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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 27-12-2017 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Galera... coloquei a última ilha que fui agora 2017 (MILOS)... está na página 1 junto as outras ! =)
  2. 1 ponto
    Viver não é relatável, como já dizia Clarisse Lispector, mas vou tentar contar um pouco do que vivemos! O relato que vem a seguir são as minhas impressões, opiniões. Vc pode concordar comigo e fazer parecido, ou discordar de mim e fazer diferente! Eu escrevo tudo, mas tuuuudo que lembro. Gosto de ler relatos assim, portanto escrevo assim tb. Se vc quiser só ver as dicas, pule a introdução, no fim de cada cidade eu faço um resumo! ESTRELANDO... Eu, marido Gui, filho João (9) e amigo e compadre Lio, padrinho do João. Olha, a gente viaja andando! A gente anda das sete da manhã as sete da noite e mais se precisar. Não temos foco na balada pq viajamos com criança, mas vivemos INTENSAMENTE cada segundo, até mesmo no bar se precisar tb. Doente, com sono, com fome, com jetlag... sempre estaremos na rua. PORQUE EMIRADOS ÁRABES UNIDOS? Não fomos por acaso pros EAU, foi de propósito. Desde que comecei a programar a viagem pro Japão só cotei passagens pela Emirates pq tínhamos decidido visitar o país. Apesar de já ter visitado país islâmico e ter gostado muito, confesso que no começo tinha preconceito da cidade (emirado) de Dubai... muita ostentação, muito urbano, coisas que geralmente não gostamos, mas depois de ler alguns relatos (valeu Tanaguchi!!) e conversar com uma amiga que mora lá decidimos que precisávamos muito conhecer Dubai e Abu Dhabi! E não nos arrependemos! PORQUE JAPÃO? Japão sempre esteve na minha interminável lista de lugares a conhecer. Sempre estive próxima da cultura por meio de amigos, alguns jogos e desenhos! Marido e filho sempre na parceria e o Lio já tinha manifestado interesse em participar tb, então nem precisamos convencer! Ano passado começamos a nos organizar pra desbravar o oriente. Há um ano o desenho da viagem já estava pronto e nós já sabíamos por onde começar... preciso de bastante tempo pra planejar viagens deste porte. #pobre DEFININDO DATA E ROTEIRO No começo eu tinha em mente ficar só uns 3 dias em Dubai e umas 2 semanas e meia no Japão, pra conhecê-lo de Tokyo pra baixo (pois no inverno é complicado ir pro Norte), mas depois fui mudando um pouco de ideia. Primeiro pq achei coisas legais demais pra fazer em só 3 dias em Dubai, queria mais. E segundo pq o deslocamento entre cidades no Japão é MUITO caro. Tipo muito HARD! Os trens são eficientes, mas bem caros... o JR Express que me serviria teria que ser o de 14 dias e meo, caro demais comprar 3 destes! Decidimos então ficar um tempo maior nos EAU e focar no centro do Japão, com cidades base de Tokyo, Kyoto e Osaka. Afinal o mundo sempre estará lá... podemos voltar. As datas tb tiveram que ser alteradas para acomodar as férias dos três adultos, João teve que matar as últimas semanas de aula... quase não gostou, rs. E tb sobre datas, nós gostamos de frio e gostamos de viajar sempre no frio! Os EAU são ótimos de se visitar no inverno tb, onde tpt chega a 32-34ºC e faz friozinho a noite. No verão é loucura, chega a 50ºC e não se anda na rua! Ficou assim: viagem entre 25 de Novembro e 15 de Dezembro na seguinte sequência – Londrina > São Paulo > Dubai (e Abu Dhabi) > Osaka > Kyoto (e Nara) > Tokyo > São Paulo > Londrina. Com isso definido pude começar a cotar passagens. MONITORAMENTO DO CLIMA E PREÇOS DE PASSAGENS Já em dezembro de 2016 eu ficava especulando passagens, rs, ansiosa ou não? Ainda não era possível cotar as minhas datas, então eu ficava fazendo exercícios pra ter ideia de preços. Vc pode ir pro Japão pela Europa (KLM e etc), Ásia (Emirados ou Qatar) ou América do Norte ou Central (México ,EUA e Canadá). Geralmente a rota das américas é mais barata, se vc já tiver visto americano é uma boa, mas pelos motivos que já expliquei, e pelo fato de não ter e não querer por hora o visto americano, foquei na Emirates. Sobre o clima, adicionei as cidades base no meu aplicativo de previsão do tempo e fiquei me divertindo vendo como seria frio quando eu fosse. Vi que poderia chover e até nevar em Kyoto... não é tão importante ficar fazendo isto, eu faço por diversão. kkkk COMPRA DAS PASSAGENS Através das pesquisas que fiz, achei que em média 4000 reais pra cada um seria o preço médio das passagens que eu queria, multidestinos, e quando chegasse neste valor eu compraria. Percebi tb que as passagens ficam no melhor preço com até 4-5 meses antes, tinha esta data como data limite em mente. Tenho datas bem amarradas, por isso uso esta estratégia e não me dou ao luxo (#inveja) de ficar esperando as mega promo! Mas lembra da ansiedade que não cabe? Não tem cura isso, kkkk... Faltando nove meses pra viagem, no fim de fevereiro, as tarifas bateram 10.500 (pra nós 3 aqui em casa)... abaixo do preço que considerei médio (~12.000 pra nós 3). O dólar tava super baixo e com dólar não se brinca... comprei! Via de regra dá pra esperar mais, eu via que datas mais próximas custavam cerca de 1000 reais a menos, mas todo mundo pirou que tinha que comprar e enfim, compramos, kk. No fim das contas foi uma boa... com a política e seu caos o dólar acabou subindo muito no meio do ano e ainda peguei as franquias de bagagem grátis! Monitorei pelo resto do ano – pq gosto de sofrer – e fiquei feliz em saber que fiz uma boa compra... só subiu. As passagens que compramos eram saindo e chegando de São Paulo, o trecho doméstico foi um caso a parte. Mas se puder, não faça isso, emita as passagens saindo da sua cidade... a franquia de malas é diferente e em caso de atrasos a responsa é da empresa. MOEDA Para os EAU eu levei dólares pra trocar lá por Dirhans. Pro Japão eu já levei Ienes mesmo. Somente hospedagens e trechos aéreos foram adquiridos com antecedência, o resto foi tudo na hora. Cartão de crédito levei para emergência. E quanto levei? Valores abaixo para três pessoas (2 adultos e 1 criança) 1.500 dólares (~5.200 reais) para 5 dias completos: média de 300 dólares por dia (~1.040 reais) – hospedagens e carro não incluso, pagamos antes. SOBROU, e poderia ter sobrado muito mais. 350.000 ienes (~10.850 reais) para 13 dias completos: média de 27.000 ienes por dia (~837 reais) – hospedagem não inclusa, pagamos antes. DEU, mas a gente torrou dinheiro, poderia ter sobrado. Mais detalhes de grana durante o relato. DEFINIÇÃO DOS MEIOS DE TRANSPORTES Nos Emirados alugamos carro antes da viagem pela rentalcars (tipo um decolar de carros) pela empresa Thrifty, que tem guichê no terminal 3, por onde chegamos. Isso é realmente importante, poder pegar o carro no mesmo terminal que se chega, pois o aeroporto de Dubai é imeeeeensoooo. Conto da aventura de dirigir em Dubai no relato específico, mas se vc é afim, providencie a PID (= permissão internacional de direção - nos EAU é obrigatória). Optamos pelo carro pq achei que seria mais funcional. Foi a primeira vez que alugamos carro na gringa!!! Funcionou! O custo de 5 diárias do carro (um versa automático pq não existe nenhum carro manual lá) ficou 215 dólares na hora de locar, mais aquele monte de taxa que eles inventam de última hora. No total acho que deu uns 1000 reais, e mesmo assim achamos uma boa relação custo benefício. Este era o segundo carro mais barato pra alugar, atrás apenas de um pequeno demais! No Japão todos os deslocamentos entre cidades foram feitos de trem. As passagens foram compradas no dia ou no máximo no dia anterior, nas estações de trem mesmo. E dentro das cidades, dá-lhe perna e metrô. RESERVA DE HOSPEDAGENS Depois do roteiro já finamente detalhado, rs, e definidos quantos dias em cada lugar, foi hora de achar tetos para dormir. Pesquisei booking e airbnb pra ter ideia. Sempre dou prioridade pro airbnb, principalmente viajando em quatro pessoas, e no fim pegamos airbnb pra tudo. Então ficou assim: Dubai: https://www.airbnb.com.br/rooms/17551027 6 diárias 4 quatro pessoas: 1600 reais (400 para cada) Osaka: https://www.airbnb.com.br/rooms/7808510 3 diárias para 4 pessoas: 400 reais (100 para cada)* estava com crédito de viagem tive desconto de 500 reais. Kyoto: https://www.airbnb.com.br/rooms/13212939 5 diárias para 4 pessoas: 1200 reais (300 para cada) Tokyo: https://www.airbnb.com.br/rooms/8429102 5 diárias para 4 pessoas: 2000 reais (500 para cada) Como dá pra ver, gastamos cerca de 1300 reais por pessoa para passar 3 semanas em destinos carésimos! Todos os locais foram bons e o relato detalhado estará descrito em cada cidade! Mas airbnb é vida, adoro e não troco por nada. Se vc ficou interessado, faça o cadastro no site usando o link abaixo que eu e vc ganhamos crédito de viagem! www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3 SEGURO VIAGEM Tivemos que dividir as passagens entre dois cartões e por pressa acabamos perdendo o direito ao seguro viagem do Platinum... Tivemos que contratar. Foi pela Porto Seguro e custou 350,00 para cada um, totalizando 1.050,00 reais. Não precisamos usar! VISTOS Tanto os EAU quanto o Japão exigem vistos de brasileiros. Visto Emiradense O dos EAU tiramos pelo próprio site da Emirates, depois de compradas as passagens. Dá pra tirar este visto de outras formas caso vc não compre as passagens pela Emirates, mas me pareceu meio burocrático. Eles têm alguns tipos de visto, começando pelo de 96 horas, que era o mais barato. Mas para nós não servia, pagamos 95 dólares por pessoa pelo visto de 30 dias. Achei caro. É um pouco chatinho tirar este visto, cheio das regras. Você só pode solicitar este tipo de visto (30 dias) faltando 57 dias da viagem, isso pq ele vale por 60 dias apenas. Apesar do visto ter data certa pra sair, você tem que ter passaporte válido por 6 meses, igual em outros locais. Vai precisar apresentar pelo menos a primeira e a última página do passaporte em formato jpg com no máximo 200k. A foto eles dizem que tem que ser formato passaporte, mas não é. Tem que ter no máximo 40k e no máximo 300x369pixels. Tirei do celular mesmo. Pode-se apresentar outros documentos, eu apresentei só entradas “schengen” anteriores e comprovante de residência. Depois que preenche formulários e faz o upload dos documentos, alguns e-mails vão chegando. Um de admissão do pedido, um de pagamento, um de “estamos processando” e um com o visto, que você deve