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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 07-07-2018 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Noite de terror em São Tomé das Letras! Eu comentei em um vídeo que STL estava diferente, mas não imaginei que estava “tão diferente“. Se estivesse na cidade de São Paulo ou do Rio de Janeiro eu acharia “normal” o que aconteceu... Mas em São Tomé das letras??? O que vou descrever aqui vai parecer piada, contos de fada ou gnomo, talvez de bruxas, mas infelizmente é real. Na noite de ontem eu estava em São Tomé ainda e junto com a minha namorada resolvemos ir até a pirâmide curtir o céu, as estrelas e ver os raios no fim do horizonte de uma tempestade que se anunciava... Eram 20:00, mas tinham muitas pessoas, vários grupos ao redor da pirâmide, conversando, cantando e tocando violão. Nesse horário a única luz que tínhamos, eram as luzes das estrelas e de nossas lanternas do celular. Em cima do teto da pirâmide estávamos em 8 pessoas, separados em grupos de duas pessoas, cada grupo curtindo à sua maneira, ninguém se conhecia. Embaixo de nos tinha uma segunda parte da pirâmide que as pessoas costumam ficar sentadas para ver o pôr e nascer do sol e também ficar cantando. De repente eu me vi cercado por dois animais encapuzados um estava armado e quando se aproximou de mim eu pensei... “Serio? ” Isso está acontecendo aqui??? Eu o olhei com cara de raiva e espanto não acreditando que aquilo estava acontecendo, quando ele encosta o que eu acho que era um cano de revolver na minha cabeça e começa a conversar comigo pedindo dinheiro e celular... Juro que tive uma diarreia mental e fui querer enfrentar o cidadão de bem.... Eu não acreditava que aquilo estava acontecendo. Aí minha namorada ficou desesperada por que o cara falou que ia atirar na minha cabeça e entregou o celular dela afirmando que não tínhamos dinheiro. Eu já comentei que tinha um segundo animal dando cobertura né? Quando o cara armado percebeu que estávamos rendidos... Ele foi nos outros três lados da pirâmide e rendeu todo mundo fez a limpa. Nesse momento nem o pessoal que estava no andar de baixo da pirâmide nem os grupos que estavam ao redor dela perceberam o que estava acontecendo... Uma vez que ele roubou todo mundo e obrigou que todos apagassem seus celulares para que não pudessem ser localizados.... Sim isso mesmo todos que por acaso tivessem um Iphone ele mesmo entrava em configurações e nos obrigava e liberar o celular da senha do icloud... Bom continuando, uma vez que ele rendeu as 8 pessoas que estavam no ponto mais alto da pirâmide ele pulou para o andar de baixo e rendeu mais um cara e duas meninas. Levou dinheiro e celulares e ainda deu uma coronhada em uma delas. Depois de render todos que estavam em cima da pirâmide pularam no chão e atacaram mais dois grupos que estavam ao redor da pirâmide cantando e conversando. Uma das pessoas foi agredida com um soco na boca do estomago. Ao finalizarem os dois grupos mais de 20 pessoas tinham sido roubadas e algumas agredidas fisicamente. Não satisfeitos ainda tentaram roubar um carro de duas pessoas que estavam no grupo de baixo. Bom resumindo o fim da história passamos todos na delegacia fazendo o Bo do que tinha acontecido e a informação que os policiais nos deram é que é impossível para eles darem segurança na pirâmide no período da noite, que quem estiver ali fica por conta e risco. Conversando com alguns moradores eles comentaram que com a chegada de “novas” drogas a violência aumentou e a cidade não é mais a mesma, alguns evitam ir na pirâmide até no horário diurno. Também ouvi na delegacia que no réveillon desse ano 35 pessoas foram assaltadas... Como comentei acima, se fosse em São Paulo ou no Rio eu já estaria acostumado, mas ser rendido em STL em um arrastão e vendo pessoas agredidas isso me deixou inconformado, assustado, ver várias pessoas, homens e mulheres com o coração na mão e minha namorada quase vomitando de nervoso não foi legal. Então amigos mochileiros faço esse relato na intenção de avisa-los que STL não é mais a mesma. Eu dessa vez perdi, foram- se os anéis e ficaram- se os dedos... Mas a frase “Bens materiais se conquista o importante é que você está bem e com vida”. Não me conforta. São Tome é um lugar lindo e que amo. Vivi muita coisa boa, lá conheci pessoas maravilhosas, mas por enquanto vou riscar esse lugar do mapa e pensar em outro lugar para levar as pessoas que gosto. E vou ficar observando se algo muda para melhor. Combinei com as pessoas que foram assaltadas de marca-las aqui, para que elas possam divulgar o acontecido também. O objetivo é um só de alerta-los, que cada vez mais perdemos lugares que considerávamos verdadeiros paraísos, mas que agora estão sendo tomados pela violência. Obs: No momento estou sem celular. Indo comprar outro...
