Ir para conteúdo

Mais curtidos da Semana


Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 05-02-2018 em todas áreas

  1. 3 pontos
    Um semana depois de voltar de viagem sigo encontrando pessoas, revendo amigos e conhecidos que me perguntam sobre essa experiência. Encontros e conversas em que ouço perguntas e comentários que podem ser divididos em duas ou três categorias. As quais poderiam ser nomeadas como: os que me acham maluca; os que me acham corajosa e/ou admiram o feito; os que não estão nem aí, nem pensam nada sobre. E isso tudo que tenho ouvido está me fazendo pensar sobre 'o porquê viajo sozinha'. Até porque eu não sei em qual categoria destas eu me colocaria, ou qual delas eu penso ser a mais justa para o que aconteceu. Por que viajo sozinha? Sempre fui (e ainda sou) bastante insegura. Não naquilo que sou, nos meus valores, convicções e caráter. Sempre tive muito claro o que é certo, o que eu quero para mim e como quero ser lembrada pelas pessoas. Mas sou insegura naquilo que faço, naquilo que sei, naquilo que quero dizer. A primeira viagem que fiz sozinha foi quando finalizei a faculdade. Vivia um momento de 'e agora?', de passagem de uma vida de estudante e estagiária para profissional. Foi a primeira vez que me vi longe de casa, em um lugar que as pessoas não falavam a minha língua e que eu precisei me virar. Com uma mochila nas costas, uma passagem de ônibus e pouquíssimo dinheiro, organizei meu tempo, fiz escolhas, somei amigos e vivências. Voltei feliz e confiante que sendo capaz disso, seria capaz de outras coisas também, principalmente as quais mais despertavam medo em mim. Fiz a seleção para o mestrado mais ou menos confiante, sabia das minhas limitações teóricas e de currículo. Fui aprovada. Vivi quase três anos de idas e vindas entre a minha cidade e Porto Alegre em que, com poucas exceções, viajava pensando 'guria, tu tá fazendo mestrado em uma das melhores universidades do país, tu conseguiu'. Mesmo assim as dúvidas quanto a minha capacidade e merecimento do que estava vivendo, me acompanharam durante todo o processo. Defendi minha pesquisa frente a uma banca que a aprovou praticamente sem sugestões de correção. Após a conclusão do mestrado, um retorno do terrível 'e agora?'. Senti que era hora de me testar novamente. Uma viagem mais longa, com trocas de cidades e voos com conexão. Um medo imenso, misturado com uma vontade quase necessidade de me arriscar. Fiquei dez dias longe de casa, sozinha com minha mochila, de hostel em hostel. Um planejamento que me acalmava, mas que dava espaço ao inesperado. O que no fundo era o que eu mais queria. Queria me arriscar, me testar, sentir na pele a intensidade da solidão. Voltei feliz, energizada e gritando pra mim mesma que viagens são o que eu quero acumular nesta vida. Então, respondendo: eu viajo sozinha porque me faz bem! Uma forma um tanto egoísta de me abastecer de segurança, uma forma um tanto intensa de sentir que sim, as coisas vão dar certo. Não penso em viajar sozinha sempre, não quero pensar nada a respeito. O que sei é que estar imersa em outra cultura me ensina, me ajuda a ver como somos pequenos em nossa rotina, e que tudo aquilo que pode me deixar triste ou insegura é pequeno demais em um mundo tão grande. O Peru, país escolhido para essa viagem, se mostrou acolhedor a todas essas minhas inseguranças. Pessoas alegres e dispostas a ajudar, lugares bem sinalizados e já bastante povoados por turistas (apesar de estarem em baixa temporada agora). Vivi as ruas bonitas de Lima, a praia em Miraflores e o centro histórico em dias sol. Já em Cusco, a sensação de não estar em 2018, despertada pela arquitetura. Ruas estreitas e cheias de história e cultura, pessoas caminhando para todos os lados, disputando lugar entre as ofertas de tudo que se pode imaginar. A viagem de trem até Águas Calientes, a energia de uma cidadezinha ao pé daquilo que eu mais esperava. Minha subida até Machu Picchu foi pela trilha: eu recomendo! Uma paisagem que motivava degrau por degrau e que foi compensada pela beleza de uma cidade lindíssima. Arrepio e choro ao entrar, saudade e muitas fotos ao sair. Viajo sozinha não porque não tenho amigos ou pessoas para me acompanhar, mas porque vejo nessas experiências a oportunidade de conversar somente com a Fernanda, levar ela para o mundo e deixar que ela veja que há muito mais lá fora. Muitas vezes senti minha mão sendo pega por mim mesma, como se houvesse outra Fernanda, bem mais segura, que garantia 'é por aqui'. Por isso não me sinti sozinha. Não fui nem sou triste comigo mesma, pelo contrário. Viajo sozinha para provar para mim mesma que eu sou o que tenho de mais importante. Que minha família e as pessoas que sinto saudade são as que quero sempre por perto.A intensidade de estar só e longe de casa possibilita outro ângulo de olhar, faz ver o que realmente importa. Um deslocamento que sacode e faz ver a pequenez de tanta coisa que, de perto, parece grande. E, por fim, viajo sozinha também porque sou, como dizia Frida Kahlo "o assunto que conheço melhor", minha melhor companhia, a pessoa que quero mais bem e feliz. O que entendo ser uma construção primeira, algo que fará que eu seja uma boa companhia para quem for comigo nas próximas viagens, ou quem permanecerá perto por aqui mesmo. Viajem sozinhos. É o que desejo.
  2. 2 pontos
    Oi Pessoal! Gosto de destinos mais vazios, e de viajar sozinho. Fazer amizades em viagens é uma das coisas que mais curto, porém ainda sim fico com o pé atrás em viajar com pessoas que não conheço, antes de pelo menos escolher se quero dividir o dia com elas ou não. Como em 2018 resolvi que faria muitas coisas das quais não me sinto confortável, entrei em um grupo que iria de van para Eldorado - SP, e testei. Em geral as pessoas que foram tinha pouca ou nenhum experiência com trilhas, mas estavam dispostas a experimentar. Todas tinham um motivo para estar ali, fim de relacionamentos, incerteza com o futuro, ou até algumas poucas que amavam fazer trilhas. Gasto total: 290 reais. Levei lanche, água e demais comidas de casa. Encontrei o pessoal no metrô vergueiro as 6 da manhã do domingo, e partimos em uma viagem de 4 horas para Eldorado. Na chegada, visitamos a Caverna do Diabo. Ela possui quase 7km de tamanho, várias salas enormes, algumas com até 70 metros de altura. Estar ali é viver o passado e o presente ao mesmo tempo, pois você vê formações que são muito antigas, mas também vê algumas começando a se formar. O chão é escorregadio, mas possui corrimão, é bem adaptada ao turismo de massa. O visual é lindo, o rio passa dentro da caverna (o mesmo rio que a formou), e forma paisagens incríveis. Depois de um rápido tour pela caverna, pegamos a van novamente e fomos até o início da trilha do Vale das Ostras. Quase 7km de trilhas, passando por 12 cachoeiras incríveis, algumas pequenas, mas outras são grande, e finalizando na Cachoeira de Meu Deus, com 53 metros de altura. Uma cachoeira que gostei muito, no caminho da trilha, é a Cachoeira do Pulo, onde de uma altura de quase 8 metros, é possível pular na água, caindo em um poço com 4 metros de profundidade. A trilha é feita metade na terra, e metade por dentro do rio, por isso ela é feita de tênis, e fica muito escorregadia em alguns pontos, pois a terra é molhada o tempo todo por quem sai do rio. De nível médio, a trilha tem alguns momentos difíceis para sedentários ou pessoas com dificuldade de movimento precisos, como um momento que enfrentamos uma subida forte, no sol, e em outro que você precisa descer de corda uma parte vertical, somente se apoiando em pedras, e segurando o peso do corpo nos braços. Depois de algum tempo, chegamos a Cachoeira de Meu Deus, a atração principal da trilha do Vale das Ostras. Ela é incrível, e mesmo que quando chegamos, começou a chover, eu estava muito feliz. Logo a chuva parou, e tive uma das experiências mais incríveis da vida: Chegar perto da queda, e literalmente sentir a força da cachoeira. Foi uma viagem e uma trilha que lavaram a alma, e colocaram de novo a minha cabeça no lugar. Em meio a um dia a dia tão corrido, e desgastante, eu preciso disso para voltar a acreditar que o mundo é muito bom.
  3. 2 pontos
    Fala Galera, segue meu breve relato sobre a viagem que fizemos, eu, a esposa e o filho de 7 anos. Não tenho tempo de colocar fotos ou muitas dicas, então vou me ater somente ao que considero mais relevante: Proposta da Viagem: Ter uma visão geral e conhecer o básico de 7 cidades escolhidas: Madri: 2,5 dias inteiros + Bate e volta em Toledo Porto: 2 dias inteiros Lisboa: 2, 5 dias inteiros + 2 Bate e voltas: Sintra (imperdível) e Obidos/Batalha Sevilha: 2 dias inteiros Cordoba, 1 dia Granada: 2 dias inteiros + bate e volta a Sierra Nevada Barcelona: 5, 5 dias Ida: 03/Jan/2018 - Guarulhos/Madrid Volta: 27/Jan/2018 - Madrid/Guarulhos. Fui e voltei de Latam, e por Madrid, onde encontrei a passagem menos cara. Vinha monitorando os valores desde setembro/2017, mas nada de baixar muito o preço. Em Outubro teve uma leve melhora no valor e ai comprei. Não foi barato, mas até lá pelo dia 20 de Dez, que foi até quando eu monitorei, não houve melhora alguma no valor, em nenhuma outra empresa. Só conseguiria preço melhor se eu alterasse as datas, tipo indo na segunda quinzena de janeiro e voltando em fevereiro. Como isso eu não queria fazer, tive de encarar o preço alto mesmo. A Imigração em Madrid foi muito tranquila - zero estress. Eu tinha todos os documentos/comprovantes comigo e....não pediram nada, é claro. Já no saguão do T4 do aeroporto de Madrid, na Crystal Shop, comprei um chip da Orange com 6GB de dados por 35 euros. Coloquei no meu aparelho S5 (que é desbloqueado, isso é importante) e usei por toda a viagem para Googlemaps (FUNDAMENTAL!!!) e consultas a sites. Funcionou muito bem. Nosso filho curte viajar conosco e nós com ele. Mas, mesmo ele não sendo um bebe, pois tem 7 anos, ele não aguentaria nosso ritmo de caminhada: na viagem toda nossa média foi de 10 a 12 Km por dia andando, ou seja, mais de 200Km andados....por isso levamos um carrinho tipo "guarda-chuva". Ajudou bastante. Em lugares mais acidentados, com muitas escadas, tipo Sintra e La Alhambra, não levamos o carrinho, mas nos dias de caminhada mais pesada, ele ajudou bastante....a criança né, pq para os pais, empurrar aquela m... cansa kkk. Mas faz parte... Europa com criança é assim mesmo. Primeiro destino: MADRID: 3 Noites em um AIRBNB no bairro La Latina. Gostamos do bairro e do apartamento. Somos fã de Airbnb, por que andamos o dia todo, passamos num mercado, compramos queijos, Jamon, pão e vinho, e vamos ser felizes e relaxar no apartamento a noite. E com criança isso faz diferença, pois eles ficam bem casados de andar durante o dia. Tomamos café da manhã no apartamento também. O almoço era na rua: algumas poucas vezes em restaurante (menu del dia), mas a maior parte do tempo era sanduba de baguete, Burguer King ou seja lá o que aparecesse de bom e barato. Adoramos Madrid (bem mais do que Barcelona, que vou falar depois). Cidade gostosa de andar, bonita, limpa, organizada, pessoal local mais simpático, etc. Na Espanha usei uns roteirinhos comprados no site EspanhaTotal. Ajudaram bastante a organizar nossa agenda, mas se vc não quiser gastar, tem o site Visitacity que não é tão completo em termos de roteiros e dicas, mas ajuda bastante, e é gratuito, e serve para o mundo todo. Estava frio em Madrid, mas nada de outro mundo, o problema era quando chovia. O Palacio real de Madrid é show, e depois das 16hs (confirmem no site deles) é gratuito para diversas nacionalidade, incluindo BRASILEIROS!!! Já vai ai uma economia de 11 euros por pessoa que pode virar Jamon e Vinho kkk. o Museu Del Prado tem um horário gratuito também. Por falar em JAMON, o presunto curado espanhol que é uma iguaria. Eu já conhecia, pois vende no Brasil, mas não da mesma qualidade que encontramos na Espanha ( e em Portugal). O melhor de todos é o Jamon (pata traseira ou pernil) do porco da raça 100% Ibérica, alimentado com 100% de Bellota, que são umas castanhas que dão todo um sabor especial no Jamon. Essa belezura custa, na Espanha, entre 16 a 26 euros a porção de 100 gramas . Mas vale provar! O ideal seria comprar em um lugar onde ele é cortado na faca, por um profissional treinado. Tem muitos lugares que oferecem isso. 100g rende umas 35 fatias fininhas, para se degustar. É muito bom mesmo. Dica para economizar no Jamon: dica 1: a paleta (pata da frente do porco) é muito saborosa também, e se aproxima muito bem do sabor do Jamon, mas é um 30% mais barata. Então vá numa loja especializada ou num mercado como o El Corte Inglês, e compre uma porção da paleta 100% ibérica ou como costuma aparecer: Paleta de bellota 100% Dica 2: existem muita variações de porco (cerdo): tem o que é de raça 50% iberica, tem o que não é iberico (ou seja, é de porco comum), tem o que não é alimentado com bellota, ai aparece Jamon de cebo, que é o porco alimentado com outros vegetais e rações mais baratas que a bellota. Tudo isso altera o sabor e o preço final, mas todos são bons. Eu costumava passar no mercado, comprar uns vinhos, uma baguete, queijos, 300g de um jamon mais barato ( tipo 2,5 a 4 euros cada 100g), e umas 80g de um jamon de melhor qualidade, só para degustar mesmo. A combinação de queijo Brie (ou Camembert) e Jamon, com azeite numa baguete, acompanhado de um vinho, é divina. A conclusão que cheguei é: quer uma jamon de qualidade e sabor melhor? Então o bicho tem de ter sido alimentado, nem que seja 50%, com Bellota. Elas fazem toda a diferença no sabor. Outra dica: Azeitona O El Corte Ingles, rede de mercados e loja de departamento que tem em todas as grande cidades da Espanha, vende umas azeitonas a granel que são de outro mundo. Sério, nunca comi azeitonas tão saborosas como aquelas. As enlatadas deles são boas, mas não se comparam às vendidas à quilo. Recomendo a "machacada' (ou algo desse tipo). Tem uns 20 tipos diferente, então pede pra provar e escolhe. Não são caras. TOLEDO: bate e volta de trem da renfe comprado com antecedência. Muito legal essa cidade. Para quem curte vilarejos medievais, espadas, histórias, etc esse é o lugar. Veja bem: estávamos eu, a mulher e uma criança de 7 anos, embaixo de chuva ( boa parte do dia) e com vento e uma temperatura de uns 6°C (que parecia -6°c com o vento e a chuva ) e, ainda assim, adoramos Toledo. Em termos de vilarejo medieval, Toledo nos agradou muito mais que Óbidos (bate e volta a partir de Lisboa). Adoramos Madri. Vimos muita coisa, andamos muito mas a cidade merece mais. No dia 7, à noite, fomos de Low Cost ( Ryanair) para Porto em Portugal. r. PORTO: Chegamos as 20hs em Porto e pegamos um transfer para o apto Airbnb alugado no centro de Porto. Preço bom e localização excelente. Pesquisei em hotéis também, mas nenhum batia os preços dos aptos alugados. Porto nos surpreendeu muito! Que cidade bonita, agradável e relativamente barata. O Cais da Ribeira, numa tarde de sol (pegamos tempo bom em Porto ) é lindo e muito gostoso de se ficar andando a toa. Almoçamos num restaurante chamado A Grade ( lugar simples na aparência e bem recomendado no Tripadvisor), que ficava numa das vielas de acesso ao Cais da Ribeira. Não nos decepcionamos. Fomos bem recebidos e atendidos. Entrada da casa (pão, queijo e patê), um prato de bacalhau assado (excelente), um robalo na brasa (excelente), uma garrafa de vinho, aguá, e coca-cola para o filho. Pratos bem servidos e muito saborosos. Tudo por 42 euros. Não é baratinhos, ainda mais com o euro a 4 reias, mas foi justo pela qualidade e quantidade de comida servida, junto com 1 garrafa de vinho. As vezes eu informo o valor apenas para dar uma idéia a quem está planejando sua viagem, de como dimensionar gastos e do que espera Ficamos 2 dias inteiros em Porto e....foi pouco. Porto merece mais: Cidade linda, organizada, gostosa de andar (apesar das subidas e descidas). É o tipo de cidade que, tudo bem, dá para "ver tudo em 2 dias" mas que é uma delícia de se ficar andando a toa e curtindo suas vistas, principalmente na região do Cais da Ribeira. Eu recomendaria 3 dias inteiros em Porto. Sacrifique 1 dia de Lisboa se for o caso (e se vc puder fazer isso), mas curta Porto. Foi uma das cidades que nos deixou com muita vontade de voltar. No dia 10, bem cedo, pegamos um trem para Lisboa. continua....
