Ir para conteúdo

Mais curtidos da Semana


Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 19-09-2017 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Falaê pessoal! Depois de percorrer o Caminho Inglês para Santiago de Compostela: https://www.mochileiros.com/topic/60177-caminho-inglês-de-santiago-de-compostela-fotos-valores-dicas-perrecos-e-experiências/?tab=comments#comment-652252 E de me aventurar pelas montanhas bolivianas: https://www.mochileiros.com/topic/52252-missão-bolívia-9-dias-de-diversão-e-3-horas-de-decepção-sozinho-fotoscustosdicascausos/ O novo destino foi o Panamá! Sou de São Paulo e sempre tive curiosidade em conhecer o Panamá, mas nunca havia encontrado uma boa passagem para lá! Até que, do nada, apareceu uma passagem de SP - Panamá por R$2.300,00! Logo, desisti! Não cabia no orçamento... Mas, no mesmo dia, apareceu uma passagem RIO-Panamá por R$1.300,00! Aí não perdi tempo e comprei a passagem! Com mais R$238,00 comprei a passagem SP-RIO, todas os voos saíram e chegaram pelo aeroporto do Galeão. TimeTable: 22/08/2017 - Voo São Paulo - Rio de Janeiro 23/08/2017 - Voo Rio de Janeiro - Bogotá (escala) - Cidade do Panamá 24/08/2017 - Cidade do Panamá 25/08/2017 - San Blás 26/08/2017 - San Blás 27/08/2017 - San Blás 28/08/2017 - Cidade do Panamá 29/08/2017 - Cidade do Panamá 30/08/2017 - Voo Cidade do Panamá - Bogotá (escala) - Rio de Janeiro 31/08/2017 - Rio de Janeiro 01/09/2017 - Rio de Janeiro 02/09/2017 - Voo Rio de Janeiro - São Paulo Custo Total da Viagem: R$ 4.111,65 Sobre o Panamá: O Panamá é um país pequeno, situado entre a Costa Rica e a Colômbia, sua moeda é o Balboa que tem o valor de 1/1 em relação ao dólar americano, no país as moedas que circulam são de balboa e dólar e as notas são apenas de dólar. A língua oficial é o castelhano. Possui uma história muito rica e interessante, além de grandes contrastes com verdadeiros arranha céus, cassinos super elegantes e verdadeiras praias paradisíacas no mar do Caribe. Nos próximos tópicos vou detalhar o dia a dia dessa trip, com fotos, valores, dicas e sempre disposto e responder dúvidas!
  2. 1 ponto
    Olá galera! Bom... A Jamaica era um sonho antigo, era a trip da minha vida e pude realiza-la no dia 01/02/2017. Quando definitivamente decidir ir, começou a minha dor de cabeça... Tive dificuldades para encontrar pessoas que viajaram para a Jamaica, na verdade eu encontrei um blog, mas a trip dessa mina estava completamente fora da minha realidade, logo, ela não serviu de parâmetro. Por ironia do destino, encontrei um amigo em um jogo no Pacaembu e comentei com o mesmo que iria para a Jamaica (Até então estava com a passagem comprada, mas sem nenhum tipo de roteiro), e ele falou que conhecia uma pessoa que já havia viajado para a Jamaica 2 vezes no esquema "Pobre louca" e sozinha... Haha... Eu pirei! Peguei o contato e logo viramos amigas (Beijos Dri)... Em questão de 5 mensagens trocadas com a Dri eu já estava com o meu roteiro pronto... Era só aguardar o grande momento! 1º Dia (01/02/2017 ) Comprei a minha passagem pela Copa Airlines, sinceramente? Foi a pior cia na qual eu já viajei. Mas é o que tinha para o momento. Sai de GRU ás 01:30hs do dia 01/02 e cheguei em Montego Bay por volta das 11hs (Horário Local da Jamaica). Antes de passar pela Imigração em Montego Bay é preciso pegar uma fila no "Healthy Control" para comprovar que tomou a vacina da febre amarela, tudo muito tranquilo. Depois que carimbaram o meu passaporte a emoção foi tamanha... Finalmente estava na Jamaica! Eu não quis perder tempo... No aeroporto peguei um transfer (Juta Tour) até Negril, pois eu queria muito ver o pôr do sol no Ricks Café (Único motivo da minha ida até lá) e dentro daquela van já pude sentir toda hospitalidade e alegria dos Jamaicanos. Cheguei na pousada, tomei um banho para dar uma balanceada no cansaço da viagem e já fui para o Ricks. Todo ser humano que for para a Jamaica, precisa passar por lá... é incrível! 2º Dia O meu segundo dia começou bem estressante. Havia fechado um tour com a "Tropical Tour" aqui do Brasil (Paguei cerca de USD 160,00), no passeio estava incluso um role pela Nine Milles (Saint Ann) e depois eles iriam me deixar em Ochos Rios (Pois a minha base nos próximos dias seria lá)... Bom, a agência iria me pegar na pousada por volta das 07:00hs, mas infelizmente o passeio foi cancelado, pois não fechou o número mínimo de pessoas (6) e eu fiquei sabendo disso apenas no dia... Ai começou o desespero, pois se ficasse mais 1 dia em Negril iria desandar todo o role... foi quando pedi algumas dicas para o segurança da pousada e ele me indicou um taxista particular para fazer todo o percurso até chegar Saint Ann e depois Ochos... Liguei para o taxista e no horário combinado ele já estava no portão... Porém para isso eu tive que pagar 300,00 "fucking Trumps"... Foi uma facada, mas não existe transporte público em Negril para fazer esse trajeto. Passado a "dor" de - USD 300,00 no bolso, procurei relaxar e aproveitar o passeio que durou umas 5 horas, o bom disso tudo é que o taxista, virou meu guia particular. Depois de 3 horas de role, cheguei na tão famosa "Nine Milles" o mausóleo do Bob Marley. O tour é guiado e tem duração de mais ou menos 2 horas, não me recordo o valor, mas o ticket não precisa ser comprado com antecedência. Eu fiquei mais apaixonada pela história do Bob Marley... A única parte triste do passeio é se deparar com o túmulo do mesmo, que fica "disponível" para visitas (É proibido fotografar) e o auge do tour é um show inesperado com uma banda, tocando todas as músicas do Bob Marley! Foi um sonho! Enquanto você curte o som, pode comprar uma Red Stripe (Cerveja Jamaicana) no bar e se curtir uma ganja pode se acabar, pois lá é tudo "legalize" kkkk! Terminando o tour, segui para Ochos Rios. Ochos é o melhor lugar para se hospedar na Jamaica, fica perto dos principais pontos turísticos... e o que não é tão perto, torna-se acessível, pois tem um bus station no centrinho da cidade. 3º dia “Esse dia foi louco” Haha! Meu 3º dia de trip foi absurdamente massa... Acordei cedo e fui para o bus station ao lado do hostel (Reggae Hostel) e peguei o ônibus sentido “Port Antônio”. Simmmmmmmmmmmmmmmmmmmm! Eu fui para a verdadeira “Lagoa Azul”! Iupii! Uma parte do filme “A lagoa Azul” foi gravado em Port Antônio nos anos 80 com a maravilhosa Brooke Shields. Levei 1 hora para chegar até o terminal de Port Antônio e de lá peguei um táxi. O taxista me cobrou USD 40,00 (ida e volta). O local é incrível, mas tirando a “Blue Lagoon” achei que não tinha nada mais para explorar... (Pesquisem antes de programarem mais de 2 dias na cidade). Assim que cheguei na “Blue” eu contratei um passeio na jangada, que também custou USD 40,00. O passeio tem duração de 30 minutos... é bem rápido, mas vale muito a pena. É uma experiência única estar naquele paraíso, juro! 4º Dia Ah! O 4º dia na ilha foi tipo “Jamaica Abaixo de Zero” Haha! Tirei o dia para curtir o parque “Rainforest Adventures”. Eu fechei o passeio com antecedência, custou mais ou menos USD 82,00... por esse valor eu puder curtir o “Boblsed” e também a “Dunn's River Falls”. Pra quem não sabe dentro desse parque encontra-se a montanha russa “Bobsled”, baseado na história dos competidores Jamaicanos que disputaram os campeonatos de inverno entre 1988 á 2014. No parque é possível acompanhar toda a história dos competidores em um museu. Não sei se alguém aqui viu a Glória Maria andando no “Bobsled”, mas é bem aquilo hahaa... Muita adrenalina, pois quem fica no controle de toda situação é “Você”! Haha Antes de terminar o percurso da montanha russa, um flash bem forte é disparado... Esse flash está programado para tirar foto do turista, uma forma do local adquirir mais dinheiro rs. Depois que ter me aventurado na montanha russa, me direcionei novamente para a van e fui na Dunn's River Falls. A Dunn's River Falls tem toda uma história pra mim, o clipe “Eu e Ela” do Natiruts, foi gravado lá nos anos 90 e como fã da banda eu tive que fazer o passeio. Lol. Para fazer esse passeio é preciso comprar aquelas sapatilhas especiais antiderrapentes, pois as pedras são bem escorregadias. É possível comprar as sapatilhas na entrada do parque por USD 10,00. Como todos os passeios anteriores, esse também vale muito a pena. 5º Dia Meu quarto dia na Jamaica foi bem “off”. Estava sem programação e muito cansada. Fiquei curtindo uma praia privativa ao lado do hostel em Ochos Rios. A praia é bem bonita e tranquila... Dá para deixar os pertences na areia e dar um “tichum” sem grilo. Para tirar uma onda lá é preciso desembolsar USD 1,00. Aproveitei esse “day-off” para visitar a feirinha que tem perto da praia e conversar com os nativos... eles amam conversar com brasileiros, vale a pena e de quebra ganhei um colar feito por uma jamaicana! Fofa! 6º Dia Quando eu comprei a minha passagem para a Jamaica, em nenhum momento passou pela minha cabeça sobre o aniversário do Bob Marley. Certo dia estava lendo o livro da Rita Marley (“No Woman no Cry”) e ela comentou que todo dia 06/02 rola um festival em Kingston promovido por ela, filhos e netos do Bob... Nessa hora eu paralisei, pois estaria na Jamaica no mesmo dia do festival e aniversário do Bob Marley. Eu comecei a curtir o som do Bob ainda na adolescência e vivenciar aquele momento na terra dele, seria bem surreal e foi. O festival acontece todos os anos no “Museu do Bob”... Não tinha mais ônibus disponível para Kingston saindo do bus station, logo, tive que pegar uma lotação com os nativos e mano do céu... foi muito engraçado! Haha Mas para chegar até o terminal das “lotações”, não foi tão simples assim... Na verdade até hoje não sei como faz para chegar nesse terminal... Eu lembro que pedi informação para uma policial, como ela viu que eu estava um pouco confusa, parou uma van no meio do nada e pediu para o cara me deixar nesse terminal... kkkkk Acho que eu fiquei uns 10 minutos na van até chegar nesse terminal, que mais parece um “lixão” (Juro kkk), mas ao invés de ter lixo, tem van... kkkk Entrei na Van que teria como destino “Kingston”, mas a Van (Ah! A van só deixa o terminal se estiver abarrotada de gente... kkkk) me deixou em uma favela e de lá eu peguei um táxi com 500 jamaicanos dentro rsrs... O taxista me deixou na frente do museu... Alivio por ter dado tudo certo! Rs A primeira coisa que eu vi ao adentrar no museu, foi a estátua do Bob... Ah! Quase chorei! Depois fiz amizade com uma menina da Suiça, que também estava sozinha... Foi minha companheira de cerveja, até conhecermos o nosso amigo “Rasta”... Um senhor bem fofo, que fumou maconha o role inteiro! Haha! Foi nesse festival que também pude conhecer o Julian Marley, na ocasião ele não foi muito simpático, acredito que estava sob efeito do cachimbão que ele havia acabado de tragar... Haha! (Gente! Eles fumam muito lá... e olha que não é legalizado kkk). Quando começou a escurecer eu fui embora para Ochos Rios, não me pergunte como eu cheguei, pois estava pra lá de Bagdá! Mas cheguei! É o que importa! Haha! 7º dia No penúltimo dia de trip, eu sai de Ochos e fui para Montego Bay. O trajeto foi rápido, peguei o ônibus no bus station (Comprem sempre com antecedência pelo site da aviação). Desci na parada do aeroporto de Montego Bay, pois seria mais fácil para chegar até a pousada. Assim que cheguei na pousada sai para comprar alguns souvenirs (Melhor local para comprar) e conhecer um pouco mais de Mobay. Fiquei em um pousada da frente da praia “Doctors Cave” a praia mais linda da Jamaica inteira na minha opinião... Almocei no restaurante que fica na frente da praia e depois cai pra água. Fiquei apenas 1 dia em Mobay e de fato não me arrependo, pois tirando essa praia não vi nada de muito interessante rsrs. 8º dia Último dia na Jamaica. Mas antes um mergulho para me despedir... Foi tudo muito rápido, mas bem intenso. Conheci basicamente a Jamaica inteira em 8 dias, sozinha... na maior vibe! A única coisa que eu não fiz, vou me infiltrar no meio “Trench Town”, não por tempo, por medo mesmo... Ouvi relatos que é muito perigoso cair de paraquedas lá, sem pedir permissão para entrar. Next time! Bom galera! Falei muito rápido... Eu sei... mas se não fosse dessa forma, não iria conseguir fazer o relato da viagem mais foda da minha vida. Peguei um dia aqui “a toa” no trampo e mandei ver! A Jamaica é um lugar absurdamente caro, então... preparem o bolso. Espero que a trip de vocês para esse paraíso, seja tão mágico quanto foi a minha! Eu sei que vão surgir várias dúvidas tipo nome do bus, tempo de locomoção... e estarei aqui para ajuda-los. Jamaica No problem!
  3. 1 ponto
    Olá pessoas. agora começa o relato do mochilão feito em Maio de 2017 que durou 35 dias e que me custou R$ (ainda estou somando..). Antes de tudo essa viagem surgiu de uma enorme vontade de conhecer Machu Picchu. Anos imaginando que isso não seria possível, mas saiba que NADA É IMPOSSÍVEL. Basta vontade, planejamento e gritar SIMbora!!! Agradecimentos: Aos relatos de RodrigoVix, Mariana Teles, Bárbara Fabris, letícia.amorim do mochileiros.com e victor machado que deixou seu relato e me deu coragem e segurança de fazer o trekking Salkantay sem guia e sem agência. Ao grupo do WhatsApp que foi-se criando ao longo dos meses e desse grupo, sem desmerecer os demais, um agradecimento especial e representando os demais, à Ana, que viajou sozinha e foi relatando tudo o que ocorria ao vivo, seus choros de felicidades e seus perrengues durante a viagem, histórias que esperamos também outro relato. Com base nos relatos, analisando os roteiros e formas de locomoção, onde ficar, onde dormir, o que comer - ou não. O meu roteiro foi sendo desenvolvido. E a cada pesquisa, indicação de passeios e lugares ele foi sendo moldado. Claro que era mais para se situar, porque viagem assim, querendo fazer tudo o que for possível por conta, sem contratar agências (para economizar mesmo e realmente vivenciar cada momento), há sempre os imprevistos: informações desencontradas, passeios que não deram certos, mas que foram muitos divertidos porque tudo isso é válido, mente aberta para qualquer coisa que ocorresse antes/durante e depois da viagem. Tudo vira experiência e causos para contar na roda de amigos. Depois de tudo já "pronto". Pelo menos no papel, o roteiro inicial ficou assim: Sabendo que dia iria sair de férias, já comecei a pesquisar e acompanhar o preço das passagens. Pelo menos o trajeto até Uyuni - Bolívia eu já queria deixar reservado e comprado, pois seria mais só trajeto mesmo. E nas horas disponíveis nesse início e em todas as cidades que seriam mais para passagem seria para conhecer algo próximo. Acabei por saindo de férias dia 01 de Maio, logo, fiquei com 2 dias para rever o roteiro e organizar a Jacinta, nome de minha mochila cargueira. Sim ela se chama Jacinta. Daí vocês me perguntam: Por que Jacinta? E a resposta? Coisa de VISÃO: Olhei pra ela e vi Jacinta. Sabe aquelas coisas que não tem explicação, por mais que você procure uma? Então, Jacinta não tem explicação. Jacinta simplesmente é. Jacinta. Passou dia 1o, dia 2 chegou, o dia passou, a noite chegou, o sono não. Afinal, quem consegue dormir na noite anterior à uma viagem tão esperada, tão planejada? Mentira que você consegue. Se consegue, tu tem "pobrema meo irmão!" Antes de começar o relato em si, melhor dar algumas informações/dicas do que precisei/do que precisa antes de se viajar: PASSAPORTE OU RG? Para os países da América do Sul não é exigido o Passaporte. O RG estando atualizado (menos de 10 anos) já basta. Mesmo assim eu aconselho o Passaporte. Porque você vai colecionando carimbos e acho mais prático, acho 'mais bem visto'. Houve uma situação que só entramos em uma balada porque uma amiga estava com o passaporte. (logo: somos turistas e quiseram nos 'tratar bem'). PASSAPORTE: http://www.pf.gov.br/servicos-pf/passaporte VACINAÇÃO Tema simples que muita gente costumar dificultar e ainda ficar em dúvida. Vai viajar? Veja se o lugar exige alguma vacina específica. Nesse mochilão a Bolívia exigia a vacina contra a Febre Amarela. Deve-se tomar 10 dias antes de embarcar e ter a Carteira Internacional da ANVISA, essa que irá comprovar. Entre no site e verifique um posto mais próximo que emita o Certificado, pois ele será seu comprovante. http://portal.anvisa.gov.br/ Muitos ficam na dúvida "MAS ELES PEDEM?". Vá, toma, deixe suas vacinas em dia, essa é a resposta. Se o órgão que deveria fiscalizar isso funciona ou não é outra história, você faz sua parte. E vacina é prevenção, vamos deixar a saúde em primeiro lugar. Já aproveita e vê se não tem vacinas faltando. Eu tomei, além dessa, mais 2 com retorno pra uma 3a. (essa última, até o momento que escrevo, não fui ainda tomar...rs) TOMADAS/ADAPTADORES Uma dúvida de muitos quando se vai viajar. Nesse mochilão eu não precisei de nenhum adaptador. Todas as tomadas que precisei era as mesmas usadas aqui no Brasil. O que mudava era que elas estavam acabadinhas, arrombadinhas, muito utilizadas, coitadas. Daí não segurava o pino dos carregadores. Chegue a comprar um T chato em Sucre, mas me desfiz dele, acho que em La Paz, no final da viagem. (é, fui teimoso e na esperança de que iria precisar) SEGURO VIAGEM Há quem não utilize. Dê graças a isso. Mas é algo que eu aconselho: NÃO VIAJE SEM ELE Se tu não usar bem. Se precisar, acione já que está pagando. Li relatos de pessoas que passaram muito mal. E se você não tem seguro, espero que tenha uma boa economia debaixo do colchão, porque o custo de atendimento médico no exterior , meu amigo/minha amiga, é altíssimo. Eu poderia ter acionado no último dia, em La Paz, porque estava num dia de rei, mas teimoso, tomei tudo que me diziam ser bom, até chegar ao Brasil para tomar mais alguma coisa e, assim, terminar meu reinado. DINHEIRO/CARTÃO. O QUE/COMO LEVAR? Esse foi o meu 2o mochilão. Sempre dei preferência ao dólar. 1o É mais aceito que o Real 2o Mesmo convertendo para comprar e depois convertendo para vender, compensou. Mas isso é algo que tem que ser analisado, sempre. Nessa viajem só fiz câmbio com o real quando passei pela fronteira da Bolívia, em Porto Quijarro, porque, pelas pessoas que foram, o câmbio ali, vi que estava melhor. O restante da viagem, só utilizei dólar. Que ia comparando com quem já foi e o preço que estava quando ia cambiar. Já trocava o montante que iria usar na cidade, pra não ficar perdendo tempo com isso. Não é o certo, mas era o prático. O DESGRAÇADO DO SOROCHE (O MAL DE ALTITUDE) Muito cuidado com esse vilão. Ele aparece com uma dorzinha de cabeça, um mal estar, aquela falta de ar. E se você não fizer nada, pode acabar com tua viagem. Eu li muito sobre, mas na teoria é teoria. Na prática que a gente vai ver que o bicho te pega. Você pode mascar e/ou tomar chá de coca, tomar Soroche Pills para amenizar isso. Tem gente que não sente nada, mesmo não tomando, outras, como eu, acabam com uma cartela de Neosaudina fácil-fácil. CONECTIVIDADE/WI FI Conselho? DESAPEGA. Se liga somente na tua viagem, na natureza e nos costumes. Eu utilizava somente o wifi do hostel e dos restaurantes. Fora isso, celular era pra tirar foto. Perde-se muito tempo se tu ficar conectado sempre. HÁ muitos lugares bonitos nessa viagem. Melhor parar e meditar neles que mandar um post ou fazer um check in em sua rede social. TEMPERATURA Leve isso em conta ao fazer sua mochila. Fui em Maio. Era quente de dia e muito, muito frio a noite. Tive que usar todas as roupas de frio somente no Salar de Uyuni. Porque, meodeos, que frio é aquele? É desumano..kkkk Nos demais dias, jaqueta fleece aguentava, mesmo de bermuda. Mas, cada um cada um, porque eu sou daqueles que usa roupa de frio quando não tem mais jeito. O QUE LEVEI / USEI: EQUIPAMENTO 01 cargueira 60 + 10 litros 01 mochila de Ataque 45 litros 01 saco de dormir (usei 1x no salkantay, quase usei no Uyuni) 01 barraca - 2 pessoas(usei 1x no salkantay) 01 colchão inflável, de piscina (usei 1x no Salkantay) 01 par de bastão de caminhada 01 camel bag (não usei) itens para camping - fogareiro, panelas, lanternas, talheres ROUPAS 08 camisetas dry fit (daria par me virar com 5) 02 calça-bermuda (usei 1 várias vezes) 02 bermudas (poderia me virar sem, apesar de ter usado 1) 05 cuecas 06 pares de meias (03 de trekking / 03 de algodão, essas voltaram furadas) 01 camiseta manga comprida 1a pele (usei muito e sempre com uma dry fit por cima - para ir variando as cores) 01 poncho (comprei em cusco - usei muito no Salkantay e em alguns passeios) 01 jaqueta fleece (muito usada) 01 jaqueta mais quente 01 corta vento impermeável (usado muito também, mas não confiei em pegar chuva com ele) 01 par de luvas 01 touca 01 bota impermeável 01 par de havaianas (leve sempre) ACESSÓRIOS 01 câmera Canon semi profissional 01 recarregador 01 tripé (quase não usei para não falar que não) 02 baterias para ela também 01 câmera GO POBRE e acessórios (não usei, foi peso morto) 01 celular (usei muito para fotos) 01 carregador pen driver, cartão de memória (arrisquei e não usei - aconselho fazer backup de suas fotos - USE, ou mande tudo para "nuvem") OUTROS - shampoo - hidratante - pasta e escova de dente - lenços umedecidos (indispensável - é vida isso) - protetor solar - protetor labial - álcool gel - cortador de unha - barbeador elétrico - antitranspirante - repelente - papel higiênico (usei? opa...sempre)14 REMÉDIOS - neosaudina - dorflex - pomada para picadas (foi e voltou na caixa) - ENO (levei só 4, foi muito útil) Agora irei tentar, é difícil, por mais que você anote tudo. Eu reservei um caderno só pra isso, com mapas, rotas, dicas e fotos. Usei até o 10º dia da viagem, depois foi tudo em anotações pelo celular mesmo, guardando até guardanapo do churrasco de lhama, sim, comi churrasco de lhama e sim, guardei o guardanapo, afinal, ela ele o comprovante de compra do churrasquinho.... claro que não sujei em amassei porque já tinha premeditado que iria sequestrá-lo, e nem cogitei pedir resgate. Os gastos tentarei colocar, não quando eu comprei, por exemplo, as passagens, mas no dia que foram usadas. Porque já está difícil juntar as informações, separar com o que já comprei antes, melhor não complicar.
