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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 30-10-2017 em todas áreas

  1. 3 pontos
    Quase sempre navegando pela internet eu me deparo com algumas notícias " Fulano faz volta ao mundo em 96 dias", "Ciclano demora 110 dias para percorrer todos os continentes", e as mais famosas "Eurotrip passando por 25 países em 10 dias", e assim vai, não quero fazer nenhuma crítica pessoal a ninguém, cada um gasta o seu dinheiro da maneira que quiser, não tenho a intenção de impor nenhuma regra, mas ao mesmo tempo preciso opinar sobre essa onda que surge de tempos em tempos. Cada vez mais nos deparamos com esse tipo de viagem e isso acaba incentivando as pessoas a fazerem igual, e eu sempre me faço os seguintes questionamentos "é possível conhecer uma cultura local com tantos poucos dias assim?", não seria preferível invés de ficar 02 dias em cada país, você ficar os 25 em um só e poder conhecer tudo numa profundidade maior, fazendo uma viagem mais intensa no país escolhido, não é um pouco superficial esse estilo de viagem? As vezes me soa como se fosse alguma coisa mais para falar que fez, do que para realmente conhecer uma outra cultura, em dois dias não da tempo nem de decorar onde fica aquela padaria legal que tem um pãozinho bom e barato hehehe, ou onde tem aquela cerveja gelada com uma galera animada, imagino as pessoas chegando na cidade, indo para os pontos turísticos, batendo fotos e indo para o próximo país fazer a mesma coisa. Eu sou da turma que entende que o caminho para chegar ao destino final vale mais que o próprio destino em si, ali esta a motivação por a gente viajar, em descobrir uma nova cultura, comer uma comida diferente, utilizar o transporte público, conhecer pessoas locais e trocar ideias sobre o mundo, esse é o principal, Machu Pichu ou uma Torre Eiffel, é só a cereja do bolo, só para finalizar uma viagem com chave de ouro, tenho certeza que 99% das histórias boas que você conta para seus amigos são de momentos aleatórios de uma viagem, estar perdido no metro, ou tentar falar a língua local sem ter domínio nenhum, ou não saber o que pedir no restaurante. Então na sua próxima viagem, seja menos rígido com você mesmo, deixe alguns dias livres, faça menos países, e mais cidades de um mesmo país, tire alguns dias de bobeira para caminhar nas ruas olhando cada detalhe dos prédios, como as pessoas conversam e ate como elas olham para você, se permita a sentir como funciona a cidade. A vida já é rápida o bastante, a viagem não precisa ser assim também. Para ler mais viagens dessas, só seguir o Facebook Follow the Portuga.
  2. 1 ponto
    Oioi, esse será meu primeiro relato de viagem, decidi faze-lo pois quando resolvi fazer essa viagem (Morro de SP, Barra Grande, Itacaré e Ilhéus) tive muita dificuldade em obter informações sobre valores, transporte e melhores caminhos para me deslocar entre um lugar e outro. Essa viagem fizemos eu e meu namorado, nós reservamos todas as pousadas-hostel pelo Booking com 1 mês e meio de antecedência. As passagens de avião também foram compradas com 1 mês de antecedência. 1º DIA - Saímos do aeroporto de Guarulhos as 7h15 da manhã dia 13 de abril de 2016 e chegamos a Salvador BA em torno de 10H40 da manhã. Para ir de Salvador para Morro de SP temos duas opções: 1º Pegar um Taxi até o Terminal Marítimo de Salvador (os taxistas estavam cobrando em torno de R$ 95,00 R$ 120,00 reais por essa viagem até o terminal marítimo, a viagem dura 30 minutos sem transito) de lá se pega o Catamarã (R$ 85,00) que te leva direto a Morro de SP. Dizem que essa viagem dura em torno de 2h30 em média. PS: Não conseguimos obter informações exatas de como ir de transporte publico até o Terminal marítimo. 2º Translado Semi Terrestre, dentro do aeroporto existem algumas agencias de turismo que vendem esse translado completo, nós escolhemos a agencia Cassi Turismo, eles cobram R$ 115,00 por pessoa. Uma Van nos leva até o Terminal Marítimo, de lá legamos uma barco que nos leva até uma cidade chamada Vera Cruz, desembarcamos e pegamos um ônibus que nos leva até o atracadouro e de lá, por fim, pegamos um outro barco que nos deixa no Cais da primeira praia em Morro de SP. Chegamos em Morro de SP por volta das 16h30 da tarde, ou seja, é um pouco mais barato dessa forma porem a viagem é bem longa e se perde uma dia inteiro de viagem. Chegando a Morro tem que pagar uma taxa de preservação da ilha no valor de R$15,00 por pessoa; Logo na entrada existem nativos oferecendo para carregar as malas em carrinhos de mão por R$10.00 (em Morro existem muitas ladeiras). Ficamos na Pousada Vila do Sossego, 3 diárias saíram no valor de R$ 290,00, a pousada tem um café da manhã super gostosinho, os quartos são pequenos mas limpos e a única coisa que foi bem complicado foi a localização, a pousada era muito longe do centro, das praias e do Cais, além de ser um local deserto e mal iluminado, porem, não tivemos problema algum em andar por ali a noite. 2º parada é na Ilha de Boipeba, lugar incrível, lindo, com areia branca e muitos coqueiros em toda a costa. A atração dessa ilha é o restaurante de um senhor chamado Guido que segundo eles tem a melhor lagosta da região. O prato mais barato saia em torno de R$ 90,00 reais, como sempre levo meus petiscos comigo optamos por só tomar umas cervejas (R$10,00 garrafa) olhando o mar lindo de Boipeba. 3º parada é nas piscinas naturais de Moreré, a maré ainda estava alta porém o mar menos agitado e era bem raso, nem preciso falar que o mergulho foi incrível, o mar estava lindo e tinham muitos peixes. 4º parada é no bar flutuante de Canavieiras que fica no Rio Cairu, a atração desse bar é tomar cerveja (R$ 10,00) e degustar ostras (R$ 20,00) o prato mais barato. Eu gostei bastante, a vista do bar para o rio é espetacular e o sol estava maravilhoso. 5ª parada é na cidade de Cairu onde a atração é visitar o Convento de Santo Antônio, o mais legal é que quem nos leva até o convento e nos conta a historia da cidade são as crianças nativas, elas cobram uma valor simbólico de R$10,00. A noite saímos para jantar em uma restaurante chamado Papoula que é comandado por amigas argentinas super bonitas e o diferencial são as pratos vegetarianos. Os pratos a base de frango e peixe são R$ 15,00 e são acompanhados por batata gratinada e salada ou legumes. 3º DIA - Compramos um passeio para Gamboa no valor de R$ 30,00 por pessoa. 1º parada e na praia de Gamboa onde tem o banho de argila; 2º parada é em um banco de areia no meio do mar chamado Canal de Tapeorá, lugar incrível com águas calmas e rasas. Na minha opinião foi a melhor parada do passeio. 3º parada é na praia de Gamboa em um outra parte dela para o almoço, o prato mais barato R$ 25,00 reais porção de batata frita o restante dos pratos eram caros para o meu bolso, então novamente optamos pela porção e cerveja. A noite saímos para jantar em um restaurante chamado Dice 10, comandado por uma baiana simpática e com dotes culinários maravilhosos. A maioria dos pratos são R$ 15,00 e são bem servidos. Entre esses passeios, conhecemos as praias de Morro de SP, que são lindas; Para quem gosta da vida noturna agitada a diversão fica por conta dos barzinhos na segunda praia, quase todos com musica ao vivo e caipirinha double; Morro de SP é um lugar incrível de bonito, a maioria dos turistas são argentinos, a maioria dos restaurantes, principalmente os do centro e da 2º praia são caros para comer; uma opção são as tapiocas que são vendidas em qualquer lugar e que custam em torno de R$ 12,00 reais, os mercadinhos da região também são caros, outra coisa que acho importante falar é que toda vez que você sai de Morro de SP pelo Cais da 1º praia tem que pagar R$ 1,50 de taxa de embarque.
