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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 22-03-2018 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Henrique, estou no Peru, cheguei em Lima dia 19 e não me entregaram nada mesmo. Perguntei no hostel e checaram que o meu visto é válido por 90 dias e realmente não estão mais entregando nenhum comprovante. Veremos o que vai acontecer na minha saída. Saio de Cusco para Guarulhos no dia 08/04. Eu aviso o que acontecer
  2. 2 pontos
    É uma questão de saúde pública. No geral vejo as pessoas muito mais preocupadas em poder viajar sem a vacina, do que realmente preocupadas em se proteger. O surto vem crescendo nos últimos 2 anos, e a Febre Amarela de acordo com infectologistas pode se tornar endêmica em todo país (coisa que no momento só é oficializado no Norte e Centro Oeste). PS: O comprovante de vacinação para poder emitir o Certificado Internacional tem que ter as informações de Lote, data e nome de quem aplicou. O da minha cunhada não tinha e ela acabou tendo que tomar a vacina novamente para ter as informações completas e poder emitir.
  3. 2 pontos
    Depois de conhecer as Prateleiras e também o pico das Agulhas Negras, meu próximo objetivo era o Morro do Couto. Assim como Agulhas Negras e Prateleiras, o Morro do Couto fica localizado no Parque Nacional do Itatiaia, no estado do Rio de Janeiro, sendo considerado o 8° ponto mais alto do Brasil com 2680 metros de altitude. A travessia aconteceu no dia 11/03/18. A intenção era subir o Morro do Couto, seguir até Prateleiras, e depois retornar para a portaria passando pelo Abrigo Rebouças, totalizando um percurso de 12 km. [emoji33] O quase planejamento da aventura começou na semana que antecedeu o domingo do possível passeio. Eu e o meu namorado Rafael, conversamos sobre o período sem trilhas que estávamos passando, e surgiu a ideia de voltar ao PNI. Itatiaia é cidade próxima de onde moramos, então, colocaríamos gasolina no carro, chamaríamos os amigos, e partiu. O valor da entrada por pessoa é tranquila, apenas R$17,00. O problema para ir começou quando nos dois dias que antecederam o dia 11, choveu bastante e a probabilidade de chuva para os próximos dias na região era muito grande. Procuramos em diversas fontes alguma forma de saber melhor qual a previsão mais aproximada para o PNI, mas todos diziam que a possibilidade de chuva era de 90% e em outros alertava até para tempestades. Ate que um site nos orientou melhor e conseguimos ver que iria chover nas cidades próximas a partir das 9:00 da manhã. Então, avisamos os amigos que sairíamos bem cedo e faríamos pelo menos parte do trajeto ate as 9:00. Mas, sábado a noite choveu, e choveu muito; quem estava interessado de ir, desinteressou. [emoji32] Mesmo morrendo de medo de ser uma furada, de sair pra estrada e acabar pegando chuva forte e melando todo passeio, decidimos ir. Arrumamos as coisas e combinamos de sair ate umas 5:30. Era umas 6:00 e estávamos na estrada. O tempo ainda não dava sinais de que rumo tomaria, mas nossa esperança era de que ate uma 9hrs ficaria tudo bem. Em uma parte da Via Dutra, vi um tempo fechado que me preocupou, mas eu já sabia, por idas anteriores, que o clima pode ser totalmente diferente lá em cima. Quando começamos a avistar os picos imponentes do parque, percebemos que o dia estava lindo, sem nuvens e com um lindo sol.[emoji41] Estávamos na portaria do parque as 8:15. Para fazer essa travessia, o horário limite de acesso é ate as 10. A travessia pode ser feita sem guia, mas, se você não conhece nada de trilhas, e ainda não se sente a vontade de encarar uma trilha sem um acompanhamento, o melhor é ir com alguém experiente. Nós fizemos sem guia, mas antes, coletamos informações suficientes sobre o que viria pela frente. O acesso para a trilha do Couto é uma estrada a partir do estacionamento. Subida bem íngreme, mas, conforme andávamos dava pra ver quão bonito estava a paisagem. Fomos ate uma antena e pouco depois começamos nosso primeiro ponto com subida nas pedras. Durante a caminhada conversamos sobre aquela ser uma trilha boa para levar crianças de uns 10 anos. Já na subida de pedras, aumentamos a idade devido ao tipo de desafio. Chegamos ao topo do Couto.[emoji3] A paisagem estava incrível, o lugar dá uma visão muito ampla do parque e nos deu uma sensação de liberdade sem igual. Não ficamos muito, pois íamos para o segundo desafio: chegar ate Prateleiras. São mais 4,5km de trilha. Na saída encontramos um pai com seu filho, que nos fez relembrar da nossa conversa anterior. Tivemos que perguntar a idade do menino, e imagine nossa surpresa ao ver uma criança de nove anos chegando lá em cima, com um sorriso no rosto e super empolgado. Tive duvidas se eu conseguiria concluir a caminhada. A partir do momento que começamos o trajeto ate prateleiras percebemos que aquela trilha seria um exercício de paciência, cooperação e humildade; digo que até de coragem. Nessa parte, os totens (pedrinhas empilhadas) encontrados no caminho foram de grande ajuda. Eles davam a dica de qual o próximo caminho a se seguir, porque em alguns momentos as trilhas sumiram e andamos mato afora, mantendo o foco no nosso objetivo. O terreno la é sem árvores e tem somente mato rasteiro, que devido a estação do ano estava um pouco maior em alguns pontos, e também havia água e barro (é, você vai sujar sua bota sim). Durante o trajeto você tem a opção de abortar a travessia utilizando a trilha sinalizada que leva até o abrigo. Fizemos pequenas pausas para comer, descansar e tirar alguma foto. A próxima foto é da vista do mirante que encontramos no caminho, fácil de identificar por causa de uma plaquinha. Em certo ponto mais na frente, passamos pela toca do índio; pedras enormes que formavam uma passagem. Vale lembrar que durante o percurso, a toca do índio foi o único local com sombra generosa. Durante todo percurso, as sombras são muito raras. Fora isso, tivemos sombra em algumas pedras que encontramos no caminho. É importante não esquecer o filtro solar, e se der, use até uma manga longa. Pegamos um dia bem quente, afinal, era verão e o tempo estava aberto. Não se esquecer de levar água e também lanchinhos rápidos. Prateleiras estava ficando cada vez mais perto. Estávamos chegando ao nosso objetivo, e insistir na travessia foi a melhor escolha que fizemos. A paisagem é gratificante e as histórias pra contar sempre serão muitas. [emoji6] Quando chegamos ate as Prateleiras, e dessa vez não fomos até a base, retornamos pela trilha até o abrigo. Passamos pela cachoeira das Flores que estava com um bom fluxo de água que a deixou ainda mais bonita. Chegando ao abrigo, fizemos nossa pausa maior com direito a uma sopa. [emoji3] Bem antes das 17:00 retornamos pela estrada a caminho da portaria. Chegamos ao posto Marcão as 17:15. No caminho de retorno podíamos ver ao longe, parte do que foi nosso objetivo e analisar um pouco do que tínhamos andado. Quando vamos ao PNI, sempre retornamos para casa já com vontade de voltar. Depois da travessia, pensei sobre não ter tirado uma foto que pudesse registrar a visão que se tem da paisagem ao longo do caminho, se é que isso é possível. Uma visão ampla e incrível de pedras, trilhas, subidas e descidas que te faz sentir um máximo por estar explorando aquele lugar sem igual. [emoji23]
  4. 1 ponto
    Pra quem está pensando em ir a Machupicchu via hidroelétrica nos próximos dias é melhor pensar duas vezes e considerar ir de trem: https://elcomercio.pe/peru/cusco/cusco-turista-argentina-fallece-caer-roca-vehiculo-viajaba-noticia-505487?foto=1
  5. 1 ponto