  4. 1 ponto
    Oii mochileiros de plantão! Vou deixar aqui algumas informações sobre minha viagem aos Lençóis Maranhenses. Meu objetivo principal era realizar a travessia a pé nos lençóis. O que foi realizado com muito sucesso. Encontrei aqui no Mochileiros.com o Francisco, que topou fazer a viagem comigo. O Joel foi o nosso guia na travessia, encontrei ele em alguém relato aqui do site. Agendei a data do trekking meses antes (pois seria próximo ao feriado). Pedi todas as informações pra ele, foi ele quem indicou pousada em Santo Amaro, super gente boa!! Indicooo sem medo!!! Bom, meu voo saiu de Porto Alegre – Guarulhos – São Luís... 05/09/17 - Chegamos ao aeroporto de São Luís as 01:45. Combinamos o transfer (van) com o pessoal do nosso Hostel. Pegamos a van com o Paraíba, saímos próximo as 4 da manhã e chegamos em Barreirinhas as 8:15. Próximo as 6:30 eles fazem uma parada para café e banheiro. Quando chegamos em Barreirinhas largaram cada pessoa na frente do local (casa ou hostel). Valor: R$ 60,00 Observação: Procurei na internet pessoas que realizassem transfer de São Luís até Barreirinhas e encontrei o Denilson (contato 0xx98 98488-6346) conversei com ele pelo whats, ele cobra R$60,00 sai as 3h e chega as 7h em Barreirinhas. Mas no fim das contas, não precisei utilizar os serviços dele. Chegamos no nosso Hostel Cama, Café e Aventura https://www.booking.com/hotel/br/cama-cafe--e-aventura.pt-br.html ,fica longe do centro, em torno de 15min caminhando. Fizemos a reserva pelo booking em quarto duplo com banheiro compartilhado, no valor de R$ 50,00 cada diária com café da manhã (realizamos o pagamento em dinheiro). Tem wifi disponível 24h. Não tem ar condicionado, e nos fundos do hostel tem uma saída direta para o Rio Preguiças. Chegamos cedo e o pessoal que estava no nosso quarto já estava saindo. A Ana e o Alexandre nos deixaram totalmente a vontade para tomar um café, enquanto limpavam o quarto. O café da manhã é completinho : café, leite, pão, presunto, queijo, bolo, pão de queijo, e algumas frutas. Pessoal, tenham um pouco de atenção quando reservarem hostel, não é um hotel ok?? No caso deste hostel, eles abriram a casa deles para que as pessoas se hospedassem, me senti totalmente em casa, ficávamos conversando na sala, vendo tv, como se fizéssemos parte da família mesmo. O local é simples. A noite tem muita muriçoca (pernilongo) por isso leve repelente. A tarde realizamos o Circuito Lagoa Bonita: O passeio sai as 14h e volta em torno de 19h. Realizamos com a empresa Mar Azul (pagamento pode ser realizado no cartão). A empresa te busca no local combinado, você irá em uma Hilux adaptada. Antes de iniciar o passeio eles param em um mercado para que você compre água e algo para comer de lanche. São 16km em uma 4x4, na areia fofa, em torno de 1:20min balançando no carro. Cuide se você ficar na ponta do banco, pois a vegetação é de muitos galhos e podem te machucar. Na chegada, antes se subir, tem umas barracas com pessoal vendendo água, castanha, tapioca. Para chegar as lagoas, você terá que subir uma duna de 70m bem íngreme, até tem uma corda para ajudar. Leve água, protetor e lanche. Você verá o pôr do sol. Jantamos na Beira Rio (onde se encontram alguns poucos restaurantes). Comemos uma pizza média a moda do pizzaiolo e 4 queijos + suco no Barlavento. Gastamos R$ 26,00 por pessoa. 06/09/17 - Pela manhã ficamos no hostel, e fomos até o centro dar uma volta. Genteeee do céu!!! Que calor hein! Só deu tempo de ir e voltar, não aguentava mais hahahah, sou gaúcha e literalmente estava derretendo lá. Voltamos para o hostel e fomos curtir um pouco do Rio Preguiças. A tarde realizamos o Circuito Lagoa Azul: também fizemos este passeio pela parte da tarde. Saímos as 14 e voltamos um pouco antes das 19h. Diferente do circuito anterior, lá nas lagoas não tem estrutura nenhuma, então compre tudo antes de ir. A distância é de 12km. Na volta do passeios, temos que atravessar a balsa, ali tem umas pessoas vendendo tapioca, comi uma de carne seca – valor R$ 5,00. Na volta jantamos em um local chamado Lanchonete Central, que fica bem em frente a ao Pague Menos na av principal. Pagamos R$10,00 em um prato feito com arroz, feijão, massa, salada e carne (a escolher entre frango, carne de boi, peixe). 07/09/17 – Marcamos o passeio pelo Rio Preguiças, que vai a Vassouras (onde tem os pequenos lençois e o macaquinhos), Mandacaru e Caburé. No caso faríamos a travessia de Caburé até Atins em lancha. As 8:00 da manhã deixamos o hostel e pegamos a lancha. Em Mandacaru subimos no farol e na volta comprei um picolé de cupuaçu (R$ 2, 00) na lanchonete bem em frente onde as lanchas param. Em Caburé tem praia, ficamos um pouco por lá e depois almoçamos no Restaurante Portal do Caburé. Comi peixe frito com arroz verde e camarão, vinagrete e suco de Bacuri (500ml). Gastei 43,00 e o local aceita cartão. As 14h realizamos a travessia para Atins. Lembre-se de avisar o local onde você ficará lá em Atins, que você está fazendo a travessia e chegará próximo horário. Porque isso?? Não avisamos, e tivemos que ir caminhando da praia até o nosso hostel. Pensa: 14:20 , sol raiando, você pisando em uma areia fofa quente (pegando fogo) , de havaiana com mochila pesada nas costas. Impossível né? Kkkkk aquilo foi momento crueldade do dia! Ficamos no hostel O Peixe de Boa Hostel https://www.booking.com/hotel/br/o-peixe-de-boa-hostel.pt-br.html#tab-main , reservado pelo booking em cama beliche, quarto misto, com banheiro compartilhado, no valor de R$35,00 a diária sem café da manhã. Não tem ar condicionado e o wifi informado no site só existe em horários determinados, é oculto e somente o dono do local coloca a senha! O bar não abriu no dia em que estávamos lá. Primeiramente, não tem recepção no hostel, chegamos lá e ficamos procurando alguém para nos atender. O local é meio escuro, chegamos a tarde e estava insuportável ficar lá dentro. No hostel eles só fazem cavalgadas , no caso me orientaram a procurar outros passeios na pousada ao lado, que foi onde fechei o Passeio da Revoada dos Pássaros. Voltando a falar sobre o hostel: hoje em dia as pessoas estão conectadas 24h, seja no celular, no computador, enfim... muitos dependem da internet por algum motivo. Quando você olha no site e lá diz que tem wifi, você já sabe que por pior que seja o sinal, em algum momento você terá o wifi disponível ok? O que aconteceu foi que chegamos e pegamos a senha somente as 19h. Mandei algumas mensagem para o meu Guia do Trekking pois queria combinar de despachar um pouca das minhas coisas e aliviar o peso da mochila. Um outro hóspede estava vendo sobre sua volta para Barreirinhas no outro dia. Bom, como não sabíamos do fato de que a internet era desligada as 21h, saímos, fomos jantar e na volta....não existia mais internet! Paciência...no dia seguinte 7h da manhã quando o dono chegou fomos pedir a senha novamente. Ele ficou super indignado, como que nós precisávamos de internet as7h da manhã?? Estávamos ali, e o objetivo não era ficar “conectado” e sim sair, conversar ir a praia blá blá blá....ok, cada um com seus problemas. Mas mesmo liberando a internet por 30min, não resolveu os problemas de ninguém! Lembre-se lá o sinal de telefone é péssimo, só pega OI e olha lá.... Enfim, só para lembrar que jantamos em uma pizzaria italiana que tem bem no final da cidade. Estávamos em 3 e pedimos 2 pizzas (gigantes) + 2 sucos e 1 capirinha, R$ 60,00 por pessoa. Após fomos tomar uma cerveja no bar em frente ao nosso hostel. 08/09/17 – Na noite anterior fechamos uma passeio para a Lagoa da Capivara e já nos deixariam em Canto de Atins (de onde sairíamos para o trekking). Durante este passeio você passa primeiro no Restaurante do Sr Antônio para pedir o almoço, depois passa um tempo na lagoa da Capivara, vai um pouco na praia e volta para uma lagoa para tirar o sal do corpo e segue para o Almoço, em torno de 12:30. No início do passeio já deixamos nossas mochilas no restaurante do Sr Antônio, pois dormiríamos lá. A diária em rede é R$35,00. Para o almoço pedimos Camarão Grelhado, arroz, feijão, farofa e salada de tomate R$90,00 + suco de caju 1litro R$ 15,00. Comi bombom de cupuaçu e bacuri (R$ 2,50 cada). As 14h nosso guia chegou e as 17:30 nosso fomos ver o pôr do sol e comer uns cajus. Aqui não tem wifi, não tem sinal de telefone, energia elétrica somente das 18:30 às 22h. Jantamos algumas coisas que tínhamos levado na mochila. Durma nas redes que estão longe do restaurante (próximas ao banheiro) é melhor pois eles atendem até umas 21:30, então terá barulho, luz etc.... 09/09/17 Levantamos as 04:30 para tomar café (pão, margarina, bolacha salgada, leite e café). Combinamos com nosso guia Joel (quem quiser contato só pedir) que devido ao peso das nossas mochilas (em torno de 8kg) faríamos os 10km inicias do trekking (a parte que é na praia) de quadriciclo, pois a areia é dura, assim pouparíamos nossos pés. Pagamos R$100,00 por pessoa para realizar este trajeto. Nós tomando uma tiquira com Caju com nosso Guia Joel! Vimos o nascer do sol (fantástico). Começamos a caminhar as 6h. Paramos em uma lagoa. Chegamos em Baixa Grande as 9:30. Distância de 13km. Ficamos na casa do seu Moacir e da Bete. Tem banheiro feminino e masculino, tem uns 4 chuveiros com água temperatura ambiente. Dormitório com rede. Energia elétrica somente das 18:30 as 21h. Almoço e janta: arroz, feijão, massa, farofa e frango (a carne você pode escolher entre frango, peixe e cabrito). Jogamos sinuca com os guias e as duas francesas que estavam lá. Tomamos tiquira com caju. Subimos até as dunas para ver o nascer da lua. Fizemos uma fogueira e assamos umas castanhas de caju. Fomos dormir era umas 22:30. Neste dia gastamos R$ 107,00 : R$35,00 cada refeição – almoço e janta + R$35,00 da diária com café + R$ 2,00 refri o qual dividimos. 10/09/17 - Acordamos as 5h, tomamos café (pão, ovo, manteiga, bolacha salgada, café e leite). Saímos as 6h em direção a Queimada dos Britos. Distância: 12km. Atravessamos o Rio Negro que divide a região de Barreirinhas e Santo Amaro. Fomos na lagoa das queimadas. Chegamos na casa do Sr Raimundo (pai do Carlos Queimada, um guia conhecido pelo pessoal do mochileiros) e da Dona Joana as 09:45. Na entrada do povoado tem muito caju, mirim(uma frutinha pequena, de cor preta bem docinha). Aqui neste apoio os banheiros eram separados dos chuveiros. Tomamos uma tiquira com caju, conversamos com o Sr Raimundo e mais um primo dele que chegou ali também. Almoçamos peixe frito, arroz, feijão, massa, salada de tomate e de sobremesa uma fatia de goiabada. Após fomos descansar na rede embaixo do cajueiro (ô coisa boa). Lá pelas 16h quando o sol já estava menos quente, fomos na lagoa que tem atrás do apoio, uma lagoa cor de coca cola. No final do dia fomos até as dunas ver o pôr do sol. A janta foi praticamente a mesma coisa do almoço. Nesta noite comecei a sentir minha panturrilha. Tomei um relaxante muscular e fui dormir as 20:45. Neste dia gastamos: R$ 118,00: R$35,00 cada refeição – almoço e janta + R$35,00 da diária com café + 1 água de litrão e 1 tiquira. 11/09/17 – Acordamos as 4h. Tomamos café (bem reforçado) café, leite, tapioca, ovo, banana, laranja. Saímos 5h em direção a Betânia. Distância 18km. Paramos três vezes neste dia, quando chegamos na subida da última duna, eu estava acabada, o sol estava forte, a areia começando a esquentar e eu morrendo de calor. Chegamos no apoio, Restaurante Cantinho da felicidade as 10:45. Tomamos 4 cervejas de litrão rapidinho hahaha. Neste apoio tem energia elétrica, mas não tem sinal de telefone. Pedimos cabrito para o almoço: arroz, feijão, massa e carne de cabrito. Após o almoço descansamos na rede. Após fomos caminhar pelo povoado. Assamos umas castanhas de caju, tomamos água de coco. O restaurante fica bem em frente ao Rio, consequentemente tem uns mosquitos, leve repelente. A janta foi a mesma coisa do almoço+ salada. Neste dia gastamos R$ 126,00 : R$35,00 cada refeição – almoço e janta + R$35,00 da diária com café + 1 água de litrão e 2 cervejas. Fui dormir próximo das 21h. 12/09/17 - Acordamos as 4h. Tomamos café (tapioca, bolo, ovo, café, leite, frutas). Saímos 5h em direção a Santo Amaro. Distância 12km. Chegamos em Santo Amaro as 08:30. Ficamos na Pousada Lagoa Azul https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g1397862-d4945559-Reviews-Pousada_Lagoa_Azul-Santo_Amaro_do_Maranhao_State_of_Maranhao.html pagamos R$ 70,00 na diária em quarto duplo, com banheiro, wifi, ar condicionado(ufa) e café da manhã. Chegamos e já nos ofereceram café (pão, presunto, queijo, tapioca, ovo frito, café, leite, frutas) . Almoçamos no Restaurante do Gordo, fica umas 4 quadras da Pousada. O restaurante é simples, a comida e boa e o valor é maravilhoso. Um prato feito de carne de sol, arroz, feijão, farofa e salada R$15,00, a coca litro R$6,00. A tarde fomos dar uma volta para conhecer a cidade. Encontramos a Casa do Picolé, que fica atrás da igreja. Peguei sorvete de tapioca e de coco verde. R$ 10,00. A cidade é pequena e não tem muita coisa para fazer. Não marcamos passeio para as lagoas. 13/09/17 – Tomamos café, organizamos nossas coisas e fomos almoçar no restaurante Caminho das Dunas, o local é simples, a comida é boa e um pouco mais cara que o outro restaurante. Gastamos R$ 28,00 por pessoa na refeição que foi: carne assada, arroz, feijão, massa, farofa + suco de maracujá. Não conseguimos comer toda a comida então, a dona do restaurante fez uma marmitinha para nós . Tinhamos agendado a o transfer para São Luís para as 14h. Fomos de hilux adaptada até um certo ponto, descemos e seguimos com o carro de um nativo até São Luís. Chegamos no aeroporto de São Luís as 18h. Pagamos R$ 70,00. Gastos: Hostel Cama, Café e Aventura (Barreirinhas): R$50,00 a diária x2 = R$ 100,00 Hostel O Peixe de Boa (Atins): R$ 35,00 Passeio Circuito Lagoa Bonita: R$ 70,00 Passeio Circuito Lagoa Azul: R$ 60,00 + 5,00 Passeio Rio Preguiças + Travessia de lancha Atins: R$ 80,00 (50,00 + 30,00) Passeio Lagoa da Capivara: R$ 70,00 Alimentação em Barreirinhas : R$ 26,00 + 10,00 Alimentação em Atins : R$ 60,00 Alimentação em Caburé: R$43,00 Alimentação em Santo Amaro: R$ 17,00 + 10,00 + 28,00 Restaurante Sr Antônio: R$90,00 + 15,00 + 35,00 + 5,00 Água , Cerveja, Picolé : 28,00 Quadriciclo: R$ 100,00 Baixa Grande: R$ 107,00 Queimada dos Britos: 118,00 Betânia: 146,00 Pousada Lagoa Azul (Santo Amaro): 70,00 Transfer São Luís a Barreirinhas: R$ 60,00 Transfer Santo Amaro – São Luís: R$ 70,00 Gastos sem passagens aéreas: R$ 1458,00 O que achei? O lugar é lindo, as pessoas são super receptivas, um ponto complicado é que as duas cidades de entrada para os Lençóis, Barreirinhas e Santo Amaro não tem estrutura suficiente para receber os turistas, mas talvez seja isso que faça com que o local esteja cuidado ainda. Barreirinhas tem alguns locais para comer na Beira Rio, já Santo Amaro é praticamente os restaurantes simples. Eu não ligo para isso, mas tem pessoas que já foram e ficaram apavoradas com isso. O que levar para o trekking? Blusa de manga longa, shorts, protetor, boné, havaiana ou uma papete...você caminhará em vários tipos de solo como areia dura, areia fofa, areia úmida, passará por lagoas. Leve uma mochila pequena somente com o básico: os guias indicam no máximo até 5kg, assim não cansará tanto. Leve lanches como barrinhas de cereal, bolachas, amendoim, chocolate (que vai derreter), e em torno de 1l de água, ou mais se achar necessário. Leve dinheiro pois em nenhum apoio passa cartão hein! Sobre o trekking? Vá de coração aberto! Você estará convivendo com pessoas simples mas que tem um coração imenso, que estão ali para te receber, te oferecer o conforto e a alimentação necessária para você continuar a caminhada. Conversas, dar risadas, tudo é experiência! Estar em um lugar onde o homem ainda não tem muito acesso, ou seja que ainda não conseguiu destruir e tirar a beleza daquele lugar é algo maravilhoso. Poder ver o nascer do sol, da lua, ver o pôr do sol, que por mais simples que seja, no nosso dia a dia quem faz isso??? É um momento no qual paramos e valorizamos totalmente a natureza. Ficamos no meio de animais, ali tem porcos, galinhas, patos, cachorro, gato, sapo, cabra, ovelha, enfim....todo mundo junto em total harmonia. É nesse momento em que aprendemos a ser mais humildes, em ter certeza que o SER é melhor que o TER. Que naquele momento aquilo é o suficiente, e nada mais é necessário. Aprendi muito...e com certeza mudei, e mudei para melhor! Ahhh... Dica para tomar tiquira: tome a tiquira e chupe um caju azedo kkkkkkkkkk Obrigada Maranhão!
  5. 1 ponto
    - Como sempre, em toda viagem que faço, planejo muiiito, com bastante antecedência. Essa é a quinta viagem ao exterior, todas nas Américas do Sul e Central. Estive, pela ordem, desde 2015: Peru (Lima, Cusco, Machu Picchu, Chiclayo, Iquitos e Chachapoyas), Equador (Guayaquil e Quito), Colômbia (Bogotá e Letícia), Panamá (Cidade do Panamá) e por último, uma semana atrás, em Curaçao, pertencente à Holanda, em pleno mar do Caribe. - Não sei desde quando existe a Empresa AVIOR-Líneas Aéreas Venozelanas, saindo do aeroporto de Manaus até Curaçao (alguns quilômetros acima da Venezuela), fazendo escalas em Barcelona e Valência (ambas cidades pertencentes à República Bolivariana da Venezuela). - Um dia, indo buscar um parente no aeroporto de Manaus, olhei para o quadro de avisos de decolagem e aterrisagem de aeronaves e me deparei com o voo da AVIOR, partindo para Barcelona e Valência. Qual não foi minha surpresa ao indagar no balcão da Companhia que a “Barcelona e a Valência” do Aviso eram na Venezuela e não na Espanha, pois as duas são homônimas nos dois países. - Indaguei sobre o itinerário e me disseram que essa linha fazia: Barcelona, Valência, Caracas (suspensa por enquanto), Curaçao, Lima e Bogotá. Perguntei quais dias, horários e preços para Curaçao, já que era um lugar bastante próximo, saindo de Manaus, onde moro e também porque já queria conhecer há bastante tempo. - O que fiquei sabendo foi o seguinte: os voos saem e voltam de/e para Manaus em dias alternados, isto é: saem aos domingos, terças e quintas-feiras. Retornam às segundas, quartas e sextas feiras. Nada aos sábados. A passagem só pode ser comprada no balcão da Companhia em “cash” (dinheiro vivo) e custa ida e volta Manaus/Curaçao/Manaus R$ 1.000,00 por pessoa. Não sei se ainda continua o mesmo preço. Comprei em fevereiro deste ano, 2017, para mim e minha esposa (R$ 2.000,00), já com os assentos marcados para a ida e para a volta. Não tem voo direto para Curaçao e nem retorno direto para Manaus. É preciso pernoitar em Valência na ida e na volta, porque não dá tempo de fazer as conexões e os dias não coincidem. - Por isso, a necessidade de fazer um bom planejamento antes de qualquer viagem: pesquisar hotéis nos vários sites, como Booking.com (pra mim, o melhor), Trivago, TripAdvisor, Hotéis.com, etc, etc. Pesquisar os destinos, passeios turísticos, hotéis, praias, hotéis no YouTube (lá tem tudo, ou quase), em site com este (Mochileiros), Google, etc. - Baixar Mapas no celular de todos os destinos, mesmo os de conexão, caso queira fazer um passeio rápido, ir a um shopping, etc. Baixar Apps dos destinos, baixei o de Curaçao e Valência, bem como o GPS desses lugares. - As tomadas, tanto na Venezuela e em Curaçao são do tipo três pinos (um redondo e dois chatos). Levar adaptadores para carregar celulares, notebooks, etc. Não tem para vender por lá. - Alugar de antemão um carro para conhecer algumas das 38 praias de Curaçao (não compensa ir de táxi, não tem coletivos na ilha). Pode entrar nos vários sites como Rent a Car, Expedia (o que achei mais em conta, todos pedem um depósito antes (com cartão de crédito internacional, como Visa e Mastercard) e estornam para sua conta, se nada acontecer com o carro até o ato da devolução, por sua culpa, arranhões, batidas, etc. Por isso é importante fazer um check-in em todo o carro quando te entregam: pneus, lataria, sobressalentes, documentos. Recebe e devolve com o tanque cheio. Não se preocupem, que a gasolina é barata: média de 1 florim (moeda local) holandesa, equivalente a mais ou menos R$ 1,50. Aluguei um carro para o 4º dia de estadia na ilha, até o último dia. Entregaram-me um Kia Picanto automático (que eu já tinha escolhido pela foto), com ar-condicionado, era o mais barato. Caso vocês forem em família grande, existem outros modelos maiores, porém mais caros e dependendo da Agência, o preço dobra. Os três primeiros dias eu e minha esposa aproveitamos para descansar da viagem, pois chegamos já de tardinha, conhecer a cidade a pé, procurar restaurantes (muiiiitos), pesquisar preços, tirar muitas fotos, pois tudo é bonito, andar e andar, tirando fotos e mais fotos. - O comércio local abre às 9h e fecha às 18h, todos os dias, impreterivelmente, ficando fechado aos domingos (TUDO). - Não esqueçam de levar protetor solar, para usar todos os dias, mesmo se não for às praia. O sol de Curaçao é implacável, não tem árvores nas ruas e poucas marquises de lojas. - O sol nasce às 6h e se põe (em julho) às 19.10h. Tem wi-fi grátis no entorno de Willemstad, capital da ilha e sede do governo. - Não tem mosquitos, não precisam se preocupar com repelentes. Na Venezuela exigem o Cartão de Vacina contra a Febre amarela nos aeroportos. Em Curaçao, não. - Tanto em Curaçao, quanto na Venezuela (Valência), o asfalto é muito bom, de primeira, não se vê emendas de tapa-buracos, como em várias avenidas e ruas do Brasil. 1º DIA – 16/07/2017 – DOMINGO – DE MANAUS À VALÊNCIA (VENEZUELA) - Saímos de Manaus às 9h no voo 9V 1271. Depois de uma rigorosa revista de malas e bagagens de mão (RX, passaportes, Cartão de Vacina contra a Febre Amarela, PF), embarcamos num Boeing 737-200, com destino à cidade de Barcelona (Venezuela). Chegamos às 11.25h. Aqui começou o “perrengue”: como a Venezuela está em crise, havia poucos funcionários civis e militares para fazerem os trâmites de entrada no país, receber as malas, entrar em outra fila de outras conexões, rumo à cidade de Valência, nosso destino final desse dia. Fila única, ficamos 1h para fazer os trâmites de entrada, carimbar passaportes, receber as malas e entrar em outra fila, fazendo tudo de novo, revista de malas e bagagens de mão, sapatos, cintos, relógios, etc. Nessa fila ficamos 2h. A fome era bruta, pois só estávamos com o café da manhã. Aeroporto pequeno, feio, uns dois “restaurantes”, com comida duvidosa e vários e imensos cartazes com frases de efeito do grande líder Hugo Chávez, ao lado de Simon Bolívar e Nicolás Maduro. Quando fomos para a sala de embarque, já estava quase na hora de pegar o avião de conexão para Valência (Venezuela). Nessa época do ano é verão nos trópicos, saímos com muito calor de Manaus e o mesmo acontecia em Barcelona. Mais ou menos 35º. Na sala de embarque, que é na parte de cima (são dois andares) estava um pouquinho mais ventilada e era mais ampla do que na de inspeção e despacho de bagagens (embaixo). Não existe ar-condicionado em nenhuma das duas. Compramos dois salgados e duas Cocas (não vendem cervejas), pagando com dólar e recebendo o troco em Bolívares Fuertes ou Bfs (moeda da Venezuela). Tive o cuidado de ao sair de Manaus trocar 100 dólares em nota de 1 dólar. Tomem cuidado nisso, pois não existem casas de câmbio nem caixas eletrônicos nos aeroportos de Barcelona e de Valência (Venezuela). Aceitam dólares, se for em valor pequeno. Não adianta dar uma nota de 10 ou 20, muito menos de 100. Não vão lhe dar troco. Embarcamos às 15h em outro Boeing 737-200 e chegamos em Valência às 16h. No site “Mochileiros”, vi o relato de uma pessoa que fez uma viagem em fevereiro para a Venezuela e indicou a Agência de Viagens “Volcanos Tours”, cuja gerente, Sra Franci Paolucci (+58 416-8400482-WhatsApp) reservou para nós o Lidotel (hotel 4 estrelas) em Valência e eu lhe mandei através do PayPal a quantia de US75, pela hospedagem de um dia nesse hotel, com direito a café da manhã e mais quatro traslados do aeroporto Valência/hotel/aeroporto Valência, na ida e na volta. Ela me mandou, através e-mail o voucher do hotel, então não tivemos nenhum contratempo para realizar o check-in, pois já estava com o documento na mão. O valor desse hotel, pesquisando pelo TripAdivisor sai numa média de R$ 450,00, sem traslados; façam a conta. O hotel é muito bonito, com piscina (não deu tempo de desfrutar), seis andares, bem em frente ao shopping mais famoso de Valência: SAMBIL (pertence à uma rede de shoppings). Só atravessar a rua. Quem nos buscou foi o Sr Cesar (trabalha com a Volcanos Tour e por conta própria também). Tem uma SUV KIA grande e confortável. Rapaz simpático, cordial e amigo. Deve ter uns trinta anos de idade. Compreende bem o português, basta falar “despacito” (devagar). Mas, tanto eu como minha mulher entendemos e falamos bem o espanhol. Não foi problema. (O telefone dele é +58 414-4993308- WhatsApp). Como era domingo, quase não tinha trânsito e o traslado do aeroporto até o hotel levou cerca de 40 min. Estrada com ótimo asfalto, rodeada de árvores, Valência é toda verde, incrível, tudo muito limpo e bonito. Não é uma cidade turística, é considerada a cidade mais industrial da Venezuela, embora tenha praias no extremo norte e visitadas por muitos turistas, como Morrocoy. Na saída do aeroporto ocorreu um pequeno problema: eu já tinha a foto do César no meu WhatsApp, que a Sra Francis tinha mandado, e ele tinha a minha, mas não o encontrei na saída do aeroporto. Como nosso voo atrasou mais de meia hora, pensei que ele tinha ido embora. O calor também era insuportável. Deixei minha mulher com as malas, depois de sofrermos de novo na fila de revista e fui procurar o Cesar nos pontos de táxis, quem sabe ele estaria esperando lá ao invés de na sala de desembarque? Procurei, procurei, nada. O que fazer? Meu