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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 27-03-2018 em todas áreas

  1. 2 pontos
    Salve Galera! Primeiramente gostaria de deixar aqui meus agradecimentos a todos que deixam seus relatos e tiram dúvidas diversas sobre destinos, mochilões e coisas relacionadas aqui. Foi de suma importância esse site pra definir meu primeiro mochilão, roteiros, informações turísticas, onde comer, onde pegar ônibus pra tal lugar e etc. Muito obrigada Mochileiros.com! Meu mochilão ficou entre as capitais e cidades mais próximas da região Nordeste. Não conhecia nada das terras nordestinas então optei por esse roteiro. Não me arrependi! Procurei economizar na onde dava pra economizar, por exemplo: procurando locais mais em conta para comer e andando de transporte público. Fechei alguns passeios com agências de turismo mas pesquisava sempre o menor preço antes (fechava mais por comodidade e também pra poupar tempo). Não fazia rolê noturno (tipo balada, barzinho etc), curtia a vibe do dia e dormia cedo já que lá 5 da manhã já tá um sol para cada um. Roteiro 27/02 São Paulo indo p/ Natal. 28/02 Natal/Pipa 01/03 Natal (esse dia choveu o dia inteiro e uma chuva forte, dei um rolê na orla da praia de guarda-chuva mesmo só pra não perder o dia kk) 02/03 Natal indo p/ João Pessoa 03/03 João Pessoa 04/03 João Pessoa indo p/ Recife 05/03 Recife/Olinda 06/03 Recife 07/03 Recife indo p/ Maragogi 08/03 Maragogi/Praia do Antunes e Ponta do Mangue 09/03 Maragogi 10/03 Maragogi indo p/ Maceió 11/03 Maceió/São Miguel dos Milagres 12/03 Maceió/Praia do Gunga 13/03 Maceió indo p/ Piranhas 14/03 Piranhas/ Cânions do Xingó 15/03 Piranhas/Rota do cangaço (manhã) - Canindé de São Francisco (tarde) indo p/ Aracaju (noite) 16/03 Aracaju 17/03 Aracaju indo p/ Salvador 18/03 Salvador 19/03 Ilha de Itaparica e Frades 20/03 Salvador 21/03 Salvador indo p/ São Paulo Natal Cheguei a tardezinha no Aeroporto que fica em outro município. Dá pra ir de ônibus mas optei por ir de transfer. Fiquei hospedada em Ponta Negra, polo turístico de Natal, achei legal várias opções de comida barata e mercadinhos. Fiquei hospedada no Rock'n Hostel, hostel legal o único problema é que não havia um funcionário pra realizar a limpeza diária dos quartos e banheiros e necessitava de alguns reparos no local, fora isso, boas acomodações, ar-condicionado (item importante no Nordeste né? ), café da manhã ok e localização ok também. Pipa, não pernoitei lá por questões de vacilei mesmo, poderia sim ter ficado lá mas enfim. Fechei um passeio bate-volta pra lá com uma agência Natal Praias, a van passou no hostelde manhã levou ate a praia central de Pipa e depois de mais ou menos 2 horas ou 3 nos encontramos num ponto x para irmos até a praia do amor. Se vc for a Pipa de excursão não caia na cilada de deixar para almoçar no restaurante da Praia do Amor, nesse dia eu cai no pega-turista e fiz a minha refeição mais cara de toda viagem! Comam no centrinho da vila que tem opções bem baratas, andando e perguntando vc encontra. O passeio é legal te deixa no mirante da Praia de Cacimbinhas, que tem um visual MARAVILHOSO. Assim, se vc tiver numa viagem pocket vale a pena, se não, pernoita lá que é sem erro. No dia depois eu iria a João Pessoa, mas choveu horrores e acabou eu ficando mais um dia em Ponta Negra, sendo assim fui com chuva mesmo dar um role nas redondezas, fui a orla e almocei num pf baratinho, o resto do dia eu dormi. Não sai a noite, comprava umas brejas no mercadinho e ficava tomando no hostel mesmo, trocando ideia com o pessoal. Para ir até a rodoviária peguei um ônibus na av. principal de Ponta Negra, Av. Roberto Freire, o ponto que passa os ônibus para a rodoviária é no sentido oposto ao morro do careca. Ônibus 66-Cidade Esperança (Via Bom pastor) 3,35 a passagem, só pedir pra descer na Rodoviária. Demora um pouco, tanto o trajeto quanto o ônibus então é bom sair mais cedo. A viação que eu viajei para JP foi a Progresso, comprei a passagem no guichê deles ali mesmo na rodoviária antes de embarcar, peguei os horários que me interessavam mas dá pra entrar no site e vê os demais: 11:00 / 15:00 / 17:40. Há também outra empresa a Viação Nordeste, passagem mais cara em 10 reais de diferença, com horários: 11:30 / 15:30 /18:30. Gastos: Hospedagem (3 diárias de 35$) 105,00 + transfer aero/hostel 40,00 + passeio pra Pipa 45,00 + alimentação 130,00 + ônibus p/ rodoviária 3,35 + ônibus para João Pessoa 40,15 = 363,50 Total. João Pessoa São só 3 hrs mais ou menos de Natal a João Pessoa. Cheguei na rodoviária e de frente tem um terminal de ônibus, lá passa ônibus para maioria dos lugares. Vc precisa pagar pra entrar no terminal numas catracas, atravessar ela e entrar, quando passar o ônibus vc entra pela porta do meio. Me hospedei no Jampa Hostel (Atenção pagamento somente em Dinheiro) na Praia do Bessa, hostel ok, só meio chato a parte que quando dá 20:00hrs vc entra pelo hotel que tem atrás do hostel pois a recepção não funciona depois desse horário, na real não entendi se não funcionava a recepção ou era só pra complicar a vida do hóspede kk, no mais era tudo ok. Em Jampa, eu deixei pra conhecer a cidade mesmo, andar de ônibus e tal. Fui ao centro histórico, pra ir da onde eu estava hospedada (praia do bessa) eu tinha opção de dois ônibus 601 ou 513 (não lembro o nome deles, mas vai de número que é certo) passava na av. do hostel e me deixou bem perto da praça antenor navarro, dali eu perguntei como fazia pra chegar na Igreja São francisco (a mais famosa e que possui uma visita guiada bem como um centro cultural, paga-se 5,00 ou 6,00 pra entrar, se não me engano) e do outro lado da praça o Hotel Globo que no dia em que estive lá estava em reforma, mesmo assim adentrando pela área externa consegue-se ter a vista do Rio sanhaua. Eu pedi pro cobrador do ônibus me deixar no ponto próximo a Igreja que é no alto de uma ladeira punk mas ele me deixou na praça, se acontecer isso tudo bem, se informa e a praça liga os dois pontos turísticos, pra voltar é só espera no mesmo ponto que desceu (caso não se lembre em qual ponto desceu, basta ler as placas, tá informando os números dos ônibus que param naquele ponto, tem uns três na mesma calçada então veja onde para o seu e fique nele.) Dali eu peguei o mesmo ônibus e fui para a Praia de Tambaú, no mercado de artesanato Paraibano, gente é muito lindo tudo e na Paraíba é tudo mais em conta, se quiser levar lembrancinhas e tal compre lá em João Pessoa. A praia é legal e mais movimentada do que a do Bessa, eu achei a do Bessa mais bonita. Aqui eu faço um adendo: descobri um restaurante maravilhoso de comida típica e/ou trivial mais em conta de toda a viagem. Panela's di Barro, fica ali na Praia do Bessa próximo ao hostel na AV. Presidente Nilo Peçanha nº 159, Bessa. Manooo, 10 REAIS um Prato feito (comida muuuito boa) COM SUCO. O dono uma pessoa super simpática, a decoração é mais nordeste que tudo. Eu amei. Fui embora no domingo cedo, e o mesmo ônibus que peguei para todos os lugares me servia pra ir a rodoviária também. Lindo lindo, cheguei e comprei minha passagem para Recife também da Viação Progresso, mesmo valor de Natal x João Pessoa 35,00+ 5 taxa de embarque, com horários: 07:30/08:30/09:30/10:30/12:00/13:30/14:30/15:30/16:30/17:00/19:15. Tem a viação Total que é o mesmo valor com horários: 7:00/8:00/9:00/10:00/11;15/12:45/14:00/15:00/16:00/17:00/18:30. Gastos: Hospedagem (2 diárias de 38$) 76,00 + Alimentação/Lembrancinhas 75,00 + Transporte público 17,75 + Centro Cultural São Francisco 3,00 + Passagem ida Recife 40,20 = 212,00 Total. Recife Cheguei em Recife cedo e da Rodoviária até o hostel foi demorado o trajeto de transporte público, a rodoviária é bem longe de tudo. Peguei o metro sentido Estação Recife, como era domingo paguei 1,60 de passagem, desci na estação Joana Bezerra e de lá peguei um onibus até Boa viagem onde eu ficaria hospedada, há duas opções de ônibus desse terminal: 026 (Aeroporto/Joana Bezerra) ou o 080 (Boa Viagem/Joana Bezerra). Fiquei no hostel Piratas da Praia (Atenção Pagamento somente em Dinheiro) hostel sensacional, gente bacana, vários gringos, a decoração impar, localização 10 só que não tem café da manhã, sem problemas pra mim pois havia um mercado do lado do hostel e um extra gigante na av. próxima a ele. Como era domingo, eu fui correndo pro centro antigo, do hostel até o centro eu peguei o onibus 032 Setubal e pedi pro cobrador me avisar o ponto mais próximo do marco zero, ele me deixou bem antes pq como era domingo algumas ruas e av. ficam fechada para onibus e carros transitarem. Fui ate o marco zero, show de bola! Muita gente no recife antigo de domingo e isso é bom pq vc se sente mais confiante para andar nas ruas sozinha, Recife antigo vá aos domingos! Vi de grátis ensaio de maracatu, forró e de quebra a Feirinha de Bom Jesus com muuuuuita coisa bonita e baratinha! Fui ao Museu Cais do Sertão, vale a pena, da pra ir a pé e depois voltar para visitar o Paço do Frevo.Na hora de ir embora eu andei ate a praça do diário, precisa atravessa a ponto do Rio Capibaribe não sei explicar direito mas sempre ia perguntando e chegando ainda confirmei se ali passava o onibus e fiquei aguardando. Segunda-feira fui dar uma volta na Praia de Boa Viagem, para mim é igual andar nas praias do Guarujá, vários prédios e carros. Dali, voltei ao hostel eu fui a Olinda, de ônibus, na mesma av. que passa onibus para o centro passa o 910 Piedade a diferença que esse é mais caro, 4,40. Pedi pra descer próximo ao centro de informações turísitcas e o ônibus todo desceu no ponto também. Há muitos guias oferecendo o serviço para se conhecer Olinda, como estava com uma menina que conheci no hostel optamos por fazer sozinhas, no centro de informação turísticas eles fazem um roteiro pra vc num mapinha da cidade e vc consegue ver isso em uma tarde. Foi o que fizemos começamos pela Igreja São Francisco que é na lateral da Praça do Carmo, assim a subida era menos intensa pq começando ao contrário vc já pega a Ladeira da Misericórdia que pelo nome já diz tudo. Vimos a Olinda pocket kkkk, Alto da Sé, Igreja e mais Igreja, Casa do Alceu Valença e etc.. Terminamos o circuito e fomos comer alguma coisa ali perto e pegamos no ponto de frente da praça do carmo o ônibus de volta 910 que demora bastante mas uma hora passa. kk Deixei pra ver o museu-memorial de Chico Science e Luiz Gonzaga, Casa da Cultura e Mercado São José na terça-feira, só que era feriado lá e os museus estavam fechados, o mercado na hora que cheguei tava fechando e na Casa da Cultura pouquíssimas lojas abertas. Enfim, devia ter feito outro passeio mas acontece. Pra fazer essa parte que fica do outro lado do Marco Zero peguei no mesmo ponto da av. o ônibus 061 ou 071 e pedi pra descer no Mercado, o ônibus para no Cais de Santa Rita e vc atravessa e o mercado já está de frente, dali perguntei como fazia para ir no Pátio São Pedro onde ficam os museus-memoriais e é pertinho mas como não havia nada na mesma rua eu perguntei como ia a Casa da Cultura e foi numa reta só dali que eu cheguei no lugar, vi algumas lembrancinhas e fui para ver a rua aurora, também perguntei e beirando o Rio, avistei a Rua que ficava do outro lado, mas não fui, vi dali onde eu tava de frente para as casinhas coloridas e cansada de andar fui pra Praça do diário pegar o onibus de volta pro hostel. Na quarta-feira fui para Maragogi, e nesse trajeto ficou muito vago várias informações que busquei aqui no site e no google. Bem, há duas opções pra ir a Maragogi de Recife, a primeira que é pegar o onibus da Real Alagoas com destino a Maceió, pagar a tarifa cheia (80 e poucos reais) para descer na BR e ir andando, sendo que só tem um único horário desse ônibus que passa por Maragogi, se não me engano é por volta das 18:00 hrs ou na segunda opção que escrevendo parecerá complicado mas é mais fácil na prática. Em Recife eu peguei o ônibus 062 Piedade e desci na Av. Dantas Barretos, essa avenida é bem conhecida e movimentada, andei na av. sentido Forte de 5 pontas e ali na av. saem ônibus para cidades do interior, é na calçada mesmo vc paga ao motorista (Atenção Pagamento só em Dinheiro) e embarca no ônibus, qualquer coisa só perguntar onde saem onibus para Barreiros e São José da Coroa Grande, dá pra descer nessas duas cidades e pegar uma van até Peroba, primeira praia de Maragogi. O ônibus é da Viação Progresso, eu optei por ir até São José, paguei 22,00 reais cheguei na cidade e peguei a van até Peroba 2,00 reais (não há mais vans que vão direto ao centro de Maragogi, acho q rolou alguma treta desses transportes alternativos e não podem atravessar a divisa dos estados PE / AL, ai eles vão até essa primeira praia mas chegando no ponto final já tem várias outras vans indo pra Maragogi que custam 4,00. Ps: Horários dos ônibus para São José da Coroa Grande: 9:15/13:40/15:00/18:10 Horários p/ Barreiros 07:30/ 08:30/ 10:30/ 11:30/ 12:30/ 14:30/ 15:30/ 16:40/ 17:10 Gastos: Hospedagem (3 diárias sendo q um dia eu fiquei no quarto de 50$ depois eu fui para o de 40$) 130,00 + Alimentação/ lembrancinhas 146,00 + transporte público 26,40 + Museu 5,00 + Passagem para Maragogi 28,00 = 326,00 total. Maragogi Peguei o ônibus em Recife as 9:15 e cheguei a tarde por volta das 15 hrs em Maragogi pq o onibus para em muitas cidades entre Recife e São José. Fiquei hospedada no Tropicalista Hostel, de longe o ambiente q mais me senti em casa, os donos são maravilhosos, peguei várias dicas com a Dani sobre o meu próximo destino (Piranhas) e o ambiente mega limpo, boa localização, e staff sensacional. Não fiz os passeios para as Piscinas Naturais, não senti vontade. Fui a Praia de Antune e Ponta do Mangue, e pra mim valeu mais que tudo! Joguem no google e as imagens que aparecer é o q vc vai ver na realidade, sem truque de photoshop! São paradisíacas de verdade!! E o melhor de tudo, você pega uma van no centro de Maragogi, por 3,00 reais e elas te deixam na praia, na verdade na estrada mas até ai é só vc andar alguns metros e já da de cara com aquele marzão. Pra voltar, só atravessar e pegar do outro lado. Sem problemas, só tomar cuidado ver se não vem carros dos dois sentidos e correr, por não ter pontos de onibus não se preocupe em qualquer lugar que vc ficar a van vai para pra vc, só da o sinal kk . Aqui eu faço uma observação, em Maragogi vende-se muito passeio de buggy pro litoral norte a preços de 50 ou mais por pessoa, vendendo passeios pra praias que na verdade são a mesma praia, por exemplo Praia do Xáreu e Praia da Bruna, essas praias são na verdade a Praia de Antunes, xáreu pq é o nome de uma fazenda que tem no trecho da praia de antunes e praia da bruna pq um dia Bruna Lombardi foi a Praia de Antunes, tomou um banho e já era, a galera inventou esse nome. Sem contar que todas essas praias de Peroba a praia de Maragogi vc pode fazer de van pagando 3 ou 4 reais. Fica a dica. Na Praia de Maragogi vc andando sentido sul tem o encontro do rio com o mar, lá é maravilhoso, calmo e limpo. Vale a pena ficar pra ver o por do sol. Sábado fui embora para Maceió na Van das 12:00 hrs. Essas vans saem onde todas as outras saem, que é numa praça no centro de Maragogi mesmo. Tem um barzinho na rua de traz da rua da praia que chama Pallets, lá