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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 29-11-2017 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Aqui deixamos o nosso video-report da nossa escapadinha a Fez, 3 noites, em Novembro 2017.Voo Ryanair que fomos apanhar em Sevilha, não chegou a 100€ ida e volta.Ficámos no hotel Barceló Fes Medina, muito bem localizado, McDonalds em frente e também um centro comercial e o Carrefour. O preço de táxi até à medina oscilava entre 0,70€ e 1 euro!Restaurantes sugerimos o restaurante do hotel Riad Rcif e também o Nagham Café que fica mesmo em frente à porta azul, Bab Boujeloud!Espero que gostem! Alguma dúvida estaremos à disposição.Boas viagens.
  2. 2 pontos
  3. 1 ponto
    Hi-ho, Mochileiros! Segue o primeiro relato de minha pessoa baseado numa experiência recente que tive em Roraima (ô terrinha boa!) . Veja só, quando falam do norte em matérias de viagem, costumam limitar a Manaus, Pará e Monte Roraima (que nem é desbravado pelo lado do Brasil!), então o intuito deste relato é enfatizar a diversidade de bons lugares que nem todos conhecem, como a Serra do Tepequém. O último relato está meio antigo, então espero poder passar informações atualizadas a respeito . Achei necessário falar sobre as impressões que tive de Boa Vista, também. A viagem levou cerca de 6 dias, ida e volta da Serra para Manaus, minha casa. Penso que pela dificuldade de acesso à serra (por motivos que falarei mais lá na frente), o ideal é separar uma semana para essa atividade. E como rolou um feriadão emendado (dia 05/09 é feriado para o Amazonense ), tive uma semana inteira para tal. E olha que ficou faltando conhecer muito lugar! Pois então, chega de enrolation e vamos lá! 1º Dia - só estrada. Eis que, após meses de planejamento, sonhos (só ouvi falar desse lugar em abril desse ano, foi amor à primeira vista ), saio de Manaus às 7 da manhã, com mais 3 amigos também interessados nessa aventura (a idéia original era ir só e desbravar por conta própria, adquirir experiência de mochilada e tal, mas rachar as despesas e ter um transporte mais "independente" foi mais tentador), o carro foi um novo Uno 1.0 (pensa num carro guerreiro, pensando seriamente em comprar um). Sem imprevistos na viagem, e poucas pausas, a viagem dura cerca de 9 horas (de ônibus, saindo de Manaus, leva aproximadamente 12 horas). Monumento da linha do Equador, parada obrigatória na BR-174 Com um carro 1.0, é esperado que você gaste um tanque e meio ou quase dois tanques de combustível. Se vc for de carro a partir de Manaus, fique atento em manter o tanque com bastante combustível antes da reserva indígena (são 130 km de estrada dentro do mato, onde não é permitido parar), existem postos em Presidente Figueiredo, Antes e depois da reserva indígena, nas pequenas vilas ao rumo da BR, em Rorainópolis, Caracaraí, Mucajaí, Iracema e finalmente Boa Vista! Deixo aqui uma dica: Pare em Iracema, parece que a pequena vila foi feita só pra encher o bucho do viajante, vc encontra pão de queijo recheado, tortas beeeeem carregadas, a tradicional paçoca com banana (típica do estado), entre outros, a um preço camarada. Para levar comida pra alguém em casa na volta, e recarregar as energias, é ponto obrigatório. A paçoca também é vendida seca, e dura uns dias, segundo a tia que me vendeu, então acredito que é um bom lanche pro camping selvagem. Vila de Iracema, estamos quase lá! Chegando em Boa Vista, um fato preocupante: fomos surpreendidos por uma tempestade, um verdadeiro toró, como falamos por aqui kkkk isso poderia ser um problema, pois o objetivo master supremo ultra fucking prioritário da viagem era subir e dormir no platô da serra! e o inverno/verão roraimense é um pouco diferente do amazônico, então ainda estávamos na época de chuvas, o que é bom para alimentar as cachoeiras e cursos d'água, e ruim para uma trilha longa, longe da civilização. Com esses pensamentos, chego em Boa Vista por volta das 16:00 Impressões sobre Boa Vista Um dos prazeres de mochilar, viajar, seja o que for, é ter um choque cultural, conhecer uma rotina e um padrão diferente do que vc encontra no seu local de origem, e ao chegar em Boa Vista, pude perceber isso claramente. A pequena capital roraimense possui uma realidade bem diferente de Manaus, ao ponto de me deixar maravilhado com os pontos positivos da cidade uma noite foi o suficiente para perceber isso. A primeira coisa que vc bate o olho e percebe de cara é a cultura do ciclismo na cidade, MEU DEEEEEEUUUS, eu sou ciclista manauara há seis anos, e posso afirmar com toda a certeza de que nunca vi tanto ciclista por metro quadrado em um bairro, comparado com o que vejo na minha cidade natal inteira! É ciclista indo trabalhar, é ciclista indo estudar, indo arrumado(a) pra igreja, posto de saúde, se duvidar até o assalto é com dupla na bike (bate na madeira), e investiram no espaço para o ciclista em muitos pontos da cidade. Vc vê ciclovias e bicicletários em prefeitura, hospital, escola, lojas, em tudo que é lugar, enquanto que em Manaus só tem bicicletário nos shoppings, e olhe lá! Veja bem, amo minha cidade, mas convenhamos, Manaus ainda não possui infraestrutura pro ciclista, são os grupos independentes que ainda conseguem fazer alguma coisa pelos amigos de duas rodas. São pequenos detalhes como esse que fariam toda a diferença em Manaus... Bicicletário em todo lugar, incrível. Passamos a primeira noite na casa de um conhecido de uma das colegas de viagem, num bairro um pouco afastado do centro, e outra coisa que me chamou a atenção é a forma como a cidade foi desenhada. Basicamente as ruas são grandes retas, dificilmente vc vê curvas, ladeiras ou coisas do tipo, ao olhar a cidade pelo google maps vc percebe a forma curiosa (e me atrevo a dizer bonita) como a cidade foi desenhada, tudo indo direto para o centro/praça do centro cívico. Isso é bom para quem deseja ir para a Orla, a praça das águas, e as atrações do centro, mas esse padrão pode acabar fazendo a pessoa ficar meio desorientada, faltando uma boa referência caso se perca, a não ser pelas lojas. E sim, o comércio é pesado na cidade, estou em um bairro periférico pensando que estou no centro comercial, bem curioso isso. Me pergunto como é a situação de emprego e renda na cidade, pq já me despertou a curiosidade para quem sabe fincar raízes no futuro. Concurso público, quem sabe? A noite foi breve, visitei a famosa Orla Taumanan, uma bonita.....orla às margens do Rio Branco, que cerca a cidade, ali as principais atrações são próximas umas das outras, então dá pra visitar tudinho de carro, ou até mesmo a pé, dependendo da hora. Em uma das entradas da Orla está o monumento aos pioneiros, que, pelo pouco que sei, representa a chegada dos primeiros imigrantes de Roraima, sendo "abençoados" por Macunaíma, cercado por indígenas (vai saber se a história é bonitinha assim na realidade, ne....). de fato, uma bela obra. E cá estou. Metade da Orla está nessa foto, muito legal visitar de noite Em seguida, para fechar a noite (afinal, todos precisavam acordar cedo para partir pra serra), fomos visitar a praça das águas. Um belo lugar, onde uma das fontes "dança" conforme a trilha sonora sendo tocada no momento (até star wars escutei ), o lugar é encantador, cercado por lugares para comer, e mais uma vez fiquei pensando como a gestão da minha cidade de origem não pensa em adotar esses elementos que embelezam outras cidades, e aumentar a reputação da capital amazonense, realmente triste ver como o parque das águas consegue dar de dez a zero na grande maioria das praças de Manaus (opinião pessoal, como manauara há 27 anos, que fique claro), enfim...Carregador solar para celulares, tablets e notebooks, eu vejo isso e penso "comassim?". Na praça também há o portal do milênio, outro atrativo do local, pelo que vi representa a passagem da cidade para um milênio próspero, simples, porém com um bom significado . Há outros atrativos nas redondezas, monumento dos garimpeiros, parque Anauá, etc., mas pela falta de tempo (e cansaço dos demais, pq por mim teria ido ver tudo kkkk), não pude conhecer nessa oportunidade. Mas com todo o prazer voltarei a visitar BV. Portal do Milênio....Seria este um dos itens do Milênio? Resumindo: adorei conhecer esta cidade, claro que provavelmente um ou dois dias não são o suficiente para termos uma verdadeira impressão da capital, vi problemas, como muitas ruas de terra, mal conservadas, etc., e talvez para quem mora ali, deve haver muitos motivos para insatisfação, acredito que Boa Vista tenha problemas como qualquer cidade, mas posso dizer que fui conquistado pelos pontos positivos da mesma, justamente pelo contraste que vi, comparando com a cidade onde moro. Vi coisas aparentemente simples que tornam a vida do cidadão e do turista mais convenientes, e belos atrativos, enfim, vou gostar de ter uma oportunidade de conhecê-la melhor quando voltar (perdi a chance de visitar o famoso cinema temático, a federal de Roraima, os shoppings, nem deu pra comprar lembrancinhas de BV para recordação, mas de boa). Saldo do dia: 760 km de estrada, muitas fotos, a alegria e o rabinho abanando de conhecer uma cidade diferente, e uma noite feliz. 2º dia: rumo à serra. Eis que então todos se levantam de manhã cedinho para chegar ao ponto máximo da viagem. Descobri que o transporte público está cortado para tepequém (o motivo, não faço idéia), mas existem pessoas que fazem o transporte de passageiros e carga para a serra em dias e horários determinados, isso com certeza poderia ter me deixado em apuros lá na vila caso tivesse ido só, a menos que eu tivesse arrumado uma carona, ou alugado um carro, então ir de carro é a primeira dica importante. A serra em si é bem isolada do resto do estado, são aproximados 205 km de estrada, saindo de Boa Vista, sendo metade do caminho pela BR-174 (rumo à Venezuela), e metade na RR 203 (a entrada é bem sinalizada, vá sem medo). Partiu? A viagem leva umas duas horas e meia, sem pausas. A estrada em si, a partir de Boa Vista, possui vários buracos, então muito cuidado ao ir a mais de 100 por hora, pq a qualquer momento vc pode ser surpreendido. A paisagem é linda, consistindo de campos, lavrado roraimense (que difere da paisagem de floresta amazônica que vc vê no primeiro trecho da BR-174), e já dá para ver as primeiras elevações e pequenas serras no horizonte, características daquela região de transição. Entrando na RR 203, não há muito a ser visto a não ser uma ou duas vilas, algumas fazendas, muitas pontes de madeira (mais uma vez aconselho aos apressados tomarem cuidado), até a pequena vila de Amajari. Ali é o último ponto conhecido para abastecer em posto ou sacar um dinheirinho, se houver alguma necessidade, essa é a hora. Mais alguns quilômetros e chegamos na base da serra. A subida é um pouco difícil para carros não muito potentes, ou pesados, a