imprimir e levar. Nem todos os e-mails chegaram, para meu desespero. Cheguei a escrever pro serviço de emissão... mas depois deu tudo certo. Dois dias depois da solicitação chegou o do meu filho e meu, e dias depois (já estava em pânico, kkk) o do marido. Já estava achando o que eu tinha feito de errado no dele... se é pq a foto tava sorrindo, se é pq ele ficou com cara de terrorista, hahahahahauaha, mas deu tudo certo. Do Lio solicitamos depois e chegou super rápido! Visto japonês O do Japão já consegue ser um pouco mais chato ainda pq tem que ir no consulado tirar. Não precisa ir todo mundo, pode ir um só com procuração dos demais caso tenha alguém que não seja da família (pai, mãe, filhos, etc). Eu até verifiquei a possibilidade do meu irmão tirar nossos vistos no Rio de Janeiro, mas como sou do Paraná, obrigatoriamente tinha que tirar por Curitiba. Verifiquei tb se compensava tirar por agência, mas de 97 reais (que era a taxa de visto) iam me cobrar 400 por pessoa, hahahauaha, dava pra eu ir de taxi pra Curitiba com 1600 reais, kkk. Reunida toda a papelada, fui pra Curitiba tirar os nossos vistos em outubro. Os sites dos consulados são bem organizados e os atendentes muito educados, lá tem toda a informação que vc precisa! Então não vou ficar aqui me estendendo e colocando toda a documentação necessária. Mas... nem tudo são flores, vejam o perrengue! #perrengue – depois a gente ri mas na hora... (pule esta parte se não quiser rir, é longa) Eu sou a louca da lista, a louca da planilha, psicoticamente organizada. Eu reuni toda a papelada (pq é muuuita coisa) e conferi mil vezes, afinal, tive que ir pra Curitiba só pra isso! O consulado do Japão, que funciona no prédio do Shopping Itália, no centro de Curitiba, funciona das 9-11h para a solicitação de visto e das 14-17h para a retirada do visto (sempre um dia depois). Eu tenho família em Curitiba e estava na casa de um tio, minha prima me deu carona até o consultado! Cheguei umas 9:15 de uma quinta-feira e só tinha uma pessoa na minha frente, lindo. Logo uma japa mega fofa me chamou e entreguei os kilos de papel. Cerca de 10 minutos ela volta e diz “sra Juliana, não posso aceitar sua solicitação... os formulários de pedido do sr. Guilherme (marido) e sr. João Guilherme (filho) não estão assinados! PÁRA TUDO – MEU MUNDO CAIU. Claro que pra tudo dá-se um jeito mas e o preju de ter ido até lá e não conseguir tirar a porra do visto? Eu não tinha conferido isso! A japa fofa vendo minha cara de pânico me perguntou... vc não é daqui? E eu disse quase chorando, não... sou de 400km daqui, vim só pra isso... e ela disse, péra, vamos ver o que dá pra fazer. Vai lá pra dentro e volta 10 min depois: vc pode pedir pro seu marido e filho assinar as vias e me mandar escaneado por email (e eu, SIM, SIM, agora!!), mas amanhã, na hora de retirar, vc tem que me trazer os originais... dei uma brochada, ela tentou ver se precisava mesmo com os chefões lá dentro e sim, precisava... pensei no sedex 10 e transportes rodoviários, eu ia dar um jeito. Falei com ela que blz, que eu ia ligar pro meu marido e pedir pra enviar os docs... e ela disse... tem que ser até as 11h da manhã pra eu te emitir o protocolo, senão fica pra amanhã! Não podia ficar pra amanhã... eu estava com passagem emitida pra sexta-feira as 17:30, se não desse certo só poderia ir embora na segunda e isso ia ferrar muito minha vida e meu bolso. Fui pegar meu celular pra ligar pro Gui e cade... cade a poooorraaaaa do celular... tava no carro da minha prima, deixei no console do carro! Minha prima trabalha a 1,5km de onde eu estava!! E eu nem podia ligar pra ela, primeiro pq não tinha celular e segundo pq só sei o número do meu marido! Tb não podia pegar um Uber (porque estava sem telefone) e não sabia se ia achar taxi na rua... Pedi o celular de um cara emprestado pra ligar a cobrar pro meu marido ir adiantando as coisas e ele fez cara de cú... sorte que um outro cara que tava na sala (uma hora destas já tinha chegado umas 5 pessoas) me disse que eu podia ligar e que nem precisava ser a cobrar. Fofo! Liguei pro Gui e estava dizendo que ele precisava urgente providenciar isso... ele estava na cidade vizinha da nossa mas disse que ia correr com tudo... e tinha que correr, o limite era as 11h... e antes que eu pudesse dizer pra que email ele tinha que mandar as coisas fui interrompida por um funcionário que me disse que era proibido (óbvio, tinha várias placas) falar no celular lá dentro... Morri de vergonha, pedi desculpas e devolvi o celular pro moço que me ajudou. Eu definitivamente PRECISAVA do meu, precisava falar pro Gui onde estavam os documentos, pra que email mandar, enfim! Decidi ir até o trabalho na minha prima a pé, afinal 1,5km não é nada de outro mundo. Com pressa e desesperada saí pelas calçadas de paralelepípedo da Rua João Negrão e depois de alguns tropeços é claro que eu levei maior tombo e arrebentei minha sandália! Meeeeooooo, que faaaase! Com as mãos doendo e com as canelas com câimbra, levantei cheia de orgulho, sem olhar pros lados, e segui minha jornada... acho que em 10 min cheguei na minha prima! Contei em 5 segundos meu drama, e ela disse que o carro dela estava estacionado há duas quadras dali (Puuutz) e que eu devia ir lá buscar meu celular... tb me disse que era pra eu voltar pro shopping/consulado com o carro dela... só que deixa eu contar: eu tenho um UNO... UNOOOO, e normalmente tb dirijo um Mobi e um Onix no trabalho... e ela tem um SUV Mitsubishi automático. Eu nunca dirigi carro automático, nunca dirigi carro grande e não sei andar em Curitiba! Estava decidida a ir no estacionamento e seguir a pé, mas chegando lá já era 10:30... não ia dar tempo! Liguei pro Gui, passei a senha do drive pra ele imprimir as coisas (pq chega mensagem no celular pra eu acessar). Nisto ele já tinha ligado pra minha mãe, que estava com meu filho, e pedido pra ela levar o baby pro trabalho dele pra dar tempo dele mandar até as 11... João tb tinha que assinar o papel! Olhei praquele carrão e pensei, vou ter que encarar ‘saporra! A voz da minha prima dizendo “relaxa que se bater o seguro paga” ecoavam na minha cabeça. Subi no carro, perguntei pro moço como ligava e como saía e lá fui eu dirigir um SUV automático no centro de uma cidade grande que não conheço. Tirando uma freada brusca deu tudo certo. Tb tive que ligar pra prima pra perguntar como dava ré pra estacionar o monstrão numa vaga de shopping e sem espelho, pq eu não sabia como arrumar os espelhos... ESTACIONEI! Kkkkk Subi correndo e suando no consulado e avisei que meu marido estava por mandar os docs... o que ocorreu uns 5 minutos depois. A japa fofa veio, me confirmou o recebimento e me deu o protocolo, reiterando a necessidade de apresentar os originais no outro dia (o Gui despachou por sedex 10). Voltei pro estacionamento que a minha prima deixa o carro e felizmente não bati o carro dela, kkkk... enquanto isso minha mãe contava que saiu dirigindo as pressas pra levar João no trampo do meu marido e que deu uma fechada numa moça, que a xingou de tudo que é nome! Kkkkkkkk No dia seguinte os docs chegaram pontualmente às 10 da manhã, e a tarde fui buscar os vistos... quando a japa veio sorrindo e disse vistos concedidos... aaaaffffeeee, que alívio, kk! Minha família inteira mais meio estado do Paraná ficou sabendo desta minha aventura e fui muito zuada! Mas continuemos com os preparos! POCKET WIFI Nos EAU alugamos um pocket, que é um modem portátil que vc carrega pra onde vai alimentando os celulares com internet, ainda no aeroporto, não lembro ao certo o valor mas não era baratinho não. Pegamos um pacote de 5MG e usamos tudo, foi importante pq não tínhamos GPS, então usávamos outros navegadores. Usei bastante tb pra me encontrar com a minha amiga de lá. No Japão, em Tokyo e Osaka as hospedagens disponibilizaram pocket wifi. Achei FUNDAMENTAL ter isso pra se virar, pois o japanenglish dos japa é tenso, hahauahauaha... se sua hospedagem não disponibilizar o pocket wifi tem várias formas de alugar! Em Kyoto a gente se virou com redes abertas de wifi, tem bastante. ARRUMANDO MALAS Em 2015 tínhamos viajado por um mês no inverno e levamos bastante coisa. Desta vez coloquei em prática o que aprendi na viagem à Europa e levei pouquíssima coisa, pois com 3 semanas teria que lavar roupa pelo caminho mesmo (airbnb com máquina de lavar). Viajamos de calça e levamos mais uma só. Um casaco mais forte, um calçado de inverno, um chinelo. Malhas, calcinha, cueca e meia levamos um pouco mais, umas 7-9 pra cada. Um gorro, luva e alguns lenços e cachecóis pra mudar a cor da foto, kkkkk, e pronto. Tb levei umas roupinhas mais leves pros Emirados, pq lá é sempre 40 graus! Nós aqui de casa viajamos com 2 malas de 23 kilos, mas um pouco vazias, e levei uma mala dentro da outra, então no total eu tinha 3 malas. Nossa franquia era de 2 malas pra cada um, então estávamos tranquilos. E na bagagem de mão uma mochila cada com uma troca de roupa, documentos e estas coisas. CHEGOU A HORA Ansiedade batendo a mil, no sábado, dia 25 de novembro de 2017, partimos de Londrina com direção a São Paulo, mas chegamos em Congonhas (cerca de 10 da manhã, passagem emitida com milhas) e fomos encontrar uma amiga pq nosso voo era só na madruga! Ficamos o dia todo zanzando com ela, tomamos um banho e da casa da Ari fomos pra GRU. Pontualmente à 01:25 do dia 26 de novembro, decolamos de A380 pra Dubai... No próximo post: Emirados Árabes Unidos! Chegada, aluguel do carro e a inacreditável terra dos Khalifas!
  3. 1 ponto
    Lojudice, São 3 hotéis Portobelo na ilha, esse plaza, fica numa travessa da rua da praia, os outros dois são próximos e ficam defrente a praia, o padrão é quase o mesmo. Ficamos no Portobelo JR(http://portobelohotel.com/portobelo_jr.php), simples mas limpo e confortável(tv a cabo, ar condicionado, camas boas, alguns apartamentos são com vista para o mar(o maior problema é que sai pouca água do chuveiro, mas é água doce). ficam perto de tudo, aeroporto, centro, zona franca, supermercados, lojas, restaurantes, bancos, internet, agências de turismo, barqueiros que levam ao aquario............ Preferi pagar hospedagem mais café da manhã(simples) (em julho/2010 - pagamos aprox. R$149,00 o casal. Pois cada dia faziámos passeios, e neles, nossas refeições, à noite a ilha tem alguns restaurantes, uns sofisticados, outros simples(a partir de R$6,00).