é foi o único lugar que fui pra tomar uma breja e escutar um som, funciona até as 2 hrs da manhã eu acho e a breja com preço justo. Os horários das vans de Maragogi para Maceió é: 4:50 / 5:50/ 9:20/ 12:00/ 14:40/ 17:00. E de Maceió pra Maragogi é 5:30/8:40/11:20/13:25/16:30/18:20 Gastos: Hospedagem (3 diárias de 40$) 120,00 + Alimentação 119,00 + Transporte 6,00 + Passagem para Maceió 22,00 = 250,00 total Maceió Em Maceió eu fiquei hospedada pelo Airbnb, num quarto de um ap localizado na Jatiúca, era um bairro caro e longe das praias de Ponta Verde e Pajuçara. Fiquei sabendo que o hostel Brazuka é uma boa opção por lá, mas como fiquei na dúvida eu optei por esse tipo de acomodação, me arrependo pois não conheci ninguém e acabei fechando dois passeios para os dois dias na cidade. Domingo fui a São Miguel dos Milagres de excursão ( na real não é passeio, é só translado mesmo e eles botam o nome de passeio)por 50,00 reais com a Maceió Turismo, foi bom por ser um bate e volta, a grande sacada desses passeios é os chamados "passeios opcionais" que são os passeios que não está incluso, tipo buggy, lancha e tal. Era 50$ para ir de buggy até as praias 5 estrelas, top five do Brasil, a Praia da Laje e Patacho. Não fiz, fiquei só na praia que paramos e fui pra parte mais deserta que é bem mais bonita sem a muvuca de guarda-sol. Lá em São Miguel é bacana, havia uma outra praia mais bonita cheia de coqueiros e casarões só que tinha que atravessar um pedaço de mar que eu fiquei com medo por não saber se dava pé então não fui. Talvez vale pernoitar por lá e explorar mais, é bonito. Não opinarei pq fiquei por pouco tempo lá. Com a mesma empresa eu fechei o passeio (translado) para a Praia do Gunga, parando na Praia do Francês e Barra de São Miguel para foto. As duas praias, Francês e Barra, achei bem menos que a do Gunga, essa é uma praiona da porra, a parte central onde tem guarda-sol e restaurante pra mim pareceu a disney aquática do nordeste, várias banana boat, escorregador na areia e tal. Fui para parte mais deserta e fiquei por lá na sombra de um coqueiro (a primeira praia que pude contemplar uma sombra natural). Novamente, os passeios de buggys e lanchas como atrativos eu não fiz, até queria ver as famosas falésias do Gunga , maaaas dispensei. No geral Maceió é só um ponto de apoio para passeios nas praias de municípios próximos, o que é uma pena, por ser uma capital achei bem fraco centro histórico e lugares para propagar a cultura e história Alagoana, não sei, talvez tenha e eu que mosquei mas foi essa minha impressão. Outro ponto bem triste é que as empresas de turismo não jogam limpo com o turista, por exemplo, nos dois passeios que fiz me informaram para não sair andando pela praia pq havia assalto pelas partes "desertas", fazendo um terror psicológico para você ficar no restaurante parceiro deles consumindo ali. Acho sacanagem pq realmente vc fica pensativo se deve caminhar pela praia ou não devido esses comentários de guias turísticos, e acabam também difamando o lugar. Não me abalei e ia andando pela praia de boa, sempre alerta é claro só que não vi nada e não me aconteceu nada, então não se deixe levar pelo que eles dizem vai na sua e tá tudo certo. No outro dia fui a Piranhas, e também achei meio vago informações de como chegar lá de Maceió e alguns caminhos loucos que a galera falava. Bem há algumas opções de chegar em Piranhas de Maceió. Há opção de pegar um ônibus para Delmiro Gouveia na rodoviária de Maceió e pedir para o motorista parar no trevo das cidades, Olho d'água do Casado x Delmiro x Piranhas e pegar um moto táxi pra descer pra parte histórica (a verdadeira Piranhas) ou a opção (que eu escolhi) de pegar uma van que sai da rodoviária de Maceió direto para Piranhas. Essa segunda opção é limitada pois sai apenas um horário de segunda a sexta 12:40 e aos sábados se não me engano 11:30 e 12:40, ela passa por Arapiraca São José da Tapera, enfim é um rolezão e vc acaba chegando a noite em Piranhas mas para mim foi a melhor opção. O motorista da van é o Ricardo, gente finíssima (o whatsapp dele é 82- 988273802) e até rola de marcar algum ponto para ele buscar mas precisa fazer parte da rota dele. É tranquilo, a van é com ar-condicionado e credenciada pela ARSAL (as mesmas que fazem para Maragogi, Japaratinga e etc ), como eles dizem é um transporte complementar, que ajuda muito a vida do mochileiro. A van custa 45,00 até Piranhas. Gastos: Hospedagem (3 diárias de 48 + taxas do Airbnb ) 150,00 + Alimentação 77,00 + Passeios 80,00 + Onibus até a rodoviária acho que foi uns 4,00 + Van para Piranhas 45,00 = 360,00 total Piranhas Nessa cidade se prepare para gastar um bucadinho e leve dinheiro em espécie, lá os pontos são muito distantes então você precisará andar de moto táxi e a cidade histórica não possui mercado só alguma coisa e outra de conveniência, o lugar mais estruturado é no bairro Xingó, onde denominam de Piranhas Alta que é distante e nada turística, tem mercados posto de gasolina enfim, bem bairro mesmo. Eu fiquei hospedada num hostel (eu achei bem difícil hostel ou hospedagem em conta) que a Dani (proprietária do hostel em Maragogi) me indicou, foi na Casa do Turista - Ctur, eles são novos estão há um ano lá e achei bem arrumadinho, café da manha excelente e as diárias por 60,00, o mais barato ( whatsapp 82-981693185, tem instagram que eles respondem via direct é Casa do turista de Piranhas). Há um Albergue, Albergue Maestro Egildo, que era minha primeira opção de hospedagem na cidade, só que é um albergue mesmo e sei lá já ouvi galera falando que é ok e tal mas preferi ficar nesse depois de ótimas indicações. Tem também Hospedaria Casa, alguma coisa assim que é em conta também. Esse Casa do turista fica bem na entrada da cidade histórica e os donos Kiko e Taynan são sensacionais. Como o passeio para os cânions e pra pegar o onibus para Aracaju saiam de Canindé, negociei com eles os translados e foi a melhor coisa, cômodo e mais econômico. Para o passeio nos Cânions eu fechei com o Restaurante Castanho e foi o mais barato, 90,00 reais. Esse passeio o embarque e desembarque é na Praia da Dulce e é menos muvucado que aqueles que saem do Restaurante Karrancas. Achei muito lindo também o restaurante que é em outro ponto do Rio São Francisco, opção de self-service é 40,00 mas havia tomado um cafézão e não comi lá. Para fazer o passeio dentro da Gruta do Talhado, precisa-se ir de barco menor pois lancha nem catamarã entram, o valor é de 10,00 reais e vale a pena. Já a Rota do Cangaço fiz com a Estação Ecológica Angicos, por 60,00 reais, esse passeio sai de Piranhas mesmo no Porto e vai até o Restaurante que fica na Fazenda Angicos. De lá vc paga 10,00 reais e faz a trilha da Gruta Angicos. Gente, é muito louco. Ali onde Lampião e outros cangaceiros foram mortos numa emboscada. A trilha não é muito punk não, dá pra encarar, vá de tênis e chapéu e tá de boa. Não sei quanto era o almoço lá pq não almocei, fiquei tomando banho de rio. O passeio para os Cânions via Castanho saem as 10:30 retorna umas 15 hrs e o passeio da Rota do Cangaço saem as 9:00 e retorna as 14hrs. Tem também o museu do Sertão que fica no centrinho e abre as 9 e o mercado de artesanato que abre no mesmo horário e fica em frente ao museu. Piranhas dá pra ficar dois dias tranquilos, dá pra subir nos dois mirantes da cidade e ver um por do sol muito lindo no mesmo dia ir a um dos dois passeios e ainda visitar o museu e mercado. Para ir de lá para Aracaju, eu comprei a passagem na rodoviária de Maceió pela viação ROTA que faz Paulo Afonso x Aracaju passando por Canindé de São Francisco e mais 3 cidades eu acho, foi 36,50 reais. Aqui é uma informação que eu não sabia, o dono do hostel sabia e me informou. Quando comprei a passagem lá em Maceió o cara do guichê disse que eu ia espera o onibus na rodoviária de Canindé, porém, o onibus as vezes não passa por lá, ele passa e para para embarque e desembarque num "ponto de apoio" que é uma Lanchonete ( nome: Ótimo Lanche na av. Ananias Fernandes) na av. principal da cidade, logo na frente tem uma placa da Rota bem grande e todo mundo e os moto taxi sabem onde é, ali é tranquilo vc fica aguardando dentro da lanchonete mesmo o onibus que vem de paulo afonso. É importante e se possível comprar a passagem antes pois tendem a ficar bem cheio o bus. Existem outra maneira de ir para Aracaju, também via Canindé pelas Vans alternativas da CoopertalSE que dominam a rodoviária da cidade (talvez por isso o onibus da viação Rota não passe por lá) e passam por todo o Sergipe até chegar em Aracaju rsrsrsrs além de informações sobre assaltos frequente a elas. Se vc quiser, não deixa de ser uma opção. Não sei quanto custa a passagem deles. Obs: Para comer eu vi aqui num relato o Restaurante da Dona Madalena que fica próximo ao Mercado de Artesanato, não é um restaurante, na verdade Dona Mada faz quentinhas (marmitex) então ela não possui estrutura de restaurante mas caso vc esteja só ou com mais uma pessoa e queira comer ali ela abre a casa dela para vc sentar-se a mesa e comer, literalmente comida caseira kkkk.. O preço é imbatível: 12,00 bem servido! Gastos: Hospedagem (2 diárias de 60,00) 120,00 + Alimentação 60,50+ Passeios 170,00 + translado dos passeios e embarque para Aracaju 50,00 + Passagem de onibus para Aracaju 36,50= 440,00 total Aracaju É umas 4 horas de Canindé até Aracaju. Fiquei hospedada no hostel Luar da Praia, no bairro Coroa do Meio, nota 10, Gibson é um cara super bacana e o hostel é bem grande com psicina e tudo mais, super limpo e com ar-condicionado nos quartos. Aracajú me surpreendeu positivamente, cidade organizada, limpa e muito cultural. Conheci o centro histórico em um dia e valeu super a pena passar nessa capital. O mercado de artesanato é gigante e tem muita coisa, bem barato, tanto quanto em João Pessoa, e bem cara de mercadão mesmo, ali me senti realmente nos mercados do nordeste. O centro cultural havia um guia, Pedro, que fala de Aracaju com muito amor e não teve como não adimirar depois das explicações e curiosidades dessa cidade. Amei. Não deixem de conhecer Aracaju! Dali do hostel até o Centro pode pegar os onibus que saem de Atalaia que é o polo turístico de Aracaju e é o bairro do lado, tem o 008 ou 051 , comecei pelo Museu de gente Sergipana (museu show, super interativo, vale a visita e é gratuito) onde o onibus para em frente é só atravessar a av. e para ir ao centro cultural e ao mercado é só seguir reto pela av. Achei super fácil andar lá, na volta fui conhecer a orla de Atalaia, é bem turistão, bonita e tal mas por estar cansada eu nem vi muita coisa e fiquei ali na ponta onde tem a feira do turista e o centro cultural j. inácio, bem caro e curti mais o centro De Aracaju eu fui de carona pelo Bla blá car até Salvador, e foi 50,00 reias, gerlamente a passagem pra lá é de 65,00 pra cima e é demorado pois passa em algumas cidades levando mais de 6 hrs pra chegar em Salvador de Aracajú, se surgir uma carona nesse esquema compensa ir pq em menos de 5 :30 hrs vc já está lá. Gastos: Hospedagem (2 diárias de 40$) 80,00 + Alimentação/Lembrancinhas 60,00 + transporte público 7,00 + uber da rodoviária ate hostel x hostel para rodoviária 43,00 + Passagem p/ Salvador 50,00 = 240,00 total Salvador Ai mermão, foi onde eu desandei kkk não contabilizei mais o que gastei pq encontrei uma amiga lá e acabamos dividindo algumas coisas e tal, mas por cima vou dizendo o que gastei. Fiquei hospedada no Pelourinho rua de cima da Baixa dos Sapateiros no Açaí Hostel, bacana o hostel, camas espaçosas, ar-condicionado e o dono nunca estava então a galera dava uma arrastada rsrs, bem legalize, muito gringo acho que de brasileiro havia eu, minha amiga e uma menina do Rio Grande do Sul. Salvador é um mundo a parte, muita coisa rolando. Acho q 4 dias que fiquei foi ok. Tipo a cidade é histórica, achei o Pelourinho mais bonito que Olinda arquiteturamente falando, terça e domingo são dias bacanas pra ficar andando por lá, segunda a noite já achei meio sinistro, há opções baratas para comer e também o artesanato não é absurdo de caro como no mercado modelo, mas é aquilo o que já ouvimos falar de lá, muita gente em situação de rua, pedintes, galera do bem e galera do mal. Fiz o que chamam de passeio as ilhas na segunda-feira, fomos na Ilha de Frades e Itaparica, achei o passeio muito rápido pq é longe e vc chega a ficar no máximo 2 hrs em cada lugar, de barco leva 1:30 pra chegar em frades e pra voltar pra salvador de itaparica. Paguei 30,00 reais no dia do passeio pela Cassi Turismo, acho pq chegamos já tava em cima da hora o cara fez esse preço, então uma dia é arriscar fechar no ultimo segundo kkkkk Na terça fui aos museus afro e de arqueologia da UFBA, achei maneiro. Quarta-feira na Fundação Casa do Jorge Amado a entrada é gratuita. Da onde estávamos fomos para a Igreja do Senhor do Bonfim de onibus, é super fácil, descendo o elevador lacerda de frente de um ponto bem grande de ônibus espera o 0201 Ribeira - Bonfim e pedi pra descer na igreja. Nesse ponto passa outros ônibus pra lá, só perguntar que a galera ensina. Da igreja é bem perto o forte de Mont Serrat e a Ponta do Humaitá, na frente da igreja tem a av. que vc desce do ônibus, pega essa av. e vai direto até final, eles ficam um do lado do outro, é bem bonito o por do sol de lá. Pra voltar é só caminhar de volta pela av. e tem um ponto que passa o onibus Campo Grande, vai até próximo ao elevador lacerda ai é só pedir pro cobrador avisar quando chegar o ponto pra descer. O resto (farol da barra, ir até o aeroporto ) eu fiz de uber como estava em três, ficava baratinho mas caso queira tem onibus para todos os lugares, na maioria saem do elevador lacerda na parte de baixo ou próximo a Praça da Sé na parte de cima. O metrô também atende algumas regiões, por exemplo á rodoviária que é ótimo. No hostel não havia café da manhã, então dois lugares que achei super em conta comer foi na lanchonete a cubana (mais a que tem no elevador lacerda, pq a que tem no pelourinho é cara) um salgado e um suco ficava 3,90 reais e na Lanchonete do Cleyton em frente ao terreiro de Jesus do lado do butequinho O Cravinho. Achei também uma pizzaria/restaurante na travessa do pelourinho do lado da universidade que oferecia de noite uma pizza grande + refri por 24,90, na mesma rua um pouco mais próximo do terreiro de jesus tinha a Tropicália um restaurante com PF a 15 reais ou 34,90 o kg. Gastos : Hospedagem (4 diárias de 35$) 140,00 + Passeio as ilhas 30,00 + Alimentação/Museu/Transporte/Uber Lembrancinhas 300,00 = 470,00 total Gasto total da viagem de 22 dias: Passagem aero 600,00 + Hospedagem 921,00 + Transporte entre cidades 300,00 + Alimentação/Deslocamento dentro das cidades/Lembrancinhas/Museus e Centro Culturais 1.145.00 + Passeios/Excursões 325,00 = 3.300,00 +/- Conclusões Explore seu país! Divulgue e admire mais a cultura Nordestina! Não caía na mão dos pega-turista com passeios chavões, dá pra conhecer muita coisa de transporte público, comer barato nas ruas de trás das av. principais. Para as manas que querem viajar só, VÁ! Não deixem as pessoas te botar pânico, vi muita mina, mulher e senhoras viajando sozinha e felizonas. Lugar perigoso, no Brasil todo tem, basta vc ficar ligada, sempre alerta e já era!