gente sente o cheirinho do carro trabalhando kkkkkk mas falando sério, se vc vai pra serra, recomendo um carro 1.4 pra cima, em boas condições, melhor prevenir do que remediar, ne.... Vc passa pela estância do sesc, que até então não estava funcionando, mas perto dela, no lado esquerdo de quem está subindo vc vê a conhecida pedra do índio, é uma formação rochosa com forma de rosto, bem curioso, queria ter podido subir e tirar uma foto mais de perto, talvez tenha uma trilha para lá, rs. Alá a pedra..... Após a subidinha difícil (vc até sente a diferença de pressão nos ouvidos), eis que chegamos nas dependências da vila do Paiva. Basicamente este é o ponto principal onde vc se abastece, dorme (se não for acampar no selvagem) e solicita os guias, praticamente todos cobram o mesmo valor para as atrações, alguns vão tentar te convencer a pagar pela direção deles para lugares MEGA fáceis de chegar, o que não é bom para seu bolso, claro (não desmerecendo o trabalho deles, afinal, é parte do sustento, mas dinheiro não dá em árvore e é necessário pesquisar e ser esperto nesses lugares). A vila em si é simpática, vc é bem recebido, porém, confesso que as coisas lá são um pouco carinhas (talvez pela dificuldade de serem reabastecidas, sei lá, mas vc come um almoço por 5 a 10 reais em Boa Vista enquanto paga 20 reais por um pf na vila, o cocão a 10 reais quando normalmente vc compra de 6,00 aí já viu ne). Acredite, essa simples rua esconde mais lugares do que imagina... Do almoço, segui com o pessoal para nosso primeiro atrativo Cachoeira do Paiva Como havia tempo de sobra, tratei de convencer os demais a irmos para a cachoeira do Paiva, a mais conhecida e acessível atração da serra, basicamente vc sai da vila pela rua principal e segue pela estrada de terra por uns 3 km (dá pra ir de bike ou a pé de boinha), estaciona o carro, faz uma pequena trilha num caminho de areia e pedras, desce uma escada de pedra, e a conhecida escada de madeira de mais de 200 degraus todos comentam sobre essa escada nos relatos, não sei pq, mas contei 222 degraus, eeeenfim, eis que chegamos nessa maravilha A trilha inicial é um pouco aberta, dá pra se perder um pouquinho, mas é só seguir as placas e não andar para a luz. A conhecida escada Que cachoeira linda! E que sensação incrível é essa de vc ir além das fotos que vc namorava há tempos pela janela do pc ficar de frente com essa maravilha torna qualquer esforço mínimo e recompensado. Como disse, ainda estávamos no inverno roraimense, então ela estava bem caudalosa, nem consegui ficar embaixo dela. Como o lugar é cheio de pedras e pedras, recomendo um cuidado extra ao pisar aqui e ali, confesso que fiquei com medo de entrar no poço onde a queda chegava e prender o pé numa pedra solta, vai entender kkkk mas o perigo é real, então se divirta com cuidado. Beautiful... Seguindo o igarapé basicamente é um caminho de grandes pedras... É possível descer o “vale” por onde o igarapé segue e chegar em mais algumas corredeiras e quedas (laje preta e verde), mas dizem que demora um pouco, e pelo o que vi o trajeto é pelas pedras, um pouco longe e complicado, se estivesse ali pela manhã não seria problema, mas como eram 3 da tarde, ficava complicado fazer essa aventura, se fosse acampar lá poderia ter sido um caso a pensar. Acredito que essa “rota de pedras” é um prato cheio pros amantes de boulderismo ou escalada. Algo que não pode deixar de ser feito nessa cachoeira é subir uma trilha escondidinha que dá para um lindo mirante, de onde vc tem vista total da queda e do horizonte, um dos melhores lugares para tirar fotos "foderásticas" para o face, insta, tinder, sei lá kkkkkkkk. Enquanto os demais estavam tomando banho na cachoeira, estava batendo minhas fotos lá em cima, e bateu uma ideia: “cara, preciso de uma foto única, aquela foto que nunca fiz antes, aquela que vou mostrar pra futura mãe dos meus filhos, já seeeeeeeiii” e pronto, voa camisa, short e sunga, ligo o temporizador da cam, e paaah! tiro uma foto abraçando o horizonte do jeito que vim ao mundo provavelmente o melhor nude que terei em toda minha vida tenho a impressão de que essa bunda branca “in natura” vai conquistar muita gatinha no futuro. Fotos a partir do mirante do Paiva Terminadas as fotos, um momento para reflexão da vida, naquele momento sublime, mais um pouco de banho, e o retorno ao carro. Ah, na escada de madeira, há uma trilha que dá para o igarapé que alimenta a cachoeira, dá para tirar fotos bonitas dali também. E existe mais um mirante para boas fotos, no abismo, que vc acessa pelo estacionamento, só seguir a placa na entrada. Pela pressa do povo que estava comigo, acabei não indo lá. Mancada . A trilha secretona da escada leva ao igarapé do Paiva, por cima da cachoeira A intenção do dia era acampar em uma cachoeira, mas o povo não gostou da estrutura (chão) do paiva para acampar, fora que tínhamos tempo para visitar mais uma, então arriscamos ir acampar na cachoeira do barata, outro atrativo conhecido. Cachoeira do Barata Bom, sobre esta serei sucinto, pois ficamos por pouco tempo, o acesso é fácil, mas exige algum meio de transporte (são 5-7 km a partir da vila pela outra saída, para onde segue para a cachoeira do funil, corredeira do cabo sobral, etc, não tem erro). Não é difícil de achar, tem placas no caminho, apesar do caminho ser bem “isolado” da civilização, em caso de dúvida, é bom parar numa fazenda e perguntar. Pois bem, a cachoeira não é exatamente uma cachoeira e não mora uma barata ali Barata é o apelido do cara que a descobriu, e na verdade a cachoeira consiste de pequenas quedas e piscinas naturais, vc desce por um barranco e já chega na parte alta, descendo até chegar na maior piscina, onde a água é linda. Há um local de camping logo no início, onde vc paga para as moradoras do local pela estadia. Meus colegas não gostaram do local, por mim ficávamos por lá, maaaas voto da maioria é isso ne, então resolvemos voltar pra vila. Recomendo o camping ali, pelo lance da piscina, parece ser perfeita pra um romance de casal, ou uma festa entre amigos, enfim. vendo essa placa vc praticamente já chegou A melhor piscina do local, até onde sei. Repara no totem ali. Na vila existem várias pousadas e locais para camping, escolhemos o picuá, ele é BEM estruturado, possui cozinha, área de convívio, banheiros, redário, e ainda vai ser construído mais um espaço na parte mais afastada, a dona do camping (dona Iolanda) é uma senhora muito receptiva e sua filha é guia, inclusive, já recomendo. Fomos muito bem tratados. Não queria fazer propaganda de nada aqui, mas não dá pra não recomendar. Com isso, só restava finalizar o dia, cozinhar alguma coisa para a janta, e ir dormir. Caiu mais um toró em pequena escala na vila, pela madrugada, o que mais uma vez despertou a preocupação em relação ao camping no platô. Um guia já tinha recomendado que não acampássemos, devido às chuvas e aos ventos fortes do lugar. Medoooooo Saldo do dia: 205 km, a sensação de conquista de um lugar que vc só conhecia pela internet, várias fotos lindas, um nudes no mirante do paiva, e muita informação para passar para vcs. Há! 3º dia: rumo ao platô do tepequém Esse dia se resumiu a subir o platô e montar acampamento lá em cima, a ideia inicial era de não pernoitar lá, devido ao aviso do guia, e acampar na cachoeira do funil, mas o povo decidiu arriscar (confesso que queria muito isso). A parte chata do dia é que basicamente passamos a manhã SEM FAZER NADA, quando poderíamos ter saído na hora menos quente do dia para conhecer um lugar novo e voltar antes do almoço, isso pq ninguém queria sair para lugar algum, e a dona do carro estava esperando um colega dela chegar de carro, para subir com a gente. É ne.... esse carinha apareceu para mim pela manhã, é possível que este seja um Dendrobates leucomelas, mas é apenas especulação, pela aparência, eles são comuns daquela região, e nem preciso dizer que são venenosos, não é? Também é possível encontrar uma ou duas espécies de coral, então todo cuidado onde pisa e com o fechamento das barracas é necessário, inspeção de calçados é recomendada também #prerigo. Com o passar da manhã, resolvi ler alguma coisa, então, como meio mundo falou desse filme, resolvi ir atrás da obra literária. Até agora a leitura tem sido interessante, o livro fala exatamente sobre o título da capa, é incrível como podemos ter primeiras impressões (tanto boas e ruins), e por questões culturais (esteriótipos sociais) e pessoais podemos perder oportunidades de conhecer boas pessoas e cair em ciladas com pessoas aparentemente perfeitas. Enfim, de volta ao relato Após o almoço, resolvemos recrutar a filha da dona da dona Iolanda (Tayná), para a subida ao platô. Para minha alegria, ninguém ia dormir lá em cima, seria o platô apenas para nosso grupo de, agora, 7 pessoas . Pegamos nossas coisas e partimos para a entrada. Le subida para o Platô Nossa caminhada começou às 14:00. Siiim, parece a pior hora pra isso, uma vez que o sol está no seu clímax , mas veja bem, a caminhada leva em média 2:30, e nosso grupo era um pouco variado, entre pessoas condicionadas ou não, então era possível que fôssemos chegar um pouco tarde, com pouca luz do dia para armar o camp e preparar o churras. Todo mundo levando sua água e um ou outro item na mão. Levamos 7 garrafas pet de água gelada, e digo a vcs que sobaram apenas duas com alguma água, no final o sol estava forte, teve gente que precisava pausar com frequência, enfim, a subida alterna entre trilhas no cerrado e subida em pedras, com poucas oportunidades de molhar o rosto nas fontes pelas quais passamos. Recomendo andar coberto, pois alguns (incluindo eu mesmo) foram picados por algum bicho desconhecido (ninguém viu kkk), talvez carrapatinho do mato, ou alguma mosca hematófaga (diz que não dá mosquito ali, e talvez seja vdd). Duas botas "estouraram", sendo uma delas beeem novinha, de uma colega, fico indignado com essas marcas que fazem moh propaganda de produtos outdoor mas no final só fornecem botinhas de shopping a minha bota que é de uma marca desconhecida aguentou a viagem toda, e já foi mais usada que a bota da dona, eeeenfim. Não citarei o nome da marca, só digo que começa com M, alguns aqui provavelmente já saberão de letra qual é. Após uma hora de subida, já é possível avistar a vila laaaa no fundo, e pequenos morros no horizonte, apesar do esforço, é uma visão linda, tento imaginar a sensação de montanhistas subindo lugares REALMENTE altos, pq os 1.100 metros do platô meio que são apenas fichinha, comparados com Monte Roraima, Serra Fina, entre outras elevações conhecidas do Brasil. Um ou dois dos cachorros do sítio na entrada da trilha costumam acompanhar o povo que sobe, incrível como esses sacanas sobem de boas, enquanto nós, meros mortais, lutamos contra a gravidade kkkkkkkkkk Após umas 2 horas e meia, eis que chegamos na reta final. A