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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 24-02-2018 em todas áreas

  1. 4 pontos
    @casal100 Simmmm. Tive algumas oportunidades de viver experiências que não condizem com o estilo de viagem que eu gosto, do tipo me hospedar em resort. Vou falar que foi ruim? Não foi, até pq eu não gastei nenhum centavo do meu dinheiro com isso...haha. Mas dizer que foi a melhor experiência da minha vida? Não mesmo. Gosto da vida simples, da vida real...viver nessa bolha, nesse estilo de viagem pasteurizado não é pra mim. Mas por outro lado, não me sinto mais disposta a me hospedar em party hostel, dividir quarto e banheiro com 10 pessoas, pegar carona, acampar em áreas não seguras. Isso eu fiz lá atrás. Se for levar em consideração a nomenclatura desse post, hoje sou mais nutella que raiz...até pq nem mais jovem eu sou por essa descriçao...hahaha.
  2. 3 pontos
    @Nani84 como não tive oportunidade na minha adolescencia e início da vida adulta de nem conhecer o trevo da minha cidade. E conhecer os dois lados da vida. Depois de lutar um monte e engolir sapo um tempao, percebo que não precisamos de muito mímimi para viver feliz. Dormi muito melhor nas pousadas simples e residências de nativos do que hotéis de "bacana". Hoje estou caminhando para ser nem raiz...mas terra mesmo! Heheh
  3. 2 pontos
    Hoje ao acordar notei que tudo estava mais lindo, mais colorido, podia enxergar a alegria estampada em pequenos detalhes e afazeres. Não tinha como ser diferente afinal, não são todos os dias que fazemos aniversario, hoje dia 07/02/2018 faz exatamente 1 ano desde que sai do comodismo, do comum, da rotina estafante que vivemos, e continuamos, sabe por que ? por que temos a sensação de estar tudo bem, esta confortável, por que mudar algo que pensamos ser o melhor, afinal é seguro. Mas eu não, eu pensava diferente, não estava legal, não me completava, apenas me absorvia mais e mais, até que em certo ponto cansei de toda essa vida monótoma, e aqui estou completando 1 ano de viagem. Já contei minha historia aqui no grupo uma vez, mas vou contar uma segunda, pois sei que muitas pessoas mudaram sua forma de pensar e ver o mundo a partir do post que fiz. Sou christopher hoje com 23 anos, estou na cidade de Balneário Camboriú. Bom eu era normal como todos somos, o tipico jovem brasileiro, trabalho, casa, carro, relacionamento, amigos, festas etc. Mas certo dia algo mudou, não tinha mais aquela animação pra ir trabalhar, não tinha animação pra sair com os amigos, não tinha animação pra sair nem da cama se quer, apenas olhava tudo esvair de mim aos poucos, mais e mais, e cada vez mais era pisado pelo black dog, e me afundado em depressão, foi então que acabei saindo do emprego, pois não tinha animação pra ir, com o passar dos dias veio o termino do meu noivado, isso foi uma marretada para a angustia de um depressivo, logo as contas de fim de mês começaram a chegar, acabei vendendo meu carro para pagar-las e liquidar toda e qualquer divida que tinha. Então ali estava eu fechado em meu mundinho obscuro, cercado de pensamentos suicidas. Mas, surge aquela luzinha ao fim do túnel, então resolvo que eu tinha que sair dessa, minha vida não podia acabar ali naquela casa, sozinho, eu era mais que tudo aquilo, não era possível que vim ao mundo pra viver até os 22 anos e ser lembrado por amigos e familiares como o depressivo que se suicidou. Fui ao meu computador e resolvi terminar com tudo de uma vez, consultei o santo google ''Como sair de uma depressão'' eis que apareceu varias e varias coisas, abrangendo uma gama de assuntos sobre, mas algo me chamou muita atenção, ''viajar é o melhor anti-depressivo'' estava ali, era só absorver essa informação, mas poxa ''sou pobre, como vou viajar e conhecer o mundo ?'' consultei o google mas uma vez ''como viajar sem dinheiro'' advinha onde fui parar ? ''mochileiros.com'' me encantei com os relatos de viagens, pessoas que saíram meteram a cara com pouco e as vezes nada, então estava ali, era o que eu queria pra mim naquele momento, depois de me aprofundar nas teorias de viajeros, e aprender o ''básico'' sobre sobreviver na estrada, estava focado em sair, logo arrumei a bolsa que carregava meu antigo notebook, coloquei umas roupas, peguei minha carteira que tinha 170 reais e sai no outro dia logo cedo, as 7 horas da manhã do dia 7 de fevereiro peguei minha primeira carona de Cafelândia do Oeste para o mundo. e assim segui, conhecendo lugares incríveis, um mais lindo que o outro, conhecendo pessoas, pessoas essas que são como anjos para quem vive pela estrada, escuto muito dizerem que existe muita maldade no mundo que vivemos, mas acredite é minoria, a bondade é imensa quando você se permite mais. Bom, conheci o mar pela primeira vez no ano passado, quando sai de Cafelândia, sai com proposito único de realizar meus sonhos, e conhecer o mar era um deles, então fui ao litoral Catarinense, passei por lugares no Parana, São Paulo, uma beiradinha do Rio de Janeiro, Minas Gerais (estado que eu era encantado desde pequeno) Espirito Santo, e em cada lugar que ia, aprendia algo diferente que sempre me moldou a tornar-se um ser melhor, mais feliz, foi onde vi, que tudo de mal que vivi antes de meu renascimento, serviu apenas para mostrar que eu estava vivendo errado, e era necessário mudar minha forma de viver. para quem leu até aqui, muito obrigado, desculpa tomar tanto tempo, deixo para você uma frase para refletir ''Permita-se mais, não deixe para depois, o que pode ser feito agora, o depois pode não vir a existir''
  4. 2 pontos
    Uma coisa eu constatei, a idade avança e a "nutellisse" chega, haha. Sério, hoje eu não abro mão de certas coisas para o meu conforto. Coisas que eu simplesmente cagava quando tinha vinte e poucos anos. Nem por isso me sinto menos mochileira, pq continuo montando minhas viagens livremente e sendo a mesma muquirana de sempre.
  5. 1 ponto
    Comprei as passagens em setembro/2017 e paguei R$2000,00 em SP-BUE; BUE-FTE; FTE-BUE-SP. Levei R$5000 para todos os gastos em 15 dias e voltei com R$800. DIA 01/01/2018 Saí de São Paulo bem cedo, num vôo da Copa muito tranquilo, mas sem nenhum entretenimento a bordo e com um bolo de laranja e uma barrinha de cereal como lanche. Não há suco disponível, apenas chá, café, água ou refrigerante. Chegando no Aeroparque em Buenos Aires, bem próximo ao desembarque internacional, esperei séculos na fila do Banco de La Nacion Argentina para trocar dinheiro. Nesse dia, a cotação era de R$1 = 5,7ARS. Troquei R$1000 achando que a cotação estava ótima, comprei o cartão SUBE por 25ARS, carreguei + 125ARS num quioste do open25hours (tem vários no aeroporto). No lado oposto do aeroporto, não lembro se desembarque ou embarque nacional, peguei o Arbus (arbus.com.ar) sentido centro. Custou 75ARS e foi pago com o cartão SUBE. Em menos de 25min o motorista avisou a parada do Obelisco e ali eu desci na avenida Corrientes e fui andando até o hostel. 06 Central Hostel (1375ARS por 6 noites) Hostel muito bem localizado, tem funcionários brasileiros e quartos e espaço de convivência amplos. Peca no wifi instável e no café da manhã super pobre. Recomendo pela localização que é excelente! Deixei tudo lá depois do check-in e saí sem rumo sentido Obelisco procurando um lugar para comer. Na Avenida Corrientes, 965 encontrei uma pizzaria que vendia combos de empanadas e comendo no balcão era mais barato. Paguei 75ARS em 2 empanadas + copo de refrigerante e ali perto comprei uma garrafa de 1,5L num quiosque open25h e paguei 45ARS. Vale a dica que a água da torneira é potável, só TEM sabor (no Chile é pior), o que é de se estranhar para nós. Decidi que faria diferente nessa viagem e fui andando perdida pela cidade sem nenhum destino. Passei pelo centro, Florida, Casa Rosada, Manzana de Las Luces, seguindo para San Telmo (e passando por uns lugares meio estranhos, mas felizmente policiados) e fui parar em Puerto Madero, que estava bem suja por conta da virada do ano. Decidi voltar para o hostel e dormir cedo porque tinha acordado de madrugada para o vôo. Gastos do dia: 25 pesos cartão sube 125 recarga (sendo 75 do arbus) 1375 hostel 06 central 75 empanadas + coca (corrientes 965) 45 pesos água 1,5L (open25h) Avenida 9 de Julio e entradinha da Corrientes ↑ Avenida 9 de julio ↑ Museu Fragatta Sarmiento em Puerto Madero ↑ Casa Rosada ↑ Dia 02/01/2018 Às 10h30, em frente ao Teatro Colón, saem grupos de Free Walking Tour para a Recoleta (http://www.buenosairesfreewalks.com/). Os guias ficam de camiseta laranja, não tem como errar. Começaram separando os grupos em espanhol e inglês e como tinha muita gente, foram 2 grupos só de inglês com umas 40 pessoas em cada. As paradas não são muitas, mas os guias explicam muito sobre a história da cidade, dos prédios e a cultura e o tour acabou sendo bem leve e menos cansativo do que eu imaginava só que mais longo também, finalizando no no cemitério da Recoleta (o meu acabou às 14:30, mas o previsto era 14h). A programação "Aline" era voltar para o centro e ir no City Center Tour da mesma empresa que começa às 15h. Como a caminhada de volta seria bem longa e eu estava com fome, desisti e fui andando sentido hostel. Descansei um pouco à tarde e à noite jantei no restaurante La Cabrera, indicação do taxista, porque o restaurante bem avaliado e escolhido antes estava fechado. Gastos do dia: 7ars 1maçã XXars tips free tour 139ars combo Mc Donalds 1300ars jantar para 2 no La cabrera Teatro Colon ↑ Dia 03/01/2018 Como o city tour do Centro no dia anterior não deu certo, decidi tentar com uma empresa diferente que tinha saída às 11h do Congresso Nacional (http://www.bafreetour.com/) com grupos apenas em inglês (antes passei na calle Lavalle que tem várias lojinhas de souvenirs). Foi um grupo menor com menos de 10 pessoas se não me engano, mas também muito leve. A guia era muito simpática, explicava super bem e de fato, deu dicas sobre a cidade e os portenhos. Depois do almoço que já era lanche da tarde (no mesmo restaurante do dia anterior - El Rey - Corrientes 965), fui para Puerto Madero novamente. Me apaixonei por esse contraste de novo e antigo da cidade e achei lindo o Parque de las Mujeres Argentinas. Gastos do dia: 199ars globo de neve (lavalle 969) 100ars por 2 bandeiras/patches para o mochilão 45ars sorvete XXars ba free tour 40ars água 500ml 60ars 2 pedaços pizza + refri (el rey) Congresso Nacional ↑ Obelisco ↑ Parque de las Mujeres em Puerto Madero ↑ Dia 04/01 O dia começou na caminhada até a livraria El Ateneo Gran Splendid e que coisa maravilhosa são livros dentro de um teatro! Fiquei apaixonada, nem um pouco envergonhada de tirar mil fotos e fazer vídeos porque tinham muitos turistas lá também. De lá, segui para a faculdade de direito de Buenos Aires, passei pela Floralis Generica e acabei no Museo Nacional de Bellas Artes (gratuito). Gastei umas 2horas andando ali dentro e quando bateu a fome, fui até o SanJuanino (Posadas 1515) almoçar (lanche da tarde já). Pedi uma empanada que estava deliciosa e depois uma massa, mas vi muitas pessoas que pediram apenas as empanadas, sem prato principal. À noite era dia de tango e decidi escolher um menos turístico, mais simples e optei pelo Centro Cultural Borges que fica dentro das Galerías Pacífico. Começou as 20h, com duração de 1h10, misturando o tango de 4 casais, performance de músicos e um cantor - tudo ao vivíssimo. Superou minhas expectativas! De volta ao centro (porque a Galería e a praça de alimentação fecham as 21h), jantamos no restaurante com melhor custo-benefício da viagem e porque quando eu gosto, gosto de verdade, repito muito mesmo e conto e levo todo mundo que encontro. Gastos do dia: 250ars almoço empanada + massa + Pepsi 430ars tango CC Borges 40ars pão de queijo Starbucks 147ars jantar pizza no El Rei El Ateneo ↑ Faculdade de direito de Buenos Aires ↑ Floralis Generica ↑ San Juanino Empanadas ↑ Dia 05/01 Planejamento de parques, dia incrível, ansiedade a mil e... chuva! Triste, mas estamos sujeitos a isso em qualquer viagem. O roteiro que eu deveria ter feito era esse, mas nada deu certo e junto com mais 2 brasileiros, fomos ao Malba (atente-se ao horário de abertura, porque, como nós, muitos turistas tiveram a mesma ideia e deram de cara com as portas ainda fechadas). Sobre o Museu: prefiro o Bellas Artes, mas tem quem ache incrível, então melhor ver com os próprios olhos. Saímos dali e fomos até o Il Quotidiano (Uber), restaurante de massas super aconchegante, com pratos muiiiito bons. De lá, pegamos o metrô para tentar a visita guiada do Congresso Nacional e chegando lá fomos informados que as visitas estavam suspensas até fevereiro por conta das férias. Não fez sentido algum porque a cidade estava cheia de turistas, mas enfim, eram férias dos portenhos também. Paciência, mais um negócio do roteiro que não deu para fazer. Fomos até a Calle Lavalle comprar o restante das minhas lembrancinhas e lá descobri a Bomboneria Royal Lavalle (número 951) com preços bem camaradas para alfajor (me empolguei um pouco). Das marcas que experimentei, os que mais gostei foram: Milka sabor Mousse; Negro (chocolate ao leite com recheio de doce de leite e coberto com castanhas); Jorgito da embalagem azul (chocolate branco por fora e recheio de doce de leite). À tarde/noite fomos na Florida e nas Galerías Pacífico novamente. Gastos do dia: 25ars uber 120ars Malba 18ars uber 209ars Il quotidiano 282ars alfajor 120ars 2 imãs geladeira 180ars 2 chaveiros mafalda 150ars 2 chaveiros 50ars lanche avulso mc donalds Brazucas no restaurante Il Quotidiano ↑ Dia 06/01 Impressões sobre Buenos Aires: maior do que eu pensava, mais limpa, mais bonita. A impressão que tive é de que tudo é muito grande - ruas, praças, parques e numa arquitetura linda de estilo europeu (minha sogra por ex não curtiu e achou tudo com cara de velho), com muito mais para ver do que eu tinha planejado. Fiquei 5 dias quase completos e me arrependo de não ter colocado mais 2 para ver tudo com mais calma ainda, voltar aos locais que não consegui por causa da chuva e fazer as visitas guiadas nos prédios que tinha programado. Não tive muito contato com os portenhos, mas o pouco que vi, mostraram-se bem educados, sempre simpáticos e ainda mais ao saber que eu era