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    Fui para o Uruguai, Argentina e Chile em Março de 2017 e meu roteiro foi esse: SP - Punta del Este - Montevidéu - Colônia de Sacramento - Buenos Aires - Rosário - Salta - San Pedro de Atacama - Santiago. Farei o relato de toda viagem, mas em partes. Neste falarei o que fazer em Buenos Aires. LEGENDA UYU - Peso Uruguaio USD - Dólar Americano BRL - Real Brasileiro ARS - Peso Argentino ROUPAS Em março o clima é bem agradável sem muitas variações de temperatura. O começo da manhã e à noite as temperaturas caem um pouco então é bom sempre ter uma blusa na mochila de ataque. Não esqueça do protetor solar, boné e óculos de sol. CELULAR Levei meu celular mas não comprei nenhum chip local. Fiquei usando apenas o wi-fi que funcionou bem durante a maioria da viagem. DINHEIRO e CARTÃO Em espécie levei apenas USD (DÓLARES AMERICANOS) e trocava aos poucos por moeda local em casas de câmbio. Usei sem problemas o cartão VISA INTERNATIONAL do Banco do Brasil na maior parte da viagem. ACOMODAÇÃO Há quase 10 anos faço parte do Couch Surfing então quase sempre consigo me hospedar na casa de locais. Em Buenos Aires me hospedei na casa de um couchsurfer que eu já havia hospedado na minha casa há uns 8 anos. CHEGANDO EM BUENOS AIRES Cheguei em Buenos Aires por Colônia de Sacramento no Uruguai, que fica do outro lado do estuário do Rio do Prata. Fiz a travessia pela empresa COLONIA EXPRESS, que era a única que o sistema estava funcionando. Na noite anterior caiu uma forte tempestade que comprometeu com a comunicação das empresas SEACAT e BUQUEBUS que são considerada “melhores”. Paguei UYU 970 e embarquei às 10h30. Por volta do meio-dia estava chegando na capital argentina. ******ATENÇÃO*****: Não havia nenhum funcionário de migração no terminal de chegada da Colonia Express. Ou seja, entrei na Argentina sem carimbar a minha entrada. Na hora não me dei conta e segui em frente, mas isso me deu uma grande dor de cabeça quando fui tentar sair para o Chile. Portanto caso aconteça o mesmo PROCUREM REGULARIZAR sua entrada assim que chegarem. O QUE FAZER Há muitas coisas pra fazer em Buenos Aires. Fiquei 6 dias e consegui conhecer muita coisa, mas ainda assim deixei de ver outras. Certamente voltarei para a capital argentina. 1º dia: 09 de Março de 2017 (quinta-feira) Assim que deixei o terminal da Colonia Express caminhei uns 15 minutos até encontrar uma agência do Santander para sacar Pesos Argentinos (ARS). É cobrado ARS 94 por saque, independente do valor sacado. O sistema de transporte público de BA funciona com cartão pré-pago, tipo o Bilhete Único de SP. Então antes de embarcar em qualquer ônibus ou metrô é necessário comprar o cartão e colocar créditos nele. Várias lojas da cidade vendem o cartão (paguei ARS 40 e coloquei ARS 50 de crédito). Peguei um ônibus até a estação Retiro-Mitre e lá encontrei um guarda-volumes, que fica num salão de cabeleireiro, abaixo da estação e no caminho do acesso ao metrô. Deixei meu mochilão (ARS 50) e caminhei por uns 10 min. até um quiosque de informação turística que fica no início da Rua Florida. Peguei vários mapas e informação e fui de metrô até o CONGRESSO NACIONAL. Por volta das 15h, ao lado do Congresso, se iniciou o BUENOS AIRES FREE WALKS e nossa guia foi a simpática Maria Eugênia (Maru). O free walks é um passeio guiado gratuito baseado em gorjetas. Passamos por vários pontos turísticos como PALACIO BAROLO, AV. DE MAYO, CAFE TORTONI, AV. 9 DE JULIO, OBELISCO, CATEDRAL MUNICIPAL E PALACIO ROSADO. Recomendo MUITO fazer esse tour uma vez que tudo muito bem explicado por nossa guia. (ver mais detalhes em: http://www.buenosairesfreewalks.com). O tour leva cerca de 4 horas e pode ser bastante desgastante uma vez que percorre boa parte do centro. Leve água e proteja-se do sol com óculos escuros, protetor solar e boné/chapéu. Deixei USD 20 de gorjeta uma vez que eu gostei demais. Mas o valor vai de cada um. 2º dia: 10 de Março de 2017 (sexta-feira) Na parte da manhã fui até o TEATRO CÓLON fazer o outro Free Walks. Saímos por volta das 10h30 e desta vez nossa guia foi a JEANETTE, tão divertida e solícita quanto a Maru. Passamos por: TEATRO CÓLON, PLAZA LAVALLE, AV. 9 DE JULIO, PLAZA SAN MARTIN, RETIRO, TORRE MONUMENTAL, AV. ALVEAR, PLAZA FRANCIA, IGLEZIA DEL PILAR E CEMITÉRIO DA RECOLETA. Depois fui até a uma loja do time de futebol RACING (R. Lavalle, 1650) e comprei um ingresso para a partida de domingo (ARS 470). Um amigo meu de lá ficou de me levar ao jogo. Sai da loja e fui tomar um chopp e comer uma fatia de pizza de mussarela na tradicionalíssima PIZZARIA GUERIN (ARS 65). A pizza estava deliciosa e o chopp muito gelado, vale a pena experimentar! 3º dia: 11 de Março de 2017 (sábado) Fui cedo, tomei café e peguei o ônibus 107 Cidade Universitária para o MONUMENTAL DE NUÑES, o estádio do RIVER PLATE. Falei com o motorista e ele me avisou na hora exata de descer em frente ao museu do estádio. Comprei a entrada para o museu e o tour pelo estádio (ARS 210). Fiquei olhando o museu que fala da história do River de sua fundação aos tempos atuais. O interessante é que eles fazem um paralelo entre a história do time e o que estava acontecendo no mundo ao mesmo tempo (guerras mundiais, Juan Manuel Fangio na F1, ditadura militar, etc). Por volta do meio-dia fiz o tour guiado pelo estádio, que é muito grande e bonito. Passamos pelas arquibancadas, partes internas, vestiários, até chegar na pista de atletismo em volta do gramado. No final do tour acessei o wi-fi do estádio e agendei uma visita à CASA ROSADA para o dia seguinte. NOTA: A visita guiada pela Casa Rosada é gratuita mas tem que ser agendada pela internet. No entanto o agendamento só é liberado com no máximo 15 dias de antecedência. Para