  3. 1 ponto
    Olá pessoal... Venho contar um pouco dos 10 dias que estive em Cusco e contribuir para quem tem interesse de conhecer esse país com paisagens maravilhosas. 14/09/2017 - Saída de Curitiba para Guarulhos, tive que passar a noite no aeroporto de Guarulhos devido ao vôo para Lima só sair às 08h00 da manhã seguinte. Gastos: Passagem Aérea - R$ 1.450,00 15/09/2017 - De Guarulhos para Lima são 5 horas de viagem. O aeroporto de Lima não é grande, apesar de ser a capital, e achei bem confuso pelo tanto de taxistas na área. De lá peguei um vôo para Cusco. Cheguei em Cusco às 15h00. Saindo do avião você já sente o frio de lá. Dentro do aeroporto troquei o real por soles em uma quantidade pequena só para pagar o táxi, já que lá o câmbio é pior. Paguei 1 soles por 0,85 centavos. Os taxistas que ficam dentro do aeroporto geralmente são os mais caros, então saindo do aeroporto você vê uma cerca com vários taxistas atrás, negociei um por 20 soles até o hostel. Cusco é uma cidade bem movimentada, o trânsito é um caos e as casas mal acabadas. Reservei pelo Booking o hostel Eco Packers, fica localizada na rua Santa Teresa, uma quadra da Praça das Armas, não gostei do hostel devido ao piso de madeira fazer muito barulho, mas tem uma ótima localização. É importante reforçar que em Cusco existe muita ladeira, em alguns pontos até morro com escadarias, o que dificulta a caminhada. Por isso, ficar a uma quadra da Praça das Armas ou próximo av. El Sol é uma ótima opção. Logo que cheguei no hostel já comecei sentir de leve a dor de cabeça e tirei esse dia para me aclimatar, tomando chá e mascando coca, que é servido nos hotéis. Dica: No dia de aclimatação evite comida pesada, esforços físicos e principalmente bebida alcoólica. Gastos: Táxi - 20,00 soles Hospedagem para 9 dias - 360,00 soles 16/09/2017 - Pela manhã já estava melhor e sai para trocar o dinheiro, levei somente o real e paguei 0,94 centavos por 1 soles na av. El Sol. Existem várias lojinhas de câmbio nas proximidades da praça das Armas, pesquisei e todas estavam com a mesma cotação. Também nesta avenida El Sol e nas ruas Procuradores e Plateros se encontram várias agências de diversos passeios. Almocei no Los Portales, pedi um prato de lomo saltado (uma carne macia com molho de shoyo, cebola, tomate e cenoura, acompanha arroz e batata frita) e suco de chicha morada (suco de milho roxo, maçã, abacaxi e especiarias, uma delícia). O restaurante possui uma varanda com mesa em frente da praça Regozijo, mas me arrependi do lugar devido ao excesso de ambulante oferecendo coisas para comprar (eles vem de minuto a minuto e aquele vendedor que já passou por você volta a passar novamente na sua mesa, não consegui almoçar sossegada). Comecei com um passeio de leve, o City Tour (não tão leve assim porque tinha algumas subidas em alguns sítios), ele começa às 14h00 na Plaza das Armas e vai até 19h00 e a primeira parada foi a Catedral (opcional). Para entrar na igreja é necessário pagar 15,00 soles, eu não fiz pois já havia visitado durante a missa na manhã de sábado, após a missa a igreja é fechada e só é liberado com entrada paga. Então é bom visitá-la durante a missa, que até onde sei ocorrem nos sábados e domingos pela manhã (lembrando todas igrejas de Cusco não é permitido tirar foto e filmagem). A segunda parada foi em Qoricancha, lugar onde foi construído templos rituais dos Incas como Sol, Lua, Estrelas. As pedras são esculpidas de maneira que se encaixam perfeitamente sem o uso de argamassas, foram feitas de forma de trapézio e inclinada, suportando todos terremotos. Para entrar, também precisa pagar 15,00 soles. Na terceira parada era o sítio arqueológico Q'enqo, que possui uma parte em forma de labirinto e um templo para homenagear Pachamama, Deusa Terra (nessa parada é necessário ter o boleto turístico, você compra o boleto integral que é válido para 10 dias custando 130,00 soles ou compra o boleto parcial que é válido para 1 dia custando 70,00 soles, a cada local visitado ganha um furinho no boleto na entrada). A quarta parada em Sacsayhuamán é um centro de defesa do Império Inca, com pedras em bloco enormes com quase 5 metros de altura pesando mais de 100 toneladas, gostei bastante desse local. Na quinta parada fomos em Puka Pukara, que significa "forte vermelho", não conseguimos entrar no sítio, estávamos com tempo curto a parada foi rápida e visitamos apenas um mirante com vista do sol se pondo. A última parada foi em Tambomachay, uma construção Inca dedicada à Deusa Água, possui uma série de plataformas, nichos e fontes construídos em cima de uma nascente, mostrando a adoração pela água. Nessa parada não deu para ver direito pois já estava escurecendo. Paramos também em uma loja com produtos da lã de alpaca original, mas os preços eram absurdos. lá nos ofereceram chá de coca com hortelã (achei gostoso). Por fim retornamos a Cusco. Na janta escolhi uma pizza e refri Inka Cola perto do hostel. Dicas: Como o passeio é feito à tarde, não deixe de levar água, pois as duas primeiras visitas são feitas a pé. O boleto turístico pode ser comprado na primeira parada do sítio arqueológico ou você pode ir no escritório oficial COSITUC, algumas agências também vendem mas são poucas. Gastos: Mercado - 20,00 soles Almoço - 32,00 soles City Tour - 30,00 soles Entrada Qoricancha - 15,00 soles Boleto Turístico - 130,00 soles Janta - 20,00 soles 17/09/2017 - Solicitei no dia anterior um pacote para Machu Picchu de 2 dias e 1 noite (não saiu barato), com tudo incluso menos o ônibus de subida/descida. Deixei minha mochila maior no hostel e levei somente uma muda de roupa para um dia em uma mochila pequena (eles não cobram para deixar a mala no hostel). A van me buscou no hostel às 10h00 e fomos direto para Ollantaytambo, a viagem durou cerca de 1h40. Minha partida de trem era da empresa Inca Rail e saiu às 12h36. O trem é simples mas bom, serve chá, suco, café e snack, mas acho que o da empresa Peru Rail é melhor, pois tem vista panorâmica maior. Cheguei em Água Calientes às 14h00, saindo da estação estava o recepcionista do hostel me esperando com meu nome na placa, pedi para ele me levar até o lugar onde compra o bilhete para subir de ônibus até a entrada do parque Machu Picchu e comprei apenas subida (cada trecho do ônibus custa 12 dólar), é necessário já ter o ingresso de entrada do Machu Picchu e documento RG/passaporte. Não é possível circular pela cidade de carro, somente os ônibus circulam em uma rua para acesso a Machu Picchu. No fim da tarde o guia foi até o hostel explicar como seria o encontro no dia seguinte. Dicas: O tempo lá é doido então é importante estar com capa de chuva, eu já levei daqui pra lá. Não esqueça de levar repelente, é o lugar que mais tem mosquito. Compre os mantimentos e água em Cusco e leve na mochila. Gastos: Pacote Machu Picchu (inclui van ida/volta de Cusco/Ollantaytambo + trem ida/volta + hospedagem de uma noite + entrada Machu Picchu + guia) - 790,00 soles Ingresso de subida de ônibus - 12 dólar (39,00 soles) Mercado em Cusco - 40,00 soles 18/09/2017 - Cheguei na fila para pegar o ônibus às 04h30 da manhã e já estava gigante. Os ônibus começam a operar às 05h30, tem um atrás do outro. Chegando lá procurei o guia para podermos entrarmos juntos. É importante lembrar que sem o documento não entra no parque, pode ser RG em bom estado ou passaporte válido. Com poucos degraus você já vê a cidadela de Machu Picchu. O parque possui várias setas indicando o caminho e dependendo de onde você está não pode mais voltar, há guardas que monitoram os turistas que avançam em lugares proibidos ou tentam retornar no caminho. Você tem direito a entrar no parque apenas duas vezes com o ingresso. A primeira vez que entrei foi para ver a explicação do guia, ele nos mostrou os lugares para visitar. Como não é possível voltar pelo mesmo caminho, tive que sair do parque e entrar novamente para conseguir bater as fotos com mais tranquilidade. Vi que agora não é mais possível comprar o ingresso válido para o dia inteiro, será preciso optar pelo turno da manhã ou da tarde, mas não vi nenhum guarda fiscalizando a permanência, então quem vai no primeiro turno pode acabar ficando o dia todo no parque. Logo após a saída do portão do parque (perto da escada onde o pessoal sobe e desce a pé) tem um posto que você pode carimbar seu passaporte como lembrança de passagem. Para quem quiser subir a Montanha Machu Picchu e Huayna Picchu deverá comprar os ingresso pelo site com antecedência mesmo fora de temporada, pois as vagas são limitadas. Resolvi descer a pé, mas já adianto que não foi fácil descer todos os degraus, é cansativo. Passei no hostel pegar minha mochila que tinha deixado, "almocei" por lá e fiquei até dar o horário da partida do trem às 19h00. Chegando em Ollantaytambo às 21h00 a van já nos esperava para levar a Cusco. Gastos: Almoço no hostel - 20,00 soles 19/09/2017 - Reservei o dia de hoje para conhecer o sítio arqueológico Maras Moray e Salineras. O tour sai por volta das 09h00 de Cusco, a primeira parada começa com um povoado em Chinchero, fomos recebidos com chá de muña e as mulheres vestida com traje de quechua explica o processo artesanal da lã. Na segunda parada podemos nos deparar com a incrível vista do terraço de Moray, que fica a 45 km de Cusco. Para entrar é necessário ter o boleto turístico válido. Como são vários guias de agências diferentes, fomos seguindo o nosso por uma bandeirinha para ninguém do grupo se perder. Fomos seguindo enquanto ele explicava que que ali era realizada experimentação agrícola e que cada terraço possui temperatura diferente, os incas sabiam qual era exatamente a temperatura ideal para cada tipo de alimento cultivado. Após passarmos na cidade de Maras, há uma parada para compras de sal, chocolate com sal, milho e outras coisas que desejarem. De lá seguimos para as Salineras de Maras que fica aproximadamente 12 km de Moray, é necessário pagar 10,00 soles a entrada que não está incluso no boleto turístico. Existe cerca de 4.000 poças e cada família tem uma. Em época de seca a água salgada evapora e o sal forma uma crosta onde é refinado. O tour se encerra às 15h00 em Cusco. Gastos: Tour Maras Moray e Salineras - 40,00 soles Entrada na Salinera - 10,00 soles 20/09/2017 - Como não fiz o trekking de Salkantay, resolvi fazer a laguna Humantay. A van passou para pegar no hostel às 04h30, viajamos por 2 horas até a aldeia Mollepata, fizemos uma pausa para um simples café da manhã e continuamos por mais 1 hora de viagem rumo Soraypampa com 3.900 de altitude. Chegando lá a guia forneceu gratuitamente o bastão para trekking (lembrando que nem todas as agências fornecem, se informe antes de comprar o tour pois ajuda bastante tanto na subida quanto na descida). Antes de começar a subir o guia entregou folhas de coca para mascar pois chegaríamos a 4.200 de altitude. É possível pagar para subir à cavalo se não quiser ir a pé, pois