preocupação era em virtude da água, que estava acabando, maaaaas há nascentes perto do platô, e um córrego em particular para banho e coleta de água. Ninguém levou clorin, e todos estavam com medo de pegar uma diarréia marota mas eu, cobaia e corajoso que só, resolvi arriscar. A água tem gosto mineral (tipo pedra), é estranha, porém estava GELADINHA, fresca, nossa, muito show. Como estou falando com vcs por meio desse relato, significa que estou vivo, hahah. Reta final. Repare a antena no topo Enfim, chegamos, as únicas sensações no momento são de conquista (ainda que tenha sido mediada por uma guia, e tal, tira um pouco do orgulho de mochileiro kkkkkk enfim), e realização de uma meta para o ano. Nossa, que lugar maravilhoso! Não poderia esperar melhor. Passado o momento de alegria, o grupo tratou de escolher um local para o camp. Adianto que existem locais bons e ruins para tal, e acho que escolhemos um ruim pois a geografia do ponto direcionava o vento para a gente! Optamos por escolher pernoitar embaixo de duas arvoretas, e foram divididas as tarefas. Enquanto uns preparavam a fogueira, a carne, etc., me prontifiquei para ir encher todas as garrafas com a água do córrego pelo simples motivo de que queria tomar um bom banho, pois iria logo escurecer. Desci (acredito que 1 km de trilha) para o córrego, aproveitei para tomar o banho, e confesso que não queria sair mais dali. Mas eis que do nada reparo um raio à distância. Um toró tá caindo em algum lugar ali perto. Preocupação novamente se torna evidente, então tratei de voltar pro camp. Teve uma hora em que a visibilidade ficou próxima de zero, e os relâmpagos no horizonte eram comuns, some isso com o vento sacudindo nosso camp (uma guepardo Atena, uma rede do nosso compatriota mais experiente e corajoso, minha guepardo Vênus e uma Nord outdoor summit) e temos um cara que não sabia que não iria dormir de noite maaas por sorte a chuva passou perto, e direto (ufa!). Fizemos o churras, alguns foram conversar, beber um vinho, e tratei de ir deitar. Saldo do dia: uma subida beeeem lenta, dores na coxa e perna, duas botas estouradas (ainda bem que a minha não entrou nesse rolo), uma noite em claro, e vento, muuuito vento kkkk Acima de tudo, a alegria de viver esse momento num lugar singular que nem esse 4o. Dia: descida do Platô e poço das esmeraldas A noite foi longa, o vento batendo nas pedras e árvores faz um barulho DANADO, sabe aquele barulho de vendaval, de madrugada, quando ele ta chegando? Pois é. E eu dentro da barraca sentindo a mesma sacudindo (apesar de ter prendido bem a lona, cordinhas, etc), a impressão era de que iria chover a qualquer momento, o engraçado é que minha colega de "quarto" dormia de boa, fiquei perplexo, eu saía pra ver a condição dos espeques, ir pro número 1, andar um pouco no platô e olhar pro tempo..só de madrugada que me convenci de que a barraca estava bem segura, e cochilei até o início da manhã para ver o nascer do sol. Ahhhh, que momento de pensamento, sobre a vida, o universo e tudo mais. Foi ótimo para refletir por um tempo, e depois tirar fotos, pois o grupo iria descer cedo. Troco 10 hotéis 5 estrelas por uma estadia aqui! Nesse dia subiu muita gente, acredito que encontramos umas 20 pessoas só naquela manhã, então demos sorte. Ainda fui tomar um segundo banho, no final das contas somente eu tive o prazer de me banhar naquela água geladinha A descida foi mais rápida, duas horas e pouquinho, ainda houve um momento em que nos perdemos, mas o caminho estava demarcado com setas no chão e folhas. Então segue a dica: façam setas, sinais de galhos e folhas, prendam pedaços de tecido em galhos, pq a volta pode desorientar, a trilha realmente é difícil para iniciantes pelas partes pedregosas que podem confundir. O guia não passa a noite, então ou vc volta por conta própria ou acompanha um grupo ou guia que esteja em cima no dia seguinte. O grupo chegou às 11 e pouco na entrada, ansioso por um restaurante, um gelol e um cocão gelado. A descida detonou todo mundo, a intenção era fazer a trilha da cachoeira do funil, maaaas ninguém teve coragem para tal, então o povo foi conhecer o tal poço das esmeraldas. Poço das Esmeraldas Serei sucinto quanto a esse lugar, é um pequeno lago escondido na entrada para a vila, não tem uma indicação certa, então vc se baseia pelos locais, ou arrisca entrar no ramal de areia (a entrada dele tem uma placa verde de venda de pão, só seguir reto inclusive na encruzilhada), ou pagar guia para levar. O local é bonito, mas é razoavelmente pequeno, então se tiver muita gente não é legal. Em todo o caso, passamos pouco tempo, a história passada foi que o local foi alvo de extenso garimpo, que de alguma forma resultou na formação daquela “piscina”. Recomendo o uso de GoPro ou cam a prova d’água, creio que dê para sair boas fotos na água clarinha. Água esverdeada e clarinha mesmo, deve dar ótimas fotos submersas Com esse banho tomado, voltamos para a vila para nos prepararmos para o retorno à Boa Vista no dia seguinte, claro que a vontade de ficar fala mais alto, maaaaas...O quinto dia foi mais para ficar em BV (e visitar o lago do robertinho) e o sexto dia foi o retorno para casa, não preciso me aprofundar. Saldo do dia: aquela “bad de término de viagem”, uma descida cansativa, dores nas pernas, e aquele momento para namorar as fotos tiradas. Tirei MUITA foto, mas só dá para publicar um pouco neste post. Agora as infos básicas. Gastos: aproximadamente 500 reais, sendo quase metade com o combustível num preço médio de 3,90 o litro, dividido para quatro pessoas em um carro econômico, ou seja, se for de carro, tente levar alguém para rachar. Gastei menos do que o estipulado, caso fosse só, mesmo assim, é um roteiro relativamente barato se vc pesquisa e planeja bem (transporte, principalmente). Transporte: como citei antes, o transporte público não está sendo uma opção, vc pode tentar entrar em contato com locais ou conhecidos, e combinar com transportes particulares, que visitam a vila em dias específicos. Por isso é bom dispor de tempo para isso. Na serra, vc pode ir a pé para boa parte das atrações, mas vai perder um bom tempo indo de um lugar para outro. Na vila há praticamente tudo o que precisa, de alimento, a alguns remedinhos básicos, e ainda há wifi nos locais, como disse, leve um cash extra, pois os preços são um pouco acima do que é encontrado nos locais vizinhos, e não há sinal para cartão até onde sei. A receptividade é muito boa por parte dos habitantes, isso é um ponto beeeem positivo. Vá com combustível suficiente para voltar pelo menos para Amajari, pra um reabastecimento. A época de chuvas em Tepequém aparentemente é de Abril a Setembro, então como disse, é bom para visitar cachoeiras, acampar no platô, talvez não. Bem, é isso. Espero poder ter despertado o interesse de alguns em conhecer esse simpático lugar =D OBS: como podem ver, esse roteiro levou uns 3 dias na serra propriamente dita, porém, há muitos atrativos extras a serem conhecidos: Cachoeira do Funil, Tilim do gringo, corredeira e vila cabo sobral, paredão das araras (no platô), cachoeira da pedra sabão, laje preta e verde, eeeenfim, basta ter pique! Garanto que o platô e a cachu do Paiva por si só já fazem a viagem valer a pena =D
  4. 1 ponto
    Saudações! Há pouco compartilhei um relato sobre como foi viajar e viver na BR nos últimos dois anos e meio conhecendo um pouquinho de cada uma das cinco regiões do Brasil de carona, a pé e de bike. O relato não aborda roteiros, preços ou dicas mas busca compartilhar outras dimensões e aprendizados que tive (e você pode entender ao que me refiro aqui: https://www.mochileiros.com/topic/66973-sobre-a-coragem/ ). Como venho assimilando as informações vividas nesse intervalo entre ciclos que se encerram e se iniciam - e como todos sabemos que "happyness is only real when shared" -, percebi que outros dois assuntos são recorrentes no curioso imaginário da arte de viajar ~por aí e resolvi compartilhá-los também buscando somar. No outro post, os aprendizados foram compartilhados a partir da óptica da coragem necessária para seguir o coração a despeito de quaisquer garantias ou certezas que um mochileiro enfrenta no início, e automaticamente me lembrei das muitas mentiras que também temos que encarar. Acredito que a maior mentira que a humanidade perpetua a si e ao coletivo - de maneira quase socialmente institucionalizada - é o "não tenho/deu tempo", que é a maneira politizada de dizermos que não-queremos-tanto-assim-fazer-algo-como-dizemos-que-queremos. Mas, uma vez tendo vencido este autoengano, me deparei com aquela que considero a segunda maior mentira do universo das viagens: "para viajar precisa de dinheiro". Criada num contexto de classe média baixa onde as viagens feitas não ultrapassaram os dedos de uma mão (e envolveram exclusivamente a visita a algum parente distante ou um bate e volta à praia mais próxima) cresci com a crença de que viagem é luxo e que precisa de dinheiro para isso. Ao me dispor a encarar esta máxima e colocar a sua veracidade em cheque, descobri que é balela: para viajar precisa ter vontade - e disposição, claro! Não estou pregando que o "certo" ou "errado" é viajar com dinheiro ou sem, até porque ele é apenas uma ferramenta. O que busco salientar é que ele não é obrigatório como cresci acreditando que era. Ao escolher viajar sem dinheiro precisamos das mesmas coisas que ao viajar com dinheiro (ou até mesmo se ficarmos parados!): precisamos comer, tomar banho, dormir em um lugar minimamente seguro, etc, a única diferença é que se faz necessário encontrar maneiras alternativas de suprir tais necessidades, e daí vai da disposição e criatividade de cada um. Como diz o ditado "quem quer arranja um jeito, quem não quer uma desculpa". Outra mentira na qual tropecei antes mesmo de colocar a mochila nas costas foi "é perigoso mulheres viajarem sozinhas". Tantas são as fobias e "-ismos" fortemente enraizados em nossa cultura que reproduzimos sem nem ao menos questionarmos as origens que eu mesma muito me admirei ao notar o sutil machismo que me habitava por acreditar nessa idéia. No entanto, após pensar um pouco, concluí que uma mulher viajar sozinha não é mais perigoso que uma mulher ir comprar pão, andar no transporte público ou ir para o trabalho. A sociedade é patriarcal e o assédio, infelizmente, encontra-se em todas as esferas sociais, logo é uma mentira acreditar que uma mulher viajando está mais susceptível à riscos do que qualquer outra mulher em qualquer outro lugar fazendo qualquer outra coisa. Outra ideia que tinha como verdadeira, e que descobri ser mentira muito rapidamente, é a de que "todo maluco de BR é paz e amor". Fui muito ingênua por acreditar nisso? Fui! Romantizava a vida na BR? Sim! Mas não levou muito tempo para que compreendesse que essa é uma inverdade por motivos lógicos! Hoje dou risada da magnitude