  4. 2 pontos
    Estou em Cidad del Lest, sem sinal, igual india. Doiderada pura
  5. 2 pontos
    Oi, já tinha frequentado o fórum em tempos anteriores mas nunca me registrei. Eis que decido fazer parte dessa comunidade e vou me apresentar com uma experiência de 2016! Não sei exatamente a data e pra dizer a verdade nem o mês do ocorrido (eu estava viajando de carona trocando trabalho por hospedagem e alimentação e datas na época não tinham menor importância). Achei esse lugar conhecendo o pai de uma mulher que tinha uma terra lá. Monte Café era o nome do distrito de Trajano de Morais. 400 à 500 habitantes aproximadamente, uma pena eu não ter tirado foto da vila pra mostrar pra vocês. (algum lugar por aí ela estava, não tenho tempo de localizá-la certinho... lembro da altitude: 1600 metros e uns quebrados) No dia que cheguei, com instruções de seguir a estrada de terra depois do ponto de ônibus, lá pelas 23:00, lembro muito bem de ter percorrido os cinco ou seis quilômetros com os pelos eriçados pela quantidade de estrelas e a luminosidade da lua. Havia uma grande silhueta de uma montanha no fundo e de alguma forma eu encarei aquele desenho como um desafio. Depois de duas semanas ambientado no lugar, decidi que era a hora. Tinha 19 anos na época e meu único contato com altitudes elevadas ou mata foi na pedra do camelo, na entrada do parque nacional do Itatiaia. Meu anfitrião já tinha tentado subir mas sem sucesso. Prometeu que iria comigo mas nunca chegava esse dia então fui sozinho, oito da manhã, depois de ter ido um dia antes fazer o reconhecimento da rota (onde tirei a foto abaixo), peguei um litro e meio de água e dois punhados de comida, um de amendoim e outro de sementes de abóbora. Nesse dia não estava destinado a chegar ao cume mas apenas testar se era possível andar pelo o lugar que tinha proposto (linha vermelha). Exalei o cúmulo da idiotice. Fui sem facão, com manga curta explorar aquela mata fechada, na companhia de dois cachorros e uma bússola de chaveiro. Não tirei fotos durante a subida (estranhamente a sensação de estar sob aquele silêncio absoluto/sob a indiferença mortal da natureza com os humanos me fez querer guardar apenas na memória a experiência.. pelo menos visualmente ). Subi por um escoamento de água e quando senti que estava perto do lugar que eu iria tentar subir mudei de direção (e deu certo!). Chegando no final dessa "rampa" lembro de ter ficado meio que paralisado pela altura (visual muito legal) além de um medo irracional de brotar aranhas do chão (havia umas sete árvores COBERTAS de teia de aranha). Vi meus recursos e mesmo chegando à conclusão que eram poucos, decidi continuar. Felizmente foi só caminhar um pouco e a quantidade brutal de formigas caminhando ao lado da pedra (parte laranja depois da vermelha) me fez repensar o perigo em que estava me metendo. Eu estava cansado de dar peixinhos no mato pra abrir espaço e repetir diversas vezes pra caminhar dez metros... sem falar nas vezes que eu empurrava a mata de costas quando a primeira técnica não funcionava. Quando comecei a descer perdi a trilha, na minha cabeça o espaço aberto no capim gordura (que soltava um "pó" tão grande que até os cachorros estavam tossindo e que me obrigou colocar a camiseta tampando o nariz) ficaria visivelmente marcado. Não foi o que aconteceu. Fui andando no mato e acabei caindo um metro e meio pra baixo num instante. Caí do lado de uma árvore onde tinha uma colmeia e o zumbido era tão alto que achei que iria morrer ali mesmo. Deu tempo de olhar pra direita (e concluir que eu iria cair mais seguindo por lá) e pra esquerda (onde tinha minha salvação). Corri muito rápido, achei que as abelhas iam me picar por ter chego de maneira tão brusca perto da sua base. Quando percebi que elas não foram atrás, sentei pra tomar água e vi que tinha caído na minha trilha de subida. Fiquei feliz pra burro. Não foram nem dez minutos andando nela e senti que estava perdido quando entrei na mata. Tive longas conversas com os cachorros explicando que eles teriam que me mostrar o caminho de volta (sem sucesso). O ponto de referência dentro da mata era uma grande pedra onde tive que passar me arrastando por um de seus buracos (foi o máximo na ida). Depois de um tempo procurando, vi que eu nem sabia onde eu estava e decidi seguir descendo afinal de contas hora ou outra eu ia cair no pasto onde comecei. Depois de um tempo andando e me machucando nos espinhos caí num bananal que no mínimo estava uns 500 metros pra esquerda do ponto onde tinha começado. Detalhe que pra chegar lá a mata tava tão fechada que estava me jogando e as plantas freavam a minha descida. Então depois de um pouco de sufoco no bananal (eu não achava a saída pro pasto) finalmente encontrei a cerca que separava a plantação do pasto. Comi o Psilocybe cubensis que tinha achado no caminho e tive o enorme prazer de ver os cachorros capturando um coelho e disputando a caça, cada um puxando para seu respectivo lado. Andei mais alguns quilômetros pra voltar à escola abandonada que eu estava hospedado. Tudo isso foi uma grande lição. É só. (foto da montanha que não tem nome) (os cachorros momentos antes de acharem o coelho) (expressão artística da tentativa falha de subi-la) Dois dias depois eu fui embora do lugar... mas com certeza eu vou voltar!
  6. 2 pontos
    5° dia - 02/01/2018 - La Paz. Após uma noite muito mal dormida, pois tive que ficar no oxigênio uma a cada duas horas. Dormi até umas 9h, tomei meu desayuno e parti pra agência negociar... Como tinha passeio para Tiwanaco pela manhã e já tinha pago. Tentei conversar com a agência para tentar remarcar, pois havia pago 200 bols. Sem sucesso!!! Mesmo apresentando a carta do médico, o horário do atendimento médico, a agência alegou que tinha reservado a van e que não tinha como devolver a grana. Como havia pagado 200 bols. Eu conclui que metade ou quase isso havia sido pago para van, e fiz a proposta de trocar por um outro passeio. A agência me ofereceu o city tour por La Paz, que custa 100 bols direto no próprio bus. Mas para o prejuízo não ser maior, aceitei e marquei para as 14h30. Foi bacana. Eu estava mal ainda pela altitude e tive oportunidade de ir ao: *Valle de la luna; *Mirador Killi killi E conhecer a La Paz de 3000 m de altitude a El Alto 4100 m... Nesse dia almocei no Mercado Lanza. Vai a minha indicação para quem vai a La Paz e com pouca grana. Comi macarrão com pollo (metade do menu que consiste com uma sopa de entrada, prato principal e sobremesa) e gastei 5 bols. Comida simples, mas gostosa e visivelmente feita com higiene.. As 14h30 fui para o local de saída: Calle Illampu, próxima do hostal. E bora.. O rolê é bacana, inicialmente parece ser chato, mas conforme vai passando pela cidade, vc acaba se encantando com as ladeiras estreitas, as pessoas no seu cotidiano pra lá e pra cá, as montanhas ao fundo completando a paisagem que é sem dúvida impressionante!!! O tour para uns 15 a 20 minutos no Mirador Killi Killi... Pouco tempo.. mas.. A vista do Mirador é fenomenal.. La Paz é fenômeno!!! hahaha Apesar de me derrubar, me deixar sem ar, La Paz me conquistou com facilidade!!! Após sair do Mirador, o tour segue para o relevo mais baixo da cidade, onde estão as Universidades, a população "branca" os famosos criollos (descendentes de espanhóis nascidos na América), é uma cidade que particularmente não me atrai, pois possui arquitetura moderna, prédios e condomínios.. tipo São Paulo (numa proporção mega reduzida é claro rsrs).. É o caminho para o Valle de la Luna. Para um Geógrafo essas erosões são fantásticas.. rsrsrs e eu gostei demais... E fiquei anestesiado... Tudo que eu imaginava sobre o lugar, atendeu minhas expectativas.. vale de la luna.mp4 Pra quem não estava nem respirando, foi um ótimo passeio.. rsrsrs.. tomei 100 bols de prejú.. mas serviu de aprendizado para uma próxima vez.. Mas eu ainda queria muito ir a Tiwanaco. Pois tem muita representatividade nos conceitos latino-americanos.. Eu tenho uma identidade muito forte com a cultura e estava disposto a fazer mesmo que custasse outros passeios (como Uyuni), talvez qualquer outro que estivesse no meu lugar não faria o que eu fiz... hahaha.. Mas meu objetivo era ir a fundo na cultura boliviana e indígena.. e Tiwanaco era uma sociedade antecessora aos Incas.. O que na minha concepção e numa lista de desejos, era mais importante que Salar de Uyuni. Na volta do tour.. no prédio do hostal tinha uma agência, fechei com eles Tiwanaco - 65 bols a van ida e volta - almoço 35 bol - 100 bols a entrada em Tiwanaco. Ahhh.. antes de sair para o tour.. fui até o terminal de buses e consegui trocar o dia da viagem para Uyuni para o dia 04/01 as 20h. Lembrando que o médico me recomendou ir depois de 3 dias.. Como psicológico tava abalado.. rsrsrrs..
  7. 2 pontos
    Olá Rafaela, Embu fica praticamente dentro de SP, não é um destino propriamente turístico, para a galera de SP, é uma opçãod e passeio para os fds, quando rola feira de artesanato, móveis rústicos e restaurantes, aliás bem carinhos...Está no meio de caminho entre ser considerado um distrito urbanizado e rural, mas existem muitos sítios e chácaras, apesar que muita gente mora lá graças ao crescimento desenfreado da cidade no rumo das regióes que a cercam.
