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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 04-04-2018 em todas áreas

  1. 3 pontos
    Saudações meus queridos! É com muito prazer que começo esse relato. Afinal, relatar não é apenas descrever, mas é REVIVER! Bom. A história da travessia começou no Mirante da Serra do Rio do Rastro, onde eu, @darlyn e @Dionathan Biazus encontramos o senhor Miguel. Fizemos 6 horas de estrada desde Chapeco até o Mirante. O Miguel é o proprietário das terras onde a travessia acontece, então é com ele que tem que combinar as paradas. Cara super gente fina, de uma simplicidade enorme. O próprio mirante já é um ponto de partida (mas longe de ser o ápice da trip). Mirante da serra do rio do Rastro: o mirante tem um murinho onde as pessoas ficam contemplando o visu da estrada da serra, cercada por suas montanhas. E tem sempre visitas dos quatis... É bom pontuar que aqui é sempre cheio de pessoas, se você quer ficar em contato com a natureza, não apenas olhe a mata, mas entre nela. Não só olhe a montanha mas vá até o topo! Seguindo então, encontramos nossos outros dois parceiros dessa empreitada @dumelo39 e o Lucas, que vieram do Rio de Janeiro! Assim juntou toda a piazada haha. Fomos com o Miguel de 4x4 até a primeira fazenda. Ele cobra cerca de 150 pila o transfer (total) e 30 por dia pra acampar nas terras. Pra entrar nessa primeira fazenda mais 10 pilinha por cabeça. Começamos então a subida até o primeiro destino: canyon Laranjeiras, daí foi cerca de 2 horas. O caminho é relativamente tranquilo, apenas umas partes com barro (fichinha perto do que viria a frente). Canyon Laranjeiras: maravilhosamente lindo, o canyon tem 3 pontos principais pra parar. A parte mais do fundo é onde fomos pra descansar um pouco e comer. Estávamos nessa função quando do nada o tempo se armou e caiu um mundo de água. Ainda bem que deu tempo que fazer uma casinha com uma lona grande que o querido Dihonatan levou. Ficamos um tempo ali até que passou a chuva e seguimos. Nos tracklog tem uma parte que direciona pra fazer a borda do laranjeiras. Mas como estava muito úmido resolvemos seguir a dica de um guia que estava por ali, e cortamos reto saindo do laranjeiras. Nessa primeira parte já tivemos contato com nossos amigos que apareceram muito nessa travessia: OS CHARCOS! Isso mesmo, lemos tanto sobre eles nos relatos que já chegamos meio preparados. Mas quando começou de verdade, que o pé afundou no barro ou na água que nos demos conta do que eram esses caras. Foi só até acostumar. Chegamos então na entrada de uma floresta, onde começou uma trilha punk. Íngreme, floresta fechada, terreno encharcado (a mochila ficando presa nos galhos uhuuull) coisa linda! Depois de atravessar e subir pelo mato conseguimos ver uma abertura e chegamos a uma plantação de pinheirinhos americanos. Dali passamos uma cerca e entramos na pior parte de charcos. Apareceu outro desafio. A Viração, que é uma neblina densa que cobre tudo. Decidimos acampar ali na plantação mesmo. Arrumamos as coisas, fizemos nosso super miojo e descansamos o corpo pro outro dia, nesse primeiro dia fizemos uns 7 kms. O dia amanheceu com um sol tímido e seguimos viajem, andamos uns 10 kms nesse dia, passando por vários picos de tirar o fôlego. Chegamos ao canyon do Funil cedo, as 15:30, e resolvemos ficar por ali pra aproveitar a vista e continuar no outro dia. Armamos acampamento e logo veio a chuva. Mas já estávamos preparados, ali perto tem um córrego que da pra tomar um banho massa. Era umas 18 e a gente já estava dormindo, porque o corpo estava pedindo. Umas 2 da manhã olhamos pra fora esperando ver uma chuvarada, que o barulho lá fora tava de arrasar, mas era só o vento chegando. O céu estava limpando e lua deu seu espetáculo. Depois de um bom chá /café deu pra olhar as estrelas um tempo até o sono voltar. Aí dormimos até umas 5 e pouco, quando o vento aumentou e o sol começou a chegar. Demos muita sorte, porque o amanhecer foi coisa de outro mundo. Começamos a desmontar o acamps umas 8 e demoramos porque o vento tava do caramba. Caminhamos mais uns 8 kms pelas bordas dos canyons até o final da travessia onde chegamos na porteira final saindo no asfalto, perto da sub estação. Mais alguns kms no asfalto uns 3 e voltamos ao Mirante... Super cansados, mas já querendo voltar e começar tudo de novo. Tivemos um almoço dos deuses lá no Mirante. Depois de quase três dias a base de miojo, uma lasanha caiu super bem. É muito difícil traduzir em palavras o que é uma travessia ou trilha com montanha. Porque o sentimento só pode ser sentido, todo o desafio, desde o peso, o cansaço, o medo, até ficar deslumbrado olhando a imensidão e tendo um pouco de consciência de como somos pequenos nesse universo e como a natureza é perfeita, com respeito, prudência e amor pela natureza, concluímos com sucesso a travessia. Super recomendado. 🙏👏🌲🌲🌲
  2. 2 pontos
    Olá, pessoal! Como compartilhei neste outro relato, meu marido e eu estamos vivendo em Invercargill (uma cidade bem ao sul da ilha sul da NZ!). Como não temos carro por aqui, procuramos sempre aproveitar a viagem de ônibus que nossa faculdade disponibiliza: a cada 15 dias há um ônibus saindo daqui por $2/return, alternando os destinos entre Queenstown e Dunedin. No relato de hoje, vamos começar a contar sobre nossas voltas por Queenstown. A verdade é que, a cada vez que vamos, não temos tanto tempo assim disponível: o ônibus sai de Invercargill 8h (pontualmente - sim, os kiwis são muito muito muito pontuais! ), mas a viagem é um tanto longa e geralmente chegamos em Queenstown perto das 11h – a volta é sempre 15h45. Sendo assim dessa maneira, a cada viagem elegemos um roteiro – e até agora todos foram completados com sucesso. Queenstown é a cidade mais turística da ilha sul e é conhecida mundialmente como capital dos esportes radicais. Lá você pode se aventurar em bungee jumping, mountain bike trails, tirolesas, passeios de barco e muitas outras coisas. Porém, como no momento estamos apenas estudando (e não trabalhando), tudo isso está muito distante para nós (sim, essas coisas são MUITO caras. Eu acho, pelo menos. ). O que compartilharei, portanto, é nossa experiência em duas diferentes idas para Queenstown até o momento, fazendo coisas gratuitas-free-no charge. Conforme tenhamos outras oportunidades por lá, irei acrescentando as coisas aqui no tópico. Nossa primeira ida a Queenstown foi no início deste mês de março. Havíamos pesquisado sobre uma trilha que leva à gôndola/Skyline, mas como saímos de Invercargill embaixo de chuva e neblina, achamos que provavelmente iríamos dar só uma volta pela cidade. Chegando em Queenstown, porém, boa surpresa: o tempo abriu – e decidimos encarar a trilha. O Skyline é uma gondola (tipo bondinho!) bastante característica de Queenstown e que te leva ao topo de uma das inúmeras montanhas por ali. De lá, você pode voltar pela própria gondola, experimentar o Luge (que é descer a montanha em um carrinho, em um circuito próprio) ou descer pela trilha de mountain bike. Ah, também tem algumas opções de tirolesas. Além disso, há uma trilha, a Tiki Trail, que te leva da base da gondola até seu topo. Claro que optamos pela única opção free! A Tiki Trail é uma trilha bem demarcada (como tudo na NZ) em meio a uma floresta de pinheiros e que só sobe (mais íngreme no começo – depois melhora! ). No dia em que a fizemos a temperatura estava quente e um tanto abafada, o que cansou mais do que deveria, mas chegamos no topo do Skyline após 1h de caminhada. Lá você tem uma lanchonete, uma lojinha, todas as outras opções de lazer (Luge, Mountain Bike Trail…) e um lookout. Chegando lá você também pode seguir para a Ben Lomond Walkway (não foi dessa vez!). Lá de cima a vista do Lake Wakatipu é privilegiada, mas também disputada – um moooonte de turista! Mais 1h de descida e estávamos famintos. Queenstown é cheia de gente, mas também é cheia de opção de restaurantes – para os mais diversos bolsos. Lá tem o famoso Ferg Burger, que diz ser o melhor hambúrguer do mundo. Não opinaremos por enquanto, porque ainda não comemos lá, mas a fila é sempre gigantesca e não importa o horário! Acabamos parando no Pog Mahones e pedindo um hambúrguer (com a cervejinha, que ninguém é de ferro ); $25 o combo, por pessoa. O hambúrguer em si era bem ruim, mas o pão era incrível e os acompanhamentos do lanche + batata frita também! Para a sobremesa, a dica é o sorvete na Mrs. Ferg Gelateria (sim, é o mesmo nome do hambúrguer famoso, mas a loja é diferente. Tem uns 3, 4 Fergs diferentes por lá): $6,90 duas bolas. O de pistache é muito bom (nunca achei que chegaria o dia em que eu falaria isso!) e o de cheesecake com frutas vermelhas também! Em nossa segunda ida para Queenstown novamente saímos embaixo de chuva e encontramos sol por lá. Dessa vez a trilha escolhida foi a Queenstown Hill/Te Tapunui Time Walk, uma trilha que ganha 500m de altitude até o topo de Te Tapunui. Para chegar no começo da trilha você precisa se dirigir até a Belfast Street: se você não tiver um bom preparo físico (e nem carro), sugiro pegar um taxi, porque é uma subiiiiiiiiiida das boas pra chegar lá (embora seja só uns 20 minutinhos de caminhada do centro). Fomos a pé mesmo. A trilha em si é relativamente tranquila e em meio a um bosque de pinheiros. Subida, claro, mas sem pedras (o que deixa tudo muito mais fácil. ). Destaque para os cogumelos mais lindos que você provavelmente já viu na vida. No meio do caminho, surge uma bifurcação: à esquerda o caminho é mais curto, mas bem mais íngreme; à direita, um pouco mais longo. A dica é subir pela direita e voltar pela outra trilha (vai por mim!). Mais um pouco de caminhada e você chega no primeiro lookout, onde você encontra o famoso Dream Basket (uma escultura em ferro). De lá até o topo, Queenstown Hill Summit, a subida é bem caprichada. Força nas pernas, ar no pulmão e finalmente você encontra uma vista 360º. Como na subida da Tiki Trail o Lake Wakatipu havia sido o queridinho, dessa vez a atração principal foi a cadeia de montanhas conhecida como The Remarkables. Levamos 1h para chegar ao topo e passamos quase que 1h lá em cima, de tão lindo que era. A descida levou pouco menos de 1h (nesse momento nos demos conta do quanto havíamos subido!). 14h30 estávamos novamente no centro de Queenstown e isso nos dava aproximadamente 1h de folga até a partida do ônibus. Decidimos comer nosso lanche (que dessa vez levamos, para baratear as coisas) no Queenstown Gardens que, para variar um pouco , era mais um parque lindo na Nova Zelândia (não sei o que acontece por aqui… todos eles são tão incríveis!). O Queenstown Gardens fica na beira do Lake Wakatipu e lá existem algumas trilhazinhas, quadras esportivas e outras opções de lazer. Pelo tempo, fizemos apenas a short walk - 20 minutinhos. Embora a Mrs. Ferg Gelateria tivesse sido ótima, foi a vez de tentar o sorvete da Chocolates Patagonia NZ (e também vale muito a pena. Dica: doce de leite e mascarpone cheese com frutas vermelhas. Sucesso!). $7,90 - $1 a mais, mas por outro lado a quantidade é maior. Por enquanto é isso, pessoal. Havendo novidades sobre Queenstown volto aqui para compartilhar. Em resumo: * A cidade é mega turística e, portanto, há coisas para todos os bolsos. * Os valores citados aqui estão em dólar neozelandês. * Se você por acaso tiver que escolher apenas uma das trilhas, definitivamente deveria ser a Queenstown Hill. Confia! * Queenstown é linda e vale a pena a visita mesmo que você não goste de esportes radicais ou não tenha grana para isso.
