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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 13-08-2018 em todas áreas

  1. 4 pontos
    Oi pessoal, Fui sozinha para a Islândia no inverno de 2016 e passei para explicar como eu montei a minha viagem, e dizer que dá sim para realizar o sonho e ver as luzes do norte. Abaixo, tudo o que eu aprendi, e coisas que eu tive que descobrir por lá que vão ajudar muito no seu planejamento. 1. Passagens , moeda e Hostel Não existem vôos diretos para a Islândia, você vai ter que fazer ao menos uma escala. Eu uso muito o edreams e o google vôos para compor vôos baratos para a Europa. Compro na terça-feira de madrugada, normalmente, e comparo o preço direto no site da operadora. Caso tenha algum amigo/parente que possa pesquisar para você com um IP de fora do país, provavelmente conseguirá preços melhores. Para a Islândia, eu encontrei um vôo barato até Londres pela british airways, e de lá usei um vôo da Iceland Air até Reykjavik (que me custou em torno de EUR52, com a bagagem). Você pode comprar também um vôo da empresa Wow, que tem preços bons. O que eu faço é achar uma promoção até alguma capital, e vou me locomovendo por lá. Troquei euros por coroas no aeroporto, a cotação não foi das melhores, mas você não encontrará muitas casas de câmbio espalhadas pelo país. Peguei um ônibus (empresa Grey Line) do aeroporto até o centro, com parada na Lagoa Azul inclusa no itinerário (lá existe uma sala para guardar as malas, por uma pequena taxa). Já tinha comprado meu ingresso da Lagoa Azul pela internet, com horário programado, e foi muito tranquilo, fiquei até o horário do último ônibus para o centro. Hospedei-me num hostel chamado Hlemmur Square, muito bem localizado numa das ruas principais (fui atendida inclusive por um brasileiro!). O lugar me custou uma média de U$38 por noite nos quartos coletivos (dormitório misto). Era simples e muito bem organizado, mas a higiene dos banheiros e da copa era questionável. Deu para fazer muitos amigos, ir com grupos aos pubs, e comer razoavelmente bem. Tem um supermercado bem em frente, com opções de lanches para café da manhã e um outro mais barato, descendo a rua. Como fiz passeios de múltiplos dias, intercalei os passeios da agência (com hospedagem inclusa) com noites no hostel, para não pesar no orçamento. Ao final, falarei mais sobre os passeios. 2. Luzes do norte Para ver as luzes, você precisa ir para a Islândia de setembro a fevereiro. Parece-me que as estações estão um pouco atrasadas, porque esse ano deu para ver as luzes até no início de março. Eu escolhi novembro, e depois de várias noites tentando, consegui ver as luzes no final da minha viagem. Os islandeses têm instrumentos de medição que permitem saber mais ou menos se será possível ver a aurora, mas é tudo bem incerto. O clima lá muda muito rápido, e você precisa de um céu limpo para ver as luzes. As medições vão de 0 a 9 (com 2 ou 3 você já tem chances de ver, 0 sendo nada de visibilidade e 9 sendo o fim do universo como o conhecemos). As luzes podem durar 5min, como podem durar horas. No ano que eu fui, teve uma medição em 7 que aconteceu no final de setembro, na qual a cidade toda apagou as luzes, num evento muito bonito, justamente para que a aurora pudesse ser vista na cidade. Acredito que o nível 7 aconteceu só 3 vezes nos últimos 10 anos. Na prática, você terá que sair da cidade para um local afastado (uns 40min) sempre que houver chances, e esperar algumas horas olhando para o céu, no frio e no vento. Normalmente as luzes são visíveis das 22h às 0h e depois umas 4h ou 5h da manhã. O vento judia, falarei das roupas necessárias logo mais. No final da minha viagem, depois de até ter recitado as poesias dos elfos, quando menos esperava (e cedo, umas 9:30h), eu vi luzes lindíssimas bem próximo de Reykjavik, nível 5 (isso significa que eu tive muita sorte), e tudo durou cerca de uma hora. As minhas tentativas na costa Sul e na peninsula foram frustradas. O que eu oriento aos mochileiros é: fiquem mais noites. Economizem na hospedagem, e tentem ficar mais noites em Reykjavik ou em outro lugar. Auroras grandes acontecem duas ou três vezes no mês, em regra... às vezes em dias seguidos. É como procurar por um arco-íris... eles aparecem quando não se espera muito. Você se sente um idiota sentado no relento por horas olhando para o céu até que, quando já está perdendo as esperanças, acontece. Quem fica poucos dias corre o risco de sair de lá muito triste. Vai da sorte, é um fenômeno da natureza. E aos fotógrafos, aviso: é difícil pra caramba de fotografar com a câmera profissional. Tem que ser tudo no manual, os sensores da minha nikon não reconheceram nada, e a bateria congelava rapidinho (10-15min), tem que levar duas e ir trocando. Operar o tripé com muito vento e as funções com aquela luva grossa é muito complicado. Pratique fotografar estrelas com o foco no infinito antes de ir. Você pode acompanhar a previsão das luzes nesse site (http://en.vedur.is/weather/forecasts/aurora/), mas não se engane: o branco significa céu limpo, e o verde significa céu nublado. Por quê raios eles pintam de verde e não de cinza até hoje eu não entendi. 3. Roupas. Sobre as roupas adequadas, são dois os segredos: material impermeável e camadas. 3 camadas, precisamente: a primeira vai ser a térmica, direto na pele, a segunda vai ser a lã ou o 100% poliéster, para esquentar, e a terceira tem que ser impermeável e corta vento (plástico!). Sobre a lã, não serve a daqui, a ovelha brasileira passa calor, é diferente da ovelha de lá. Opte pelo poliéster que não tem erro, quanto maior a gramatura, mais quentinho você fica. O impermeável de fora é indispensável em tudo, incluindo as luvas. A neve bate de lado, e gruda. E não precisa gastar uma fortuna em casaco da north face, você encontra tudo numa decatlhon qualquer. O calçado precisa ser uma bota de trekking, tipo timberland ou bull terrier, mas opte por uma com pele de carneiro na parte interna, solado de borracha bem grosso, e inteira impermeável. Se seu pé molhar amigo, você estará em apuros. A calça deve ser aquela tipo "dupla camada", quente por dentro e impermeável por fora, com opções de botões ou cordinha embaixo, para vedar sobre o sapato. Não adianta levar touca de lã, o vento passa pelos buraquinhos... Se for usar tem que colocar a touca do casaco por cima. Para quem é muito friorento, procure na internet um negócio que chama "warm patch": você coloca por dentro do sapato ou da luva e ele te esquenta por 8 a 12 horas. É descartável, mas ajuda bastante. Não pode colocar direto na pele, tem que ser entre camadas de luvas ou meias, porque você pode se queimar. Jornal dentro da bota também ajuda. No centro você pode comprar uma blusa de lã para usar por debaixo do seu casaco, próximo da igreja Hallgrímskirkja, ou Igreja de Hallgrímur, você encontra a Handknitting association of iceland, é uma loja de blusas de lã tradicionais do país. Não é muito barato, uma blusa grossa não sai por menos de U$ 250 dólares. Mas assim... depois que a temperatura baixa de zero, você passa um pouco de frio, mesmo com a roupa adequada... não tem muito jeito. Nós brasileiros não estamos acostumados, como eles. Eu cheguei a pegar -7C à noite, final de novembro. Faria de novo? Com absoluta certeza. 4. Agência ou carro? Viajar sozinha na Islândia é muito seguro, mas devido às condições climáticas, eu recomendo contratar uma agência de turismo local para atravessar o país. Você pode alugar um carro com facilidade, mas a gasolina é muito cara, e o clima muda muiiiito rápido (é assustador). Para quem está sozinho não vale a pena. Fora que não é um país muito habitado, então você anda muito sem ver ninguém pelo caminho. As estradas são ótimas, não tem radares, mas o problema é o vento, isto é, as tempestades de vento. Num dos meus dias eu fiquei presa no hotel na costa leste por conta de uma tempestade de vento, a estrada não estava em condições para voltarmos. Se eu estivesse de carro, certamente não saberia disso, e poderia facilmente sofrer uma acidente grave. O vento chega a tirar o carro da estrada, e a neve cobre rapidamente o veículo, numa situação de clima intenso. Não é a neve gente, o problema é o vento. Os islandeses tem aplicativos nos seus celulares e acompanham o clima o tempo todo. E não se engane: na Islândia existem muitos vulcões ativos, e você passa pertinho de vários deles. Os islandeses sabem onde estão pisando, você não. Existem condições especiais de seguro que você precisará contratar por conta de risco das cinzas dos vulcões. Eu pretendo voltar, e certamente contratarei a mesma agência de turismo que utilizei da outra vez, por questão de segurança. Alerto, aliás, que não é qualquer carro que te leva para qualquer lugar... pelas montanhas você tem que ter um jeep modificado e um sistema de GPS próprio/independente. Turistas que se perdem correm um sério risco de morte por conta da sua própria arrogância. Não, não dá para sair e explorar “de boa” no inverno. No golden circle e na busca das luzes à noite você roda sem maiores problemas, mas é importante acompanhar o clima e tomar muito cuidado com acidentes, porque os turistas (como eu) param no meio da estrada para fotografar. Em resumo: se for ficar perto da capital, é tranquilo alugar um carro, mas não se aventure demais: fique na estrada e siga a sinalização. E cuidado para não dirigir com sono porque ficou à noite toda acordado caçando luzes no céu. Por outro lado, se quiser atravessar o país no inverno (e visitar lugares incríveis) é melhor ir com um grupo e com um guia experiente. 5. Passeios Eu contratei a agência Extreme Iceland para fazer os passeios abaixo listados. Foi certamente a parte mais cara da minha viagem, mas valeu cada centavo. Você encontra os preços e as opções no site da empresa, de acordo com a estação do ano, e as descrições das atividades incluídas em inglês. Eu contratei e paguei tudo com antecedência, e consegui um pequeno desconto com um sujeito chamado Carlos. A empresa Grey Line também oferece passeios com um preço muito bom, principalmente na região do golden circle. - Blue Lagoon - 1 dia ou 2 dias. Absolutamente imperdível. Você pode colocar na ida e na volta do aeroporto usando a Grey Line, e deixar as malas no depósito. Basta acompanhar os horários do ônibus. - South Coast (Costa Sul) - 2 dias mas eu faria novamente em 3, passando por Skógafoss, Seljalandsfoss e a Jokulsarlon Glacier Lagoon. Você chega às cavernas de gelo no segundo dia, e depois volta para a capital. Para ir até o avião abandonado, você precisa fazer uma boa caminhada de umas 4 horas (ida e volta), e depende da agência e das condições climáticas. Eu parei também na Black Beach na ida e na volta. - Landmannalaugar - 3 dias, inclui alimentação e hospedagem. Poucas pessoas fazem, eu adorei. Você explora as montanhas, lagoas e cachoeiras num 4x4 modificado e dorme numa cabana de madeira ao lado de um vulcão. O islandês fez até churrasco de carneiro para gente, embaixo de neve forte. Tomei banho numa lagoa de água quente ao lado da cabana, em temperaturas negativas. A região é a do vulcão Hecka, é uma aventura para conhecer a cultura local, vc ouvirá falar sobre as “pessoas escondidas” que vivem nas montanhas. - Golden Circle - 1 ou 2 dias, dependendo do pacote. Você passa por Gullfoss Falls, The Great Geysir, Thingvellir (para quem gosta de game of thrones). Dá para fazer compras e parar em piscinas locais também. O Eyjafjallajökull eu vi bem de longe. - Snaefellsnes Peninsula - 2 dias, mas faria novamente em 3 dias - costa leste, lindíssimo, imperdível. Hvalfjordur, Skorradalur, Deildartunguhver, Raudfeldsgja. - Íshestar Horses: Passeios a cavalo. Eu fiz a lava tour (para iniciantes, a passo e trote) e Viking Tour (mais avançado, a galope). Como já tenho experiência, faria novamente só o viking, que é uma cavalgada de um dia inteiro pelas regiões vulcânicas próximas ao centro hípico. Tem um “Viking express” que é a mesma coisa, só que metade de um dia. Cavalguei um cavalo islandês com uma guia alemã, que falava inglês. Os cavalos islandeses são pequenos mas extremamente fortes, e com uma personalidade muito doce. Você não poderá usar as suas roupas e capacete que usou para montar outros cavalos de outros países, porque os cavalos de lá não tem resistência a doenças de outros lugares do mundo. Eles irão te fornecer um macacão e um capacete adequado. A empresa só contrata jovens mulheres para adestrar e cuidar dos cavalos, acompanhar os visitantes e fazer os passeios. Eles têm 180 cavalos, e fazem revezamento daqueles que participam das caminhadas com turistas, metade trabalha enquanto a outra metade descansa. De toda forma, você verá muitos pastos e cavalos pelo caminho. - Whale watching - passeio de metade de um dia para ver as baleias. Não é garantido, é um passeio de barco em que você tem que ir até o porto no horário agendado e pode ou não ver as baleias. Vale a pena se você tiver tempo. - Aurora bônus: o legal desses passeios da Extreme Iceland é que a agência oferece incluso o passeio à noite para ver as luzes. Um ônibus te pega no hotel e te leva para um local onde possivelmente você verá as luzes e fará bonitas fotos. Se as luzes não estiverem visíveis, a agência repete o passeio gratuitamente no dia seguinte, até que você consiga ver as almejadas luzes do norte. O motorista fica dirigindo “entre os continentes” procurando as luzes. Na América está ruim? Tudo bem, é só ir até a Europa e tentar por lá. Não se esqueça de recitar as poesias e cantar os cânticos em islandês para os elfos e gnomos locais, só eles podem “autorizar” o visitante a ver as luzes do Norte. Deixe alguns dias livres no seu roteiro para refazer algum passeio ou outro. Às vezes você não consegue apreciar um local por conta do clima, e poderá voltar no dia seguinte e tentar novamente. Os cenários não são estáticos, a natureza é extrema e tudo muda o tempo todo. As cores e a paisagem serão outras no dia seguinte. A agência se esforça para garantir uma experiência agradável aos viajantes, mas como tudo depende da natureza, nenhuma promessa é feita e algumas coisas precisarão ser adaptadas na última hora. 6. Preço Quanto eu gastei? Meu orçamento era de R$10 mil reais em 2016, e nem preciso dizer que eu estourei, um pouco. Gastei pouco mais de R$ 12, mas fiquei 18 dias, boa parte no hostel. Com o euro mais caro, eu estimo que uma viagem dessa hoje custe em torno de R$ 15mil. Tudo depende, é claro, do número de pessoas e do nível de conforto que você escolhe. Minhas impressões A Islândia é um lugar mágico, com uma cultura incrível. É, certamente, uma viagem difícil, mas muito especial. O inverno é duro, mas o sacrifício tende a ser recompensado. Espero ter ajudado Denise
  2. 2 pontos