  8. 2 pontos
    Olá Daiana, Estou pensando em ir ao Peru, só que em junho... No fórum há vários posts de mulheres que foram sozinhas ao Peru e não tiveram maiores problemas. Por exemplo, veja este:
  9. 1 ponto
    Dicas de como viajar de carro para Bolívia. Antes de tudo, dirigir na Bolívia pode ser uma imensa satisfação, como pode se tornar uma tremenda dor de cabeça. Não, este tópico não tem a função de lhe fazer desistir de andar por terras bolivianas, e sim servir como ajuda mostrando alguns detalhes vivenciados por este que vos fala. As paisagens encontradas as margens das estradas bolivianas, são um espetáculo a parte, vão desde montanhas, com picos nevados, desertos. As estradas são para todos os gostos, retas, curvas, serras etc. Primeiramente vamos falar sobre a documentação necessária. PID – Permissão Internacional para Dirigir. Documento adquirido no Detran do seu estado pagando uma taxa. Demora poucos dias. Este documento não foi exigido por nenhuma guarita, nem a habilitação comum foi exigida. Mais em conversa com alguns policiais estes falaram que alguns exigem de turistas, com o pretexto de extorsão. Pelo certo, pelo errado aconselho a levar consigo. Lembre-se de verificar se a sua carteira de habilitação está válida. Há muitos casos de visitantes que descobrem, já na Bolívia, que seus documentos estão expirados. Documento do Veículo em nome do Condutor. Para adentrar em território boliviano com o veículo, este tem que ser de propriedade do solicitante. Outro fato que é um muito importante é que quem esteja na direção do veículo seja o proprietário. Pois muitos guardas questionam que se o proprietário não for o motorista, tem que ter um tipo especial de declaração, mesmo que o dono do carro esteja junto dentro do veículo. ( Nesta viagem fomos em duas pessoas, eu e minha esposa. Somente eu Dirigi na Bolívia). Identidade ( RG). As carteiras de identidade na Bolívia têm validade. Por isso, as autoridades policiais bolivianas costumam não aceitar a apresentação de carteiras de identidade estrangeiras com mais de dez anos. Se você pretende visitar a Bolívia com sua carteira de identidade e ela é antiga, sugo que renove a sua RG antes de partir em viagem. Seguro do veículo: A Bolívia aderiu ao Mercosul em 2012. Com isso um dos documentos que esta em implantação é o seguro Carta Verde. Em nenhum momento este seguro foi solicitado. Mais é prudente dispor dele. Outro importante procedimento que deve ser adotado pelo viajante é possuir um seguro que abrange o MERCOSUL, como vou citar no decorrer deste relato, é melhor estar prevenido. Declaración Jurada de Ingreso y Salida de Vehiculo de Uso Privado para Turismo . Muito importante isto, não entre em hipótese alguma no território boliviano sem que este procedimento ou documento seja feito. Fiz em duas oportunidades. Quanto ingressei em território boliviano pela cidade de Villazion, e quando retornei pela cidade de Desaguadero. Os dois foram feitos depois dos tramites de imigração, sem custo e de forma rápida. Este documento foi exigido em todas as vezes que a polícia nos parou ( um total de 20 vezes). Sem este documento o carro pode ser preso e leiloado conforme vontade do governo boliviano. Orden de Traslado. Este documento é comum ser exigido quando você entra na Bolívia via Corumba MS, nas outras fronteiras solicitei ao policial se necessitava do documento para transitar e o mesmo relatou que não, somente a declaração jurada. Mais na volta da viagem, trecho entre Santa Cruz de la Sierra e Corumbá em três barreiras policiais exigiram. Relatei por onde entrei na Bolívia, todo o trajeto que tinha feito, que até aquele momento só em solo Boliviano já tinha rodado 4 mil km e em nenhum momento foi exigido tal documento, e se me fosse aplicado qualquer multa, teria que entrar em contato com todas as outras barreiras policiais que nos fomos parados até o momento para pedir porque até então não tinha sido exigido este documento. Não foi uma boa ideia bater de frente com o policial, ficou irritado nós deu um chá de espera, mais por fim liberou bestemando. Aconselho fazer. Equipamentos obrigatórios do veículo: O veículo deverá conter os seguintes equipamentos: · "kit" de primeiros socorros; · Dois (2) triângulos; · Um extintor de incêndio; Cuidado com a validade. · Estepe (em espanhol, "llanta de auxílio"), · Macaco (em espanhol, "gato") · Chave de roda (em espanhol, "llave de cruceta"). Valor do combustível na Bolívia. Lembrando que o Governo boliviano determinou a cobrança de preços de combustível distintos para os carros com placas de outros países. Os veículos com placas estrangeiras -- como as placas brasileiras -- devem pagar mais que o dobro do preço do cobrado para os automóveis registrados na Bolívia. O custo de um litro de gasolina na Bolívia é tabelado, em qualquer posto o valor vai ser o mesmo. Para carros bolivianos estava tabelado em BS 3.74 (três bolivianos e setenta e quatro centavos). O valor do litro da "Gasolina Especial Internacional (GEI)" --, cobrada para veículos estrangeiros, situava-se em BS 8,68 (oito bolivianos e sessenta e oito centavos). Quanto ao abastecimento aconselho a fazê-lo sempre que o marcador do carro estiver em meio tanque, pois acontece de muitos trechos com pouquíssimos postos de combustíveis e alguns não abastecem carros com placa estrangeiras, oras porque dizem que está sem sistema, ou não possuir permissão para venda de combustível a estrangeiro. Então sempre que chegar a meio tanque já busque um posto. Abasteci o carro em seis oportunidades dentro da Bolívia. Somente duas foram me cobrado o valor para estrangeiro. As demais o frentista, ou o funcionário do Exercito que cuida do posto vinham sempre com a mesma conversa. Que o valor para estrangeiro 8,70 bolivianos, mais que ele podia fazer sem nota por sete bolivianos. Nos abastecimentos que foram solicitados o cadastro da placa estrangeira, não questionei e paguei o valor. Nas outras oportunidade em que eles ofereciam com valor abaixo, sempre eu pechinchava um pouco, se pedissem o valor de 7 oferecia 5. Pois para os frentistas a diferença entre o valor cobrado dos bolivianos do que foi pago fica com eles. Em alguns postos, que eles veem chegando placa estrangeira, já abrem um sorriso. Dirigindo na Bolívia. O consulado brasileiro na Bolívia tem a seguinte recomendação O consulado não recomenda que os brasileiros venham à Bolívia trazendo seus veículos com placas brasileiras. Há muitas restrições para a entrada de automóveis estrangeiros. Isto se deve a muitos relatos de problemas envolvendo motoristas brasileiros. Durante os processos alfandegários e emigratórios em que se perde bastante tempo por conta da burocracia burra dos países, conversei com diversas pessoas na fila, agentes de polícia, bolivianos viajando, brasileiros com carro particular visitando parentes em território boliviano e com alguns caminhoneiros brasileiros que trabalham exclusivamente na Bolívia, com caminhões placas brasileiras, e obtive bastantes relatos, para junto com minha experiência adquirida formular a minha opinião sobre dirigir na Bolívia. Como todo bom país subdesenvolvido a corrupção reina na Bolívia, tanto na policia, na imigração, nos abastecimentos conforme já relatei, bem como a população em geral. Não estou em nenhum momento menosprezando o país, sei que o Brasil tem problemas maiores, mais por este relato ser um guia para quem deseja andar na Bolívia, estou relatando o que presenciei. Em 90% das estradas que transitei estavam em perfeito estado de conservação, somente um trecho situado entre a cidade de Oruro e Cochabamba estava sendo duplicados, com obras na pista e consequentemente alguns desvios por estradas de terra, mais estas totalmente transitáveis. Transito – O transito na Bolívia é uma loucura mesmo existindo poucos carros particulares, existe uma imensidão de Vans de transporte de passageiros, taxis e caminhões e em sua grande maioria não tem muito apresso pelas normas de transito. Em muitos trechos com bastante retas se torna mais fácil à direção, havendo alguns excessos de velocidade, mais no geral tranquilo, fácil de dirigir. Em trechos de serras e montanhas complica um pouco. Quase todos os motoristas de van e taxis forçam as ultrapassagens, alguns caminhoneiros não dão passagem e tentam te jogar para fora da estrada, então toda a atenção é necessário. Sei que no Brasil têm motoristas assim também, mais o que percebi na Bolívia que as leis de transito não são respeitadas, e se a policia para algum infrator, dificilmente se converte em multa, geralmente é cobrado propina e o motorista é liberado. O transito dentro das grandes cidades também é um caos, pouco ou nenhum respeito. Não existe organização. Tem que ter muito cuidado. Dirigir em cidades grandes é uma aventura, diferente de tudo que já presenciei na vida. A polícia Tive muitos contatos com a polícia boliviana, fui parado aproximadamente 20 vezes em todo o trajeto. Em dois oportunidades tentaram me extorquir dinheiro, inventando multas altíssimas. Em outras 10 oportunidades, conferiam documentação, e mandavam seguir adiante, sem mostrar os dentes e em oito oportunidades conferiam documentação e interagiam, perguntavam sobre a viagem, e tudo mais. Em questão à polícia, que é o grande medo de muitos brasileiros que tem interesse em ir para a Bolívia, existe os bons policiais, e existe alguns poucos que querem se aproveitar, igual a qualquer lugar do mundo. Eu já viajei para Uruguai, Chile, Argentina e Peru, e confesso que o país que mais tive receio foi à Bolívia. Mais como podem ver nos relatos, tive problema em apenas 5% das vezes parado pela polícia, o restante foi tranquilo. Em algumas guaritas que fui parado o policial solicitava um regalo, eu não considerei uma extorsão, ou propina, dava 5 boliviano, aproximadamente R$ 2,50 e seguia viagem. Outros pediam o mesmo valor para carimbar a declaração, sei que não existe lei que obrigue a pagar, ou que tenha custo este carimbo, mais como era um valor baixo, e os caras não ficavam enchendo meu saco inventando multa, pagava, eles carimbavam a folha e eu seguia viagem. Em uma das guaritas, que o policial tentou me extorquir, foi perto da província de Tupiza. O mesmo alegou que faltavam remédios para dor de cabeça e muscular no kit de primeiros socorros, mostramos a ele que tínhamos tais remédios, mesmo sabendo que não era obrigatório nos kit´s. Quando ele viu que tínhamos, pediu sobre os triângulos de transito, que precisava dois, mostramos os dois, dai falou que ia dar multa porque a água oxigenada do kit não era a correta. Fiquei alguns minutos fazendo de conta que não entendia o que ele falava, e mostrando o nosso kit de primeiros socorros. Ele cobrou 10 Bolivianos para nos liberar. Paguei e fui embora. A segunda tentativa de extorsão já estava perto da fronteira com Corumbá cidade de Santa Ana de Chiquitos. Fomos parados por três policiais, o qual falou que estávamos acima do limite de velocidade. Pedi com educação para ver o radar. Eles relataram que tinha um policial com carro comum escondido antes do trevo, 5 km aproximadamente atrás. Expliquei para ele que deveria ser um equivoco, pois a 3 km atrás tínhamos parado para almoçar no posto de gasolina, e ficamos lá quase 1 hora. Ele insistiu no argumento e eu na minha defesa, falando para ele me acompanhar até no posto para confirmar. Um dos policiais ficou louco, mandou descer do carro, falou para eu calar a boca que lá ele mandava, revistou o carro inteiro, bolsa da minha esposa, fez o diabo. Enquanto ele revistava tudo, entreguei a outro policial a declaração jurada, com os carimbos de todas as guaritas que passamos, e falei pra ele que se em todos aqueles locais não tivemos nenhum problema, tanto de documentação como de obediência às leis de transito, não era chegando ao Brasil que queríamos criar um. Este policial foi bem cordial, pediu desculpas pela atitude do colega e mandou nós seguir viagem. Agradeci e fomos embora. Sempre que for parado haja de forma tranquila e seja educado, sempre, e caso o policial insista em te multar e você ter consciência da sua inocência, tente argumentar sem demonstrar muito domínio em espanhol. kkkkk Para finalizar esta parte, meu conselho aos viajantes que gostam deste tipo de aventura, é que não se intimidem por alguns poucos policiais corruptos. Claro, uma viagem assim aconselha-se a ter o máximo de atenção sempre, cuidado, obediência às normas de transito e tudo mais. Por relatos de muitas pessoas, que conversei todas sempre foram muito enfáticas, caso você se envolva em um acidente dentro do país, com feridos ou mortos, você vai preso, e até provar sua inocência, se foi uma boa quantia de dinheiro e tempo. ( Esta informação graças a Deus não presenciei, somente ouvi relatos). Faça um bom seguro em seu veículo, seguro que atenda os países a serem visitados, revise o automóvel, organize a documentação necessária e Boa Viagem.
