ramal de areia (a entrada dele tem uma placa verde de venda de pão, só seguir reto inclusive na encruzilhada), ou pagar guia para levar. O local é bonito, mas é razoavelmente pequeno, então se tiver muita gente não é legal. Em todo o caso, passamos pouco tempo, a história passada foi que o local foi alvo de extenso garimpo, que de alguma forma resultou na formação daquela “piscina”. Recomendo o uso de GoPro ou cam a prova d’água, creio que dê para sair boas fotos na água clarinha. Água esverdeada e clarinha mesmo, deve dar ótimas fotos submersas Com esse banho tomado, voltamos para a vila para nos prepararmos para o retorno à Boa Vista no dia seguinte, claro que a vontade de ficar fala mais alto, maaaaas...O quinto dia foi mais para ficar em BV (e visitar o lago do robertinho) e o sexto dia foi o retorno para casa, não preciso me aprofundar. Saldo do dia: aquela “bad de término de viagem”, uma descida cansativa, dores nas pernas, e aquele momento para namorar as fotos tiradas. Tirei MUITA foto, mas só dá para publicar um pouco neste post. Agora as infos básicas. Gastos: aproximadamente 500 reais, sendo quase metade com o combustível num preço médio de 3,90 o litro, dividido para quatro pessoas em um carro econômico, ou seja, se for de carro, tente levar alguém para rachar. Gastei menos do que o estipulado, caso fosse só, mesmo assim, é um roteiro relativamente barato se vc pesquisa e planeja bem (transporte, principalmente). Transporte: como citei antes, o transporte público não está sendo uma opção, vc pode tentar entrar em contato com locais ou conhecidos, e combinar com transportes particulares, que visitam a vila em dias específicos. Por isso é bom dispor de tempo para isso. Na serra, vc pode ir a pé para boa parte das atrações, mas vai perder um bom tempo indo de um lugar para outro. Na vila há praticamente tudo o que precisa, de alimento, a alguns remedinhos básicos, e ainda há wifi nos locais, como disse, leve um cash extra, pois os preços são um pouco acima do que é encontrado nos locais vizinhos, e não há sinal para cartão até onde sei. A receptividade é muito boa por parte dos habitantes, isso é um ponto beeeem positivo. Vá com combustível suficiente para voltar pelo menos para Amajari, pra um reabastecimento. A época de chuvas em Tepequém aparentemente é de Abril a Setembro, então como disse, é bom para visitar cachoeiras, acampar no platô, talvez não. Bem, é isso. Espero poder ter despertado o interesse de alguns em conhecer esse simpático lugar =D OBS: como podem ver, esse roteiro levou uns 3 dias na serra propriamente dita, porém, há muitos atrativos extras a serem conhecidos: Cachoeira do Funil, Tilim do gringo, corredeira e vila cabo sobral, paredão das araras (no platô), cachoeira da pedra sabão, laje preta e verde, eeeenfim, basta ter pique! Garanto que o platô e a cachu do Paiva por si só já fazem a viagem valer a pena =D
  7. 1 ponto
    Fala galera, tudo bem com vcs? Nas minhas férias fiz uma viagem de 7 dias entre o Uruguai e Argentina com a minha namorada. Se gostei? Amei! foi bom d+! Como que a idéia surgiu? Bom, sempre tive muita vontade de fazer um mochilão pelo Uruguai inteiro, e tinha um fascínio enorme por Punta del Este,e zero vontade de conhecer Buenos Aires. Sempre a tive como um destino muito batido e com pouco apelo natural, que é o que mais me fascina. Já a minha namorada @sassaviajante, era louca para conhecer Buenos Aires e ir a um show de tango. Queríamos um destino de inverno e a grana era curta para lugares mais badalados como Bariloche, Ushuaia, Puerto Varas e afins. Um belo dia ela me manda o link de uma promoção que ela viu de 2 viagens em uma só, de passagens para fazer Montevidéu e Buenos Aires na mesma viajem, ambos de avião. Aí resolvi ver que era bem palpável fazer isso e seria ainda mais interessante economicamente e em termos de viajar e explorar, ir do Brasil para Montevidéu, e depois ir de barco para Buenos Aires e por fim retomar ao Brasil voando a partir de Buenos Aires. A travessia de barco me animou muito (além da possibilidade de conhecer Colonia del Sacramento), e como teria Montevideu, resolvi topar a viagem que terminaria em Buenos Aires (cidade a qual tinha enorme resistência em conhecer...). Saímos de BH no dia 22/08/17 e retornamos no dia 30/08, e ainda bem que resolvi topar. Voltei apaixonado por Buenos Aires. Nosso roteiro ficou assim: 23/08- Chegada em Montevideu pela manhã. 24/08- Montevideu 25/08- Bate e volta a Punta del Este 26/08- Saída de Montevideu - Chegada em Colonia del Sacramento no final da manhã - Ida para Buenos Aires no final da tarde 27/08- Buenos Aires 28/08- Buenos Aires 29/08- Buenos Aires 30/08- Buenos Aires- retorno para BH a tarde. Concluindo, ficamos 3 dias em Montevideu, sendo um deles para fazer um passeio de 1 dia para Punta del Este, em 1 dia fomos para Colonia del Sacramento, conhecemos o local e tomamos o barco para Buenos Aires. Em Buenos Aires foram 4 dias. Foi tempo suficiente para conhecer Montevidéu, Punta e Colonia, mas faltou tempo para fazermos tudo o que queríamos em Buenos Aires...