  3. 1 ponto
    Comprei as passagens em setembro/2017 e paguei R$2000,00 em SP-BUE; BUE-FTE; FTE-BUE-SP. Levei R$5000 para todos os gastos em 15 dias e voltei com R$800. DIA 01/01/2018 Saí de São Paulo bem cedo, num vôo da Copa muito tranquilo, mas sem nenhum entretenimento a bordo e com um bolo de laranja e uma barrinha de cereal como lanche. Não há suco disponível, apenas chá, café, água ou refrigerante. Chegando no Aeroparque em Buenos Aires, bem próximo ao desembarque internacional, esperei séculos na fila do Banco de La Nacion Argentina para trocar dinheiro. Nesse dia, a cotação era de R$1 = 5,7ARS. Troquei R$1000 achando que a cotação estava ótima, comprei o cartão SUBE por 25ARS, carreguei + 125ARS num quioste do open25hours (tem vários no aeroporto). No lado oposto do aeroporto, não lembro se desembarque ou embarque nacional, peguei o Arbus (arbus.com.ar) sentido centro. Custou 75ARS e foi pago com o cartão SUBE. Em menos de 25min o motorista avisou a parada do Obelisco e ali eu desci na avenida Corrientes e fui andando até o hostel. 06 Central Hostel (1375ARS por 6 noites) Hostel muito bem localizado, tem funcionários brasileiros e quartos e espaço de convivência amplos. Peca no wifi instável e no café da manhã super pobre. Recomendo pela localização que é excelente! Deixei tudo lá depois do check-in e saí sem rumo sentido Obelisco procurando um lugar para comer. Na Avenida Corrientes, 965 encontrei uma pizzaria que vendia combos de empanadas e comendo no balcão era mais barato. Paguei 75ARS em 2 empanadas + copo de refrigerante e ali perto comprei uma garrafa de 1,5L num quiosque open25h e paguei 45ARS. Vale a dica que a água da torneira é potável, só TEM sabor (no Chile é pior), o que é de se estranhar para nós. Decidi que faria diferente nessa viagem e fui andando perdida pela cidade sem nenhum destino. Passei pelo centro, Florida, Casa Rosada, Manzana de Las Luces, seguindo para San Telmo (e passando por uns lugares meio estranhos, mas felizmente policiados) e fui parar em Puerto Madero, que estava bem suja por conta da virada do ano. Decidi voltar para o hostel e dormir cedo porque tinha acordado de madrugada para o vôo. Gastos do dia: 25 pesos cartão sube 125 recarga (sendo 75 do arbus) 1375 hostel 06 central 75 empanadas + coca (corrientes 965) 45 pesos água 1,5L (open25h) Avenida 9 de Julio e entradinha da Corrientes ↑ Avenida 9 de julio ↑ Museu Fragatta Sarmiento em Puerto Madero ↑ Casa Rosada ↑ Dia 02/01/2018 Às 10h30, em frente ao Teatro Colón, saem grupos de Free Walking Tour para a Recoleta (http://www.buenosairesfreewalks.com/). Os guias ficam de camiseta laranja, não tem como errar. Começaram separando os grupos em espanhol e inglês e como tinha muita gente, foram 2 grupos só de inglês com umas 40 pessoas em cada. As paradas não são muitas, mas os guias explicam muito sobre a história da cidade, dos prédios e a cultura e o tour acabou sendo bem leve e menos cansativo do que eu imaginava só que mais longo também, finalizando no no cemitério da Recoleta (o meu acabou às 14:30, mas o previsto era 14h). A programação "Aline" era voltar para o centro e ir no City Center Tour da mesma empresa que começa às 15h. Como a caminhada de volta seria bem longa e eu estava com fome, desisti e fui andando sentido hostel. Descansei um pouco à tarde e à noite jantei no restaurante La Cabrera, indicação do taxista, porque o restaurante bem avaliado e escolhido antes estava fechado. Gastos do dia: 7ars 1maçã XXars tips free tour 139ars combo Mc Donalds 1300ars jantar para 2 no La cabrera Teatro Colon ↑ Dia 03/01/2018 Como o city tour do Centro no dia anterior não deu certo, decidi tentar com uma empresa diferente que tinha saída às 11h do Congresso Nacional (http://www.bafreetour.com/) com grupos apenas em inglês (antes passei na calle Lavalle que tem várias lojinhas de souvenirs). Foi um grupo menor com menos de 10 pessoas se não me engano, mas também muito leve. A guia era muito simpática, explicava super bem e de fato, deu dicas sobre a cidade e os portenhos. Depois do almoço que já era lanche da tarde (no mesmo restaurante do dia anterior - El Rey - Corrientes 965), fui para Puerto Madero novamente. Me apaixonei por esse contraste de novo e antigo da cidade e achei lindo o Parque de las Mujeres Argentinas. Gastos do dia: 199ars globo de neve (lavalle 969) 100ars por 2 bandeiras/patches para o mochilão 45ars sorvete XXars ba free tour 40ars água 500ml 60ars 2 pedaços pizza + refri (el rey) Congresso Nacional ↑ Obelisco ↑ Parque de las Mujeres em Puerto Madero ↑ Dia 04/01 O dia começou na caminhada até a livraria El Ateneo Gran Splendid e que coisa maravilhosa são livros dentro de um teatro! Fiquei apaixonada, nem um pouco envergonhada de tirar mil fotos e fazer vídeos porque tinham muitos turistas lá também. De lá, segui para a faculdade de direito de Buenos Aires, passei pela Floralis Generica e acabei no Museo Nacional de Bellas Artes (gratuito). Gastei umas 2horas andando ali dentro e quando bateu a fome, fui até o SanJuanino (Posadas 1515) almoçar (lanche da tarde já). Pedi uma empanada que estava deliciosa e depois uma massa, mas vi muitas pessoas que pediram apenas as empanadas, sem prato principal. À noite era dia de tango e decidi escolher um menos turístico, mais simples e optei pelo Centro Cultural Borges que fica dentro das Galerías Pacífico. Começou as 20h, com duração de 1h10, misturando o tango de 4 casais, performance de músicos e um cantor - tudo ao vivíssimo. Superou minhas expectativas! De volta ao centro (porque a Galería e a praça de alimentação fecham as 21h), jantamos no restaurante com melhor custo-benefício da viagem e porque quando eu gosto, gosto de verdade, repito muito mesmo e conto e levo todo mundo que encontro. Gastos do dia: 250ars almoço empanada + massa + Pepsi 430ars tango CC Borges 40ars pão de queijo Starbucks 147ars jantar pizza no El Rei El Ateneo ↑ Faculdade de direito de Buenos Aires ↑ Floralis Generica ↑ San Juanino Empanadas ↑ Dia 05/01 Planejamento de parques, dia incrível, ansiedade a mil e... chuva! Triste, mas estamos sujeitos a isso em qualquer viagem. O roteiro que eu deveria ter feito era esse, mas nada deu certo e junto com mais 2 brasileiros, fomos ao Malba (atente-se ao horário de abertura, porque, como nós, muitos turistas tiveram a mesma ideia e deram de cara com as portas ainda fechadas). Sobre o Museu: prefiro o Bellas Artes, mas tem quem ache incrível, então melhor ver com os próprios olhos. Saímos dali e fomos até o Il Quotidiano (Uber), restaurante de massas super aconchegante, com pratos muiiiito bons. De lá, pegamos o metrô para tentar a visita guiada do Congresso Nacional e chegando lá fomos informados que as visitas estavam suspensas até fevereiro por conta das férias. Não fez sentido algum porque a cidade estava cheia de turistas, mas enfim, eram férias dos portenhos também. Paciência, mais um negócio do roteiro que não deu para fazer. Fomos até a Calle Lavalle comprar o restante das minhas lembrancinhas e lá descobri a Bomboneria Royal Lavalle (número 951) com preços bem camaradas para alfajor (me empolguei um pouco). Das marcas que experimentei, os que mais gostei foram: Milka sabor Mousse; Negro (chocolate ao leite com recheio de doce de leite e coberto com castanhas); Jorgito da embalagem azul (chocolate branco por fora e recheio de doce de leite). À tarde/noite fomos na Florida e nas Galerías Pacífico novamente. Gastos do dia: 25ars uber 120ars Malba 18ars uber 209ars Il quotidiano 282ars alfajor 120ars 2 imãs geladeira 180ars 2 chaveiros mafalda 150ars 2 chaveiros 50ars lanche avulso mc donalds Brazucas no restaurante Il Quotidiano ↑ Dia 06/01 Impressões sobre Buenos Aires: maior do que eu pensava, mais limpa, mais bonita. A impressão que tive é de que tudo é muito grande - ruas, praças, parques e numa arquitetura linda de estilo europeu (minha sogra por ex não curtiu e achou tudo com cara de velho), com muito mais para ver do que eu tinha planejado. Fiquei 5 dias quase completos e me arrependo de não ter colocado mais 2 para ver tudo com mais calma ainda, voltar aos locais que não consegui por causa da chuva e fazer as visitas guiadas nos prédios que tinha programado. Não tive muito contato com os portenhos, mas o pouco que vi, mostraram-se bem educados, sempre simpáticos e ainda mais ao saber que eu era brasileira. Apesar de não ser o estilo de viagem que eu curto, gostei e voltaria com certeza! Esse dia foi praticamente perdido indo para El Chaltén. Saí do aeroparque às 12:50 e chegando no aeroporto de El Calafate, comprei o transfer Aeroporto FTE-Chalten e Chalten-Centro de Calafate com a empresa Las Lengas, que solicita a data de retorno, o hostel da saída e pede para confirmar um dia antes na rodoviária de El Chaltén sua partida. O transporte demorou aproximadamente 3h, com uma parada na La Leona, um hotel/restaurante/banheiro e mais duas paradas em miradores para o Fitz Roy. Cheguei já noite, deixei tudo no hostel e saí para jantar e tirar fotos no mochilão símbolo da cidadezinha. O mais impressionante foi jantar no Patagonicus com vista para as montanhas vendo o pôr-do-sol e as cores do céu depois das 22h. Incrível como os dias são longos! Gastos do dia: 110ars Uber para o Aeroparque 220ars Almoço no Hard Rock aeroparque 1300 Transfer FTE-Chalten e Chalten-calafate (las lengas) 2250ars Hostel La Luna Country 35ars kiwi e pêssego 40ars pão 120 Pizza no Patagonicus Chegando em El Chalten ↑ Parador La leona ↑ Uma das paradas que o motorista faz no caminho ↑ Mochila símbolo de El Chaltén ↑ Dia 07/01 Usei o aplicativo Windguru para a previsão do tempo porque é o mais recomendado para esse clima de montanha e o que mais acerta, pelo que eu ouvi dizer, fora que lá todo mundo usa esse. Havia previsão de chuva depois de meio-dia, então decidi acordar cedo e fazer a trilha para Laguna Torre porque tinha lido que eram só 14km e o sendero sai bem pertinho do hostel em que fiquei. Saí às 7h15 e em 2:30 cheguei na Laguna. A trilha não tem uma dificuldade alta e depois do km 5, vira praticamente uma reta só. Nos km 2, 7 e 8 você encontra pontos onde pode encher a garrafinha e no percurso vi 3 banheiros (recomendo fortemente que você fique apertado e não use, porque o cheiro é TENSO!). Chegando na Laguna (9km) e seguindo para o lado direito dela, a trilha continua por mais 3km (gastei 1h) até o Mirador Maestri, quando você chega bem mais perto do Glaciar. Essa continuação tem chão de pedrinhas soltas, uma desgraça que dificulta o percurso, mas a recompensa vale o esforço. Poucos viajantes continuam subindo até lá (encontrei apenas 2 voltando enquanto eu subia) e recomendo que você apenas faça isso se não houver ventos, porque é alto, em vários pontos estreito e fácil de escorregar. Qualquer ventinho que te desequilibre pode causar um acidente. Pausa para fotos, para contemplar aquela vista maravilhosa - SÓ PARA MIM, tempo fechando no Cerro Torre e decidi voltar. Enquanto voltava, o tempo fechou mesmo e começou a garoar um pouquinho. Essas mudanças são muito frequentes, então é importante ter um saquinho para proteger câmera, celular, passaporte e coisas de valor e um casaco de prefência impermeável. De volta ao hostel, depois de tomar banho e descansar um pouco, fui atrás de um mercado (achei 2 na cidadezinha), jantar e dormir. Gastos do dia: 55ars Frutas 84ars 3 iogurtes 270ars Jantar no La Estepa (+30ars gorjeta) Cerro Torre ao fundo ↑ Mirador para o Cerro Torre ↑ Laguna Torre ↑ Caminho para o Mirador Maestri: pirambeira de um lado e de outro também ↑ Vista do Mirador Maestri ↑ Dia 08/01 Previsão de chuva e ventos muito fortes, deixei de lado do plano de ir para Laguna de Los 3 e fui numa trilha mais de boas, sendo que cada trecho tem 3.5km. Saí umas 9h para o Chorrilo del Salto e tirando o vento forte que peguei na estrada aberta e dificultou muito a caminhada, a trilha é bem tranquila. Cachoeira linda só para olhar, com água congelante e queda muito forte para banhos. Depois do almoço, fui para outra trilha fácil que era Mirador de Los Condores (1km) e Las Aguilas (2km), que tem saída próxima da rodoviária. Começando pelo Mirador de Los Condores, a trilha é uma subida não muito íngreme que dá uma vista muito bonita para o cordão de Adela. Como ventava muito, acabei não continuando para Las Águilas mas me disseram que a vista de lá é ainda mais bonita, com alcance até o Lago Viedma. Gastos do dia: 300ars Almoço La Tapera Jantar no hostel (sobra do dia anterior) Caminhando contra o vento ↑ Chorrillo del Salto ↑ Vista de El Chaltén do Mirador de Los condores ↑ Dia 09/01 Com tempo favorável, reservei no dia anterior no próprio hostel o transfer para Hosteria Pilar, que me buscou às 8h e foi passando em outros hoteis pegando turistas. O percurso leva uns 30min, com uma parada num mirador para o Fitz Roy. Esse trajeto tem uma subida menos puxada que a trilha que sai direto da cidade e te possibilita ir e voltar por caminhos diferentes, com visões diferentes, com 10km em cada trecho. O caminho de ida é por bosques dentro da floresta que dão a sensação de filme, um cenário surreal, meio mágico, com pequenas subidas e descidas e o Fitz Roy te acompanhando do lado direito em boa parte do caminho. O brinde desse trajeto fica por conta do Glaciar Piedras Brancas - lindão lá no meio do nada. Depois ou um pouco antes do acampamento Poincenot, não me lembro bem, me deparei com umas 3 pequenas trilhas no caminho. Não reparei que uma delas tinha troncos pequenos colocados em cima e segui um pouco até perceber que tava estranho pois não havia ninguém na minha frente e nem atrás, então não pensei duas vezes e voltei. Não sei para onde elas iam, mas entravam mais na floresta, quando a trilha certa nesse ponto passava por um descampado. Minha dica então: sempre vá pela trilha mais batida e se encontrar pequenos troncos cruzados em alguma, essa não é a correta. Se estiver na dúvida, espere que algum turista vai chegar e você pode ir junto. O desespero começa mesmo no km 9 (levei umas 2h30 para chegar nesse ponto), quando você se depara com uma placa dizendo que falta 1km, com trilha de alta dificuldade desnível de 400m. Coma um alfajor, um gel de carboidrato ou qualquer coisa que dê energia e se tiver bastões de caminhada, não pense 2x e use muito! A subida é desgraçada, você começa achando que tá indo bem, aí os degraus de pedra começam a ficar cada vez maiores e mais molhados, você olha para cima achando que já andou bastante e vê umas formiguinhas se mexendo lá longe no alto. Nessa hora confesso que bateu o desespero, diminuí o ritmo, parei algumas vezes para respirar e apreciar a vista e uns 40min depois, cheguei na Laguna de los 3. Sério, nem todas as fotos da internet que eu tinha visto retratam o que é esse lugar! Pena que o Futz Roy tava meio tímido e encoberto durante todo o tempo que estive lá (e durante a trilha ele tava lindão todo se mostrando). Sentei, comi, quase chorei, continuei para o lado esquerdo e me deparei com a Laguna Sucia, do mesmo lindo tom de azul da sua vizinha maior. A volta foi punk, porque meus joelhos já podres (tenho condromalácia nos 2), resolveram que não era suficiente o problema que eu já tinha e me deram um novo no ligamento colateral lateral. Comecei a descida bem devagar, tentando não forçar muito (ilusão) e no final da descida (quase 1h depois, ou seja, mais tempo descendo que subindo esse trajeto), eu mal conseguia dobrar a perna esquerda. Continuei num ritmo tranquilo e dando graças a Deus que tudo virou uma reta quase infinita, passando por lugares lindíssimos. Depois de um determinado tempo você se depara com uma bifurcação que te dá a opção de contornar a Laguna Capri ou ir direto para Chaltén. Acredito que a distância seja a mesma, então vale a pena ir pela Laguna e ver uma paisagem linda e diferente. Nos últimos 3km mais ou menos, a reta dá lugar à descida (para o meu desespero e dor no joelho), mas nada muito íngreme. No último quilômetro temos o Mirador Rio de Las Vueltas com um visual lindíssimo que vale a parada. No final da trilha você chega no "finalzinho" do vilarejo, próximo a uma das ruas principais. Mortos de fome como estávamos (eu e mais um brasileiro), paramos no famoso restaurante Rancho Grande, com pratos bem servidos, wi-fi bom e preços bem razoáveis. Chegando no hostel, notei que meu joelho esquerdo estava muito inchado, então comecei a colocar gelo e tomar antiinflamatório torcendo para que não fosse nada sério. Gastos do dia: 150ars transfer hosteria el pilar 280ars almojanta no Rancho Grande No comecinho da trilha, perto da Hosteria Pilar ↑ Glaciar Piedras Brancas ↑ Laguna Capri vista de uma parte da trilha ↑ Finalzinho da trilha para Laguna de los 3 (quando vc acha que a subida acabou, percebe que ainda falta mais um tanto) ↑ Linda Laguna de los 3 e o Fitz Roy escondido ↑ Laguna Sucia ↑ Panorâmica da Laguna Sucia e de Los 3 ↑ Trilha de volta para EL Chalten ↑ Vista do Fitz Roy na trilha de volta (lembre de olhar para trás de vez em quando!) ↑ Laguna Capri ↑ Mirador Rio de las Vueltas ↑ Dia 10/01 O planejamento era fazer a trilha Lloma del Pliegue Tumbado, uma das mais bonitas segundo li e com aproximadamente 20km de percurso. Entretanto, nem tudo sai como planejado e ao acordar, meu joelho ainda doía muito, então decidi ficar de molho no hostel só tomando remédio e colocando gelo, já pensando em me poupar para o Big Ice que tinha reservado para fazer em Calafate. Saí apenas para almoçar, comprar frutas e alfajor. Gastos do dia: 140ars almoço (pizza) no Patagonicus 100ars 4 alfajor Milka 40ars Kiwi, banana e maçã Dia 11/01 Dia de terminar de arrumar o mochilão, fazer checkout e partir para El Calafate com o transfer que eu já tinha reservado quando cheguei no aeroporto na vinda. Logo de cara, percebe-se que El Calafate é uma cidade maior, mais bem estruturada para o turismo e com mais opções. Fiz checkin no Hostel Bla Guesthouse (recomendo pela qualidade do serviço, wifi e café-da-manhã muito bons, mas possuem poucos banheiros para a quantidade de quartos disponíveis) e fui para a avenida principal pagar pela reserva do Big Ice com a Hielo y Aventura (se você não possuir cartão de crédito ou não quiser pagar IOF, manda email para eles para reservar e pagar até 1 dia antes da data escolhida) e procurar as demais excursões que eu faria. Com o joelho ainda doendo muito e o esforço físico requerido para o Big Ice, achei melhor mudar a reserva e acabei pagando para o Mini Trekking. A única pergunta que fizeram foi porque da mudança e quando respondi, perguntaram se eu achava que estava bem o suficiente para o Mini. Na Chaltén Travel, na avenida principal, fechei o passeio Full Day para Torres del Paine e quase em frente, na própria agência da Estância Cristina, fechei o pacote Discovery. Jantei uma omelete gigante no Pietro's e depois tomei o famoso e delicioso sorvete de calafate (frutinha típica da Patagônia que parece uma blueberry) no Helados Tito. Sério, não vá embora sem experimentar o sorvete, porque a geleia não é tão boa quanto! Passei no Green Market, ao lado do Pietro's e comprei uma empanada para levar na excursão do dia seguinte. Eles tem sucos, empanadas, lanches naturais e várias opções de compra para levar aos passeios. Gastos do dia: 1412ars Hostel Bla Guesthouse 3300ars Mini trekking com Hielo y Aventura 2700ars Full day Torres del Paine com Chalten Travel 4280ars Estância Cristina Discovery 4x4 + 500ars pela entrada do Parque Nacional (cobram junto porque no local não há fiscais que recolham o dinheiro) 125ars Almojanta de omelete no Pietro's 35ars Empanada no Green Market 60ars Sorvete de calafate no Helados Tito Hostel Bla Guesthouse ↑ Dia 12/01 Dia de mini trekking no Perito Moreno! Se não me engano, eles pegam no hostel às 9h. Quase 1h de estrada até a entrada do parque nacional, onde todos os veículos param e o fiscal cobra a entrada de todos presentes no ônibus. Eu tinha lido muito que residentes do Mercosul pagam mais barato que demais estrangeiros, entretanto, isso não é mais válido e apenas argentinos tem desconto no valor. Quase 30min depois andando pelo parque vemos a imensidão de gelo que é o Perito Moreno em algumas curvas que o ônibus faz (para essa visão, sente do lado esquerdo do veículo). Quando chegamos às passarelas, uma guia nos explica o percurso e por quais deveríamos andar e ter melhor visão dos descolamentos de gelo e quais eram melhores para o tempo que tínhamos disponível. O tempo estava horrível, uma chuva grossa, muita gente abrigada na plataforma principal que tem uma pequena cobertura... mas como o clima na Patagônia é bem variável, pouco depois depois já tinha parado e um leve sol surgiu (que também não durou muito tempo). No período em que estava andando por lá e observando, vi um descolamento gigante (mas não estava com a câmera fácil para gravar) e muitos outros pequenos. Esse é o motivo porque tantos turistas esperam nas passarelas, mas é um pouco triste saber o porquê de tais rupturas acontecerem. Uma hora e meia depois, voltamos ao ônibus para ir até o porto de onde sai o barco que nos leva até a base para os trekkings. A navegação leva uns 15min e chegando lá, você encontra um abrigo com banheiros onde pode deixar seus pertences para levar apenas o essencial. Uma caminhada rápida de 5min nos leva às cabanas onde são colocados os grampones e separados os grupos por idioma (inglês ou espanhol). Daí começa o mini trekking de verdade: próximo às cabanas, já subimos no gelo onde a guia nos explica como andar, subir e descer e todas as demais recomendações. Nos informes da Hielo y Aventura, é explicado que o tempo caminhando no gelo é de 1h30, entretanto, nosso grupo ficou quase 2h, o que eu achei suficiente e nem um pouco arrependida de ter mudado do Big Ice, visto que dá trabalho caminhar com os grampones e requer um esforço dos joelhos (talvez você não sinta se não estiver com o joelho machucado, como eu estava). Durante todo o caminho, são 2 guias que dão suporte, se oferecem para tirar fotos, falam sobre os glaciares e o Perito Moreno e ao final, chegamos no famoso whisky com gelo diretamente do glaciar. Eu passei a bebida (não gosto), mas peguei uma trufa de chocolate regional que eles deram como surpresa. Um bônus: naquele mesmo dia mais cedo, uma caverna de gelo se abriu bem perto das cabanas dos grampones e nossa guia nos levou para ver. Que negócio incrível! Achei bem legal da parte dela porque já tinha passado do nosso horário e outros grupinhos do mini trekking não viram o que o meu viu. Considerações sobre o mini trekking: posso dizer apenas sobre aquilo que vivi, então aqui vai: achei o mini trekking excelente! Não fiquei com vontade de fazer o Big Ice e pelo que eu entendi e um colega brasileiro que fez me contou, a grande diferença entre os dois (além do preço, claro), é o tempo caminhando no gelo e as cavernas de gelo que se pode visitar no Big Ice. Como eu dei sorte e vi uma caverna de gelo no mini trekking, fiquei super satisfeita. Além disso, toda a estrutura e o respeito que os profissionais tem com o lugar fazem com que o preço tenha valido cada centava pago. Mais 15min de navegação de volta, quase 1h30 de ônibus e cheguei no hostel por volta das 19h. Jantei no restaurante San Pedro na avenida principal e não anotei quanto paguei, mas comi uma pizza (para variar). Comprei umas empanadas para deixar no hostel umas bolachas para levar para Torres del Paine no dia seguinte. Gastos do dia: 500ars Entrada no Parque Nacional 70ars Empanadas no Green Market 85ars Bolachas num quiosque Vista do ônibus ↑ Nas passarelas, setor azul se não me engano ↑ Observe o tamanho das pessoinhas lá embaixo perto da geleira ↑ Outro grupo lá embaixo começando o mini trekking ↑ Com os grampones nos pés (use calçado impermeável!) ↑ Toda felizinha passando frio ↑ Caverna de gelo ↑ Esperando o barco chegar para ir embora ↑ Dia 13/01 Às 5h30 da manhã a empresa Always Glaciar me pegou no hostel depois de um pequeno susto - meu nome não constava na lista e aparentemente não tinha mais lugar disponível. Os locais de parada podem ser vistos no site da Chalten Travel (http://www.chaltentravel.com/main.php) e mesmo sabendo que seria extremamente cansativo por conta do tempo dispendido no ônibus eu quis arriscar e minha opinião: não vale a pena! hahahaha As paisagens são incríveis mas o parque é imenso e de fato vale a pena perder muito mais que 1 dia por lá. Fiquei com vontade de ver mais e não recomendaria a excursão porque além dos fatores já citados, tem o clima também. Pegamos um vento absurdamente forte, não conseguimos fazer a trilha de 1h até o Mirador para os Cuernos del Paine e tivemos que voltar. Não recomendo essa empresa pois o guia que estava conosco simplesmente saiu andando sem olhar para trás enquanto todos os outros estavam sentados sem conseguir andar por causa do vento e um jovem senhor americano caiu e cortou o rosto nessa empreitada. Quando chegamos na van, o guia soltou um: "eu avisei" e foi isso! Achei muito desrespeito, sério! O almoço é o ponto alto da excursão (já incluso no preço): num restaurante lindo ao lado de um lago lindo com vista para os Cuernos, com entrada (filé de peixe empanado), prato principal (uma carne que não reconheci e purê de batata) e sobremesa (pudim de leite), além de vinho ou refrigerantes. Cheguei em Chaltén em torno de 21h (o retorno deveria ser às 23h se tivéssemos feito a pequena trilha até o mirador) e fui jantar no Pietro's novamente (porque tinha wifi, era próximo do hostel, preço bem ok e eu gostei da comida). Gastos do dia: 200ars Pizza no Pietro's Cerro Castillo ↑ Vista ainda de fora do parque ↑ Vicuñas ↑ Lago impossível de escrever o nome e Cuernos del Paine ↑ Cachoeira Salto Grande Pequena demonstração do vento patagônico (fiquei com medo de perder o celular e saiu isso aí) ↑ Dia 14/01 Não sei o que dizer sobre a Estância Cristina além de "VÁ!", SIMPLESMENTE VÁ! Uma das coisas mais incríveis que meus olhos viram até hoje foi esse lugar. Existem 3 tours diferentes e eu escolhi o 4x4 porque um era mais barato mas não via tudo e outro era mais caro e tinha um trekking de 14km, então meus joelhos decidiram por mim e escolhi o conforto do carro. O tour começa te buscando no hostel às 7h e você leva mais ou menos 1h (não lembro com certeza) para chegar no porto Punta Bandera, onde pega uma linda embarcação e navega por quase 3h pelo Lago Argentino, com muitas pausas para foto e icebergs pelo caminho. Depois de tanto tempo, parabéns! você praticamente chegou no fim do mundo (ou foi assim que me senti). A estância foi criada em 1914 pela família Masters, que veio da Inglaterra quando ouviu falar sobre um lugar inóspito onde praticamente davam terras de graça a quem se interessasse. Hoje, tudo que era da família faz parte do Parque Nacional Los Glaciares, visto que não sobraram herdeiros. O tour começou num pequeno museu onde o guia explica sobre a história da família e você pode ver itens originais usando tanto na casa principal como itens que eles utilizavam na criação das ovelhas e para retirada da lã. De lá, um pequeno passeio em torno da propriedade principal, mostrando detalhes da flora e construções da família. Depois tivemos 1h para o almoço (custa 800ars se você reservar no barco e acredito que 500ars se você comprar junto com a excursão), mas não se apavore: muita gente não compra o almoço (como eu que levei minhas empanadas e alfajor) e pode comer junto com todo o restante no restaurante, sem problemas. Pelo que eu lembro, era oferecido uma entrada, um prato principal e sobremesa, além de água diretamente do glaciar da propriedade (bebidas são cobradas a parte). A melhor parte então: o 4x4! São dois carros que fazem um percurso de mais ou menos 40min só ida e o guia vai explicando muito sobre a história, sobre a fauna e a flora. Quando você acha que viu tudo, chega-se no Mirador do Glaciar Upsala e meu Deus, quase chorei de tão bonito! Ele delimitava a parte norte da propriedade dos Masters e eu só conseguia pensar em como eles conseguiam fazer tudo que faziam há 100 anos atrás, sem a tecnologia que temos hoje e num lugar de clima tão difícil. Uns 40min depois de ficar só apreciando (dica: prendam os cabelos o máximo que puderem, porque o ventinho patagônico não dá trégua e tudo vira um bolo infinito de nós), voltamos no 4x4 e pegamos o barco de volta para Punta Bandera, que não faz paradas para foto e portanto leva umas 2h, além do ônibus do porto até Chaltén, chegando por volta das 18h, quando fui bater perna no centrinho, comprar as geleias que eu queria e tals. Não jantei, só comi uma empanada e tomei um sorvetinho para me despedir. Consideração sobre o passeio: vale cada mísero centavo. Desde a organização, até a distância percorrida, você vê que tudo é extremamente bem cuidado, bem feito e sente que vale tudo que pagou. Recomendo mil vezes e voltaria com certeza! PS: eles tem um hotel e pelo que pesquisei, as diárias custam em torno de 500 dólares (sonho meu!) Gastos do dia: 35ars Empanada no Green Market 60ars Sorvete no Helados Tito 160ars Por 2 geleias de calafate 96ars Por 3 alfajor Iceberg no Lago Argentino ↑ Iceberg diferentão no caminho (não lembro da explicação sobre a cor dele) ↑ Parte das hospedagens da Estância Cristina ↑ Pequena capelinha ↑ Moinho construído pela família Masters e rio de degelo dos glaciares ↑ Chegando no Mirador Upsala ↑ Glaciar Upsala (todo esse lago foi glaciar ainda em meados de 1950) ↑ Completamente apaixonada por esse lugar! ↑ Dia 15/01 Arrumei minhas malas e às 11h o transfer que reservei pelo próprio hostel passou para me pegar. Como fui a única passageira, o trajeto levou só uns 20min até o aeroporto. Fiz o ckeckin para o vôo que saia depois das 13h, almocei e fiquei esperando a hora de voltar para casa. Gastos do dia: 150ars transfer até o aeroporto 230ars almoço no aeroporto Sobre os hostels: Recomendo todos que eu fiquei, apesar dos pontos negativos já citados, todos tinham excelente localização e só isso já me conquista. Sobre comidas: Principalmente em Buenos Aires, existe opção para todos os gostos e bolsos. Eu comi a famosa carne argentina só uma vez porque de fato, não sou muito carnívora. As empanadas são outra coisa que você precisa comer pelo menos uma vez (e para isso, recomendo fortemente o restaurante San Juanino). Na região da Patagônia você tem que provar o cordeiro. Particularmente, achei a carne muito gordurosa e não gostei, mas valeu a experiência. Alfajor: Experimentei várias marcas e minhas preferidas foram Negro e Jorgito da embalagem azul marinho (super baratinho e me conquistou). Simplesmente esqueci de comprar doce de leite, mas tinham me recomendado a marca San Ignacio. Fim do meu relato e de mais um sonho realizado!
  4. 1 ponto
    Trilha feita entre dias 25 a 27/06/2016. Todas as fotos estão em: https://photos.app.goo.gl/KW1dFw1v57i7oVhq8 Fazia anos que o Pico Paraná estava em meus planos, mas pela distancia e falta de tempo habil, fui deixando de lado até que nesse ano, decidi que estava na hora de sair um pouco da região Sudeste e ir trilhar em algum pico na Região sul. E nada melhor que começar pelo pico mais alto e mais conhecido da região, o Pico Paraná. Em Março, lancei um evento no face para a primeira quinzena de Maio afim de encontrar outros interessados em me acompanhar (além de facilitar a logistica de transporte), indo no esquema de racha de caronas. Pois bem, não tive sorte nas 2 primeiras tentativas, por conta de ter chovido muito na região. Então, após ter adiado 2 vezes o evento no mês de Maio, resolvo tentar mais uma vez, mas dessa vez resolvo empurrar a data para o periodo mais seco do ano, ou seja, o Inverno. Não que isso faça muita diferença na região sul, já que o regime de chuvas durante o ano é bem distribuida e não há um periodo seco ou chuvoso definidos, como nas regiões Sudeste e Centro-Oeste. Mas depois de saber que o inverno é o periodo onde mais tem janelas de tempo firme na região do Paraná, não pensei 2 vezes e marquei para o último fds de Junho. Nesse eu iria de qualquer forma, sozinho ou em grupo. 10 pessoas toparam ir comigo nessa empreitada, na qual dividi em 2 carros. Porém, com desavenças passadas entre alguns deles, outros abortaram de ultima hora e para piorar, um dos motoristas ficou doente, deixando todas as suas caronas sem carona. Com isso, havia caronas de sobra e carro de menos. E ai, a pernada que iria ser em grupo, acabou sendo solo mesmo, como inicialmente havia previsto e era um plano B, inclusive. 