    Olá pessoal . Estou no meu terceiro mês da minha viagem de volta ao mundo. Enquanto escrevo esse texto ( dia 26/7) me encontro em Moscou e ainda tenho 9 meses a frente. Me perdoem se avistarem erros de português, estou escrevendo com o celular e às vezes é passível de erros . Antes de começar o meu relato é importante esclarecer alguns fatos sobre os custos: 1° os 20.000 reais engloba tudo! Passagens, hospedagens, passeios etc. 2° comprei o Euro á 3.9 foi a cerca de uns 7 meses atrás e o dólar á 3.2 ( quase a mesma época ) 3° Já comprei todas as passagens áreas ( sim TODAS sem exceção) e irei entrar em detalhes dos custos das mesmas há diante . 4° o cartão de crédito que eu uso é o cartão do banco Inter que tem a cotação dólar Comercial ( não o turismo) 5° faz 2 anos que iniciei o planejamento desta viagem por isso consegui bons preços devido estar sendo procurando a melhor época em cada lugar. 6° Alguns dias que meu vôo decola cedo eu durmo no aeroporto para economizar. Mas são raros os casos . 7° não despacho mala. Estou viajando somente com uma mochila de 35 litros e acredite é mais que o suficiente e estou fugindo de lugares frios. 8° existem certos dias do mês que as entradas em museus e etc são gratuitos portanto eu me programei com antecedência para poder aproveitar esses dias e irei explicar durante o relato sobre os mesmos. 9°Faço minhas reservas com a booking.com e tenho cadastro na Meliuz. Portanto sempre que faço uma reserva eu tenho 2 % de volta no site ( fica a dica) 10° minha meta é 3 euros por dia com alimentação na zona do euro. Eu cozinho sempre nos hostels e esse valor foi adequado para mim no primeiro mês que estive em Portugal, França, Espanha, Alemanha. Só tive que cortar o consumo de carne e substituir por ovos e queijos que são mais baratos . Fora da zona do euro minha meta é 2 euros por dia que estou conseguindo manter até o momento . 11 não gastei com seguro viagem . Eu tenho um cartão da Amex e não precisei pagar pelo mesmo pelos primeiros 90 dias na Europa . Depois desse período vou ficar sem o seguro e arcar com as consequências se adoecer na viagem. 12° foram raras as vezes que gastei dinheiro com água normalmente bebo a da torneira direto e/ou fervo antes . 13° raramente uso o transporte público faço quase tudo a pé nem que tenha que andar 30 km certos dias . Uso o transporte normalmente para entrar e sair do aeroporto e ir para a cidade, no mais não vejo necessidade para mim, sempre gostei de andar . Portanto vou listar quanto paguei nas passagens aéreas antes de começar o relato : ✓Belo Horizonte - São Paulo ( comprei com 6 meses de antecedência em uma promoção da Azul) 59.90 para o dia 24 de Abril ( quando minha viagem começou ) ✓ TAP São Paulo / Paris com 1 dia em Lisboa 1103 reais ( 7 meses de antecedência) ✓Transavia Paris para Barcelona 32 euros ( comprado com 3 meses de antecedência) para o dia 27/04. Comprei no cartão e deu 128.80 reais com IOF incluso. ✓Barcelona para Valência de ônibus Alsa 5 euros ( comprado com 3 meses de antecedência) para dia 5/5 paguei 20 reais ✓ bate e volta para Porto de Valência dia 7 a 9 de maio 10 euros o trecho com a RyanAir( comprado com 2 meses de antecedência) paguei 90 reais tudo no cartão ✓Valencia para Murcia no dia 11/05 6 euros com Alsa bus ( 2 meses de antecedência) na parte da manhã 24 reais ✓Murcia para Madri dia 11/05 5 euros com Alsa bus ( 2 meses de antecedência) 20 reais ✓Madri para Berlin no dia 15/05 por 13 euros com a RyanAir comprado com 4 meses de antecedência 52 reais ✓ ônibus Berlin para Wroclaw ( Polônia ) sim 4 reais . 4 zl com polskibus ( que hoje é da Flixbus) para o dia 18/05 ✓Wroclaw para Cracóvia 7 zl, 7 reais no cartão com a mesma empresa 28/05 ✓Cracóvia para zakopane 5zl, 5 reais no cartão com a mesma empresa 2 meses antecedência para o dia 5/06 ✓ zakopane para Cracóvia 5zl, 5 reais no cartão com a mesma empresa 2 meses antecedência 12/06 ✓ Cracóvia para Praga no dia 12/06 ônibus noturno 40zl cerca de 41 reais com a mesma empresa. ✓ Praga para Viena no dia 17/06 14 euros com a Flixbus. ( Existem opções de trem pelo mesmo preço se comprar com antecedência) 59 reais ✓Viena para Budapest 15 euros para dia 20/06 paguei 62 reais no cartão com a Flixbus ✓Budapest para Belgrado 20 euros com a Flixbus para o dia 27/06. Paguei 110 reais porque não comprei com muita antecedência e o Euro já estava mais alto ✓ Belgrado para Atenas para dia 06/07 com a Aegean Airlines por 35 euros ( comprei com 5 meses de antecedência) peguei 134 reais no cartão . ✓ Atenas para Istambul com a mesma empresa 40 euros e paguei 163 reais ( 5 meses de antecedência) para o dia 12 de julho. ✓ Istambul para Moscou 37 euros com a Pegasus (5 meses de antecedência) peguei 155 reais. ✓ Moscou para Tblisi 50 euros e paguei 210 reais com 3 meses de antecedência com a S7 Airlines ( existem opções mais baratas e acredito que paguei mais caro nessa passagem ) ✓ ônibus Tblisi para Batumi 30 Gel cada trecho ( ida dia 04 de agosto e volta dia 24 de agosto ) e sim quero ficar 20 dias na praia porque vai estar fazendo muito calor . Comorado com 1 mês de antecedência. 150 tudo no cartão . ✓ depois irei viajar para dentro da Armênia em 4 cidades diferentes . Uma amiga que mora lá me disse que os ônibus entre as cidades não custam mais que 2 euros então devo gastar uns 20 euros contando a passagem de ônibus de Tblisi a Yerevan. ✓ Gyumri para São Petersburgo com Pobeda 40 euros e paguei 203 com 4 meses de antecedência) ✓ São Petersburgo para Bangkok paguei 740 reais para o dia 7 de outubro com conexão de um dia em Novobrinsk ( 5 meses de antecedência) 12 mil rublos s7 Airlines E é agora na Ásia que tudo fica extremamente barato pois peguei uma promoção da AirAsia no dia 5 de março que tudo estava muito barato e não paguei mais de 22 dolars em nenhum trecho com exceção de Laos. Bangkok (dmk) to Luang Prabang (lpq) 17th October e volta Luang Prabang (lpq) to Bangkok (dmk) 26th October $93.23 Bangkok (dmk) to Chiang mai (cnx) 31th October $16.25 Chiang mai (cnx) to Pattaya (UTP) 14th november e volta Pattaya (UTP) to Chiang mai (cnx) 28th november $32.50 Chiang mai( cnx )to Bangkok (dmk) 7th december $16.25 Bangkok ( dmk) to Phuket (hkt) 12th december $19.56 Krabi to Kuala Lumpur 3th January $18.04 Kuala Lumpur (kul) to Denpasar Bali (DPS) 29th january $12.95 Denpasar Bali (DPS) to Singapore (sin) 26th february $21.95 Singapore (sin) to Cebu on 29th February $17.65 ( Essa foi comprada em outra promoção do dia 6 de junho) Total no cartão das compras do dia 05 de março =1,219 reais Cebu to Manila $17.78 133 reais com Cebu Pacific Manila para São Francisco 1223 reais com a edreams no dia 21 de março São Francisco para São Paulo no dia 25 de março 953,53reais somente volta com a Copa Airlines Total de passagens para a viagem 1,219+953,53+1223+133+740+150+203+210+155+163+134+110+62+59+41+10+7+4+52+20+24+90+110+129+1103+60= R$5946.74 Total passagens ( esse valor não engloba as passagens dentro da Armênia e os transportes públicos dentro das cidades ) E agora o Relato... Lisboa do dia 25 de Abril ao dia 26 Cheguei ao meio dia do horário de Lisboa. A imigração estava cheia e fiquei uns 30 minutos na fila. Quando chegou a minha vez o oficial me perguntou: Quantos dias iria ficar?80 dias . Profissão no Brasil? Day Trader Se pretendia trabalhar na Europa ? não Porque vou ficar tanto tempo? Estou em uma viagem de volta ao mundo qual é a verba para algo assim? Respondi que estava em uma viagem low budget e que queria gastar no máximo 40 mil ( menti haha) mas achei que se falasse a verdade ele duvidaria de mim. Ele perguntou qual seria minha passagem de saída e disse que da primeira vez seria para Belgrado e depois entraria novamente para a Atenas depois iria para Istambul e não voltaria mais para a área de Schengen. Ele foi muito gentil, sorriu e me deu meu passaporte e eu saí o mais rápido possível de lá . Peguei um metrô que me deixava a uns 20 minutos a pé do hostel ( Hostel Kab +1 ) foi um total de 10 euros a diária. Tomei um banho, enchi minha garrafa com água da torneira ( a moça que estava lá falou que bebia todo dia e eu resolvi arriscar ) e fui andar pela cidade. Já conhecia Lisboa de viagens passadas então dei preferências aos lugares que mais gostei. Comecei indo a pé para a Basílica da Estrela e ao parque Jardim da Estrela onde lá descansei por uns 30 minutos . Depois fui a pé para o Miradouro do Parque Eduardo VII. Era feriado na cidade (25 de abril ) e muitos(as) portugueses(as) nas ruas perto do parque manifestando sobre os direitos das mulheres. Fiquei pouco tempo lá fugindo dessa multidão e desci a Avenida Liberdade e fui para o Miradouro São Pedro de Alcântara. Fui para a região de Baixa-Chiado onde fica o Elevador Santa Justa e passei em um supermercado que chama Pingo Doce ( o mais barato de todos na minha opinião) e comprei 4 ovos, alface e batatas e uma barra de cereal . A esse ponto já estava com fome pois minha última refeição foi um café da manhã no avião da TAP . Tudo deu 2.10 euros. Fui andando para a Praça do Comércio e depois o Mercado da Ribeira. Fiquei lá por um tempo observando as pessoas e o movimento e fui logo para o hostel . Jantei, vi o jogo Bayer vs Real Madri pela Champions ganhei uma cerveja de um português, conversei com o pessoal da sala da TV e fui dormir Total gasto em Lisboa : 17 euros Dia 26 Paris Acordei de manhã e fui logo para o aeroporto peguei o metrô na Cais do Sodré, cheguei no aeroporto e embarquei para Paris com a TAP. O avião serviu um lanche ótimo e como sentei no fundo a fui contando da viagem para a aeromoça e ela meu deu mais um sanduíche e uma lata de coca para eu comer e beber depois. Na saída do aeroporto um casal de brasileiros que não falavam nada de francês ou inglês estava tendo problemas em pedir um taxi no aeroporto . Eu falei que estava indo para a região da Torre Eiffel e que poderia levá-los ao hotel que era caminho de onde ia só que eles tinham que ir de ônibus comigo haha. Eles não se importam pois tinham somente 2 malas no total e foram comigo . O casal se ofereceu para pagar meu ticket que custava 8 euros ( orlybus) mais o metrô até a torre 1.8 euros eu não queria aceitar mais ele insistiu e resolvi aceitar . Eu levei eles até o hotel e me despedi. E agradeci novamente pelo tickets. Fiquei 1 hora na região do trocadeiro e a torre. Comi meu sanduíche e fui para o aeroporto Orly de novo com destino a Barcelona . ( Também já conheço Paris só não queria ficar 8 horas no aeroporto esperando meu próximo vôo por isso fiquei somente na região da torre observando a paisagem) Total gasto em Paris 9.8 euros ( tickets de volta) Dia 26 á 05 de maio Barcelona Consegui um Airbnb por 360 todos esses dias .O host não tinha nenhum hóspede antes de mim por isso acho que o valor estava baixo. Foi realmente um achado pois os preços lá normalmente são de 180 euros para cima por todos esses dias em hostels na cidade. Eu fiquei na região perto do Camp Nou e era um pouco longe dos pontos mais turísticos de Barcelona . Mas mesmo assim fiz tudo a pé ( senti um pouco de dor no início pois andava o dia inteiro mas depois acho que meu pé acostumou ) o nome do host é Joe e Dunia e eu super recomendo o apartamento. Tudo muito limpo e cozinha bem equipada . Consegui me manter na meta de 3 euros por dia . Comprava macarrão, ovos, batata, pão , presunto e verduras da promoção para me alimentar . 2 vezes sai com um pessoal da Polônia que fiz amizade no apartamento e comi um Kebab por cerca de 2 euros e dividi uma pizza baratinha com o pessoal mas não extrapolei minha meta no final das contas. NoAirbnb Dunia preparou para mim uma paela com frutos do mar e achei uma delícia era a primeira vez que provava uma Paela e amei . Quanto aos passeios acredito que fui na maioria dos lugares mais conhecidos. Incluído Montserrat que paguei 35 euros com direto ao funicular. Total gasto em Barcelona 3 euros para sair do aeroporto 35 euros para ir a Montserrat 23 euros com comida e supermercado Segue as fotos ( se estiver dica de como colocar as fotos abaixo do texto me falem pois só vejo a opção de colocar no final do relato)
  3. 2 pontos
    Quem nunca sonhou em conhecer a Europa? Quem nunca sonhou em visitar lugares como Itália, França, Alemanha, Suíça, Espanha, Portugal e dezenas de outros países surreais desse pedaço de mundo? Sempre tão presentes em livros, filmes, séries, artigos e principalmente no imaginário dos viajantes, desde os tradicionais até os mais aventureiros, e comigo não poderia ser diferente. Depois de tanto planejar e esperar pela oportunidade perfeita, finalmente o dia chegou. Como todos dizem, a viagem começa antes mesmo da partida, no planejamento. Foram meses estudando passeios, trajetos, transportes locais, acomodações e imaginando e vivenciando cada aventura para que eu conseguisse otimizar o tempo disponível (exatos 35 dias) e conhecer o máximo de lugares possíveis. Até que então, finalmente cheguei na ambiciosa e desafiadora “Jornada dos 16 países”. Apesar do tempo curto, eu não poderia ser mais agradecido por ter tido a chance de passar pelo menos um dia nos lugares que sempre almejei conhecer. Tomado pelo sentimento de gratidão, me aventurei por Marrocos, Portugal, Espanha, Inglaterra, Bélgica, Holanda, França, Suíça, Alemanha, Áustria, Croácia, Eslovênia, Itália, Vaticano, Grécia e Turquia. Vivi todos os dias intensamente. Experimentei o legítimo Pastel de Belém em Lisboa, admirei as curvas e cores da sempre jovem e pulsante Barcelona, tomei chuva em Londres como se fosse nativo, apreciei o verdadeiro chocolate Belga, aproveitei Amsterdã em todos os seus aspectos, me encantei e chorei diante da magnifica Torre Eiffel, cheguei no topo da Europa subindo os Alpes Suíços, completamente congelado, mas deslumbrado com tamanha beleza. Como o topo não foi o limite, não parei por lá. Bebi cerveja até não aguentar mais na legitima e animada Oktoberfest em Munique, me aventurei na densa natureza da Croácia, explorei uma das maiores cavernas do continente europeu em Postojna na Eslovênia, conheci os encantos de Veneza e voltei no tempo entre as ruínas de Roma e de Atenas. Caminhei pela cratera do vulcão em Santorini, mergulhei no incrivelmente gelado e azulado mar de Egeu e, enfim, expandi minha concepção de mundo tendo contato com uma cultura tão diferente na Turquia. E durante toda a jornada aprendi a lidar melhor com o medo, afinal de contas, estava viajando sozinho por países que nem sequer falava a língua local. Perdi ônibus, trem e facilmente acabava me perdendo. Dormi noites em aeroportos e rodoviárias, mas independente da situação, estava agradecido por poder estar vivenciando a experiência mais doida da minha vida. E para minha feliz surpresa, descobri que sou mais corajoso do que esperava, superando todos os desafios diários e entendi que quando realmente se está disposto a fazer algo, o universo conspira a seu favor. As coisas simplesmente acontecem! Mas sem dúvidas, o melhor de tudo da jornada foi ter a chance de ver que o mundo é bom, muito diferente da imagem que muitas vezes é transmitida pelas mídias sensacionalistas. Ter a chance de ver que, para cada pessoa que quer o mal, existem outros milhares que querem o bem. O mundo é generoso, é receptível e acolhedor, as pessoas te ajudam por apenas quererem ajudar, sem esperar nada em troca. Quantas vezes estive perdido e alguém aparecia para mostrar o caminho, perguntar se eu estava bem ou se precisava de algo. Claro que em um breve relato jamais poderia expressar como foi transformador cada lugar que passei e as pessoas que conheci pelo caminho mas posso dizer que valeu muito a pena. E se tiver a oportunidade de viajar, vá sem hesitar, vá com medo, sem dinheiro, sozinho. Não deixem que os “obstáculos” te impeçam de se aventurar. Prezados, o mundo está aí só esperando criarmos coragem para desbravá-lo.