a subida é BEM íngreme com duração de 1 hora e meia. Subi tranquila, um pouco mais devagar, com muitas paradinhas para conseguir respirar melhor. Quase não acreditei quando vi uma chinesa subindo com um bebê nas costas, até achei que ela subir de cavalo mas preferiu ir caminhando, passinho por passinho, até conseguir chegar. Logo atrás das montanhas você já se depara com uma paisagem deslumbrante. Ficamos cerca de 40 minutos admirando e, claro, tirando muitas fotos. Na descida é bom tomar cuidado com as pedras soltas, por isso o bastão é essencial para evitar queda. De lá fomos até a aldeia de Mollepata, paramos para o almoço e retornamos para Cusco. Já em Cusco fui comer empanadas com suco chicha morada e uma sobremesa torta de café na panificadora La Bondiet (amei o local e a comida). Dica: Certifique-se na agência de que a entrada do parque está inclusa, caso contrário terá que comprar antes de entrar no parque no valor de 10,00 soles. Gastos: Tour Laguna Humantay - 100,00 soles Lanches em La Bondiet - 19,00 soles 21/09/2017 - Deixei minhas roupas na lavanderia do hostel e fui conhecer um dos pontos mais atrativos de Cusco, o Valle Sagrado dos Incas. Para entrar, tenha o boleto turístico válido. Saímos de Cusco às 09h00 e fomos direto para Pisac, situado a 22 km de Cusco. Chegamos lá e nos deparamos com os terraços utilizados para plantio de batatas de várias espécies e as ruínas no alto da montanha. Depois da explicação do guia ficamos 40 minutos explorando o local. A segunda parada foi numa loja que vende prata, ouvimos a explicação de como é fabricada e como identificar uma jóia. Tivemos cerca de 40 minutos para andar pela feira de artesanato. Seguimos para Urubamba, onde seria servido nosso almoço. O restaurante era muito bom com vários tipos de comidas servidas no estilo buffet, com sobremesa incluso, mas bebidas a parte. De lá fomos para Ollantaytambo, lugar onde muita gente abandona o grupo/passeio para pegar o trem para Machu Picchu. Ainda vale a pena entrar neste parque, mesmo que a construção seja parecida comas demais. Depois da explicação do guia, tivemos 40 minutos para explorar o parque. Depois, seguimos para nossa última parada, a cidade de Chinchero, que fica no alto de uma montanha. Subi a escadaria apreciando as casinhas típicas e a feira na praça principal. Entramos na igreja Virgem da Natividade e vimos o estilo da pintura da escola cusquenha, presente em várias igreja da época dos incas. Na volta comprei milho com queijo (a espiga é enorme, tem um sabor pouco diferente do nosso, mas é bom). Na volta levamos uma hora atá chegar em Cusco. Dica: Você pode comprar o Valle Sagrado sem o almoço incluso mas acredito que não valha a pena, pois a comida é muito boa!! Gastos: Lavanderia - 10,00 soles Tour Valle Sagrado com almoço - 60,00 soles Milho - 3,00 soles 22/09/2017 - Para conhecer mais um pouco do entorno de Cusco, fiz o Valle Sur ou Circuito Sur. A van saiu às 09h00, com a primeira para em uma "padaria" que tem um pão gigante e redondo (cerca de 30 cm de diâmetro), experimentamos e quem quisesse poderia comprar, até que era gostoso, mas grande demais para colocar na mochila. A segunda para foi Pikillacta, a única ruína pré-inca perto de Cusco, construída pela cultura Wari. A cidade era toda murada e restaram apenas restos das edificações. A terceira parada foi em Andahuaylillas, onde visitamos o pequeno Museo Ritos Andinos com entrada de 3,00 soles. Lá tem uma grande diversidade de milho e um estranho crânio maior que o normal que diziam ser de um Alien. Tomamos uma bebida diferente de boas vindas. Ao lado deste museu tem a famosa igreja conhecida como Capela Sistina do Peru, paguei 15,00 soles a entrada e vem um CD com livrinho. A igreja é linda, com uma incrível arte barroca, altares de ouro e pinturas espalhadas por toda a parte. Por fim, encerramos o passeio no sítio arqueológico em Tipón, onde foi construído terraços diante de um pequeno vale que servia para irrigar o plantio. Na volta a van fez uma paradinha para quem quisesse comprar "chicharrón", que nada mais é que o torresmo brasileiro só que em pedaço maior. Dica: nesse passeio não inclui almoço e o retorno é às 15h00. Gastos: Tour Valle Sur - 30,00 soles Entrada no Museu - 3,00 soles Entrada na igreja - 15,00 soles Lanches depois do passeio - 12,00 soles Mercado - 16,00 soles 23/09/2017 - Não podia deixar de fora o passeio da Montanha Colorida. Saímos às 04h30 do hostel, na van o guia nos ofereceu uma cobertinha pois a viagem seria longa e estava frio. Levamos cerca de três horas para chegar em um vilarejo para tomar café da manhã bem farto e delicioso. Seguimos mais uma hora de viagem. Quando chegamos o guia nos forneceu um colete do grupo e um bastão (caso a agência não forneça você pode alugar por lá mesmo). O bastão ajuda muito para quem vai subir a pé. Se preferir, tem a opção de subir a cavalo por 50,00 soles cada trajeto (diz que o preço é variável, dependendo da distância que você pega). O guia fica por último acompanhando aqueles que andam mais devagar. Já iniciei a subida mascando folha de coca com medo de passar mal e com passos normais. Mesmo com todo meu preparo físico chegou um momento que comecei a sentir minhas pernas tremendo e falta de energia. Parei, tomei água e comi barrinhas de cereais. Continuei subindo e logo comecei sentir dor de ouvido, deve ser por causa do vento forte. Olhava para o cume da montanha e meu cansaço gritava para desistir mas a vontade sussurrava "devagarinho você consegue". Parei de olha para a montanha e lá fui eu parando a cada cinco passos, hahaha. Levei mais ou menos cerca de três horas para chegar até a base, o primeiro mirante para a montanha colorida. Aproveitei para descansar e me hidratar, apreciando a beleza do lugar. Segui caminhando para chegar até o topo da montanha, o segundo mirante. O frio de lá é intenso, o vento é forte e gelado, mal conseguia tirar foto pois mesmo com luva a mão congelava, impossível ficar mais de 10 minutos. Comecei a descer e foi aí que percebi que o pessoal do grupo ainda estava chegando (tirando os três americanos do nosso grupo). Enquanto esperava, resolvi bater mais fotos. A descida foi tranquila, é cansativa, mas bem melhor e mais rápido do que a subida. Cheguei na van e esperei o resto do pessoal chegar. Vi muita gente passando mal durante o trekking, então cuidado! Voltamos para o vilarejo onde havíamos tomado nosso café e por volta das 16h00 almoçamos (almoço não inclui bebida). Encerramos a viagem com mais três horas de retorno a Cusco. Dica: Certifique-se na agência de que a entrada do parque está inclusa, caso contrário terá que comprar antes de ingressar no parque. Gastos: Tour Montanha Colorida com entrada - 90,00 soles Coca cola no almoço - 5,00 soles 24/09/2017 - Reservei o dia para conhecer melhor Cusco. Acordei cedo porque não consegui me adaptar ao fuso horário. Tomei café e fui andar. Me deparei com um desfile na Praça das Armas e fiquei um tempo assistindo. Almocei truta com molho verde (truta é um peixe parecido com salmão) no restaurante La Trattoria e pedi de sobremesa um sorvete delicioso na panificadora La Bondiet. Passei no mercado de artesanato na av. El Sol já que o mercado San Pedro estava fechado (os mercados de Cusco são lugares mais baratos para quem quiser comprar lembrancinhas). Gastos: Almoço - 43,00 soles Sorvete em La Bondiet - 7,00 soles Lanches - 23,00 soles 25/09/2017 - Peguei um táxi às 04h00 para o aeroporto e infelizmente tive dois voos cancelados, o que fez com que eu perdesse conexões e atrasasse muito minha chegada. Achei a empresa Latam muito desorganizada no Peru, levei duas horas só para fazer o check-in. Fora isso, a viagem valeu muito a pena. Gastos: Táxi - 20,00 soles Dicas: Praticamente em quase todos os passeios a van passa ao lado de abismos, se tiver medo de altura prepare-se! Vale a pena pesquisar umas três agências (ou mais) para comparar preços, a maioria tem valores parecidos, mas sempre tem as careiras. Deixe para fazer os passeios com altitude mais elevada para o final, assim você estará mais aclimatado e não sofrerá tanto (ex.: Laguna Humantay, Montanha Colorida, Trekking Salkantay, Ausangate). Se for fazer um tour pela agência procure memorizar a placa da van ao sair do carro, isso facilita ao retornar para a van, afinal, são tantas... Praticamente todos os passeios contratados pela agência te buscam no hotel e te deixam próximo a Praça das Armas. Sempre tenha uma blusa ou casaco pois esfria ao anoitecer. Procure levar protetor solar e boné, pois dependendo do dia é sol o tempo todo. Leve também repelente. Leve alguns lanches, compre no mercado barras de cereais, chocolate, frutas, água porque em alguns passeios o almoço pode sair tarde. Total dos gastos: R$ 3.600,00
  4. 1 ponto
    Oi, Fiz minha primeira viagem para fora do país em Junho de 2017 e gostaria de compartilhar com o Mochileiros.com... Foi uma forma de retribuir todas as dicas que obtive desta página <3 Neste arquivo eu conto um pouco do meu dia a dia, com itinerários, valores e muitas fotos, por Santiago, Val Paraiso, Viña del Mar, Valle Nevado, Farellones, Cajon Del Maipo ...tudo em uma semana! Espero que apreciem Roteiro Trip Chile - JUN2017 StM.pdf
  5. 1 ponto
    Pessoal, quem mora em SP sabe que a cidade é para trabalhar, mas para quem quer conhecer lugares legais mesmo é só fora da capital. Por isso queria criar um grupo que realmente quisesse marcar saídas, viagens, trilhas... De preferência nos finais de semana ou feriados, porque durante a semana tem que trabalhar... Quem quiser me add ou deixa seu número para formarmos um grupo bacana. (11) 98296-1251 - Lya
  6. 1 ponto