de minha inocência por acreditar nesse estereótipo romantizado e assumo que compreender isso foi como levar um balde de água fria - necessário. Roubos, drogas, disputas e desonestidade são apenas alguns exemplos da realidade que não esperava conhecer entre os mais variados malucos de BR. Antes achava que todos eram "hippies saídos do Hair" ou "Cheech & Chong", embora estes existam em processo de avançada extinção... Rsrsrs sabe de nada, inocente... Mas de todas as mentiras, a que mais me pegou foi "só dá para viajar com equipamentos ~adequados (lê-se, caros)". Sonho em ter uma mochila da Deuter? Sonho. No entanto, consegui muito bem me virar, entre remendos e adaptações alternativas de baixo custo (a.k.a. gambiarra) com uma comprada na loja do chinês por R$80. É claro que poder ter um equipamento de qualidade implica diretamente na relação entre conforto e rendimento, mas nada que não possamos nos adaptar. Digo que foi um ponto que me pegou pois também passei pela situação inversa: investi em um equipamento de marca e me ferrei! Por muito tempo, após ter passado por uma experiência de chuva muito intensa com uma barraquinha dessas de supermercado sem ter nem ao menos uma lona (amadora, rsrs), juntei dinheiro decidida a investir na minipak. Como passaria a viajar de bicicleta, ela era leve e apresentava uma excelente coluna d'água pelo que a julguei perfeita. Porém, ao adquirí-la e usá-la realizei que não era funcional para mim pois sentia falta de ser autoportante, é muito chata de guardar, o teto é muito baixo para o cocoruto, é pequena para visitas (ou sou muito espaçosa...), o alumínio entorta fácil e a vareta com 3 meses de uso quebrou! Passei um bom tempo pensando em como uma simples lona custando 10x menos já resolveria meus problemas... Rsrsrs Dessa forma, aprendi que equipamento bom é o que temos pois atende às nossas necessidades e temos intimidade com ele. Mas ainda hei de comprar uma mochila da Deuter! Rsrs Outro tema recorrente aos mochileiros são os tais dos perrengues! Ouso até dizer que, aos que ainda sucumbem ao medo, eles interessam mais do que as viagens em si! Rsrsrs Os perrengues e dificuldades são tão relativos quanto possíveis, variando de viajante para viajante assim como em intensidade. Para alguns o maior pesadelo pode ser perder a reserva de hotel, para outros pode ser um pernilongo. Dentro do que me propus a viver, por saber e confiar que nada que realmente precisasse faltaria, também carregava a consciência de que assim como recebo posso ter tirado de mim, afinal o conceito de posse já não mais me acompanha. Dessa forma, por não carregar eletrônicos, documentos ou ítens de valor comercial reconheço que fica mais fácil não se preocupar com perrengues. Ou não. Ao menos era nisso que acreditava até tomar A MAIOR CHUVA dessa vida numa passagem pela Chapada Diamantina. Pelo meu característico amadorismo e excessivo despreocupar no começo da vida mochileira, nem lona carregava, logo, a barraquinha de R$50 do mercadinho só serviu para canalizar o fluxo d'água numa cachoeira central que molhou a.b.s.o.l.u.t.a.m.e.n.t.e. TUDO. Compreendo que qualquer adversidade que surja é passível de adaptação, no entanto ficar completamente molhado nos traz a pior sensação de impotência possível já que não se tem o que fazer... O perrengue de tomar uma chuva e ficar completamente molhado ainda se agrava pois a questão não é solucionada com o fim da chuva! Mochila, barraca, roupas e pertences permanecem molhados por dias e isso significa que também ficam mais pesados, fedorentos e com grande possibilidade de embolorarem, além do risco momentâneo de hipotermia. Certamente, nunca passei por perrengue tão intenso quanto ficar completamente molhada pela chuva. Por dias. Embora menos intensa quanto aos desdobramentos porém potencialmente problemática é a situação no outro extremo: ficar sem água. Houveram períodos em que levei bem a sério o Alex Supertramp e fui morar um tempo com minha barraquinha no meio do mato. O desafio principal está no fato de que não só o ser humano busca água como toda a natureza. Dessa forma, dividir a fonte com outros animais, fofos ou peçonhentos, é inevitável e saber a sua hora de usar a fonte e a hora deles é uma urgente sabedoria. Mas também houveram situações em que não havia uma fonte de água próxima e esse também se torna um desafio de captação, transporte, armazenamento e racionamento dessa água. Momentos como este reforçaram a consciência ecológica do desperdício-nosso-de-todo-dia com algo tão sagrado. Mas o perrengue mesmo é quando a água de beber acaba no meio do nada! A desidratação é um perigo silencioso e intenso pois o corpo buscará compensar a perda hídrica envolvendo todas as funções biológicas e então atividades simples como andar, falar e pensar se transformam em desafios homéricos. Saber calcular e administrar a relação distância x peso x sede é fundamental para evitar este perrengue. Além de ficar hipotérmica ou desidratada, os únicos perrengues que considero ter enfrentado derivam de um único fator: cansaço. Não me refiro ao cansaço físico pois este se resolve com uma ciesta, me refiro ao cansaço mental. Ter que retornar por caminhos já conhecidos, e que envolviam grandes centros urbanos, ou estar acompanhada de alguém com prioridades diferentes ou que só fazia reclamar são exemplos do que me causava o cansaço emocional. Então, mais de uma vez, a pressa por sair logo de uma dessas situações fez com que me colocasse no que chamo de vulnerabilidade desnecessária. Viajar exige uma pré disposição em se expor mas existem situações em que aceitamos nos submeter a uma exposição de alto risco sem real necessidade. Posso citar aquela carona que se aceita próximo do anoitecer pela pressa de chegar logo ou atravessar algum lugar, ou quando por preguiça de darmos uma volta maior mas que apresente menos riscos cruzamos trechos perigosos (estradas sem acostamento em trechos de serra, túneis ou viadutos), ou quando escolhemos parar em lugares sabidamente arriscados (como um leito de Rio ou cachoeira em época de chuvas, na praia aberta durante uma tempestade, sobre folhas secas ou chão batido certamente território de cupins ou formigas noturnas) ou quando aceitamos aquela carona cujo motorista apresenta nitidamente ao menos um pé na psicopatia - é raro, mas a energia que emanamos atraímos de volta). Felizmente aprendi rápido que o único remédio para o cansaço é descansar! Estes são exemplos da vulnerabilidade desnecessária que o cansaço mental atrai e transforma em verdadeiros perrengues. Sinto que as balelas e perrengues são intrínsecos a todos viajantes e, embora não pertençam ao lado glamouroso da viagem, são parte do alicerce. Que este compartilhar possa minimamente suprir a curiosidade dos que ainda buscam apoio na literatura assim como me confortam ao externizá-las, validando de certa forma as experiências que tive. Mas mais do que isso, que estas palavras sirvam de fermento ao questionamento. Não acredite no que falo. Duvide. Busque ter sua própria experiência. Dedico este compartilhar a todas e todos que têm ao menos um perrengue para contar pois acredito que este seja, no mais profundo, o seu propósito: transformar a história em estória... PRABHU AAP JAGO
  5. 1 ponto
    Galeraaaaa vou relatar aqui uma viagem que eu e mais 3 amigas fizemos para a cidade mais segura da América Latina! Santiago/Chile! Ficamos 5 dias nesse país maravilhoso, e foi SUPER BARATO! - Primeiro de tudo, aluguem um AP pelo site/app AIRBNB (compensa muitão). Ficamos com um AP a 2 quadras do centro de Santiago e bem perto de alguns pontos turísticos como Plaza De Armas, Palacio de La Moneda, Theatro, Rua Agustinas (Com várias casas de câmbio), mercados, padaria, e até um tipo de comercio onde você pode comprar lembrancinhas pra trazer pros friends e familia. O TOTAL DO VALOR do AP foi R$800,00 (que divido por 4 pessoas, deu 200,00 pra cada um) - Tivemos um problema com a passagem, e compramos apenas 1 mês antes, e pagamos R$1.000 (com mais antecedência as passagens sairiam entre 700-800 reais, ou seja, COMPREM com antecedência), um bom site, é max milhas, e passagens incríveis. - NÓS optamos por fazer compras e cozinhar no jantar. (os restaurantes que queríamos ir já estavam sem reservas). Um bom mercado pra se fazer compras é o LÍDER (tipo Wallmart). Todo dia, almoçávamos fora (McDonalds) e jantávamos em casa mesmo, o que nos fez economizar BASTANTE! - Fechamos os passeios com antecedência com uma galera indicada por uma brasileira que mora lá no Chile (quem quiser o contato do Whats do vendendor me chama inbox rs), foi extremamente barato um pacote de 3 passeios! Visitamos: Embalse el Yeso, Cajon del Maipo, Valle Nevado e Farellones, Val Paraiso, Viña del Mar, Vinículo Veramonte, etc! Por conta própria fizemos os passeios em Santiago: Palacio de La Moneda, Cerro San Cristóbal, Costanera Center, Sky Costanera, etc! - Pagamos 280,00 no passeio (os 3, e não cada um) - Levamos R$ 1.800 para trocar por pesos chilenos (troquem de pouco em pouco), gastamos apenas 1.000, e ainda voltamos com 800,00! DICAS: - Levem adaptador de tomada - Se quiserem internet na rua (3G, 4G) desbloqueiem antes na sua operadora. Não conseguimos comprar o chip de Santiago e a vendedora nos disse que demorava 3 dias para o cadastro do mesmo. (Tem um lugar que dá pra cadastrar na hora, mas o horário de funcionamento é BEEEEM restrito). - Baixem aplicativos para te auxiliar (Waze, Google Tradutor, Maps, Uber, CONVERSOR DE MOEDA). Dá pra se virar bem no portunhol COM ALGUMAS pessoas. Já outras não entenderão NADA! - PESQUISE qual a previsão do tempo para o destino dos passeios ANTES de sair de casa. Como fomos na primavera estava muito calor em santiago (30º), mas como os passeios são em lugares mais distantes, e em altitude bem elevado, pode variar MUITO o tempo. Cajon del Maipo por exemplo estava 8º, e Embalse el Yeso estava -1º. LEVEM ROUPAS de frio, o aluguel lá não é muito barato. - Todos os passeios vale a pena! Mas vá ao Valle Nevado/Farellones no INVERNO! (Pra chegar neles são mais de 60 curvas super fechadas) PRA RESUMIR: Tirei uma conclusão pós viagem: O mundo todo deveria conhecer Santiago! Que cidade top, que país show de bola! Super seguro, cheio de lugares inexplicavelmente LINDOS, pessoas EXTREMAMENTE EDUCADAS E GENTIS. O trânsito lembra bastante São Paulo, as paisagens lembram o RIO, já a segurança nenhum pq Santiago é uma cidade super segura. Metro funciona muito bem, e é bem fácil de compreender já que é igualzinho de SP, inclusive o mapa e as linhas haha.; Segue algumas fotos pra vocês darem uma olhada pessoal, qualquer dúvida, complementar de dicas, ou quer saber algo mais específico, fiquem a vontade! NÃO GUARDEM MÁGOAS, GUARDEM DINHEIRO E BORA VIAJAR! Eu tive a oportunidade de ir com pessoas incríveis! CHAMA A GALERA, A FAMÍLIA E OS AMIGOS E BORA!
