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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 23-02-2018 em todas áreas

  1. 3 pontos
    Ultimamente, do jeito que as coisas estão e pra onde eu vejo elas caminharem, só o fato de ter o privilégio de viajar já está de bom tamanho! Tá fácil não! Mas essas zueras são boas pra rir um pouco!
  2. 3 pontos
    No Facebook tem um grupo só para os Mochileiros picas das galáxias, chama Os Seres Mais Mochileiros do Universo. A descrição do grupo diz assim:
  3. 3 pontos
    Acho que o site deveria chamar "viajantes" ou outro nome do tipo, assim acabaria com as discussões hahaha. @Dan Wollker A frase que usei acima para definir mochileiros é o seguinte, quem acompanha o site a muito tempo, talvez lembrem disso. Já apareceu até noticias de pacotes de mochilão por aqui, outros que insistiam em CVC, estas coisas. Eu tinha um colega de trabalho que todo ano fazia mochilão, comprava algum pacote e viajava levando mochila, postava altas fotos no facebook dizendo, "mochilão Argentina", deixava ele viver sua ilusão ! Para mim mochileiro é aquele que organiza sua viagem de forma independente, pode levar suas coisas até numa mala de grife ou se hospedar num hotel de luxo. Não muda o fato de ser independente.
  4. 3 pontos
    "Quem quer saber de mais um final de semana no Perú?" Provavelmente os foristas que consultam o diretório de viagens ao Peru e selecionam a tag "Relatos". Obs: Sou super adepta do "não alimente o troll". Mas, se deixar, eles acabam matando todos os tópicos.
  5. 2 pontos
    Hoje ao acordar notei que tudo estava mais lindo, mais colorido, podia enxergar a alegria estampada em pequenos detalhes e afazeres. Não tinha como ser diferente afinal, não são todos os dias que fazemos aniversario, hoje dia 07/02/2018 faz exatamente 1 ano desde que sai do comodismo, do comum, da rotina estafante que vivemos, e continuamos, sabe por que ? por que temos a sensação de estar tudo bem, esta confortável, por que mudar algo que pensamos ser o melhor, afinal é seguro. Mas eu não, eu pensava diferente, não estava legal, não me completava, apenas me absorvia mais e mais, até que em certo ponto cansei de toda essa vida monótoma, e aqui estou completando 1 ano de viagem. Já contei minha historia aqui no grupo uma vez, mas vou contar uma segunda, pois sei que muitas pessoas mudaram sua forma de pensar e ver o mundo a partir do post que fiz. Sou christopher hoje com 23 anos, estou na cidade de Balneário Camboriú. Bom eu era normal como todos somos, o tipico jovem brasileiro, trabalho, casa, carro, relacionamento, amigos, festas etc. Mas certo dia algo mudou, não tinha mais aquela animação pra ir trabalhar, não tinha animação pra sair com os amigos, não tinha animação pra sair nem da cama se quer, apenas olhava tudo esvair de mim aos poucos, mais e mais, e cada vez mais era pisado pelo black dog, e me afundado em depressão, foi então que acabei saindo do emprego, pois não tinha animação pra ir, com o passar dos dias veio o termino do meu noivado, isso foi uma marretada para a angustia de um depressivo, logo as contas de fim de mês começaram a chegar, acabei vendendo meu carro para pagar-las e liquidar toda e qualquer divida que tinha. Então ali estava eu fechado em meu mundinho obscuro, cercado de pensamentos suicidas. Mas, surge aquela luzinha ao fim do túnel, então resolvo que eu tinha que sair dessa, minha vida não podia acabar ali naquela casa, sozinho, eu era mais que tudo aquilo, não era possível que vim ao mundo pra viver até os 22 anos e ser lembrado por amigos e familiares como o depressivo que se suicidou. Fui ao meu computador e resolvi terminar com tudo de uma vez, consultei o santo google ''Como sair de uma depressão'' eis que apareceu varias e varias coisas, abrangendo uma gama de assuntos sobre, mas algo me chamou muita atenção, ''viajar é o melhor anti-depressivo'' estava ali, era só absorver essa informação, mas poxa ''sou pobre, como vou viajar e conhecer o mundo ?'' consultei o google mas uma vez ''como viajar sem dinheiro'' advinha onde fui parar ? ''mochileiros.com'' me encantei com os relatos de viagens, pessoas que saíram meteram a cara com pouco e as vezes nada, então estava ali, era o que eu queria pra mim naquele momento, depois de me aprofundar nas teorias de viajeros, e aprender o ''básico'' sobre sobreviver na estrada, estava focado em sair, logo arrumei a bolsa que carregava meu antigo notebook, coloquei umas roupas, peguei minha carteira que tinha 170 reais e sai no outro dia logo cedo, as 7 horas da manhã do dia 7 de fevereiro peguei minha primeira carona de Cafelândia do Oeste para o mundo. e assim segui, conhecendo lugares incríveis, um mais lindo que o outro, conhecendo pessoas, pessoas essas que são como anjos para quem vive pela estrada, escuto muito dizerem que existe muita maldade no mundo que vivemos, mas acredite é minoria, a bondade é imensa quando você se permite mais. Bom, conheci o mar pela primeira vez no ano passado, quando sai de Cafelândia, sai com proposito único de realizar meus sonhos, e conhecer o mar era um deles, então fui ao litoral Catarinense, passei por lugares no Parana, São Paulo, uma beiradinha do Rio de Janeiro, Minas Gerais (estado que eu era encantado desde pequeno) Espirito Santo, e em cada lugar que ia, aprendia algo diferente que sempre me moldou a tornar-se um ser melhor, mais feliz, foi onde vi, que tudo de mal que vivi antes de meu renascimento, serviu apenas para mostrar que eu estava vivendo errado, e era necessário mudar minha forma de viver. para quem leu até aqui, muito obrigado, desculpa tomar tanto tempo, deixo para você uma frase para refletir ''Permita-se mais, não deixe para depois, o que pode ser feito agora, o depois pode não vir a existir''
  6. 2 pontos
    [align=center][/align] Ao longo dos anos venho vendo muitas pessoas repetindo como regra geral que o peso máximo de uma mochila carregada deve ser proporcional a 10% do peso de cada indivíduo. Se pegarmos como exemplo uma pessoa que pesa 70 quilos pela regra ela não pode carregar mais que 7 quilos de peso bruto. Considerando que muitas mochilas cargueiras a partir dos 60 litros pesam em torno de 2,5 quilos a carga a ser transportada por esta pessoa deve ficar por volta de 4,5 quilos de peso líquido. Diante destes valores que acabam sendo muitas vezes pouco para a maioria dos viajantes, principalmente os que acampam eu me perguntei: Será mesmo que esta proporcionalidade de 10% deve servir como regra quando falamos de mochilas cargueiras? Para responder esta dúvida eu precisei descobrir quem definiu esta proporção, quais os critérios adotados para se chegar nela e como foi executado os exames. Minha busca se deu na leitura de vários artigos médicos relacionados à questão, onde quase não encontrei pesquisas realizadas em indivíduos adultos. Grande parte dos estudos existentes teve como objetivo determinar o peso máximo que uma criança poderia carregar de material escolar sem ter sua saúde comprometida. O peso máximo varia conforme os pesquisadores entre 7% e 20% do peso corporal, havendo um consenso maior para a proporção de 10%. A Organização Mundial da Saúde sugere o máximo de 7% do peso da criança. Apesar disso, os trabalhos ainda são insuficientes e com amostras pequenas para estipularem os índices mais seguros. Na verdade, existem muitas variáveis interpostas para se determinar o peso máximo, como distância percorrida, desenho da mochila, condicionamento físico da criança e sua maturidade esquelética. Um trabalho desenvolvido nos EUA, chamado Plano de Seleção Preventiva, usa a escala de dor de Borg da seguinte maneira: as crianças são submetidas a mochilas pré-pesadas a partir de 1 quilograma, aumentado-se de meio em meio quilograma. A primeira mochila que machucar, será a referência de peso da mochila ideal pra aquela criança. Retira-se então meio quilograma desta mochila referência encontrando-se o peso mais adequado. Tendo obtido estas informações me senti capaz de responder de forma embasada a minha pergunta. “Será mesmo que esta proporcionalidade de 10% deve servir como regra quando falamos de mochilas cargueiras?” A minha resposta é não. Considerando que as pesquisas referendadas pela Organização Mundial da Saúde e pela maioria dos estudos independentes tem como base o desenvolvimento corporal de crianças e adolescentes não pode servir como regra para indivíduos adultos que já possuem um desenvolvimento muscular e esquelético mais desenvolvido. Assim sendo os estudos que estipularam carga em torno de 20% foram seletivos com indivíduos mais maduros se aproximando de uma proporção condizente à realidade que estamos mais habituados carregar em nossos mochilões. [col]|Considero também o fato dos estudos terem sido realizados com mochilas de duas alças para ombros apenas, ao passo que uma mochila cargueira quando corretamente ajustada ao corpo transfere para o quadril através da barrigueira até 70% do peso da carga, aliviando esse peso da coluna vertebral. Por hora dou-me por satisfeito com essas avaliações, mas tendo em mente as implicações que o sobrepeso pode causar em várias partes do nosso corpo como ombros, pescoço, joelhos, pés e principalmente a coluna vertebral. Os problemas que se apresentam de forma mais imediata decorrentes do uso de uma mochila muito pesada são as dores musculares, de nervos e tendões por esforço continuado ou lesão por esforço abrupto. Os que podem se apresentar na coluna vertebral surgirão lentamente em decorrência de deformação óssea tais como: Hipercifose, que é o aumento da curvatura da região dorsal, mais facilmente percebido quando a pessoa está de lado, pois as costas ficam arqueadas, o tórax retraído e os ombros projetados para frente; a Hiperlordose, quando há o aumento anormal da curvatura lombar na região do quadril e a Escoliose, quando a coluna se desvia para o lado.