    Importante: Esse trekking apesar de parecer fácil (só andar pela praia) exige uma alta compreensão sobre marés e condições climáticas (todos os dias olhávamos o tábua de marés de noite e de manhã), pois qualquer mudança de tempo pode acarretar na abordagem do trekking. É recomendável fazê-lo na lua nova* Iolanda me chamou para realizar esse trekking por volta de Setembro/2017 com previsão de realizarmos em Março/2018, como eu já estava no mochilão pelo Brasil eu não dei certeza, mas me programava para realizá-lo, pois depois de pesquisar sobre o trekking me encantei com a história. Em fevereiro consegui a passagem para Itamaraju para o dia 09/03 e estávamos marcando para iniciar o trekking no dia 12/03. Embarquei no dia 09/03 para Itamaraju para encontrar a Iolanda na casa da avó dela. Após 27hrs de viagem cheguei em Itamaraju na madrugada do dia 11/03. Ficamos o dia 11/03 inteiro atrás de mercado e lugares para comprar o que faltava, mas esquecemos que era domingo e cidade do interior não funciona igual Sampa rsrs 1° Dia - Itamaraju a Barra do Cahy Percorridos: 11km. Tempo estimado: 4hrs (com parada para fotos, banhos de mar e descansos) (Ônibus Itamaraju x Prado: R$14 Táxi Prado x Cumuruxatiba: R$15) Acordamos por volta das 6hrs da matina e fomos tomar café, nos despedimos de todos e corremos para rodoviária, chegando na rodoviária vimos o ônibus para Cumuruxatiba saindo e o próximo seria só às 14h30. Optamos pela opção de ir até Prado e de Prado tentar um táxi ou pegar o ônibus às 12hrs para Cumuruxatiba. Chegando em Prado nos deparamos com os primeiros oportunistas que encontraríamos no caminho dessas cidades que estão virando turísticas, o senhor queria cobrar R$200 (exatamente duzentos reais) para deixar a gente no trevo de Cumuruxatiba e assim tentarmos carona, nem fodendo que íamos pagar tudo isso em um táxi sendo que o ônibus não era nem R$15. Aproveitamos o intervalo para irmos no mercado para comprar o restante das coisas que comeríamos nos próximos dias. Voltando do mercado um senhor ofereceu para levar a gente por R$15 até Cumuruxatiba e nos deixaria onde quiséssemos, por esse preço não dá para recusar né...logo aceitamos! Chegamos em Cumuruxatiba por volta das 10h30 e junto conosco chegou uma puta de uma chuva! Como estava chovendo muito resolvemos parar em um restaurante para “encher a pança” antes de começar a caminhada. Encontramos PF há R$15 no Restaurante da EMA que fica atrás da igreja de Cumuruxatiba. Após comermos iniciamos o trajeto até Barra do Cahy era por volta das 12hrs. No começo da caminhada estava uma maravilha, tinha parado de chover, o sol estava entre nuvens, estava um vento agradável, a vista da praia era muito foda. Mas como nem tudo são flores o céu começou a fechar e logo começou a chover muito. Começou a ficar ruim para andar na areia com chuva e maré alta corremos para andar perto das vegetações. E foi desta forma que achamos o camping da Glória, onde decidimos entrar e ficar para esperar a chuva passar Pagamos R$ 30 pp, o camping é bem estruturado e tem uma “puta de uma vista”. 2° dia - Barra do Cahy x Corumbau Percorrido: 16km Tempo estimado: 5hrs (com parada para fotos, banhos de mar e descansos) Acordamos por volta das 5h para ver o Sol Nascer, mas o tempo não colaborou para um belo nascer do sol. Fizemos nosso café e enquanto comíamos olhavamos o site Tábua de Maré para saber o horário exato da maré morta, assim não teríamos surpresas ao chegar no Rio Cahy. Nesse dia a maré morta seria por volta das 9h portanto saímos do camping por volta das 9h já que estamos há uns 30min do Rio. Passamos pela tão famosa “placa do desembarque e pela Cruz do Marco do Descobrimento” (que cada um diz que foi em um lugar). Chegamos no Rio e ele estava realmente muito baixo e como diz os locais “a água berava o jueio”. A vista é espetacular, mas a maré estava subindo e isso dificultou a nossa passagem por um dos “cotovelos de falésias” onde atravessamos com a água “berando o jueio”, mas depois desse “cotovelo” já avistávamos a ponta de Corumbau que dizem que chega a 200m a dentro do mar (eu não tinha uma fita para medir, mas ia longe…). Após algumas horas de caminhada (até que tranquila já que o clima ajudou bastante), chegamos em Corumbau e fomos direto olhar o Rio para ter uma noção da maré no pico mais alto e ver se dava para atravessar na maré morta. Chegando perto do rio já fomos surpreendidos por um índio muito louco de cachaça que queria de todo jeito levar a gente para o outro lado, mas decidimos pernoitar em Corumbau e sair no dia seguinte. Encontramos o camping Ilha do Sossêgo do Seu Zé que nos cobrou R$10 pp. O camping não era tão estruturado, tinha banheiro e se quisesse usar a cozinha poderia usar a da casa do Seu Zé. Por volta das 18hrs a maré estaria quase morta então resolvemos ir no Rio Corumbau para ver a possibilidade de atravessar no dia seguinte. Mesmo a maré não estando morta dava para atravessar com a água na cintura, ou seja, na maré morta a gente passa com a água “berando o jueio”. 3° dia - Corumbau x Caraíva Percorrido: 12km Tempo estimado: 3hrs (com parada para fotos, banhos de mar e descansos) Acordamos por volta das 5hrs, mas novamente o tempo nublado não quis colaborar para vermos um belo nascer do sol. Enquanto preparavamos nosso café da manhã Seu Zé veio “trocar um dedinho de prosa” com a gente e tomar um cafezinho de mochileiro. Contou diversas histórias de quando era mais jovem e fazia esses caminhos a pé pois não tinha outra opção. Contou sobre como a vila e a aldeia vem crescendo nos últimos tempos e melhorando o acesso às cidades vizinhas. Contou mais um monte de histórias, típico de senhor do interior que já vivenciou muita coisa e sempre tem bons "causos" pra contar. Depois de boa conversa com Seu Zé saímos para mais uma caminhada e já beirava as 9hrs onde passávamos tranquilamente pelo rio “berando o jueio”. Agora sim estávamos trilhando na Bahia o sol batia os 35° logo pela manhã e andar na areia fofa de Corumbau para Caraíva não estava sendo nada fácil. Pouco tempo andando na areia corremos para a estrada que liga Caraíva a Aldeia de Corumbau (onde passa muitos bugs), o chão ficou melhor para caminhar mas o sol e a ausência de vento continuava o mesmo. Cada sombra que encontrávamos tínhamos que parar para um descanso e em uma delas encontramos uma entrada de carro que dava para uma estupenda vista do mar esverdeado. Entramos e logo avistamos diversos coqueiros e o mar mais bonito visto até agora (Praia do Negro). Conversamos com dois senhores que estavam parados lá pegando coco e aproveitamos para pegar coco também pelo menos a água de coco para matar um pouco desse calor bahiano. Dali em diante seguimos pela areia até começarmos a avistar as aldeias de Caraíva e o calor nada de diminuir. Entramos no primeiro camping que vimos e negociamos um valor para ficarmos 2 noites já que estávamos com tempo e não tínhamos pressa de chegar em lugar algum. No camping do xando cobram R$15 pp e não é tão estruturado, os banheiros são compartilhado com a aldeia toda e a cozinha se quiser usar pode usar de uma das casas. Após fecharmos os dias no camping fomos conhecer a vila e realmente Caraíva é muito aconchegante, diversas casas coloridas e um povoado bem hospitaleiro, andamos bastante na vila e fomos para a barra para analisar o Rio e o nível da maré no seu pico máximo, aproveitando que estávamos lá ficamos para curtir o restante do dia. De noite fomos até a vila para conhecer o comércio e tudo é muito limpo e organizado, mas os preços são absurdos! Tudo é superfaturado (mesmo para um local de difícil acesso). Aproveitamos o horário para ver a maré morta para estudarmos uma forma de passar. Voltamos para a vila e curtir um pouco mais da noite e os poucos lugares abertos (talvez porque era uma quarta pós temporada). 4° dia - Caraíva Percorrido: 0km Tempo estimado: dia de descanso Novamente acordamos as 5hrs e a neblina não ajudou no nascer do sol, mas também não dava para ficar muito tempo na barraca afinal estamos na Bahia. Após o café da manhã fomos na barra ver o nível na maré morta e se realmente dava para passar. Depois ficamos o dia todo curtindo a praia, a vila e o rio. A noite fomos em um MPB que estava rolando em um dos bares e a maioria dos comércios estavam abertos (creio que porque era quinta) diferente do dia anterior que estavam todos fechados. 