  2. 2 pontos
    Que bacana seu mochilao li seu relato muito bacana,parabéns. quando passar por Santa Catarina (navegantes) vem tomar um café sou igual Pascual..kkk Gentil rsrs parabéns Deus te abençoe [emoji255]
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    Querendo ir sozinha em junho. Nunca viajei só. Tentando criar coragem.
  4. 1 ponto
    Galera, Boa tarde! Minha busca é por pessoas que estão interessadas em conhecer a sí mesmo, enfrentando as adversidades da natureza e compartilhando momentos únicos. Tenho intenção de formar um grupo de mochileiros sólido para agendar viagens e trilhas interessantes pelo Brasil e mais pra frente pra fora do país também. Moro em São Paulo - Capital. Aos interessados deixem mensagem aqui e vamos nos falando! Obrigada!!
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    Hoje ao acordar notei que tudo estava mais lindo, mais colorido, podia enxergar a alegria estampada em pequenos detalhes e afazeres. Não tinha como ser diferente afinal, não são todos os dias que fazemos aniversario, hoje dia 07/02/2018 faz exatamente 1 ano desde que sai do comodismo, do comum, da rotina estafante que vivemos, e continuamos, sabe por que ? por que temos a sensação de estar tudo bem, esta confortável, por que mudar algo que pensamos ser o melhor, afinal é seguro. Mas eu não, eu pensava diferente, não estava legal, não me completava, apenas me absorvia mais e mais, até que em certo ponto cansei de toda essa vida monótoma, e aqui estou completando 1 ano de viagem. Já contei minha historia aqui no grupo uma vez, mas vou contar uma segunda, pois sei que muitas pessoas mudaram sua forma de pensar e ver o mundo a partir do post que fiz. Sou christopher hoje com 23 anos, estou na cidade de Balneário Camboriú. Bom eu era normal como todos somos, o tipico jovem brasileiro, trabalho, casa, carro, relacionamento, amigos, festas etc. Mas certo dia algo mudou, não tinha mais aquela animação pra ir trabalhar, não tinha animação pra sair com os amigos, não tinha animação pra sair nem da cama se quer, apenas olhava tudo esvair de mim aos poucos, mais e mais, e cada vez mais era pisado pelo black dog, e me afundado em depressão, foi então que acabei saindo do emprego, pois não tinha animação pra ir, com o passar dos dias veio o termino do meu noivado, isso foi uma marretada para a angustia de um depressivo, logo as contas de fim de mês começaram a chegar, acabei vendendo meu carro para pagar-las e liquidar toda e qualquer divida que tinha. Então ali estava eu fechado em meu mundinho obscuro, cercado de pensamentos suicidas. Mas, surge aquela luzinha ao fim do túnel, então resolvo que eu tinha que sair dessa, minha vida não podia acabar ali naquela casa, sozinho, eu era mais que tudo aquilo, não era possível que vim ao mundo pra viver até os 22 anos e ser lembrado por amigos e familiares como o depressivo que se suicidou. Fui ao meu computador e resolvi terminar com tudo de uma vez, consultei o santo google ''Como sair de uma depressão'' eis que apareceu varias e varias coisas, abrangendo uma gama de assuntos sobre, mas algo me chamou muita atenção, ''viajar é o melhor anti-depressivo'' estava ali, era só absorver essa informação, mas poxa ''sou pobre, como vou viajar e conhecer o mundo ?'' consultei o google mas uma vez ''como viajar sem dinheiro'' advinha onde fui parar ? ''mochileiros.com'' me encantei com os relatos de viagens, pessoas que saíram meteram a cara com pouco e as vezes nada, então estava ali, era o que eu queria pra mim naquele momento, depois de me aprofundar nas teorias de viajeros, e aprender o ''básico'' sobre sobreviver na estrada, estava focado em sair, logo arrumei a bolsa que carregava meu antigo notebook, coloquei umas roupas, peguei minha carteira que tinha 170 reais e sai no outro dia logo cedo, as 7 horas da manhã do dia 7 de fevereiro peguei minha primeira carona de Cafelândia do Oeste para o mundo. e assim segui, conhecendo lugares incríveis, um mais lindo que o outro, conhecendo pessoas, pessoas essas que são como anjos para quem vive pela estrada, escuto muito dizerem que existe muita maldade no mundo que vivemos, mas acredite é minoria, a bondade é imensa quando você se permite mais. Bom, conheci o mar pela primeira vez no ano passado, quando sai de Cafelândia, sai com proposito único de realizar meus sonhos, e conhecer o mar era um deles, então fui ao litoral Catarinense, passei por lugares no Parana, São Paulo, uma beiradinha do Rio de Janeiro, Minas Gerais (estado que eu era encantado desde pequeno) Espirito Santo, e em cada lugar que ia, aprendia algo diferente que sempre me moldou a tornar-se um ser melhor, mais feliz, foi onde vi, que tudo de mal que vivi antes de meu renascimento, serviu apenas para mostrar que eu estava vivendo errado, e era necessário mudar minha forma de viver. para quem leu até aqui, muito obrigado, desculpa tomar tanto tempo, deixo para você uma frase para refletir ''Permita-se mais, não deixe para depois, o que pode ser feito agora, o depois pode não vir a existir''
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    PQ VC PRECISA CONHECER BONITO/MS!! Lugar super bem estruturado com guias qualificados (não se pode fazer nenhum desses passeios sem guia :/) e beleza indescritível!!! OBS: No começo do ano deu uma chuva mtt forte (300 mm no período de 12 horas, mtt forte msm 😱), por esse motivo alguns passeios estavam fechados. 1° Balneário do Sol.🌞 Conhecemos o único balneário que estava em atividade, ele possui piscinas naturais com os peixes, tirolesa, uma linda arara vermelha que se pode tirar fotos e micos sapecas na floresta a volta... (passamos a tarde lá - nos balneários não há muito o que fazer, é só para lazer e família msm). R$ 50,00 voucher - Kiko esbanjando simpatia ❤️ 2° Flutuação - Barra do Sucuri 🐟 Fomos realizar um sonho que era a flutuação, o voucher já inclui todos os equipamentos para a atividade, então chegamos, trocamos as roupas (o guarda-volume já é incluso) andamos cerca de 400m até o rio, fizemos um treinamento por cerca de 15 minutos na junção do Rio Formoso com o Sucuri e depois fomos remando um distância de 1.400m para inciar a atividade. O passei dura cerca de 1:40hrs. A água é maravilhosa os guias super atenciosos que vão seguindo de barco, orientando e dando suporte aos flutuantes. Voucher R$ 185,00 OBS: Existe a flutuação no rio sucuri o no rio da prata, a diferença é a quantidade de peixes e comprimento do rio... E é claro, o valor! 😅 **Eles alugam câmeras sub-aquaticas lá por 70 temers. -vejam o deck do balneário submerso devida as chuvas do começo do ano 😱 3° Cachoeira Serra da Bodoquena 🏞️ Esse foi um dos meus preferidos. 😍 São 8 cachoeiras com paradas para banho entre trilhas e pontes suspensas, o balneário é maravilhoso com caiaque, tirolesa, bote, boia Cross, restaurante e redarios. E necessário estar de tênis para fazer as trilhas, porém lá eles alugam crocks (R$ 10,00) para facilitar o tira e poem nas cachoeiras, além de ser excelente para pisar nas pedras e no fundo do rio. Os guias são muito simpáticos que pelo caminho vão contando histórias sobre a região é o passeio, além de em todas as cachoeiras nos auxiliar na entrada e ida até elas para tirar fotos e tal. O passei dura cerca de 3:30. Lá eles possuem um restaurante maravilhoso. Voucher R$ 165,00 sem refeição. 4° Gruta do Lago Azul ⛰️ O cartão postal de Bonito e facinante, se inicia com uma caminhada de 400m adentro de uma florestinha e a descida de 297 degraus até a beira do lago azul, é incrível... Não há o que falar só vendo msm como a natureza e perfeita e rica em cores. Para esse passeio e necessário estar de tênis e ter muita disposição pq a escadaria em zigue-zague e bem cansativa. Os guias são super bem preparados e que nos faz ficar admirados com as explicações sobre a gruta que nos faz esquecer a distância, difícil msm e o retorno 😅. Voucher R$ 50,00 - decida com 297 degraus - maravilhosa né?😍 - subida 😫 5° Nascente Azul (flutuação) 🐟 Assim como todas flutuação na região, tbm já está incluso os equipamentos. Diferente da barra do sucuri não estava incluso o guarda-volume. Primeiro andamos cerca de 300m (com escadarias) até os equipamentos, depois de devidamente equipados andamos por 1 km até a nascente do rio que é fantástica, fazemos o treinamento de mergulho e iniciamos a descida. Existe uma corda amarrada no fundo da nascente (Aprox. 7 metros de profundidade) assim vc pode descer até lá para tirar fotos fazendo apneia. A água é incrivelmente cristalina o que nos permite enchergar até 30 metros de distância 😍 sem palavras para as imagens ❤️. Lá possui o balneário para aproveitar o dia e um ótimo restaurante.Voucher R$ 170,00 sem refeição Obs: eles tiram fotos de toda equipe durante o passeio, o cd com as mesmas custa 70 temers. - o rio da nascente tem por volta de 1 metro de profundidade, mas não é permitido tocar no chão de modo algum. 😅 - as roupas e o colete não te deixam afundar. - corda para descer até a nascente fazendo apneia Informações extras: **Câmeras usadas SJCAM5000 e Moto G5 **As refeições nos passeios custa aproximadamente 50,00 por pessoa no estilo self service. **O caro mesmo e os translados, então uma ótima opção é locar carro para os passeios. **A internet lá e bem ruim, então um mapinha disponibilidade das locadoras de carro ajuda 100%. **Todos os lugares tem wi-fi. **Estradas 100% sinalizadas o que facilita mtt quem está de carro. **Existe 1.001 rs agência na cidade então é só perquisar a mais em conta para fechar os passeios, muitos deles já imbuti o valor das vans compartilhadas. **Todos os passeios são em áreas particulares com limite de visitantes ao dia, porisso deve ser fechado os passeios em agências (compra do voucher). **Alguns passeios são cancelados devido ao tempo. **A maioria dos passeios dura apenas meio período dando tempo de fazer mais de um por dia e acaba não compensando pegar passeio do dia todo recomendado pelas agências. **A maioria das lojinhas no centro abre das 08:00 12:00 as 16:00 as 22:00 (a tarde é quase tudo fechado msm não se assuste 😅). **Provém o sorvete assado, é mtt bom! **Provém o sorvete de tronco de árvore, sem gosto de côco se ninguém te avisar q e o troco vc nunca saberá rs. **Vá a Taboa e provém a cachinha de Guavira e a da casa 😍🙋 mtt boa. **Carne de jacaré não provei (sou contra matanssa de animais rs) mas minha irmã provou, disse que não tem gosto de nada, lembra peixe e frango e a carne é borrachuda. **Utilizei a empresa vanzella trasporte 90% dos passeios e amei, são super pontuais e simpáticos, além de nos deixar usar as vans como guarda-volume. 😅 **Lugar super, super, super mesmo, tranquilo, calmo com pessoas educadas, LINDAS e simpaticas, podendo andar tranquilamente na rua sozinha rs (fiquei chocada pois sou de SP 😅). **O que mais vi lá era pessoas que estavam viajando sozinhas, então não se preocupem com isso, fiz amizade com umas 9 pessoas (por incrível q pareça mais dá metade era mulher 🙋) e todas estavam sozinhas, cada um de um estado, é mtt bom fazer novas amizades. ❤️ Lugar maravilhoso que super recomendo, pretendo voltar em breve pois são mais de 36 passeios e eu não fiz nem 1/3 😫😂. Dúvidas a disposição galera!!! Beijos @s.damarens