[/col] [align=center][/align] Os mesmos estudos científicos também identificaram que um dos fatores que mais contribuem na produção de dor está no ato de colocar, retirar ou suspender a mochila. É preciso tomar cuidado nestas ações independente do peso, um mau jeito nas costas pode trazer consequências dolorosas comprometendo sua viagem. Para isso é importante treinar uma técnica correta para estas manobras. Forma adequada para colocar e retirar a mochila 1 - Ponha-se de frente para a mochila antes de levantá-la. 2 - Posicione uma das pernas um pouco à frente da outra e flexione os joelhos. 3 - Suspenda a mochila do chão utilizando as duas mãos e a força dos músculos das pernas evitando curvar a coluna para frente ou para trás, desta forma o peso ficará distribuído em várias partes do corpo sem sobrecarregar apenas a coluna. 4 - Apóie primeiro a mochila sobre a coxa da perna que estiver à frente. 5 - Com cuidado, passe um dos braços por uma das alças e em seguida o outro braço pela outra alça. [align=center][/align] Pronto! Agora pode inclinar o tronco um pouco para frente, ajustar a barrigueira e todo o conjunto procedendo como instruído no tópico "Ajustando a mochila": http://www.mochileiros.com/ajustando-a-mochila-t44380.html Outra observação importante é que as dores nas costas podem ser produzidas não só por mochilas muito pesadas, mas também por aquelas mal feitas, mal ajustadas, mal arrumadas ou transportadas de forma inadequada. Para finalizar: É recomendável sempre fazer exercícios de alongamento de pescoço, braços, costas e pernas antes de vestir sua cargueira e durante longos períodos de caminhada fazer intervalos de descanso retirando a mochila. Para saber mais: Pesquisa para doutorado muito interessante sobre o limite médio de carga recomendado para mochila baseado em fisiologia e psicofísica de Denise Helen Bauer para o Colégio de Engenharia da Universidade Estadual da Pennsylvania EUA: https://etda.libraries.psu.edu/paper/7927/3225
  7. 2 pontos
    Pronto, não sou nem Nutella e nem raiz. Fudeu, nem mochileiro sou mais! Só jovens são considerados "mochileiros" MOCHILEIRO: (dicionário informal) 1) O Mochileiro é um viajante independente, que organiza suas viagens por conta própria, dando ênfase ao conhecimento, aventura e diversão. Geralmente, utiliza meios de hospedagens mais econômicos e costuma fazer viagens mais longas
  8. 2 pontos
    Sabe @LF Brasilia , pouco importa se a classificação é mochileira, viajante, turista. Nunca me apeguei a marcas, etiquetas, classificações.. geralmente me importa o que importa.. e pra esse caso, viajar! Esse site poderia ter qualquer nome, vim aqui escrever tudo isso pq foi aqui que minha viagem começou e não quando aterrissou meu vôo. Hoje temos tanta, mas tanta informação disponível, e certamente eu uso ela para fazer tudo ser ainda melhor do que poderia ser. E tenho certeza que todo mundo que vem aqui, como disse nossa amiga @LF Brasilia , tbm ta querendo o mesmo. Obs: Também sou total adepta do não alimente o troll Estarei em viagem por esses dias, continuo o relato na próxima semana
  9. 2 pontos
    Fui brevemente por 3 dias a Carracas a trabalho no final do ano passado, e a impressão que eu tive, foi de um país a beira do colapso. Sai um dia para comprar algumas coisa, mas não me senti seguro para andar sozinho por lá, circulei basicamente só no carro da empresa com motorista local. E acho que desde então a coisa não melhorou, só tem piorado. Há sim comida "a vontade" nos supermercado e restaurantes, mas é tudo caro demais para 80% da população que ganha uma miséria de salário, isto quando tem algum emprego. Os únicos com condições de comprar algo nos supermercados alem do excencialmente necessário para sobreviver são altos funcionários do governo(geralmente corruptos), funcionários graduados das poucas empresas restantes, ou ou algum pequeno empresário. A maioria a população assalariada que recebe salários baixos, não tem condições de comprar quase, e estaria passando fome se não fosse pelas cestas básicas distribuídas pelos capangas mal encarados do partido "bolivariano", que não entregam mais cestas básicas caso descubram que a pessoa criticou ou participou de algum protesto contra o chavismo. Então todo mundo fica bem quietinho e calado e aceita a situação, pois morre de medo de não receber mais cesta básica do governo, e não ter mais o que comer, quem me falou isto foi o motorista do carro, num dia em que ele chegou atrasado, pois teve que esperar em casa até o pessoal do partido entregar as cestas básicas. A pessoa com quem eu trabalhei lá, comentou da situação dele, ele é engenheiro mecânico formado, trabalhando numa grande empresa, ganhando até bem comprado ao resto da população, mas o salário é tão pequeno, que ele comenta que depois de fazer as compras no supermercado, o dinheiro já acabou e que estão tendo que economizar na quantidade comida, para não correr risco de faltar no final do mês caso ele precise ajudar a mãe aposentada dele. E sim, andando pela cidade você vê um monte de pessoas nitidamente passando fome, dá para ver pela magreza aparente. Nas grandes cidades como Caracas e algumas grandes cidades do interior, ou nas regiões mais pobres, a situação é bem preocupante, beirando a calamidade pública. Mas se você tiver dinheiro, seja ele de origem corrupta ou legal, e conseguir viver na sua bolha, ou se tiver condições de ir para locais turísticos do litoral, onde se mantem uma bolha de prosperidade e segurança meio artificial, a situação não parece tão ruim, mas basta sair da bolha e circular por Carracas ou interior, para ver a real situação de desgraça e penúria do país.
  10. 1 ponto
    (Alerta de relato gigante! rss Se não estiver com saco pra ler esse textão, fique à vontade pra me fazer perguntas específicas sobre a expedição ) Ainda em 2015 decidi que tentaria chegar ao cume do Aconcágua, e que seria em dezembro de 2016. Queria fazê-lo da forma mais independente possível, sem contratar porteadores, guias e expedições pagas. O primeiro desafio foi encontrar companhia, porque a maioria dos meus amigos nem considera a possibilidade de entrar num projeto desses. Mas quando um amigo me surpreendeu dizendo que animava, o plano começou a tomar rumo. Ainda queríamos encontrar mais uma ou duas pessoas pra formar um grupo, e encontramos aqui no mochileiros! Estava formada a equipe: eu, meu amigo Carlo, o Zaney e o Greison. O Aconcágua, com 6.962 m de altitude, é a montanha mais alta do mundo fora da Ásia. É também a segunda montanha mais proeminente do mundo, atrás apenas do Everest. Mesmo assim, por não exigir escalada técnica, alguns se referem à sua ascensão como um "trekking de altitude". Desde que seu cume foi alcançado pela primeira vez em 1897, mais de 130 pessoas morreram tentando chegar lá em cima. A temperatura no cume é geralmente por volta de -25° a -30° C, mas a sensação térmica cai facilmente abaixo de -50° C em dias de clima ruim, principalmente entre abril e novembro . Por isso, a ascensão é permitida nos meses próximos ao verão argentino, de meados de novembro até o começo de março, sendo a alta temporada centrada em janeiro. Nas últimas temporadas a taxa de cume tem sido entre 20% e 40% das tentativas. Mas com ou sem cume, é um lugar incrível. Em média, são necessários de 12 a 15 dias para alcançar o cume e descer (se vc tiver mais sorte que eu rs). As principais dificuldades desta montanha são o clima muito instável, com frio e vento extremos (principalmente no começo e fim de temporada) e, é claro, a altitude. Com a redução da pressão parcial de oxigênio no ar, podemos sentir não só fadiga e dificuldade pra respirar, mas também dores de cabeça, dor no estômago, tonturas, dificuldade pra comer e dormir, hemorragia nasal, inchaço nas extremidades e no rosto e diarreia. O metabolismo acelera muito, assim como os batimentos cardíacos. A desidratação é facilitada pela maior taxa de vapor de água perdida dos pulmões. Dependendo da pessoa, do ganho de altitude e da aclimatação, os sintomas podem evoluir para um edema pulmonar ou cerebral de alta altitude (HAPE ou HACE), situações mais graves que devem percebidas e tratadas logo. Planejei começar o treinamento no primeiro dia de 2016. Porém, um dia antes, lesionei meu joelho esquerdo em uma trilha. Precisava recuperar o joelho e também os tendões de aquiles dos dois pés, outro problema que já vinha de um tempo antes. O treinamento pro Aconcágua teve que esperar... e quando começou foi em ritmo lento. Comecei a fazer academia, mas pegando leve, quase uma fisioterapia... Os pés melhoraram com alguns meses, o joelho não. Fiz um raio-x e o médico pediu uma ressonância pra ver se precisava fazer cirurgia ou apenas repouso. Ignorei (digo, posterguei a ressonância e o repouso pra depois do Aconcágua). Tentei fortalecer os músculos das pernas pra poder começar o treinamento aeróbico sem piorar muito a lesão. Só faltando quatro meses pra viagem que deu pra começar a correr, 5 km, uma ou duas vezes na semana, quando conseguia. Sabia que deveria ter treinado com peso nas costas e com inclinação... mas tinha que poupar o joelho. E a inclinação forçava os tendões dos pés, que ainda não estavam 100%. Então continuei fazendo o que dava. Não pensei em desistir, mas tinha consciência de que com esses probleminhas a mais estaria assumindo riscos e dificuldades maiores. Somaram-se a isso os inúmeros desincentivos do tipo: “você deveria fazer várias montanhas acima de 6 mil antes de querer tentar o Aconcágua”; “sem guia?; “você devia pensar melhor antes de ir, gastar dinheiro e ter que desistir”; “Sem querer te desanimar, mas isso de ir sem guia me parece uma utopia”; “uma pessoa deveria tentar o Aconcágua depois de fazer, pelo menos, o Kilimanjaro e o Denali, necessariamente nesta ordem, pra ter chance de sucesso”; etc. Claro que esses "conselhos" nem sempre são pra desanimar, às vezes são pra te alertar, mas... às vezes o melhor é fingir que não ouviu/leu. E continuei adquirindo equipamento, planejando a alimentação, estudando a montanha e montando o cronograma.