    Viajamos um amigo e eu de 04 a 08/10/17. Chegamos em Florianópolis numa quarta à noite, e foi tranquilo pegar UBER do aeroporto para Lagoa da Conceição, região onde nos hospedamos. Ficamos hospedados no Aldeia Container, que recomendo (reservamos pelo Booking.com). Florianópolis, carinhosamente chamada de Floripa e também de Ilha da Magia, é uma capital com uma atmosfera de tranquilidade, rodeada de lindas praias e de mata Atlântica. Achei a cidade estruturada para o turismo e com povo receptivo. Fomos em baixa temporada, locais turísticos relativamente vazios (que prefiro), mas com todos os locais que conversamos falaram que a ilha enche bastante no verão, o que não é surpresa né, afinal sol, calor e as praias lindas de lá são uma combinação perfeita. Fizemos um roteiro bem tranquilo, aproveitando os três dias inteiros que teríamos na ilha. Abaixo o que fizemos em cada dia. Aldeia Container Gastos na chegada: - Passagem área BH-FL-BH – R$360,00 - UBER aeroporto – Lagoa da Conceição – R$15,75 - Jantar no Santi – R$ 23,00 - 04 diárias no Aldeia Container (quarto com duas camas de solteiro, banheiro, utensílios de cozinha, geladeira e fogão) – R$450,00 Quinta - Praia do Campeche e Praia da Joaquina. Saímos cedo, tomamos café na região da Lagoa mesmo, visitamos a Igreja de Nossa Senhora da Imaculada Conceição (estava fechada) e fomos caminhar na Av. das Rendeiras, depois de bater pernas pegamos um UBER para a praia do Campeche. O dia estava quente, porem com tempo nublado, então a praia não estava cheia. Lá tem estrutura com uns bares e restaurantes. Caminhamos pela areia e sentamos admirando a ilha do Campeche ao fundo (a ilha está distante da praia alguns quilômetros e há passeios de barco disponíveis para visitá-la, que não fizemos). Depois seguimos para a praia da Joaquina. Fomos de UBER do Campeche para Joaquina, chegamos e almoçamos por lá. Há vários barzinhos e restaurantes na chegada da praia, próximo ao estacionamento. Praia bem bonita, rodeada de dunas com areia branquinha, um lindo visual, com algumas rochas onde dá para sentar e só ficar comtemplando o mar (o tempo nublado não ajudou muito, mas faz parte). Voltamos a pé para a lagoa, passando pela AV. das Rendeiras e apreciando o visual. Igreja de Nossa Senhora da Imaculada Conceição Vista da Av. das Rendeiras Praia da Joaquina Dunas na praia da Joaquina Gastos do dia: - Café da manhã: R$ 20,90 - UBER entre Lagoa e Campeche: R$ 10,42 - UBER entre Campeche e Joaquina: R$ 14,24 - Almoço na praia da Joaquina: R$ 37,29 Jantar na pizzaria Federica: R$ 45,61 Sexta - Jurerê Internacional, Praia do Forte e Santo Antônio de Lisboa. Logo após tomar café em uma padaria na região da lagoa, pegamos UBER e partimos para Jurerê Internacional. Olhar a ostentação das mansões não era meu forte, fui mais por causa da praia, que é bonita, mas não tanto como as do dia anterior. O sol estava brilhando, calor então foi dia de tomar aquele banho de mar para repor as energias. Depois seguimos para de UBER para a praia do forte, onde caminhamos pela orla e depois visitei o Forte. Gostei da visita, a vista do forte é linda. Depois fomos para a chegada da praia, onde há bares e restaurantes e almoçamos. Daí seguimos para Santo Antônio de Lisboa, um bairro da cidade, mas que parece um vilarejo histórico, com suas casinhas coloridas, uma herança da colonização açoriana em Floripa. Não aproveitamos muito lá porque caiu um aguaceiro, eram 16h e já parecia noite. Então voltamos para o hotel. A noite parou de chover e demos uma caminhada na região da lagoa e jantamos na hamburgueria artesanal O Açougueiro. Depois do jantar visitamos o Mirante da Lagoa. Praia de Jurerê Internacional Praia de Jurerê Internacional Praia do Forte Praia do Forte Santo Antônio de Lisboa Mirante da Lagoa da Conceição Gastos do dia: - Café da manhã: R$13,50 - UBER Lagoa – Jurerê: R$ 18,60 - UBER Jurerê – praia do Forte: R$ 3,37 - Entrada no forte: R$ 8,00 a inteira. - Almoço na praia do Forte: R$37,40 - UBER praia do Forte – Santo Antônio de Lisboa: R$ 16,92 - Lanche no Café da Praça em Santo Antônio de Lisboa: R$ 14,80 - UBER Santo Antônio de Lisboa – Lagoa da Conceição: R$ 37,55 (tarifa dinâmica – estava caindo um temporal na ilha) - Jantar no O Açougueiro: R$ 48,95 Sábado Compras e Almoço no Mercado Público No Mercado Público de Florianópolis você encontra com peixarias, lojas com suvenires/artesanato e restaurantes com várias opções de pratos em um ambiente bem descontraído. Horário de funcionamento: As lojas ficam abertas de segunda a sexta-feira das 7h às 19h e aos sábados das 7h às 14h. Não abrem aos domingos. Já os bares, poderão funcionar em dias úteis até 22h e, nos fins de semana e feriados até às 17h. Depois de ir embora do mercado, que fecha cedo aos sábado fomos caminhar pelo centro e depois seguimos a pé pela na Av. Beira Mar curtindo a vista, até que começou a chover. Mercado Público Av. Beira Mar Gastos do dia - Café da manhã: R$15,00 - UBER Lagoa – Mercado Público: R$ 12,46 - Almoço e cervejinhas no mercado: R$ 57,86 - UBER Centro - Lagoa: R$ 12,65 - Jantar na pizzaria Federica: R$ 40,54 Domingo Saímos cedo para o aeroporto. Gastos do dia: UBER Lagoa – Aeroporto: R$13,87 - Café da manhã no aeroporto: R$11,00 Dicas Gerais • É bem tranquilo encontrar UBER em Floripa. Só pegamos uma tarifa dinâmica, para voltar de Santo Antônio de Lisboa para a Lagoa, por que começou a chover muito e o transito da ilha bagunçou. • Gostamos bastante de termos nos hospedados na região da Lagoa da Conceição com boas opções de barzinhos e restaurantes. • Não sentimos falta de segura na cidade, mas fica a dica para que vale para qualquer cidade no mundo: Ficar de olho aberto no entorno e evitar andar por lugares ermos, sobretudo a noite. • Gostamos do atendimento em todos os bares, restaurantes e dos motoristas de UBER que pegamos. Três dias não foram o suficiente para curtir toda a ilha de Florianópolis, mas essa primeira visita nos deixou com gosto de quero mais. Qualquer dúvida é só perguntar. Abraço, Júlio.
  7. 1 ponto
    Esse é o relato da viagem em que os planos deram errado, mas mesmo assim foi maravilhosa! Planejamento inicial era: - chegar dia 21/4 pela manhã no Parque Nacional de Itatiaia e fazer alguma trilha curta - dia 22/4 fazer o circuito Couto- Prateleiras (talvez subir ao topo das Prateleiras) - dia 23/4 fazer alguma trilha pela manhã, almoçar em Penedo e voltar para São Paulo. O realizado foi: 21/4/17: viajei 5h de São Paulo até o Hostel Picus, em Itamonte. Fui sozinha, meus amigos saíram de Campinas e chegaram mais tarde, perto de 12h. Para ir ao parque àquela hora não seria possível ver nada além do que já iríamos ver no dia seguinte, não compensava ver duas vezes....então andamos pelo bairro do hostel. Almoçamos no restaurante Pinhão Assado, chegamos a uma fonte ferruginosa (disseram que princesa Isabel já tomou daquela água para ter boa saúde...nenhum de nós teve coragem). Passamos por uma cachoeira simples, mas que já dava a graça de estar no mato. Pelo caminho, era possível avistar a Pedra do Picú. O dia estava lindo! Na volta ao hostel conhecemos seu dono que também era o guia que iria conosco na trilha planejada: Felipe. Teríamos que estar às 7h na entrada do Parque (Portaria do Marcão). Preparamos o lanche para o dia seguinte e o jantar: risotto de funghi com queijo. Não tinha estrelas no céu, mau sinal. 22/4/17: Durante a noite acordei com barulho de chuva, choveu praticamente a noite toda. Mesmo assim levantamos e saímos para encontrar o Felipe conforme combinado. O hostel fica na beira da estrada que leva à Garganta do Registro, 5km de distância. Chegando na Garganta do Registro precisa pegar uma estrada de terra à esquerda e após cerca de 15 km chegamos na portaria do parque. Demora cerca de 50 min. A chuva não parou. Com aquele tempo não compensava fazer a trilha e havia risco de acidentes. Voltamos para o hostel para dormir! Às 11:30 a chuva havia parado e esboçavam raios de sol. Decidimos voltar ao parque e fazer qualquer caminhada possível. A Tatá, esposa do Felipe, indicou ir à Cachoeira das Flores ou ir ao Morro do Couto onde era possível chegar sem guia (até antena). Decidimos fazer Morro do Couto, já que não sabíamos se o tempo estaria bom no dia seguinte para qualquer caminhada. Foram 2h40 min ida e volta. Tempo nublado, lama no chão, mas com paisagens bonitas mesmo assim! Era possível avistar Agulhas Negras, Asa de Hermes lá longe... Na volta compramos pinhão, queijo, vinho e licor de Prestígio nas lojinhas que ficam na estrada (Garganta do Registro). Jantamos no hostel, tomamos vinho e essa noite já dava mais esperança: céu estrelado! Combinamos com Felipe que se pela manhã não estivesse chovendo queríamos ir a Prateleiras! 23/4/17: às 5:30 não chovia e o chão estava seco. Fomos para o parque e encontramos o Felipe e Tatá para finalmente conhecermos as Prateleiras. Chegamos na portaria umas 7:40, entramos com o carro até o abrigo Rebouças (estrada ruim para carro pequeno) assim ganhamos tempo e passamos na frente de um grupo de 30 pessoas que ia fazer o mesmo caminho que o nosso, mas estava caminhando da portaria até o abrigo. Saindo do Abrigo Rebouças, caminhamos por uma estradinha e avistamos a Cachoeira das Flores, passamos por um ponto onde se fazem fotos clássicas das Prateleiras, mas com as nuvens não ficaram muito boas. Passamos por um ponto para pegar água e depois de cerca de 1h 30 chegamos na Base das Prateleiras (2460m). Nesse local eu já estava muito feliz: paisagem maravilhosa!!! Olhei para cima e fiquei pensando: o topo deve ser muito legal, mas tenho medo e aqui está muito bom! Um dos meus amigos não ia subir, dois iriam e eu estava indecisa. A Tatá disse que da base ao topo pode levar de 20 min a 3 h, dependendo do grupo. Pelo que nós havíamos caminhado ela achava que levaríamos 40 min. Decidi subir! A parte boa é que a mochila podia deixar na base, com F. que não subiu. Só coloquei uma bolacha e garrafinha de água na mochila do T. E a câmera no bolso. Esse trajeto foi uma escalaminhada que dá medo pela altura, mas as pedras não são escorregadias e a Tatá foi me dando superdicas e demonstrando como se encaixar na pedra. Eu comecei com luvas (de musculação), pra não machucar a mão, mas elas atrapalham, melhor segurar direto nas pedras (e não me machuquei). O guia e os meninos iam em pé em vários trechos em que fui sentada. Eu só queria chegar! Houve um trecho em que usamos cadeirinha, corda e o Felipe fez a segurança para descer uma pedra e depois seguramos na corda para subir até o topo (altitude 2539) e assinar o livro de visitas que fica lá para os corajosos que alcançam. Na subida ficava pensando que na volta também teria que passar por ali...e como disse Felipe: "pensa na volta quando estiver voltando". Descer foi mais fácil que eu pensei! Levamos 1 hora. Tempo total (subida, tempo de descanso e descida) igual 3h. Depois da base fizemos um pequeno desvio para tirar fotos na Pedra da Tartaruga e Pedra da Maçã. Valeu muito a pena! A caminhada durou total de 6 h ida e volta, conforme orientam na entrada do parque. Voltamos para o hostel, tomei banho e às 16:30 estava pegando estrada para voltar a São Paulo. Como era volta de feriado foram 6 horas até São Paulo. Mas não sentia cansaço, pelo contrário, caminhada nas montanhas aumentou minha disposição pra semana!!! Quero voltar!!!! Dicas: Hostel picus: (35) 991142525; (35) 99119-9153 http://www.picus.com.br http://www.icmbio.gov.br/parnaitatiaia
  8. 1 ponto
    Olá! Estou indo para a Conferencia Internacional sobre Cultura, Conhecimento e Ecologia, em Santiago. A conferencia é de 15 à 18 de novembro, e sei que dia 19 são eleições! Vou ficar do dia 13 ao 21, 9 dias. Alguém por aí - do Brasil ou não! - vai também para essa conferência?! Se sim, vamos entrar em contato! Também queria saber se alguém sabe como são as eleições lá.. se fica muito tumultuado, ou até quem vocês acham que vão vencer, pra eu já ficar ligada Mas queria principalmente dicas de turismo por Santiago e arredores. Quero muito conhecer uma vinícola, um vulcão e VER BALEIAS! Dicas de hospedagem são bem-vindas também, já que ainda não fechei isso também. Valeuzão desde já!
