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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 10-07-2018 em todas áreas

  1. 3 pontos
    Pelo segundo ano consecutivo o Mochileiros.com está entre os ganhadores do Prêmio Influenciadores Digitais. Nesta edição (2018) estamos entre os ganhadores da Categoria Viagem e Turismo no voto popular e técnico. Parabéns a todos os usuários e colaboradores que ajudam a manter esse espaço ativo!
  2. 1 ponto
    Depois de 5 meses de planejamento, no primeiro dia do ano peguei um avião rumo à Patagônia! Eu deveria estar super feliz, mas ao invés disso eu estava triste e com um nó enorme na garganta. Foi minha primeira viagem sozinha. Desejei tanto essa viagem e no meu ímpeto de conhecer o mundo me esqueci que, na verdade, eu sou uma pessoa tímida. É uma luta brava ter que interagir com desconhecidos. Mas não tinha mais jeito. Bastaram 5 minutos de coragem insana. Fui. Ainda bem. A viagem durou 17 dias, que dividi - não proporcionalmente - entre a Patagônia Argentina e a Patagônia Chilena. Fiz o roteiro da seguinte forma: São Paulo ⇒ El Calafate ⇒ El Chaltén ⇒ Puerto Natales ⇒ Torres del Paine ⇒ Punta Arenas ⇒ Ushuaia ⇒ São Paulo. Cheguei em El Calafate pela manhã, peguei um transfer no aeroporto - que custou 180 pesos - deixei minha bagagem no hostel e fui conhecer a cidade. A cidade é pequena, a rua principal me lembrou Campos do Jordão, só que mais simples. Apesar disso, os preços são bem salgados por lá. Os mercados não tem tantas opções e os restaurantes, em grande variedade, também não tem preços muito convidativos. Li muito sobre cada um dos destinos e fui distribuindo os dias de acordo com os meus objetivos em cada um desses lugares. Na volta, almocei num restaurante chamado Rutini: sopa de abóbora, um filé a milanesa napolitano com fritas e uma Quilmes. Paguei 430 pesos. Algo em torno de 60 reais.Caminhei por aquelas ruas tranquilas até o Lago Argentino. Fiquei um bom tempo lá fotografando e sentindo o vento bater no rosto. Vi alguns flamingos de longe e também vi alguns canos de origem duvidosa desembocando no lago. Uma pena. Gastei mais 300 pesos no mercado comprando frutas, amendoim, suco, água, um pacote de pão, um pote de doce de leite e uma peça pequena de mortadela. Isso foi meu almoço, janta e lanche para os próximos dias. Em El Calafate meu principal - para não dizer único - objetivo era conhecer o Glaciar Perito Moreno, uma das maiores geleiras do mundo. Então comprei um passeio na própria recepção do hostel: Tour Alternativo Al Glaciar Perito Moreno. Esse passeio, além de levar ao parque, passa por um caminho "alternativo", vai por dentro da Estância Anita, atravessada pelo rio Mitre, a maior e mais importante da região. O tour é muito atrativo porque o ônibus vai parando na estrada, os turistas descem e tiram fotos à vontade e os guias vão contando histórias - muito interessantes, sobre a colonização da província - que você não saberia de outro modo. O tour custou 800 pesos e o ingresso do parque - pago somente em dinheiro, na entrada do parque - saiu por 500 pesos. Foi barato? Não. Valeu a pena? Muito! Esses passeios, e qualquer outro, são fáceis de encontrar. Há muitas opções de agências no centro da cidade. Se você for mais ansioso (a), também tem a opção de comprar antecipadamente, pela internet.Chegando no parque, a estrutura surpreende. São quilômetros de passarela, nos mais diferentes ângulos, para você apreciar o Glaciar Perito Moreno e toda a natureza daquele lugar fantástico. Foi uma das coisas mais incríveis que eu já vi na vida. Me faltam palavras para descrever. É majestoso. A natureza é maravilhosa. Fiz o passeio mais simples do parque: a pé, através das passarelas. Mas vale lembrar que existem passeios de barco e caminhadas em cima da geleira também. O que eu te digo sobre esse lugar: você precisa ver de perto. Não há foto ou vídeo capaz de reproduzir toda a sua grandiosidade. Os sons do gelo caindo, o sol refletindo naquela imensidão branca, os inúmeros tons de azul, os pássaros, o vento. Tudo. A natureza é perfeita. Cada pedacinho dela. Espero que esse relato tenha te deixado, no mínimo, curioso para ver com seus próprios olhos. Fico por aqui, mas logo eu volto para continuar contando a minha aventura pela Patagônia. O melhor ainda está por vir! Ah! E o que eu aprendi até aqui: encare seu medo. Até logo, aventureiro!
  3. 1 ponto
    Olá mochileiras, sou Pernambucana, 28 anos, solteira e hetero. Procuro amigas para viajar pelo Brasil ou ate mesmo por Pernambuco, pelo nordeste... Enfim, procuro AMiGAS, gente do bem, sem frescuras, divertidas e que assim como eu goste de sair do lugar, fazer história, conhecer gente nova e se divertir muito. E se no meio de toda essa diversão e viagens, surgir uma amizade dessas pra vida, sabe? Aquelas que vc pode contar pra tudo. (Curtir um show, um barzinho, sair pra paquerar, ficar bebadas juntas, viajar ou até ficar em casa jogando conversa fora e quando preciso chorar juntas tbm) Vai ser muito massa! Tow numa fase meio F... de amigas, onde 80% estão comprometidas e os 20% são mais desanimadas do que cachorro quando perde o dono (rsrs). Então pensei... já viajei com tanta hente legal do mochileiros.com, porque não procurar amigas na pag.? (E aqui estou!) Agora é torcer pra esse post dar certo. E que no mínimo eu encontre boas companheiras de viagens. Zap: 81 9 9665-3192 Face: Morggana Natalia Insta: Morggana_nat Abraços!
  4. 1 ponto
    Olá pessoal, lendo aqui várias dicas de vocês, montamos um pré roteiro para 25 dias de viagem pela Bolívia, Chile e Peru. Aceito dicas e sugestões! Será nosso primeiro mochilão (eu + maridão + 2 amigos) Pré Roteiro Viagem (período Janeiro/fevereiro - 24 dias) Aéreo - Brasília x São Paulo | SP x La Paz | La Paz x Uyuni o restante é na tora, de busão... trem.... hahahaha La Paz Dica de Hostel: The Adventure Brew Downtown Hostel, Hostal Pancha, York B&B, Loki Hostel, Sol Andino Hostal, Iskanwaya Dicas de compras: - Dar uma olhada a noite na Rua Calle Illampu Comércio (parte próxima a Plaza Murillo), pois lá vende de tudo. - Nessa mesma rua Illampu, perto da rua Sagarnaga, tem mais um monte de lojas que vendem mochilas e acessórios para trekking e afins, com preços bons. - Tienda de Miguel Angel, na calle Graneros (rua lateral da calle Illampu, é onde tem muitas tendas de rua - cobertura azul), muito bom para comprar roupas de frio. - E na Tienda Camping Melany, na calle Isaac Tamoyo (que é a rua atrás da calle Illampu). - Para você chegar nesses dois locais subindo da igreja de são francisco, é somente seguir a calle Sagarnaga e dobrar para a direita na calle Illampu, nessa rua tem várias lojas de materias out door nelas barracas e mochilas de várias marcas tem um bom custo x benefício, mas sacos de dormir os melhores que encontrei foi calle Isaac Tamoyo e na calle Graneros, você vai caminhando pela calle Illampu e acha as placas dessas outras transversais. Essas ruas do centro de La Paz são todas bem sinalizadas. ____________________________________________________________ La Paz x Uyuni (542 km - Voo pela BOA decolagem 08:40 - 1h de voo) Em Uyuni devemos logo procurar uma agência de turismo para fechar o passeio de 3 dias no deserto de sal ____________________________________________________________ ­­­­­­­­­­­­Uyuni x Salar de Uyuni (Deserto de sal) O melhor pacote é o de 3 dias e 2 noites no deserto do sal. OBS: Lá estaremos incomunicáveis. Não pega telefone e nem tem Wifi. No último dia o carro em que estaremos nos deixará na divisa Bolívia x Chile, e de lá uma van nos levará até San Pedro de Atacama (1h mais ou menos). Dica de Agência: Esmeralda Tour e Agência Thiago Tours. Expediciones Estrella Del Sur Bolivia - Av. Ferroviaria | entre calle Arce y Bolivar, Uyuni, Bolivia. Temos que ver se na agência está tudo incluso Hostel + alimentação + transfer para San Pedro do Atacama. ***Comprar galão de 5l de água mineral por pessoa para a viagem ao deserto de sal, comprar tbm snacs para comer nessa viagem *** *e-mail: [email protected] Dica: Na Av. Ferroviária cerca de duas quadras da agência há um escritório da migración boliviana. Assim que você fechar o passeio para o Salar vá até lá e carimbe seu passaporte com a saída do país (caso você vá para o Chile depois, senão não precisa). É só chegar lá e falar que vai para o Chile depois do Salar e ele vai perguntar quantos dias é o passeio e então cari,bar seu passaporte já com a data de saída, lembre-se que você tem que apresentar o seu papel de entrada no país, guarde sempre muito bem. o detalhe é que não se deve pagar taxa nenhuma para carimbar o passaporte aqui e dizem que se vc carimbar na migración no salar você paga uma taxa então já aproveite. O meu demorou menos de 2 min pra ser carimbado Dica: Não ficar no Hostelling International Salar de Uyuni O passeio em Salar de Yuni é basicamente o seguinte: 1º DIA: Cemitério de trens, Colchani, Monumento do Dakar Bolívia / Monumento Las Bandera, Meio do Salar (fotos perspectivas), Incahuasi (Isla del Pescado - Bs. 30,00) 2º DIA: Mirante para observar o Volcán Ollague, Lagunas Altiplânicas, Laguna Cañapa, Laguna Hedionda (pausa pro almoço), Laguna Honda/Romadita, Deserto de Siloli (árbol de Piedra), Reserva Nacional Eduardo Avaroa (Bs.150,00) onde tem a Laguna Colorada 3º DIA: Geisers Sol da Mañana (frio -10ºC), Águas Termales, Deserto Salvador Dalí, Laguna Blanca, Laguna Verde, Vulcão Lincancabur. OBS 1: Reservar Bs. 300,00 para os passeios no Salar de Uyuni que são cobrados a parte e levar 5 litros de água por pessoa + biscoitos salgadps + chocolate + barra de cereal. OBS 2: IMPORTANTE: no último dia de tour pelo deserto de sal o carro que estará nos vai nos deixar na divisa com Peru para irmos para San pedro. Não pagar a taxa de Bs. 15,00 que vão tentar nos cobrar na imigração. Apresente sua passagem e seu boleto de imigração e bata o pé dizendo que não vai pagar. Se precisar chame seu guia boliviano. ____________________________________________________________ San Pedro Atacama (3 dias e 2 noites) Ideal é chegar e ir para um hostel e tomar um belo banho, pq certamente todos iremos precisar. Rola fazer o passeio (procurar agência) que sai às 15h (Valle de la Luna e Valle de la muerte), Valle de La Luna, minas, Pedra três Marias, Valle de la muerte, Pedra do Coyote (pôr do sol), Salar de tara. Neste dia a noite já devemos comprar a passagem para Arica pq eh concorrido. A dica de empresa de ônibus é a TurBus, com busão leito (Salón Cama). O ideal é sair de San Pedro a noite, para economizar no hostel - são em média 11h de viagem). Depois passear pela cidade. Encontrar ag. de turismo para passeios. Dicas de passeios: Termas de Puritama, Lagunas Miscanti y Miniques, Vale de La Luna, Laguna Cejar. O PASSEIO MAIS LINDO! Toconao, Socaire (café da manhã), Piedras Rojas (ou Salar de Aguas Calientes), Lagunas Altiplanicas, Laguna Chaxa e Piedras Rojas. Dicas de hostels: Na Rua Caracoles - Hostal Ayni, Hostel Laskar, Hostel Pangea, Hostel Pangea Norte, Hostel Rural, Mantra Desert ,Hostal Kirckir ____________________________________________________________ San Pedro Atacama x Arica (697 km) Chegada à Arica é pela manhã - APENAS TRASLADO OBS: A parada em Arica é obrigatória por causa da imigração, o fim da linha do busão é lá. ____________________________________________________________ Arica x Tacna (58 km) - APENAS TRASLADO Tem duas opções para chegar em Tacna (Peru - vai passar pela imigração): A- ÔNIBUS: 2.000 pesos por pessoa B- TÁXI DE DENTRO DA ESTAÇÃO (tem uma rodoviária pequena do lado da rodoviária que você desce): 4.000 pesos por pessoa para 5 passageiros (os taxistas, às vezes, esperam encher os 5 passageiros). AMBAS AS OPÇÕES PRECISAMOS PAGAR TAXA DE EMBARQUE DE 350,00 PESOS POR PESSOA (optar pelo táxi é MAIS RÁPIDO) ____________________________________________________________ Tacna x Arequipa (372 km) Buzão. Em Arequipa conhecer o Canyon de Colca (maravilhoso) - tour de 2dias. Dicas de Hostels: Arequipay, Hostel Wild Rover Dicas de passeios: Plaza