  11. 1 ponto
    Olá mochileiros e mochileiras ! Tudo bem com vocês ? Como estão os planos para a(s) próxima(s) viagem(s) ? Estes próximos posts são para quem está almejando uma viagem ao Peru, e para quem ainda não tem isso em vista, após conhecer esse pedacinho de mundo bem do nosso ladinho, vai querer passar na frente na lista de destinos! Estou aqui para compartilhar um pouquinho dessa experiência incrível que tive o prazer de me proporcionar nesse ano de 2017. O intuito é te ajudar! Da mesma forma que sempre recebo muita ajuda por essa galera sensacional desse grupo! Seja bem vindos à minha viagem ao Peru, em 18 dias, por 8 cidades, sozinha, de mochila nas costas, coragem, mente e coração abertos! Como tudo começou: Como todo mundo que passa por aqui, sou uma garota que ama viagens e viajar! Fiz algumas viagens fora do país a passeio e a trabalho no ano de 2014. Nos anos seguintes, 2015 e 2016 minha vida foi só trabalho, não tive tempo para planejar viagens internacionais, acabei optando por conhecer cantos do nosso Brasil (AMO!). Porém, é sempre bom esse contato com culturas diferentes, lugares diferentes, pessoas diferentes, então, estava faltando algo em mim, eu precisava "sair por ai". Depois dessas viagens que fiz, dentro de mim tinha que a próxima seria aqui na América do Sul, então no final de 2016 comecei a ler muito sobre isso. Passei por aqui muitas vezes, li muitos relatos. A princípio, estava lendo sobre fazer Peru, Chile e Bolívia na mesma viagem. Porém, como não teria mais que 20 dias, estaria sozinha e por sempre ter mais lugares no Peru que eu desejava visitar, acabei optando por somente Peru. Dica: Relato do Rodrigo (@rodrigoalcure) ! Muito bom! Preparativos: Como eu já sabia que seria uma viagem estilo mochilão, desde final de 2016 já comecei fazendo a lista das coisas que precisava comprar. Veja! Toalha de microfibra (Dechatlon) Bota para trecking (Bota Finisterre Vento) Mochila cargueira (Quechua Escape 50 litros) Mochila de ataque (A mochila Escape já vem com a de ataque) Power Bank (Asus) Óculos de sol polarizado (Speedo Voley) Roupa segunda pele (Dechatlon) Meias para trecking (Dechatlon) Blusa fleece (Dechatlon) Casaco corta vento (Dechatlon) Câmera (Troquei de celular, fiquei com a câmera do Zenfone 3, Asus) Como podem ver, a maioria das coisas adquiri na Dechatlon! Lá tem tudo e com um ótimo custo benefício. Os outros itens fora da Dechatlon foram alvo de muita pesquisa, com isso, após o uso, indico todos! Abaixo, outros itens importantes que adicionei na minha lista de coisas para levar: Capa de chuva Kit primeiros socorros (Com remédios essenciais, band-aid) Adaptador de tomadas Zip Lock Lenço umedecido Protetor solar Kit para sono (protetor auricular, tapa olho, suporte para pescoço) Cadeado Doleira Pinça Linha/agulha Álcool em gel Tesoura Fora isso, o básico, que seriam as roupas de frio (seguindo o protocolo de 3 camadas), cachecol, luvas, toucas. Dicas: Leve repelente! Eu não levei, porém, em Machu Picchu você vai precisar! Leve um relógio, pulseira, algo que te forneça o horário e seja de fácil acesso o tempo todo. Manter a pontualidade é de extrema importância! Eu utilizei a minha smart band o tempo todo "colada" em meu braço. A mochila cargueira da Escape não foi suficiente, pois era muito pequena. Precisei comprar outra mochila durante a viagem. Como fazer caber tudo na mochila? Leve somente o que você vai utilizar! Como por exemplo, não precisa do pote inteiro de shampoo, separe e leve em um recipiente o suficiente para o período que vai passar lá. Evite itens em vidros, pois pesa muito na mochila. Duas semanas antes da viagem eu já comecei a separar as coisas que iria levar em um canto. Isso te ajuda a não esquecer nada! Roteiro: O roteiro foi fruto de muitas pesquisas! É a junção de todos os lugares que me fizeram querer aproveitar para explorar dessa vez somente o Peru! Passarei por 8 cidades peruanas. Olhem só: Passagens: Comecei a busca por passagens por volta de 2 meses antes. Acompanhei por um bom tempo o vem e vai de preços. Com a ajuda do Google Flights, consegui acompanhar as promoções e peguei um bom preço e nas datas que eu precisava. Dica: No Google Flights é possível você cadastrar as datas, voos e horários que você quer acompanhar e ele te envia e-mails de notificação quando o voo aumenta ou diminui de valor. Muito, muito útil! Depois que conheci, não usei outro buscador. Acredito que já dei umas boas dicas nessa intro As próximas, vou passando conforme relato os dias. Bora pro Peru, partiu! ...Continuação nos próximos posts Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
  12. 1 ponto
    Muita gente tem nos perguntado a respeito da nossa viagem para a Bolívia; como fizemos, por que fizemos, por onde fomos. Então, vamos lá! Nós queríamos uma viagem que não onerasse muito e que fosse diferente do que já fizemos. Pesquisando alguns destinos, descobrimos o Salar de Uyuni, o maior deserto de sal do mundo. A partir daí, traçamos um roteiro para fazer por terra, tendo como destino principal o Salar, indo por um trajeto e voltando por outro, para conhecer as cidades do caminho. Nosso roteiro: ● Saída Dourados > Corumbá / Carro 🚗 Fomos até Corumbá de carro, pois tínhamos onde deixá-lo, na casa de um amigo, e seria mais em conta do que ir até lá de Ônibus. * Em Corumbá: só ficamos um dia, então visitamos apenas o Cristo, lugar de onde se pode observar toda a cidade. ● Corumbá > Puerto Quijarro (fronteira) / táxi/a pé 🏃 Pegamos um táxi até a fronteira e o próprio taxista nos orientou como funcionava para atravessar. Você vai precisar passar primeiro na PF, ainda no lado brasileiro, para registrar sua saída do país. Depois, é só atravessar a pé até a polícia boliviana e registrar sua entrada lá. Não estava tão cheio, mas ainda assim demoramos cerca de 1h20min para atravessar. Nós usamos o passaporte como documento, mas você pode usar o RG mesmo (Atenção, CNH não é aceita)! *Em Puerto Quijarro: Passeamos pelo centrinho da cidade, onde tem muitas lojinhas de tudo que você imaginar e um feirão de roupas bem interessante! Como gostamos muito da Casa China de Pedro Juan/ PY, quisemos conhecer a de lá, apesar de as pessoas de lá nos avisarem que não era boa. Realmente, não recomendo! É muito pequena, sem muitas opções de produtos e é longe do centro. Então, fique no feirão! ●Puerto Quijarro > Santa Cruz / Ônibus 🚌 A vantagem de se viajar de Ônibus lá é que você consegue, com facilidade e por um preço muito bom, ônibus leitos e eles saem sempre à noite. Então, além de você não perder seu dia, ainda economiza uma noite de hotel. Pegamos com a empresa Baruc; carro novo, bem limpinho e atendimento excelente. * Em Santa Cruz: chegamos na cidade no dia 31, então passamos o réveillon lá. Ficamos em um hotel próximo à praça da cidade. Eu achei a cidade muito bonita e bem desenvolvida! Tem seu lado feio e seu lado bonito, como toda cidade grande. Mas, particularmente, achei um lugar muito agradável! Passeamos ali pelas redondezas durante o dia e também visitamos o shopping. Para o nosso réveillon, jantamos e tomamos em um restaurante americano no shopping e, antes da virada, voltamos para o hotel, pois estava tendo uma festa no terraço, de onde pudemos assistir à queima de fogos na praça. Na tarde seguinte, pegamos um vôo para Sucre. ●Santa Cruz > Sucre / Avião ✈ Este foi o único trajeto que optamos por não fazer por terra, pois a estrada entre essas duas cidades é extremamente perigosa e são 14 horas de viagem. Então, pegamos um vôo com Amaszonas. Confesso que passei um medinho bem tenso nesse pedaço da viagem! O avião era pequeno e um pouco velho, o que acabou me dando um certo pânico quando embarquei. Mas foi um vôo rápido, de apenas 35 minutos e o atendimento foi ótimo, então ainda acredito que compense mais que as 14 horas de estradas com precipícios! *Em Sucre: chegamos de tarde e tínhamos a intenção de dormir uma noite lá. Muitos não sabem, mas Sucre é a capital constitucional da Bolívia. É conhecida como a "cidade branca", devido à cor dos imóveis. Mas ao chegar e conversar com o taxista que nos levou do aeroporto até a rodoviária, decidimos seguir viagem até Potosi, de táxi, pois era realmente muito barato e compensaria mais do que dormir ali. ●Sucre > Potosi / Táxi 🚕 O táxi nos cobrou apenas 50 bolivianos, o que equivale a, aproximadamente, 25 reais para nos levar, num carro compartilhado com um casal boliviano, numa viagem de duas horas e meia. A estrada é muito bonita e achamos que valeu a pena ter ido de táxi para aproveitar a paisagem. *Em Potosi: não estava nos planos dormir ali, dependeria da hora em que conseguiríamos um ônibus para Uyuni. Quando chegamos na rodoviária já havia um ônibus saindo em 15 minutos, então decidimos seguir viagem. ●Potosi > Uyuni / Ônibus 🚌 O ônibus que pegamos na sorte ali já saindo era muito bom! Limpinho e confortável. Viajamos à noite e chegamos em Uyuni à meia noite. Reservamos um hostel pelo Booking, bem simples, mas confortável, limpo e com chuveiro quente. Oasis Blanco, recomendo. Antes de sair para o passeio no Salar, combinamos com o atendente de, na volta, poder tomar um banho ali, pois seguiríamos viagem direto. *Na cidade de Uyuni: é uma cidade pequena, mas muito graciosa, uma típica cidade de turismo. Não passeamos muito por lá, apenas andamos um pouco até encontrar as agências de passeio, que ficam todas próximas umas das outras. Há muitas agências e já havíamos pesquisado antes de ir. Conseguimos fechar com a Salty Desert Aventours, que era mesmo a que queríamos pegar. Recomendo muito! Há agências mais caras e mais baratas. Mas como você ficará três dias no deserto, sem comunicação, sugiro que não pegue qualquer empresa. A Salty tem um preço bom e o atendimento é de ótima qualidade! Nosso guia, Antonio, era muito paciente, simpático, atencioso