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    Olá pessoal! Me chamo Igor, moro em Cuiabá e estou planejando em fazer um tur por esses países e gostaria de reunir uma galera para ir junto. Nunca fui, então seria legal agregar com pessoas com experiência. Roteiro é flexível, porém as datas não pode mudar muito, uns 5 pra mais ou pra menos. Quem animar posts ai..:)
  10. 1 ponto
    Oi Gente !! Fui para o Chile no mês passado e mês que vem estou voltando a trabalho, ficarei lá 6 meses ... Para as pessoas que têm filhos, visitem os museus na Quinta Normal Park, são lindos, tem parques enormes, e são bem interativos ... para quem vai sozinho, depois das 23h vá ao BellaVista, é super movimentado e bem legal... Para todos, não façam CityTour com agências, são passeios pequenos, pouco interativos e caros. Antes de ir eu pesquisei bastante, e acabei fazendo o city tour com o pessoal do hostel, e no fim como fiquei bastante tempo, levei um monte de gente pra fazer tour! Passeio que vale a pena é Cajon del Maipo , magnifico ! Vale Nevado só no inverno... Se conseguir, Vina e Val, vá por conta ... Se quiserem falar comigo, ou até combinarmos um citytour, 19 987114451 ! @EvaldoCosta87,, @marcelofaria, @Billy Fequis, @juliafre, @brunamonroe.m
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    Para Chichén Itzá as cidades mais próximas são Mérida (2 horas) e Cancun (2 horas e meia). Saindo de Playa faria 4 horas e de Tulum 3, eu sei porque fiz esse percurso e achei bem longo e cansativo.
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    Olá, Bruna...boa tarde! Vou esta no Chile entre 15 e 27/11, podemos combinar algo, estou vendo alguns passeios com uma agencia, que trabalha duas brasileiras...Qualquer coisa me chama no What 73 9 8874-1334
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    Boa tarde... meu nome é Pablo, sou de João Pessoa e estou me organizando para ir para o Chile mochilando. Agora no início de dezembro. Vou sair de João Pessoa até o estado de RS.. assim que atravesse a fronteira vou começar meu caminho á pé...bom se vocês estiverem dispostos a ir comigo seria uma boa companhia... eu já conheço o Chile pois morei lá 8 anos e no mês passado estive lá visitando minha família. Essa decisão eu já tinha a muito tempo de fazer. E agora tenho a oportunidade de fazer e vou atrás de realizar meu sonho. Eu sei que pode ser um pouco diferente pra vocês e quiserem fazer parte dessa minha aventura seria muito bom.
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    Pois é, imaginei isso mesmo. Na pior das hipóteses pegaria um ônibus até o terminal e de lá partiria para os pontos turísticos.
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    Oi Diogo, não sabia dessa opção de ir a Play Blanca de transporte público.. Das duas vezes acabei indo de excursão pq queria passar pelo Oceanário.. mas é bom saber. Sai quase o mesmo valor da Van, que também garante uma maior liberdade no passeio.. Sobre Panamá, tive as mesmas impressões que você.
  18. 1 ponto
    @yVitorHugo : fiz uma simulação no site da Air France e vi que a classe Economy (ainda) dá direito a despacho de bagagem. Ou seja, você pode despachar a mochila sem custo adicional. É possível que não haja problemas no check in, mas você estaria contando com a sorte. Fiz uma viagem pela KLM (do mesmo grupo da Air France, aliás) e o voo estava lotado. Alguns passageiros tiveram que despachar bagagem de mão ao embarcar, pois não havia espaço nos bagageiros. Creio que o maior problema será esse, principalmente por causa da altura da mochila - principalmente se ela tiver suporte rígido em toda a sua extensão. No CDG também me aconteceu algo que não vi em nenhum outro aeroporto: quando passei o portão para pegar a conexão, uma funcionária me fez pesar a mochila de ataque junto com a bolsa. Não podia passar de 12kg. Deu 13kg e ela fez vista grossa.
  19. 1 ponto
    Cara, não tem segredos. Eu faço algumas viagens de moto, tenho o Baú e também uma mochila Cargueiro 60L (eu acho)... paguei 120 reais em uma Nautika Fake. Aos poucos você vai vendo que não precisa levar muita tranqueira, por exemplo: Levo barraca na garupa, um daqueles colchões de piscina "dobrando ele fica pequeno" e poucas peças de roupa. O bom da mochila cargueira é que ela tem as alças bem acolchoadas e também tem algumas alças que dão pra travar nos peitos e barriga, dando bastante estabilidade.
  20. 1 ponto
    Tava querendo ir em janeiro. Não tenho nada planejado ao certo. Mais queria muito 15 dias em janeiro. Não queria ir só. Mais não conheço ninguém que queira ir. Tava querendo saber uma base de custo tbm. Porque não sei se o que tenho é suficiente.
  21. 1 ponto
    Boa noite, fizemos de Belo Horizonte ao Atacama de carro em setembro de 2017 (Não fomos a Santiago). Entramos na ARG por Foz do Iguacú (bem tranquilo). Entre a fronteira e Salta dormimos um dia em Corrientes na ida e um dia em Resistência na volta (indico mais Resistência, é um pouco mais caro mas a cidade é muito mais estruturada e muito boa para curtir a viagem, possui bons ares e bons lugares para conhecer (digo restaurantes, etc). De interessante seria Ruínas San Ignácio Mini. De Corrientes a Salta muita reta e muito monótono, mas é bonito. Cuidado com o sono, principalmente após o almoço. Aproceitando, Salta é muito bacana, talvez vale a pena ficar mais de um dia (ficamos apenas um). De Salta seguimos para Cachi e depois Cafayate (um dia) passsando por Cuesta del Obispo, Parque Nacional los Cardones e Quebrada las Flechas - indico sair bem cedo, caro abastecido e muita água e comida - região um pouco desertica. Recomendo ficar pelo menos 2 dias em Cafayate para curtir com calma. De Salta pernoitamos um dia em Tilcara para depois ir para SPA. Na volta de Salta para Ticara, passamos pela Estrada La Cornisa (muito estreita, acaba sendo um pouco perigosa, mas muito bonita, recomendo, se for passar por lá, que saia cedo. Para SPA, passamos pelo Paso Jama (saia bem cedo, pois é o trecho mais bonito da viagem, depois do Paso então nem sem fala. Demoramos cerca de 1:30h no Paso com os trâmites. Se quiser mais dicas pode encaminhar email para [email protected] (vale para todos os mochileiros). Ainda não tive tempo de relatar minha viagem, mas agradeço imensamente a algumas pessoas especialmente ao HLIRA, que me deu várias dicas sobre esta viagem. Boa noite a vc e aos mochileiros.
  22. 1 ponto
    Eu tb levaria uma de no máximo 50l (a minnha é uma Florclaz 50l da Quechua), pq evita de vc levar coisas desnecessárias e facilita a vc não precisar despachar mala se for fazer voos low cost. Vc não vai levar roupas pra 30 dias, vai fazer uma mala otimizada e precisar lavar roupas pelo caminho, então não justifica mochila grande. Peso e esforço desnecessário.
  23. 1 ponto
    Cara, 60 litros eu acho MUITO grande para uma viagem que não envolve trekking. Eu particularmente levaria uma de 40 litros, no MÁXIMO uma de 50. Mas isso depende da quantidade de coisas que vc pretende levar. Sobre modelos, na minha opinião as easyfit da quechua são um bom custo x beneficio atualmente. Tem mochilas muito melhores e mochilas muito mais baratas, mas acho que essa é um meio termo bom.
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    Se a passagem saindo de Nápoles custa muito mais caro e é muito mais demorado, então que a solução é simples. Retire o carro alugado em Nápoles, rode com ele pela costa Amalfitana, no final da viagem, volte a Nápoles, devolva o carro e pegue um trem para Roma e pegue o voo para casa. Só tem que separar um dia para esta volta a Roma. Mas também dá para "pular" Roma e ir direto de Florença para Nápoles e Costa Amafiltana e deixar Roma para o final, logisticamente e em termos de custo, não vai mudar praticamente nada, na verdade acho que até fica mais prático e barato...
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    Schaerbeek é um "bairro" relativamente central de Bruxelas, a divisa entre Bruxelas e Schaerbeek fica a menos de 2 Km da Gran Place, então a princípio não teria maiores problema em ficar em Schaerbeek, só escolha um local que fique próximo de um ponto de ônibus/bonde que vá direto ao centro, pois Schaerbeek é bem grandinho, e pode ser uma senhora caminhada até o centro. Já fui 2 vezes a Bruxelas, mas não conheço Schaerbeek tão a fundo para dizer se Schaerbeek é uma boa vizinhança ou se é um local para evitar, nas duas vezes eu fiquei hospedado em Saint-Gilles, perto da estação Gare du Midi, do outro lado da cidade, mas tente procurar alguma coisa na internet a respeito. Sobre Zaandaam já comentei lá no tópico de Amsterdam.
  26. 1 ponto
    Olá Walter! Tudo bem? Vou te oferecer meus pitacos ok? Ficam aqui como sugestão, apenas. 1 - o seu plano de ir praticamente direto à Uyuni e já começar o tour do salar é arriscado por causa da altitude. Cada pessoa reage de uma forma, claro, mas a não ser que vc já tenha tido experiência com o mal de altitude, recomendo que reserve alguns dias pro seu corpo se habituar e vc não correr o risco de "perder" o passeio. Tb perceba que no seu roteiro haverá grandes variações de altitude, então não se esqueça de se precaver. 2 - o seu roteiro está mais pra maratona do que viagem vc acaba correndo o risco de qualquer imprevisto acabar com ele. A tentação de tentar ver tudo em uma única viagem é grande, mas vc vai ficar poucos dias, então recomendo que passe mais tempo em cada local e assim aproveite melhor o que cada um tem a oferecer. 3 - Também vai ficar muito cansativo. Como vc pretende fazer os deslocamentos? Avião ou bus? Por exemplo, chegar do trekking do Colca e já encarar um busão é dose viu? kkk 4 - A grande maioria dos hostels tem um depósito de bagagens e quase sempre não se cobra nada e não precisa pagar a diária. MAS confirme com seu hostel antes, pois as políticas podem ter mudado. Único hostel em que fiquei e que cobrou pra usar o depósito foi o la casona de jerusalem, em Arequipa. Alguns te deixam até utilizar as dependências comuns mesmo que já tenha feito o check-out, como o Wild Rover e o Kokopelli Que a vida lhe traga muitas viagens!
  27. 1 ponto
    Pelo que li, Nápoles é realmente o "hub" logistico para quem deseja visitar o Sul da Italia. Não posso ajudar muito além disso, porque nunca me planejei nem visitei essa região da Itália, mas há vários relatos de viagem aqui no fórum de quem já esteve na região.
  28. 1 ponto
    Linda viagem! Estou programando com meu namorado por volta de 15 a 20 dias, qual foi seu gasto? Pelo menos a média.. Se puder divulgar, claro.
  29. 1 ponto
    Luxo não é pra Mochileiro tem gente que não sabe nem o que tá fazendo aqui. Quem gosta de luxo tem que ir pro site da CVC.