  4. 1 ponto
    Boa tarde galera , vou contar sobre meu primeiro mochilão bem resumido , mas se quiserem alguma dica , só perguntar ok ? , fiz esse mochilão sozinho , a princípio eu tinha feito a compra de passagens aérea pela gol , mas devido a greve dos caminhoneiros ouve mudança de datas , então cancelei, peguei a grana e decidi ir de ônibus mesmo , o que foi incrível , saindo de São José do Rio Preto em uma sexta a noite com destino a Campo Grande - MS , chegando em Campo Grande já peguei para Corumbá logo em seguida , no sábado por volta do 12:00 já estava em território boliviano , e foi na fronteira que bateu um pouco de medo , pois estava sozinho e não sabia espanhol , só portunhol kkkk , mas acabei conhecendo uma família de brasileiros que foram verdadeiros anjos , me deram dicas , passei na casa deles em Santa Cruz para tomar um banho e um café , fui muito bem tratado por eles , de Santa cruz peguei um vôo para Sucre , para adiantar minha viagem , mas ali mesmo em Santa Cruz de la Sierra, me apaixonei pela Bolívia , quando cheguei em Sucre esse amor aumentou ainda mais , que cidade linda , limpa e tranquila , fiquei 3 dias , depois fui para Uyuni , fazer o tão esperado Salar , optei pelo tour de 3 dias , fui em várias agências , inclusive indicadas pelo pessoal do mochileiros , estava variando de 1200 bs para 400 , mas acabei confiando em uma pouco conhecida , Kantuta Tours , fica ao lado da Skyline que ainda estava fechada , paguei 700 bs , e posso dizer que foi a melhor escolha ,foi tudo ótimo ,ótimo motorista , podíamos até colocar nossas músicas via Bluetooth , ótimas refeições , hospedagem , infelizmente estava nevando muito , muito mesmo , mas eu nunca tinha visto neve , então fiquei feliz por ver , alguns pontos mais conhecidos não havia como chegar , mas fomos em outros lugares , que foram incríveis , o Salar é indescritível , é perfeito , o motorista se chamava Sandro , muito gente boa , encontrei alguns brasileiros com algumas agências bem conhecidas , reclamaram dos motoristas ,o motorista realmente faz diferença , eu tive muita sorte com o grupo também , canadense , colombianos e chineses kkkk, acabamos pegando amizade , ah uma dica para alguns brasileiros , tenham mais humildade com outros brasileiros , humildade sempre , depois desse lugar incrível que é o salar , fui para La paz que também amei , muito louca , depois Copacabana que também é incrível , a princípio eu iria fazer só a bolívia , mas meti o louco e fui para o Peru , visitei Arequipa e Puno , até dava para fazer machupichu , mas seria corrido , então deixei para a próxima , passei 15 dias curtindo cada lugar , comi muito lá kkk, provei lhama assada , nunca provei uma carne tão gostosa , entre muitas outras coisas , eu não tive nenhum problema , e não me senti inseguro nenhuma vez , fui muito bem tratado , até fiz um rolê a noite em La paz para curtir um rock em um pub kkkk, nascido em São Paulo , então de boas , mas é só ter cuidado como temos aqui , mas achei super tranquilo , vou postar poucas fotos , pois é o que mais tem em grupos , comprei equipamentos da quéchua e fiquei impressionado pela qualidade , principalmente blusa para temperaturas abaixo de zero , muito boa , peguei a cotação na fronteira Real para Boliviano 1,74 , foi o melhor lugar , em sucre consegui 1,72 bem chorado , o dólar 6,90 a 6,95 , levei 3.600 reais e 200 dólar , gastei 1800 reais e 150 dólar , e olha que dava para ter gastado menos , agradeço ao @nicollasRangel pelas dicas , se alguém está pensando em visitar a Bolívia só vai...
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    olá pessoal! bem, amanhã faz um mês que eu voltei de viagem, é incrível como o tempo passa rápido e ao mesmo tempo parece que faz tanto tempo! mas tenho algumas informações fresquinhas na cabeça que gostaria de compartilhar com vocês, futuros viajantes para essas terras tão lindas e especiais! pra mim foi muuuito importante várias dicas que peguei aqui no mochileiros, e espero com esse breve relato ajudar também alguns de vcs. começo meu relato dizendo que essa foi a minha primeira viagem pra europa, e também a minha primeira viagem sozinha. então espero ajudar algumas mochileiras solitárias especialmente, já que quando nós mulheres viajamos sozinhas algumas questões são particularmente importantes, certo? vamos lá! dicas gerais: viajar sozinha é uma experiência única. além de encontrar lugares maravilhosos é tb um grande encontro com você mesma. e é incrível quando viajamos como tudo é intenso, tanto aquilo que seus olhos enxergam fora, como dentro. eu fiz um diariozinho de viagem que foi um grande companheiro de idéias durante toda a jornada. recomendo muito! além de que alguns momentos que vc pode se sentir um pouco deslocada, como num jantar com um montão de gente em outras mesas, é uma ótima oportunidade de sacar seu caderninho e registrar tudo aquilo que vc viveu naquele dia. além disso, pode ser um ótimo lugar para vc colocar antes de ir mapas, endereços, telefones úteis. eu fiz praticamente um guiazinho particular dos lugares que queria ver, imprimi, colei dicas, mapas. ajuda muito! ter um guia de conversação da língua local é algo muito importante se vc não domina a língua. claro, vc pode e muita gente também se comunica em inglês. mas, aproximar-se de alguém para pedir uma informação na língua dela, mesmo explicando que não fala essa língua, ou perguntando na língua dela se ela fala inglês já é um sinal de respeito pelo lugar onde você está, que já é meio caminho andado para as pessoas te tratarem bem. as reservar dos hostels ou pousadas antecipadamente te dá uma segurança boa, e vc pode fazer isso com tranquilidade através da web. os sites booking.com e hostelworld.com me ajudaram muito, e fiz todas as minhas reservas através dos dois, que também apresentam críticas de quem já se hospedou lá, o que ajuda muito na hora da decisão. visa travel money é muito bacana, lever metade do dinheiro em dinheiro e a outra no vtm foi perfeito para mim. ele é aceito em todos os lugares, além de ser muito seguro. levei também cartão de crédito, mas apenas para ser usado numa emergência. vai que, né?! ainda mais sozinha, algumas medidas pequenas nos dão segurança, e evitam dores de cabeça, e tudo que a gente quer é relaxar a cabecinha, certo?! em roma, compre o roma pass. com ele vc tem 3 dias de transporte na cidade, além de entrada gratuita e SEM FILA em até 3 lugares. eu quase não usei o transporte, mas só pelo sem fila já vale e muito a pena. http://www.romapass.it/ dinheiros olha, gastei menos do que tinha imaginado. por lá por exemplo, vc pode fazer uma boa refeição, com vinho, café, num lugar bem bacaninha, por 15 euros. e claro, se quiser encontra mais barato, ou mais caro. quando ir setembro para mim foi perfeito. os preços já mais baixos, os lugares sem muvuca mais com algumas pessoas. calor sem ser insuportável, dando para pegar uma boa praia nas ilhas. ótimo! pisa cara, não vá! bem, pra mim foi um choque. pensei que a famosa torre era uma réplica. muito menor do que eu imaginava! ainda bem que apenas passei por lá umas horinhas. beba bastante vinho! tome ouzu na grécia! muuuito sorvete na itália! 1. Roma 4 dias site do hostel: http://www.casainternazionaledelledonne.org/foresteria.htm recomendo muuuito esse hostel e esse bairro. infelizmente é apenas para meninas, os meninos não poderão se hospedar por lá, mas recomendo á todos o bairro do trastevere como base em roma. embora não seja pertinho do metrô você pode fazer tudo, tuuuudo, a pé. e é bem mais gostoso se locomover caminhando do que embaixo da terra, certo? o bairro em si já é uma delícia, e muito perto de todos os lugares interessantes de roma. acho bacana no primeiro dia fazer o free tour, que te dá uma idéia geral de alguns lugares para vc voltar lá depois http://www.romefreetour.com/ para ir ao tour, vc passa por lugares incríveis pelo caminho: panteon, piazza navona, fontana di trevi. muito emocionante e incrível! quatro dias em roma é um tempo bom para conhecer as principais atrações, coliseo, palatino, vaticano, museo do vaticano, basílica são pedro etc, e claro, deixar o tempo passar nas piazzas e sentir o gostinho de la dolce vita italiana, que para mim é o maior charme de roma! ainda sobrarão lugares para conhecer, mais roma é a cidade eterna, para ser conhecida aos poucos e muitas vezes! algumas dicas: vá a basílica são pedro no fim da tarde, 17h30, 18h. não tem fila pra entrar e não fica uma muvuca lá dentro. (pelo menos tava assim no dia que fui e me disseram que é recorrente). nada de grandes decotes ou mini-saias, senão não te deixam entrar. para o museu do vaticano e capela cistina vá ás 13, 14, quase não tem fila tb. (pelo menos tava assim no dia que fui e me disseram que é recorrente) é legal ir na feira de porta portese pra compras pechinchas! faça as coisas com teeeempo. é mais gostoso (na minha opinião) curtir verdadeiramente cada coisa do que trazer um mooonte de fotografias de um mooonte de lugares que vc nem se lembra o que eram. curta roma! curta tomar um vino com una pasta e só observar essa cidade pulsante! NAO compre seus tickets de trem nas maquininhas. pegue a fila e compre no caixa. tive que comprar dois tiquetes, pq o primeiro a maquininha não me deu, e aí não adiantou chorar e reclamar no meu italiano macarrônico.... 2. Firenze 4 dias em firenze fiquei na casa de meu "zio" então não posso dar dicas de hospedagem. mas caminhando por lá passei por esse hostel que me pareceu bem bom e bem localizado: http://www.plusflorence.com/ firenze é linda. é uma delícia passear e se perder em suas ruazinhas, ver o arno da ponte vecchio, passear no giardino di boboli, apreciar o duomo. vale a pena. não precisa nem imaginar o tempo do renascimento andando por lá. se sente, se vê. uma dica para quem quer ir a galeria de uffizi: vá um dia antes e compre seu bilhete antecipadamente, assim vc não pega uma fila enorme. três dias acho um bom tempo para passear pela cidade. de lá fui até Cinque Terre. vá. vá. vá! 3. Cinque Terre 1 dia e meio Vá! : ) Cinque Terre é um dos lugares mais lindos que eu já vi. é realmente especial. cheguei num dia, passei uma tarde, dormi e aproveitei o outro dia até o fim da tarde. caminhar pelas " terres" é especial, e tomar um banho no mar da líguria é lindo (mas cuidado com as água-vivas!!!) Fiquei nesse hostel, que é bem bom. Mas tem um esquema meio militar, tem que entrar até meia-noite, não pode ter barulho e tal. Mas a idéia em Cinque Terre é curtir o dia mesmo... http://www.cinqueterre.net/ostello/index.html para chegar a Cinque Terre de Firenze pegue um trem até La Spezia e aí troque para um trem para uma das Terres. Eu desci em Riomaggiore e fui caminhando pela Via dell'amore para Manarola. recomendo, muuuuuito! voltei para Firenze e aí peguei um avião rumo a Atenas - Santorini... 4. Santorini 3 dias Cheguei em Atenas na madruga e fui direto para o porto de pireus, para ir para Santorini. dá pra comprar tranquilamente os tiquetes para o ferry no aeroporto, mesmo de madrugada. recomendo chegar no porto 1h antes da partida do ferry. acabei chegando um pouco antes e o porto não é exatamente o local mais agradável para ficar, embora tranquilo. em santorini fiquei nesse hostel, em fira: http://santorinihostel.com/ super bem localizado, e bons quartos. oia é mais bonito que fira, mas fira é tem mais opções de restaurantes e bares, além de ser mais perto do porto e ter mais opções de ônibus para os lugares da ilha. santorini é maravilhoso, a cratera, o azul realmente azul do mar. e NAO é um lugar apenas para casais, vc pode se divertir, curtir e fazer bons amigos por lá. não deixe de provar o vinho branco feito por lá, ir na praia de ammoudi e comer um bom peixe e pegar uma praia sob as pedras em ammoudi tb. ahhh... os iogurtes gregos são os melhores. compre alguns nas lojinhas e saia comendo eles por aí. ótimo para comer passeando e leve para aguentar o dia quente. 5. Mykonos 3 dias mykonos é demais. todos aqueles labirintos de casinhas brancas para se perder. ás vezes vc tem impressão que na verdade está entrando na casa de alguém, mas está caminhando nas ruazinhas. lá tem mais baladinhas que santorini - mykonos é a capital das ilhas da balada. eu não estava muito interessada em muita balada, mas na última noite fui a um bar chamado thalami, de gregos, para gregos. foi uma experiência! os homens dançando aqueles músicas tradicionais, o povo bebendo ouzu e jogando o cinzeiro no chão, mais tarde todos dançando em roda! e não era para turista ver... vá! fica no porto antigo, perto de uma sorveteria. pergunte. escreve thalami, mas se fala algo como salame. começa tarde, chegue depois da 1h. da praia de paradise caminhe pela orla até psarou. é um lindo passeio. a ilha de delos vale a visita. em mykonos fiquei no andrianis. ótima guest house. ali acabei dividindo um quarto com uma outra viajante que fiz amizade em santorini, e ficamos num ótimo quarto com vista para o mar. bem localizado e próximo ao centro. se vc estiver sozinha pode achar um pouco longe e escuro, mas é seguro e bem perto. http://andrianis.com.gr/ além do antonios ir te buscar e te levar ao porto, o que é muuuuito bom. 6. Atenas 4 dias atenas é incrível. ver a acrópole de vários ângulos da cidade é inesquecível. fiquei no hostel http://www.studenttravellersinn.com localizado no coração de atenas, em plaka. plaka é um bairro super bem localizado, cheio de restaurantizinhos e barzinhos, muito próximo a acrópole. vale bem a pena. o hostel não é exatamente o exemplo de hostel bacana, é antigo, os quartos um pouco apertados, o banheiro meio véio, e á noite faz um pouco de barulho até um pouco mais tarde pela localização. mas, a localização vale bem a pena, e para uma menina viajando sozinha é bom estar num lugar localizado entre vários lugares que ficam abertos até mais tarde, que vc se sente segura ao caminhar tarde da noite sozinha. dei uma passada com um amigo no http://www.backpackers.gr que realmente me pareceu bem melhor. porém, já fica um pouco mais afastado do buxixo, e tarde da noite fica um pouco mais deserto... não deixe de ir no museu da acrópole, é bem interessante. passeie por pssiri tb, um bairro boêmio perto de monastiraki, bem bacana. ali dá pra ver como o povo grego é festeiro, em pleno domingão, depois da meia noite, todo mundo, jovem, velho, criança, na rua! tome ouzu! e se puder, quebre um prato! gente... é isso. com o tempo vou escrevendo mais. o que puder ajudar dêem um alô!!! no mais itália e grécia são lugares maravilhosos e inesquecíveis com pessoas muito especiais. essa dica da língua acho bem importante. mesmo na grécia um parakalo vai muito bem, obrigado!
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    Pessoal, Algm com interesse em ir pro Jalapao no feriado de outubro? Estou quase fechando as passagens mas estou com o receio dos custos elevados da região.
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    Fala galera, Dia 28/07 fiz a trilha da Pirapitinga que fica dentro do Parque Estadual Serra do Mar. Esse parque é uma enorme areá de conservação por isso eles dividiram em 11 núcleos, sendo um deles o Núcleo Santa Virgínia onde fiz esta trilha. Lá eles tem várias trilhas e até mesmo rafting no Rio Paraibuna (é pago), há três trilhas gratuitas (Pirapitinga é uma das gratuitas) e em todas são feitas com um guia, vocês apenas levam seus lanches porque não tem nenhuma cantina ou algo do tipo por lá. Para agendamento ou mais informações o link http://www.parqueestadualserradomar.sp.gov.br/pesm/nucleos/santa-virginia/ vale a pena dar um confere galera! A trilha estava marcada para ás 9:00h, mas tinha que estar lá uns 15min antes. Eu e mais três amigos saímos de casa por volta das 7hrs, moramos em Caçapava e o parque fica na estrada de Ubatuba, sabíamos que ia levar em torno de 1h mais ou menos pra chegar, poderíamos talvez ter saído mais tarde, mas era a primeira vez que íamos e também tínhamos que organizar algumas coisas. Chegamos na entrada do parque 8:00h. Mais uns, sei lá, acho que 10min você chega no local da saída da trilha. Eles pedem para você chegar antes das 9hrs, mas trilha só começa mesmo ás 9:30h. Então se inicia a trilha. Fomos em um grupo de 21 pessoas se não me engano, em um percusso de 5,6km. A primeira cachoeira do percusso é a Cachoeira Das Andorinhas, ela não é própria para banho. É a primeira parada para dar uma descansada, comer. É um ambiente muito agradável. A próxima é a Cachoeira Do Salto Grande, muito linda. Nela você pode entrar na aguá, se você aguentar a aguá gelada é claro haha porque mesmo estando um dia lindo a aguá estava muito fria. É uma parada de 1h mais ou menos, é possível aproveitar bastante. E a ultima é a Cachoeira Do Saltinho, maravilhosa. Você pode se banhar nessa também. Eu até tentei entrar nessa por estar com muito calor, mas não deu, a aguá estava absurda de gelada. Até teve pessoas que entraram nas duas cachoeiras, então acho que vai de cada um. Nessa você fica uns 40min. Tem um mirante dessa mesma cachoeira logo depois que você sai dela... Bom, depois disso não falta muito para você concluir a trilha. Foi tudo muito maravilhoso. Fizemos o percusso todo em um ritmo tranquilo e finalizamos em torno de umas 14h30, no total umas 4hrs de trilha. Eu particularmente não achei difícil, há algumas subidinhas, descidas, mas nada tão absurdo. Tinha uma senhora de 55 anos com nós, ela completou todo o percusso sem grandes complicações. O guia que pegamos foi super gente boa e deu tudo certo. Uma dica de passeio: O parque fica muito perto de Ubatuba, se você não tiver problema em descer a serra se programe pra logo depois da trilha ir para praia. A trilha acaba cedo, tem o dia todo para aproveitar, nem que seja um bate-volta. Bom, pelo menos foi isso o que fizemos... É isso galera, meu primeiro relato que escrevo, espero que gostem! Pretendo fazer mais. E se quiserem falar comigo, tirar alguma dúvida, estamos ai... Abraços!