  10. 1 ponto
    Casal de jovens alemães percorre a América do Norte num ônibus adaptado para viagem: https://www.netflix.com/br/title/80224476
  11. 1 ponto
    Olá. Este é meu primeiro post no forum e peço que me orientem caso tenha feito algo errado por aqui. Já pesquisei MUITA coisa com relatos e tópicos daqui e pensei em criar um dedicado para compartilhar meu roteiro pretendido e, futuramente, servir como base para relatar a viagem feita. Bom, meu nome é Elder, moro na região de Presidente Prudente/SP e estou planejando um tour de carro pelo norte da Argentina e Chile para o próximo mês de abril/2018 juntamente com minha namorada que mora na região de Foz do Iguaçu/PR. Temos apenas 15 dias de férias marcadas e vamos tentar juntar o feriado do dia do trabalho, saindo no dia 14/04/2018 e retornando no dia 01/05/2018. Tenho uma perspectiva de custos na faixa de 10 a 12mil reais, incluindo todas as despesas. Ou seja, é uma espécie de mochilão com um pouco de conforto, nos permitindo algumas comodidades como algumas hospedagens em padrão melhorzinho, alguns jantares e passeios... muito embora tentarei economizar sempre que possível, fazendo alguns passeios com o carro próprio e tudo o mais. Nosso roteiro começa na cidade de Medianeira/PR, próximo a Foz do Iguaçu, onde tenho a casa dos meus pais como ponto de partida. De lá serão aproximadamente 7.000km com meu carro, um Peugeot 208 1.6 automático. As principais cidades "alvo" são São Pedro de Atacama, Santiago e Mendoza. As cidades "intermediárias" serão praias no Pacífico: Antofagasta, Bahia Inglesa (Copiapó), La Serena, Totoralillo, chegando em Vina del Mar e Valparaíso. Ainda teremos paradas para pernoite no caminho de ida em Corrientes/ARG, Salta/ARG e no caminho da volta em Santa Fé/ARG. Abaixo segue uma imagem do roteiro no mapa e uma planilha inicial que fiz já com as pesquisas até o momento. A questão dos valores, embora já tenha estimado e visto "por cima" algumas coisas (especialmente em SPdA), está sempre com uma margem de segurança, mas como mencionei, pretendo ir economizando sempre que não achar necessário para gastar mais em outros momentos que sentir mais vontade. Já estou ciente dos requisitos para entrar nos respectivos países, documentos (pessoais e de carro), etc. Já pesquisei e teoricamente defini os passeios no Atacama. O roteiro está relativamente "travado" até este ponto. Sei das belezas do "NOA" mas neste momento estou limitando um pouco o roteiro e deixando essa região apenas como passagem. Após essa parada no deserto, o roteiro terá uma certa flexibilidade, decidindo nas vésperas ou nos dias de estrada se paramos, em qual cidades/praias paramos, e assim por diante. Mas necessariamente vamos passar ao menos um dia inteiro em Santiago e um dia inteiro em Mendoza (duas noites em cada). Gostaria de dicas de alguém que já tenha feito algo parecido, alguém que cruzou essas estradas (ou parte delas), alguém que tenha parado em algumas destas praias no pacífico... aceito, obviamente, qualquer dica geral para essa viagem, dicas de hospedagem e passeios/agências no Atacama... enfim, qualquer comentário ou sugestão será muito bem-vindo e considerado. Agradeço desde já e pretendo ir atualizando o planejamento e o posterior relato com o pós-viagem.
  12. 1 ponto
    Chegámos à cidade que dá nome ao canal que veio mudar as trocas comerciais e o transporte de mercadorias no mundo, a Cidade do Panamá. Não fizemos uma viagem convencional nesta cidade porque o Ricardo, amigo do Tiago, proporcionou-nos uma estadia menos turística que nos soube mesmo bem. À chegada, no aeroporto, a primeira surpresa, não havia táxis para sair. Lá nos desenrascámos, como portugueses que somos, mas explicamos depois no post habitual que descreve a entrada e a saída do país, porque até teve a sua graça. A cidade foi fundada em 15 de agosto de 1519 por Pedro Arias Dávila. Foi uma importante conquista para dominar uma das maiores rotas comercias do continente e iniciar a conquista do Perú e do ouro e prata dos incas. A sua criação é anterior a cidades como Washington, Brasília ou Cidade do México. A 28 de janeiro de 1671, Henry Morgan saqueou a cidade, que é depois consumida por um incêndio, na zona que é hoje o Panamá Viejo, porque a nova cidade seria reconstruída a 8km dali. Fez parte da Gran Colômbia e pertenceu à Colômbia quando esta se tornou independente. Quando começou a procura de ouro na Califórnia recebeu os viajantes que tinham como destino a américa do norte. Como tem a localização ideal para a criação de um canal no seu istmo, iniciam-se negociações com França e posteriormente com os EUA para a construção e exploração do canal. Após o fracasso do Tratado Hay-Herran, negociado com a Colômbia, a independência do Panamá é incentivada pelos EUA e pela França, que consideram mais fácil negociar com um novo governo. Os EUA conseguem o que pretendem e, após a independência de 3 de novembro de 1903, é assinado o Tratado Hay-Bunau-Varilla, apenas 15 dias depois. Roosevelt consegue o controlo da zona a 23 de fevereiro de 1904 por 10 milhões de dólares. Inicia-se de seguida uma onda de imigração para receber mão de obra para a construção, que trouxe também problemas raciais. A influência dos Estados Unidos fica bem marcada na história deste país, tendo exercido controlo sobre o canal até 1999, incluindo acesso restrito à região que o rodeia para os cidadãos nacionais, algo que sempre foi muito contestado, com episódios de violência. A zona velha da cidade é pitoresca, a zona moderna faz inveja a qualquer grande capital do mundo. Não falta nada, incluindo uma das famosas Trump Tower do presidente dos EUA. O que fazer: Canal do Panamá Pode não ser interessante para toda a gente, mas é quase obrigatório. Não se pode visitar o novo canal, aumentado e inaugurado em junho de 2016, mas não se deve perder a oportunidade de ver o antigo, e devem esperar, sim, pela passagem de um cargueiro, porque serão minutos de pura engenharia. O canal antigo foi inaugurado a 15 de agosto de 1914, e a primeira embarcação a passar recebeu o nome do distrito de Ancón. Devem ir ao Centro do Visitante de Miraflores e percorrer a história do canal. Abre às 8h e fecha às 18h, o preço são 15USD, ou 25USD se combinado com o Biomuseo. Dentro do centro há várias atividades, como o filme 3D, as 4 salas de exibição, as galerias de observação do canal, o restaurante (caro), também com vista para o canal, e as lojas de souvenirs. É anunciada a previsão de passagem dos porta-contentores, na nossa visita começaram às 14h e no total passaram 28 embarcações (algumas de recreio). Ainda fomos um pouco para a varanda do restaurante para testar a visibilidade, mas decidimos descer às galerias. Por baixo do restaurante é possível subir as escadas para o piso 1, onde se consegue ver os barcos sentado, sem pagar mais por isso. É melhor tirar o dia para visitar o Canal. Os barcos geralmente passam no período da manhã até às 11:30h e à tarde depois das 15h. A melhor hora para chegar ao canal é até às 11h, para ver o movimento da manhã. Explicaremos mais à frente como chegar de autocarro. Casco Viejo De dia, ou de noite, mas tem que se ir à zona velha da cidade. Nós fomos de dia caminhar como turistas, e saímos por lá à noite no fim de semana. Experimentem os raspados, comprados aos vendedores de rua. O raspado não passa de gelo raspado para um copo, servido com sumo de maracujá, limão, uva ou morango e, por mais 1USD, com leite condensado. É demasiado doce para nós, mas tem de ser experimentado. Caminhem pelas ruas e vejam como a zona velha da cidade é pitoresca e cheia de atrações. Podem ir ao Museo del Canal, custa 10USD (5USD para estudantes) e fecha à segunda. Biomuseo Sendo um grupo de 3, em que 2 são engenheiros civis, não dá para evitar visitar os edifícios imponentes. Este é da autoria de Frank Gehry, o famoso arquiteto do Museu Guggenheim de Bilbao, sendo esta a sua primeira obra na américa latina, motivos mais do que suficientes para mercer a nossa visita, nem que fosse para pôr defeitos à construção. Estamos a brincar, só críticas construtivas. O edifício é desenhado para contar a história do istmo, mas a interpretação depende sempre de quem vê. Está aberto de terça a domingo, das 10h às 16h (fins-de-semana até às 17h) e custa 18USD (combinado com o canal por 25USD). Não entrámos, acabámos por ver só o edifício e a exibição livre que estava no pátio. A sua localização na Calzada de Amador providencia uma vista privilegiada, tanto para a cidade nova como para a antiga, para o cerro Ancón e a Puente de las Americas. Durante o período em que os americanos controlavam o canal, esta era uma zona interdita aos panamenhos. Nós fomos de carro, mas pode-se chegar de metro bus (Ruta Albrook-Amador por 0,25USD). Está incluído o audioguia no bilhete, com 5 línguas disponíveis. Panamá Viejo (Conjunto Monumental Histórico de Panamá Viejo) Aqui ficam as ruínas da chegada dos europeus e dos primeiros habitantes do istmo. O complexo tem 28 hectares e é desde 2003 património da humanidade pela UNESCO. Foi o abandono da zona, após o ataque de Morgan, que permitiu a conservação das ruínas, onde nunca mais se construiu. É possível ver no site o mapa. A visita demora cerca de duas horas e não devem perder o miradouro (mirante) na torre da Catedral (entrada custa 15USD). Fica na Via Cincuentenario, e de autocarro chega-se de várias rotas, Panamá Viejo-Via Israel-Albrook, Panamá Viejo-Mercado del Marisco, Panamá Viejo-Cinta Costera e Albrook-Via Porras-Cincuentenario. Avenida Balboa Não conseguíamos falhar esta avenida, visto ser onde estávamos alojados. Passeámos muito a pé a percorrer os seus jardins, ver os hotéis, os arranha-céus, passear à beira-mar. Ficam nesta avenida o Miradouro Pacifico, o Mercado de Mariscos, a estátua a Vasco Nunez de Balboa e podem apreciar os iates do Club de Yates. Já no fim da avenida encontra-se o Hard Rock Cafe e o respetivo hotel. Los Cajones Uma das vantagens de estar num sítio com gente que aqui mora é ter acesso a pérolas escondidas, que partilham connosco mas estão fora do circuito habitual dos turistas. Soubemos que havia um sítio para dar mergulhos frequentado quase exclusivamente por panamenhos. Decidimos ir e fez-nos lembrar Las Grietas nas Galápagos, mas até mais bonito e com água menos fria, ainda que turva. Chegámos a Los Cajones e éramos os únicos. Nós e os peixes, os únicos dentro de água, só mais tarde começou a chegar gente (4 pessoas). Há quem salte das pedras, mas não nos pareceu muito seguro, porque há muitas rochas e em muitos sítios não há profundidade suficiente, além da falta de visibilidade. Explicaremos mais à frente como chegar de autocarro. Playa Grande (Las Uvas) De los Cajones seguimos até Las Uvas em busca da Playa Grande. Tinha sido sugerida como sendo espetacular, mas não foi bem o que encontrámos. Fomos a pé da paragem de autocarro até à praia, que fica a cerca de 30 minutos de caminhada. Chegados à praia, apesar de ter todo o potencial, estava suja, demasiado suja para nós. Acabámos por tirar só umas fotos à paisagem (e ao lixo) e regressámos. O percurso é feito pela zona residencial e podem apanhar mangas se tiverem fome, um luxo! Praia Vera Cruz Fomos no domingo com o Ricardo à praia, que tal como a Praia Grande, também tinha lixo trazido pelas marés e que ninguém limpa. Comemos no restaurante Veramar corvina al ajillo com patacones. O peixe e os patacones do Panamá nunca desiludem. Transportes na cidade: De onde estávamos seguíamos de metro desde a estação de Santo Tomás até Albrook. Aí, entravámos no Gran Terminal Nacional de Transportes (o nome faz jus ao tamanho). Se comprarem o cartão de transporte no metro custa 2USD, mas só dá para utilizar no metro. O ideal é comprar o rapid pass por 3USD, que dá para tudo. Na utilização do cartão MetroBus a empresa recomenda um cartão individual para cada passageiro para a utilização das promoções. Funciona de forma semelhante ao Viva Viagem em Lisboa, só que aqui permite um intervalo de 40 minutos entre autocarros, até um máximo de 150 minutos com um único bilhete. É preciso validar nas máquinas. Para ir para o Canal – No terminal, virar à direita quem vem do metro, ir até ao fim, passar pela praça de alimentação e sair, à direita, onde diz SACA. Aí, passar o cartão para pagar a taxa de embarque (0,10USD) e entrar no cais de embarque, o restante bilhete paga-se no autocarro, à saída. Autocarro de hora em hora, na linha Gamboa. Os autocarros são engraçados, super coloridos, personalizados para atrair clientela. Alguns barulhentos, outros com música, outros muito tuning, com o tubo de escape em sinfonias, ultrapassando os decibéis de um concerto rock. Os autocarros têm 3 lugares do lado esquerdo e 2 do lado direito. Escolham bem para não ficarem apertados. A viagem demora cerca de 15 minutos, custa 0,5USD e vão identificar facilmente a saída. Para regressar a casa foi só ir para a paragem de autocarro junto à estrada que nos leva até ao canal e fazer o percurso inverso. Para ir a Los Cajones e de lá à Playa Grande (Las Uvas) – Mesmo método até Albrook. Virar à direita à chegada ao terminal e procurar o autocarro para Chame. Custa 2,5USD e vão em mini-bus ou carrinha, pequenino e apertado, mas cheiroso e com ar condicionado. Os lugares são tão estreitos que nós ficamos meios de fora. Esta viagem é mais longa (1h20m). Saímos onde o cobrador disse (Bejuco) e contornámos o supermercado para apanhar outro mini-bus até Cajones (1USD). Para regressar custou 0,75USD (destino Aguadulce) e daí um autocarro para Las Uvas (1,5USD), mas pode