5° dia - Caraíva x Curuipe (um pouco mais pra frente) Percorrido: 12km Tempo estimado: 3hrs (com parada para fotos, banhos de mar e descansos) Novamente acordamos as 5hrs para ver o sol nascer e o tempo nublado não ajudou, mas aproveitamos para tomar café e arrumar as coisas para sairmos. Após 10min de caminhada chegamos no Rio Caraíva no momento exato da maré morta e conseguimos passar com a água “berando o jueio”. Andamos aproximadamente 3km e chegamos na praia do Satu (homenagem ao antigo morador da praia) e, na minha opinião, o local é muito mais bonito que Caraíva e tem opção de camping agora. Seguindo pela praia de Satu passamos pela primeira lagoa que sabíamos que encontraríamos pelo caminho, mesmo estando vazia preferimos seguir pois sabíamos que havia outra logo a frente e que era ainda mais bonita. chegamos na segunda e paramos para admirar a paisagem e tomar um “banhão” naquela bela Lagoa esverdeada e de água morna. Para nossa surpresa pouco tempo depois da segunda lagoa encontramos uma terceira é essa terceira é bem agitada, mesmo na maré morta a água estava com um nível elevado e a correnteza forte pra caramba. Seguimos para a falésia onde subiríamos para chegar no espelho (e para bom um observador a trilha da falésia é vista de Caraíva). Subimos por uma escada que ajudou bastante, mesmo em construção, e logo avistamos a placa indicando a praia do espelho para esquerda, mas também tinha uma trilha para a direita que, aparentemente, iria para a ponta da falésia, claro que pegamos para a direita! E que bom que pegamos para a direita passamos por diversos mirantes com vistas de tirar o fôlego e conseguíamos avistar até Corumbau. Seguimos a trilha e encontramos as placas do espelho novamente, ou seja, devemos ter andado 1km a mais do que a trilha indicava. Descendo a falésia avistamos um mar surpreendente e a movimentação de turistas, deduzimos que estávamos bem perto da praia do espelho. Chegando na praia do espelho tava lotado de turistas, não tinha nem lugar para sentar mais portanto seguimos e Curuipe também não foi diferente. Lembramos que era sexta-feira e que a parte “tranquila” de praia tinha acabado. Andamos um pouco mais e decidimos parar para dormir do jeito que a gente gosta (no bivaque). 6° dia - Curuipe x Trancoso Percorrido: 18km Tempo estimado: 4hrs Novamente acordamos as 5hrs e hoje sim valeu ter acordado cedo, que nascer do sol foda! Na nossa cara, saindo de dentro do mar. Tomamos café e saímos por volta das 7h30 para chegar no Rio dos Frades na maré morta. Após 1h de caminhada chegamos no Rio dos Frades e ele realmente é como falaram, largo e com muita correnteza. Mas como estávamos sempre atentos na tábua de maré sabíamos que estaria chegando a hora da maré morta e daria para passar, dessa vez a água chegou na cintura e foi um pouco mais trabalhoso a correnteza, mas passamos! Estamos firmes seguindo o plano de não pagar canoa proposto no início da trilha. Como estava bem cedo tinha muito pescador de polvo e de siri. Seguimos firmemente por todas as praias aproveitando o tapetão de areia firme formado pela maré morta e o sol entre nuvens também estava ajudando, tudo propício para andar mais de 15km. Após passar várias praias sem ninguém, começamos avistar muito, mas muito guarda sol e logo tivemos certeza que estávamos chegando em Trancoso pelas abordagens. Foram umas 5 abordagens de turistas perguntando onde estávamos, quantos km, se dormíamos (?) e essas coisas (até pediram para tirar foto com nossas cargueiras). Enfim, Trancoso e a muvuca de turistas e muita gente e sem paz nem Sossêgo. Fomos então para o famoso quadrado de trancoso, entramos na placa da associação, passamos por uma ponte de madeira que corta o mangue e já começamos avistar muitos carros principalmente subindo a estrada para o quadrado. Andamos pelo quadrado e lembra bastante Caraíva (só que 3x maior e mais cheio de gente), paramos no mercado pra comprar uma breja e brindar a caminhada. Enquanto conversávamos sobre como Trancoso estava cheio e como a cidade estava grande (tem de tudo por aqui mas para alta sociedade) uma senhora abordou a gente e perguntou se não queríamos ficar no camping dela que era R$15 pp e ficava bem próximo da praia. Aceitamos e fomos para a Casa Harmonia. O lugar está começando agora, mas a recepção foi bem boa e decidimos pernoitar nele mesmo. (Como estava tudo muito cheio, praticamente não tiramos fotos) 7° dia - Trancoso x Porto Seguro Percorrido: 21km Tempo estimado: 5hrs (com parada para fotos, banhos de mar e descansos) Como estávamos em um camping tranquilo, não tinha vista pro mar e era praticamente o último dia de trekking resolvemos aproveitar mais para dormir. Acordamos por volta das 7hrs, tomamos aquele café da manhã que acaba com tudo o que tem pra ficar mais leve e seguimos. A praia dos nativos é bem bonita e ainda não tinha muitos turistas, pois era bem cedo. O tempo, novamente, ajudou para mais esse dia de caminhada. Sol entre nuvens, areia firme, maré baixa e pé na areia! Pouco tempo de caminhada passamos pelo rio da barra que estava com a água “berando o jueio” e assim finalizamos nosso acordo de não pagar canoa para atravessar nenhum rio! A vista de Trancoso para Arraial é igual todas que estávamos vendo até hoje, mar azul, mar verde, falésia, areia grossa, areia fina e céu azul tudo muito foda como foram esses 7 dias. Após algumas horas de caminhada começamos ver a movimentação dos turistas andando pela praia e assim foi até chegar na Praia do Mucugê (uma das praias de Arraial d'ajuda). Entramos em uma ruazinha para conhecer a vila e me apaixonei por ela. De todos os lugares que passamos Arraial d'ajuda foi o que eu mais gostei. Casinhas coloridas, bares e restaurantes temáticos, ruas de pedras, nativos bem receptivos, preços não era tão abusivos...era praticamente uma cidade grande com cara de interior na praia (ótima denominação). Andamos bastante por arraial d'ajuda e seguimos pela praia até a balsa para passar para Porto Seguro e finalizarmos nosso trekking. A praia dos pescadores e Araçaipe nem se comparam com as praias que passamos tanto pela cor do mar como pela vista e a movimentação dos turistas. Chegamos na balsa e para atravessar para Porto Seguro não paga, mas para voltar para Arraial d'ajuda tem uma taxa de R$5. Descemos da balsa e fomos andando pela passarela do descobrimento para dar uma olhada na orla de Porto Seguro (e uma analisada nos preços das coisas) fomos até a ponta onde começa a praia e voltamos para finalizar nosso trekking com chave de ouro. Paramos em um bar para beber uma breja e comer porque ninguém é de ferro! Foram 7 dias de trekking, mais de 100km andados e 90km gravados, valeu cada esforço! Dava para ter feito em menos dias, mas não tínhamos pressa de nada e fomos aproveitando cada minuto desse pedacinho do Brasil de tirar o fôlego. O litoral Bahiano não deixa de ser uma bela atração para todos os gostos e nunca desanima. Quem sabe um dia a gente não segue subindo até onde der 😁 Link do trekking no wikiloc: https://pt.wikiloc.com/trilhas-trekking/trekking-do-descobrimento-23334805 Para mais fotos e dúvidas (@sobralsemfreio): https://www.instagram.com/sobralsemfreio/
  6. 1 ponto
    Foi fundada a 6 de agosto 1538 por Gonzalo Jiménez de Quesada, após a vitória sobre o povo muisca. Bogotá tem origem na palavra indígena “Bacatá”, nome da capital do povo chibcha, mas a cidade já teve vários nomes, como Nuestra Señora de la Esperanza, Santa Fé e Santa Fé de Bogotá.Em 1717 é criado o vice-reinado de Nova Granada na cidade. É também aqui que se declara pela primeira vez a independência, em 1810, apesar de esta só se concretizar no ano de 1819, com Simón Bolívar e Santander. Foi também a capital da Grã-Colômbia (Colômbia, Equador, Panamá e Venezuela), um sonho de Bolívar que se desfez em 1830. Foi capital porque era fácil de defender, mas tornando também difícil o acesso de outras partes do país. A cidade é rodeada por montanhas, o que durante o tempo colonial serviu de proteção e dificultava os ataques à cidade, funcionando como muralhas, juntamente com o clima inóspito da cordilheira dos Andes. Aproveitámos a nossa assinatura de Netflix para ver um filme sobre a história do libertador Simón Bolívar, que nos ajudou a reconhecer algumas zonas da cidade enquanto a percorríamos. O filme chama-se Libertador, foi gravado em 2013, e romanceia a vida de Bolívar e a sua luta pela independência do Novo Mundo contra o império espanhol. A par com San Martin, no Sul, Bolívar é a cara mais conhecida da luta contra a colonização espanhola, no norte. E já falámos de ambos em diversos artigos. Simón Bolívar está registado na história como o homem que lutou contra a coroa espanhola para que os crioulos pudessem controlar o seu país. Formou alianças, exércitos, amigos e inimigos, foi traído e ajudado, fugiu e perseguiu, declarou a independência, sonhou alto com um só país, ambicioso, declarou-se ditador e caiu, como muitos heróis. Será sempre uma das figuras mais importantes na América latina, relembrada em todas as cidades por onde passámos. Não podemos também deixar de referir Francisco Santander, um dos fundadores da Nova Granada e aliado de Bolívar, lutou pela independência de 1810-19. Sob o comando de Bolívar, presidiu à Grã-Colômbia de 1819 a 1826, libertando Bolívar para o comando das tropas. Os conflitos de ideologia entre ambos levariam a que fosse acusado da tentativa de assassinato de Bolívar, a 25 de setembro de 1828. Após a morte de Bolívar regressa do exílio e é nomeado presidente, de 1832 a 1836. Reparem nas bandeiras dos edifícios públicos. A Grã-Colômbia deixou marcas na Venezuela, Colômbia