brasileira. Apesar de não ser o estilo de viagem que eu curto, gostei e voltaria com certeza! Esse dia foi praticamente perdido indo para El Chaltén. Saí do aeroparque às 12:50 e chegando no aeroporto de El Calafate, comprei o transfer Aeroporto FTE-Chalten e Chalten-Centro de Calafate com a empresa Las Lengas, que solicita a data de retorno, o hostel da saída e pede para confirmar um dia antes na rodoviária de El Chaltén sua partida. O transporte demorou aproximadamente 3h, com uma parada na La Leona, um hotel/restaurante/banheiro e mais duas paradas em miradores para o Fitz Roy. Cheguei já noite, deixei tudo no hostel e saí para jantar e tirar fotos no mochilão símbolo da cidadezinha. O mais impressionante foi jantar no Patagonicus com vista para as montanhas vendo o pôr-do-sol e as cores do céu depois das 22h. Incrível como os dias são longos! Gastos do dia: 110ars Uber para o Aeroparque 220ars Almoço no Hard Rock aeroparque 1300 Transfer FTE-Chalten e Chalten-calafate (las lengas) 2250ars Hostel La Luna Country 35ars kiwi e pêssego 40ars pão 120 Pizza no Patagonicus Chegando em El Chalten ↑ Parador La leona ↑ Uma das paradas que o motorista faz no caminho ↑ Mochila símbolo de El Chaltén ↑ Dia 07/01 Usei o aplicativo Windguru para a previsão do tempo porque é o mais recomendado para esse clima de montanha e o que mais acerta, pelo que eu ouvi dizer, fora que lá todo mundo usa esse. Havia previsão de chuva depois de meio-dia, então decidi acordar cedo e fazer a trilha para Laguna Torre porque tinha lido que eram só 14km e o sendero sai bem pertinho do hostel em que fiquei. Saí às 7h15 e em 2:30 cheguei na Laguna. A trilha não tem uma dificuldade alta e depois do km 5, vira praticamente uma reta só. Nos km 2, 7 e 8 você encontra pontos onde pode encher a garrafinha e no percurso vi 3 banheiros (recomendo fortemente que você fique apertado e não use, porque o cheiro é TENSO!). Chegando na Laguna (9km) e seguindo para o lado direito dela, a trilha continua por mais 3km (gastei 1h) até o Mirador Maestri, quando você chega bem mais perto do Glaciar. Essa continuação tem chão de pedrinhas soltas, uma desgraça que dificulta o percurso, mas a recompensa vale o esforço. Poucos viajantes continuam subindo até lá (encontrei apenas 2 voltando enquanto eu subia) e recomendo que você apenas faça isso se não houver ventos, porque é alto, em vários pontos estreito e fácil de escorregar. Qualquer ventinho que te desequilibre pode causar um acidente. Pausa para fotos, para contemplar aquela vista maravilhosa - SÓ PARA MIM, tempo fechando no Cerro Torre e decidi voltar. Enquanto voltava, o tempo fechou mesmo e começou a garoar um pouquinho. Essas mudanças são muito frequentes, então é importante ter um saquinho para proteger câmera, celular, passaporte e coisas de valor e um casaco de prefência impermeável. De volta ao hostel, depois de tomar banho e descansar um pouco, fui atrás de um mercado (achei 2 na cidadezinha), jantar e dormir. Gastos do dia: 55ars Frutas 84ars 3 iogurtes 270ars Jantar no La Estepa (+30ars gorjeta) Cerro Torre ao fundo ↑ Mirador para o Cerro Torre ↑ Laguna Torre ↑ Caminho para o Mirador Maestri: pirambeira de um lado e de outro também ↑ Vista do Mirador Maestri ↑ Dia 08/01 Previsão de chuva e ventos muito fortes, deixei de lado do plano de ir para Laguna de Los 3 e fui numa trilha mais de boas, sendo que cada trecho tem 3.5km. Saí umas 9h para o Chorrilo del Salto e tirando o vento forte que peguei na estrada aberta e dificultou muito a caminhada, a trilha é bem tranquila. Cachoeira linda só para olhar, com água congelante e queda muito forte para banhos. Depois do almoço, fui para outra trilha fácil que era Mirador de Los Condores (1km) e Las Aguilas (2km), que tem saída próxima da rodoviária. Começando pelo Mirador de Los Condores, a trilha é uma subida não muito íngreme que dá uma vista muito bonita para o cordão de Adela. Como ventava muito, acabei não continuando para Las Águilas mas me disseram que a vista de lá é ainda mais bonita, com alcance até o Lago Viedma. Gastos do dia: 300ars Almoço La Tapera Jantar no hostel (sobra do dia anterior) Caminhando contra o vento ↑ Chorrillo del Salto ↑ Vista de El Chaltén do Mirador de Los condores ↑ Dia 09/01 Com tempo favorável, reservei no dia anterior no próprio hostel o transfer para Hosteria Pilar, que me buscou às 8h e foi passando em outros hoteis pegando turistas. O percurso leva uns 30min, com uma parada num mirador para o Fitz Roy. Esse trajeto tem uma subida menos puxada que a trilha que sai direto da cidade e te possibilita ir e voltar por caminhos diferentes, com visões diferentes, com 10km em cada trecho. O caminho de ida é por bosques dentro da floresta que dão a sensação de filme, um cenário surreal, meio mágico, com pequenas subidas e descidas e o Fitz Roy te acompanhando do lado direito em boa parte do caminho. O brinde desse trajeto fica por conta do Glaciar Piedras Brancas - lindão lá no meio do nada. Depois ou um pouco antes do acampamento Poincenot, não me lembro bem, me deparei com umas 3 pequenas trilhas no caminho. Não reparei que uma delas tinha troncos pequenos colocados em cima e segui um pouco até perceber que tava estranho pois não havia ninguém na minha frente e nem atrás, então não pensei duas vezes e voltei. Não sei para onde elas iam, mas entravam mais na floresta, quando a trilha certa nesse ponto passava por um descampado. Minha dica então: sempre vá pela trilha mais batida e se encontrar pequenos troncos cruzados em alguma, essa não é a correta. Se estiver na dúvida, espere que algum turista vai chegar e você pode ir junto. O desespero começa mesmo no km 9 (levei umas 2h30 para chegar nesse ponto), quando você se depara com uma placa dizendo que falta 1km, com trilha de alta dificuldade desnível de 400m. Coma um alfajor, um gel de carboidrato ou qualquer coisa que dê energia e se tiver bastões de caminhada, não pense 2x e use muito! A subida é desgraçada, você começa achando que tá indo bem, aí os degraus de pedra começam a ficar cada vez maiores e mais molhados, você olha para cima achando que já andou bastante e vê umas formiguinhas se mexendo lá longe no alto. Nessa hora confesso que bateu o desespero, diminuí o ritmo, parei algumas vezes para respirar e apreciar a vista e uns 40min depois, cheguei na Laguna de los 3. Sério, nem todas as fotos da internet que eu tinha visto retratam o que é esse lugar! Pena que o Futz Roy tava meio tímido e encoberto durante todo o tempo que estive lá (e durante a trilha ele tava lindão todo se mostrando). Sentei, comi, quase chorei, continuei para o lado esquerdo e me deparei com a Laguna Sucia, do mesmo lindo tom de azul da sua vizinha maior. A volta foi punk, porque meus joelhos já podres (tenho condromalácia nos 2), resolveram que não era suficiente o problema que eu já tinha e me deram um novo no ligamento colateral lateral. Comecei a descida bem devagar, tentando não forçar muito (ilusão) e no final da descida (quase 1h depois, ou seja, mais tempo descendo que subindo esse trajeto), eu mal conseguia dobrar a perna esquerda. Continuei num ritmo tranquilo e dando graças a Deus que tudo virou uma reta quase infinita, passando por lugares lindíssimos. Depois de um determinado tempo você se depara com uma bifurcação que te dá a opção de contornar a Laguna Capri ou ir direto para Chaltén. Acredito que a distância seja a mesma, então vale a pena ir pela Laguna e ver uma paisagem linda e diferente. Nos últimos 3km mais ou menos, a reta dá lugar à descida (para o meu desespero e dor no joelho), mas nada muito íngreme. No último quilômetro temos o Mirador Rio de Las Vueltas com um visual lindíssimo que vale a parada. No final da trilha você chega no "finalzinho" do vilarejo, próximo a uma das ruas principais. Mortos de fome como estávamos (eu e mais um brasileiro), paramos no famoso restaurante Rancho Grande, com pratos bem servidos, wi-fi bom e preços bem razoáveis. Chegando no hostel, notei que meu joelho esquerdo estava muito inchado, então comecei a colocar gelo e tomar antiinflamatório torcendo para que não fosse nada sério. Gastos do dia: 150ars transfer hosteria el pilar 280ars almojanta no Rancho Grande No comecinho da trilha, perto da Hosteria Pilar ↑ Glaciar Piedras Brancas ↑ Laguna Capri vista de uma parte da trilha ↑ Finalzinho da trilha para Laguna de los 3 (quando vc acha que a subida acabou, percebe que ainda falta mais um tanto) ↑ Linda Laguna de los 3 e o Fitz Roy escondido ↑ Laguna Sucia ↑ Panorâmica da Laguna Sucia e de Los 3 ↑ Trilha de volta para EL Chalten ↑ Vista do Fitz Roy na trilha de volta (lembre de olhar para trás de vez em quando!) ↑ Laguna Capri ↑ Mirador Rio de las Vueltas ↑ Dia 10/01 O planejamento era fazer a trilha Lloma del Pliegue Tumbado, uma das mais bonitas segundo li e com aproximadamente 20km de percurso. Entretanto, nem tudo sai como planejado e ao acordar, meu joelho ainda doía muito, então decidi ficar de molho no hostel só tomando remédio e colocando gelo, já pensando em me poupar para o Big Ice que tinha reservado para fazer em Calafate. Saí apenas para almoçar, comprar frutas e alfajor. Gastos do dia: 140ars almoço (pizza) no Patagonicus 100ars 4 alfajor Milka 40ars Kiwi, banana e maçã Dia 11/01 Dia de terminar de arrumar o mochilão, fazer checkout e partir para El Calafate com o transfer que eu já tinha reservado quando cheguei no aeroporto na vinda. Logo de cara, percebe-se que El Calafate é uma cidade maior, mais bem estruturada para o turismo e com mais opções. Fiz checkin no Hostel Bla Guesthouse (recomendo pela qualidade do serviço, wifi e café-da-manhã muito bons, mas possuem poucos banheiros para a quantidade de quartos disponíveis) e fui para a avenida principal pagar pela reserva do Big Ice com a Hielo y Aventura (se você não possuir cartão de crédito ou não quiser pagar IOF, manda email para eles para reservar e pagar até 1 dia antes da data escolhida) e procurar as demais excursões que eu faria. Com o joelho ainda doendo muito e o esforço físico requerido para o Big Ice, achei melhor mudar a reserva e acabei pagando para o Mini Trekking. A única pergunta que fizeram foi porque da mudança e quando respondi, perguntaram se eu achava que estava bem o suficiente para o Mini. Na Chaltén Travel, na avenida principal, fechei o passeio Full Day para Torres del Paine e quase em frente, na própria agência da Estância Cristina, fechei o pacote Discovery. Jantei uma omelete gigante no Pietro's e depois tomei o famoso e delicioso sorvete de calafate (frutinha típica da Patagônia que parece uma blueberry) no Helados Tito. Sério, não vá embora sem experimentar o sorvete, porque a geleia não é tão boa quanto! Passei no Green Market, ao lado do Pietro's e comprei uma empanada para levar na excursão do dia seguinte. Eles tem sucos, empanadas, lanches naturais e várias opções de compra para levar aos passeios. Gastos do dia: 1412ars Hostel Bla Guesthouse 3300ars Mini trekking com Hielo y Aventura 2700ars Full day Torres del Paine com Chalten Travel 4280ars Estância Cristina Discovery 4x4 + 500ars pela entrada do Parque Nacional (cobram junto porque no local não há fiscais que recolham o dinheiro) 125ars Almojanta de omelete no Pietro's 35ars Empanada no Green Market 60ars Sorvete de calafate no Helados Tito Hostel Bla Guesthouse ↑ Dia 12/01 Dia de mini trekking no Perito Moreno! Se não me engano, eles pegam no hostel às 9h. Quase 1h de estrada até a entrada do parque nacional, onde todos os veículos param e o fiscal cobra a entrada de todos presentes no ônibus. Eu tinha lido muito que residentes do Mercosul pagam mais barato que demais estrangeiros, entretanto, isso não é mais válido e apenas argentinos tem desconto no valor. Quase 30min depois andando pelo parque vemos a imensidão de gelo que é o Perito Moreno em algumas curvas que o ônibus faz (para essa visão, sente do lado esquerdo do veículo). Quando chegamos às passarelas, uma guia nos explica o percurso e por quais deveríamos andar e ter melhor visão dos descolamentos de gelo e quais eram melhores para o tempo que tínhamos disponível. O tempo estava horrível, uma chuva grossa, muita gente abrigada na plataforma principal que tem uma pequena cobertura... mas como o clima na Patagônia é bem variável, pouco depois depois já tinha parado e um leve sol surgiu (que também não durou muito tempo). No período em que estava andando por lá e observando, vi um descolamento gigante (mas não estava com a câmera fácil para gravar) e muitos outros pequenos. Esse é o motivo porque tantos turistas esperam nas passarelas, mas é um pouco triste saber o porquê de tais rupturas acontecerem. Uma hora e meia depois, voltamos ao ônibus para ir até o porto de onde sai o barco que nos leva até a base para os trekkings. A navegação leva uns 15min e chegando lá, você encontra um abrigo com banheiros onde pode deixar seus pertences para levar apenas o essencial. Uma caminhada rápida de 5min nos leva às cabanas onde são colocados os grampones e separados os grupos por idioma (inglês ou espanhol). Daí começa o mini trekking de verdade: próximo às cabanas, já subimos no gelo onde a guia nos explica como andar, subir e descer e todas as demais recomendações. Nos informes da Hielo y Aventura, é explicado que o tempo caminhando no gelo é de 1h30, entretanto, nosso grupo ficou quase 2h, o que eu achei suficiente e nem um pouco arrependida de ter mudado do Big Ice, visto que dá trabalho caminhar com os grampones e requer um esforço dos joelhos (talvez você não sinta se não estiver com o joelho machucado, como eu estava). Durante todo o caminho, são 2 guias que dão suporte, se oferecem para tirar fotos, falam sobre os glaciares e o Perito Moreno e ao final, chegamos no famoso whisky com gelo diretamente do glaciar. Eu passei a bebida (não gosto), mas peguei uma trufa de chocolate regional que eles deram como surpresa. Um bônus: naquele mesmo dia mais cedo, uma caverna de gelo se abriu bem perto das cabanas dos grampones e nossa guia nos levou para ver. Que negócio incrível! Achei bem legal da parte dela porque já tinha passado do nosso horário e outros grupinhos do mini trekking não viram o que o meu viu. Considerações sobre o mini trekking: posso dizer apenas sobre aquilo que vivi, então aqui vai: achei o mini trekking