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    Galera fizemos um confere em Formosa-GO onde visitamos o respeitado Salto do Itiquira. Vez ou outra fazemos esse bate e volta por ser bem próximo e achamos legal descrever um pouco para quem procura algo em família. O Salto do Itiquira é uma queda de água de 168 metros de altura, localizada no município de Formosa, em Goiás. Aqui seguem algumas informações. O trajeto de Brasília até o Parque demora em torno de 1 hora e 30 minutos, onde ao chegar em Formosa passamos pelo centro da cidade que é bem estruturada e possui vários lugares para almoço e comprinhas. Continuando pela principal ( via GPS ou perguntando todos explicam o trajeto além de ter placas indicativas ). Ao terminar a cidade continua-se em outra via por mais 30 Km até chegar na entrada do Parque ( isso a pista termina literalmente na entrada do parque) ao Paga-se um valor na época ( MAR2018 ) pagamos 12$ de entrada e o estacionamento(NÃO PRECISA PAGAR) fina na frente do parque, tudo muito bem organizado. TRILHA ATÉ O TOPO Para os mais aventureiros o parque tem uma Triha que vai até o topo da cachoeira, recomenda-se ir calçado e precisa assinar um termo de responsabilidade em baixo com um dos informantes do parque, existe também horário para fazer esse trecho. Outra recomendação além do tempo é ter um moderado preparo físico pois a subida é bem puxada. ONDE ALMOÇAR Sempre que vamos no Itiquira procuramos almoçar em lugares diferentes o caminho de ida e dentro da cidade recomendo um bom lugar e com baixo custo "Restaurante Casarão" ele fica bem na frente da praça principal onde situa-se a Catedral Imaculada Conceição que também é um dos maiores pontos turísticos da cidade, vale a pena conferir. Serve balança live (15 a 20$) e no peso (25$) valores bem baratos com churrasco simples, lugar bem organizado e atende muito bem. Outro lugar que super recomendo é o Dom Fernando Restaurante Rural este lugar vale super a pena se você estiver com um tempinho a mais... lá custa em média 50$ por pessoa com buffet livre ( sem balança) a gastronomia é estilo de Fazenda. O melhor desse lugar é o ambiente que te proporciona um cochilo dos melhores nos redários que possuem por lá, e não precisa levar rede... rs Caso optem na saída do Parque do Itiquira também tem um restaurante muito bom que serve sem balança também, este não tenho como descrever o local pois ainda não entramos mas é uma das opções.
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    Depois da minha viagem de férias do ano passado com minha esposa (na época namorada) decidi escrever um relato sobre nossa ida de carro até o Chile, percorrendo 9200km entre Uruguai, Argentina e Chile. Escrevendo esse relato vi o quanto era gostoso relembrar da viagem enquanto escrevia que na nossa viagem desse ano decidi também ir fazendo um rascunho dia a dia para poder escrever este relato depois. O relato pode ser visto aqui: https://www.mochileiros.com/topic/58802-são-paulo-para-bariloche-e-chile-de-carro-em-28-dias-9200km-uruguai-argentina-e-chile A decisão de ir para a África do Sul foi principalmente da minha esposa. Não que eu fosse contra, muito pelo contrário, mas nunca tinha pesquisado o que existia de interessante para conhecer lá (e tem muita coisa!). Algo que também ajudou na decisão foi o valor das passagens (muitas vezes aparece por R$ 1400 - 1700) e o fato do vôo ser direto se voar com a LATAM ou South African Airways (SAA). Começamos o planejamento acho que em janeiro desse ano (2018), as passagens foram compradas em março e depois disso fizemos as reservas de hotéis, carro, safári e vôos internos até mais ou menos um mês antes, quando o roteiro estava praticamente pronto. O intuito da viagem era principalmente fazer o tal do "safári", que é andar pelo Kruger National Park vendo os animais e depois completamos o resto do roteiro com dicas pesquisadas na internet. Nosso roteiro ficou assim: 30/05/2018 - Vôo de SP para Joanesburgo (Latam) 31/05/2018 - Chegada em Joanesburgo 01/06/2018 - Ida para Phalaborwa (cidade/portão que usamos para entrar no Kruger) 02/06/2018 - Passeio no Kruger 03/06/2018 - Passeio no Kruger 04/06/2018 - Passeio no Kruger 05/06/2018 - Passeio no Kruger 06/06/2018 - Passeio no Kruger 07/06/2018 - Kruger para Joanesburgo 08/06/2018 - Joanesburgo para Cape Town (avião pela Kulula), início da Garden Route 09/06/2018 - Garden Route (Cape Agulhas, Plettenberg Bay, Jeffrey's Bay, Mossel Bay) 10/06/2018 - Garden Route (Cape Agulhas, Plettenberg Bay, Jeffrey's Bay, Mossel Bay) 11/06/2018 - Garden Route (Cape Agulhas, Plettenberg Bay, Jeffrey's Bay, Mossel Bay) 12/06/2018 - Stellenbosch (vinícolas) 13/06/2018 - Stellenbosch (vinícolas) 14/06/2018 - Cape Town 15/06/2018 - Cape Town 16/06/2018 - Cape Town 17/06/2018 - Cape Town 18/06/2018 - Cape Town 19/06/2018 - Cape Town 20/06/2018 - Cape Town 21/06/2018 - Joanesburgo e volta para SP Vou escrever aqui alguns tópicos gerais e depois abaixo separo por cidade/região. Transporte Avião Duas companhias voam direto para Joanesburgo saindo do Brasil (Aeroporto de Guarulhos): LATAM e South African Airways (SAA). Pelo que pesquisei a LATAM tem (na época desde relato) um avião um pouco mais confortável (classe econômica com mais espaço) mas demora um pouco mais para chegar até lá já que devido ao modelo de avião usado precisam fazer um pequeno desvio na rota em relação aos vôos da SAA (SAA mais ou menos 08h de duração contra mais ou menos 09h30 da LATAM na ida. Na volta aumenta um pouco por causa dos ventos, 10h para SAA e 11h para LATAM). As passagens de ida e volta do Brasil (São Paulo) para África do Sul (Joanesburgo) foram compradas direto pelo site brasileiro da LATAM por R$1700 cada um. Dias antes da ida e da volta recebi um e-mail da LATAM oferecendo para fazer upgrade para a executiva através do sistema de leilão deles, onde você oferece um valor e se o seu lance for aceito você receberá o upgrade. Conseguimos o upgrade para classe executiva nos dois vôos, o que foi muito bom já que queríamos chegar em Joanesburgo descansados para fazer um passeio no dia e na volta também foi ótimo já que o voo é mais longo que a ida. Gosto de falar do valor porque existem muitas e muitas promoções para a África do Sul, então é sempre bom ficar de olho naqueles aplicativos que avisam sobre promoções. Também tem uma ferramenta que eu gosto muito que é o Google Flights / Google Vôos. Muita gente já deve conhecer, mas lá você coloca as cidades, datas, e ele mostra o valor na maioria das companhias aéreas, com opções de voo direto ou com conexão, filtros de valores, sugestão de datas com valores mais baixos e você também pode salvar o voo para ser notificado sempre que o preço alterar. Tento sempre evitar comprar por agências e usar quando possível o próprio site da empresa aérea: mais fácil de resolver qualquer tipo de problema já que não depende de terceiros e quase sempre mais barato (de vez em quando as agências tem uns preços imbatíveis). Carro alugado Em todas as nossas passagens por Joanesburgo estávamos com carro, então não tenho como falar sobre Uber, Gautrain etc. Assim como com os vôos, todos os aluguéis de carros foram reservados direto pelo site da empresa depois de comparação de preço entre as maiores (Hertz, Avis, Budget, Alamo). Logo que chegamos em Joanesburgo alugamos um Corolla Quest pela Hertz e depois na última estadia, do dia 20 para 21, alugamos um Etios pela Avis/Budget. O preço do Uber aeroporto-hotel seria mais ou menos o mesmo do carro então optamos pelo carro pela liberdade de ir onde quiser, quando quiser. Em Cape Town alugamos também um Corolla Quest pela Avis/Budget. Essa locação foi um pouco diferente, já que pegamos no aeroporto (chegamos lá de avião) mas devolvemos na unidade deles em Cape Town mesmo, fora do aeroporto, porque usamos o carro apenas para a Garden Route e em Cape Town ficamos a pé/Uber. Falando em Uber, usamos bastante em Cape Town e deu muito certo, é ótimo para complementar as caminhadas já que decidimos não usar carro lá. Tive um problema com a Hertz, onde o atendente colocou na locação um seguro mais caro do que a própria locação mesmo eu dizendo que não queria seguros adicionais. Depois de voltar ao Brasil mandei e-mail para eles, expliquei a situação e acabei conseguindo o reembolso do valor desse seguro. Fica a recomendação de sempre ler exatamente tudo o que está assinando, mesmo tendo fila atrás de você, etc. Na dúvida pergunte, tire foto, registre. Dirigir na Mão inglesa Como alguns sabem, a África do Sul usa a mão inglesa, então o volante fica do lado direito do carro e você dirige na pista da esquerda, sempre mantendo as faixas mais à esquerda (a direita é usada para ultrapassagens). Já tive uma experiência com mão inglesa na Tailândia então não foi tão traumático quanto a primeira vez, mas ainda assim nos primeiros dias eu estava acostumando, então sempre tirava fina dos carros à minha esquerda, acionava o limpador ao invés da seta, tentava entrar pela outra porta... mas isso passa. Incrivelmente não tive problemas com o câmbio manual. A única diferença é que obviamente você troca as marchas com a mão esquerda, mas os pedais e a posição das marchas é igual no Brasil. Toyota Etios Permissão para Dirigir (CNH Internacional) Em todos os sites que li e pesquisei diziam ser necessário usar a PID na África do Sul, então fiz todo o processo pelo site do Detran SP, paguei o valor de R$282,70 + taxa dos Correios e recebi a PID em casa. Ela vem traduzida em vários idiomas, refletindo os dados e categoria da sua CNH inclusive validade. Durante a locação dos carros eu sempre entregava ela com a brasileira mas sempre me devolviam ela e só usavam a brasileira. Talvez realmente seja necessário caso seja parado pela polícia por exemplo, mas na viagem acabei não usando para nada. Em todo caso, é melhor ter. ====================== Clima A África do Sul está no hemisfério sul assim como o Brasil então o clima de lá é bastante parecido com o nosso e nas mesmas épocas do ano. Sim, faz frio por lá! Enquanto estávamos no Kruger (mais ao norte do país) normalmente pegávamos algo em torno de 12 graus de manhã e de noite e 20, 23 graus durante o dia depois que o sol saía. Já em Cape Town e Garden Route esfriou mais ainda, ficando uns 8 graus de manhã e noite e frio durante o dia inteiro. ====================== Hospedagens Todas nossas reservas foram feitas pelo Booking, exceto Cape Town e Stellenbosch que fizemos pelo Airbnb e as estadias dentro do Kruger que obrigatoriamente são feitas pelo site do South Africa National Parks (SANParks) caso você não esteja ficando em nenhum lodge privado. Em todos os lugares que ficamos hospedados não tivemos nenhuma decepção, muito pelo contrário. Os lugares eram sempre ótimos, seja por causa do staff gentil, do quarto bom, do café da manhã completo ou uma mistura de todos. O único "problema" que tivemos foi em Agulhas, mas a culpa foi totalmente nossa. Reservamos sem prestar atenção no tipo de acomodação (veja mais no item Garden Route). Para reservar seja pelo Booking ou pelo Airbnb não tem muito segredo. Ler os reviews dos últimos meses, especialmente os negativos, ver se o lugar tem todos os itens que você precisa (ar condicionado, estacionamento, etc) e especialmente no caso do Airbnb, observar muito bem as fotos. Vá passando as fotos e na sua cabeça tentando juntar uma com a outra, fazendo uma planta mental do lugar e prestando atenção no tamanho dos cômodos, banheiro, cozinha. Uma vez nos hospedamos no Rio de Janeiro em um quarto hiper pequeno porque fomos enganados pelas fotos. Não tinha nada de errado, a descrição correspondia exatamente ao que encontramos, mas as fotos foram tão bem tiradas que parecia um lugar com vários cômodos. ====================== Febre Amarela e Malária A África do Sul está na lista dos países que pedem o certificado de vacina contra febre amarela. Apesar de não terem pedido para nós nem no checkin da LATAM e nem na chegada, é necessário. Além da vacina, que muita gente deve ter tomado no surto recente, precisa ter o certificado internacional emitido pela Anvisa e nesse caso só serve a dose integral e não fracionada. Como tomamos a vacina e fizemos o certificado alguns anos atrás para viajar para a Tailândia já não lembro bem o processo, mas com certeza é algo fácil de encontrar na internet. A malária é um grande problema na África em geral. Na África do Sul ela só está presente na região do Kruger e pelas nossas pesquisas o maior problema é no verão, quando tem mais mosquitos. Existem remédios e repelentes que podem minimizar o risco de contrair a malária. Os repelentes precisam ser a base de DEET ou licaridina com concentração acima de 30% para adultos e de até 10% para crianças. Tentamos comprar o repelente em uma farmácia antes de chegar no Kruger e os que encontramos não chegavam a 30%, não sei se talvez por termos ido no inverno eles não tem tantas opções assim. Acabamos comprando um em bastão mas chegando no parque vimos que realmente não tinha mosquito e então acabamos não usando o repelente todos os dias. ====================== Crise de água A região de Cape Town está passando por uma crise de água bastante forte. Apesar de não haver fiscalização (pelo menos para nós turistas, pelo que pude reparar) a regra é usar 50 litros de água por dia por pessoa. As recomendações que todos os lugares informam são as seguintes: - Usar a água do chuveiro apenas para se molhar antes de ensaboar e depois para tirar o sabão - Dar preferência ao alcool gel ao invés de lavar as mãos - Descarga na privada só para o que é sólido - Coletar água do chuveiro com balde enquanto a água não esquenta e reutilizar na privada por exemplo - Tomar água de garrafa (que vem de uma fonte diferente/longe da região) - Locadoras de veículos não estão lavando os carros O Dia 0 (quando as torneiras serão/seriam desligadas) estava programado para o primeiro semestre de 2018 e foi postergado para 2019 por enquanto, mas é importante economizar o máximo possível. ====================== Dinheiro A moeda usada na África do Sul é o rand (sigla ZAR). Na cotação comercial 1 real = 3,50 rand, mas claro que não é essa cotação que vamos conseguir fazendo o câmbio, é mais uma referência. Aqui no Brasil algumas casas de câmbio já vendem o rand mas não achei vantajoso comprar por aqui. Mesmo tendo que fazer duas conversões, valeu mais a pena trocar dólares aqui e chegando lá trocar por rands. A cotação fica em torno de 11 a 12 rands por dólar. Trocamos duas vezes, uma no aeroporto de Joanesburgo e uma no aeroporto de Cape Town. Talvez algumas casas de câmbio na cidade pagassem um pouco melhor, mas preferimos a comodidade de trocar direto no aeroporto. Usamos cartão de crédito algumas vezes também e quase não tivemos problema. É amplamente aceito e funcionou bem. ====================== Idioma Segundo a Wikipedia, a África do Sul tem 11 idiomas oficiais sendo um deles o inglês e os outros dialetos de regiões do país. Mesmo com tantos idiomas não tivemos nenhum problema para se comunicar. Todos com quem falamos (hotéis, guias, restaurantes, Uber) falavam muito bem o inglês. As placas de sinalização, outdoor, lojas também são todas em inglês. ====================== Chip de celular/Wi-fi