  4. 1 ponto
    O Parque Nacional Cajas foi um dos lugares mais surpreendentes de nossa viagem no Equador. Por ser de fácil acesso, gratuito e desconhecido, e acima de tudo muito belo. Situa-se na província de Azuay, estando a cerca de 30 km de Cuenca, no sul do Equador. Seu ecossistema principal é o “páramo”, junto a bosques de altitude. Possui centenas de lagunas salpicando o terreno, em altitudes entre 3.160 a 4.450 msnm. A temperatura oscila entre -2 a 18 °C. Há diversas opções de trilhas para se fazer no parque, desde trilhas de poucas horas a trilhas de mais de um dia. Não é necessário guia (pelo menos para as menores). A trilha mais comum dura entre 3h e 4h, seu nível de dificuldade é médio e as sinalizações no caminho por vezes são confusas e/ou inexistentes, mas mesmo assim é possível se orientar sem grandes problemas. Também é possível acampar e pescar por lá. Por ser um local que recebe poucos turistas e possuir uma área bem extensa, em muitos momentos você se sente completamente ‘Into the wild’, imerso na beleza e no silêncio da natureza. Sem dúvidas é uma experiência marcante para os amantes da natureza. Como chegar: por conta própria, de ônibus, saindo do terminal de Cuenca. Parece que há apenas 2 horários de saída, sendo 08:30 e 10:20. A via utilizada é a Cuenca–Molleturo–Naranjal, para acessar a portaria principal (norte). Para voltar, há um ponto de ônibus em frente a portaria principal do parque. *Obs: quando estivemos lá, ao tentar pegar os ônibus na volta, por volta das 17h, os motoristas não paravam. Ao pegar carona em uma viatura de policia, eles nos disseram que os ônibus não param no final da tarde simplesmente por ‘medo’! Quanto custa: neste momento (outubro de 2017) a entrada é gratuita. O valor da passagem de ônibus está entre U$ 2 – 2,50 . Fontes: http://www.ambiente.gob.ec/parque-nacional-cajas/ http://parque-nacional-cajas.org/location.html http://www.enjoyecuador.net/espanol/lo-nuevo/cuenca-parque-nacional-cajas.shtml A seguir, algumas fotos do parque, tiradas em outubro de 2017:
  5. 1 ponto
    Olá pessoal, Eu gostaria de compartilhar minha experiência na Nova Zelândia, pois quando eu programava minha viagem eu tive muuuitas dúvidas, então conto de forma abrangente por onde passei, qual era meu foco, alguns hostels, cidades e atividades que fiz. Espero que ajude. UMA COISA MUITO IMPORTANTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! VÁ!!!!!!!!! APENAS Vá!!!!!!!!!!! ABRA seu coração e VÁ para Nova Zelândia! Todo o resto vc vai entender quando chegar lá hehe Fiquei 18 dias na New Zealand, voltei dia 6 de novembro 2017, o que posso dizer com certeza é que a NZ é incrível, a única coisa que me arrependo é de não ter ficado mais dias rs. Acho que a primeira coisa é definir o objetivo: - Qual é seu foco? Natureza? Esportes radicais? Cultura? - Pretende conhecer as duas ilhas? Se sim precisará de mais tempo. - Como vai se locomover? Pretende pegar bus? Alugar carro? Pedir carona? (isso tudo é bom definir ou ter uma idéia, pra saber quanto tempo precisará, por exemplo: na ilha sul, normalmente o onibus entre as cidades saí uma vez por dia apenas). Vou compartilhar a minha experiência, ainda ta beeeem fresco na memória hehe então consigo dar detalhes. (Desculpem os erros de concordancia e pontuação haha, a empolgação em falar sobre a viagem é maior do que a capacidade de escrever corretamente =P) Fui sozinha, então optei por ficar em hostel e viajar de bus para conhecer pessoas. Meu foco era natureza, trilha e aventura na ILHA SUL, eu dei uma pesquisada e fui apenas com quatro coisas definidas: 1 - As duas primeiras noites no hostel de Auckland - Haka Lodge (Peguei um quarto pra 20 pessoas. Adorei as camas tem cortininha e o banheiro comunitário super limpo, mas achei meio longe). 2 - O segundo dia o passeio para Hobitton em MataMata (Fechei pelo site da própria intercity, se fechar por alguma agência local, o preço é bem parecido) 3 - A passagem de avião para Queenstown (Fechei pela Air New Zealand pois o preço era melhor) 4 - A primeira noite no hostel em Queenstown (Nomads - peguei um quarto para 6 pessoas com banheiro dentro do quarto, adorei, além de ter o próprio banheiro, quarto com menos pessoas é mais fácil pra fazer amizade, o banheiro comunitário achei meio sujo, a localização excelente). SÓ fiquei em hostel, quarto misto, não tive problema NENHUM. Super seguro, a galera larga mala aberta, laptop em cima da cama, os caras não ficam olhando, pessoal super respeita. TODO o resto eu fechei lá mesmo. Na maior parte das cidade da NZ tem centros de ajuda ao visitante chamado ISITE, lá há centenas de panfletos com sugestões de passeios, e por lá você pode pesquisar e também comprar passagem de bus (Intercity) entre as cidades e também fechar hostel. Dependendo do mês que você vai, é necessário fechar passeios e hostels com dias e até semanas de antescedência, no verão e no inverno a NZ bomba, se não tiver acomodação e passeio definido, pode ser que não consiga na hora (essa informação foi o povo local que me passou). No primeiro dia em Auckland eu peguei o ferry boat até a ilha de Waiheke e optei por fazer o Zipline que são 3 tirolesas, é legalzinho mas não é suuper aventura, nem dá medo, a ilha é linda, tem mais opções por lá, vinhedos e tem que perguntar no quiosque no porto, pra ver outras opções de passeios e outras ilhas. No segundo dia fui para Hobbiton, sou fã do Senhor dos Aneis então pra mim era um "must do" amei, é incrível, emocionante, a primeira cerveja é de gratis =D. No terceiro dia fui para Queenstown e quase que desisti de ir para outras cidades hehe, é meio difícil de descrever rs, só sei que amei e pra mim é a cidade mais linda e legal que eu já vistiei rs, todas as pessoas que eu conheci na NZ concordaram que é a melhor cidade. A galera de forma geral viaja sozinha, não tem frescura, todo mundo é muito aberto. Lá eu fiz a trilha de Queenstown Hills, a vista é linda S2!!!!! Em Queenstown você tem vááárias atividades, pode fazer Bungee Jump, tem vários! O primeiro do mundo, o mais alto do mundo e tem uma outra empresa que faz no canyon, todos os lugares são lindos. Eu optei por fazer o Nevis Swing, o mais alto do mundo que fica ao lado do bungee jump mais alto do mundo (https://www.bungy.co.nz/queenstown/nevis/nevis-swing/?gclid=EAIaIQobChMInamK7dnX1wIVh7jACh1orA4BEAAYASAAEgIBYvD_BwE). Valor: 200 dolares, mais 100 dolares para as fotos e videos no pen drive, se você optar em fazer por exemplo o Bungee e Swing, consegue desconto fazendo os dois pelo Aj Heckett (a outra empresa eu não fiz). Ainda em Queenstown você pode fazer o paragliding e também o passeio de asa delta (eu não fiz pq o tempo não colaborou e o voo foi cancelado). Tem a lancha rápida, acho que são três empresas diferentes que fazem, elas andam em caminhos diferentes do lago e rio, e rola um pouco de emoção (nada de morrer de medo, mas é legal), vc escolhe de acordo com o que quer ver. Eu escolhi a Kjet só pq era mais barato 95 dolares. Luge - esse é bem divertido, tipo um carrinho de rolemã, vc pega o teleférico (Gondola) até o topo da montanha, (é legal ir com uma turma), e pode escolher se quer ir apenas uma vez, várias vezes, fui com dois caras que conheci no hostel e escolhemos duas vezes, uma em cada pista, a segunda pista é mais rápida, beeem legal, a vista é TOP (https://www.youtube.com/watch?v=pXNE-HFn5hc). Quadricículo - Eu fiz pela empresa OFFROAD, ele fica ao lado do Bungee e Swing mais alto (nevis), eu adorei, tem uma outra opção que é na montanha, como eu já havia feito a trilha de Queenstown Hills eu optei pelo OFFROAD. Há muitas outras opções em queentown, passeio de balão, helicoptero, mais trilhas tipo a Ben Lomond que é bem famosa e nível mais difícil, no ISITE ou mesmo nas agencias tem vários flyers com as atividades e também atividades em outras cidades. Nada é muito barato, mas na minha opinão compensou pois foram atividades diferentes que super valeu a pena. A partir de Queenstown fui para outras cidades. - MilfordSound - passeio de um dia, lá você anda de barco no mar da Tasmania o meio dos Fiordes, tem cachoeiras no meio das montanhas, da pra ver os golfinhos nadando do lado do barco, e só o caminho de Queenstown até Milford Sound é incrível, muito lindo! Todos da região recomendam essa passeio, valeu muuito, ameiii. - Glenorchy - aproximadamente 40 minutos de Queenstown - passeio de um dia, carro 4x4, esse passeio tem o foco de mostrar lugares que foi gravado o Senhor dos Aneis e conhecer um pouco da história dos bastidores do filme, a natureza é exuberante. - Wanaka - lá é legal tirar um ou dois dias, eu fiquei dois dias, fiz a trilha de Mt Iron, queria fazer a de Roys Peak, mas era a época que as ovelhas estão dando cria então fecharam a trilha. Fiz um passeio de 4x4, bem legal, lugar liiiindo fazenda particular, também com foco em ver alguns lugares que foi filmado o Senhor dos Aneis, mas mesmo se você não ligar pra isso, a natureza é maravilhosa e é possível ver outras faces do Lake Wannaka, dar comida para as ovelhas e alpacas S2. Em Wanaka tem kayak e outras trilhas também, o ISITE fica na frente do ponto do bus então é fácil. Fiquei no Base Hostel, ótima localização, bem limpo. - Franz Josef - cidade com 300 habitantes, acho que hoje eu não colocaria no meu roteiro. Eu queria fazer o Heli Hike, achei que não compensou muito, você pega o helicoptero até uma parte da montanha que tem gelo e lá você fica andando com o guia, é legal, mas não tem neve, só gelo, pode ser que isso mude com a época do ano, como era primavera minha visão foi essa, conversei com outros dois gringos que também esperavam mais, não vimos grutas de gelo, só gelo. Em Franz Josef chove 200 dias por ano, então pode ser que chegue lá e não consiga fazer o passeio de helicoptero, talvez compense mais fazer em Mt Cook ou mesmo em Queentown. Um dia eu peguei tempo fechado, com nuvens, optei por fazer o kayak no lago, eu adorei!!!!!! Há atividades parecidas na cidade ao lado Fox Glacier, não conheci ninguém que foi pra lá, parece que Franz é mais famosinha, mas segundo as informações das mocinhas do ISITE, FOX é igual a Franz. - Mt Cook - lindo maravilhoso, incrível, sonho! Um mini vilarejo com apenas dois hostels e dois hotéis e umas casinhas, não tem supermercado. Lá tem trilhas, a mais famosa é a HookerValey, e realmente é lindo o lugar, um dos meus favoritos. Mt cook é a montanha mais alta da Oceania, com mais de 2 mil e 500 metros