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    Ola, amigos! Janeiro e férias! Decidi dessa vez ir para Santiago e San Pedro do Atacama. Fui com um amigo que topou de ultima hora essa trip. Vou tentar relatar o máximo que eu consegui sem ocupar muito o tempo de vocês. Qualquer duvida, só falar. Achei importante e que eu quase não via aqui na hora de ler os relatos foi o valor em pesos e em reais também, pra ter uma média melhor, então vou tentar sempre relatar os dois. Dia 6 ao 11 - Santiago Dia 11 a 16 - Atacama. Santiago Dia 06 - 1º dia. A viagem começou cedo, tinha conexoes a serem feitas e uma rapida e breve experiencia no Couchsurfing. Chegamos em Santiago por volta de 1h da manha do dia 06. Na saída do aeroporto trocamos o minimo de pesos possivel, apenas o básico pro transfer, no valor de $7500 (+/- R$35) pesos e para o metro até o hostel no dia seguinte, $600 pesos (+/- R$3). Visto que o check-in do Hostel começava as 14h, optamos por ficar uma noite na casa da Alicia, encontrei-a pelo site do Couchsurfing e foi uma experiência bem agradavél e por isso quis relatar aqui. Não foi tão simples e rapido como eu esperava que fosse e como teria lido relatos tambem. Demorei pra encontrar a Alicia; uma pessoa muito gente boa e com a casa super aconchegante e agradável, perto do metro, o que facilitou a nossa vida. Ela saiu de manhã para trabalhar e deixou a casa toda pra gente. Deu 11h e nossa aventura de achar o metro e o hostel tinha começado. Pra minha surpresa, foi mais facil que o esperado. O metro tem várias linhas, mas tinha muitas placas bem sinalizadas, o que foi um alivio e tanto. A linha vermelha me pareceu ser a principal, e a única que precisei usar. Chegamos tranquilamente ao Che Lagarto, hostel que reservei pelo booking. Muito bem localizado e muito bem estruturado. Fica num prédio com 10 andares, com elevador, terraço com bar, area social na recepção com tv e sinuca. Os funcionários sao muito prestativos e te ajudam nas mais diversas duvidas que você tenha. A cozinha é um espetaculo a parte, enorme, bem montada e com tudo que você precisa. Os quartos são enormes, como se fossem dois ambientes, cada um com duas beliches...no meio ficam os lockers, estreitos mais bem altos, você pode alugar um cadeado na recepção ou levar o seu. O café parece um banquete, maravilhoso. Fomos andar aos arredores, fazer o cambio e tudo mais. Demos sorte de achar o cambio por 196 na Rua Augustina e aproveitamos para trocar tudo de uma vez, já que as casas de cambio no Atacama o real é bem desvalorizado. (pra fazer a conta, seria a quantia em real levada x196, que daria o valor em pesos chilenos que você teria.) Resolvemos almoçar num bar meio famoso por lá, conhecido por ter tido a presença do Bill Clinton e que por coincidência ficava ao ladinho do hostel. A noite, fomos conhecer a animação do bairro Bella Vista, aproveitar também, que era uma sexta feira. Acabamos numa boate chamada Club 57, que tocou tudo que é ritmo, até um pouco de br hahaha mas esse povo é meio parado ainda no Kuduro e Michel Teló, garantiu boas risadas. A entrada custou $5000 pesos (+/- R$25) e descobrimos depois que apresentando a pulseira do hostel não pagava nada Dia 07 - 2º dia Conhecendo mais os arredores, paramos no Cerro Santa Lucia, parada obrigatória pra qualquer turista. É tudo muito rústico e lindo de se ver. Subindo e subindo você chega no ponto principal e tem de presente uma vista e tanto do centro de Santiago e das Cordilleras. Na volta, ja tarde, resolvemos andar um pouquinho e almoçar no restaurante Mama Rockers. Todo moderno e alternativo. O hamburguer valia cada centavo e ficamos cheio até o dia seguinte. Custou por volta de $5000 pesos (+/- R$25) + refri $1000 e poucos pesos (+/- R$6). Terminamos o dia em um grupão que tava no hostel rumo a mais uma baladinha em BellaVista, dessa vez nao pagamos, que um dos meninos era local e conhecia os organizadores. Foi num lugar meio rústico ao pé do Serro San Cristobal, no final da rua Pio Nono (a principal), a festa era só de Reggaeton e eu amei demais já que amo um reggaeton hahahha. Dia 08 - 3º dia. Acordamos, tomamos café e seguimos ao metro em direção a estação Pajaritos, aonde se encontra tambem um terminal de onibus para varios locais incluindo Valparaíso, nosso destino. Tem varias e varias agencias no centro que faz o passeio Valparaiso+Vina del Mar por volta de $20-25 mil pesos (+/- R$100-120), mas resolvemos ir por conta já que queriamos uma certa propriedade sobre nossos passos e do que fazer, além de ser bem mais barato. Na estação, pagamos $4000 (R$20) pesos pela ida e $5000 (R$25) pela volta, mais compramos separadamente e talvez se comprarem ida+volta saia mais barato ainda. Chegamos no terminal de onibus de Valpo e com o mapinha na mão (não larguei por nada e nos ajudou demais) seguimos em direção a subida mais conhecido de lá. demoramos por volta de 20 a 25 min caminhando tranquilamente e chegamos na escadinha principal, onde os guias e alguns turistas tambem estavam subindo. É uma subida boa e cansativa, mas a cada vez que se olhava pra tras via um visual e tanto. Desde o começo do passeio, apesar dos gastos baixos, eu e meu amigo resolveos tirar o dia e nos presentear com um jantar mais careiro, com direito a vinho e entradas hahahah e decidimos ser em Valparaiso. Foi delicia e pagamos cada um uns $10.000 (+/- R$50) com direito a entrada, prato principal e sobremesa, tudo muito delicioso. Descemos o morrinho e fomos andando pela Av. Brasil, conhecido por ter varias universidades e os estudantes ficarem na praça em frente que é estreita mais do tamanho da rua inteira, toda de coqueiros e com um arzinho muito agradavel. Terminamos o dia vendo o por do sol na frente dos leões marinhos (parada obrigatoria em valparaiso). Voltamos ao Hostel e ficamos em galera bebendo e conversando madrugada afora, já que era Domingo e tanto o bar do hostel como a cidade é meio parada. Dia 09 - 4º dia Café da manha bem farto pra aguentar o dia e seguimos rumo a outro ponto obrigatório em santiago, o Cerro San Cristobal. Fomos andando do hostel até lá, é uma boa andada de uns 40min, mas paramos por diversos lugares para conhecer e tirar fotos. Chegando lá ja tinha uma fila bem grande, mas até que foi bem rapido. Pagamos a Funicular ida e volta para subir e descer mais rapido ate o Cerro. $2000 pesos (R$10). É um passeio rapido e muito gostoso. Subindo e subindo o Cerro você da de cara com o Santuário, o lugar é muito muito bonito e emocionante, da uma paz interior muito boa, e tem uma musica ambiente própria ao Santuário. Dia 10 - 5º dia Como era nosso ultimo dia, resovelmos tirar o dia para comprar as lembrancinhas e dar mais uma volta aos arredores. Fomos até o palacio La Moneda, aproveitamos para dar uma entrada e ver como era por dentro tambem. Tava rolando um exposição do Picasso e tudo mais. Depois de muita andança finalizamos o dia no hostel com muitos vinhos e petiscos. Aliás, indico demais vocês provarem o Tostitos e o Ramistas Crisp, uma deliciaaa. Atacama Dia 11 - 1º dia Chegamos em Atacama por volta de meio dia. Nosso voo de Santiago X Calama foi as 8h e chegamos por volta de 10:15h, depois o transfer de Calama ate Atacama de 1:30h. Reservamos o Hostel Siete Colores, que fica próxima a rua principal, Caracoles. Fizemos o Check-in e fomos direto pechichar os tours nas agencias, já que queriamos fazer um passeio já no mesmo dia. Depois de passar por umas 5 agencias, fechamos com a Tani Tani. Tivemos um feedback bom de umas brasileiras que chegaram na hora que estavamos lá e que ja estavam no ultimo passeio. O valor total de 5 passeios ficou em $63 mil pesos (+/- R$320) + 15mil (+/- R$80) de entradas (nas entradas usei sempre minha carteirinha de estudante, IMPORTANTE: vale qualquer coisa, até comprovante no celular, vi aqui de gente dizendo que tinha que tirar a carteirinha brasileira de estudante, e apesar da minha ser, vi varias que nao eram, inclusive meu amigo mostrava só o comprovante de que estudava na faculdade e pelo celular). Os passeios que eu fiz foram: Valle de La luna, Piedras Rojas + Lagunas Altiplanticas, Lagunas Escondidas e Geyser del Tatio. Marcado 15h na agencia, seguimos ao Vale de La luna, que passou pela Cordillera del Sal, as tres marias e outros pontos lindos de viver. Finalizamos com uma bela vista do por so dol. Chegamos de volta as 21h e fomos descansar no hostel. Dia 12 - 2º dia. Passeio a Piedras Rojas e Lagunas. acordamos bem cedo, que o passeio começava com a van nos pegando no hostel as 7h. Passou pela Laguna Chaxar, Piedras Rojas e as Altiplanticas. Na volta, a tarde, uma parada pelo Tropico de Capricornio. Esse passeio contou tambem com o Almoço, muito gostosinho, por sinal. E no final, ainda fomos a uma cidadezinha ao lado ver lhamas <3 Na volta, fomos a um Bar chamado Lola, com musica ótima e tambem rolava karaoke por la, um clima muito bom. Os bares e restuarantes em Sao Pedro fecham normalmente a 00h, sem excessão. Na sexta e sabado alguns funcionam ate 01:30h. Dia 13 - 3º dia Foi dia de Lagunas Escondidas, aquela que você boia de tanto sal. É tudo muito lindo e te faz pensar como que a natureza apronta uma coisa tao linda dessas. Na volta, tem uns snacks bem servidos, na pedra do coiote, pra ver o por do sol. Dia 14-15 - 4º e 5º dia. No dia 14, tiramos um day off, pra curtir o centro, almoçar, comprar lembrancinhas e queriamos alugar a bike e ir até Pukara de Quitor, não rolou, ninguem tinha bike pra alugar no dia, então fica ai a vontade pra próxima. No dia 15, tinhamos o Geyser, o passeio é famoso por começar bem bem cedo, as 4h da manha e por fazer bem frio e chegar a temperatura negativa. Tem a altitude bem alta, 4.300m. Ideal você se agasalhar MUITO. Fui com tres blusas, um casaco de lã, luva, legging, calça jeans, duas meias e tenis esportivo. E senti friooo! Nesse passeio tem o Desayuno (cafe da manha) incluido e muito gostoso. Tambem passei bem mal por conta da altitude, fiquei fraca, e com falta de ar. a Dificuldade de respirar aliás, durou o dia todo. Muito valido levar bala ou planta de Coca, alguns guias tambem lhe dão. Dia 16 - Volta pra Casa Em poucas palavras, o atacama foi a coisa mais bonita que meus olhos ja viram, voltei de alma e coração lavados. Resumão de valores, se eu esquecer de algum, só perguntar. Pra atingir um valor equivalente do peso em real, usem a regrinha de multiplicar por 5. Ex: $2000 pesos, equivalente a R$10, pois 2x5=10 Aero RioXSantiago (com conexao ida e votla em SP) - R$1500 Aero SantiagoXCalamaXSantiago - R$380 DICONA: Comprei pela Latam. Procurem na aba anonima por ''latam chile'' e comprem diretamente de lá, vai aparecer tudo em pesos mas é só usar a regrinha da conversão que dá tudo certo, é muito mais barato, coisa de R$200 a R$300 reais, ou mais. Só que precisa ser de cartão internacional, tá? e esse valor ja incluiu ida e volta+taxas+IOF) Transfer aero de CalamaXAtacama (ida e volta) R$100 ($20 mil pesos) Transfer Aero ao Centro de Santiago R$40 ($7.500 pesos) - Taxi sai por volta de 15mil pesos, é fretado e valor fixo. Pacote com 5 passeios no Atacama R$320 ($63 mil pesos) Hostel Che Lagarto em Santiago, 5 diarias R$220 Hostel Siete Colores no Atacama, 5 diárias R$400 Gastos em Santiago R$600 ($127 mil pesos) Gastos no Atacama, com o transfer incluido R$400 ($84 mil pesos) TOTAL DE GASTOS (FORA PASSAGENS QUE PODEM VARIAR): R$1980 Ainda me sobrou 40mil pesos, que troquei no aero mesmo, na volta. É isso, espero que curtam.
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    Oi estou querendo ir pro Chile se vc quiser ir ? Estarei pegando férias em junho.
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    Após longa temporada, retorno apenas para postar uma prova de algo que eu disse a muito tempo e foi alvo de contestação. Era acerca das facas comemorativas da Tramontina, em aço damasco. Pois bem, à época postei que aquele aço damasco, feito com aços da tecnologia de metalurgia do pó era feito colocando-se camadas dos PÓS dos diferentes aços num container/cadinho fechado ( canister ) e sob alta temperatura e pressão estes 2 pós de diferentes aços eram "fundidos" em uma só peça, e citei ainda como exemplo metafórico as garrafas com areia colorida formando diferentes desenhos, pelas diferentes camadas. Pois bem, afinal, parece que o aço damasco usado pela Tramontina era o da Damasteel e eis aqui uma imagem de uma página da própria Damasteel descrevendo o processo, assim como eu havia dito na época! É só mesmo para que não paire nenhuma dúvida sobre a correção do que postei à época!