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    Como usei o Workaway para trabalhar na Grécia Fala galera! Você já pensou em viajar mas estava com pouca grana? Provavelmente já ouviu falar de sites que oferecem serviços de voluntariado e/ou trabalhar em troca de hospedagem. Pois foi isso que fiz na minha viagem a Grécia. Através do Workaway encontrei uma fazenda em Creta onde ajudei com os animais, colhi azeitona e conheci todo o processo de fazer azeite. Foi uma experiência sensacional e ainda não gastei quase nada! Veja como foram esses 20 dias especiais.
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    Olá pessoal! Pretendo acampar em ilha Grande para virar o ano, chegando no dia 26/12/17 e ficar até pelo menos dia 04/01/17. Busco principalmente: Informações a respeito da Ilha como, clima, o que levar, passeios que não podemos perder Campings bacanas lugares para comer Pontos de pesca costeira (estou levando equipamentos para isso) Algum louco pra entrar na minha turma e vir com a minha galera agardeço a atenção de todos e conto com a sabedoria de vocês
  8. 1 ponto
    Oi gente:) Em janeiro vou viajar à Amazonia e ainda nao sei o que exatamante vou fazer e quanto tempo vou ficar. Pensei em ficar umas tres semanas para aproveitar e poder conhecer diferentes lugares. Tem alguma recomedacao o que tenho que fazer? Um amigo me falou da Reserva de Mamiraua e parece bem legal, mas é muito caro. Vale a pena? Alguem conhece outro lugar parecido e mais barato? Alguem ja foi a uma das pousadas/lodges perto de Manaus? Sao boas ou é melhor ir em outra zona? Obrigadaaaa =)
  9. 1 ponto
    Se eu pudesse te dar um conselho sobre a África do sul seria: Não vá para a África do sul! E sabe por que?? Depois de ir para a África do Sul sua vida nunca mais será a mesma, as coisas, as pessoas, os cheiros e as comidas vão perder o sentido. Nos meses seguintes ao seu retorno você vai perder a graça da vida, e vai se pegar todos os dias em um estado deprimente querendo voltar. Seu papo será chato, pois sempre vai ter um “puts lá na África…” e isso vai cansar as pessoas. Não vá para a África do Sul porque lá você vai aprender a não ter preconceito contra cor, etnia, religião e tantas outras coisas que mesmo não sendo preconceituoso fazem parte do seu dia a dia. E não faça amigos na África do Sul! Porque essas pessoas vão partindo semana á semana deixando um vazio enorme. Não seja voluntário com leões e tigres na África do Sul, porque quando você estiver morando na reserva, você corre o risco de acordar a noite com o rugido do leão, tirar fotos incríveis durante o dia, e conhecer gente de todo lugar do mundo. E também não seja voluntário com crianças! Porque você vai passar a enxergar a vida de outra forma, vai sentir falta das brincadeiras, e nunca vai deixar de tentar imaginar como eles estão. Não mergulhe com tubarão branco na África do Sul, porque você corre o risco de passar a comparar todas as suas aventuras e acha-las pequenas. Não vá ao pôr do sol de Camps Bay em Cape Town, pois depois dele todo pôr do sol vai perder um pouco do brilho. Não suba a Table Mountain, porque você vai querer subir toda semana. Não pegue as vans clandestinas! Pois você vai ser obrigado a dar risada sempre que ouvir o cobrador da van te chamando de sistah, ou chamando por passageiros na rua por: Hey mama! Hey Brotha! Come on! Não vá ao Stones no Observatory, pois você corre o risco de fazer muitos amigos e suas noites de quarta perderão a graça. Não more em uma residência estudantil, pois você corre o perigo de ter amigos espalhados em tudo que é continente. E se depois de tudo isso você não mudar de ideia, quando você voltar depois de algum tempo esse vazio vai passar, eu acho que passa! Não sei quanto tempo ao certo pois lá se vão 3 anos que voltei e todos dias acordo com saudade da minha linda África do Sul! http:// https://arrumandoamochila.com/2015/04/29/nao-viaje-para-a-africa-do-sul/
  10. 1 ponto
    Boa Noite, Acabo de voltar de um ano viajando pelo mundo, passei pela Europa, Ásia e África, gostaria de compartilhar com vocês como foi essa experiência. Eu não quis comprar a passagem de volta ao mundo porque preferi organizar tudo sozinho tendo liberdade de mudar algo que eu quisesse pelo caminho. Eu sou piloto de navio da marinha mercante, trabalhei quase dois anos (entre estágio e efetivado) guardando boa parte do meu salário, devido a crise econômica do nosso país, eu fui demitido. Não pensei duas vezes e peguei toda a grana e investi no meu mochilão. Tinha como objetivo ficar exatamente um ano e visitar pelo menos 3 continentes, juntei um total de 65 mil reais e sabia que teria de economizar para conseguir viajar tanto quanto eu queria. Usei bastante o couchsurfing na viagem, através do workaway consegui trabalho em troca de hospedagem em um albergue na Hungria, dando aula de inglês na Indonésia e no Quênia. Eu sempre comia nos lugares mais baratos e cozinhava sempre que possível. Mochilei de carona pelo Quênia usando o CS também, tudo isso me permitiu adequar meu orçamento à minha viagem. As passagens aéreas pela Europa eu comprei com uns 4 meses de antecedência, na Ásia e África confesso que fui organizando durante a viagem. Não deixei de me divertir, fui bastante para festas, inclusive passei o ano novo na full moon party na Tailândia e fui ao Ozora festival na Hungria. Foi a melhor experiência da minha vida, a realização de um sonho de infância. Se vocês também tem esse sonho, saibam que é possível realizá-lo! Com boa organização, coragem e determinação tudo é possível! NÃO DESISTAM DOS SEUS SONHOS! Fiz esse vídeo para mostrar um pouco da viagem, postei na minha página, onde também dou dicas de viagens, espero que gostem: ou https://www.instagram.com/mochilek/ Países e cidades Visitados: Países visitados: EUROPA: Espanha - Madrid Portugal- Porto, Lisboa, Belém, Cascais Reino Unido- Londres, Bristol Irlanda- Dublin, Malahide, Howth Bélgica - Bruxelas, Ghent, Bruges Holanda- Amsterdam, Roterdam, Alemanha - Berlin, Hamburgo, Aachen República Tcheca - Praga Eslováquia - Bratislava Hungria - Budapeste, Debrencen Grécia - Atenas Polônia- Cracóvia Ucrania- Lviv ÁSIA: Malásia - Kuala Lumpur Indonésia- Cianjur, Bali, Sukabumi, Gilli T, Komodo island India- Kochi, Goa, Mumbai, Udaipur, Jaisalmer, Puskhar,Jaipur, Nova Délhi Nepal- Kathmandu, Pokhara Tailândia - Bangkok, Ko phi phi, krabi, chiang mai, Ko tao, Ko phagam, Ko samui Camboja- Siem rep Vietnam - Ho chi min, Hanoi, Ha long bay, Laos- Luang Prabang ÁFRICA Quênia - Nairobi, Naivasha, Nakuru, Kisumu, Nairok, Masai Mara, Amboseli, Mombasa África do Sul - Cidade do Cabo, Joanesburgo --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Taj Mahal- Um sonho Trabalho Voluntário no Quênia Tailândia- Santuário de Elefantes Casamento na Indonésia
  11. 1 ponto
    Particularmente achei muito caro. Agosto é um mês ainda relativamente caro, se você puder deixar a viagem para setembro provavelmente encontraria preços melhores. Pretendo fazer um roteiro semelhante ao seu (tirando Amsterdã) e para fev/mar encontrei passagens por 2700, de São Paulo para Praga e voltando de Varsóvia. Passagens para Cracóvia, sempre que pesquisei estavam bem mais caras do que para Varsóvia. Se o teu tempo não é muito corrido talvez valeria a pena desembarcar em Varsóvia, aproveitar um dia ou 2 e pegar um trem ou ônibus para Cracóvia (não esqueça de incluir um dia inteiro para passear em Zakopane quando estiver em Cracóvia). Utilize a ferramenta do Google Flights para fazer as buscas, coloque as iniciais de até 5 aeroportos de interesse e veja por qual deles a chegada e saída estão mais baratos. Os outros deslocamentos vc faz de low cost, trem ou ônibus e possivelmente sairão mais baratos (sugiro pesquisar no rome2rio).
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  13. 1 ponto
    Oi.... Sou de São Luis, posso te ajudar e te indicar bons locais por aqui.