telefone é da TIM. Nem sei qual operadora se usa na Venezuela. Não havia wi-fi no aeroporto. Foi quando avistei um Sr que vestia (por acaso) a camisa do Brasil. Só que ele era venezuelano. Pedi ajuda a ele e prontamente usou o seu celular para chamar o Cesar, que estava nos esperando no aeroporto ao lado (internacional). Em Valência tem dois aeroportos, como em Manaus: um para voos estaduais e outro para internacionais. Como viemos de Barcelona para Valência, nosso avião pousou no estadual. Ainda bem que eram bem próximos. O Sr Cesar veio nos encontrar a pé e nos ajudou a transportar a bagagem até seu carro, que estava no estacionamento ao lado. Depois que o Sr Cesar nos deixou no hotel, fomos até o balcão da gerência, fizemos o check-in e fomos para o 5º andar, com vista para a piscina, parte de trás do hotel. Como já passava das 18h, resolvemos deixar as malas no hotel e ir até o shopping comer alguma coisa, pois na Venezuela tudo fecha mais cedo (20h), por causa das manifestações e sensação de insegurança. Só atravessamos a rua e já estávamos no shopping. A praça de alimentação é enorme e o Sr Cesar (eu já havia lhe pedido por WhatsApp) tinha levado para nós 140.000 Bfs em troca de 20 dólares. Nem sei o valor disso, só sei que jantamos (e almoçamos ao mesmo tempo), uma comida muito boa, dois pratos com salada bem fresca, com vários pedaços de frango empanado, arepas, pães e refrigerantes. Aqui também não vi nenhum tipo de bebida alcoólica e eu estava doido pra tomar uma cerveja, com aquele calor todo que fazia. Pagamos por tudo o equivalente a mais ou menos R$ 20,00. Depois de comermos, passeamos um pouco pelo Shopping (roupas e sapatos muito caros), só a comida é barata, apesar de dizerem que estão passando fome por lá. Tem Bob's, McDonald's, Subway, etc. Não vi nenhum clima de intranquilidade, ninguém fardado, polícias de nenhuma espécie, ninguém bêbado, arruaceiro, mendigos e pedintes. Tudo calmo. Voltamos ao hotel, tomamos banho e descemos até a piscina do hotel para tirarmos algumas fotos. Subimos para o nosso quarto (5007, chave eletrônica) e fomos assistir um pouco de TV, a maioria dos canais com propagandas do governo. Fomos dormir às 23h. 2º DIA – 17/07/2017 - SEGUNDA-FEIRA – DE VALÊNCIA A CURAÇAO - Tomamos café às 7h. Demos uma volta em torno do shopping SAMBIL e retornamos ao hotel. Arrumamos as malas, fizemos o checkout e o Sr Cesar já nos aguardava. Saímos às 9.30h e levamos 1h para chegar até o aeroporto internacional. Como era segunda-feira o tráfego estava mais complicado. Parece que a maioria dos venezuelanos tem carro, seja rico, de classe média ou até pobre, porque o litro da gasolina custa o equivalente a R$ 0,38 (trinta e oito centavos de Real). Mais barato do que uma garrafa de água mineral (R$3,00). Ficamos na fila para o check-in das 10.30h até 11.30h. Não tem lugar para sentar. Aeroporto pequeno e abafado, sem ar-condicionado. De novo a mesma rigorosa inspeção de bagagens, RX, carimbo de passaportes, tira cinto, sapatos, relógios, celulares, bota tudo de novo, sem nenhum lugar para sentar. Quando chegamos na sala de embarque, já estava quase na hora de embarcar para Curaçao. O avião, um Boeing 737-400 estava previsto para sair às 13.35h. Só saiu às 16h, porque estava esperando um voo atrasado da Copa Airlines, que vinha de Medellín e tinha mais passageiros para pegar esse voo. Somente 40 min de voo e já estávamos chegando em Curaçao. Aqui, mais “perrengue”. Tem de carimbar a entrada nos passaportes, passar de novo pelas mesmas rigorosas revistas, pegar sua bagagem e se dirigir para a saída. Venta muito em Curaçao, tanto que na aterrisagem o avião entra na pista meio de lado. Eu tinha feito contato anteriormente pelo WhatsApp, com um taxista do Uber para me pegar na saída do aeroporto em Curaçao, mas o mesmo não se encontrava. Já tinha me dado as características de seu veículo e o local onde encontrá-lo. Mandou uma mensagem para o meu “Zap”, já no hotel, se desculpando e disse que cansou de esperar pelo meu voo e o aeroporto não informava nada. Não tiro a razão dele, já que o avião atrasou mais de 2h. Por sorte, quando nos dirigimos para o ponto dos táxis na saída do aeroporto, o táxi da vez era dirigido por uma brasileira, Sra Raquel, que também faz serviços particulares, além do ponto no aeroporto. O aeroporto fica numa extremidade e a cidade de Willemstad, a capital, fica na outra, atravessando no sentido da largura numa reta só, passando pela frente do Shopping SAMBIL de Curaçao (é uma rede de shoppings esse SAMBIL), tem em quase todas as cidades da Venezuela e estenderam seus serviços também a Curaçao, por causa da proximidade do país. Não há serviço de barcos, navios ou “ferry-boats” ligando Curaçao à Venezuela, apesar de distarem só 50 Km. Tem de pegar o avião mesmo. O aeroporto de Curaçao é pequeno, porém muito bonito e moderno. Os trâmites de imigração são mais rápidos do que nas cidades da Venezuela. No avião mesmo eles já lhe dão um formulário para preencher com seus dados, local de hospedagem e nº de dias a ficar no país. Como é um aeroporto internacional, dali chegam e saem aviões para quase toda a parte do mundo (principalmente Holanda, EUA, países da América do Sul e Central e outros. Também há voos regionais ligando as três ilhas ABC (Aruba, Curaçao e Bonaire), todas pertencentes à Holanda. A moeda local é o florim (vale a metade de 1 dólar), também chamado de Guilten. Melhor levar dólares, porque se recebem em todos os estabelecimentos, levem dinheiro trocados, porque senão receberão o troco em florins e terão de gastar tudo na ilha a não ser que pretendam ir à Holanda. Ao lado do aeroporto ficam as diversas agências de aluguel de carros. Se você não fez a reserva on-line, pode alugar ali mesmo, na hora, se ainda tiver algum carro disponível, mas são tantas agências que dificilmente você não encontrará um do seu agrado e com a vantagem de nem precisar pegar um táxi até seu hotel se optar por alugar imediatamente. Chegamos ao nosso hotel (não tem estacionamento, como a maioria localizados no centro de Willemstad) uma hora depois, pois a ilha parece pequena, mas não é. Tem bastante tráfego e os motoristas andam bem devagar. Quase não há sinais de trânsito. O aeroporto fica na parte da cidade chamada Otrabanda, que é onde fica a maioria das praias. Quando vai chegando ao centro da cidade, Willemstad, tem de atravessar uma ponte suspensa (só carros) por sobre um canal que divide a cidade em duas partes: Punda, o bairro onde ficam a maioria dos hotéis, lojas, restaurantes e o lado mais bonito, onde ficam aquelas casas todas coloridas, uma ao lado da outra, bares e restaurantes à beira do canal (são os mais caros). Uma cerveja Corona, long net, que tomei lá custou US8,00. Quase R$30,00 por uma cerveja... mas a vista compensa.... Se quiser tomar outros tipos de cervejas em outros lugares, existem outras bem mais baratas, sendo a mais popular a “Polar”. Tem a Heineken também, aliás são as preferidas dos visitantes holandeses, porque a maioria do povo é de origem latina, principalmente venezuelanos. Tem uma outra ponte só para pedestres: esta ponte é montada sobre barcos e tem uma extensão de mais ou menos 1km. À noite ela é toda iluminada por arcos coloridos ao longo dela e torna a paisagem bem pitoresca, com os reflexos sobre o canal. Todos vagueiam pra lá e pra cá tirando fotos de todas as maneiras. De qualquer lugar é bonito...à noite nós também atravessamos a ponte, que se abre para a passagem de algum barco ou navio a qualquer hora (soa uma sirene quando isso acontece, para alertar os transeuntes), se for demorado tem a opção de pegar um pequeno barco que fica ancorado bem perto para fazer essa travessia de graça, tanto de um lado, como para o outro. Depois de nos instalarmos no hotel, que tem duas portas (uma para quem vai jogar no Casino, que funciona no térreo, sem fumantes, graças a Deus, apesar de eu não gostar de jogar fui umas duas vezes para tentar a sorte. Consegui ganhar US50,00 e outra ao lado para os hóspedes. Tem serviço de elevador, os quartos são muito bons, com ar-condicionado, wi-fi, água quente, apesar de não precisar, pois em Curaçao faz calor todos os dias do ano. Raramente chove. Não pegamos nenhum dia de chuva. No primeiro andar, acima do térreo fica o restaurante, onde tomamos o café da manhã já incluído na despesa do hotel (café, leite, sucos, ovos, frutas, etc). A limpeza dos quartos é feita diariamente e trocam a roupa de cama, levam o lixo, trocas as toalhas e reabastecem os sabonetes, shampoos e condicionadores. Dos quartos não se ouvem o barulho do Casino. Este hotel fica no centro de tudo. Em 5 min já está na parte mais bonita da cidade: a ponte flutuante e os casarões coloridos ao lado. Saímos do hotel nesse primeiro dia, depois de arrumarmos as roupas nos armários, colocar os valores no cofre do quarto, tomar banho, colocar bermudas e chinelos, munidos com alguns dólares, cópias dos passaportes (ficaram também no cofre, junto com a doleira, etc). Descemos do elevador no térreo e munidos com os celulares fomos tirando fotos desde o Casino até a outra parte da ponte, no bairro Otrabanda, onde há vários restaurantes baratos e de frente para o canal e os casarões iluminados do outro lado do canal. Que vista deslumbrante! Deste lado também tem um Casino muito grande e muito iluminado, chamado “La Bahia”. Não entramos. Também deste lado tem vários outros restaurantes voltados para o público classe média alta num centro comercial chamado Rif Fort, local privilegiado para se tomar fotos do por do sol e fica ao lado de um hotel sofisticado, com praia particular, chamado Renaissence (não sei se é assim que se escreve, mas é mais ou menos isso). Na parte de baixo, ficam as lojas de souvenirs (caríssimos, do outro lado é mais barato) e na parte de cima os restaurantes (que também são caros, para o meu padrão). Tomamos duas caipirinhas, não lembro o preço, tiramos algumas fotos e voltamos de novo pela ponte para o nosso hotel. Nenhum policial nas ruas, muitas crianças brincando, muitos turistas, nenhum pedinte ou mendigos pelas ruas, nenhum bêbado, ninguém pra lhe encher o saco. Não nos sentimos ameaçados em nenhum lugar, mesmo porque a cidade parece um carnaval, de tanta gente, de tanta raça, de tantas roupas e pessoas diferentes, principalmente as pessoas loiras e de olhos azuis, predominantemente holandeses, que chegam todos os dias nos aviões da KLM, aquele de dois andares e de cor azul. Esses preferem quase que exclusivamente beberem o dia, a tarde e a noite toda na beira do canal, onde a vista é a mais bonita, inclusive contando em certas horas da noite de shows ao vivo, inclusive com aulas de dança, onde todo mundo adere, pois é muito contagiante, já que o ritmo é mais de salsa, cúmbia e merengue. Ah! Uma coisa excelente: tem wi-fi grátis em toda a cidade, banda larga, 4G, de modo que você não precisa estar no seu hotel para falar com seus familiares e amigos. Isso é uma cortesia do governo para os turistas. Tanto faz estar em Punda, como em Otrabanda, desde que não seja tão longe do centro. Por exemplo, não tem wi-fi em nenhuma praia, a não ser que você se hospede em um resort afastado da cidade e só fique nessa praia, o que não aconselho, pois Willemstad é uma das cidades mais bonitas que já visitei. 3º DIA – 18/07/17 – TERÇA-FEIRA - Tomamos café tarde, às 9h, passeamos pelo centro, olhamos algumas lojas, começamos já a comprar lembranças para os parentes e amigos, tem de tudo: chaveiros, bonés, toalhas, roupas, porcelanas, etc. Almoçamos em frente ao hotel, subimos e trocamos de quarto para um double, bem maior e com mais uma cama, porque nossa chave magnética não estava funcionando direito. Ligamos o ar-condicionado e ficamos no quarto descansando, porque ao meio-dia o sol é tão forte, que não tem como sair, a cidade não tem árvores e as lojas quase não tem marquises. - à noite, fizemos um lanche e minha mulher foi tentar a sorte no Casino do hotel. Eu subi para o quarto, estava muito quente. 4º DIA – 19/04/17 – QUARTA-FEIRA - Passeamos pelo centro de Willemstad, compramos frutas no Mercado Flutuante (veja no Google) e levamos para o frigobar de nosso quarto no hotel. À tarde, saímos para comprar lembranças para os amigos e parentes, assistimos o pôr-do-sol no píer, quase em frente ao nosso hotel. Antes tiramos fotos na Praça Principal, onde têm um grande letreiro com as letras C U R A Ç A O. À noite fomos curtir um pouco nos restaurantes à beira do Canal, com direito a show ao vivo de uma dupla de cantores locais, muito bons, que como sempre, cantavam músicas caribenhas, bem animadas. Escolhemos o Restaurante “Iguana Café”, bem no centro de outros restaurantes, lado-a-lado. O interessante é que os restaurantes ficam de um lado da rua e as cadeiras ficam sob toldos, à beira do canal. Os serventes vêm até sua mesa e você faz sua escolha: só bebidas, tira-gostos ou refeições. Foi aí que tomei a cerveja “Corona” mais cara de minha vida: USD8,00. Quase R$30,00 por uma long et, aquela garrafinha fina e miúda. Tá doido...só pra quem tem $$$$..... e muitos tem..... 5º DIA – 20/07/2017 – QUINTA-FEIRA - Depois do café esperamos na recepção do hotel os representantes da Expedia.com, em cujo site alugamos um carro marca Kia, modelo Picanto, automático, com ar-condicionado, pois tinham ligado para o hotel no dia anterior dizendo que nos entregaria neste dia às 10h. Ficamos com ele até o dia de pegar o voo de volta de Curaçao, no dia 24 de julho, devolvendo-o em perfeito estado e com o tanque cheio, assim como nos entregaram. Importantíssimo fazer um check-in em todo o carro, verificar arranhões, amassados, estepe e “macaco”. Eles deixaram o carro num estacionamento bem perto (5 min), onde estacionamos todos os dias, pois quase nenhum hotel possui. Tem uma máquina semelhante em alguns outros países, chamadas parquímetros. É necessário ter bastantes moedas de 1 florim, que é o preço que se paga por 1h de estacionamento em qualquer lugar. Pouquíssimos hotéis possuem estacionamento, pois a cidade é pequena, então existem vários estacionamentos espalhados pela cidade. Nós demos sorte de sempre encontrar vaga naquele perto de nosso hotel, mas fique atento: só se paga o estacionamento entre os horários de 8h até às 18h. Muitos deixam para estacionar após essa hora para não pagar e correm o risco de estacionar em lugar proibido e serem multados. Não vale a pena, pois 1 florim é a metade de 1 dólar. Nós sempre pegávamos o carro logo após o café, saindo com ele por volta de 9h, pagava 1 florim, depositando a moeda no lugar e registrando o nr da vaga do veículo. Vi muitos carros com uma espécie de trava nas rodas traseiras por não depositarem o valor correto das horas estacionadas, tendo então que se dirigir até à Prefeitura, pagar uma multa, para então o funcionário ir até o carro retirar as travas. Então se você acha que vai passar das 8h para retirar o carro do estacionamento, corra até o parquímetro onde ele está estacionado e deposite tantos florins, quanto acha que seja necessário. Eu tive dificuldade em aprender, mas sempre tinha alguém estacionando e pedia ajuda, depois ficou fácil. Aos domingos não paga por nenhuma hora, é grátis. Nesse dia a cidade “morre”. Não abre nada, nem para o café da manhã... fique atento, se o seu hotel não fornece, compre alguma coisa para o domingo. Nós só conseguimos almoço num KFC, que estava aberto do outro lado da ponte flutuante, isto é, em Otrabanda. Por sinal estava muito bom. Compramos mais dois para levar para comer no hotel mais tarde. Continuando a parte em que peguei o carro, as funcionárias foram comigo até o local, fiz uma revisão, minha mulher notou que tinha um amassado embaixo do farol direito e a funcionária fez a anotação no Registro que ela levou e eu assinei. Fiz um depósito calção de US150,00, que eles estornam para sua conta após a devolução do veículo em perfeito estado, limpo e com o tanque cheio. Como vieram duas funcionárias em carros diferentes, voltaram em um e nos deixaram o outro, que eu e minha mulher já demos partida e saímos em direção à Otrabanda, em busca do Shopping SAMBIL, único em Curaçao. É preciso fazer uma grande volta na cidade para pegar a mão certa para cruzar a ponte sobre o canal (não é permitida a travessia de pedestres). As placas de indicação são poucas e as que existem são escritas em holandês, então você segue a intuição... eu costumava seguir para onde ia a maioria dos carros, mas muitas vezes errei o caminho e tinha de fazer o retorno (todos são bem longos e complicados). Encostava ao lado de um carro num sinal e perguntava ou então parava no acostamento e perguntava a algum pedestre. Todos explicavam na maior boa vontade, inclusive algum ou outro motorista mandando segui-lo. Chegar até o shopping não é difícil, cerca de meia-hora após cruzar a ponte, em velocidade reduzida (60Km/h). Em Curaçao ninguém tem pressa. O shopping SAMBIL é pequeno, bonito, com ar-condicionado, wi-fi grátis, só tem um andar e a praça de alimentação fica no centro e nos quatro lados ao redor existem lojas de “marca”, com grande variedade de produtos, perfumarias, eletroeletrônicos, roupas, drogarias, relojoarias (comprei um relógio marca Fóssil, semelhante aos da SAMSUNG, que se conecta com o seu celular, você atende e faz chamadas por ele, acessa seu WhatsApp, Google, etc, além de ter GPS, porém tem de estar ligado ao celular pelo Bluetooth. Comprei por que achei mais barato do que os que vendem no Brasil (metade do preço) no cartão de crédito. Almoçamos num self-service, porque não conseguia entender o cardápio da maioria dos restaurantes, porque estava em espanhol, só que com nomes que nunca tinha visto na vida. Assim como em Curaçao e em Valência, se você for como eu, que gosta de comer feijão, vai ficar só na vontade... simplesmente não tem! Nesse shopping tomei duas cervejas “Polar”, sempre long net. Não existem cervejas como no Brasil em garrafas grandes, ou Chopp ou em latas. Só as fininhas mesmas e são caras. No shopping paguei o equivalente a US$ 2,00 por cada cervejinha, multiplique isso por R$3,50 que foi por quanto comprei o dólar no momento de viajar.... (sete reais por uma cervejinha), ainda bem que a comida foi até barata. Cerca de R$ 20,00 (pagando em florins). Ah! Tinha me esquecido: nesse dia choveu muito enquanto estávamos lá dentro. Parece até que tínhamos adivinhado em ir pra lá. Não tem sala de cinema, pelo menos não cheguei a ver. Fizemos hora por lá e quando a chuva cessou pegamos o carro no estacionamento do shopping (de graça) e fomos em direção do hotel, passando antes no hotel Hilton, onde fomos conhecer o lugar (pier) de onde sairia uma embarcação (metade barco, que fica sobre a água e metade submarino, submersa), com várias escotilhas para você apreciar o fundo do mar, corais e peixes, porque reservamos esse passeio para o dia 22, através da Internet (Atlantis Submarinos Tours), US 39,00 por pessoa em um passeio de 1h. Tem de reservar antes, pois se deixar para ir comprar lá pode não ter vagas (são limitadas pelo número de escotilhas, 15 de cada lado, além de só sair em dias alternados). - Depois deste passeio, voltamos novamente para Punda (estávamos em Otrabanda) e seguimos em direção à outra praia famosa, mas deste lado de cá, chamada Mambo Beach. É uma das mais frequentadas pelo povão, vamos dizer assim, por ser mais perto do centro e por contar com uma infraestrutura muito boa. Tem um estacionamento enorme do lado de fora (de graça). Depois você caminha em direção à praia, que é particular, passando por um shopping (tudo mais caro); paga-se US5,00 para entrar na praia e mais US$ 5,00 se quiser uma cadeira, com direito também a um chapéu de proteção. Muiiita gente, mas a praia é muito bonita, tem lugar pra todos e tem um quebra-mar, para que a água fique igual uma piscina, sem ondas e pouco profunda, água morna e transparente. Não se pode entrar com bebidas nem comida, tem de consumir nos bares locais. Ficamos até de tardinha, queria fotografar o pôr-do-sol, mas estávamos com fome e cansados, então voltamos para o hotel às 17h. O sol em Curaçao só se põe às 19.15h. Voltamos para o hotel e à noite fomos degustar alguma coisa e tirar mais fotos. Voltamos às 22h e minha mulher foi direto para o Casino e eu subi para o apartamento. 6º DIA – 21/07/17 - SEXTA-FEIRA - Saímos cedo, logo depois do café, para conhecer uma das praias mais afastada, mais bonita e mais famosa de Curaçao: Kenepa Grande. Tem de atravessar a ponte e andar, andar, andar.... 90 Km/h, 2.30h de viagem. Valeu a pena, nunca vi uma água tão azul, tão transparente, tão calma e com um visual tão bonito... ainda mais com um céu sem nuvens, sol a pino e ao lado de sua esposa e companheira, que tudo topa, tudo está bom, tudo tá certo... Não tem sinalizações, você tem de se guiar por um mapa, não pega internet, não sei usar o Google Maps, então fui perguntando pelo caminho... quando chegamos.... o carro fica estacionado numa parte alta é é preciso descer uma escadaria até à praia. De cima você já vê aquela maravilha da natureza, areia branca, água da cor do céu, parece uma piscina, ladeada por um barranco, aliás é uma pequena baía. Embaixo tem banheiros (1 florim) e um barzinho que vende tira-gosto e cervejas “naquele preço”. Como sou prevenido, já tinha levado na minha bagagem uma bolsa térmica. Coloquei umas quatro “Polar”, refrigerantes e água, que tinha comprado de véspera e tinha posto no freezer do apartamento. Só tem de pagar pela cadeira (quase uma cama) de madeira por US 5,00 que alguém vem lhe cobrar assim que você ocupa. São numeradas. Ali, pela primeira vez experimentei tirar fotos e filmar dentro da água com o Galaxy S8+, que eu tinha comprado há um mês em Manaus. Será que a propaganda era certa mesmo ou eu iria perder minhas fotos e o dinheiro que já tinha pago? Pois não é que saíram perfeitas? Podem comprar: não entra água, não estraga na água salgada e as fotos e filmagens saem muito boas. Só se chega nesse paraíso quem tem carro, não tem coletivo e um táxi pra lá sairia o preço do aluguel de um carro por quatro dias. Além do mais o taxista teria de lhe esperar. Não vale a pena, melhor alugar a droga do carro e pronto. Afinal você vai pra lá pra curtir e não pra sofrer suas férias. Saímos de Kenepa Grande às 16h. Uns 10 min mais abaixo, já voltando, está a praia de Kenepa Pequena, uma miniatura da que estivemos, bonitinha, mas só para tirar fotos, o que fizemos, logo retornando ao carro para pegar o rumo de “casa”. Engraçado que na volta levamos só 1.30h, pois não cometemos mais os erros que fizemos na ida e ainda encontramos alguns “atalhos”. Tivemos de abastecer o carro já quase na chegada, pois estava abaixo de meio-tanque. Ainda bem que a gasolina é barata. Custa 1 florim o litro (metade de 1 dólar) e você mesmo abastece e paga o correspondente no guichê onde ficam os funcionários. Como já eram quase 18h quando chegamos, ficamos dando umas voltas até poder estacionar de graça. Quase não achava vaga, aliás encontrei a última, pois todos querem estacionar onde ficam a maioria dos hotéis. Do meu quarto dava para avistar o meu. Muitos preferem pagar 1 florim e achar logo a vaga antes das 18h, do que ter a surpresa de não encontrar vaga e ter de procurar outro estacionamento mais afastado se chegar depois. 7º DIA – 22/07/17 – SÁBADO - Depois do café, pegamos o carro e nos dirigimos ao píer do Hotel Hilton, um dos mais famosos e caros da ilha, fica do outro lado, Otrabanda, é preciso cruzar a ponte e 20 min depois já se chega. O carro fica num estacionamento para visitantes, nos identificamos numa portaria e entramos pela sacada do imenso hotel, que tem sua própria praia particular, somente para hóspedes.Com os papéis da reserva da Atlantis Tour, já feita pela Internet no Brasil, nos dirigimos ao píer, onde às 10h encostou o “barco-submarino” (metade barco, sobre a água e metade submarino, embaixo dágua, com 15 escotilhas de cada lado). Entramos, mostramos nossos papéis, fizemos o pagamento, que é na hora, pode ser com cartão ou cash e quando todos os turistas já estavam a bordo, o “capitão e guia” explicou os procedimentos em espanhol e depois em inglês. Zarpamos às 10.30h, nos afastando um pouco da costa e depois de 10min descemos por uma escada à parte inferior do barco, com um pequeno corredor central e bancos dos dois lados em frente às escotilhas para se olhar o fundo do mar, que é bem raso. As pessoas vão entrando e ocupando os primeiros bancos. Eu e minha esposa ficamos em lados opostos, para cada um fotografar por ângulos diferentes. Como a água do mar do Caribe é muito transparente, logo, logo, avistamos os primeiros cardumes de várias espécies de peixes e bancos de corais. O barco-submarino se deslocava lentamente para que não perdêssemos nada e por um alto-falante o comandante ia explicando cada cardume de peixes por onde passávamos e que chegavam bem em frente às escotilhas. Se eu ainda utilizasse aquelas câmeras de filmes, teria gasto mais de 10 rolos, de tantas fotos e filmagens que fizemos. Valeu a pena, tudo muito bonito, ainda mais que o tempo em Curaçao está sempre limpo. Meia-hora depois o “capitão”, foi para a parte de cima e mergulhou com roupas de mergulhador e tubos de oxigênio nas costas e foi espalhando ração para os peixes, que parecem já estar acostumados com esse passeio do barco e se aglomeravam ao redor de nossa embarcação. Eram tantos, que mal distinguíamos o mergulhador. A embarcação ficou totalmente rodeada de vários cardumes, principalmente os “peixes-sargentos”, amarelos com listas negras. Um espetáculo! Atenção para as pessoas claustrofóbicas: teve uma senhora que não aguentou ficar tanto tempo encerrada e retornou com seu esposo à parte de cima da embarcação, uma pena... Ao voltarmos para Willemstad (Punda), cruzando novamente a ponte suspensa, seguimos direto até uma fábrica, onde se fabricam os licores mais famosos de Curaçao: o “Curaçao-Blue”; infelizmente fecha ao meio-dia nos sábados, queríamos ver a fabricação (é aberta ao público) e comprar algumas garrafas, dizem que lá é mais barato, para presentear os amigos. Acabei comprando três no comércio local (Super market) perto do mercado flutuante, ao preço de 15 florins. Não é a mais tradicional, que é em forma de coração, e sim como uma lognet, mas o sabor é o mesmo. Se for comprar em lojas de artesanatos saem muito caras. Resolvemos então conhecer mais uma praia que estava no nosso roteiro, que também é particular, da mesma forma que “Mambo-Beach”, uma meia-hora mais adiante: “Jan Thiel” (pronuncia-se Jantil). Como não tem placas indicativas fui perguntando ao longo do caminho sobre a “Playa Janthiel”, ninguém sabia, até que uma senhora falou: Jantil? - Isso mesmo! Ah, você segue essa rua, dobra na segunda à direita, depois à esquerda, vira na segunda “rotunda” (para nós conhecida como “bola”), onde convergem várias ruas..., pega a mão do meio, segue em frente, passa por uma segunda rotunda, vira pra direita, depois à direita novamente e já vai ver a praia... (???????). Cheguei à praia mais de 1h depois, após fazer vários retornos, mas assim como em todas praias que fomos em Curaçao, essa também era muito bonita. Estacionamos fora, adentramos por vários restaurantes e também pagamos somente as cadeiras, também o mesmo preço: US5,00. Ainda bem que tínhamos muitas notas de dólares trocadas de pequeno valor. Entre a praia e a areia, tem uma piscina enorme represada pela água do mar. Que gostosura! Imperdível! Tomei duas “Polar”, ao preço de US3,00 cada e antes de escurecer voltamos para "casa". 