de altura. Fiquei um dia, mas acho que pelo menos dois dias seria legal, pra fazer duas trilhas pelo menos. Eu fiquei no YHA hostel, conversando com um pessoal depois, falaram que o outro hostel tinha café da manha e janta e era mais legal, não pesquisei rs. - Tekapo - O lago é incrível, depende da época do ano e do tempo a cor muda. Eu fiquei em um motel que tem uma parte de hostel, fica ao lado do ponto de bus e de frente para o lago, do lado do ponto de bus tem o supermercado, então a localização foi ótima, ali perto tem restaurantes muito bons tb. O hostel eu achei ok para uma única noite rs. Na cidade é legal visitar o Mt John Observatory na madrugada, eles te recebem com um chocolate quente hehe, te explicam sobre o universo, e é possível observar as estrelas, é um dos melhores lugares do mundo para observação de estrelas, eu adorei a experiência, para quem curte isso, ver nascimento de estrela, estrela morrendo, "estrela" cadente vale muuuito a pena. É difícil dizer o que eu mais gostei, fiquei encantada com tudo, mas Mt Cook, Queenstown, Milford Sound acho que foram meus favoritos e Hobbiton tb é claro hehe. Outras infos: SUPER, HIPER, ULTRA, MEGA, MASTER seguro. Sobre ir pra NZ sozinha: Eu já viajei sozinha algumas vezes pelo Brasil, mas fora do país foi a primeira, A-D-O-R-E-I viajar sozinha pra lá, fiz muuuitas amizades, e vc só fica sozinho se realmente quiser, principalmente em Queenstown tem muuuita gente viajando sozinha, no mesmo barco, querendo fazer amizade hehe, ou seja vc faz amizade no bus, no hostel, na rua, no lago, no passeio, em todos os lugares!!!! haha Amigas, podem ir sozinhas e não sofram e nem tenham medo rs. Hostel eu fechei pelo aplicativo do HOSTEL WORLD, mas se você for fora de alta temporada, da pra pesquisar por lá e fechar na hora que chegar no hostel, fica mais barato, eu fiz isso várias vezes, mas Mt Cook e Franz é importante fechar antes. Bus eu viajei apenas pela intercity, achei super organizado, eles possuem wifi no bus, o motorista conta um pouco sobre a história do lugar, faz paradas pra pontos legais pra fotos, no site tem dicas de rotas, preços e se comprar o passe com X horas saí mais barato do que fechar separadamente as viagens. http://intercity.co.nz/ Muita gente viaja de carona, eu não tive coragem, mas disseram que é bem comum e seguro. Dizem que alugar carro é melhor pois fica livre pra ir a hora que quer e tudo mais, eu gostei de viajar de bus pois tive a oportunidade de fazer amizades. Peguei várias idéias pelo site oficial da NZ mesmo: https://www.newzealand.com/us/destinations/ Na Nova Zelandia tem muuuito brasileiro, então a gente meio que se sente em casa hahaha. Conheci gente da Alemanha, França, Italia, Suiça, Inglaterra, Noroega, Portugal, Irlanda, EUA, Canadá, Japão, China, Filipinas, Australia, ou seja pra quem quer treinar inglês é excelente, pois há diversos sotaques diferentes S2! Eu não fiz passeio voltado pra cultura, das cidades que eu visitei senti meio americanizada, todos os lugares tocavam música americana, esses pop, e pop rock bem famosos, anos 80,90,2000, nenhum lugar escutei musica de lá, comida tb bem parecido com os EUA (Eu amo músicas americanas, ainda mais desse estilo, então curti muito). Compras - não achei barato as roupas nem souvenir. Não foi meu foco, então não pesquisei sobre compras. Curiosidade: A água é completamente limpa, portanto você só precisa de uma garrafa, e pode abastecer sua garrafinha em qualquer torneira do hostel. (Conheci um brazuca que teve probleminhas de ir ao banheiro e ele associou a água da torneira, eu não tive problema nenhum rs). Todo restaurante oferece água da torneira a vonts, e te servem assim que você senta na cadeira do restaurante / lanchonete. Na balada as garrafas de água ficam ali no canto, é só se servir. Espero que meu relato ajude. Se quiserem outras dicas e tiverem perguntas chama aí. =) Abraços.
  6. 1 ponto
    O vulcão Chimborazo é o mais alto do Equador, com 6.310 msnm (alguns lugares citam 6.268). Fica na Reserva de Produccion Faunistica Chimborazo. Está localizado na província de mesmo nome, aproximadamente 180km ao sul de Quito, entre as cidades de Ambato e Riobamba. Está rodeado por ‘páramos’ secos, sendo uma região com clima bem árido. Em pontos elevados, clima glacial. A temperatura gira em torno de 0 a 10 °C. Possui 2 refúgios, sendo a Cabaña Carrel a 4.850 metros e a Cabaña Whymper a 5.000 metros. O principal atrativo é a chegada ao primeiro refúgio e depois a subida ao segundo refúgio para quem tiver disposição, já que a altitude cobra seu preço dos visitantes. Mas há outras opções a serem feitas com guia, como trekkings e escalada, bem como o ciclismo de montanha. Entre a portaria principal e o primeiro refúgio há uma estrada de terra de aproximadamente 8 km a ser percorrida, sendo só subida. Alguns o fazem na caminhada, mas geralmente percorre-se esse trecho em veículos com guias que ficam estacionados na entrada do parque. No nosso caso, o guia nos cobrou U$ 20 pelo trajeto (ida-volta). É interessante citar, também, que é possível carimbar o passaporte no primeiro refúgio. Como chegar: o trajeto principal é o que sai desde o terminal de Riobamba, onde toma-se o ônibus que segue para Guaranda. Deve-se descer na entrada do parque. Para voltar, basta tomar o ônibus em frente a portaria , sentido Riobamba. Quanto custa: a entrada ao parque é gratuita (outubro de 2017). O valor do ônibus Riobamba-Guaranda é U$ 2,50. Fontes: https://pt.wikipedia.org/wiki/Chimborazo http://www.ambiente.gob.ec/reserva-de-produccion-de-fauna-chimborazo-26-anos-de-proteccion/ http://areasprotegidas.ambiente.gob.ec/es/areas-protegidas/reserva-de-producción-faunística-chimborazo A seguir, algumas fotos do local, tiradas em nossa visita em outubro de 2017:
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    Olá gente, vou começar um mochilão com uma amiga agora em fevereiro. O plano é ir para o Uruguai, Argentina, Chile e Peru. Além dos destinos mais turísticos alguma dica de locais/passeios/pessoas? Obrigada!
  8. 1 ponto
    Obrigada, me ajudou bastante ☺️. E você sabe se existe alguns festivais no período de janeiro /fevereiro?
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    @Maysa Roberto Dias Cesar Em Amsterdam vc não deve deixar de comer uma torta de maçã no Café Winkel 43, que fica no mesmo canal da Anne Frank house. Em Barcelona, não deixe de ir ao Park Guell, a igreja Sagrada Família e o museu Picasso e passeie bastante pelas Ramblas. Roma e Bélgica eu ainda não conheço.
  10. 1 ponto
    Amigo, fui dia 6 e voltei dia 12 de Dezembro deste ano. Fiquei em Airbnb em Bellavista, perto do Pátio Bellavista. Andei de metrô, ia e voltava andando do centro e raramente pegava Uber, pois lá é tudo perto. Basicamente comi na rua todos os dias (nem todos almocei ou jantei, comi mais besteira tipo subway, mcdonald's, etc...). Não fui a restaurantes caros. A noite saía para tomar uma cerveja, as vezes alguma baladinha, etc... No último dia comprei bastante lembranças para trazer. Gastei no total R$650. Espero que tenha te ajudado. Abraços e boa viagem!
  11. 1 ponto
    Gostaria de propor uma sessão ou tag (fórum ou algo do tipo) específica para viagens com crianças pequenas. Sempre usei o mochileiros.com. Seria legal ter uma forma de buscar viagens específicas para crianças já que para esse público as características das "aventuras" são um pouco diferentes.
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    1° dia De Curitiba a Ita Ibaté, Argentina. 1080 km. Dia de deslocamento apenas, sem muito a relatar. De Curitiba a Ponta Grossa pista dupla em ótimo estado. De Ponta Grossa a Guarapuava pista simples na maioria do percurso. A partir de Guarapuava pista simples em bom estado com pequenos trechos ruins até chegar na divisa de Barracão Paraná / Dionísio Cerqueira com Argentina. Em Dionísio Cerqueira fizemos o câmbio a r$ 1 por 5,55 pesos. A Expedição Andes por aí está atualmente na cidade de Itá Ibaté, Argentina. Percorridos 1080 km hoje. Preço da gasolina Curitiba 3,82. No caminho, no brasil abastecemos de novo a R$4,18. Na Argentina 26,27 pesos = R$ 4,73. Troquei reais na divisa em Bernardo de Irigoyen a 1 real por 5,55 pesos. Estamos em um hotel na beira do Paranazão e o custo é de 1080 pesos / 4= 270 pesos cada, ou seja R$ 48,00 + ou -. Custo por pessoa por dia em torno de R$ 180,00. Vamos ver se baixamos o custo. Pedágio Brasil: 56,10 Argentina: 40 pesos ou R$ 7,20 Combustível: 454,00 Alimentação: R$ 210,00 Hotel Piedra Alta: 1080 pesos = 194,00
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    Olá Tatiane Eu e minha namorada estaremos saindo de Brasília dia 28 iremos acampar em Guarajuba/BA até o dia 2. Se quiser colar com a gente. Whats 61 985613944
  15. 1 ponto
    @Gilson Venturini ajudou demais! Estamos na duvida sobre trem ou aviao por que em alguns sites vimos que o trem pode chegar a 5 horas e em uma viagem corrida é muito tempo e o preço que estamos tendo entre um e o outro o avião está saindo mais em conta ou o mesmo preco. Mas 2h e meia é bem pouco.. com esse tempo pode valer a pena. Podemos voltar a avaliar essa opcao entao. Vou buscar umas opções nesse bairro para estadia. Obrigadaaaa
  16. 1 ponto
    Olá Tatiane... estarei em Natal.. do dia 29 ao dia 04/01.. vou sozinho.... se for pra la....avisa ai... boa viagem...
  17. 1 ponto
    A passagem eu comprei na promoção, comprei pela Qantas, convertendo o dolar, IOF, ficou em torno de R3,500. Hostel em torno de 30 dolares NZ por dia, um ou outro ficou mais caro, depende se quiser pegar um quarto com mais gente e sem banheiro dentro do quarto. Gastei mais com alimentação e passeios. Se vc quiser economizar com alimentação, pode fazer compras no supermercado e fazer a própria comida no hostel. Cada passeio é no mínimo 100 dolares NZ. Eu fiz algumas compras, roupa é meio caro lá, então meu cartão fechou e não sei dizer exatamente quanto gastei em hospedagem, comida, passeio e transporte, acho que em torno de uns 10 mil reais. O bus, se comprar o passe com X horas, e ir descontando essas horas, deve ficar mais barato pelo que me falaram lá. Outra dica é levar cash mesmo, fica mais barato do que IOF do cartão.
  18. 1 ponto
    Olá.. tudo o que você procura está em Porto Seguro/Arraial d'ajuda! Trancoso também é bem perto, região toda bomba em Janeiro.. Moro em Porto Seguro, então, posso te dar algumas dicas se escolher essa região.. Boa sorte!