de Armas e Catedral. Em Arequipa: colocar roupas para lavar (serviço bom e barato) TROCAR EM AREQUIPA GRANDE PARTE DO DINHEIRO PARA O RESTO DA VIAGEM NO PERU (costuma ser de longe o MELHOR CÂMBIO) ____________________________________________________________ Arequipa x Nazca (568 km) - Não tem nada além do sobrevoo das linhas. Então dependendo do hr q chegarmos lá, podemos fazer o passeio e seguir para dormir no oásis de Huacachina, em Ica. Em Nazca temos que fazer o sobrevoo pelas linhas de Nazca + aquedutos + necrópoles. (É aconselhável não comer muito antes do sobrevoo e tomar remédio de enjoo). Levar lanterna e repelente para o passeios dos aquedutos. Não ir ao museu de cerâmica - Cilada BINO corre!! ____________________________________________________________ Nazca x Ica (162 km) - Dicas de passeios: Em Ica não tem muita coisa legal, então podemos chegar e já pegar um táxi para conhecer Huacachina, um oásis no meio do deserto, o melhor é pernoitar lá, a indicação é o Hotel Casa de Arena ou o Hostel Desert Nights. Em Huacachina dá para fazer Passeio de Buggy (pegar o das 16h) e Sandboard. Dá tempo de curtir mais um pôr do sol FODA do alto das dunas de Huacachina. ____________________________________________________________ Ica x Paracas (72 km) - Oceano Pacífico Dica de passeio: Islas Ballestas + Reserva Nacional de Paracas: El Candelabro de Paracas, Islas Ballestas, Reserva Nacional de Paracas, Playa Yumaque, Playa Roja, Playa Lagunilla. Dica de Hostel: Kokopelli (hostel de frente pro mar) __________________________________________________________ Paracas x Cusco/Machu Picchu (808 km) - Botar roupa para lavar em Cusco, preço bom! Comprar passagem com antecedência pq a viagem é longa, 17h e temos que garantir um busão leito - Salón Cama. Viajar a noite é a melhor opção. Empresas de ônibus (Oltursa e Cruz Del Sul) Dica de passeio em Cusco (1 passeio por dia pq é tudo mto longe): Valle Sagrado dos Incas: Pisaq, Ollantaytambo, Chinchero, e a Rainbow montain viagem de 3h até lá. Opção 1 para ir a Machu Picchu: Nesse link tem uma trilha para fazer entre Hidrelétrica e Águas Calientes 3h de caminhada, dormindo uma noite em Águas Calientes (Andino Hotel). Deixar o mochilão no hostel e ir só com a mochila de ataque. Opção 2 para Machu Picchu no primeiro dia a melhor escolha é ir de trem no final da tarde até Aguas Calientes (3:45 min de viagem), dormir lá (Andino Hotel) para se adaptar a altitude e no dia seguinte pegar um busão ANTES DE AMANHECER para Machu Picchu (05:30 sai o primeiro bus) a fila para o ônibus é imeeeensa, chegue UMA HORA ANTES…. para aproveitar o passeio ao máximo. No dia em que chegar à Águas Caliente já comprar o bilhete de viagem para Machu Picchu ida e volta e tbm o ingresso para entrar no Parque. Os guias são contratados lá na hr msm eles ficam na entrada oferecendo serviço. OBS: Muitos relatos aconselham contratar um guia para fazer o passeio por lá, para entender a magnitude da parada. dica de hostel em Cusco: Pariwana Hostel, Pirwa Posada del Corregidor, Dica de agência de turismo em Cusco: EXPEDICIONES WAYNAPICCHU (Samuel +51 984511511 whatsapp) para fechar os passeios. ____________________________________________________________ Cusco x Copacabana (531 km) Em Cusco tem agências de viagens que vendem - SEMPRE PROCURAR PELO ÔNIBUS DIRETO - que faz uma pequena parada em Puno, mas ninguém precisa descer. - Titicaca Tours PEGAR O ÔNIBUS NOTURNO, são 10h de viagem. Pagando a taxa de embarque da rodoviária em Cusco (1,40 soles por pessoa), você ganha o direito de usar o banheiro, então se na passagem nao tiver a taxa de embarque, já teremos que comprar. Dicas de passeios: Lago Titicaca, Isla del Sol e o primeiro templo inca. Na Isla Del sol tem uma das trilhas mais legais da América do Sul, de 8 km, do norte ao sul da Isla del Sol. Não podemos perder o Pôr do sol no Titicaca. ____________________________________________________________ Copacabana x La Paz (148 km) Nesta estadia em La Paz temos que conhecer: - Downhill pela Death Road (estrada da morte) - Monte Chacaltaya + Valle de la Luna - Sítio Arqueológico Tiwanaku cidade pré incas. ____________________________________________________________ La Paz x SP (Voo de Retorno) SP x Bsb
  5. 1 ponto
    Pessoal, aquele mochilão por volta de setembro até dezembro (ou antes), alguém com o roteiro definido ou a definir? gostaria de compania/fazer, tenho 28, sou arquiteto. Espero encontrar novos amigos viajantes!
  6. 1 ponto
    IREI VIAJAR SOZINHA PARA FORTALEZA EM SETEMBRO, IREI DIA 18/09 E FICAREI ATÉ 26/09 E GOSTARIA DE CIAS PARA PASSEIOS. TENHO UM ROTEIRO PRÉ PRONTO, QUERENDO COMPARTILHAR DEIXA O WPP.
  7. 1 ponto
    Fala galera! Estou programando com um amigo de viajar para o Peru em setembro ou outubro 2018. Ainda estamos definindo o roteiro da viagem. Caso alguém queira participar do mochilão ... vamos começar a montar o roteiro e programar a viagem. Abraço
  8. 1 ponto
    [info]Este tópico é para troca de informações. As informações inéditas serão aproveitadas e colocadas nos tópicos Lisboa e Portugal - Guia de informações As perguntas e Repostas na medida que ficarem desatualizadas e duplas, as mais antigas serão substituidas pelas mais novas.[/info] Pequeno roteiro guia de LIsboa. Lisboa Lisboa é pura história. É uma das capitais mais antigas da Europa, já na chegada os bondinhos pelas ruas (chamados de elétricos) e a arquitetura nos fazem voltar no tempo. O bairro de ALFAMA, é o antigo bairro dos marinheiros com suas ruelas, visite o CASTELO DE SÃO JORGE onde os romanos construíram suas fortalezas, ali é onde se tem a melhor vista da cidade, depois de uma longa subida, a vista, seus jardins, lagos, compensam o esforço; depois dali vá descendo as vielas sinuosas até o LARGO DAS PORTAS DO SOL. Um ponto belíssimo da cidade é conhecida como BAIRRO ALTO, neste trecho de ladeiras há diversos casarões históricos, para chegar lá tem de pegar o famoso ELEVADOR SANTA JUSTA construído por um aprendiz de Gastável Eiffel, esta zona oferece muito boas opções de restaurantes com comidas típicas. O Gambrinus é um dos mais badalados. O CHIADO, bairro tradicional, guarda os vestígios do passado, é onde se concentra o comércio chique do centro. Um passeio divertido é andar nos bondinhos, principalmente no Elevador da Bica, que liga a cidade à parte em frente ao Rio Tejo, ali na Rua Garret fica o tradicional Bar A Brasileira, que era freqüentado por Fernando Pessoa. Na PRAÇA DO ROSSIO, no coração da cidade é onde estão às lojas e na movimentada RUA AUGUSTA que também tem boas confeitarias. Na outra extremidade da Rua Augusta está a PRAÇA DO COMERCIO com as suas belíssimas arcadas onde os bondinhos antigos e modernos convivem harmoniosamente. A TORRE DE BELÉM um dos principais cartões-postais tem estilo que mistura o gótico e renascentista, com motivos marítimos e alusões às riquezas das colônias, foi erguida para defender as embarcações do porto do Tejo. Quem vai a Lisboa e não visita o MOSTEIRO DOS JERONIMOS não esteve lá. É belíssimo, construído no séc. XVI, visite os túmulos de Camões e Vasco da Gama. Em frente ao Mosteiro, junto ao rio, há um monumento o PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS, homenageando os grandes navegadores portugueses e na praça uma imensa bússola desenhada na calçada celebra os descobrimentos. Dali vale uma caminhada até a Torre de Belém. Na Rua Belém, 86 fica a Fábrica de Pastéis, vale a pena enfrentar as filas para provar os autênticos pastéis de Belém. O bonde 28 durante todo o seu trajeto, passa pelo bairro Alto, Alfama e Graça. O PARQUE DAS NAÇÕES é a fase ultra moderna da cidade, a começar pela Estação de metrô, o parque consta de pavilhões que serviram para a Expo 98, há muitos restaurantes e várias atrações permanentes, uma linha interna de teleférico. Não deixe de visitar o OCEANARIO, é fantástico. Ali também fica o CENTRO COMERCIAL VASCO DA GAMA, o shopping mais bonito de Lisboa. O lugar preferido para a noite fica num complexo de armazéns reformados chamado DOCAS DE SANTO AMARO na frente da Torre de Belém. Tudo isto e muito mais fazem a Lisboa dos azulejos, do bacalhau, dos fados, doces, do sotaque luso, etc... LISBOA: Centro: Castelo de S. Jorge, Catedral, Museu Gulbenkian, etc Zona de Belém: Torre de Belém, Mosteiro dos Jerônimo, Monumento aos Descobrimentos, Planetário, Museu dos Coches, Centro Cultural de Belém, Palácio da Ajuda, Museu Arte Antiga Outros roteiros Que luz: Palácio de Que luz (trem, linha de Sintra) Sintra: Palácio da Pena, Seteais, Vila, etc. (trem - linha de Sintra Cascais e Sintra: trem - linha de Cascais Mafra - Mosteiro ônibus Fora: Alcobaça (mosteiro), Batalha (Mosteiro) Évora (a Sul) patrimônio mundial Óbidos (100km de Lisboa) patrimônio Mundial etc
  9. 1 ponto
  10. 1 ponto
    Depois de dois dias em El Calafate, tomei um ônibus rumo à El Chaltén: o paraíso do trekking! El Chaltén está dentro da reserva do Parque Nacional Los Glaciares. Em alta temporada é bem fácil ir de El Calafate à El Chaltén, e vice-versa. Há ônibus saindo de ambas rodoviárias todos os dias e em diferentes horários. Ainda assim, durante o planejamento, li em vários lugares que as passagens são bem concorridas, se deixadas para última hora. Comprei antecipadamente pela internet. Toda a minha viagem pela Patagônia, entre Chile e Argentina, foi feita de ônibus, e comprei todas as passagens antecipadamente. Não tive qualquer problema, mas atenção: leve o ticket impresso. (E claro, lembre-se: para entrar no Chile, é preciso passaporte). Ao final desse post, deixo o link para compra. Em algumas rodoviárias foi cobrada uma "taxa de embarque", na hora de embarcar. Eu não me recordo o valor exato, mas era irrisório. Chegando em El Chaltén, o ônibus pára obrigatoriamente no centro de visitantes. Funciona como um pequeno museu, um local de boas vindas e, o mais importante: um ponto de orientação. Os guias dão uma breve palestra, falam sobre as trilhas, a previsão do tempo, os melhores dias para visitar cada ponto e claro, a importância do turismo sustentável. São duas salas, além da recepção, uma para para cada idioma: inglês e espanhol. A cidade tem duas ruas. Sério. Mas isso não faz a menor diferença, afinal você está indo lá para fazer trilhas e ficar no meio da natureza, certo? Assim como El Calafate, em El Chaltén existe várias opções de hostel. Eu pesquisei bastante e optei por ficar numa Estância. E eu faço questão de falar dela aqui, porque eu fui muitíssimo bem acolhida naquele lugar. Fiquei na Estância La Quinta. O sr. Fred, umas das pessoas incríveis que conheci por lá, cuida da Estância e de seus hóspedes com a maior alegria. A hospedagem fica bem na entrada de El Chaltén, e se você tiver pique, você pode sim ir de um lado para o outro andando. A pé, dá uma meia hora caminhando, sem pressa. Mas, para todos os efeitos, eles tem serviço de transfer. Dentro da Estância você pode acessar algumas trilhas. A principal delas é uma trilha para o Lago Viedma. Foi nessa trilha que eu vi e comi o calafate - a fruta que dá nome à cidade vizinha - pela primeira vez. Acho que nunca dormi tão bem na minha vida. O silêncio só era interrompido pelo vento. O guia lá do centro de visitantes havia dito que seria perfeito para ir até o Fitz Roy no dia seguinte. E segundo ele, não é sempre que isso acontece. Fitz Roy é o ponto mais buscado em El Chaltén. E graças ao tempo firme, ensolarado e com poucas nuvens, no dia seguinte eu iria até lá descobrir o porquê. A trilha começa no fim da rua principal. Não tem como não encontrar. A partir da rodoviária você caminha uns 15 minutos, em linha reta, e encontra a sinalização do início da trilha. Sei que muitas pessoas talvez tenham receio de fazer trilhas sozinho. Aqui isso não é problema. Não tem como se perder, é muito bem sinalizado e na alta temporada você acaba encontrando pessoas pelo caminho na maior parte do tempo. Ainda assim, se você se sentir inseguro em algum trecho, pare por 5 minutos e aguarde alguém passar por você. Siga naquela direção (hahaha). Vai