  8. 1 ponto
    Olá, passo a relatar minha viagem, de carro, de Cariacica/ES à Buenos Aires, passando por Montevidéu. Total rodado: 7.100 Km em 11 dias. IDA 1º dia-> Cariacica/ES a Itaboraí/RJ. -470 Km, 6,6 horas de viagem. -BR 101 com muito tráfego e pista simples até campos, depois 80% já com pista duplicada. -Pernoite em Itaboraí/RJ no Hotel Ibis. Diária R$ 125,00 (quarto triplo) Sugestão: Fiz a 1º parada em Itaboraí porque saí por volta de 12h de Cariacica/ES. Acho que o ideal seria sair mais cedo e fazer a 1º parada em Resende/RJ 2º dia-> Itaboraí/RJ à Curitiba -870 Km, 12 horas de vagem - Após o pedágio de Guarulhos/SP, logo em seguida á direita, peguei o rodoanel em direção a BR 101 litoral. Todo o trecho de estrada excelente com pista dupla, exceto no final da BR 101 para pegar a 116. Trecho numa reserva ambiental sem trafego pesado. -Pernoite em Curitiba no Hotel Dunamys ao lado da BR 116. Diária de R$ 220,00 (quarto triplo) 3º dia-> Curitiba à Pelotas/RS -1000 Km, 13 horas de viagem -BR 101 passando pelo litoral de SC. Estrada excelente com ótimas paradas. -Pernoite em Pelotas no Hotel Manta. Diária R$ 380,00 (quarto triplo) - 4º dia-> Pelotas/RS à Montevidéu (Uruguai) -560 Km, 7,5 horas de viagem -BR 471 até Chuí na fronteira. Rodovia não é duplicada mas é muito boa e sem trafego. Tá para desenvolver boa velocidade. Trecho chegando em Chuí de reserva ambiental do TAIM de paisagem muito bonita. -Passagem na aduana tranquila, tudo resolvido em menos de 5min apresentado o passaporte. Neste momento me solicitaram a "carta verde" (seguro obrigatório). Adquirí o meu seguro junto a "Porto Seguro". Tudo pela internet em menos de 4h. Fiz o cadastro, recebí e paguei o boleto e em seguida recebí a apólice, que deve ser impresa em papel VERDE. -Passando a Fronteira você irá pegar a Ruta 9 até o Departamento de Maldonado e depois a Ruta Interbalnearia até Montevidéu. Estradas excelentes e com vários pedágios de 10 pesos cada. -Pernoite em Montevidéu no Hotel Orpheo. Diária R$ 350,00 (quarto triplo). Hotel na cidade velha. Não recomendo. Escolha um no "Barrio Sur". 5º dia->Montevidéu (Uruguai) à Buenos Aires (Argentina) -590 Km, 7 horas de viagem -Ruta 2 no Uruguai e depois de passar a fronteira ruta 12 e 9 até BA. -Rodovias excelentes e com diversos pedágios. Pequeno trecho de uns 50Km de péssima qualidade ainda no Uruguai.. -Passagem na aduana tranquila e sem stress. Tudo resolvido em menos de 5 minutos, apresentando somente o passaporte e taxa de +/- R$ 150,00 (Posto de cobrança extremamente precário e não deu recibo, achei tudo muito esquisito). 6º, 7º e 8º dia curtindo Buenos Aires e seus pontos turísticos. "Hotel OWN Recoleta", diária a R$ 300,00 com quarto triplo com sala e cozinha americana. Recolleta é um bairro nobre de Buenos Aires e fica próximo ao centro de BA. Excelente localização. Dá para ir a pé na rua Florida e no marco ZERO na av. 9 de julho. Diversos cafés pela redondeza. O pessoal lá gosta muito de café. VOLTA 9º dia ->Buenos Aires à Porto Alegue -Resolví voltar por outro caminho, sem passar pelo Uruguai, indo direto a Uruguaiana/RJ e fazendo o percurso até Vitória/ES em 3 dias. -1300Km, 14 horas -Rodovias Argentinas Ruta 12 e 14 excelentes. Quanto a policia caminera (roviária), não fomos parados nenuma vez. Já o trecho Uruguaiana a POA é uma merda. Cheia de buracos e não duplicada. Não recomendo sair por Uruguaiana. -Pernoite no Hotel Ritter em POA. 10º dia ->Porto Alegue à Aparecida/SP -1300Km, 14 horas -Pernoite numa pousada ao lado da BR 116 na saída de Aparecida/SP (não recordo nome). 11º dia ->Aparecida/SP à Cariacica/ES -770Km, 10 horas Observações 1. Não tive nenhum problema com a polícia rodoviária, seja no Brasil, Uruguai ou Argentina. Não fui parado nenhuma vez. 2. Ao todo rodei 7.150Km. 90% de todo o percurso é de rodovias excelentes. Dos percursos registrados acima, somente 3 trechos são ruins, são eles: -BR 101 de Cariacica a Campos. A BR 101 está boa, mas não é duplica e trafego "intenso". -BR 290 de Uruguaiana a Porto alegre não é duplicado e rodovia muito irregular. -BR 116 Serra das araras. Não é duplicado e muito trafego. 3. Paisagem dos pampas. após RS é de tirar o fólego. 4. Trecho da BR 101 litoral de SC/RS é muito bonito também. 5. Apesar de muitas horas dirigindo não foi cansativo pois há infindáveis trechos de longas retas onde o piloto automático fica por horas acelerando o automóvel. 5. Ao todo gastei R$ 470,00 de pedágio. DICAS IMPORTANTES 1. Buenos Aires é uma metrópole gigante, pouco menor que São Paulo, porém, sem transito e é fácil se deslocar com auxílio de um GPS. Necessário comprar um chip de celular pré-pago (+/- R$ 10,00) e aproveite o GPS. Qualquer banca tem chip. Meu preferido é o "WAZE" pela vantagem de sinalizar radares. Você vai precisar desta facilidades, são inúmeros os radares, incontáveis, tanto no Brasil como na Argentina. Não ví radares no Uruguai. Fui e voltei sem levar nenhuma multa graça ao "WAZE". Ele é fantástico, indicada TODOS os radares. Já o google map é muito bom mas não tem este recurso. ´ 2. MAS NÃO SE ESQUEÇA DE LEVAR UM GPS TRADICIONAL. Demorei a operacionalizar o sinal do celular ( chip comprado no Uruguai e na ARG), neste momento foi ele quem me salvou. 3. Na fronteira tanto no Chuí como em Uruguaia tem diversas casas de cambio bem próximo do posto da aduana. Se passar por lá em horário comercial, sem problemas para troca. 4. Não se esqueça de habilitar o cartão de crédito internacional para uso fora do Brasil. 5. Adquira a CARTA VERDE antes de sair de casa. Trata-se de um seguro para cobrir eventuais danos a pessoas e ao patrimônio dos nossos vizinhos se você se envolver em um acidente por lá. Vale tanto para o Uruguai quanto para a Argentina. O meu por prazo de 15 dias custo +/- 150,00 pela "Porto Seguro". 6. Se possível use o passaporte, as autoridades ad aduana te identificam e te liberam mais rápido. Eu e mais 3 viajantes demoramos em média 5 minutos para receber o "carimbaço" de liberação. Já com RG tem que preencher o formulário X, Y e o Z.