ser uma carrinha para El Valle. Para regressar à Cidade do Panamá é mais fácil (qualquer um que diga Panamá). São diretos de São Carlos e pagámos 3,5USD, com o bónus de aumentar a nossa cultura musical latina, com os videoclips durante toda a viagem, acompanhados de uma chuva tropical torrencial. Onde comer: Mercado de marisco. Não há como falhar este espaço se gostarem de ceviche ou de peixe e patacones. Fomos uma noite comer tapas a um restaurante espanhol, La Malaguena, onde estavam a dançar as sevilhanas. Comemos tapas na esplanada. As restantes refeições foram feitas em casa. Sair à noite: Já vos dissemos que não costumamos sair à noite neste tipo de viagem, mas quando temos gente conhecida não dizemos que não. Fomos ao Relic Bar e ao La Septima. Muita música latina, espaços bastante cheios e bom ambiente. Regressámos a casa de táxi, que negociámos para não ser enganados. Aqui também existem os autocarros festa, as Chivas, e, claro, o tradicional Hard Rock de que falámos acima. Nota: Faltou-nos na zona norte do canal ir até Colon e aí conhecer Chagres, o forte de San Lorenzo e Portobello, cidade fundada em 1597 e que foi tomada pelos ingleses durante a Guerra da Orelha de Jenkins. Nas profundezas da selva do Panamá podem visitar a tribo embera, um tour (Embera Village Tours) acima do orçamento para a maioria dos viajantes. Para quem não os puder visitar podem sempre ver o programa da National Geographic “The Story of Us”, que estreou em outubro de 2017. Os passeios partem da Cidade do Panamá ou de Colon. Pensámos ir até San Blas, as praias paradisíacas, exploradas por comunidades (Kuna Yala) que as mantêm no mais possível estado puro. Apesar de termos visto várias opções (um dia, dois dias) e várias agências acabámos por desistir, por achar que ficava bastante caro no nosso orçamento. Também ouvimos dizer que o cruzeiro de Cartagena até San Blas é de sonho e encontrámos um blog que dá uma alternativa mais curta, já junto à fronteira entre os dois países, em Sapzurro, com a empresa San Blas Adventures, mas a convencional de partida de Cartagena pode ser reservada com a Blue Sailing. A segunda opção obriga a passar mais tempo no barco e a viagem é mais agitada. 365 dias no mundo estiveram 3 dias na Cidade do Panamá, de 14 a 17 de Junho de 2017 Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ Preços: caro Categorias: natureza, praia, snorkeling, museus, cidade Essencial: Canal do Panamá, Los Cajones, Biomuseo, Panamá Vieja, Casco Viejo Estadia Recomendada: 3-5 dias www.365diasnomundo.com
  13. 1 ponto
    Pessoal há muito tempo o Mochileiros.com me ajuda muito na preparação das minhas viagens, então achei que seria justo retribuir com todos os viajantes as nossas experiências e poder auxiliá-los nas suas viagens. Essa viagem para Alagoas fizemos em 2014 e foi muito legal! Assim as impressões que tivemos são de 2014, muita coisa pode ter mudado. Dia 01 Voo da Gol, saímos de GRU até Maceió com escala em Salvador. Chegamos em Maceió por volta de 13:00, almoçamos e pegamos o carro que eu tinha alugado previamente na Localiza. Daí fomos direto para Maragogi. Tentei encontrar transporte público mas achei bem difícil de chegar em Maragogi e os transfers eram muito caros (tipo R$300,00). Achei que compensava mais alugar o carro e depois achei que foi o melhor a fazer. As estradas são muito ruins porque são mal sinalizadas. Tem dois caminhos, pelo litoral e pelo interior, achamos melhor pelo litoral porque é mais perto, mas as estradas são piores em compensação e tem muitas cidades no caminho, logo tem redução significativa de velocidade. Apesar do maps indicar 2 horas, levamos 3:30 até Maragogi. Chegando em Maragogi, estávamos muito cansados e já era umas 17:00, fomos para a pousada Areias Belas, jantamos uma pizza em um restaurante próximo e fomos descansar para o próximo dia. Excelente pousada que apesar de bem simplesinha, tem um ótimo café da manhã e varanda de frente para o mar, muito bonita a vista. Quando fomos reservar pelo booking, pedimos em observações para ficar em um quarto com vista para o mar, nos foi concedido sem alteração no preço. No café da manhã não deixem de pedir o omelete misto e a tapioca que é muito boa. Dia 02 Nesse dia pela manhã ficamos na praia de Maragogi, não achei nada de muito diferente das outras praias. Na pousada mesmo fechamos um passeio de bugue para o norte e foi o melhor passeio da viagem, tudo muito paradisíaco. O bugue vai pela faixa de areia até a divisa com Pernambuco. O destaque é a praia de Xaréu que é muito bonita com águas muito claras e bem rasinho até os recifes. Depois do passeio descansamos um pouco na praia e depois fomos jantar em uma tapiocaria que fica de frente um parque de diversão, muito boa mas a do café da manhã da pousada ainda ganhava. Dia 03 Nesse dia acordamos cedo e fomos fazer um passeio de bugue para o sul. Bem bonito, porém não tem tantos cenários paradisíacos como nas praias do norte. A primeira parada nesse passeio é em um hotel fazenda que você paga uma quantia pequena convertida em consumação (na época deu uma água de coco) e o bugueiro leva em um mirante que fica no meio de uma plantação de côcos o que deixa a vista bem maneira. Rende várias fotos nesse lugar. Próxima parada é em uma vila onde tem uma produção caseira de biscoito de goma (conheço como biscoitinho de festa de criança). Bom para comprar porque é gostoso e barato, mas não vale perder muito tempo. Depois começa o trajeto de praias que vai até Porto de Pedras, várias vezes pedi para o bugueiro parar para eu dar um mergulho. Vale muito a pena porque a água é bem azul. A dica é antes do passeio avisar que você quer mergulhar que o bugueiro te leva no melhor lugar para banhista. Não preocupem com o tempo como eu, dá e sobra nesse passeio, aproveitem bem cada lugar. Mas na volta do passeio a maré sobe daí o bugue não passa e tem que ir pela rodovia, então a idéia é curtir bem a ida porque a volta pode não dar para retornar em alguns lugares. Finalmente o bugueiro nos levou em um restaurante que não lembro o nome, não gostamos do restaurante e a comida veio fria apesar de super cara. Os bugueiros fazem super propaganda de um lugar chamado Bica que é uma queda d´agua natural. Não gostamos, achamos sujo e nem animamos a entrar na água. Depois disso, foi a viagem de volta. Resumindo, nossa opinião é que o passeio de bugue para o sul é bom mas não imperdível. A noite jantamos no restaurante Maragaço, pedi uma posta de peixe que estava muito gostosa. Dia 04 Nesse dia bem cedo saimos para conhecer as piscinas, foi o único dia e horário que a maré permitiu o passeio. Quanto mais baixa a maré mais bonitas são as piscinas, consulte no site da marinha, apesar que pra mim não deu certo, a previsão foi super furada. Fechamos o passeio no hotel mesmo, fomos de lancha o que permitiu ser bem mais rápido que o catamarã e chegamos mais cedo que a maioria das pessoas. Esse passeio é imperdível para conhecer, é muito bonito mesmo. Ainda de manhã fomos para Maceió. Ficamos hospedados no hotel Mercure (praia de Pajuçara), lugar bom com preço bem acessível. Esse dia a tarde tiramos para conhecer Maceió, as praias são bem bonitas com uma cor da água surpreendente e a orla é bem organizada. A noite vale a visita no centro de artesanato de Pajuçara, um pouco mais a frente tem outro centro bem bacana também. Esse lugar é bom para comprar as lembranças. Dia 05 Esse dia saímos cedo em direção a Praia do Francês. Achei essa praia bonita, porém não muito diferente de outras praias em geral. Além disso, quando fui a cor da água estava normal e não verde como Maceió. A tarde partimos para praia do Gunga, essa praia é uma propriedade particular, então é cobrado para entrar na praia. Porém, tem muita estrutura para receber turista contando com amplo estacionamento. A estrada de acesso tem um bom trecho de terra, mas a estrada é boa, não tem perigo, mas é bom evitar dias de chuva pra não encravar o carro. Chegando na praia já fizemos o passeio nas falésias que sai de bugue ou triciclo. Esse passeio é muito bonito e rende boas fotos nas falésias. Por fim, tem uma parada para banho em um rio com metade de água fria e metade de água quente. Dizem que a lama desse rio é medicinal. Em seguida, voltamos para praia, almoçamos e curtimos ali o resto do dia. Dia 06 Esse dia deixamos o carro no hotel e fizemos um passeio com a Jaraguá Turismo. A van passa cedo no hotel e nos levou para São Miguel dos Milagres, um lugar paradisíaco. Chegando lá eles nos deixaram em um restaurante chamado Luna, é um restaurante de proprietários mexicanos com um ambiente muito agradável. Quando chegar lá você já escolhe seu almoço e quando chegar do passeio já vai estar pronto. Fizemos um passeio legal até o projeto peixe boi em Rio das Pedras, uma cidade bem próxima. Esse passeio é oferecido pela própria Jaraguá. Ao chegar na sede do projeto, o guia nos leva por uma ponte sobre um mangue aparentemente bem preservado onde se vê bastante caranguejo, entre outras espécies próprias desse ambiente. Após a ponte chegamos em um rio onde acontece o projeto, de lá partem balsas bem rudimentares sem motor, onde a propulsão depende de uma pessoa que empurra a balsa por uma vara que finca no fundo do rio. Chegando no local do projeto se vê vários peixe bois. O problema foi que nenhum deles chegou muito perto da nossa balsa, mas disseram que é comum eles chegarem bem pertinho. É um passeio legal mas não diria imperdível. Ao chegar no restaurante, o almoço já estava pronto. Após o almoço você tem duas opções, ficar na praia ou fazer um passeio de bugue pelas praias do lado, optamos pela primeira opção. Mas se eu tivesse que optar de novo iríamos fazer o passeio de bugue, o pessoal que foi falou que foi muito bonito e chegaram cedo, então também puderam aproveitar bem a praia. A praia é bonita, mas não tem a cor tão verde quanto outras praias da região, mais um motivo que gostaria de ter feito o passeio de bugue. Dia 07 Último dia em Alagoas, a ideia inicial era conhecer a ilha de carro quebrado que dizem ser muito bonita. Para chegar lá vocês precisam ir de carro até o restaurante Mar e Cia na cidade de Paripueira, ao lado de Maceió (30 Km), bem fácil de chegar. De lá sai um barco pontualmente às 9:00 para ilha de Carro Quebrado, chegamos tarde e perdemos o barco infelizmente. O restaurante em si tinha uma boa estrutura mas a praia não era paradisíaca. Então decidimos ir em um condomínio fechado na estrada entre Paripueira e Maceió chamado Hibiscus. Nesse local você paga uma taxa e pode desfrutar da estrutura do condomíno. Confesso que não esperava muito, e que surpresa tivemos, chego a dizer que esse passeio é imperdível e merece um dia nesse lugar. A praia era paradisíaca (praia de Ipioca) e a estrutura fenomenal. O restaurante era bacana e a cor da água surpreendente. Passamos o dia lá, o único fato ruim é que no fim do dia choveu muito e tivemos que ir embora. Chegando no hotel, arrumamos as malas, abasteci e lavei o carro que estava muito sujo, passamos na feirinha de artesanato para comprar mais algumas lembrancinhas e fomos para o aeroporto para pegar o vôo de volta. Espero ter ajudado vocês com nossas experiências nessa viagem bem legal por Alagoas!
  14. 1 ponto
    Olá! Vou para a Bolívia fim desse mês e se tudo der certo fico de vez rs Gostaria que me recomendassem um guia de viagem sobre a Bolívia, que seja em português. Um bom livro com dicas, preços, hotéis, mapa, roteiros de passeios...
  15. 1 ponto
    fala pessoal, sou do mochileiros há mais de 15 anos! muito tempo rodando por aqui....afastado a bastante tempo, mas to de volta! em 3 meses embarco com minha esposa e dois filhos (de dois anos e meio e 5 anos de idade) para um mega mochilão! eles tem pouco tempo de vida mas já rodaram um bocado...mas nada comparado a essa viagem! na verdade acho que vai ser a mais desafiadora da minha vida. Viajar com filhos pequenos é mais aventura que escalar o k2!!!!!!!!!!! kkkkkkkkkkkk enfim, vais ser mais ou menos isso aqui: 28 de ABRIL – VÔO RIO LIMA 29 DE ABRIL – LIMA – Manhã – praça de armas (catedral com catacumbas, casa do arcebispo, etc) – almoço – tarde huaca pucllana – janta huaca puclla – parque das águas pra fechar o dia Relax, pracinha, descansar, parque das águas pela noite 30 de abril – LIMA - PARACAS em onibus DIA 1º DE MAIO – PARACAS Passeio deserto costa cliffs e ilhas balestas DIA 2 DE MAIO – PARACAS – ICA – DESIERTO DE HUACACHINA DIA 3 DE MAIO – PARACAS – LIma DIA 4 DE MAIO – LIMA CUSCO DIA 05 DE MAIO – CUSCO Descansar, passeio pela cidade, não se movimentar muito, ver citie tour DIA 06 DE MAIO – CUSCO City tour, mercado central , comer, relax, descansar... DIA 07 DE MAIO – Maras e Moray (salineira) DIA 08 – ir para Ollantaytambo – ir cedo, contratar guia local volta pelas ruinas, passeios, curtir DIA 09 – Ollantaytambo – relaxar na cidade DIA 10 - OLLANTAYTAMBO – AGUAS CALIENTES EM TREM DIA 11 – MACHUPICCHU E RETORNO A CUZCO – domir em CUSCO posada del viajero DIA 12 – CUZCO – PUNO – 8 da manhã DIA 13 – PUNO - ILHA DE URUS URUMA ONDE VAMOS DORMIR DIA 14 – PUNO – COPACABANA DIA 15 – COPACABANA – DORMIR NA ILHA DO SOL DIA 16 – COPACABANA - LA PAZ DIA 17 – LA PAZ DIA 18 – VOO LA PAZ IQUIQUE DIA 19 - IQUIQUE DIA 19 – IQUIQUE – SAN PEDRO DE ATACAMA DIA 20 – ATACAMA DIA 21 – ATACAMA DIA 22- ATACAMA DIA 23 – ATACAMA DIA 24 – ATACAMA DIA 25 atacama jujuy - DIA 30 - VOO SALTA - RIO. ENFIM, ESSE é o roteiro, quero pegar dicas específicas dos lugares que vamos. A maioria dos hoteis já estão reservados...com dois pirralhos não da pra arriscar muito.