com fé! Alguns lembretes importantes: leve água. Existem pontos, durante a trilha, em que você pode abastecer sua garrafinha, mas no início da trilha água é escassa. Leve também um lanche. Ou dois (tudo depende da sua fome haha). Mas falando sério: leve alimentos de alto teor energético. Não leve peso desnecessário, se você não vai acampar em um dos campings de lá, não leve nada além do estritamente necessário para passar o dia bem. Filtro solar! Passe filtro solar! E o mais importante, não cometa o mesmo erro que eu cometi: nunca, JAMAIS, deixe para amaciar suas botas lá. Me dá até vergonha de admitir, mas eu ainda sou um ser humano sedentário. Nos meses anteriores à viagem, eu ia casualmente correr no parque, principalmente porque a cereja do meu bolo nessa viagem seria o Circuito W, em Torres del Paine, que vou relatar mais para frente. Nesse tipo de viagem eu deveria, no mínimo, ser o tipo de pessoa que faz caminhadas diárias. Mas não, eu não me preparei como deveria, nesse sentido. Isso não foi impeditivo, eu fui e fiz tudo o que eu queria, mas foi extenuante e esse sofrimento é completamente dispensável. Eu iniciei a trilha às 09:30h da manhã. A trilha para chegar à Laguna de Los Três, base do Fitz Roy, tem 10 km - há marcações ao longo da trilha - eu fui pelo caminho do mirante (Mirador Fitz Roy) e retornei pela Laguna Capri. O último quilômetro de trilha é uma subida totalmente íngreme, que eu apelidei carinhosamente de "meldelsquequeeutofazendoaqui!" (agora eu dou risada, mas na hora não foi tão engraçado hahaha), com vários pontos onde você escala pedras. Se você tiver aqueles bastões de trekking, leve com você. Não suba, em hipótese alguma, se o tempo tiver ruim. Primeiro porque você não verá nada, literalmente. E segundo: se você cair e morrer, essa viagem acaba. E nós não queremos isso, não é mesmo? Eu não queria te contar, mas depois de você escalar as pedras, você ainda tem um curto trecho a percorrer, para chegar à Laguna de Los Três. É importante para o seu psicológico, enquanto você se pendura nas pedras, pensar que já já você chega e o trecho vai ser reto e lisinho (hahaha). Mas enfim, tem mais um pedacinho e uma "subidinha", é um pouco escorregadio - terra solta, parece areia - e você precisa se apoiar para não cair. Um senhorzinho que viu que eu estava parada, pensando em como eu ia fazer para o tombo doer menos, parou e me estendeu a mão. Depois um outro rapaz fez o mesmo. Como eu amo a gentileza das pessoas! 💗 São 9 km para chegar aos pés dessa subida (eu cheguei aqui às 13h). A subida em si tem 1 km apenas e eu levei 1:40h para concluí-la e chegar à Laguna de Los Três e ver o Fitz Roy de pertinho. Pra descer todo santo ajuda e eu levei 1:15h. Fiz a trilha de volta, e cheguei à cidade às 19hs. O céu ainda estava azul. Eu cheguei na hospedagem um farrapo humano. Um farrapo humano feliz e orgulhoso. Dicas valiosas: ➼ Não deixe de passar pela Laguna Capri, é maravilhosa e vale totalmente a pena. ➼ Mesmo que o dia esteja ensolarado, lindo, quentinho e feliz, vá agasalhado. Eu li muito sobre isso e - graças a Deus - segui à risca. Caminhei um tempinho sem blusa, porque o tempo esquentou, mas logo precisava vestir novamente, porque o vento era super gelado. ➼ Leve luvas, touca e cachecol. Vá com uma camiseta de rápida absorção de suor e uma jaqueta corta vento (de preferência, daquelas forradas com fleece). Lá em cima, nos momentos que precisei tirar as luvas para fotografar, as mãos congelavam. A touca é importante por causa do vento. Se você não cuidar das suas orelhinhas, você vai ter dor de ouvido. Vai por mim. ➼ Passe filtro solar e não vire o camarão na neve. ➼ A idade não te impede de nada aqui. O que te impede de fazer coisas assim é o condicionamento físico. Então se prepare. Não precisa ser o frequentador mais assíduo da academia, mas faça caminhadas regulares, pelo menos (e não evite as subidas 😉). ➼ Carregue todo o seu lixo com você e obedeça a sinalização. Existem áreas em recuperação e estão sinalizadas. Não caminhe nessas áreas. ➼ Não faça barulho, não grite, se for ouvir música, coloque fones de ouvido. Você está de passagem, mas animais vivem ali. Não seja o sem noção da trilha. ➼ Se você precisar sair da trilha para coletar água, seja cuidadoso com o ambiente. ➼ Existe um banheiro no km 9 da trilha. Eu não sei qual é a condição lá dentro, mas.... Enfim, se não puder aguentar, faça as suas necessidades a pelo menos 200 passos da água. Jamais na água ou próximo a ela. ➼ E essa eu vou escrever por último pra você não esquecer: jamais deixe para amaciar suas botinhas (assassinas) em situações como essa. Seja - bem - mais esperto (a) que eu! No mais, divirta-se, você merece! Onde comprei minhas passagens no trecho El Calafate/El Chaltén: Link para acessar a Chaltén Travel. Link para acessar o Plataforma 10. O que eu levei de El Chaltén: a gentileza. Na rodoviária, na hospedaria, na trilha. O que eu aprendi aqui: leve o tempo que precisar levar. Pare quantas vezes for necessário. Mas não desista! Até logo, aventureiro!
  11. 1 ponto
    Oi meninas me coloquem no grupo?? 11 99846-0448 Obrigada
  12. 1 ponto
    @Sandrojf Risque Paraguay da sua cabeça esse lugar é ruim demais.
  13. 1 ponto
    Olá mochileiras e mochileiros! Como estive viajando nos últimos seis meses, estou me dedicando a relatar minhas peripécias e relatá-las aqui no fórum. Já fiz um relato sobre a Transiberiana aqui no blog (http://www.mochileiros.com/transiberiana-russia-mongolia-e-china-24-dias-roteiro-precos-fotos-e-dicas-t104687.html) e estou trabalhando no meu relato pelo meu mochilão de 42 dias na Europa. Como foram vários países estou dividindo-os de forma a ficar mais didático. Já postei sobre meus dez dias em Portugal (http://www.mochileiros.com/porto-coimbra-fatima-lisboa-10-dias-roteiro-precos-fotos-e-dicas-t112303.html) e agora vou me dedicar sobre Andaluzia, Madri e Barcelona. Fico à disposição para qualquer tipo de dúvida. Espero que vocês aproveitem. A ideia é que nesse tópico vocês possam ter uma ideia rápida do que foi a viagem. Eu possuo um blog (http://ontheroadwithmike.wordpress.com) onde há mais fotos, detalhes e inclusive todas as viagens que fiz nesses meses. Nas próximas semanas continua com Itália, Berlim, Amsterdã e sobre o ano novo em Edimburgo. Stay tuned. Organizarei de forma a colocar as informações principais da viagem e depois seguir detalhando. Roteiro Londres (onde estava morando) – Barcelona – Londres Lisboa (minha última parada em Portugal) – Sevilha – Córdoba – Granada – Madri Datas 19 – 23 de novembro – Barcelona Dezembro – 23 a 24 – Sevilha | 24 a 25 – Córdoba | 25 a 26 – Granada | 26 a 29 – Madri Principais Custos Transporte Voo Londres – Barcelona – Londres: £40 Ônibus Alsa: Lisboa – Sevilha: € 37 Sevilha – Córdoba: € 12 Córdoba – Granada: € 15 Granada – Madri: € 12 Hospedagem e Alimentação Barcelona Hospedagem: Casa de amigos Alimentação: A cidade é repleta de pequenos restaurantes e bares com tapas deliciosas. É possível achar cañas (copos de cerveja) com aperitivos (tapas) por €1.5 e refeições completas por volta de €12 Sevilha Hospedagem: Boutike Hostel – Barato (€12) e simplesmente impressionante. Belíssimo, café da manhã, ótimo staff e academia incluída (rs) Alimentação: Acabei comendo fazendo minha própria comida, mas não lembro de ver restaurantes com menus completos. A pedida é pedir uma tapa. São bem generosas. Córdoba Hospedagem: Funky Cordoba (€ 12). O hostel é bem simples, mas muito bem localizado. Valeu a pena. Alimentação: A cidade é repleta de restaurantes, mas como estava lá na véspera de Natal acabei não conhecendo nenhum. Comi no supermercado. Granada Hospedagem: Granada Inn Backpackers (€14) Um pouquinho mais caro, mas muito bonito, com bom atendimento e com café da manhã. Alimentação: Pensaram que eu ia comer só em mercado na Espanha? Melhor paella de toda a viagem. Espere pagar €12 por uma refeição completa com vinho. Do contrário um bocadillo e uma cerveja (que vem com tapa) sai por €3. Madri Hospedagem: Cat’s Hostel (€14). Péssimo, fuja. Atendimento horrível, sem wifi e chuveiros com sistema de apertar para sair água. Camas desconfortáveis. Não vale a pena. Alimentação: A cidade é repleta de tourist traps. Cuidado. De toda forma a partir de €12 você encontra uma refeição completa. Visto Brasileiros podem entrar como turistas e ficar até três meses. Como estava em Portugal e dentro do acordo de Schengen não há necessidade de conferência de passaporte. No entanto meu próximo destino era Edimburgo (fora do acordo de Schengen) e é necessário carimbar seu passaporte ao sair. Como tinha esquecido disso por um momento fiquei esperando no salão de embarque e depois tive que correr para dar tempo. Antes de viajar A Espanha é extremamente organizada. Os ônibus são pontuais e o espanhol ajuda bastante. Como vocês perceberam minhas visitas as cidades foram bastante rápidas, então precisei estar bem organizado. Relato A Espanha é certamente um dos países mais intrigantes do mundo. A sua influência no mundo latino e a presença deles na nossa história e nos nossos estudos na escola fazem com que esse seja um destino quase que natural para brasileiros. Como vocês devem ter percebido, eu estive morando em Londres nos últimos seis meses e sempre que possível eu dava umas escapadinhas. Antes de chegar na cidade eu fiz a Transiberiana e depois fiz viagens rápidas para Paris, Copenhagen, Varsóvia, Cracóvia e Budapeste (todos relatos estão disponíveis no blog). Uma delas foi Barcelona, que fiz em um final de semana disponível (não tinha aula na sexta, então meus finais de semana eram generosos). Antes de voltar para o Brasil fiz um mochilão de 42 dias e aproveitei para viajar por Portugal e em seguida Andaluzia e Madri. Vou fazer a divisão de cidades, para facilitar para vocês a procura por maiores informações. Barcelona: Link para o relato no blog: https://ontheroadwithmike.wordpress.com/2015/01/19/europa-barcelona/ Como acabei morando nas periferias londrinas, acabei economizando um bom dinheiro o que permitiu fazer a viagem de final de semana para Barcelona. Como tinha alguns amigos morando na cidade, eu só precisava da passagem e algum dinheiro para passear por lá. A cidade é encantadora e com um clima que muitas vezes lembra o Rio. Foi maravilhoso sair dos 3°C e chegar nos 18°C de Barcelona. Foi maravilhoso andar de camiseta. Tinha esquecido dessa sensação. A cidade é repleta de museus e atrações. A vida noturna também é maravilhosa. No entanto a cidade é bastante cara para turistas, qualquer lugar custa alguma coisa para entrar – sobretudo a Sagrada Família e a Casa Batlló. Use e abuse do sistema de metrô e ônibus, são excelentes. Locais visitados: Barceloneta: Área reformulada para as Olímpiadas de 1992. Belíssima praia, infraestrutura e diversos restaurantes. Vale uma tarde no local Las Ramblas: Rua repleta de lojas, restaurantes e barraquinhas. Uma excelente forma de terminar a tarde. Não deixe de passar no Mercado de La Boqueria. Maravilhoso. Parc Ciutadella: Parque belíssimo e excelente lugar para descansar Casa Battló: A cidade respira Gaudí. Ir para lá e não conhecer suas obras é um crime. No entanto, suas visitas são bem caras. O ingresso custa 19 euros para estudantes. É bem caro, mas tendo a dizer que vale a pena. Foi bem legal. Sagrada Família: Talvez o maior símbolo da cidade. O ingresso também gira em torno de 20 euros para entrar na igreja e subir em uma das torres. Apesar do roubo, não dá para visitar a cidade e não ir lá. Montjuic: Parte alta da cidade com um belíssimo forte e algumas instalações das Olimpíadas. Não suba de teleférico. Barbada. A vista para a cidade é maravilhosa. Must go! Sevilha: Link para o relato no blog: https://ontheroadwithmike.wordpress.com/2015/04/25/mochilando-na-europa-sevilha/ A minha visita a Andaluzia estava inserida dentro do meu mochilão de 42 dias, então nesse sentido ele vai ter maior continuidade em relação ao post de Portugal. As minhas datas na Espanha foram bastante apertadas porque eu tinha