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    Caros colegas de viagem, em Outubro/Novembro realizarei o meu primeiro mochilão pela Europa, e estarei sozinho, gostaria da opinião de vocês referente ao meu roteiro e se puderem dar dicas, todas serão bem vindas!. Itália - Roma: 17/10 - Cid. do Vaticano, Castel Sant'Angelo 18/10 - Coliseo e arredores, e Panteão 19/10 - Basílica de Santa Maria Maggiore e Piazza del Popolo Itália - Milão: 20/10 - Catedral de Milão, Galleria Vittorio Emanuele II e arredores, Teatro Alla Scala, 21/10 - Parque Sempione e Castelo Sforzesco 22/10 - Estádio Giuseppe MeazzaStadio San Siro (hehe) Itália - Veneza: 23/10 – Ponte de Rialto (PESQUISANDO) 24/10 - Igreja San Giorgio Maggiore, Basílica de São Marcos e Praça de São Marcos Áustria: (PESQUISANDO) 25/10 – (PESQUISANDO) 26/10 - (PESQUISANDO) Suíça: (PESQUISANDO) 27/10 – (PESQUISANDO) 28/10 – (PESQUISANDO) 29/10 – (PESQUISANDO) França:(PESQUISANDO) 30/10 – (PESQUISANDO) 31/10 – (PESQUISANDO) 01/11 – (PESQUISANDO) 02/11 - (PESQUISANDO)
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    Minha viagem para Chicago foi a primeira internacional e também a primeira que fui sozinho, e olha, foi um baita aprendizado. Viajar sozinho faz com que desenvolvamos habilidades necessárias para o dia a dia, e que inclusive são muito procuradas no mercado de trabalho. Temos que ser organizados, nos comunicar, ser pró ativos, resolver problemas e por ai vai. Primeiro voo da viagem a Chicago Nessa viagem em especial, o que mais aprendi foi como resolver problemas, pois foi o que mais aconteceu. Tive problemas com o voo de ida, pra entrar no país, pra achar a mulher que ia me hospedar e pra fechar o pacote, problemas também no voo de volta. É tanta coisa que vou criar um post só pra contar os perrengues. Intercâmbio em Chicago O objetivo principal dessa viagem era aperfeiçoar o inglês. Estudei a língua no Brasil pelo período de 4 anos, o que me deixou apto a escutar, escrever e ler com facilidade. Porém, na fala ainda sentia dificuldades. Fui para fazer um curso intensivo de inglês com duração de duas semanas. Fui para Chicago pois era a opção mais barata, e de quebra ainda poderia conhecer a “casa” do Chicago Bulls, time de Michael Jordan. Hospedagem em casa de família Tipo de hospedagem muito comum em intercâmbios, ficar em casa de família é uma excelente opção. Além de mais barata que hotéis, você tem a oportunidade de fazer parte do dia a dia de um habitante do país. Isso torna a experiência toda muito mais rica e construtiva. Kathy e Chico Fiquei na casa da Kathy, uma pessoa extremamente gentil, simpática e bondosa, que dividia sua casa com Chico, o cachorro. Kathy me ajudou de todas as maneiras possíveis. Me levou a pontos turísticos, restaurantes bacanas e até me acompanhou até a escola um dia antes das aulas começarem, para que eu aprendesse o caminho. Um exemplo de anfitriã! Chico The Dog, era um cachorro dócil e companheiro, passava um bom tempo me acompanhando pela casa. Mas também era malandro, sempre que podia roubava comida. Um dia cedo, quando entrei na cozinha, flagrei Chico em cima da mesa, na esperança de encontrar algo. O mais engraçado foi a reação dele, que ficou me olhando com uma cara de “se eu ficar parado ele não vai me ver”. Chico pedindo comida Como todo cachorro, Chico era esperto e sabia o horário em que Kathy chegava em casa, e todo dia a esperava no sofá, ao lado da porta. E sempre olhando pela janela, mesmo que a cortina estivesse fechada. Chico esperando pela Kathy Os dois formavam uma bela dupla, e fizeram de minha experiência em Chicago a melhor possível. Estudar nos Estado Unidos Estudar inglês nos Estado Unidos foi fantástico, meu nível de proficiência aumentou de forma incrível. O fato de estar no país que fala a língua estudada faz com que o nível de aprendizado aumente consideravelmente. Além de estudar, temos que conversar e fazer as tarefas do dia a dia em inglês. Como tive apenas duas semanas de férias para fazer esse intercâmbio, escolhi pelo curso intensivo, que era das 8:00 as 16:00, de segunda a sexta. A escola foi a Kaplan, que tem um bom sistema de ensino e professores excelentes. Passeando com alguns colegas de classe Minha dica: Não converse em português! O que você mais vai encontrar são brasileiros, e nós temos a mania de conversar em português quando nos encontramos em outros países. Na minha sala, 40% dos alunos eram brasileiros, e colocamos como regra nunca conversar em português. Assim mantivemos o foco em aprender a língua inglesa, e funcionou perfeitamente. Ao final do intercâmbio, a diferença no meu inglês era gritante. Cheguei em Chicago com dificuldade em falar, e em apenas duas semanas estava falando inglês com a mesma naturalidade do português. Hoje a minha recomendação é a seguinte: Aprenda o básico aqui no Brasil, e ao invés de gastar uma fortuna em cursos, faça um intercâmbio. O rendimento vai ser maior e o crescimento pessoal incomparável. Faça um intercâmbio! Aprender inglês é fundamental hoje em dia, e para isso, nada melhor que um intercâmbio nos Estado Unidos. Uma experiência como essa muda nossa vida. Nos faz sair da zona de conforto, e com isso passamos a ver o mundo de outra maneira. Além de voltar com um nível melhor da língua inglesa, também trazemos novas experiências e novas amizades. E de quebra ainda tem-se a oportunidade de conhecer uma nova cultura!