8º DIA – 23/07/2017 – DOMINGO – ÚLTIMO DIA EM CURAÇAO - Depois do café da manhã, pegamos o carro, atravessamos para Otrabanda e fomos à uma praia chamada Pirata Bay, bem ao lado da praia do hotel Hilton, separadas por um barranco, sendo que essa não é particular, mas você também não pode levar bebidas e comidas e paga-se pelas cadeiras (US 5,00). Eu levei minha sacola térmica com algumas Polar e tomava escondido enrolada na toalha, quando ninguém estava olhando. Também é uma praia bonita, azul transparente, morna e sem ondas e bem perto, meia-hora do hotel. Também estaciona-se do lado de fora; aproveitei para pedir a um Sr para lavar (limpar o carro por 10 florins), já que teria de devolvê-lo amanhã no aeroporto, limpo e abastecido. Para entrar na praia você entra por uma porta, onde tem um imenso galpão coberto, com estátuas e fotos de piratas, por isso o nome da praia “Pirata Bay” e onde ficam os funcionários para venderem bebidas e comidas. Em frente fica aquela linda praia azul, sem ondas e de água transparente. Diz a lenda que o famoso pirata Cap Morgan escondeu um tesouro por ali e nunca foi encontrado. Retornamos ao meio-dia, estacionamos o carro e atravessamos a ponte flutuante para almoçar no KFC, único lugar aberto, compramos mais dois para levar para a janta no hotel. Arrumamos as malas para viajar amanhã e fomos dormir. 9º DIA – 24/07/2017 – SEGUNDA-FEIRA – DE CURAÇAO À VALÊNCIA (VENEZUELA) - Acordei cedo, desci até o estacionamento com uma toalha molhada, fiz mais uma última limpeza no carro, limpei os tapetes, depositei 1 florim no parquímetro, subi, tomei banho, tomei café e fui fazer o checkout no hotel. Tudo certo, pegamos o carro às 9h e fomos para o aeroporto de Curaçao devolvê-lo e fazer o check-in no aeroporto. Depois de tudo acertado, fomos despachar as malas, fazer todo o procedimento, carimbar passaporte, inspeção de bagagens, RX, etc, etc. Nosso voo estava previsto sair às 15.55h, mas só saiu às 16.30h, pois estava esperando um voo de conexão. Para quem for fazer essa viagem, espero que tirem proveito de minha experiência e cheguem aos aeroportos com uma antecedência de no mínimo 3h. As filas são imensas, a imigração é demorada, a inspeção idem, idem. - Comemos alguma coisa no aeroporto, gastamos todos os florins que tínhamos, com exceção de duas cédulas e moedas pra coleção e depois de muita espera conseguimos embarcar no Boeing 737-400, Voo 9V 1207, da AVIOR, com destino à Valência, Venezuela, onde chegou 40 min depois. O Sr Cesar, taxista contratado pela Agência “Volcanos Tours”, já nos esperava no aeroporto internacional. Embarcamos e 1h depois estávamos no Hotel Venetur, considerado 5 estrelas, que tínhamos reservado pelo site “Amoma Hotéis”, pois o Booking não trabalha nessa cidade. O ruim é que não tem como desistir, se fosse o caso, pois já lhe cobram antecipadamente. Como tudo é em inglês, não tive o cuidado de ler nas entrelinhas. Ainda bem que tudo deu certo. Depois do check-in, (tinha o Voucher comigo), subimos para o 6º andar. Dei 1 dólar para o ajudante que levou as malas, tomamos banho e descemos para jantar, pois o restaurante do hotel só fica aberto até às 20h. O restaurante fica no andar térreo, à beira da piscina, só tinha eu e minha esposa para jantar. O hotel estava quase vazio, por causa da crise na Venezuela, que afastou todos os turistas. Por isso o preço estava barato e a comida também. Tomei logo três cervejinhas e depois de uma comida excelente feita na hora, retornamos ao apartamento e fomos assistir TV um pouco. Por sorte estava passando o Jornal da Globo, na TV a cabo. Como estávamos muito cansados, dormimos logo depois de mandarmos notícias aos parentes e amigos pelo WhatsApp do wifi do quarto (bem lento), com um sinal melhor no térreo. Chuveiro quente (que não consegui fazer funcionar), cama king size, TV, ar-condicionado, wi-fi, frigobar, janelas para a piscina do hotel. Muito bom, tudo limpo e silencioso, lembrava um pouco o hotel do filme “O Iluminado”, com Jack Nicholson, por causa dos extensos corredores. Tem serviço de elevador e chave magnética. 10º DIA – 25/07/2017 – TERÇA-FEIRA – VALÊNCIA – VENEZUELA - Como nosso voo para o Brasil só sairia no dia seguinte, 26/07/17, ficamos mais um dia em Valência. Depois de um excelente café, parece até que só tinha eu e minha esposa no hotel.... não tinha mais ninguém nessa hora, que diferença do hotel em Curaçao!.... pena... tudo por causa de um governante... bom, fica a opinião de cada um...Valência, assim como Caracas, também existem manifestações, foi o que me explicou o Sr Cesar e estava marcada uma greve geral para o dia seguinte, todas as avenidas que dão acesso ao aeroporto e ao centro da cidade seriam fechadas, de modo que marcamos para ele nos buscar às 8h do dia seguinte. Meu voo estava marcado para sair às 13.15h, mas ser prudente nunca é demais. - Nessa terça-feira que ficamos em Valência pedimos ao Sr Cesar que fizesse um pequeno tour conosco na cidade e depois nos deixasse em outro shopping sem ser o SAMBIL. Ele nos levou até um lugar chamado Campo Carabobo, uma espécie de parque, semelhante à Quinta da Boa Vista (quem conhece o Rio de Janeiro-RJ), com uma larga avenida no centro, rodeada por grandes jardins, tudo muito calmo e no final desta avenida tem um monumento guardado pro dois soldados (vestidos de vermelho), bem elegantes, guardando, bem, não sei o quê... ali foi travada a luta de independência dos venezuelanos, liderados por Simon Bolívar, contra os espanhóis. Tem um grande arco do triunfo com a face de Bolívar ao centro e ladeados de bustos dos generais comandantes na época da guerra. Pagamos pelo passeio US 20,00. Ficamos por lá durante 1h mais ou menos, tiramos várias fotos e retornamos com o Cesar para o Shopping Metrópole, gigantesco se comparado com o SAMBIL. Almoçamos e ficamos lá dentro até anoitecer, quando caiu um temporal, que durou mais ou menos meia-hora. Compramos sanduíches no McDonald's para levar para o hotel, porque não iríamos descer para jantar. Nos dirigimos ao ponto de táxis e embarcamos num que faz ponto dentro do shopping (são os chamados “de confiança”). Nos cobrou 600 Bfs até o hotel, menos de US 5. Fiquei até com pena, pois era longe, quase 1h de viagem. Assistimos o Jornal Nacional na TV a Cabo do quarto, arrumamos as malas pela última vez, para deixar tudo pronto para o retorno amanhã de volta ao Brasil (Manaus). - Algumas considerações sobre o Hotel Venetur (considerado 5 estrelas): a) fica localizado longe de tudo, só se chega de táxis, não tem linhas de ônibus próximas, aliás pouco vimos coletivos na cidade, parece que todos andam de táxis ou possuem carro, por causa do preço da gasolina. b) sair à noite a pé, nem pensar, fica numa ladeira, e tem de dar muitas voltas caminhando por lugares isolados e a Venezuela está atravessando um clima péssimo no momento. c) vimos no YouTube antes de viajarmos algumas propagandas do hotel, chega a dar pena: vazio, vazio, sem nenhum glamour dos tempos áureos. Continua bonito, salões imensos, imponentes, mas sem vida. Cadê os hóspedes?... parecia e muito com aquele hotel onde se passou o filme “O Iluminado”, com Jackson Nicholson (para quem viu). Os corredores são imensos, acarpetados, lembra a cena do filme do menino andando com seu velocípede. d) o wi-fi é péssimo, muito lento, muitas vezes tive de descer até o hall e pedir a senha da parte de baixo, que é menos lenta, para mandar uma mensagem para casa. e) tomei banho frio durante os dois dias, pois mesmo trocando de quarto, porque tinha uma torneira com vazamento e a chave magnética do quarto anterior não funcionasse e mesmo telefonando para a recepção, não apareceu ninguém para consertar e Valência faz um pouco de frio à noite, ainda mais que estava chovendo. f) poucas tomadas nos quartos, só tinha uma disponível e mais outra no banheiro. Para carregar os celulares usávamos as duas ao mesmo tempo. Não esqueçam de levar adaptadores, não tem lugar para vender e o hotel não dispõe. É tipo americana, com dois pinos chatos e um redondo. g) o café da manhã é ótimo, incluindo frutas e sucos, não usam pães, só arepas (igual uma tapioca, só que é feita de milho). Bonito, com uma piscina enorme e localizado numa colina rodeada de árvores. 11º DIA – 26/07/2017 – QUARTA-FEIRA – DE VALÊNCIA (Venezuela) A MANAUS - GREVE GERAL NA VENEZUELA! Tudo fechado, tudo parado.... parecia um dia de domingo. Tomamos o café da manhã bem cedo, descemos com as malas e às 8h entramos no táxi rumo ao aeroporto. Como alguns cruzamentos já estavam bloqueados, levamos quase duas horas para chegar ao aeroporto, mesmo sem trânsito, porque tivemos de fazer muitas voltas até chegarmos. Ele nos deixou no aeroporto estadual, já que teríamos de descer em Barcelona e fazer a conexão para Manaus. Nos despedimos dele, entramos nas enormes filas de despachos de bagagens, carimbos de passaportes, sala de RX, etc. O voo saiu no horário e descemos em Barcelona às 14h. Filas e mais filas para check-in, carimbos de passaportes e inspeção de bagagens de mão, as maiores já tinham sido despachadas diretas de Valência para o voo de conexão para Manaus. Não precisamos retirá-las em Barcelona. Só conseguimos entrar na sala de embarque às 16h. O avião saiu às 17.10h. Acabei de escrever o diário de bordo nele, um Boeing 737-200. Chegou em Manaus às 19.25h, onde retiramos as malas sem nenhum problema. Graças a Deus tudo foi perfeito, apesar da instabilidade por que passa o povo da Venezuela neste momento. Curaçao ultrapassou todas as nossas expectativas: povo amável, cidade belíssima, praias de um azul inacreditável, limpas e transparentes, areias brancas e finas, com alguns cascalhos no fundo, que às vezes atrapalham caminhar até chegar a um lugar mais profundo, tem pessoas que compram uma espécie de sapatilhas, não achei necessário, apesar de algumas vezes chutar alguma pedra maior, basta ter cuidado e olhar para o fundo, que é tão transparente, que você consegue enxergar tudo. Como não somos de badalação, não fomos a nenhum evento noturno, embora a ilha ofereça bastante opção. Enfim, espero que tenham gostado do relato e tirem algum proveito para sua próxima viagem a esse inesquecível paraíso. Abraços a todos. “ No meio do caminho sempre tem alguma pedra, contorne-a e siga em frente...”
  6. 1 ponto
    Galera, A viagem foi demais!! Vou começar logo pelas dicas, pois foram os perrengues que passei e você pode evitar =) Dicas gerais - Leve pouca roupa.. Para 3 ou 4 dias no max. Vc pode lavar por la (é barato e em 2h estão secas), e/ou vc vai comprar/ganhar roupas. - nao reserve tours, nem hostel, pela internet. Fisicamente é sempre mais barato - sempre pesquise os tours em mais de 3 agencias, e leve o preço da ultima na próxima. - veja os horarios dos onibus de longa viagem antes de ir pro terminal - sempre guarde tudo que lhe for entregue na entrada e saida do pais - pesquise a taxa de cambio em mais de 3 casas de cambio (bs 2,04, peso chileno 186, soles 0.94, foram as melhores que achei) - tente calcular tudo q vai gastar e faça o cambio 1x só. É dificil mas se conseguir consegue econonizar - Na mochilinha q vai levar dentro do bus: travesseiro de viagem, algodao (p/ nariz para poeira. Bolivia principalmente), fone/protetor auricular, touca, luva e blusa extra - pegue ônibus a noite, vc economiza 1 noite de hostel e chega no começo do dia na cidade. (Pegue cama) - não leve frutas ou vegetais ao entrar no chile, multa de 200 dólares. - leve um ou mais livro ou kindle, vc pode esperar muitas hrs até a saída de um onibus. - se for pras lagunas salgadas, leve roupa de banho e uns 2L de água pra tirar o sal depois - Geiser de tatio, Chile. vá muuito bem agasalhado, peguei -13 e sensação térmica de -25 - fui com um mochila deuter de 42l, recomendo uma maior.. Mas tbm levei algumas roupas que não usei.. A aqui vai minha planilha de planejamento, que peguei aqui mesmo de uma viagem de 2012 se nao me engano, mas nao tenho mais o link. Topico da Alessandra, se nao me falha a memoria, muito obrigado! =) Mochilar_ROTEIRO_Bolivia_Peru_Chile_2017.xls
  7. 1 ponto
    O relato propriamente relatado Dia 1 um amigo me levou pro aeroporto de GRU pq me enrolei todo no dia e provavelmente iria perder o voo. O Aviao em guarulhos saiu as 19:15, com conexao em lima, Peru. As 00:30 sai de lima para sta cruz-BO. Dia 2 - BO Depois da imigração boliviana, aduana e revista da mochila, as 6 da manhã peguei um taxi pro terminal bimodal. (60bs). O cambio na plaza principal foi muito melhor q no aeroporto. 400 reais deram 810 (0,49).. No aeroporto 300 reais deram só 500 bob (0,60). Andei por sta cruz prox ao terminal. Nao tem nada. Fui na plaza Principal, so tinha a igreja e muitos pombos. Comi o hot dog de 20cm e uma fanta papaya por 20bs. Comi bastante cuñape (tipo um pao de queijo) 1 bob cada. As 17h saiu meu bus pra la paz. Esse foi um dia longo, pq quase nao dormi e o bus so saiu as 17h. Dia 3 (200bs bus) Passei um baita frio pelas 4 da manha. As 7h da manha ainda no ônibus pra la paz, já devia estar acima dos 3000m pq desci pra ir no banheiro e voltei ofegante. Cheguei em la paz por volta de 13h. Sai andando pra achar o hostel. Bash and crash, um lixo. Água gelada, sem papel no banheiro, luzes queimadas, camas/colchões ruins.. Guardei as coisas e fui andar por la paz e encontrar agências para os tours. Muita subida pra todo lado, pesquisei em 5 agencias mas preços praticamente não mudam. Maxima diferença foi de 10bs. Fechei 3 passeios, tiuanako, chakaltaya + vale de la luna e o downhill. Dia 4 (90+100bs) Segunda feira, foi o dia de ir pra tiuanako. Uns 120km de la paz, 2hrs de bus. Grupo de 23 pessoas. So eu e mais 2 brasileiros. Muito legal as ruinas, puerta del sol, museus de ceramica e de pedra. A precisão dos cortes das pedras sao fantasticas. Segundo o guia, as piramides do egito não chegam nem perto. Monolitos enormes com mais de 100 toneladas esculpidas, erguidos e montadas de forma precisa. Depois almoçamos, eu comi carne de llama. Nada demais, carne macia, mas nada demais. Dizem que nao tem colesterol nenhum. Voltei pro hostel umas 5h da tarde. Dia 4 (90+15bs) Dia de subir o chakaltaya 5305m, a van sobe ate perto de 4800m depois vai na caminhada. São duas etapas e para um 'primeiro cume' e o cume real. Subida bem difícil pela altitude, mas consegui. Tinham uns 8 brasileiros na van, uma senhora de 70 anos do Tocantins e tbm subiu (ate a primeira parte) uma guerreira. Depois descemos e fomos para o vale de la luna, Muito bonito as formações rochosas. Vale la pena. Nesse vale da pra ir por conta, pegar o teleferico amarelo, o "ponto final" fica proximo . Ao voltar pro centro de la paz estava havendo protestos, então tivemos que dar um puta volta e chegamos la uma 3h da tarde. Dia 5 (300bs) Dia de ir para carretera de la muerte. Pesquisei em varias agencias na calle sagarnaca..e tudo praiticamente igual. O melhor preço foi 300bs com a bike mais simples, mas tbm mto boa, fui com a agencia no fear adventure. A van sobe ate 4700m e descemos de bike até 1200m. Uma moça boliviana com seu vo de 68 anos desceram, senhor de coragem. Achei demais. São quase 5hrs de descida com 1h de asfaltado e mais 4h na terra e ripio. Tem momentos que pegamos muita velocidade, uma adrenalina muito boa pq sempre depois vem curva. Ao final paramos num bar com almoço incluso e um rio do lado. Muito bom. Eu e 1 chileno e um casal argentino formamos um grupo e tomamos varias cervezas, Judas, rimos e se divertimos muito. As 19h estavamos em la paz denovo. Dia 6 (30bs) Dia de ir pra copacabana, peguei o ônibus as 8:30. Ônibus pequeno e apertado. Hoje tbm comecei a ler "Livre". Cheguei em copa por volta de 13h, não tem terminal é tudo na rua. Já comprei a passagem pra cuzco e o passeio para isla del sol e luna para o dia seguinte. Fui pro hostel (florencia) e depois fui almoçar no lago titicaca, uma truta muito boa por 25bs. Mais tarde fui ao cerro calvario, uma boa subida e uma bela visão do lago lá de cima. Desci, fui no mercado, comprei pão e cerveja e subi denovo para calvario para ver o por do sol. Muito bonito. E estava tendo uma festividade na cidade, com carros enfeitados, fogueiras e oferendas a pachamama, fetos de llama jogados na fogueira e cervejas estouradas pro alto. Muito interessante e diferente pra mim. Voltei pro hostel por volta de 7h da noite. Banho e conheci um Casal da dinamarca que estava conversando com a dona do hostel, Muito simpaticos, falamos ou tentamos muito em espanhol depois descobrimos que em ingles era mais fácil pra todos kkkkk. Dia 7 (30bs) As 7:30 da manha café no hostel, arrumei a mochila e fui pro caz pegar o barco para isla del sol e luna. A saída do barco atrasou bem e saímos quase as 9h, uma mulher foi brincando com seu filho com bonecos de dedo (superman, Pikachu e homem aranha kkk) quase a viagem toda... 1:30 de ida. As ilhas não tem muito o que fazer. Subindo as trilhas tem uma otima vista, tanto do sol qto da luna. As 18h da tarde parti pra cuzco (120bs) "cama". Ao chegar na migração da bolivia para sair da bolivia, o papel verde que me deram ao entrar na bolivia não estava preenchido entao me cobraram 50bs para poder sair da Bolivia. Pior ainda foi para o casal argentino que não tinham o carimbo de entrada no passaporte, tiveram que pagar 250bs cada um. Dia 8 Sábado, cheguei em cuzco por volta de 6:30 da manhã, perdido, fui tomar um café no terminal. Os taxistas atacam oferecendo de tudo que é serviço. Depois do café contratei um taxi por 10 soles e fui para centro da cidade. Com ele já contratei o tour vale sagrado por 80s. Que depois descobri que foi caro (pesquisem). Fiquei no hostel Inka wild, calle matara. Fiz o tour começamos por Pisac, depois ollantaytambo.. E chinchero. E nao deu tempo de ir no ultimo.. Uma pena, o guia era muito bom, explicando tudo sobre as ruinas e o povo inca e a invasão espanhol. Voltamos e chegamos em cuzco as 20h. A noite sai para tomar umas gelas no centro, alguns bares com musica ao vivo muito bons. Voltei pro hostel e só ai descobri que tinha uma bar nele 😂.. Tomei mais 3 e conheci um venezuelano que só me chamava de hermano q podia conseguir o que eu quisesse.. "Dorgas" kkkk, um pessoal do chile e argentina muito lokos.. Fui dormir bêbado. Dia 9 Domingo, tirei o dia de folga. Acordei as 9 e quase perco o cafe da manhã. Tomei cafe e voltei a dormir. Acordei as 13h. Descansei bem. Fui almoçar e andar pelo centro. Achei uns restaurantes pouco confiaveis mas com prato de 1/8 de frango por 7soles (foi um belo pedaço de frango). Depois fui pechinchar os valores para salkantay. Depois de 6 agencias, consegui a trilha de 5 dias 4 noites por 170 dolares. Juntei com a montanha 7 cores e saiu por 194 dolares. Nada mal. Na cotação de 3,20 saiu por 620 reais. 5 dias com todas as refeicoes, entrada em Machu pichu, guia, cavalos pra levar coisas, ida e volta de van. Achei ótimo. No brasil paguei 1500 para ir pro jalapão por 4 dias. Dia 10 (60soles) Segunda, dia de ir pra montanha 7 colores. O carro chegou no hostel as 4h da manha, foram umas 2hrs e meia ate o início da trilha. O trekking de 6km com cume de 5200m.. Iniciando de 4200m. Um trekking meio pesado de quase 2hrs mas que vale muito a pena. O frio no cume da montanha é quase esquecido pela beleza que é formada por minerais que forman as 7 cores. Atrás da montanha ainda tem uma outro montanha de 6400m toda nevada. Coisa linda. Cafe e almoço incluso. Ah e tem cerveja no cume! 🍻 Dia 11 Terça, incio a trilha de salkantay.... Agencia inka expedition na calle procuradores, melhor preço q achei 170 dolares. A Van chegou as 4:30 no hostel, mais de 3hrs de viagem até mollepata, onde deixamos algum peso extra para ps cavalos levar. A trilha começa com subida boa e a 3600m. Por volta de 13h chegamos ao primeiro acampamento. Almoço e partimos pta laguna huamantay. Muito bonito e gelada. Voltamos pro camping perto de 17h. Janta e dormir. A noite mais gelada é a primeira. Fez menos 4 graus. Dia 12 O pior dia pra andar, começa com muita subida e chegariamos até 4600m de altitude. Começamos as 6 da manha, um frio castigando o café e nem o chá quente de coca ajudava. O melhor mesmo era sair andando... Caminhamos ate meio dia e chegamos ao cume 4600m vimos outra laguna, agora a Laguna salkantay. Água muito azul. Linda. Tbm fizemos um ritual inca e colocamos uma pedra que recolhemos pela manhã, da parte de baixo, agradecemos e colocamos em forma de totem/apacheta. Segundo o guia é a forma mais simples de fazer um a oferenda a pachamama (a terra). Depois da laguna começa a descida interminável. São mais 5hrs de descida. Almoçamos por volta de 14h e as 17:30 estávamos no camping florentino. Muito ruim por sinal. Não tinha chuveiro de água fria então tinha q pagar 10sol pelo de água quente. Reclamos e não adiantou nada, Eu uma canadense e mais 4 caras arrumamos uma bacia e foi o banho do dia com uma bacia. Dia 13 3o dia de salkantay, partimos do camping e caminhamos ate 13h subindo e descendo, hora por trilha hora por estrada. Chegamos a um camping com um campo de futebol, alguns jogaram outros descansaram. 40min depois partimos e chegamos a sta tereza. De lá uma van estava nos esperando. Foram uns 40min de carro ate no camping do dia 3. Havia algumas pessoas fazendo esse trajeto a pé, pessoas que estavam fazendo a salkantay sem guia. Almoçamos no camping e a tarde fomos para as aguas termais de sta tereza. 4 piscinas aquecidas naturalmente, foi otimo para as pernas cansadas. Voltamos por volta de 18h, jantamos e teve festa. Os guias pagaram algumas cervejas e musicas latinas tocaram ate 12h. Foi engraçado kkkk Dia 14 4o dia, tinha a opção de ir fazer uma tirolesa e com isso não precisar caminhar até a hidreletrica. Não quis, como muitos do meu grupo e fomos caminhando. Sao uns 13km e em 2 hrs fizemos isso. Chegamos as 11h as pessoas da tirolesa chegaram as 13h e foi servido almoço. As 14h e pouco partimos andando para Águas calientes, vai beirando a linha do trem todo caminho. Muitas pedras então e meio ruim pra andar, mas sempre plano. Umas 17h chegamos em águas calientes e fomos pro hostel inn salkantay nessa noite. Foi bom dormir numa cama. No jantar o guia entrega os ticketes para Machu pichu, o meu estava com nome errado, RG errado, e idade errada. Provavelmente não ia conseguir entrar, reclamei com o guia e fomos no centro cultural. De fato, falaram que não ia poder entrar. O guia entrou em contato com a agencia e iriam pagar outro ingresso. Mas perderia o turno da manha com meu grupo de 5 dias. Dia 15 5 dia, ida a Machu pichu. Tive q ir as 8h da manhã ao centro cultural comprar outro ingresso. Mas antes de comprar perguntei sobre o nome errado do outro.. Se não poderia entar e tal.. O rapaz ligou pra bilheteria lá da montanha e disse que sim, poderia ir e procurar por john pizarro. Sai correndo quase as 9h da manha e fui pra Machu pichu via trilha. Gastei 40min subindo cheguei lá acabado, procurei John e entrei. Ele mal olhou o nome e ainda perguntou pra qual time torcia no Brasil kkk. As 10h estava dentro de Machu pichu, mas perdi a explicacao do guia.. Mas conseguia ouvir de vari2os outros guias kkkk. Andei por menos de 2h e ja tinha conhecido tudo. Descendo encontrei os brasileiros e fomos comer pizza e tomar cervejas. Iria passar mais uma noite em aguas calientes por causa do erro, e me pagaram o ingresso (que nem precisei comprar, "ganhei" 152 soles :). Dia 16 Passei a noite, achei um hostel de 25 soles. Tinha a manhã livre e tenho q estar as 14h na hidreletrica para pegar a van para cusco...uma bagunça, dezenas de vans.. Tive q pagar 35s pq não encontrei a van do meu guia (contrate com trem incluso, mto mais fácil). Sai as 14:40 da hidrelétrica cheguei quase 22h em cuzco. Fiquei no mesmo hostel q tava minhas coisas, noite de segunda e terça (46s). Dia 17 Segunda, tirei o dia pra descansar. Andei pela cidade, fui ate o terminal comprar a passagem pra arequipa para terça a noite. Fui andando pro terminal sao 25/30 caminhando de boas. Paguei 40s na passagem pra arequipa, sao 11hrs de viagem. Depois fui conhecer a montanha do cristo e tava tendo uma bela festa de san cristobal.. Parece q eram 3 igrejas cada uma com sua orquestra, tocando musicas muito animadas. Cerveja de 1l a 9soles quente vendendo pra todo lado. A noite fui andar pela plaza de armas encontrei os brasileiros mineiros tomamos umas e boa. Fui dormir. Dia 18 Acordei as 9h com um mal estar que ate agora estou (20:30), tipo uma dor de barriga ou desidratação.. Nao sei.. Mas pensar em sopa e pollo parece que piora, nos ultimos 5/6 dias foram muitas sopas e frango.. Parece q nao ta fazendo digestão direito não sei. Fiz check out e guardei minha gargueira no deposito. No almoço comi um cordeiro gorduroso, com feijao branco, e claro sopa de entrada.. 