  14. 1 ponto
    Olá, @cariinacardoso ! O único exagero que vejo - totalmente compreensível - é quanto ao montante de medos que citou. É claro que você pode diminuir o intervalo das datas ou até mesmo desistir da viagem. A pergunta é: é isso o que você quer? O que te motivou a realizar a compra dessas passagens? Você citou que as comprou "na loucura", no entanto arrisco dizer que pode ter comprado-as no maior momento de sanidade que pode já ter tido em toda a sua vida! O medo é só uma ideia, uma crença que temos a respeito de algo, um pensamento que tomamos por real. As coisas têm o tamanho e a importância que damos a elas. Sugiro que busque se lembrar dos motivos que te fizeram comprar estas passagens e o que eles significam para você. E caso conclua que REALMENTE foi apenas uma atitude impulsiva, tudo bem. Acontece. Também não tem problema nenhum em não fazer a viagem e às vezes realmente agimos por impulso. Faz parte. Agora, quanto aos medos, tenho que te lembrar, irmã, que vivemos em uma sociedade patriarcal e isso significa que uma mulher viajando sozinha não está mais susceptível do que qualquer outra mulher em qualquer outro lugar fazendo qualquer outra coisa. A mesma confiança que você tem para ir comprar pão é a mesma que precisa para viajar para onde quiser! Em verdade lhe digo que os riscos reais que corre são: descobrir nessa viagem que sua própria companhia é maravilhosa, que é capaz de se comunicar até no mais profundo silêncio, que pode se encontrar, que pode ganhar coisas, e que tantos outros medos que crescemos ouvindo por sermos mulheres não passam de ideias implantadas. Quando um poder é muito grande, de alguma forma aqueles que o temem buscarão controlá-lo, omití-lo ou subjulgá-lo, concorda? Que você seja feliz. Que a existência possa compassivamente atender a todas as suas necessidades. In Lak'ech Ala K'In PRABHU AAP JAGO
  15. 1 ponto
    Estamos indo para Capitólio no Natal e procuramos um camping, pousada ou hostel bom e barato para 3 pessoas...
  16. 1 ponto
    Eu fui no expresso, inicialmente até pensava em pernoitar para pegar o outro mais econômico no dia seguinte, mas ficaria até mais caro e ainda seria um dia a menos em outros lugares, fui no mais caro rsrsr, valeu a experiencia. Precisando de alguma dica , até mais.
  17. 1 ponto
    Oi! Não são muito rigorosos na alfândega, passei com um creme de 400 ml, com batatas fritas e um sumo de pacote dentro da mala de mão! Não é obrigatório usar traje islâmico mas as mulheres devem mostrar pouca pele!
  18. 1 ponto
    @luanaalsilva eu nunca, mas a autora do post sim. Envia um email para [email protected] explicando como podemos te ajudar.
  19. 1 ponto
    o bom dessa barraca é que ela tem esse fresh& black a lona de cima dela reflete os raios solares e como tem duas portas fica bem fresco dentro dela, principalmente para onde vc vai (Bahia) la é muito quente , entao vc nao vai ter que sai da barraca as 7 da manha por causa do calor obs: tenho a de duas pessoas dela e to feliz
  20. 1 ponto
    Gente acabei de voltar e graças a Deus deu tudo certo, me diverti, conheci e me encantei. Muito obrigada pelas dicas, conselhos e vamos pra próxima aventura. Bjs
  21. 1 ponto
    Gente acabei de voltar e graças a Deus deu tudo certo, me diverti, conheci e me encantei. Muito obrigada pelas dicas, conselhos e vamos pra próxima aventura. Bjs Gente acabei de voltar e graças a Deus deu tudo certo, me diverti, conheci e me encantei. Muito obrigada pelas dicas, conselhos e vamos pra próxima aventura. Bjs
  22. 1 ponto
    Mais que uma viagem, conhecer a Índia é uma experiência de vida. No início do ano, passei alguns dias por lá e conheci Nova Delhi, Agra, jaipur e Varasi. Fiz um relato detalhado de cada cidade aqui: https://pelosquatrocantos.com/category/asia/india/ Para quem pretende conhecer a Índia, separei algumas dias que podem ser úteis: - A Índia exige visto dos turistas e, por sorte, todo o processo pode ser feito online. Toma um pouco de tempo...tenha uma foto em boa resolução e uma cópia do seu passaporte digitalizado. O pagamento da taxa pode ser feita por cartão de crédito ou Paypal. A segunda opção é melhor pq evita taxas de transação do cartão - Eles também exigem a certificação da vacina contra febre amarela, que pode ser tomada gratuitamente. - Leve dólares e troque por rupias indianas na índia. - É possível fazer a viagem gastando entre $50 e $60 dólares por dia. Mas é sempre bom levar um extra para emergencias. - Negocie tudo que vc puder. Barganhar faz parte da cultura indiana, mas também tente ser justo. Via muitos tuktuks aceitando preços injustos para corridas longas só pq precisavam; - É sempre bacana comer como um local no país. Mas evite comidinhas de rua... As comidas em restuarantes são baratas e fartas. Com cerca de $8 dólares vc come bastante em um restaurante legal. Os pratos são bem fartos, e é possível sobrar comida. Peça pra embrulhar e dê para alguém na rua. - Falando nisso, se vc tiver alguns sapatos e roupas masculinas para doar, elas são muito bem-vindas por lá. As roupas femininas são muito ocidentalizadas e elas não curtiram muito as que tentei doar... hehe - Ao pegar um tuktuk ou táxi, tenha em mente os lugares que vc quer ir e seja firme. Às vezes eles mentem que um local está fechado ou querem levar para pontos que não te interessam só para aumentar o trajeto e ganhar mais. - Apesar da pobreza gritante, não há sensação de insegurança. Dá pra andar tranquilo com a câmera pendurada... A Índia é bem segura, se vc não for mulher - Para mulheres viajando sozinhas: - Evite roupas curtas ou que marquem demais. Prefira saias longas e sempre carregue oum lenço para cobrir os ombros e a cabeça ao entrar em alguns tempos; - Se estiver sozinha, não saia à noite. Em algumas cidades, quando anoitece praticamente não há mulheres na rua; - Você nao é obrigada a ser simpatica quando perceber que algum homem está sendo insistente demais e começar a te seguir; - Evite quartos mistos nos hostels. Pra ser sincera, essa viagem eu dei preferência apenas para hoteis, que são bem baratos na Índia. Quanto mais liberdade para fazer tudo a pé, melhor; - Evite também pegar táxis e tuktuks sozinha na rua. Peça para o hotel indicar um motorista e, se possível, marque também a volta com o mesmo motorista; - Chegou na época de grandes festivais como o Holi - o festival das cores? Então chegue beeem cedinho para aproveitar um pouco, mas não rola se misturar na multidão.
  23. 1 ponto
    Valeu Rodrigo, Abrimos reclamação na Susep e a Mondial já fez o reembolso do transporte. Ah, não podemos deixar de agradecer pelo maravilhoso relato. Encontramos muitos brasileiros, e quase todos seguiam as dicas e o teu roteiro. Inclusive, teve mais gente que levou o relato impresso como a gente. A Esmeralda Tours realmente presta um excelente serviço a um ótimo preço. Indescritível o pôr do sol no Uyuni. De longe, o Salar de Uyuni foi o ponto alto da viagem. Em San Pedro, vale muito a ficar no Atacama Roots. Além do preço e da proximidade do terminal de buses, conseguimos cambiar dólar por peso a 630, enquanto no centro estava 605, com a Dona Maria (dona do hostel). A comida e os passeios são muito caros. O seguro viagem da Mondial, no Chile, só tem cobertura em Santiago. Minha esposa machucou joelho na caverna de sal e a mondial encaminhou para uma clínica em Santiago (sic). Mais de mil quilômetros de distância. Depois de esclarecido, fomos orientados a buscar atendimento médico por conta e solicitar reembolso. O fronteira Chile Peru fizemos com uma van e foi muito tranquila. 4000 pesos chilenos por pessoa. O motorista agilizou tudo e passamos muito rápido pela aduana, que estava bem cheia. Se achar cartão dele, posto aqui. Arequipa é encantadora. Ficamos no Hostel Santa Catalina. Quarto de casal com banheiro compartilhado por 40 soles e com banheiro privativo por 60 soles. Muito bom. Em Cusco íamos seguir a recomendação do Rodolpho, funcionário do Hostel Santa Catalina, só que o Casa Inn estava lotado. A própria dona do Hostel nos levou até o Hostel Ukukos, na Calle Hospital. Muito bom. Em Copacabana, ficamos no El Mirador. 80 bolivianos para quarto de casal e com café da manhã incluso. Em La Paz ficamos no York B&B na Calle Sagarnaga. Deixamos o relato impresso na recepção do hostel. Você é um mito!!!
  24. 1 ponto
    Claro Sheila!!! Segue: +56994452131 (Nicolás). Super atencioso, e dá a oportunidade de você mesmo escolher como pagar.
  25. 1 ponto
    Moro a 230km de Porto, e sempre que posso estou por la, desde já sejam bem vindos, não deixem de ir a Arraial, trancoso e Caraiva....
  26. 1 ponto
    Tá rolando essa interação para o axé moi?
  27. 1 ponto
    Não só o pastel, quando estamos assim pela necessidade de uma bondade, o universo conspira totalmente a favor, e só lhe acontecem coisas boas...
  28. 1 ponto
  29. 1 ponto
    Seguem algumas sugestões: https://tatoo.ws/cl/ https://www.lacumbreonline.cl/ https://www.andesgear.cl/ https://www.dafiti.cl/ https://www.justclimb.cl/ https://sherpalife.cl/
  30. 1 ponto
    Além das sugestões da Nani84, em Minas acampei em Ipoema na Cachoeira Alta e foi muito bom.
  31. 1 ponto
    Em Minas o que mais tem é lugar pra acampar, Serra do Cipó + Lapinha da Serra, Conceição do mato Dentro, Ibitipoca, São Tomé das Letras, Capitólio, Milho Verde...
  32. 1 ponto
    Olá! Moro em fortaleza! Realmente a cidade em si e outros lugares estão precários de segurança. Mas repito o que o Adriano disse e a LF também. nao indico ir de ônibus para a praia do futuro, nem andar sozinha pelo calçadão onde não tem tanta frequência de pessoas e onde tem barracas abandonadas. E muito menos andar sozinha à noite por lá. Tambem não é aconselhável ficar na beira da praia da beira mar. Fique só pelo calçadão onde tem muita movimentação! Pro lado depois da estátua de Iracema também é perigoso. Onde tem a ponte metálica que está meio acabada. Mas o aterro da praia de Iracema até o final da beira mar que fica o mercado dos peixes é super movimentado, pessoas caminhando, andando de patins, correndo. Quaquer dúvida só perguntar!
  33. 1 ponto
    Ahhhhh, Aokigahara, noooossa, bem lembrado Rogério! Sinistro incluir essa área no roteiro, mas eu faria isso com certeza!
  34. 1 ponto
    Você deu uma passadinha na Floresta dos Suicidas?