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    RELATO TRAVESSIA SERRA FINA: No feriado do dia sete de setembro/17 eu criei coragem para realizar este desafio - A Travessia da Serra Fina trilha no Sudeste do Brasil uma travessia cobiçadas e que tbm e considerada uma das mais difíceis do Brasil. Localizada na tríplice divisa de SP/RJ/MG. Começa pelo Pico do Capim Amarelo (2570 m) e passa por diversos picos acima dos 2000 m de altitude e em duas das dez mais altas montanhas do Brasil: Pedra da Mina (4° 2798 m) e Pico dos 3 Estados (10° 2665 m). Estava com um grupo de 14 pessoas do Trilhas&Passeios ❤️❤️❤️. Começamos a Travessia da Serra fina, dia 07/09, às 5h30 pela toca do Lobo, tds os integrantes pegaram água 6 litros cada um,ai seguimos até o cume do Capim Amarelo, com aproximadamente 20 kg na cargueira, claro que qdo começou as cordas aí eu comecei a chorar e pensei não irei conseguir aí pensei já deu pra mim, pq já estava sem forças para subir, aí ao chegar na última corda nosso amigo Franco que ja estava ao Cume do Capim desceu e pegou há minha cargueira aí sim eu consegui chegar ao cume feliz da vida 😅😅😅 estava morta de cansaço aí o grupo fez a opção de não acampar, lá, eram as últimas Vagas e deixamos para outro grupo, avançando até o Maracanã, claro aí foi só alegria pq era só descida onde acampamos no primeiro dia. Tudo bem tranquilo, chegamos cedo, montamos acampamento e durante a noite, a temperatura chegou a -2ºC, e durante o dia, a mesma foi de aproximadamente 24 graus. Iniciamos o segundo dia, com a intenção de alcançar a Pedra da Mina e acamparmos no Vale do Ruah, claro que eu tbm sofri mas um pouco menos, pois estava só com 2 litros de água, pq lá na frente tem ponto de água e a subida era em zigue-zague. Ao chegarmos no Cume da Mina, a mesma já estava lotada, Pois bem lá estava eu na Pedra da Mina (4° montanha mais alta do Brasil). Após avistar o cupim do Boi, Pico dos três estados aí pensei borá terminar que agora falta pouco 😅😅😅 (se referindo ao Três estados), aí eu segui junto ao grupo com a logística de chegar no Camping. Chegamos a tarde no Vale do Ruah, montamos acampamento e às 18h já estava muito frio, claro eu não consegui dormir de maneira alguma, pois eu estava com uma mega friaca. Quando amanheceu todas as barracas estavam congeladas, águas dentro da barracas e mochilas, tudo congelado, um guia lá disse que a temperatura chegou a -12ºC. No terceiro dia, tínhamos como objetivo acampar no Pico dos Três estados, avançamos rapidamente até mesmo pq que tem muitos trechos de escalaminhada mas ao chegar ao local, já estava tudo lotado, porém conseguimos acampar pouco abaixo do mesmo, sem grandes problemas, claro uma subida bem puxada pq estávamos com 6 litros de água na cargueira claro na minha só deu para colocar 3 litros estava muito cheia aí eu levei na mão os outros 3 litros que no caminho nosso amigo Franco colocou na cargueira dele. No último dia o sol nasceu lindíssimo no alto do Pico dos Três Estados, e depois disso foi só descida 😅😅😅 antes fosse né , pois “a gente desce pra subir, e sobe pra descer”. Isso porque se passa por várias outras montanhas para se chegar ao sítio do Pierre, na BR-354 na cidade de Itamonte, onde termina a travessia. Passamos pelo Cabeça de Touro, Alto dos Ivos e outros, o nosso resgate estava marcado para ás 15h00, mas devido a nossa agilidade , felicidade, cansaço e etc estávamos em Itamonte às 13h00 🎉🎉🎉, claro que nossa amigo do resgate Alexandre e o Sr. Manoel já estavam lá. A experiência é única em que eu aprendi muito uma delas é que nessa travessia a água se torna o bem mais valioso, a parte física já estava pra lá de comprometida como dores nas pernas dor de cabeça devido ao sol muito quente o cansaço foram vencidos e superados, pois graças adeus eu não encontrei nenhum bicho já que eu tenho medo e isso me impedia de acompanhar em montanha claro que o psicológico conta muito e eu só tenho a agradecer a meu deus e a tds do grupo Trilhas&Passeios pela união e apoio uma energia magnífica que ficará em minha vida e para fechar eu FARIA td novamente. Travessia Serra Fina: da Toca do Lobo ao Sítio do Pierre – 30 km de extensão Pedra da Mina: 2.798,4 metros (4º ponto culminante) Pico dos Três Estados: 2.665,0 metros (10º ponto culminante) Pico do Capim Amarelo: 2.570 metros Alto dos Ivos: 2.519 metros Pico Cabeça de Touro: 2.649 metros Pico Cupim do Boi: 2.543 metros " Eu que decidi viajar, Eu que escolhi conhecer, Nada tenho a deixar Porque aprendi a viver..."
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    Vôos São Paulo à Santiago - LATAM: R$ 961.74 Santiago à Calama - SKY AIRLINE: U$ 116.48 Seguro Saúde Viagem Mondial: R$135,47 Transfers Aeroporto – Centro (Delphos): $6,900 Uber Bag Centro – Aeroporto: $17,460 Calama – San Pedro (ida e volta - transvip): $20,000 Aeroporto – Providência (Ônibus – Centropuerto) : $1,700 Transfer Providência – Aeroporto(Delphos): $8,500 Hospedagens Landay Hostel - Santiago Tipo de quarto: Particular com duas camas de solteiro com banheiro compartilhado Preço diária: U$44 para 2 pessoas Opinião: Não recomendo o hostel, apesar da localização central parecer boa, este hostel fica em uma rua em que não tem nada, um breu total de noite. Não achei seguro e de noite eles fecham a porta e você tem que ficar do lado de fora até alguém resolver atender a porta. As instalações são boas mas o banho foi frio. Kirckir Hostel - Atacama Tipo de quarto: Compartilhado com 4 camas - Feminino Preço diária: U$24 por pessoa Opinião: Recomendo. Bom café da manhã e os dias que você vai fazer passeio antes das 8, eles fazem um snack com lanche+suco pra você levar. Quarto arrumado e limpo. Tivemos problemas com a calefação no nosso quarto mas nada a ponto de congelar. Banheiro compartilhado do lado externo, 1 fechado e os outros tinha o teto meio de palha então podia entrar um ventindo indesejavel, porém banho quente. Me hospedaria denovo. Providência Hostal - Santiago Tipo de quarto: Compartilhado com 6 camas - Feminino Preço diária: U$18 por pessoa Opinião: Recomendo. Café da manhã muito bom, com frutas, pães, geléias, cerais, etc. O quarto feminino era bom, boas camas porém sem tomada em cada cama, tivemos que pedir um extensor. Não tivemos sorte com a calefação também mas nada que a gente ficasse morrendo de frio. Tem secador de cabelo para emprestar e os funcionários