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    Vou dar uma olha lá. Obg Caxucel
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    Pode comprar o ingresso quando chegar em Cusco. Para chegar a Aguas Calientes sem ser em trem só caminhando. Toma uma van de Cusco até a hidroelétrica e de lá caminha cerca de 2h até chegar em Aguas Calientes. Há guias na porta de entrada de Machupicchu de todos os preços e idiomas, privativos, em grupo, etc. Cerca de 40USD para fazer uma tour em grupo. Não é obrigatório contratar guia para visitar Machupicchu mas recomendo fazer o tour guiado - você vai aprender muito mais sobre a história do local e sua visita será mais valiosa. Montanha Colorida há saídas diárias em todas as agências, mas os serviços são básicos demais (estrada, transporte, alimentação) devido a localização, a montanha é sem graça (nada a ver com as fotos) e lotada de turistas. Prefiro mil vezes o treeking a Laguna Humantay - mais bonita, os serviços são melhores (transporte, alimentação, etc), é menos cansativa e não há tantos turistas se comparado com a Rainbow Mountain.
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    O ingresso para MP vc compra em Cuzco.
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    O ingresso para MP vc pode comprar lá mesmo. Transporte: vc vai de Cusco até Ollantaytambo de ônibus (tipo van). De lá, não tem jeito, para chegar até Aguas Calientes tem que ser trem. De Aguas Calientes até MP vc pode ir a pé ou de ônibus. Não precisa fazer visita guiada, mas é bom para conhecer melhor. Tem muitos guias na entrada no parque.
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    Ola Andre, Então, eu fui com meu Renault Symbol. A estrada em si é boa, dá para qualquer carro passar, o problema é que quando chove vira um sabão no lado Boliviano. Como há um bom movimento por lá forma-se um trilho no meio. O problema é que vem carros nos dois sentidos e ai vc tem que sair um pouco. Como eu não sabia que virava sabão eu sai com as 4 rodas do trilho e ai virei passageiro. A dica é: se tiver chovido fique pelo menos com as rodas da esquerda no trilho, ou até saia o mínimo que puder. E se tiver que sair, saia com o carro quase parando e não a 10 km por hora como eu fiz. Tem de quase parar mesmo ou até parar. Qualquer duvida é só escrever. Um abraço.
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    Ola Parabens pela bela trip Como esta a estrada de uyuni a Calama atravessando por Olague? Acha necessário um carro alto ou 4x4? att Andre
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    1º VEZ – OUTUBRO DE 2014 Aproveitando pra fugir do estresse do primeiro turno das eleições presidenciais (Dilma x Aécio), eu e minha namorada viajamos para Paraty em busca de um fim de semana de sossego e trilha. Ao chegar na rodoviária já pegamos o coletivo Corisquinho que nos levou até o ponto final, onde é dada o início da caminhada. Na rodoviária tem um papel no mural que mostra todos os horários dos ônibus, que no geral saem a cada hora. Descendo do ônibus não tem muito mistério, basta continuar subindo pela rua principal, as casas logo vão desaparecendo e a medida que nos aproximamos da montanha também vamos ganhamos altura. Surgem algumas pequenas bifurcações, em uma delas foi preciso entrar um pouco apenas pra confirmar que terminaria em um quintal, fora isso o caminho é a estradinha principal e as bifurcações não chegam a nos confundir. Uns 600m depois dessa bifurcação tem uma outra, dessa vez é uma estradinha menor que se junta a principal. Nesse trecho da estrada não tem praticamente sombra, o que tornou a subida bem cansativa apesar do céu nublado. Subindo um pouco mais, chegamos numa porteira repleta de placas com os nomes da fazenda, aqui paramos pra dar um gole na água e depois continuar. Pouco a frente surge um rio bem raso fácil de ser vencido, pra não se molhar, basta entrar pela porteira da fazenda e cruzar a pequena ponte que tem bem do lado. Daqui em diante já começa a floresta e a estradinha vai ficando coberta por folhas secas e pequenos galhos, rente as cercas é constante a presença de goiabeiras e pés de limão ao longo da subida. Alguma pequenas porteiras aparecem pelo caminho, todas elas são devidamente numeradas de maneira não sequencial desde a porteira principal. A medida que subíamos esperávamos encontrar a tal casinha no final da estrada, que indicaria o início da trilha de fato, passamos por um pequeno acesso a esquerda mas ignoramos, no segundo acesso que encontramos, paramos pra dar uma olhada no GPS do celular e mesmo indicou que nós já estávamos na reta pra subir o vale que levaria até o marco da divisa. Assim que entramos nesse acesso, cruzamos o rio e a trilha continuava muito bem demarcada do outro lado, não tivemos dúvida e continuamos. Um pouco a frente surge uma cerca com uma pequena porteira e uma placa que indicava a proibição de caça, tudo igual ao relatado pelo Augusto, continuamos subindo pela trilha que ia ficando mais estreita aos poucos. Enquanto subíamos uma chuvinha fina nos fez puxar as capas de chuva, que só atrapalhou, pois a chuva foi rápida. A trilha seguia bem demarcada, apenas com uma árvore ou outra pelo caminho que exigia um contorno, mas nada demais. Com um bom ritmo chegamos no alto da montanha por volta das 11h, exatamente quando surgiu um bambuzal e a trilha acabou. O terreno entre os bambus era limpo, o que possibilitava vários caminhos diferentes, após dar uma procurada e não achar nada, consultamos o GPS pra se localizar e vi que estávamos bem na linha de cumeada que divide os estados, porém bem a sudeste de onde eu acreditava ser o marco de concreto. Foi nesse momento que tive a estúpida ideia de dizer: “vamos nessa direção aqui que lá na frente encontramos a trilha novamente”. Os primeiros metros não foram tão difíceis, após o bambuzal a vegetação ainda era mais aberta e nós apenas descemos o morro contornando algumas árvores e rochas enquanto andávamos suavemente na direção do que pensávamos ser a trilha. A medida que o tempo passava, o mato ia se fechando o caminho ia ficando cada vez mais esquisito e eu já tinha descartado a possibilidade de voltar porque achava que já tinha avançado muito pra poder desistir dali. Com mais um tempo nós já estávamos descendo pelo lado paulista meio que no piloto automático, apenas na expectativa de encontrar a trilha em algum momento mais adiante, porém toda essa descida era extremamente lenta e agoniante. Os cipós pareciam mais armadilhas feitas com corda pra amarrar os pés, as raízes e pedras camufladas serviam pra tropeçar a cada metro andado, sem contar o mato fechado e repleto de espinhos pra furar toda a canela e os braços. Uma vez ou outra o caminho ficava mais aberto e conseguíamos dar uns passos sem precisar parar pra desviar de alguma coisa, mas logo o mato se fechava novamente o que nos dava um tremendo desânimo. Passamos toda a tarde assim: “vamos por aqui que tá melhor”, “vamos pro outro lado do rio porque acho que a trilha está lá”, “vamos nessa direção que acho que vamos encontrar o caminho", paralelo a todo esse perrengue eu ainda tentava aparentar uma certa tranquilidade pra não aterrorizar ainda mais a Karina que já estava pra lá de amedrontada. Nos perdemos da trilha mas ao mesmo tempo não estávamos perdidos na mata, pois essa descida que sai na casa de farinha é toda dentro de um vale, então bastava ir descendo ou seguindo o próprio rio, que uma hora ou outra encontraríamos a BR-101, a casa de farinha ou mesmo trilha que tínhamos perdido, mas o medo dela ou eu torcer o pé ou se machucar, me deixava muito apreensivo. Esgotados mentalmente e fisicamente depois de passar a tarde toda presos na mata, encontramos uma lugar perfeito pra montar a barraca. Coisa do destino mesmo, era ao lado de uma enorme rocha, com uma faixa de areia bem regular, exatamente do tamanho da barraca e próximo ao rio principal. Conseguimos fazer uma janta e dormir numa boa, bem no meio da mata fechada e ao som da floresta. Na manhã seguinte levantamos cedo e antes das 7h já estávamos novamente cortando mato. Nos primeiros 20 minutos apenas descemos o barranco e avançamos poucos metros, a perspectiva era desanimadora. Toda a manhã foi como na tarde anterior, mato fechado, espinho, tombo e até uma pequena cobra surgiu no nosso caminho pra rir da nossa cara. Em certo momento em uma parte mais aberta, achamos uma pequena linha contínua que ligeiramente parecia ser a trilha mas ela não tinha continuação e novamente voltamos pro vara mato. As horas iam passando e eu ficava imaginando que em mais algumas horas nós conseguiríamos sair dali, na pior das hipóteses perderíamos as eleições, talvez até as passagens de volta pra casa. Com muitas horas de caminhada e alguns biscoitos no estomago, enquanto seguíamos sempre na direção de saída do vale, do nada surgiu a bendita trilha por trás de umas folhas bem nítida e muito bem demarcada, ela parecia rir e debochar da nossa cara. O ânimo tomou conta de nós e seguimos apressados por ela mesmo sem saber onde ela ia chegar. Era sobe e desce constante, atravessando rios de um lado pro outro, mas nos momentos de dúvida sequer cogitei sair dela pra ir procurar rsrs, só continuava após ter certeza que era realmente a continuação da trilha. A medida que andávamos ela ia ficando cada vez mais larga e finalmente saímos de cara com a casa de farinha do lado de Ubatuba, ainda batemos um papo com o velho dono do lugar e seguimos mais uns quilômetros até a BR-101, ainda perdemos um ônibus enquanto caminhávamos até o ponto, e só então depois de mais 1 hora pegamos o ônibus pra divisa e depois pra Paraty, não conseguimos votar (grandes merda) e ainda perdemos o ônibus, voltamos pra casa só de madrugada e eu já tinha vontade de voltar descobrir onde errei. Porteira com placas no meio da estrada Estradinha no meio da floresta Área descampada adjacente à trilha Trilha bem fechada Local do pernoite Primeiros sinais de que estávamos perto da saída Fim da travessia na casa de farinha em Ubatuba 2º VEZ – MARÇO DE 2015 Ainda meio encucado desde a última vez, queria muito fazer a trilha certa do início ao fim mas ao mesmo tempo o péssimo tempo desanimava muito. Consegui convencer a Karina a ir pelo menos até o final da estradinha pra ver o que tinha nela e que no primeiro sinal de trilha fechada nós voltávamos. E assim fizemos, fomos até o final da estradinha, quase o dobro da distância de onde entramos na primeira vez, e finalmente surgiu a tal “última casa” do relato do Augusto. Vi que a trilha continuava bem discreta adiante mas o tempo fechado e a chuva fina nos fez voltar e adiar mais uma vez. Pra não perder a viagem ainda tomei um banho nas águas geladas do rio e voltamos pra Paraty. A tal última casa da trilha 3º VEZ – JULHO DE 2016 Depois de um fim de semana em Paraty, fui sozinho tentar fazer a trilha pelo caminho certo. Parti depois do almoço da rodoviária e ao descer no ponto final fiz o caminho pela terceira vez. Apesar do tempo bem agradável, a caminhada me fazia suar litros e meu ritmo acelerado fazia com que eu ouvisse o coração batendo. Ao chegar no final da estradinha, peguei uns limões e fui adiante na trilha bem discreta, a mesma do relato do Jorge Soto, não precisei ir muito longe pra ver que ela não ia dar em nada além de vara mato, então voltei pela estradinha convencido que a trilha é mesmo por onde fui da primeira vez. Chegando lá havia uma moto estacionada e o som distante de uma motosserra cantando, prossegui normalmente até passar por uma porteira de uma área descampada, de onde vinha o som da motosserra mas nem quis buscar informação com o cara e continuei andando. Mais a frente acho que peguei um acesso errado e acabei acessando uma enorme área com uma casa imensa, repleto de pé de limão e algumas ferramentas espalhadas, nenhuma alma viva no local e sem continuação da trilha em nenhum lugar. Eu deveria ter voltado até a porteira do descampado e visto onde foi que eu saí da trilha, mas novamente acabei optando pelo caminho mais difícil e fui varando mato até interceptar a trilha mais à frente. Não demorei muito e encontrei a trilha mais a frente, que subia de forma considerável e bem discreta. Mais algum tempo de caminhada, com o sol já ausente cheguei em um ponto que ficou plano, com alguns blocos de pedra e muito bambu, ao olhar pro lado me deparei com o tal marco de concreto, parei por ali mesmo e me alojei pra passar a noite. Jantei um miojo com sardinha e deitei na rede ao som dos milhares de bichos cantando, demorei um pouco pra pegar no sono mas a noite foi relativamente boa. Acordei por volta das 7 horas, arrumei as coisas e comi alguma coisa antes de partir. Encostei a mochila e fui dar uma volta pra ver como seria o acesso que leva a trilha que sobe até o Cuzcuzeiro, a curta varada de mato do dia anterior já me desanimou e me fez desistir assim que percebi que não havia uma trilha clara. Concluir a travessia naquela altura já estava de bom tamanho, então comecei a descer lentamente seguindo o rastro de trilha não muito claro. A cada pequeno sinal de mato fechado eu parava e voltava um pouco até achar o caminho certo, e assim fui descendo a montanha lentamente mas pelo caminho certo, hora com uma trilha bem clara hora com mato fechado ou grandes troncos de árvores caídas fechando o caminho. Após muita descida e de cruzar diversos cursos d’água de um lado pro outro, cheguei em um ponto que não dava em lugar nenhum, voltei diversas vezes e não achei saída, já ciente que não estava muito distante saí varando mato e descendo pelo rio até tentar cruzar com a trilha novamente. Depois de se rasgar todo no mato, que é de lei rsrs, achei do nada a trilha muito bem demarcada e foi só seguir tranquilo até o final. Após aquele sobe e desce que não chega nunca, avistei os primeiros sinais da casa de farinha e dei uma parada pra um mergulho. A água estava gelada ao extremo mas o corpo tava tão cansado que foi muito relaxante o banho. Chegando na casa de farinha ainda consegui uma carona até Parati, com dois comerciantes que estavam visitando o local. Um dia volto lá, de preferência pra ir até o cuscuzeiro, caso alguém tenha interesse é só me convidar, se perder naquele mato é meu hobby rsrsrs. Bifurcação pra acessar a trilha Porteira de acesso a casa Casa no meio da floresta Marco da divisa de estado
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    Obrigado! <3 Vou dar uma pesquisada sobre o BlaBlaCar, mas quero uma parada mais de natureza mesmo e interação social em Hostel e tal. Chamo sim!
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    Muito obrigado pelos esclarecimentos! Próxima viagem vou testar comprar pelo site!