mais informações acesse: https://visitas.casarosada.gob.ar/ SaÍ do estádio e caminhei por uns 15min até a estação de trem de NUÑES. De lá fui até o RETIRO e caminhei até a RUA FLORIDA. Lá entrei na GALERIA PACÍFICO para conhecer os afrescos de sua cúpula. Muito legais e definitivamente vale a visita. Aproveitei e comi um EXTREME BURGER BACON na rede de fast food MOSTAZA (ARS170). De lá fui caminhando até a CATEDRAL METROPOLITANA e a visitei por dentro pois durante o FREE WALKS a gente só vê ela por fora. Dentro da catedral está o MAUSOLÉU DE SAN MARTIN. Continuei caminhando até a IGLEZIA DE SAN IGNACIO, a mais antiga de BA. Dei uma passeada pelo bairro de SAN TELMO e no começo da noite voltei pra casa. Umas 21h meu amigo e sua namorada que estavam me hospedando me levaram para conhecer o bairro de PALERMO. É uma área boêmia, cheia de bares, cervejarias artesanais, restaurantes e hamburguerias. Lembra um pouco a Vila Madelena de SP. Paramos pra comer um hamburger no BURGER JOINT. Pedi o lanche um combo LE BLEU (hambúrguer artesanal, blue cheese, cebola caramelizada, tomate seco, cogumelos e rúcula) + fritas + 1 chopp artesanal por ARS180. Estava simplesmente delicioso e foi, sem dúvida, um dos melhores lanches que comi na viagem! Continuamos caminhando pelo bairro e paramos numa cervejaria artesanal chamada GROWLERS. Tomei uma pint (copo com aprox. 600ml) de BLOND ALE (ARS 90) que estava muito boa. Seguimos caminhando até a cervejaria artesanal ANTARES. Desta vez pedi uma cerveja PILSEN (ARS 105). O ambiente é muito legal e o atendimento foi bem atencioso, apesar de estar bem cheio. Por fim terminamos a noite em um pub chamado SHANGAI DRAGON. Lembra muito os pubs ingleses com seu piso acarpetado e as mobílias de madeira. 4º dia: 12 de Março de 2017 (domingo) Cheguei a CASA ROSADA e comecei o tour guiado às 11h15. A parte interna é muito bonita, com muitos detalhes nos pisos e móveis e tapeçaria que lembram castelos europeus. Em alguns lugares não é permitido tirar fotos. Deixei a Casa Rosada e fui caminhando até a FEIRA DE SANTELMO. Passei por várias barracas de antiguidades, artesanatos, roupas até chegar ao MONUMENTO A MAFALDA, uma pequena estátua dos personagens do cartunista QUINO. Depois de uns 10 minutos de fila consegui tirar uma foto com os personagens. Comi num restaurante chinês por kg ali perto (não lembro o nome) e a comida estava muito ruim! (ARS 95). Segui caminhando pela feira e encontrei um mercado. Comprei uma cerveja QUILMES 500ml (ARS 28) e fui encontrar com meu outro amigo para irmos ao jogo do RACING. O estádio do RACING fica na cidade de Avellaneda, na região metropolitana de BA. Do centro até o estádio (de carro) leva uns 20 minutos. A atmosfera de um jogo do campeonato argentino é indescritível. Nosso “hermanos” são muito fanáticos e não param de torcer um segundo sequer. A partida terminou Racing 3 x 0 Lanús. Jogão! Na volta fiquei no centro, passei no CARREFOUR e comprei 2 garrafas do vinho DADA (ótimo custo x benefício!) e uma garrafa de QUILMES (ARS 195). Voltei pra casa do meu amigo, fizemos um churrasco até o começo da madrugada e fui dormir. 5º dia: 13 de Março de 2017 (segunda-feira) Fui até o bairro de LA BOCA, passei pelo CAMINITO e cheguei na LA BOMBONERA, estádio do BOCA JUNIORS. Paguei ARS 205 pelo tour guiado + museu. O museu faz muitas referências aos ex-ídolos, especialmente ao Palermo e Riquelme. O tour começa na arquibancada, passando pela geral, o campo, vestiários e termina em um salão com estátuas de ex-jogadores. Deixei o estádio e peguei um ônibus até o PUERTO MADERO. Almocei no SIGA LA VACA, que tem uma grande diversidade de carnes (picanha, costela, costela de porco, bife de chorizo, etc) e um farto buffet de saladas. Pra acompanhar, uma jarra de chopp QUILMES e uma garrafa d’água (ARS 375). Segui caminhando pelo porto e passei pela PUENTE DE LA MUJER e outros lugares da região. 6º dia: 14 de Março de 2017 (terça-feira) Acordei e fui até o JARDIN BOTÂNICO (entrada gratuita), onde havia uma exposição de pinturas no prédio principal. Fazia muito calor e os mosquitos atacavam sem dó. ***DICA***: Leve um repelente quando for visitar os parques de BA. Você vai precisar. Segui caminhando até o JARDIN JAPONÊS (entrada ARS 95). O jardim é lindo! Tem lagos com carpas, pontes, árvores e arbustos perfeitamente aparados. Um lugar perfeito para tirar ótimas fotos. Reserve ao menos UMA HORA nesse local. Em frente ao Jardin Japonês está a PLAZA ALEMANIA que só consegui conhecer porque um funcionário do parque me emprestou um spray repelente. De lá passei pelo MALBA mas não consegui entrar pq ele fecha justamente no dia que deixei pra visitá-lo (às terças-feiras). Fica pra próxima. ***DICA***: Procure saber com antecedência os dias que as atrações que deseja visitar ficam abertas. Continuei caminhando sob um sol escaldante até a PLAZA DE LAS NACIONES UNIDAS onde se encontra a FLORALIS GENERICA, a enorme flor de metal. O lugar rende belas fotos, vale visitar. Depois segui caminhando até o CEMITÉRIO DA RECOLETA. Já tinha passado lá antes com o Free Walks mas resolvi voltar para conhecê-lo com mais calma. O cemitério é um museu ao céu aberto, com belíssimas esculturas. Em frente ao cemitério há vários bares e restaurantes. Parei no BULLER PUB & BREWING. Tomei uma pint de cerveja RUBIA e comi uma porção de batata assada (ARS 250). Estava uma delícia! À noite fui com 3 amigos em uma pizzaria chamada KENTUCKY. Pedimos uma entrada de empanada de carne e a pizza foi meia mussarela meia verdura com creme branco. Tomei 2 chopps e estava tudo absolutamente divino. A conta saiu ARS 625 (ARS 156 pra cada), preço justíssimo. No manhã seguinte segui viagem para ROSÁRIO Anexo ao relato algumas fotos de Buenos Aires. Espero ter ajudado.