  30. 1 ponto
    Fala man, meu palio é 1.3... Mas 1.0 vai de boa! Vc vai enfrentar muitas subidas mas com calma vc chega tranquilo. Muito bom pegar a estrada! Ano aie vem vou pra Porto Seguro. Mas tenho um sonho de ir pra Floripa de carro
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    Bom dia pessoal... eu e uma amiga estamos pensando em fazer mochilão para o Jalapão, partida: São Paulo... Gostaria de saber se alguém já fez esse percurso e poderia nos dar uns toques sobre os melhores caminhos rsrs! valeewwwww
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    Há tempos que queríamos retornar a Porto Alegre e passar um fds dedicado à capital. Todo ano vamos para o Sul pelo menos uma vez, mas sempre para a serra, tanto para Bento Gonçalves quanto para Gramado/Canela. Depois de mais um ano subindo a serra, decidimos que a próxima ida seria para a capital. Surgiu a oportunidade e compramos. Viagem foi no começo de setembro. Chegamos tarde da noite na sexta, direto de uber para o Ibis do Moinhos. Ficamos lá anos antes, por algumas meras horas, qdo fomos conhecer os espetaculares cânions de Cambará do Sul. Mal chegamos e já partimos para encontrar algo aberto. Havia um Bier Markt von fass ali perto e fomos tentar. Sabia que o horário de fechamento era 23:30 (e já era meia noite), mas tentamos. Nada feito, fechado mesmo. Partimos para a rua da badalação. Tentamos outra cervejaria, mas tbm estava fechando. Havia muita gente na rua, mas as coisas pareciam em ritmo de fechar. Encontramos abrigo no Dado Bier, que estava cheio. Bem na calçada da fama. Curtimos a janta com cervas por lá. Sempre bom chegar e curtir alguma coisa. Na volta, tudo muito vazio. Sábado acordamos não tão cedo e fomos passear. O parque do Moinhos estava bombando, curtimos rapidamente. Seguimos para os belíssimos jardins do DMAE e seguimos caminhando em direção ao centro. Passamos pela “rua mais bonita do mundo” – que não é a mais bonita. E embicamos pelo centro. Direto para o mercado, porque Katia queria comer. Pedimos dois pasteis, bem grandes. Preços me pareceram turísticos. Jardins do DMAE Prédio da prefeitura e Fonte Talavera Além do turismo habitual no centro, passamos pelo Santander Cultural. Rolava a exposição do Queermuseum, mas Katia não quis ver e eu também não tinha maior interesse. Depois disso que a exposição gerou forte polêmica. Deveríamos ter conferido, demos mole! Monalisas pela cidade! Fomos no MARGS, onde vimos algumas boas exposições. Gostei. Já tínhamos feito esse circuito pelo centro, estávamos revisitando. Paramos longamente na Casa de Cultura Mario Quintana, local onde achei que ficáramos pouco tempo na vez anterior. Muito bacana. Rodamos mais pelo centro, inclusive em escadarias históricas que eu havia mapeado, feira de antiguidades, catedral, uma belíssima e imponente igreja (NSa das Dores!) etc. Belo passeio. Seguimos então para o Parque Harmonia. Casa de Cultura Mário Quintana, antigo Hotel Majestic Igreja de Nossa Senhora das Dores O cara do uber da chegada nos deu essa dica, de que estava rolando o acampamento Farroupilha no Parque. Fomos lá conferir. São vários piquetes, como são chamados. Pareceu-nos que eram acampamentos de gente de tudo quanto é canto do estado do RS. Os acampamentos são estruturas temporárias feitas de madeira. Em geral são particulares, da galera que faz parte do tal piquete. Alguns abrem para “externos”, caso de um deles que tinha cerva artesanal e onde rolava uma partida de bocha. Ficamos um tempo por lá. Curtimos. Rodamos toda a área, depois paramos para beliscar e beber um pouco. Patrocínio era da Schin, então ao menos havia Eisenbah. Amem. Curtimos e depois fomos para a orla do Guaíba. Acampamento Farroupilha A orla estava em reforma, de modo que a galera não pode curtir. A área fica isolada. Acho que vai ficar muito bacana qdo estiver pronta. Paramos no Gasômetro. Meio vazião, tal qual da outra vez, mas conferimos/curtimos. Acho que era por ali que rolava passeios de barco, mas naquele dia não tinha. Ficou para uma outra vez, novamente. Mais tarde vi que os passeios estavam saindo do outro, um lugar meio longe. Voltamos e emendamos nossa noite, com cervas no Biermkt Vom Fass e depois no indiano onde fomos quando visitamos a cidade pela 1ª vez. Achamos que o indiano deu uma caída. Fomos dormir cansados. Domingo eu iria dar uma corrida, mas não consegui acordar disposto. Estava bem cansado. Saímos para passear pelo Moinhos. Muito bacana, maior galera curtindo. Depois seguimos para o Redenção, rever a feira e o parque. Tbm muito bacana, bem agitado. Curtimos vários números musicais. Praticamente um do lado do outro ao longo da feira. Já estivemos outras vezes no Brique, sempre aos domingos! E sempre bacana. Brique da Redenção Seguimos de lá para o Acampamento Farroupilha, a ideia era almoçar uma costela por lá. Passeamos um pouco primeiro, rodamos pela área. Estava mais cheia. Bem bacana tbm. E paramos para almoçar. Bem quente, Porto Alegre estava anormalmente calorenta em pleno começo de setembro. Casaco foi inútil dessa vez. Acampamento Farroupilha novamente Depois do almojanta, voltamos para o Moinhos. Paramos numa cervejaria muito boa (e cara), bebericamos cervas excelentes e partimos de volta. E assim foi mais um fds explorando (revendo!) algum canto do Brasil. ----------- [todas as fotos são do Instagram da Katia]
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    Discordo,Bogotá tem segurança ao contrário da terra paulista e muito lixo. Cartagena só tem de Paraty a antiguidade, pois o clima é totalmente diferente.
  34. 1 ponto
    Acabei de voltar da Colômbia, vou escrever um relato depois mas por enquanto algumas impressões: Bogotá me surpreendeu positivamente. Adorei a Candelária, achei uma mescla de Rua Augusta com Santa Teresa, uma boemia meio roots ao contrário da Zona T que é meio gourmet. Comida e bebida a ótimos preços, cheguei a almoçar por 6000 COPs. Santa Marta tem trânsito caótico e o centro histórico morre a noite. As comidas de rua são tenebrosas em questão de higiene. Taganga: fomos na Playa Grande, uma praia próxima ao centrinho da vila, custou 10000 COP o barco a ida e volta, mas a praia não tem nada de mais, farofada mesmo. No dia seguinte iríamos à Playa Chengue, já dentro do Parque Tayrona, mas não conseguimos sacar dinheiro e os barqueiros não aceitavam cartão. Enão ficamos na cidade um dia a menos que o previsto. Taganga tem a hospedagens mais baratas de todos os locais que estivemos. A noite até que foi bacana com um restaurante a beira-mar que rolava uns drinks baratos e ainda no esquema compre um ganhe outro. Cartagena: Calor demais, cerveja o dia inteiro. Ficamos hospedados dentro das muralhas, onde as coisas são um pouco mais caras. No Getsemani os preços baixam e a boemia é mais roots, dentro das muralhas é tudo mais gourmetizado. Em Cartagena, na rua, todos os preços são negociáveis então nunca aceite o primeiro valor oferecido. Chapéu, por exemplo, o vendedor queria me vender por 50000 COP e acabei levando dois por 30000 COP. Fiz o passeio a Playa Blanca na sexta e gostei do lugar mas não do esquema de passeio contratado. Fui de barco, chegando as 11h e voltando as 16h. O restaurante vinculado ao passeio servia uma comida mequetrefe. No dia seguinte, fomos de transporte público: pegamos um ônibus até Pasacaballos, e de lá tem motos e carros que levam até a praia. Sai 25000 COP nesse esquema, mas a vantagem não é meramente financeira: você pode ir e voltar a hora que quiser e escolher o lugar onde vai comer. Ficamos na barraca do Pepe, um senhor que parece o Seu Madruga do Chaves. Almoço delicioso a 15000 COP e cervejas long neck a 3000 COP (menor preço por lá). Ainda fomos cedo e pegamos a praia vazia antes da galera dos passeios de barco e van chegarem. Panamá City (conexão de dia inteiro): Não curti muito a cidade, o trânsito é caótico e não existe prioridade nenhuma para transporte público como corredores exclusivos de ônibus. Na imigração foi tudo tranquilo, não perguntaram nada. Não ia encarar 30 dólares de táxi, então peguei a van gratuita da Copa Airlines para o shopping Metromall. Lá no shopping foi duro encontrar um lugar barato pra comer, mas então achei um PF com arroz, lentilha, uma coxa de frango assada, banana frita e refri por 4,29 dólares. Do outro lado da avenida do shopping peguei um bus para o terminal Maranon e de lá fui andando para o Casco Viejo, passando pelo Mercado de Mariscos. O cartão do ônibus custa 2 dólares e existem duas tarifas do bus: ônibus convencionais custam 0,25 dólares e os ônibus que circulam por vias expressas rápidas custam 1,25. Achei o Panamá um local sem personalidade, tudo muito americanizado. O Casco Viejo é bacaninha mas esteve longe de me impressionar. O Mercado de Mariscos tem ceviches a partir de 1,07 dólar, e o assédio dos vendedores é tão chato quanto o de Cartagena. O aeroporto Tocumen é horrível: longe de tudo, quase não tem lugares pra sentar, não tem tomadas e todos os bebedouros foram desligados (talvez para forçar os turistas a pagar 4 dólares por uma garrafinha de água?). Os preços do free shop talvez não são essa maravilha que dizem na internet.
  35. 1 ponto
    Oi galera! Sabem me dizer como vou de ônibus de Maceió a Maragogi, de Maragogi a Porto de Galinhas e depois retornar de porto de galinhas pra Maceió?