  19. 1 ponto
    Venha pra Salvador!!! Aqui tem tudo que vc está querendo. Praias bonitas, vida noturna, ilhas paradisíacas "facinho" de ter acesso.
  20. 1 ponto
    ola tatiante, super indico jericoacoara, o lugar e incrivel e a energia e sensacional, um dos melhores lugares que ja estive aqui no brasil.! eh irado demais! de uma olhada tb em morro de sp na bahia, estou indo para la dia 04, ouvi dizer q eh irado tb, a noite tem umas baladas alternativas e as praias sao demais.! caso interesse passar por la tb, tomamos umas cervejas por la
  21. 1 ponto
    Pipa, aqui no RN. Belas paisagens com um vida noturna agitada, cheia de bares, restaurantes e boates. Daí para dá para vc visitar lugares como a Baía Formosa e a Barra do Cunhaú. Quiser dicas é só falar aí
  22. 1 ponto
    ola Tatiane estou indo em fevereiro para trancoso e porto seguro...
  23. 1 ponto
    Morro de São Paulo. Estou indo para lá e para Boipeba em janeiro (porém ainda sem datas definidas).
  24. 1 ponto
    Vi esse video, eu vou fazer ate cusco com essa empresa, até porque as paisagens sao lindas
  25. 1 ponto
    Se forem ficar em camping então uns 2 mil dá tranquilo pra passar uma semana. Senão, nem pensar, Morro é caro demais
  26. 1 ponto
    To indo pra Morro a partir do dia 14 de Janeiro. Um amigo meu também foi e disse que é muito fácil pra fazer amizade e é bem agitado nessa época. Criei coragem e programei a viagem!
  27. 1 ponto
    Não falei nada,coxinha! Falei do relato do Humberto ,sabe ler???? Net é mentira sim,lugar de proliferação de reação. Caracas não falei nem falo nada, nunca fui lá. Quer acreditar em capitalista,acredite,só não coloque palavras na minha boca.
  28. 1 ponto
    Oi Ana Carolina, também estou pensando em ir em Abril e procuro cia, sou do Pr e vc ?!
  29. 1 ponto
    Bela Viagem parceiro. parabens.
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    Vim de um mês lá agora e te digo desligue a Tv e vá p o paraíso mas a área perto de Roraima sei la prefiro Merida q e muito melhor vai conhecer pouco em dois dias perto da fronteira a trip dos picos nevados de Merida vale mais a pena q Roraima e custa 10 x menos
  31. 1 ponto
    Passei um mês lá em nov de 17 e digo com toda certesa q tudo q dizem do país é uma grande mentira. Vou voltar em fevereiro e se pudesse moraria lá fácil. Quer se sentir rico onde o povo é super legal é tudo é lindo esse é o lugar. Só não discuto com gente q fala merda q vê na tv sem conhecer o pais blz. Merida e o melhor
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  33. 1 ponto
    nossa, obrigado por apresentar esse belo lugar, sou do RS e nunca tinha ouvido falar tbm!!
  34. 1 ponto
    Segue breve relato de locais que visitamos em um mochilão de 20 dias na Bolívia em março de 2015. Trajeto da viagem: i. Sugestão de avião: https://www.boa.bo/. Costuma ser o mais barato. ii. Sugiro pegar o voo que vai para La Paz (alguns vão para Santa Cruz, eu não conheci a cidade pois ela fica mais distante dos demais locais que visitei). iii. Em La Paz procure um hostel de no máximo 1-1,5 km da Igreja de São Francisco de La Paz (de preferência do outro lado da Avenida Ismael Montes). Achei um pouco perigoso as ruas atrás da Igreja à noite (embora eu tenha ido lá toda noite). iv. Em La Paz tem muitos locais interessantes de conhecer, entre eles: Museu Etnográfico, Plaza Murillo , teleférico (leva para a parte alta da cidade, passeio imprescindível para ter uma nova visão socioeconômica da cidade), na região perto da Igreja tem algumas ruas que vendem produtos para turistas. Por alí tem uma escadaria com um restaurante vegetariano bom (Tierra Sana, na Calle Tarija 21). v. Estive em La Paz durante o Carnaval. Este é um dos principais eventos culturais do ano do país e, se possível, sugiro ir neste período. Plaza Murillo Avenida Ismael Montes perto da Igreja de São Francisco de La Paz Entrada do Museu Etnográfico Foto do carnaval de rua vi. A cerca de 1h30 de La Paz fica a montanha Chacaltaya. Algumas agências realizam passeios para conhecê-la. O local é muito bonito (principalmente se o tempo colaborar, o que não foi o meu caso) e, se tiver com um dia de sobra, vale a pena fazer o passeio. Para ir ao local é preciso estar muito bem agasalhado, pois fica a cerca de 5 mil metros. Chacaltaya vii. Fazer o passeio de bicicleta na Estrada da Morte também foi uma das melhores experiências nos arredores de La Paz. O pacote que as agências oferecem é um dos passeios mais caros realizados no país (assim como os pacotes de Uyuni). Acredito que fiz o passeio com a agência Altitude e recomendo. O passeio na Estrada da Morte começa ainda na estrada em uma longa descida em alta velocidade. Esta região inicial do passeio é muito bonita por conta da cadeia de montanhas do local. Durante todo o trajeto é preciso muito cuidado para equilibrar a atenção entre a beleza do local e os riscos de andar em alta velocidade em uma estrada com poucos, mas grandes buracos. Menos que em São Paulo. viii. Após passar cerca de 4 dias em La Paz pegamos um ônibus na estação central em direção à Copacabana. O trajeto leva cerca de 3h30. Em Copacabana vale subir até o Cerro Calvario, conhecer a Igreja e caminhar até o final da ‘praia’. No final da ‘praia’ há um local para camping. De Copacabana partem os barcos que levam às ilhas do Lago Titicaca. ix. Sugiro ir para a Isla del Sol e por alí realizar a caminhada guiada e dormir no Refugio Ecologico Wiracocha. Sem dúvida este é o melhor local para se instalar, pois tem a melhor vista da ilha (entre os locais possíveis de se dormir), ótimos quartos e maravilhosa receptividade dos donos do local. O Refugio fica no topo da montanha, logo após chegar de barco ir para o lado esquerdo e subir a montanha até faltar ar. Chegada na Isla del Sol Vista do Refugio Fotos da Ilha x. Após ir para a Isla del Sol voltamos para La Paz e no dia seguinte pagamos um ônibus direto para o Salar de Uyuni. Compensa comprar antes esta passagem de ônibus para não correr o risco de chegar por volta das 22:00 e estar sem passagens ou apenas com as mais caras. De La Paz para o Salar são cerca de 9 horas de viagem. Recomendo realizá-la durante a madrugada. Assim que chegar na cidade haverá muitas agências oferecendo o passeio. Recomendo fechar um pacote que inclua o passeio no Salar e em todas as lagunas, de preferência com um motorista/guia simpático e responsável (o que não foi o nosso caso), pois ele irá guiar a turma por dois dias. O passeio nas lagunas é muito bonito, embora cansativo, pois boa parte do passeio é feita dentro de um 4x4. Dormir no deserto é uma experiência sensacional. Fotos do Salar de Uyuni Fotos do deserto, lagunas e geysers xi. Depois de conhecer durante dois dias a região do Salar e das lagunas fomos para Potosí. A viagem até lá é curta, demora cerca de 2 horas. Em Potosí recomendo o Hostal La Casona. A cidade é muito bonita. Recomendo fazer o passeio na mina. Potosí xii. Após Potosí fomos para Sucre. Esta viagem demora cerca de 3 horas. Em todas as cidades comprar os bilhetes de ônibus foi muito fácil e barato. Sempre tinham muitos horários para pegar os ônibus entre as cidades. xiii. O centro histórico de Sucre é muito bonito. Sugiro caminhar até a Praça da Recoleta e ver o pôr do Sol por lá. Ao lado da praça há uma feira de artesanato e um restaurante com a vista mais bonita da cidade. Este é o restaurante mais caro que estive na Bolívia. Mas o preço do prato com uma jarra de suco não passou de um prato feito em São Paulo. Vista de Sucre do restaurante (foto extraída da internet) Vista de Sucre da Praça da Recoleta (foto extraída da internet) xiv. De Sucre voltamos para La Paz. De lá fomos para Coroico. Esta cidade fica em uma cadeia de montanhas em uma região mais baixa que La Paz. A temperatura no local é mais quente que nas demais cidades que visitamos. Por lá fomos em uma cachoeira, pudemos conhecer um pouco esta região em que são realizadas muitas plantações de coca e fazer caminhadas.
  35. 1 ponto
    Olá! Depende mais especificamente de quais cidades tu queres visitar. Fui em julho deste ano e fiz os seguintes deslocamentos de trem: Roma-Nápoles, Nápoles-Pompeia, Pompéia-Sorrento, Salerno-Nápoles, Nápoles-Taormina (trem noturno), e depois, dentro da Sicília, somente um bate volta de Palermo a Cefalù. Foi tranquilo, um ou outro atraso, mas nada que comprometesse a viagem. Alguns outros trajetos, como de Taormina a Agrigento e pros lados da costa oeste da Sicília eram péssimos (poucos horários, baldeações, etc), acabei desistindo do trem e alugamos um carro por uns dias (eu e meu marido, em duas pessoas o custo ficou pouca coisa maior do que o trem e ganhamos muito tempo, ótimo custo-benefício). Quanto ao Eurail Pass, quando fui para a Itália pela primeira vez, em 2014, comparei o valor do passe com o valor unitário dos trechos que eu pretendia fazer, consultando no site da Trenitália. Era ridiculamente mais barato comprar individualmente os bilhetes. Nessa segunda viagem, nem fiz essa comparação, então acho válido que tu faças esta consulta ao site, simulando os trajetos que tu pretendes adquirir, e compare o valor total. A simulação no site da Trenitália também vai servir para que tu vejas a disponibilidade de horários e tempo de deslocamento até os lugares que tu queres ir, aí tu analisas se fica viável ou não. Abraço!
  36. 1 ponto
    Você pode acrescentar no seu roteiro a cidade Quissamã-RJ. ¨Comunidade quilombola¨. Bom passeio...!
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    @Jackson Lincoln Lopes Vc entrou no monumental de Nunez? Estava lá em 1998 quando Juninho marcou o gol monumental, é ficando velho,quase 20 anos...
  38. 1 ponto
    Muito bom o relato! os valores no excel , são para 2 pessoas?