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    Letônia O início da viagem foi muito bacana, ficamos de CouchSurfing na casa de um amigo que hospedei 4 anos atrás e aqui visitamos duas cidades: Riga, a capital, e Sigulda, a menos de 55km da capital. Sempre que viajo, levo pouco dinheiro e procuro fazer saques durante o caminho, evitando andar com grandes montantes e também por julgar que vale a pena (as taxas de conversão no débito em geral são melhores que as taxas das casas de câmbio brazucas) e em Riga levamos um susto, pois o primeiro caixa não funcionou, mas no segundo tudo deu certo no ATM do Swedbank no segundo andar do aeroporto de Riga. Nem tanta gente fala inglês, mas todos tem boa vontade em ajudar, se você fala russo, ajuda bastante. Os ônibus para o centro da cidade são o 22 e o 322, custando 2 euros. Riga Um detalhe do povo letão que chamou muito a atenção é o quão silenciosos eles são, mesmo em lugares com aglomerações, como é o Mercado de Riga, as pessoas falam em um tom bem abaixo do que estamos acostumados por aqui. O ponto alto do passeio em Riga foi a visita ao museu da KGB, onde foi possível ter uma ideia da crueldade com que foram tratados os cidadãos dos países bálticos durante o domínio soviético, com assassinatos e deportações para a Sibéria por motivos torpes, como estudar literatura francesa, por exemplo. A última foto é da sala de execuções, sendo cada ponto amarelo o vestígio de uma bala. O free walking tour (FWT) pela cidade velha é uma ótima pedida, o guia fala de vários detalhes da história desde a idade média, passando pelas invasões Suecas, Alemães e Soviéticas, mostrando detalhes como os impactos na arquitetura com a invasão sueca ou mais tarde com a conversão ao protestantismo. O último ponto do FWT é o local que registra onde passou a corrente humana em nome da liberdade, que uniu os três países bálticos e da qual participaram por volta de 2 milhões de pessoas (a população somada dos países era em torno de 6 milhões de pessoas à época) que se uniram pela liberdade des seus países na Cadeia Báltica, em 23 de agosto de 1989, pelo fim do domínio soviético na região. A cadeia teve em torno de 600km e uniu Estônia, Letônia e Lituânia, de Tallin a Vilnius, passando por Riga. Sigulda Em Sigulda a primeira parada foi no Museu/Castelo de Turaida, no qual fomos deixados por meu amigo. Lá na cafeteria do museu já é possível ver uma coleção de sinos bem bacana, que começou com o presente recebido pelo prefeito em uma visita à Alemanha em 1990. O castelo, construído em 1214, é bem bonito e tem uma série de exposições de como eram as tradições no tempo da idade média. Em Sigulda, as distâncias não são grandes, então fizemos todo o trajeto a pé mesmo por uns 5km até a estação de trem, por onde voltaríamos a Riga. A próxima parada foi na maior gruta dos países bálticos, com incríveis (ou não) 12 metros de altura!! O turismo no local tem suas marcas e a mais antiga inscrição nas paredes é de 1664. Em seguida passamos numa pracinha com estas bengalinhas, que são o símbolo da cidade. E finalmente no castelo de Sigulda, de 1207, ao lado do qual acabaram de abrir uma bar da ótima cervejaria Valmiermuiza, provamos umas 5 ou 6 e todas muito boas!!
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    Oi Gláucia! Muito obrigada. Então deve ser o Safari Nautico, pq perguntei para o guia no Ríos de Hielo porque eles não faziam mais o Perito Moreno. Ele disse que o parque é dividido entre as operadoras turísticas e elas têm uma área de abrangência e operação. Então, atualmente a única autorizada a operar em todas as atividades que compreendem o Perito Moreno é a Hielo y Aventura. Ríos de Hielo é operada por outra empresa que não me recordo o nome. Mas o guia confirmou que há alguns anos atrás o trajeto contemplava o Perito Moreno sim. Agora, meu bem, é tudo à parte.
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    Não parou em Coimbra?Ai tem uma universidade imperdivel,a mais antiga da Europa,e a queima das fitas ocorre na 1 sexta de maio em frente a Catedral. Sem saber,foi o dia em que cheguei lá ,sempre sonhei em conhecer a Universidade, mas ver a queima é algo indescritível. No Museu, o guia sabe de onde é?Carioca,como grande parte dos estudantes, me senti em casa.
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    @Andrezza Nogueira , visitei BA ano passado e fiz esse relato, talvez possa ajudar: Sempre recomendo fazer primeiro os "Free Walking Tours". Daí vc vai ter uma visão geral da cidade e pode voltar nos locais que achou mais interessante. Boa viagem!
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    Olá meninas!! Quem for pra chapada dos veadeiros não esqueçam de me chamar q eu quero!!!! Bora pro coração do país!! Me add por favor 13 99632 6362 bjs😍😍
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    Olá Kely! Parabéns pelo excelente relato 👍 Li tudinho com atenção, mas tenho uma dúvida e ficaria agradecida se você puder me ajudar. Nas minhas pesquisas, descobri que no Tour à Geleira Perito Moreno, ao invés de fazer o minitrekking, há a oportunidade de participar de um passeio de barco que vai até o lado norte do Glaciar Perito Moreno. Esse passeio de barco é opcional e não está incluído no preço do tour. Será que este passeio de barco é o Ríos de Hielo ou seria o Safári Náutico? São coisas diferentes?
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    Tb pretendo ir nesta data.. por gentileza qual whats de vcs?
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    Me manda seu número por msg, que te add.