Ainda no aeroporto em Joanesburgo compramos chip de celular na Vodacom. Vodacom fica logo depois do desembarque, quando pegamos as malas e saímos da área segura, à direita. Na Vodacom você compra o chip (se não me engano por 100 rand) e coloca créditos no valor do pacote que você deseja ativar. O próprio atendente fez todo o processo para mim. A princípio a gente ia pegar um pacote de 3GB mas na hora preferi pecar pelo excesso e comprar um de 5GB (400 rand) e foi uma ótima decisão já que no Kruger era raríssimo conseguir wifi. Deu pra usar sem miséria e acabamos a viagem com o pacote no limite, faltando uns 200MB pra acabar. Pelo site da Vodacom África do Sul (https://www.vodacom.co.za/) é possível consultar os planos e valores (procure pro Prepaid Data Plan) para ter uma ideia do quanto vai gastar com isso. Assim como no Brasil, wi-fi existe em hotéis, restaurantes maiores, shoppings e algumas atrações turísticas. Não é muito confiável depender do wi-fi apenas. ====================== Tomada Em toda a África do Sul o padrão de tomada que mais encontramos foi o chamado "padrão M" (veja foto abaixo) e em pouquíssimos lugares, aparentemente mais novos/reformados, o padrão N (o mesmo "padrão novo" do Brasil). Apesar de parecidos (pinos redondos lado a lado) o padrão M não é compatível com o N, sendo necessário o uso de um adaptador. Aquele adaptador de viagem universal comum não é compatível com o padrão M da África do Sul, ele não está naquele adaptador. É preciso comprar um específico para a África do Sul. A gente queria muito já sair do Brasil com o adaptador na mala, assim teríamos certeza que conseguiríamos carregar nossos celulares e câmera quando chegássemos lá mas no Mercado Livre só encontrei um específico para a África do Sul por mais de 100 reais. Na loja da Vodacom no aeroporto eles vendiam mas se não me engano custava 399 rands (mais de 100 reais). Deixei para ver isso depois e acabamos comprando no mercado Pick n' Pay um adaptador simples. Não me lembro quando custou mas não passou de uns 20 reais. Começamos a observar nos mercados e muitos deles vendiam o adaptador, bem como extensão e todo o tipo de acessório elétrico. Adaptador Padrão M das tomadas da África do Sul ====================== GPS Como faço em todas as viagens, antes de sair do Brasil baixei o Here Maps no celular e baixei os mapas da África do Sul nele, assim poderia usar o GPS offline na África do Sul sem necessidade de internet. Baixei também os mapas do Google Maps mas especificamente para download de mapas offline não gosto do esquema dele de ficar baixando pedaço por pedaço, parece que sempre vai ficar faltando alguma região. Chegando lá usei inúmeras vezes o Here Maps com mapas offline, mas já que tínhamos internet e pela comodidade de pesquisar o lugar no Google e já clicar para traçar a rota, acabamos usando o Google Maps online mesmo. Ambos funcionaram muito bem. ====================== Joanesburgo Hospedagem No total ficamos apenas três noites em Joanesburgo. Pra ser sincero não nos empolgamos tanto com os atrativos da cidade principalmente pelos inúmeros relatos de violência e insegurança por lá. Acabamos dormindo em Joanesburgo apenas o necessário (uma noite entre a chegada do Brasil e a ida pro Kruger, uma noite na volta do Kruger antes do voo para Cape Town e uma noite depois do voo para Cape Town antes da volta para o Brasil) e nesses dias fizemos as poucas coisas que queríamos. Como ficamos na cidade apenas no intervalo dos vôos achamos que seria uma boa ideia nos hospedar próximos ao aeroporto. Não tão próximo para fugir dos preços cobrados pelos hotéis que ficam dentro/em frente ao aeroporto mas próximo o suficiente para chegar no aeroporto em 15 minutos. Depois de ver pelo Booking várias propriedades, comentários etc etc decidimos ficar no Sleep Eezy Cottages, na cidade de Benoni (como se fosse uma "grande Joanesburgo"). Ótima escolha! Pousada muito aconchegante, bem decorada, com piscina (mas fomos no inverno) e os donos são muito gente boa - um casal de ingleses que está na África do Sul há 44 anos. O endereço é 8 Chaucer Road, Farrarmere, 1501 Benoni e pagamos 850 rands por noite com o café da manhã. Ao invés de orvalho, a mesa amanhecia congelada mesmo Refeições Como nosso tempo em Joanesburgo foi curto não comemos em muitos lugares mas vou deixar aqui os lugares que fomos mais por preciosismo meu mesmo e também para que tenham noção dos valores. Em Benoni (cidade do nosso hotel) jantamos no Del Forno, recomendado pelo dono do hotel e que vale escrever um parágrafo inteiro. Eles servem pizza e massas, fomos de pizza. A pizza era muito boa, e quando o dono viu que éramos brasileiros colocou uma moça que falava português (Portugal) para nos atender, nos deu uma limonada de cortesia e depois veio sentar na mesa para conversar com a gente. Ele também falava português, perguntou o que estávamos fazendo, qual era nossa programação. Explicamos que programamos poucos dias livres em Joanesburgo com medo da violência e ele disse que não era nada grave assim, disponibilizou o motorista dele (português) para nos levar ao centro algum dia, sem custo. Parece um pouco estranho sim, até ele mesmo comentou com a gente que entenderia se não quiséssemos, e acabou passando o telefone/Whatsapp dele para pedirmos ajuda em caso de qualquer problema que tivéssemos na África. Ele comentou que a violência em Joanesburgo não é muito diferente das grandes cidades do Brasil por exemplo. É só não dar bobeira com coisas a mostra, passar com cuidado no semáforo vermelho que fica em uma região suspeita etc. Pizza + sobremesa por 160 rands. Fizemos compras no mercado Pick n' Pay, que fica no mesmo centro comercial do restuarante acima (Farrarmere Shopping Centre). No primeiro dia almoçamos no restaurante do Maropeng - Cradle of Humankind antes da nossa visita ao museu. Dois pratos de massa + bebida por 140 rands. Na segunda passagem por lá, almoçamos no Wimpy do shopping Sandton City. Dois lanches + bebidas por 220 rands. O hambúrguer do Wimpy é idêntico ao hambúrguer congelado de caixinha tipo Sadia, Aurora ou similar. É gostoso, quebra o galho mas não é incrível não. Atrações Assim que chegamos do Brasil deixamos as malas no hotel e fomos para o Maropeng - Cradle of Humankind, que é reconhecido como o lugar onde toda a humanidade foi formada. O lugar estava a mais ou menos 80km de nós mas levamos em torno de 1h30min porque pegamos bastante trânsito, já que todo o caminho é feito pelas estradas na região de Joanesburgo. Chegamos cansados, com chuva e fome. Almoçamos por lá mesmo e depois do almoço fomos para o museu, que começa com algumas estatísticas de animais e espécies que viviam no mundo milhões de anos atrás. Tem também um pequeno passeio de barco em um mini rio passando pelos quatro elementos básicos para a vida e depois chegamos na exposição, com várias atividades interativas e esqueletos já encontrados. Queríamos também visitar as cavernas, que ficam próximas, mas com a chuva desistimos. Entrada do museu O museu é subterrâneo neste prédio Na segunda passagem por Joanesburgo decidimos ir passear no shopping Sandton City. Fica em Sandton, uma região comercial muito bonita e desenvolvida da cidade. O shopping é grande, com várias marcas locais, internacionais e opções de comida. É integrado com outro shopping no mesmo complexo e dá acesso à Nelson Mandela Square, que tem a famosa estátua do Nelson Mandela. Nelson Mandela Square E por fim, na nossa terceira passagem por lá, não é bem uma atração mas fomos no Atlas Mall, que é mais uma galeria com algumas lojas de roupas, farmácia, mercado, artesanato. É totalmente dispensável, só fomos lá porque queríamos comprar mais algumas coisas na farmácia e loja de bebidas antes de voltar para o Brasil e lá foi o lugar mais próximo do hotel em Benoni que encontramos. Falando em bebidas, algo curioso é que de bebidas alcoólicas os supermercados só vendem vinhos. Todo o resto, inclusive cerveja, só é vendido nos Liquor Shop. Normalmente as grandes redes de mercado tem uma Liquor Shop da mesma marca do mercado ao lado, mas é sempre uma loja separada, com caixa separado, talvez horário de funcionamento diferente etc. ====================== Kruger National Park No Kruger ficamos no total 5 dias e 4 noites. Não que tenha sido um exagero, mas depois de ter ido podemos dizer que 3 ou 4 dias já seriam suficientes para a maioria das pessoas. Ficamos tudo isso porque tínhamos dias disponíveis de férias e também como decidimos rodar o parque todo por conta própria com o carro alugado (self drive) estávamos com medo de ficar poucos dias e quase não ver nenhum animal, mas logo no primeiro dia esse medo foi embora. Com uma ou duas horas de parque já tínhamos visto impalas, zebras, girafas e elefantes. É muito fácil ver os animais, eles simplesmente aparecem (exceto felinos, rinoceronte etc que realmente é mais difícil). Assim como falei mais acima no item chip de celular/wi-fi, no Kruger praticamente não existe wi-fi. Só encontramos em Skukuza e apenas no restaurante - não tenham esperanças de que vai funcionar no chalé porque as acomodações não ficam tão perto assim do restaurante. Nosso chip de celular da Vodacom funcionou 100% do tempo nos restcamp e com ótima velocidade (3G/4G). Durante o dia ficávamos sem sinal no meio do parque, mas nos restcamp sempre funcionou muito bem. No dia 01 viajamos de Joanesburgo para Phalaborwa, a cidade que fica vizinha ao portão do Kruger de mesmo nome e onde entraríamos no parque no dia seguinte. Pagamos dois pedágios, de 59 e 88 rand. Nos dias 02 a 06 ficamos dentro do Kruger fazendo os self drive, nos hospedando e fazendo as refeições nos restcamp dentro do Kruger. Ficamos hospedados em três restcamp: Olifants, Satara e Skukuza. No último dia saímos do Kruger às 16:00 e fomos até a cidade de Nelspruit onde dormimos (pedágio de 67 rand). No dia 07 viajamos de Nelspruit de volta para Joanesburgo. Assim como na ida, pedágios de 88 e 59 rand. Geral (Portões, Camps, Self Drive, Game Drive, animais) Como você já deve saber se está planejando ir ao Kurger, ele é um parque nacional que ocupa cerca de 20.000 km² e faz fronteira com Moçambique. O parque foi criado no início do século XX para proteger a fauna da região. Ele tem vários portões de entrada localizados ao longo de toda sua extensão por onde os carros entram. Dentro do parque existem restcamps, que são complexos cercados com restaurante, posto de gasolina (a maioria deles), quartos e outras comodidades feitos para você se hospedar caso queira passar mais de um dia no parque sem ter que sair, dormir em uma cidade próxima e voltar. Os portões tem horário de funcionamento certo que depende da época do ano. Nesta época que fomos (junho) os portões ficam abertos entre 06:00 e 17:30. Não é permitido dirigir no parque fora desse horário. Os que tem reserva devem estar dentro dos seus restcamps antes do horário de fechamento e os que não tem reserva devem sair do parque também antes do fechamento dos portões sob risco de multa. Não é permitido em hipótese alguma sair do carro no Kruger, exceto em área permitida (restcamp, área de picnic/descanso e mirantes). Programe-se para ficar horas no carro sem poder ir no porta malas mexer na mala ou sair do carro para ir ao banheiro (ou ao mato :D). Mirante no Kruger A diária no parque custa 331 rand por adulto por dia (para estrangeiros), não importa se estão hospedados dentro do parque ou se irão apenas passar o dia. Mesmo estando hospedado é necessário pagar o valor da diária por todos os dias que estiver lá. O Wild Card permite entrada de graça em todos os parques SANParks por um ano ao custo de 2450 rand por pessoa (pacote International All Parks Cluster que é o único que estrangeiros podem comprar). Dependendo da quantidade de dias ou se irá visitar outros parques pode valer a pena. O site do próprio parque tem muitas informações úteis para quem visita, além de ser o local onde as reservas são feitas. Recomendo que explorem bastante o site: https://sanparks.org/parks/kruger/ Existem duas modalidades para conhecer o parque: Game Drives e Self Drive. Os Game Drive são passeios oferecidos pelo próprio Kruger ou Lodges privados naqueles carros típicos de safári com motorista/guia. Já o Self Drive, como o nome diz, é a possibilidade de dirigir no parque por conta própria, com seu próprio carro (que pode ser alugado, claro). Além disso, existem alguns passeios adicionais oferecidos pelo SANParks nos restcamp como morning walk (caminhada matutina) ou night drive (passeio noturno em carro de safári com motorista). Night Drive Night Drive Como gostamos de flexibilidade e liberdade de fazer as coisas por conta própria decidimos nos hospedar no Kruger e fazer o self drive todos os dias com nosso carro alugado. Como já falei antes, tínhamos medo de ver poucos animais mas logo esse medo foi embora, é muito fácil ver os animais e vimos muitos deles. Provavelmente estou esquecendo de algum, mas nos nossos dias no Kruger vimos impala (de longe é o que você mais irá ver no parque, segundo SANParks existem mais de 130 mil impalas no parque), elefante, girafa, zebra, macaco, kudu, gnu, warthog, pangolim, coelho, tartaruga, hipopótamo, búfalo, leopardo, hiena. Infelizmente nenhum leão (em compensação vimos leopardo) e nem rinoceronte, mas não ficamos chateados de jeito nenhum porque já não esperávamos ver muita coisa. Dirigir no parque também é muito fácil. Existem estradas de asfalto e terra, a velocidade máxima é de 50km/h no asfalto e 40km/h na terra mas provavelmente você não vai querer passar disso porque começa a ficar ruim de observar os animais no meio do mato. Em todas as intersecções de estradas existem placas dizendo o nome/número da estrada, para onde ela leva e a distância correspondente. Nos guiávamos durante o dia com o Google Maps, placas e mapa do parque em PDF com a identificação dos pontos principais e estradas. É importante ficar atento às distâncias e tempo sugerido, já que a velocidade média é baixa você demora muito tempo para percorrer pouca distância. O SANParks divulga uma tabela de distância e tempo entre camps e portões e é uma ótima forma de se planejar para não chegar tarde no camp. Mapa em PDF: http://www.krugerpark.co.za/dnl/kruger-park-map-pdf.pdf Distâncias: https://www.sanparks.org/parks/kruger/get_there/KNP_distances_beween_camps.pdf No início estávamos um pouco perdidos, sem saber por onde dirigir, onde ir. Na entrada do parque e em todos os camps vimos um mapa da região próxima com imãs grudados mostrando a localização onde os bichos mais populares (rinoceronte, elefante, leão, leopardo, búfalo...) foram vistos no dia anterior e no dia atual. Baseando-se nessas marcações decidimos por onde começaríamos a dirigir e depois disso foi um misto Google Maps, placas e mapa em PDF. Além do self drive decidimos fazer algum passeio guiado do SANParks e escolhemos fazer o night drive em Skukuza, já que para os visitantes não é permitido dirigir a noite. O passeio tem duração de duas horas e é feito em carro de safári com um motorista/guia. Ele dá uma lanterna de longo alcance pra cada lado do carro e diz que caso as pessoas vejam algum animal é pra gritar STOP que ele pára, volta e vê qual é o animal, explica etc. O guia