1º Dia Com a previsão meteorologica totalmente favorável para todos os dias que iria permanecer na região, lá estava eu, saltando do metrô na estação Tietê as 9h30 da manhã, rumo a ala de embarque da rodoviária de mesmo nome, para embarcar no ônibus das 10:00hs da viação Kaissara, com destino a Curitiba. A viagem foi tranquila e ao passar pela placa de divisa de SP com o Paraná, fico atento a quilometragem na rodovia (que a partir da divisa ela zera e começa a contar novamente). Peço para o motorista parar no Km 46, logo após passar pela ponte do Rio Tucum. Nesse ponto, é onde fica o acesso a estradinha de terra que leva a fazenda Pico Paraná. Chego nela pouco antes das 16h00hs e após ajeitar a cargueira, dou inicio a caminhada pela estradinha de terra em direção a fazenda numa bela tarde de sol, mas com o frio típico da região se fazendo presente. A placa indicando o Pico Paraná a direita O acesso fica logo a frente dessa placa no sentido São Paulo. Não tem erro. Desceu do busão, atravessa a rodovia para o outro lado e pega o acesso A temperatura estava agradável naquela tarde (em torno de 16ºC) que ajudou bastante na caminhada nesse trecho inicial, que segue tranquila, ótima para aquecer os músculos. Após descer um pequeno trecho da estrada e ao virar a esquerda e depois a direita, começa a aparecer as primeiras vistas para alguns picos, com o Caratuva parecendo estar perto, mas ainda com uma longa caminhada até lá. Passo por algumas bifurcações, mas o caminho a seguir é obvio: Sempre pela estrada principal, mais batida e bem fácil de identificar, seguindo em direção aos picos que são visíveis a maior parte do tempo a sua frente. começando a caminhada As primeiras vistas Cruzo com alguns pontos de água pelo caminho na estradinha, mas que não são confiáveis, pois vejo casas próximas. Não encontrei nenhum ponto de água confiável durante todo o trajeto da rodovia até a fazenda, chegando a conclusão que não dá para contar com água nesse trajeto. Por isso, traga água na mochila, pois só haverá agua confiável qdo chegar na fazenda. 40 minutos de caminhada desde a rodovia, passo por um bar a esquerda que estava aberto e aproveito para ver o que tinha de bom e confirmar o caminho mapeado. Era um bar e uma pequena mercearia, onde havia miojo, sucos, etc. É uma opção para o caso de você estar sem água ou quiser comprar alguma coisa a mais para levar. Ainda falta 3,5km Retomo a pernada e logo que saio do bar, vejo uma bifurcação onde o caminho a seguir é o da esquerda (o Bar é a referência). A partir da bifurcação, a estrada inicia uma sequencia de subidas constantes serra acima e com alguns trechos mais íngremes que durou até quase o final. Por isso, acabo ficando mais lento, sendo obrigado a parar algumas vezes para retomar o fôlego. Durante a caminhada, encontro algumas placas indicando o caminho para a Fazenda Pico Paraná. No caminho, passo por uma casa, onde um minúsculo cãozinho solitário, do tamanho de um gato late durante a minha passagem. Algumas janelas na mata, revelavam alguns picos do entorno.... As 17:10 hs, com pouco mais de 1 hora de caminhada desde a rodovia, chego ao trecho final, onde visualizo uma placa indicando "Fazenda Rio das pedras a 1 Km". Termino a longa e exaustiva subida e logo chego ao alto de um morro, onde visualizo o vale e a fazenda lá embaixo. Falta pouco Trecho de descida final A partir desse trecho, a estrada desce até um grande vale, onde passo por uma ponte sobre um rio. E após cruzar a ponte, com 1 hora e 25 minutos de caminhada desde a rodovia, finalmente chego a sede da Fazenda Pico Paraná, onde um garoto de aproximadamente 12 anos aparece perguntando se eu iria seguir direto ou iria pernoitar na Fazenda. A sede da fazenda é bem simples, mas seu camping é bastante espaçoso, com grama bem aparada e plana, água perto e de quebra, chuveiro quente e fogão a gás para cozinhar tb. Chegando na entrada da fazenda Casa de apoio ao montanhista Não havia ninguém no local e nem no camping e após deixar meus dados na ficha e pagar R$ 10 pelo pernoite no camping, monto minha barraca, preparo a janta e logo vou dormir, pois os próximos 2 dias seriam mais puxados. 2º dia - Da Sede da Fazenda ao A2 (Acampamento base 2) e cume do Pico Paraná. O Sábado amanheceu com uma nevoa baixa e temperatura amena de 07ºC. Acordei por volta das 6h30 com a movimentação da turistada chegando para subir o pico... Fui até o ponto de apoio da fazenda para tomar café e durante esse período, mais gente foi chegando e logo o estacionamento da fazenda já estava lotado. Fiquei sabendo que alguns grupos já haviam começado a subida, o que me fez pensar que precisaria ter começado a trilha mais cedo afim de chegar antes e pegar os melhores lugares nas areas de acampamento. Turistada chegando em massa Após tomar um belo café reforçado com 2 pães de queijo suculentos na fazenda, as 7h20 já estava desmontando a barraca. Antes de iniciar a subida, peguei algumas coordenadas da trilha e as 8h00 em ponto, inicio a caminhada em direção ao Pico Paraná. Arredores da fazenda A trilha começa com uma subidona logo de cara, o que deve assustar muita gente, principalmente iniciantes, mas também dá uma ideia que não seria uma trilha facil. Segundo infos da fazenda, o tempo de caminhada médio da Sede até o A2 (Acampamento base 2) é de 6 horas, pelo menos. Então, estimei chegar lá por volta das 14h00hs. Acabou a mamata do pedágio.... Iniciando a caminhada O trecho inicial começa com uma subidona constante e a 1º hora é quase toda assim, o que deixou muitos dos grupos bem devagar. Vou subindo em ritmo forte e aproveito para ultrapassar alguns grupos que estavam mais lentos, pois havia bastante pessoas na minha frente. 1 hora de subida desde a fazenda, chego ao alto de um morro e a subida dá uma trégua. A trilha passa a seguir quase que no plano, em linha reta, mas que não dura muito tempo e logo a subida recomeça em um trecho em largos zig-zag, onde ganho altitude rapidamente. No trecho inicial - abaixo das nuvens e tempo fechado. Próximo ao morro do getúlio, acima das nuvens, tempo aberto As primeiras vistas começam a aparecer e as 9:15, chego ao alto de um morro conhecido como Getúlio, onde havia alguns grupos descançando e tirando fotos. Desse ponto, se tem uma bonita vista do vale lá embaixo, com a represa do Capivari em primeiro plano a oeste e a sudeste, os Picos do Caratuva a esquerda e Itapiroca a direita bem imponentes. As nuvens haviam ficado embaixo e o sol já brilhava forte na lá em cima. Caratuva a esquerda, Itapiroca a direita Seguindo pela crista, em direção a base do Caratuva Como havia muita gente no local, faço uma breve parada ali apenas apenas para molhar a goela e mastigar uma barra de cereal. A partir desse trecho, a subida dá uma tregua e a caminhada segue no plano por um trecho de gramídeas e vegetação baixa no alto de uma crista. Retomo a caminhada e 15 minutos desde o morro do getúlio e 1 hora e meia desde a fazenda, chego a bifurcação onde há uma placa indicando Pico Paraná a direita e Caratuva a esquerda. Nesse ponto, havia um grupo de 4 pessoas parado tirando fotos, a qual cumprimento cordialmente e sigo na trilha a direita, sentido Pico Paraná. Na bifurcação.... As 9:40, chego ao 1º ponto de água desde a fazenda, conhecida como "Bica" e sem saber direito qtos pontos de agua confiável iria encontrar pela frente, encho metade do cantil aqui e aproveito para fazer uma parada para descanço, já que no alto do morro do getúlio não foi possivel, devido ao excesso de pessoas ocupando o local. No trecho entre a fazenda e o Morro do Getúlio até passei por um ponto de água, mas era um poção represado e não confiável. Por isso, deixe para pegar água na bica ou traga da fazenda. Após a bica, a trilha inicia um longo e exaustivo trecho de subida forte com muitos galhos caídos e trechos eroditos, além de alguns trechos técnicos, onde o auxilio das mãos foram constantemente exigidos para impulsos nos troncos e pedras. Esse trecho perdura até próximo do A1, por isso, é preciso estar 100% para passar aqui, caso contrário, terá problemas, pois é um trecho que exige muito das panturrilhas, coxas, musculos e joelhos. 1ºponto de água desde a fazenda 30 minutos desde a Bica, a subida dá uma tregua e as 10:10 chego a placa que indica a bifurcação para o Itapiroca a direita. Seguindo em frente vai para o Pico paraná. A partir desse ponto, a trilha segue por um vale entre o Caratuva e Itapiroca. Com tantos galhos, troncos, arvores e trechos eroditos, fiquei bastante lento, pois era preciso passar por cada ponto com muita cautela, afim de evitar acidentes como escorregões ou de torcer os pés em alguma das dezenas de fendas entre os troncos em um trecho carcomido pelo tempo e o excesso de uso. A trilha estava bem marcada, mas parecia que estava mesmo é varando mato de tantos obstáculos no caminho. A trilha vai seguindo pelo vale e logo que atravessou para o outro lado, aparece a primeira vista do imponente Pico Paraná meio distante, envolvida em nuvens baixas. Passo por uma enorme rocha a esquerda e chego a um outro trecho de rocha lisa onde encontro uma corda estratégicamente instalada para auxilio de descida/subida. Trecho de corda.... As 10:38, com cerca de 10 minutos após o trecho da corda na rocha, passo por mais 2 pontos de água, mas ambos de filete pequeno. Imagino que, em epoca de estiagem longa não é bom contar com esses pontos de agua, pois as fontes podem estar secas. Da placa até o A1, contei 4 pontos de agua, mas somente o da bica é o mais confiável e por ter mais agua corrente. Portanto, pegue água no 1º ponto na Bica ou deixe para reabastecer no A2. A trilha segue descendo discretamente o vale e dando a volta pela base do Caratuva. Após o último ponto de agua, saio da mata fechada e passo a caminhar por um trecho de bambuzinho baixo e capim ralo, que é parte de um trecho de transição para os campos de altitude. Nesse ponto visualizo bem a frente, o conjunto rochoso do imponente Pico Paraná bem a frente, parecendo estar perto, mas que ainda restava a descida de um grande vale até lá. As 10:55, saio do trecho da mata fechada e entro definitivamente no trecho de campos de altitude onde visualizo logo abaixo, os pequenos descampados do A1 a frente. Mais alguns minutos e chego a um mirante com uma bela vista do percurso. A partir desse ponto, o Itapiroca e Caratuva estão atrás e a minha frente, visualizo todo o trecho de crista que ainda iria passar. E o conjunto rochoso do Pico Paraná bem a frente o tempo todo. um dos descampados do A1 lmais abaixo Litoral paranaense tomado pelas nuvens Pico Paraná Passo por alguns pequenos descampados para 1 ou 2 barracas que podem ser usados em caso de emergência ou se as areas de acampamento do A1 e A2 estiverem lotados. Mais 15 minutos e 3 horas de caminhada desde a Fazenda, chego a primeira grande área de acampamento denonimado A1, onde aproveito para fazer um pitstop afim de relaxar os músculos do logo trecho de troncos e galhos que foi de matar. Itapiroca a esquerda Um dos vários descampados do Acampamento Base 1 (A1) a mais ou menos 3 horas de caminhada do cume. Nesse ponto, parte uma trilha que sobe até o cume do Caratuva e que pode ser uma opção para aqueles que quiserem conhecer o Pico do Caratuva na volta. Após o breve descanço, retomo a pernada, agora pronto para encarar o trecho mais dificil da trilha, que é a escalada da base do PP. A trilha continua agora pelo alto de uma fina crista, que liga os picos do Caratuva e Itapiroca com o conjunto rochoso do Pico Paraná, com enormes vales dos lados esquerdo e direito que foram merecedores de vários clicks, é claro. Descendo em direção ao enorme paredão rochoso que compõe a base do PP. Gigantescos vales a esquerda e direita Após a descida de crista, chego a primeira de uma série de trechos técnicos, onde há grampos de ferros estrategicamentes instalados para auxilio na descida e subida. No 1º trecho de acesso ao pequeno vale, se desce até a base para depois iniciar uma forte subida em direção ao A2 e ao cume do PP. Ao pé dessa rocha, se tem uma ampla vista do enorme paredão gigante rochoso do Pico Paraná (que aparece com todo o seu explendor e imponencia), o que vale uma parada de alguns minutos para contempla-lo. Pico Paraná todo imponente a frente Nesse mesmo ponto, visualizo o enorme encosta exposta íngreme por onde a trilha sobe, mas é o caminho a seguir e é para lá que eu sigo. O paredão rochoso e a trilha subindo por ela Após a curta caminhada pelo vale, chego a base do PP e vejo mais grampos de ferros para auxílio da subida. Começo a escalaminhada do paredão praticamente na vertical e só de olhar a pirambeira acima, cansou até a vista. Com mochila cargueira, não foi nada facil vencer esse trecho. Trecho técnico Descer foi pior que subir.... É preciso passar com bastante cautela por ali, afim de evitar acidentes. Ganho altitude rapidamente e após o 1ºtrecho, passo por outros 2 com grampos de ferro e após o trecho tenso, chego ao alto da crista para um merecido descanço. Do alto, da para ver todo o trecho de crista que vem lá do Caratuva e a marcação da trilha pelo alto crista O trecho de crista por onde a trilha vem (com o Itapiroca a esquerda e o Caratuva a direita) bem a frente.... As 12:10, após vencer os trechos de grampos, entro no trecho final da crista antes do A2. E assim, pouco antes das 13:00hs e com quase 5 horas de caminhada desde a fazenda, finalmente chego a area de acampamento denonimada A2 para literalmente, desabar ali. Um dos vários descampados do A2 O Acampamento Base 2 (mais conhecida como A2) é bem amplo, com vários descampados (alguns muito bem protegidos pela vegetação) com espaço para pelo menos umas 15 barracas. Não havia ninguém no local ainda, com isso, pude escolher o melhor lugar para montar a barraca. Até pensei em tentar a sorte e ir acampar no cume, mas sabendo que no topo em relação ao A2 tem pouco espaço e que tinha gente que havia subido no dia anterior, acabo desencanando da ideia e resolvo ficar no A2 mesmo. Uma das belas vistas do A2 Pico Paraná visto do A2 A distancia do A2 para o cume é de aproximadamente 1 hora de caminhada com mochila cargueira. Após montada a barraca, as 13:45 parto para o ataque ao cume munido apenas de um lanche, suco e máquina fotografica. Morro do camelo visto do A2 A partir do A2, a subida continua e passa por mais alguns trechos técnicos, onde alguns grampos de ferro ajudam na subida. Em alguns pontos, tive que saltar de uma pedra para a outra. É preciso passar com cautela, pois em alguns trechos, a trilha some por alguns instantes e deve-se olhar bem para encontrar a continuação dela. 20 minutos desde o A2, a subida fica mais ingreme e a trilha entra em uma fina crista, onde visualizo de ambos os lados, enormes precipicios com um colchão de nuvens embaixo. É uma visão que impressiona, mas só de olhar no vazio lá embaixo, chega até a dar medo. Crista (a esquerda) onde está o A2 e por onde a trilha sobe. Ao fundo a esquerda e direita, Itapiroca e Caratuva Por conta de sucessivos trechos de escalaminhada, vou parando em alguns momentos para retomar o fôlego. O trecho de subida final ao cume é de matar e os músculos das pernas já estão esgotados, já que toda a força é dirigida a eles. Mais 20 minutos de escalaminhada, chego ao alto de fina crista, onde a subida da uma tregua e visualizo bem a minha frente, o cume final do PP. Face oposta do PP visto durante a subida Um dos precipicios gigantescos bem ao lado da trilha O Topo visto do ultimo trecho de crista Passo por um descampado protegido (para umas 2 ou 3 barracas na base) que estava vazio e que é uma otima opção para o caso do topo estar lotado, mas sem água perto. A partir desse descampado, acesso o trecho final da subida ao cume. E finalmente, após 45 minutos de caminhada desde o A2, finalmente chego ao topo do Pico Paraná, na cota dos 1.877 metros de altitude as 14:35, para o merecido descanço. Do Topo se avista todos os Picos da Serra de Ibitiraquire, com os Picos do Itapiroca e Caratuva bem a frente, em destaque. É uma visão em tanto e que valeu todo esforço para chegar. Enfim, no cume do Pico Paraná Como eu já imaginava, todos os lugares protegidos no cume estavam ocupados e só havia 2 lugares livres, mas totalmente expostos aos ventos. A subida do A2 até o cume foi bem cansativa devido aos trechos técnicos e imaginei como seria se estivesse com mochila cargueira nas costas. Por isso, se quiser acampar no cume, a melhor opção é sair um dia antes ou na madrugada de sabado. Caso contrário, fique no A2 que tem mais espaço e com água próxima. A fina crista vista do topo, por onde sobe a trilha e com o pequeno descampado Vista de tirar o fôlego Após vários clicks e contemplação do visual, com a tarde caindo, os ventos começam a ficar mais fortes. A temperatura tb estava caíndo, por isso, nem fico muito tempo lá e logo pego o caminho de volta para o A2, apenas para constatar que o local estava lotado e quem chegasse depois, teria que tentar a sorte no cume ou voltar para o A1. Sorte que eu cheguei bem antes e já garanti meu lugar. Barracas no topo A vista durante o retorno do cume ao A2 De volta ao acampamento, encontrei com parte da galera do grupo trilhadeiros do face e que foi uma grata surpresa para mim. Estavam o Henrique, Jéssica, Ana Paula e mais 2 figuras que não me lembro o nome e é claro que após as apresentações de praxe, fiquei conversando com eles contando meus causos e pq estava sozinho. Com o por do sol, a temperatura diminuiu bastante e com o cair da noite, voltei para a barraca onde preparei minha janta e fui dormir cedo, por volta das 20h00. Continua logo abaixo.....