9s. Começou a chover umas 14h e voltei pro hostel fiquei a tarde toda lendo Livre e depois youtube no celular ate umas 18:30. Fui andando pro terminal pra pegar o bus que sai as 20h. Estou nele Dia 19 7h cheguei em Arequipa. Do lado do terminal milhares de hostel baratos. Paguei 20s em um, mas parece q não tem agua. Umas 8:20 sai em direção ao centro pra procurar agencias de turismo. Plaza de armas foi o destino. Muitas agencias calle jerusalem, sta catalina. O cara do hotel disse q de taxi seria uma 7 soles, mas queria ir andando.. Entao recomendou umas vans de 1 sol. Fui atras delas.. Milhares de vans kkkk. Pedi ajuda pra 4 pessoas e cada uma indicava um lugar pra pegar rsrs. Um senhor me ajudou e esperou a van certa e deu sinal pra mim. Achei uma agência boa e barata Culture travel. Contratei o tour de 2 dias pro canion del colca por 120 e um city tour por 25.. bem besta. Almocei e fui andar pela cidade, bem grande por sinal. Lembra ate o centro de sp, achei ate uma rua Tipo sta efigenia com eletrónicos e coisas do tipo. Umas 17h fui no Mercado e hostel para o dia seguinte iniciar a trilha. Dia 20 As 2 da manha acordei para estar as 3h na plaza de armas e esperar a van. Só chegaram as 3:50. Ok. Mais 3hrs de van até o inicio do canion. Antes paramos num mirante onde ficam diversos Condor's voando. Café da manha em chivay e iniciamos a trilha as 7h. Foram quase 4h descendo pelas trilhas do canion, que inicia com 4600m mais ou menos, Descemos uns 1000m. 13h almoço simples de llomo saltado num vilarejo na em baixo. Pequeno povoado na base do canion. Depois andamos mais 2h ate o nosso hostel, um oasis no meio do canion, muito verde, visão do caniob e ate pscina.. Muito bom. A noite jantar, cervejas e conversas com italianos, espanhois e franceses. Really nice. As 4:20 acordamos pra caminhar as 5h, a subida do canion é pesada.. Mas 9h estavamos la em cima. Café da manhã as 10h e paradas no miradores.. E aguais termais depois. A de sta tereza é melhor, mas essa tbm vale conhecer 15s. Almoço e volta pra arequipa. Chegamos as 6h da tarde. Beers e água no mercado e partir pro terminal. Um puta trânsito, cheguei as 20h no terminal. Comprei a passagem pra tacna por 20s empresa Moquega. Não tinha mais no piso de baixo que sao mais confortáveis, então foi encima mesmo e no ultimo lugar 48. Saindo as 22:30 de arequipa. Dia 21 NUNCA compre os ultimos lugares de um obibus de 2 andares. Como nao tem banheiro em cima, é uma fileira de 5 bancos, e como eu sou sortudo foram 4 homens adultos de ombros largos.. Imagina a briga. Foi terrivel. Ninguém dormiu direito, alguém se mexia os outros acordavam. Mas cheguei bem em tacna, acho q as 6h. Fui no banheiro e fui atrás do onibus pra Arica, já no chile, cruzei a fronteira sem problemas. Saida do peru ok. Entrada no chile ok. Nem revistaram a mochila (tava com medo das balas de coca kkkk). Tudo ok. As 9:30 esta em Arica, já no caminho vc passa pelo deserto. Muito loko. Sai do terminal fui pro outro terminal ver o preço das passagens pra Calama. Como sou sortudo, denovo, o ônibus pra calama acabará de sair. O proximo so as 22h da noite por 10000p. Ou tinha opçao de pegar outros 2 onibus, arica x iquiqui x calama.. Mas sairia por 20000 e tbm só chegaria em calama na manhã seguinte. Resolvi esperar o das 22h que é cama (165°) e mais barato. Sai pra comprar coisas pra comer e trocar dinheiro no centro, o cambio no terminal tava muito ruim 1 real x 140 pesos. No centro, calçadão 21 de julho, Achei 1 real p/ 186 pesos. Agora são 13:30, so falta umas 9 horas pro meu bus kkkk... Foi dificil ler o livro, muito sono, começa a ler começar a pescar.. Andei bem pelas ruas ao redor do terminal, me perdi, achei cervejas baratas 450pesos.. Voltei pro terminal e "tomei banho" de lenço. Mas ainda sao 20:10. Onibus saiu as 22h em ponto. Dia 22 As 2 da manha paramos numa aduana, baixa tudo as malas e passa pela esteira, raio x... Fiquei com medo pq tinha queijo e presunto na bolsa de mão.. Mas passou de boa. Dormi pakas nesse onibus, bancos-cama de couro muito confortáveis. Chegamos em calama as 6 da manha, e por minha sorte denovo, aos domingos não se vende passagem pra san pedro naquele terminal! Mas ai por sorte mesmo, as 7:20 o ônibus da turbus passou no terminal anunciando vagas pra san pedro. As 9 estama em san pedro. Ao sair do ônibus encontrei 3 casais brasileiros. 2 com reserva de hotel e passeios.. e claro, pagaram muito mais caro. Eu e o outro casal achamos um hostel por 8000p na rua toconao, Matty, bom preço. Os passeios fechamos vale de la luna, geiser del tatio, tour astronomico, laguna escondida e piedras rojas por 70000p.. Mais uns 18000 das entradas. As 3h da tarde já fui pro vale de la luna. Um bom guia explicou tudo, passamos em cavernas de sal.. Bem legal. O plano era ir de bike, sao 5km de san pedro, mas ao entrar no parque são dezenas de km pra pedalar, com bastante subida. Como paguei uns 30 reais, acho q valeu a pena. Tava bem cansado pra pedalar... Vimos o por do sol e volta pra san pedro. Fiquei de conversa com um americano muito gente boa, que esta viajando a 1 ano pela america do Sul, como sempre, eu perguntei como se mantem e me explicou numa boa (tem uma propriedade la, entao mensalmente tem um $$ e sempre faz uma reserva de 35 dolares por dia pra 1 ano e viaja).. ate as 23:30 ele com vinho e eu na cerveja.. O problema é que tinha q acordar as 4 pra ir pro geiser del Tatio. Dia 23 As 4:40 chegou a van pra ir pro Geiser, já estava frio na rua.. Mas eu não imaginava pelo que viria de frio.. Chegamos umas 5:20 no parque, pagamos 7000m e entramos. Segundo o guarda do parque estava fazendo -13 e sensação termica de -25. Tava muito frio! Mas foi bom chegar cedo q vimos o nascer do sol e tinha pouquissimas pessoas. O guia Mario da agencia Tani Tani é muito bom, explicou com se formaram os geiser, e tudo mais.. Umas 11h saimos de la e fomos fazendo paradas em mirantes, vulcões, montanhas e os cactos gigantes. O guia contou uma longa história dos ancestrais e a relaçao com riqueza, tesouro no lago titicaca e a lenda da origem das folhas de coca. A tarde fui pra Laguna escondida com outro guia mas a mesma agência. Muito loko, água bem gelada mas experiência de não afundar é muito boa. A água tem 400g de sal por 1 litro d'água, é muuito sal. Depois que sai da água e começa a se secar, vai ficando todo branco pelo sal. Ainda bem q tem una ducha na entrada da laguna, mas vc tem q andar uns 30min ate ela.. Entao leve uma garrafa de 2l d'água. Ahh e o chuveiro tbm é bem gelada ou mais que as lagunas kkkk. Depois das lagunas o guia/carro parou no mirante do vale de la luna e comemos e bebemos Varios coisas.. Muito pisco inclusive. Foi show! Dia 24 Dia de ir pra piedras rojas, as 7:30 a van tava no hostel. Fomos num micro ônibus com umas 16 pessoas, mais espaçoso que uma van. O micro vai parando em varias montanhas, lagunas e vulcões pra tirar fotos. É bem longe, mais de 3hrs de onibus e nada de chegar. 12h chegamos numa grande laguna congelada, da pra andar por muitos metros sob o gelo e fazer fotos em perpectiva. Bem legal. Almoço e depois laguna chaxar ver os flamingos, tinham poucos deles mas foi legal. Umas 17h partimos pra o povoado de toconao. Era feriado no Chile entao quase tudo fechado no povoado. Umas 19h estavamos em San pedro. As 21h era hora de ir pro tour astronomico. Muito interessante, não é uma visita a nenhum grande observatório, no meu caso fomos na casa de 2 professores de astronomia com 5 grandes telescopios no quintal. Uma casa grande a uns 3km de san pedro, lugar muito escuro então perfeito pra ver as estrelas. Aprendemos de forma básica a "navegaçao" pelas estrelas, vimos algunas planetas como saturno e seus aneis, estrelas de diferentes cores depois fomos ver um pequeno documentário sobre os grandes observatórios do chile. Foi 14m, acho q valeu. E aprendi definitivamente a tirar fotos das estrelas Dia 25 Meu ultimo dia em San pedro, e o único dia que consegui dormir ate depois das 7h da manha :). Ontem já havia comprado minha passagem pro Uyuni, mas o bus só vai sair as 3h da manhã. Então tive o dia livre em san pedro. As 11h fiz check out no hostel, guardei a mochila e fui andar pela cidade. Almocei, uma cerveja e fui alugar uma bike pra ir no vale de la muerte/marte... Foi foda! O vale é próximo de san pedro menos de 5km. O problema foi o vento e a areia fina do vale.. Tem longos trechos q nao da pra pedalar, a roda afunda a ponto de parar a bike. Nem ficar em cima da bike, a areia é muito fina e solta afunda o pneu todo da bike. Depois da entrada, em 5km vc chega nas dunas pra fazer sandboard.. Tinham poucos fazendo. Eu olhei um pouco e segui em frente, mais areia fofa pela frente impossível ficar em cima da bike.. Segui empurrando. Mais uns 3km e tem uma cancela e "acaba" o vale de la muerte. Mas da pra passar pela lateral da cancela, e começa uma descida sem fim.. Paralela a rodovia.. Que inclusive se vc quiser pode entrar pela rodovia no vale, resolvi não descer tudo pq nao se via o fim. Voltei. As 18h devolvi a bike e tomei o ultimo banho no hostel, de cortesia pois já tinha feito check out.. Hostel matty, calle toconao ;). Rodei pelas ruas, comprei besteiras pra comer e umas 22h fui pro terminal esperar o bus das 03h da manha Dia 26 12h fechou o terminal e pensei q seria expulso.. Expliquei a situação pro segurança e ele me deixou ficar. Só tinha eu esperando o bus das 3h. Tentei dormir um pouco nos bancos do terminal, e acho q dormi uns 40min mas acordei uma puta dor nas costelas (veja foto dos bancos kkk). Como tinha 2 cervejas "doradas", amendoim, nozes e o kindle... O tempo passou de boas.. As 3 saimos. Umas 5h da manha entrou uns 20 bolivianos a maioria bebados, gritando, cantando e abrindo cervejas. Eram de uma orquestra... Um cara muito bêbado sentou do meu lado, praticamente desmaiado. Viagem longa, onibus ruim, dificil dormir e muitos bêbados. Imigraçao do chile, o policial reclamou da minha identidade dobrada.. Mas passei de boas. Pra entar na Bolívia foi de boas, o cara até falava portugues. As 11h paramos num restaurante beira de estrada, pratos de macarrão a 8bs. As 14h cheguei em Uyuni, ja fui atacado por agências de tours. Fui até a agência de uma moça, o primeiro preço para o tour de 2d1n no Uyuny foi 500bs.. No final consegui fechar por 360 com hotel para a primeira noite incluso. O tour saiu por 310bs :). a tarde fui deixar umas roupas e meias pra lavar, 15bs o kg. A noite sai pra pegar as roupas, comer e comprar coisas pro salar. Dia 27 O tour pro salar sai as 10:30, muito bom dormir um pouco a mais kkk.. Geralmente os tours saem na madrugada. Atrasou e saiu as 11h. O cemiterio dos trens da pra ir andando, foi 5min de carro. As 13h estávamos no almoço. Depois fomos pro salar propriamente ver monumento dakar, o antigo hotel e agora Museu/Restaurante de sal e do lado ficam as bandeiras do mundo. Umas 4 da tarde chegamos no hotel de sal onde iamos passar a noite. Fica na base do vulcão tunupa, a 3670m. Muito frio a noite. Jantamos, tirei umas boas fotos do céu noturno do salar e umas 9h fui dormir. Dia 28 Acordamos as 7, ca0fe no hotel as 7:30 e umas 8:30 partimos pra subir o vulcão. O hotel está a 3670m, o "quase cume" a 4900. Na verdade os guias dizem que não pp2de subir só, pois é muito inclinado e perigoso, então recomendam subir até o segundo mirador. Besteira, eu 2 franceses e uma garota de taiwan resolvemos subir, mesmo sabendo que não tinhamos tempo.. Pq as 14h seria o almoço no hotel e resolvemos subir as 11h do 2o mirante ate o cume. Foram mais 1:40 até a "quase cume" de 4900m. Ja eram 12:40, tiramos algumas fotos e descemos o mais rápido que podíamos. Chegamos no hotel 14:40. Um bom tempo, mas super atrasados pro almoço, na verdade todos já tinham comido. Almoçamos e os franceses tinham que ir para o tour de 4 dias e partiram num carro. Eu como sempre com sorte, meu carro de 2d1n estava atrasado pois saiu tarde de Uyuni, as 15:40 ainda estava no hotel sozinho esperando..kkkk chegou as 16:10. Fomos pra isla dos cactos gigantes, que crescem. 1cm por ano.. E tem cactos de até 25m na ilha (2500 anos). Depois saimos e no caminho paramos pra ver o por do sol no meio do salar, o novo motorista era muito bom nas fotos. E tinha uma senhora boliviana com as 2 filhas no carro muito animadas. Chegamos umas 7:30 na cidade e fui com a senhora e as filhas jantar. O ônibus saia só as 22h pra sucre. Dia 29 Escolhi a poltrona 1 do ônibus de 2 andares, péssima ideia. Antes do anibus sair já marcava 03 graus, e a primeira poltrona tem vidro na frente e do lado, só com umas cortinas bem finas. Muito frio, dormi e as 00:00 acordei com dor de garganta. Fui no banheiro e vi que a parte de baixo (camas) só tinha 2 pessoas. Mudei pra lá na hora kkkk.. Dormi melhor, mas ainda meio frio. As 2h da manhã o motorista para e abre a porta, entram 2 bêbados com um radio a mão cantando e berrando, e sentam do meu lado.. É muita sorte..kkk. Mudei de lugar. Cheguei em sucre as 5h. Achei 3 gringos falando com um cara no terminal, e já tinham quase fechado um hostel de 35bs. Achei bom pra continuar dormindo, pegamos o taxi e fomos. Acordei as 10h e fui pro terminal comprar passagem pra Sta cruz, apesar das recomendações das pessoas que falei sobre a estrada ser perigosa pra sta cruz e tal... Paguei 60bs no bus saindo as 17h. Estou nele, e é bem ruim, os bancos pura poeira, sem encosto pras pernas e sem cintos.. Mas blz Dia 30 Bus chegou as 5h da manhã no terminal bimodal, 10hrs de viagem com muita poeira e barulho do motor, mas cheguei de boas. Achei um hotel na rua de trás do terminal por 40bs... Parece uma cela, só tem a cama e uma escrivaninha com ventilador kkkk mas deu pra dormir bem. Almocei e a tarde fui pra plaza principal.. Como de costume nada de mais, muitos pombos e algumas pessoas. O cambio estava bom 2.08 pra 1 real. Comprei umas cervejas diferentes e fiquei um tempo na plaza principal.. Uma delas, maltita, era sem álcool 😒. Umas 18h peguei um taxi e voltei pro hotel que era perto do terminal bimodal, mas antes de chegar no hotel comprei uma água e uns cuñape.. Ai veio o pior momento da viagem. Chegando perto do hotel, quase na porta mesmo, na rua atras do termianl, aparecem 3 policiais da interpol pedindo meus documentos, carteira de vacinação, documento de imigraçao. E a droga é que meu RG ficou na recepçao do hotel qdo eu cheguei e não peguei ele depois.. Mas como estava quase na porta fui lá com os policias, peguei e dei todos os documentos que pediram. Estava tudo certo, mas não para os corruptos policiais bolivianos. Falaram que eu parecia suspeito andando pela rua?! Que estavam me vendo pelas cameras..?! Então perguntaram em qual quarto eu tava e foram revistar minhas coisas, e diversas perguntas sobre tudo possível. Olharam tudo, reviraram a mochila e nada de ilegal. Mesmo assim falaram que teria que acompanhar eles até a "Oficina" pq no momento que me abordaram eu estava sem documento. !!! Dos 3 policiais um era o "Capitão" assim como foi apresentado pra mim, tentar falar direto com o capitão que eu estava com tudo certo e que não tinha nada a fazer na Oficina, mas nao deu bola e disse que o policial que estava conduzindo.. Ok. Fui na oficina, que é uma pequena sala da interpol dentro do terminal. Lá o policial alegou que na Bolívia é totalmente proibido andar sem documentos e que teria que relatar para imigração e na manha seguinte me levar até lá. Ahh tbm alegou que eu estava com indícios de embriaguez (pq qdo me abordaram estava com 2 latas de cerveja que comprei no mercado).. Resumindo, na manha seguinte eu tinha o voo pra SP pra voltar.. Entao ele disse que "não queria me prejudicar" e perguntou umas 3x o que eu poderia fazer pra ele me ajudar.. Eu com medo de falar em dinheiro, e piorar.. Fiquei perguntando o que eu poderia fazer pra ele me ajudar.. Olha isso! Entao eu falei "eu tenho algum dinheiro" ai as coisas mudaram totalmente. Ele falou que a multa na imigraçao seria algo bem alto, em torno de 500bs, e que ali eu poderia "sair no lucro". Falei que tinha 180bs ele balançou a cabeça negativamente.. E disse "assim não dá.. Estamos precisando arrumar a Oficina, temos que cambiar esse vidro, faltam cadeiras... Nos de 100bs e 100 reias e podemos te liberar. Devolvemos seus documebtos e você volta pro hotel tranquilamente." Nessa hora o Capitão não estava só 2 policiais e bem tranquilos me estorquindo... Com medo, dei os 100 reais e 100bs e fui embora Dia 31 As 2h da manha acordei e fui atras de um taxi pra chegar no aeroporto de sta cruz. 70bs o taxi. Cheguei la as 2:40 e ja tinha fila grande no guiche da latam. Meu vôo era só as 5:10 então estava tranquilo. Lembrei que ti ha pegado um pedaço geande de sal do salar Uyuny e resolvi jogar fora pq sabia da revista da mochila. Ainda bem que foz isso, estava na bolsa da camera fotógrafica, foi a primeira coisa que olharam.. Rsrs. Passei pela migração da bolivia para sair dp país, e dessa vez sem propina. Mochilas ok. As 5 esrava no aviao. Cheguei em Lima as 7h. As 9:05 saiu o outro voo pra sp. O piloto deve ter feito uma outra rota.. Kkkk.. Pq demorou mais de 4h de Lima a SP.. Nao lembro desse tempo todo na ida. Mas ok. Cheguei em sp as 16h hora local. * Possiveis erros ortograficos, pois fiz no bloco de notas do celular durante a viagem (e nao revisei )
  8. 1 ponto
    Oi gente! No finalzinho de fevereiro/comecinho de março, saímos eu e Steve (meu husky) pela América do Sul em busca de uma vida melhor. O que seria uma vida melhor? Uma vida que não mais envolva ficar trancado em um prédio 8h por dia.... A primeira parte da viagem será feita pela América do Sul terminando pelo México em 6 meses (prolongáveis se necessário). Iremos num jipe adaptado que estou comprando, moraremos nele (assim economizaremos com hospedagem). O trajeto será: São Paulo, Porto Alegre (vou passar pra me despedir da família), Uruguai, Argentina, Chile, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, e os países da América central até o México (América central tenho minhas dúvidas se vou conseguir entrar e tal, mas tá no plano!). Espero encontrar muitas pessoas pelo caminho, novas experiências, novas amizades, nova vida! Deixo o post aberto a sugestões, dicas, e qualquer coisa que queiram me contar! Estamos super animados, não vejo a hora!
  9. 1 ponto
    Oi, obrigada pelo retorno. Sou do Rio Grande do Sul, pensei em uma besta a diesel, porem tenho medo de me incomodar por falta de peca e mao de obra nesses lugares. Quanto a kombi foi exatamente isso que pensei, pois as pecas sao faceis de encontrar e a mecanica tambem é mais simples. Abraco e boa sorte no teu projeto tambem.
  10. 1 ponto
    Para onde consigo viajar com o meu dinheiro? É para responder a essa pergunta que a startup Quanto Custa Viajar desenvolveu a ferramenta Para Onde Viajar. O sistema oferece diversas opções de viagem dentro de um valor máximo, ajudando viajantes com orçamento definido, mas que não sabem quais destinos é possível conhecer com determinada quantia. […] The post Site de viagens cria ferramenta gratuita que informa os destinos que cabem no seu bolso appeared first on Mochila Brasil. Visualizar artigo completo
  11. 1 ponto
  12. 1 ponto
    Com certeza essa mochila será muito grande para a sua altura.
  13. 1 ponto
    Olá Pâmela, viajo pro Rio nesses dias, ainda sem programação segue contato 94 98123 0503
  14. 1 ponto
    Se tivesse deixado para comprar lá pagaria o mesmo? Qual a moeda deles?E a língua?
  15. 1 ponto
    Talvez para o castelo de Windsor? Tanto faz, tanto Londres e Paris já estão com uma quantia boa de dias para o tamanho de cada cidade. Só não chegue muito tarde em Amsterdam, e vá dormir cedo, pois você vai ter que acordar as 04:00 da manhã para ir até o aeroporto e chegar a tempo de pegar o voo das 07:00 para Roma. E escolha um hotel bem próximo da estação central, ou num local onde tenha ponto do ônibus noturno próximo, pois você precisa ir pegar o trem/ônibus para o aeroporto no máximo as 05:00 da manhã, e os trens/ônibus normais começam a operar somente depois das 05:00... Se passar a noite em claro ou sem dormir muito, é capaz de você chegar lá em Roma já no final da viagem já super cansado do resto da viagem, e não aguentar o tranco de uma visita ao Vaticano com todas aquelas filas imensas que costuma ter no Vaticano.
  16. 1 ponto
    Você não tem tempo a perder, então eu iria de trem, para conseguir um tempinho mais em Bruxelas sem chegar muito tarde em Paris Gastar uma fortuna de trem? Onde você viu isto? Comprando hoje, o trem está custando 56 Euros, o que definitivamente não é caro se levar em conta que em 2h15 você estará em Londres, e não vai ter que passar uma noite horrível num ônibus, e nem vai precissar gastar 20 Euros de metro para ir e voltar dos aeroportos, 20 euros para despachar malas, chegar 2 horas antes do voo no aeroporto para check-in, raio-x, revista, etc... Eu prefiro ir no começo da noite, assim tenho a manhã e tarde livres para passeios, e lá pelas 18:00, quando já está escuro e tudo fechado, pegar o trem/avião que chegue ao destino no máximo as 22:00, a tempo de ir de metrô até o hostel, dormir bem e acordar descansado e disposto para um dia cheio de atividades e passeios.
  17. 1 ponto
    Na minha opinião não. Amsterdam, Paris e Londres são locais caros, eu recomendaria uns 70 euros por dia e pessoa para não ter que passar e vontade de fazer as coisas legais, e também não ter que comer a pior comida da cidade a viagem toda.
  18. 1 ponto
    Sabendo que aeroporto de Fiumicino vive em obras, para um voo as 14:30, pessoalmente eu estaria de volta lá no aeroporto as 13:00, ou estourando ao máximo possível as 13:30. Ou seja, você teria que trem Leonardo Express das 12:35 lá na estação Termini, e para pegar o trem neste horário, você teria que sair do Coliseu no máximo as 12:00. Se o voo não tiver atrasos, e a fila da imigração não for muito demorada, pessoalmente eu acho que você consiga pegar o Leonardo Express das 08:20 ou 08:40, chegando lá na estação Termini lá pelos 09:00 ou 09:15. Supondo que você gaste uns 30 minutos caminhando até o Coliseu, você estaria lá no Coliseu lá pelas 09:30 ou 09:45, lhe sobrando 2 horas para visitar o Coliseu. Se quiser entrar no Coliseu, é importante chegar lá já com o ingresso comprado, pois este é o horário mais movimentado, e você pode perder facilmente meia hora ou mais na fila. Daria para tentar comprar os ingressos lá na hora, na bilheteria do Fórum ou Palatino, que geralmente são bem vazias, mas com tão pouco tempo, eu não arriscaria, vai que estão com fila justo neste dia... Sim
  19. 1 ponto
    Estou indo para Argentina no dia 28/09, estou indo sozinha, alguém viajando pra lá ou com dicas de lugares para ir?
  20. 1 ponto
    Muitas marcas só pioram. Cada ano que passa vão piorando a qualidade pq vão empregando materiais mais baratos pra segurar o produto na mesma faixa de preço e lucrar mais. Nem chega a ser "obsolescência programada", é mais uma questão de público alvo. A marca descobre que a maioria dos seus consumidores escolhem o produto só pelo "conceito", mas não são praticantes de atividades outdoor de fato. Aí fazem uma bota "tipo trekking" e não uma bota de trekking, igual margarina tipo manteiga. A única saída é pegar uma bota gringa de uma marca séria ou comprar de uma marca brasileira que faça botas técnicas de fato. Mas vc já tentou entrar em contato com o SAC da empresa pra ver o que eles dizem?
  21. 1 ponto
    Mochila para viagem de 10 e de 30 dias é a mesma, certo? Pois você não vai levar 30 pares de meia, 30 conjuntos de roupa íntima, 30 camisetas... vai levar sabão e lavar sua roupa suja da semana e usar na semana seguinte. Não sendo viagem para locais frios no inverno, aonde é preciso levar casacos que ocupam muito espaço, uma mochila de 50l dá conta do recado. Ainda mais uma Deuter, que normalmente é maior que as outras mochilas de mesma litragem, pois a Deuter conta a litragem apenas do compartimento principal, enquanto a maioria conta a litragem do compartimento principal e bolsos laterais, etc... Lembre-se de levar roupas de secagem rápida (camisetas dry fit, calças de tecido sintético, etc...), peças coringa, que te sirvam em mais de uma situação, e deixe sua coleção de calçados em casa.
  22. 1 ponto
    Bem vindo. Em 20 dias ? Pouquíssimo tempo amigo, há muitas coisas legais para fazer em todo este trajeto. Com apenas 20 dias em focaria na Colômbia, o Clássico Bolívia, Chile e Peru ou ainda Uruguai e Argentina ( Buenos Aires ). Qualquer dúvida estamos aí, até mais.
  23. 1 ponto
    Adriano falou TUDO. Opero bolsa todo dia,mas tem as horas que esteja aonde estiver,tenho que deixar tudo e ligar o note. Por isso consegui andar a América do Sul todos e agora vou para a Central. Mas,se não tivesse essa habilidade, não sei se tinha entrado neste mundo.
  24. 1 ponto
    Acho que, para começar, escolha um destino que não seja muito longe, pois se der problema fica mais fácil de voltar. Assim, creio que iniciando pelo Brasil seria melhor. Depois, com a experiência adquirida, vá para outros países.
  25. 1 ponto
    Praia?Seria Rio mesmo,porém precisa dizer de onde sai e quantos dias,pois Brasil é muito grande.