excelente! Não fiquei com vontade de fazer o Big Ice e pelo que eu entendi e um colega brasileiro que fez me contou, a grande diferença entre os dois (além do preço, claro), é o tempo caminhando no gelo e as cavernas de gelo que se pode visitar no Big Ice. Como eu dei sorte e vi uma caverna de gelo no mini trekking, fiquei super satisfeita. Além disso, toda a estrutura e o respeito que os profissionais tem com o lugar fazem com que o preço tenha valido cada centava pago. Mais 15min de navegação de volta, quase 1h30 de ônibus e cheguei no hostel por volta das 19h. Jantei no restaurante San Pedro na avenida principal e não anotei quanto paguei, mas comi uma pizza (para variar). Comprei umas empanadas para deixar no hostel umas bolachas para levar para Torres del Paine no dia seguinte. Gastos do dia: 500ars Entrada no Parque Nacional 70ars Empanadas no Green Market 85ars Bolachas num quiosque Vista do ônibus ↑ Nas passarelas, setor azul se não me engano ↑ Observe o tamanho das pessoinhas lá embaixo perto da geleira ↑ Outro grupo lá embaixo começando o mini trekking ↑ Com os grampones nos pés (use calçado impermeável!) ↑ Toda felizinha passando frio ↑ Caverna de gelo ↑ Esperando o barco chegar para ir embora ↑ Dia 13/01 Às 5h30 da manhã a empresa Always Glaciar me pegou no hostel depois de um pequeno susto - meu nome não constava na lista e aparentemente não tinha mais lugar disponível. Os locais de parada podem ser vistos no site da Chalten Travel (http://www.chaltentravel.com/main.php) e mesmo sabendo que seria extremamente cansativo por conta do tempo dispendido no ônibus eu quis arriscar e minha opinião: não vale a pena! hahahaha As paisagens são incríveis mas o parque é imenso e de fato vale a pena perder muito mais que 1 dia por lá. Fiquei com vontade de ver mais e não recomendaria a excursão porque além dos fatores já citados, tem o clima também. Pegamos um vento absurdamente forte, não conseguimos fazer a trilha de 1h até o Mirador para os Cuernos del Paine e tivemos que voltar. Não recomendo essa empresa pois o guia que estava conosco simplesmente saiu andando sem olhar para trás enquanto todos os outros estavam sentados sem conseguir andar por causa do vento e um jovem senhor americano caiu e cortou o rosto nessa empreitada. Quando chegamos na van, o guia soltou um: "eu avisei" e foi isso! Achei muito desrespeito, sério! O almoço é o ponto alto da excursão (já incluso no preço): num restaurante lindo ao lado de um lago lindo com vista para os Cuernos, com entrada (filé de peixe empanado), prato principal (uma carne que não reconheci e purê de batata) e sobremesa (pudim de leite), além de vinho ou refrigerantes. Cheguei em Chaltén em torno de 21h (o retorno deveria ser às 23h se tivéssemos feito a pequena trilha até o mirador) e fui jantar no Pietro's novamente (porque tinha wifi, era próximo do hostel, preço bem ok e eu gostei da comida). Gastos do dia: 200ars Pizza no Pietro's Cerro Castillo ↑ Vista ainda de fora do parque ↑ Vicuñas ↑ Lago impossível de escrever o nome e Cuernos del Paine ↑ Cachoeira Salto Grande Pequena demonstração do vento patagônico (fiquei com medo de perder o celular e saiu isso aí) ↑ Dia 14/01 Não sei o que dizer sobre a Estância Cristina além de "VÁ!", SIMPLESMENTE VÁ! Uma das coisas mais incríveis que meus olhos viram até hoje foi esse lugar. Existem 3 tours diferentes e eu escolhi o 4x4 porque um era mais barato mas não via tudo e outro era mais caro e tinha um trekking de 14km, então meus joelhos decidiram por mim e escolhi o conforto do carro. O tour começa te buscando no hostel às 7h e você leva mais ou menos 1h (não lembro com certeza) para chegar no porto Punta Bandera, onde pega uma linda embarcação e navega por quase 3h pelo Lago Argentino, com muitas pausas para foto e icebergs pelo caminho. Depois de tanto tempo, parabéns! você praticamente chegou no fim do mundo (ou foi assim que me senti). A estância foi criada em 1914 pela família Masters, que veio da Inglaterra quando ouviu falar sobre um lugar inóspito onde praticamente davam terras de graça a quem se interessasse. Hoje, tudo que era da família faz parte do Parque Nacional Los Glaciares, visto que não sobraram herdeiros. O tour começou num pequeno museu onde o guia explica sobre a história da família e você pode ver itens originais usando tanto na casa principal como itens que eles utilizavam na criação das ovelhas e para retirada da lã. De lá, um pequeno passeio em torno da propriedade principal, mostrando detalhes da flora e construções da família. Depois tivemos 1h para o almoço (custa 800ars se você reservar no barco e acredito que 500ars se você comprar junto com a excursão), mas não se apavore: muita gente não compra o almoço (como eu que levei minhas empanadas e alfajor) e pode comer junto com todo o restante no restaurante, sem problemas. Pelo que eu lembro, era oferecido uma entrada, um prato principal e sobremesa, além de água diretamente do glaciar da propriedade (bebidas são cobradas a parte). A melhor parte então: o 4x4! São dois carros que fazem um percurso de mais ou menos 40min só ida e o guia vai explicando muito sobre a história, sobre a fauna e a flora. Quando você acha que viu tudo, chega-se no Mirador do Glaciar Upsala e meu Deus, quase chorei de tão bonito! Ele delimitava a parte norte da propriedade dos Masters e eu só conseguia pensar em como eles conseguiam fazer tudo que faziam há 100 anos atrás, sem a tecnologia que temos hoje e num lugar de clima tão difícil. Uns 40min depois de ficar só apreciando (dica: prendam os cabelos o máximo que puderem, porque o ventinho patagônico não dá trégua e tudo vira um bolo infinito de nós), voltamos no 4x4 e pegamos o barco de volta para Punta Bandera, que não faz paradas para foto e portanto leva umas 2h, além do ônibus do porto até Chaltén, chegando por volta das 18h, quando fui bater perna no centrinho, comprar as geleias que eu queria e tals. Não jantei, só comi uma empanada e tomei um sorvetinho para me despedir. Consideração sobre o passeio: vale cada mísero centavo. Desde a organização, até a distância percorrida, você vê que tudo é extremamente bem cuidado, bem feito e sente que vale tudo que pagou. Recomendo mil vezes e voltaria com certeza! PS: eles tem um hotel e pelo que pesquisei, as diárias custam em torno de 500 dólares (sonho meu!) Gastos do dia: 35ars Empanada no Green Market 60ars Sorvete no Helados Tito 160ars Por 2 geleias de calafate 96ars Por 3 alfajor Iceberg no Lago Argentino ↑ Iceberg diferentão no caminho (não lembro da explicação sobre a cor dele) ↑ Parte das hospedagens da Estância Cristina ↑ Pequena capelinha ↑ Moinho construído pela família Masters e rio de degelo dos glaciares ↑ Chegando no Mirador Upsala ↑ Glaciar Upsala (todo esse lago foi glaciar ainda em meados de 1950) ↑ Completamente apaixonada por esse lugar! ↑ Dia 15/01 Arrumei minhas malas e às 11h o transfer que reservei pelo próprio hostel passou para me pegar. Como fui a única passageira, o trajeto levou só uns 20min até o aeroporto. Fiz o ckeckin para o vôo que saia depois das 13h, almocei e fiquei esperando a hora de voltar para casa. Gastos do dia: 150ars transfer até o aeroporto 230ars almoço no aeroporto Sobre os hostels: Recomendo todos que eu fiquei, apesar dos pontos negativos já citados, todos tinham excelente localização e só isso já me conquista. Sobre comidas: Principalmente em Buenos Aires, existe opção para todos os gostos e bolsos. Eu comi a famosa carne argentina só uma vez porque de fato, não sou muito carnívora. As empanadas são outra coisa que você precisa comer pelo menos uma vez (e para isso, recomendo fortemente o restaurante San Juanino). Na região da Patagônia você tem que provar o cordeiro. Particularmente, achei a carne muito gordurosa e não gostei, mas valeu a experiência. Alfajor: Experimentei várias marcas e minhas preferidas foram Negro e Jorgito da embalagem azul marinho (super baratinho e me conquistou). Simplesmente esqueci de comprar doce de leite, mas tinham me recomendado a marca San Ignacio. Fim do meu relato e de mais um sonho realizado!
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    Caso eu viaje para o Peru, eu tenho que converter o dinheiro aqui no Brasil ou chegando lá?
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    Olá mochileiros e mochileiras ! Tudo bem com vocês ? Como estão os planos para a(s) próxima(s) viagem(s) ? Estes próximos posts são para quem está almejando uma viagem ao Peru, e para quem ainda não tem isso em vista, após conhecer esse pedacinho de mundo bem do nosso ladinho, vai querer passar na frente na lista de destinos! Estou aqui para compartilhar um pouquinho dessa experiência incrível que tive o prazer de me proporcionar nesse ano de 2017. O intuito é te ajudar! Da mesma forma que sempre recebo muita ajuda por essa galera sensacional desse grupo! Seja bem vindos à minha viagem ao Peru, em 18 dias, por 8 cidades, sozinha, de mochila nas costas, coragem, mente e coração abertos! Como tudo começou: Como todo mundo que passa por aqui, sou uma garota que ama viagens e viajar! Fiz algumas viagens fora do país a passeio e a trabalho no ano de 2014. Nos anos seguintes, 2015 e 2016 minha vida foi só trabalho, não tive tempo para planejar viagens internacionais, acabei optando por conhecer cantos do nosso Brasil (AMO!). Porém, é sempre bom esse contato com culturas diferentes, lugares diferentes, pessoas diferentes, então, estava faltando algo em mim, eu precisava "sair por ai". Depois dessas viagens que fiz, dentro de mim tinha que a próxima seria aqui na América do Sul, então no final de 2016 comecei a ler muito sobre isso. Passei por aqui muitas vezes, li muitos relatos. A princípio, estava lendo sobre fazer Peru, Chile e Bolívia na mesma viagem. Porém, como não teria mais que 20 dias, estaria sozinha e por sempre ter mais lugares no Peru que eu desejava visitar, acabei optando por somente Peru. Dica: Relato do Rodrigo (@rodrigoalcure) ! Muito bom! Preparativos: Como eu já sabia que seria uma viagem estilo mochilão, desde final de 2016 já comecei fazendo a lista das coisas que precisava comprar. Veja! Toalha de microfibra (Dechatlon) Bota para trecking (Bota Finisterre Vento) Mochila cargueira (Quechua Escape 50 litros) Mochila de ataque (A mochila Escape já vem com a de ataque) Power Bank (Asus) Óculos de sol polarizado (Speedo Voley) Roupa segunda pele (Dechatlon) Meias para trecking (Dechatlon) Blusa fleece (Dechatlon) Casaco corta vento (Dechatlon) Câmera (Troquei de celular, fiquei com a câmera do Zenfone 3, Asus) Como podem ver, a maioria das coisas adquiri na Dechatlon! Lá tem tudo e com um ótimo custo benefício. Os outros itens fora da Dechatlon foram alvo de muita pesquisa, com isso, após o uso, indico todos! Abaixo, outros itens importantes que adicionei na minha lista de coisas para levar: Capa de chuva Kit primeiros socorros (Com remédios essenciais, band-aid) Adaptador de tomadas Zip Lock Lenço umedecido Protetor solar Kit para sono (protetor auricular, tapa olho, suporte para pescoço) Cadeado Doleira Pinça Linha/agulha Álcool em gel Tesoura Fora isso, o básico, que seriam as roupas de frio (seguindo o protocolo de 3 camadas), cachecol, luvas, toucas. Dicas: Leve repelente! Eu não levei, porém, em Machu Picchu você vai precisar! Leve um relógio, pulseira, algo que te forneça o horário e seja de fácil acesso o tempo todo. Manter a pontualidade é de extrema importância! Eu utilizei a minha smart band o tempo todo "colada" em meu braço. A mochila cargueira da Escape não foi suficiente, pois era muito pequena. Precisei comprar outra mochila durante a viagem. Como fazer caber tudo na mochila? Leve somente o que você vai utilizar! Como por exemplo, não precisa do pote inteiro de shampoo, separe e leve em um recipiente o suficiente para o período que vai passar lá. Evite itens em vidros, pois pesa muito na mochila. Duas semanas antes da viagem eu já comecei a separar as coisas que iria levar em um canto. Isso te ajuda a não esquecer nada! Roteiro: O roteiro foi fruto de muitas pesquisas! É a junção de todos os lugares que me fizeram querer aproveitar para explorar dessa vez somente o Peru! Passarei por 8 cidades peruanas. Olhem só: Passagens: Comecei a busca por passagens por volta de 2 meses antes. Acompanhei por um bom tempo o vem e vai de preços. Com a ajuda do Google Flights, consegui acompanhar as promoções e peguei um bom preço e nas datas que eu precisava. Dica: No Google Flights é possível você cadastrar as datas, voos e horários que você quer acompanhar e ele te envia e-mails de notificação quando o voo aumenta ou diminui de valor. Muito, muito útil! Depois que conheci, não usei outro buscador. Acredito que já dei umas boas dicas nessa intro As próximas, vou passando conforme relato os dias. Bora pro Peru, partiu! ...Continuação nos próximos posts Beijos! Tabata Instagram: @tatablita
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    San Andres Sim, O Paraíso Existe... Se Chama San Andres! Onde Fica? Localizada no Mar do Caribe, você encontrará esta linda ilha que atrai centenas de turistas de todo o mundo. Uma vez que você vê o mar de San Andres, você entende por que eles a chamam de "Sete cores". A 700 quilômetros da costa do continente colombiano é a ilha de San Andres, um pequeno paraíso em que as influências de ingleses, espanhóis, Piratas e Corsários foram misturados para resultar em uma cultura rica que se move ao o som do reggae. Atrações! Existem cerca de quarenta lugares para mergulhar; praias com areia branca e macia; um mar azul, mas também verde e lilás ... Para as ilhas de San Andres, Providencia e Santa Catalina, no sudoeste do Caribe, na Colômbia, viajantes de todo o mundo chegam em busca desses cartões postais perfeitos para verificar isso na brisa deitado em uma rede debaixo de um coqueiro e nos sorrisos despreocupados de seus habitantes que vivem a alegria da Colômbia. Mar De Sete Cores Suas águas variam da sombra arenosa da praia, para os azuis turquesas e degradantes ao azul profundo, um verdadeiro espetáculo visual para você se deleitar nas suas férias. San Andres é uma pequena ilha que faz parte de um arquipélago no Caribe colombiano, juntamente com Providencia e Santa Catalina, cujas paisagens têm seu encanto particular. Então, se você tiver em mente as férias, não hesite em ter como opção este paradisíaco destino turístico colombiano, sem dúvida, você não vai se arrepender. Saiba Tudo Sobre San Andres! Acesse: www.amosanandres.blogspot.com.br