  16. 1 ponto
    Já pensou rodar a Ilha do Mel, no Paraná, levando só uma mochila?! A gente fez!!! Foram 3 dias incríveis por este lugar maravilhoso. Confiram: Abraço, aventureiros! Tai & Fê Aventura de Férias
  17. 1 ponto
    Dia 13 – 07/01/2018 Cusco – 0 Km Reservamos este dia só para conhecer Cusco. Como já estávamos aclimatados a altitude não tivemos problema algum em passear a pé pela cidade. Tomamos café da manhã e lá pelas 9 estavamos na rua. Fomos a até a praça central pois estávamos a apenas 10 minutos do centro. Muito bom para ir conhecendo a dinâmica da cidade e turistando nas ruas estreitas e pitorescas da cidade. Fomos direto na catedral que é belíssima, só que estava havendo uma missa lá. Mesmo assim, respeitosamente nós entramos e demos uma volta para ver. É simplesmente linda, tanto quanto a catedral de Arequipa e como sempre adornada de muito ouro e prata. Em seguida fomos para a praça tirar fotos e depois fomos até as igrejas que podíamos ver ao longe. Uma mais bonita que a outra. A praça central tbm é muito bonita e como estávamos nas férias tudo estava lotado. Mochileiros, turistas normais, japoneses, chineses, americanos e europeus por todo lado. Uma babel de línguas. Passeamos bastante e como já passava do meio dia seguimos para o mercado municipal de Cusco para encher o estomago. O mercado é muito grande, centenas de barracas de artesanato, hortifrutis, carnes e restaurantes baratos no meio de muita confusão como toda a cidade de Cusco. Nós 6 nos dividimos e cada um tratou de escolher seu prato. Eu escolhi comer o tão falado ceviche. A mulher do balcão me serviu e fiquei bem em frente de onde ela servia os outros. O que vi faria muitas pessoas pararem de comer. A mulher pegava os pratos de quem terminou, tirava os restos fora, passava o prato numa grande bacia com água de outros pratos (meio suja), passava um pano e depois colocava o prato na pilha de pratos que iam servir os próximos clientes...😱 Não tive um infecção intestinal graças a Deus... Depois disso continuamos a desbravar o centro histórico e passamos em uma loja chamada Asunta que fica na pasaje Inka Roca onde tem umas construções que foram feitas sobre a base de umas ruínas incas que tem imagens de um puma e de uma serpente. Começamos a compra ali e fomos enchendo sacolas. A loja estava aceitando 1 real por 0,92 soles. Todos do grupo compraram muito ali. Ao final da compra as vendedoras falaram que tínhamos de fazer ums foto vestidos como incas e nos encheram de roupas típicas. Continuamos nosso passeio e fomos a um Museu de Arte Pré-colombiano. Fui eu, a Isabel e o Edmar. Os outros preferiram ficar descansando na praça a frente do museu. Foi uma viagem no tempo porque o museu traçou com suas salas de exposição uma linha do tempo desde os primeiros povos pré incaicos até o domínio deste povo no seu apogeu e posterior queda. Peças de arte maravilhosas e ricas em detalhes. Algumas tão perfeitas que poderiam ter sido confeccionadas neste ano. Um beleza para os olhos e o melhor é que o museu deixa tiram quantas fotos vc quiser sem flash é claro. Batemos perna a tarde toda admirando aquelas vielas e casas pitorescas e belas. Voltamos para o hotel para guardar as compras de taxi. Foi bem barato, 3 soles para as 4 pessoas. Alias o Peru deve ter a maior frota de táxis das Américas. Nunca vi tanto táxi na minha vida ao ponto de parecer que tem mais táxi que carros individuais. Um taxi que se mostrava onipresente nas cidades que fomos era um pequeno carro 4 portas da Daewoo que se chama Tico. Gente eram milhares desses carrinhos rodando nas cidades, uma loucura. Após tomar um banho voltamos ao centro a noite para jantar. Achamos um restaurante em frente a Plaza Regocijo que, se eu não me engano, se chamava Restaurante Emperador com um menu turístico a 20 soles. Depois disso fomos dormir pq no outro dia iríamos passear pelo vale sagrada e ir até Ollantaytambo e depois a Águas Calientes.
  18. 1 ponto
    Dia 11 – 05/01/2018 Chivay – Vale do Colca – 0 Km Como acertado na noite anterior lá pelas 9:30 h fomos para a praça para fretarmos uma van ou um tuc-tuc para irmos às termas. Achamos uma van que cobrou 5 soles cada para nos levar até lá. Chegando lá pagamos mais 15 soles para entrar e nos foi dito que teríamos 3 das 5 piletas (piscinas) que poderíamos entrar: a 1, a 2 e a 5. A 3 e 4 eram para idosos e para moradores da região. Fomos direto na piscina 1 que era a mais quente: 45° graus... Coloquei os pés e não quis entrar, mas ai a Renata entrou e eu não quis ficar para trás. PELAMORDEDEUS que troço quente. Só dava vontade de ficar parado pois ao se movimentar a sensação térmica parece que aumentava. Fiquei alguns minutinhos ali e já sai para ir para a piscina 5. Lá sim o calor era agradável e suportável uns 30 e poucos graus apenas. Não tem muito a relatar deste dia a não ser que ficamos lagarteando e nadando por ali até umas 16 h mais ou menos. Um aviso a quem for nesta piscinas térmicas: cuidado ao sair delas depois de ficar muito tempo dentro, parece que a pressão baixa. Eu quase cai no chão ao sair rapidamente. Não sei se só pelo calor ou isso associado ao fato de que estávamos a 3.600 m de altitude. Voltamos na mesma van, jantamos e dormimos pois o dia seguinte seria longo até Cusco.
  19. 1 ponto
    @Fernanda Nicaretta Olá Fernanda! Acabei de ler seu relato e muito me identifiquei, também me sinto uma pessoa insegura, mas estou tendo a oportunidade de viver uma nova fase da minha vida, sozinha. Sempre gostei de conhecer lugares e pessoas.Só que sempre fiz isso acompanhada. Agora quero fazer sozinha. Preciso ultrapassar alguns obstáculos, e entender que nossa própria companhia é muito boa! Gostaria de viajar para o Peru. E gostaria de uma ajuda para montar trajeto e também saber sobre hospedagem e gastos. Você poderia me ajudar? Hoje é a minha primeira vez aqui nos mochileiros, nem sei se estou enviando a mensagem pela maneira correta. Espero que você receba. Aguardo! Bjs! Vanessa
  20. 1 ponto
    Warnes vc pode tirar do roteiro kkkkkkkk só vou passar aqui pois meu pai esta morando ai. Mas nem vou ficar um dia direito para aproveitar os outros lugares. Tudo super econômico então viaje com um estoque considerável que dá tudo certo e estará confortável a viagem toda. Em la paz tem muita mas muita coisa a fazer aproveite a viagem [emoji16]
  21. 1 ponto
    Só complementando as respostas, para quem não sabe, em Bruges tambem há moinhos. Dá até para visitar por dentro um deles. Quanto a rotterdam eu sempre fiquei tentado a conhecer, mas considerando o custo beneficio sempre acabei escolhendo outras opções. Em amsterda, o bate e volta a Harleem é uma excelente idéia. E quando se esta em Bruxelas, eu tambem acho muito cara a passagem para um bate e volta e acabo escolhendo uma cidade por lá mesmo. O desconto nos fins de semana são excelentes. Além de Bruges, Ghent ou Antuérpia desta vez conheci Mechelen e achei que valeu bastante.
  22. 1 ponto
    @Daiana Dahm , eu devo ir dia 17/03 e voltar dia 08/04. Lima, Huaraz, Paracas, Huacachina, Arequipa, Puno e Cusco. Se precisar de alguma informação é só avisar.
  23. 1 ponto
    @Daiana Dahm Peru é um país mágico. Não estava sozinha, mas se estivesse, teria me sentido bastante tranquila o tempo todo. Quanto a dicas de roteiro, depende muito do que vc está procurando... eu teria passado 18 dias em Cusco feliz da vida! ahahaha Mas falando sério: vc já tem algo em mente?
  24. 1 ponto
    @Matheusss_, @Laryssa Lira Porto sugiro que deem uma lida no http://mochilabrasil.uol.com.br/blog/mochilao-10-dicas-de-como-montar-um-roteiro-de-viagem e no http://mochilabrasil.uol.com.br/blog/20-dicas-matadoras-pra-voce-organizar-um-mochilao e uma boa pesquisada no: - certamente irá ajudá-los na elaboração do roteiro. Aí vocês podem publicá-lo aqui para o pessoal eventualmente opinar sobre
  25. 1 ponto
    acho que ninguem respondeu porque isso seria resposta para um especialista...Eu só posso aconselhar o que já testei e uso...Vai na Decathlon, compra uma Mochila da Quechua, tem vários tamanhos, todoas com excelente custo-benefício e 10 anos de garantia
  26. 1 ponto
    É super tranquilo viajar no Peru, ainda mais nas cidades turísticas. Estarei por todo o ano em Cusco e trabalho em uma agência de turismo. Se precisar de qualquer informação é só entrar em contato.
  27. 1 ponto
    Gostei do seu planejamento Tássila, pelo jeito vc está bolando uma viagem com bastante variedade. Ano passado eu pesquisei um pouco sobre Bélgica e Holanda, antes de viajar com uma amiga. Descobri que perto da Bruxelas tem um parque de tulipas, não tão famoso como Keukenhof, mas parece ser bem bonito também, são os jardim de um castelo particular (?!). O castelo não está aberto a visitas, mas durante a primavera os jardins são abertos para visitantes: http://www.floralia-brussels.be/en/ seria uma outra opção (dependendo das datas) Perto de Bruxelas outro um lugar que me pareceu muito legal para visitar é a cidade de Ghent, sendo que seu castelo talvez fosse uma atração interessante para seus filhos, mas também não sei. Na região de Rotterdam minha amiga e eu ficamos muito a fim de visitar duas atrações: Madurodam, que é um parque de miniaturas, e os moinhos de Kinderdijk: https://www.kinderdijk.com/ No fim das contas não fizemos nada disso e fomos para Haarlem! Estou devendo um relato aqui para o fórum, mas gostei muito de visitar Keukenhof e principalmente pedalar ao longo dos campos de tulipas. Ficamos em Haarlem por ser bem mais barato que Amsterdam. A partir de Haarlem deu pra visitar Amsterdam e Keukenhof, numa boa. Provavelmente teria dado pra visitar os moinhos em Zaanse S. também, mas no fim não tivemos tempo. Não sei se vc já fechou acomodação em Amsterdam, mas Haarlem é uma alternativa mais barata e muito simpática, sendo que caminhando no sul da cidade vimos algums moinhos também. Boa viagem pra vcs!
  28. 1 ponto
    Valeu galera pela dica, acabri de chegar em Foz do Iguaçu, sem problema nenhum no carro. Não fui parado em nenhuma blitz.
  29. 1 ponto
  30. 1 ponto
    Acho que não há postos GNV em Foz do Iguaçu, acho que o posto GNV mais próximo de Foz do Iguaçu fica em Passo Fundo ou Ponta Grossa / Londrina. O abastecimento GNV é muito restrito no Brasil inteiro, está disponível basicamente nas capitas e duas ou três grandes cidades do interior de cada estado, ou seja, um carro com GNV não serve para muita coisa fora da capital, você vai ter que abastecer com gasolina mesmo.
  31. 1 ponto
    Gente, passei o ano novo em Arraial do cabo. Fiz vários vídeos da viagem para meu canal do youtube, vou deixar os links aqui e quem quiser se inscrever agradeço, já vem vídeos de outras viagens la também. Tenho um blog onde posto dicas das viagens. www.osfeix.blogspot.com.br Viagem para Arraial do cabo Nadando com muitas tartarugas em Arraial do Cabo Imagens de drone em Arraial do Cabo
  32. 1 ponto
    Não tire Siem Reap! O complexo de templos é muito mais do que só o Angkor Wat (embora ele seja a cereja do bolo) e cada cantinho tem seu charme. Para conhecer os templos mais legas do complexo você vai gastar 2 dias inteiros (ou 1 dia inteiro mais 2 metades dos dias da sua chegada/partida, dependendo do horário dos voos). A cidade em si não tem nada pra fazer mesmo, embora a feirinha noturna seja bacana. O link abaixo pode te ajudar no planejamento e a decidir: https://umcasaleumamochila.wordpress.com/2016/05/26/cambodia-siem-reap/
  33. 1 ponto
    Vc está dentro do melhor guia da internet, aqui vc acha TUDO, e se não achar é só perguntar. Ainda tem Booking, Tripadvisor e os blogs de viagens para pesquisar hospedagem e roteiros. Livros muitas vezes não estão atualizados e é mais um peso pra carregar. Compre um chip com acesso a internet lá na Bolivia e seja feliz.