  39. 1 ponto
    Cais do Valongo e Pedra do Sal no Rio de Janeiro. O primeiro foi até declarado patrimônio da humanidade pela Unesco
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    Dia 3: A chegada em Uyuni e um dia inesquecível A viagem demorou umas 7 horas e pouco, durante o trajeto o motorista parou no meio do nada para usar o banheiro (natural mesmo) e eu desci até que não estava tão frio. Chegamos em Uyuni às 4:10 estava um frio de -4 (nunca havia sentido tanto frio) , quando descemos nos juntamos a uma brasileira chamada chamada Katharina (Katharina é carioca) ela iria nos acompanhar por uns dias no início da viagem e iríamos ver a mesma algumas vezes depois no Peru e na Bolívia também. Logo de cara um cara nos abordou oferecendo tour como estava muito cedo eu de cara recusei e chamei as meninas para andar rumo ao centro como se eu soubesse onde era hahaha, andamos uns 100 metros e logo o cara apareceu na frente e perguntou se nós queríamos ir até um café de cara eu perguntei se era o nonis e ele respondeu que sim não pensamos duas vezes e fomos para o café salvador da Nonis, alooo mochileiros olha o cafezinho novamente ai. Chegando lá e já estávamos um pouco mais quente e o cara da agência que se chamava Gaston começou a nos explicar como seria o tour pelo Salar e quando ele nos falou o preço de 650 bols (com transfer para o Atacama) certo de que não iríamos encontrar por menos logo fechamos o passeio com ele, a agência é a Dali tours e eles fazem o pôr do sol, como já tínhamos o passeio fechado fomos tomar café e eu peguei um café simples por 15 bols e começamos a conversar e enquanto isso já deixamos tudo carregando o negócio ficou uma gambiarra linda até tirei uma foto para que vocês pudessem ver ahaha. (Gabiarra ninja padrão BR, Uyuni 2017) O guia chegou às 8:00 para que nós pudéssemos ir até a agência deixar nossas coisas lá e para que pudéssemos comprar algumas coisas para levar para o Salar já que haveria poucos pontos e seria bem mais caro que na cidade de Uyuni, fomos comprar agua e cada um comprou cerca de 6 litros de agua para os três dias por 15 bols, nosso grupo do Salar seria: Eu, Katarine, Katharina, Elena (uma canadense que nós adotamos ela pro nosso grupo e que amor é essa pessoa, depois eu deixo o insta dela aqui para que vocês possam ver o quanto ela é fofa), Sara (espanhola) e a amiga dela que eu não sei o nome e chamei de Amanda. Voltamos para a agência e ficamos esperando o tour sair, uma 10:45 partimos rumo nossa primeira parada que seria o cemitério de trens, nosso tempo lá seria de 40 minutos para fazer algumas fotos e explorar o local, fizemos as fotos e voltamos para o lugar na hora marcada só que cadê nosso carro? Cadê nosso guia? Sumiu, perguntamos para alguns outros guias e eles disseram que é normal o guia voltar até a cidade já que o cemitério está só a 5 minutos da cidade para comprar alguma coisa que faltou e nesse meio tempo as meninas começaram a brincar chamando o nome do guia, Omar, Omar, Omar que era o nome do nosso guia e que futuramente iria virar um meme entre eu e a Katarine minha parceira por toda a viagem. Depois de 15 minutos o Omar chegou e ai partimos para enfim conhecer o Salar. (Cemitério de trens, Uyuni 2017). (Cemitério de trens, Uyuni 2017). (Cemitério de trens, Uyuni 2017). (Cemitério de trens, Uyuni 2017). (Cemitério de trens, Uyuni 2017). Demorou uns 25 minutos para chegar ao Salar e antes para em uma feira de artesanato que eu esqueci o nome, acabamos por não comprar nada no local e então partimos para o Salar e vou contar para vocês avistar aquela imensidão branca de longe deu um arrepio na alma e uma sensação de dever cumprido que iria se repetir muitas vezes durante essa viagem. Nossa primeira parada no Salar foi o monumento Dakar/Las Bandeiras lá também tem o primeiro hotel de sal construído que hoje é mais um museu do que hotel e foi lá que a gente almoçou. O menu da vez era omelete para vegetarianos e pollo para quem não era acompanhados de uma salada de vagem, cenoura, brócolis e couve flor, coca, água e uma mexerica de sobremesa. (Monumento Dakar Bolívia, Uyuni 2017). (Monumento las bandeiras, Uyuni 2017). (Salar de Uyuni, Uyuni 2017). Depois do almoço partimos para o meio Salar fazer às famosas fotos de perspectiva que ficaram muito foda (parece fácil mas dá um trabalho fazer essas fotos e deitar no Salar requer um cuidado bem grande) fotos prontas então partimos para a Isla del Pescado, o lugar é fantástico e você fica se perguntando como aqueles cactos ainda estão ali sendo que eles cresce 1cm por ano e tem coisa de 12m haha é necessário pagar uma taxa de 30 bols para ter acesso a ilha é opcional, ficamos uma hora e 20 por lá e depois fomos para onde acompanharíamos o pôr do sol que fica um pouco afastado no Salar. (Da esqueda para a direita: Katharina, Katarine, Elena, Eu, Amanda e Sara, Uyuni 2017). (Katarine pisando em todo mundo haha, Uyuni 2017). (Dinossauros no Salar, Uyuni 2017). (Isla del Pescado, Uyuni 2017). (Isla del Pescado, Uyuni 2017). (Isla del Pescado, Uyuni 2017). O Pôr sol deu seu espetáculo particular junto de uma subida da lua no outro lado do Salar, o burro esqueceu de fazer uma foto 360, foi a primeira vez de muitas que eu me permiti derramar algumas lagrimas durante essa viagem, obrigado Deus. (Pôr do Sol no Salar, Uyuni 2017). (Subir da lua nem sei se isso existe mas eu curti chamar assim , Uyuni 2017). Em seguida partimos para o hostel que parecia ser no Chile pois não chegava nunca haha, chegamos no hostel e a primeira coisa que eu fiz depois de pegar meu mochilão no carro (uma coisa muito importante é tudo o que você for usar no dia deixe com você pois o guia/motorista não mexe em momento nenhum durante o dia nos mochilões que vão na parte de cima do carro só irá retirar quando chegar no hostel), aproveitei e tomei um banho pagando 10 bols por água quente a regulagem do chuveiro é sinistra mas até que consegui tomar um bom banho entre agua gelada e escaldante kkk. Depois fomos jantar e tinha sopa de entrada com frango empanado e papas fritas e para quem era vegetariano tinha batata frita, estava muito bom, por fim ficamos conversando e depois fomos dormir e dormimos em um quarto eu, Katarine, Katharina e Elena e em outro as espanholas. Próximo capítulo: Lagunas altiplanicas e uma noite muito louca
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    Olá pessoal! Depois de tantas viagens, sempre usando dicas daqui, finalmente tomei coragem para escrever um relato. Durante os meses de janeiro, fevereiro e março/2017, eu e meu namorado, Renato, conseguimos tocar um projeto antigo, que era percorrer a Huella Andina Patagonica, uma trilha de longa distancia (aprox. 550km) no norte da Patagonia argentina, pela zona da cordilheira. Informações gerais sobre a trilha A Huella Andina uniu trilhas já existentes, criando uma trilha de longa distancia, para valorizar a natureza e a cultura local e, com isso promover o turismo. As trilhas atravessam tres provincias, Neuquen, Rio Negro e Chubut, e cortam 5 parques nacionais, PN Lanin, PN Los Arrayanes, PN Nahuel Huapi, PN Lago Puelo e PN Los Alerces.O projeto era apoiado pelo governo e contava com a ajuda de voluntários. A sinalização da maioria das trilhas é impecável, e o projeto contava ainda com um guia de campo e um site que continha informações variadas, como por exemplo, a condição de cada trilha. Além disso tem também uma série promocional dividida em vários capítulos disponivel no youtube. Infelizmente, com as mudanças no governo da Argentina, o novo presidente decidiu descontinuar o projeto, tirando o site oficial e todo o material que ele continha do ar. Dessa maneira, a melhor forma de tentar saber as condicoes das trilhas é acompanhar as páginas dos Parques Nacionais e refugios no facebook. Existe um grupo no fb que se chama Huella Andina, onde tem sempre informaçoes atualizadas. É também sempre importante passar nas intendencias dos parques para receber informaçoes e se registrar! Sobre a viagem Tinha MUITA vontade de fazer essa trilha desde a primeira vez que ouvi falar sobre ela, em 2014. Foram então quase 3 anos juntando dinheiro, comprando equipamentos adequados e planejando. Eu lia, estudava, assistia e absorvia absolutamente qualquer informação que encontrava sobre a Patagonia! O plano inicial era percorrer a patagonia inteira, de norte a sul, chegando até Ushuaia. Mas como imprevistos sempre acontecem, o tempo disponível se tornou inviável, então decidimos dividir a viagem e chegar mais ao sul em outra oportunidade. Nós criamos um blog, onde pretendemos atualizar (estamos enrolando desde março rsrs) com informações mais detalhadas sobre as trilhas, sobre equipamentos, e como nos preparamos e pesquisamos tudo: https://napatagoniaa.wordpress.com ROTEIRO 16/01 – Rio – Santiago – Pucon O voo saiu às 7:20 do Rio e chegou às 11:10 em Santiago. Trocamos pouco dinheiro no aeroporto, apenas para pegar o onibus que nos leva a cidade. Pegamos o onibus e descemos um ponto depois do terminal rodoviários onde se compra as passagens para Pucon (metro universidad Santiago), já que a única casa de cambio na rodoviária tem cotações HORRÍVEIS e enche o saco na hora de trocar o dinheiro (as notas não podem ter um amassadinho, mas te devolvem notas de peso velhas e rasgadas). No ponto seguinte tem um shopping com uma casa de cambio Afex, onde trocamos o dinheiro suficiente para comprar as passagens para Pucon e chegar ao centro, e depois fomos andando para a rodoviária. Compramos o onibus noturno pela Turbus e deixamos os mochilões num guarda bagagens que tem lá. Pegamos o metro para o centro da cidade e descemos perto da Calle Augustinas, onde fizemos o cambio de todo o dinheiro que pretendiamos gastar no Chile, demos uma volta e almoçamos por lá. As cotaçoes em Santiago são muito melhores do que as encontradas ao sul. Daí pegamos um metro para o Costanera Center, onde compramos algumas coisas nas lojas e mercados, fizemos hora, jantamos e voltamos para o terminal de onibus para viajar para Pucon. 17/01 – Pucón Chegamos cedo em Pucón e usamos o wifi do terminal para reservar um hostel. Deveríamos ter reservado com alguns dias a mais de antecedencia, pois estavam quase todos cheios e acabamos ficando em um hostel caro e ruim (pelo preço), Hostel Nature. Pretendiamos comprar a ascensão do vulcão Villarica, mas estava muitos mais cara do que das últimas vezes! Desistimos por medo de comprometer o orçamento da viagem logo no começo e acabamos comprando só o passeio para as Termas Trancura para o dia seguinte e ficamos curtindo a cidade. 18/01 – Pucón Trocamos de hostel no começo do dia e fomos para o Hostal Monica. Tudo muito limpo, excelente custo benefício. De tarde fomos para as termas, que são demais! Com vista para o vulcão, vale muito a pena. Quando voltamos compramos as passagens para Junin de Los Andes para o dia seguinte. 19/01 – Pucón – Junin de los Andes - San Martin de los Andes Pegamos o onibus em Pucon, que saiu mais ou menos as 10h. A viagem é bonita e agradável. Os tramites de fronteira foram rápidos e 5h depois chegamos em Junin de los Andes, de onde pretendíamos seguir para Villa Pehuenia (início da Huella Andina). Entretanto, não havia nenhum lugar que fizesse cambio em Junin, por isso tivemos que pegar outro onibus para San Martin. A passagem é barata e a viagem dura uns 40 min. O problema é que o onibus que nos trouxe a Junin segue viagem até San Martin, então se soubéssemos teríamos economizado tempo e dinheiro. Em San Martin, passamos no centro de informações turísticas, que estava bem cheio. A cidade toda estava, por sinal. Perguntamos sobre cambio e sobre hostels, já que não tínhamos wifi disponível para pesquisar pelo booking. Quase todos os hostels estavam cheios. Conseguimos um quarto compartilhado em um hostel um pouco afastado, tudo bem limpo e com um bom café da manhã incluido, mas bem caro. Trocamos reais na única casa de cambio da cidade, a uma cotação bem mais ou menos. Comemos as melhores empanadas na loja Noninos, fizemos compras no La Anonima, passeamos pela cidade e passamos no centro de informações do PN Lanín. Lá pegamos panfletos e nos informamos sobre condições das trilhas e maneiras de se chegar. Descobrimos que a primeira etapa da Huella estava fechada, parece que nunca chegou a ser habilitada, o que gerou uma pequena mudança nos planos. 