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    Nossas dicas para aproveitar melhor sua experiência por terras lusas! Acompanhe tbm nossas viagens pelo Instagram/ Facebook @polymsousa. 1. Passeios 1.1: Horários - No inverno as atrações abrem tarde, por volta das 10h, e fecham por volta das 18h. Então acaba que vc não consegue fazer mta coisa na parte da manhã. Os sites de quase tds as atrações disponibilizam os horários de inverno e verão. 1.2: Clima - Leva guarda-chuva e/ou capa de chuva do Brasil pra não ter que gastar seus ricos eurinhos com isso. 1.3: Free Walking Tour - tem vários e de várias empresas em cada cidade. Conhece o conceito? É um tour a pé sem custo fixo. Ao final vc contribui com o guia com o valor que achar que deve dar. Indico: Lisboa: Lisbon Chill-Out Tours/ Sintra: Take Lisboa/ Porto: City Lovers. 1.4: Walking Tours - dificilmente vc encontrará um tour em português pois não há público suficiente (e olha que lá tinha brasileiro pra caramba heim, mas infelizmente essa modalidade de passeio ainda é pouco conhecido no nosso país). Os tours são então em inglês e espanhol. O espanhol é tranquilíssimo pq eles acabam falando um portunhol de boa pra entender. 1.5: Ingressos Benfica - tem uma loja do Benfica na rua Augusta. Se vc comprar a partir de €40 vc ganha 2 ingressos para visita no museu + estádio. O valor normal do ingresso é €17,50, logo gastaríamos €35. Compramos uma camiseta de €40 e ganhamos o ingresso, assim uma camiseta do Benfica saiu por €5. 1.6: Bilhetes combinados – vários monumentos tem bilhetes combinados com outros monumentos. Então, se este outro estiver no seu roteiro vale a pena. Por ex. compramos Museu do Azulejo + Panteão Nacional = 7 euros. Se fosse comprar separado seria daria 9 euros os dois. 2. Transporte 2.1: Comboios - Uma das formas de transporte entre as cidades é através dos Comboios (trens). Se comprar o bilhete com pelo menos 5 dias de antecedência vc consegue o promocional (e vale mto a pena, por ex. um trecho custou 10 euros a menos por passagem totalizando 80 reais de economia em apenas 1 trecho). Mas fica ligado que para destinos mais procurados como Porto os promocionais acabam mais rápido. Compramos tds os bilhetes já nos primeiros dias que chegamos. Isso dá uma amarrada no roteiro mas em termos econômicos vale a pena. 2.2: Comboios/ metros - Em Porto o uso de metrôs é diferente de Lisboa pois não tem catracas nem ninguém te supervisionando. Então contam com a sua honestidade. Nos comboios é a msm coisa, porém durante o caminho tem um fiscal que vai passando conferindo se vc pagou e caso não o tenha feito o pagamento é na hora para ele. 2.3: Comboios/ metro - As estações de metrô e comboio são diferentes (no início achávamos que td era no msm lugar). 2.4: Aluguel de carro - Pensamos em alugar um carro pq lá é super barato, porém para 2 ainda compensou mto mais descolamentos por comboio, ainda mais pegando bilhetes promocionais. Se vai em mais de 2 pessoas compensa carro. Mas fique atento que além do aluguel e gasolina ainda tem os estacionamentos pois na rua tbm é pago e daí sim pode sair mais caro o molho do que o peixe. 2.5: Aluguel de carro – não alugue carro para andar em Lisboa por ex, será um transtorno, é igual andar no centro de SP de carro, melhor não. Alugue para fazer trechos entre cidades. 2.6: Uber/Cabify – tem as duas empresas lá, faça comparação mas os trechos não são caros. Lá não aceitam dinheiro, só cartão através do aplicativo msm e daí vai ter q conviver com a espera de fechar a fatura, converter a moeda e pagar IOF kkkk . Usamos qdo tivemos que fazer um trecho curto com malas e não tinha metrô para o lugar e na volta para o aeroporto. Para ter uma idéia o trecho para o aeroporto de 15 min deu 6 euros. 3. Compras 3.1: Tax Free - comprando acima de 61 euros e alguma coisa numa msm loja (vale pra roupa, sapato etc) vc recebe parte do imposto de volta e são quase 15% de devolução, vale a pena. A devolução é no aeroporto depois q fizer o check in. 3.2: Lojas - Compensa comprar roupa e sapato em Portugal. Primark e Decathlon foram lojas que valeram a pena pra gente. 4. Alimentação 4.1: Economia - Peça pratos para 1 e divida, as porções costumam ser grandes. Assim é possível pedir entrada, prato principal e sobremesa e ter uma degustação total sem gastar tanto. Os valores são mto parecidos com o que vc gastaria no Brasil comendo arroz e feijão, porém lá vc come bacalhau kkkkk. 4.2: Compensações - Geralmente fazemos compensações, então se um dia esbanjamos um pouco mais com alimentação no outro seguramos a onda e seguimos o baile. 4.3: Cardápio+valores - Vc encontra os cardápios dos restaurantes com valores no site Zomato, é uma maravilha pra vc se planejar. Mas tbm é costume eles deixarem o cardápio do lado de fora do restaurante, assim vc já decide se vai entrar ou não rsrs. 4.4: Couvert - Se não quiser o couvert (pães e patês) é só não mexer que não será cobrado. 4.5: Queijo - Coma tudo o que tiver queijo da serra da Estrela, é bom demaissss! 4.6: Roteiro - Com tantas opções gastronômicos dá pra fazer uma viagem focada na gastronomia e vinhos. 4.7: Vinhos - Áh por falar em vinhos são baratíssimos no mercado. Peguei apenas o Vinho Verde Casal Garcia como base para comparar preços e no Brasil estava R$38,00 e em Lisboa (no mercado) estava R$12,00. E ainda existem vinhos mais baratos de 1 euro e pouco. 4.8: Reserva - Como os restaurantes são muito pequenos se faz questão de algum é bom fazer reserva. 4.9: Menu do dia - Praticamente td restaurante tem os pratos do dia que são preços bem acessíveis e mtas vezes são menu completo, por ex: sopa, prato principal, sobremesa e café por 7 euros. 5. Curiosidades 5.1: Politizados - Achamos o Português bem politizado e conhecedor da própria história. Qualquer conversa que tiver com eles vai ver que eles interligam fatos históricos e políticos. 5.2. Sócio - É mto comum em Portugal a cultura do Associativismo. Como eles acreditam nas instituições eles se associam a elas (voluntariamente). Pagam uma mensalidade e em contrapartida a instituição oferece um retorno ou algum tipo de vantagem. Eles falam com mto orgulho dessa cultura e se associam a diversas fontes: bombeiros, clubes de futebol etc. É por isso que o Benfica é um dos clubes com maior número de sócios no mundo. Isso é algo que pra nós brasileiros é inviável pq não confiamos nas instituições.
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    Que viagem maravilhosa! Nossa primeira vez na Europa e nas terras do nosso colonizador rsrs! Dia 01 a 16/01/18. Acompanhe tbm nossas viagens pelo Insta e Face @polymsousa. Obs: os valores são relativos a 1 pessoa. Câmbio: cambiamos no Brasil a R$4,00/euro. Roteiro: 01 a 08 – Lisboa 08 a 09 – Sintra (Lisboa-Sintra de comboio €2,25) 09 a 14 – Porto (Lisboa-Porto de comboio €15) 14 –Braga (Porto-Braga-Porto de comboio €6,40) 15 – Coimbra (Porto-Coimbra de comboio €13,40) 16 – Retorno (Coimbra-Lisboa de comboio €14) Avião: Campinas-Lisboa-Campinas com programa de milhagens da Azul. Hospedagem – Dicas de onde ficamos: https://www.mochileiros.com/topic/69684-dicas-de-hospedagem-em-portugal-lisboa-sintra-e-porto/ Restaurantes – Nossas experiências gastronômicas: https://www.mochileiros.com/topic/69753-onde-comer-em-portugal-nossas-experi%C3%AAncias-gastron%C3%B4micas-em-lisboa-sintra-porto-braga-e-coimbra-jan2018/ Dicas úteis de Portugal: https://www.mochileiros.com/topic/70071-dicas-%C3%BAteis-portugal/?tab=comments#comment-707985 Relato: Dia 01 (segunda): Lisboa Chegamos 6h em Lisboa, pegamos uma fila gigantesca de 2:30h para imigração (já inclua esse tempo no seu roteiro). Fomos de metrô (€1,45+€0,50 do cartão) para o hotel no Baixa-Chiado e deu uns 30 min. Deixamos as malas e fomos para nosso primeiro passeio: -Free Walking Tour com o Lisbon Chill Out Tour (clique no link para Facebook Free Tours em Lisboa e Site Free Tours em Lisboa). Essa é nossa forma preferida de conhecer as cidades que viajamos. Sempre procure os Free Tours (ao final vc colabora com o valor que achar que deve, é livre). Gosto de fazer esses tour já no primeiro dia para dar um panorama do local. Fizemos o tour com o José. Foi excelente! São guias locais que mesclam a história oficial com histórias que eles escutam desde pequenos e lendas. É muito divertido. O trajeto percorreu baixa-chiado até alfama finalizando no maravilhoso Miradouro da Glória. -Fim do tour, pegamos o famoso Electrico 28 (é o que passa por mais regiões bonitas e turísticas). Prepare-se pra enfrentar filas quilométricas, demoramos mais de 1h pra conseguir entrar. Mas vale a pena, vc tem uma visão geral dos pontos turísticos da cidade de uma forma diferente, além de andar no tradicional bondinho (€1,45). O Electrico 28 finaliza no Campo de Ouriques. Pra voltar vc pode pegar o mesmo bonde de volta (pagando novamente e pegando fila novamente). Nós preferimos voltar caminhando. A região é linda. -Fomos direto pra o Parque Eduardo VII. Estava acontecendo o último dia do Wonderland Lisboa, um mercado de natal. Lindo, decorado, parecia cenas de filme. Amamos. Na volta para o hotel fomos pela Av. da Liberdade. Numa ponta da avenida está a praça Marquez de Pombal e na outra a Praça Restauradores.Lindíssima e ainda iluminada por causa do natal. Dia 2 (terça): Lisboa -Começamos o dia pela Livraria Bertrand fundada em 1732 e é a mais antiga livraria em funcionamento de Portugal. O primeiro salão ainda conserva como era na época. -Fomos andando até o Museu do Azulejo. É bem bonito, interessante tanto o prédio histórico quanto as informações dos azulejos e não pode faltar no roteiro por ser um dos símbolos de Portugal. Eles dão um mapa do museu e pedem pra vc baixar um aplicativo que tem o áudio –guia (leve um fone de ouvido). Custou €7,00 (bilhete conjunto com o Panteão, se não seria €5,00). - Panteão Nacional: prédio onde era a Igreja de Santa Engrácia. Lindo, imponente e uma vista belíssima 360°. Vale demais. -Saindo do Panteão, se for terça ou sábado, ande pela Feira da Ladra, uma feira de antiguidades e objetos turísticos. Tem bons preços. -Pelos caminhos fomos no Mercado Pingo Doce. Coisa mais difícil é encontrar um mercado grande. Bom, adoramos ir ao mercado nas cidades que visitamos pra comprar as novidades de comida kkkk mas pra nossa decepção não encontramos nada diferente que valesse a pena. Esse mundo globalizado acaba com nossas surpresas nos mercados kkk -Fim de tarde fomos para o LX Factory, uma antiga área de indústrias que foi revitalizada e ali agora estão lojas e restaurantes. Muito legal, super moderno e preservando a idéia industrial. Vale a pena ir, bem diferente. Dia 3 (quarta): Lisboa -Já havíamos passado mil vezes pela Praça do Comércio (ou Terreiro do Paço) mas desta vez fomos dar a devida atenção a ela kkk. Linda praça emoldurada por prédios históricos (palácio) e o Arco da Rua Augusta e de frente para o Tejo. Linda demais, milhões de fotos por lá. OBS: lá tem mtos batedores de carteira e vendedores de drogas mas é só cuidar dos seus pertences que dá td certo. -Lisboa Story Centre: museu interativo sobre a história de Lisboa evidenciando o terremoto de 1755. São €7,00, tem áudio-guia. É muito legal, interativo e divertido, vale a pena. -Martinho da Arcada: um restaurante bem turistão na praça do comércio mas vale entrar pois lá era onde Fernando Pessoa sempre estava. Tem sua mesa cativa e alguns objetos. Pode entrar de boa só para olhar. -Arco da Rua Augusta: não subimos mas tem essa opção. Como Lisboa tem muitos miradores não incluímos esse. O arco é maravilhoso e imponente, porta de entrada para a Rua Augusta. -Rua Augusta: linda rua em que vc avista o arco o tempo todo. Cheia de lojas e estavam com bons preços pois janeiro é a época das promoções. -De lá fomos conhecer a Rua Cor de Rosa no Cais do Sodré, região antes conhecida pelos bordéis e que foi transformada. O Bar Sol e Pesca é decorado com o tema de pescaria. A Pensão do Amor, antigo bordel, é tbm todo tematizado...fomos de dia e estava vazio, dizem que ferve a noite kkk. Vale conhecer. -Perto está o Time Out Market que fica no Mercado da Ribeira. São vários restaurantes, muitos deles com chefes renomados em Portugal. Lotado, tá mto famoso entre turistas. Só fomos conhecer mas dizem que a comida é ótima. -Voltando pro hotel entramos no Café a Brasileira (onde tem a estátua de Fernando Pessoa), fundado em 1905 e foi point de escritores e artistas. Dia 04 (quinta): Lisboa -Começamos o dia na igreja da Sé. Enorme, mas achei mais bonita por fora que por dentro, talvez por ser mto escura não dava pra ver com detalhes. Do lado de fora ficam parados mtos Tuk Tuks e a Linha 28 do Electrico passa ali resultando em milhões de fotos kkkk. -Continuamos subindo até o Miradouro Santa Luzia. Vista linda. Abaixo do mirador tem uma igrejinha que por fora tem um mural de azulejos lindo representando a praça do comércio e em frente tbm é mirador (não sei se tudo faz parte do mirador santa Luzia). -Depois, Castelo de São Jorge. Olha, não sobrou mta coisa do castelo kkkk tem somente as muralhas mas tenho certeza que vc vai ficar horas lá vendo os vários ângulos de Lisboa. É a vista mais linda que tivemos e dizem que é a mais linda de Lisboa de fato. Vale demais! Se tiver pouco tempo em Lisboa ou tiver que optar por 1 mirador, vá no castelo. Custa €8,50. -De tarde fomos convidados a ter uma experiência mto diferente para nós e que marcou a nossa viagem. Fizemos um passeio de veleiro, exclusivo, pelo rio Tejo! Para o mundo que quero descer!!!! O veleiro é conduzido pelo Luís e pela Joana que são um encanto. O passeio percorre o rio Tejo passando pela Ponte 25 de Abril, Belém, Praça do Comércio. Vc avista todos os monumentos de um ângulo totalmente diferente enquanto tem informações do local. O coroamento do passeio é com o pôr do sol tomando um vinho português! Mágico, indescritível, inesquecível. E ainda teve pastel de nata para finalizar a experiência. O passeio dura em torno de 2:30h e eles tem outras modalidades de passeios tbm para mais pessoas. Para uma viagem de experiência inclua no