  34. 1 ponto
    Nas regiões com praia os hostels em que fiquei estavam bem vazios, creio que você não terá problema em conseguir vaga viajando em Junho, que também é baixa temporada. O chip funcionou muito bem em todos os lugares que passei, com exceção de Cabo Polonio. Pelo que me lembro eu comprei o Chip mais um bom pacote de dados que durasse a viagem inteira e realmente durou, se não me engano convertendo custou uns 40 reais.
  35. 1 ponto
  36. 1 ponto
    acompanhando ... crie um relato, e vá alimentando ao decorre, seria muito show para todos
  37. 1 ponto
    4° dia - 01/01/2018 - La Paz Foi dificil demais dormir... e tava frio.. então foi foda... Acordei um pouco melhor... Fui pro desayuno.. simples.. mas com qualidade... A comida boliviana não foi novidade pra mim, pois, vou sempre na feira Kantuta (boliviana) no bairro do Pari em SP.. Então a meta do dia era fazer uns rolês.. procurar uns passeios baratos.. trocar ideias .. comprar umas roupas.. pois só tinha uma blusa.. e o frio a noite era violento.. Para quem curte comprar, La Paz é o lugar.. Andei demais...fui em várias agências.. mas viajar em alta temporada é de fu... tem que ter grana... e eu não tinha... hahaha.. Eu nãoo dispensava Tiwanaco do meu "roteiro".. rsrsrs.. Almocei.. (não tirei foto).. Almocei no restaurante Pollo Rey (arroz, frango frito, batata frita e um molho picante muito gostoso) com Mocochinche gelado por 15 bols... Como estava me sentindo bem para andar e tal.. decidi ousar... fui no terminal de buses e comprei passagem para Uyuni. Pela Trans Omar por 150 bols para quarta-feira (03/01), é bom comprar antes na alta temporada.. pois acaba muito rápido.. No terminal me deparei com essa belezura: O wi-fi é cobrado mas funciona.. eu vj que em quase todas rodoviárias do Brasil não tem nem tomada pra carregar.. wi fi então é luxo.. usei 30 minutos e paguei 1bol.. E parti pra explorar o relevo urbano boliviano. Essa é calle Sagarnaga.. foi minha morada por quase 5 dias.. Fui "zanzar"... Andei demais.. La Paz tem muito morro... Comparo com Ouro Preto.. Mas La Paz ainda conta com a altitude... andei por lugares maravilhosos.. e outros nem tanto... Conheci alguns bolivianos, conversamos sobre o Evo, Aimarás, Quéchuas, Brasil, Neymar e outros assuntos.. Os poucos que eu encontrei em tentaram entender meu "portunhol" foram muito atenciosos... Eu fiquei anestesiado com La Paz.. Infelizmente eu não registrei "1 dedo" do vi e vivi por lá.. mas tem um pouco aí: Da um bom "meme" hahaha... Andei pra caraleo... rsrsrs o dia inteiro.. voltei pro hostal.. tomei banho e fui deitar...estava exausto.. E já estava próximo de anoitecer... Chegando no hostal e vendo essa tela "maravilhosa"... rsrrss.. Bateu aquela fome...já tinha cochilado.. então eram mais de 21h... peguei um folder na rua de uma pizzaria que coincidentemente estava com uma promoção de entrega grátis... foi ela mesmo.. Pizza maravilhosa, bom preço, delivery para os preguiçosos como eu... A Pizza chegou.. Nessa hora me levantei.. cara... eu vi o mundo girar.. parecia brisa de corote... vodka.. catuaba.. tudo junto.. tontura, dor de cabeça e coração a mil... sensação horrorosa...peguei a piza e subi.. muito mal...a sensação ruim não passava.. muito pelo contrário só piorava... Eu fiz um seguro de viagem para 17 dias.. Já imaginava que a altitude poderia me causar estragos... Eu não sou de fazer propagandas e tal.. mas vi que algumas pessoas tiveram problemas com seguro e tal... Mas fiz pela Affinity (120 reais na América do Sul os 17 dias, fiz o mais básico).. Era dia 01/01 - feriado e quase 23h... entrei em contato com a representante era 22h30.. mandei foto do contrato e disse os meus sintomas... as 22h50 ela me disse que o médico chegaria em meu quarto em 30 minutos.. e me atenderia em português... Eu estava com medo...pois, os sintomas só pioravam..tremia demais.. coração disparado.. tonto.. e cabeça explodindo... as 23h20 em ponto o médico chegou... O Soroche havia me pegado de jeito rsrrsrs... foi foda.. O médico era brasileiro.. facilitou o processo... fez os procedimentos e eu tive que ficar com o balão de oxigênio no quarto. E o médico me esclareceu muito "MITOS" e "VERDADES"... Antes de ir pra altitude li relatos de pessoas falando sobre.. E todos diziam que a hidratação é fundamental... Mas cada corpo reage de uma forma.. no meu caso a água era um "veneno"... Segundo o médico, numa região no nível do mar, o nosso corpo necessita de 3 a 5 litros de água para funcionar bem.. Numa região como La Paz onde a pressão atmosférica é diferente, o nosso corpo necessita de uma quantidade muito menor.. ou seja, ele me proibiu de tomar água... e tomei medicamentos para diminuir a quantidade de líquido do meu corpo... logo, minha alimentação tava toda errada... pois, doces, pizza, salgadinhos retem líquido no corpo... Tomei um carrinho por trás... comprar remédios Não foram caros... mas lá se foram 100 bols pra farmácia... Perguntei do Soroche Phills e da folha de Coca.. * Soroche Phills é tipo o doril aqui no Brasil.. qualquer um se alto medica.. (nesse sentido, não a composição) então vai muito do corpo.. o remédio tem cafeína, pra mim era um veneno.. mas comprei antes de ir e tomei alguns.. não fez efeito. * folha de coca... Segundo o médico, é místico, pois tem uma conotação muito mais filosófica e de fé do que propriamente medicinal.. claro ele é médico, jamais acreditaria numa parada dessa.. mas comprei tb.. e assim como Soroche Phills, não fez efeito.. o Mate eu tomei muito... e achei que fez diferença... Detalhe.. eu havia comprado passagem para Uyuni para o dia 3/01... o Médico disse que eu havia de ficar com o oxigênio até a tarde do dia 2/01 e ficar no mínimo até dia 04/01... na cidade.. pois eu teria uma nova consulta com o mesmo. Eu falei pra ele.. não posso, comprei passagem para Uyuni.. Comprei passeios para Tiwanaco... Ele se propôs a fazer uma carta para que eu conseguisse mudar as datas dos passeios.. e da viagem.. Acabei ficando em La Paz até o dia 4/01. Não brinque com a altitude.. ela é feroz.. rsrsrrs.. o atendimento foi perfeito... ainda bem que eu fiz um seguro... esse atendimento segundo o médico, ficaria em torno de 700 dólares.. srsrrsrs eu nem usei isso durante a viagem toda.. kkkkk.... Ahh qndo ele foi embora eu comi a pizza...kkkkk gordo é foda!!! Muito gostosa, comi mais dois dias por lá.. continua....
  38. 1 ponto
  39. 1 ponto
    A ideia do couchsurfing é esta mesmo que o pessoal falou, mas você nunca deve planejar a sua viagem contando com o couchsurfing para fechar o orçamento da sua viagem. Pois couchsurfing não é algo garantido, não tem nenhuma garantia que você vai conseguir couchsurfing nos dias e cidades que você precisa, e mesmo que consiga, sempre pode acontecer de o seu anfitrião ter que cancelar faltando uma semana por que surgiu um compromisso inadiável. Ou ainda, você pode ter azar e chegar lá na casa do seu host, e ele ser um pé-no-saco, mal caráter, ou colocar vocês para dormir num lugar insalubre, ele ser uma "maria-fumaça" e você não suportar o cheiro de "fumo", etc, etc... E onde que você vai arranjar um novo local lá na hora? Vai dormir na rua se não achar um couchsurfing e se não tiver dinheiro para pagar um hostel? Ou seja, mesmo que a intenção seja usar couchsurfing, sempre faça o orçamento da sua viagem como se você tivesse que pagar hospedagem, alimentação, etc. E o que você conseguir de couchsurfing é lucro, fazendo com que sobre dinheiro no final da viagem para alguma "extravagância" qualquer que normalmente você não faria, para compras, etc, ou melhor ainda, trazer o dinheiro de volta para casa ele ser o começo da poupança para a próxima viagem.
  40. 1 ponto
    Fala amigos mochileiros!! Já percorri 3150 km, saindo de SP, passando por Foz do Iguaçu, Rosário e Mendoza. Amanha parto para a subida do Aconcágua. Fiz um vídeo mostrando um pouco do meu equipamento para compartilhar com vocês! Abraço e acompanhem minha posição pelo SPOT no meu face.
  41. 1 ponto
    14/12 - 1° dia do Uyuni Olá Mochileiros! Desculpa a demora, mas não tive muito tempo esses últimos dias, me perdoem se as edições ficarem um pouco estranhas, mas assim, eu definitivamente não sei mexer nesse site. Parei em Sucre né... Entramos no ônibus, eu tinha lido em vários relatos que o ônibus que levava para o Uyuni era horrível, não tinha banheiro e tals, realmente não tem banheiro, mas não é um ônibus ruim. Dá pra você ter uma viagem ok, sem nenhum problema, então fiquem em paz gente. Só indico que vá ao banheiro antes haha Beleza né, embarcamos 18h, foram 11h de viagem mais ou menos. Chegamos por volta de 4h da matina, assim que descemos do ônibus, fomos abordados por um monte de gente, me senti bem famosa Sério gente, é uma loucura, todo mundo te chamando pra agencia deles, como já tinhamos algumas agencias em mente, então nem demos muita bola. Uma mulher de uma das agencias que nos queríamos nos chamou para tomar um cafe na agencia dela "sem compromisso", estava tão frio (estava REALMENTE FRIO!!), acabamos indo. Dica: Vão agasalhados, porque é um frio do caralho. Coloquem todas as camadas de vocês, sem dó. Entramos na agencia, que estava maravilhosamente quente e perguntamos por um banheiro. Encontramos um banheiro bem duvidoso do outro lado da rua, mas como estávamos com muita vontade, só fomos. Tomamos um café e conversamos um pouco sobre o tours que eles ofereciam, ficamos bem satisfeitas com o que ouvimos e lá eles tinham um diferencial que poucas agencia fazem, eles te levam pra ver as estrelas a noite, achei bem interessante, amanheceu e fomos pesquisar um pouco mais, mas fechamos com aquela mesmo, o nome é Thiago Tours, senão me engano é uma agência brasileira. Choramos um pouco por um desconto e conseguimos Depois fomos procurar um restaurante pra tomar o café da manhã, a essa altura eu já estava morrendo de fome. Eu já tinha um lugar em mente pra ir quando chegássemos lá, se chama Breakfast Nonis. Lá abre 05h então se vocês chegarem esse horário e quiserem um lugar pra ir, vá nesse lugar, gostei bastante. O ruim é que ele é um pouco longe da parada de ônibus, mas o restaurante fica no centro da pequena cidade/pueblo. Depois de uns 5 minutos andando, chegamos no lugar, pedi um café basicão mesmo, pão com manteiga e geleia e um chá, com opção para um café. Tomei primeiro o café, o que foi um erro, porque o café da Bolívia é simplesmente horrível. Comi metade do pão, porque começou a bater o piriri (ninguém tá livre disso) , gente é serio, eu tive que caçar um banheiro urgente, porque eu não estava mais aguentando de dor e de vontade hahaha pior que lá no restaurante tava sem água, BEM NAQUELE MOMENTO- a vida é incrível né. Por sorte, tinha um banheiro publico na frente do restaurante que tinha um grande armazém de água, então pude aliviar meu sofrimento. Pior que as meninas também ficaram como eu. Eu queria falar pra vocês "cuidado com o que vocês comem na Bolívia", mas se for assim, o negocio é nem comer pessoal, tudo lá é meio duvidoso. Todas as pessoas que eu conheci tiveram o mesmo problema que a gente. Voltei bem plena e livre para terminar meu café da manhã. Conhecemos um francesa chamada Lala, muito simpática. Chamamos ela para tomar cafe com a gente, conversamos bastante, ela disse que ia fechar o passeio com Salt Desert, é bem famosa essa agencia e ouvi boas indicações sobre ela também. Deu o nosso horario e nos despedimos da Lala. DICA MUITO PRECIOSA: Vocês sabem que quando atravessa a fronteira Bolívia/Chile tem que pagar propina né? Pois então, descobrimos como não pagar e não é burlando a lei haha quando fechamos com a nossa agencia, ele nos disse que tem como pegar o carimbo ainda naquele pueblo, eu não lembro o nome da rua, mas é bem movimentada, perguntem na rua por um posto de imigração onde você pode conseguir o carimbo. Se você perguntar na agencia que vai fechar eles te respondem também. Lá eles te dão o carimbo, você não paga nada e de quebra não tem que pegar aquela fila enorme da imigração. Poucas pessoas sabem disso, mas se você perguntar eles respondem (na rua). Depois de pegar o carimbo, fomos comprar uma água. Chegamos na agencia e as portas estavam fechadas, daí deu aquele gelo "será que passaram a perna em nós?". Tranquilo, depois de alguns minutos eles aparecem, conhecemos então as pessoas que passaríamos os próximos dias juntos. Conhecemos o Benjamin (Alemanha), Marcos (Espanha), um casal de Espanhóis, cujo nome não lembro, Érika (Peru) e dois brasileiroooos chamados Matheus e Jonathan. E foram chegando mais outras pessoas. Sairíamos em dois carros. Ficamos com os dois brasileiros e a Erika, eles iriam fazer só um dia e depois iriam voltar para a cidade base do uyuni. Conhecemos o nosso