voo que saía de Madri no dia 29 para Edimburgo (encontrei um preço excelente) e porque no meio do caminho me fizeram prometer que eu visitaria Granada. Então tive que encaixar nos meus 7 dias as quatro cidades. Acabei fazendo todos os trechos de ônibus de forma a não ter atrasos e organizei meus passeios na cidade de forma a aproveitá-las o máximo. Sevilha é deliciosa e é uma excelente porta de entrada da Andaluzia. Locais visitados: Torre Agbar e Catedral e Sevilha: Uma das melhores atrações da cidade, a catedral é impressionante e uma das maiores da Europa, a vista da Torre Agbar é maravilhosa também. Praça da Espanha: Certamente uma das praças mais bonitas da Europa. Passar a tarde lendo um livro nela é muito gostosa. Atenção para a ilustração de todas regiões da Espanha na praça Flamenco: Sevilha é a capital do Flamenco, não deixe de participar de um show Córdoba: Link para o relato no blog: https://ontheroadwithmike.wordpress.com/2015/04/27/mochilando-na-europa-cordoba/ Córdoba é certamente uma das minhas cidades favoritas da viagem. Você é simplesmente levado a uma outra época e o clima da cidade é maravilhoso. O encontro da cultura moura e da cultura cristã é levada ao seu máximo na cidade. Infelizmente minha visita se deu de forma muito rápida na cidade e na véspera do Natal. Isso significou quase nenhuma atração ou restaurante aberto. No entanto, o melhor de qualquer viagem é sair andando pela cidade e conhecendo a forma como ela se organiza e isso em Córdoba é maravilhoso. Lugares visitados: Plaza de la Corredera: Na Espanha tudo é razão de festa e a praça é um ponto de encontro. Vários comércios na região e se perdendo na cidade você acaba se encontrando lá em algum momento. Catedral Mesquita: A mais impressionante igreja do mundo. A forma com que a cultura moura e a cristã se misturam é maravilhoso. E como não queria pagar uma entrada acabei assistindo uma missa e foi lindo. A missa é cantada junto com castanholas e nada poderia ser melhor nesse momento. Granada Link para o relato no blog: https://ontheroadwithmike.wordpress.com/2015/05/04/mochilando-na-europa-granada/ Granada foi a minha parada menos planejada e que me fez ficar tão pouco nas outras cidades. Mas a decisão não poderia ter sido melhor. Quando eu contava para as pessoas ao meu roteiro e elas percebiam que não tinha Granada elas me insistiam para ir para lá. Comprei minha passagem e foi a melhor decisão. Não esqueçam que para visitar Alhambra é necessário comprar os tickets antes. Por algum motivo, eu tentei comprar um mês e os ingressos já estavam esgotados. Chegando na cidade descobri que se fosse cedo para fila teria a oportunidade de visitar. E foi a melhor decisão. O palácio e a cidade são maravilhosos. Lugares visitados: Alhambra: Palácio Mouro mantido após a derrota deles. Simplesmente maravilhoso, grande e belo. Apesar de custar 12 euros para entrar, vale muito a pena Mirador de San Nicolás No outro lado da cidade há um belíssimo mirador de Alhambra e da Sierra Nevada. É simplesmente maravilhoso e cheio de artistas e artesanatos. Must go! Rua dos Judeus e Centro de Granada Lugar mágico, cheio de pequenas vielas. Não deixe de se perder e aproveitar a culinária. É impressionante! Madri Link para o relato no blog: https://ontheroadwithmike.wordpress.com/2015/05/09/mochilando-na-europa-madri/ Madri foi a minha parada na Espanha. Depois de alguns dias andando pela Andaluzia, era hora de conhecer a capital do país. Por gostar muito de artes estava bastante animado para conhecer os museus da cidade, mas também estava ansioso para rever meus amigos que estariam me esperando em Edimburgo, que eu encontraria dali a três dias. Tive o azar de ficar em um hostel ruim e fazer um walking tour com uma mulher desanimada. Para completar caí numa tourist trap e acabei fazendo uma refeição cara e ruim. De toda forma a cidade é maravilhosa e merece ser visitada – nem que seja só pelos seus museus, que são os melhores da Europa. Lugares visitados: Palácio Real e Catedral de Madrid: Merecem ser visitados por serem simbólicos, mas não são tão impressionantes como outros palácios pelo mundo. Talvez a culpa fique na moça do walking tour. Plaza Mayor: O coração de Madri bate nessa praça. Várias barracas e lojinhas. Não deixe de ir ao Mercado de São Miguel que fica em volta da praça. Não coma nada lá fora. Nas ruas que saem da praça você encontrará tudo pela metade do preço Gran Via: Para fazer compras esse é o lugar. A beleza dos prédios também surpreende. Não deixe de dar uma passadinha El Prado e Reina Sofia: Melhores museus e cheio de obras de primas de Picasso, Dali, Velasquez e Miró. Emocionante Templo Debod: Um local não tão visitado, mas extremamente bonito e com uma vista maravilhosa para a cidade. Vale muito a pena Parque Retiro: Devo confessar, apesar da pequena birra com Madrid, esse é um dos parques mais bonito que já vi. O Palácio de Cristal é impressionante também. Apesar do post ser grande, espero que eu possa ter dado uma ideia da viagem para vocês. Maiores detalhes vocês encontram no blog e qualquer tipo de dúvida fico à disposição! Um grande abraço
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    123 milhas é um site que estamos constantemente vendo na tv diversas propagandas, mas eu particularmente nunca comprei passagem por esse tipo de site. Fazendo uma busca rápida na internet encontrei alguns relatos de pessoas que tiveram sucesso na compra e outras pessoas que tiveram algum tipo de problema. Caso opte por fazer a compra por esse tipo de site fique atenta ao recebimento do localizador do voo e após receber entre em contato com a cia para confirma-lo. Antes de fazer a compra dê umas pesquisada nos preços após a meia-noite (00:30 - 1:00 em diante), normalmente os preços tendem a diminuir em relação aos valores exibidos durante o dia, digo isso por experiência própria. O site google flights ti mostra o valor de cada dia, com isso voce pode adiar ou antecipar algum dia da viagem para pegar um melhor preço, caso voce tenha flexibilidade na ida/volta. O google flights, kayak, skyscanner, submarino viagens ti mostram o melhor preço porem quando for fazer a compra voce deve acessar o site da cia de forma independente para que nao pague alguma taxa extra eles inserem no preço final da passagem.
  15. 1 ponto
    A partir de agora os preços estão bem escassos hahaha De Praga fui para Bruxelas visitar um amigo, fiquei em um Hotel por conta dele e ele também acabou pagando bastante coisa e o resto eu já nem estava mais anotando, acabei usando o resto do dinheiro que tinha levado então deu pra ter uma noção no geral , mas não por cidade... Peguei um ônibus noturno pra Bruxelas, pior coisa, claro economizei uma diária, mas os ônibus lá não tem o conforto que tu encontra por aqui ou Chile e Peru... Chegando em Bruxelas ele me buscou na rodoviária e me levou pra conhecer um pouco a cidade, como era cedo o Atomium ainda estava fechado então só deu pra visitar o lado de fora mesmo. BRUXELAS (25/05 a 27/05): Café : 2.5 euros Waffle : 5.5 euros Janta : 10 euros No domingo fui passar um dia em Bruges e logo que cheguei já queria ficar mais, a cidade parece cenário de filme de tão perfeita, recomendo pelo menos dois dias pra poder aproveitar bem, mas com só um já da pra ver bastante coisa. BRUGES (27/05 a 28/05): Mercado : 9 euros Hostel (St Christopher's at the Bauhaus – 1 diária) : 18 euros Ônibus para Amsterdam : 24,65 euros (cartão de crédito) Amsterdam era outra cidade que não estava nos planos, mas acabou acontecendo porque outro amigo meu que mora na Holanda estaria na cidade então resolvemos nos reunir e dar umas voltas . Ele me levou pra ver os moinhos , não sei se tem que pagar entrada ou não, a gente só foi andando e seguindo a massa. Em Amsterdam como tinha pouco tempo resolvi pular os museus e o Heineken Experience, também pelo dinheiro que já estava no fim. AMSTERDAM (28/05 a 30/05): Hostel ( Flying Pig Uptown – 2 diárias) : 56,05 euros Ticket 48 hrs tram : 12,50 euros (cartão de crédito) Voltei pra Bruxelas pois meu voo pro Brasil era : Bruxelas - Lisboa - São Paulo. BRUXELAS (30/05 a 31/05): Hotel (Pentahotel – 1 diária): 98 euros Mc Donalds: 8,90 euros (cartão de crédito) Starbucks : 14,20 euros (cartão de crédito) Chocolates Lembrança : 29,25 (cartão de crédito) Metrô : 5 euros (cartão de crédito) A parada em Lisboa foi bem curta, mas deu tempo de comer pastel e dar uma volta pelo centro velho. LISBOA (31/05 a 01/06): Hostel (Inn Possible – 1 diária) : 17 euros Pastéis de Belém : 7,20 euros É isso galera, espero que ajude pelo menos uma pessoa hahahah Se tiverem duvida sobre alguma coisa só perguntar que eu tento resgatar na memória ! Valeu !
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    Eu procurei passagens aéreas e achei o 123milhas que vendem por um preço bem mais em conta, o que seria 2500 ida e volta fica por 1700. Você conhece? indicaria?
  17. 1 ponto
    A principal coisa a se levar é uma boa jaqueta de frio, luva e um gorro porque venta muito e com isso a sensação térmica cai bastante. A bota seria interessante pra esse tipo de viagem devido ao conforto e a facilidade para andar em algum lugar alagado no salar ou nas áreas de terra principalmente se voce for fazer o passeio de tres dias, onde verás as lagunas. Fazendo o passeio de três dias a agência vai oferecer locais pra dormir com isso nao precisa do saco de dormir. Dentro dos acampamentos (não é barraca) é bem confortável. Ah! Leve algumas garrafas de água mineral pois a maior parte do passeio voce estará no meio do deserto e vez ou outra voce passará por algum vilarejo que talvez possa encontrar mais agua.
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    - El Hornocal (Humahuaca) - Alguma estrada por aí (acho que Cuesta Lipán) - Salar Salinas Grandes (4 maior salar do mundo) - Salar Salinas Grandes - Tren de Las Nubes (SAC) - Cierro de Los Siete Colores - Alguma estrada por aí
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    Está certo que você vai passar em locais caros e outros mais baratos e viajar fora de temporada, mas uma média de 16 euros por noite é um valor relativamente baixo. Você conferiu se não está se enfiando numa espelunca de quinta, que não tem infra-estrutura nenhuma, nem mesmo uma cozinha para você usar, ou num hostel que fica lá na pqp? E por fim, lembre que você vai no inverno, que vai ser frio para caramba, em muitos destes locais você já corre o risco de pegar neve nesta época do ano, que atividades ao ar livre ficam meio prejudicadas, pois depois de 30 ou 45 minutos na rua, com vento, frio e possivelmente uma garoa fina, você vai estar desesperado para entrar num lugar abrigado do frio e vento. E nesta hora eu pergunto, o que você vai fazer por 5 dias em Praga no inverno? Vai ficar batendo perna na rua os 5 dias inteiros sem entrar em nenhum local, enfrentando frio de 5ºC ou 10ºC e vento gelado? Ou pretende dormir até o meio dia, depois de passar a noite toda numa balada gastando dinheiro? Se for ficar só batendo perna rua sem entrar em nenhuma atração turística, em 1 dia você andou por Praga inteira e ainda vai ter outros 4 dias pela frente para bater perna na rua no frio e sem ter muito o que fazer se não começar a visitar e entrar nas atrações turísticas. O problema é que nestas cidades a grande maioria das atrações turísticas cobra ingresso, e eles custam em média uns 10 a 15 Euros por atração. Se ainda fosse no verão, você achava bastante coisa para fazer na rua, mas no inverno você já começa a ter que fazer mais atividades indoor, o que invariavelmente leva você a gastar mais dinheiro com ingressos, pessoalmente quando eu viajo, eu separo uns 10 a 15 euros por dia para ingressos e passeios. Ou seja, uma viajem não se resume só ao dinheiro gasto com hostel, passagens e alimentação, você também vai gastar bastante dinheiro com passeios e ingressos, principalmente durante o inverno, quando as atividades ao ar livre ficam um pouco mais complicadas, e você precisa separar algum dinheiro para isto.