seu roteiro. http://lisbonsightsailing.com/ Dia 5 (sexta): Lisboa -Ai esfriou, a temperatura caiu mto e pra completar chuva o dia inteiro. Lisboa continua linda com chuva, fica até com mais charme, ideal para ficar num café olhando a garoa nas lindas paisagens. Seria o ideal mas diante de tanta coisa pra conhecer não foi o que fizemos kkkkkkk . Verdade seja dita, é bem ruim turistar com chuva, mas vamos lá estamos em Lisboa, animação! -Primeira parada foi no Museu da Farmácia. Custa €5 e conta 5000 anos de história da farmácia e boticas no mundo e em Portugal. Tem representações das antigas Boticas e até uma farmácia trazida de Macal, tem os medicamentos e objetos utilizados em uma expedição da Nasa. Como somos farmacêuticos adoramos, mas até quem não é gostaria. -Igreja do Carmo: Igreja em que o teto foi destruído com o grande terremoto de 1755. Inclusive foram feitos estudos (naquela época) para descobrir pq as paredes resistiram e foi devido a forma que as pedras foram assentadas (irregularmente) permitindo mais flexibilidade na estrutura. A visita, portanto, é feita na igreja sem teto (se puder escolher um dia sem chuva é melhor kkkk). É lindo. Ao fundo tem o museu arqueológico (coberto). Vale a visita. Custa €4. -De metrô fomos para o Estádio do Benfica. Pega essa dica: tem uma loja do Benfica na rua Augusta. Se vc comprar a partir de €40 vc ganha 2 ingressos para visita no museu + estádio. O valor normal do ingresso é €17,50, logo gastaríamos €35. Compramos uma camiseta de €40 e ganhamos o ingresso, assim uma camiseta do Benfica saiu por €5. Olha, se gosta mto de futebol ou é fã do Benfica reserve várias horas para o museu pois é enormeeeeeeees. Tem informação demais mas é mto legal, interativo, os vídeos são demais. Por fim tem a visita guiada ao estádio. É lindo. Estruturas internas modernas e tudo novo. Pegamos a última visita (17h) e pegamos o estádio escurecendo, se puder vá mais cedo que ainda terá a chance de pegar o treinamento das águias (símbolo do Benfica). Pegamos elas pós treinamento kkk são lindas! -Em frente ao Benfica tem o shopping Colombo. Lá vc encontra o Continente, mercado enorme (no centro de Lisboa só tem mercado pequeno sem mta opção diferente). É nesse shopping tbm q está a Primark. Loja em que os euros dos brasileiros se vão kkkkkk. É uma perdição de fato. Qto a qualidade é equivalente a C&A/ Riachuelo etc mas com preços mais atrativos como blusinha de alcinha a €1,50. Vale a pena! Dia 6 (sábado): Lisboa -Andamos pela Av. da Liberdade (dessa vez de dia) desde a praça dos Restauradores até a praça Marquez de Pombal. Muito linda essa avenida. -Próximo da praça Marquez de Pombal fica a Decathlon, fomos lá ver se algo valia a pena. E vale, vários itens pela metade do preço em relação ao Brasil principalmente tênis. -Voltando, fomos conhecer a área do Príncipe Real. Região bem arborizada e linda. A praça Jardins do Príncipe Real é rodeada por prédios históricos. O Miradouro de São Pedro de Alcântara é a melhor vista depois do Castelo de São Jorge (na minha humilde opinião kkk). -No fim da região tem a igreja de São Roque. Estava achando as igrejas em Lisboa muito comuns em relação às igrejas históricas que temos no Brasil (em especial em Ouro Preto), até que visitamos essa. Enorme, linda e com mto ouro. É do século XVI. Dia 7 (domingo): Lisboa -Nosso último dia de Lisboa, dia de conhecer Belém. Fomos de Electrico 15 e demora uns 30min. A região é linda, à beira do rio Tejo e com a visão dos monumentos e da ponte 25 de abril. -Começamos pela Torre de Belém. Construção de 1520 com a função de defesa e que resistiu ao grande terremoto de 1755. Lindo monumento. Não entramos. -Padrão dos Descobrimentos: construído em homenagem as eras das navegações. É em forma de barco com os descobridores e na ponta o Infante dom Henrique q foi o visionário propulsor das navegações. Em frente tem uma enorme Rosa dos Ventos. Também não subimos. -Mosteiro dos Jerônimos (€10): ahh nesse entramos. Monumento belíssimo por fora, impressionante, e por dentro tbm, além de ter o túmulo de Fernando Pessoa e Alexandre Herculano. É lindo demais e ao final vc vai na Igreja D. Maria (gratuito), a entrada é qdo sair do claustro, que além de linda e grandiosa tem os túmulos de Vasco da Gama e Luis de Camões. Dia 8 (segunda): Sintra -Como nosso hotel está entrando em reformas transferiram nosso café da manhã para a outra unidade, mto mais luxuosa, Se o nosso café já era ótimo esse então foi divino! Que delícia! Fizemos check out e partimos rumo a Sintra. -O comboio sai do Rossio (€2,25) e demora 40 min. Em Sintra fomos guardar as malas no Posto de Turismo do centro (dá 800m da estação) e custa €2,50 por mala (das 9:30h às 18h). -Corremos para encontrar com a turma do free walking tour Take Lisboa que nesse dia faria o tour em Sintra. O tour dura em torno de 2:30h e a guia Mariana conta a história de Sintra envolvendo os reis que moraram na cidade de uma forma leve e mto divertida. O tour finaliza com uma linda vista e com o presente da Mariana: cantando um Fado. Foi lindíssmo! Vale mto a pena. Recomendo fazer pois vai te dar uma visão histórica da cidade. A guia ainda te ajuda a montar o roteiro diante do tempo que vc terá em Sintra. -Finalizado o tour fomos para a Quinta da Regaleira. Um lugar mágico, cheio de labirintos e mistérios. A criação dele foi com a proposta de integrar o homem a natureza. Tem palácio, capela, o poço iniciático (que é uma torre invertida com cerca de 37m para baixo do chão). Se tiver com tempo faça um piquenique pq é lindo. -Ficamos aproveitando a cidade que parece q saiu de um conto de fadas. Pegamos as malas e fomos fazer o check in no airbnb que fica ao lado da estação. Dia 09 (terça): Sintra -Maior chuva com vento em Sintra e não conseguimos fazer mais nada. Fomos para o Posto Turístico, pois lá tem wifi e lugar pra sentar (véia kkk). Ficamos esperando ver se a previsão do tempo acertaria que a chuva ia passar após as 14h. Bingo! Parou! Pegamos o ônibus turístico que custa €5,50 (ida e volta) e fomos para o Castelo dos Mouros. Tínhamos ganhado os ingressos do hotel de Lisboa quando dissemos que viríamos a Sintra pois ele tinha e não iria usar (mas custa €7,50). Mta neblina e mto vento mas mto legal andar nas muralhas. É bem bonito e romântico com a neblina subindo. Quando o céu está limpo dizem que tem uma vista mto bonita dando pra ver até o mar. -Subimos no ônibus de novo (descidas e subidas inclusas) e fomos para o Palácio da Pena. Como achamos o ingresso para entrar no palácio mto alto (€11,50) resolvemos comprar só o ingresso da entrada no parque que é €7,50, mas nossa surpresa foi que dá pra vc ir em várias partes externas do Palácio , mto mais que imaginávamos e valeu super a pena. Dizem que os jardins tbm são lindos mas como estávamos com o tempo apertado e a alta neblina resolvemos não ir. Mas voltamos mto felizes com o que vimos. Se tiver sorte de ser um dia aberto tbm terá a msm vista que tem do castelo dos mouros. -Fizemos check-out e voltamos para Lisboa (estação Oriente) para irmos para Porto (tudo de comboio). -Chegamos no Being Porto Hostel depois das 23h e tivemos que pagar uma taxa de Late Check-in de €8. CONTINUA NA PARTE 2/2 Clique aqui
  11. 1 ponto
    Retirado do meu blog: http://itinerant.com.br/ México era um país que sempre despertou minha cuiriosidade desde criança quando assistia ao Chaves. Além disso, ter sítios arqueológicos fascinantes, o mar do Caribe do lado, uma culinária super saborosa e um povo super feliz e simpático num mesmo lugar faz do México uma parada obrigatória pra qualquer tipo de viajante. Minha viagem pra lá aconteceu no período de de 21 de abril a 5 de maio de 2017. O clima estava perfeito, bem ameno e sem chover nenhum dia. Na Cidade do México, eu fiquei hospedado na casa de um amigo próximo à estação de metrô Hospital 20 de Noviembre. O fato de ficar próximo a uma estação de metrô facilitou bastante minha locomoção pela cidade. Então recomendo uma hospedagem próxima de alguma estação de metrô também. O primeiro ponto que visitei na Cidade do México foi o Zócalo, onde fica o Palácio Nacional, a Catedral Metropolitana e o Templo Mayor. Pra chegar lá é só pegar o metrô até a estação Zócalo. O interior da Catedral também é muito lindo: A praça do Zócalo é enorme, mas quando eu fui estava acontecendo um evento e quase toda a praça tinha sido isolada pra armação de um palco, etc. Mas a visita à catedral valeu muito a pena. Duas estações depois do Zócalo fica a Estação Bellas Artes que também é parada obrigatória. É lá que fica o Palácio de Bellas Artes, que além de ser bonito por fora, funciona também como museu de arte. Vale a pena comprar o ingresso com a taxa extra pra fotografia pra poder fotografar no interior também. Também é bom tirar um dia pra conhecer o Museo Nacional de Antropología próximo da Estação Auditorio. É uma boa aula de história principalmente se você for conhecer Teotihuacán e Chichén Itzá depois. Outros lugares que visitei na Cidade do México foram o Museo Frida Kahlo e o campus da Universidad Nacional Autónoma de México. Também assisti a uma partida de futebol no Estádio Azul a convite do meu amigo. Assim como no Brasil, os mexicanos também adoram futebol. Deu pra aprender uns palavrões em espanhol também: put***ssimo! kkk Como tinha uma outra amiga que morava na cidade de Querétaro, no norte da Cidade do México, tirei um dia pra visitar essa cidade também. Fui até lá de carro com meu amigo, mas também dá pra ir de ônibus da rodoviária da Cidade do México. É um pouco distante, cerca de 3 horas de carro. Mas é uma cidade interiorana bem agradável. Foi lá que comi a melhor comida mexicana. Ainda nos arredores da Cidade do México, é claro que não podia deixar de visitar as pirâmides de Teotihuacán. Pra lá também fui de carro. Mas assim como Querétaro, também dá pra ir de ônibus da rodoviária. O lugar é enorme. E vá preparado pra escalar a pirâmide porque a subida é de tirar o fôlego! Mas a vista lá de cima compensa muito! Dentro da área das pirâmides funciona também um museu contando um pouco da história dos povos que viviam ali. Vale a pena a visita. Também não deixe de visitar o restaurante La Gruta que fica ao lado do sítio arqueológico de Teotihuacán. É um restaurante construído dentro de uma caverna! A comida é excelente e também tem algumas apresentações artísticas. Outra dica é se você for comprar lembrancinhas, compre em Teotihuacán! Lá a variedade é grande e os preços são bons também (sempre negocie). Não deixe pra comprar em Cancún ou Chichén Itzá, por exemplo. Pois lá os preços são bem maiores e a variedade é menor também. De volta à Cidade do México, peguei um voo até Cancún pra segunda metade da minha viagem. Eu tinha planejado me hospedar em Playa del Carmen em vez da orla de Cancún, pois tinha lido que se você não tem dinheiro pra pagar um hotel localizado nas praias de Cancún, não valeria muito a pena. Já Playa del Carmen, eu tinha lido que é lugar mais pra mochileiros, com hospedagens mais baratas e acesso mais fácil à praia. E realmente não me arrependi. Fiquei em um albergue a 5 minutos da praia e da rodoviária. O nome do local é Hostel 3B Chic & Cheap. Como hostel, achei ele médio. Ele tem o básico. Mas de fato a localização é perfeita. Então se você quer só um lugar pra dormir, recomendo. Só achei chato o fato de eles reterem o nosso passaporte ou identidade com eles. Eles não querem a cópia, querem ficar com o original mesmo até o checkout. Fiquei preocupado em deixar com eles, mas no final recebi de volta sem problemas. Na Playa del Carmen, eu estava sozinho. então fiquei curtindo e relaxando na praia. Na praça principal, também ficam alguns artistas fazendo apresentações diversas: Dá pra pegar barco também dali e ir pra ilha de Cozumel que fica bem próximo, mas como iria pra Chichén Itzá ainda, não teria muito tempo pra ir lá. Mas fica a dica. O último ponto que visitei e também o mais esperado por mim foi Chichén Itzá. Fui até lá de ônibus da rodoviária de Playa del Carmen. Além da pirâmide de Chichén Itzá, considerada uma das Maravilhas do Mundo, o sítio arqueológico tem as ruínas de todo o polo urbano dessa cidade maia antiga. Dá pra passar o dia por lá. Mas sofri com o calor. O local fica no meio de uma selva e não tem muita sombra. Então levem bastante água e protetor solar também. Também não deixem de ir ao Cenote Sagrado que fica na área oeste da pirâmide. Depois de sair de lá com aquela sensação de satisfação, voltei pra Playa del Carmen pra minha última noite no México. Aproveitei minhas últimas horas num barzinho na praia escutando música ao vivo e tomando uma boa frozen margarita com chili. No dia seguinte, voltei ao aeroporto de Cancún pra ir de lá pra Cidade do México novamente e pegar o voo pra ir embora. Foi realmente uma ótima viagem! Reencontro com bons amigos, visitas a lugares fantásticos e comida e bebida excelentes! Acompanhem também relatos de outros destinos no meu blog: http://itinerant.com.br/
  12. 1 ponto
    Olá pessoal.. sou nova aqui e já adorei essa plataforma! É o seguinte... estou indo realizar meu sonho de mochilar no máximo em fevereiro de 2019 (data prevista pois quero começar por Espanha, Portugal e Itália e não quero pegar mto frio. Depois quem sabe Egito e Africa do Sul). Nao tenho data pra voltar.. quero ir e ficar o máximo que puder. Sou do tipo que nao quero me programar com mta antecedência pois quem sabe oq a vida me permitirá? Ja to planejando isso a algum tempo.. e sei que preciso de algum dinheiro pra realizar isso. Ano passado comecei a juntar e minha previsão pra fevereiro de 2019 é ter uns 35 mil reais pra ir. Tenho mtas dúvidas pois nunca viajei pra fora (por isso um sonho que está a se realizar). Me ajudem? Seguro viagem... como proceder com um período e destino indefinidos? Seguradoras mais baratas e confiáveis? Worldpackers... pretendo na maior parte do tempo trocar trabalho por hospedagem e quem sabe alguma refeição. Outros sites confiáveis do tipo? Quais são suas experiências? Passagem de saída do Espaço Schengen (primeira parada).. como proceder pro próximo destino? Bom.. vou com calma. Sanar essas dúvidas primeiro kkk Mais uma vez.. me ajudem? Tudo mto novo pra mim, mas é uma decisão sem volta... vou ir, e na fé que vou ter sucesso!