simpático guia e começamos nossa jornada rumo ao maior deserto de sal do mundo! O legal era que os dois carros sempre iam juntos, pra dar suporte um pro outro caso precise. Então em todas as paradas nós interagíamos tanto com o nosso grupo, quanto com o outro. Conhecemos primeiro o cemitério de trens, bem perto do pueblo. Um lugar com uma paisagem linda. Essa é a cidade. Depois fomos a um lugar- cujo nome não lembro de novo haha- que tinham águas que eram geladas, mas que ferviam, bem surreal! O guia explicou que é por causa do vulcão, que está bem perto, mas não sei explicar em detalhes. Não da pra ver na foto, mas era bem surreal!! Depois conhecemos o famoso Dakar! E logo após isso, tem aquele lugar com várias bandeiras dos países. PS.: Estava ventando muito!! O Benjamin estava um pouco triste porque a bandeira do país dele não estava lá (Alemanha). Foi muito engraçado a cara dele, mas foi um pouco triste também. Porque eu fico pensando, que até hoje os alemães sofrem devido as coisas que aconteceram no passado, é uma pena né. Enfim, fizemos uma parada para baño e era um lugar com uns morros, dava pra tirar uma fotos bem legais lá. O Benjamin, o Marcos e nós. Naquele calor desgraçado misturado com vento forte haha Eu estava olhando a paisagem pela janela do carro e quando eu percebi tudo estava começando a ficar branco, estávamos chegando ao Uyuni!!! Gente, é surreal, como aquele lugar é incrível e único. Foi ficando cada vez mais branco, quando o carro finalmente parou e pudemos descer. Eu não sei explicar o que eu senti estando ali, onde eu sempre sonhei. Nem vou perder tempo tentando explicar, porque é uma coisa que precisa ser vivida pra saber. Eu estava tão feliz e emocionada que nem acreditava que estava ali, toquei no chão e peguei uma pedra de sal. Sim, eu estava no Uyuni! Não tirei tantas fotos como eu poderia, eu queria ter tirado mais, mas fazer oq né. Nosso guia não sabia tirar foto direito, então uma das poucas que temos, também não é a melhor haha E umas das melhores fotos que tirei, não posso mostrar. E vocês vão saber mais tarde porquê haha Depois que tiramos as fotos e contemplamos aquele imenso deserto, era hora de seguir viagem... O que eu gostei nesse tour é que ele é bem completo, você não vê só o Salar, mas vê varias outras coisas, acho isso bem legal. Se eu não me engano, fomos a um lugar que vendia muitas coisas, como roupas, chaveiros, tocas, enfim varias coisas. Os preços lá eram ok. Já peço que me perdoem, porque eu não lembro da sequencia dos passeios, foram muitoooos, então eu nem vou lembrar de relatar todos aqui. Paramos para ver mais algumas montanhas. Depois nós paramos em um restaurante bem simples e almoçamos, foi servido um arroz estranho, batatas, carne de llama (não me julguem), banana e refrigerante. Foi uma boa refeição. Depois fomos para a Isla del Pescado, é como uma "ilha" com uns cactos, tem que pagar para entrar (custa Bs.30 se eu não me engano). Mas não pagamos, porque achamos que não valia muito a pena, dá pra você ver igualmente estando de fora. Nesse momento nós nos separamos do nosso grupo (os brasileiros e a peruana), porque nós continuaríamos a viagem e eles iam voltar para a cidade base do Uyuni, foi triste nos despedir, porque gostamos muito deles Trocamos de carro e de grupo. Infelizmente pegamos um grupo muitoooo chato de tchecos, gente por favor, não sejam como eles! Tipo, eles não faziam questão nenhuma de interagir com a gente, só falavam na língua deles (sendo que todos falavam inglês e espanhol), quando a gente falava com eles, eles davam meia palavra e pronto! Foi muito chato estar com eles, quando você viaja tem que se abrir para as pessoa sabe, você vive experiencias muito mais incríveis quando conhece outras culturas, não se prendam somente as pessoas que são da sua nacionalidade . Por sorte, sempre que tinha uma parada, nós falávamos com o grupo do outro carro, então basicamente, eles foram nosso grupo hahaha Mas assim, enquanto o grupo era um porre, o nosso guia era um amor <3 sério, amei aquele guia, topzão. Ele explicava as coisas direitinho e dava bastante tempo pra gente ver os lugares. Enfim, depois de ir pro novo grupo chato, fomos para uma especie de gruta, que era bem interessante, poucas agencias vão pra lá, vale super a pena. Reencontramos nosso outro grupo de brasileiros e queríamos arrastar eles de volta pro nosso carro hahaa Já era uma 17h30 +/- e fomos ver o por do sol, com aquela paisagem branca incrível, eu não tenho fotos, mas garanto a vocês que a visão era surreal, o céu fica com umas cores maravilhosas que eu vou guardar pra sempre em minhas lembranças. Já digo que esse horário venta ainda mais, é um vento gelado que corta a alma. Já estava anoitecendo e fomos para o hotel. Li em vários relatos que o hotel era horrível e tals. Eu amei o hotel que fiquei, era aconchegante, bem espaçoso, o quarto era ótimo e não tinha muitas pessoas (eu acho que só tinha o nosso grupo). Dá pra tomar banho (custa Bs.10), mas assim, minha grana estava curta, então não pude me dar esse previlegio, e eu já estava preparada com meus lenços umedecidos, logo tomei meu banho de gato. Depois de "tomar banho", tomamos café, mas eu não cometi o mesmo erro e logo tratei de tomar o chá, a essa altura já tinha me convencido que eu tomaria café tão cedo. Jogamos um pouco de Uno e logo já veio a janta. Foi servido arroz e uma comida tipica boliviana que não sei o nome, mas que era MARAVILHOSA, era algo como linguiça com carne e batata frita embaixo, mano, aquele negocio era bom demais! Vou até tentar fazer em casa. Depois fomos ver as estrelas, o nosso grupo chato não quis ir ver, porque já tinham visto, se eu fosse eles teria ido pra ver mesmo se tivesse visto umas 300 vezes. Estava muito frio, nosso guia colocou um reggaeton pra tocar, quando do nada ele para o carro, e quando nós descemos nós deparamos com aquele céu magnifico, eu nunca tinha visto um céu naqueles, estava muito iluminado. Segundo o nosso guia, nós tivemos sorte, porque não é sempre que o céu está daquele jeito, estava muitoooo iluminado, tinha muitas estrelas. O outro grupo também estava lá, então todos nós ficamos contemplando aquele céu juntos. Depois de uns 30 minutos, nós voltamos e finalmente fomos dormir, eu estava morta de cansaço, no outro dia nós acordaríamos bem cedo. Esse dia foi sem duvidas, um dos melhores dias da viagem. GASTOS: Baño (assim que chegamos na cidade): Bs.1 Tour Salar de Uyuni (com transfer pro Atacama): Bs.700 Água: Bs.6 Café no Breakfast Nonis: Bs.15 Baño (na parada): Bs.1 Baño (de novo): Bs.2
  42. 1 ponto
    Realmente silnei... Mas vamos devagar que chegamos lá.. Qlqer coisa eh so conta comigo
  43. 1 ponto
    @Dan Wollker , A ideia é muito boa, mas primeiro a prioridade é organizar o fórum que ainda tem muita coisa pra melhorar e depois disso vamos implementar novos recursos, mas como disse a @LF Brasilia isso tem custos e quando o assunto é desenvolvimento de aplicativos, estes custos são bem altos. Mas devagar nós seguimos avançando.
  44. 1 ponto
    Olá Sandro, Seja bem-vindo ao ES. Ilha do Boi fica em Vitória e Peracanga, em Guarapari. Na Ilha do Boi dá pra subir com uma caminhada de uns 15 minutos pelas ladeiras, sossegado. Você tem a opção de ir de Uber ou 99Pop também, partindo do Shopping Vitória, por exemplo (menos de R$ 7,00). Para Peracanga você teria que pegar um ônibus da Viação Planeta pra Guarapari (1h30 de viagem mais ou menos). Espero ter ajudado. Abraços!
  45. 1 ponto
    Oiiii Peoples !! Sou a Jocastaa, eu moro aqui, caso queiram dicas e companhia para turistar +56931144094
  46. 1 ponto
    Adren-Aline! Continue o relato, please! E quero o contato do Omar tb, irei para a África do Sul em abril. Aguardando ansiosa, hehe!
  47. 1 ponto
    Ontem fechei a mochila, tudo pronto para partir!! Tem uma leva de equipamento que pegarei lá em Mendoza daqui algumas semanas. Abraço!!
  48. 1 ponto
    Tudo bem Eduardo e vc? Muito obrigado pelo comentário! Tudo que você falou são coisas que eu tenho pensado e organizado bastante para estar minimamente preparado . Em relação ao mal de altitude, vou estar por conta da sorte e do meu organismo, vi que muitos já fizeram essa rota e alguns sofreram mais e outros menos, vou me preparar pra isso. Sobre a maratona, esse é o roteiro base com as coisas que pretendo fazer mas é totalmente flexível, em locais que eu chegar e despertar meu interesse provavelmente faça algumas mudanças na hora como abrir mão de alguns lugares e passeio e ficar um dia todo a mais no local (Atacama, Arequipa, Huacachina, Cusco, Huaraz entre outros lugares). A maior parte do transporte será por terra, estou vendo de fazer a parte de lima>Cusco e outras de avião, vou organizar com mais calma durante o ano. Essa informação do deposito de bagagem me ajudou muito! Obrigado! Obrigado Novamente!
  49. 1 ponto
    Eu não sei se os contos vem deste país ou este país vem dos contos. Séculos e séculos de história descansam sob os pés de milhões de turistas! fazem desta nação um dos destinos mais populares do mundo! Bem-vindos à Inglaterra! Está no ar o primeiro capítulo da temporada The World by Fon na Inglaterra! Fique ligado, acompanhe semanalmente! Inscreva-se através do link: https://goo.gl/95qFDE . Uma abraço maior que o Atlântico, Fon
  50. 1 ponto
    Dia 6 - Desert Safari - Meu último dia em Dubai foi dedicado ao Safari no Deserto que é programa obrigatório pra quem vai lá. Fiz o Safari de 6 horas e paguei 265 AED na Empresa Arábia Horizons Tour. Confesso que contratei a empresa mais por comodidade pois eles tem um estande no Dubai Mall, perto da rada para o Show das Fontes e não consultei o Tripadvisor como sempre faço. Fiquei assustado com as avaliações negativas, mas já tinha comprado. Graças a Deus foi muito bom. O guia (um paquistanês chamado Ahmed) chegou no horário acertado (entre 2 e tres da tarde), pegou mais 4 pessoas ali por perto e partirmos. Andamos por uns 50 minutos na direção da fronteira de Omã. Depois paramos em uma tendinha pra comprar agua e os caras tentarem te empurrar um monte de coisas, tipo roupa de árabe,etc,, ali tudo é caro, traga agua de Dubai e fuja dos vendores de fantasia árabe que são muito chatos. Mas muito mesmo....Foi dificil me livrar de um que queria me vender um lenço por 450 dirans. Depois dali eles entram no deserto e esperam os outros Range Rovers (o carro padrão do passeio) chegarem. Tem uma pausa para as primeiras fotos do deserto e segue o comboio deserto a dentro. Antes disso eles esvaziam os pneus para o rail do deserto Depois eles fazem o rail nas dunas. É legal, não tem a adrenalina que falam, mas chega a ser gostoso sem ser desconfortável. No nosso caso ele fez na medida certa. Depois disto mais uma parada para encher os pneus (eles usam uma bomba ligada na bateria do carro) num lugar com um visual deslumbrante e tome foto. Dali voltamos para o Asfalto e seguimos para o acampamento de Beduinos onde terá o jantar e os shows. Na verdade é uma produção das operadoras imitando um acampamento de beduínos mas com o conforto que todo turista gosta, como banheiro, boa comida, água a vontade, etc... Eu iniciei esta parte com o passeio de camelo. É uma voltinha rápida de uns 5 minutos, mas o suficiente para tirar as fotinhas que serão postadas no facebook tão logo apareça um Wi-Fi. (No deserto não tem Wi-Fi). Uma dica: Fui de calça achando que de noite no deserto fazia frio. Faz nada. É um calor um pouco menor que de dia. Vá de bermuda. Próximo ao por do sol saia do acampamento é vá fazer uma seção de foto em alguma duna ali do lado. É um desbunde. depois disto tem uma série de Shows árabes e no final um jantar que eles chamam de Barbecue no deserto, mas na verdade é um bandejão melhorado. Mas faz parte do show. Depois todos voltam pros jipes e retornam a Dubai ou outros lugares, A conclusão que eu cheguei é que o passeio é igual para todas as operadoras. Tinha umas 500 pessoas no acampamento. O que varia é o serviço de cada uma, o guia, a logística, o preço, etc...até os carros são bem iguais, Posso falar que esta operadora que eu fui atendeu todas as minhas expetativas, apesar dos comentários negativos na NET. Bem Dubai acabou pra mim. Amanhã sigo para Grécia e vou postar da mesma forma só que no tópico da Grécia. A conclusão que cheguei de Dubai: Cidade Linda, produzida para turismo, bem "marqueteada" no mundo todo, principalmente pela Emirates, e todo mundo que vai gosta. O calor é que não ajuda. Fora isso está nas minhas TOP 5 junto com Barcelona, Singapura, Amsterdan e Berlin. Recomendo fácil ir lá. Pena que é longe e sai caro para nós brasileiros, que não estamos num bom momento...
Líderes está configurado para São Paulo/GMT-03:00


×
×
  • Criar Novo...