são bem prestativos. Passeios Atacama Chegando fomos cotar alguns preços e fechamos com a agência FOX TRAVEL. Gostei da agência, ela é bem simples mas com boas vans e ótimos guias. O único tour que recomendo fazer com uma agência mais especializada é o TOUR ASTRONOMICO. Valle de la Luna (Valle del Luna, Dunas, Mirador de Carl e Atardecer) Horário: 15:00 ás 18:30 Preço: De $10.000 por $7.000 Entrada: $3.000 Incluído: Nada Altitude máxima: 2450 Salar de Tara (Laguna Quipiaco, Monjes de la Pacana, Catefrales de Tara, Salar de Tara) Horário: 08:00 ás 16:00 Preço: De $55.000 por $40.000 Entrada: Não Incluído: Café da manhã e almoço Altitude máxima: 4800 Piedras Rojas (Tocpnao, Salar de Atacama, Laguna Chaxas, Socaire, Piedras Rojas) Horário: 07:00 ás 17:00 Preço: De $55.000 por $35.000 Entrada: $6000 Incluído: Café da manhã e almoço Altitude máxima: 4400 Geyser del Tatio (Campo geotermico, termas e poblado de machuca) Horário: 05:00 ás 12:30 Preço: De $20.000 por $15.000 Entrada: $10.000 Incluído: Café da manhã Altitude máxima: ?? Laguna Cejar (Laguna Cejar, Ojos del Salar e Laguna Tebinquinche) Horário: 15:00 ás 18:30 Preço: De $20.000 por $15.000 Entrada: $17.000 Incluído: Drinks e petiscos Altitude máxima: 2450 Tour Astronômico Horário: 20:00 ás 22:00 Preço: De $20.000 por $15.000 Entrada: - Incluído: Café, chocolate quente e alguns petiscos Altitude máxima: 2400 Passeios Santiago Palácio de la Moneda: Grátis Mercado municipal: Grátis Centro histórico de Santiago: Grátis Museu da memória e dos direitos humanos: Grátis Cerro Santa Lucia: Grátis Pub Crawl: $10,000 Viña del mar e Valparaíso: com agência $20,000 Cerro San Cristóbal: Sky Costañera: $7,500 somente de quarta. Outros dias é outro valor. Farellones Transfer: $15,000 Aluguel de roupas (não utilizei): $25,000 completo Entrada no parque + 2 horas de aula de ski + Equipamento de Ski: $34,000 Locker: $4,500
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    VIAGEM A FOZ DO IGUAÇU – março de 2016 (data da viagem) – setembro de 2017 (data do relato) Lado Brasileiro, lado Argentino, Visita a Usina de Itaipu, Marco das 03 fronteiras e mercado no Paraguai. “Tentarei contar o mínimo de detalhes e postar vídeos ao invés de muitas fotos para não estender a publicação, e nem dar muitas dicas e informações sobre o planejamento. Espero não ter me esquecido de nenhum detalhe importante ou dizer algo errado”. Após 01 ano e meio finalmente arrumei um tempo e também deixei a preguiça de lado para fazer o relato de uma das principais viagens da minha vida. Como também poderia acontecer comigo, esta viagem tinha sido combinada com uma moça que eu estava envolvido e a relação infelizmente não deu certo. Então, cancelar os planos e aceitar, correto? Errado, aí é que eu me motivei a planejar e a fazer a esta viagem que eu desejava a pelo menos uns 20 anos, onde eu via fotos e vídeos na televisão e também pela internet desta maravilha da natureza. E também estava eu diante da oportunidade de fazer minha primeira viagem sozinho, seria outra experiência ótima que me aguardava. A primeira coisa boa de quando se viaja sozinho é poder fazer as pesquisas dentro do seu tempo e também fazer o cronograma da viagem de acordo com sua vontade e disponibilidade, assim sendo, fiz pesquisas sobre os diversos atrativos daquela região e então fui montando de acordo com a localização e o tempo que se gasta em cada. Pesquisei e comprei as passagens, logo em seguida pesquisei hospedagem e fechei. O passo seguinte era pesquisar os atrativos e encaixar naquele espaço de tempo que reservei para ficar na região então, assim que cheguei no aeroporto internacional de Foz do Iguaçu, peguei um ônibus direto para o hostel que fica estrategicamente no meio da avenida mais famosa chamada Avenida das Cataratas, olhando no mapa turístico até se impressiona com as facilidades logísticas. Tetris Hostel é o lugar ideal para quem quer gastar pouco, ser bem recebido, se acomodar super bem num clima de ambiente jovem e bem organizado em que todos os dias vários estrangeiros de diversas partes do mundo ali chegavam e saíam. Meu pouco conhecimento em língua espanhola e algumas palavras em inglês me ajudaram no primeiro dia de convivência com a galera, já que os únicos que falavam português eram os que trabalhavam ali. Fui me enturmando e conheci uma galera: uma holandesa, duas belgas e um italiano, bebemos bastante e tentando falar em “espanhol” e palavras de inglês, depois fomos a uma pizzaria. Bora falar da viagem senão isso vira um livro. Como havia me programado, na manhã seguinte, peguei um ônibus sentido as cataratas pelo lado Brasileiro, chegando lá, após comprar os bilhetes, entro num ônibus de 02 andares que nos leva até onde se começam as trilhas para as quedas e sentido os mirantes onde se veem de várias alturas e ângulos. E são diversas trilhas sobre estruturas de metal e concreto para se chegarem a diversos pontos das cataratas do lado brasileiro e com vários ângulos se podem avistar os mesmos lugares, ou seja, tem muita coisa para ver, mesmo sendo mais curta esta parte (em média de 3 horas sem pressa), o que não falta é água para ver e cortina de gotículas d’água vindo pra cima de nós. Neste próximo vídeo já se pode ver o ponto mais alto do lado brasileiro com uma bandeira. À medida que avançamos vamos seguindo ao que digamos “patamares” onde, se tem além dos diversos ângulos das cachoeiras, temos também vistas mais altas delas e até mais próximas... (nunca vi tanta água caindo tão próximo de mim).... E assim chegando ao ponto mais alto através de um elevador pode-se ver também algumas quedas do lado argentino além de um pouco da garganta do diabo... Lá em cima conheci uma alemã que adorou minha cerveja, tentamos nos apresentar e nos comunicar naquele espanhol “expert” e deu certo rsrs, pouco tempo depois apareceu um australiano que estava no mesmo hostel que eu e que não falava nada de português e nem espanhol então, quando ele queria falar comigo ele falava em inglês com ela e ela traduzia em espanhol para mim, e vice versa kkkkkk. Ficava lá em cima quase por uma hora e sempre que acabava minha cerveja saia, andava um tanto e voltava pra ficar apreciando aquela água toda caindo porque sabia que demoraria anos pra voltar (e se voltar)......... E assim termina o primeiro dia, volto para o hostel, faço novas amizades (desta vez com 2 