  35. 1 ponto
    Acho que somente a TAP e a Air Marroc vendem trechos avulsos (só ida ou só volta) sem cobrar o dobro do preço, mas eles começaram a vender assim bem recentemente, a menos de 6 meses se não me engano, e não sei quanto tempo eles vão continuar vendendo assim. Faça uma cotação de uma passagem só de ida na KLM, Air France, Lufthansa, Swiss, British, etc... Você vai ver que uma passagem só de ida geralmente cuta mais caro do que uma passagem de ida e volta na mesma empresa. Eu utilizo o www.google.com.br/flights ou o decolar.com para pesquisar preços, e depois vou direto no site da empresa conferir se não é um pouquinho mais barato. Também tem o www.melhoresdestinos.com.br que fica divulgando quando tem promoções. Ao chegar em qualquer país lá na Europa, a imigração não está interessada para onde você vai depois que sair de lá, o importante é que você vá embora, não interessa para onde, desde que seja indo embora, você não é mais bem vindo lá depois do prazo de permanência permitido. E a melhor forma de provar as suas intenções de ir embora dentro do prazo, é ter comprado uma passagem indo embora de lá, não interessa para onde, desde seja indo embora. Se não tiver estas passagens indo embora, vai ficar na dependência da boa vontade do policial acreditar em você de que você vai embora no prazo e não vai fazer nada ilegal. Sendo sincero e realista, quem que ficar viajando 6 meses ou mais? Só alguém que não trabalha, não estuda, e não tem nenhum compromisso de voltar ao Brasil, então você sempre vai ser visto como parte do grupo de alto-risco de ficar ilegal lá. E o policial muito provavelmente vai querer saber como que você está custeando tudo isto, e provavelmente queira conferir quanto dinheiro você tem para ver se você realmente tem condições se se sustentar por todo este tempo sem trabalhar. O policial provavelmente também vai querer saber que raios de turismo você vai fazer e que precisa de 90 dias, então é bom você saber explicar um roteiro de viagem que pretenda fazer durante este tempo, como por exemplo quais as cidades que você pretende visitar, saber citar algumas atrações turísticas em algumas das cidades pretendidas, etc...
  36. 1 ponto
    Tecnicamente, se levar ao pé da letra o que diz a legislação, workaway é proibido para brasileiros, pois brasileiros viajando com visto de turista em teoria não podem realizar qualquer tipo de trabalho, mesmo sendo voluntário e não remunerado. Mas isto não quer dizer que um monte de brasileiros não faça workaway todo ano, mas eles costumam fazer isto meio as escondidas, e sem mencionar isto diretamente quando passam na imigração e em locais de trabalho mais "discretos", que não chamem muita atenção, e sem muito contato com um monte de pessoas todos os dias... Pois se o policial da imigração perguntar a você o que você vai fazer na Europa, e você responder workaway, é pedir para ter problema, geralmente o policial fica super alerta na hora, e vai querer conferir todos os detalhes da sua viagem, como por exemplo se você comprovantes de hospedagem e dinheiro suficiente para se sustentar lá sem trabalhar, e ai se alguma coisinha estiver em desacordo, são grandes as chances de ter problema. Ou seja, se quiser fazer workaway, faça, mas saiba que em teoria pode lhe causar problemas na imigração, tente evitar comentar a respeito disto ao passar na imigração, tenha um explicação ou um plano B para contar lá na imigração caso lhe questionem o motivo da viagem tão longa...
  37. 1 ponto
    Oi @diogobacci1987! O Worldpackers é um dos mais completos, mas há o Workaway citado pela Flávia e o HelpX Há outras plataformas também, como o TrustedHousesitters que troca hospedagem por cuidados de animais de estimação e o TalkTalkBNB que troca hospedagem por prática do idioma. Boa mochilada!
  38. 1 ponto
    Bom pessoal, estou estudando na Suíça. Todas as fontes de Zurique possuem água potável. Levem uma garrafinha e a água fica de graça! Economia de 2 -3 francos por água. Quase em frente a Opera House existem bicicletas de graça. Vocês se identificam, eles retêm algum documento seu, como garantia d que vai entregar a bici, e vocês conhecem Zurique nas 2 rodas; A rede de supermercados Dener é a mais barata da região e lá encontramos de tudo, inclusive chocolates maravilhosos.
  39. 1 ponto
    Não é possível fazer isto legalmente como o colega acima já falou. Na Europa existe um acordo chamado Tratado Schengen, os países membros do Tratado Schengen aboliram os controles de imigração entre eles, você pode permanecer no máximo 90 dias em países que sejam membros, são 90 dias para todos e não 90 dias em cada um deles, depois você tem que ficar no mínimo 3 meses fora do Espaço Schengen antes de retornar. Os seguinte países fazem parte do Tratado Schengen: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Islândia, Itália, Letônia, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Noruega, Polônia, Portugal, República Tcheca, Suécia e Suíça. Ou seja, se você passar 30 dias em Portugal, depois 30 dias na Espanha e mais 30 dias na França, terá que passar no mínimo 3 meses fora de países do Tratado Schengen antes de retornar para qualquer outro país membro do Tratado Schengen. Brasileiros com visto de turista não podem realizar nenhum tipo de trabalho na Europa, nem mesmo workaway em toca de hospedagem e comida, se você comentar a respeito de "trabalhar" ou workaway na imigração sem ter um visto de trabalho, você provavelmente nem sai do aeroporto, as chances de você ser barrada, deportada e mandada de volta ao Brasil no próximo voo disponível são imensas. Ou seja, se quiser fazer workaway, faça por sua conta e risco, sabendo que tecnicamente não é permitido para brasileiros, e arranje uma história bem convincente sem envolver workaway para contar na imigração, caso o policial lhe pergunte o que você pretende fazer lá por 3 meses. E claro, respeite os 90 dias de estadia no Espaço Schengen, pois se não respeitar eles, você corre o risco de ser multada, processada, expulsa da Europa e impedida de retornar para lá por muitos e muitos anos.
  40. 1 ponto
    Bom dia pessoal, Estou planejando uma viagem de 1 ano pela Europa, pra sair daqui do Brasil no primeiro semestre de 2018. Minha intenção é de passar 1 mês em cada país, ficando hospedada em acomodações do workaway, e se possível trabalhar em algum outro estabelecimento, para ter uma renda enquanto viajo. Tenho experiência com recepção, bar, sou fluente inglês, então acredito que trabalhar a noite em bares, pubs e restaurantes seja um boa opção. Gostaria de bater um papo com alguém que já tenha tido uma experiência parecida. Eu gostaria de planejar a viagem mês a mês, não tudo antecipado. Estou procurando pelo skyscanner as opções de locais e datas mais baratas, e por esse motivo talvez comece por Londres. Durante o primeiro mês em Londres, ficaria atenta às oportunidades do workaway em outros países próximos, e então compraria as passagens para esse novo destino e assim vai até o 12º mês. Minhas dúvidas são: 1 - Qual será minha dificuldade nas fronteiras? Preciso de visto? O "contrato" do workaway é o suficiente para comprovar que estou viajando à turismo? 2 - Seria melhor planejar tudo antecipado? 3 - Com visto de turista posso trabalhar fora da acomodação? 4 - Preciso já comprar a passagem de volta junto com a de ida, mesmo sem saber onde estarei no final da viagem? Agradeço toda e qualquer ajuda! Abraço
  41. 1 ponto
    Pessoal, uma dúvida... estou planejando meu mochilão pelo mundo, e gostaria de fazer o Wwoof e Workaway para economizar e aprender coisas novas, mas quando passar pela imigração de algum países, devo imprimir a página do voluntariado que eu escolhi? Como explicar na imigração, tipo, eles pedem confirmação de hospedagem pá e talz mas e nesse caso???? Desde já agradeço
  42. 1 ponto
    Para ficar na casa da sua amiga, você precisa de uma carta-convite dela, esta carta convite tem que ser em inglês, e deve constar os dados completos dela, nome, profissão, endereço, número de telefone e ela deve se responsabilizar pela sua hospedagem, alem disto deve anexar cópias dos documentos pessoais dela, para provar que ela está legalmente lá. Não confiei muito no que o pessoal dos hotéis, resorts, etc fala a respeito do workaway, eles não costumam estar familiarizado com as regras de imigração que se aplicam a pessoas vistos de turismo, e também não estão muito preocupados se você vai se ferrar e ser barrado na imigração, eles estão mais interessados é na mão de obra de graça, para não precisar pagar o salário de um funcionário, tirando assim o emprego de um nativo, e por isto costuma ser proibido. Europeus no geral não precisam de visto de turismo e podem trabalhar ou fazer workaways sem restrição nenhuma, como a grande maioria das pessoas que faz workaway são europeus , isto não costuma ser um problema para os locais que oferece workaway. Mas pessoas de países fora da Europa geralmente precisam de visto de turismo, e para estas pessoas é proibido exercer qualquer tipo de trabalho em estabelecimentos comerciais, alguns países abrem exceção para trabalho voluntário de interesse social. O problema em relação ao workaway é com a imigração na entrada do país ou do Espaço Schengen, o pessoal que consegue fazer com visto de turista geralmente omite isto ao passar na imigração, não comentam nada a respeito do workaway na imigração, entram como se fossem fazer turismo normalmente. Então o que você pode fazer, é entrar como turista e omitir a questão do workaway, apresentando os comprovantes de turista caso seja questionado, mas como eu falei, é por sua conta e risco, se policie para não dar com a língua nos destes caso a imigração comece a questionar muitas coisas.
  43. 1 ponto
    E aí galera! Silnei, foi sensacional! Cheguei em Kathmandu no dia 03 de novembro, por volta de 13h. O aeroporto de Kathmandu é pequeno, mas bem organizado. Logo na chegada é necessário preencher o formulário da imigração e pagar o visto direto no caixa. Passando pela imigração, só alegria. Saindo do aeroporto, já tem uma agência de táxi logo de cara, pra quem tá caindo de paraquedas compensa pegar o táxi dentro do aeroporto, que nem é tão mais caro que na rua. Fui direto pro Hostel Zen Bed and Breakfast (5 $). As ruas de Kathmandu são bem movimentadas, mas é uma loucura organizada. Pra mim que acabava de sair da Índia nem foi tão assustador, muito pelo contrário, o clima no Nepal é muito mais leve. Dei uma rodada pela Thamel, jantei voltei pro Hostel. Comprei a passagem de ônibus pra Sauraha e fechei um pacote de 3 dias com hotel e entrada no parque de Chitwan. De Kathmandu até Sauraha são 6h de busão (se tudo der certo), por um trajeto curto mas cheio de curvas e muito trânsito. Viajar de bus no Nepal é assim mesmo. Logo cedo há uma fila de ônibus de turistas saindo para diversas cidades vizinhas, é bem tranquilo conseguir um bilhete. Cheguei em Sauraha de tarde, o cara do meu hotel estava me esperando na parada de ônibus, almocei e fui dar uma voltinha pela cidade. Sauraha é uma vila, antigamente habitada pelos índios Thairu. No dia seguinte rolou um tour pelo parque com direito a rio com crocodilos e safari com elefante. Não foi bem um safaaaariii, o Parque Chitwan é bem preservado, então a parte turística é bem pequena e controlada. O que eu achei bom para manter a preservação. No terceiro dia peguei um ônibus para Pokhara, 8h de viagem. Pokhara é incrível, dali saem diversos trekkings para as montanhas de Annapurna. Que vontade! Como fiz essa viagem meio que "correndo", não tive muito tempo para trekkings. Mas valeu a pena pra conhecer e sentir o clima de montanha. Consegui conhecer o World Peace Stupa e pular de Bungue Jump. Fiquei 3 dias só em Pokhara e depois peguei o ônibus de volta para Kathmandu (8h de viagem), voltei pro mesmo hostel e no dia seguinte peguei o vôo para Bangkok. Resumindo, o Nepal continua lindo! O clima, apesar da correria das ruas e o trânsito caótico, é de paz. O povo é extremamente receptivo. Não tive problema nenhum em nenhum lugar, não tive problema para comer, as coisas são relativamente baratas, enfim, amei conhecer o Nepal e pretendo voltar!!! Valeu!!!