e divertido. Durante o passeio, ouvimos outras pessoas elogiando os seus guias da Salty, então acredito que o bom atendimento seja critério da empresa. Os passeios iniciam às 10h30 da manhã, saindo da agência e voltam ao final do terceiro dia. São três dias e duas noites de passeio. Está incluso no valor a hospedagem e alimentação, que é preparada pelo próprio guia. Tudo muito simples, mas feito com muito capricho. (No caso da Salty Desert! Se pegar outra empresa, é bom pesquisar antes.) ●O PASSEIO Bem, aqui chegamos ao destino da nossa viagem: o passeio no Salar de Uyuni. Não são os três dias exatamente no deserto de sal, é um roteiro que passa por vários lugares na região (todos desérticos) e, ao final, você pode escolher entre atravessar para o Chile ou voltar para Uyuni. Nós optamos por voltar. > 1° Dia: Cemitério de trens - primeira parada parada pra fotos, nos trens que foram abandonados ali. Vila Colchani - uma vila onde você poderá comprar souvenirs, artesanato local e de sal e tomar a única cerveja gelada do passeio. Almoço no hotel de sal/ monumento Dakar - Parada para almoçar e tirar foto no monumento do Rally Dakar, feito de sal. Salar de Uyuni - Após o almoço, cada guia se dirige pra um ponto do deserto de sal com seus turistas. O Salar era uma lagoa de água salgada que, por um movimento das placas tectônicas se modificou e cujas águas, aos poucos foi sendo eliminada. Sobrou então o sal, que formou um enorme deserto. Aqui é possível ver a imensidão branca do Salar. Em época de chuvas, o sal úmido forma um espelho que reflete o céu. Não tivemos a sorte de ver esse fenômeno, pois não havia chovido nos últimos dias. Nesse ponto, o guia faz as famosas fotos de perspectiva, típicas do passeio. Ilha de Cactos - A ilha era uma formação de corais, no fundo da lagoa, que emergiu com a eliminação da água e hoje se tornou uma ilha. Com o tempo, nasceram cactos por cima dos corais. Pôr do sol - Esse é um dos momentos famosos do passeio, pois é realmente muito lindo. Mas é muito frio! Quando o sol começa a baixar, o vento fica muito forte, o que faz a temperarura baixar bastante. Mas o espetáculo do sol vale o esforço! Salar de Chiguana - É um salar que ainda está em formação e que fazia parte da mesma lagoa do Salar de Uyuni, que ficou separada após a movimentação das placas tectônicas. Hotel de sal - A hospedagem da primeira noite é num Hotel de Sal, bem simples mas muito bem arrumadinho. Aqui, você pagará 10 bolivianos para tomar o único banho do passeio. > 2° Dia: Vulcões e Lagoas - No segundo dia, já saímos do Salar e passamos a conhecer uma paisagem desértica, com lagoas e vulcões. Em grande parte das lagoas, é possível observar flamingos, que se alimentam das algas. Laguna colorada - Uma das lagoas mais famosas. O nome se dá devido à cor avermelhada da água, fenômeno que acontece por causa de algas presentes na lagoa. Árvore de Pedra - No meio do deserto, há algumas formações rochosas provenientes das erupções vulcânicas . A árvore de pedra é a mais famosa delas. Montanha das sete cores - Uma montanha tão maravilhosa que não conseguimos demonstrar nas fotos. Mirante Vulcão Ollagüe - Vulcão que faz divisa entre Bolívia e Chile e é ativo. Do mirante, se pode ver a fumarola dele. Gêiseres Sol de la mañana - Esse acabou sendo o ponto alto do nosso passeio, por um presente da natureza. Quando chegamos aos gêiseres, estava nevando! Foi muito rápido, questão de minutos, mas pra quem nunca presenciou e não esperava por isso, foi emocionante! Hotel e Lagoa termal - O hotel da segunda noite não é de sal, é um hotel comum, fica nas montanhas, perto de uma lagoa de água termal. Fomos tomar banho na lagoa à noite, um céu tão estrelado que não consigo descrever, estava muito frio e a água estava a 38°C. O guia nos instruiu a não levar câmeras e celulares por segurança, pois havia outras pessoas que não eram do grupo. Por isso, esse é um momento que você terá que experimentar por conta própria, ficou apenas nas nossas memórias. Mas garanto que é inesquecível! > 3° Dia: Laguna verde - Que não estava verde. Quando se visita a natureza, dependemos dela. A famosa Laguna Verde não estava verde, pois não estava ventando. Suas águas ficam verdes devido à presença de certos minerais na água. Quando não venta, os minerais se depositam no fundo da lagoa, não sendo possível ver a sua cor. Mas mesmo assim, a lagoa estava linda! Vulcão Licancabur (fronteira com Chile) - Do lado de cá, Deserto de Dalí. Do lado de lá, deserto do Atacama. Baía de rocas - Outra formação rochosa, proveniente das erupções. Se você for criativo, diz-se que é possível enxergar figuras nas formações. Volta à Uyuni - Como não optamos por atravessar para o Chile, nosso passeio terminou aqui e voltamos para a cidade de Uyuni. Segundo o guia, este era o dia mais cansativo do passeio e concordei com ele. Todos estávamos cansados, havíamos nos sentido mal no dia anterior, devido à altitude e não havia mais muito o que visitar. Chegando em Uyuni, passamos no hostel para tomar um banho, como havíamos combinado com o atendente, e seguimos viagem. ● Uyuni > La Paz / Ônibus 🚌 Como estávamos cansados, dormimos a viagem toda e chegamos à La Paz pela manhã. * Em La Paz: Fizemos o passeio nos teleféricos da cidade. 🚡 Os teleféricos são uma obra do governo e não tem como intenção principal o turismo. É como se fossem o metrô. Há cinco linhas, para diferentes lugares da cidade, com várias paradas, e é utilizado pela população para ir trabalhar. É possível atravessar a cidade em poucos minutos. O trânsito da cidade é um caos! Por isso, acredito que o teleférico resolva um grande problema para a população! Não havíamos planejado fazer nenhum passeio em La Paz. Mas, como já estávamos lá, não podíamos deixar de fazer o passeio de bike pela estrada da morte. A Death Road, hoje, está desativada e é utilizada apenas para turismo. Mas, por muito tempo, foi utilizada e tem em sua história um número altíssimo de acidentes e mortes. Reza a lenda que, em um ponto dela, em um único dia, morrreram duzentas pessoas, vítimas de um grande acidente entre caminhões de trabalhadores. Mas não se assuste! É um passeio tranquilo e que vale muito a pena. Fechamos com a empresa Adventur on Wheels. Não é a mais barata e nem a mais famosa, mas recomendo! O equipamento é bom e eles te dão toda assistência necessária. Nosso motorista, Ôli, e nosso guia, Maurício, foram extremamente atenciosos e divertidos. O guia sempre vai no seu ritmo, não te força a correr e deixa claro que não é uma competição. O motorista está sempre atrás do grupo. Então, se você se cansar ou estiver com medo e quiser parar, a qualquer momento, ele coloca sua bike na van e você segue com ele. Ao final do passeio, eles te levam até um hotel com piscina, te dão toalhas e xampu. Ali almoçamos e tomamos um bom banho! A van nos deixou direto na rodoviária e de lá seguimos viagem. ● La Paz > Santa Cruz / Ônibus 🚌 Esse foi o único ônibus ruim que pegamos. Empresa El Dorado. Não recomendo mesmo! O ônibus mesmo leito não era bom, estava com o banheiro estragado e os motoristas eram muito estúpidos! Chegamos em Santa Cruz perto das 13h. Ficamos em Santa Cruz mais dois dias, na casa dos meus tios. ● Santa Cruz > Puerto Quijarro / Ônibus 🚌 A Bolívia vem passando por alguns conflitos políticos e, por isso, nesses dias, estavam acontecendo algumas manifestações e bloqueios de estradas. Por isso, não conseguimos concluir nossa viagem com a volta de trem, como havíamos planejado. O trem estava lotado até o final da semana, pois era o único meio que não havia sido bloqueado pelos manifestantes. Fomos de Ônibus, novamente com a empresa Baruc, assim que desbloquearam a estrada. Foi tudo tranqüilo, ônibus bom, atendimento bom; realmente recomendo a Baruc. ● Puerto Quijarro > Corumbá (Fronteira)🏃 Atravessamos a fronteira a pé novamente. Mas, dessa vez, acredito que pelo fato de a fronteira ter sido bloqueada nos dias anteriores, demoramos a manhã inteira para atravessar! A fila estava gigantesca dos dois lados! Em Corumbá, pegamos o carro e voltamos pra casa. Foi uma viagem realmente incrível! Um pouco cansativa, pois passamos mais noites na estrada do que em hotel e foi um passeio atrás do outro. Mas valeu muito a pena. É uma realidade muito diferente da qual estamos acostumados. A paisagem é fascinante! A altitude judia um pouco. No Brasil, o ponto mais alto, o pico da neblina, tem cerca de 2.900m de altitude e eu nunca estive lá! Dourados está a 437m de altitude e o máximo que já estive de altitude foram as serras do sul do país. Nós chegamos a 4.980m, no passeio dos gêiseres!! Nesse ponto, eu passei mal, mesmo tomando o comprimido que eles vendem lá, as Sorojchi Pills. É um composto que ameniza os efeitos da altitude. Tomei durante toda a viagem, mas sucumbi aos quase 5mil metros. O que me salvou foi um chá de coca que o guia fez pra mim no hotel. Sei que a Bolívia é um destino que poucas pessoas pensam em visitar. Mas te garanto, é uma viagem que ficará nas suas lembranças pra sempre! Se quiser saber mais detalhes, pode falar conosco! Eu acredito que você deva fazer, pelo menos uma vez na vida, essa viagem! Se precisar, conte com nossas dicas!!
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    Entre os dias 10 e 13 de fevereiro um grupo de aventureiros desbravou os 84Km da intitulada ‘Travessia Bonito-Palmares’. Passando por serras, rios, engenhos e cachoeiras, o percurso logo deverá ser cadastrado pela Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), dispondo de planilhas e mapas, de acordo com […] The post Travessia Bonito-Palmares é inaugurada em Pernambuco appeared first on Mochila Brasil. Visualizar artigo completo
  14. 1 ponto
    Talvez passe em calhetas num final de tarde. Imagino que possa estar menos lotado. Obrigado Dan.