20/01 – San Martin - Junin - Alumine Acordamos, tomamos café e fomos para o terminal de onibus. O onibus de San Martin para Junin sai de hora em hora. Chegando e Junin, descobrimos que só tem um onibus diário para Aluminé, que sai as 17h30 e chega às 19h45. A viagem para Aluminé é bonita. O onibus é um pouco velho e a estrada bem empoeirada. Eramos os únicos turistas... Chegando em Aluminé, fomo nas informações turísticas e descobrimos que o onibus para Ruca Choroy só sai as segundas e quartas (era sexta)! A senhorita que nos atendeu foi bem prestativa e ligou para vários taxis e transfers, tentando negociar o preço. Por fim, conseguiu que um amigo dela nos levasse por um preço bem mais em conta. Lá anoitece tarde, mesmo assim chegamos em Roca Choroy já escuro e montamos acampamento. 21/01 – Lago Ruca Choroy - Vivac Pampa de Castro Essa trilha estava prevista para ser feita da seguinte forma: (1) Villa Pehuenia – Moquehue - (2) Moquehue - Vivac Puesto Viejo - (3) Vivac Puesto Viejo – Ñorquinco - (4) Ñorquinco - Vivac Pampa de Castro - (5) Vivac Pampa de Castro - Lago Rucachoroy. Entretanto, os tramos (1), (2), (3) não estavam habilitados, e não havia onibus para Ñorquinco, por isso decidimos fazer Lago Rucachoroy - Vivac Pampa de Castro, no dia seguinte um bate e volta sem as cargueiras par Ñorquinco e no terceiro dia retornar para Ruca Choroy. Tivemos que andar cerca de 3km beirando o lago Rucachoroy ate o começo da trilha. A trilha é bem empoeirada, com poucas sombras e os tábanos (tipo de mutuca) são insuportáveis. Esporadicamente passa um carro ou outro e as vezes passamos por casas. No caminho passamos por muitas araucárias (chamadas de Pehuenes) e por muitos papagaios. A trilha passa por áreas de pasto com muita ovelhas, vacas e cavalos. Cerca de 2/3 da trilha é plana e sem muitas dificuldades, mas o trecho final é uma longa subida. Cruzamos pequenos riachos, alguns com pontes e outros que não davam nem pra molhar o pé. Ao final chegamos em Pampa de Castro, onde a vegetação predominante é um capim baixo onde o gado pasta. Existe uma cabana de madeira bem rustica que é usada por quem cuida das vacas, com uma cama, espaço para fogueira, uma mesa e alguns utensílios de cozinha. A área de camping consiste em um gramado para montar a barraca na beira de um rio, onde é proibido fazer fogo. Camping em Ruca Choroy Vivac Pampa de Castro 22/01 – Vivac Pampa de Castro - Norquinco - Vivac Pampa de Castro Deixamos a barraca montada em Pampa de Castro e fizemos um bate e volta a Norquinco com mochilas leves. A trilha começa com uma subida intensa, de cerca de 3km com desnível de mais de 200 metros. Após a longa subida, chegamos a uma área de pasto, onde a trilha contorna uma área com uma placa indicando ser de uma comunidade mapuche (so vimos uma cabana). Apos esse trecho, seguimos por uma área de bosque e uma longa descida. Passamos por um riacho com uma pequena cachoeira, ótimo para um descanso e para encher as garrafas (agua muito boa e gelada). Entramos então em uma área mais aberta e extremamente linda, com uma infinidade de flores do campo te acompanhando ao longo do caminho. Pouco depois a vegetação começa a mudar e se torna mais seco. Pouco tempo depois, chegamos a cascada coloco, uma linda cachoeira que é avistada ao longe. A partir dai a trilha segue sem muitas novidades até o lago Norquinco. Não fomos ate a guardaria do PN Lanin por conta do tempo para a volta, mas a trilha segue fácil beirando o lago. Ao chegarmos de volta em pampa, conhecemos o Freire, um mapuche quase gaúcho que tomava conta do gado. Ficamos conversando e preparando nossas refeições na cabana e depois fomos dormir. Freire nos disse que no dia seguinte seu chefe viria busca-lo numa 4x4 para levá-lo a Aluminé, então combinamos uma carona. 23/01 - Vivac Pampa de Castro - Lago Rucachoroy Esperamos até quase 15h o chefe do Freire, que deveria chegar 12h. Ficamos com medo de esperar mais e acabar ficando tarde, e resolvemos arrumar nossas coisas e fazer a trilha de volta. O tempo estava mais agradável por ser mais tarde, e a trilha foi mais fácil por ser só decida. Chegamos antes das 20h em Rucachoroy, comemos uma pizza e acampamos. 24/01 – Lago Ruca Choroy Como saímos tarde, acabamos perdendo o ônibus de segunda feira e tivemos que esperar até quarta para voltar. Foi um dia de descanso. 25/01 - Lago Rucachoroy - Aluminé Pegamos o ônibus de Rucachoroy para Aluminé. O ônibus para Junin/San Martin só sai bem cedo, então tivemos que ficar em Aluminé. Ficamos no Camping La Anita, a 2km do centro. O Camping era bom, possuindo parcelas com um fogão a lenha, pia e eletricidade. 26/01 - Alumine - San Martin - Junin - Puerto Canoa Acordamos as 5h, arrumamos tudo e fomos para a rodoviária caminhando. Acabamos pegando o ônibus no caminho. Tivemos que ir a San Martin trocar reais. Chegamos, usamos o wifi gratuito da rodoviária, fomos cambiar e comemos mais empanadas deliciosas na loja Nonino. Voltamos para Junin e compramos as passagens para Puerto Canoa pela empresa Transportes Castelli. Os ônibus saem ou as 9:45 ou 16:25 para ir e 12:30 e 19:10 para retornar. Fomos no mercado La Anonima fazer compras, próximo a praça San Martin. Pegamos o ônibus pontualmente. A viagem demora um pouco. Ao chegarmos em Puerto Canoa, o motorista nos disse para ir ate o ponto final (2km mais distante), porque em Puerto Canoa não haviam campings. Confiamos nele, mas no caminho, poucos metro após Puerto Canoa (onde fica o inicio da trilha para a base do vulcão), vimos uma placa de camping livre. Questionamos e ele afirmou que esse camping era pago e era mais distante que o do ponto final. O do ponto final era pago e tinha que atravessar o lago, o que também era pago. Por conta disso, decidimos andar de volta Puerto Canoa e nos informarmos na Guarderia. A guarda parque nos disse que o camping livre que havíamos visto era de graça, tendo que pagar apenas para atravessar, mas não havia nada, nem banheiros, apenas um local para montar a barraca. Decidimos ficar no camping livre por ser mais perto do inicio na trilha. Sinalizamos para que o barqueiro nos atravessasse num barco a remo. A travessia era paga, e o camping era gratuito, mas contava com parcelas com local para fazer fogo, mesas e um banheiro de uso comum (sem chuveiro). 27/01 - Puerto Canoa Faríamos a trilha para a base do vulcão, mas acordamos muito cansados e decidimos ter um dia livre para descansar, lavar roupas e organizar as coisas. Fizemos amizade com um casal de Buenos Aires, Walter e Jorgina e sua filinha Milena. Walter é professor de historia, mas fez um curso de guia de trilhas. Caminha desde novo e conheceu Aila, um dos primeiros moradores da região, que ajudou na demarcação do parque. 28/01 - Puerto Canoa - Cara Sur del Volcán Lanín A trilha começa pouco após a casa do guarda parque e tem a entrada bem marcada. A primeira parte é plana e segue por uma área de bosque, alternando trechos de vegetação mais e menos densa. A trilha passa a margear um rio pela direita, até atravessá-lo. Começa a margeá-lo então pela margem esquerda. O trecho final começa com uma subida muito íngreme, que está sinalizada como a ultima subida. Também há uma placa dizendo para recarregar a agua, entretanto, não ha riachos no local, então é necessário pegar agua um pouco antes. Pouco depois a subida se suaviza, mas continua por um longo trecho, saindo do bosque para uma região onde predominam os arbustos e continua subindo, ate chegar a um descampado, a partir dai é so pedra ate a base do vulcão. 29/01 – (9) Puerto Canoa – Aila Caminhamos uma boa distancia até inicio da trilha, a maior parte do tempo por um caminho no pasto paralelo ao lago. A trilha começa com uma subida muito íngreme, vencendo um grande desnível. Se sobe por cerca de 1h, e logo se suaviza. A trilha é muito interessante e bonita, em algumas partes atravessamos o rio por pontes improvisadas de troncos. Ao chegarmos, descobrimos que a “Población Aila” era na verdade um sítio, com uma família morando. Apesar de o guia indicar que teria proveduria, eles tinham somente os produtos do sítio para vender, ovos e pão caseiro. Compramos mesmo assim e comemos um dos melhores macarrões com ovo da viagem. O camping era num local muito bonito, na beira do lago. Tinha somente mais um casal acampando. Pensamos que não tinha banheiro, entretanto vimos um num local um pouco mais adiante no dia seguinte, quando seguimos a trilha para Termas. 30/01 – Aila - Termas de Epulafquen Mais uma vez, a trilha era muito bonita, mas longa e cansativa. Logo no começo, haviam dezenas de lebres no caminho, que se afastavam saltitando assustadas conforme nos aproximávamos. Também vimos dois carpinteiros (pica pau de cabeça vermelha, bem grande) e ossadas de cavalos na trilha, além de um ratinho. Deveríamos ter visto uma antiga máquina abandonada, mas passamos batidos. A trilha segue suave por um longo trecho e começa a subir por mais um longo trecho no final, até chegar na estrada, onde percorremos cerca de 4km até a área de camping. Em determinado momento na trilha encontramos o guarda parque Franklin vindo na direção oposta, em busca de um casal de alemães que tinha desaparecido na região a alguns dias. Quando ele estava voltando, encontrou conosco mais uma vez e foi nos acompanhando ao longo da trilha, até a estrada. Era um homem muito simpático, que enriqueceu nosso caminho com informações sobre a fauna, a flora e a região em geral. Obrigada, Franklin. O camping de Termas foi um dos piores, pois era caro, na beira da estrada, não tinha wifi nem nenhum serviço que justificasse o preço e foi onde tomamos o “banho quente” mais frio de toda a viagem!! Tinha proveduria, onde nos reabastecemos. 31/01 – Termas de Epulaufquen - Laguna Verde Trecho de conexão, sem dúvida um dos piores da Huella! Era só estrada o tempo todo, um sobe e desce, sem paisagens ou qualquer tipo de coisa interessante na maioria absoluta do tempo, o que fazia com que o tempo não passasse. O ponto alto foi o escorial do vulcão. O camping em Laguna Verde era bem aceitável. O banho quente era bom, e o camping bonito, na beira do rio, com parcelas para montar a barraca, local para fazer fogo e proveduría. Achamos um pouco caro, mas depois vimos que estava na faixa de preço dos demais ao longo da Huella. 01/02 – Laguna Verde - Rincón de Los Pinos Trilha extremamente bonita! Começa contornando a Laguna Verde, logo depois começa a subir, subir, subir, até sair da linha das arvores e chegar na parte onde pequenas moitas, pouquíssimas arvores e muitas cinzas dominam a paisagem. A trilha é marcada majoritariamente por estacas de madeira, com a ponta pintada de azul e branco. Nesse descampado já é possível ver toda a região que foi percorrida nos dias anteriores e o vulcão lanin, sempre atras. A trilha é realmente muito bonita e é impossível não querer tirar fotos o tempo todo, o que fez com que fossemos em um ritmo mais lento. Após esse campo de altidude, entramos novamente numa parte com vegetação mais densa e começamos um longo trecho com muito sobe e desce, até chegar no campo aberto de capim alto, onde após algum tempo é possível ver o refugio. Chegamos muito cansados e fizemos o jantar. Demos uma olhada no refugio, mas preferimos montar a barraca do lado de fora por causa do rantavirus. Continua...