e Equador. As suas bandeiras continuam a ter as mesmas cores: amarelo (ouro), azul (água) e vermelho (sangue). Figura incontornável da cidade é também Gaitán, candidato a presidente. Não era da elite e ia ganhar as eleições, mas “El Negro” morreu a 9 de abril de 1948 à saída do escritório, onde agora é o McDonald’s (antigo edifício Agustín Nieto). A morte do candidato gerou uma onda de tumultos conhecidos como El Bogotaso. Os seus apoiantes destruíram a cidade e mataram Juan Roa Sierra, o executante do assassinato. As guerrilhas começaram nesse dia, replicadas para várias cidades do país, tendo-se prolongado durante vinte anos em conflitos entre conservadores e liberais. Ainda se sentem as marcas que ficaram na população, nas conversas as pessoas vão assumir um lado e criticar o outro. Vão relembrar histórias que viveram, ou que lhes foram contadas por familiares, e vão ter uma opinião política sobre o assunto. É a cidade mais fria que conhecemos no país, com a temperatura média de 14ºC, devido à altitude. Apanhámos dias muito chuvosos, que nos alteraram um pouco os planos, mas tentámos conhecer o mais possível. Ficámos surpreendidos com o sistema de transportes, pareceu-nos que o nome das rotas varia consoante o percurso, ou seja, a rota pode ser B74 para ir e J72 para regressar, o que achámos confuso. Há vários tipos de transporte, desde os autocarros semelhantes aos de Lima, que circulam em circuito e têm paragens fechadas, tipo estação de metro, autocarros mais pequenos, pequenas carrinhas e, claro, os táxis. Quanto a aplicações, a Uber funciona. Não é muito agradável andar de transportes públicos, porque os colombianos amontoam-se para entrar, não facilitando a saída dos que querem sair, e passando à frente uns dos outros. O truque é fazer o mesmo e empurrar. O centro é calmo, relativamente seguro, mas houve bairros em que caminhámos de forma mais desconfortável, tendo dado meia volta sorrateiramente e regressado para zonas mais abertas e limpas. Adorámos a comida de rua, conversámos com o dono do nosso alojamento, fugimos da chuva, procurámos tours que nos levassem às minas de esmeraldas e imaginámos a cerimónia que criou o mito do El Dorado. Deve-se andar a pé, caminhar com ou sem destino, olhar e sentir a vibração da cidade. Os bairros como La Macarena e La Candelaria são cheios de charme e pitorescos, onde graffitis e edifícios coloniais dão cor às ruas. Devem comprar arepas na rua, naquele vendedor que as cozinha na hora à nossa frente, experimentar os tamales ou o chocolate quente com queijo no Puerta Falsa. A capa ou guarda-chuva devem estar sempre na mochila, quem sabe quando começa um novo dilúvio? Chegámos a Bogotá de avião, como temos feito na Colômbia, e fomos até ao alojamento de táxi. Os preços são acessíveis, as nossas mochilas seguem no porão, envolvidas nas capas de transporte, e até agora não temos tido problemas. Pagámos 28.000COP (8€) de táxi. O taxista cobrou-nos todos os suplementos possíveis: domingo, fora de horas e recolha a partir do aeroporto. Pagámos quase tanto de suplementos como de viagem. Tentámos reclamar com o motorista, porque achámos estranho que os suplementos se somem todos, mas não nos valeu de nada. À saída para o Panamá tentámos pedimos um Uber e foi graças ao motorista que não perdemos o voo, porque o trânsito estava caótico. Fomos os últimos passageiros admitidos na fila do check-in. Onde comer: Café Casa Galeria, um hostel com café/restaurante. A chicha foi proibida durante anos. Após 1958 culparam-na pela violência dos consumidores, mas nunca se perdeu o hábito de a consumir. Entrámos neste espaço no free tour, onde recebemos um totuma, a casca do fruto totumo, que serve de copo onde nos foi servida a chicha, composta por água, milho e panela (cana de açúcar). Vendem também chá de folhas de coca e chucula, que leva milho, cacau, canela, etc. O copo custa 4.500COP e uma embalagem de seis custa 10.000COP. Experimentámos o copo, mas não ficámos fãs, é demasiado denso, mas houve pessoas que vibraram, tendo levado várias caixas. Quinua y Amaranto, um espaço agradável, de comida saudável, que serve menus de almoço, com entrada, prato, sobremesa e sumo. Almoçámos aqui e recomendamos. La Puerta Falsa, onde a ementa tem que passar pelo chocolate com queijo e pelos tamales. Fomos experimentar o chocolate com queijo a pensar que ia ser muito mau, mas, ao contrário dos nossos queijos, os deles são suaves. Por serem suaves, é quase como juntar leite ao chocolate quente feito com água. Não altera o sabor e até sabe bem com o pão que o acompanha. Não pode falhar também o ajíaco, uma sopa de batata, frango e milho, servida com arroz e abacate. Na rua não faltam vendedores de arepas. Há mais de 40 receitas e são dos snacks mais baratos. Experimentem as recheadas com queijo. No último dia comemos bem e barato num restaurante de sumos de frutas, o Patty. Comemos Mei Thai de frango e salmão, acompanhados de uns sumos enormes, brownie de chocolate e gelado de sobremesa, tudo por 31.000COP (9€) para os dois. Quando fomos a Monserrate almoçámos primeiro no Andrés Exprés. O espaço era engraçado, com uma decoração fora do vulgar, e o seu forte são as carnes. Nós comemos lomo de rés servido numa espécie de pedra e acompanhado de uma arepa. Onde dormir: Escolhemos um Airbnb, não no centro, mas numa zona habitacional. O dono era simpático, mora sozinho e aluga 3 quartos. A queixa que temos é que o quarto estava anunciado como tendo WC privado, mas na verdade era partilhado. A cozinha era bem equipada, os restantes hóspedes (um israelita e um inglês) eram simpáticos e o Santiago deu connosco uma volta ao quarteirão para nos mostrar onde podíamos ir às compras. Ficava perto das paragens de autocarro/ônibus. Fernweh Photography Hostel e Hostel Fatima foram hostels sugeridos por turistas no tour que estavam contentes com o serviço. São os dois muito centrais. Vale a pena: É uma capital vibrante, com muita história, cultura, palco de grandes acontecimentos que marcaram a história do país e da América Latina. Tal como o resto do país, reergue-se da fama negativa que a acompanhou nas últimas décadas e mostra como pode ser um bom destino de férias e, acima de tudo, barato. Vale a pena! O QUE FAZER EM BOGOTÁ (COLÔMBIA) Bogotá Graffiti Tour Para os amantes de street art, este tour é para vocês. É preciso reservar no site. Nós começámos um tour, vimos graffitis muito interessantes, mas não é uma área que dominemos. O tour é apresentado por artistas que falam das obras, do autor e um bocadinho da história da street art na cidade. A meio do tour começou a chover torrencialmente e ao fim de meia hora presos numa pequena loja sobrelotada decidimos desistir e apanhar o táxi para o alojamento. Os tours são em inglês, duram 2h30 e o ponto de encontro é no Parque de los Periodistas. Há várias técnicas e vários artistas em foco no tour, desde um australiano que coloca máscaras nas paredes (não são desenhos, são uma espécie de esculturas), pai e filhos que trabalham juntos, um professor universitário que usa stensil e muitos outros. A mensagem, na sua maioria, é política. A história mais famosa com os graffitis é terem permitido a Justin Bieber grafitar uma parede, onde ele tentou (mas não foi muito capaz) fazer uma folha de marijuana e uma homenagem ao seu hamster morto. Enquanto que aos artistas locais sempre foram confiscados os materiais e alguns passaram noites na cadeia, ao artista canadiano nada aconteceu. Este caso, em 2013, criou polémica e revolta, e fez com que houvesse abertura para a verdadeira street art nas cidades colombianas. Free Walking Tour Nós fizemos o tour com a Beyond Colombia e reservámos no site. A guia era muito simpática e conhecia Portugal. O incrível era que tinha estado no Porto o ano passado e lembrava-se bem dos incêndios e da cinza na região. Mal sabíamos nós que uma semana depois haveria incêndios bem piores (Pedrógão Grande). O tour, no fim, fornece pulseiras que dão acesso a descontos em vários locais da cidade. Deram-nos muitas dicas de restaurantes e coisas para fazer. O tour dura 3h, pode ser em inglês ou espanhol, e o ponto de encontro é no Museo del Oro. É só procurar o guarda chuva vermelho. Também fazem tours gastronómicos grátis e outros pagos, como à Catedral de Sal, é só ver no site. Tours Minas de Esmeraldas Colombian Emerald Tour – Visita a Chivor, cidade onde ficam as minas de esmeraldas. Permite experimentar ser um verdadeiro mineiro, recebendo material e informação técnica para experimentar. É um tour de dia