brasileiros entre eles), e saímos para um barzinho a noite. No dia seguinte tomo aquele café da manhã e parto rumo as cataratas do lado argentino. Para este dia era diferente o cronograma: se eu bobeasse ficaria sem ver coisas por lá. Um ônibus de linha que mais parecia um de viagem daqueles antigos passara na avenida das cataratas para quem queria ir para aquele sentido e, chegando na aduana argentina o ônibus para, todos descem, vão a um guichê e apresentam seus documentos para registro de entrada no país, após isso podemos entrar novamente no ônibus e seguir. Creio que em média de uma hora e 20 minutos estávamos na portaria do parque de Foz Del Iguazú, e eu que já andava com meus pesos argentinos trocados no supermercado Mufato, que fica próximo ao hostel, já que lá não se aceitam outra moeda ou forma de pagamento.Adentrando ao enorme parque era só escolher uma das diversas trilhas e seguir. E assim escolhendo uma das trilhas sigo rumo ao circuito inferior onde se pega uma trilha estruturada que dá uma bela vista para quem chega..... ......e logo mais algumas trilhas a frente encontramos mais isso.... Fui então passear de bote onde se levam as pessoas quase que debaixo das cataratas, encontrei o Australiano do hostel que iria também nessa, pra variar a comunicação foi “ótima”, mas nada como mímicas e algumas palavras que se aprende no dia a dia. Infelizmente eu estava com celular e o australiano é quem tinha uma câmera tipo a GoPro, então, no vídeo mostra nós com o bote parado para apenas tirarmos fotos antes da aventura começar e tudo dentro do barco molhar...... Depois do passeio de bote e feliz da vida, fui explorar mais a região e conhecer mais cachoeiras e de pontos de vistas diferentes. Eis então que paro e fico assistindo isso.......(reparem as outras trilhas estruturadas e os botes indo em direção as cataratas)..... Para seguir rumo a outras partes como cachoeiras escondidas, há diversas trilhas e para se chegar a alguns pontos e até na Garganta Del Diablo, a gente usa um meio de transporte bem curioso: uma espécie de bondinho com vários vagões nos leva enquanto admiramos a mata. Enfim, seguimos por uma enorme trilha/passarela até a tão famosa Garganta Del Diablo, muitas, mas muitas borboletas de cores diferentes ficam por ali, atraindo a japonesada que adora tirar fotos de bicho e de planta kkkk. A Garganta Del Diablo é coisa que vale a pena parar, ouvir seu som, tomar um banho da cortina de gotículas d’água e agradecer pela oportunidade de estar ali...... Voltando pra o Hostel, tomei um banho e fiquei na piscina, depois vi duas meninas em uma mesa, outra belga e outra holandesa, o papo pra variar era em espanhol meia boca e as tais palavras em inglês, a pedido delas lá vai eu tentar ensinar como se chama os dias da semana aqui no Brasil usando 07 cartas de baralho para marcar e com o “super domínio do idioma” kkk. No dia seguinte, tomo o meu café, e saio em direção a Usina de Itaipu, pensem numa construção gigante, fica bem na fronteira com Brasil e Paraguai e a super indústria tem até uma linha de divisa de fronteira. Funcionários brasileiros e paraguaios em igual número fazem parte da corporação. Um guia de lá mesmo nos acompanha nesses roteiros. Para conseguir entrar na usina tem que agendar com antecedência e pagar o ingresso na hora, de acordo com as opções de passeio que quiser de lá, que são várias Depois da Usina, fui então conhecer o tão falado mercado do Paraguai. A avenida San Blas é tipo a 25 de março daqui, só que mais feia ainda rs. Lá os vendedores ambulantes te abordam e vão te seguindo vários quarteirões se for possível te oferecendo produtos tanto das lojas quanto dos camelôs. A abordagem era sempre de tom de volume normal quando ofereciam roupas, perfumes, brinquedos, etc.....mas o som da voz abaixava quando eles ofereciam: armas, drogas, mulheres, etc.....acreditem kkkkkk. Os preços das lojas se baseiam no dólar, enquanto o dos camelôs se baseiam no Guarany, moeda paraguaia. Comprei um licor e bebi uma breja de lá e fui rumo a Ponte da Amizade, onde é a fronteira entre os 2 países naquele ponto da região. Depois fui conhecer o Marco das 03 Fronteiras, e olha, se arrependimento matasse, era melhor eu ter voltado pra piscina do hostel ou conhecer ou o Parque das Aves ou o Templo Budista, mas quem sabe numa próxima irei rs. Segue o vídeo da minha decepção kkkk...... E a noite eu volto pro hostel, encontro os 02 brasileiros, outro Brasileiro se junta a nós e conhecemos uma moça de Barcelona e uma Equatoriana. Resultado: saímos para beber pela cidade. E assim se encerra minha viagem! Da esquerda p/ à direita: Daniel (RJ), Felipe (RJ) fazendo chifres na Marian (Barcelona/Espanha), eu, Lourdes (Quito/Equador) e Rafael (Pirassununga/SP) que tirou a foto.
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    Oi, Luanne! Como não sei como são teus hábitos e preferências em uma viagem (o que pode encarecer ou baratear uma viagem), achei melhor compartilhar contigo um links que acho útil pra caramba: http://quantocustaviajar.com/ Quando você acessa e desce a página, vai ter um espaço pra ti selecionar a cidade mais próxima de ti (cidade de origem da viagem), o orçamento que você tem, o tempo de duração e o mês de início dela. Aí nos resultados vão aparecer um resumão de viagens possíveis nas tuas condições. Os resultados somam passagem, sugestões de estadias, média de transporte e alimentação no local, e também uma ou duas atrações. Espero que te ajude!
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    Mas é muito recomendável fazer uma mala que não seja muito grande, pois os trens possuem degraus, e as estações onde os trens regionais costumam parar também possuem degraus, as vezes você tem que subir 1 andar de degraus até chegar na plataforma de embarque. Muito hotéis mais econômicos não tem elevador, e quando tem elevador, muitas vezes ele não atende todos os andares, obrigando você as vezes a ter que subir 1 ou 2 andares pelas escadas... Então faça uma mala que vocês consigam carregar sozinhos uns 2 andares de escadas acima, por que na maioria dos locais ninguém vai lhes ajudar, o pessoal vai lá ficar rindo de vocês e literalmente lhes chamando de "turistas burros" pelas costas. E no U-Bahn, S-bahn e Tram, se tiver algum fiscal no trem, ele pode obrigar você a pagar uma passagem adicional para cada mala muito volumosa.