também diz que depende muito da sorte, eles não sabem onde os animais estão, então é possível que não veja nenhum animal como também é possível que veja os Big Five em apenas uma noite. No nosso night drive vimos logo no começo uma leopardo fêmea sozinha pela estrada e mais um no final, um pangolim (aparenta ser um bicho raríssimo, a nossa motorista ficou pasma e não acreditava que tinha visto ele), um casal de hienas com um filhote recém nascido, um gato do mato, hipopótamos fora da água, zebras, impala. Alguns dos animais que vimos Impala Kudu Leopardo Hiena Hiena com filhote Pássaro lindo que estava por todas as partes. De acordo com o Google é um Greater blue-eared starling, Lamprotornis chalybaeus Não sei que bicho é esse Kudu e Impalas Impala As vezes você fica preso no trânsito... nesse ai ficamos uns 10 minutos esperando essa galera comer Impalas Kudu Gnu Esse foi uma baita história! No nosso último dia decidi entrar em uma estrada de terra e demos de frente com esse elefante vindo em sentido contrário. Esperei um pouco e ele continuou vindo pelo meio da estrada. Dei ré, esperei, ele veio, dei ré, esperei, ele veio [...] até que desistimos e fomos embora. Depois, conversando com o Lawrence dono da pousada em Joanesburgo ele disse que quando os elefantes ficam bravos eles abanam a orelha querendo dizer que está nos expulsando - considerando isso, esse aí estava BEM bravo Warthog (que não é Javali) Panorama Route A Panorama Route é um trecho da estrada R532 e a R534 com belas paisagens e pontos de parada/observação próximos a Graskop. Se você está dirigindo até o Kruger desde Joanesburgo é um pequeno desvio de caminho. Existem pessoas que separam um ou dois dias apenas para as atrações da Panorama Route mas como nosso foco era o Kruger, passamos apenas em algumas atrações na nossa ida. Passamos pelo Pinnacle (uma grande pedra em formato de abacaxi no meio de um vale), God's Window (mirante), Wonder View (mirante) e Bourke's Luck Potholes (pedras com buracos feitos pelas águas). A entrada no Wonder View é gratuita, Pinnacle e God's Window custam 15 rands por pessoa e Potholes 55 rands por pessoa. Refeições No dia da ida até Phalaborwa almoçamos na estrada. Encontramos pelo TripAdvisor um restaurante/cervejaria com boas recomendações em Sabie, chamado Sabie Brewing Co. Comemos um prato de fish and chips e um frango, com bebidas por 210 rand. No Kruger é um pouco mais complicado. Normalmente os restcamp tem apenas um restaurante e sem muitas opções (compreensível, já que ficam no meio do parque e imagino que o transporte de comida para lá seja difícil e caro). Jantamos todas as noites nos restaurantes dos camps que estávamos hospedados. Não gostamos muito do restaurante de Olifants e Satara (se chama Tindlovu, a carne não estava legal) mas gostamos muito da comida do restaurante de Skukuza (de uma rede chamada Cattle Baron que inclusive tem unidades fora do Kruger e em outros parques também). Para almoço sempre comprávamos algumas coisas na lojinha/minimercado do camp na noite anterior e fazíamos lanches para o dia seguinte, já que seria complicado ficar parando em restaurante porque não teríamos muita liberdade de andar pelo parque, sempre tendo que estar próximo a um camp. Em Nelspruit depois que saímos do parque, jantamos no Dros, sugestão do dono do hotel. Ambiente legal e cardápio muito bom, com várias opções. Pedimos um Sirloin de 400g com pão de alho + bebidas por 250 rand. Hospedagem Vou dividir por cidades já que na primeira e última noite dormimos fora do parque e o restante dormimos dentro do Kruger. Phalaborwa Escolhemos dormir em Phalaborwa na primeira noite por alguns motivos: 1) Planejamos entrar no Kruger pelo meio e dirigir até o sul, então o portão Phalaborwa pareceu um bom lugar já que fica mais centralizado no parque. 2)Seria um gasto a toa dormir dentro no Kruger (que custa mais caro do que uma pousadinha simples) já que sairíamos de Joanesburgo cedo, viajaríamos boa parte do dia e chegaríamos no Kruger já tarde. 3) Como queríamos parar em algumas atrações da Panorama Route poderíamos não ter tempo hábil de sair de Joanesburgo, passar pela Panorama Route e chegar a tempo de entrar no Kruger e dirigir até o camp antes do fechamento dos portões. Decidimos dormir no Normann Safari Bush Lodge, endereço Plot 41, Silonque, 1390 Phalaborwa (segue as coordenadas porque o endereço não é muito certo já que fica em uma estrada de terra: -23.891823, 31.116432). Pagamos 800 rands pelo quarto com café da manhã. O "quarto", que se chamava Kudu, na verdade eram dois quartos com cama de casal e um banheiro em comum. Mesmo colocando duas pessoas no Booking estavam, não sei porque, esperando que quatro pessoas fossem se hospedar. Quarto bem rústico mas com tudo que precisávamos: água quente, ar condicionado, frigobar e uma boa cama. A cama tinha mosquiteiro em volta (lembrava aquelas camas de rico, de princesa 😀) por causa dos mosquitos presentes na região, apesar de que no inverno não tivemos problema nenhum com eles. A pousada/hotel tem piscina e oferecia um ótimo café da manhã, muito caprichado com frutas, cereais, torradas, ovos, bacon etc. Nosso quarto Estrelas no hotel em Phalaborwa Kruger National Park Uma das partes mais difíceis do planejamento foi escolher onde ficar no Kruger. Com o nosso medo de não conseguirmos ver muitos animais, queríamos ficar em algum camp com maiores chances de ver algum animal. Lemos que o Lower Sabie era ótimo mas quando fomos reservar, tarde demais, estava esgotado. Decidimos ficar uma noite no Olifants, uma noite do Satara e duas noites no Skukuza. Fizemos esta "tática" porque iríamos entrar por Phalaborwa e sair por algum portão ao sul, então precisávamos sempre estar nos deslocando em direção ao sul. Seria ótimo ficar todos os dias em um só camp, evitaria abrir e fechar mala todo dia mas isso não te dá muita mobilidade pelo parque, já que as distâncias entre os camps são grandes e a média de velocidade baixa. Ficando em um só camp você não teria muitos lugares diferentes para passear durante os dias. Todas as reservas do Kruger foram feitas pelo site oficial do SANParks (https://www.sanparks.org/parks/kruger/) e todas as reservas tem que ser pagas no momento da reserva. Você pagará pelo quarto, pelo ingresso por dia/por pessoa e pelo site também já é possível agendar atividades (night drives, morning walk etc). No site você consegue ver os vários tipos de acomodação em cada camp (Bungalow, Guest House etc) e as comodidades (apenas geladeira, fogão, utensílios, cozinha completa...) e escolher o que melhor se adequa. Pagamos em torno de 1200 rands por noite/por quarto, varia um pouco de acordo com a categoria do quarto (eles tem vários códigos internos) e de acordo com o camp. Bungalow Por dentro do quarto (desculpem a bagunça!) Área de camping, trailer e motorhome no restcamp Skukuza Em todos os restcamp que ficamos a geladeira era protegida de alguma maneira, para os macacos não assaltarem. Nesse foi o mais extremo de todos: ficava dentro dessa gaiola, trancada com cadeado (e a chave ficava junto). Provavelmente os macacos aprenderam a abrir o trinco da gaiola e precisaram colocar os cadeados (ainda não aprenderam a abrir com a chave que fica junto) Nelspruit Assim como na chegada em Phalaborwa, não valia a pena dormirmos dentro do Kruger e sair no dia seguinte cedinho direto para Joanesburgo já que a hospedagem no Kruger é mais cara que uma pousadinha fora dele. Então no nosso último dia de parque rodamos o dia todo e lá pelas 16:00 saímos do parque pelo portão Malelane e dirigimos até Nelspruit, a maior cidade da região. O hotel foi escolhido apenas pela nota/comentários/valor no Booking, não tínhamos nenhuma preferência de localização. Fizemos uma ótima escolha, os quartos tinham aparência de ser bem novos, eram amplos, bonitos e limpos. Pagamos 650 rands (o mais barato da viagem). Endereço: 12 Republiek Cres, 1200 Nelspruit ====================== Garden Route Atrações/trajeto A tão esperada Garden Route! Mas para ser sincero, não achamos ela espetacular. É uma estrada bonita que leva para várias cidades do litoral, ponto. Sei que grande parte dessa nossa impressão foi por ter ido no inverno e com templo nublado então não conseguimos aproveitar muito das praias e também por termos passado antes pela Panorama Route na região do Kruger, que é uma estrada muito bonita. Saindo de Cape Town nossa primeira "parada" foi em Hout Bay. Passamos por uma estrada muito bonita até chegar lá e depois pegamos a Chapman's Peak Drive que nos levou de Hout Bay até o Cabo da Boa Esperança. Caminho de Cape Town para Hout Bay Hout Bay Mirante na Chapman's Peak Drive Chegando no Cabo da Boa Esperança aparentemente ele fica dentro de um parque nacional e o ingresso era de 147 rands por pessoa. Como nossa intenção era só tirar uma foto e ir embora acabamos nem entrando. Na volta passamos por Simon's Town, uma cidade de praia bem bonitinha onde fica a famosa Boulder's Beach com seus pinguins. Com o tempo nublado e a insegurança de deixar o carro alugado cheio de malas no estacionamento com um guardador decidimos não parar ali e seguir nosso caminho para destino final, a cidade de Agulhas, onde ficamos hospedados e onde se localiza o Cabo Agulhas, ponto mais ao sul do continente africano (pra mim muito mais interessante e relevante do que o turístico Cabo da Boa Esperança). Cabo Agulhas A cidade de Agulhas é bem pequena, vazia e o ponto mais ao sul não tem grandes atrativos, ainda mais com o tempo nublado e frio. Tiramos algumas fotos e seguimos para Knysna (paramos para almoço), Brenton on Sea - um bairro um pouco afastado de Knysna com uma praia muito bonita, e finalmente Plettenberg Bay onde dormimos. Mirante em Brenton on Sea No dia seguinte na ida até Jeffrey's Bay passamos por Nature's Valley mas com o tempo chuvoso não fomos até a praia. É uma vila bem tranquila com várias casas e chalés muito bonitos. Depois de um pedágio de 50 rand na N2 chegamos no Garden Route National Park, comumente chamado de Tsitsikamma que na verdade é o nome daquela região específica do parque. A entrada custou 218 rand por pessoa e lá no parque fizemos duas trilhas a pé de 1km cada e duração de 1h a 1h30: Mouth River Trail, que leva para a famosa Suspension Bridge e Loerie Trail que sobe toda a montanha na lateral da estrada interna e chega em um belo mirante com vista de todo o mar. A entrada da Loerie Trail fica na segunda lombada após a lojinha (parece um detalhe bobo mas não é tão perto do estacionamento como a Mouth River Trail e a chegada até ela não é sinalizada, então achei relevante colocar caso alguém que leia este relato decida ir). Trilha Mouth River Trilha Mouth River Trilha Mouth River Trilha Loerie O trecho entre Jeffrey's e Mossel Bay foi sem paradas e em Mossel Bay fomos no Museu do Bartolomeu Dias, o que foi uma grande decepção. O museu aparenta estar meio abandonado, vazio, poucos objetos interessantes e a entrada na réplica do navio estava fechada. Museu Bartolomeu Dias Réplica da caravela de Bartolomeu Dias. Em 1988 essa réplica foi levada navegando de Lisboa até Mossel Bay A caminho de Stellenbosh fizemos um (grande) desvio para conhecer as Cango Caves que ficam perto de Oudtshoorn. Eles oferecem dois tipos de passeio, um de 1h e outro mais avançado de 1h30 que precisa passar por algumas partes bem claustrofóbicas, eles inclusive tem uma réplica em tamanho real das passagens para as pessoas testarem. Fizemos o de 1h. O passeio é obrigatoriamente guiado, custa 120 rand por pessoa e sai de hora em hora, sem necessidade de agendamento. Não se tem registro de quando as cavernas foram descobertas mas comenta-se que um de seus salões foi descoberto em 1780 por um fazendeiro holandês. Nunca estivemos em uma caverna grande assim, então foi impressionante. Vários salões com belíssimas formações de estalactites, estalagmites e as duas unidas. Cango Caves Cango Caves Cango Caves Em Stellenbosch visitamos a vinícola Jordan Wine e fizemos o tour Cellar & Wine que incluía ver como é o processo de fabricação dos vinhos deles e uma degustação de seis vinhos, custando 150 rands por pessoa. Chegando lá aparentemente não tinha mais ninguém agendado e o tour foi feito só para nós dois. Gostamos de tudo! Os vinhos são muito bons (tanto é que trouxemos oito garrafas para casa 😮), o rapaz que nos acompanhou era muito simpático e explicou tudo muito bem. Aproveitamos para almoçar lá e também foi ótimo. Se você considera fazer alguma degustação e estiver dirigindo sugiro ficar pelo menos um dia completo em Stellenbosch (duas noites). Almoço na vinícola Parte da degustação Fabricação e envelhecimento dos vinhos Fabricação e envelhecimento dos vinhos Hospedagem Agulhas Ficamos no L'Agulhas Homestay. Foi muito estranho quando chegamos porque estava tudo apagado, era uma casa comum, sem nenhuma identificação nem nada. Uma menina (de 12, 14 anos) veio nos receber e em seguida veio a mãe dela, que nos levou para o quarto e mostrou o nosso banheiro. Apesar do quarto ter uma porta direto para a rua/quintal, ele ficava dentro da casa da família e dava acesso direto à casa deles. Foi aí que tudo fez sentido: na hora de reservar nem nos atentamos ao "homestay", achando que seria mais uma pousadinha. Nos perguntaram se pretendíamos tomar café da manhã em algum lugar e se ofereceram para preparar um café da manhã, que não estava incluso na diária. No fim das contas não tinha nada de errado, mas fica a lição mais uma vez de sempre observar o lugar que estamos reservando nos mínimos detalhes. L'Agulhas Homestay (700 rands) 4 Hoffman Street, 7287 Agulhas L'Agulhas Homestay Plettenberg Bay Ficamos no Anchorage Guest House, um belo lugar cuidado pelo dono e sua esposa, ambos já idosos. Foi realmente onde nos sentimos em casa, fomos muito bem recebidos, o café da manha era incrível. O lugar em si parece um grande chalézão, com alguns quartos privativos no térreo e dois no andar de cima. No térreo todos os quartos dão para uma grande sala com televisão, sofás e lareira onde também fica o espaço do café da manhã com uma grande mesa comum. O quarto era ótimo, grande, limpo, café da manhã farto e os donos eram ótimas pessoas. Anchorage Guest House (540 rands) 12 Entaa Drive, 6600 Plettenberg Bay Jeffrey's Bay Ficamos na JayBay House. Junto com Mossel Bay (abaixo), esse lugar parecia mais hotel e menos pousada em relação aos outros. O quarto também era muito bom, grande e o café da manhã foi excepcional, farto, no andar superior com vista para o mar. JayBay House (820 rands) 8 Verbena Circle, 6330 Jeffreys Bay JayBay House Mossel Bay Ficamos no Lavandula Manor. Acho que podemos considerar essa como a melhor estadia que tivemos na viagem. Não que qualquer outro lugar tenha sido ruim, muito pelo contrário, escolhemos muito bem todos as pousadas/hotéis e não tivemos problema com nenhum, mas o banheiro do nosso quarto era sensacional. Todo em mármore (posso estar falando besteira mas pelo menos era muito parecido) e grandioso: uma banheira imensa, duas pias e a área do chuveiro era também imensa. O quarto também era muito legal e confortável mas o ponto alto foi o banheiro. A chegada foi um pouco estranha, já que eles dividem a recepção com um consultório de dentista mas não