inteiro que inclui pequeno-almoço, almoço e snack, guia bilingue, transporte e seguro. Ficámos espantados com o preço: 1.600.000COP + 19% de impostos para 2 pessoas (470€). Encontrámos outros mais baratos, se conseguíssemos chegar até Chivor, mas não tivemos tempo. Sendero verde Esmeralda – Tour semelhante ao de cima, mas com início em Chivor. Realiza-se de segunda a sábado e dura todo o dia. Não sabemos o preço, mas faz parte de um projeto de desenvolvimento e integração da população, o GAL Vallentenzano. Deduzimos que seja mais barato, que envolva mais a população local e que seja sustentável, sendo sempre mais vantajoso e correto alimentar a economia local em vez de grandes grupos turísticos. Contactos: 3143824901 (Hugo) / 3142082060 (Sonia) Museo del Oro O museu do Banco de la República não expõe só peças de ouro, mas também cerâmica, pedra, joalharia. Trabalha para preservar, catalogar e dar a conhecer a cultura do país. A sua missão é preservar a identidade dos colombianos. Nós tivemos a sorte ou azar de ir em dia de visita escolar. Se, por um lado, tínhamos as vitrines cobertas de crianças a tirar selfies, por outro, o ambiente era bastante animado. Abre de terça a domingo. De terça a sábado a entrada custa 4.000COP (1,2€) e ao domingo é grátis, podem consultar o site. O museu tem mais de 3000 peças, sendo a peça chave deste museu a “Balsa de El Dorado” encontrada numa gruta, dentro de um vaso, em 1969, que se pensa que representa a lenda do “el dorado” (o homem dourado). A lenda do El Dorado, a mítica cidade de ouro, tendo existido poderá ter sido em vários locais (México, Guianas, Colômbia ou Venezuela), mas há quem pense que a história comece na lagoa Guatavita, onde decorriam as cerimónias de coroação dos reis de Bacatá. O jovem era coberto de ouro e entrava na lagoa na sua jangada de juncos, enfeitada, e oferecia ouro e esmeraldas à deusa do lago, atirando-os à água. Sendo uma lenda, tem várias versões, e não se sabe qual a verdadeira. Já se tentou drenar o lago várias vezes. Em 1578, Antonio Sepulveda encontrou algum ouro e, em 1898, foi criada uma empresa para explorar o lago. O lago, depois de drenado, tornou impossível a exploração, pela quantidade de lama. Em 1965 o governo protegeu a lagoa para evitar novas tentativas. Há quem diga que a lenda começa na lagoa Siecha, perto da pirâmide del sol, onde foi encontrada uma peça em ouro que representa uma jangada redonda. O certo é que a história fez brilhar os olhos gananciosos de alguns conquistadores e se foi propagando pelos anos. Diversas expedições procuraram minas na esperança de encontrar a fonte de todo o ouro. É possível visitar Guatavita e sonhar com a cerimónia de coroação, imaginando o ouro no fundo da lagoa. Plazoleta del Rosário Fica próximo do museu do ouro e da Universidade El Rosario. A universidade foi criada em 1653 e é privada. Encontram-se muitos homens na praça reunidos que vendem esmeraldas sem certificados. A praça em si não tem grande graça, sendo a atração principal a venda de esmeraldas. Torre Colpatria O arranha-céus mais alto do país, com 50 andares. No telhado existe um miradouro (mirante). A entrada custa 7.000COP (2€), de sexta a sábado. La Macarena Bairro a visitar, seja para jantar ou beber um copo. Bastante colorido, boémio, fazendo lembrar outros locais de vários países que já visitámos. Se querem conhecer um local da moda não podem perder. É aqui que fica o Parque La Independencia, um dos mais antigos da cidade, criado para comemorar o centenário da independência. O planetário da cidade fica dentro do parque. O museu do planetário custa 10.200COP (3€) e o bilhete mais barato custa 5.100COP. Fecha à segunda e podem consultar o site para mais informações. A Plaza de Toros La Santamaria também fica no bairro. Tem cerca de 14000 lugares e abriu em 1931. Não é usada apenas como praça de touros, sendo também recinto de concertos. Também recinto de concertos, bailados e teatros é o Teatro Jorge Eliécer Gaitán, com a agenda divulgada todos os meses. O Museo Nacional também fica em La Macarena. É o museu que tem mais peso cultural e histórico do país. É um ótimo local para aprender sobre as comunidades pré-hispânicas, a história da independência e as caras que a fizeram. A entrada custa 4.000COP, fecha à segunda feira, e também podem consultar o site. Para terminar de falar sobre o bairro, acabamos com o Mercado de Las Pulgas de San Alejo. Aos fins de semana é possível comprar de tudo. Recomenda-se ir de estômago vazio para comer comida de rua. Fica na Carrera Séptima, rua essa que fecha ao domingo a circulação automóvel e funciona como ciclovia das 7h às 14h. Plaza de Mercado de Paloquemao O típico mercado de cidade e destino ideal para turistas que querem conhecer a alma da cidade e comprar ingredientes frescos a bons preços para cozinhar. La Candelaria Este bairro é património histórico, tendo muitos edifícios coloniais e republicanos. É neste bairro que fica a sede do governo nacional e a residência do presidente. O Palacio Presidencial ou Casa de Nariño, residência oficial do presidente, pode ser visitada com marcação prévia através do site e há troca da guarda às segundas, quartas, quintas e domingos, às 16:30h. Deve-se visitar o Chorro de Quevado, praça onde os espanhóis montaram o primeiro quartel. Quando estávamos no free tour havia uma atividade do governo regional, com jovens a tocar e cantar. Mas a atração principal é a Plaza Bolívar, onde a cidade foi fundada e Simón Bolívar foi recebido em 1919, após a vitória contra os espanhóis na Batalha de Boyacá. Como habitualmente, a praça começou por chamar-se Plaza Mayor (a influência de Espanha), mas depois da independência mudou-se o nome para Plaza de la Independencia, até que, em 1846, recebeu a estátua do Libertador e o nome atual. Continua a ser a praça escolhida para os eventos políticos e foi palco dos grandes acontecimentos que marcaram o país, como a independência de 1810 (a 20 de julho) e o Bogotazo, em 1948, após a morte de Gaitán. Na praça temos o Palacio de la Justicia, o Capitolio Nacional, a Catedral Primada, a Casa de Cabildo Eclesiástico, a Capilla del Sagrario, o Palacio Arzobispal, o Palacio Liévano e o Colegio Mayor de San Bartolomé. Um pouco acima da praça fica o Teatro Colón e, em frente, a famosa janela do Palacio San Carlos, por onde Bolívar fugiu pela calada da noite, dizem que despido, para não ser assassinado, após alerta da sua amante. A guia diz que este acontecimento terá marcado um decréscimo de popularidade de Simón. Durante a nossa paragem em frente ao teatro passámos a ter um estrangeiro que interagia imenso no free tour, fazendo perguntas e dando detalhes à explicação da guia, tendo explicado que conhecia alguns pormenores da história da cidade pelos livros de Garcia Marquez. Esse jovem é músico e, estando a ensaiar com a sua orquestra no teatro, aproveitou o intervalo para se infiltrar no nosso tour durante cerca de 15 minutos. A graça deste tipo de viagem é também isto, pessoas que surgem do nada e que de repente mudam toda a dinâmica do que estava a acontecer. Faltou-nos dizer que na praça vimos imensos militares, vestidos com uma espécie de armadura assustadora, que os deixa com ar de transformers. Deixou-nos impressionados a idade dos militares, alguns com ar de ainda estarem na adolescência. Não deixem de procurar a Iglesia de Nuestra Señora del Carmen, de estilo gótico, construída entre 1926 e 1938. Visitem também a Iglesia de la Candelaria, de 1686, parte do convento com o mesmo nome. E, para terminar, visitem o Museo Botero e Casa de la Moneda. Fernando Botero, o mesmo que falámos em Medellín, doou no ano 2000 123 pinturas, desenhos e esculturas da sua autoria e de 85 de artistas internacionais, ao Banco de la Republica, obras que estão expostas neste museu de forma gratuita. Neste edifício funcionou o Arzobispado, desde 1733 até 1955. É um belo local para os apreciadores da obra de Botero, da sua criatividade, ironia e visão. O museu fecha à terça-feira. Na Casa de la Moneda é oferecida a todos os visitantes uma moeda. O free tour termina no Centro Cultural Gabriel Garcia Márquez. O espaço tem 9500m² e apresenta diversas atividades culturais grátis durante o ano. O centro foi criado para estreitar as relações com o México, país onde Gabriel se exilou após ser acusado de financiar as guerrilhas e ter sido considerado inimigo do país. Não foi aceite nos EUA, por ser amigo de Fidel Castro, viveu e morreu no México, onde escreveu 100 Anos de Solidão. Monserrate Monserrate fica no cimo da