  26. 1 ponto
    RODOVIA INTERPRAIAS – CONHEÇA A MINI “HIGHWAY 1” QUE INTERLIGA AS PRAIAS DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ Quem vem a Balneário Camboriú e está a fim de conhecer todas as praias da cidade, não pode deixar de conhecer a Rodovia Interpraias! Nesta rodovia panorâmica você terá a oportunidade de conhecer seis das dez praias da cidade, e o trajeto é cheio de curvas, subidas e descidas e segue beirando o mar boa parte do tempo. Eu diria que lembra até um pouquinho a famosa Highway One californiana – só que bem menor em extensão, claro! O trecho é composto de 14 quilômetros, que é o suficiente para que você se surpreenda com o visual incrível da região! As praias conectadas pela Rodovia Interpraias são pacatas, de areia grossa, águas cristalinas e ideais para quem quer passar um dia tranquilo banhado a sol na beira do mar. Aos finais de semana o movimento aumenta um pouco em um ambiente bastante familiar. Mas alerto desde já: pode esquecer aquela badalação e suntuosidade de construções como é na Praia Central de Balneário Camboriú! Aqui não tem nada disso… mas quer saber? Essa calmaria toda pode ser um atrativo à parte! Aqui é natureza, sol, água salgada e muita tranquilidade! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- COMO CHEGAR? Se você está na região central de Balneário Camboriú, você pode fazer este trajeto em dois sentidos: Norte-Sul (de Balneário Camboriú à Itapema) ou Sul-Norte (de Itapema para Balneário Camboriú). Minha sugestão é fazer a rota vindo de Itapema em direção à Balneário Camboriú porque neste caso você dirigirá no lado direito da pista, na mão em que estão as praias e os mirantes. Direções de Carro: Se você estiver de carro e quiser seguir minha sugestão acima, saia de Balneário Camboriú pela BR 101 no sentido sul. Em cerca de 10 minutos, você terá atravessado o Morro do Boi e logo encontrará a saída 136, que é a primeira saída para Itapema e que dá acesso à entrada para a Rodovia Interpraias. Entrar é super fácil: basta seguir as placas indicativas que sinalizam o começo da via. Utilizando o Transporte Público Circular: A linha urbana de ônibus Expressul circula pela rodovia Interpraias a um precinho camarada de busão de circulação (R$ 1,90 na data de hoje). O ônibus tem poltronas estofadas, som ambiente e ar-condicionado. É “pinga-pinga”, claro, e o trajeto leva cerca de 1 hora. O número desta linha é o 106 e você pode ver os horários de saída aqui. MAS VAMOS LOGO AO QUE INTERESSA? Citarei abaixo as praias seguindo a ordem Sul-Norte – caso você for fazer o passeio pelo caminho inverso, basta inverter a ordem, claro! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- PRAIA DO ESTALEIRINHO Nossa primeira parada é a Praia do Estaleirinho! Aqui você se deparará com uma praia pequena, cercada pela natureza, porém com um mar agitado e por vezes até um pouco barulhento. Apesar das águas limpas e cristalinas, a bandeira vermelha geralmente está hasteada pelos salva-vidas, aconselhando o mar perigoso para banho. A extensão da praia é relativamente pequena, portanto você conseguirá caminhar de ponta à ponta facilmente – e já aproveita para fazer uma esfoliação nos pés com a areia grossa! As belas casas e pousadas suntuosas chamam a atenção ao longo da praia, porém o chamativo aqui fica por conta do costão de pedras que rendem bons momentos de diversão e lindas fotos! A praia oferece ainda duas opções de restaurantes a beira mar, além de barraquinhas de lanches e água de coco. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: PRAIA DO ESTALEIRO Apesar desta praia ser maior que anterior, as condições do mar e areia na Praia do Estaleiro são praticamente as mesmas da praia vizinha citada acima. O mar é bravo sim, mas caros surfistas: não se empolguem! Apesar de alguns se arriscarem, as ondas são agitadas demais e quebram quase na beira. Os barzinhos vem logo oferecendo cadeiras, mesinhas e guarda-sol para os clientes quando estes chegam na praia, ou seja, se a sua intenção é fazer uma boquinha a beira do mar, aqui é o lugar! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: PRAIA DO PINHO E agora? Por que será que eu não tenho fotos dessa praia? Talvez seja porque enfim chegamos à Praia do Pinho, a primeira praia de naturismo oficial do país! Para os desbravadores, digamos, um pouquinho mais “sem-vergonha“, a boa notícia é que você pode sim conhecer a praia e a região sem desnudar-se! Existe uma pousada e uma área de camping onde a nudez é apenas “opcional”. Se você faz questão de conhecer todas as praias de Balneário Camboriú, sem fazer qualquer exceção, se jogue nesta área permitida! A praia possui uma boa estrutura de estacionamento, banheiros, restaurante, salva-vidas e para aqueles que estão em dúvida, há uma área de adaptação! Quem sabe você é um daqueles que veio à BC sem intenção de cair no mar e de repente bateu aquela vontade louca de uma água salgada, mas… – que coisa! – você se esqueceu de trazer a sua roupa de banho? Na Praia do Pinho os seus problemas acabaram! Vestimentas são completamente desnecessárias aqui – o que conta é o #minimalismo ao seu extremo! PS: Da Rodovia em si é impossível enxergar alguma coisa da praia! Acredite… eu já tentei! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: PRAIA DE TAQUARAS Na chegada ao próximo destino, você logo perceberá que, diferente das praias anteriores, há inúmeras vagas de estacionamento ao longo da via para acesso à Praia de Taquaras. Vale mencionar também que nesta Avenida encontram-se várias opções de restaurantes, então fica a dica caso você esteja em algum horário de refeição – ou também vale a opção “pura gula”! Esta é sem dúvida a praia com a cor de água mais linda, com um belo azul celestial que pode até lembrar aos mais otimistas e entusiasmados um pouquinho do mar caribenho. O mar aqui é menos agitado, mas fica a dica de sempre prestar atenção à bandeira do posto salva-vidas antes de entrar no mar. Outra característica desta praia são a quantidade de conchas na areia – de todos os tamanhos e formas. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: PRAIA DE TAQUARINHAS A primeira visão da Praia de Taquarinhas é tida através do mirante para carros no alto da Rodovia Interpraias. É uma praia bem pequena e pouco frequentada – inclusive não conta com a presença de salva-vidas. Ela é apenas acessível para pedestres por meio de uma escadaria de pedras que se inicia bem ao lado do mirante de carros. Enfim… descendo até a praia ou não, a mera observação lá de cima do mirante já lhe concederá um belo visual! ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: PRAIA DE LARANJEIRAS A última parada antes do retorno ao centro da cidade é a Praia de Laranjeiras; a mais conhecida e frequentada da Rodovia Interpraias. Apesar de também ser uma praia relativamente pequena, você notará que a estrutura ao redor dela é maior que as anteriores: os estacionamentos aqui são pagos e o acesso à praia é por meio de um calçadão repleto de lojinhas de lembranças, artigos de praia e artesanato. Um dos motivo que a Praia de Laranjeiras faz tanto sucesso entre os turistas (principalmente entre os gringos hermanos) deve-se às águas mais quentes e bem tranquilas, aos costões de pedras que permitem a exploração, às atividades aquáticas e também às diversas opções gastronômicas servidas à beira mar, inclusive atendendo aos turistas ali mesmo na areia. Outro fato que contribui para maior assiduidade é que Laranjeiras é um ponto de parada do bondinho/teleférico do Unipraias e também do turístico Barco Pirata. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RODOVIA INTERPRAIAS: MIRANTE No caminho de volta, após conhecer seis praias pela Rodovia Interpraias, você ainda irá se deparar com um mirante com estacionamento para carros que lhe concederá uma visão toda especial de Balneário Camboriú. ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- CONCLUINDO… Por último, antes de retornar à BR 101 para voltar ao Centro de Balneário Camboriú (deste ponto o trajeto que deve levar cerca de 5 minutos até você chegar de novo na cidade), você passará pelo histórico Bairro da Barra. Ali você poderá visitar a histórica Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso (hoje chamada de Capela Santo Amaro) – a única edificação de arquitetura colonial remanescente em Balneário Camboriú construída no início do século 19 ou então cruzar da Barra até a Barra Sul pela Passarela (mas não se anime que só passa pedestres por ela… #aff!). ----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- MATÉRIA EXTRAÍDA DO POST https://www.vivajando.com/2017/09/14/rodovia-interpraias/ QUER MAIS DICAS DE PASSEIOS POR BALNEÁRIO CAMBORIÚ? VISITE O MEU BLOG www.vivajando.com E TIRE TODAS AS SUAS DÚVIDAS!
  27. 1 ponto
    Oi Thais, acho que depende do que você curte (praia/trilha/balada, etc). Recomendo sempre Bonito ou Chapada dos Veadeiros! Boa viagem!
  28. 1 ponto
    RELATO TRAVESSIA SERRA FINA: No feriado do dia sete de setembro/17 eu criei coragem para realizar este desafio - A Travessia da Serra Fina trilha no Sudeste do Brasil uma travessia cobiçadas e que tbm e considerada uma das mais difíceis do Brasil. Localizada na tríplice divisa de SP/RJ/MG. Começa pelo Pico do Capim Amarelo (2570 m) e passa por diversos picos acima dos 2000 m de altitude e em duas das dez mais altas montanhas do Brasil: Pedra da Mina (4° 2798 m) e Pico dos 3 Estados (10° 2665 m). Estava com um grupo de 14 pessoas do Trilhas&Passeios ❤️❤️❤️. Começamos a Travessia da Serra fina, dia 07/09, às 5h30 pela toca do Lobo, tds os integrantes pegaram água 6 litros cada um,ai seguimos até o cume do Capim Amarelo, com aproximadamente 20 kg na cargueira, claro que qdo começou as cordas aí eu comecei a chorar e pensei não irei conseguir aí pensei já deu pra mim, pq já estava sem forças para subir, aí ao chegar na última corda nosso amigo Franco que ja estava ao Cume do Capim desceu e pegou há minha cargueira aí sim eu consegui chegar ao cume feliz da vida 😅😅😅 estava morta de cansaço aí o grupo fez a opção de não acampar, lá, eram as últimas Vagas e deixamos para outro grupo, avançando até o Maracanã, claro aí foi só alegria pq era só descida onde acampamos no primeiro dia. Tudo bem tranquilo, chegamos cedo, montamos acampamento e durante a noite, a temperatura chegou a -2ºC, e durante o dia, a mesma foi de aproximadamente 24 graus. Iniciamos o segundo dia, com a intenção de alcançar a Pedra da Mina e acamparmos no Vale do Ruah, claro que eu tbm sofri mas um pouco menos, pois estava só com 2 litros de água, pq lá na frente tem ponto de água e a subida era em zigue-zague. Ao chegarmos no Cume da Mina, a mesma já estava lotada, Pois bem lá estava eu na Pedra da Mina (4° montanha mais alta do Brasil). Após avistar o cupim do Boi, Pico dos três estados aí pensei borá terminar que agora falta pouco 😅😅😅 (se referindo ao Três estados), aí eu segui junto ao grupo com a logística de chegar no Camping. Chegamos a tarde no Vale do Ruah, montamos acampamento e às 18h já estava muito frio, claro eu não consegui dormir de maneira alguma, pois eu estava com uma mega friaca. Quando amanheceu todas as barracas estavam congeladas, águas dentro da barracas e mochilas, tudo congelado, um guia lá disse que a temperatura chegou a -12ºC. No terceiro dia, tínhamos como objetivo acampar no Pico dos Três estados, avançamos rapidamente até mesmo pq que tem muitos trechos de escalaminhada mas ao chegar ao local, já estava tudo lotado, porém conseguimos acampar pouco abaixo do mesmo, sem grandes problemas, claro uma subida bem puxada pq estávamos com 6 litros de água na cargueira claro na minha só deu para colocar 3 litros estava muito cheia aí eu levei na mão os outros 3 litros que no caminho nosso amigo Franco colocou na cargueira dele. No último dia o sol nasceu lindíssimo no alto do Pico dos Três Estados, e depois disso foi só descida 😅😅😅 antes fosse né , pois “a gente desce pra subir, e sobe pra descer”. Isso porque se passa por várias outras montanhas para se chegar ao sítio do Pierre, na BR-354 na cidade de Itamonte, onde termina a travessia. Passamos pelo Cabeça de Touro, Alto dos Ivos e outros, o nosso resgate estava marcado para ás 15h00, mas devido a nossa agilidade , felicidade, cansaço e etc estávamos em Itamonte às 13h00 🎉🎉🎉, claro que nossa amigo do resgate Alexandre e o Sr. Manoel já estavam lá. A experiência é única em que eu aprendi muito uma delas é que nessa travessia a água se torna o bem mais valioso, a parte física já estava pra lá de comprometida como dores nas pernas dor de cabeça devido ao sol muito quente o cansaço foram vencidos e superados, pois graças adeus eu não encontrei nenhum bicho já que eu tenho medo e isso me impedia de acompanhar em montanha claro que o psicológico conta muito e eu só tenho a agradecer a meu deus e a tds do grupo Trilhas&Passeios pela união e apoio uma energia magnífica que ficará em minha vida e para fechar eu FARIA td novamente. Travessia Serra Fina: da Toca do Lobo ao Sítio do Pierre – 30 km de extensão Pedra da Mina: 2.798,4 metros (4º ponto culminante) Pico dos Três Estados: 2.665,0 metros (10º ponto culminante) Pico do Capim Amarelo: 2.570 metros Alto dos Ivos: 2.519 metros Pico Cabeça de Touro: 2.649 metros Pico Cupim do Boi: 2.543 metros " Eu que decidi viajar, Eu que escolhi conhecer, Nada tenho a deixar Porque aprendi a viver..."
  29. 1 ponto
    Você tem que pensar em como que você vai arranjar dinheiro para comer ou para ter um teto sobre a sua cabeça onde dormir. Sempre é possível viajar sem dinheiro, mas você tem que estar consciente das possíveis privações ou dificuldades que vai passar durante a viagem, como por exemplo, e se não achar algum bico ou trabalho durante algum tempo, você vai ter dinheiro para comer? Ou vai mendigar um prato de comida na rua se a coisa realmente apertar? Ou ainda vai estar disposto a dormir na rua se não tiver dinheiro ou achar alguém que lhe dê um teto para dormir? O pessoal que viaja sem dinheiro ou gastando muito pouco dinheiro e que você vê nos relatos da internet, geralmente tem uma boa retaguarda, seja uma conta bancária com uma boa quantidade de dinheiro guardada lá para usar quando preciso, ou então um pai ou mãe que eles podem ligar a qualquer momento e pedir dinheiro caso a coisa aperte. Ou então eles tem uma profissão ou habilidade pessoal que lhes permite trabalhar em qualquer local ou arrumar um trabalho em qualquer local. Por exemplo, tem muito profissional de T.I. (Tecnologia da Informação, computação, informática como queira chamar) que trabalha remoto a partir de casa. Este pessoal só precisa de um laptop, conexão de internet e um local calmo para poder trabalhar de qualquer local do mundo. Eu mesmo já fiz isto a alguns anos atras quando eu trabalhava com T.I., fiquei fazendo curso por 6 meses na Alemanha e trabalhando via internet no meu emprego normal. O meu curso ia das 08:00 até as 11:30, depois do curso eu corria para casa e trabalhava das 12:30 até as 16:30 e das 17:30 as 21:30 via internet. Tem o pessoal com talento para fotografia e escrever, que consegue sobreviver escrevendo colunas ou blogs relatando as suas viagens, mas é algo que exige bastante talento e bons contatos, pois a internet está cheia de blogs e colunas iguais e a maioria não fatura o suficiente nem para pagar um almoço. Também tem o pessoal com outras habilidades, como por exemplo são bons cozinheiros, barmans, etc, que conseguem arrumar alguns bicos ou trabalhos temporários geralmente mal remunerados e sem registro, que geralmente pagam só o suficiente para você não morrer de fome... Tem o pessoal com habilidade para artesanato, que podem vender as coisas que produzem, mas isto não costuma ser algo que dê muito dinheiro, muitas vezes mal paga a alimentação... Estas são algumas das atividades mais comuns e que eu lembrei de cabeça que permitem que você trabalhe durante uma viagem, mas existem várias outras atividades que você pode exercer durante a viagem. Tem um outro detalhe, no exterior, a maioria dos países não permite que você trabalhe enquanto está lá com visto de turista, não é permitido nem mesmo trabalho temporário ou trabalho remoto, tudo o que você for fazer neste sentido terá que ser meio as escondidas e não regularizado.E você pode ter que comprovar que possui dinheiro suficiente para se sustentar lá sem trabalhar. No meu caso, do curso, a minha ideia inicial era ficar só 2 meses fazendo o curso, pedi licença do trabalho e iria ficar 2 meses parado ó fazendo o curso, mas no meio da viagem, o meu chefe entrou em contato comigo e fez esta oferta, acabei aceitando e estendendo o curso para 6 meses de forma legal, mas tive que trabalhar de casa meio as escondidas, sem ninguém saber, pois o meu visto não permitia isto... Em resumo, sim é possível trabalhar durante a viagem, mas vai depender de você saber fazer bem alguma coisa que permita a você trabalhar durante a viagem. Mas vou lhe adiantando, não é tudo diversão e passeios, geralmente você vai passar a maior parte do seu tempo ralando e trabalhando "pesado", vai lhe sobrar só algumas poucas horas por dia e alguns finais de semana para passear e curtir a viagem.
  30. 1 ponto
    Dia 9 - 11 de Maio de 2017 San Pedro de Atacama - Volcano Certo Toco - 5.640 altura. O horário combinado pela Rosana na noite anterior era que a van iria pegar no hostel as 7h. Acabou passando uma hora mais cedo porque, segundo o guia, ela disse que subindo mais cedo seria melhor. Mas... Ela não sabia que a noite havia nevado e que as estradas eram fechadas por aqueles lados por segurança. Há 3 anos atrás morreram 3 caminhoneiros porque havia nevado 1 dia e meio e eles ficaram presos e não conseguiram ser resgatados. Agora eles fecham e esperam autorização. E não adianta burlar e ir cortar caminho onde não há asfalto porque a polícia já pensou nisso também e fez vários buracos e vários montes de terra pra impedir isso, fora que, se for pego, cadeia. O guia até tentou mas resolveu esperar. Nisso foi-se formando uma fila de vans, caminhões e motos As 8h20 um carro do governo do Chile de inspeção de vias chegou, mas não tinha nenhuma informação. A estrada só foi liberada as 9h30. Mal dormir pra sair mais cedo que o combinado pra esperar até as 9h30. ô vida essa viu. SML foto: Só faltou Gandald lá com seu cajado dizendo "AQUI VOCÊ NÃO PASSARÁ" SML foto: olha a hora e olha a temperatura lá fora. Isso não é de Deos. SML foto: amanhecendo na estrada. Ainda estava lá parado Enfim fomos liberados e pegamos a estrada. Nem preciso dizer que a visão na estrada é linda né, então, não direi. mas é. SML foto: ó lá o Lascar, esquerda e o Toco, direita. Enfim, chegamos a base da subida. Claro que não iríamos subir os 5640 a pé né. O carro chega até uma determinada altura e você sobe o restante que já é muito difícil. O vento aqui já é muito forte. Veste-se com o máximo de roupa de frio e corta vento e luva que tiver, mesmo assim, o vão de alguma coisa que o vento conseguir passar e chegar a tua pele é de matar...kkk Agora é DES PA CI TO. Passo a passo, devagarinho mesmo. Tá alto, o vento tá forte e pronto pra te derrubar. Na metade o guia perdeu um dos seus bastões. Voltar pra pegar só para profissionais, porque cansa, qualquer passo cansa muito. Não querendo ser mole, paguei e iria até o final, mas a vontade de sentar, chorar, chamar a mamãe e desistir é grande. Mas não desistiria, a sensação de frustração de não conseguir bateu e não iria me entregar. Aquela sensação de ter floquinhos de neve batendo no rosto é maravilhosa. SML SML SML SML SML foto: projeto ALMA, observatório. Bom, ficamos no pico uns 30 minutos, vento muito forte. Pra tirar foto era um sacrifício. Era assim. Primeiro pensa em tudo o que você tem que fazer e aí põe em prática: tira luvas, guarda bem num bolso pra não ir embora com o vento, corre pega o celular no bolso, merda o bolso tem botão, ponta do dedo já era, tá doendo de tão gelado que tá, ufa, consegui abrir o bolso, pega o celular, segura firme para o vento não levar, tenta focar, abre as pernas pra ter apoio e não ser jogado para o lado, bate foto, bate foto, bate mais, quantas conseguir, não perde a oportunidade, porra que frio, guarda o celular, cadê a porra do botão, achei, abotoa, reza para as luvas estarem onde você as deixou, pega elas, corre pra botar as luvas, ufa, vai esfregando as mãos pra esquentar. Depois disso tudo, aproveitando a vista e batendo fotos nessa facilidade. Chegou a hora de comer as barrinhas que o guia te dá e descer. Aqui não há segredo, para baixo todo santo ajuda. Aquela neve que era gostosa de sentir na subida, Eu já não aguentava mais aquela porra branca na cara, e agora batia forte, porque eu estava descendo a favor do vento. E com o vento você não anda, você pula. O vento aumentava você abaixava ou procurava uma rocha pra se esconder. O guia, baixinho, não conseguiu e o vento o derrubou, arrastou ele. Se fosse pra baixo diria sorte, mas não, teve que refazer o caminho. Na subida ele disse que quase ficou sem COOL. É ele precisou fazer as necessidades. Você vê o carro tão pequenino lá embaixo, que bonito. É nada. Você não ve a hora de chegar nele, entrar e se proteger do frio. Se subi em 4 horas devo ter descido em 30 minutos. Enfim, o carro estava na minha frente, ufa, consegui. Aí me perguntei: "MAS QUE PORRA EU VIM FAZER AQUI?" kkkkk Passar um frio desses pra isso? kkk esse tipo de pensamento ocorre, depois os guias se cumprimentam, te cumprimenta e aí vem a emoção: SUBI UM VULCÃO. Serei uma das pessoas que alguém conhece ou irá conhecer que subiu um. Como o guia disse. Voltei a SPA ainda me recuperando dessa louca emoção. Depois fomos ao Museo del Meteorito, enfim conseguimos pegar aberto, afinal os relógios já estavam ajustados. E pra quem não dava nada naquilo vendo somente de fora. EU SUPER RECOMENDO. São 35 minutos de explicações áudio visuais super interessantes. E a guia do museu ainda termina com demonstrações sobre os meteoros. É sim há alguns lá que você pode tocar. SML foto: da Ana, "emprestada". Hoje seria o dia também de seguir viagem, SPA deixará saudades. Não consegui alugar uma bike para ir para Putara . Insegurança de não dar tempo, talvez, e outras coisas, mas enfim, aproveitei cada momento desse lugar místico, há algo aqui que não se pode explicar, só vivenciando. Mas é seco, nariz já não aguenta mais, está pura casca, todo machucado. Voltei para o hostel e, com autorização das donas, fiquei por ali até chegar próximo ao embarque para Calama que seria as 19h45. E de Calama para Arica as 22h15. Gastos: Museo del Meteorito 3.500 pesos Passagem Frontera del Norte (executivo) SPA x Calama 3.000 pesos Passagem Frontera del Norte (executivo) Calama x Arica 9.000 pesos 2 empadas + café Rodoviária de SPA 2.500 pesos (juntando as moedas que sobraram) TOTAL= 18.000 CLP
  31. 1 ponto
    Dia 8 - 10 de Maio de 2017 San Pedro de Atacama 2o passeio: Geysers e Pueblo Machuca A agência disse que a van passaria entre 4h30 e 5h (já tinha ajustado o relógio). Foram chegar as 5h38. E fomos os primeiros a entrar, bonito isso né? Aí é como todo passeio, passa num hostel, passa no outro e vai carregando de turistas e mochileiros. Estava frio, mas nem tanto para poder aproveitar os Geysers. Depois que chegamos, prepararam ali mesmo o desayuno. Depois a guia começou o tour. Disse que iríamos ver os geysers em sua total atividade se o tempo estivesse abaixo dos 0, lá pelos -5. Então me perguntei: "Por que diabos eles não monitoram o tempo e só fecham o passeio se estiver propício para que nós aproveitemos?" E logo veio a resposta né "Dinheiro". Confesso que achei bem chatinho, acordar super mega hiper master blaster cedo, passar um frio lascado pra chegar e não ver tudo ativo? Havia apenas um que a cada 30 minutos entrava em erupção e ficava assim por 10 minutos. Era hora de tirar o máximo de fotos que pudesse. Ali era tudo cercado com muros, diferente dos Geysers da Bolívia, mas também porque pra variar o animal humano já havia feito burrada ali. Já havia morrido 5 pessoas naquele local. A última subiu na mureta (apesar da segurança a pessoa abusa ainda), subiu e claro, caiu naquela água fervente e claro, depois de uns dias internada veio a falecer. Tudo por causo do que? Uma maldita selfie. Enfim. O lugar é bonito. Segue as fotos. SML SML SML SML SML SML SML SML Daqui seguimos para o Pueblo Machuca, parada obrigatória para a volta a SPA. Um pueblo com pouco mais de 60 habitantes, a maioria crianças, mas que estava vazia quando chegamos pois era horário escolar. Na verdade além de 4 trabalhadores da prefeitura ali realizando obras eu só vi 3 pessoas: a senhora que cuida da igrejinha, o atendente do restaurante e o churrasqueiro (dos espetinhos de lhama). Mas enfim, se a guia diz a gente acredita. SML SML SML SML SML SML SML foto: guardanapo, serve como comprovante de pagamento e retirada do espetinho de lhama 3o passeio: Valle de la Luna Chegamos em SPA e voltamos para o hostel. Passamos no mercadinho para comprar e preparar algo para o almoço, já que daria tempo. E as 14h00 chegamos na agência como combinado. A van chegou as 14h20. E lá fomos nós. Começamos o passeio dentro do Valle as 15h20. Aqui você paga a entrada. Estudante tem desconto, a moça aceitou a carteirinha de faculdade, então aqui vale tentar, aceitou ri e agradece, não aceitou senta e chora, entra numa faculdade e tenha a carteira ISIC. Há uma venda para comprar águas e snacks (melhor já trazer porque é mais caro, claro), mas tive que comprar água, então. SML SML O guia nos leva ao pico alto, faz suas explicações e depois diz, "tal horário todos no ônibus se não vai ter que encontrar outra van para voltar para SPA". COMO ASSIM? E o "tal horário" dele era daqui a 35 minutos e ele só tinha dado a explicação em espanhol (sorte minha porque entendia, já os que esperavam a tecla SAP para o inglês). Lá em cima venta bastante então sobe aquela areia na cara que é uma beleza. SML Mas o lugar é realmente incrível, lindo demais. O que me surpreende, talvez porque em São Paulo eu não veja mais, é o céu. Todo azul e o sol refletindo cada cor em todos os lugares, é de cair o queixo. SML SML SML SML SML SML SML SMLXL SML SML SML Depois de percorrer ali meio que às pressas (deveriam nos dar mais tempo) o jeito foi voltar né. Antes eu tivesse conseguido vir aqui de bicicleta, como eu havia me programado para o último dia. Então fica dica: venha de bicicleta. Aluguem em SPA sua bike. O Valle é perto de SPA, muito perto. E aqui você faz o SEU tempo e não o da agência. E depois você pode ir de bike mesmo para Putara Quitor. Desse ponto seguimos na van até a Caverna de Sal. Na verdade, depois dessa caverna que comecei a gostar daqui, porque achei que seria mais um passeio com dunas e meio que nada de difetente pra ver. Mas foi divertido, emocionante e uma aventura bacana. SML SML SML SML Daqui depois de uma escalaminhada, entramos na van e fomos ver as formações rochosas que chamam de "as três Marias". Seguundo o guia: um bêbado uns anos atrás agarrou no "pescoço" de uma delas para tirar foto e acabou com a imagem. Mais uma vez o animal humano fazendo suas babaquices. SML foto: As tres Marias. Parabéns a quem consegue ver Partido daqui fomos ver o por do sol na Pedra do Coyote. Nem vou falar muito desse lugar, foi um dos que mais gostei. Aqui o por do sol não tem igual, pelo menos ainda não vi. A cada minuto as cores do céu muda, reflete nas nuvens, nos picos nevados dos vulcões. MARAVILHOSO. SML SML SML SML SML No caminho de volta, na van, o guia havia pego uma rocha com cristais, quebrou e distribuiu entre nós (que coisa feia hein seu guia). Dizem que cristal você não escolhe, ele quem te escolhe. Acho que por isso que chegando na minha vez, não havia mais nenhum. Ele ainda tentou, tirou uma lasca que parecia mais uma lâmina de barbear e me deu. Abri a janela e deixei onde ele realmente pertencia. Chegando em SPA fomos ver com a agência que iríamos subir o vulcão Cerro Toco se as condições do tempo estavam favoráveis. E estavam...uhuuuu. E fui alugar luvas para frio extremo. Não sou adepto mas fui comprar um pau de selfie porque lá em cima, sacar a máquina não iria dar certo e comprar algo para proteger o pescoço, um cachecol. Gastos: Entrada 3.000 pesos Água 1.500 pesos Mercado 18.500 pesos Aluguel luvas 2.500 pesos Pau de Selfie 9.000 pesos (um rim) Cachecol 5.000 pesos TOTAL= (R$) 23.000 CLP