  20. 1 ponto
    TOLAR GRANDE Todas as informações que encontrei foram muito poucas. Li vários blogs, relatos, mas nada que pudesse planejar minha viagem. Para chegar a Tolar Grande geralmente são feitas excursões de Salta, parando em San Antonio de Los Cobres e chegando a Tolar. As excursões geralmente são de 3 dias e 2 noites, podendo estar incluso ou não hospedagem (casa de locais) e as refeições. Como disse no relato acima, as estradas são ruins e sem sinalização, não recomendo ir sozinho, até porque não existe posto de gasolina por lá, e não tem quase nenhum carro trafegando por esses trechos, se ocorrer algo você tem altas chances de ficar parado por um bom tempo. Para todos que perguntamos nos disseram que esse trecho só pode ser feito de manhã e por 4x4, fomos de madrugada (estava escuro), e vimos outros carros "normais" passando, mas bem mais devagar que a gente. Fomos em uma duster, e a velocidade estava bem reduzida se comparada a caminhonetes. Existem bifurcações que chegam ao mesmo lugar no final, mas uma só passa caminhonetes e 4x4 e outras passam carros mas demoram bem mais, e nenhuma sinalizada, e só ficamos sabendo disso porque o Fê perguntou ao Jorge. Uma alternativa que pensamos depois, é alugar um carro, ir até SAC e contratar um remis para levar até Tolar. Mas enfim, ressalto aqui que não recomendo ir por conta própria. Chegamos em Salta e procuramos todas as agências possíveis, e os preços que encontramos na internet são os mesmos (jun 2018 - 6 a 8 mil AR/pessoa; porém na internet só encontrei algumas agências, e somente pesquisas em espanhol). As agências se comunicam entre si, então se tem alguma pessoa com interesse em ir eles encaixam para fechar o carro (no mínimo 3 e máx 4). Existem excursões exclusivas (2 ou 1 pessoa) porém são muito mais caras. Como não existe muita procura, recomendamos que fechem com as agências antes de vir, para eles procurarem outras pessoas. A agência que mais vi recomendações na internet foi a Tures (Turismo Responsable) que fica na Sta Fé, 90, próximo a Plaza 9 de Julio. Porém quando viemos estava fechada para férias, o que achei bem ruim, já que era período de férias escolares. Também existe a possibilidade de ir de ônibus (Ale Hnos, a mesma que vai pra SAC) saindo de Salta da rodoviária, mas isso só ocorre uma vez por semana para ir (quinta/jueves às 7h) voltar (sexta/viernes - 12h), não sei quantas horas, mas eram muitas. Considerando que demoraria aproximadamente 1 dia para ir/voltar sobraria menos de 1 dia para aproveitar, ou ficar uma semana lá. - Ale Hnos (eles respondem se perguntar no messenger): https://www.facebook.com/VIAJESALEHERMANOS/ Fomos em uma agência chamada Incañan, recomendo muito! O preço (AR6mil/pessoa) e atendimento são ótimos. Carol, que nos atendeu, foi muito gentil, porque não haviam outras pessoas tentando ir a Tolar Grande, mas mesmo assim tentou ajudar. Nos abriu a possibilidade de contatar com locais, iríamos de ônibus SAC e depois tentar ir a Tolar com pessoas locais, sem nos cobrar nada, só porque queríamos muito ir! - Incañan - R. Alvarado 442 - Salta; Whatsapp (Iván): +54 387 (15)4 821234; [email protected]; eles tem FB e IG também Como já relatado, fomos pra SAC de ônibus partindo de Salta, demorando aproximadamente 4h de viagem. A empresa não vende os bilhetes pela internet, mas nem tem muita necessidade, já que geralmente estão vazios. É engraçado, quando entramos só tinha a gente de "gringos" e o resto eram todos da população local. Horários dos ônibus (Terminal Rodoviário de Salta) SALTA > SAC (Seg: 8h; 15h; 20h30 / Ter: 15h; 20h30 / Qua: 8h; 15h; 20h30 / Qui: 15h; 20h30 / Sex 8h; 15h; 20h30 / Sáb: 8h; 15h / Dom: 8h; 20h30) SAC > SALTA (Seg: 3h50; 7h; 15h / Ter: 3h50; 7h / Qua: 3h50; 7h; 15h / Qui: 3h50; 7h / Sex: 3h50; 7h; 15h / Sáb: 3h50; 7h; 15h / Dom: 10h; 15h) Chegando lá em Tolar, nos disseram do remis que contratamos (já citado acima) que nos levou, fez os passeios com a gente e nos deixou de novo em SAC. Porém, quando buscávamos informações, disseram que se nós chegássemos e não tivéssemos como voltar, na "Casa Andina" (em Tolar) poderíamos tentar um remis pra voltar. Tolar foi conhecida pela mina de enxofre (La Casualidad - ponto turístico), que foi inativada. Após isso, a maior parte da sua população foi embora, restando hoje 40 habitantes. Existe hoje um projeto de uma mina de ouro que pretendem trazer 500 pessoas, e existe um incentivo ao turismo para os locais, para tentar revitalizar a cidade. Porém é tudo muito desorganizado ainda, não existe controle sobre os pontos turísticos, vimos alguns poucos pontos de obras na estrada. Quando fomos, era um domingo, então não existia uma alma viva na rua! Recomendo muito que levem seus alimentos e água. Os pontos lá são muito altos, as temperaturas são baixas, mas o que pega mais é o vento. Venta demais! Era difícil andar às vezes, então tragam roupas pra isso. Bom, minha opinião toda sobre esse caô: valeu a pena demais. Eu fiquei encantada com as fotos antes de ir, e encuquei com esse lugar, li muito sobre, planejei, e até chorei em Salta quando achei que não iria, mas no fim deu tudo certo. O mais lindo da Puna Salteña são os vários ambientes que existem em poucos km! De duna de areia, lago azul turquesa, a deserto de sal. Quando fui ao Cono de Arita e ao El Arenal confesso que pensei "É muito bonito! Valeu a pena pra mim que queria muito, mas acho que as outras pessoas não gostariam tanto". Mas o Ojo del Mar pagou todo o perrengue, é foda demais. Apesar de injustas, enfim algumas fotos! Tudo é MUITO mais bonito pessoalmente! Espero ter ajudado!
  21. 1 ponto
    Cara esqueça esta história de viver a base de miojo, massa, pizza e fast-food, na segunda semana você não vai mais nem poder sentir o cheiro disto, e você ainda terá 45 dias pela frente! Antigamente eu tentei várias vezes um esquema destes de viver a base deste tipo de comida, mas chegava na segunda semana e não aguentava mais, e tinha que apelar para comida de verdade. Se ainda fosse 10 ou 15 dias você aguentava, mas depois de viver 60 dias assim você vai é voltar para casa doente e gastar muito mais dinheiro com médico do que conseguiu economizar com esta dieta maluca. A alimentação decente também é muito importante para a sua saúde, depois de 2 ou 3 semanas se alimentando mal, a sua imunidade já estará baixa, e qualquer gripe ou virose simples derruba você bem facilmente, e passando por um monte de lugares diferentes, tendo contato com gente do mundo inteiro, você está exposto a uma enormidade de doenças e vírus novos que o seu organismo não tem resistência, e ai você debilitado depois de 30 dias comendo mal, é receita certeira para uma gripezinha ou virose qualquer lhe derrubar e lhe deixar na cama ou hospital por uma semana, ainda mais bem no meio do inverno. Nunca fico períodos tão longos viajando, mas frequentemente fico 15 ou 20 dias fora de casa a trabalho ou passeio, e durante uma viagem quase sempre a gente acaba se alimentando meio mal mesmo eu tentando comer comida de verdade, e eu percebo claramente que depois de uns 15 ou 20 dias viajando a minha resistência e saúde começam a piorar e qualquer besteirinha me derruba, e para você não vai ser diferente... No mínimo dobre este orçamento para comida, para uns 20 Euros por dia e mesmo assim é pouco, pessoalmente eu separo 30 Euros por dia para comida e olha que eu gasto pouco, já na segunda semana você vai dar graças a Deus por ter dinheiro para comer algo decente e não precisar encarrar um miojo.
  22. 1 ponto
    Cara, café, almoço e lanche a noite? Esta fora da realidade... Ainda que suas reservas sejam com café da manha. Você vai bater perna o dia todo... a noite a fome bate legal... a sede também... Apertadinho, no esquema de comprar no supermercado e preparar... eu chutaria uns 20 euros. Você precisa se alimentar cara!! São 55 dias fora da rotina, dormindo em hostel, comida que não esta acostumado. Precisara introduzir umas frutas na dieta, líquidos que não água (rs), proteína.... Ja se certificou se todos os hosteis que reservou oferecem cozinha? Cozinha com fogão ou somente microondas?? Aqui acima você come ate na rua com 20 euros almoço e comida simples a noite!! Se for de fast food a noite até pode sobrar um troco para um café... um refri ... Aqui acima já aperta bastante! São duas cidades extremamente caras!
  23. 1 ponto
    @GilsonLeonardo me hospedei recentemente no Gecko´s hostel. Fica na Lagoa da Conceição com ótima saída para vários pontos e lá tem estacionamento gratuito. Adorei ficar lá, dá uma pesquisada. Quem saber pode te ajudar. Ótima trip para vc.
  24. 1 ponto
    @rafael.barreto na minha opinião está bom a quantidade de dias para cada cidade, considerando que sejam estes dias completos para cada uma, visto que o dia da chegada e o dia da partida voce nao conseguirá fazer muita coisa. Sobre alimentaçao voce pode aumentar essa média. Ti garanto que nao vai aguentar comer miojo - massas - fast food todos os dias, ainda mais que vai fazer uma viagem relativamente longa, cogite a possibilidade de fazer compras no supermercado e cozinhar no hostel, vai ficar mais barato e seu estômago vai agradecer. Nao há nada melhor do que comer um arroz, feijao (nem q seja enlatado), um tomate e um bife, haha! eu tinha muita preguiça de cozinhar mas durante um ano fora de casa aprendi a dar valor nas cozinhas mundo a fora rs. Claro que um dia ou outro um BK ou Mc vai ser uma mao na roda, mas todos os dias vc vai enjoar.
  25. 1 ponto
    É isso aí, vivendo e aprendendo...partir cheio de informações e coordenadas, às vezes "estraga" algumas surpresas, que nos fazem sair da zona de conforto, e ter de tomar decisões...esses tipos de ocorrências, quando são por nós resolvidos, dão uma sensação boa de capacidade de se virar... Outra coisa que chamou a ateção foi o tempo (numero de dias) que vc percorreu a distância à pé! Eu fiz de uma ponta a outra do estado baiano em 51 dias, porém teve lugares em que pernoitei uma noite, outros duas, e até 3 noites; ou seja, estava sem pressa e com todo tempo disponível.
  26. 1 ponto
    Budapeste: impressões gerais e o que fazer na cidade Eu AMEI Budapeste! A cidade não é tão grande, dá pra conhecer muita coisa andando a pé, curtindo a vibe da cidade. Adorei o “skyline” da cidade... aprendi no Free Walking tour (que eu tento fazer em todas as cidades pois é uma forma barata e prazerosa, na minha opinião, de me familiarizar e aprender sobre a cidade) que o Parlamento e a Basílica de São Estevão têm a mesma altura (96 metros) para mostrar que ambos os poderes tinham a mesma importância na época em que foram construídos, e todos os outros prédios da cidade precisam ser menores que eles. Isso deixa a cidade muito linda, com os dois prédios se destacando mesmo de longe. Tem coisa pra fazer durante o dia e a noite. Como fui no verão, estava anoitecendo lá pelas 21h e isso me deu uma tranquilidade maior para aproveitar a noite, ir pra cama tarde, acordar tarde e ainda tinha muuuito tempo pra aproveitar o dia, e eu adorei essa combinação (acho que foi a primeira vez que aproveitei dia e noite assim de verdade). Amei os ruin pubs, são bares em prédios abandonados que trazem um visual muito legal. A localização do hostel contribuiu bastante, pois eu não tinha dificuldade de encontrar nada, tinha muito comércio no bairro, tudo muito perto. A cidade é barata comparando à países da Europa que utilizam euro, então dá pra comer bem, tipo refeição completa com bebida por menos de 15 euros. Me senti bastante segura na cidade, andava sozinha a maior parte do tempo, inclusive de madrugada e foi tudo tranquilo. No geral achei as pessoas muito simpáticas e prestativas e na maioria dos lugares todo mundo fala inlgês. A única vez que tive problemas pra me comunicar foi quando me afastei do “centro turístico” pra pegar o ônibus da RegioJet que iria pra Bratislava (vou falar disso mais a frente), lá realmente foi difícil encontrar alguém que falasse inglês para dar informações. Vocês vão ver nas atrações que eu descrevo a seguir que eu não entrei em muita atração paga, como museus, por exemplo. Acho que isso veio de um “trauma” das férias passadas em que eu me sentia na obrigação de entrar em todas as atrações que as pessoas comentam, porque já que estava na cidade TEM QUE IR né? E percebi que fiz muita coisa por esse motivo e não por realmente ter interesse. Então dessa vez eu simplesmente me respeitei mais e fazia somente o que tivesse vontade, e foi muuuito melhor! Percebi que eu ACHAVA que gostava de museu, mas não gosto da maioria deles – na verdade eu descobri que não gosto MESMO de museu de arte, e gosto de alguns de história e ciências. Descobri que eu gosto mesmo é de andar e ir conhecendo tudo por onde passo, aproveitando a vista, parando pra admirar, tirar fotos, etc. Não vou escrever exatamente qual roteiro fiz em cada dia... alguns foram mais intensos (tipo andar mais de 22km a pé :O) e outros mais tranquilos. Vou listar onde fui e colocar uns comentários que eu achei pertinentes. Eu fiquei em Budapeste 3 dias inteiros, além do dia da chegada (que só deu pra fazer o Pub Crawl a noite) e o dia de ir embora (que eu só tomei café da manhã no hostel e já sai). Deu pra fazer bastante coisa nesse tempo, e sem pressa, mas quem quiser ficar 1 dia a mais acho que dá pra preencher também. Atrações que eu visitei, com alguns comentários e fotos: Parlamento Hungaro: só vi por fora, não me interessei em fazer a visita interna porque achei caro e já visitei outros parlamentos. O prédio é realmente lindo, impressionante, imponente, cheio de detalhes! Shoes on the Danube: todo mundo sabe que é um monumento em homenagem aos judeus que morreram no rio, e vale a passada por lá. Fica bem perto do Parlamento – fica a dica para combinar os dois no mesmo passeio. Tram nº2 bordeando o Danúbio: passeio simples, rápido, barato e imperdível. Amei esse tram! Ele aí na foto passando perto do Parlamento: Ponte Széchenyi Lánchíd (Ponte das Correntes): a mais famosa da cidade, tem uma parte separada para pedestres. Castelo de Buda: não entrei em nada, só curti os arredores mesmo. A vista é linda lá de cima. Na foto abaixo, tirada da ponte das correntes, dá pra ver o “trilho” (seria assim que se fala?) do funicular e o complexo do Castelo: Igreja de Matias / Mátyás Church Fishermen’s Bastion, ou Bastião do Pescador: o lugar mais lindo pra tirar fotos (mas é lotadoooo de gente). Budapest Castle Hill Funicular: esse é um funicular (um trenzinho no morro, de modo simples hahaha) que o pessoal normalmente usa para subir até o Castelo de Buda. A entrada fica logo após atravessar a Ponte das Correntes, e o ticket custa 1200 HUF (bem mais caro que o ticket comum do transporte público na cidade = 350 HUF). Eu subi duas vezes até o castelo, mas em nenhuma delas usei o funicular. A primeira estava com o Free Walking Tour e fomos pelo morro mesmo, mas é um caminho bem tranquilo, qualquer um consegue fazer, não leva nem 15 minutos. Da outra vez eu sai do monte Gellért e fui até o castelo de ônibus (já tinha andado muito e queria chegar a tempo do por-do-sol... que eu não consegui ver, por sinal), que parou no bairro do castelo e eu subi o restante a pé. Como eu estava bem cansada e era fim do dia, resolvi pegar o funicular para descer o morro, para ser mais rápido e vivenciar a experiência. O “percurso” é bem rápido, mas é legal. E também pode ser bem útil para quem não quer subir o morro a pé, o único problema é que costuma ter uma fila na subida. O trenzinho parece ser bem antigo, veja a foto: Margaret Island: um parque no meio do rio, coisa mais linda!!! Fui caminhando desde o hostel, passando por outros pontos da cidade, até chegar na ilha. Ela é acessível pela Margaret Bridge, de onde inclusive a vista pro rio é linda (Parlamento de um lado, Castelo de Buda do outro). Cheguei na ilha no fim da tarde, caminhei um pouco, jantei por lá (hamburguer + cerveja) e esperei anoitecer pra ver as luzes da cidade (foto abaixo). Maravilhoso!!! Ah, pra quem gosta de correr vai uma dica: tem uma pista de corrida muito boa ao redor de toda a ilha, e vi muuuita gente correndo por lá. Fiquei triste por não saber disso antes e ter ido preparada pra uma corridinha nesse lugar lindo. Erzsébet tér (praça Elisabeth): uma praça bem central no lado Peste, onde fica uma roda-gigante e vários lugares pra comer. Só passei bem rápido por ali. Basilica Sao Estevao: a igreja é mesmo muito linda, mas infelizmente não deu pra entrar. Andrássy útca: é a rua com as lojas de grife de Budapeste. Óbvio que não entrei em nenhuma hahahah eu só fui caminhando pela avenida toda, no dia em que sai do hostel e fui a pé até a Praça dos Herois. É uma região bem bonita e calma. Casa de Ópera (Magyar Allami Operahaz): estava em reforma, então a vista por fora não era bonita (foto abaixo). Ainda assim era possível fazer o tour ou assistir a uma ópera, mas optei por não fazer nenhum deles. Praça dos Heróis (Hősök tere): não achei muita graça, sem contar que a praça estava cheia com umas estruturas, parecia que teria algum evento por ali. Parque Municipal da Cidade (Városliget): o parque é lindo, vale uma volta. Fui quase que direto para o castelo – tópico abaixo. Vajdahunyad Castle: a construção é bem bonita e é possível subir em uma das torres. Não é muito alta, mas é barato (400 HUF = 1,20 EUR) e vale a pena pela experiência. Também tem um museu, mas era segunda-feira e estava fechado. Váci utca: uma rua com bastante comércio. Mercado Central de Budapeste (Vásárcsarnok) / Great Market Hall (Nagycsarnok): dei uma volta por dentro, mas não me interessei em comer nada ali... já tinha experimentado Langos e outras comidas típicas, então no meu caso nada chamou a atenção, mas é um passeio legal. Também vende temperos, souvenirs, artigos para casa (tipo toalha de mesa), etc. Ponte da Liberdade (Szabadság híd): atravessei a pé e fui curtindo a vista dali, bem bonita! Igreja Rupestre / Igreja na Caverna (Sziklatemplom): estava fechada para visitação, vi apenas por fora. A construção na pedra é bem interessante. Monte Géllert-Hegy: eu optei por subir a pé, fazer paradas pra curtir o lugar e a vista... é uma área bem agradável. Estátua da Liberdade - (Szabadság Szobor) Cidadella de Budapeste: simplesmente a vista mais linda da cidade, imperdível! Banhos termais - Termas de Széchenyi: sei que há uma controvérsia entre ir nesse, que é o maior e mais famoso, mas também mais turístico e cheio de gente; ou ir em algum banho menor e mais frequentado pelos locais. Eu estava nessa dúvida e minha amiga alemã do hostel queria muito ir no Széchenyi. Nem pensei muito e decidi ir junto porque imaginei que essa era uma atividade mais agradável de se fazer acompanhada que sozinha. Apesar de realmente lotado, isso não me incomodou. São algumas piscinas externas bem grandes e várias outras internas, cada uma com uma temperatura diferente. Foi uma experiência bem legal e eu recomendo! Fui em um domingo por volta de 12h e fiquei umas 3 horas por lá. Ir pra Budapeste e não conhecer os banhos termais é um desperdício!! O que fiquei triste porque não consegui visitar: House of Terror: não me programei, não tinha certeza se iria, e quando passei em frente e seria cômodo entrar, estava fechado pois era segunda-feira. Grande Sinagoga (Dohány Street Synagogue): era perto do meu hostel e fui deixando pra depois, e acabei sem tempo pra passar lá. Palácio Sándor Praça Roosevelt/Palácio Gresham Transporte público: é possível ir a pé para praticamente todas as atrações, então só usei transporte público quando estava realmente muito cansada. No meu caso, não compensaria ter comprado o ticket de vários dias, mas isso vai depender do estilo de viagem de cada pessoa. Os tickets são comprados nas máquinas roxinhas dentro das estações de metrô e em alguns pontos de tram, e podem ser pagos em cash ou cartão (350 HUF cada). No ônibus é possível comprar o ticket diretamente com o motorista, mas é um pouco mais caro (450 HUF). Eu vi vários fiscais conferindo se as pessoas tem ticket, então fiquem espertos! Outro lembrete importante: sempre validar o ticket no início da utilização: nos trams e ônibus tem máquinas do lado de dentro, nos metrôs elas ficam na entrada das estações. Dica: a Linha 1 do metrô é bem antiga e interessante de se ver. Os vagões são pequenos, não tão altos. As estações também são super antigas, é uma sensação engraçada estar num transporte que é usado há tanto tempo. Foto abaixo: Recomendações: Comidas típicas: Langos: massa frita, com a cobertura que você escolher. Pelo o que eu entendi, o mais clássio é sour cream e queijo, e foi esse que pedi (foto abaixo). É gostoso, mas bem pesado. Só a massa é quente, eles colocam a cobertura fria mesmo e te entregam, então senti falta do queijo derretido por cima, mas ta valendo! É bem barato e tinha uma lanchonete vendendo langos em frente ao hostel, então foi meu jantar rápido e barato da primeira noite. Kürtskalács: é uma massa parecida com um pão, enrolado em um espeto de madeira, e assado no fogo. Depois é passado em açúcar, canela e acho que amêndoas também. Em todo lugar que eu pesquisei antes da viagem falava desse doce, e eu estava super empolgada, portanto não pude deixar de experimentar... e confesso que foi meio decepcionante, porque era duro, não tão fácil de comer. O gosto é bom, mas nada sensacional. Não sei se dei azar de comprar em um lugar ruim ou se todos são assim... Depois tentei novamente em Praga (com o nome de Trdelník) e achei muito melhor, mais macio, além de pedir um recheado com sorvete e Nutella Vou colocar as fotos dos dois abaixo para ser fácil de comparar heheheh O de Budapeste era enorme, dividi com uma amiga. O de Praga era grandinho, mas dava pra comer sozinha. Gulyás (goulash): não comi em Budapeste porque eles servem como uma sopa e estava calor, então não bateu aquela vontade... Comi depois em Praga, que é mais um prato mesmo. Mas vale deixar aqui como dica pra quem procura algo bem típico. No restaurante que eu indico abaixo tinha esse prato e outros bem locais, e eu adorei jantar lá. Dica de Restaurante Local: Getto Gulays: Comi um prato típico de carne + uma massa chamada galuska (parecida com o spatzle da Alemanha e outros países). Em cima da carne tinha um molho com bastante páprica. Bem saboroso, mas também pesado. O restaurante tem um clima agradável, com mesas na parte interna e algumas na rua, onde eu preferi ficar, pois era um dia com temperatura agradável. Os funcionários foram todos muito simpáticos! Fica no mesmo bairro do hostel e dos ruin pubs, então fica a dica pra quem estiver lá por perto ou preferir jantar antes de ir pros bares. Preço do jantar estar na planilha acima. Bares/Ruin Pubs: Szimpla Kert: o maior, mais conhecido e mais turístico, mas precisa passar por lá. O lugar é incrível! Um prédio antigo e muito grande, então o bar tem várias “salas” completamente diferentes entre elas. Você pode jogar pebolim em uma sala, depois dançar na outra, beber uma cerveja artesanal em outra... Sensacional! Ankerts: outro ruin pub bem legal, tem um espaço aberto bonito. Passei por lá rapidamente com o Pub Crawl e fiquei triste por não ter conseguido voltar. Fogasház: eu AMEI esse bar. Ele parece um labirinto, tem várias salas e de uma você chega na outra. Sério, facinho se perder lá dentro. Também tem duas pistas de dança, tocando estilos de músicas diferentes. No dia que eu fui tinha muuuita gente novinha, tipo 18 anos, e isso me incomodou um pouco... mas não sei se é sempre assim ou naquele dia específico. Ainda assim ache que vale conhecer! Deslocamento Budapeste – Bratislava: Ônibus Regiojet Como já comentei anteriormente, comprei o ticket pela internet antes da viagem, no cartão de crédito (11,90 EUR). Quem prefere ter mais flexibilidade, dá pra comprar com pouca antecedência também, mas talvez os preços subam. Sai do hostel com as malas e fui a pé até a estação de tram Deák Ferenc (5 min). Lá comprei o ticket na máquina (350 HUF) e fui procurar pelo Tram 49. Lá estava ele parado, aguardando para partir em breve. Entrei com facilidade, e como não estava lotado foi fácil sentar e ficar segurando a mala por perto. Fui acompanhando o percurso pelo Google Maps e desci no ponto “Kelenföld vasútállomás M”. O tram parou um pouco antes do ponto, não tinha nada quando desci. Andei um pouco e encontrei um lugar aberto, parecia uma casa de loterias, sei lá. Entrei e perguntei se sabiam onde era o ponto da Regiojet, e a mulher me indicou a direção com a mão (falando pouco inglês). Fui naquela direção e vi uma lanchonete. Entrei pra comprar água pra viagem e vi que a dona não falava NADA de inglês. Do lado de fora haviam algumas pessoas com malas, parecendo turistas, então perguntei se estavam esperando o ônibus da Regiojet, e eles estavam. Também tinham dúvidas de onde exatamente deveriam esperar e disseram que ninguém ali conseguia dar informações. Em frente a essa lachonete havia uma área grande, com vários ônibus estacionados (nenhum da Regiojet), e alguns motoristas andando entre eles. Fui até lá para descobrir onde esperar o ônibus, e novamente ninguém falava inglês... ai que nervoso!!! Andei entre os ônibus e encontrei umas “plataformas” ou pontos de ônibus, com banquinho e tal. Perguntei pra mais uma galera e eles estavam esperando o mesmo ônibus, então voltei na lanchonete e avisei o pessoal que deveríamos aguardar lá no ponto. Enfim, o ônibus chegou no horário, um funcionário desceu falando um pouco de inglês e começaram a guardar as malas no bagageiro, além de entregar uma etiqueta correspondente ao número da bagagem (da mesma forma que acontece nos ônibus no Brasil, pelo menos aqui em São Paulo). Embarquei no ônibus e sentei no lugar que estava marcado na minha passagem. Só de lá de dentro consegui reparar que o ponto estava indicado como A3, idenficação que estava no meu ticket e eu não havia encontrado até então – veja a seta vermelha na foto abaixo: Sei que o texto ficou grande, mas queria mostrar que não foi tão simples encontrar o lugar de onde partem os ônibus ou encontrar informações suficientes, então nesse tipo de deslocamento, tentem chegar com um tempo confortável de antecedência para evitar aborrecimentos. O ônibus era novo, bons assentos, com tv em todos os assentos. O funcionário deu várias informações em várias línguas lá daqueles cantos, e bem pouco em inglês. Ele passou em todos os assentos oferecendo café, capuccino e alguma outra bebida que agora não me lembro, tudo de graça. Pedi capuccino e pouco tempo depois ele trouxe as bebidas para cada pessoa que havia solicitado. A viagem foi tranquila e em 2:30 horas estava na Bratislava, o próximo destino da viagem. Foto do interior do ônibus: Em breve, Bratislava...
  27. 1 ponto
    Não mexeria em Amsterdam. Da para você aproveitar 03 dias na cidade e fazer 01 dia bate e volta para Rotterdam (Eu preferia Haia - Den Haag, na verdade - Haia não existe nos países Baixos kkk) e 01 dia usar para conhecer alguma cidade na Bélgica - Antuérpia eu indicaria. Se fizer questão de outra cidade da Bélgica, tiraria um dia de Paris. Sabendo que apesar do custo para se manter em Amsterdam seja menor que Paris, a hospedagem em Amsterdam é bem cara.
  28. 1 ponto
    Bah, ja deixei de ficar nesse hostel justamente por isso, hostel me pareceu legal demais, louco pra ficar, porem era verão e tava movimentado, ali na frente tinha uns 3 lugares só. Os caras do hostel me falaram que dava pra deixar ali no morro mais pra trás, porém disse que a polícia já havia multado algumas pessoas por isso... Em floripa, se não tiver lugar da pra deixar na rua mesmo, se não for em um lugar movimentado e que tenha lugar na frente, sem problema.
  29. 1 ponto
    Olá, sou de Brasília e procuro companhia para viajar. Me add no grupo 61993075538
  30. 1 ponto
    Brother, já fiz uma viagem pra Floripa de carro e fiquei hospedado no Sunset Backpackers, é um local muito bom, próximo à Lagoa, Praia Mole, Joaquina... Lá nao tinha garagem e deixei o carro na porta do hostel. Além de mim outras pessoas também faziam o mesmo. Caso opte por fazer isso a dica é nao deixar nada de valor em cima do banco para nao chamar a atençao de algum malandro.
  31. 1 ponto
    Bom dia, @Jonatas Elias Difícil dizer para o seu caso, pois depende de suas preferências. Eu faria a visita conjugada com o Vale do Loire, se for a primeira vez que vai à França. Mais uma vez, difícil de dizer para o seu caso. Se nunca foi, é viável. Bon voyage!
  32. 1 ponto
    @Felipe Ramalho existe uma rede social, chamada WorldPackers ela faz toda a interação entre anfitrião e voluntário. Com isso vc trabalha voluntariamente em troca de acomodação e refeição, alguns anfritões dão outras regalias tb.