  5. 1 ponto
    ALÔ, galera mochileira! Lápis e papel na mão ou dedo a postos no CRtl+C/CRtl+V. Aqui vão dicas importantes, atualizadas e revisadas na versão 2018 sobre a dupla Costa Rica + Panamá. RESUMO: 20 dias de viagem. Intinerário: 3 noites em San José/Costa Rica. 4 noites em La Fortuna/Costa Rica. 1 dia em Siquirres/Costa Rica. 5 noites em Puerto Viejo/Costa Rica. 5 noites em Bocas del Toro/Panamá. 1 noite na Cidade do Panamá. Passagem Copa Airlines: R$ 2.300,00 Custo total de hospedagem + alimentação: US$ 2.000,00 Custo total com tours + entradas + shuttles: US$ 521 Dica número 1: Costa Rica e Panamá não são países baratos para se fazer turismo. Esteja preparado(a) financeiramente mesmo que esteja determinado(a) a guardar dentro da mochila as bananas do café da manhã do hostel para economizar na alimentação. ========== SAN JOSÉ/COSTA RICA ========== O voo teve duração de 7:00h até a Cidade do Panamá. Depois de mais 1:30h de voo cheguei na capital da Costa Rica. É importante dizer que em San José fiquei hospedado na casa de amigos. Então não tive custos com hospedagem nesses primeiros dias de viagem. [ MITO ] Li em diversos relatos que era pra passar batido por San José devido a alta delinquência na cidade. Bobagem. Como todo centro urbano, a população convive com furtos e assaltos (infelizmente). Mas o que quero dizer é que se você tiver o devido cuidado de não usar objetos de valor à mostra (relógios, cordões, celular e câmeras fotográficas) pode circular tranquilamente da forma que fiz. Durante três dias caminhei pelas ruas, entrei no temido Mercado Municipal, Museu Nacional, Teatro Nacional (imperdível), almocei em restaurantes onde só haviam costarricenses e não fui incomodado. [ DICA INÉDITA ] Os táxis comuns têm cor vermelha. Táxis executivos têm cor laranja. Ambos usam taxímetro. Não é necessário negociar o valor da corrida. O UBER é amplamente usado pelos moradores de San José mas não é regulamentado no país. Por isso os motoristas do aplicativo sugerem aos passageiros para sentarem-se no banco da frente do carro para evitar problemas com os taxistas e não chamarem a atenção da fiscalização. Usei táxis vermelhos e o UBER. Confesso que não há diferença no valor final das corridas. [ O QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO ] Os costarricenses são extremamente amáveis, cordiais, solícitos e amam nós, brasileiros. Facilmente surgiam conversas com vendedores do Mercado Municipal ou moradores da cidade que dividiam comigo alguma mesa compartilhada. Aliás, não deixem de tomar o sorvete “Helado Sorvetera” que existe dentro do Mercado Municipal. Há um único sabor: Creme de baunilha com canela. A textura é diferente do nosso sorvete. Parece um mousse. A “tienda” é fácil de ser localizada, o Mercado é pequeno. [ OBRIGADO, BRASIL! ] Tanto na Costa Rica como no Panamá, as águas de garrafa não são águas minerais. São águas tratadas por algum método de filtração ou osmose. O Brasil é um dos poucos países no mundo com água mineral em abundância. O que isso quer dizer? As águas engarrafadas desses países não têm potássio, sódio e outros minerais que ajudam a regular a pressão e a circulação sanguínea. O calor e a umidade são intensos. Beba muita água. Mas dependendo do seu biotipo se hidratar apenas com água de garrafa não será suficiente. Lá pelo sétimo dia de viagem me deu uma moleza no corpo… Intercalei a hidratação entre água engarrafada e isotônicos e deu certo. (Exemplo: Gatorade, Powerade…) Saindo de San José: Os ônibus para qualquer outro destino do seu roteiro saem do Terminal 7-10 (http://terminal7-10.com/es/). O terminal é novo, limpo, seguro e organizado. Foi construído em 2015. Compre a sua passagem com antecedência. A companhia que opera o trecho para La Fortuna é a Transportes San Jose Venecia (ônibus de cores rosa e branca). A bilheteria desta companhia abre às 10:00h da manhã e está localizada no último andar do terminal. Pedi um UBER para ir até o terminal. Existe uma alta concentração de táxis e às vezes uns “rateiros” (delinquentes) pelas redondezas do Terminal. A dica é pedir ao motorista do UBER ou táxi para ele te deixar dentro do estacionamento do terminal (subsolo). Há uma placa que indica “parqueo/encomendas” como entrada do estacionamento. O custo por 15 minutos de estacionamento é de 100 colones (R$ 0,60). Dei os 100 colones ao motorista para que ele pagasse o estacionamento e para que eu pudesse desembarcar e pegar minha mochila e minhas coisas tranquilamente. ========== LA FORTUNA/COSTA RICA ========== Fui para La Fortuna no ônibus das 10:00h de uma quarta-feira. A maioria dos passageiros eram turistas. Ao todo foram 5 horas de viagem à uma velocidade média de 60km/h. [ MITO ] É fácil você encontrar relatos dizendo que as estradas da Costa Rica estão em péssimo estado de conservação. Não mais. De fato as estradas são de pista de mão dupla em via única para cada um dos sentidos. Mas estão com uma nova pavimentação e sinalização em todos os trajetos em que percorri. Obedecendo os preceitos de preservação do país, as estradas não são retas ou com túneis e viadutos megalomaníacos. Elas contornam morros e muitas vezes cortam cidades pequenas. Por isso a velocidade média é baixa. Deve-se evitar viajar à noite. Regiões como Turrialba não são seguras à noite. [ DICA INÉDITA ] A Costa Rica é conhecida internacionalmente pela alta qualidade do café e a melhor cidade para se comprar é em La Fortuna. Os preços estão mais baratos no Supermercado MegaSuper, ao lado do terminal rodoviário. Comprei dois pacotes do café Britt, a marca mais famosa no país. Se você tem interesse em fazer um tour para uma fazenda de café, de San José saem tours para diversos lotes, inclusive para a fazenda licenciada pela Starbucks. [ O QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO ] Antes de embarcar para La Fortuna, comprei no Terminal 7-10 (San José) um chip da Claro para ter internet e poder me comunicar em caso de alguma emergência. Os planos pré-pagos são extremamente caros e a internet da operadora é muito deficiente. Além disso, os serviços são vendidos separadamente. Não há um combo telefonia + internet. Paguei R$ 60,00 para ter direito a 15 minutos de plano de telefonia em roaming para as Américas. Depois da Costa Rica fui para o Panamá, então imaginei que seria vantajoso comprar um plano de telefonia que funcionasse em toda a América. A internet custava mais R$ 90,00 adicionais para ter direito à 50MB durante 7 dias, apenas. Não comprei e me contentei com o Wi-Fi por onde eu passava. No aeroporto de San José há uma operadora oferecendo simcard com acesso ilimitado para turistas. Talvez valha à pena caso você queira estar 100% conectado. [ OBRIGADO, BRASIL! ] Enquanto aguardava no Terminal 7-10 reparei que os ônibus das companhias não eram tão novos… Viajei em ônibus melhores no Brasil, Peru, Chile e Argentina. Ri quando chegou o ônibus da Transportes San Jose Venecia em que eu faria o trajeto para La Fortuna. Caindo aos pedaços. Não tinha ar-condicionado e acreditem: Faltavam assentos em determinados conjuntos de poltronas! Fui lá pro fundão do ônibus, procurei um lugar em que não havia um assento no corredor e sentei na janela. Assim pude colocar as minhas mochilas ao meu lado. Detalhe: Os assentos não reclinam. Todos são soldados. Os que não estão soldados caem para trás. Hahaha… Faz parte da experiência. Há a alternativa de você percorrer o país com shuttles turísticos (microvans). A Interbus (www.interbusonline.com) é uma das empresas que oferecem esse serviço. A diferença de preços entre as companhias de ônibus e os shuttles turísticos é muito grande. Paguei US$ 5,00 pela passagem para La Fortuna. A Interbus oferece o mesmo trajeto por US$ 50. [ HOSPEDAGEM ] Em La Fortuna fiquei hospedado no Selina em um quarto para 4 pessoas. Hostel extremamente limpo e organizado. Todos os dias o quarto era limpo e as camas arrumadas. La Fortuna não é a cidade em que vi muitos mosquitos, mas eles estavam lá. É fundamental o uso do repelente concentrado tanto de dia quanto à noite. Procure por marcas que oferecem 10h - 12h horas de proteção. São fórmulas com icaridina. É fácil encontrar em boas farmácias de rede. Além do repelente levei barbante e um mosquiteiro da Quechua. Usei nas camas dos hostels em que me hospedei. Fácil de amarrar e proteger o seu sono durante a noite. Valor total da hospedagem por 4 noites: US$ 140. Fiz todos os tours no Sky Adventure (https://skyadventures.travel/) É uma empresa costarricense com 15 anos de tradição em La Fortuna. Eles instalaram um complexo de ecoturismo dentro da reserva florestal que está no entorno do vulcão Arenal. Também oferecem o transporte de ida e volta e almoço no complexo. São extremamente profissionais, cumprem à risca todas as normas de segurança e oferecem lockers e toalhas gratuitamente. As toalhas são oferecidas apenas para as atividades aquáticas. Tours/Passeios: Combo Sky Walk + River Drift (Pontes suspensas + Descida das corredeiras em boia individual) = US$ 92 + US$ 16 (transporte de ida e volta) + US$ 18,00 (almoço). Total de US$ 126,00. Arenal Sky Trek (Percurso de 6 tirolesas por cima da floresta) = US$ 81,00 + US$ 16,00 (transporte de ida e volta). Total de US$ 97,00. Sky Wild Kayaks (Passeio de Caiaque pelo lago Arenal) = US$ 47,00 + US$ 16,00 (transporte de ida e volta). Total de US$ 63,00. Comprei todos os tours antecipadamente aqui no Brasil através do site. Compras pelo site têm 5% de desconto com o código promocional ADVENTURE5. Todos os tours valeram muito à pena. O passeio de caiaque não tem muita procura… no dia em que fiz só havia eu e o guia remando pelo lago Arenal com o vulcão ao fundo. Uma paz sensacional. Reservei no horário mais cedo, um visual incrível. No decorrer da manhã aparecem barcos dos cidadãos locais que saem para pescar, beber e escutar música alta. Principalmente aos finais de semana. O River Drift também foi sensacional, a decida é longa e o rio cruza diversos cânions de mata fechada. Para chegar até a cabeceira do rio é preciso encarar 2 tirolesas + trilha + passagem suspensa sobre um riacho. Bem completo. 2 guias acompanham todo o trajeto. ========== SIQUIRRES/COSTA RICA ========== Não há como ir para a Costa Rica, paraíso do ecoturismo, e não fazer o rafting pelo Rio Pacuaré (Lê-se: Pacuáre). Esse é o quarto melhor rio do mundo na prática de rafting. Eu era o único brasileiro de uma excursão de 40 pessoas e 15 botes. Nosso país é tetracampeão mundial em rafting. Impossível perder esse passeio. Não há nada para fazer em Siquirres a não ser esse rafting. A cidade está localizada no meio do caminho entre La Fortuna e a costa do Caribe, no estado de Turrialba. Costarricenses haviam me alertado a não sair às ruas caso passasse uma noite em Siquirres. Não foi o meu caso. Depois de longas pesquisas para incluir Siquirres em meu roteiro, descobri a agência Exploradores Outdoors (https://exploradoresoutdoors.com). A agência é muito bem recomendada aqui no Fórum e eu assino embaixo. São especialistas em rafting. Além disso, oferecem um pacote sensacional: Te buscam em La Fortuna às 6:00h da manhã, te levam até Siquirres, fazem a atividade de rafting com café da manhã e almoço incluído e depois te levam até Puerto Viejo (meu próximo destino). Também fazem o trajeto inverso. O rafting tem duração de 4 horas com uma parada para o almoço improvisado (sanduíches e wraps) no meio da mata. Em todo o percurso as paisagens são fenomenais. O custo é US$ 99,00. Há lockers gigantes em que é possível você guardar toda a sua bagagem enquanto faz a atividade. Consulte a agência antes de planejar sua viagem e decidir fazer o rafting. Em uma determinada época do ano está suspenso devido à grande vazante do rio (época das chuvas). ========== PUERTO VIEJO/COSTA RICA ========== Confesso que eu estava com certo receio da vibe de Puerto Viejo. Por tudo que li, havia imaginado um lugar abandonado e pouco turístico na costa caribenha. Me enganei redondamente. Foi uma surpresa tão boa que fez com que Puerto Viejo fosse o melhor destino de todo o meu roteiro. Puerto Viejo é praia, bicicleta, sunga/biquíni e chinelos. Só vida boa! Uma pequena estrada asfaltada e plana corta todo o vilarejo e faz com que as bicicletas sejam o principal meio de transporte de todos os turistas. [ MITO ] Por causa da influência Jamaicana o reggae está presente mas o lugar é uma verdadeira mistura de ritmos e de gente do mundo inteiro. Um lugar democrático e onde o tempo passa bem devagar. [ O QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO ] Para aproveitar Puerto Viejo é preciso acordar cedo. Fiquei hospedado no Selina Puerto Viejo. Aqui peguei um quarto individual com banheiro compartilhado para ter mais sossego. 4 noites saíram por US$ 274,82. Os quartos individuais ficam longe da piscina, cozinha e bar do hostel. É uma boa pedida. O melhor almoço que tive foi no próprio Selina. Apesar de existirem bons restaurantes em Puerto Viejo, a maioria deles está nivelado ao poder aquisitivo dos norte-americanos e europeus. [ Prato servido no Selina Puerto Viejo ] O cardápio do Selina tem um excelente custo benefício e pratos saborosos que vão além do tradicional casado. Já o café da manhã não vale à pena. Na unidade Selina de Puerto Viejo o café da manhã é um buffet à quilo. 100g = US$ 1,00. Na unidade Selina La Fortuna o buffet é liberado (coma à vontade) por US$ 5,00. O espírito brasileiro “se vira nos 30” sempre presente fez com que eu fosse ao mercado comprar coisas para preparar o café da manhã na cozinha do hostel. Existem 2 geladeiras e 2 fogões e todos os equipamentos disponíveis. Foi a melhor opção para economizar uma grana. [ OBRIGADO, BRASIL! ] Nesta altura do campeonato eu já estava enjoado de comer sempre o mesmo prato no almoço, o casado. Em comparação ao Brasil e outros lugares do mundo, a Costa Rica não tem uma vasta variedade gastronômica. O Selina Puerto Viejo foi uma boa opção para dar uma variada na mistura diária. Aproveitando o embalo do assunto “comida”, em Puerto Viejo não deixem de ir à loja de chocolates artesanais, a Cho.co (http://cho.co.cr/). Eles revendem os chocolates artesanais produzidos pelas cooperativas da região. Puro cacau. E pode levar pra viagem porque não derrete, mesmo. Tours/Passeios: A caminhada pela Reserva de Cahuita é uma boa pedida. Tem a Playa Blanca e animais fáceis de serem avistados. Mas chegue cedo se a sua intenção é atravessar todo o parque. A trilha é fácil mas bem extensa. Os ônibus saem em horas partidas desde o centro de Puerto Viejo. Por exemplo: 8:30h / 9:30h / 10:30h… Esteja atento(a) ao horário do último ônibus. Para acessar o parque é preciso fazer uma contribuição voluntária em dinheiro. Manzanillo é bem bonito mas é uma pena que a reserva esteja abandonada. Foi neste lugar em que vi um bicho-preguiça mais de perto durante toda a viagem. [ Praia de Manzanillo ] O parque está sem sinalização, não há banheiros, segurança e as trilhas estão sendo engolidas pelo crescimento da mata. Também vi certa quantidade de lixo durante a caminhada pela reserva. Para chegar até Manzanillo, fui de bicicleta com um casal de chilenos + 1 canadense de Toronto. O trajeto de ida e volta somam 24 km. Não posso andar muito de bicicleta por conta de um problema no joelho. Principalmente subidas (tenho 35 anos). Mas não há dificuldades no trajeto. Em sua maioria é totalmente plano. Encontramos apenas uma leve subida em que precisei descer da bicicleta e subir caminhando. Em Manzanillo há um bicicletário improvisado antes de atravessar a ponte suspensa para acessar o parque. Sempre use a trava/cadeado ao estacionar a sua bicicleta. Sobre as praias, estive em Cocles, Playa Chiquita e Punta Uva. Todas com temperatura muito boa para se passar horas dentro d’água. Playa Chiquita é a mais bonita de todas e pouco movimentada. O acesso se dá por uma trilha que está no meio da estrada. Em