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    Boa Tarde, Vanessa. Ontem fiquei até 01 hora da manhã lendo o seu relato. Muito bem produzido, riquíssimo em detalhes, retratou com perfeição o que você passou. Me senti junto com você em alguns momentos. Bom... eu pretendo ir ao Aconcágua em fevereiro de 2019. Não tenho experiência alguma em montanhismo, nem em trekking... , mas sou determinado, e quando coloco algo na cabeça, é difícil alguém tirar. Iniciei treinamento com musculação em janeiro, e comecei a correr agora no final de março.. canelas e joelhos já doeram, mas parecem que estão dando uma trégua... então espero que até o ano que vem eu esteja preparado fisicamente. Minhas perguntas são: 1. porque vc escolheu o mês de dezembro para a acensão? Pq não em janeiro, na alta temporada? 2. em relação a sua preparação física, você teria feito diferente se pudesse voltar atrás, teria se preparado melhor? 3. Na sua opinião, valeu a pena adquirir alguns equipamentos ou hoje você teria alugado tudo? (eu moro no norte do Estado de Mato Grosso, onde o clima nunca fica frio e o montanhismo não será um hobby frequente para mim) Desde já agradecido. Geraldo. Ps. Muito provavelmente no decorrer deste ano vou voltar a tirar dúvidas contigo . Muito obrigado!
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    Tranquilo achar lugar durante o inverno. Tem muitas opcoes em bariloche.
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    Trabalho num hostel. Sao as opcoes mais economicas.
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    Floripa é show irmão, a ilha do Campeche é linda, entre outras praias boas de la.
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    Passei 3 semanas no Peru há 5 anos atrás. Fui sozinha e foi uma das melhores viagens que eu fiz. O Peru é um país lindo, muito diverso em paisagens, com deserto, montanha, neve, floresta, praia, e muito rico culturalmente. Visitei Lima, Paracas, Nazca, Arequipa, Valle del Colca, Cuzco, Valle Sagrado, Macchu Picchu, Puno e as islas do Titicaca (Flotantes, Taquile e Amantani). Essa ordem é boa, pois vc vai subindo aos poucos e vai se aclimatando com a altitude. Acho que o imperdível do Peru é Cuzco e região (separe uns 5 dias). Arequipa é uma cidade bacana, a segunda maior cidade peruana e muito mais agradável do que Lima. Um lugar que eu gostei muito e poucas pessoas visitam é Amantani. É um passeio que vc faz pelo Titicaca e dorme nesta ilha na casa dos locais. Fiquei em uma casa muito simples, com uma família super querida. Recomendo muito Amantani. Para o transporte entre as cidades, use os ônibus da Cruz del Sur, são excelentes. A comida peruana é muito boa, especialmente das regiões andinas: muita batata, milho, sopa de quinoa, carne de alpaca e cuy. Eu comia sempre em locais simples, onde os peruanos comiam. Uma refeição com sopa, prato principal e refresco era uns 4 soles (na época 1 sol = 1real). Um dia eu volto para o Peru para visitar o norte: Huaraz, Trujillo, Chan Chan. Não desista da viagem! Será inesquecível! E viajar só não é ruim... Uma vez que vc começar, não para mais!
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    Nem pense e desistir. Você não vai se arrepender. Certamente irá querer voltar. Estou hoje em Nazca, fiz o sobrevoo pelas linhas e estou aguardando o bus para Arequipa, já pensando nonmochilao do ano que vem. Se voltar para o Peru quero fazer o Trekking Santa Cruz em Huaraz e subir uns dos vulcões de Arequipa.
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    1 - Preparativos gerais / Roteiro O interesse pela viagem começou no final de 2017, comecei a pesquisar os preços de passagens aéreas para a Europa no mês de Novembro, ainda sem saber quando exatamente estaria de férias (pior coisa possível para quem pretende viajar). Conhecia somente os EUA e havia decidido que estava na hora de atravessar o Oceano rumo ao velho mundo. Também tinha uma missão: realizar um sonho da minha mãe (48 anos) de visitar a Itália. Com essas premissas, acionei as buscas por passagens aéreas nos sites que creio a maioria já conheçam, mas que não custa nada mencionar, segue abaixo: https://www.kayak.com.br/ https://www.skyscanner.com.br/ http://www.melhoresdestinos.com.br/ Eu sempre miro antes de mais nada em garantir as passagens pelo fato destas representarem até 50% do custo de uma viagem. Somente depois que já comprei é que me preocupo com o restante do planejamento. Pesquisa vai, pesquisa vem, nesse meio tempo finalmente tenho confirmação de que teria 20 dias de férias em Março/2018, então acelerei o motor para comprar a melhor passagem. Eis que me encontro diante de 3 boas ofertas na última semana de Novembro: 1 - Viajar de Alitalia em um vôo direto GRU - FCO por aproximadamente R$ 2.500,00 2 - Viajar de KLM em dois vôos GRU - AMS / AMS - FCO por aproximadamente R$ 2.500,00 (com tempo de conexão apertado) 3 - Viajar de Swiss em dois vôos GRU - ZRH / ZRH - FCO por aproximadamente R$ 2.150,00 (com tempo de conexão folgado) Legenda: GRU - Aeroporto de Guarulhos / AMS - Aeroporto de Amsterdã (Schiphol) / ZRH - Aeroporto de Zurique / FCO - Aeroporto de Roma (Fiumicino) De cara já descartei a Alitalia, devido à péssima situação institucional e financeira em que a empresa se encontra, pois corre sério risco de falir dentro de dois meses (entenda o caso aqui) quando acaba o dinheiro que o governo italiano despejou na empresa para garantir as suas operações (a cia aéra está praticamente insolvente desde 2017), além do que há péssimos relatos espalhados pelo Facebook da empresa e no Reclame Aqui no que concerne ao tratamento com a bagagem (muitos extravios e danos, incluindo um estrago violento em um violino do século 17). Logo sobraram duas boas opções, KLM e Swiss, duas cias nas quais sempre quis voar...porém por questões financeiras e de logística (evitar contratempos na conexão) optei por comprar a passagem com a Swiss, criando assim mais uma atração, que seria uma bate e volta bem rápido a Zurique, para matar um pouco das mais de 6 horas de tempo de conexão no vôo de volta. Segue abaixo a tela de confirmação do preço para duas passagens ida e volta, que ficou no total em R$ 4.296,98. Estavam definidas então as partes iniciais e finais da viagem que seriam da seguinte forma: Saída em GRU dia 07/03 às 19:20, chegada em ZRH às 10:35 da manhã do dia seguinte (horário local), partida de ZRH às 12:30 e chegada em FCO às 14:05. Na volta saída de FCO as 14:50 do dia 21, chegada em ZRH às 16:25 e então 6 horas depois, partida de ZRH às 22:40 para chegada em GRU às 06:40 do dia 22. O restante do roteiro ficou definido da seguinte forma: 08 a 13/03 - Roma (com bate e volta à Tivoli) 13 e 14/03 - Florença (onde montaríamos base para explorar a Toscana) 15/03 - Siena 16/03 - Montepulciano 17/03 - San Gimignano 18/03 - Pisa (onde montaríamos base para explorar as Cinque-Terre) 19/03 - Cinque Terre 20 e 21/03 - Roma (chegando na cidade um dia antes do retorno, para evitar problemas com eventuais atrasos de trem). Importante saber que como estava indo com a minha mãe, tive que ter alguns diferenciais na viagem, embora ela tenha entendido que o espírito da viagem seria a de um mochilão e realmente se esforçou bastante para agir como uma mochileira rsrs. Ao final dessa série de posts, prometo que anexarei uma planilha com os gastos da viagem, os detalhes dos trens, cia aérea, hospedagens e alimentação em si apresento na sequência dos posts... SEGURO-VIAGEM: Fechei com a Mondial Travel Assistance, aproveitando uma promoção que vi no Melhores Destinos, por R$ 300,40 para duas pessoas, contra R$ 458,69 da Porto Seguro. Como felizmente não tivemos nenhum problema de ordem médica durante a viagem não sei dizer se na prática o seguro é bom ou não. O que sei é que tive uma dor de cabeça com essa empresa as vésperas da partida, que explico nesse post aqui ->https://www.mochileiros.com/topic/72946-apólice-de-seguro-viagem-emitida-em-português/ Para quem leu e ficou curioso com o desfecho, saibam que na imigração não me foi pedido nenhum documento sequer. COMPRA DE EUROS (Edit): Já estava esquecendo de falar sobre a compra dos euros para a viagem. Estimei o gasto total por volta de 1.400 euros + 100 francos suíços, então deixei para comprar tudo de uma só vez (você consegue preços melhores quanto maior for o valor a comprar). VALOR MÍNIMO EM EUROS (Edit): Eu tinha dúvidas sobre o quanto em dinheiro teria que ser levado (cada país decide qual é o valor mínimo). Nesse ponto o site "brasil na itália" foi extremamente prestativo (https://www.brasilnaitalia.net/2014/10/quanto-dinheiro-levar-para-entrar-na-italia-e-outras-duvidas-comuns.html) pois foi lá que descobri que o governo italiano tem uma "diretiva" que impõe para viagens entre 11 a 20 dias o valor mínimo de 22,21 euros por pessoa, em uma viagem com 2 ou mais pessoas. Nessa página a qual deixei o link existe outro link para baixar essa normativa e levar na viagem como eu fiz, para apresentar ao oficial de imigração caso dê algum problema. Retornando ao assunto da compra de euros, foi a última coisa que fiz antes da viagem, e para isso sempre uso o site abaixo: https://www.melhorcambio.com/ Basicamente o que esse site faz é pegar uma oferta que você faz para comprar uma certa quantia de uma moeda pagando um certo valor (isso mesmo, você quem fala o quanto quer pagar, embora o site informa quais serão suas chances de ter a oferta aceita mediante o valor colocado), e repassa às casas de câmbio e correspondentes para checar se um deles aceita a tua proposta. E posso dizer por experiência própria que a cotação que se consegue via internet é em média de 5% a 10% mais barato do que em lojas físicas...dando o meu exemplo, consegui cotação por esse site para compra de 1.400 euros (papel-moeda) a uma taxa final de R$ 4,17 (IOF incluso). Na casa de câmbio Cotação, me ofertaram R$ 4,24 e na Get Money R$ 4,30. Isso tudo no mesmo dia. Nunca mais compro em lojas físicas, pois é muita diferença...Ah, e se por acaso alguém tiver dúvida da integridade das empresas envolvidas no site que mencionei, pode consultar no site do Banco Central se a mesma é cadastrada e habilitada a operar câmbio (http://www.bcb.gov.br/rex/IAMC/Port/correspondentes/correspondentes.asp). E se mesmo assim estiver inseguro com relação à esse site, aqui vai uma dica: vá numa loja física e diga que fez a cotação a X reais pelo site e que vai comprar de lá, é quase certo que eles vão igualar para você, com o objetivo de não perder a compra. Bom gente, vou finalizando por aqui, à noite continuo escrevendo as próximas seções...nesse meio tempo se tiverem dúvidas/sugestões podem comentar.
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    vc conhece a ferrovia do trigo, entre guaporé e muçum? Por ali o que mais tem é local pra montar o camp no melhor estilo roots.
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    O mundo precisa de pessoas com atitude e coragem para assumir os próprios quereres. Você está literalmente neste caminho. Sei de onde você vem mas sei que é impossível prever até onde você pode chegar. Os jovens precisam de exemplos para encarar essa grande aventura que é o viver em um mundo real. Temos que sair das tocas, temos que desatar os laços que nos prendem à nossa zona de conforto e seguir em frente. Não é fácil, mas pelo caminho vamos encontrar pessoas, gente pela qual vale a pena acreditar.Te desejo uma vida nova a cada km percorrido e que você saiba por na mochila todo o aprendizado que está encontrando por este novo caminho.
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    Em breve serei eu nesse mundo, estou me preparando para largar tudo e cair na estrada, sua história está sendo muito inspiradora pra mim, que ainda tenho medo do que está por vir.
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    @Tabata FB obrigado pela continuação. No aguardo de mais dicas. Já marquei a indicação do restaurante para quando eu chegar em Arequipa.