  33. 1 ponto
    Para planejar sua viagem, primeiro você precisa ter em mente qual estilo de viagem você quer fazer. Se quer gastar muito, se quer uma viagem mais econômica, se vai praticar todos os esportes radicais possíveis ou não. Há diversas atividades para todos os gostos a serem praticadas como pular de bungee jump, andar por várias horas e até mesmo por dias, passeios de cavalo, quadriciclo. Tudo depende da sua disponibilidade de tempo, dinheiro e disposição.rs Procuramos não gastar muito, claro, mas também prezamos pela nossa segurança e bem-estar. Sei que se andarmos por 4 horas seguidas, chegaremos esgotados e não conseguiremos aproveitar tanto quanto se estivéssemos “descansados”. Enfim, então planeje bem para não fazer uma economia que vai fazer você gastar com sua saúde depois. Também preferimos fazer tudo que foi possível com antecedência, para evitar desespero e ter o risco de não conseguirmos fazer algo que havíamos planejado. Mas agora, vamos ao que interessa. Melhor época: Na estação da seca que vai de maio a outubro. Perguntei aos guias que me informaram que mesmo na estação das chuvas os passeios são realizados, porém imagino que você não vá querer fazer seus passeios embaixo d’água. Em nosso último dia, pegamos uma chuvinha que permaneceu durante todo o dia e o guia informou que chuva nesta época é completamente atípica. Então, vá preparado para tudo. Passagem aérea: Compramos nossas passagens pela Avianca Internacional por R$ 1206,00 ida e volta por pessoa. Você pode pesquisar em buscadores de voos e comparar valores de outras companhias aéreas. Ingresso de Machu Picchu: Para entrar no Centro Arqueológico de Machu Picchu, você precisa comprar o ingresso em http://www.machupicchu.gob.pe/ e será necessário ter um cartão visa internacional. Você deverá escolher o período em que fará a visita 1º ou 2º turno e se você vai subir também a montanha Waynapicchu (Huayna Picchu). As diferença dos ingressos para Machu Picchu são: > Ingresso Machu Picchu Individual: Entrada para Machu Picchu que pode ser usada quantas vezes desejar na data indicada, respeitando os horários de entrada e saída de acordo com cada turno. > Ingresso Machu Picchu + Huayna Picchu: Entradas para Machu Picchu e Montanha Huayna Picchu. >Ingresso Machu Picchu + Montanha: Acesso às ruínas de Machu Picchu e a Montanha Machu Picchu , localizada em frente a Montanha Huayna Picchu . > Ingresso Machu Picchu + Museu:Ingressos para Machu Picchu e Museo do Sitio Manuel Chavez Ballon. Caso queira verificar a disponibilidade de cada um deles é só verificar na aba “Consultas”, pois a quantidade de ingressos é limitada. Se você não for em alta temporada ou em datas comemorativas, creio que não há necessidade de comprar com tanta antecedência. Disponibilidade Machu Picchu – 2500 pessoas/dia. Disponibilidade Machu Picchu + Huayna Picchu Grupo 1– 200 pessoas/dia. Disponibilidade Machu Picchu + Huayna Picchu Grupo 2– 200 pessoas/dia. Disponibilidade Machu Picchu + Montanha– 800 pessoas/dia. Comprando o ingresso passo a passo: Na aba “Reservas” você escolherá seu ingresso e a data de visita. Logo abrirá a página com a disponibilidade de ingressos e as opções : Selecione “Adulto” e especifique a quantidade de visitantes. A entrada individual custa 152 soles. Menores de 18 anos pagam como estudantes. Clique em “Paso 2” e preencha seu nome e apellido (sobrenome) , país e o número de seu passaporte ou Identidade. Clique em “Paso 3” para concluir a reserva adicionando um endereço de e-mail. Será gerado um código de reserva. Com este código , você clicará na aba “Pagos” para concluir o pagamento além dos 152 soles será cobrada uma taxa de gastos administrativos de 6.13 soles, totalizando 158,13 soles. Site para a compra do ingresso de Machu Picchu É estudante? De 8 a 17 anos – é necessário apresentar o passaporte ou Identidade originais. De 18 a 25 anos: Com a carteira de estudante original emitida pela Universidade até os 25 anos, em material PVC contendo : informação da universidade, informação pessoal do estudante, foto e data de vigência maior de um ano com relação a data de visita a Machupicchu. Existem 3 formas para adquirir o boleto Escolar e Estudante: Através de uma agência de viagens autorizada, a lista pode ser encontrada em machupicchu.gob.pe, através da aba CONSULTAS e na parte inferior encontrará a opção “agências”. Em CUSCO nos escritórios na calle Garcilaso s/n – Museo Histórico Regional e na calle Maruri 340 de segunda a sábado de 07:00 a 19:30 hrs , em Aguas Calientes no Centro Cultural, todos os dias de 05:30 a 20:30 hrs. Passagem de trem: Para se chegar a Águas Calientes, Machu Picchu Pueblo, você pode ir de van para fazer o caminho da Hidrelétrica e ir andando bastante, passeios contratados ou o mais comum que é através do trem. Há duas empresas que fazem o transporte: a Inca Rail https://incarail.com/pt/ e a Peru Rail https://www.perurail.com/. Tem vagões para todos os gostos e bolsos. Preferimos a passagem mais barata para a época (maio/junho de 2018) e com um horário que melhor se encaixasse em nosso roteiro para ir e voltar de Águas Calientes e a escolhida foi a Peru Rail. Como fiz o passeio do Valle Sagrado e fiquei em Ollantaytambo, que terminaria por volta das 16h, comprei a passagem da estação de Ollantaytambo para Águas Calientes (Machu Picchu) com saída às 19:04 por $65 dólares e a volta às 15:20 saindo da Estação de Águas Calientes (Machu Picchu) a Poroy. De Poroy é necessário pegar um táxi na saída da estação. Não esqueça de negociar o valor da corrida. Para subir até Machu Picchu, você pega um ônibus que custa 24 dólares (ida e volta) ou se tiver disposição pode subir andando em meio a poeira dos ônibus mais o fator altitude. Trem da Peru Rail Acomodação : Acabamos optando pelo Ecopackers Hostels, na unidade de Cusco e na de Machu Picchu também. A localização dele é perfeita, na Calle Santa Teresa, próximo a Plaza Recocijo, porém o café da manhã é bem básico, básico mesmo. Reservei a acomodação privativa para o 1º dia na de Cusco, 2º dia em Machu Picchu, 3º e 4º em Cusco. Ao chegar no primeiro dia em Cusco, minha reserva não constava no sistema. Acabei ficando a primeira noite em um quarto coletivo, que por sorte não tinha mais ninguém. Então, se optar pelo Ecopackers, entre em contato antes para confirmar a sua reserva. Em compensação, o hostel tem um restaurante e bar com preços super justos, além de terem sempre algum evento acontecendo, como dose dupla para assistir os jogos da Copa do Mundo, churrasco e outros. Ecopackers Hostel Cusco Boleto Turístico de Cusco: Separe o dia que você chegar para comprá-lo na Municipalidad de Cusco na Avenida El Sol ou em qualquer um dos pontos turísticos incluídos no boleto. Não é possível sua compra pela Internet. Você precisará dele para visitar sítios arqueológicos como Pisaq, Moray , Ollantaytambo entre outros. Você pode optar pelo Boleto Turístico General, por 130 soles, com validade de 10 dias e inclui 3 circuitos ou o Parcial, 70 soles, com até 2 dias de validade. Valores Boleto Turístico Boleto Turístico General Boleto Turístico General Câmbio: Em viagens pela América do Sul, particularmente, prefiro sempre levar reais. O dólar está subindo sem parar, além de ter que pagar a taxa de câmbio aqui e depois trocar o dólar novamente em outra moeda, pagando novamente a taxa de câmbio. Se você já tiver dólares em casa, ok. Em Cusco, o valor da cotação no período que fomos estava 1 real= 0,80 soles, mesmo valor no aeroporto e nas casas de câmbio. Você encontrará casas de câmbio por toda Avenida El Sol, em frente a Plaza de Armas, uma ao lado da outra. Também é bom levar um cartão de crédito internacional em casos de emergências (lembre-se de habilitá-lo para uso no exterior). Passeios: Depois de muito pesquisar, escolhemos fazer além de Machu Picchu, passeios ao Valle Sagrado, Moray e Maras e o city tour que visita sítios arqueológicos próximos a Cusco. Há também diversos outros como a Montanha Colorida, Laguna Humantay (queríamos muito ter ido) e a Trilha Inka que dura 4 dias e 3 noites. Deixamos para comprar esses passeios em Cusco, pois há várias empresas com preços diferentes e é possível conseguir descontos também. Certificado de Vacinação: O certificado de vacinação da febre amarela NÃO é exigido. Porém é sempre bom estar com suas vacinas em dia. Extras: Compras de artesanato/ lembrancinhas: É impossível resistir às toucas, mantas, xales, cachecóis típicos da cultura peruana. Você encontrará em quase todas as esquinas lojas vendendo esses produtos e até mesmo pessoas nas ruas os oferecendo. Porém, até quando você pensa que um produto está barato, ele pode ficar mais ainda. Nossa dica é o Centro de Artesanato Cusco na Avenida El Sol com a Avenida Tullumayo, em frente a uma praça com um lindo chafariz – Paccha de Pumaqchupan. E mais uma vez: negocie! Centro Artesanal Cusco Gastos totais por pessoa: O que? Em dólares Em soles Reais (1=0.80 soles) Passagem Aérea R$ 1206,00 Acomodação (2 pessoas) U$ 240 R$ 930 / 2 = 465 Táxi Aeroporto – Hostel* S/.20 R$ 25 Trem – Ollanta – MP U$ 65 R$ 253 Trem MP- Poroy U$ 65 R$ 253 Ônibus MP (ida e volta) U$ 24 R$ 93 Táxi Poroy – Hostel * S/.20 R$ 25 Guia Machu Picchu (120/4 pax) S/.30 R$ 37,50 Ingresso de Machu Picchu S/.158.13 R$ 197 Boleto Turístico General -10 dias S/.130 R$ 162,50 Passeio Vale Sagrado S/. 60 R$ 75 Passeio Maras e Moray S/. 40 R$ 50 Entrada Salineiras de Maras S/.10 R$ 12,50 Alimentação (aproximado) S/.150 R$ 187,50 Taxi Hostel – Aeroporto* S/.10 R$ 12,50 Total: R$ 3074,50 Obs1.: As conversões são aproximadas e baseadas no câmbio entre os dias 30/05 a 03/06/2018. Para saber valores atuais consulte a cotação do dia. Obs2.: Fomos bem econômicos em relação a alimentação, ou seja, se você fizer questão de almoçar e jantar bem todos os dias, certamente gastará bem mais que o valor que apresentamos. Obs3.: Em Cusco tudo é negociável. Desde o táxi do aeroporto até a compra de lembrancinhas. Então, não sinta-se envergonhado pois é uma questão cultural. ** Algumas pessoas conseguem valores mais baratos na corrida de táxi do aeroporto para a Plaza de Armas indo para a rua e negociando com taxistas fora do aeroporto. Particularmente, estávamos cansados da viagem e achamos mais conveniente pegar os que ficam brigando por passageiros no aeroporto mesmo. Mesmo assim, negocie. Gostou das dicas? Qualquer dúvida só perguntar aqui nos comentários. Nos próximos posts (aos domingos) falaremos sobre a visita guiada a Machu Picchu, Vale Sagrado e o City Tour em Cusco. Siga nosso blog e redes sociais para ser sempre avisado e não perder nenhuma novidade. Até a próxima, viajantes! XOXO Confira nosso post sobre o passeio em Moray e Salineiras de Maras Aqui ! Inscreva-se no blog para receber avisos dos novos posts, no Instagram @astrolabio.trip , na página no Facebook Astrolábio Trip e no Canal do Youtube Astrolábio Trip. Vai viajar, gosta de descontos e ainda não escolheu onde se hospedar? Clique em nossos links para ganhar descontos em suas próximas hospedagens: R$50,00 no site Booking.com https://booking.com/s/de37448f e R$ 130,00 no AIRBNB http://www.airbnb.com.br/c/priscilab1086 .
  34. 1 ponto
    Olá, também estou querendo fazer uma trip pelo nordeste. Sou do RJ. Você quer conhecer quais cidades? 25 dias dá para conhecer todo o litoral do Nordeste. rsrsrs Eu pretendo ir em Novembro 20 dias. Tenho algumas ideias! Posso te ajudar.
  35. 1 ponto
    Olá Evertton, tudo bem? Sugiro as praias de Portugal, são lindas!!! Tenho uns posts no meu blog, caso queira dar uma olhada... http://mochilamundoafora.com.br/2018/02/lagos-tesouro-do-algarve/#more-1428 Boa viagem!
  36. 1 ponto
    Tailândia. Praias: Koh Phi Phi, Koh Paghan. Bares e baladas: toda orla da praia, Chiang Mai, Bangkok.
  37. 1 ponto
    Desculpa a demora Marcia, só vi sua msg agora. Não contratei seguro. O único problema que tive durante a expedição foram os roubos dos nossos alimentos durante os acampamentos. Nos últimos dias da trip quase ficamos sem comida.
  38. 1 ponto
    O anorak é para proteger da chuva e do vento, ele é uma camada simples de nylon, alguns com um forro para dar mais conforto, mas não esquentam muito. A função deles é te deixar seco e protegido do vento, que tira muito calor. O que vai esquentar é o que está por baixo. Sobre as calças, a grande vantagem da calça impermeável é você não molhar a bota "por dentro". Mesmo com bota impermeável, numa chuva com calças não impermeáveis molhamos as meias pela água que escorre pelas pernas, e consequentemente as botas. Elas são mais desconfortáveis para caminhar, mas mantém os pés secos. As boas calças de trekking secam muito rápido, o que é uma vantagem.