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    DIA 9: Nazaré x Talasnal x Coimbra x Guimarães de carro alugado e trem Tomamos um café da manhã super bem servido com a Fátima (pago à parte) e pegamos a estrada. Amanheceu chovendo muito em Nazaré e ficamos desanimados por dois motivos: tínhamos esperança de ainda ver as nazarenas secando sardinha e o plano principal do dia era visitar a aldeia de xisto chamada Talasnal, próxima a Coimbra. Bem, ninguém seca nada na chuva né? Então, nada de nazarenas e quase desistimos do Talasnal, especialmente porque achávamos que grande parte da estrada até lá ainda era de terra. Terra com chuva nunca é bom negócio. Mas que bom que resolvemos arriscar, pois a estrada está toda asfaltada, um tapete mesmo, e a chuva não castigou tanto assim. Mas é sempre bom subir e descer com atenção porque a estrada tem passagens bem estreitas, especialmente nos trechos mais próximos às aldeias. Antes de chegar no Talasnal demos uma paradinha na pequena aldeia de Casal Novo, também de xisto. Fiquei por ali fotografando um pouquinho na esperança de ver um Hobbit... 😄 A aldeia do Talasnal é linda e maior que Casal Novo, com casas de pedra e corredores estreitos, decorada com flores e plaquinhas muito fofas. Fique atento porque a vila é construída na montanha e acompanha o terreno, ou seja, há escadas e rampas por toda parte. Vimos pouquíssimos turistas estrangeiros por lá, a maioria era de portugueses mesmo. A pedra de xisto nada mais é que a nossa ardósia, que nessas velhas aldeias eram utilizadas em estado bruto. No Talasnal há um pequeno hotel, um restaurante e um ou dois bares. Para o restaurante (Ti Lena), recomenda-se fazer reserva antes, assim como para o hotel. Nenhum deles abre no inverno e só é possível chegar nessa aldeia alugando um carro. A região é explorada também pelos trilheiros e deve mesmo render ótimas caminhadas. É linda! A chuva permaneceu por quase todo o passeio e isso acabou nos forçando a descer mais cedo do que esperávamos. A intenção era ver um pouco de Coimbra antes de entregar o carro, mas já estávamos cansados, de saco cheio da chuva e do vento frio, então entregamos o carro na Guerin e partimos arrastando as malas até a estação de trem ali pertinho. De lá partimos para Coimbra B (a segunda estação de Coimbra) e de lá para Guimarães. Chegamos quase 22h em Guimarães e fomos arrastando as malas até o Guest House Vimaranes (cerca de 1 km). Fazia um frio danado. O Vimaranes é um T1 (como chamam por lá) com 1 quarto, sala, cozinha e banheiro, muito bem localizado em uma ruela medieval lindinha, silenciosa e próxima a restaurantes, bares, padarias, atrações etc. Também recomendo. DIA 10: Guimarães a pé Guimarães é a cidade onde Portugal teve início, onde Dom Henrique nasceu, e de onde ele partiu para suas conquistas e posterior formação do país. Uma cidadezinha linda, super acolhedora e que dá pra fazer tudo a pé. Não foi à toa que entregamos o carro em Coimbra e não nos arrependemos. Por ser uma cidade relativamente pequena e super turística, estacionar no centro da cidade não é lá muito fácil. Pra quem vai de carro, talvez só seja possível encontrar vaga na região do castelo, dependendo da hora. Levantamos preocupados com a desgraça da greve dos ferroviários anunciada para o dia em que nosso trem partiria de Guimarães para o Porto. A moça do guest house procurou informações junto à CP (Comboios de Portugal) e eles confirmaram a greve, mas disseram não poder dizer qual comboio funcionaria, pois o funcionamento de cada trem dependeria da adesão de seus responsáveis à tal greve. Queríamos cancelar o trem, mas o atendente disse que isso só poderia ser feito online, já que a compra foi online. Fomos então à rodoviária comprar passagem de ônibus e descobrimos que há muitos ônibus para o Porto (de várias empresas) e que eles são até mais rápidos que o trem, pois não param. Descobrimos também que não se pode comprar passagens com antecedência, conforme fazemos no Brasil. Compra-se uma passagem sem poltrona marcada para o próximo ônibus daquela empresa que vá para o destino que você quer. Bem, nada feito então. Aproveitamos para caminhar pelas ruelas medievais e conhecer um pouco a cidade, apesar do tempo feio. Depois fizemos compra no mercado Froiz (ao lado da Igreja de São Francisco), pertinho de onde estávamos hospedados e partimos para conhecer as atrações da cidade. Logo de cara a gente vê a Igreja de Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos e a Avenida do Largo da República do Brasil, muito bonita e bem cuidada. Partimos em seguida para o Castelo de Guimarães, que é uma linda construção medieval localizada no centro da cidade e logo atrás do Paço dos Duques de Bragança. Comprando os ingressos para os dois lugares a gente consegue um desconto. Não há muito o que ver lá dentro do castelo porque são só ruínas, mas a fortaleza é imponente e muito fotogênica. Lá dentro a história de Portugal é contata por meio de painéis e um videozinho educativo para crianças. Saímos do castelo mortos de fome e fomos almoçar um bacalhau a brás no restaurante Paraxut, na Praça São Tiago, ao lado do Largo das Oliveiras. Apesar do tempo estar fechando escolhemos comer do lado de fora, mas fomos obrigados a terminar o vinho dentro do restaurante, pois a chuva não teve piedade de nós. Tanto o Largo das Oliveiras quanto a Praça São Tiago (e outras pracinhas próximas) recebem muitos turistas e ficam cheias da hora do almoço em diante. O Largo das Oliveiras fica bem cheio praticamente o dia todo porque o pessoal para ali para um café, um chopp, um vinho, um lanche, um almoçou ou jantar. O lugar é uma graça mesmo. 