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    Olá pessoal, como prometido, segue a segunda parte. Ainda postarei a terceira. 2ª parte: GARDEN ROUTE Hermanus é uma cidade muito bonita, ruas com asfalto novo e bem cuidado, casas com fachadas e jardins bonitos. Fiquei impressionado por ser uma cidade tão pequena e tão bem cuidada. A cidade também tem bons restaurantes. Outra coisa que nos surpreendeu foi que só tivemos contato com a anfitriã por mensagem (whastapp e airbnb). Ela disse para contatá-la quando chegássemos na cidade, mas achamos que ela iria pelo menos ao nosso encontro. Quando a contatamos, ela nos passou uma senha que abrirmos uma caixa que estava na porta, lá tinha a chave da casa, rs. Depois, na hora de ir embora, apenas deixamos a chave na casa. Ficamos surpresos com a confiança da dona da casa em nós (desconhecidos). Isso seria algo impensável no Brasil. A partir de Hermanus, agora transitando por cidades menores, então, começamos a perceber um fenômeno interessante no trânsito sul-africano: é impressionante como os cruzamentos funcionam bem sem semáforo. Tem uma sinalização de “pare” para no asfalto para os quatro sentidos do cruzamento. Todos os carros realmente param e saem intercalando-se, devagar e educadamente. Começamos aí a ficar positivamente surpresos com o trânsito da África do Sul, que me pareceu ser muito seguro e civilizado. A fama da cidade se deve ao fato de sua baía ser um santuário de baleias. O período bom de ver baleias é entre junho e dezembro (variando um pouco dependendo da espécie). De fato, pudemos ver muitas baleias. Depois de deixar as coisas na casa, fomos dar uma volta na cidade. Assim que chegamos ao píer (centro turístico da cidade), vimos algumas pessoas olhando para o mar, algumas com binóculo, outras com máquinas fotográficas. Nos aproximamos e vimos que eram baleias, elas estavam muito próximo a uma pedra. Era possível caminhar essa pedra e ficar a uns 10 metros de distância das baleias. Eram duas, uma delas parecia filhote. Depois vimos outras também, parecia que naquela baía havia dezenas delas. Elas ficam flutuando, sobem para respirar e depois descem, e às vezes saltam como se estivessem se exibindo para quem está assistindo. Ficamos vendo as baleias saltarem de longe até escurecer. Foi muito legal. Achamos que íamos precisar fazer uma excursão em alto mar para ver baleias, mas não é necessário. Como ficamos 2 noites em Hermanus, no dia seguinte fomos para Cape Agulhas, o ponto mais ao sul do continente africano. Tem um farol bonito e um monumento com uma placa onde os oceanos índico e atlântico se dividem, não é nada demais. Para quem está com tempo curto, acho que Cape Agulhas é dispensável. No outro dia também vimos baleias, mas elas não estavam saltando tanto quanto no dia anterior. Em Hermanus também tem uma estação espacial, não conseguimos ir porque quando tentamos ir era sábado e não abre aos sábados. Seguimos para Oudtshoorn. É difícil pronunciar esse nome, rs. É algo como “oudtchróen”. No caminho, fizemos uma parada em Mossel Bay. A cidade é bem bonitinha, o asfalto é de bastante qualidade e me lembrou um pouco São Francisco nos EUA, apesar de não conhecer SF. Fomos almoçar no restaurante chamado Kaai (indicação da internet), que fica bem perto do porto e da praia. Lugar é bastante agradável para almoçar. Perto da nossa mesa, vimos um casal miscigenação, que me chamou atenção por ter sido o único que tinha visto até então, e acabou sendo o único que vi em toda a África do Sul. As consequências do Apartheid são muito visíveis até hoje na Áfrical do Sul. Uniões inter-raciais, por exemplo, eram proibidas. Percebe-se nitidamente também a influência (e domínio) holandesa nas cidades da Rota Jardim. O cardápio do restaurante estava em Afrikaans. As placas indicando as cidades, na estrada, também estão em Afrikaans. Mossel Bay, por exemplo, está indicado como Mosselbaai. Em Oudtshoorn, passamos apenas uma noite. O turismo aqui é em torno de um conjunto de cavernas chamada Cango Caves e nas fazendas de avestruz. Acordamos cedo, pegamos a visita guiada na Cango Caves no primeiro horário, depois visitamos uma fazenda de avestruz e almoçamos avestruz. Na Cango Caves, há uma parte, que não faz parte da visita guiada, com uns painéis informativos. Não deixe de passar e ler (tem bastante coisa para ler, mas achei que valeu a pena, foi bastava informativo). Depois fomos numa fazenda de avestruz. A visita começa com uma apresentação do guia sobre avestruz e depois interagimos com alguns deles. As duas visitas foram legais, muito informativas. E a carne de avestruz é muito gostosa. A cidade sai um pouco do roteiro. Para quem está com tempo curto e quer fazer a Rota Jardim “pura”, acho que dá para não subir para Oudtshoorn. A gente estava na dúvida se visitaríamos Oudtshoorn ou não. Mas depois de ter visitado, achamos que valeu a pena. Como a cidade fica numa região e clima semi-árido, é muito mais quente que as cidades da Rota Jordim. Depois fomos para Knysna (se pronuncia Nysna). É um cidade um pouco maior que as duas anteriores. A cidade é muito bonitinha e tem uma Waterfront também. Os restaurantes da Waterfront são excelentes (a dona da pousada que ficamos nos indicou o Bazala, que gostamos muito). Comemos carne de crocodilo, carne de Kudu com alguns acompanhamentos típicos (Maliepap, que parece um cuscuz, e chakalaka, um tipo de molho bastante apimentado). Antes de deixar a cidade, fomos visitar o Knysna Head (ou simplesmente The Head), cuja vista é muito bonita. Dá para ficar um tempinho contemplando a paisagem. No pé do morro, tem uma espécie de padaria, tomamos café da manhã lá. Nunca na minha vida tinha visto tanto jalapeño (pimenta) junto no mesmo prato. Suei tanto que tive que lavar o rosto no banheiro, rsrs. Demos uma volta no centro da cidade, visitamos uma igreja anglicana e partimos rumo a Plettenberg Bay. Também por indicação da senhora da pousada, paramos no Garden of Eden (informativo e agradável, mas não é indispensável) e na Robberg Nature Reserve – parque nacional que tem 3 trilhas (a maior tem 9 km), a paisagem é maravilhosa, vale a pena passar pelo menos um período. Infelizmente estávamos com pouco tempo e só fizemos metade da trilha mais curta. Para fazer as trilhas (que tem muitas escadas), recomendo estar de tênis e bermuda (apesar do vento frio e forte da costa sul). Plettenberg é uma cidade bem gostosa também, tem atmosfera mais praiana e de surf. Demos uma volta na praia (a água estava geladassa), tinha uns caras surfando. Assim como em Cape Town, há várias mansões na beira da praia que cercam o acesso à praia, que obriga as pessoas a darem uma volta grande para chegar na areia. Na praia Central Beach, vi uma placa que me chamou a atenção. Tinha várias proibições: entre elas música alta, comida, bebida alcoólica e "Ball Games". E pensamos: “ué, o que se faz na praia então?” kkkkk. Tudo o que o brasileiro mais gosta de fazer na praia estava proibido naquela placa. De noite experimentamos mais uma comida típica sul-africana: Boboti (basicamente, é carne moída com ovo batido). Acordamos cedo e partimos sentido à vila de Storms River. Decidimos nos hospedar nessa vila porque é onde estão as hospedagens mais próximas do Tsitsikamma Park, depois das hospedagens que ficam dentro do parque, é claro. Mas as hospedagens do parque (que ficam quase na praia, com uma vista incrível) são bem mais caras e é preciso reservar com muita antecedência. Dentro do parque também tem a opção de camping. No caminho, fizemos uma parada na praia Keurboomstrand. É bonita, mas devido ao tempo meio frio, estava deserta. Também passamos para almoçar no famoso bungee jump Face Adrenalin. É muito alto, rs. Deixamos para decidir se pularíamos no dia seguinte. Acabamos não pulando, mas quem estiver animado eu recomendo. É um dos mais altos do mundo e lá tem uma placa comparando os 10 bungee jumps mais altos do mundo, com a altura e o preço de cada um. E realmente a relação preço-altura desse bungee jump é a melhor. O Tsitsikamma Park é, talvez, o segundo parque mais famoso da África de Sul. O primeiro seria o kruger. É muito grande, seriam necessários vários dias para conhecer tudo. Os pontos do parques que julgamos ser os que valeria mais a pena visitar em apenas um dia inteiro que estivemos lá foram a Waterfall Trail e a ponte pencil. A waterfall trail é uma trilha que dá numa cachoeira de uns 50 metros, com um poço excelente para banho e que desemboca quase no mar – eu nunca tinha visto um cenário como esse, com mar e cachoeira se misturando. Tem também o caiaque ou uma espécie de boia Cross para fazer no rio, que também legal, como estávamos com pouco tempo priorizamos a trilha. No dia seguinte, tínhamos café da manhã e partimos para Jeffreys Bay. A cidade está no circuito mundial de surfe, então tudo é voltado para surfe. Tem aulas de surfe, ajudam prancha, etc. Tem também algumas outlets de marcas como Ripcurl, Bilabong, Quicksilver, etc. É uma cidade gostosa, mas deve ser melhor no verão. Também tinha planos de surfar em Jeffreys Bay, mas como estava frio e o mar não estava lá essas coisas, não animei entrar na água gelada para pegar uma onda pior que a do Guarujá. Então seguimos para Port Elizabeth, onde pegaríamos o voo para Johannesburg. Nosso anfitrião já esteve no Brasil, era um cara bastante agitado e atencioso. Nos deu dicas de onde comer e conversamos bastante. A cidade é bem maior e mais rica que as outras da Rota Jardim. Apenas caminhamos pela orla perto de onde estávamos, comemos e, no dia seguinte, pegamos o voo para Johannesburg.
  33. 1 ponto
    Simplesmente incrível! Uma verdadeira inspiração para mim, que uma semana atrás larguei tudo, de uma forma muito mais brusca É sem nenhum trocado no bolso, e meti o pé na estrada. Deixei pra trás a família, a casa alugada com todas as minhas coisas dentro, dois empregos e uma namorada que super apoiou minha decisão. Cortei toda forma de contato com tudo e com todos que fizeram parte da minha vida, joguei fora o meu chip e exclui todas as redes sociais. Radical, estúpido e perigoso? Sim! Está valendo a pena? Cada segundo! Indescritível a sensação de ser completamente livre para ir onde as suas pernas puderem te levar!
  34. 1 ponto
    Keep shinning crazy diamond!!! Seu exemplo é muito importante!!
  35. 1 ponto
    @Jéssica Valcazara , parabéns pela coragem, força de vontade e experiência vivida. Se possível, traga mais informações sobre o seu mochilão, para inspirar mais pessoas.
  36. 1 ponto
  37. 1 ponto
  38. 1 ponto
    Que motivação! Estou com a mesma necessidade. Obrigado pelas palavras!
  39. 1 ponto
  40. 1 ponto
  41. 1 ponto
    Relato inspirador! Que narra exatamente o poder transformador que tem um mochilão.
  42. 1 ponto
  43. 1 ponto
    Somos brasileiras e temos medo..somos mulheres e temos medo.. Temos medo de sair na rua, de tantos males e noticias ruins que vivenciamos no Brasil, no telejornal, no dia a dia.. Você foi corajosa, desbravando o mundo, explorando cidades, conhecendo pessoas e culturas maravilhosas aí fora e acima de tudo conhecendo a si mesmo..e sendo orgulhosa disto. Parabéns menina! Que a tua estrada seja cheia de luz e que teus sonhos sejam cada vez mais realidade. É lindo ler histórias assim [emoji5] Um abraço!
  44. 1 ponto
    Nossa... que coisa linda !!! Espero um dia ler um livro seu!! Parabéns!!
  45. 1 ponto
    fantástico! parabéns...simplesmente demostração de coragem e atitude de fazer o que gosta ....
  46. 1 ponto
    @Analy Quem inventou essa de portunhol foi José Sarney. Não adianta,chilenos te entendem e depois morrem de rir.Aqui todos aprendem línguas na escola e muitos se acham superiores aos demais da América do Sul.
  47. 1 ponto
    Conexão em Luanda Fizemos conexão em Luanda (Angola), foi a opção de voo mais barata que encontramos. A conexão em Luanda é uma bagunça, tanto na ida quanto na volta. Na sala de espera não cabia todas as pessoas sentadas, o lugar é muito úmido, o ar condicionado não funcionava e a fila que se forma é muito demorada. *** 1ª parte: CAPE TOWN Cape Town é uma cidade muito legal, alguns dizem que lembra o Rio de Janeiro, por suas belezas naturais, só que mais rica e mais segura. Eu também achei que lembra Sydney. Durante um tour que fizemos, soubemos que o cais da cidade (o famoso Waterfront) foi inspirado na Darling Harbour de Sydney. Nos hospedamos no bairro Green Point, numa casa que encontramos no Airbnb. A casa era sensacional e ficou bem mais barato do que uma hospedagem no Booking. Nosso anfitrião também foi muito gentil e atencioso. Não nos sentimos inseguros em nenhum momento, mas o transporte público não é abundante e é incomum ver pessoas andando a pé na rua. Se forem fazer passeios mais longos, acho que vale muito a pena cogitar o aluguel de um carro (pegamos um Fiesta automático que saiu muito em conta). O Uber também é relativamente barato – de Green Point (bairro em que ficamos hospedados) até o Waterfront dava uns 20 minutos a pé e a corrida de Uber ficava entre 22 e 29 Rands. No Waterfront não é fácil estacional carro, a não ser em estacionamentos. Nos primeiros dias, nos deslocamos a pé e de Uber. Depois, alugamos um carro para o último dia, pois íamos até Cape Hope e depois faríamos a Rota Jardim. Pontos que visitamos: Waterfront District Six Museum World of Birds (santuário de pássaros muito legal) Imizano (uma township) Jardim Botânico (Kirstenbosch National Botanical Garden) Table Moutain Signal Hill e Lion's Head Península Cape Hope + praias + Chapman’s Peak Drive Também iríamos à Robben Island, onde Nelson Mandela ficou 18 anos preso. Hoje é um museu. Mas a balsa que leva os turistas de Cape Town à ilha é muito sensível ao tempo. Cancelou duas vezes e desistimos. Sobre os pontos que visitamos, cabem alguns comentários. District Six Museum: achamos mais ou menos, nem se compara ao museu do Apartheid em Johannerburgo. Mas detalha mais sobre as desocupações forçadas que ocorreram no Distrito 6 em Cape Town durante o Apartheid. Mas depois da visita caminhamos nas ruas ao redor e foi uma caminhada gostosa. Há dois parques agradáveis ali perto: The Company's Garden e De Waal Parl. Tanto o World of Birds quanto a township Imizano, visitamos pelo city tour no sightseeing (aqueles ônibus vermelhos de dois andares). Sempre tento fugir desses passeios muito turistas, mas como estávamos com pouco tempo e ao mesmo tempo ficávamos sem saber o que fazer quando a visita à Robben Island era cancelada, achei que até foi interessante. Você circula pelo cidade e vai escutando explicações no fone de ouvido e economiza no taxi. Jardim Botânico: não estava nos nossos planos, mas acabamos indo quando o passeio para a Robben Island cancelou pela segunda vez. É bonito e para quem gosta de visitar Jardins Botânicos vale a pena, mas não achamos nada demais. Signal Hill e Lion’s Head: dá para ir no mesmo dia. A Signal Hill é só parar o carro e curtir o visual. A Lion Head tem que fazer uma trilha de mais ou menos 1h-1h30. Se animar também dá para fazer parapente da Lion’s Head. Os passeios da Robben Island e Table Moutain são bastante sensíveis ao tempo. Qualquer alteração na previsão, mesmo que esteja apenas nublado (sem chuva), eles fecham e você tem que re-planejar o seu dia. Então recomendo ficar atento na provisão e escolher o dia de melhor previsão para visitar esses dois pontos. A Table Moutain é muito legal, tem que ir. É, talvez, a sensação de Cape Town. Recomendo chegar bem cedo (no primeiro horário) para pegar menos fila e pegar o sol mail fraco. Há muitas trilhas no topo e lugares para contemplar a vista, recomendo separar pelo menos uma manhã. É interessante também separar um dia para ir até a península Cape Hope. O roteiro que fizemos foi o seguinte: Clifton Beach, Camps Bay Beach, Hout Bay, Chapman’s Peak Drive, Cape Hope / Cape Point. Cape Hope e Cape Point ficam dentro de um parque nacional, é um lugar muito bonito e dá até para passar o dia. Creio que pelo menos meio dia tem que separar para esses lugares. Camps Bay é uma praia badalada em Cape Town, tem bons restaurantes e uma atmosfera legal, é um excelente lugar para ver o pôr do sol ou ficar tomando cerveja ou vinho. Pegamos um dia de muito frio, eu tive até que comprar uma touca de lã, e outro dia de bastante chuva. Nesse dia de muita chuva nós decidimos, no dia anterior após ver a previsão do tempo, fazer uma excursão para as vinícolas, pois assim não perderíamos o dia (passamos o dia comendo, bebendo vinho e se deslocando de van). Passamos por Stellenbosh, Paarl e Frankhock. Achei que foi uma ótima ideia. Foi bom também porque, pelo tanto que bebemos, não tínhamos a menor condição de ir de carro. Sem querer ser repetitivo, rs, fiquem atentos na previsão do tempo em Cape Town! Onde comer: Food Market no Waterfront é muito legal, tem várias opções Addis in Cape (é um restaurante Etíope): gostamos muito do menu degustação, em que se come com a mão. Foi onde mais gastamos mas recomendo, é uma experiência interessante. Mzansi: restaurante típico sul africano montado dentro de uma casa. Fica numa Township e paga-se um valor para comer à vontade. Há apresentação musical e a dona do restaurante conta a história deles. Vale a pena. Utilizar o TripAdvisor (lendo os comentários) sempre funciona Algum mercado ou padaria local perto de onde estiver hospedado Inicialmente, nosso plano era sair de Cape Town e se hospedar 2 noites em alguma cidade para visitar as vinícolas (em Stellenbosh ou em Frankhock). Mas como iríamos perder o dia em Cape Town na chuva, antecipamos as vinícolas e decidimos nem dormir mais nas cidades das vinícolas. Mas depois de conhecer Stellenbosh decidimos passar pelo menos uma noite lá. Como depois do dia de Cape Hope iríamos iniciar a rota jardim, achamos que seria legal pernoitar em Stellenbosh ao invés de pernoitar em Cape Town, pois assim poderíamos curtir pelo menos uma noite em Stellenbosh (cidade pequena mas muito charmosa). Até porque voltar de Cape Hope para Stellenbosh seria o mesmo tempo do que de Cape Hope para Cape Town. Stellenbosh é uma cidade universitária. É a principal cidade das vinícolas. Há muitos ingleses e holandeses estudando lá. É bem bonitinha. Caminhamos um pouco pela universidade, fomos no Mugg & Bean (uma cafeteria excelente, que não conhecíamos), comemos em lugares legais, conversamos um pouco com as pessoas, etc. E de Stellenbosh, então, seguiríamos viagem para a rota jardim.