cidade e, tal como a Torre Colpatria, permite uma vista panorâmica sobre a cidade, os seus edifícios e a densa floresta em redor. A subida pode ser feita de duas formas, de teleférico ou de funicular, e custa 9.500COP/percurso (2,8€). Fomos para lá num autocarro qualquer, porque o que queríamos não aparecia, e uma pessoa atrás de nós, percebendo que estávamos a tentar perceber o trajeto pelo mapa do telemóvel, ajudou-nos a sair e indicou o caminho mais curto para o destino. Já vos dissemos que os colombianos são prestáveis? Chegámos a base do teleférico e funicular e decidimos almoçar primeiro. Este tempo “perdido” a almoçar deixou-nos limitados ao teleférico, porque o funicular só sobe até às 11:30h. A viagem é engraçada, deve-se tentar ir junto aos vidros ou não se vê nada toda a viagem. Em cima há uma igreja com um mercado e barraquinhas de comida. Fomos em hora de jogo da seleção, o que tornou o espaço um bocadinho deserto, até os polícias estavam refugiados na pequena esquadra em frente à TV. Vale a pena passar mais de uma hora no cimo de Monserrate. A vista é bonita, a viagem até cima é engraçada e fica barato. Parque Metropolitano Simón Bolívar Considerado o pulmão da cidade e o parque mais importante, com as suas ciclovias e caminhos pedonais. Foi o palco principal da visita do papa Paulo VI e a sua Praça de Eventos recebe vários festivais. Catedral do Sal Única e singular, feita apenas de sal, esta catedral é uma das atrações da cidade. Fica a 180 metros de profundidade, longe da agitação da vida diária. No espaço encontra-se o parque Temático de la Sal, o Museo de la Salmuera, o Muro de Escalada, a Ruta del Minero, é possível ver a película Nucuma em 3D e fazer visitas guiadas (ver no site). O preço é de 47.500COP (14€) e inclui a caminhada “Huellas de Sal”, a visita guiada, o show de luzes e a projeção 3D. Os bilhetes podem ser comprados online. Na cidade vendem-se vários tours, mas podem optar por ir de carro alugado, táxi (caro) ou autocarro, a opção mais barata. De autocarro deve-se ir na linha B74 para Portal Norte. Aí devem procurar os autocarros intermunicipais com o destino “Zipaquira” ou “Zipa”. Se pedirem ao motorista ele pára o mais perto possível e depois é só seguir a pé. Para regressar, o autocarro a partir do Portal Norte será J72, direção Museu del Oro. Laguna Guatavita Vejam novamente a descrição do museu do ouro para entender o fascínio de muitos turistas com esta lagoa. Seguindo o mesmo percuro até ao Portal Norte da descrição acima, é só procurar um autocarro para “Guatavita”. Mais uma vez, devem pedir ao condutor para vos deixar no sítio mais próximo. Da paragem até à lagoa são 7 km de caminhada ou 60.000COP (18€) de táxi. A entrada custa 17.000COP (5€). Aproveitem para conhecer a pequena vila de Guatavita, mas a atração é, sem dúvida, a lagoa, por remeter ao El Dorado. 365 dias no mundo estiveram 4 dias em Bogotá, de 10 a 14 de Junho de 2017 Classificação: ♥ ♥ ♥ ♥ Preços: barato Categorias: cidade, cultura, arquitetura Essencial: Catedral de Sal, Museo del Oro, Casa de la Moneda, Guatavita, La Candelaria, La Macarena, Monserrate, Carrera 7, Plaza Bolivar, Museo Botero Estadia Recomendada: 7 dias https://365diasnomundo.com/2018/01/12/bogota-colombia/
  7. 1 ponto
    Estou um dia adiantado no roteiro, não fiz Chavin de Huantar. O trekking Santa Cruz, que é o mais famoso de Huaraz, dura 4 dias e 3 noites, se não me engano. Sobre as de Cusco, trilha inca 4 dias e 3 noites, Inca jungle 3 dias e 2 noites e Salkantay Trek 5 dias e 4 noites. São as mais famosas também. 0ara as duas primeiras é recomendado reservar com antecedência, já a Salkantay não tem muita procura. Até agora o roteiro está caminhando bem, com um dia de sobra, na verdade ele está bem folgado, pois se surgir qualquer contratempo, eu não o comprometo. Amanhã se Deus quiser estarei fazendo o tour de Buggy e sandboard em Huacachina.
  8. 1 ponto
    Pessoal, Fui vacinada em 2008 contra febre amarela e tirei o certificado internacional no posto da Anvisa. Foi superfácil: levei a carteira de vacinação e pronto. Nesses documentos ficou registrada a informação de que a vacina era válida por 10 anos. Recentemente houve uma mudança no protocolo e agora se considera que a vacina dá imunidade vitalícia. Ou seja, basta uma dose: https://viajante.anvisa.gov.br/viajante/hotsite/validade_civp.html "Viajantes portando CIVP cuja validade da vacina esteja expirada, na data em que entra em vigor a supracitada medida, não têm a necessidade de obterem um novo Certificado com o termo “life”. O Certificado antigo já possui validade por toda a vida automaticamente a partir de 11 de julho de 2016." Essa é justamente a minha situação! Agora minha dose de 2008 tem validade para toda a vida, mas o certificado diz que vence este ano. Duvido que as autoridades migratórias tenham lido esse trecho do site da Anvisa. Alguém viajou com vacina "vencida" (que agora não é mais vencida) e teve problemas? Ou é melhor insistir na atualização do certificado? Eu estava justamente me programando para me vacinar novamente e atualizar a informação no CIVP. Eis que... - os postos de algumas regiões estão aplicando a tal "dose fracionada", que não dá direito a certificado. https://g1.globo.com/bemestar/noticia/febre-amarela-especialistas-explicam-o-que-e-a-dose-fracionada.ghtml Alguém aqui precisou mostrar passagem para conseguir direito à dose normal (não fracionada)? - Agora a Anvisa exige agendamento? http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia Como foi a experiência de vocês com o pré-cadastro e o agendamento? Precisou? É possível fazer sem agendamento? É rápido? Precisou comprovar que ia viajar?
  9. 1 ponto
  10. 1 ponto
    @Dan Wollker : se você já se vacinou, o próximo passo é obter o certificado da Anvisa. Para isso você vai precisar: - fazer o pré cadastro (ou não! Cada unidade da Anvisa está agindo de uma forma); - levar um documento de identidade válido, juntamente com a carteira de vacinação; - levar comprovante de que você vai viajar a um país que exija a vacina - isso também é possível que na verdade você não precise, mas em alguns estados estão exigindo. Resumindo: em azul é o que aparece no site da Anvisa como sendo necessário. E em negrito é aquilo que com certeza você vai precisar. Mais aqui: http://portal.anvisa.gov.br/certificado-internacional-de-vacinacao-ou-profilaxia
  11. 1 ponto
    Comprei passagens ida e volta Cusco-Lima para maio pela LATAM. Li todos as informações dos vôos e condições da reserva e não encontrei nada. Antes de efetuar a compra ainda perguntei uma amiga que trabalha na Latam Peru e ela disse que podia comprar tranquilo porque até ano passado essa taxa era cobrada sim, mas que agora já não cobram mais.
  12. 1 ponto
    @Ise Pires muito obrigado pelas palavras =) meu grego é bem básico e eu tbm preciso encontrar um curso para mim.. preciso e tenho obrigação de fazer. no final do meu relato eu dei algumas dicas de grego básico tbm... =) hadouken manda lambidas
  13. 1 ponto
    @chrisplanb Mano, dia 27 estou indo para Curitiba, a meta é tentar chegar até o Peru, sem grana e sem hora pra voltar, de lá quero pular pra outro lugar.
  14. 1 ponto
    Amigo, eu espero de coração que seja brincadeira este post. O voo sai às 5:55, você deve estar no aeroporto às 4:55 (se for nacional), e quer pegar o busão que sai às 5:00 e demora 25/30 minutos para chegar ao destino. Ou seja, até descer do ônibus, caminhar até o portão, passar pela segurança e chegar ao seu portão de embarque, com sorte você estará lá às 5:45 se tudo correr de forma rápida e sem nenhum imprevisto. Esquece essa ideia e vá de Uber, e saia de casa se programando para estar no máximo às 5:00 no aeroporto. Economizar dinheiro é bom, mas tem limite.
  15. 1 ponto
    A quantia é bem alta dá um diferença boa, compensa mesmo ir até o centro mesmo, o Aeroparque é muito próximo, na rua Sarmiento tem várias casas de câmbio compensa dar uma pequena pesquisada pra encontrar s melhor taxa, também tem o site DolarHoy.com que mostra algumas cotações.
  16. 1 ponto
    Só toma muito cuidado onde trocar, não dá bobeira com bolsa pelo centro. Eu não lembrava do banco la nación no aeroporto, talvez seja melhor trocar lá e guardar na doleira. Tomara que eles te deem notas de 200 e 500, assim não faz tanto volume.
  17. 1 ponto
    Para a Colômbia estão pedindo o Certificado Internacional já no embarque no Brasil. Sempre que pedirem em viagens para o exterior, será a Internacional, nunca o comprovante que a gente ganha no posto.