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    opa,... primeiramente me perdoe pela demora. o site nao está me avisando quando tem notificações por aqui... só me adicionar no face ou na minha página lá Milhas Gregas =) será um prazer ajudar grande abraço =) e obrigado
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    Oi boa noite, sobre alimentação, existen opciones interessantes para poder saborear os pratos tradicionais da região, já que a gastronomia patagônica se caracteriza por sua elegância, abundancia e variedade. Entre os pratos mais destacados se encontran: fondues de queijo, Goulash (refogado de carne e ñoquis), cordeiro, trutas, cervo, Javali, mariscos, merluza preta, o guanaco com verduras, acompanhado de um bom vinho tinto. Além entre as especialidades doces, o chocolate e geleias artesanais de morango, maçã, ginjas. Restaurantes tradicionais: Rincón patagônico: Av Bustillo Kilómetro 14. Casita suiza: Quaglia 342. Caza y pesca: Av 12 de Octubre y Onelli. Covita: Em frente à Catedral. Alte O Connor 511. Trattoria Bianchi: especialidade em massa. Asadores: Friends: Mitre e Rolando. El Viejo: Mitre e Quaglia. El campestre: Elflein e Rolando. Especialidade em porco e ravioles de truta. Casas de chá: Chalet Suisse: Av San Martin 630. Turista: Av Mitre 239. Abuela Goye: Quaglia 221. Atrações mais estimulantes: Cerro Catedral: Lá se encontra o centro para esquiar que é o mais grande de Sudamérica. Pode visitarse de maio a outubro que é quando a temporada de esquí da lugar. Tem 50 pistas e mais de 25 meios de elevação, é possivel praticar diferentes eportes. Siete lagos: Um dos passeos típicos e mais visitados pelos turistas. O recorrido reúne diferentes lagos mediante a rodovia 40. Cerro Tronador: Fica em o interior do parque Nahuel Huapi. Parque Los Arrayanes. Lago Nahuel Huapi: Atração principal de Bariloche. Valle Encantado: O mais atrativo deste valle são as formaçôes de pedra semelhantes a catedrales góticas e castelos. Circuito chico: Uma das excurçôes pela qual é posivel ver os melhores paisagens de Bariloche. Cerro Otto: Pode-se subir por um teleférico. Em sua cima tem uma confeitaria giratória. Tanbem pode-se praticar eportes como a caminhada, escalada em pedra, parapente, mountain bike. Museo del chocolate: Conta sua história e evolução. Avenida Bustillo 1200. Abre todos os dias de 11 a 19. Museo de la Patagonia: Exhibição de ciências naturais, prehistoria e etnografía. De martes a viernes de 10 a 19. De um a dois da tarde está fechado. Museo Paleontológico: é possivel ver restos fósseis de ossos de dinossauros. Parque Nahuelito: Pode-se conhecer diferentes fósseis de dinossauros num passeo por um bosque. Tem mais de 300 esculturas que se achan reais. Ideal para recorrer com seus filhos. Parque Nacional Nahuel Huapi: Mais de 200 espécies de animais vertebrados, 120 pássaros destintos, 45 mamíferos, répteis, anfibios e peixes. Sobre hostels não conheço muito mas sim conheço alguns outras moradias como : Chalés: 1. Los Arrayanes Complexo de dez chalés. As instalações contam com um parque de 5000 m2 e jogos para meninos. Capacidade máxima para seis pessoas. Todos os ambientes mobiliados. Aquecimento. Serviços permanentes. Fica em Kilómetro 8,700 de Bustillo (Rodovia Llao Llao). San Carlos de Bariloche, Río Negro. Argentina. Fono: (02944) 523449 2. Las Nieves Chalés com vistas ao lago Nahuel Huapi. Piscina. Ambientes mobiliados. Perto do centro da cidade. Fica em Kilómetro 7 da Avenida Bustillo. Fono: (02944) 462325 3. Limanhue Bungalows de três ambientes mobiliados. Centro comercial perto. Restaurantes e casas de chá Fica em Kilómetro 20 Avenida Bustillo Hosterias 1. Ruca Laufquen Quartos com vista e saida ao Lago Gutiérrez. Passeos em canoa e traslados ao centro de ski Fica no Parque Nacional Perito Moreno Fono: (82944) 467430 2. Las Marianas Perto do coração da cidade. Quartos amplos. Aquecimento central. Fica em 24 de septiembre 218 Fono: (02944) 439876 3. Del Prado Fica perto do centro da ciudade. Tem nove quartos. Café de manhã. Av. Pioneros kilómetro 4.300 Fono: (2944) 442754 Espero você desfrute muito a moradia e as diferentes atrações…Boa viagem. Um beijo.
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    tambem sou viciada em relatos de viagem! Estou indo para Munique agora em setembro;17, e foi ótimo ler seu relato! Obrigada!
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    Olá, Acabei de retornar de uma vaigem a PIRANHAS e XINGÓ e resolvi compartilhar pois antes de ir tive muita dificuldade em encontrar informações. 1º Você pode sair de Aracaju, Paulo Afoonso (BA) ou Maceió e pegar o ônibus para CANINDÉ. Eu fui de Aracaju e foram 4 horas e meia. De Maceió são 4 horas e de Paulo Afonso 2 horas. 2º Em aracaju, na rodoviária nova ou velha pega o ônibus da empresa COOPERTALSE http://www.coopertalse.com.br ( é um onibus coletivo que vai parando o caminho todo e dura em media 4,5 hrs de viagem. Quando chega em CANINDÉ o ônibus vai deixar vc em um posto de gasolina que terá uma van esperando para te levar até PIRANHAS NOVA(r$5,00), essa viagem dura em media 30 minutos. converse com o motorista para ele te levar até o centro historico de PIranhas/PIRANHAS VELHA. Ele me cobrou mais R$5,00. EU SUPER RECOMENDO VC FECHAR COM O MOTORISTA DA VAN.A outra opção é pegar um mototaxi. Em Piranhas fiquei hospedada no HOSTEL MAESTRO EGILDO VIEIRA, excelente localização, Ney o responsavel é uma pessoa maravilhosa que infelizmente esta com problemas t e nao tem tido como divulgar o hostel. Ele é uma pessoa super disposta a ajudar mesmo que vc não fique hospedado lá. Tel. 082 98806-1566 / 99633-7437. Se você não vai ficar em hostel recomendo que pegue pousada no centro de Piranhas VELHA que a noite acontece o xaxado e tem uns bares e restaurantes legais. Os passeios você pode fechar lá, ficam pessoas vendendo pelo mesmo preço a noite na praça. Para o passeio dos canions que é o melhor vc tem que providenciar transporte até o local (Restaurante Karrancas) e custa em media R$ 70,00. Então já veja com outros turistas na cidade para dividir. é bom ir e depois do almoço ficar lá curtindo a prainha. O passeio do ECOPARK é legal mas nada surpreendente além da trilha de Lampião. no final da tarde fui ao mirante (tem 2), fui cada dia em um para apreciar o belo por do sol.
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    Parabéns pelo relato, debalves! Bem detalhado e lindas as fotos. Matei as saudades das cidades ao ler hehe
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    @debalves adorei seu relato! Muito obrigada por ter se dedicado a posta-lo, e por ter feito com tanto capricho e riqueza de detalhes. Ri demais e me identifiquei com o perrengue que vocês passaram no metrô em Berlim! hahaha Aconteceu a mesma coisa comigo... Fiquei apavorada! Do nada o trem começa a andar para trás, e começam a falar em alemão naqueles auto-falantes, a gente entendendo bulhufas... Minha sorte foi que quando isso aconteceu eu estava com meu primo que é top na balada na língua. Senão era capaz de eu estar perdida lá até hoje Sua experiência em Munique vai me ajudar demais na próxima viagem. Ainda não conheço a cidade, e pretendo ir em Junho/2017.
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    Arequipa > Tacna Terminal de Buses Empresa Flores (ao lado do terminal municiapal em Arequipa) - (http://www.floreshnos.net) Custo: S/ 38,00 (convencional - 4 filas) - S/ 52,00 (bus cama - 3 filas) Tempo: 8 horas - 8 horários/dia Obs: Caso queira curtir o dia em Arica, saia de Arequipa no fim da noite anterior para chegar em Arica no começo da manhã (aproveite e economize a diária do hostel). O bus para SPA sai as 22:00h. Na viagem é servido lanche e cena caliente. Tacna > Arica Terminal de Taxis de Tacna (saindo do terminal da Flores siga pela avenida principal, fica na 2ª quadra do lado esquerdo - é bem grande e não tem como se perder) Custo: aproximadamente S/ 18,00/pessoa - taxi com 5 passageiros Tempo: 1,5 horas - sem horários definidos (encheu o taxi ele parte) Obs: O valor é aproximado pois depende do taxista, mas existe uma tabela pré defina. Pergunte antes! O taxi pode sair com quantas pessoas quiser, porém o custo total será dividido entre os presentes, o próprio motorista se encarrega de achar outros passageiros para ocupar todos os assentos. Ele tb para na fronteira com o Chile e espera os processo migratórios de todos os passageiros para continuar a viagem até Arica. Pegue o formulário da alfândega com o taxista para acelerar os processos migratórios. Arica > SPA Terminal de buses de Arica (em frente o terminal de taxis onde vai chegar) - Empresa TurBus (http://www.turbus.cl) Custo: P$ 21.900,00 (convencional - 4 filas) Tempo: 10,5 horas - apenas as 22:00h Obs: No site da empresa indica os valores de P$ 15.500 (convencional) e P$ 20.500 (bus cama), porém não há bus cama, apenas convencional e ao custo indicado acima. Lanche é servido no início da manhã. Compre a passagem assim que chegar em Arica ou antecipadamente, com cartão de crédito, pela internet.
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