  13. 1 ponto
    Começando aos poucos minhas primeiras palavras aqui no site, vou relatar sobre um dos lugares mais incríveis que eu já tive o prazer de conhecer e até mesmo morar por alguns meses. Um cantinho de sossego, cheio de energia, pessoas boas e de uma natureza sem igual. A experiência que tive nesse lugar, o privilégio de conhecer as pessoas, as histórias que vivi e ouvi, sem dúvidas vão me acompanhar sempre em minha jornada. O que vou escrever aqui, de certa forma irá ajudar vocês a conhecerem alguns pontos importantes, para que possam aproveitar melhor sua estadia; Ilhabela fica localizada no litoral norte de São Paulo, conta com aproximadamente 35 mil habitantes e 85% de sua área é de preservação ambiental, além de 42 praias, 12 comunidades caiçaras, mais de 300 cachoeiras e muita história local. Quem gosta de histórias, lendas sobre piratas e muita cultura. Ilhabela é o lugar certo! Quem vem de São Paulo, o trajeto é em média 4h de viagem, chegando até a cidade de São Sebastião, parada obrigatória para continuar a viagem até Ilhabela. Ali existe uma empresa de travessias DERSAque são balsas que transporta veículos e passageiros até a Ilha. Aqueles que optam em viajar de carro, o indicado é comprar a opção de hora marcada, que é vendido pelo site da empresa que faz a travessia. Vale lembrar que depende muito da data, pois em baixa temporada o tráfego é bem menor, o que dispensa a compra de hora marcada. Já na alta temporada, se prepare! O movimento é bem intenso. Os viajantes que estão de carona ou ônibus podem ficar tranquilos. A travessia é gratuita e funciona 24 horas, durante o dia é de 30 em 30 minutos e na madrugada é de 1h em 1h. A empresa que faz o trajeto vindo de São Paulo é a Litorânea. Assim que chegar na cidade de São Sebastião, o motorista faz a primeira parada na rodoviária e depois de alguns minutos no ponto da balsa. O lugar exato para iniciar a travessia. Aos que viajam pensando em baratear os custos (assim como eu), existem diversas maneiras de chegar até o local, uma delas é o BláBlá Car o aplicativo de caronas. Com algumas idas e vindas de São Paulo, conheci pessoas que vivem na ilha e fazem esse trajeto quase todos os dias, e oferecem carona com o preço acessivo. Deixarei o contato para os interessados. Chegando em Ilhabela, é a hora de procurar uma acomodação, certo? Se for em alta temporada, procure reservar com antecedência, pois já vi casos de pessoas chegarem em cima da hora e não ter lugar para ficar ou até mesmo pagarem um valor muito acima do normal. Aos que curtem acampar, existem as opções de camping em vários pontos da cidade, mas acampar nas praias da ilha é extremamente proibido, de acordo com a Lei Municipal nº 1.224, de 02/10/2017. Vale ressaltar que a localização é primordial na sua viagem e, na minha opinião, um bom lugar para se hospedar é no Bairro do Perequê, que é conhecido como o centro comercial da ilha, onde tem a maioria dos bancos, farmácias, agências de passeios e o mercado principal. O Perequê fica próximo ao ponto da balsa, onde tem todas as saídas dos ônibus para as praias de norte a sul. E, claro, se for ficar vários dias na ilha e for utilizar o transporte público, faça o cartão cidadão da empresa Fênix, que além de fácil é o melhor modo de conhecer as praias andando muito e gastando pouco. No quesito hospedagem, irei deixar o contato do hostel onde fiquei, que na minha opinião é o mais bem localizado da ilha, 20 metros da Praia, 10 minutos da balsa, esquina com o mercado e também contém sua própria operadora de passeios. É claro que, quando falamos em hospedagem, precisamos de um local onde vamos ser bem recebidos, teremos informações turísticas e contamos também com uma staff legal, não é? Então minha indicação, sem dúvidas é o Hostel Central Ilhabela. Pronto! Falamos sobre como chegar, sobre a travessia e onde se hospedar. Agora é hora de falar um pouco sobre as praias e seus pontos turísticos. PRAIA DE CASTELHANOS Castelhanos ou Castê, como é chamada por alguns moradores, é famosa por suas histórias de piratas. Ela tem uma extensão de areia de 1,7km (sendo a maior da ilha) e é um dos poucos cenários do mundo com o formato de coração. É também a segunda maior comunidade tradicional caiçara do arquipélago. Vale pena conhecer Castê! Aos adeptos do surf ela é ideal e rola alguns circuitos maneiros no local. Uma dica de bebida é a Caipirinha de Folha de Mixirica. Dizem que ela foi criada ali na região do Saco do Eustáquio, uma praia próxima a Castelhanos. É muito saborosa. Prove! Só não esqueça… Beba com moderação! O passeio para a Castelhanos pode ser feito de duas maneiras: A mais econômica, ida e volta de jipe pelo parque estadual (parada para conhecer uma parte da trilha, da Cachoeira da Água Branca). Ou de Flexboat, incluindo as praias da Fome e do Saco do Eustáquio, e voltando de jipe. As duas opções incluem a Cachoeira do Gato, por uma trilha que leva em média 2h de caminhada (ida e volta). Ela tem uma queda d’água de 65 metros de altura e conta com um visual incrível. Aqueles que querem curtir um pouco mais de tempo na praia, evite a trilha, pois até então a caminhada varia em média 3h de duração. Aos que gostam de caminhar e estar em meio a natureza, aproveite. Pois mergulhar ali é revigorante! Se for ficar na praia, não deixe de conhecer o Mirante do Coração, fica no final da praia, no lado direito, e tem uma vista fantástica. Fazer fotos ali admirando a beleza, é o “clichê” de Castelhanos. Dando sequência, chegou a vez de: PRAIA DO BONETE Considerada por muitos uma das melhores praias de Ilhabela! Já foi citada como uma das 10 praias mais bonitas do Brasil pelo Jornal The Guardian. Com uma extensão de 600 metros de areias claras e mar agitado, Bonete é o lar da maior comunidade tradicional caiçara do arquipélago. E ainda preserva a riqueza de sua cultura local. Estar no Bonete é estar, de certa forma, conectado ao passado. Sem sinal de celular e sem grandes estruturas. O ideal é ouvir as histórias dos moradores, ir a cachoeira do Poço Fundo, apreciar os pescadores em sua tarefa diária no Rio Nema, subir o mirante e ver a imensidão do mar até o pôr do sol. E a noite nesse lugar? Sem palavras! Precisam ficar ao menos um dia e apreciar as estrelas. Não deixem de conhecer a comunidade do Bonete, é exatamente feito para os amantes da natureza e o paraíso para aventureiros. O acesso à praia pode ser feito de Flexboat, que custa em média R$150 a R$200 por pessoa, e em alguns casos o passeio também inclui a Praia de Indaiaúba. É sempre bom ressaltar que em alta temporada tem que estar antenado devido à grande procura nesse período. O outro acesso é feito por trilha, a partir da Ponta da Sepituba, localizada no sul da ilha. Uma caminhada de 15km que varia em média de 02 a 04 horas. No caminho vai se surpreender por duas lindas cachoeiras; da Lage e do Areado. Além de todo o percurso em meio a mata atlântica. Lembrando que a trilha tem um nível médio de dificuldade, dependendo muito do preparo físico. CACHOEIRA DO PAQUETÁ Conheci várias cachoeiras em Ilhabela, mas nenhuma se compara com a querida Paquetá, famosa por sua borda infinita com vista para o mar. O acesso é feito por uma trilha leve, com duração média de 30 minutos. Localizada no Bairro do Bixiga sentido sul da ilha – Praia Grande. A cachoeira não faz parte do Parque Estadual, e por isso não há demarcação na trilha. Porém é acessível e considerada nível fácil. Fui sozinho, prestando bastante atenção e chegando a primeira queda em alguns minutos. A cachoeira é formada por três partes: a primeira é bem rápida, e ali mesmo já consegue dar um tchibum ou pausa para se refrescar. A segunda conta com um paredão rochoso de onde água cai diretamente sobre um poço, é um local tranquilo e com um bom espaço para mergulho e até mesmo parada para recuperar o fôlego. Na terceira e última parte, requer um pouco mais de cuidado, pois até então a subida é um pouco íngreme e escorregadia. Todo o esforço é recompensado ao chegar lá em cima, o local é exato para fazer as fotos na borda infinita e também aproveitar o tobogã natural. Prepare para apreciar o visual! PISCINAS NATURAIS Considerada o Secret Point de alguns moradores é uma piscina formada na costeira da região sul da ilha, conhecida como Caminho das Flechas. A piscina é ideal para banho e fica lado a lado com o mar, quando a maré sobe ou lança suas ondas nas pedras, a água invade pelas fendas e adentra a piscina trazendo peixes coloridos para nadar. É bem legal! Para chegar à piscina não é muito difícil, é só ter cuidado, pois boa parte da caminhada é pela costeira sobre as pedras. Tenha atenção com as crianças no local. Sua localização fica à 3km da Praia do Veloso, sentido sul, no condomínio particular nº 12.300, chamado de Condomínio das Flechas. Tem entrada permitida para visitantes, em sua lateral direita, num portão pequeno que dá acesso uma escadaria para dentro do condomínio. O ideal é visitar pela manhã, em dias de sol, assim irá aproveitar a piscina com tranquilidade e sossego. PICO DO BAEPI Agora vem a parte boa para os aventureiros que curtem caminhadas desafiadoras. Prepare-se para uma das vistas mais bonitas que tem na ilha. Baepi tem seus 1.048 metros de altitude com vista panorâmica do arquipélago e de toda mata atlântica da região. É possível avistá-lo em quase todas praias do canal, só que exige um bom preparo físico. Não tem nenhuma espécie de rio ou riacho no caminho, o importante é levar água para se hidratar e algo para comer. A duração média de 3h de subida e 2h de descida no total de 7,5km. O caminho é todo demarcado e inicia em área aberta e logo adentra na mata atlântica. Prepare-se para os degraus, em uma trilha pesada e acidentada. É aconselhável estar fazendo o percurso com outras pessoas, ou até mesmo um monitor credenciado. O importante também é ver se o clima está agradável e se não há previsão de chuva. Não é nada bom subir até o cume com o tempo instável. Em relação as praias do canal que são de fácil acesso, vou deixar uma lista de norte a sul, que bem são bacanas e que vale a pena conhecer! Praias do Norte: Praia de Pacuíba e Jabaquara (acesso de trilha, bicicleta ou carro), Praia da Armação e Pedra do Sino (acesso de ônibus) Praias do Sul: Praia do Curral, Julião e da Feiticeira (acesso de ônibus) Aqueles que tiverem oportunidade de ir até Castelhanos, Bonete e Jabaquara, existem opções de praias próximas e fantásticas para se visitar: Praia de Enchovas (trilha depois do Bonete, em média 40 minutos); Praia de Indaiaúba (trilha depois do Bonete, em média 3h); Praia da Fome (trilha depois de Jabaquara, em média 3h); Praia Mansa (trilha depois de Castelhanos, em média 1h); Praia Vermelha (trilha depois de Castelhanos, em média 2h) Sobre cachoeiras, tenho que destacar as Cachoeiras: dos Três Tombos; do Veloso e da Água Branca, todas com a entrada gratuita e de fácil acesso. Consulte um receptivo local para maiores informações. Ao visitar o Centro Histórico da cidade, conhecido como Vila, não deixe de passar pela Igreja Matriz Nossa Senhora D’Ajuda, um dos cartões postais da cidade! A construção foi erguida entre 1697 e 1728, por escravos, que utilizaram pedras, conchas e óleo de baleia em sua constituição. Ela está localizada ao lado do antigo Fórum e Cadeia, atual sede do Parque Estadual de Ilhabela. Além da Igreja, a Vila conta com vários restaurantes, bares e comércio local. Há também uma praça e um píer, ótimos locais para fazer uma caminhada com a família. Uma das opções de bares na Vila é o Estaleiro Bar, famoso pelo forró que acontece todas às quartas-feiras. Aos finais de semana também rolam outros estilos musicais, além de apresentação de bandas e DJ’s. Ilhabela atrai turistas e profissionais de diversos setores o ano todo e os motivos vão além da natureza deslumbrante que a cerca. Um exemplo é a Semana Internacional da Vela, o maior festival do gênero realizado na América Latina, que acontece em julho aqui na Ilha. Tem ainda o Festival da Tainha e, em agosto, o Festival do Camarão. A lista de festivais não para por aí: Jazz, Cerveja Artesanal, Shows Nacionais, Forró, são só alguns exemplos do que rolou em 2017 na cidade. Para terminar meu relato sobre Ilhabela, deixo aqui um aviso importante: usem repelente! Isso mesmo, a Ilha mais charmosa do litoral norte de São Paulo é também lembrada por quem a visita pelos borrachudos que dividem o espaço com os moradores e turistas. Em algumas épocas chega a ser impossível ficar em determinados locais sem usar o produto. Uma dica interessante é começar a tomar um complexo de Vitamina B alguns dias antes da viagem, ele é vendido em farmácias, ou, assim que estiver na cidade, comprar o repelente nativo, CITROILHA, feito com óleo e citronela, o mais eficaz que experimentei até então. A Ilha é um lugar mágico, rodeada pela natureza e conta muito com o bom senso de seus visitantes para se manter limpa e preservada! Respeite os moradores, a fauna e flora local. Empresa de Travessia – São Sebastião x Ilhabela www.dersa.sp.gov.br Empresa de Ônibus – São Paulo x São Sebastião www.litoranea.com.br Trajeto São Paulo x São Sebastião – BláBlá Car Andy (11) 93807-5821 Hostel Central – Localizado Bairro Perequê www.hostelcentral.com.br Empresa de Passeios – Jipe e Flexboat www.jipeaventura.com.br
  14. 1 ponto
    Essa viagem foi antes de tudo, um sonho realizado, desde muito tempo queria visitar a África do Sul e esse país não deixou a desejar, foi tudo que esperava e mais um pouco. A opção de trabalho voluntário veio porque sou apaixonada por esse tipo de viagem, logo de cara procurei uma ONG em que a maior parte do dinheiro fosse revertida para o projeto e encontrei a Iko Poran, que também teve a vantagem de ser bem mais em conta que as empresas de turismo que oferecem esse tipo de viagem, escolhi um projeto com crianças em uma township, e logo, com as passagens compradas ( 1800 reais ida e volta pela TAAG airlines) parti para o que seria a melhor e maior aventura da minha vida. Os primeiros dias foram calmos, fui apresentada aos outros moradores da casa ( que mais tarde se tornariam bons amigos) e então no dia seguinte conheci a turma de crianças de quem seria professora voluntária, fui recebida aos gritos e comemorações, "teachá" era como eles me chamavam todos os dias, é impossível não se apaixonar. A Township em que eu trabalhava se chamava Masiphumelele, mas chamada carinhosamente de Masi, não era o lugar hostil e perigoso que pintavam, por isso a importância de se inserir numa cultura antes de julgá-la, assim que eu cheguei, a própria moça da empresa de transfer disse que era muitíssimo perigoso pegar as vans que partiam das townships, esse foi o transporte que peguei todos os dias e nunca tive nenhum tipo de problema, as pessoas das townships são alegres, simpáticas e muito prestativas e as crianças são muito bem cuidadas apesar de toda a pobreza que não se pode negar que existe ali. Eu trabalhava cerca de 3 horas por dia pela manhã e tinha a tarde e os fins de semana livre, geralmente ficava com os outros voluntários em casa durante a semana e no final de semana faziamos passeios em grupo pra explorar a região. Em constraste com a pobreza de Masi, estava o lugar em que ficava a residência dos voluntários, Fish Hoek, , é uma região rica e não sofri nenhum tipo de assédio ou insegurança durante toda a estadia lá, definitivamente é um lugar que recomendo, principalmente para quem vá ficar mais tempo, além de ter uma das praias mais lindas que já vi na vida. Fish Hoek fica a um hora de trem de Cape Town e fica a 20 minutos de Muizenberg, uma das praias mais famosas de lá e onde estão as maiores escolas de surfe, inclusive me arrisquei e peguei umas ondas, consegui ficar em pé na prancha por 20 segundos, o que pra mim é uma vitória hahaha Devido a distância,dos pontos turísticos de Cape Town, só consegui conhecer dois ( sim, não subi a Table Mountain, nem fui em Robben Island e nem no Cabo da Boa Esperança) mas pretendo voltar pra conseguir fazer tudo, conheci o V&A Waterfront e a Boulder's Beach, a famosa praia dos pinguins, gostei muito de Cape Town e apesar dos relatos de assédio e insegurança consegui passear tranquilamente sem nada disso, minha dica é : faça tudo em grupo, se possível e tente ficar próximo das áreas turísticas. Na minha penúltima semana fizemos uma viagem para Jacobs Bay que foi incrível, começando pelo hostel que se chamava Jacobs Bay Backpackers e tinha toda uma temática de fadas , um dos lugares mais lindos que já me hospedei, sem dúvidas. As praias eram indescritíveis e a sensação de paz era algo presente em qualquer canto, pouquissímos turistas e muito pra se admirar. A viagem custou 600 rand(cerca de 200 reais)por pessoa, incluindo aluguel de carro, gasolina, hostel e alimentação, estávamos em um grupo de 9 pessoas. A minha dica pra quem tem vontade de fazer qualquer tipo de trabalho voluntário, principalmente na África do Sul é : SÓ VAI ! espero que mude a sua vida, assim como mudou a minha.