  39. 1 ponto
    Oi Bruna! Os do CONAF não, quando a página voltou ao normal descobri que estavam esgotados há tempos. Mas consegui reprogramar o trekking e substituí-los pelos acampamentos da Fantastico Sur e Vertice. Obrigada pela atenção! Bjs!!
  40. 1 ponto
    Boa tarde! Vocês conseguiram reservar os acamapamentos do CONAF (Paso e Italiano) pelo site do parque? Quando clico no campo para efetuar a reserva retorna uma página de erro. Sabem se há outra forma de fazer essa reserva? Obrigada!
  41. 1 ponto
    As duas mochilas são completamente diferentes. A Escape é um misto de mochila de viagem e de trekking. Ela não tem abertura frontal, porque abre 260°, como uma mala. Possui um material bem superior a da Forclaz. O sistema de ajuste também é diferente. Enquanto a Forclaz possui costado e ajustes comuns, a Escape possui ajuste easyfit, que se adapta melhor ao corpo, sem precisar acertar no ajuste do costado. Tenho uma Escape e fiz um review dela http://umasulamericana.com/escape-50l-quechua-mochila-feminina/. Conheço a Forclaz, porque meu marido tinha uma antes de ficar com a minha Deuter Transit.
  42. 1 ponto
    Obrigado!!! Tentei fazer um relato, da forma que eu teria curiosidades de pesquisar com relação a valores. Em janeiro, sairá outro se tudo der certo. Valeuuu
  43. 1 ponto
    Reta final Deixamos então o acampamento base, rumo ao camp 2 (Nido de Cóndores). Era dia 27 de dezembro. Dormiríamos uma noite lá, e no dia 28 subiríamos para o camp 3 (Cólera) para iniciar o ataque ao cume na madrugada de 28 para 29. Começamos por volta de 12:30 hs. Pode parecer estranho começar os trajetos tarde assim... mas apesar do dia clarear cedo (umas 06:30), o sol só surgia por cima da crista do Gigante depois das 09:00... e batia na nossa barraca umas 10:00. Era difícil sair da barraca antes disso, ou até sair de dentro do saco de dormir. Depois, demorava bastante até hidratar, comer, preparar todas as coisas e partir. Como sempre, seguimos cada um no seu ritmo, respeitando os efeitos da altitude em cada um. Zaney foi apressado à frente, dizendo que queria chegar logo (parece ter 3 pulmões!! rs) e Andre e Philipp seguiam mais ou menos próximos. Já no meio do caminho entre Mulas e Plaza Canadá, eu havia ficado pra trás. Estava achando mais difícil de respirar nesse dia, e sentindo muito o peso da mochila fazendo forçar mais os pulmões. Cheguei a Canadá com bastante dificuldade. Já era mais da metade do caminho, mas sabia que a segunda parte era mais puxada pela altitude e cansaço. Philipp estava lá esperando por mim há quase meia hora. Andre tinha seguido pouco antes. Descansei por uns 5 minutos e Philipp trocou de mochila comigo por um tempo sem me deixar discutir . A dele estava mais leve porque não estava levando comida, fogareiro e outros itens, que já estavam em Nido. Nesse momento eu já estava completamente ofegante. Respirando muito pela boca por causa do nariz imprestável, estava sentindo como se estivesse com um soluço preso que não me deixava encher os pulmões. Acho que engoli ar ou algo assim. Isso somado à altitude me causou um belo de um sofrimento. O restante do caminho (mais umas 3 hs) foi agonizante. Parar pra descansar não fazia diferença, continuava sem conseguir encher os pulmões. Percebi o Philipp ficando preocupado, e eu repetia que não era nada sério, eu só tinha respirado errado. Mas aos poucos comecei a ficar preocupada também. Aquilo podia ser um início de edema pulmonar? As três coisas que eu me lembrava de ler sobre HAPE eram: 1) tosse seca; 2) falta de ar mesmo em repouso, com sensação de estar se afogando; 3) a sensação piora ao se deitar. Mas independente de qualquer coisa, não adiantava parar. Faltava pouca altitude pra vencer até o camp 2 e a escolha óbvia era seguir. Philipp começou a sentir dor no estômago e ficou mais lento também. Destrocamos as mochilas e seguimos, bem devagar. Não estávamos num bom momento. Pra mim foi o pior dia, porque foi o dia em que senti medo. Medo de estar com um problema sério, medo de não melhorar e ter que abortar a subida no dia seguinte, medo de sentir isso de novo nos próximos dias... Passamos por um grupo grande, a expedição dos iranianos, todos exaustos, o guia se esforçando para fazê-los continuar se movendo. Finalmente nos aproximando do acampamento, pegamos um atalho pra onde estavam as barracas e escorreguei na neve caindo de costas no chão, mas a dorzinha foi pequena perto do alívio de chegar. E agora, descansar? Não. Pegar neve, derreter neve, hidratar, pegar mais neve, derreter mais neve pra cozinhar. E nisso escureceu. Mais um pôr do sol fantástico às quase 22:00, mas esse eu não saí pra olhar. Estava na barraca tentando voltar a respirar normalmente, enquanto o Andre repetia que pela manhã eu iria até os guarda-parques pra tentar contato com os médicos do acampamento base e ter certeza se eu podia continuar subindo. E eu dizia que tinha certeza que de manhã estaria bem. Prometi que estaria. Nessa noite dormimos eu, Andre e Zaney na nossa barraca, e o Philipp na dele que já estava em Nido. Andre deixou a sua em Plaza de Mulas. Zaney, desde que chegou ao acampamento, estava deitado na barraca quieto. Só falou que estava cansado demais. Não bebeu nada nem queria comer . Enquanto eu segurava o fogareiro, Andre ia colocando mais neve dentro. Era o último litro e em seguida íamos fazer uma sopa. De repente eu precisava fazer xixi, e não era um bom momento... lá fora nevando muito, ali dentro sem espaço com as nossas coisas desorganizadas, o Zaney deitado e eu e Andre expremidos pra dar espaço ao fogareiro aceso cheio de neve. Uma novidade pra mim nessa expedição foi como eu não conseguia segurar xixi. Era desesperador (agooora é engraçado). E com a dificuldade que eu estava pra respirar, qualquer movimento era exaustivo, a ponto de precisar descansar pelo esforço de mudar de posição na barraca. Entreguei o fogareiro para o Andre e pedi um pouco de espaço, peguei rapidamente a garrafa do xixi e o funil e fiz. Mas na agitação desse processo, senti um calor forte na nuca e na cabeça e uma dor repentina em toda a cabeça e lembro de dizer: “Agora eu estou mal”. Andre já foi afastando as coisas ao meu redor e me dizendo pra deitar. Fiquei bem assustada, passando pela cabeça várias coisas. Definitivamente não era meu melhor dia. Deu vontade de chorar. Uma sensação de frustração e desespero por causa do medo da possibilidade de não poder continuar a subida. Era mais isso do que qualquer pensamento sobre as consequências de algum problema sério de Mal da Altitude. Deitada, tentando me acalmar e respirar tranquilamente, repeti que estaria bem na manhã seguinte, mas já não falei com tanta certeza, e completei que se não estivesse bem desceria sozinha pra Plaza de Mulas de manhã. Enquanto isso Andre estava terminando de fazer a sopa e já avisando que eu tinha que comer. Eu não queria me mexer, mas me sentei e segurei a panelinha enquanto ele despejava a janta pra mim. Comi. E aos poucos, apesar de ainda com dor de cabeça, voltei a ter certeza que depois de dormir estaria bem... E em seguida descobrimos que tínhamos outro problema, que no fim das contas veio a ser mais sério. Zaney disse que seus olhos estavam doendo e que não estava enxergando direito. Quando se virou e abriu os olhos, vimos que estavam muito vermelhos. Ele explicou que ficou um tempo sem os óculos durante a subida . Isso é muito perigoso, porque o trajeto estava completamente coberto de neve, e o sol o dia todo refletindo pra todos os lados. O risco de “cegueira de neve” ou “cegueira de altitude” é altíssimo. Como ele tinha subido sozinho à nossa frente, nenhum de nós estava por perto pra lembrá-lo de recolocar os óculos e, pelo mesmo motivo, não sabemos quanto tempo ele ficou sem, e ele também não se lembra bem. Naquela altitude, em um dia limpo e chão coberto de neve, a claridade e brilho da luz ao redor chega a ser quinze vezes maior que o considerado seguro para nossos olhos. Como não tinha nada que pudéssemos fazer àquela hora, decidimos dormir, e pela manhã analisaríamos a situação. Definitivamente não estava sendo uma noite fácil pro Andre também, dividindo a barraca com duas pessoas em situações no mínimo preocupantes pra quem pretendia seguir subindo rumo ao cume do Aconcágua na manhã seguinte. Fiquei em dúvida se tomava um remédio pra dor de cabeça ou se era melhor não mascarar os sintomas... Acabei tomando pois não conseguiria dormir. A noite foi de sono leve, a sensação era de estar acordada o tempo todo. Zaney com dor, se mexendo o tempo todo, não estava dormindo também. Ele disse que a dor estava só piorando. Como nos explicaram depois, quando se queima os olhos, é como queimadura de pele, na hora não dói, e depois vai piorando gradativamente. Dei a ele um analgésico/anti-inflamatório pra ver se o ajudava a dormir, mas ele preferiu não tomar. Andre acordava de tempos em tempos perguntando se eu estava bem. Acho que ele pensou que eu estava tendo algum tipo de edema. Confesso que também cogitei. Mas a noite foi passando e finalmente peguei no sono por algumas horas. Acordei com um pingo de condensação derretida caindo na minha cara. Sentei calada fazendo um rápido autodiagnóstico. “How are you feeling?”. Perguntou Andre. “Great!”, respondi, apesar de ainda não ter certeza. “Really?”. “Yes”. “Good. Just as you said you would be... It’s good that you know yourself”. E então voltamos nossas preocupações ao Zaney. Ele disse que a dor estava um pouco melhor, mas estava enxergando mais embaçado. Andre foi checar a previsão do tempo e os guarda-parques perguntaram como estávamos. Ao ouvir sobre o Zaney, um deles desceu preocupado até nossa barraca, já com umas gases molhadas para colocar sobre os olhos dele e disse que a orientação deles era que ele descesse. Se decidisse subir, seria por sua conta e risco. E aí começou outro momento de decisões difíceis. Ele não poderia descer sozinho sem enxergar direito. Eu teria que abandonar a subida e descer com ele. Mas primeiro ele precisava decidir o que queria fazer. A decisão era difícil e era totalmente dele. E nisso se passaram mais duas horas. Fui me preparando pra sair, ainda sem saber qual o destino. Quando Zaney finalmente decidiu que iria descer, avisei ao Andre que eu desceria com ele. Mas ele disse que isso não fazia sentido, que eu não precisava descer. Subiu novamente aos guarda-parques e perguntou se havia porters que podiam acompanhá-lo até Plaza de Mulas. E havia. Dois porters tinham subido levando equipamentos ao camp 3 e desceriam na próxima hora, podendo acompanhar Zaney sem problemas. Com isso, Andre salvou minha chance de tentar o cume . Os guarda-parques ainda falaram que o Zaney podia esperar na tenda deles, pra ficarem acompanhando a situação dos olhos dele. Depois desceria com os porters e seria avaliado pela médica em Plaza de Mulas, para saber se nos aguardaria lá ou se seria evacuado de helicóptero. E assim ficou decidido que eu continuaria subindo com Andre e Philipp, agora sem mais ninguém do meu grupo brasileiro...
  44. 1 ponto
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  45. 1 ponto
    Recebi um e-mail de um amigo que mora em Lisboa, estou colando aqui parte do mesmo 1.º - transportes públicos: trem + bus Lisboa Baixa Pombalina : - Rossio + Sé de Lisboa + Igreja Santo António + Castelo de S.Jorge ( tudo perto), etc Belém: - Bus para Belém, do rossio, ou electrico( muito bom) desde a Praça da Figueira: Museu dos Coches + Palácio da ajuda + Palácio Presidencial + Jerónimos + Torre de Belém + Monumento aos Descobrimentos + Planetário + Museu da arqueologia + centro Cultural de belém e não falhar comer um pastel de nata de Belém (é obrigatório). Ninguem consegue comer só um. - Parque das Nações: Toda a zona e Oceanário o maior da Europa (muito bonito) Cascais: - Trem desde a Estação do Cais Sodré (200 metros do Rossio). Se quiser pode de Cascais apanhar bus para Sintra e no fim de Sintra regressar a Lisboa de trem, desembarca no Rossio. - Sintra Apanhar trem na Estação do rossio Palácio da Pena, Quinta da Regaleira, Seteais, Centro Olga Cadaval, Palácio da Vila O trem que sai do Cais Sodré (Lisboa) passa por Estoril (tem estação frente ao casino) e termina em Sintra. Depois de Cascais tem uma estrada directa a Sintra (talvez 15 a 20 kms). SE forem dois a pagar transportes e tudo tem de ver se não é preferivel alugar carro. Se alugasse carro você poderia começar cedo em sintra (ver interiores dos Palácios) porque a beleza de Cascais e Estoril é exterior). AM - Mafra (a uns kilometros de Sintra) Convento de Mafra Fátima: Pode tomar bus em Lisboa (talvez possa ver o magnífico Mosteiro da Batalha) até Fátima. Pode ver Catedral velha e Catedral nova, Casa dos pastorinhos, etc.
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