😍 Depois do almoço fomos para o apartamento e ficamos presos até às 17h porque chovia muito forte. O marido aproveitou para trabalhar e eu para cochilar. Quando a chuva parou corremos para a nossa visita ao Paço, que fecha às 18h, com nosso bilhete já comprado no castelo. - Paço dos Duques de Bragança: imponente castelo do século XV e muito avançado para a sua época. Nunca vi tanta lareira (tamanho extra grande) em um só lugar em toda a minha vida. Ali a gente percebe que Guimarães é uma cidade MUITO fria... Dentro do palácio há uma capela, em cuja entrada há uma placa em vários idiomas (inclusive o português, claro) pedindo silêncio. E não é que havia um trio de brasileiros batendo papo em voz alta logo na entrada, DENTRO da capela? Foi necessário alguém apontar para a placa e pedir silêncio e, ainda assim, uma das moças “ameaçou um barraco”. Juro que eu não entendo por que fazemos isso... Custa tanto assim respeitar as regras, gente? Aff! Enfim, deu tempo para a visita e ainda ficamos de bobeira fotografando em torno do castelo e do palácio. Os jardins no entorno do castelo e do Paço são lindos, ótimos para tirar fotos, para relaxar, ler um livro ou fazer um piquenique. Retornamos para o apartamento, fiz um nhoque com champignon e molho de tomate para o jantar (com material comprado no mercado, total de 2,26 € para DUAS pessoas!), e jantamos com a garrafa de vinho que ganhamos. O marido trabalhou o restante da noite e ficamos em casa mesmo. Estava bem frio, a ponto de ligarmos o aquecedor. DIA 11: Guimarães a pé Amanheceu um sol lindo e logo pulamos da cama. Coloquei roupa para lavar (me agradeci várias vezes nessa viagem por ter decidido alugar algumas hospedagens com máquina de lavar) e fomos bater perna pela cidade. Adoro dias em que o sol acorda “feliz”... Na volta estendi a roupa e fomos almoçar. Nesse dia eu comi o melhor bacalhau de toda a viagem no restaurante El Rei, na Praça de São Tiago. Delícia, recomendo. 😋 Aproveitando o tempo bonito fomos caminhando até o teleférico que nos levaria ao Parque da Penha, mas ele não estava funcionando porque passava por reparos. Acabamos desistindo de subir aquele dia e fomos tomar um café no Largo das Oliveiras. À noite fomos fotografar o castelo e o Paço. Uma das coisas que mais me agradou em Portugal foi poder andar com mochila e câmera a tira colo para todo lado sem correr o risco de ser assaltada e/ou estuprada e/ou assassinada. Passava das 22h e estávamos amarradões fotografando por lugares desertos nas proximidades dos castelos. Confesso que deu um medão, especialmente quando passamos por áreas pouco iluminadas nos jardins, mas foi mais o medo costumeiro do avançado da hora + noite do que por nos sentirmos verdadeiramente ameaçados. Já no retorno passamos em frente ao Paço e ouvimos uma música erudita sendo executada com perfeição vinda de dentro dele. Olhamos o programa pendurado na porta e ficamos muito frustrados por não termos nos tocado a tempo de irmos ao tal concerto com coral sinfônico que estava acontecendo aquela noite dentro do Paço. Grande furo. Por isso, recomendo sempre olhar a programação da cidade com antecedência porque esses eventos parecem ocorrer com frequência por lá. Dia 12 - Guimarães a pé Só pra variar o tempo amanheceu fechado, frio e chuvoso. 😖 Ficamos um pouco de preguiça na cama e o marido trabalhou o resto da manhã. Em seguida, fomos direto almoçar o bacalhau do El Rey. Eu já estava até babando, mas para nossa tristeza, o restaurante estava fechado. Buááá... Comemos então um bacalhau assado no Paraxut. Gostoso e muito bem servido, mas o do El Rey ganha pelo sabor. Partimos então para o Parque da Pena com o tempo ruim mesmo, afinal, era nosso último dia na cidade e ainda não tínhamos ido até lá. Dessa vez o teleférico (5 € ida e volta, se compradas juntas) estava funcionando. Chegando lá, na saída do teleférico há uma placa pouco intuitiva com indicações sobre o parque. Não me entendi com aquela placa e escolhi qualquer caminho mesmo. Acho que todos eles são bonitos e todos “levam a Roma”, como diz o ditado... O Parque é bem extenso, tem área de camping, piscina, igreja, alguns bares e restaurantes, banheiros, estacionamento amplo e muito lugar bacana para curtir com a família. Vimos várias famílias inteiras por lá, de crianças pequenas a idosos de bengala, mesmo naquele frio todo, fazendo piquenique e se divertindo no parque. Caminhamos um pouco na área e me pareceu ser um local muito agradável em dias de com sol e calor, mas fazia um frio tão úmido e tão cortante que eu já estava doida para descer dali. Seguimos por mais alguns caminhos e chegamos no mirante que tem uma vista lindíssima da igreja com a cidade abaixo. Lá de cima a gente vê também o Castelo e o Paço no centro da cidade. Ventava demais e mesmo bem agasalhada e com um bom corta-vento eu estava sofrendo com o frio. Imagino que a umidade do local tenha feito a sensação térmica despencar. Fiquei muito feliz quando entramos no teleférico e começamos a descer. O lugar é muito bonito, mas não achei assim muito turístico não. Tem uma igreja bonita, uma vista também muito bonita, áreas naturais muito agradáveis mas saí de lá com a percepção de que é um local mais voltado para a família portuguesa mesmo e não tanto para o turista. De qualquer forma, gostei de ter ido e acho que vale a visita, especialmente em dias ensolarados. Descemos com uma chuva fininha, passamos no Largo das Oliveiras para um café com uma espécie de brioche e fomos para o apartamento arrumar as coisas e jantar (novamente o nhoque baratinho feito com material comprado no Froiz. Dessa vez compramos também um dos vinhos de 2 € do mercado, mas não gostamos muito). Ainda não sabíamos se o nosso trem seria ou não operado por conta da greve dos ferroviários. Se sim, ele partiria às 07h43 do dia seguinte e resolvemos tentar. Adorei Guimarães. O ar medieval do centro histórico, as praças, os castelos, até mesmo o friozinho... a cidade é realmente um encanto, além de muito bem cuidada. As ruas principais ficam apinhadas de jovens durante a noite nos fins de semana e durante o dia recebem muitos turistas. Quem quiser visitar, mas não quiser se hospedar lá, pode fazer um bate-volta do Porto (ou de outras cidades vizinhas) de carro alugado, ônibus, trem ou excursão por agência e conhecer o centro histórico todo em um dia. Até breve, Guimarães! Foi um prazer conhecer você. Próximo capítulo: Porto e Douro