  48. 1 ponto
    Boa noite Mochileiros. No dia 06 de dezembro deste ano, fiz um poste em Companhia para Viajar - "Trilha/acampamento (15 e 16/12) - Canyon Itaimbezinho - RS/SC", e acabei fazendo duas trilhas e acampei, e vou contar um pouco da experiência, e tentar incentivar todos a fazerem, pois vale muito a pena. - Primeiramente, assim como todos fazem um planejamento do passeio, fiz o meu. Utilizei vários sites, conversei com bastante gente a respeito da cidade e sobre tudo o que ela poderia proporcionar. Fiz um mapa, e fui marcando tudo que tinha na cidade (Supermercados, farmácias, lanchonetes, pizzaria, barzinhos kk e entre outros), e garanto que foi um grande auxílio pra se virar na cidade. Na busca fiquei um pouco preocupado, pois a internet me mostrava uma cidadezinha muito pequena e distante de tudo, não que fosse fazer diferença, mas sair de longe pra fazer apenas uma trilha as vezes desanima. - Fiz orçamentos referente as trilhas e passeios possíveis de se fazer, com uma empresa XX: > Trilha do Rio do Boi: R$ 160,00/pessoa. > Trilha Malacara: R$ 70,00/pessoa. > Passeio de Balão: R$ 500,00/pessoa. - Durante uma conversa com a empresa XX, questionei sobre Camping, e me indicaram o Camping Malacara. Entrei em contato e me surpreendi com os valores passados: > Trilha do Rio do Boi: R$ 75,00/pessoa (se tivesse 4 pessoas), R$ 90,00/pessoa (se tivesse até 3 pessoas), e R$ 70,00/pessoa (se fosse um grupo acima de 5). > Trilha Malacara: R$ 40,00/pessoa. > Camping Malacara (diária): R$ 20,00/pessoa. Falando um pouco sobre a cidade - Praia Grande/SC: > Do Portal de Turismo de Praia Grande: Reconhecida como a "Capital Catarinense dos Canyons", localiza-se na divisa entre Santa Catarina e Rio Grande do Sul, à 280 km de Florianópolis. A cidade foi povoada a partir de 1917, por descendentes de açorianos, portugueses e italianos. O nome Praia Grande é derivado dos grandes despraiados do Rio Mampituba, formado por seixos rolados. > Achei que a internet mostra uma cidade diferente do que realmente ela é, no sentido de estrutura das casas. A cidade é pequena SIM, porém percebi que as pessoas são muito receptivas e educadas, da para ver nos olhos delas, o amor e orgulho que as tem em morar ali. A cidade é bem cuidada e limpa. E no centro da cidade tem uma igrejinha muito bonita. - Camping Malacara: fica localizado aos pés dos Canyons malacara. Possui uma guia credenciada. O camping é bem pequeno, condiz com as pesquisas, possui uma cozinha pequena com uma geladeira e um fogão. Tem uma vista maravilhosa dos Canyons, possui uma piscina natural logo atrás do camping (foto abaixo). - Trilha do Rio do Boi: Saímos do camping por volta das 09 hrs, e encontramos nossa guia num posto de gasolina, seguimos com o carro dela (pagamos R$ 40,00 - dividido para os três), e foi mais um casal de gaúchos em outro carro. Fomos instruídos a respeito de tudo que poderia acontecer, sobre a história dos canyons itaimbezinho e ganhamos uma aula sobre a biodiversidade local. A trilha é bem difícil de se fazer, porém a natureza te recompensa, levamos umas 3 hrs até chegar no ponto. Passamos por algumas cachoeiras de tirar o folego, e algumas piscinas naturais. É Impossível descrever as sensações. Algumas fotos abaixo: - Trilha Malacara: o nome Malacara vem de uma espécie de cavalo que tinham uma macha branca em sua cara, que caracterizava uma raça selvagem, onde nos Canyons, se prestar bem a atenção possui uma mancha, e acreditasse que pelo formato, conseguimos ver um cavalo nas paredes do Canyon. A Trilha bem fácil de se fazer, leva aproximadamente 1 hra pra chegar ao final. Possui uma piscina natural maravilhosa. Algumas fotos abaixo: Fiquei encantado com toda a beleza natural e com a experiência que tive nessa pequena cidade. Acredito que consegui passar um pouco do que eu queria. OBRIGADO DEUS, OBRIGADO PRAIA GRANDE E OBRIGADO MINHA SANTA CATARINA. Precisando de mais detalhes, só chamar no whats: (48) 999660-9049.
  49. 1 ponto
    Já faz tempo que fiz este relato e fui a Torotoro mesmo assim até hoje não vi nenhum outro relato mesmo tendo respondido várias perguntas sobre o Parque. Uma pena que a maioria dos viajantes focam seu roteiro no Salar e em La Paz quando a Bolívia tem muitos lugares para serem visitados além de ser um país muito barato "ainda"
  50. 1 ponto
    O dia e meio pretendido na Polônia no começo do meu planejamento de viagem (seria apenas para visitar Auschwitz e dar no pé) facilmente se transformaram em 4 dias e meio, num combinação de fatores que envolveu a foto de um lago na fronteira com a Eslováquia, os horários do ônibus que liga Cracóvia à Budapeste e outra foto do complexo do Castelo em Cracóvia. Hospedagem: Em Cracóvia me hospedei em dois albergues diferentes conforme as duas fases da viagem. Gostei muito do Mama's Main Market Square, no qual fiquei em dormitório misto compartilhado. Limpo, apesar de estar em um prédio bastante antigo (e por aqui, qual não é? rs), com excelente atendimento, café da manhã interessante, um pessoal muito legal e a melhor localização ever! Os inconvenientes, para alguns: os banheiros são compartilhados e não há elevadores (eu não ligo, mas tem quem se incomode). Em Zakopane, escolhi o Willa Oberza Sasiadów em uma promoção do site booking.com. Simplesmente MARAVILHOSO! O café da manhã era extraordinário, o quarto lindo e aconchegante. No retorno à Cracóvia, já havia deixado reservado um quarto privado no Traveller's Inn. Também bem localizado, mas não tanto quanto o Mama's, quarto amplo e arejado, banheiro compartilhado. Na verdade, trata-se de um grande apartamento que eles alugam os quartos. Cozinha disponível para os viajantes, assim como no Mama's. A hospedagem na Polônia me pareceu bem econômica. Sites: Willa Oberza - http://willa.oberza.pl/index.php/en Mama's Hostel - http://www.mamashostel.com.pl/ (há quartos duplos e privados em um outro prédio) Traveler's Inn - http://travellersinn.pl/ Dia a dia Dia 01 - Cheguei em Cracóvia, após um voo muito tranquilo da Ryanair (sem atrasos, confusão ou excesso de bagagem da minha parte!) e apesar de ser agosto, fazia apenas 13º e estava bem nublado. Ali no aeroporto mesmo, peguei um mapa no balcão de informações e a orientação para pegar um trem para o centro de Cracóvia. A estação de trem é bem tosquinha, alguns metros depois do aeroporto, sem ninguém para vender bilhetes e apenas uns cartazes com os horários e valores como informação. Chegando lá um taxista ofereceu seus serviços para me levar e mais algumas pessoas pelo mesmo preço do trem. Bem inconsequente e fora do meu estado mental normal (eu morro de medo de taxistas, mesmo na cidade onde moro!!), aceitei seguir junto com uma mulher com bebê. Fiquei tensa toda a viagem (uma meia hora, 40 minutos), esperando algum golpe... que não veio! hehe. - Foi muito fácil chegar a pé da Estação Central de trens até a praça principal. Minha hospedagem ficava em uma micro rua que saia dessa praça. Localização é tudo!! De uma maneira geral, Cracóvia é uma cidade pequena. É também diferente de todas as cidades que eu conhecia e acho bem difícil encontrar um padrão de comparação. Muito antiga, cheia de prédios com resquícios da Era Comunista, boas calçadas (Sempre presto atenção nisso!), a cidade é tranquila e tem uma boa vida noturna (sim, nem fica contraditório quando você está por lá). - Neste primeiro dia, fiz o check in, corri para comer um kebab ali próximo à Main Market Square e aproveitei o Jewish Free Walking Tour. Já havia me programado mas não tinha certeza se daria tempo. Esse foi meu primeiro free walking tour, uma modalidade bem em alta na Europa. Gostei do trabalho dos rapazes que guiaram, cruzando a pé o Centro de Cracóvia até chegar no Kazimiers, o bairro judaico. Ali, próximo a uma das Sinagogas, realmente se iniciou o passeio que ofereceu um panorama sobre a Segunda Guerra Mundial e também uma breve ideia da vida no final do regime comunista e após este. No Leste Europeu de uma maneira geral (passei por Polônia, República Tcheca e Hungria), é possível encontrar muitas referências aos judeus e à situação durante a Segunda Guerra Mundial por motivos históricos óbvios. Você acha muitos passeios e visitas temáticas como esse free walking tour, Sinagogas históricas que podem ser visitadas e pode-se perceber que a reconstrução dos antigos bairros judaicos muitas vezes passa pela transformação dessas regiões em referências de boa vida noturna e cultural. - Depois voltei para a região central e explorei um pouco aquela parte e o Mercado. Ainda passei em um mercado e fiquei fazendo um social no albergue. Dia 2 - Dia reservado à visita a Auschwitz. O mais famoso campo de concentração e extermínio do regime nazista encontra-se aberto à visitação na forma de museu (Auschwitz I) e memorial (Auschwitz - Birkenau), estando na cidade de Oswiecim próxima à Cracóvia. Já havia feito a reserva de um tour com transporte e guia pois não queria ir sozinha. Essa empresa, recomendada no blog de uma brasileira, pega na porta do hotel. Mas como não havia o meu albergue na lista disponível, escolhi sair do outro prédio do Mama's que dispõem de quartos privados. Vi no mapa e fui andando até o lugar, o que foi muito bom pois vi uma outra parte da cidade. O serviço da empresa foi impecável e recomendo a utilização. É possível visitar os dois campos e você entra em vários barracões, vê objetos e documentos e inclusive visita as celas e uma das câmaras de gás. Tudo muito maior e mais aterrorizante do que sua imaginação é capaz de alcançar. - Voltei exausta e entrei no primeiro lugar de orações que vi aberto (uma igreja católica próxima à praça central). Era aproximadamente seis e meia da tarde quando voltei para o albergue, tomei banho, bati um papo com um rapaz francês que dividia o quarto comigo, liguei pra família e capotei! Dia 3 - Quando estava pesquisando as excursões até Auschwitz, vi a foto de um lago nas montanhas que me impressionou. Tratava-se de Morskie Oko, nas montanhas Tatra, na região entre a Polônia e a Eslováquia. Uma das agências sugeria uma day trip até o lugar. Me achando o máximo resolvi pernoitar na cidade de Zakopane e usar como base para conhecer o lugar, retornando no dia seguinte para Cracóvia. Aprendi a não julgar o tempo necessário em um local a partir da oferta de bate-volta de agências. Infelizmente, calculei muito mal o tempo necessário, julguei que a cidade fosse mais compacta do que é e ainda por cima escolhi uma hospedagem do lado oposto da direção do lago. Não me arrependo de ter ido, pois as paisagens entre Cracóvia e Zakopane são lindas. Aproveitei para descansar, andar de teleférico e fazer algumas caminhadas. Mas ainda devo uma visita para esse lago. Basicamente, Zakopane é uma estação de esqui muito procurada por poloneses e alemãs devido aos preços mais baratos do que as tradicionais estações suíças, francesas etc. No verão a região é tomada por turistas que gostam de fazer trekking nas montanhas. O lugar é maravilhoso e minha sensação era de estar muito longe de casa e da minha realidade. As pessoas são bem simpáticas, mas a maioria não fala inglês. A estação de ônibus onde eu desci era mínima e seguindo a grande avenida à direita era possível chegar a pé na parte central da cidade. Uma graça! - Ah! Deixei a minha mala no depósito de bagagens da Estação de Trens de Cracóvia e parti da estação de ônibus, que fica atrás dela e tem acesso por uma passagem subterrânea, direto para Zakopane com uma mochilinha. Dia 4 - Dia de voltar para Cracóvia, também de ônibus. Essa viagem de retorno me pareceu um pouquinho mais demorada e tumultuada, pois o ônibus fez diversas paradas e em alguns momentos havia passageiros viajando em pé. Nada demais se o universo ao meu redor não estivesse rodando em polonês. Chegando em Cracóvia, resgatei a bagagem e fui fazer check in no outro hotel onde tinha reservado por uma micharia um quarto privado. Aproveitei para explorar a região do complexo do Castelo (Wawel). Lindo! - Depois fui novamente ao bairro judeu e entrei na Sinagoga e no Cemitério Judaico mais antigos, além de fazer a caminhada pelas Sinagogas da região e entrar no museu judaico (tem uma livraria linda!). Visitar o Cemitério Judaico de Cracóvia é muito triste pois na entrada estão várias placas em homenagem às pessoas mortas durante a Guerra feita pelos familiares sobreviventes. De uma população de 68.000 judeus, Cracóvia conta atualmente com menos de 300! - De noite ainda andei pelas ruas da cidade, fui a uma feira na Praça Central e ainda em um dos bares ali perto. Dia 5 ou 1/2 dia - O ônibus só partia para Budapeste no período da tarde, então aproveitei a manhã para conhecer um pouquinho melhor as duas Igrejas ali da Old Town, entrar em algumas lojinhas e ir comer pieroggi (comida típica) no Festival em uma das praças.
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