  36. 1 ponto
    Sempre quis ir ao Jalapao, mas sendo solteira eu nao tinha companhia e ai procurei agencias que me pegariam desde o aeroporto e ficassem cmg o tempo todo e tambem queria dar a volta toda no Parque pq a maioria vai e volta pelo mesmo lugar, ou seja eu nao veria todo o ecosistema. Foi ai que encontrei a Nortetur e por coincidencia falando com uma amiga a mesma me disse q uma amiga dela q vivia em Palmas havia feito paseio com eles e adorado. Dito e feito dona Telma e seu Nelito foram mto esclarecedores e simpaticoa em tudo que perguntei e isso me deu mta seguranca. Enfim fechei pacote e uma semana antes de ir, descobri que somente eu iria no pacote e fiquei apreensiva pois cm uma agencia levaria apenas uma cliente, vou lhes contar eles foram fantasticos mantiveram meu passeio e melhor fui no 4x4 do seu Nelito com meu guia exclusivo o Claudio. A partir dai fiz todos os passeios com o Claudio, o guia, um cara maravilhoso que tudo sabia sobre o Jalapao e nao havia nada q eu perguntasse, como boa paulista curiosa que sou, que ele nao me desse a informacao e sou dessas que ama conhecer frutas da regiao, flores, bichos e ate informacoes de qtades de pessoas que frequentam, indices e outros...sou antenada. Para voces terem uma ideia eu sou uma viajante assidua do Brasil e o conheco quase que inteiro e digo FOI O LUGAR MAIS LINDO, INTOCADO E COM DIVERSIDADE DE ATRATIVOS Q JA FUI NO BRASIL, claro é longe de Palmas cansativo mas vale cada chacoalhada do carro p ver o que eu vi. E olha nao se arrisquem indo sozinhos, pois nao ha placas de sinalizacao, postos de gasolina, nao se cruza com carros, mtos atoleiros...nos desatolamos um pessoal, nao vale a pena se arriscar e outra coisa o preco do pacote inclui tudo almoco jantar passeios e se voce fizer as contas sai barato, pq la tambem nao tem infraetrutura p nada nem para comprar agua. E esse pessoal que diz que nao precisa de 4x4 se arrisca sem necessidade pq a estrada é só arreiao com terra fina vermelha e outra se ja acaba com um carro deses imagina com um simples. Resumindo AMEI e confesso FOI A MELHOR VIAGEM NACIONAL DA MINHA VIDA..la tem Serras, Cachoeiras, Fervedouros, Canions, Fazendas, Animais selvagens, Lagos, Dunas...tudo junto. Vou voltar e fazer outros pacotes com eles..pq seguranca, respeito, profissionalismo e atencao com o cliente é o foco deles. Mega recomendo. Bjs e aguardem Chapada das Mesas em breve estarei ai. Bjs
  37. 1 ponto
    Tenho interesse em viajar em final de dezembro para Santiago de moto..mas pensei em ir até foz..Mendoza arravessar a serra dos caracóles..e chegar em Santiago.. sierra del mar...alguem a fim?
  38. 1 ponto
    Moro em Flores da Cunha há 13 anos! Legal demais ver esses lugares da região aqui no Mochileiros, são passeios realmente bem bonitos
  39. 1 ponto
    DICAS SOBRE SEGURANÇA A segurança é uma das principais preocupações de quem pretende mochilar pela primeira vez. O fato de viajar com uma mochila nas costas de forma econômica e independente (sem contratar uma agência), não acrescenta risco à sua segurança, ao contrário, pode até representar mais segurança se você fizer a lição de casa e pesquisar muito para obter o máximo possível de informações sobre os locais para onde irá viajar. Se informando bem, você estará muito mais seguro do que qualquer cliente de operadora e saberá o que evitar ou não. Portanto não tenha medo de botar o pé na estrada e siga as dicas abaixo: 1. MANTENHA SEU PASSAPORTE EM LOCAL SEGURO Em muitos países existem quadrilhas especializadas em roubo de passaportes e o passaporte brasileiro é um dos mais valiosos do mundo, afinal, qualquer um pode se passar por brasileiro. Para protegê-lo, muitos viajantes utilizam “doleiras”, também conhecidas por “money belt“, que é uma espécie de cinto com um bolso que ficará grudado ao seu corpo por debaixo das roupas. Existem também as leg wallets, que são uma espécie caneleiras com bolsos. 2. NÃO DÊ INFORMAÇÕES DE SUA VIDA PRIVADA E NÃO DIVULGUE SEU ITINERÁRIO PARA ESTRANHOS É comum (e saudável) fazer amizades ou conversar com pessoas sentadas ao seu lado no avião ou ônibus, especialmente se for uma viagem longa. Porém não transforme sua vida e sua viagem em um livro aberto. Você estará empolgado, com bom astral e portanto socialmente suscetível e isso o tornará uma vítima perfeita para golpistas e afins. Se limite aos assuntos superficiais desde que ele não seja sobre o seu itinerário ou sua vida privada, ou qualquer outra informação que possam usar para armar algo contra você. Como dizem por aí, boca fechada não entra mosquito! 3. FECHE BEM A MOCHILA É importante fechar muito bem a mochila com cadeados e capas de proteção para impedir que algo seja roubado ou que ela seja usada por terceiros para transportar produtos ilícitos, como drogas ou qualquer outro tipo de contrabando. 4. CUIDADO COM O DESLUMBRAMENTO Viajar é uma das melhores coisas da vida e durante a viagem em muitas situações você estará deslumbrado com algo. Isso o tornará uma presa fácil. Desfrute muito, mas siga vigilante e atento. 5. NÃO OSTENTE O pior de todos os comportamentos de risco sem dúvida é a ostentação. É o querer parecer diferente, querer destaque. Durante sua viagem você irá ver mochileiros do mundo todo sempre com roupas simples, sem penduricalhos ou outros objetos que chamem atenção, essa é a receita. O ideal sempre é não destoar muito da população local, ser apenas mais um na multidão. Seja discreto e sobretudo circunspecto, essa é a receita de sucesso! 6. FIQUE DE OLHO NO MAPA DO CRIME E NOS GOLPES CONTRA TURISTAS As pessoas costumam evitar locais com altos índices de criminalidade até mesmo nas cidades onde moram e durante uma viagem isso não deve ser diferente. É bom saber quais locais evitar ou que tipo de golpes são aplicados em turistas nos destinos que irá visitar. Há diversos mapas na internet com esses dados, procure no Google pelas palavras chave: “nome do destino + Crime Map”. Em várias cidades do mundo há gangs especializadas em aplicar golpes contra turistas, por isso é bom saber antecipadamente como evitá-los. Para isso mais uma vez o Google pode ser uma ferramenta útil. Busque por “tourist scams in + nome do destino”, exemplo “tourist scams in Paris” e você irá encontrar diversas publicações sobre os principais golpes praticados contra turistas no destino que irá visitar.
  40. 1 ponto
    Oi Julia! Estou montando um roteiro para Janeiro também! Como vão seus preparativos?
  41. 1 ponto
    Já dei uma boa fuçada pelo site, já peguei várias idéias para as próximas idas ao RS!
  42. 1 ponto
    6º DIA - Dia de ir para Itacaré, compramos a passagem de lancha rápida para Camamu, chegando a Camamu fomos a rodoviária (que é do lado do Cais) e compramos a passagem para Itacaré. Essa viagem toda dura em torno de 2h30. Chegamos em Itacaré e na rodoviária tem muitos taxis que cobram em torno de R$ 25,00 para nos levar até o centro onde ficam a maioria das pousadas, mas dá pra ir apé tranquilamente se sua pousada for na Rua Pituba ou próximo a ela, essa rua é a principal de Itacaré. As pousadas que ficam próximas a Praia da Concha são um pouco mais distantes e as ruas são de Terra, mas dá pra ir andando também. Em Itacaré ficamos em um hostel chamado Buddys Pousada e hostel, foi a locação que mais gostamos, pois os proprietários são pessoas maravilhosas, a localização ótima e o café da manhã simples, porem feito com muito carinho. Aproveitamos que chegamos em um bom horário e fomos e praia mais próxima que é a praia da Concha; é uma praia bonita, cheia de quiosques e tem muitas pessoas fazendo SUP pois é a única praia sem ondas da região. Nesse mesmo lugar existe um Mirante que as pessoas se reúnem para verem o por do Sol. Ainda na rua Pituba, no final dela próximo a entrada da praia da Concha tem um restaurante pequeno de um baiana super gente boa que a comida é ótima e bem servida a R$ 12,00. Comemos lá todos os dias. Os mercados, restaurantes, lojas de presentes etc em Itacaré são com preços justos, além de ter várias opções para comer como hotdog, salgados, tapioca,etc. 7º DIA - conversando com os proprietários da pousada em que estávamos descobrimos que para fazer a trilha Engenhoca, Hawaizinho, Gamboinha e Itacarezinho não era preciso de guia, então, fomos até a rodoviária de Itacaré e compramos a passagem até a Engenhoca (custa R$ 4,00). A trilha é bem tranquila, mesmo tendo chovido pela manhã dava para andar tranquilamente de chinelo. Gastamos 1h mais ou menos para conhecer as 4 praias e depois voltamos para a praia do hawaizinho que foi a que mais gostamos. Lugar extremamente paradisíaco. Tem apenas um quiosque nessa praia mas não sei valores porque levamos nossos petiscos. Para voltar a Itacaré é preciso voltar a rodovia onde o ônibus nos deixa e esperar até que ele volte. Os ônibus passam de 1 em 1h. É comum os moradores de lá oferecerem carona e cobrarem o preço do ônibus. Acabamos voltando de carona pois o ônibus demorou muito. 8º DIA - Fomos conhecer as outras praias de Itacaré (Resende, Tiririca e Ribeira), todas bem bonitas e propicias para surf. São bem próximas a Rua Pituba. Andando por lá ficamos sabemos que para ir a Prainha (que dizem ser a mais bonita de lá) precisa ser feita com guia porque a trilha tem muitas bifurcações e muitos turistas se perdem. Os guias cobram o valor de R$ 30,00 reais para levar independente de ser 1 ou 10 pessoas por ex. Itacaré é um lugar com um vibe muito boa, os nativos são super receptivos, as praias são lindas e tem muitasss opções de lazer, incluindo aulas de surf, cachoeiras e muitas trilhas. Ficamos pouco tempo, indico para quem for a Itacaré ficar pelo menos 1 semana. 9º DIA - Dia de ir para Ilhéus, resolvemos ficar em Ilhéus apenas 1 noite para descansar e porque os voos IlhéusXSp para o dia 22 de abril estavam mais baratos. Fomos para a rodoviária de Itacaré e compramos a passagem para Ilhéus que custa R$ 15,50 por pessoa. A viagem dura em torno de 1h30. Ilhéus é uma cidade grande e da rodoviária até nossa pousada era mais ou menos 40 minutos, os taxistas estavam cobrando R$ 50,00 á R$ 70,00. Após perguntar para deus e o mundo como poderíamos ir de ônibus ficamos sabendo que de dentro da rodoviária sai um ônibus sentido Canavieiras que pega a Rodovia Ilhéus-Olivença e passa por todas as praias da região Sul de Ilhéus (e lá é onde ficam concentradas todas as pousadas e pontos turísticos de Ilhéus) pagamos R$5,15 por pessoa pela passagem. Se você souber em que Km fica sua pousada os motoristas param na porta. Bom, o ônibus nos deixou na porta da pousada (literalmente), ficamos na Pousada do Mar, pousada maravilhosa também e de frente para a praia dos Milionários. Café da manhã incrível, muito farto. Pagamos R$ 250,00 pela diária. Não conseguimos aproveitar a praia pois o tempo estava fechado, foi o único dia de garoa e friozinho que pegamos na viagem. Dentro da pousada tem restaurante, então optamos por comer por lá mesmo. 10º DIA - Dia de voltar a SP, o ponto de ônibus era bem proximo a pousada, mas como estávamos cansados optamos por pedir um taxi. O taxista que foi nos buscar é um senhor bem legal e nos contou bastante da vida dele e sobre a cidade. Pegamos o cartão dele (José de Souza (73) 99983 8237) pois gostamos dele. Ele nos cobrou R$ 30,00 pela viagem até o aeroporto. O aeroporto é pequeno mas bem estruturado, lá dentro é bem caro para comer, atras do estacionamento do aeroporto tem uma lanchonete que vende salgados e água por preços justos, na mesma rua tem alguns restaurantes que eu acredito serem mais baratos também. Espero ter ajudado com essas informações e quem puder faça essa trip porque vale muito a pena. Bahia é tudo de bom!