  15. 1 ponto
  16. 1 ponto
    kkkkkkkkkkkkkkkkkk casquei o bico agora slc! Fui 1/2 Raiz e 1/2 Nutella então no meu 1o mochilao de 20 dias no Chile agora! Planejei visitar quase todos os lugares no Atacama, e visitei Torres Del Paine de bus pra fazer o trekking até a base das torres
  17. 1 ponto
    HAHAHAHAHAHA.. realmente, os picas da galaxia pode entra nesse grupo seleto! THE END
  18. 1 ponto
    @Dan Wollker Relaxa cara, é só um tópico para falar besteiras e brincar com alguns rótulos. A marca mochileiros é forte, acho que somente por isso o site ainda leva este nome até hoje. Muitos aqui acham que só o fato de colocar uma mochila nas costas e dormir no hostel da moda o transforma em mochileiro.
  19. 1 ponto
    Tudo bem então muito obrigado! Sent from my Moto Z2 Play using Mochileiros mobile app
  20. 1 ponto
    Olá. Eu emito passagens com milhas e as vezes saem mais em conta... quer fazer uma cotação??
  21. 1 ponto
    @dioni_alves no site das aéreas lowcost colombianas não encontrei voo para a Costa Rica (tentei https://www.vivacolombia.co/co e https://www.wingo.com/es). tente nos buscadores de passagem convencionais.
  22. 1 ponto
    Seria meu sonho, estaria sem profissão e faria mochilão de um ano hahahaha e não teria esse tipo de Fórum nos lugares!
  23. 1 ponto
    Uma coisa que notei ontem à noite e agora de manhã: está demorando mais para carregar as páginas. Estou acessando pelo PC. Pode ser culpa da minha internet, mas o estranho é que não notei o mesmo problema em outros sites.
  24. 1 ponto
    O Mochileiro nutella não me pareceu um mochileiro, apenas um viajante comum. Já o Mochileiro raiz pareceu um capitão do mato com uma pitada de mendigo.. Oh loco, dorme em qualquer lugar Kkkkk sei!
  25. 1 ponto
    Pra mim foi muito bom conheci muitas coisas culturas pessoas e aprendi que não precisamos de dinheiro pra nada que podemos nos vira sem ele e ir aonde quiser com a força de vontade em nosso coração so que tem vezes bate uma bad por situações que acontencem no caminho amor solidão tudo isso Mas está na hora de continuar em frente o destino nos Guarda sempre algo novo
  26. 1 ponto
    Esse me pareceu o comentário mais sensato e realista sobre a situação da Venezuela: há uma bolha de locais turísticos por onde os viajantes passam, deixam seu dinheirinho, e saem contando que tá tudo bem, e a outra parte, que é uma realidade totalmente distante disso. Independentemente de ideologia política é impossível não reconhecer que algo está dando errado em um país em que os habitantes fogem todos os dias para os vizinhos, muitas vezes ilegalmente. Em Cusco conheci vários "foragidos" de lá, e que seguem chegando todos os dias. Em alguns lugares (principalmente locais com movimento intenso como na rua do Shopping Center) a cada passo que você dá tem um grupo de venezuelanos vendendo Arepas. Em Lima então, que está mais próxima de lá, nem se fala. Enfim, penso que é preciso ter responsabilidade para falar sobre um país que não se vive e apenas visita como turista. Se os próprios venezuelanos são cautelosos pra comentar sobre turismo e vida atual em seu país, imagina quem só passa por lá como turista.
  27. 1 ponto
    Deu até vontade de voltar pro Aconcagua, maravilhoso relato
  28. 1 ponto
    vou fazer um Breve relato da minha experiência de 4 dias nessas cidades Legendas: PU Peso Uruguaio PA Peso Argentino 1º dia Troquei U$100,00 (+ou- PU2800) Fui direto de Buenos Aires para Punta del Este com a empresa Colônia express, a mais barata no transporte entre esses países, paguei(PA1800 ida e volta) Fui a pé da pequena rodoviária para o Hostel, eu fiquei no F&F hostel e gostei muito as diárias ficaram em torno de U$18(alta temporada e quarto feminino), dá uns 10 minutos caminhando, perguntei ao taxista quanto ele me cobraria e ele disse PU200 o que eu achei bem caro por ser tão perto e fui caminhando e achei muito tranquilo, todos do hostel faziam isso. Punta é um lugar bonito, com algumas festas agitadas, mas é muitoooo caro, uma cerveja long neck em um pub custava U$12(:/) no mesmo dia que cheguei conheci uma brasileira e fomos a casa Pueblo de ônibus pela rodoviária(é um ônibus de viagem que vc vai em pé, mas custa PU76, contra U$25 se for por agência) o bus não te deixa exatamente na casa, vc terá que subir uma rua a pé, cerca de 15-20 minutos caminhando, o que é bem de boa e tem umas vistas lindas no caminho. chegando no local vc pode ir ao museu ou ao hotel pois os dois cobram a mesma taxa, paguei PU300,00 no hotel pq lá tem direito a reverter esse valor em consumação e é claro tem a vista mais bonita do por do sol. Esse valor paga apenas um drink, porém é uma puta vista com um drink, achei maravilhoso, logo após o por do sol voltamos para o hostel, só uma coisa, levamos uma hora para conseguir ônibus de volta, pq lá n tem ônibus urbano, só os de viagem que vc paga na hora. voltando de lá fomos ao merccado que fica próximo ao hostel e compramos comida para jantar e uma patrícia de 1L total PU180 total do dia PU615 total U$ 36(diárias do hostel) 2º dia fui a praia(confesso que prefiro as praias no Brasil, não achei nada demais a praia de lá) comi umas coisinhas na rua e levei umas frutas para a praia total PU163 a tarde fiquei na piscina do hostel e fui ao shopping de punta no qual eu tomei um sorvete artesanal maravilhosoooo que custo PU120 com duas bolas a noite fomos ao cassino que tudo é em dólar, levei U$20,00(pq eu realmente n queria gastar mais do que isso e sei que aquelas máquinas iriam me chamar pra jogar hahah). peguei U$2,00 e usei para jogar em uma máquina, e estava com a brasileira que havia conhecido no hostel, cada uma então jogou U$1,00 e foi divertido(ela queria jogar mais U$10,00 e eu n deixei pq aquilo é muito legal, mas vicia e sim eu sei que não sou eu que paga as contas dela e ela poderia jogar, mas ela estava com pouca grana pra esbanjar em jogos e ela super entendeu) No cassino tem uma área que é tipo um Pub e tem uma área com música ao vivo, sentamos do lado de fora e pedimos duas bebidas eu pedi um whisky Jack Daniels U$13,00 e ela um vinho U$8,00, os dois eram de ótima qualidade, ficamos ouvindo a música ao vivo depois voltamos pro nosso hostel pra jantar. Total PU$: 286,00 Total U$15,00 3º dia acordei cedo para ir a Montevideo, arrumei minha mala(acabei esquecendo uma calça jeans na cama, então sugiro que façam as malas sempre no dia anterior a partida ou com mais tempo e olhem tudo para ver se não esqueceram nada. Fui pra rodoviária a pé e peguei um ônibus por PU$298,00, o ônibus possuía wifi e foi bem tranquila a viagem. Chegando na cidade fiz um lanche na rodoviária PU$70,00 e peguei um ônibus para ir ao Airbnb que havia reservado, os ônibus passam em frente e ao lado da rodoviária e são muito úteis para se locomover na cidade.fiquei hospedada em punta carretas, que é o local mais movimentado à noite e é um bairro de classe média alta, é um pouco mais caro, mas é mais seguro de sair e passear a qualquer hora. valor do ônibus PU$36,00 e Valor do air bnb(n lembro,mas n foi mais caro que hostel) Fui ao mercado do porto de ônibus PU$36,00, chegando no mercado do porto fui conhecer o famoso churrasco que fazem na sua frente e n achei nada demais e achei super caro, como já havia comido muita carne em Buenos Aires achei desnecessário o gasto que fiz nesse mercado PU$680,00 e pasmem vc não é bem atendido, msm pagando esse valor absurdo, peguei ranço. Do lado de fora do mercado do porto tem varias lojinhas de bolsas e lembranças da cidade, comprei 3 bolsas e alguns chaveiros e imãs, não sei ao certo quanto gastei nessa parte andei ate o final de uma transversal que sai na parte da cidade velha, local que tem todos os pontos turísticos principais da cidade saindo de lá aluguei uma bike e voltei pro airbnb de bike, o aluguel é ali perto do mercado msm e custa U$30,00 e eles buscam a bike onde vc estiver no final, eu sei que é caro, mas pra mim foi maravilhoso passear de bike pela orla, andei varias ruas e me senti bem livre com tudo aquilo. É um investimento que compensa, não posso dizer o mesmo de almoçar no mercado do porto, mas pensem que aquilo é o seu momento naquela cidade e talvez vc nunca mais volte, então tenha em mente que só vale economizar em coisas que vc não vá se arrepender de não ter feito. vou dar um breve exemplo: uma amiga minha viaja o mundo(acho que ela conhece uns 50 países no mínimo) ela me disse enquanto eu estava em punta para nadar com os leões marinhos, mas eu n senti a menor vontade de fazer pq alem de custar U$50,00 eu n acho graça, então n fiz, mas eu amo bike e foi caro tbm, mas é algo que eu iria me arrepender de não fazer, logo, curti algo que eu realmente gostava. De bike fui margeando a orla que ventava muito e foi bem cansativo, mas a vista é esplendida. Voltei pro airbnb deixei as comprinhas que fiz e voltei pra passear de bike, pedalei ate o shopping e depois para o local na praia que tem o Montevideo em letras grandes que vc pode subir nelas e tirar altas fotos, lá fica bem cheio e eu reparei que as pessoas entravam em qualquer parte para tirar fotos, foi daí que eu resolvi organizar uma fila, pq assim todos tirariam fotos sozinhos e seria muito melhor,todo mundo aceitou a ideia e assim formamos a fila e as fotos tornaram-se estilo cartão postal, de la voltei para meu air bnb e pedi para que buscassem a bike e foram de carro la buscar. infelizmente n me recordo o nome da empresa a noite fui ao mercado gastei PU$243,00 e comprei coisas leves para comer pq estava bem cansada de pedalar e queria dormir cedo, tomei uma ducha, fiz um lanche e fui responder ao meu whatsapp que a essa hora já estava com tanta mensagem da minha família, namorado e amigos querendo saber como eu estava e como estava sendo a viagem que me custou umas 2 horas haha. Total PU$1360,00 4º dia fui ao shopping a pé comprei um tênis com salto, que virou moda no Brasil tbm, mas la todas as mulheres usam salto pq são baixinhas(eu tenho 1,71 e n sou alta pra um padrão brasileiro, mas n vejo preconceito algum em seres mais baixas, fiz um comentário do que eu realmente vi comparando com o Br), enfim, o tênis custava R$50,00 e é lindo, uso ele na faculdade todo dia(virou meu xodó). depois fui à rodoviária e voltei pra Buenos aires Espero poder ajudar a quem assim como eu vem a este site para pegar dicas de viagens. Meu instagram se quiserem seguir: @sahausmann pode me enviar dúvidas dessa viagem ou até de alguma outra que eu tenha feito. Beijos e curtam o mundo!