tivemos nenhum problema. Lavandula Manor (850 rands) 121 Marsh Street, 6500 Mossel Bay Banheiro do quarto em Mossel Bay Stellenbosch Ficamos em uma casa reservada pelo Airbnb. Fácil acesso, entrada privativa separada da casa principal, quarto bem equipado e banheiro bom. Pagamos R$320 por duas diárias. Airbnb em Stellenbosch Airbnb em Stellenbosch Refeições Assim como na seção do Kruger e Joanesburgo, vou colocar aqui alguns dos lugares que comemos para que possam se basear em preço ou até mesmo ter como opção para sua viagem. Agulhas: Jantamos no Crafty Pig (184 Main Road), um misto de barzinho e restaurante. Eles tem pizzas, hambúrgueres e carnes. Era um dos poucos restaurantes da região, eles ficam todos próximos uns aos outros na avenida principal e tem uns três ou quatro por lá. Pedimos uma pizza, pão de alho, água e cerveja (Camelthorn Weiss, da Namíbia) por 150 rands. Knysna: Almoçamos no 34 South. Pedimos de entrada uma ostra crua e porção de seis ostras com queijo e alho (para provar, nunca tinha experimentado ostra) e um prato com arroz, batata, camarão, lula e salada. Estava ok, nem muito bom e nem muito ruim. Achei péssima a ostra pura, ainda na concha, mas a porção com queijo e alho estava gostosa, provavelmente mais por causa do tempero do que pela ostra. Total de 370 rands. Tsitsikamma: Almoçamos no restaurante do parque, Cattle Baron, o mesmo de Skukuza (Kruger). Pedimos um Garlic Sirloin com salada e a comida estava ótima, total 274 rands. Jeffrey's Bay: Nossa vontade era jantar no The Greek mas quando chegamos lá a cozinha já estava fechada (apesar de ser antes do horário divulgado) então jantamos pizza no Debonairs. Duas pizzas, bebida e sobremesa por 225 rands. Mossel Bay: Pelo TripAdvisor planejamos almoçar no Carola Ann mas chegando lá estava fechando (também era pra estar aberto de acordo com o horário). Procurando rapidamente no Google Maps e TripAdvisor encontramos o Kaai 4 Braai com muitos comentários bons, na orla do porto. Chegando lá não encontramos ele e ficamos conformados em ter que comer Fish and Chips que tinha por ali, mas em uma última tentativa encontrei uma entradinha que podia ser ele e era lá mesmo. O lugar é bem simples, chão de areia, você faz o pedido no balcão e espera na mesa. O dono muito atencioso fez questão de nos explicar o cardápio item a item e nos dar provas de ingredientes que não sabíamos o que era. Eles fazem um pão tradicional chamado roosterkoek feito no fogo e que acompanha todos os pratos. Eu pedi um roosterkoek com carne moída e minha esposa um peixe com salada. Os dois estavam ótimos! 140 rands + bebidas. Stellenbosch: Aproveitamos o passeio na vinícola para almoçar no restaurante deles (Jordan Wine). Pedimos dois pratos de massa que estavam muito bem feitos e apresentados por 220 rands. Cardápio Kaai 4 Braai Roosterkoek + Mince + Salad ====================== Cape Town Table Mountain Eu ia colocar a visita na Table Mountain como um item de "Atrações" logo abaixo mas merece uma parte inteira só para ela. A Table Mountain era o ponto alto (trocadilhos a parte) da nossa passagem por Cape Town. Estávamos muito animados para visitar, conhecer ela e se tudo desse certo, subir pela trilha até o topo e descer de teleférico. Não somos ativos, praticantes de trilhas, mas gostamos dessas coisas e achamos que seria legal. Ainda no Brasil compramos o ticket de descida do teleférico pelo site oficial (150 rands por pessoa) já que todos os lugares diziam que as filas para comprar no local são imensas. Talvez isso seja verdade no verão, e não duvidamos já que vimos vários bancos colocados na área destinada para a fila, mas o que encontramos lá foi um lugar praticamente fantasma, com pouquíssimos turistas e sem nenhuma fila para nada principalmente por conta do inverno, do tempo frio e nublado. Vale mencionar que o custo do ticket é para andar no teleférico e não para entrar na Table Mountain então quem sobe e/ou desce pela trilha não paga nada. Em condições de tempo adversas, leia-se muito vento, o teleférico fica fechado. Durante nossa estadia monitorávamos todos os dias o site oficial (https://www.tablemountain.net) e quase sempre o teleférico esteve fechado durante o dia todo. Finalmente no dia 19/junho, nosso último dia em Cape Town antes da volta para Joanesburgo no dia seguinte, o teleférico abriu de acordo com o site. Nos arrumamos, pegamos um Uber e fomos até o ponto de partida da trilha Platteklip Gorge (pode ser encontrado pelo Google Maps como Platteklip Gorge Starting Point, fica 1,5km depois da estação do teleférico). Existem várias trilhas na Table Mountain e a mais conhecida é a Platteklip Gorge. Em um site que encontrei a descrição de várias trilhas (http://www.adreamoverland.com/blog/as-trilhas-da-table-mountain-cape-town) comentam que essa é a mais chata/monótona e fácil, apesar de muito cansativa. Decidimos ir por ela mesma já que é a mais conhecida. A primeira metade dela é relativamente tranquila, com um misto de trechos quase planos e trechos com subidas. Depois da metade o bicho pega e é subida o tempo todo, muitas vezes precisando se apoiar com as mãos. O tempo estava nublado e no começo da trilha ainda era possível ver parte da cidade entre as nuvens. Depois de certo ponto, como estávamos subindo, acabamos cruzando a camada de nuvens e só enxergávamos poucos metros a frente. Depois de três horas de subida, frio (8 a 10 graus) e cansaço chegamos em um marco com um mapa das trilhas próximas que ficam lá em cima da montanha e indicando que a estação do teleférico estaria a 1km / 15 minutos de distância (agora já sem subidas). O problema é que não tinha nenhuma outra sinalização (placas, setas) e o tempo estava totalmente fechado. Fomos nos guiando pelo Google Maps até a estação, que com tempo aberto provavelmente seria ridículo de fácil de encontrar já que estávamos em uma grande pedra plana. Vale mencionar que como a placa informa, o tempo pode mudar durante a sua subida e o teleférico parar de funcionar, então sempre tenha tempo (e força!) para voltar pela trilha se necessário. Estávamos com bastante medo de chegar e o teleférico ter fechado mas felizmente conseguimos descer por ele (sem ver NADA por causa da neblina). Início da trilha Platteklip Gorge Ainda no começo com cara de felizes sem saber o que viria pela frente Cidade encoberta pelas nuvens Tempo fechando... ... e fechou. Um mirante no topo que deve ser belíssimo com tempo bom Descida com o tempo totalmente fechado, nessa foto estávamos dentro do teleférico já em movimento Atrações Chegamos em Cape Town com grandes expectativas quanto à cidade mas meio que nos decepcionamos. Provavelmente porque o tempo não estava legal, muito frio e chuva logo na nossa chegada, diferente daquelas fotos com sol paradisíaco que vemos na internet. Por conta disso não fizemos tantas coisas assim em Cape Town e acabamos aproveitando mais para descansar, ficando até mesmo um dia inteiro no Airbnb sem fazer absolutamente nada. City Sightseeing: Compramos, ainda no Brasil, tickets para um dia no City Sightseeing que é aquele ônibus vermelho que circula por rotas específicas da cidade e você pode descer/subir onde e quando quiser. Fizemos o passeio nele pelas duas rotas que ele oferece, ainda no primeiro dia pra termos uma noção dos principais pontos da cidade. Nós que sempre fomos contra esses passeios de turista e tal acabamos gostando bastante. Talvez estamos ficando velhos 😊 V&A Waterfront: De longe o lugar que mais fomos e gostamos durante nossa passagem pela cidade. Nada mais é do que a região do porto que aparenta ter sido reformada/renovada para atrair o público geral. Tem shopping, restaurantes bons, restaurantes simples, lojinhas de lembrança, roda gigante, aquário, museus. Levávamos cera de 20 minutos de caminhada entre o Airbnb e o Waterfront então passamos por lá praticamente todos os dias, principalmente para almoçar, comprar lembranças e passear no shopping. V&A Waterfront Food Market: Aqui é onde estão as comidinhas do lugar. É um grande galpão com vários quiosques/lojinhas, cada um vendendo um tipo diferente de comida. Hambúrguer, cerveja, comida natural, doces, café, smoothie, tinha de tudo. Existem mesas comunitárias dentro e fora (cuidado com as aves!) para comer as comidas compradas lá. Victoria Wharf Shopping Centre: Um shopping pra ninguém botar defeito! Muitas lojas, opções de comida e até um mercado (Pick n' Pay se não me engano) onde sempre comprávamos água e coisas para cozinhar na janta. Green Market Square: Mercado de rua, ao ar livre, com várias barraquinhas vendendo artesanato. Fomos nele durante o passeio com o ônibus mas não gostamos muito. Muitas das coisas que vimos lá existiam também para serem compradas nas lojinhas do Waterfront com a vantagem de que no Waterfront as coisas tinham preço e no Green Market eles davam o preço de acordo com sua cara de turista. Acabamos comprando uma tela que achamos bonita por metade do preço originalmente pedido, pra terem uma noção de como as coisas funcionam por lá. Old Biscuit Mill: Fomos em um dia de manhã com a intenção de passear, ver lojas e etc mas também não gostamos muito. É uma feirinha bem pequena e com itens bastante caros nas lojas. Nos pareceu um lugar moderninho, hipster. Tinha bastante opção de comida de barraquinha, cada uma de um país/parte do mundo. Cape Town Science Centre: Fomos andando para o Science Centre a partir do Old Biscuit Mill. É um museu de ciências, com atrações aparentemente feitas para crianças em época de escola, mostrando como funciona a física, fluídos, ilusão de ótica, corpo humano etc. Tudo era muito interativo, deixando o visitante resolver um problema ou algo do tipo para depois explicar porque tal coisa acontece. É simples, voltado para as crianças, mas gostamos bastante de lá já que gostamos dessas coisas interativas. Entrada de 65 rands por pessoa. Iziko Maritime Museum: Museu marítimo que fica no Waterfront. Eu não diria abandonado, mas é um lugar que é deixado para trás pelos turistas. Mostra a história da navegação, que é a base da formação de Cape Town. Tem MUITAS réplicas em uma escala grande de navios antigos, de guerra e de transporte geral (correio por exemplo) e conta a história de alguns desses navios, para o que eram usados e como foram afundados. Entrada de 20 rands por pessoa. Iziko Maritime Museum Árvores lutando contra o vento Hospedagem Ficamos em uma casa reservada pelo Airbnb. Assim como em Stellenbosch, fácil acesso, entrada privativa separada da casa principal, perto de restaurantes e 20 minutos do Waterfront, quarto bem equipado, cozinha com fogão, utensílios, máquina de lavar e secar. Pagamos R$1200 por seis noites. Airbnb em Cape Town Airbnb em Cape Town Refeições Cozinhamos em boa parte das vezes aproveitando a boa cozinha que tinha nosso Airbnb. No nosso primeiro dia almoçamos no Al Forno do shopping (que tá mais pra galeria) Cape Quarter já que era próximo de onde devolvemos o carro alugado. Por dois pratos de macarrão e sobremesa pagamos 290 rands. Almoçamos duas vezes no Food Market do Waterfront e as duas foram ótimas: Hungarian Bread (uma espécie de pão frito com a sua escolha de recheio por cima: parma, salmão, carne desfiada etc) +- 80 rands cada, e um hambúrguer que não me lembro o nome mas fica no segundo andar, por 160 rands. Um dia que estávamos com preguiça de fazer qualquer coisa almoçamos em um restaurante mexicano bem perto do Airbnb chamado El Burro. Pagamos 300 rands por dois pratos e bebidas. Hungarian Bread com salmão
  10. 1 ponto
    ¡Hola! ¿Qué tal jovens Padawans? Sou mochileira de primeira viagem e a mais ou menos um ano e meio atrás, eu não fazia ideia da existência de Salar de Uyuni, Deserto do Atacama, Huaraz e etc Até queeee, um post da página do Mochileiros.com caiu de paraquedas no meu Facebook, desde então sou uma mocinha viciada em ler relatos, juntar grana pra viajar e montar roteiros e mais roteiros que espero um dia ter condições de tirar todos do papel e colocar em pratica assim como este que vos compartilho 😅 Sigo viagem nesse sábado (07/07/18) UHUUUUUUUUUUUUUL, e senti que era importante compartilhar um pré relato dessa trip, pois como eu disse, o Mochileiros.com e seus relatos foram essenciais pra que MY DREAMS COME TRUE!! 😎 Enfim... Vou resumir um pouco do que foi este 1 ano planejando essa viagem: 1°- Ler relatos é imprescindível pra que tu consiga formular um roteiro que seja sua 'cara metade' 2°- Após fazer MUUUITOO isso, finalmente o meu foi criando formato 3°- Eu achava que era impossível fazer algo assim sozinha, então logo que decidi que faria essa viagem, fiquei que nem loca implorando pra qualquer pessoa (Mãe, irmã, amigos, namorado, gato, papagaio e periquito) embarcar nessa 'doidera' comigo, de inicio todas as tentativas foram frustradas, então, decidi criar um tópico aqui no site em busca de uma companhiazinha que fosse, compartilhei o que na época era meu roteiro (mal sabia eu que ele ainda sofreria muitas alterações 🤣), e muitas pessoas entraram em contato comigo, criei um grupo no Whats vulgo Zapp com umas 70 pessoas, que haviam comentado meu post e demonstrado interesse, massss, acreditem ou não, dessas 70 só sobraram 7 que no fim vão de fato seguir viagem comigo e pra minha felicidade uma dessas 7 é minha melhor amiga TODO MEU ESFORÇO LÁ DO INICIO NÃO FOI EM VÃO, consegui convencer alguém hahaha 4°- Não deixem que falta de companhia empeçam vocês ou não saber espanhol e cositas assim, pq no fim da tudo certo, quer dizer ainda não sei se vai dar tudo certo HAHAHAHAA Mas até agora deu e espero que continue dando nos próximos 25 dias que estarei na estrada 😏 5°- Eu não tinha absolutamente nada necessário e no meu país cidade Volta Redonda também seria difícil encontrar os itens que a galera indica pra levar, então, nas ultimas férias aproveitei que estava em la casita de mi mama que mora no país cidade Vila Velha, e ga$tei un$ bon$ dinheiro$ na Decathlon. Aproveitei também pra fazer meu cartão internacional de vacinação pois aq em VR também não fazem! CHEGA DE EMBROMAÇÃO... Vou compartilhar com vocês o meu roteiro e algumas dicas (tentei reunir todas nessa post) que fui pegando dos Mestres formados na arte de mochilar Bolivia-Chile-Peru: ROTEIRO: DIA 1 07/07: RJ X SCLS X SUCRE X UYUNI DIA 2 08/07: UYUNI DIA 3 09/07: UYUNI DIA 4 10/07: UYUNI X SPA DIA 5 11/07: SPA DIA 6 12/07: SPA X CALAMA X ARICA DIA 7 13/07: ARICA X TACNA X AREQUIPA DIA 8 14/07: AREQUIPA DIA 9 15/07: AREQUIPA X ICA DIA 10 16/07: ICA DIA 11 17/07: ICA DIA 12 18/07: ICA X LIMA DIA 13 19/07: LIMA X HUARAZ DIA 14 20/07: HUARAZ DIA 15 21/07: HUARAZ DIA 16 22/07: HUARAZ X LIMA DIA 17 23/07: LIMA X CUSCO DIA 18 24/07: CUSCO X AGUAS CALIENTES DIA 19 25/07: MP X CUSCO DIA 20 26/07: CUSCO X PUNO DIA 21 27/07: PUNO X COPACABANA DIA 22 28/07: COPACABANA X LA PAZ DIA 23 29/07: LA PAZ DIA 24 30/07: LA PAZ DIA 25 31/07: LA PAZ X SCLS X RJ DIA CIDADE HOSTEL TRANSPORTE PASSEIO DICAS DINHEIRO 1 RJ X SCLS X SUCRE X UYUNI DORMIR BUS 1 VOO: RJ X SP GIG 08:05H –GRU 09:20H 2 VOO: SP X SCLS GRU 10:20H- VVI 12:15H 3 VOO: SCLS X SUCRE VVI 14:15H- CB 15:00H 4 VOO: CB 16:15H- SC 16:55H 5 BUS: SUCRE X UYUNI SC 20:30H X UY 05:30H X -AO CHEGAR EM SCLS ATRASAR O RELOGIO 1H -FIQUE LIGADO NO SEU EMAIL P/ POSSIBILIDADE DE