  43. 1 ponto
    Dia 3: Visconde de Mauá - Maringá Acordamos mais tarde, tomamos café da manhã e fizemos check out da Pousada. Impressões sobre a Pousada das Acerolas: a localização não é muito boa, sempre que íamos ao centro de Penedo tínhamos que ir de carro. O quarto não é muito espaçoso, é consideravelmente limpo mas um pouco mal cuidado (parede descascando, vidro da janela trincado, etc) Saindo de Penedo, pegamos a estrada sentido Visconde de Mauá. O caminho é uma serra super sinuosa, mas com paisagens bem legais. Paramos na entrada da cidade e pegamos um mapinha. De Visconde, pegamos um caminho sentido Maringá (uma vilazinha cortada por um rio. De um lado é RJ, do outro, MG). Maringá (tanto RJ quanto MG) é uma vila bem simpática, oferece bastante atividades ao ar livre (corredeiras, cachoeiras, trilhas, etc). Fomos para uma cachoeira que eu não lembro o nome (caso eu lembre do nome eu posto aqui) É a mais próxima da vila e não é cobrado entrada, apenas estacionamento ( 5 reais por carro). Apesar da proximidade da cidade e da trilha super curta, a cachoeira é muito limpa e bem cuidada. Almoçamos em um restaurante à beira Rio (o almoço deu uns 30~40 reais por pessoa). Demos uma volta na vila de Maringá (havíamos deixado o carro em um estacionamento no centro, R$ 8,00), compramos algumas coisinhas e fomos embora. Pegamos e mesma serra sinuosa voltando para Penedo e depois, Dutra. Na volta, pegamos bastante transito perto de Arujá (depois do pedágio), Demoramos umas 5 horas para chegar. E assim acaba a viagem para a região as Agulhas Negras
  44. 1 ponto
    Grande família do Mochileiros.com! Como estão? Sempre pesquiso roteiros e contribuo com dúvidas em montagens de roteiros onde já fui. Dessa vez, peço a ajuda dos amigos para opinar no roteiro abaixo. Trata-se de uma viagem de carro que eu e minha namorada estamos planejando. 20 dias de carro, saindo do Rio de Janeiro, passando por ES/BA/SE/AL (um pedacinho pequeno de PE) e voltar pro RJ: ROTEIRO DE FÉRIAS OUTUBRO/2013 - DO RIO DE JANEIRO AO NORDESTE DE CARRO Data Origem Destino Rota Distância Previsão de Duração da viagem em horas domingo, 12 de outubro de 2014 Rio de Janeiro - RJ Guarapari - ES BR-116/393 506 Km 07:30 segunda-feira, 13 de outubro de 2014 Guarapari - ES Eunápolis -BA BR-101 573 Km 08:40 terça-feira, 14 de outubro de 2014 Eunápolis -BA Itacaré - BA BR-101/BA-653 311 Km 04:30 quarta-feira, 15 de outubro de 2014 Itacaré - BA - quinta-feira, 16 de outubro de 2014 Itacaré - BA - sexta-feira, 17 de outubro de 2014 Itacaré - BA Praia do Forte - BA BR-101 451 Km 06:30 sábado, 18 de outubro de 2014 Praia do Forte - BA - domingo, 19 de outubro de 2014 Praia do Forte - BA - domingo, 19 de outubro de 2014 Praia do Forte - BA Aracajú - SE BR-101 280 Km 04:10 segunda-feira, 20 de outubro de 2014 Aracajú - SE (passeio Canyon Xingo) - terça-feira, 21 de outubro de 2014 Aracajú - SE Maceió - AL BR-101 277 Km 04:10 quarta-feira, 22 de outubro de 2014 Maceió - AL - quinta-feira, 23 de outubro de 2014 Maceió - AL - sexta-feira, 24 de outubro de 2014 Maceió - AL - sábado, 25 de outubro de 2014 Maceió - AL - domingo, 26 de outubro de 2014 Maceió - AL Praia dos Carneiros (Tamandaré) - PE AL-101 181 Km 02:40 domingo, 26 de outubro de 2014 Praia dos Carneiros (Tamandaré) - PE Maragogi - AL PE-060 54 Km 00:50 segunda-feira, 27 de outubro de 2014 Maragogi - AL - terça-feira, 28 de outubro de 2014 Maragogi - AL Mangue Seco - BA BR-101 516 Km 07:30 quarta-feira, 29 de outubro de 2014 Mangue Seco - BA Ilhéus - BA BR-101 557 Km 08:10 quinta-feira, 30 de outubro de 2014 Ilhéus - BA Conceição da Barra - ES BR-101 547 Km 08:00 sexta-feira, 31 de outubro de 2014 Conceição da Barra - ES Marataízes - ES BR-101 374 Km 05:40 sábado, 1 de novembro de 2014 Marataízes - ES Rio de Janeiro - RJ BR-101 396 Km 05:50 E aí pessoal, o que acham? Saíremos do Rio de Janeiro e a a cidade mais ao norte será Tamandaré/PE (Praia dos Carneiros, 50km ao norte de Maragogi). Daí pra frente teremos 4 dias para a volta, pernoitando e dirigindo. Algumas cidades servirão apenas para chegar de tardezinha e pernoitar, par acordar cedo dia seguinte e seguir viagem (como Guarapari (ES), Eunápolis (BA), Mangue Seco (BA), Ilheus (BA), Conceicão da Barra (ES) e Marataízes (ES). Aguardo a dicas, considerações e sugestões de todos que puderem contribuir. A idéia é fazer uma viagem de carro pela liberdade de paradas (afinal o roteiro pode ser alterado ao longo da viagem). Abs a todos FABIO NEVES
  45. 1 ponto
    essa foto é da janela da minha sala, em porto alegre, no pôr-do-sol. foi a minha primeira experiência com HDR
  46. 1 ponto
    e ai galera mudei o titulo agora pode postar mais de uma fotinha uhahahauu !! então a primeira foi na praia !! agora vou postar eu e o brother no nascer do lago titicaca Puno - PERU- e este nascer na pedra da mina 2797mts PASSA QUATRO
  47. 1 ponto
    vai ai algumas que eu acho bem lokas!.... Ops, tinha que ser uma só?.. aff.. agora ja foi! San Pedro Atacama Memorial JK - Brasilia Isla del Sol Isla del Sol Defronte a Basilica de Brasilia
  48. 1 ponto
    Esta primeira foi tirada lá pelo inicio dos anos 80 às margens do Guaíba, na praia de Ipanema, zona sul de Porto Alegre, ainda com filme de rolo numa velha máquina Pratika MTL3. Esta já é da era digital foi nos campos de cima da serra do RS, na cidade de São Francisco de Paula, num entardecer de inverno.
  49. 1 ponto
    Na verdade tem 2 que eu acho legais: Canto Grande - Bombinhas - SC Canto Grande - Bombinhas - SC
  50. 0 pontos
    Mais um relato do clássico roteiro e eu resolvi compartilhar com vocês tudo ou boa parte do que foi vivido nesses 25 dias de viagem, para começar irei deixar meu roteiro para que vocês possam se basear no que for escrito. Roteiro: 02/out São Paulo - Santa Cruz - Sucre 03/out Sucre - Uyuni 04/out Salar de Uyuni 05/out Salar de Uyuni 06/out Salar de Uyuni - San Pedro de Atacama 07/out San Pedro de Atacama 08/out San Pedro de Atacama x Arica 09/out Arica x Tacna x Arequipa 10/out Arequipa 11/out Arequipa - Ica 12/out Ica - Huacachina 13/out Islas Ballestas + Paracas - Ica - Lima 14/out Lima x Huaraz 15/out Huaraz 16/out Huaraz x Lima 17/out Lima x Cusco 18/out Cusco 19/out Cusco 20/out Cusco 21/out Cusco 22/out Cusco - Copacabana 23/out Copacabana 24/out Isla x Copacabana - La Paz 25/out La Paz 26/out La Paz - Santa Cruz 27/out Santa Cruz de la Sierra - SP Esse foi o roteiro seguido por mim e por minha parceira de viagem (Katarine) que eu conheci graças ao mochileiros.com e foi uma pessoa parceira/irmã em toda a viagem e a quem eu sou muito grato por tudo o que ela fez antes, durante e depois da nossa viagem. Muito obrigado Ka . Gostaria de agradecer também a todas as pessoas que compartilharam suas viagens aqui, rodrigovix, Mary Telles, Barbara e muitos outros, obrigado mesmo . Preparativos: Antes de viajar comprei algumas roupas para frio que me faltavam e não vou colocar isso aqui no custo final da viagem pois é algo que a maioria pode ter. O que foi comprado antes foi: Passagens Ida x Volta São Paulo x Santa Cruz - Passagem de avião de Santa Cruz x Sucre pela amazonas - R$ 130,00 - Passagem de avião Lima x Cusco pelo site da Avianca Peruana o que nos rendeu um frio na barriga enorme antes da partida, aguardem os próximos capítulos USD 38,00 - Passagem La Paz x Santa Cruz pela Boa R$ 205,00. Comigo levei 930 dólares e 300 reais, não levei cartão de crédito pois estava sem e não foi necessário em momento nenhum da viagem inteira. O que levei na mochila: 7 camisetas 3 calças jeans 2 terceira pele 1 capa de chuva 1 corta vento 1 moleton 8 pares de meia 1 chinelo 3 bermudas 1 bota 1 capa de chuva do mochilão 1 Canon sx510hs 1 Go pro hero 3+ 1 protetor solar 1 óculos de sol Alguns remédios para dor e alergia. O mochilão que eu usei foi um da Quechua de 50 litros que eu havia comprado no ano passado e que serviu tranquilamente, levei uma mochila de ataque de 20 litros que foi de uma serventia tremenda. Também levei uma pequena de 10 litros que usa para carregar a câmera, protetor, óculos e doleira pois eu não estava afim de andar com ela na cintura e não tive problemas. Pronto todas as coisas que antecederam a viagem estão aqui, caso eu lembre de algo irei adicionar e aviso vocês. Próximo capítulo - A partida para um grande sonho.
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