  32. 1 ponto
    Dia 7 - 09 de Maio de 2017 San Pedro de Atacama 1º Passeio: Piedras Rojas + Lagunas Antiplanicas O horário combinado da van passar no hostel estava marcado entre 6h30 e 7h15. Aí que a percebi que, mesmo com o wifi, a hora do celular não havia sido alterada para a hora local. Como o quarto dava pra rua, então deu pra ouvir uma van parar na porta. Abri os olhos. Escutei alguém ficar chamando na porta, socando o portão. Levantei. A dona do hostel vem e bate na porta do quarto e diz que a van estava esperando. Pronto. Desespero total. Veste calça, põe blusa de frio, pentear cabelo nem pensar, põe touca mesmo e corre pra avisar que vamos pelo menos usar o banheiro. Nisso entra o guia e fala que já deveríamos estar prontos. Dai falei: Mas foi combinado até 7h15. Ainda são 6h30. Ele ri e pergunta de onde sou. Brasil. Daí ele fala em bom portugês: Brasileiros. Tem que ajustar o relógio né gente. Daí perguntei a ele que horas eram e já estava marcando 7h45. Que merda hein. Inda bem que já separei tudo que ia usar no passeio na noite anterior. Enfim, lá fomos nós. Mas também. Foi o 2º lugar que ele passou, iria passar em vários hostels, e TODO mundo demorava. Então não me senti tão culpado, se alguém ou alguma coisa teria que levar a culpa, melhor botar no celular que não atualizou. Enfim, depois de lotar a van, hora de pegar a estrada e as belas pasisagens já começam nela, você gruda na janela e não quer largar mais. Aliás, foi um dos assentos que eu mais fiz questão durante todo e qualquer passeio. JANELA. A primeira parada foi no povoado de Socaire para o desayuno. Antes passamos por Toconao uma pequena cidade a 34 km de SPA. E por onde você olha é montanha, vulcão, picos nevados. Fascinante. Depois o guia pede pra van parar na estrada. Problemas? Nenhum. Para sacar fotos. Dali você, no meio da estrada, numa reta sem fim. SML SML SML SML SMLXL SML foto: Grupo (se alguém reconhecer alguém dessa foto, por favor, me dêem contato, preciso das outras fotos do grupo. Obrigado) Daqui seguimos para Piedras Rojas. Lugar incrivelmente lindo. Formados graças as erupções vulcânicas deixando formações magníficas e os lagos para completar essa beleza. Soma isso com a explicação do guia, que GOSTA do que faz, fica melhor ainda. As pedras ficam com essa cor devido a concentração de ferro. Após as erupções e seu resfriamento e a atuação dos ventos e do oxigênio vão impactar em suas formas e cores. Aqui o vento estava muito forte, logo o frio pegava. Depois de curtir essas paisagens que, apesar das fotos, não há descrição. Só estando lá, porque não são só o que os olhos vêem mas o que você sente ao ver isso tudo. É obra divina. Mas antes de chegarmos a última curva o guia pede para que fechemos nossos olhos. E diz para refletirmos sobre a vida, de onde viemos, de como foi nossa infância, o ser que somos nesse universo... e vai falando. Aqui, ciscos já tomam conta dos olhos. Depois ele diz: "Abram seus olhos devagar..." Aí, pronto, só não solucei pra não passar vergonha. Era demais para os olhos. Aquelas cores naquelas formas. Aqueles tons, pareciam realmente um quadro em tamanho natural. Uma verdadeira obra de arte. SML SML SML SML SML SML SML SML Depois seguimos para as Lagunas Antiplanicas, e aqui paga-se a entrada que, no dia, foi 3000 pesos. Próxima parada: Lagunas Antiplânicas Na primeira Laguna, a Miscanti, eu pensei que a van ficaria próxima, desci e larguei a câmera nela. Então, nada de fotos ela. Há uma cabana, que antigamente era alugada para temporadas. Mas o animal humano é idiota. As pessoas começaram a entrar na laguna, o que é expressamente proibido. O último babaca que fez isso era justamente um guarda que trabalhava lá. E não era caro a diária. Segundo o guia. SML foto: cabana em frente a Laguna Miscanti. Aquela que poderia ser alugada. E vai uma dica: RESPEITO. Vamos respeitar as marcações. As pedras enfileiradas não estão ali à toa, não foram colocadas por seres extraterrenos, não apareceram do além, foram postas ali para realmente demarcar o lugar onde o animal humano possa pisar e ali não passar, então: VAMOS RESPEITAR. SML SML foto: Laguna Miñique. Aqui também rolou uma foto com o grupo, mas depois vi que o motorista não fez força o suficiente para que o disparador acionasse e fizesse um registro desse momento. Resumindo: caray a foto não saiu. Depois seguimos pela estrada, guia nas redes sociais, motorista parou de perguntar se o caminho estava certo e não deu outra. Chegamos na fronteira com a Argentina. É erraram o caminho, voltamos tudo e acabamos ir conhecer uma laguna "de brinde". Na verdade o guia queria conhecer essa laguna há tempos, d´aí veio com papo de que era um sinal obra do destino... blah blah blah. Mas pensando pelo pior: ficar perdidos ali, onde não se via uma alma viva por horas, no frio que faz a noite no Atacama, foi um erro gravíssimo, seria mortal. Depois seguimos para o Salar de Atacama e ali mesmo a Laguna Chaxa, outro lar de 3 espécies de flamingos. SML SML foto: Laguna Chaxa. SML SML SML SML Pegamos informação sobre o vulcão Lascar (5592 altura), o vulcão ativo que se pode subir. Era essa a intenção, pois ao perguntar a ele, a resposta foi essa: " quantas pessoas você conhece que subiu um vulcão?". Pronto. Podemos nos lascar, mas iremos subir o vulcão Lascar. (trocadilho tosco) Quando retornamos à SPA, fomos à agência, porque queríamos trocar o passeio das 7 Lagunas Escondidas pelos Valles, acabaram trocando mas não ressarcindo, pois o valor das 7Lagunas era o dobro da do Valles, mas enfim, disse que não poderia devolver porque foi feito "um pacote de passeios", baboseira né, o que foi feito foi é ter dado um desconto mixuruca, mas enfim. Resolvi abrir mão das Lagunas porque 1º já havia visto muitas lagunas, apesar de suas cores lindas, achei que iria ser uma passeio chato e 2º há como entrar em uma ou duas delas, e que você não afunda devido a grande quantidade de sal, mas como estava frio, saberia que não iria aproveitar essa sensação. Depois fomos procurar onde fazer o vulcão Lascar, era a intenção. Paramos em uma agência , vimos o preço e ao sairmos um rapaz do Rio de Janeiro disse que tinha 2 amigas que estavam fazendo o Lascar com preço menor que nas agências. Mas mesmo ele dizendo que elas eram experientes e tinham todo o equipamento, não daria pra arriscar, afinal era um vulcão ativo né. Acabamos passando em outra agência, onde fomos super bem atendidos pela dona, a Sra. Rosana. Falamos que na outra agência eles tinham vaga e ela achou um absurdo. Abriu no computador a previsão do tempo com as velocidades do vento lá no Lascar. Ela disse que seria impossível subirmos, pois os ventos estariam a mais de 95 km/h e que a outra agência iria vender, mas que não chegaríamos ao topo. E nos indicou o vulcão Cerro Toco que era próximo mas que os ventos iriam estar menores. E esse sim conseguiríamos chegar ao topo, apesar de não ser ativo a altitude era bem próxima, Lascar 5592 alt. Cerro Toco 5604 alt. Essa agência se chama Ascension Volcanes. MLX A noite fomos num bar chamado "Barrio Bar", havia uma banda ao vivo "Los Paraderos" com sua música dançante e muito divertida. Pedimos uma pizza e provamos 2 cervejas. Aqui tivemos uma situação bem estranha para não falar que o garçom queria era nos roubar na cara dura e lavada. Ao pedir a conta a propina (gorjeta) já estava inclusa. Dei uma nota maior e ele perguntou se ainda queríamos o troco, falei que sim, CLARO, daí ficamos esperando. Demorou e fomos cobrar, ele disse que havia entendido que seria propina. Foi buscar o troco e mesmo assim, deu a nota enrolada faltando ainda....acredita? Guia: Caio Fraga Instagran: Unimundotravel Gastos Entrada Lagunas Antiplânicas 3.000 pesos Entrada Salar de Atacama 2.500 pesos Vulcão Certo Toco 65.000 pesos Pizza + 3 brejas 18.000 pesos (com proprina, propinas porque teve até a involuntária) Propina da Banda 1.000 pesos (não é muito mas junta com o de cada mesa, pensa) TOTAL= 89.500 CLP
  33. 1 ponto
    Por favor, continue escrevendo. Estou empolgado para saber a parte da Venezuela
  34. 1 ponto
    Dia 6 - 08 de Maio de 2017 Uyuni x San Pedro de Atacama ... e a taxa (não oficial) paga na fronteira com o Chile Às 5h levantamos, arrumamos as mochilas, fomos pro desayuno e as 5h30 estávamos saindo para o último dia de passeio. Naquelas, todos malacabados. 1a parada: Geyser Solar de Mañana - 4.850 mts Chegamos aqui as pouco antes das 7h. Era um frio, era um vento que pelamordenossinhora. Ninguém tinha dó da gente não. Mas foi um Deve-se tomar muito cuidado, não há proteção e qualquer descuido, já sabe. Não tente chegar tão próximo pra tirar foto/selfie ou mesmo parar matar a curiosidade. Afinal: a curiosidade matou o gato. Nem mesmo fique inalando esses gases. E se você não gosta de ovo cozido ou nem suporta o cheiro dele, nem saia do carro. #FikDik Ficamos por aqui uns 30-45 minutos depois partimos. 2a parada: Deserto de "Salvador Dali" Uns 45 minutos depois, o guia para e você meio que já percebe onde está, já reconheceu aquelas montanhas, aquele deserto, aquelas cores. 3a parada: Águas Termales - 4.450 mts Depois seguimos para águas termales. Até então eu não tinha intenção de entrar porque estava um vento muito frio. Mas a maioria ia, então meio que te incentivou. E foi a melhor coisa. Pagamos lá a entrada, aliás, paguei. Sabe aquela dívida da rodada da cerveja? Então essa era a minha divida, foi adiada até aqui, então tá pago! Depois que paguei, eu entrei no banheiro ali perto e pensei: PoHHA, tem que sair de bermuda daqui até lá embaixo? É muito longe, sacanagem, porque não tem banheiro lá perto. Quando tirei a primeira blusa o rapaz que recebeu as entradas disse: "Há trocadores lá embaixo". E eu pra não sair feio: "Si, si, está muy calor" Descemos, entramos nos tais trocadores, fica de bermuda, deixa as mochilas, reza e corre e tenta entrar o mais rápido que pode na piscina. Mas quando você coloca o dedindo do pé, pra sentir a temperatura da água, sente aquela dorzinha. Claro, você tá meio que 'congelando" fora, quando vem água quente dói. Ai você senta na beirada e vai indo aos poucos. Quando tá com todo o corpo lá. Cara, é a melhor sensação do mundo, é como colo de mãe e pensa: daqui não saio, daqui ninguém me tira. Só quem não entrou nessa foi a Julia, a francesa. E antes que alguém pense ou fale "claro, francês não gosta de banho de água", ela mesma dizia: "não entrarei, sou mesmo uma francesa". foto: Márcio (eu), Hana lá atrás, Lenon ao centro, Angela na frente e Martin atrás. E estamos fazendo o quê? Dança do caranguejo. Não preciso dizer que só saímos da piscina quando o guia chamou né? Mesmo estando todo enrugado. E aqui uma dica: deixe sua toalha próximo a beirada da piscina porque o segredo é: pega-enrola-corre pro vestiário, assim, tudo ao mesmo tempo. 4a parada: Vista para o vulcão e últimas fotos. Aqui ficou um clima de despedida. E seria. Paramos, uma vista linda para o vulcão, uma laguna e a fronteira mais a frente. foto: Martin, Angela, Hana, Lenon, Julia, Márcio (eu) Nesse momento em que escrevo, Martin e Angela estão em casa. Mas postando essa foto bateu uma saudade. Foram momentos inesquecíveis ao lado de pessoas idem. Foram 3 dias juntos: tomando café, almoçando e jantando e até dormindo todos no mesmo quarto. Daqui, logo mais, na fronteira iríamos nos separar. Lenon e eu iríamos continuar seguindo para o Chile (San Pedro de Atacama) e os demais retornariam à Uyuni. Julia e Hana teriam mais uns dias de viagem e retornariam à seus países. Martin e Angela ainda teriam uma estrada pela frente, até nosso reencontro aqui em São Paulo. Então aqui deixo o meu agradecimento à todos vocês. Pela companhia, pelas risadas, pelos perrengues que passamos juntos, cada um ajudando ao próximo. Mesmo que dividindo os remédios. Sei que não sou de falar muito, mas me diverti bastante e espero que vocês também. E até uma próxima, porque a vida é assim, feita de encontros e desencontros. OBRIGADO! Daí fomos pra fronteira, peguei a Jacinta, nos despedimos do grupo novamente, agradecemos ao guia e um cara já vinha gritando ATACAMA? ATACAMA? dissemos sim ele pegou nossas mochilas, botou na van e apontou para a fronteira. Seguimos até ela e entramos na fila, dai esse mesmo cara que ficava esperneando ATACAMA veio até nós e pediu para segui-lo dizendo que brasileiro não pega fila. Pegou nosso passaporte e entrou, em seguida saiu com um polícia que estava com nossos passaportes e o cara disse que teríamos que pagar 15 Bs. Questionamos porque já sabia que eles poderiam fazer essa cobrança. Disse que a agencia não disse nada sobre essa taxa, que já havíamos pago o transfer e que estava sem bolivianos. Dai ele pegou o ticket do transfer, nos devolveu e disse que teríamos que resolver com a Esmeralda. Fomos até o guia que nada falou. Dai o cara disse que já estava na hora de irmos, apontou para o relógio e disse que poderíamos pagar em dólar e o policial somente balançou a cabeça. Enfim, pagamos essa desgraça com muita raiva. E lá é assim, eles querem te apressar em tudo para você ficar mesmo sem reação. E com muita raiva paguei mesmo sabendo que era ilegal essa cobrança. Não havia aviso e se fosse legal haveria um recibo para tal. Enfim, vida que segue e queríamos seguir para o ATACAMA, ATACAMA. ATACAMA A van parou em frente a Policia Federal no Atacama as 10h30, para dar entrada e carimbar o passaporte. Lenon foi primeiro e o Policial fez uma graça por ele se chamar Jonh Lenon. Depois foi eu, uso óculos que escurecem ao sol, quando entrei ele olhou pra mim, emburrou a cara e disse "tire os óculos". E da mesma faca fechada que disse me entregou os documentos. BEM VINDO AO ATACAMA poderia ter dito. Eu iria ter gostado de ouvir isso. Chegamos ao centro, a rua principal de Atacama às 11h30. Fomos procurar onde fazer câmbio, procurar um hostel, algo para comer e agência para fechar os passeio (apesar de já ter uma indicação). Encontramos o câmbio a 1USSD = 660 Pesos Fomos aos hostels indicados, mas acabamos ficando no VilaCoyo a 8000 Pesos. Quarto com 2 camas - Wifi - Água Caliente. Fechamos os passeios na Agência Lican Antay. A intenção era fazer o Valle de la Luna e de la Muerte na mesma tarde que chegamos, mas disseram que tiveram que adiantar o inicio do passeio por conta do sol estar se pondo mais cedo. Então deixaria para fazer os valles de bike no último dia. Nem me dei conta de que não tinha ajustados os relógios, por isso que não conseguimos fazer os valles. Mas só ia perceber isso na manhã seguinte. Então essa tarde seria para andar por Atacama e descansar. Como no hostel havia cozinha, fomos fazer compra no mercado. Gastos: A entrada do Termas é 6 Bs, mas como "me bancaram" na noite anterior, aqui paguei de todos) Taxa para sair da Bolívia (não oficial) 15 Bs ou 2,50 dólares - Câmbio 500 U$S = 330.000 CLP Hostel VilaCoyo 8.000 CLP Compra mercado 10,100 CLP Empanada + suco + propina 9.300 CLP Agência Lickan Antay 60.000 CLP (piedras rojas + antiplânicas, geysers + lagunas escondidas) TOTAL= 30,00 Bs / 2,50 U$S / 87.400 CLP
  35. 1 ponto
    Dia 5 - 07 de Maio de 2017 2o dia: Expedição Salar de Uyuni... ...e a lasanha que transformou todos em REI/RAINHA. Depois de uma noite fria o desayuno ficou combinado as 7h com o guia. Frio sacomé, qualquer minuto a mais na cama é lucro, acordei as 6h30, arrumei a mochila e banho ainda é sonho. Às 8h já estávamos no 4x4 para mais um dia de passeios e aventuras. foto: Pueblo de San Juan 1a parada: Mirador del Volcán Ollangye - 5865 metros de altitude (baixa né...SQN) Aqui uma parada rápida para fotos e termos a vista do vulcão. Estou meio atrapalhado com a sequência das paradas, é muita coisa. Escrevendo esse relato, parece que os dias são mais longos e fizemos tantas coisas, são tantas experiências, que se perde um pouco a noção do tempo. Isso porque o tempo em si não importa muito. Há um momento em que o guia para, descemos com dificuldade pois o vento é muito forte e até pensei que iria passar desta para melhor, vento na cara, fiquei sem conseguir respirar, 2 segundos mais longos da minha vida. Respirar era difícil, falar então 'nem se fala'. Era tirar fotos, segurando ao máximo o celular e voltar ao carro, porque o vento frio cortante também era forte. Mas a vista, assim como em todos os dias do passeio, são espetaculares. foto: droga, descobriram minha identidade secreta 2a parada: Lagunas Canãpa, Hedionda e Honda Seguimos para as lagunas, onde os flamingos se alimentam e descansam durante seus movimentos migratórios. foto: Lobo. Geralmente não se aproximam assim mas pessoas agora costumam jogar comida. Turistas idiotas. foto: foto da foto da Julia tirando foto do lobo, na foto. Entenderam? Eu não. E foi aqui que almoçamos. Nada mal né. Desculpa, condições....rs 3a parada: Deserto Siloli e a árvore de pedra Mais uma parada, agora na floresta de pedra. Formações rochosas formadas pela erosões causadas pelo forte vento através dos tempos. 4a parada: Laguna Colorada Aqui entramos no Parque da Reserva Nacional de Fauna Andina Eduardo Avaroa. A entrada é paga a parte, não está inclusa no passeio que você paga na agência. foto: gosto assim, quando todos olham quando digo que vou "sacar una foto" foto: precisa explicar mais que não é pra fazer nenhum tipo de caca? Ao fim, seguimos para o Hostel no Pueblo de Huayllajara. Depois que nos acomodamos no quarto e como era a última noite, fomos caçar onde beber, o que não é recomendado em altitudes mas precisávamos comemorar de certa forma. Encontramos um, creio que o único, bar ali do pueblo. Aliás, creio que todos do passeio resolveram comemorar, porque lotou. Deu tempo pra tomarmos 2 rodadas de cerveja Potosina. Porque já estava dando a hora do jantar, e o guia disse que passou do horário não se come mais. Seria isso um aviso, um sinal? Até rolou um vídeo do grupo fazendo a dancinha do caranguejo. VÍDEO QUE POSTAREI DEPOIS (preciso descobrir onde foi parar) Enfim, voltamos para o hostel para nossa última refeição juntos. Veio a sopa de entrada, depois o prato principal: Lasanha de Cebola. Não sei vocês mas eu nunca havia visto um prato desses. Eu, como já estava mal por conta da dor de cabeça que me acompanhava, só experimentei a massa e o queijo, deixei o resto e toda a lasanha no prato. Os demais, devoraram. Na sequencia veio uma garrafa de vinho sexo, ficamos com receio de abrir e tomar, porque não havíamos pedido e por isso não queríamos pagar. Mas depois o guia disse que era "brinde". Então, quem gostava de vinho seco tomou, eu como não gosto passei. Depois pegamos nossos celulares e baterias que deixamos carregando. Aqui fica uma mesa cheia de tomadas e pode deixar carregando até o horário que se tem luz, as 21h. De madrugada o efeito da lasanha despertou. Era uma passa-passa no corredor, cada um queria ir para o trono, ter seu momento de rei. É, a lasanha fez mal, à todos. A Angela, que era do nosso grupo, que experimentava de tudo sem problemas, também se rendeu, passou muito mal, tomou tudo durante a madrugada toda. Eu havia levado 2 Enos, dei um a ela e tomei o outro, porque o pouco que comi não estava me caindo muito bem. E pra ajudar esse dia era o que sairíamos mais cedo. Gastos: Entrada Parque Eduardo Avaroa 150,00 Bs Banheiro 6,00Bs Rodada de cerveja (não paguei aqui porque chegou minha vez deu hora de irmos pro hostel) Sorte? Não, adiamento de dívida. TOTAL= 156,00 Bs
  36. 1 ponto
    Dia 4 - 06 de Maio de 2017 Uyuni Leram que a chegada em Uyuni era prevista para as 5h30? Leram também que eu disse que eu precisaria usar todas as minhas roupas de frio quando chegasse aqui? Então, acho que não era um ônibus que embarquei, ele voou até aqui e chegou as 3h15, pensa no frio, pensou, esfria mais aí, mais, tá batendo os dentes? Esfria mais até bater os dentes e não conseguir falar e xingar os antepassados do motorista que demorava muito para entregar as mochilas. Foi nessa temperatura que cheguei em Uyuni. Aqui vive uma lenda, A NONIS. Na verdade ela se chama Meri. E não via a hora dela aparecer para nos salvar desse frio duzinfernos. Uma garota ficava gritando a estadia dela. E quando ela parou de gritar e sair de perto, atrás dela estava ela, uma senhorinha magra, baixa, agasalhada. Dona Meri, da Nonis Café. Nem conferi se era ela mesma, ela seria o mestre. Peguei a Jacinta e SIMbora seguir o mestre. Ao descer do Bus o frio já agrega as pessoas, então saímos em comboio atrás dela. Fomos os primeiros a chegar Lenon (companheiro da viajem), Julia (Francesa), uma Inglesa e eu. Ela é dona do Café Nonis, ela é uma das pessoas que sabe os horários de chegada dos ônibus a Uyuni e vai lá recolher os mais necessitados, nós mochileiros. Ela disse que estava fazendo uns 4 negativos, mas que faz frio mesmo em Setembro. Pensei, FAZ FRIO MESMO? Já estava morrendo ali. Em Setembro acho que já nem sairia do bus. foto: Olha lá ela, A Salvadora dos Mochileiros, deveria ser canonizada. Ela já entrou acendendo os calafetadores para aquecer o ambiente, mas estava tão frio, que só ficando perto deles para poder se aquecer. Ela oferece banho também, disse que é quente, mas naquele frio? Em um banheiro com teto alto? TENTEI, mas não deu. Dá-lhe lencinhos umedecidos novamente. foto: Café Nonis à direita. A Nonis vem, deixa as pessoas. Depois chega um funcionário e ela sai, volta lá para o ponto para salvar mais mochileiros, nisso o Café lotou. E aqui é a hora de você já juntar uma turma para o passeio do Salar, porque se for na agência já com o carro 'fechado' (6 pessoas) a chance de você fazer um bom preço é melhor. Ali, no Café, teríamos que aguardar a abertura das agências, a partir das 8h, para fechar o passeio do Salar de Uyuni. Já estava com indicação da agência Esmeralda Tours e com um preço. Agora era esperar e falar com nossa indicação e negociar. A Julia foi convencida a fazer o Salar conosco, pois ela queria passar uma noite em Uyuni (sendo que não tem nada pra fazer lá) Como depois chegaram 2 mexicanos, a Angela e o Martin, já estávamos em 5. Dado o horário fomos atrás da agência, lá há muitas. Logo encontramos a Esmeralda Tours e fomos procurar a Deise. Como estava em um grupo do whatsapp, de pessoas que já tinham ido ou estavam viajando, as informações estavam frescas. Frescas e quentes. querendo fazer um trocadilho com o tempo kkk. (beijo Ana, passou mó perrengue..heheh, leiam seu relato AQUI) Quando estávamos fechando o preço, chorando para ela fazer o que a galera pagou quando veio, ela disse, "mas vocês estão em 5, está faltando 1". Parece coisa de filme, mas nesse exato momento entrou Hana pela porta, o tempo parece que parou, todo mundo prestou atenção nela e ela então perguntou "Está falntando alguém em algum grupo que eu possa ir?". "Está faltando você"...E assim tínhamos nosso grupo formado: Lenon e eu (2 brasileiros), Angela e Martin ( 2 mexicanos), Julia ( 1 francesa) e Hana (1 alemã) = 6 pessoas que passariam 3 dias, na maioria do tempo num 4x4, junto com o Guia que também era cozinheiro. foto: Hana, Julia, Lenon, Marin, Angela e Márcio (eu) Passeio fechado, fomos comprar toucas, luvas, água e snacks para beliscar no passeio entre as refeições. E tomar outro desayuno. Paramos em um restaurante, que não irei me recordar do nome, estava em reforma, havia um garoto de uns 8 anos atendendo os que chegavam, muitíssimo simpático e divertido. Nos espantou com o atendimento em inglês na mesa ao lado. E claro, deixamos uma proprina a ele e demos os parabéns ao seu pai, que víamos sua expressão de orgulho no sorriso estampado no rosto. Bateu as 10h fomos ao local combinado para deixar as mochilas no bagageiro do 4x4. Você leva durante os passeios o que você for utilizar, porque a mochila cargueira você só vai poder pegá-la no fim do dia quando chegar no hostel que for dormir. E partiu Salar de Uyuni... 1o dia: Expedição Salar de Uyuni 1a Parada - Cemitério de trens Partimos as 11h00 e seguimos em direção ao Cemitério de trens. Trens abandonados no meio da planície andina que serviam para transporte de minerais e de pessoas que iriam tentar a vida na Bolívia. E que na década de 40, devido a crise na mineração, os trens foram aqui sendo abandonados, ficando somente o resto de memórias de uma época promissora. E se tornando um dos principais pontos turísticos desse passeio e nossa primeira parada. Aqui eu já começava a sentir o Soroche (o mal de altitude). Começou com uma dor de cabeça leve. Daí, é um sobe e desce nas carcaças dos trens, pula aqui, pula ali, tira foto pulando 1-2-3-4-5-6 vezes, e teve uma hora que não aguentava mais. Tomei uma Neosaldina, melhorou, mas a dor me acompanhou pelos 3 dias do Salar. Então uma dica, aliás, já emendo 2: Não exagere, uma hora a altitude pega e coma coisas leves, na altitude o nosso metabolismo (pra já que não estamos acostumados com altitude) é mais lento, e qualquer alimento pesado vai fazer mal. Mas acompanhem, essa coisa de alimentação pesada, vai rolar um perrengue na última janta, a da 2o noite, a última, que vai derrubar todo mundo....(spoiler não..kkk). Ficamos por aqui uns 30-45 minutos. Depois seguimos para a próxima parada. 2a Parada - Pueblo Cochani Aqui há um museu de Sal e uma feirinha, bem turístico, para comprar lembrancinhas se quiser. Fizemos uma parada de uns 15 minutos, mas que viraram 25 fácil, fácil. Sem muitas fotos, porque só vi mais um lugar pra turista gastar seu dinheiro. Mas da pra ver a precariedade que vive o Pueblo, então, a venda de seus regalos é uma das principais fonte de renda deles. 3a Parada - Extração de sal - Salinas O nosso guia era assim. Parava o 4x4 no local, explicava, saíamos do carro e visitávamos o local. Aqui ele explicou sobre a extração de sal. Havia um senhor que fazia os "montinhos" de sal com sua pá. Mas a extração realmente não era ali, era mais a frente que acabamos nem indo visitar. Então as informações que nos passou foi assim: 'É a maior planície de sal do mundo, com seus quase 11.000 km²; Com suas 11 camadas de sal, entre 2 10 metros de espessura. Tem 120 metro de profundidade e um rico depósito de boro, magnésio e potássio e é a maior reserva de lítio do mundo.' É incrível o lugar, pra todo o lado que você olha é branco, é sal. Aqui deve usar óculos escuros, pois não se consegue ficar de olhos abertos sem, é ofuscante. foto: Aqui, segundo o guia, era onde se fazia a extração de sal Foi uma pena não termos pego o Salar com água. Para tirar fotos incríveis com ele todo espelhado. Mas, fica pra uma próxima. 4a Parada - Hotel de Sal Playa Blanca De Hotel só ficou o nome, aqui foi o local do nosso almoço. Enquanto o guia prepara nossa mesa de sal, fomos conhecer o local. Do lado de fora é onde tem aquele monte de bandeiras dos países e o monumento do Dakar (miniatura). Dentro do Hotel há uma Lhama, claro que de Sal. Os quartos e um saguão onde estavam as mesas onde iríamos almoçar. 5a Parada - Salar e fotos em perspectiva Aqui é onde o bicho pega, onde tu fica um bom tempo tentando tirar fotos bacanas, com os dinossauros que o guia leva, com qualquer objeto que você tenha. Aqui vale tudo, até a banana que você leva como snack. O lápis das suas anotações. Vale a criatividade. O problema aqui é FOCO. foto: vale tentar estrelinha foto: vale segurar o rabo do Godzila para ele não pegar a Hana foto: Mas que no fim, Godzila vence 6a Parada - Isla del Pescado e um por do sol phodástiko A próxima parada é em uma Ilha, nesse mar de Sal, de onde, lá de cima, se tem uma visão de 360º do Salar. Aqui há o custo da entrada. Calculei errado a grana e não tinha Bs suficiente. No guichê o atendente disse que fazia câmbio, então, ele fez, literalmente. Entreguei dólar e ele me devolveu bolivianos. Saí de lá na dúvida se tinha mesmo que pagar a entrada e se era ali mesmo que fazia o pagamento. Depois tive que retornar no mesmo lugar, com o mesmo atendente para pagar a entrada. Duas antas. Ele e, claro, eu. Na ilha cresce esse Cactus Gigante, que pode chegar até 10 metros. Não era pra ser aqui, mas acabamos por ficar pra ver o por do sol. E não importaria onde fosse, foi simplesmente PHODÁSTIKO. E com esse jogo de cores, fechamos esse primeiro dia de passeio, de imagens sem igual. Gastos: Chá de coca 10,00 Bs Café Nunes 40,00 Bs Desayuno restaurante 40,00 Bs Passeio Salar Uyuni 3D/2N 700,00 Bs + Transfer Atacama 50,00 Bs Feira no Pueblo: 1 touca 35,00 Bs / 2 imãs 10,00 Bs / 1 luva 10,00 Bs Água 2Lts 8,00 Bs Entrada Isla del Pescado 30,00 Bs TOTAL= 933,00 Bs