  14. 1 ponto
    CAPÍTULO 7: SPA: 3º DIA: 13/05: A exuberância do Salar de Tara. Detalhes do passeio: Valor pago pelo passeio: 33.000 pesos. Não tem gastos adicionais com entrada. Horário de saída: 8:00h (A van buscou no hostel). Horário de retorno: 15:00h - 16:00h. O que está incluído: Guia, Café da manhã e Almoço. Temperatura: entre 0 e 20 graus. Distância de Atacama: 130 km. Lugares que foram visitados: Laguna de Quepiaco, Laguna esmeralda, Monges de la Pakara, mirador e Catedrais de Tara. O que levar? - Casaco; - Luva, gorro e cachecol; - Óculos de sol; - Protetor solar; - Água; - Roupa para calor. Acho que sinceramente escolhi os passeios certos a se fazer em Atacama. O Salar de Tara sem dúvidas foi o passeio que mais gostei em Atacama. A variedade de vegetação, o clima, as cores. É tanta paisagem, tanta coisa linda que nem sei explicar. O Salar de Tara está a 4.300 metros de altitude e está localizado na Reserva Nacional Los Flamencos, bem perto da fronteira entre Chile, Bolívia e Argentina. Neste passeio a altitude pode judiar um pouco, por isso, tomar um diamox ou um chá de coca é uma boa ideia. Vá preparado para vento gelado, frio e possível calor. Inicialmente paramos na Laguna Quepiaco e logo após na Laguna Diamante que estava completamente congelada. Somente a ponta da lagoa estava descongelada, onde tinham alguns patinhos (Não sei o nome deles) nadando. Na laguna diamante paramos para tomar o café da manhã que é servido pela agência que contratamos. No final preparamos uns lanches com as sobras do café para comer depois. Detalhes que nesse tour não há banheiro, então o jeito é fazer atrás das pedras. Imagino que seja mais complicado para as mulheres. Laguna Quepiaco Laguna Diamante Olha o bonde aí tomando o café da manhã. Após o café da manhã começamos a ir em direção ao salar de Tara. No caminho para minha felicidade o motorista parou para que nós pudéssemos pegar pedra vulcânica e depois para o mirador, onde já era possível avistar as catedrais de Tara. O mirador é uma ótima oportunidade de sentar sozinho, apreciar a paisagem e refletir sobre a vida, nem que seja aquela conta que vai estar esperando em casa para pagar quando você voltar. kkkkkk Olha essas cores como são surreais Eu nas cores surreais mais coisas surreais Olha lá longe bem no centro da foto as catedrais Chegamos então nas catedrais de Tara que são incríveis e enormes formações rochosas. O Salar de Tara é composto basicamente pelas catedrais e pela Laguna (Foto mais abaixo). Olha o paz e amor da pedra aí. A primeira quer nada com paz e amor e mandou o dedão. kkkkkk Catedrais de Tara Essa lagoa é do caralho. Nessa lagoa cantamos parabéns para o Guilherme com um mini bolinho que compramos no supermercado antes do passeio. Sorte a dela comemorar aniversário em um lugar desse. Na volta paramos em um lugar onde tem os "monges de la Pacana". As pedras enormes foram formadas pela erosão do vento imitando formas de monges. O guardião tem cerca de são 18 metros de altura. Guardião Sei que parece um "pênix", mas deveria parecer um índio. Olha o rosto dele lá em cima. E assim se encerra mais um dia incrível no Atacama. Como falei no início, o Salar de Tara sem sombra de dúvidas foi um dos passeios mais incríveis da viagem. Voltamos para Atacama e fomos levados direto para um restaurante para almoçar. O almoço estava incluído no pacote. A comida estava deliciosa. Obrigado Janaj Pachá!!! Até agora não sei se Janaj é uma mulher. kkkk Aproveitamos para brindar uma cervejinha lá no restaurante, junto com uma Francesa de cabelo rosa que fez o passeio com a gente. Neste dia aproveitei para ir ao terminal rodoviário comprar a passagem para Arica, pois no outro dia faríamos as Lagunas Altiplânicas e não daria tempo. No capítulo inicial do Atacama postei um mapinha com os pontos principais de Atacama, inclusive onde fica o terminal. Passagem para Arica: Arica ainda é Chile e faz fronteira com Tacna que já é Peru. Escolhi a forma mais economica para chegar em Arequipa. Então a missão seria: SPA X TACNA X ARICA X AREQUIPA. Mais pra frente escrevo detalhadamente esse fluxo e os gastos. Empresa: TurBus (Tem um guichê dentro do terminal rodoviário). Valor: 12.000 (Semi-Cama) - Os valores podem varias de acordo com o assento. O que eu comprei foi um promocional, pode ter mais caros e mais baratos. Na dúvida veja isso logo que chegar em Atacama. Horário de saída: 21:30h / Horário de Chegada em Arica: 8:30h. Distância: 703,1 km. Finalizando: Passei na agência para pagar o passeio do outro dia e quando chegamos no hostel novamente preparamos nosso rangão, tomamos um banho e todo mundo para cama. No outro dia seria nossa despedida de Atacama. Gastos do 3º dia em Atacama: Cotação do dia: 1 Real = 162 pesos. Tour Salar de Tara: 33.000. Supermercado (Água e janta): 1.500 pesos. Passagem para Arica: 12.000. Total em pesos: 46.500. Total em reais: R$ 287,03. Gasto parcial da viagem: R$ 3.310.11. Próximo capítulo: SPA: 4º e último DIA: 14/05: Altiplânicas e nossa despedida de San Pedro de Atacama.