  44. 1 ponto
    Cara, a RailEurope cobra uma taxa extra de 15 Euros por cada passagem que você comprar, alem de geralmente só vender as passagens na tarifa Full ou Flex que é mais cara, e demoram para entregar os tickets, então sempre que possível evite comprar deles, compre direto das operadoras de trens e não de atravessadores. trens-diretorio-de-links-t32685.html
  45. 1 ponto
    Alguns locais até aceitam, mas o câmbio sempre é desvantajoso, eles sempre arredondam para cima, por exemplo, se alguma coisa custa 10 Francos, eles vão te cobrar 10 Euros, sendo que se fizer o câmbio, custaria só 9,1 Euros. Então é melhor levar Francos, pois tem alguns locais que não aceitam e pode ter certeza que você vai achar justo estes locais kkkkk Leve daqui, saque direto da sua conta corrente ou mesmo troque euros lá.
  46. 1 ponto
    Para informação de todos, voltei de Noronha!!! Minha dica quanto à pousada é aquela que eu procurei durante meus 5 meses de pesquisa e não encontrei... IMPRIMAM O DOC DA TAXA DE PRESERVAÇÃO AMBIENTAL (VIA NET), PAGUEM, PREENCHAM TODOS OS SEUS DADOS, CASO CONTRÁRIO TERÃO QUE PREENCHÊ-LO DENTRO DO AVIÃO E AGUARDAR NUMA FILA INTERMINÁVEL NO AEROPORTO. NA FICHA EXISTE UM CAMPO QUE DIZ "LOCAL DE HOSPEDAGEM", COLOQUEM "NÃO INFORMADA", SAIAM DO AEROPORTO E VÃO ATÉ A VILA DOS REMÉDIOS OU VILA DOS TRINTA PESQUISAR UMA POUSADA, FACILMENTE CONSEGUIRÃO UMA POUSADA NÃO CADASTRADA NO CARTEL POR 20 OU 25,00 NESTA ÉPOCA! PEXINXEM EM TUDO! VAI FUNCIONAR! formulario on line para preenchimento e pagamento da taxa de preservação: http://www.noronha.pe.gov.br/ctudo-taxa.asp Comam no bar do BIU! R$ 10,00 comida boa e à vontade, é o lugar mais barato!! Para chegar às vilas, basta seguir o alfalto, dá uns 4 km até as vilas, existem microônibus "2,50" ou taxis até as vilas, eu fiz este trajeto umas 10 vezes a pé, pois fiz uma façanha até para os nativos da ilha, circulei-a toda pelos penhascos e pelas matas serradas. Quem for, é indispensável praticar o planasub (80,00), mergulho autônomo então nem se fala (175,00 - NORONHA DIVERS). Eu mergulhei com o a operadora NORONHADIVERS na Ressurreta (na ponta da ilha Rata), vi golfinhos, tubarão lixa, tartaruga, raia manteiga e diversos peixes de todas as cores... Fiz apnéia na Baia do sancho, fenomenal, 30m. de visibilidade, fiquei 6 dias na ilha, 6 dias em Recife (Recife antigo, Olinda, Porto de Galinhas, Maracaípe...) e 6 dias em Salvador (Praia do Flamengo, Stella Maris, barra, Pelourinho, Morro de São Paulo...) Megulhei em Porto de Galinhas (R$ 70,00), vale a pena! Pratiquei apnéia em todos os lugares... Quanto às fotos, terei que scannear, pois minhas máquinas não são digitais... Em Noronha fiquei na Pousada da Carmô, fiquei num quarto de casal com televisor, condicionador de ar, banheiro com água quente..., sendo R$120,00 a diária! Mas paguei R$50,00!!! Eu estava caminhando no asfalto em direção às vilas, então recebi carona justamente da administradora da pousada, me perguntou aonde eu ficaria e quanto eu estava disposto a pagar a diária, eu disse no máximo R$ 50,00, eh eh eh, então, como é baixa temporada, ela me fez este significativo desconto, mas pediu-me para não comentar com ninguém, acredito que por causa da associação(cartel)... Coyote... Dos 6 dias que fiquei na ilha, nos 3 primeiros choveu, as ondas me pareceram maiores, cerca de 2m. no máximo, acho que esta época não é legal. Em Porto de Galinhas, achei as ondas mais altas em relação à Noronha, só não vá surfar em Recife, o tubarão "cabeça chata" tá pegando direto, eh eh eh... POR ENQUANTO É ISTO, PERGUNTEM QUALQUER COISA, COM CERTEZA IREI RESPONDER! MOCHILA NAS COSTAS, PÉ NA ESTRADA! VALEU GALERA DA MOCHILA... DeiveRS.
  47. 1 ponto
    Ai galera, Ilha do Cardoso é show, principalmente Marujá... Não tem mta opção e nem mta coisa pra fazer, é mais curtir a natureza... Mas existem ótimas opções por perto: Ilha comprida - várias trilhas, praias totalmente desertas, dunas, lagoas, grutas, cachoeiras, um cemitério indígina q dizem ser assombrado, as ruinas de um forte... fora as lendas locais q são interessantes... Cananéia - várias opções de passeio, e ainda rola umas baladinhas a noite... Mas o mais legal é a Ilha Comprida, aquele lugar é um paraiso, não tem coi sa melhor pra fazer anoite do q ir pra praia, fazer uma foqueira, ficar tocando violão, e olhando pro céu... da a impressão q tem um teto de tanta estrela... Sem contar na enorme quantidade de estrelas cadentes, já cheguei a conter 23 numa noite... esse lugar é show... E quem quiser saber mais é só falar Beijos Fábio
  48. 0 pontos
    Vou tentar ser breve e objetivo. Então, conforme pesquise e busquei informações no site mochileiros, eu estava querendo fazer uma viagem pela Europa no mês de julho deste ano e principalmente queria visitar Auschwitz. Eu não sei falar inglês isso já prejudica muito, mas assim, pesquisei bastante e mim programei. Primeiro decidir quais países eu iria visitar, sendo eles: Polônia (Cracóvia e Auschwitz), Alemanha (Berlim), Holanda (Amsterdã) Bélgica ( Bruxelas) e França (Paris). Como podem observar, busquei seguir um roteiro que fosse mais barato, sem muitas e idas. Comprei uma passagem áreas para Cracóvia e outra passagem área de Paris para o Brasil. Eu só tinha 19 dias para fazer essa viagem. Outra coisa importante foi que eu pesquisei sobre hostel e reservei dois dias na Cracóvia e somente reservei mais dois dias em Paris, assim eu fiquei livre para poder mudar minha programação de viagem conforme fosse melhor. Outra dica importante é fazer o seguro de vida devido o Acordo de Schengen, assim você transita pela Europa tranquilo. Fazer essas reservas foi muito bom, pois quando cheguei na imigração em Frankfurt, só apresentei todos esses documentos, mais meu passaporte “virgem”, o policial apenas perguntou o quê eu ia fazer lá, então disse que era férias, não cheguei ficar 03 minutos e fui liberado. Outra dica importante é ter um bom celular para acessar a internet, pois na Europa é fácil o acesso a internet gratuita no shopping, terminal de ônibus, trem, McDonald's e vários outros locais, pois isso muito ajuda nos deslocamentos. Eu comprava passagem de ônibus, reserva hostel e pesquisa locais de visita tudo pelo celular mesmo. Cada país tem sua beleza e peculiaridade, porém pra mim deu tudo muito certo, conheci muitas pessoas de várias partes do mundo e inclusive vários brasileiros. Acabei encontrando um amigo brasileiro e sua esposa na cidade de Berlim, foi muito por o caso. Fui convidado por eles para ir à Tomorrowland que aconteceria na cidade de Boom na Bélgica, eu nem sabia o que era esse evento. Rsrsrsrs. Então, eu disse que não iria, pois não fazia parte da minha viagem. Assim embarquei para Amsterdã, onde fui a muitos lugares e gostei de mais de visitar a casa de Anne Frank. Eu peguei um trem de Amsterdã pra Bruxelas, onde conheci dentro do vagão um casal de brasileiros (paulista e paranaense), pessoas fantásticas. Eles também falaram demais da Tomorrowland. Em Bruxelas e fui a vários locais, passei por quatro hostel até encontrar um com bom preço e excelente conforto, onde acabei novamente encontrando com meu amigo brasileiro na rua próximo ao hostel onde fiquei hospedado. No dia que estaria começando a festa da Tomorrowland, decidir ir pelo menos um dia no evento, quem disse que eu conseguia comprar ingresso pela internent, então comecei andar pelo centro de Bruxelas, foi quando vi um grupo de pessoas que estavam vestidas no estilo da festa, sendo assim, fui atrás deles e encontrei o local de embarque dos ônibus que levava o pessoal para a festa. Fiz contato com uns brasileiros que estavam na fila e acabei comprando ingresso para os três dias de festas. Mas uma vez mudei toda a minha programação de viagem e foi uma das melhores coisas que eu fiz. A festa é muito boa, encontrei com muitos e muitos brasileiros e todos os três dias de festa aconteciam várias aventuras tanto para ir da cidade de Bruxelas até Boom, como também na volta. Nem dá para acreditar, mas eu cheguei a guiar um taxista de Boom pra Bruxelas, onde eu, três amigas paulistas e um baiano (todos gente finíssimas), pegamos o taxi 02 da madrugada e ele disse que não sabia o trajeto até o hostel. Foi muita zueira a viagem toda. Após as festas da Tomorrowland, acabei encontrando um bar em Bruxelas, onde era o point dos brasileiros, muito massa, era gente de todas as partes do Brasil! Tudo muito alegre e amigo. Finalizei minha viagem em Paris, onde contei com apoio do baiano da corona para Tomorrowland, hoje grande amigo. Não tive nenhum problema, tantos os brasileiros quanto os gringos estiveram sempre dispostos a me ajudar. Ah, lá encontrei muitos mochileiros e moveleiras curtindo viajar sozinhos.
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