Puerto Viejo visitei o Centro de Resgate Jaguar Rescue. É uma ONG responsável por reabilitar animais que estão em estado crítico de saúde. Existem duas modalidades de tour. Paguei pela mais simples (US$ 20,00). Estava com a expectativa bem alta para fazer essa visitação. É uma excelente oportunidade para ver animais de perto, como o bicho-preguiça, mas confesso que achei o tour muito superficial. Tem duração aproximada de 40 minutos. Existem outros tours mais privativos que têm o valor de US$ 60,00. Informações sobre horários de funcionamento e outras modalidades de passeio estão neste link: http://www.jaguarrescue.foundation ========== BOCAS DEL TORO/PANAMÁ ========== Confesso que imaginar atravessar a fronteira por terra entre a Costa Rica e o Panamá me dava um certo frio na barriga. Eu já havia cruzado fronteiras terrestres entre o Chile e a Argentina e entre a Argentina e o Uruguai. Mas essa aqui estava no meu imaginário dias antes de começar a viagem. Antes que esse processo também se instale no seu imaginário gerando algum tipo de preocupação, tranquilize-se. É seguro, confuso e divertido. Não me atrevi a fazer essa aventura por conta própria. Por mais que a gente leia todas as informações possíveis no Google, o cagaço toma conta e a amnésia é efeito colateral. Contratei o shuttle da Caribean (US$ 35,00 www.caribeshuttle.com) para fazer a travessia. Esse valor inclui a passagem de lancha no Porto de Almirante para Bocas del Toro. Compre com dias de antecedência porque esta rota é disputada. É fácil localizar o quiosque da companhia no centro de Puerto Viejo. [ Fronteira entre a Costa Rica e o Panamá ] Programe-se para fazer essa travessia nos horários das 6:00h ou 8:00h. Dizem que no decorrer do dia o fluxo na fronteira aumenta e a sua passagem por lá pode demorar horas sob o sol escaldante. Quando entrei na mini-van e o guia informou que havia wi-fi gratuita, me senti no primeiro mundo. Foi como um abraço quando se está sozinho rumo à fronteira. Toda a região parece um gigante canteiro de obras. Estão ampliando uma das pontes que dá acesso ao Panamá. Atravessar a fronteira significa você cumprir 3 etapas: Ao chegar na fronteira, a van estaciona em frente a uma lojinha onde é preciso pagar US$ 7,00 para o Ministério da Fazenda da Costa Rica. O rapaz te entregará um recibo carimbado. De porte deste recibo + seu passaporte é preciso caminhar cerca de 100 metros até um segundo posto de imigração da Costa Rica onde a Polícia Federal carimbará o seu passaporte. É IMPORTANTE LEMBRAR QUE NESTA ETAPA VOCÊ PRECISARÁ APRESENTAR A SUA PASSAGEM AÉREA DE RETORNO AO BRASIL + CONFIRMAÇÃO DE RESERVA DE HOSPEDAGEM NO PANAMÁ. Sem esses papéis impressos a sua entrada não será liberada. Tickets de ônibus de saída do Panamá não são aceitos. Ao sair do posto da PF da Costa Rica, é preciso atravessar uma ponte à pé em direção ao Panamá em meio à constante passagem de caminhões de banana. Há muita gente por ali, logo na entrada do Panamá: Vendedores, guias, pessoas que não consegui identificar o propósito de estarem ali, exército… Ou seja, não dê sorte ao azar. Faça exatamente o que o guia da Caribbean orienta. Neste momento seja o brasileiro agilizado ou brasileira agilizada que todos nós somos. Não fique esperando amigos recém conhecidos durante a viagem, não pare para tirar fotos, não dê mole com as suas mochilas, não fique com medo de vir um caminhão buzinando… Trace uma reta, atravesse a ponte e quando chegar em terra firme no Panamá aviste no alto, do seu lado esquerdo, uma pequena placa amarela informando “imigración”, dentro de uma “galeria” coberta. Faça os trâmites e depois entre em outra van da Caribbean que estará esperando ali, do lado panamenho. Ao sair da fronteira e seguir pela estrada rumo à Bocas del Toro haverá no meio do caminho uma blitz do exército com parada obrigatória para verificar se todos os passageiros da van estão com o passaporte carimbado. [ O QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO ] Depois de cerca de 40 minutos de lancha você chegará à Bocas Town (Isla Colón), ilha principal de Bocas del Toro. Desta ilha partem todos os tours. Durante a fase de pesquisa da viagem, eu havia visto algumas fotos de Bocas Town em relatos antigos e sinceramente já esperava algo sujo e desordenado. Mas me surpreendi positivamente. As fotos mostravam entulhos e montanhas de lixo espalhadas pela rua. Percebi um melhoramento… Há lixeiras espalhadas pela cidade e propagandas de conscientização para os moradores da ilha. Também vi duas ruas interditadas porque estavam em obras para a instalação dos dutos de saneamento do esgoto. Mas ainda sim é fácil avistar lixo doméstico em certos pontos da cidade. [ O QUE ME CHAMOU A ATENÇÃO - PARTE II ] Bocas Town é um lugar muito bem policiado. Tanto de dia como à noite. Por volta das 22:00h desembarquei no cais retornando de um dos tours, caminhei em direção ao meu hostel de bermuda e com a camiseta pendurada no meu ombro. Em uma das mãos eu carregava uma pequena mochila. Há poucos metros do meu hostel fui abordado por uma dupla de policiais. Me perguntavam para onde eu estava indo… Expliquei que eu era turista e estava retornando para o meu hostel. Gentilmente me disseram que é proibido circular sem camisa pela ilha. Em um primeiro segundo fiquei estarrecido com a abordagem mas rapidamente pedi desculpas, disse que eu não sabia desta lei, coloquei a mochila no chão e vesti a camisa. Desejei boa noite e segui caminhando para o hostel. Há 5 dias atrás meus trajes em Puerto Viejo/Costa Rica eram sunga, chinelos e uma bicicleta. O fato de eu ser carioca e ter vivido muito tempo em uma cidade de praia provocou esse choque cultural. Fiquem atentos. [ O MITO QUE É VERDADE ] À primeira vista os panamenhos não são um povo simpático e receptivo. A diferença é grande no comparativo com os costarricenses. A maioria dos panamenhos caminham de cara amarrada pelas ruas e não são pró-ativos para ajudar os turistas. É claro que guias de turismo e funcionários do comércio dedicado ao turista não se aplicam de forma alguma à essa descrição. Enfim, é uma particularidade da cultura do país que deve ter alguma explicação histórica e deve ser respeitada. [ HOSPEDAGEM ] Fiquei hospedado no STAY Bocas (www.staybocas.com). É um Bad & Breakfast localizado próximo ao aeroporto de Bocas Town e a poucos metros da rua principal. Está longe de ser o point dos mochileiros ou mochileiras que querem/precisam economizar com estadia mas valeu cada centavo investido na reta final da minha jornada. Paguei US$ 390,00 por 5 diárias em uma suíte privada com ar-condicionado e um banheiro para chamar de meu. Esse valor inclui toalhas, café da manhã, bicicleta free e toalhas de praia. [ Restaurante flutuante na Ilha Solarte ] Tours/Passeios: Durante os 5 dias em que estive hospedado em Bocas del Toro, fiz apenas 2 passeios através de agência. Os demais dias desbravei praias em voo solo. O primeiro passeio que contratei desde o Brasil foi o tour noturno da bioluminescência (US$ 30,00). Sempre tive vontade de ver o plâncton que brilha à noite. Esse tour acontece somente durante a lua minguante. Ou seja, está disponível apenas durante uma semana a cada mês do ano. Inicialmente achei que seria uma furada. Embarquei na lancha já certo de que não veria muito coisa ou quase nada. Mas é realmente mágico! E ao final do tour eles fazem um mergulho em águas rasas onde você pode ver o plâncton iluminar à medida em que você mexe o corpo dentro d’água. O segundo tour que contratei foi o trivial que engloba: Ilha dos bicho-preguiça, Isla Solarte y Cayo Zapatilla (US$ 35,00). Contratei a Hello Travel Panama (https://hellotravelpanama.com) para fazer ambos os tours. Além de ser uma das poucas autorizadas a fazer o tour da bioluminescência, eles são os únicos que tem uma prancha de acrílico patenteada para fazer o Anfibia Board (A prancha fica amarrada à lancha e puxa você vagarosamente enquanto admira os corais no fundo do mar usando uma máscara de mergulho). Os valores dos passeios incluem bebidas (cervejas, água, sangria e refrigerantes). Playa de las Estrellas: Esqueçam as fotos que estão publicadas no Google sobre essa praia. Infelizmente o turismo predatório acabou com este lugar. Muitos panamenhos construíram quiosques de madeira na areia da orla que deveria ser a margem de um manguezal preservado. Você facilmente vê uma grande quantidade de lixo doméstico na trilha que dá acesso a esse lugar que é o cartão postal da ilha (latas de spray aerosol, desodorante, embalagem de óleo para barcos, fraldas usadas…). Catei algumas coisas que estavam ao alcance com um saco de lixo improvisado e ao retornar para o Centro despejei em uma lata de lixo da Praça Central. Além disso, a quantidade de estrelas não é a mesma que anos atrás. Avistei uma estrela do mar a cada 100 metros que caminhava dentro da água. O que ninguém conta é que as estrelas do mar se alimentam dos materiais vivos e orgânicos dos corais e fazem a filtragem da água. No fim do processo, elas excretam partículas muito finas de coral que “espetam” a nossa pele. Um argentina me havia alertado sobre isso no hostel. As partículas são invisíveis ao olho nú. Usei sapatilhas náuticas na praia. Não usei chinelos. Mas de nada adiantou. Em 20 minutos dentro da água eu já sentia algo “espetar” o meu corpo por toda parte. A dor não é absurda mas incomoda. [ DICA INÉDITA ] Uma feliz descoberta na Isla Colón foi a Playa Paunch. Peguei um táxi coletivo na Praça Principal (US$ 8,00) e pedi para que me deixasse no Paki Point que está localizado na Playa Paunch. Cheguei lá por volta das 10:00h da manhã achando que iria encontrar um point de badalação à beira-mar mas o lugar ainda estava fechado. Só abre às 11:00h! Notei no caminho um outro Beach Bar e resolvi caminhar até lá… Decisão acertada! Acabei descobrindo o Skully’s Beach Bar. Na verdade, o Skully’s é um hostel descolado com toda a infra de Beach Bar e o melhor: O acesso é gratuito mesmo para quem não está hospedado. Existem espreguiçadeiras, redes, mesas, bar, restaurante, mesa de Ping-pong, piscina… Chegue cedo caso queira assentar em uma espreguiçadeira acolchoada. Existe uma barreira de corais na extensão da Playa Paunch. Em muitos trechos os corais estão no raso e impedem até mesmo molhar as canelas… Mas justamente no trecho em frente ao Skully’s, os corais formam uma rasa piscina para você ficar ali em banho-maria tomando uma cerveja gelada. O bar/restaurante tem excelentes smothies e a comida e os preços são bem honestos. Não há taxa de consumação. [ Skully's / Playa Paunch ] ========== CIDADE DO PANAMÁ ========== A viagem de ônibus de Bocas del Toro até a Ciudad de Panamá pode durar 10 horas ou mais. Um casal de amigos chilenos fizeram esse trajeto e me disseram que a viagem é massacrante. Antes de sair do Brasil, investi em uma passagem de avião da AirPanamá (US$ 130) e fiz o trajeto em 1:00 hora. Existem preços mais baratos para esse voo mas decidi pagar pela tarifa cheia porque ela garante a remarcação ou reembolso total em caso de desistência. O fato de estar hospedado ao lado do aeroporto também facilitou a hora de carregar a mochila pesada até lá. É importante dizer que esse voo permite apenas despachar uma única bagagem de até 14kg. A aterrissagem é feita no aeroporto Albrook (em frente ao shopping Albrook), na capital. O UBER do aeroporto até o meu Hotel na Av. Cincuentenario custou US$ 6,61 (11km percorridos de distância). A capital definitivamente não é uma cidade para se explorar à pé. Prepare-se para alugar um carro ou rodar de UBER ou Cabify. No último dia de viagem pedi um Cabify para me levar ao Aeroporto Internacional Tocumen (US$ 20,61 para 20km percorridos). Assim como no Brasil, a qualidade do serviço e o carro do Cabify foram muito superiores às corridas de UBER que fiz pela Ciudad do Panamá. [ HOSPEDAGEM ] Passei apenas uma noite na “Casa Ramirez”, no bairro Coco del Mar. Um bairro nobre e seguro, próximo às ruínas de Panamá Viejo e aos melhores restaurantes da capital. Fiz a reserva pelo Booking. As fotos do site me deram a impressão de ser um lugar bacana e novo. Tem até piscina. Mas o valor que paguei pela diária (US$ 77,00) não fez jus às instalações. Vi alguns pontos de infiltração pelo quarto e o ar-condicionado era bem antigo. Demorava horas para gelar. Tours/Passeios: Costumo dedicar o último dia de viagem à um bom almoço ou jantar pra fechar a viagem com chave de ouro. Afinal, a gente merece depois de encarar perrengues mantendo o bom-humor das férias. Almocei no Botánica e jantei no famoso Maito (ranqueado em 2016 entre os 20 melhores restaurantes da América Latina). Esqueça o Maito. Atendimento fraco e comida sem novidades. Prefira o Botánica (http://www.botanicapanama.com/) CONCLUSÃO: Dois destinos pouco explorados pelos brasileiros e que valem o investimento de planejar uma viagem em modo slow motion, sem correrias. A decisão de viajar no período da seca é fundamental para que a sua viagem esteja garantida com praia e boas paisagens.
  6. 1 ponto
    @Juliana Champi Eu sou de Fortaleza e posso afirmar que as chuvas aqui não serão um impasse para os turistas. Como já é conhecida, Fortaleza é a terra do sol e no máximo você verá uma chuva de madrugada ou pela manhã bem cedo, mas durante o dia é sol, então traga o seu protetor solar para aproveitar ao máximo.
  7. 1 ponto
    Parabéns pela travessia e pelo relato. Só gostaria de alertar que entre a fazenda do Cânion das Laranjeiras e o Cânion do Funil, existem mais duas propriedades, as quais os proprietários também cobram uma taxa de visitação. Aconselho a todos que forem fazer esta travessia entrar em contato com todos os proprietários para evitar incomodação com os capatazes destas fazendas. No mais é estar preparado para molhar os pés e se deslumbrar com as paisagens.
  8. 1 ponto
    @Rafael_Salvador Sim, claro, tem seus riscos. Dei uma opção da qual pesquisei e li bastante nos topicos do Mochileiros no Facebook! Não testei pq a minha eurotrip ja esta em cima! Mas pra quem for ficar mais tempo e esta com tempo disponivel pra pensar nas possibilidades é só mais uma a se pensar
  9. 1 ponto
    Leve uma parte em dinheiro e cartão de debito/crédito para ir sacando quando precisar, apesar do IOF de 6.38% criado pela Dilma, melhor paga-lo, eu acho arriscado andar com tanto dinheiro assim o tempo todo, nem toda hospedagem possui cofres para guardar pertences de valores. Agora, quanto a Temer ser de direita e fascista....hahahahahahaha Vamos voltar para escola e estudar mais para não falar baboseiras na internet !
  10. 1 ponto
    Então, a transferencia do Dinheiro para a conta LeuPay seria pelo TransferWise. Le aqui melhor sobre: https://www.falandodeviagem.com.br/viewtopic.php?f=243&t=14901 / http://www.neoage.com.br/2016/09/transferwise-boleto-euro.html
  11. 1 ponto
    Boa tarde. Gostaria de algumas dicas economicas para passar 2 a 3 dias em Puerto Iguazu e tambem Ciudad de Este. Vou sair de São Paulo até Foz do Iguaçu e irei para Puerto Iguazu é melhor trocar o real por Peso? hostel, Bares, compras e turismo? Quero uma Viagem mais economica. Obrigado .
  12. 1 ponto
    @Demi Dahás olha, com dez dias eu recomendaria um ou outro para poder aproveitar melhor e gastar menos dinheiro com deslocamento....
  13. 1 ponto
    @D FABIANO Passei qs um mês no chile viajando, cozinhei o mês todo praticamente, quase não sai para jantar fora: achei muito caro de modo geral pro meu orçamento meio mochileiro...
  14. 1 ponto
    Olá, mochileiros.... me ajudem. Farei um mochilão para Bolivia, Chile e Peru (21 dias), e gostaria de saber se é muito penoso ir direto para La Paz (partindo de São Paulo). Economicamente, é mais interessante comprar ida e volta para La Paz, mas estou com medo do soroche. Alguém pode me dizer se eh loucura? e outra coisa: vale a pena ficar quanto tempo climatizando em La Paz? Aguardo retorno de vocês.