  29. 1 ponto
    [...Continuando] Dia 1 – São Paulo/Lima [20/08/17] Meu vôo saiu de Guarulhos/São Paulo. A viagem foi super tranquila e ao chegar no aeroporto de Lima, fui à procura do transfer que tinha contratado junto a reserva do hostel. Não demorou a chegar e logo já estava à caminho do hostel. Fiquei no hostel Pariwana, ao chegar foi solicitado que eu esperasse pois a cama estava sendo preparada. Enquanto isso pedi informação sobre o bar do hostel e desci para almoçar. Pedi de cara o Lomo Saltado, e depois percebi que era um dos pratos bem típicos da região. Também foi a primeira vez que experimentei a famosa cerveja Cusqueña. Muito boa! Em minha opinião, melhor que as cervejas brasileiras populares. O check out foi um pouco demorado do combinado, pois mesmo quando voltei do almoço ainda não tinham liberado. Quarto liberado, remédio para dor de cabeça e descanso. Acordei e logo fui andar por Lima. Passando pela praça em direção ao famoso shopping Lacomar. A ideia também era entrar na agência Peru Hop para confirmar que tudo estava OK com meu itinerário para o próximo dia. Após fui em direção ao Lacomar. Estava um dia bem nublado, frio e chuvoso. Andei aos arredores do shopping e depois praça dos amores. Ao retornar ao hostel, parei para um café no MC café. Diferente do que no Brasil, o café era bem grande com croissant grande também. Ao retornar ao quarto do hoste, encontrei Vinícius e Vitor, dois brasileiros que estavam de saída para Cusco. Convidaram para uma volta na praça para ver os famosos gatos das praças de Lima. Nessa mesma turma, conheci Carlos, peruano e Marina, Argentina. Depois de voltar para o hostel fomos para o bar para os meninos jantarem. Carlos também é músico, e enquanto jantavam, me mostrou um pouco de sua música e conversamos bastante desde que nos conhecemos. Estava muito cansada da viagem, e nesse dia, despedi logo dos meninos e já fui dormir. Dia 2 – Lima/Paracas [21/08/17] Logo pela manhã ja me despediria de Lima, e assim prossegui para o checkout logo pela manhã, pois teria que esperar pela PeruHop (Ver Dica) que me pegaria na porta do hotel por volta de 6h50. Como não sabia se teria parada para o café da manhã, já providenciei anteriormente algo para comer. Chegaram exatamente no horário combinado e no caminho até o ônibus, conheci uma pessoa que também estava indo para quase os mesmos destinos que eu. A Shury, da Inglaterra. Trocamos algumas ideias, mas não chegamos a fica muito próximas. O destino seria a cidade de Paracas. Antes de prosseguir, tivemos uma parada no último distrito de Lima. Tiramos algumas fotos e depois tivemos outra parada para café da manhã. O que me chamou a atenção durante o caminho foi a primeira impressão da cidade desértica, é algo que eu nunca tinha visto, muito diferente para mim Ao chegar em Paracas, tivemos a indicação de um restaurante para experimentar o famoso Ceviche e pisco Sour. Se juntou ao grupo um casal de alemães, outro de franceses, umas moças indianas e estava conosco o Jorge, nosso guia PeruHop. Primeira impressão da bebida parece muito forte. Bebi aos poucos, mas quando percebi, já estava beeem tonta. Kkkk A essas horas já não estava mais conseguindo acompanhar o Inglês sotaqueado da galera. Como estava com muito frio e não tinha levado casaco, voltei para o hostel antes do grupo Gostei muito do Hostel! Muito bom, muito limpo e novo. Confortável demais. Dica: Hostel Kokopelli Paracas: Como disse acima, gostei muito do hostel, ele tem um estilo de camas que te deixam muito confortável e com uma certa privacidade pois têm uma espécie de cortinas, uma para cada cama. Peça por esse tipo de quarto. [Clique aqui] [Continuação nos próximos posts...] Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
  30. 1 ponto
    O mal de se falar na Venezuela é que sempre acaba se caindo nessa palhaçada ideológica esquerda X direita blá,blá,blá..e todo mundo deixa de ser simplesmente mochileiro e passa a ser um magistral analista geopolítico em que cada um defende sua ideologia favorita,..kkk Bom,em março estarei indo a Bogotá,e estou louco de curiosidade de cair pra Cúcuta e ficar espiando a movimentação na fronteira,colhendo informações, e se eu sentir que posso voltar vivo ,com o passaporte e dinheiro, pretendo ir até Mérida. Caso contrário,dou meia volta e fico pela Colômbia mesmo e talvez Equador. Vou ficar 37 dias,gostaria de encontrar outra pessoa a me acompanhar nessa trip,alguém se habilita?
  31. 1 ponto
    Vanessa: Eu acho que compensa mais comprar um chip mexicano, são muito baratos e mesmo sendo prépago tem muitas promoções de redes sociais. O chip deve costar entre $100 e $200, e normalmente inclui $300 de saldo e 100Mb, e cada vez que compra saldo ganha mais MB. Recomendo a empresa Telcel, é a que tem maior cobertura, mas também tem a Movistar e AT&T, que oferecem mais do que Telcel, mas a cobertura é menor.
  32. 1 ponto
    Oi Marcia Meu guia subiu com um grupo hoje também... também tem um grupo de amigos de um amigo meu lá no topo nesse exato momento. Assim que eles descerem eu mando notícias :*
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    Se fica mais um dia no Porto pegue no comboio em campanhã e vá a Viana do Castelo (fica a uma hora) vai amar
  34. 1 ponto
    Fui para o Uruguai, Argentina e Chile em Março de 2017 e meu roteiro foi esse: SP - Punta del Este - Montevidéu - Colônia de Sacramento - Buenos Aires - Rosário - Salta - San Pedro de Atacama - Santiago. Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei de COLONIA DE SACRAMENTO. LEGENDA UYU - Peso Uruguaio USD - Dólar Americano BRL - Real Brasileiro ARS - Peso Argentino ROUPAS Em março o clima é bem agradável sem muitas variações de temperatura. Colonia de Sacramento fica ao nível do mar então geralmente faz calor. Não esqueça do protetor solar, boné e óculos de sol. CELULAR Levei meu celular mas não comprei nenhum chip local. Fiquei usando apenas o wi-fi que funcionou bem durante a maioria da viagem. DINHEIRO e CARTÃO Em espécie levei apenas USD (DÓLARES AMERICANOS) e trocava aos poucos por moeda local em casas de câmbio. Usei sem problemas o cartão VISA INTERNATIONAL do Banco do Brasil na maior parte da viagem. ACOMODAÇÃO Há quase 10 anos faço parte do Couch Surfing então quase sempre consigo me hospedar na casa de locais. Em Colonia de Sacramento fui hospedado por uma couchsurfer local que morava com seus dois filhos e um irmão. CHEGANDO EM COLONIA DE SACRAMENTO Há vários ônibus saindo da rodoviária 3 CRUCES de Montevidéu. Peguei um às 7h45 e por volta das 10h40 estava chegando no destino. Preço da passagem: UYU 340 O QUE FAZER Aconselho ficar apenas um dia em Colonia de Sacramento. A cidade tem um centro histórico bem pequeno e dá pra ver tudo em uma manhã e uma tarde. Pernoite por lá caso esteja cansado para seguir viagem no mesmo dia. 1º dia: 08 de Março de 2017 (quarta-feira) Cheguei à rodoviária por volta das 10h40 e deixei meu mochilão no guarda volumes da estação (UYU 100 por 12 horas). Passei pelo PUERTA DE LA CIUDADELA, CALLE DE LOS SUSPIROS, caminhei pela orla até chegar no FAROL. Subi nele pra ter uma bela visão panorâmica da cidade (UYU 25). A alguns metros do farol está a PLAZA MAYOR e ao lado dela parei num restaurante para almoçar. Comi um salmão ao molho de camarão e tomei uma pepsi. Estava muito bom, apesar de achar o preço um pouco salgado - UYU 1000. Segui caminhando passando PUERTO DE YATES e parei para descanso num pequeno parque no CENTRO CULTURAL BASTION del CARMEN. Continuei caminhando pelo centro e passei pela BASÍLICA DEL SANTÍSIMO SACRAMENTO. Voltei para a rodoviária por volta das 17h30 e enquanto esperava minha anfitriã tomei duas cervejas pilsen (UYU 320). Por volta das 18h minha amiga chegou e pegamos um ônibus até sua casa (UYU 21). Ela mora próximo à PLAZA DE TOROS. Aproveitando que estava perto fui visitá-la. A Plaza de Toros é uma arena que há muito tempo está desativada. Está toda cercada, abandonada e caindo aos pedaços. Definitivamente não vale a pena se deslocar do centro até lá para ver uma construção só pelo lado de fora. Anexo ao relato algumas fotos de Colonia de Sacramento. Espero ter ajudado. Boa viagem!
  35. 1 ponto
    @May Oliveira Vc não se interessa em conhecer a chapada? No litoral norte também tem a praia de santo antônio do Diogo, tem camping lá também. Outra opção é o litoral sul, Itacaré e adjacências. Quiser mais dicas, pode me add no whats: 71 99672-6259 Seja bem vinda a Bahia!