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    É sempre possível, se for alguém disponível para arriscar. Tenho um amigo na Ásia há mais de um ano e se levou dinheiro foi para começar. O resto foi com trabalhos que foi conseguindo depois de estar lá.
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    @Viajologoexisto Nós só apagamos tópicos de viagens já realizadas do fórum Companhia para viajar. Nos tópicos de perguntas tem respostas de outros viajantes que servirão para consulta de outros viajantes que tenham a mesma dúvida que vc.
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    Durante meu tempo no Canada pude explorar o Joffre Lakes em duas estações diferente do ano, sendo que cada uma me trouxe uma experiência totalmente diferente. Então eu decidi fazer um relato diferente para cada uma das vezes em que estive na trilha. O Joffre Lakes se localiza próximo a cidade Pemberton, sendo que eu parti de Vancouver com um carro alugado acompanhado de mais quatro amigos para realizar trilha. Ao todo foram gastos 2 horas e meia para chegar no local, sendo que a vista de estrada já garante boas fotos das montanhas da região. Chegando ao local é possível encontrar uma área que serve como estacionamento e possuí um banheiro se for necessário. Em seguida uma placa já indica a localização do inicio da trilha, sendo que o primeiro lago está a menos de 100 metros de seu inicio e garante uma primeira grande vista da região. Logo em seguida se inicia a parte mais longa da trilha, que liga o primeiro lago ao segundo lago. A trilha não apresenta nenhuma dificuldade, sendo uma caminhada bem agradável, onde algumas de suas partes apresentão áreas abertas e outras uma pouco mais fechadas. A única parte da trilha que poderá oferecer um maior esforço é a presença de uma escada que fará suar um pouco XD. Um dos pontos mais divertidos desta parte da trilha é a interação com a natureza, diversos pássaros da região ficam curiosos com a presença de pessoas na trilha e com um pouco de paciência eles poderão vir até você para tirar fotos. Além disso, é possível encontrar um longo tronco que está caído no segundo lago, com um pouco de cuidado é possível subir nele e andar até sua ponta e garantir um foto como se estivesse no lago, que possui uma coloração incrível. Depois de se divertir bastante no segundo lago, resta o final da trilha que levará para o último e mais incrível de todos os três lagos da região. Assim como o resto da trilha, o percurso é bem agradavel e a distância do segundo ao terceiro lago também é bem curta, sendo que você pode fazê-la em 30 minutos em um ritmo moderado. Os dois primeiros lagos possuem grandes vistas , mas o terceiro é de longe o mais incrível de todos. O lago é cercado por diversas montanhas, onde ao fundo está o Matier Glacier que combinado com a cor do lago cria uma paisagens mais bonitas que pude presenciar no Canada. A area é cercada por pedras que já ligam ao lago, sendo possível ir pulando entre elas e se aproximar mais de seu centro. Troncos e raízes também estão presentes em algumas partes podendo dificultar a caminhada em alguns pontos entorno do lago caso queria ficar mais próximo em alguns de seus pontos.
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    Ótimas dicas vou aproveitar algumas delas rsrs
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    Primeiro você tem que definir para nós o que você entende por "melhor cia. aérea", é a mais barata ou aquela que tem voos diretos? Por um tempo a LATAM (antiga Tam) operou voos diretos para Cancun, mas acho que hoje não opera mais, então acho que não sobrou nenhum voo direto. E se não tiver voo direto, pode ser com qualquer empresa que opere voos para lá com conexão, como por exemplo Latam, Copa, Avianca, AeroMéxico, etc escolha aquela que tiver os horários mais convenientes para vocês e que caiba no seu orçamento, pois viajando na classe econômica, é tudo igual, os assentos são apertados em todas, o atendimento de bordo é tudo igual, até a comida é tudo igual... Só evite pegar um voo com conexão nos EUA, pois ai você tem que se preocupar com o visto americano também.
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    Passeando por Lima e já apaixonada. O que já aprendi? Lição 1-tragam dólar. O real está desvalorizado. Lição 2- Fechem o translato aeroporto x hostel, com o Hostel. É mais barato e seguro. Ps. Já amoooooo esse país.
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    Pretendo detalhar brevemente as trilhas, viagens e locais interessantes de se conhecer por meio de um simples "diário de bordo", quem quiser tirar dúvidas será um prazer.✌️ Pra acompanhar, ver mais fotos, dar apoio e compartilhar informações segue lá no Instagram - @guiint _____________________________________________ Parque Estadual da Cantareira - Núcleo Engordador / SP. . No terminal Santana e Tucuruvi há um ônibus chamado Cachoeira que deixa bem próximo ao parque (Na Avenida Coronel Sezefredo à esquerda entramos na rua de acesso à bilheteria / R$ 14 - Inteira) . . Na véspera do feriado de 7 de Setembro escolhemos visitar o Parque Estadual da Cantareira para fazer as trilhas do Núcleo Engordador e conhecer um pouco mais nossa linda serrinha da ZN. . Trilha do Macuco (±750m): Caminho de terra batida margeando o córrego natural que flui através de pequenas pontes de madeira e antigos canos de abastecimento de SP. . Trilha da Cachoeira (±3km): A principal trilha do lugar nos leva a uma subida leve pela terra batida, passando por diversas quedas de água, sendo a principal a Cachoeira do Véu com suas águas gelaaadas que nos fazem perder o fôlego. . Casa da Bomba: Antiga construção que abriga a bomba de abastecimento de água que ligava a Cantareira ao resto de São Paulo no século XIX. . Represa do Engordador: Logo acima da área de piquenique temos a grande represa do Engordador, por onde a água sobressalente corre entre as famílias através de uma canaleta de concreto. . Recomendadíssimo a visitação desse recanto pra um dia todo de tranquilidade com família aos finais de semana e feriados. 🏞️ ⚠️ RECOLHAM O SEU LIXO ou até mesmo os que encontrarem. É indignante ver um lugar lindo desses depredado.