  15. 1 ponto
    10º dia Camboja - 10 dias fora de casa (na verdade já era mais de 13 dias por conta de todas as conexões para chegar na ásia.rss), caramba, nesse curto espaço de tempo, posso garantir que vivi para uns 10 anos com toda informação que absorvi, toda a cultura, toda aprendizagem e a viagem nem estava só na metade ainda... - OBS: no dia anterior havia pedido para lavar minhas roupas no hostel, era 1 dólar 10 kilos algo assim...muito barato, mas em compensação as roupas voltaram mais sujas do que foram kkkkk mas bem cherosas..kkkk - continuando, depois que voltamos p hostel, fechei um tuk tuk para o aeroporto, despedi da Fernanda e lá vai eu em minha jornada sozinho novamente... no mesmo tuk tuk tinha um alemão cheio de bandeirinhas coladas na mochila gigantesca dele...rs. Ele acabou puxando assunto, consegui entender algumas coisas outras não. Não sei se posso dizer que houve um diálogo mas ao menos de onde ele era eu consegui saber..kkkk - já no aeroporto, na parte de embarque já bem moderno por lá, cheio de lojas para poder passar o tempo, mas como tinha acesso a área vip, acabei indo para lá para poder aproveitar os comes e bebes né rsrs... OBS: antes de viajar queria muito conseguir algum cartão de credito que desse direito a salas vips nos aeroportos. (Cara, antes que vc pense que seja um luxo, já digo de cara que não é! Sério! Me ajudou muito). Cartões que tem esse privilegio são os das categorias black para cima, obviamente que não era meu caso, pesquisei muito para tentar achar uma solução, pois em algumas salas vips tem até chuveiro para poder tomar banho e como eu saí de SP no dia 10 e cheguei na china somente no dia 13 eu queria poder tomar um banho decente! Nas minhas buscas encontrei o PriorityPass, basicamente é um plano que do direito ao acesso em mais de mil salas vips no mundo. A parte ruim? Muito caro! Paguei cerca de 800 reais para ter acesso a 10 visitas grátis e após isso cobraria acho que 36 dólares por acesso. Com toda sinceridade, se vc for fazer vários voos em sua viagem, eu recomendo e muito, alguma forma de vc poder ter acesso as salas vips. vc come a vontade, pode tomar banho, tem salas com pc e impressão, avisa início do embarque e muito mais! Ahh se eu pudesse ter isso sempre na vida! Rsrsars... Pesquisem sobre o cartão de credito Dners, parece que ele atende bem, não o consegui na época. - Do Camboja voltei para a Tailândia, mas dessa vez para a caótica Bangcoc. Quando eu estava pesquisando sobre a Tailândia, separei vários lugares que eu queria muito ir, e um deles seria no templo branco que fica ao norte do pais perto de Chiang Mai, na cidade de Chiang Rai. Acontece que eu não tinha tempo para poder explorar o pais ao norte, pq meu mochilão já estava bem corrido. Lembram do AseanPass? Então, depois que eu decidir todo roteiro e marcar todos os voos, estava sobrando um passe, aí que eu tive a loucura de fazer um bate e volta na cidade para Chiang Rai só para ir no templo branco. - sempre via as pessoas falando que faziam o bate e volta de bkk para Ayutthaya, antiga capital da Tailândia destruída pelas guerras.. Todos os templos em Bangcoc são as réplicas dos templos originais que existiam na antiga capital. Já que tem a replica para quê que eu iria ver os originais sendo que poderia ver outra coisa no lugar? Rsrs - Por conta disso reservei um hostel ao lado do aeroporto de bkk, já que no outro dia iria cedo para Chiang Rai, fiquei no Sleep Owl Hostel por 33 reais. Como era do lado do aeroporto fui andando até lá. Nossa, demorei uma vida para poder sair do aeroporto, fui seguindo o GPS mas chegava uma hora que tinha q atrevesar uma ponte e eu não via essa bendita ponte... até que cheguei em uma espécie de córrego cheio de barracos como se fosse uma espécie de feirinha... bem feio, criei coragem e fui assim mesmo, isso que já era mais de 7h da noite. Cheguei no hostel, achei bacaninha nada a reclamar, para uma noite estava ok. Lá perto tinha uma 7/11 e fui para lá comprar meu lanche e depois voltei para o hostel para descansar... 11° DIA -Nesse dia acordei cedo já que o avião para chiang Rai sai as 8h. levei minhas mochilas pq na volta ficaria em outro hostel. Tomei café na 7/11 novamente uns 40bh por um misto e um achocolatado tipo todinho numa versão maior. - na hora do embarque já fiquei esperto para ficar entre os primeiros, afinal, agora tinha duas mochilas e mais uma vez não pesaram nada. O voo de pouco mais de 1:30 com algumas turbulências, mas nada demais, enfim cheguei. - la estava levemente frio, por volta de uns 16 º graus, para quem passou por um -7 na china 16 era nada kkkk....bom não sabia ao certo como chegaria no templo branco já que na cidade não tem transportes públicos eu acho, pelo menos não um que ligasse ao aeroporto, e o templo era bem longe de lá. Com isso abri o aplicativo GRAB uma espécie de Uber asiático só que com preços levemente melhores e bem mais presente tb! -Achei um motorista do grab disponível e a rota estava dando uns 300bt se não engano, pra variar um motorista bem loko. Ficou perguntando se a gente já havia conversado antes por um aplicativo doido lá e ficava rindo para mim do nada, e eu oi???? Ignorei como estava seguindo a rota era oq importava, até ai tudo bem. Só que ele ofereceu para me levar de volta para o aeroporto e falou que me esperaria em uma loja de conveniência lá perto e pediu para tirar foto da placa dele. Concordei e fui para o templo. - De longe vc já se começa a ver a beleza do templo, Aquele telhado todo brilhante e espelhado.Para variar estava meio cheio de chinês! Todo canto que vc for, acredite, vai encontrar com algum! Se eu não me engano cobra-se 50bt para entrada. -O templo é bem loco todo branco ( deve ser por isso que chama-se templo branco né zé rsrs) mas com espelhos em vários lugares que produzem reflexos do sol e o deixa ainda mais magnifico. Na verdade, para mim ali estava longe de ser um templo! Rsrsr pois tinha várias coisas bizarras por lá, por exemplo umas arvores com cabeças de super heróis penduradas e uma mistura loca de elementos das tradições budistas e hindus, dai vc imagina a sala de frutas que era esse templo. - o templo ainda está em fase de construação, isso que ele começou a ser construído em 1998 e a previsão para sua finalização só em 2070, só espero estar vivo para poder ver esse templo todo completo, pois se já nesse estado é impressionante imagina finalizado. - O templo principal fica no meio de toda loucura. Sendo ele todo branco com muitos detalhes reluzentes que simboliza a sabedoria do Buda que brilha sobre a terra. - Porem, para chegar até a luz, primeiro precisa passar pelo purgatório, uma espécie de purificação. Foi a parte que achei mais legal, com dois guardiões na ponta e embaixo uma espécie de poço com várias mãos para cima meio que agonizantes, bem impressionante de se ver. - Já no templo principal, após passar pelo “purgatório” vc entra no santuário, lá dentro é proibido tirar fotos e tb em todo templo não se pode voltar, sempre tem que continuar a andar para não atrapalhar o fluxo das pessoas. Bom dentro do templo em sim, tem uma imagem de buda grande e a parte bizarra vem agora, tem um mural com Michael Jackson, Batman, Darth Vader e até o Kung Fu Panda e alguns Angry Birds entre outras bizarrices... segundo o autor, represente que nenhum super herói é capaz de nos salvar. Tão tá né! Rsrs - Já em outra parte, onde ficam os banheiros, foi construído como se fosse um templo e não banheiro, mas esse todo dourado, e com o sol refletindo sobre ele, fica incrivelmente bonito. - fiquei horas por ali admirando tudo que nem vi as horas passarem! Sai de lá umas 14h e fui almoçar lá perto, onde havia várias lojinhas... nem lembro oq eu comi, deve ter sido bom, pq se tivesse sido ruim jamais esqueceria kkkk - bom, lembra que havia combinado com o cara do grab para me levar de volta para o aeroporto? Então, havia combinado com ele as 15h, fui para o local que ele havia determinada e o FDP simplesmente não apareceu! Tentei achar algum outro disponível no aplicativo e não tinha! Meu voo era as 18h mas o trajeto era de 1:30 +-, nisso já estava começando a desesperar pois não passava um taxi se quer, e quando passava estava ocupado! Como assim? O principal ponto turístico da região não tem nada perto? Perguntei um tio lá perto se ele era taxi ele disse que não, ai ele ficou olhando e perguntou para onde eu iria, ai falei que estava indo para o aeroporto. Ele perguntou que hora era meu voo, e quando falei, ele esboçou uma cara de preocupação ( pensei, me f*&¨*¨%) ai ele saiu perguntando uns caras nas vans se não me levaria, até q um filho de Buda disse que me levaria por 300bt, aceitei na hora e agradeci muito o tio. O cara da van ainda ficou falando que talvez não desse tempo por conta do transito essa hora poderia estar mais engarrafado, que bacana ele hein, nem para poder mentir um pouco para falar que daria certo. Hahah... mas como sou uma pessoa abençoada, cheguei a tempo....uffa - dessa vez voltaria por outra cia, já que usei o credito do aseanpass só para ida, vim pela Nok Air, e achei bem legal ela, até melhor que a air asia... para vcs terem ideia de como são essas low cost, sabe a Azul e Gol aki no brasil? Então, a mesma coisa ou até melhor rsrsrs - cheguei a tempo no aeroporto, tempo suficiente para fazer compras hahaha... vi uma chaqueta dessas impermeáveis de frio com capuz por 50 dólares, achei muito bom o material dela e o preço ok, já que uma dessa no brasil dificilmente acharia menos de 500 reais. Por outro lado, mais uma tralha para encher a mochila, que agora já são duas...hahah - cheguei no aeroporto de bkk e troquei alguns dólares, toda pesquisa que vc faz sobre troca de dolares as pessoas indicam uma casa de cambio x ou y, mas quer saber? a diferença é tão pequena que nem compensa vc ficar rodando caçando essas casa de câmbio... -já na área de desembarque, fui atrás de um busão que deixa na Khao san. Para quem está sozinho existe uma opção mais em conta e bem eficiente o limobus. São ônibus confortáveis que saem regularmente de ambos os aeroportos em direção à Khao San e custa 150 bahts (15 reais). Fui nesse e achei bem confortável. - fiquei no D Hostel Bangkok por 89 reais para 3 noites. Gostei muito dele, fica alguns quarteirões da khao san (essa rua é onde ficam a maioria dos mochileiros, com muitos bares e pubs). Os principais templos tb ficam nessa região, de forma que dá para ir andando. -cheguei já era um pouco mais de 20h, sai para comer por perto e fui dormir pois já estava morto de cansado. Continua no próximo episódio hahah
  16. 1 ponto
    que ótimo que esta curtindo! minha memoria não é das melhores, então já viu kkkk mas é bom escrever para poder me sentir novamente na viagem!
  17. 1 ponto
    Olá. Moro aqui em Floripa.. se vcs curtirem trilha recomendo a praia da Lagoinha do Leste (a praia mais preservada daqui, porém levar lanche e talz pq nao tem nada la) só a natureza, linda e maravilhosa. Recomendo Naufragados tbm.. dá pra ir de barco ou com trilha, é a praia mais ao sul da ilha. Amo a praia do matadeiro.. é uma das minhas preferidas, vcs vão curtir.
  18. 1 ponto
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    De Curitiba a Ita Ibaté 1052 Km Eu segui primeiramente até Ponta Grossa para pegar dois outros integrantes do grupo. Neste trecho a estrada está muito boa só que tem dois pedágios até lá. O valor dos pedágios é de R$ 19,70 (preço atual) e o gasto de gasolina considerando o consumo de 13 Km/l que tive de média foi de R$ 29,82. No trecho seguinte fomos de Ponta Grossa em direção a Barracão PR / Dionísio Cerqueira SC que são cidades gêmeas e fazem divisa com Bernardo de Irigoyen na Argentina. Neste trecho fomos de Ponta Grossa a Guarapuava e alguns quilômetros a frente entramos a esquerda no sentido de Pato Branco e Barracão. O trecho que é da rodovia pedagiada, até entrarmos para Pato Branco é muito bom e sem problemas. O trecho seguinte até a divisa também está bom , mas com algumas poucas imperfeições no caminho. No trecho argentino de Bernardo de Irigoyen até Eldorado a estrada é razoável, entretanto tem muitas curvas. No trecho de Eldorado a Ita Ibaté a estrada está excelente. A Passagem na divisa é fácil e rápida pois não tem o movimento de Foz do Iguaçu, recomendo muito. Não tem nem revista dos carros. Pedágios R$ 36,40 e consumo no Brasil de R$ 121,00, na Argentina R$ 184,00. Houve dois pedágios neste trecho aregntino a 20 pesos cada.
  20. 1 ponto
    Eduardo, eu comprei lá, tive só o cuidado de comprar com 1 dia de antecedência.
  21. 1 ponto
    você não precisa saber mt pra conseguir grana. Vende brigadeiro, toca/dança/canta em praças, metrô... É só usar a criatividade e não fazer corpo mole, tudo nessa vida rende dinheiro, e lembre-se, as pessoas compram o motivo pelo qual vc ta vendendo não o que vc esta vendendo exatamente. Se quiser trocar uma ideia me manda me chama no whatsapp 21980681336
  22. 1 ponto
    Perigoso não diria. Apenas precavida como no Brasil. Não andar a noite e nao usar celular na rua como se não houvesse amanha. Mas no geral digo que é bem segura, mais que nossa terra diria. É adianto que são muitas as mulheres que viajam sozinhas por aqui
  23. 1 ponto
    No momento, a Condor esta com as passagens geralmente mais em conta
  24. 1 ponto
    Oi Juliana! Não lembro as empresas... dei uma olhadinha no google e de cara achei essa aqui: https://www.touron.com.br/jericoacoara/transfers/transfer-ida-e-volta-jeri Não utilizei e não sei se é confiável. Também tem um portal de Jeri que traz todas as empresas de transportes e passeios - acho que voce deve achar alguma que faça http://www.portaljericoacoara.com.br/como_chegar_em_jericoacoara.htm Te recomendo entrar em contato com sua acomodação em Jeri e pedir uma indicação. O preço é tabelado, sempre nessa faixa de R$ 80 cada trecho já incluindo a passagem na lagoa.
  25. 1 ponto
    tinha gastrite, viajei quase 30 dias pela América do sul, comia de tudo e não sentia nada. Viajar faz tão bem que vicia também, por isso estou com viagem marcada para Europa Julho e Agosto e fazendo planos para dezembro. Se eu não fosse Empresário, não tivesse funcionários, fazia o mesmo.
  26. 1 ponto
    @Cloris Macedo tem pessoas que são mais "sensíveis" à altitude e outras não, então não tem como afirmar como você irá se sentir. De qualquer forma se você resolver ir direto pra La Paz sugiro ficar uns 2 dias se aclimatando, fazendo caminhadas leves conhecendo a cidade para entao depois partir para alguma outra atividade que requeira maior esforço físico. La Paz tem várias coisas pra se fazer e é uma cidade em que voce pode ficar tranquilamente uns 4 dias. Sobre a passagem que voce citou, verifique a possibilidade de comprar multi-destinos, com isso voce inicia a viagem por um aeroporto e volta pra casa por outro. Fazendo isso pode economizar uma grana por nao term que voltar para a cidade de origem.
  27. 1 ponto
    Passagens para Madrid geralmente sao as mais baratas, mas de nada adianta voce comprar uma passsagem para Madrid se nao tiver interesse em visitar Madrid e tiver que gastar outros 400 ou 500 reais em passagens para os locais que realmente quiser visitar. Entao defina antes os locais que voce quer visitar e ver a forma mais barata de chegar nestes locais. Pois comprar umapaddagem barata para um local qualquer geralmente nao dá certo e voce acaba gastando bem mais..
  28. 1 ponto
    @Zero9 Pesquise bastante sobre os aeroportos de destino na Europa, normalmente tem grande variaçao de preço. Use sites e como kayak, skyscanner, google flights para pesquisar as passagens mas entre direto no site da cia pra comprar. Voce também pode cadastrar seu email pra receber um alerta quando o preço da passagem tiver alguma alteraçao. Pesquise os preços de madrugada pois normalmente costuma diminuir (experiência própria). Nos países da zona do Euro os seus custos com alimentaçao e transporte nao vão variar muito, mas claro que em grandes centros como Paris, Berlim, Londres, Zurich voce vai ter um gasto um pouco maior. Se pretender viajar no verão europeu seus gastos ficarão mais caros pois é alta temporada. Se for incluir mais de um país e tiver que fazer o deslocamento por avião, planejando com antecedência voce pode conseguir bons preços com alguma cia low cost. No leste europeu os custos podem ser menores do que na parte ocidental porem pra se chegar lá voce provavelmente tenha que gastar mais com passagens. Mas de qualquer forma tudo depende de um bom planejamento.
  29. 1 ponto
    Antes viajava de condor.de da Alemanha para o Brasil, estou vendo em alguns lugares que Viajanet é mais em conta hoje.
  30. 1 ponto
    vc acha que ta completo? ou faltou algum lugar que voce iria? pelo que pesquisei tem uma trilha de 6 dias em Huaraz confere? e tem umas trilhas incas de 7 dias em Cusco confere?
  31. 1 ponto
    Já estou há caminho...sai de Rondônia e já estou no Mato Grosso com sentido o sul para entrar no Paraguai Uruguai Argentina. Estou no começo mas tenho uma meta 125 país encima da bicicleta. [email protected]
  32. 1 ponto
    estou montando roteiro para maio, começando por Maranhao (com trekking pelos lençóis - 4 dias ) e terminando em Alagoas
  33. 1 ponto
  34. 1 ponto
    oi, o meu roteiro está praticamente pronto, chego dia 11/05 em Londres e retorno no dia 05/06, vou p Londres, Bergen, Oslo, Estocolmo, Copenhagem, Helsinque, St Pettesburgo e Moscou. Chego por Londres e retorno tbem. Quem coincidir no mesmo roteiro, pode mandar um e-mail: [email protected]
  35. 1 ponto
    @365843 Obrigada!!! Fico quase 24h pesquisando a respeito e estou pensando em tirar Varsóvia e Copenhagen e incluir Budapeste e Berlim. Acredito que fique um pouco mais econômico. Vou seguir com os próximos passos e em breve relato aqui para mais ajuda!