  15. 1 ponto
    Dia 17/12- Atacama- Passeio de Bike Acordamos cedo no outro dia porque iamos fazer o passeio de bike. Os meninos estavam mortos na cama, aparentemente de ressaca haha fomos numa loja comprar coisas para preparar nosso café da manhã e alguns snacks pro passeio. Compramos frutas, pão e presunto. Tomei um banho antes de ir e a água estava fria, quase congelei. Descobri mais tarde que o chuveiro funciona por energia solar (a partir das 9). Já tínhamos visto uns preços pra alugar a bike antes, mas pegamos o do nosso hostel, tinha desconto e já tava lá mesmo, pertinho de nós. Tomamos nosso café da manhã, pegamos a bike e a mulher do hostel nos deu umas dicas e um mapa, ela explicou direitinho o caminho que tínhamos que fazer, mas por via das dúvidas eu tinha o mapa offline da cidade. Meu medo era ficar perdida no meio do deserto hahaha. Começamos então a pedalar e o caminho não é difícil, basta seguir o mapa, havia umas pessoas fazendo o mesmo caminho então foi fácil. O foda mesmo é o calor, que é muito forte (alerta: PASSEM PROTETOR SOLAR), eu não tô brincando quando digo que é muito calor. Em alguns momentos o trajeto passa de asfalto para areia e dificulta pra pedalar, acaba cansando muito rápido. Como eu disse, é bem fácil o caminho, mas é beeeeem cansativo, sem falar na altitude que pesa né. Depois de uns 40 minutos chegamos na entrada. Tínhamos que assinar e pagar, o moço que trabalha lá informou que era obrigatório o uso de capacete, eu e a Carol estávamos, mas a Yolanda não. Ela não sabia e acabou não pegando, ela teve que voltar tudo de novo pra pegar o capacete, eu não tinha condições nenhuma de voltar pra lá, então nós nos separamos ali. Entramos e pedalamos mais e mais, atravessamos o rio, que serviu para nós refrescar. Iamos para Pukará de Quitor, mas acabamos indo pra Garganta del Diablo que é um lugar incrível, é como um labirinto infinito, sei lá, é bem extenso, na ida é como se fosse uma leve subida que você nem percebe. Lá é um lugar que rende fotos maravilhosas, com certeza. Depois de uma hora chegamos no começo de uma trilha para você subir no mirador, eu estava tão cansada que não tive pique nenhum de subir aquilo, tenho certeza que a vista é incrível, é bem alto, mas fica pra próxima. Tem uma outra trilha pra ir pra igreja também. Resolvemos voltar, pois estávamos acabadas, o legal é que lá tem várias trilhas que você pode fazer. Paramos pra comer no rio, e encontramos a Yolanda que disse que tinha ido para o sentido contrário em que estávamos, era um lugar que te levava para uma gruta, segundo ela, a ida é muito mais ingrime do que a que tinham acabado de fazer, tanto que ela nem conseguiu chegar até o final. Depois de comer, eu e a Carol resolvemos voltar porque já estávamos bem cansadas. Enquanto que a Yolanda foi pra Garganta del Diablo. Devolvemos a bike e fui tomar um banho, demorei bastante porque queria me dar esse prazer, mas eu demorei tanto que não consegui me despedir do Martin e do Emil que estavam indo pra Santiago, uma pena que passamos só um dia juntos. Fomos comprar nosso almoço, vulgo miojo. Porque gastamos quase todo nosso dinheiro no primeiro dia!!! É sério, estávamos quase sem dinheiro mesmo, queríamos gastar $100 no Chile todo. E já tínhamos gasto $120 só em San Pedro em um dia e ainda tinha Arica. Ok, mas não entramos em pânico. Ainda. Compramos miojo pro almoço e pro jantar haha Mais tarde o Paul nos chamou pra uma festa, chamamos o Gabriel (o chileno da Guacamole) e conhecemos a amiga dele, cujo nome não lembro. Chamamos eles para irem também. Era eleição naquele dia e por isso não tinham muitas pessoas na rua, procuramos a tal festa que o paul tinha dito e nada de encontrarmos, aparentemente não ia ter porque era dia de eleição. Os pessoal queria ir pra um bar, mas como não tínhamos muito dinheiro, voltamos pro hostel, também eu estava muito cansada e só queria dormir. GASTOS Bike: $3.000 (para 6 horas) Dois miojos: $1.100 Café da manhã: $950 (dividido pra três) 18/02- Termas de Puritama- Ida para Arica No outro dia... Acordamos 8h, pois a agencia ia passar lá 09h, fui comprar um Iogurte só pra enganar a fome e depois fomos fazer o check-out. Eles são bem pontuais, chegaram bem no horário. O nosso motorista era super legal e engraçado, inclusive ele se parecia muito com o Jaiminho do chaves, até a voz hahaha no nosso carro só tinha brasileiros, acho que eles reuniram todos os brasileiros e colocaram tudo no mesmo carro haha vocês lembram de um grupo de brasileiros que encontramos no Uyuni? Pois é, eles também estavam nesse carro hahaha foi bom vê-los de novo. Demorou uns 30 minutos para chegarmos nas termas, enquanto isso o motorista nos contou varias coisas interessantes sobre a cidade, ele disse que o rio que tem em San Pedro está secando e por isso a cidade sofre por conta disso, então tem uma obra pra aumentar o fluxo do rio. Ele disse também que as termas de Puritama tem esse nome porque "puri" significa água e "termas", quente. Finalmente chegamos e pagamos a entrada. Tem 8 piscinas nas termas, onde a primeira é reservada. As primeiras piscinas são mais quentes, conforme vai descendo vai ficando mais fria e mais vazia também. Lá tem armários pra guardar os pertences, então levem cadeado. Fomos pra quarta piscina mas ela estava meio fria e eu estava morta de frio, então fomos pra segunda. A piscina dois e cinco são as que tem queda d'água se não me engano. Acabou que ficamos só na dois mesmo, conhecemos um Brasileiro, chamado Alan, na verdade já tínhamos conhecido no carro, bem gente boa ele. Aquela piscina era bem quentinha pra ficar e a queda d'água era relativamente grande, chegamos lá às 10h mais ou menos e tínhamos até 12h pra aproveitar. Depois fomos ver um pouco das outras piscinas e admirar o lugar, onde a paz reina, lá é realmente um lugar pra relaxar, recomendo muito esse passeio! Voltamos pra San Pedro, compramos o almoço, vulgo miojo de novo. Descobrimos que nosso dinheiro tinha acabado e que teríamos que trocar mais, só que o dinheiro que havíamos trocado era pro Chile inteiro, ainda tinha Arica e já tínhamos gasto tudo e não foi por falta de responsabilidade, mas sim porque a cidade é extremamente cara. Trocamos bem pouco e decidimos que não dormiríamos em Arica, ficaríamos lá de manhã e a tarde iríamos embora, eu queria ficar mais tempo, mas realmente não dava. Fizemos nosso almoço e ficamos na área do hostel fazendo bosta nenhuma, conhecemos um chileno muito legal e ficamos conversando com o Paul e o chileno até dar 19h, hora de partir. Nosso hostel. Fomos andando pro terminal, que é bem pertinho, uns 10 minutos, viajamos com a Frontera del norte ate Calama, onde mudaríamos de ônibus. O ônibus estava praticamente vazio, o que foi maravilhoso porque eu podia sentar no lugar que eu quisesse. Eu posso dizer que aquela viagem teve a paisagem mais bonita até então, o sol estava se pondo e eu consegui ver o valle de la Luna, o por do sol estava realmente incrível, com umas cores que eu não sei descrever. Eu estava com sono, mas não consegui dormir de tão linda que era a paisagem! Em tres horas chegamos em Calama e ficamos uma hora esperando o outro ônibus, enquanto isso conhecemos o Kennedy e a Eloara, que vieram no mesmo ônibus que o nosso. Eles eram tão legais! Uma das melhores pessoas da viagem <3 Eles também acharam San Pedro extremamente cara e tiveram que antecipar a saída deles de lá. Fomos comprar alguns snacks e quando deu 22h15 embarcamos no outro ônibus, da mesma empresa. Agora seriam 8h de viagem. GASTOS Trocamos $20 deu $12.500 (Cotação: $1- $629) Miojo: $550 Iogurte: $650 Água: $650 (dividido pra três) Snacks: $650 (dividido)
  16. 1 ponto
    Troca de marido! Que coisa mais nutella....kkk
  17. 1 ponto
    Patagônia tá no meu top 5 dos próximos destinos. Mas não sei quando vai rolar pq meu marido foge do frio...haha.
  18. 1 ponto
    @Nani84 tô lutando com minha parceira para fazermos um michilao de carona. Meu sonho de consumo. Sair do Brasil e ir até a patogonia e de lá subir a pé até final do chile. Ela topa ir à pé. ..mas de carona não!
  19. 1 ponto
    Pra quem não entendeu pq o perfil do rapaz está aparecendo como visitante, é pq ele pediu pra sair. Ele foi advertido por ter postado uma mensagem ofensiva que foi denunciada por uma usuária.
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    Cara, minha sinceridade não me deixa ser assim, acho que não tratei ninguém com desrespeito, só falei o que penso. E se precisar falo com você tb hahaha. @Silnei Nesta partida quero ser o juiz haha !
  21. 1 ponto
    Na vida há ponto de vista q n precisa ser dito ou exautado... Pq n conhecemos as pessoas.. Mas se sim, ae nos fala hehehe.. @Silnei marca esse encontrão Kkkkk.. Eu sou nutella a camisa pode segura na hora do time de Futsal kkkk
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    @RicardoRM Eu me sinto jovem, e pretendo me manter assim pro resto da vida tb. Só a descrição de mochileiro que não me acha...haha
  23. 1 ponto
    Eu me enquadro verdadeiramente no mochileiro raíz, já passei 1 mês cagando no mato e tomando banho no rio, aliás, já aconteceu de ficar em camping com banheiro e procurar o mato e o rio da mesma forma para fazer as necessidades e a higiene, NUNCA fico em pousada, só em camping, nunca faço roteiro, sempre passagem só de ida, tenho facilidade para me ambientar com os locais; uma vez em Morro de São Paulo (no tempo que era raíz, hj o local tá pra lá de nutella) não cobraram uma taxa de visitante minha, e quando eu questionei um morador, ele disse "devem ter achado que vc era nativo", enfim... agora, não me acho nem um pouco superior aos mochileiros ou viajantes nutella, cada qual sabe suas necessidades e limitações, cada qual sabe a forma que lhe da prazer em viajar, e cada qual, assim na vida como numa viagem, tem o direito e o dever de trilhar seu caminho malandro é malandro, mané é mané, seja com guia ou sem guia, seja de avião ou a pé
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    A moeda do Peru é a NOVO SOL (soles) está na cotação de hoje 0,99 soles para 1 real! Então voce vai trocando lá no cambio, troca 200,00 reais por soles ..tendeu ? e vai trocando diariamente ..muitas pessoas opta em comprar dolar lá..pq são bemvindo.