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    Depois vc me passa todas a dicas vou o ano que vem
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    - Procure ficar em hostels/hotéis pela Zona Sul, que é area turistica: Copacabana, Leme, Ipanema, Botafogo, Largo do Machado. Todas tem metro bem pertinho e de facil acesso. De uma pra outra o uber tambem é barato e pode salvar. - Lugares que todo turista costuma visitar, apesar de nao serem tão em conta assim: Pão de Açucar Cristo Redentor - Lugares que vale a pena serem visitados: - Parque Lage (chegar de Metro+integração) - Ver o por do sol no Arpoador (0800) - Lapa na sexta ou sabado a noite, dias mais agitados e de maior circulação. (Evitar celular no bolso de tras ou na mao) - Praça Mauá, o famoso Boulevard Olimpico onde tem o Museu do Amanha (Que esta com a exposição sobre o holocausto. ingressos por R$20 e meia R$10), lá tambem fica os muros pintados e grafitados e sao um mais bonito que o outro, o lugar tem bastante movimento todos os dias. (Chegar de metro+vlt, mas se quiser economizar, desça na estação da Carioca, saia no sentido da Av. Rio Branco, vire a esquerda e vá andando ate o final que você da de cara com o Boulevard. - Antes disso, se vc descer no metro da Carioca, da pra conhecer o CCBB RJ, ele fica no caminho pro Boulevard Olimpico e sempre tem umas exposições maneiras e gratuitas. - Parque das Ruínas em Santa Tereza, subindo pela Lapa. - Role historico pelo Centro da Cidade (Escolha dias de semana que o movimento de trabalhadores é bem grande e você corre menos riscos, porem, atençao sempre) Ex: Teatro Municipal, Confeitaria Colombo, Livraria Cultura etc. - De uma passadinha no Botafogo praia shopping, que fica na orla da praia de Botafogo e suba ate o ultimo andar, onde fica a praça de alimentação e saia pra varandinha que tem ali, é um visual e tanto. - Pedra do Sal (Tem sexta e segunda) - Diversão noturna aqui tambem é massa, se você gosta de um role mais alternativo eu indico as casas de casas de festas: (lembrando que cada dia tem uma festa diferente, então é bom conferir no page da casa no facebook): - Fosfobox e 1007 (Copacabana) - Casa da Matriz e Espaço Rampa (Botafogo) - Teatro Odisseia, Antonieta ou La Paz (Lapa) - Gafieira Elite e Cordão do Bola Preta (Rola muita festa MPB e fica no centro pertinho da lapa) - Se você gosta de um role hetero ou barzinhos, indico muito: -Baixo Botafogo - Baixo Gavea (Fica meio distante, na Barra, mas é na Barra que tem as melhores boates voltadas ao publico hetero aqui do rj) - Pub Kriok, Bar da Boa, Boteco Belmonte, Brazooka Choperia, Sarau Rio e Bar da Cachaça (Lapa) tem como vc ver todos os eventos no site heyevent.com ele é bemm util! - Roles nao turisticos que você tambem pode adorar e que eu amo: - Show no Circo Voador, acho que todo mundo que visita o rio alguma vez na vida devia ver um show de um cantor que goste la, a vibe é incrivel. - Feira de Tradições Nordestinas (É um complexo com muitos stands voltando a comida nordestina e agora ta ficando na moda aqui no rio ir pros famosos karaokes da feira, tem muitos, mas indico o Coquetel das Meninas) - Andar de bike ou patins na Lagoa - Trilhas: Pedra Bonita, da Gavea, Morro dois Irmãos, Pedra do telégrafo (aquela que da a falsa impressao que você ta pendurado). - Se você chegar pelo aeroporto santos dummond, vale a ida no shopping Bossa Nova Mall e subir ate o restaurante, do lado dele tem uma vista incriveeeeeel. - Tem umas hamburguerias maravilhosas aqui no rio, em botafogo tem o Caverna e o Hell's Burguer, que eu amo. - As lojas da void (Copa, Flamengo, Botafogo) tem bastante movimento final de semana, de uma galera mais jovem. A void é uma lojinha que vende de tudo e a cerveja não é cara. - o NAU é um nucleo de ativação urbana, fica na zona portuaria e vira e mexe ta ocorrendo umas festas por lá, o lugar é incrivel e as festas sao incriveis tambem. - O arco do telles, na praça XV tambem costuma ter umas festas bem legais, atras dele, na rua do ouvidor, tem varios barzinhos bem boemios e que todo mundo que trabalha no centro para naquele happy hour. - Vamos pro que tambem interessa? Fique 3 dias ou mais na regiao dos lagos. - Arraial do cabo - Buzios - Cabo Frio As tres cidades são de facil acesso e nas tres existem passeios de barcos umas pras outras. Tambem é possivel ir de uma para a outra de Onibus, que custam por volta de 4 reais. Cabo Frio é uma cidade mais acessivel, de mais opções e mais barata, tambem, com praias bem bonitas e lugares tambem (Pode ler no meu relato aqui na assinatura um pouco sobre) - Ilha Grande e Angra tambem ficam perto e uma tem facil acesso a outra. Angra é mais parada e ilha grande vale muito mais a pena, ate num passeio de barco. Ufa! Falei demais hahahah Qualquer duvida só falar e boa vinda.
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    Olá Mochileiros! Deixo minha primeira dica de roteiro pra vocês: Corupá e Jaraguá do Sul em Santa Catarina!!! Em Jaraguá do Sul, cidade pacata, centro têxtil, com apenas um shopping na cidade, a boa pedida é fazer PARAGILDER no Morro de Jaraguá. A vista de lá é linda!!! O valor deve estar dentro de 120 reais. Outra atração é o Parque Malwee, lindo, com muitas plantas exóticas, lugares pra piquenique e churrascos, enfim, muito gostoso mesmo. Aproveitem pra fazer umas comprinhas de roupas, pois lá existem grandes fabricantes como a Malwee, Carinhoso, Marisol... Pertinho de Jaraguá, existe outra cidade chamada CORUPÁ. Corupá tem empresas de beneficiamento de banana, portanto não perca a oportunidade de experimentar o melhor doce de banana que existe no universo. Além dos quitutes de banana e delícias da culinária alemã (a cidade está lotada dos polacos, viva eles!!!), você poderá conferir a Rota das Cachoeiras de Corupá. São 14 ao todo. Um dia basta pra ver todas, mas pra aproveitar a beleza e desfrutar de lugarzinhos gostosos no caminho você precisa de pelo menos 2 dias. Há lugares pra acampar em quase todas, alguns com infra estrutura como banheiros e lanchonetes gostosas. Destaque para a Cachoeira Número 7, que tem uma ótima infra estrutura para camp, churrascos etc. Mas omais legal de tudo é o tiozinho que é dono do local. Ele faz pastéis deliciosos e faz mágicas para os clientes enquanto esperam o pastel fritar!!! Vale a pena conhecer estas duas cidades, e apesar dos lugares serem ótimos, o melhor de tudo são as pessoas! Fika a dika! Um abração e fiquem na Paz!
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