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    Boa Adriano. Um comentário sensato da real condição do Pais. Só completando a Venezuela iniciou sua 4º fase de Democracia (Rómulo Betancourt) como a 4º maior renda per Capita do MUNDO. Não tinha como dar errado Né? Mas deu. Não foi só o populismo de esquerda de Hugo Chávez que arrasou a Venezuela. Isso vem sendo plantado desde Rómulo Betancourt que quando ganhou para presidente já tinha abandonado o socialismo de Max em prol do de Gramsci. E implementou gradualmente o famigerado Gramscismo (esquerda mais intelectual e não menos radical. O mesma que vem sendo implementada gradualmente no Brasil pelo PT, PSTU, PCdoB). Na qual Betancourt escondeu na chamada Social-Democracia (a de Centro-Esquerda, mais Light, lembra do Lulinha paz e amor feito pelo marqueteiro Duda Mendonça. Está Social-democracia é a defendida amplamente no PSDB). Betancourt formava uma geração de intelectuais e estudantes venezuelanos que tinham o objetivo de nacionalizar e estatizar completamente todo o setor petrolífero do país e então utilizar as receitas do petróleo para criar um estado de bem-estar social. Aquele blá blá de esquerdista intelectual que nunca trabalhou. Só que como toda ideia socialista acaba? Embora a nacionalização do petróleo não aconteceu no governo Betancourt. Foi plantada a semente. O que foi formando gradualmente um Estado Macro, com uma iniciativa privada cada vez mais micro que não gerava mais emprego nem renda. O petróleo foi nacionalizado tendo seu dinheiro revertido em programa assistencialista que não dão conta de dar o mínimo para o tanto de miserável. Miséria ocasionada pela falta de emprego. Emprego esse que deveria ser gerado pela iniciativa privada. A msm iniciativa privada que por anos foi criminalizada, expropriada e atacada por anos por esses "intelectuais de esquerda". E como toda linda Utopia de esquerda acaba? Em miséria absoluta para a população. "O socialismo acaba quando o dinheiro dos outros acaba". Hoje a Venezuela é um Mad Max da América do Sul.
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    Opa... Tem lugar pra mais um no grupo? Rs Se possível (61) 9 98411314
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    Tbm tenho interesse 11967112286
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    Cara, eu fui em Abril pela fronteira de Cúcuta. fui SOZINHA. Escrevi um relato detalhado sobre todos os ônibus que eu peguei. Independente de ideologia política, somente indo para ter uma opinião embasada no que você vê e não o que a mídia vende. É verdade que o povo de lá está sofrendo, o país está em colapso, porém há classe média e alta como aqui e qualquer lugar da América Latina. Comi lagosta de graça em Los Roques, comi peixe em Mochima por 1 real, comi muita comida orgânica em Mérida, aliás, Mérida é considerada a região com melhor qualidade de Vida da Venezuela, a cidade não tem nada sensacional, mas o estado é maravilhoso, o início da Cordilheira dos Andes, cheio de mansões e gente com muita grana, de cair o queixo. De comida nessa região não falta nada. Mas Caracas, Valencia, Barcelona e Puerto La Cruz, ah, esses sim estão sofrendo com a falta de abastecimento de muita coisa, são grandes metrópoles, vivemos algo parecido durante a Guerra do Golfo, os mais pobres não tinham gás nem açucar, enfim, não se baseie na prepotência de muitos brasileiros que se dizem mochileiros. Vá de coração aberto e tente fazer contatos com locais, ajude numa compra, pague um transfer, já vai estar ajudando muito a um venezuelano. E mais: atualmente 1 dolar custa mais de 100 mil bolivares, na fronteira você só consegue em notas de 100 bolivares, que vale menos de 1 centavo, então ter contato com venezuelano é interessante para você não carregar malas de dinheiro, você consegue alugar um cartão de débito e deposita a maior parte, usa o dinheiro em espécie apenas para transporte.
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    Olá Fernando, estive em los Roques há 5 anos, a ilha e maravilhosa e bem tranquila. Ficamos em Caracas dois dias e foi bem tenso, não conseguimos sair do hotel, somente para ir ao aeroporto, muitos guardas armados pela cidade inclusive no aeroporto, clima bem ostensivo. Atualmente ajudamos um casal a sair do país ele Venezuelano ex jogador casado com uma Brasileira e 3 filhos acabaram de chegar de lá tem uma semana. Eles contam que simplesmente a situação é horrível de fome e desespero e miséria.
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    Então dan na verdade a Síria como todo país islâmico não existe assalto roubo nem nada disso. So as regiões de confrito político q são perigosas. o Acre tá lá de boa rsrs , só em Roraima q tem venezuelanos atrás de um salário melhor p poder mandar dinheiro p família. os mercados de lá tem de td como aqui mas oq não é produzido lá como o papel higiênico e caro p eles pq é em dólar mas q tem tem. Tem tudo mas tem poucas marcas. Fico impressionado como alguém acredita q em um país não tem comida kkkkk caracas gostei muito mesmo e me senti bem seguro sim até mais q no Rio . o brasileiro tem mania de criticar principalmente oq não conhece acho covardia oq falam sobre p país pq n e a realidade. A oposição tá louca pq tá fora a 17 anos então só vincula coisas ruins na tentativa de derrubar o governo. la é difícil mas pelo menos vc tem água luz gaz gasolina e td q é público grátis ou seja uma família pobre sem emprego sobrevive lá. Aqui nao . Não q eu seja a favor mas... la foi o país onde fui mais bem tratado e fico triste pq o povo gente boa de lá n merece oq falam do país. aos críticos só posso dizer uma coisa. Conheça primeiro e critique depois. Falar sem conhecer é errado e injusto
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    TMJ drodriges, pode contar com minha companhia. Me chame no zap: (21)98816-3410.
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    Me add Sou de Brasília 61999159957
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    Tem grupo no Whats? Se tiver, gostaria de participar. 22-997923937 Obrigado. Ricardo Castro
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    DICAS GERAIS: - Fui com uma amiga em novembro de 2009. Fazia muito sol durante o dia, mas a noite esfriava (devia fazer uns 14°). - Fiz toda a viagem de ônibus (menos Christchurch/Wellington, que foi de trem+ferry), mas acho q alugar um carro deve ser uma boa tb! Acabei não indo pra Mount Cook Village pq ia custar uns NZ$ 130 a viagem de ônibus (sendo que de Wanaka pra lá são só uns 200km). São poucas opções de horários de ônibus. - Mount Cook Village, Fiordland National Park, Abel Tasman National Park são lugares que eu não fui, mas acho que devem valer a pena. - Hostels reservados no site Hostel World. - Sempre tem a opção do Couch Surfing (http://www.couchsurfing.com/) - que vc fica na casa de alguém de graça, e me recomendaram tb o Airbnb (http://www.airbnb.com/) - que vc aluga um quarto na casa de alguém. - Pra procurar voos na região, vc pode usar o site Webjet (http://www.webjet.com.au/flights/) QUEENSTOWN - hostel Bumbles - NZ$ 23 (6 bed ensuite) - super recomendo! Boa localização (de frente pro lago e pertinho do centro) - centro. Até parece né? A cidade inteira é do tamanho do centrinho de Campos de Jordão. - tem mil esportes radicais mas tudo é bem caro... Paguei NZ$ 180 pra voar de asa delta. Tem passeios de barco, balão, helicóptero, bungy jump, paraquedas, tour de vinhos, cavalo. Parece que é legal ir na Sheep Farm. - Pub on Wharf - mto legal! As 2x q eu fui tinha música ao vivo. - sorvete da Patagônia (fica na praça em frente ao pier) - restaurante indiano ótimo: Bombay Palace - acho que não precisa ficar mais do que 2 ou 3 dias. - fui de ônibus até Wanaka (68km) WANAKA - hostel Base NZ$ 30 (twin private ensuite) – super recomendo! - uma versão miniatura de Queenstown. Vale a pena passar por aqui se tiver tempo, mas não precisa dormir. - andar de pedalinho no lago. - Cinema Paradiso – IMPERDÍVEL! - fui de ônibus para Christchurch (425km). Viagem maravilhosa, passando pelos lagos Pukaki e Tekapo, com vista para o Mount Cook. CHRISTCHURCH - hostel Base – não recomendo porque ficamos num quarto com muita gente e o banheiro coletivo era bem zuado. Mas ficamos uma noite só e já mudamos para outro hostel bem melhor. A localização é boa – na Cathedral Square. - hostel Around the World NZ$ 22 (4 bed dorm) – Adorei! É como se fosse a casa de um casal super simpático, que faz churrascos e jantares de graça para os hóspedes ficarem amigos. Internet de graça, banheiro limpinho, tudo ótimo! - restaurante italiano: Café Valentino - Jardim Botânico - Hagley Park - passeio para ver kiwis e conhecer uma vila Maori. Compramos o pacote no Tourist Information, que fica na Cathedral Square. Você vai em uma espécie de zoológico de animais locais e tem uma apresentação de maoris. Fake, porque obviamente eles não são maoris mesmo, mas legal pra ouvir alguém contando a história e tal. - peguei um ônibus até a praia Scarborough e de lá fiz uma trilha até a praia Taylor’s Mistake. Bem legal. Mais a trilha em si do que as praias, que não são nada demais pra nós, brasileiros. Areia escura e tal. - Gôndola – bem legal, com vista panorâmica da cidade. - fui de trem+ferry para Wellington. Viagem super bonita, passando pela costa. Dá pra comprar no Tourist Information, que fica na Cathedral Square, ou no site da Tranz Scenic (http://www.tranzscenic.co.nz) – na época custou NZ$ 130 WELLINGTON - hostel YHA Wellington City NZ$ 28 (6 bed female dorm) - cheguei no fim da tarde e fui embora já no dia seguinte de manhã, então não tenho muito o que recomendar. - planetário - museu Te Papa - mil barzinhos na Courtenay Place e na Cuba St. - pub JJ Murphy - fui de ônibus pra Taupo (372km) TAUPO - hostel Urban Retreat NZ$ 25 (4 bed dorm) – recomendo! Bonitinho, boa localização, divertido (sinuca!), mas dei azar de ficar num quarto do lado do banheiro, e fiquei a noite inteira ouvindo a porta abrir e fechar... - outra cidade que é parecida com Queenstown – cidade pequena que fica de frente pra um lago e tem vários esportes. - bungy