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    acho que cada um tem sua forma de "mochilar", independente de rótulos todos somos viajantes! No estress pessoal ;*
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    Creio que o intuito do tópico seja dar uma descontraída (e cumpre seu objetivo) kkkk Mas vamos lá, pra mim o importante é cada um seguir o seu ritmo e não ficar preocupando em classificar/separar. As informações postadas, mesmo que repetitivas (e são repetitivas, as vezes até chatas demais!), são importantes. E é simples: não sente necessidade, não leia o relato. Se quiser informação, tem. Cada um tem uma necessidade. Conheço gente que considera um pequeno passeio uma aventura. E não podemos questionar, pois de fato para aquela pessoa é! Eu particularmente gosto de planejar o básico, como ida e volta e os principais pontos a serem visitados, por exemplo. Porém deixo uma brecha grande para as coisas acontecerem. Tem gente que adora um roteiro pronto, tipo pacote. Paciência. Infelizmente não tenho todo o tempo do mundo, então tenho sim que otimizar algumas coisas no estilo nutela. Sonho um dia em ter tempo pra virar um 100% raiz. lol. Abrass,
  32. 1 ponto
    Acabei de voltar da Chapada Diamantina (Lençóis, Vale do Capão e trekking Vale do Pati), não fiz tanta coisa como gostaria, mas do pouco que fiz gostaria de contribuir, já que as infos daqui me ajudaram bastante: - em Lençóis: recomendo o Hostel Albergue de Lençóis: bom preço, o café da manhã é cobrado à parte, mas vc pode fazer o seu café se quiser (eu fiz isso); ajuda bastante baixar o aplicativo Maps.me para fazer as trilhas curtas e fáceis; usando esse aplicativo fizemos as trilhas do Mirante, Cachoeira da Primavera e do Serrano, é preciso um pouco de atenção com bifurcações, mas no geral a trilha é bem marcada, só ter um pouco de paciência e bom-senso. A trilha é perto da cidade e vc não vai se perder no meio da chapada se pegar o caminho errado. Digo isso pq tem um pessoal no começo da trilha que vende serviço de guia e ficam falando que é perigoso e etc., não dê ouvidos a essas pessoas, se tiver um mínimo de experiência em trilha dá pra ir por conta sim. sem carro vc fica à mercê das empresas de turismo, que cobram um valor alto para visitar as atrações e em muitas delas nem é preciso um guia. Vale a pena vir de carro (ou alugar, se vc estiver com uma galera pra dividir). Um dia que juntou uma galera no hostel alugamos um carro por meio período (pega de manhã e devolve no final do dia) por 120,00 + combustível que usar. Creio que se vc alugar um carro desde Salvador e tiver gente para dividir, o valor pode sair bem mais em conta. - Vale do Capão: fiquei no Camping Sempre-Viva, não estava muito cheio para um carnaval, o banheiro é ok e internet pegava razoavelmente bem em quase toda a área do camping, banheiros e cozinha sempre limpos (só achei que a cozinha não estava muito equipada pois senti falta de talheres, copos e microondas, mas enfim, é camping); a distância para o centro do Vale do Capão é boa, não era muito longe se comparando com outras hospedagens e campings a Cachoeira da Fumaça por cima é tranquila de visitar (se vc não for extremamente sedentário), os guias não ficam te vendendo passeios (só se vc quiser mesmo) e eles inclusive têm uma associação onde explicam um pouco algumas normas de segurança, o trabalho de conservação que eles fazem e pedem uma contribuição; e vc pode usar o banheiro e pegar água com eles; achei bem legal essa forma de trabalhar, ou seja, sem querer meter medo ou enganar a galera. - Vale do Pati: pesquisar preços em Lençóis é mais fácil pois existem diversas agências que oferecem e até prospectam clientes; já no Vale do Capão não haviam essas agências, vc encontra os guias perguntando com a galera. Tive a percepção de que no Capão tem mais guias independentes, enquanto que em Lençóis são mais empresas de turismo, ficando geralmente mais barato contratar os guias independentes. vale a pena fazer o passeio de 5 dias ou mais, se puder. Eu tinha a ideia inicial de fazer apenas 2 dias pra não sair tão caro. No fim acabei fazendo 3 dias, porém praticamente é um dia só pra entrar no vale e outro para sair, com isso, num passeio de 3 dias, vc terá somente 1 para realmente explorar o Pati. Fiquei com a impressão de que vou ter que voltar de novo para vivenciar melhor o Pati. Sai mais barato pagar caro de uma vez do que fazer duas vezes (pelo menos se vc mora longe da Chapada) legal fazer a trilha de calça ou uma meia mais comprida, que cubra as canelas, pois a vegetação arranha bastante a perna. Camiseta de manga comprida tbm é uma boa ajuda. Geral: - tem muita coisa pra fazer na Chapada, acho que o ideal seria formar um grupo de 3 a 5 pessoas, vir de carro (ou alugar um desde Salvador) e ficar explorando lá por umas 2 semanas. Seria um tempo razoável pra explorar as atrações em volta da Chapada e dentro dela (Vale do Pati), mas se tiver mais tempo (e dinheiro), vale muito a pena visitar a Chapada!!! Valeu!
  33. 1 ponto
    Sim, vai ser todo mundo roots fazendo caminhada coletiva pra algum campo de refugiado ou alguma coisa do tipo... Espero que a gente não sinta saudades do tempo que dava pra escolher entre roots e Nutella!
  34. 1 ponto
    @Dan Wollker Relaxa cara, é só um tópico para falar besteiras e brincar com alguns rótulos. A marca mochileiros é forte, acho que somente por isso o site ainda leva este nome até hoje. Muitos aqui acham que só o fato de colocar uma mochila nas costas e dormir no hostel da moda o transforma em mochileiro.
  35. 1 ponto
    As vezes realmente parece repetitivos, mas aqui ninguém pode chegar e dizer q as pessoas relatem as coisas com regras, limitações ou da toque pra não postar aqui pq outro já postou. A aba relatos eh pra quem quer postar, seguindo a regras do site. E as vezes ajuda muito serve como uma atualização DOS destinos. Isso não me encomoda e creio q muitos tbm não. Mas ae eh cada um com opinião!
  36. 1 ponto
    Quanto tempo ficar em cada cidade depende muito dos seus interesses pessoais, mas Amsterdam é uma cidade relativamente pequena e compacta, se não tiver nenhum interesse específico por lá, em 3 dias no máximo você visitou praticamente todas as atrações turísticas da cidade. Berlin é maior que Amsterdam, e eu acho que tem bem mais atrações turísticas e coisas para ver e fazer do que Amsterdam, pessoalmente eu recomendaria uns 4 dias. Já Londres é do tamanho, se não maior, que Paris, eu recomendaria pelo menos 5 dias. Madrid e Lisboa eu recomendaria 3 dias em cada, mais 1 dia para cada bate-volta, caso queira fazer bate-volta a Toledo, Sintra, etc... Se 60 euros sem hospedagem é suficiente, novamente depende muito do que você escolher na hora de comer, de quais passeios fazer, se pretende ir em muitas baladas, etc... Não dá para gastar sem pensar, mas sendo consciente nos gastos e escolhendo bem onde gastar o seu dinheiro, eu acho que seria um bom valor, para você não passar vontade e nem aperto. Eu já dei uma olhada a respeito, mas achei furada para quem vai ficar poucos dias. Primeiro, você vai ter que fazer uma transferência internacional para a sua conta na Leupay transferindo o seu dinheiro para lá, não sei qual banco você tem conta, mas no banco onde eu tenho conta, fazer uma transferência custa no mínimo 300 Reais, e ainda é uma das taxas mais baratas do mercado. Cada saque no caixa automático custa 3 Euros, se sobrar dinheiro na conta, eles cobram 15 Euros para você sacar o resto e fechar conta, etc... E não se esqueça que isto é uma conta bancária, que você tem que declarar ela no Imposto de renda, e fechar ela se não for usar mais, se não eles cobram taxa de inatividade... Se você vai levar 60 Euros para 30 dias, daria uns 1.800 Euros, eu levaria uns 500 ou 600 Euros em espécie para as despesas dos primeiros dias, é um valor que dá para levar sem ficar paranoico com a segurança, e o resto num cartão pré-pago ou no cartão de débito/crédito internacional comum.. 1.300 Euros x R$ 4.20 = R$ 5.460 x 6.38% de IOF = R$ 348 E mesmo que você leve todos os 1.800 Euros no cartão e pague IOF, serão menos de 500 reais de IOF, pouca coisa mais caro que a transferência internacional, mas bem mais fácil e bem menos complicado e burocrático do que correr atras destes serviços como Leupay Ou seja, o que você vai pagar de IOF usando o cartão de crédito/débito comum ou um VTM, provavelmente é menos dinheiro do que você vai pagar só de taxa para fazer uma transferência internacional para a sua conta na LeuPay. Para quem vai ficar pouco tempo, no final das contas acaba sendo mais barato levar uma parte do dinheiro em espécie epagar IOF do resto, do que indo atras destes serviços que prometem mundos e fundos, mas que são furada para quem vai levar pouco dinheiro.
  37. 1 ponto
    @douglas bonfim Olá Douglas, não, eu vou no período de 14 a 21 de abril, torcendo por nós, que corra tudo na tranquilidade! Boa trilha!
  38. 1 ponto
    O Mochileiro nutella não me pareceu um mochileiro, apenas um viajante comum. Já o Mochileiro raiz pareceu um capitão do mato com uma pitada de mendigo.. Oh loco, dorme em qualquer lugar Kkkkk sei!
  39. 1 ponto
    Já chegou aqui no fórum essa bosta de raiz vs nutella? No facebook tá cheio de gente de gente cagando regra, aqui é a primeira vez que vejo.
  40. 1 ponto
    Que legal, sucesso no empreendimento !
  41. 1 ponto
    Que bom que conseguiu acertar td. A melhor coisa é contar com essa rede de hospedagem e transporte que eles criaram. Boa viagem! Aproveite o país e depois me conte o que achou da torre de chopp e da lagosta (mande um abraço ao Camilo).
  42. 1 ponto
    Parabéns pela viagem, Aline! O relato está ótimo e as fotos ficaram lindas. Pretendo fazer um roteiro parecido em setembro desse ano e com certeza vai ajudar muito
  43. 1 ponto
    Valeu pelo relato vou fazer um parecido Santiago 3 dias Atacama 8 dias vou fazer o Uyuni e pucon 4 dias e volto mais 2 dias pra santiago
  44. 1 ponto
    Olá Mochileiros! Este é meu primeiro relato de viagem. Acho importante criar o relato para ajudar futuros viajantes, assim como li vários relatos antes de fazer a minha viagem. Bem, eu não tiro férias há um bom tempo, e para não ficar na seca, eu me aproveito de alguns feriados prolongados para fazer passeios interessantes. Ano passado fui para Santiago com minha família, mas como a maior parte do passeio foi por pacotes turísticos acho que não é interessante relatar num site de mochileiros. Esse ano fui para o Ushuaia, só eu e a mochila: algo mais próprio de um mochileiro. Desde 2013, quando passei um mês na Itália – realização de um sonho pessoal de anos – fiquei viciado em viagens. Quando acaba uma, já estou pensando na próxima. Quem aqui no site é assim levanta a mão! E essa viagem para o Ushuaia foi muito marcante para mim, apesar de ser relativamente rápida. Peguei os últimos dias de inverno do dia 6 a 10 de Setembro. Fiquei surpreso como o inverno da cidade mais austral do mundo não é tão rigoroso quanto se esperaria. Minha jornada já começou antes, quando comprei as passagens. Comprei pela GOL, uma viagem com conexão de 8 horas na ida e 10 horas na volta. Pouco depois de ter comprado o meu vôo foi cancelado. Fiquei muito decepcionado, e procurei outros lugares para ir. Quando apareceu um vôo da LATAM no mesmo dia e horário, por um valor um pouco mais caro. Estava decidido a ir, então aceitei essa mudança e comprei a outra passagem. Saí do trabalho na quarta-feira rumo à uma aventura. Trem até a estação Tatuapé, e de lá um ônibus para o aeroporto de Guarulhos. E de lá para Buenos Aires. Depois de muito pesquisar e pedir dicas a colegas, decidi por levar reais e trocar por pesos argentinos no aeroporto. E me dei muito bem, acabei comprando pesos por um ótimo preço. A noite que passei no aeroporto foi tranquila até, com outras pessoas como eu tentando dormir no chão frio, nas cadeiras azuis com encostos duros, usando de suas mochilas como travesseiros. Uma experiência cansativa, mas memorável. O vôo para o Ushuaia foi tenso. O avião tremulava bastante, mais do que o normal. Percebia que os passageiros ficaram assustados e começaram a reclamar. O próprio piloto tentou acalmar a tripulação, dizendo que aquilo era normal. Quando chegamos a vista era sensacional. O Ushuaia é uma cidade pequena entre as montanhas que encerram a cordilheira dos Andes. O aeroporto mais parece uma cabana de madeira. Não fiquei muito tempo lá, pois já me aguardava o meu transfer. Minha estadia foi na casa de um humilde senhor chamado Hugo, que contratei via AirBnB. Sua residência tinha vários quartos e era bem simples. Sou econômico, estava sozinho e não sou do perfil sociável, e por isso escolhi o local mais barato onde não precisaria dividir quarto. Apesar do local simples, tive transfer de ida e volta gratuito no velho Siena verde-esmeralda do senhor Hugo.
  45. 1 ponto
    Imagina! Não esquece de conferir os nossos outros artigos sobre Palau! http://foradazonadeconforto.com/o-guia-definitivo-para-economizar-quando-viajar-a-palau/ http://foradazonadeconforto.com/8-razoes-para-visitar-o-palau/ Boa viagem!
  46. 1 ponto
    show de bola, Ainda realizo esse sonho, parabéns, yamaha é foda mesmo.
  47. 1 ponto
    Sites como estes emitem passagens com milhas de terceiros, e funcionam basicamente assim: - Geralmente eles usam pessoas ligadas a empresa, algumas até usam "laranjas" (pessoas que as vezes nem sabem que fazem parte do esquema) para se cadastrar nos programas de Milhagem das companhias aéreas, como por exemplo Smiles, Multiplus, etc. - Eles também compram milhas de outras pessoas, por exemplo, se eu tiver 50.000 milhas no Smiles e estiver precisando de dinheiro, eu entro em contato com eles, negocio um preço pelas minhas milhas e depois faço uma "doação" das minhas para esta pessoa ligada ao site. Eu falo doação, por que as companhias aéreas não permitem comercialização de milhas entre terceiros, então é uma negociação meio "as escondidas", sem conhecimento da companhia aérea. - Agora esta pessoa ligada ao site tem um monte de milhas na conta dela e fica emitindo passagens em nome de outras pessoas. - Quando você acessa o site deles e pesquisa um voo, eles tem um software que faz uma busca no site da Gol, TAM, Azul, etc para ver quanto que estão custando as passagens em milhas direto na companhia aérea, eles convertem este preço em milhas que aparece no site da Gol/Tam/Azul para Reais usando uma taxa de conversão que só eles sabem qual é e mostram para você um preço em Reais no resultado da pesquisa. - Ai quando você compra no site deles, eles debitam o valor no seu cartão de crédito e um funcionário do site "corre" para o site da Gol/Tam/Azul tentar comprar as passagens usando as milhas que eles tem na conta deles. - Geralmente dá certo de eles conseguirem comprar pelo mesmo preço que apareceu no momento da pesquisa, mas as vezes entre o momento da pesquisa e você digitar os dados do cartão o preço em milhas no site da Gol/Tam/Azul que ter aumentado, ai o dinheiro que você já pagou para eles não é suficiente, ai eles ou não emitem a passagem e sabe lá se devolvem o seu dinheiro, ou entram em contato com você pedindo mais dinheiro. Em resumo, é um esquema que está no limite da legalidade, não é ilegal perante a legislação atual, mas as companhias aéreas não gostam deste tipo de esquema, por considerarem que é contra as regras dos programas de milhagem e a qualquer hora podem identificar esta conta que está emitindo um monte de passagens e cancelar tudo, as companhias aéreas também não vão lhe ajudar em nada se tiver algum problema com as passagens. Ou seja, não estou dizendo que este site em especifico é desonesto, mas este é o modus operandi deste tipo de site, é uma questão de você decidir se arrisca e confia num site destes, de que eles não vão debitar do seu cartão e depois sumir do mapa, ou comprar em algum canal devidamente reconhecido e autorizado pelas companhias aéreas mesmo que seja um pouco mais caro e ter todas as garantias legais.
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