  37. 1 ponto
    Dia 3 - 05 de Maio de 2017 Santa Cruz de la Sierra x Sucre x Uyuni ...E a gritaria de POTOSSÍÍÍÍÍ, POTOSSÍÍÍÍ Fomos chegar em Santa Cruz, no Terminal Bimodal, por volta das 8h30. Foi demorado esse trem, como disse, há muitas paradas, mas é uma experiência à parte. No trem haviam mais 2 mochileiros (Alexandra e Jimitri) e nós precisávamos de um banho, então seguimos com eles e dividimos um táxi. Aqui já começa a pechincha. TUDO é negociável. E no 2o já conseguimos um bom preço para dividir por 4. E era O táxi, com o assento do motorista um tanto quanto DIFERENTE. Deixamos um mochileiro em seu hostel, depois seguimos com uma outra até o hostel que ela iria ficar, mas não havia banho separado, saímos para procurar. Depois de muita procura resolvemos pegar logo o bus para o Aeroporto de Viru Viru. Mas só conseguimos saber onde esse bus passava quando estávamos perguntando a um senhor sentado em frente a uma loja, ele indicava para pegar um táxi, e uma senhora lá de dentro falava algo alto sobre bus para aeroporto, e no fim, fui entrar e saber que ela estava falando com a gente. Depois de 5 explicações dela, não porque não havia entendido, mas porque ela descambou em falar que só parou mesmo porque eu fui saindo de fininho e agradecendo. E só ouvia sua voz ficando cada vez mais baixa. Ela não parava mesmo, sério. O ponto era ali na avenida principal, estava próximo e esperamos uns 20 minutos. O bus é VIRU VIRU Linha 139 e a viagem durou 45 minutos. Daí foi chegar, descobrir a grande utilidade dos lencinhos umedecidos, despachar as mochilas, caçar uma tomara, um wifi, comer algo no Subway e aguardar. O vôo pela Amaszonas estava marcado para as 11h15. Durou 1h40 num avião tipo 'teco-teco1. Daqueles que você ente qualquer turbulência e até quando o trem de pouso recolhe e parece que bate nos pés. Mas foi tranquilo, super. As 13h20 foi o desembarque em Sucre. E aqui você já sente o impacto. Que aeroporto lindo, pequeno e no meio de "um nada". De montanhas e de um limpo-céu-azul-phodásticko. No aeroporto é super rápido. Desembarca as 13h20. Pego a Jacinta as 13h25 e as 13h28 já estou na Van que te leva para o centro de Sucre. Simples, prático e fácil. Como moro em São Paulo fiquei até com um receio. Alguém poderia pegar a mochila e sair sem que ninguém conferisse o ticket da mochila. A van faz ponto final em uma praça e daqui descemos no sentido que o motorista disse, para se chegar ao Terminal de Bus. Informação aqui, outra ali, melhor foi pegar um Bus, porque o terminal nunca chegava e Jacinta estava bem gorduchinha. E foi pisar no terminal, e ouve-se os gritos estridentes de 'POTOSSÍÍÍÍ, POTOSSÍÍÍÍ'. E isso fica na cabeça uma semana. Aqui nota-se o quanto o trânsito seria caótico nessa viagem. E como um adesivo como EU AMO BUZINAR venderia muito por aqui. #FikDdik No Terminal a Jacinta ficou no hostel dela, o Locker. Porque era hora de andar pela cidade e comer algo, afinal o bus para Uyuni só sairia as 20h30. Depois de umas voltas, cidade bem bonita, pegamos um bus para o Parque Cretáceo. Que fica dentro de uma fábrica de cimento que descobriu as pegadas e decidiram fazer um parque. Aliás, muita das estátuas que se vê no caminho até o parque são de dinossauros. Aqui paga-se 30,00 Bs de entrada. Se quiser tirar foto + 5,00 Bs. Deveria já ser incluso, porque quem não vem aqui e não tira foto? E se vem e não tira, lucro para o Parque. foto: Pra que facilitar também a entrada, SIMbora subir. À direita, o paredão com as pegadas encontradas. Para chegar aqui ou pega bus e paga-se 1,50 Bs ou o Bus do próprio parque, mas daí tem que desembolsar, se não me engano 10,00 Bs. Há como chegar perto desse paredão, mas para isso tem que chegar antes das 15h, como entrei depois desse horário, paciência, vida que segue e se contente com o zoom da câmera. Há binóculos para ser usado, mas pra variar, teria que pagar 2,00 Bs. Melhor não né?! O parque é bem estrututado, bonito, vale uma visita. Depois voltei para o Terminal de Bus, para almojantar num restaurante ali em frente. Escolhe-se o pedaço de frango que tu quer e vem acompanhado com arroz. Sem miséria. Vê qual que está com uma cara melhor e ore. O medo de passar mal logo na primeira refeição foi enorme. Imagina: cagaço em cada garfada. Depois foi fazer hora no Terminal mesmo, recarregar o celular numa máquina que tu paga pra deixar o celular lá (deixar é modo de dizer, conectar e ficar do lado dele). Como já tinha comprado antecipado o bus de Sucre x Uyuni, foi só trocar o voucher pela passagem. Em todo terminal precisa pagar uma taxa: TAXA TERMINAL, sem ela você nem entra na área de embarque, então prestenção. Aqui a polícia nos parou, estavam conferindo documentos de todos os estrangeiros, ou dos que eles achavam que eram. Um olha, um faz pergunta e um outro te encara, normal. Havia muitas fotos de crianças desaparecidas coladas no terminal mas, como eu mal conseguia com a Jacinta, não dava para agregar uma criança na viagem. Foi anoitecendo e foi esfriando, já sabia que quando eu chegasse em Uyuni, eu teria que estar já com todas minhas roupas de frio. As 20h30 embarquei, era uma noite de viagem, com previsão de chegada em Uyuni as 5h30. Durante a viagem acordei algumas vezes e a estrada, pelo menos naquele horário era linda, não sei se teria a mesma impressã durante o dia, porque aquelas estrelas, nossa, como embelezavam muito as noites. Gastos: Táxi Estação Bimodal x Hostel 30Bs (dividido por 4) = 7,50 Bs Bus para Aeroporto Viru Viru 6,00 bs Subway 38,00 Bs Vôo Sta Cruz x Sucre Amaszonas 292,00 Bs (comprado antecipado) https://www.amaszonas.com/pt-br/ Van Aeroporto Sucre x Centro 8,00 Bs Bus Centro x Terminal bus 1,50 Bs Locker para a Jacinta 10,00 Bs Bus Terminal x Parque Cretáceo (ida e volta) 3,00 Bs Parque Cretáceo (+autorização para fotos) 30,00 Bs + 5,00 Bs Almoço no Pollo´s El Economico 10 Bs + Fanta 600 ml 5 Bs Aadaptador de tomada (inutilidade) 8,00 Bs Cadeado 8,00 Bs Carregador automático celular 3 Bs por 30 minutos Bus Sucre x Uyuni 20,86 Bs (comprei antecidao) Taxa Terminal 2,50 Bs TOTAL= 458,36 Bs
  38. 1 ponto
    Dia 2 - 04 de Maio de 2017 Corumbá - Brasil Cheguei à Rodoviária de Corumbá as 6h, pequei a Jacinta e fomos tomar uma café, mas antes outro banho de gato porque além do calor do dia anterior, ônibus com vidros fechados, choveu a noite, tudo abafado, já dá pra imaginar a situação (ainda não tinha utilizado os lenços umedecidos, que arrependimento). Como estava muito cedo aguardei o Centro de Informações Turísticas abrir para pegar algumas informações, claro. Quem estava lá atendendo era a D. Mercedes, que mora em Santa Cruz de La Sierra, filha de bolivianos, mora lá e cá e deu ótimas dicas além de contar boas histórias, tanto de Corumbá, como da Bolívia e sobre o Trem da "Morte". Trem da Morte: de trem tem tudo, mas de morta nada. Pelo que contou Mercedes, quando a ferrovia ali começara a ser construída não se tinha muita mão de obra qualificada. Então era construído uma parte e depois era feito testes e nessas várias etapas morreram vários operários. E por isso acabou ficando com essa 'fama' de Trem da Morte. Ela avisou, e já tinha percebido, que havia um rapaz que abordava as pessoas oferecendo passeios, e na real tinha mesmo um rapaz todo de roxo nos aguardando, ela disse que ele fecha passeios mas que é o famoso malandro, a "agência" que ele diz trabalhar fica bem em frente a rodoviária e pela impressão parece de fachada mesmo, mas fica o alerta. E SEMPRE pegue informações de pontos para isso. Não saia acreditando em qualquer um ou qualquer agência, o que eles visam são SOMENTE O SEU DINHEIRO. Da rodoviária tu sai e logo em frente há um ponto, na rua depois que passa de um ponto de moto táxi. Pega o ônibus para o Terminal e no Terminal pega-se outro ônibus, o Fronteira. Este não paga pois é integração, mas tem que ficar esperto porque não há um ponto fixo para os ônibus, pode parar tanto na frene quanto lá atrás, só prestatenção'. E esse Terminal não é nada mais, nada menos que uma rua reservada para parada de ônibus. Chegando na fronteira, faça sua saída do Brasil. Não sei se é sempre assim, mas estava tudo junto e misturado. Tanto saída quanto entrada do Brasil. Muito Boliviano tentando a vida no Brasil. Pois, segundo a Mercedez, eles trabalham sem muitos direitos e vindo ao Brasil eles só por receberem o salário, já acreditam, na verdade já é uma grande mudança. Mas que muitos se arriscam com atravessadores que os enganam e os 'escravizam'. Tanto que havia um cartaz, quando fui dar entrada na Bolívia que dizia: "Está é sua última chance de pedir ajuda." Forte mas necessário. Ainda na fila da fronteira para dar saída do Brasil, um boliviano veio com 2 mulheres, dizendo que haviam guardado lugar para elas....kkkkkkkkk AH MEO IRMÃO, aqui ninguém guarda lugar pra ninguém não. E claro, que não deixamos passar, saiu, não ficou ninguém na fila? O final da fila é teu caminho. Eles já tinham levado uma bronca do funcionário porque estavam entrando na sala sendo que tinham que esperar fora e serem chamados. Tá achando que brasileiro é bagunça? kkkkk Bom...carimbo no passaporte era hora de procurar câmbio. Passou a fronteira há vários lugares que fazem, nos comércios, nas calçadas ficam pessoas com seu banquinho e mesinha para isso. E não havia diferença de valores entre eles, estava 1 Real = 2,15 Bolivianos. Como havia levado real para emergência ou caso estivesse com cotação melhor, acabei trocando o que tinha ali mesmo. Porque pelo tempo mem que eu monitorava esses valores, ali na fronteira estava com melhor cotação. E como voltaria para a Bolívia no final, poderia 'sobrar' bolivianos. Depois do câmbio comprei algo no mercado para a viagem de trem que seria a partir das 13h e a noite toda. E já começa também a ficar esperto no troco. Eles somam a compra e além de querer cobrar mais caro, dão troco errado. Não vou generalizar, mas no mercadinho, o primeiro, já aconteceu isso. Vida que segue. Depois peguei um táxi para a Estação de Porto Quijarro. Daria para ir a pé. Não levaria mais que 30 minutos em um sentido reto. Mas... Esperei umas 3 horas até a hora do embarque e lá vamos nós. Jacinta foi no bagageiro de cima e a de ataque nos pés. Assento até que confortável. Depois que se acomoda, abaixa tua poltrona, tudo bem. Mas quando o passageiro da frente faz o mesmo, não sobra muito espaço para as pernas. Passeio bonito mas cansativo pois há muitas paradas, afinal, foi o mais barato, sem serviço de bordo. Havia uma cozinha que servia almoço/janta, eu fui conhecer horas depois. Passando por 2 vagões, um cara dormindo no último banco do primeiro e outro dormindo no último do segundo. Quando entrei na cozinha pensei estar em um filme de terror. Porta do vagão aberta, cozinha em alumínio, toda cinza, sem muito brilho, parecendo abandonada, louças esperando serem lavadas e o rapaz que dormindo vagão aparecendo do nada atrás. Por um momento pnsei que a cozinha estava desativada, louça para lavar. Pensei que não estava funcionando, mas o rapaz que dormia disse que o prato custaria 15Bs (Arroz, salada e papas fritas). Quando olhei a cozinha novamente, disse que só fui para conhecer. Melhor não arriscar né... Em uma das várias paradas acabei descendo e comprando pães e mate quente. Eu disse quente? Desculpa, estava fervendo mesmo. E uns pães, que a vendedora pegava com um saco, fazendo de luva, mas quando esse escapava das mãos, ia assim mesmo. Sem proteção. Em outra parada subiram 3 crianças vendendo café, pedimos o nosso, demos o dinheiro mas a garotinha não tinha troco então fui caçar alguma moeda. Daí o trem começou a andar e acabamos dando 10bs à ela. Mas ela e os 3 irmãos só foram descer alguns quilômetros a frente depois de conseguir falar com o maquinista para parar. Deu dó porque estavam sozinhas e iriam voltar tudo aquilo de novo. Gastos: Café com leite + salgado (rodoviária de Corumbá) R$ 9,50 Bus Rodoviária x Terminal R$ 3,25 Bus Terminal x Fronteira R$ 0,00 (integração) - Câmbio: R$ 1200,00 = bs 2556,00 Mercado Fronteira 3,00 bs Táxi fronteira x Estação Porto Quijarro 10,00 Bs Trem Expresso Oriente Oriental P.Quijarro Sta Cruz de La Sierra 70,00 Bs Café 10bs (eram 2, mas coitada da menina, ficou o troco como propina) Pães 19bs TOTAL= (R$) 12,75 TOTAL= (Bs) 112,00
  39. 1 ponto
    Dia 1 - 03 Maio de 2017 São Paulo x Campo Grande - Brasil foto: desembarque no aeroporto de Campo Grande O vôo estava marcado para as 9h55. Como não dormi direito na noite anterior, acabei acordando mais tarde e já estava em horário de rush em Sampa. Ônibus daquele jeito, tudo cheio. A solução foi chamar UBER, e foi o que fiz. Porque embarcar em ônibus cheio com a Jacinta e a mochila de ataque não iria dar certo. Jacinta é minha mochila cargueira, prazer. Sem falar que chegando na portaria do condomínio: Cadê meu passaporte? Vai lá eu subir pra ir buscar. Cheguei na Estação Tatuapé e peguei o ônibus que faz itinerário para o Aeroporto Internacional de Guarulhos, da empresa EMTU, airbus 257 ou 299. Já tinha feio o check in em casa pelo app da GOL, no dia anterior, só foi despachar a Jacinta e aguardar o embarque para Campo Grande. Levantei vôo as 10h30 (atrasou hein GOL?) e as 11h35 cheguei no Aeroporto de Campo Grande. Como iria passar o dia na cidade, porque o ônibus para Corumbá só seria as 23h59, havia pesquisado o que fazer e por mais que li, de interessante só encontrei o Parque Indígena. Mas antes teria que deixar a Jacinta em alguma acomodação (locker mesmo). Então peguei um ônibus em frente ao Aeroporto que iria para o Centro e de lá teria que pegar outro para a Rodoviária, mas acabei por solicitar mais uma vez o UBER. Bateu aquela fome então no Centro, no Mercadão quis provar algo diferente, havia uma pastelaria, com cardápio bem variado, pedi um pastel de avestruz com queijo, muito gostoso, nunca havia experimentado avestruz, dá pra dar um like. Procurando onde pegar ônibus para o Parque Indígena, sem sucesso, muitas informações desencontradas, mais uma vez apelei para o UBER E lá fui passar o dia ou o máximo que pudesse, teria um tempo bem, mas bem razoável para gastar. O parque realmente é muito bonito, bem conservado, bom mesmo para passar o dia, fazer aquele exercício físico num espaço tranquilo ao som de muitos pássaros, como já estava ali né, porque não fazer..... fiz? Não, sentei na grama e fui esperar o por do sol. Dai passou um senhor com uma de isopor, pensei "Oba, Cerveja", mas como as aparências enganam, ele estava era vendendo geladinho, comprei? Claro, calor danado e um geladinho de manga muito gostoso. E grande também, apesar que ele não tinha menor para comparar, mas pelo que eu percebi, pagamos caro em Sampa. foto: entrada do Parque Indígena Havia muitas Capivaras soltas no parque. Eu disse muitas? Desculpa era uma população de antas, nunca vi tantas juntas, tu tinha que tomar cuidado para não tropeçar em uma. foto: capivaras Chegando a hora do por do sol agora era escolher um ponto onde desse para ver. Mas o sol se põe atrás de umas casas, e uns poucos prédios, então, não cheguei a ver completamente, mas o tempo que fiquei admirando ele se por atrás de uma árvore linda, valeu muito a pena. foto: por do sol E né, como não queria também andar pelo parque às escuras tive que já ir para a saída para saber como voltar para a rodoviária. Uma senhora estava no ponto e disse que teria que andar para o ponto seguinte para lá pegar o ônibus para a rodoviária. Olhei no GPS e vi que daria 1h30 na caminhada. Como não queria apelar para o UBER, o dia estava quente e caminhar seria o que mais faria nessa viagem... por que não começar desde o primeiro dia? SIMbora. Realmente era uma boa caminhada, GPS calculou errado, ou pelo menos não sabia do meu ritmo, caminhei devagar, para apreciar mesmo a cidade que era bem bonita. No fim deu 1h a mais nessa brincadeira de "vamos andar pela cidade do parque ao centro". E como estava calor, muito. Deu aquela suadinha, mas nada que um banho de gato no banheiro da rodoviária pra amenizar. Depois foi a vez de fazer hora na rodoviária, encontrar uma tomada para recarregar tudo que fosse possível e comer algo por lá (fazer uso do reais, já que no dia seguinte daríamos um "Hasta Luego Brasil". E correr porque as poucas lanchonetes e a única que sobrou naquele horário já estava baixando as portas. Lanche na mão, hora de voltar ao banco nada confortável da rodoviária e aguargar, aguardar, aguardar e aguardar. E enfim, 23:59 #partiu Corumbá. Gastos: UBER Casa x Estação Tatuapé R$ 29,12 BUS Estação Tatuapé x Aero GRU R$ 3,95 Vôo Gol SP x Campo Gde R$ 208,53 (comprei antecipado) BUS Aero Campo Gde x Centro R$ 3,55 Mercadão Pastel de Avestruz R$ 12,00 UBER Centro x Rodoviária Campo Gde R$ 12,25 Acomodação Jacinta (locker rodoviária) R$ 8,50 UBER Rodoviária x Parque Indígena R$ 17,45 Geladinho de manha R$ 2,00 Lanche + Refri na Rodoviária Campo Grande R$ 11,00 Bus Andorinha Campo Grande x Corumbá R$ 113,23 (comprei antecipado) TOTAL= 421,58
  40. 1 ponto
    Pessoal, Estamos indo, eu e meu marido, pro jalapão em novembro - 15 a 19/11. Alguém com interesse de dividir carro e guia?
  41. 1 ponto
    É legal perceber o carinho que os cubanos tem com o Brasil e com os brasileiros, sempre que falávamos com alguém e descobriam que éramos do Brasil, abriam um sorriso, davam a mão e batíamos um papo, sobre futebol, novela, o que fosse... Quando íamos buscar alguma casa de família para alugar um quarto a primeira coisa que eu falava antes de começar a negociação sobre o valor da diária, era que eu era brasileiro, tenho certeza que a negociação ficou mais fácil depois disso, a conversa fluía de forma mais fácil, geralmente a diária de 25/30 Cuc's para 2 pessoas, caia para 12 Cuc's e em lugares mais turísticos a 15. As donas da casa sempre vinham falar das novelas brasileiras, e como o Brasil era lindo, eu concordava, mas sempre alertava que a novela só mostra o lado bom e bonito da coisa e que como país temos muitos problemas sociais, mas tudo em vão, uma ate disse que Brasil era um lugar abençoado, e disse com uma seriedade que quase acreditei, quem sabe não seja verdade né?! hehehe Além disso, muitos tinham algum familiar ou amigo no Brasil trabalhando como médico, talvez isso tenha ajudado nesse carinho todo. Alias nem citei a quantidade de camisas e bandeirinhas brasileiras que vemos por aqui, uma vez um taxista ate queria fazer um longo trajeto de graça em troca de uma camisa brasileira, pena que não tínhamos. Fica a dica para quem for a Cuba, leve lembrancinhas do Brasil para presentear os cubanos. Pena que muitos no Brasil acabam não gostando de Cuba por questões políticas, chegando a quase odiar um país inteiro e seu povo por puro preconceito. Quem ultimamente não escutou "Vai para Cuba" ou "Cubanos são escravos" " Cubanos passam fome" e coisas do tipo, uma pena, se você não gostar do governo cubano, é compreensível, o que não pode é descontar isso no povo, então... VIVA CUBA! Follow me
  42. 1 ponto
    Oi André, Que bom que vc teve uma boa impressão do Rio, realmente é uma cidade linda e eclética. Com relação a alimentação, talvez se vc tivesse tido dica de moradores teria uma outra impressão embora reconheço que não é uma cidade barata nesse quesito, contudo discordo de Sao Paulo ser mais barata inclusive no Jardins, pelo menos quanto estive por nesse bairro para almoçar quase tive que vender um rim para pagar(rs). Sobre o seu comentário sobre a zona sul, muito lucido e verídico. A diferença é enorme, em todos os sentidos, entre os bairros da zona sul e norte mas nem por isso a ZN deixa de ter lugares bem interessantes. Uma pena vc ter perdido o samba da pedra do sal pois lá é uma experiencia cultural que certamente supera a questão de apreciação de samba. Pelo conteúdo do seu post e seu comentário sobre a night, percebo que temos muito em comum assim se vier ao Rio novamente e quiser vivenciar uma imersão cultural com nativos, entre em contato que eu e meu marido com alguns amigos (as) teremos prazer em te apresentar alguns locais menos turísticos e bons restaurantes, para quem sabe mudar a sua impressão negativa sobre esse ponto. Abç fraterno Luciana Thuler
  43. 1 ponto
    Eu tbm estou pensando em fazer isso! Pra mim é mais complicado por ser mulher... to tentando convencer dois amigos a irem comigo, mas tá difícil pq eles querem segurança e terminar a facul... Enfim, acho q vc tem q ir em frente e buscar o q te faz feliz. Boa sorte p nozes.. xoxo
  44. 0 pontos
    Colômbia Parte 1 – Bogotá Cheguei em Bogotá as 5 horas da manhã, morta com a longa conexão em São Paulo, muito bem aproveitada com minhas amigas de lá. O problema é que tive um choque climático e a gripe voltou com tudo. Cheguei na imigração, onde a agente perguntou quantos dias ficaria no país e eu disse que ficaria os 90 dias mesmo. E ela: “O quê? Como? Onde?” E eu disse prontamente: “Bogotá, Bucaramanga, Santa Marta, Cartagena, Medellín, Cali e onde mais der”, em seguida perguntou onde me hospedaria e dei o endereço de um hostel, que realmente pretendia me hospedar, porém, ao conseguir uma hospedagem com o couchsurfing cancelei a reserva, pois em uma viagem de 3 meses é preciso economizar cada centavo. O primeiro dia apenas dormi e fui a Candelária tomar água panela (água quente com rapadura e limão), dizem que cura a gripe e logo depois fomos comer um prato do tipo Executivo. Fiquei chocada por ter custado 6.500 cop (+/- R$ 7,00), prato de sopa de legumes, depois outro prato principal com arroz, abacate, patacones, lentilha e carne de porco. Ainda veio uma limonada. Adorei. No segundo dia, já um pouco melhor da gripe tirei o dia para conhecer os Museus Botero, Museu do ouro (vale visitar mais de uma vez) e o cerro Monserrate. Por sorte, o final do dia estava lindo. Comprei o chip para o telefone e fiquei procurando as atrações com o Google maps mesmo. Nada guiado. Tendo conhecido as principais atrações, descansei no final de semana e na segunda fui à cidade de Zipaquirá, de Transmilenio mesmo. Peguei o Transmilenio sentido Portal Norte, é um pouco longe do centro, depois, dentro do terminal peguei um ônibus para Zipaquirá. A passagem do Transmilenio é de 2.000 cop e a do ônibus para Zipaquirá é 6.000 cop. A entrada para Zipaquirá foi de 50.000 pesos para turistas estrangeiros. Mas o valor salgado vale a pena, pois o tour é todo guiado e em pequenos grupos. A estrutura da atração é impecável. Na volta peguei muito trânsito, porém consegui chegar 17 horas e ainda deu tempo de visitar o Museu Nacional. É importante, pois lá conta toda a história da Colômbia, desde o império do Reino de Granada e de ter se tornado Grã Colômbia, após ter sido libertada por Simon Bolívar. Terminada a parte turística, tirei dias com amigos que conheci em Bogotá, eles me levaram para a zona G e zona T, a parte mais nobre da cidade, fomos no Bogotá Brew Company, que tem em toda a cidade, depois ficamos caminhando sempre pela região. Eu gosto muito do cuidado que se tem com os parques, vejo muita semelhança com os parques da Europa. No meu último dia na cidade, me sugeriram conhecer o El Teatron, uma casa noturna GLS, porém muitos héteros vão também porque acham o lugar muito legal e tinham razão. Infelizmente não fui no sábado, mas sim na quinta. No sábado há muitos ambientes em funcionamento, na quinta apenas 2 ambientes estavam funcionando, mas mesmo assim, garanti muita risada ouvindo música ranchera na cantina. Achei o lugar barato também. Não paguei para entrar e a cerveja era 5.000 cop. No dia seguinte já era o dia da minha partida para a cidade Villa de Leyva. Comprei a passagem rodoviária para a cidade por 26.000 cop e levei 4 horas para chegar. Em Bogotá o trânsito é caótico. Perdão por te xingar, Rio de Janeiro! A estimativa era de no máximo 2 horas de viagem, mas levei o dobro. Mas, pelo pouco tempo que fiquei na cidade, valeu a pena sentir a tranquilidade e o ar puro. O valor da hospedagem foi de 50.000 cop e achei muito caro, mas é o lugar onde os bogotanos fogem do caos, por isso o preço justifica. No dia seguinte já era hora de viajar para Bucaramanga, em Santander, uma viagem rodoviária de 8 horas.
Líderes está configurado para São Paulo/GMT-03:00


×
×
  • Criar Novo...