jump num lugar incrível! - Huka Falls - fui de ônibus pra Auckland (278km) AUCKLAND - hostel Nomads NZ$ 30 (6 bed female dorm) – o banheiro coletivo não era muito bom, mas nada traumático. - Auckland é a cidade da NZ em que, definitivamente, dá pra morar. Cidade relativamente grande com qualidade de vida. E também tem praias e alguns dos esportes que você não pode deixar de fazer no território kiwi. - Harbour - Cornwall Park – parque com várias ovelhas e obelisco - Newmarket – bairro com várias lojinhas incríveis! - aquário - Kohimarama Beach - Sky Tower – vale a pena subir no fim da tarde, pra ver a cidade de dia e de noite. - restaurante ótimo: Queen Ferry [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110916104044.jpg 500 375 Legenda da Foto]Queenstown[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110916104134.jpg 500 375 Legenda da Foto]Queenstown[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110916104203.jpg 500 375 Legenda da Foto]Queenstown[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110916104800.jpg 500 375 Legenda da Foto]Lago Tekapo[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110916104233.jpg 500 375 Legenda da Foto]Christchurch[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110916104539.jpg 500 375 Legenda da Foto]Christchurch[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110916104854.jpg 500 375 Legenda da Foto]indo de trem para Wellington[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110916104930.jpg 375 500 Legenda da Foto]Taupo[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110916104949.jpg 375 500 Legenda da Foto]Auckland[/picturethis] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110916105006.jpg 500 375 Legenda da Foto]Auckland[/picturethis] *photos by me and Roberta Parente
  50. 1 ponto
    Opa, mochileiros! Esse daqui é o meu relato sobre minha viagem de 11 dias na Ilha Sul da Nova Zelandia, para quem está afim das informacoes sobre link dos albergues que fiquei e o nome das companias de transporte aereo e terreo, siga diretamente ao final do texto, está tudo lá Os lugares que eu visitei sao, Wellington (Capital da Nova Zelandia), Queenstown, Wanaka, Fox Glacier e Christchurch. A viagem começa à partir de Auckland para Wellignton, são exatamente 10 horas de viagem via onibus, fui pela Intercity, para quem tem carteirinha de estudante (que é fornecido pela escola de inglês) tem desconto, a rodoviaria fica no mesmo quarteirao da Sky Tower. A minha melhor dica é, alugue um carro, além de ser mais comodo, você consegue visitar mais lugares. No meu caso, não tenho habilitação, noção nenhuma de direção, aí tive que fazer todo o trajeto com todos os meios de transporte possiveis, trem, onibus, aviao, carona. E a passagem de onibus rodoviario é um pouco pesado para o nosso bolso. enfim.. mochileiro se vira com o que tem pra hoje e no meu caso não seria diferente. O pessoal daqui é extremamente pontual, portanto, não façam como eu, que cheguei 3 minutos atrasada, quase perdi o onibus e ainda levei uma bronca do motorista, só não fiz cara de choro, mas a chamada de atenção que ele me deu foi foda. No onibus não é permitido comer e nem beber nada, portanto, se for faze-lo, fique bem longe da visão do motorista, no ticket não vem específico o número do assento, portanto, se você quiser pegar a janelinha a viagem toda, não tem problema. Acredito que no dia, estava drogada ou algo do genero, porque houve um certo momento em que entendi o motorista dizendo que havia chegado e peguei minhas coisas e desci do onibus, como estava tarde, resolvi pegar um taxi até o hostel, o taxista disse que aquela cidade não era Wellington, quando olho o onibus indo embora, nem dava tempo de correr atrás. Mesmo com dificuldade em falar em inglês porque estava extremamente nervosa, o motorista do taxi me deu uma carona.. (isso mesmo! acho que devo ter feito aquela cara de cachorro sem dono e lá fomos nós atrás do busão, na boa, acho que andamos uns 20 minutos de carro e ele não me cobrou absolutamente nada). A parte mais engraçada foi o motorista me olhando com aquela cara de interrogação e eu esperando ele me dar mais uma bronca, mas no final ele entendeu que eu fiz uma grande besteira, não me falou absolutamente nada e fiquei quietinha no meu assento..rsrs Wellington (capital da Nova Zelandia) é extremamente linda, pontos para se visitar: O parlamento - a visita é feita a cada uma hora e de graça, infelizmente não pode tirar foto durante a visita, mas vale muito a pena, sem falar que dá para treinar o inglês (como eu ainda estava me familiarizando com o ingles dos kiwi e meu ingles tambem não era aquelas coisas, aí não peguei muita coisa). O igreja Old St Paul's fica próxima ao Parlamento,ela é feita de toda de madeira, é uma igreja católica, independente de religião, achei um lugar bem bonito e como acredito que Deus está em todo o lugar, aproveitei para agradecer pela viagem . O museu Te Papa Tongarewa possui 5 andares, gratuito, quando eu fui, havia somente uma sessão que era paga, era uma sala de cinema 3D e com aquelas cadeiras de vibram. O lugar mais bonito de Wellignton é o Jardim Botanico, não tem como descrever o jardim, tem que ir para ver, a parte mais legal é quando você anda entre as flores e sente o perfume delas.. (sim, é algo simples, mas você se sente muito bem nesse jardim). Próximo ao Jardim tem o planetário, estudante tem desconto para a sessão do cinema, não me recordo o valor que paguei, mas não é caro e vale muito a pena, porque o filme é projetado no teto, simulando o céu, muito da hora. Todos esses lugares ficam no centro, portanto, você consegue fazer tudo a pé, apenas para ir no Weta Caves (uma loja que tem um set de filmagem dos Senhor dos Aneis e alguns bonecos em miniatura e bonecos do tamanho de um adulto dos principais personagens do Senhor dos Aneis) é necessário pegar onibus. Fiquei num albergue da juventude, localizado no centro, o pessoal bem atencioso e me deram todas as dicas de lugares para visitar na cidade, recomendo o albergue. QUEENSTOWN De Wellington, peguei um avião para Queenstown. Até agora, um dos lugares mais bonitos que visitei na Ilha Sul, a paisagem é tão linda que você não tem idéia para onde olhar, você tem montanha com neve ao topo, floresta, um enorme lago azul e uma "prainha" artificial. Queenstown, é capital dos esportes radicais, e o valor para praticar os esportes radicais é ligeralmente salgado, portanto, se sua intenção for praticar bungy jump, salto de paraqueda entre outros, guarde um valor entre 1000 reais ou mais. Entrei num site que vende combo de esportes radicais, acho que vale mais a pena, mas a parte que mais curti foi voar de helicoptero, se pudesse trocaria meu bungy jump por mais um passeio de helicoptero sem nenhuma dúvida, curti a parte do bungy, mas dá muito medo, depois que você se joga beleza, mas até você pegar a tal coragem para se jogar ... enfim, foi uma experiência bacana, no entanto, acho que não faço novamente. O albergue que fiquei até agora, foi o melhor de todos os que eu fiquei, tudo era incluso, os quartos tem Tv com dvd, varios filmes, se você quiser andar de bike pela cidade, pode pegar a bike do albergue sem pagar nada, internet à vontade, nos demais albergues que fiquei, você tinha que pagar 2 dollares para usar apenas 10 minutos de internet, em 10 minutos você não faz absolutamente nada. Se quiser ligar para outro país, você apenas pede o telefone na recepção e troca idéia de boa, quando eu tentei fazer ligação para o Brazil não deu certo, mas o restante do pessoal que fez ligação para Alemanhã, entre outros, funcionou de boa. Infelizmente não fiz o passeio para Milford, mas quem puder ir, todos recomendam e dizem que é muito bonito, vou tentar visitar lá antes de terminar minha viagem aqui na Ilha Norte. WANAKA Peguei um onibus para Wanaka, cerca de quatro horas de viagem, ela é mini Queenstown, o ponto mais turistico é o Puzzling World, a entrada é paga, é uma casa brinquedos e ilusionismo. FOX GLACIER Fox Glacier se resume em uma rua, ou seja, não tem nada para se fazer lá que dure mais de um dia, o esquema é fazer a trilha na gelo e depois seguir viagem, como não estava de carro, tive que ficar um dia e meio lá, só não morri de tédio porque fiz amizade com uma galerinha bem legal que estava no hostel e aí passamos o tempo jogando sinuca, trocando idéia. De Fox Glacier peguei um onibus para Greymonth e de lá fui de trem para Christchurch. A viagem de trem foi muito louca, porque em quatro horas você vários tipos de paissagens. CHRISTCHURCH A cidade foi praticamente toda destruída depois de um forte terremoto em 2011, ela está em reconstrução, tive alguns problemas lá e acredito que por este motivo, é um dos lugares que mais detestei, eles tem um jardim botanico muito bonito, acredito que dá para competir com o jardim de Wellignton. Tem um lugar que possui varias lojas, no entanto, elas ficam dentro de vários containers, eu não visitei, tenho alguns amigos que visitaram, quem tiver oportunidade de ir.. De Christchurch peguei o aviao de volta para Auckland para começar as minhas aventuras pela Ilha Norte. Bom mochileiros, essa é a minha visão geral, com algumas dicas da minha viagem, espero ter ajudado um pouco.. Á partir daqui não irei colocar dicas de albergue porque os albergues que peguei não tinham nada de diferencial no serviço prestado, a galera da recepcao não era tão atenciosa quanto aos albergues que fiquei de Wellington e Queenstown. ###################### Link de onibus de Auckland para Wellington = http://www.intercity.co.nz/ Albergue de Wellington = http://www.yha.co.nz/hostels/north-island-hostels/yha-wellington/ Compania aerea = Jetstar (é uma das mais baratas para viagem domestica aqui na Nova Zelandia) Albergue em Queenstown aqhostel.co.nz Link da vaigem de Trem entre Greymonth para Christchurch = http://www.kiwirailscenic.co.nz/ = na epoca paguei aproximadamente 120 NZ dollares http://www.everythingqueenstown.com = site que vende os combos de esporte radicais
Líderes está configurado para São Paulo/GMT-03:00


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