  15. 1 ponto
    Ai vai um relato compacto e completo! Esse é um roteiro simples e foi feito para quem tem pouco tempo e quer conhecer muito. Vou mostrar como otimizar o tempo de forma econômica e aproveitar bastante essa linda travessia. Vale a pena ler o relato! =) TRECHO LARANJEIRAS - PRAIA GRANDE (Passando por Cachoeira das Galhetas, Cachoeira do Saco Bravo, Martin de Sá e outros lugares lindos!) - Ao final de cada dia coloco uma planilha com informações detalhadas sobre o roteiro. Se você não tem muita paciência de ficar lendo e já conhece um pouco do trajeto, vá direto para a planilha e veja os pontos chaves. 1° Dia Saímos de Curitiba de carro as 22 horas da noite (Eu, Luciana e Lucimara) , passamos em São Paulo para encontrar um amigo (Igor Caolho) e descemos até Laranjeiras. Chegamos após 16 horas de muito transito, deixamos o carro no estacionamento ao lado da entrada da trilha. Pagamos R$15,00 o pernoite lembrando que Laranjeiras é super seguro para deixar o carro! De Laranjeiras existe a opção de pegar um barco para praia do Sono, esse barco custa R$40,00 reais e leve 6 pessoas por vez. Eu vi muitas pessoas com grandes caixas de isopor, nesse caso é a única forma de chegar a praia do Sono, como não era nosso caso fomos andando =) Iniciamos a trilha para Pr. Do Sono as 15:00 horas, nós estávamos preparados fisicamente além de já ter o habito de praticar trekking, então conseguimos fazer os trechos mais rápidos do que o que indicaram que gastaríamos. Mas o foco dessa viagem não era performance e sim relaxar e conhecer os lugares que estávamos passando e por isso de cara já fizemos uma parada em praia do sono, conversamos com algumas pessoas e tiramos fotos. Lá é um ótimo lugar para quem quer conciliar sossego durante o dia e festa durante a noite. De Pr. Do Sono seguimos até Praia dos Antigos fizemos uma pausa pra lanche, fomos até a cachoeira da Galheta tomamos um banho gostoso e depois fomos até Ponta Negra. Em ponta Negra ficamos no Camping da Dona Branca foi bem tranquilo e pagamos 15 reais por pessoa. Dona Branca vende algumas “laricas” sobremesas, como bolo de fubá e brigadeiro, além disso ela tem um barzinho com uma estrutura legal. . *** obs: - O GPS não localiza a praia de laranjeiras e nem a vila oratória então se você for de carro, na Rio Santos no trecho entre Ubatuba e Paraty você vai chegar ao Bairro do Patrimônio, nesse bairro você deve entrar a direita onde tem um placa indicando a Vila Trindade. A partir dai você vai subir um morro até bifurcação e deve entrar a esquerda sentido Laranjeiras. É bem tranquilo e a estrada é asfaltada... - Durante a trilha não tenha medo de chegar às vilas e ficar perdido, sempre vai ter alguém te oferecendo camping e te ajudando no caminho. - Por mais que as quilometragens sejam baixas, leve em consideração que se trata de trilha então as caminhadas são mais intensas do que caminhar no Parque - A minha planilha de custo foi feita com base no nosso grupo de 4 pessoas. Praia do Sono Mirante Praia do Sono Antigos Cachoeira Galheta Pr. Galheta Ponta Negra vista de dentro da barraca no Camping da Dona Branca 2° Dia. A cachoeira do Saco Bravo é um dos lugares mais belos da travessia, porém ela não fica no caminho entre Ponta Negra e Martin de Sá, para chegar até lá é preciso caminhar 4,2km e depois mais 4,2km para retornar até Ponta Negra para então seguir até Martin. O trecho entre Ponta Negra e Martin é o mais difícil da travessia e tem pouco visual pois o caminho é por dentro da mata, em média as pessoas levam 6 horas para fazer o trajeto. Como conhecer o saco bravo e seguir viagem em um mesmo dia? Para conhecer a cachoeira do Saco Bravo (um dos lugares mais belos da travessia) e seguir a viagem até Martim de Sá em um único dia, pela manhã negociamos com os barqueiros da vila um valor de 60 reais por pessoa para nos levar até Martin de Sá. O valor não é tão caro pensando que isso te possibilita conhecer a cachoeira do saco bravo. Logo após negociar com eles e ter certeza que o preço não ficaria mais do que 60 reais, fomos para a cachoeira. Aproveitamos ao máximo lá e retornamos de tarde. O barqueiro nos levou até Martin de Sá, no trajeto pudemos contemplar outra visão do saco bravo e pudemos ver a ponta da Juatinga. Chegando a Martin só tem um camping que é do seu Maneco! O lugar é paradisíaco com ondas muito boas para quem gosta de surf. Ainda deu tempo para tomamos um banho de mar e aproveitarmos o local. ** obs: - Em ponta negra existe um sistema de fila de barqueiros, a negociação é direta com o barqueiro que está na vez. Não tenha medo de chorar um valor mais baixo pois se o barqueiro da vez não aceita o preço, o próximo pode aceitar. Para o barqueiro que está em segundo ou terceiro na fila pode ser vantajoso pois ele corta a fila quando aceita a corrida. - O inicio da trilha do saco bravo não tem muita água, é importante levar no mínimo 500ml. Saco Bravo Lancha de Ponta Negra a Martin de Sá Martin de Sá Camping do Seu Maneco Martin de Sá 3° Dia Acordamos tarde saímos as 11:45h de Martin Sá para Praia do Pouso de Cajaíba, o trecho duro 1:20h e teve uma subida considerável no inicio. A vila de Pouso do Cajaíba é grande e tem mercearia e padaria, nós compramos pão para o café da manhã do dia seguinte e ficamos um tempinho lá aproveitando o visual. Seguindo a trilha para Itanema e no caminho avistamos uma prainha chamada Montijo, descemos até lá para tomar banho e praticar snorkeling. Valeu muito a pena! Muito linda a pequena prainha! Fomos até a Itanema, nos outros dias apenas lanchávamos próximo ao horário de almoço, nesse dia a fome falou mais alto e comemos um PF de peixe por R$ 15,00 pila. Após o almoço ficamos curtindo o visual aproveitando o dia, sem preocupação de querer chegar logo ao destino final. De Itanema caminhamos até Praia Grande passando pelas praias de Calhaus e Itaoca. Em Praia Grande, tomamos um belo banho de mar e ficamos no camping do seu Altamiro. Ainda na praia negociamos com os filhos do seu Altamiro para nos levar no outro dia cedo de barco para Paraty por R$ 50,00 reais por pessoa. Quem tem um dia a mais pode andar até paria do engenho, praia do cruzeiro e conhecer o pão de açúcar, mas não tenha a ilusão de que o preço do barco diminui.. de acordo com os filhos do seu Altamiro o preço de lá é o mesmo pois as distancias são parecidas. **obs: - Pouso Cajaíba é tão movimentando quanto praia do Sono, pois recebe de barco os turistas que saem de Paraty. - Praia Itaoca e Praia Grande são excelentes opções para quem busca sossego. Praia de Itapema - Parada para almoço Praia Grande - Minutos antes da partida 4° Dia Como tínhamos que trabalhar na quarta-feira de cinzas, fomos cedinho de barco até Paraty, lá conhecemos os centro histórico tomamos uma cachacinha tradicional e pegamos um buzão na rodoviária por incríveis R$ 3,60 até laranjeiras. **obs: - Observe que nessas ultima planilha contabilizei o gasto total por pessoa para sair de Curitiba e passar o Carnaval na travessia da Juatinga e o gasto sem o custo do carro. - Leve impresso as 4 planilhas durante a trilha, pois vai te auxiliar em saber as distancias e o tempo necessário para percorrer os trajetos. Lancha Praia Grande a Paraty Paraty * Agradecimento especial ao Papel Kozechen! Qualquer dúvida estou a disposição =) Abraçooo
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