  18. 1 ponto
    Vá visitar a Ilha do Campeche e depois conte como foi: http://mochilabrasil.uol.com.br/blog/ilha-do-campeche-conhece-ja-ouvir-falar-quer-conhecer
  19. 1 ponto
    Falei hoje com duas agências e ambas deram a mesma informação de que os passeios estão sendo feitos até o local onde há um mirante e é possível contemplar o lugar, porém não é mais permitido o acesso "dentro" do parque onde era possível ir até a lagoa, pisar sob as pedras, etc... Não existe uma previsão de regularização, já que isso irá depender do andamento das obras para a criação de uma estrutura mínima que controle o acesso, delimite os passeios, ilustre as regras do local, etc... assim como é feito nos outros passeios, inclusive com a cobrança para a atração.
  20. 1 ponto
    Legal. Tem fotos?
  21. 1 ponto
    Meu primeiro relato de viagem é sobre Nobres, ou melhor, sobre Bom Jardim, distrito de Nobres onde estão os Balneários e Cachoeiras. Fui em Junho de 2015 e passamos 4 dias. 1º dia (quinta-feira) : Chegamos em Cuiabá as 17h (e para nossa surpresa estava frio), alugamos um carro e partimos para Bom Jardim, o trajeto durou em torno de 1h30mim. Escolhemos a Pousada Lagoa Azul/Anaconda turismo, que além de pousada tem um restaurante e também funciona como uma agência de turismo. Bom... fizemos chekin, jantamos no restaurante da pousada e fomos dormir (não há muito para se fazer a noite em Bom Jardim). 2º dia (sexta-feira): O dia amanheceu super nublado, mas estávamos animados. Tomamos café e lá pelas 10h fomos para o nosso primeiro passeio, a Cachoeira Serra Azul. A cachoeira fica localizada dentro de uma propriedade do SESC, o nosso guia nos levou para fazermos chekin e logo em seguida fomos para a cachoeira. Para chegarmos no local tivermos que subir vários degraus (mais de 200), foi bastante cansativo, porém como estava um pouco frio deu pra esquentar o corpo rsrsrs. Quando avistamos a cachoeira, percebemos que valeu a pena o esforço, ela é linda e quando bate o sol fica um azul piscina. Ficamos em torno de 1h:30min, e sim é cronometrado. No trajeto da cachoeira também tem uma tirolesa, porém, não estava funcionando quando fomos. Almoçamos e fomos para o nosso próximo passeio, Balneário Estivado. É um córrego de águas super límpidas com vários peixinhos. O local é bem rústico, mas valeu a pena. Nosso terceiro passeio foi no Boia Cross Duto do Quebó, é um córrego cheio de corredeiras (razoavelmente raso), mas o que mais nos chamou a atenção é a caverna de uns 200m em que o córrego passa, dá um certo "medinho", pois tem morcegos e é super escuro rsrsrs mas é bem tranquilo. Voltamos para a pousada, jantamos e nos recolhemos, pois como disse anteriormente, não há muito o que se fazer a noite em Bom Jardim. 3º dia (sábado): Tomamos café e fomos para mais um passeio, dessa vez uma tirolesa (não me lembro o nome), foi bem tranquilo e rápido. Almoçamos e fomos para o passeio mais aguardado, Aquário encantado. Chegamos na fazenda, fizemos chekin, alugamos uma câmera de ação e fomos para local. É surpreendente a cor da água, ficamos encantados, porém é como se fosse um poço pequeno, por isso também o tempo é cronometrado, pois há muitos turistas. Depois fomos fazer flutuação no Rio Triste, achamos até uma pequena arraia no local e a água é muito límpida. Voltamos para Bom Jardim e no entardecer fomos para Lagoa das Araras , nesse horário elas saem do ninho e ficam voando e gritando rsrsr bem legal de ver. Jantamos numa pizzaria perto da pousada e nos recolhemos. 4º dia (domingo): Tomamos café da manhã, fizemos chekout na pousada e retornamos para Cuiabá para pegarmos o nosso voo. Bom Jardim é um lugar super rústico, ruas sem alfalto, muita poeira, e pouca infraestrutura, é um lugar ideal para desestressar e apreciar a natureza. Não coloquei valores, pois fui há três anos. Todos os passeios que fizemos teve acompanhamento de guia. A maioria dos passeios são distante do distrito (Cachoeira Serra Azul - 25 km, Balneario Estivado - Bom Jardim, Aquario Encantado - 8km, Duto do quebo - 30 km, Lagoa das Araras - Bom Jardim). Bom...fica o relato e garanto que vale a pena conhecer.
  22. 1 ponto
    Começou por ser uma aldeia de pescadores, mas a sua história vai mais além, como contam os achados arqueológicos do povo que vivia nesta zona antes da chegada dos espanhóis, de etnia chorotega. Hoje, é um destino de referência para surfistas, o que faz dela uma praia cara, mas também o melhor destino da região para encontrar hostels. Circular de carro alugado nesta viagem é uma novidade. Já contámos no post sobre Monteverde que ainda pensámos em alugar uma autocaravana e chegámos a ver preços, mas ficava mais caro que o sistema de aluguer de carro+alojamento. A liberdade que temos em decidir o que queremos fazer durante o dia, o que visitar, a hora de saída para o destino seguinte, mesmo a forma como gerimos o tempo de viagem, é fantástico. Acabamos por parar em supermercados, apetrechar-nos de um kit para as refeições do dia e seguir descansados, sabendo que comida e transporte não nos faltará. Foi a primeira vez que embarcámos para um destino sem reservar quarto e não correu muito bem, porque chovia torrencialmente. Tentámos primeiro em Playa Cocos e aí era caro, só nos apareciam sítios a 55-60 USD, tendo até encontrado um hotel a 500 USD. Decidimos ir para Tamarindo quando percebemos que os hostels ficavam nessa praia. Chovia torrencialmente, o céu ficava completamente iluminado pelos trovões e nós continuávamos na estrada, à procura de um sítio para ficar. Visitámos 6 sítios e ficámos no último. Quando a chuva acalmou saímos para jantar e já não nos pareceu um destino para backpackers, mas sim para famílias em viagem. Preços acima da média, pessoal a jantar enquanto bebe um vinho, famílias inteiras a jantar ou a circular pela cidade. Até as lojas da cidade nos pareceram ser de gama média/alta. O que fazer: Junto à cidade, a praia mais popular da zona. Há desportos, concessões com cadeiras, campos de volley, bares. Ir a Playa del Coco. Tal como Tamarindo, é um destino popular, não recomendado parq quem gosta de estar sozinho. Ir a Playa Baia de los Piratas, se gostam de praias com pouca gente, está é a vossa praia. A água tem a temperatura ideal e cristalina o suficiente para fazer snorkeling. Vimos muitos peixinhos, o Tiago viu uma tartaruga e a Raquel lagostas. Há umas “ilhotas” no meio da praia que podem ser escaladas. Na estrada, junto às praia, há um terreno privado com macacos que aproveitam as mangueiras para se consolar e dar umas dentadinhas em quase todas. Ir a Playa Mina. Uma praia deserta, onde encontrámos só 5 pessoas. Esta praia tem menos rochas e é mais ampla. Melhor para ficar a torrar ao sol. Ir a Playa Conchal, mesmo esquema populista das praias de Coco e Tamarindo. Vendedores de rua, kayaks, resorts. Ir a Playa Flamingo. Mais a norte, é uma praia mais popular, como Conchal, Coco e Tamarindo. Ir ao Marino Las Baulas National Park. Onde ficar: O Hostel Selina é um bom hostel. Cama em dormitório custa 15 USD e quarto privado custa 40 USD. Tamarindo Backpackers. Tem piscina, as casas de banho são estranhas, não tem água quente, mas é confortável. A cozinha é bem equipada e tem AC nos quartos. Foi onde ficámos e conhecemos a Sabrina e o Bryan. Onde comer: Nari, comida italiana boa, mas não é barato. Asian Fusion Bistro, este sim é barato. Temos que agradecer à Sabrina por nos ter trazido até aqui. A Sabrina e o Bryan estavam no mesmo hostel que nós e foram à boleia connosco até às praias mais afastadas, menos concorridas, para fugir do spot de Tamarindo. Foi aqui que vimos a derrota de Portugal que falhou os 3 penaltis, fazendo a alegria dos Costa Riquenses da gelataria, que apoiavam o Chile. 365 dias no mundo estiveram 2 dias em Tamarindo, de 27 a 28 de Junho de 2017 Classificação: ♥ ♥ ♥ Preços: médio/caro Categorias: praia, noite, surf, natureza Essencial: Parque Nacional Marino Las Baulas, praias Estadia Recomendada: depende, 2 dias mínimo, para conhecer as praias à volta, mas podem ficar uma semana se forem amantes do surf www.365diasnomundo.com
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    Eu estou Chris !! Acabei de responder um post seu contando a sua história e esqueci de mencionar que também quero viajar assim... e agora vi esse post seu procurando cia e eu também to procurando companhia pra viajar sem dinheiro... Me chame no whats 41 99926-5169
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    Os parques mais famosos do Canadá são Banff e Jasper, ambos na província de Alberta e que servem como portal de entrada para as montanhas rochosas. Não acho que seja necessário visitar os dois, dá pra escolher um deles. Banff é mais turístico, Jasper é um pouco mais exótico, mas igualmente legal. Os parques mais selvagens do Canadá estão na costa leste, nas províncias de Nova Scotia e Newfoundland and Labrador. Não cheguei a ir para essas províncias mesmo tendo morado tanto tempo no Canadá , mas ainda pretendo ir. Em Nova Scotia a infraestrutura para o turismo é muito boa, apesar de serem parques selvagens vc dificilmente passa perrengue; em Newfoundland and Labrador a história já é outra, a infraestrutura é mais restrita (mas longe de ser precária). Se vc gosta de visitar parques nacionais pouco conhecidos, recomendo ir para lá, é um espetáculo à parte. Quando eu estava perto de me mudar para o Canadá ganhei o guia da Folha sobre o país; MUITO bom! Ajudou bastante, ele pega cada parte do país, por mais isolada que seja, e dá todas as dicas (coisas pra ver, fazer, locais pra comer, para se hospedar). Recomendo comprar, vende em qualquer livraria.