  36. 1 ponto
    Já foi deixado claro q aqui n eh plenário p isso, mas essa Lei vale antes de Temer meu amigo haha... Por isso muito mortadela foi pego dinheiro na cueca. A lei existe pra ser seguida... Se não tiver limite pra declarar seria uma lavação de dinheiro e rota livre p paraíso fiscal.. Deveria pensar no outro lado da moeda
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    Desespero pro views? cara pega o waze e faz a serra Fina com ele rsrsrrs
  38. 1 ponto
    Nascer do sol no A2 A noite foi bem tranquila e o amanhecer do domingo foi com temperatura amena por volta dos 07ºC. Acordei por volta das 5h00 da manhã com a movimentação do pessoal no camping que iria subir para o cume para ver o nascer do sol. Como eu já havia estado lá na noite anterior e o fato de que eu ainda iria passar no Itapiroca e acampar a 2ºnoite no Caratuva, nem subi e voltei a dormir. Barraca desmontada e mochila nas costas, pouco antes das 9h00, inicio a caminhada de retorno. O acampamento A2 estava lotado e como ainda tinha o pessoal que foi ver o nascer do sol lá no topo e estavam descendo, resolvi apressar um pouco o passo afim de evitar a "fila indiana" nos trechos de descidas que tem os grampos, na base. Após uma noite bem dormida, pronto para iniciar a caminhada em direção aos picos do Itapiroca e Caratuva Iniciando a caminhada O céu estava livre de qualquer vestígio de nuvens e o sol brilhava forte. Apenas embaixo, um tapetão de nuvens cobria o litoral e boa parte das areas mais baixas da Serra, formando um espetáculo único e visível somente a aqueles que se dispõem a subir ao alto das montanhas. Primeiros raios de sol sobre o Itapiroca e Caratuva Picos da Serra de Ibitiraquire Pico Paraná ficando para trás 20 minutos de descida desde o A2, estou novamente passando pelo trecho pirambeiro e tenso dos grampos da ida, na qual tive que descer com bastante cautela. Em alguns trechos, dependendo, é recomendável até retirar a cargueira e descer elas com uma corda, se caso não se sentir seguro com elas nas costas. Isso pq, o peso te puxa bastante para trás e qualquer pisada em falso pode resultar em um grave acidente. Por isso, muita cautela nesse trecho, principalmente em dias de chuva. Descer foi mais tenso do que subir. Não é a toa que a maioria dos acidentes ocorrem justamente nas descidas, pois o pessoal acha que é mais facil e não se previne da mesma forma que na subida Vencido o trecho, atravesso o pequeno vale e logo estou escalaminhando a crista que segue em direção ao A1. Após subir o último trecho de grampos e ganhar a crista, continuo a subida pela mesma e ao olhar para trás, vejo uma "multidão" descendo o enorme paredão ingreme em fila indiana. Vendo a cena, pensei: ainda bem que consegui sair antes, senão teria que esperar o povo ir descendo ali um a um e iria acabar chegando só no dia seguinte ao Caratuva galera desescalaminhando o enorme paredão Mar de nuvens As 10:11, com pouco mais de 1 hora desde o A2, estou de volta ao A1, onde faço uma parada para mastigar umas barras de cereais e me abastecer de sais mineirais. Desse ponto, parte a trilha que sobe direto para o Caratuva, mas como eu iria passar no Itapiroca, mas acampar no Caratuva, deixo para terminar no Caratuva. Uma bela visão das escarpas rochosas do Pico Paraná 30 minutos desde o A1, entro definitivamente na mata fechada e novamente tenho que encarar o trecho complicado de troncos e galhos caídos, que faz meu avanço ficar lento. As 11:10, com cerca de 2 horas desde o A2, chego a placa que indica a bifurcação entre as trilhas do PP e Itapiroca e a partir dai, viro a esquerda, na trilha que sobe em direção ao Pico Itapiroca. Após uma rápida caminhada no plano, logo a trilha inicia uma subida bem forte, com alguns lances de escalaminhada, mas que felizmente não dura muito e 20 minutos depois, saio da mata fechada e estou chegando as primeiras áreas de acampamento do Itapiroca onde não havia ninguém. Chegando a um ombro A vista das areas de acampamento é sensacional, com o Pico Caratuva bem ao lado, a esquerda, o Paraná a frente em destaque e atrás, as vistas da fazenda, com outros picos ao redor. Também dá para ver boa parte do trecho da trilha que vem do PP, os descampados do A1 e a imponência de seu vizinho, o Caratuva. Mas resolvo continuar mais a frente em direção ao cume. Pico Caratuva visto do Itapiroca Uma das belas vistas do topo do Irapiroca O Pico Itapiroca tem 1.805 metros de altitude é a 5º montanha mais alta da região, com fácil acesso. Ela é uma boa e rápida opção de pernoite em caso de vc começar muito tarde a trilha lá na fazenda ou quiser evitar a muvuca dos acampamentos da base e do cume do Pico Paraná. E é claro que o local foi palco para vários clicks. Em um dos cumes do Itapiroca e a "caixinha" do livro de cume, que não tinha livro algum... Pico Paraná visto do Itapiroca Caratuva a frente e logo abaixo, as areas de acampamento do Itapiroca Aproveito para forrar o estomago com um belo lanche e permaneço no local por cerca de 1 hora. Depois da contemplação do cume, retomo a caminhada, agora em direção ao Caratuva. A descida de volta a base foi rápida e as 14:03, passo pela outra placa que indica a subida para o Caratuva. Sabendo que teria pela frente mais uma subida pirambeira, faço uma breve pausa no local, aproveitando o silêncio e a calmaria da mata, pois toda a multidão do PP já haviam passado por ali. Na bifurcação entre o Caratuva e Pico Paraná Após o breve descanço, inicio a caminhada em direção ao Caratuva. 10 minutos desde a placa, passo pelo 1ºponto de água corrente que é uma ótima opção para quem quer ir no Caratuva sem precisar ir até a Bica ou trazer da fazenda. Após o primeiro ponto, a trilha inicia uma forte subida pirambeira serra acima e logo de cara, passo por um trecho técnico com cordas. Foi preciso tirar a cargueira e iça-la afim de conseguir ganhar os patamares superiores desse trecho que considerei um pouco tenso, mas nada do outro mundo. Mais um trecho de subida e passo pelo 2º e último ponto de água, na qual aproveito para reabastecer para a janta e café da manhã do dia seguinte. Não passei por mais nenhum ponto de agua no restante da subida e no topo tb não há agua, por isso, pegue toda a água que for precisar nesse ponto. As 14:33, passo por uma gruta a esquerda que de tão funda e escura que era, apelidei de entrada para o inferno, pois era de assustar, mas que não deixa de ser interessante. Porém, muito cuidado ali, pois se escorregar e cair lá dentro...já era! A fenda Após a gruta, a subida começou a ficar mais íngreme e com vários trechos de escalaminhada, acabo parando algumas vezes para retomar o fôlego. Os músculos das pernas já estão esgotados e pediam arrego, mas continuar era preciso.... A cargueira parecia pesar mais do que no dia anterior e após 1 hora de subida pirambeira, saio da mata fechada e entro definitivamente no trecho de bambuzinho baixo e campos de altitude, na qual avisto uma enorme rocha a frente. O topo parecia estar próximo e finalmente as 15:25, com quase 1 hora e meia de subida pirambeira desde a placa lá embaixo, chego ao topo dos 1.850 metros de altitude do Caratuva para o então merecido descanço.... Vista deslumbrante do trecho final da subida ao Caratuva Vistas de tirar o fôlego Não havia ninguém no cume e com isso, pude escolher o melhor lugar para montar a minha barraca. A vista do cume do Caratuva é de 360º, amplo e de tirar o fôlego. Abrange toda a cadeia de montanhas da Serra de Ibitiraquire. Há bastante espaço para barracas por conta de vários descampados e deve caber pelo menos umas 15 barracas no local. A Sudeste está o Pico Paraná bem a frente em destaque, o morro do camelo logo abaixo, o Itapiroca a direita a sudoeste, entre outros picos. Do outro lado, se avista o morro do getúlio bem abaixo, a Rodovia Regis, a fazenda e a represa do Capivari que no dia, por conta do tapete de nuvens, não foi possível visualizar. Ao fundão, as cidades de Curitiba e outras. Pico Paraná visto do Caratuva. Desse ponto, encontrei uma trilha bem marcada que vai encontrar com a principal lá no A1 Alguns dos vários descampados no cume Litoral paranaense tomado pelas nuvens Vale qualquer esforço! A caixinha do cume....será que dessa vez encontro o livro? Agora sim! Após a contemplação do local e de vários clicks, monto a barraca e aproveito para explorar o entorno do cume. Depois, escolho um bom ponto para aguardar o por-do-sol solitário no silêncio total do cume da montanha. Depois de ver o Astro-rei repousando no horizonte branco de nuvens, volto para a barraca e preparo minha janta. Aguardando o por-do-sol Por-do-sol no topo do Caratuva! Não tem preço! A temperatura diminuiu bastante a noite e após a janta, fui deitar e logo peguei no sono.... 4º e último dia - Do cume do Caratuva a sede da fazenda e retorno para SP. Nascer do sol no Topo do Caratuva A segunda feira amanheceu com frio em torno de 04ºC e diferentemente do dia anterior (no A2) onde acordei com a movimentação do pessoal, nesse foi o despertador do relógio de pulso que me acordou, afim de presenciar o nascer do sol no cume. Saio da barraca e enquanto aguardo o amanhecer, aproveito para preparar meu café da manhã. O céu estava bem limpo e nuvens mesmo, só embaixo.... Pouco antes das 7h00, fui ver o nascer do sol (que foi um espetáculo) e após terminar meu café, logo começo a desmontar a barraca, pois apesar da caminhada desse último dia ser bem curta em relação aos 2 dias anteriores, a volta para SP sem carro iria ser uma peregrinação. Amanhecendo Esse local era do lado do descampado onde montei a barraca, na qual pude me presentear com um belo espetáculo Barraca desmontada e mochila nas costas, pouco antes das 9:00hs, inicio a descida na trilha de volta para a Fazenda, onde chego por volta do meio dia. Após dar baixa na minha saída com um funcionário da fazenda, pego o último trecho de caminhada pela estrada de terra até a rodovia, mas que felizmente, não precisei caminhar até o fim. 20 minutos depois que sai da fazenda, passou um carro de um morador oferecendo carona e é claro que aceitei. Ele me deixou próximo ao ponto de ônibus na rodovia, onde peguei um circular até uma cidadezinha próxima e de lá, outro até a rodoviaria de curitiba. Na rodoviaria, peguei o ônibus das 17h00 direto para SP onde cheguei pouco antes das 23:00hs, cansado, mas feliz pelo sucesso de mais uma empreitada solo. ---------------- Dicas e infos: --> A trilha do Pico Paraná não é uma trilha fácil, pelo contrário. É uma trilha longa, exigente e com muitos trechos técnicos. Leva-se pelo menos umas 5 horas em ritmo forte e se estiver de mochila cargueira, dependendo do seu ritmo, pode levar mais de 6 horas. Por isso, é uma trilha indicada somente para pessoas com alguma experiencia e bom preparo fisico. --> Não recomendo levar iniciantes nessa trilha de jeito algum. Ela possui muitos trechos técnicos e alguns trechos complicados, onde é preciso ter sangue frio para passar por eles. Com muitos lances de rochas, pode ser bem dificil conseguir chegar ao final em caso de neblina, chuva ou se não estiver bem preparado fisica e psicologicamente. --> Se quiser ter mais chances de conseguir acampar em um bom local no cume, o ideal é sair o mais cedo possível da fazenda, de preferência logo que clarear ou ainda de madrugada. Isso pq, aos sábados, chega muitas pessoas de vários cantos e boa parte vai para acampar. O cume tem pouco espaço e protegido apenas para umas 2 ou 3 barracas no máximo, sendo bem disputado. Na dúvida, pergunte para o Dilson ou algum funcionário da fazenda qtas pessoas subiram antes de vc e se programe. --> O Acampamento base 2 (conhecido como A2) é o mais próximo do topo e fica a umas 4 a 5 horas de caminhada da fazenda em ritmo forte. Tem espaço para umas 15 barracas, sendo metade em locais protegidos dos ventos e a vantagem de ter agua perto. A maioria das pessoas acampam lá e sobem para o cume apenas de mochila de ataque. Eu sai da fazenda por volta das 8h e cheguei no A2 pouco antes das 13h00 e não havia ninguém ainda. E mesmo começando bem cedo, passei alguns grupos grandes com mochila cargueira nas costas, que estavam mais lentos. Só isso já da para ter uma ideia de como esses locais são disputados. Se sair muito tarde, corre o risco de não encontrar lugar, (tendo que voltar) ou só encontrar descampados expostos ao ventos. --> Água tem na sede da Fazenda, a 2 horas de caminhada na Bica e no A2. Até há uma pequena poção no meio da subida para o morro do getúlio, mas de água não confiável. Por isso, traga um pouco de agua da fazenda e deixe para carregar o restante que precisar na bica, a 15 minutos depois que passa da placa que indica a bifurcação entre as trilhas do Caratuva e Pico Paraná. Assim, vc economiza no peso da cargueira. --> Apesar de ter dado uma volta inútil indo direto pela trilha ao Pico Paraná ao invés de seguir primeiro para o Caratuva, se tiver 1 dia a mais de disponibilidade, não deixe de visitar os Picos do Itapiroca e Caratuva. Até dá para passar por ambos os picos no batevolta, mas ai você corre o risco de chegar tarde no A2 e não conseguir lugar. --> Uma opção para batevolta de 2 dias passando pelo Caratuva é seguir a esquerda pela trilha logo que chegar na placa que indica a bifurcação entre o PP e o Caratuva, passando pelo cume e descendo pela crista do topo até o A1, onde encontra com a trilha que vai para o Pico Paraná. Você não passa pela bica, mas na subida do Caratuva há outros 2 pontos de agua corrente e de boa qualidade, onde é possível coletar água. --> Qdo estiver retornando pela trilha do PP na volta, não deixe de passar para conhecer o Itapiroca. A trilha é bem curta e não leva mais do que 30 minutos para chegar ao topo. Uma opção para ir leve e mais rapido ainda, é esconder a cargueira e subir apenas com a maquina fotografica e agua, pegando a mochila na volta. --> Logistica para o Pico Paraná não é ruim, dá para ir tanto de ônibus, qto de carro no esquema de racha de caronas. --> Se for de ônibus, peça para o motorista parar no Km 46, logo após passar pela represa do Capivari e a ponte sobre o Rio Tucum. Lembre-se de não deixar a mochila cargueira no bagageiro e esteja com ela dentro do ônibus, pois alguns motoristas podem não querer parar ali, alegando questões de segurança. Estando com a mochila, é só pedir para parar e descer sem problemas. Só para voltar que é um pouco ruim, pois tem que pegar 1 circular até uma cidade próxima e outra até a rodoviaria de Curitiba, onde é possível encontrar ônibus direto para Sampa. --> O Acesso para a estradinha que leva para a fazenda está do outro lado da rodovia, sentido São Paulo. A caminhada leva em torno de 1 hora e meia da Rodovia até a sede. Se for durante o dia, há 2 bares no caminho onde pode-se pedir água ou comprar suco, refri entre outros. --> Uma boa logística para começar a subida no dia seguinte descançado é chegar lá no final do dia anterior e pernoitar no camping da fazenda. É cobrado R$ 10 e tem direito a uso da cozinha e banheiro com chuveiro quente na ida e na volta. De manhã cedo tem café da manhã reforçado com pães de queijo e bolo, entre outros. Vale a pena e recomendo bastante! --> Ao lado da area de camping, há uma pequena trilha que leva a uma bela cachoeira em um rio próximo. Se tiver tempo, vale muito a pena passar para conhecer a cachoeira. --> Procure trazer todo o seu lixo de volta e deixe nas lixeiras na fazenda-sede.
  39. 1 ponto
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    Uma dica: fujam da empresa SENA TURISMO. A agência fica numa das ruas do centrinho, e quando vc passar pela frente certamente será abordado pelos agentes, mas fuja! Fiz uns passeios com eles e não recomendo. Motorista grosso, sem formação nenhuma, colocava um forrozão bem alto na van e ainda discutia com os clientes. Um horror!
  41. 1 ponto
    Você veio ao lugar certo!!! Todas as dicas que você quer estão neste tópico, é só ler... comece de trás pra frente, e boa sorte!
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