  25. 1 ponto
    Tudo em Gramado é Perfeito. Planejei tudo. Só faça os passeios que realmente vale a pena, em Gramado a maioria dos passeios e museus não são de graça. Faça o seu roteiro como nós fizemos o nosso . Outra coisa importante, naõ vá por agência que além de ser muito caro, garanto a você que gastamos bem menos do que gastaríamos se fóssemos por agência de turismo e olhe que nós fizemos muitas compras eim! Aqui vai umas dicas: 1 - Pesquise na internet pela decolar, booking, pelo site de gramado a melhor oferta de hoteis ou pousadas que fiquem no centro de gramado. 2 - Compre a passagem de avião com no minimo 5 meses de antecedencia à viagem. 3- Faltando 15 dias para viajar, compre a passagem de ônibus pelo site da veppo (empresa de ônibus que leva até gramado) . 4 - Chegando na rodoviária em Gramado compre passagem de volta para Porto Alegre e não deixe de verificar se o destino do bilhete está certo . 5 - Se você também quiser fazer também comprar os ingressos dos museus, alpen parque, etc. no site de Gramado tem isso tudo. Não fizemos o passeio pelas vinícolas, além de ser o dia inteiro visitando vinícola, não é nada barato; Ficamos hospedados no centro de Gramado . Não precisa alugar carro, é um gasto desnecessário mesmo. Tudo é bem perto e táxi é o que não falta além de ter também restaurante que leva o casal e traz de volta para o hotel. As pessoas são educadas e bem treinadas. Canela é um pouco mais distante, mas tem ônibus na rodoviaria que deixa você lá tranquilamente. Caminhe pelas ruas de Gramado e Canela, é muito gostoso e você conhece bem melhor a cidade. Não esqueça de comprar vinhos em Gramado e em Canela também além de queijo colonial e salame . Obs.: Leve bastante vinhos, se lembre que tem os amigos, parentes para presentear, fora você mesmo. Adorei o chocolate meio amargo da caracol, na minha opnião é o melhor. Depois da páscoa tudo fica mais barato, acredite se quiser. Se vocês não tiverem roupas de frio, deixem o primeiro dia para comprar roupas, dá tempo demais . Pesquise, fui na kikouros onde vende jaquetas boas e por um ótimo preço. Lá faz frio em abril, chega a 15 graus celsius ou até menos. 2º dia - Primeiramente visitamos os Museus de cera. Entrando você dará de cara com figuras ilustres (de cêra é claro) e se chegar bem cedo (na hora que estiver abrindo), poderá bater fotos tranquilamente . Seguindo ao lado, descemos no subsolo e rumo as motos Harley Davidson. Para quem gosta de uma boa cerveja e aquele som bem maneiro, tem uma cerveja Rasen (cerveja de gramado) para quem quiser levar para casa por um otimo preço, Se ligue que fábrica fica bem atrás do museu. Chamamos um táxi no museu, rumo a fábrica pegamos duas caixas com 4 cervejas cada, (tomei uma de cortesia lógico) e seguimos para os museus Super Carros e Dream Cars (carros antigos). Agora se lembre que se você quiser dirigir uma daquelas máquinas potentes, primeiro que você não poderá beber nada, depois terá que desembolsar uma boa grana, mas se o seu sonho é pilotar uma daquelas máquinas, não pense duas vezes, let's go ! Agora se a sua paixão é por carros antigos, então prepare mais ainda o bolso ou então simplesmente bata aquela foto para guardar de recordação... Almoce na frente ( a la minuta), pegue um taxi, va na cervejaria compre os kits de cerveja (da pra levar a bordo no aviao no maximo 5 litros por pessoa) e vá direto pra super carros e o museu de carros antigos. Quando estiver passando por aqui, se quiser bater uma foto junto essa locomotiva, é de graça pra bater a foto. Se entrar paga!! Não deixe de ir ao Lago negro, lá é muito lindo. Dá pra ir andando tambem, deixe a preguiça de lado. Vai precisar gastar calorias, pois Gramado é a terra das Guloseimas. No máximo 20 minutos de caminhada. Nao mata ninguem! Visite o minimundo(30 CASAL), lá é bem bonitinho, lugar bacana. Aldeia de papai noel tambem show de bola( gastei 32 casal). Parque do Caracol -(treno - 32 casal) 20 individual. Vc escolhe. O café colonial de Gramado é excelente, ele leva e traz (deixe pra hora do almoço). De um intervalo de um dia e va pra sequencia de fondue no jantar( fique sem almoçar , senão você não vai aguentar comer tudo). Se lembre que são três modalidades : fondue de queijo, depois de carne e por ultimo de chocolate, daí o motivo pra ir sem comer nada no almoço! Por ultimo, não deixe de ir na aldeia de Papai Noel, vale a pena conhecer o velhinho pessoalmente e pedir seu presente de Natal que ele ficou faltando dar... E por falar em presentes aproveitando a oportunidade ja que o velhinho esta aqui... Ah! Não esqueça de trazer um reloginho kuco pra mamae (vá na kukos),é carinho(750 com musica e passarinho cuco) mas ela merece! Reserve no minimo 5 dias em gramado e um em Porto alegre na volta. Se tiver algum amigo, vá até cambará do sul ( tem dois canions lindos(fortaleza e itambezinho). Só deu pra conhecer o itambezinho(aparados da serra) . Tem que ir cedo e ligar pra saber se ta podendo visitar. FIM.
  26. 1 ponto
    Felizmente para a Trilhas & Rumos e infelizmente para nós já se vai 1 década em que ela mantém a supremacia no mercado em se tratando de marcas nacionais (mesmo as barracas sendo produzidas na China) de uma mesma categoria de uso: três estações, qualidade e faixa de preço, onde ela praticamente só compete com ela mesma, vide: Super Esquilo 2 e Cota 2. Ambas para 2 pessoas, quase o mesmo peso, dimensões equivalentes, coluna d’água iguais e preços similares. [mostrar-esconder] [/mostrar-esconder]Minha Super Esquilo já pegou muita água e vento e não posso me queixar do seu desempenho pelo preço que custa, em minha opinião ainda é a barraca que oferece a melhor relação custo X benefício do mercado interno. Todas as selagens das costuras se soltaram a muito tempo mas isto acontece com todas as marcas em função do uso pela soma da dilatação, contração, umidade e ressecamento. As únicas diferenças significativas que eu vejo entre a Super Esquilo e Cota é com relação a ventilação e o avanço onde na Cota a ventilação é maior devido ao design de entrada lateral, portanto tem porta e tela mosquiteiro mais abrangentes (isto porque estou comparando só o modelo de uma porta) além dos respiros nos tetos ficarem mais distantes e no sentido longitudinal. Por sua vez a Super Esquilo possui um avanço melhor devido a existência da terceira vareta que nos permite um uso mais amplo dessa área além de proteger melhor o interior da barraca durante a chuva, pois as aberturas do avanço terminam bem afastadas da porta ao contrário da Cota que terminam bem em cima. E é essa terceira vareta que confere a Super Esquilo o peso extra em relação a Cota. Também tenho uma Falcon 2 da Náutika para trekking e já até levei pra passear nas montanhas da Bolívia e Perú, como muito já foi dito não é pra se exigir muito e bem montadinha cumpre bem sua função, só não agüenta chuva forte, pois com resistência de coluna d’água de 800 mm começa gotejar em pouco tempo. Mas... Como eu não estava disposto investir muito dinheiro (e ainda não estou) em uma barraca 100% gringa, nem adquirir uma barraca que não seja autoportante também não compraria uma Mini Pack da Azteq ou sua concorrente direta a Bivak da Trilhas, pois acho que custam demais pelo que oferecem. Abraços.
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