MUDANÇA DE VOO PELA AMASZONAS -TROCAR ALGUNS BOLIVIANOS +/-25 Bs. P/ PEGAR TAXI -NO AEROPORTO DE SCLS IR AO RESTAURANTE CAFÉ BRASILEIRO (WIFI GRATIS) -NA RODOVIARIA DE SUCRE TOMAR ASPIRINA E DIAMOX/SOROCHE PILLS REAIS X BOLIVIANOS 2 UYUNI X -SALAR DE UYUNI -AGUARDAR AS AGENCIAS ABRIREM EM UYUNI NO CAFÉ DA MARIA -TROCAR +/- 1500 BS -IR AO MERCADO E COMPRAR 5L D’AGUA POR PESSOA + SNACKS -USAR OCULOS ESCUROS, PROTETOR LABIAL E DE SOL -ESMERALDA TOUR +/- 850 BOL -LEVAR +/- Bs. 250 P/ PASSEIO DO SALAR (ENTRADA DO PARQUE, BANHEIRO, MERCADINHO E BANHO DE AGUA QUENTE) -SE ESTIVER AFIM, APROVEITAR P/ IR AO BANHEIRO NA FEIRINHA (2 PARADA DO TOUR) BOLIVIANOS 3 UYUNI X -SALAR DE UYUNI BOLIVIANOS 4 UYUNI X SPA HOSTAL ATACAMA NORTH 1 VAN: UYUNI X FRONTEIRA SPA 2 BUS: FRONTEIRA X SPA -SALAR DE UYUNI -TOUR ASTRONOMICO +/- 16.000 PESOS -VALLE DE LA LUNA -VALLE DE LA MUERTE -SEPARAR A PASSAGEM P/ O ATACAMA QUE A AGENCIA DEU NO 1 DIA DE TOUR + ID + BILHETE DE IMIGRAÇÃO (QUE VC GANHOU NO AEROPORTO QUANDO CHEGOU) -ADIANTAR O RELÓGIO 1H -SE LIGAR NO HORARIO POIS O TOUR VALLE DE LA LUNA E VALLE DE LA MUERTE SAEM AS 16H. NÃO PERCA TEMPO AO CHEGAR EM SPA E VA TROCAR DINHEIRO E RESERVAR O TOUR. LEVAR +/- 5.000 PESOS P/ TOUR. -AO CHEGAR NO HOSTEL, AVISAR Q NO ULTIMO DIA VC PRECISARÁ DE BANHO DPS DO CHECK-OUT BOLIVIANOS X PESOS 5 SPA HOSTAL ATACAMA NORTH -SALAR DE ATACAMA, PIEDRAS ROJAS E LAGUNAS ALTIPLANICAS -LEVAR GRANA EXTRA PARA PAGAR ENTRADA DOS PARQUES +/-10.000 PESOS -DPS DE CHEGAR DO PASSEIO IR P/ RODOVIARIA COMPRAR PASSAGEM P/ ARICA (TRAJETO DIRETO) PESOS 6 SPA X CALAMA X ARICA DORMIR BUS 1 BUS: SPA X CALAMA 2 BUS: CALAMA X ARICA -SALAR DE TARA +/- 33.000 PESOS -PEGAR TAXI CALAMA X ARICA PESOS 7 ARICA X TACNA X AREQUIPA HOSTAL ESPINOZA 1 TAXI: ARICA X TACNA 2 BUS: TACNA X AREQUIPA -AJUSTAR O RELOGIO 2H A MENOS -FICAR COM ALGUNS PESOS P/ PAGAR O TAXI ARICA X TACNA +/- 4.000 PESOS. -P/ PEGAR O TAXI, SAIR DA ESTAÇÃO DE ARICA PELOS FUNDOS E CAMINHAR P/ DIREITA, P/ RODOVIARIA INTERNACIONAL (QUE PARECE UM ESTACIONAMENTO), ACHAR UMA PEQUENA FILA Q TEM PARA PEGAR O TAXI, LEMBRAR DE PAGAR A TAXA DE EMBARQUE ANTES E PEGAR O COMPROVANTE. -O MOTORISTA DO TAXI PROVAVELMENTE IRA TE DEIXAR NO TERMINAL INTERNACIONAL. DE LA, É SÓ ATRAVESSAR A AVENIDA P/ IR P/ O TERMINAL DOMESTICO. VC PODE TROCAR SEU DINHEIRO POR SOLES NA PROPRIA RODOVIARIA P/ COMPRAR A PASSAGEM DE BUS. -LEVAR SNACKS NESSA VIAGEM -CHEGANDO EM AREQUIPA COMPRAR PASSAGEM P/ICA SOLES 8 AREQUIPA HOSTAL ESPINOZA *AREQUIPA É BOM P/ FAZER COMPRAS -RUA CALLEN JERUSALEN BOA P/ LAVAR ROUPAS E TROCAR DINHEIRO SOLES 9 AREQUIPA X ICA DORMIR BUS 1 BUS: AREQUIPA X ICA -PLAZA DE ARMAS E CATEDRAL -OS WALKING TOURS SAEM POR VOLTA DAS 10H, BOM P/ CONHECER OS MELHORES PONTOS DA CIDADE. -TROQUE O RESTO DO DINHEIRO Q VAI USAR NO PERU PQ AREQUIPA COSTUMA TER AS MELHORES TAXAS DE CAMBIO (RUA CALLE JERUSALEN). SOLES 10 ICA DUNAS LODGE BUGGY X SANDBOARD -COMPRAR PASSAGEM P/ LIMA -FECHAR PASSEIO DE BUGGY P/16H (VER POR DO SOL) SOLES 11 ICA DUNAS LODGE -ISLAS BALLESTAS E RESERVA NACIONAL DE PARACAS -SENTAR DO LADO ESQUERDO DO BARCO SOLES 12 ICA X LIMA MANA LIMA HOSTEL 1 BUS: ICA X LIMA -BOM P/ TROCAR REAIS SOLES 13 LIMA X HUARAZ DORMIR BUS 1 BUS: LIMA X HUARAZ SOLES 14 HUARAZ CASA BLANCA BACKPACKERS -SE ACLIMATAR OU VER SE TEM TOURS MAIS TARDE SOLES 15 HUARAZ CASA BLANCA BACKPACKERS -LAKE PARON OU LAGUNA CHURUP (DECIDIR) SOLES 16 HUARAZ X LIMA DORMIR BUS 1 BUS: HUARAZ X LIMA -LAGUNA 69 SOLES 17 LIMA X CUSCO HITCHHIKERS CUSCO HOSTEL 1 VOO: LIMA X CUSCO LIM 14:50H- CUZ 16:15H -TOUR CUSCO -FECHAR VAN P/ HIDRELETRICA MP -DEIXAR MOCHILA DE ATAQUE PRONTA *CUSCO É BOM P/ FAZER COMPRAS SOLES 18 CUSCO X AGUAS CALIENTES ILLARY INN 1 VAN: CUSCO X HIDRELETRICA 2 CAMINHADA: HIDRELETRICA X AGUAS CALIENTES -COMPRAR TICKET ONIBUS AGUAS CALIENTES X MP -COMPRAR COMIDA/BEBIDA P/ MP -NO FIM DA TRILHA DA HIDRELETRICA TEM UM TUNEL, NÃO ENTRAR NELE SOLES 19 MP X CUSCO HITCHHIKERS CUSCO HOSTEL 1 BUS: AGUAS CALIENTES X MP 2 BUS: MP X AGUAS CALIENTES 3 CAMINHADA: AC X HIDRELETRICA 4 VAN: HIDRELETRICA X CUSCO -MACHU PICCHU SOLES 20 CUSCO X PUNO DORMIR BUS 1 BUS: CUSCO X PUNO SOLES 21 PUNO X COPACABANA HOSTAL PIZARRO 1 BUS: PUNO X COPACABANA -UROS -TOUR COPACABANA -FECHAR O PASSEIO UROS NA RODOVIARIA -O PASSEIO P/ UROS SAEM AS 8H30 -COMPRAR PASSAGEM COM SAIDA AS 14H P/ COPACABANA + BUS LA PAZ -FECHAR TOUR ISLA DEL SOL -ARRUMAR MOCHILA DE ATAQUE SOLES 22 COPACABANA X LA PAZ HOSTAL BELLAVISTA INN 1 BARCO: COPACABANA X ISLA DEL SOL 2 BARCO: ISLA DEL SOL X COPACABANA 3 BUS: COPACABANA X LA PAZ -ISLA DEL SOL -CHEGAR CEDO P/ ESPERAR O BARCO -O TOUR DE BARCO SAI AS 8H30 DA PRAIA DE COPACABANA -FECHAR TOUR LA PAZ SOLES X BOLIVIANOS 23 LA PAZ HOSTAL BELLAVISTA INN -P/ O PASSEIO DE DOWNHILL PELA ESTRADA DA MORTE, PEGUE UMA BIKE COM SUSPENSÃO TRASEIRA E DIANTEIRA. AGENCIA NO FEAR. -VAN SAI AS 7H30 P/ PASSEIO E VOLTA AS 19H20. BOLIVIANOS 24 LA PAZ HOSTAL BELLAVISTA INN -FAZER PASSEIO DE TELEFERICO -DEIXAR MOCHILÃO PRONTO P/ IR EMBORA BOLIVIANOS 25 LA PAZ X SCLS X RJ X 1 VOO: LA PAZ X SCLS LP 06:05H- SCLS 07:10H 2 VOO: SCLS X SP VVI 13:05H- GRU 16:55H 3 VOO: SP X RJ GRU 18:20H- GIG 19:20H BOLIVIANOS X REAIS PARA SE ORGANIZAR: -Alguns relatos que li: https://www.worldpackers.com/pt-BR/articles/mochilao-pela-america-do-sul-peru-bolivia-e-chile https://girosporai.com.br/2015/03/05/salar-de-uyuni-dicas-para-uma-viagem-quase-100-perrengue-free-pela-bolivia/ https://vidamochileira.com.br/roteiro-completo-mochilao-bolivia-chile-e-peru/ - É preciso tomar a vacina da Febre Amarela e emitir o Certificado Internacional de Vacina, confere no site da Anvisa o posto de emissão mais próximo de você! -Se você não tiver um passaporte, poderá fazer essa viagem apenas com sua Identidade (EM BOM ESTADO) -Fazer um seguro viagem (fiz o meu com a Allianz) -Você não precisa fazer reservas de Hostels ou Tours aqui no Brasil (apesar de eu ter feito), pode ir na cara e na coragem e economizar muito mais, pois além de ter hostels de sobra a chance de tu conseguir um desconto pechinchando é muito grande, ainda mais se estiver em grupo, porém, se fizer as reservas por aqui, assegure-se de que pode cancelar suas reservas sem custo adicional. -Levar Dólar ou Real? Eu to levando um pouco dos dois e esse é o indicado... Os Trumps são muito mais bem aceitos porém dizem que em grandes cidades também é de boa fazer a troca dos Temers! - O que levar na sua mochila (isso depende mais ou menos da época que tu vai e depende também de você): *blusas termicas *calças termicas *casacos fleece *calça jeans *short jeans *camisetas *roupa de banho *meias termicas *luva *cachecol *touca *roupas intimas *toalha microfibra *money belt *cadeados *garrafinha termica *capa de chuva p/ vc e sua mochila *mochilão 50L+ *mochila de ataque *carregador portatil *equipamentos fotograficos *benjamin *oculos escuro *pastinha p/ seus documentos/reservas e papeis que for recebendo durante a viagem *Bota Trekking Impermeavel *Chinelo *lenço umedecido *1 rolo de papel higienico *escova de dente *pasta de dente *shampoo/condicionador *hidratante corporal/labial *protetor solar *Remedios diversos: P/ dor muscular, dor de cabeça, febre, enjoo, dor de estomago, diarreia, gripe, mal da altitude *bandaids *cortador e lixa de unha APPS QUE DÃO UM HELP: -Booking.com (Hospedagem) -Hostelworld (Hospedagem) -Airbnb (Hospedagem) -Maxmilhas (Passagem aérea) -Rome2Rio (Rotas, tempo de trajeto, veículos e valores) -Uber -Google Trips (Pra vc se organizar) -Google Maps (Salvar mapas off) -Amaszonas (Pra compra de passagens aéreas) -TicketsBolivia (Pra compra de bus tickets) DICAS + - Deixe o dinheiro dentro da mochila de ataque e vai com uma bolsinha de lado, deixando o dinheiro que irá usar no dia ali. A doleira e a mochila de ataque, deixar sempre com cadeado e sempre com você. -Sobre a altitude: Tomar 1 Diamox ou Soroche Pills de 12/12h um dia antes de ir p/ altitude. No primeiro dia no Uyuni tomar o chá de soroche e tomar soroche pills. Levar Ibuprofeno e tomar quando sentir dor de cabeça, Plasil pra náuseas/vômitos. Beber muita água, não correr, não andar rápido, vá no seu tempo. Comprar água florada, pra cheirar e passar no rosto. Comprar e mastigar Folha de Coca, bala de coca e etc. Não consumir bebidas alcoólicas. - Consumir apenas água engarrafada - No peru sempre usar a empresa cruz del sur - Trocar um pouco de dinheiro antes de chegar em um novo país. Por exemplo, um dia antes de ir para o Peru, pegar um pouco de Soles (moeda peruana) no Chile. - Algumas dicas básicas pra quem pretende ir pras montanhas coloridas: *O trekking é nível intermediário; *Não leve muito peso na mochila, fica muito difícil de carregar quando a altitude aumenta muito; *Leve umas duas ou três garrafas de água no mínimo. *Leve uns lanchinhos, o almoço é muito tarde; *No começo do trekking faz um pouco de calor, mas quando estiver chegando no topo faz um frio extremo! Então meu conselho é ir com camadas de roupa, você vai colocando as camadas quando for subindo e tirando quando for descendo, de preferência leve um casaco corta vento; *Boné e protetor solar são essenciais; *Leve moedinhas para os banheiros; *Vá no seu ritmo, não adianta tentar acompanhar as pessoas. Se você exagerar vai começar a passar muito mal; *Qualquer sintoma incomum, nem que seja uma leve dor de cabeça, fale com seu guia. Os sintomas podem piorar muito rápido; *Respeite seus limites, se você não estiver aguentando, não continue. *Não vá a cavalo *Faça esse passeio só se você já estiver acostumado com a altitude. Se você chegar de cara em Cusco e já fazer o passeio no dia seguinte vai dar ruim. *Se for na época de chuva leve uma boa capa de chuva; *Calçado impermeável é indispensável. *Levar umas folhas de coca; *Bastão de caminhada ajudaria bastante. OBSERVAÇÕES FINAIS: -Acredito que gastei bem mais do que eu planejava pra essa viagem, pois como eu disse, não tinha NADICA DE NADA e acabei gastando uns bons dinheiro$ na decathlon, além de querer conforto e reservar todos os hostels antecipadamente (com quartos pra 3 pessoas e banheiro privativo), e fazer alguns percursos de avião. -To levando 1000 dolare$ (comprei na péssima cotação de R$3,88)+ 1000 reai$ (espero que seja o suficiente) 😅 -Acredito ter gasto uns 7000 reais no total dessa viagem (Se quiserem algo mais detalhado é só pedir que me organizo melhor e passo) -Enfim, embarco neste fim de semana e espero que seja tudo que to imaginando e muito mais e que a altitude não me castigue tanto!! No mais... To aqui pra qualquer duvida que fique no ar! Espero que eu tenha retribuído um pouquinho que for por toda ajuda que recebi e que tenha dispo pra compartilhar meu relato pós mochilão hehehe EH ISTO!!! Abraços e boa sorte pra mim 🍀
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    Viagem de 6 dias para a Serra Gaúcha (RS), em julho de 2018 (Hospedagem em Canela, Carro Alugado) Do ES para RS. Essa viagem começou uns 15 dias antes, com toda uma pesquisa de fizemos, em sites como o próprio mochileiros.com, vídeos no Youtube e outros sites que nos trouxessem informações interessantes. Contratamos a viagem pelo site da CVC, pedimos o serviço de bagagem pelo site da GOL. Se não tivéssemos questões muito particulares e pudéssemos programar com mais antecedência, não teríamos contratado os serviços dessa empresa e, não possivelmente não passaríamos por algumas situações um tanto frustrantes. 1º DIA - VIAGEM DE IDA Nossa viagem começou de fato num sábado de madrugada. Saímos de Colatina, no interior do ES às 02:30. Em Vitória, pegamos o vôo para o RJ e de lá para Porto Alegre, onde já havíamos contratado o serviço de aluguel de carros da Movida. O carro foi um FIAT MOBI da cor vermelha. Alias, gostamos muito do serviço dessa empresa. O carro estava novo e deu conta muito bem de ir a todos os lugares que precisamos, foi bem econômico também. Viajamos por 02:00 até a Pousada Casa Rosa, em Canela. No caminho paramos para almoçar, o que nos chamou a atenção foi o tipo de prato que pedimos, o qual não conhecíamos, uma "Alaminuta", tipo um PF (com arroz, batata frita, bife de carne de boi ou frango, salada e feijão). Tudo estava gostoso mas o valor já começou a fica meio salgado. Foram 25 reais por cada prato. Daí pra lá tudo vai ficando muito mais caro. Chegando à Pousada Casa Rosa fomos muito bem recebidos. Para chegar ao quarto 39 precisamos subir alguns lances de escada, mas o recepcionista as levou. Quando oferecemos a gorjeta, pois as malas estavam realmente pesadas, ele negou dizendo: "Capaz, capaz..." e foi uma forma curiosa de se expressar. A pousada é muito boa, tem piscina (embora não vi ninguém usando pois a água pareceu bem fria), uma área bonita de café da manhã, chuveiro quentinho (apesar de um pouco instável as vezes), água da pia aquecida (embora demorasse um pouco para aquecer), bem limpo, com excelente serviço de quarto e principalmente ótima cordialidade de todos os atendentes. Ou seja, o atendimento e a limpeza foram os pontos fortes. No entanto o ponto fraco a meu ver, foi a calefação, que demorava a ligar, pois só era acionada quando a temperatura caía a uns 17 graus, e de manhã já estava desligada. No entanto o quarto era bem quentinho, as cobertas davam conta de aquecer a noite e isso não fez lá tanta diferença. Nota 8 pra pousada Casa Rosa, em Canela, RS. Nesse dia a noite fomos convidados pelo atendente da Pousada a experimentar um prato típico da região, o "Fundue em sequência" e o próprio restaurante Sky providenciou o transporte. Ganhamos de brinde um vinho local. Chegamos lá tinha música ao vivo, muito legal. Serviram vinho e trouxeram a primeira sequência, batatas, brócolis e torradas no molho de queijo, em seguida, trouxeram as carnes (de boi, porco e frango) e nós mesmos fritamos, com uns 15 molhos diferentes à nossa disposição, desde os agridoces aos apimentados, por último, trouxeram as frutas e o chocolate. Gostamos muito apesar de ter ficado bem caro. Foram 77 reais por pessoa, mais o couvert artístico, mais o atendimento (10 %) e a conta ficou bem alta. Nos levaram de volta ao hotel e estava relativamente frio. Fazia uns 16 graus. 2º DIA - ANDANÇAS POR CANELA E GRAMADO No outro dia acordamos um pouco mais tarde, afinal, foram muitas horas de viagem no dia anterior. Tomamos um café da manhã reforçado e partimos andando de Canela para Gramado. Nesse dia andamos cerca de 23 km. Passamos por muitas lojas de roupas de frio, sapatos, tapetes... comprei um casaco de frio vermelho (R$160) na loja artesanato do Noel e um tênis Adidas para caminhar (afinal, o tênis que usava fez uns estragos no meu pé direito) no Mundo dos Sapatos por R$60,00. Passamos por pontos turísticos como O Mundo a Vapor, Super Carros, O Museu da Moda, mas não entramos. Não é muito nosso barato essas atrações mais enlatadas. Em Gramado, fomos ao Palácio dos Festivais, à Rua Torta, passamos pelo famoso Termômetro, Praça das Etnias, Fonte do Amor Eterno (onde coloquei um cadeado com um coração vermelho com nossos nomes, tranquei na grade da fonte e joguei a chave fora), à Igreja de Pedra de Gramado e ao Lago Negro. Tudo a pé. Nesse meio tempo, almoçamos no restaurante Belle Vitrine. No início ficamos impressionados com a entrada, muito farta, com molhos, torradas, tudo muito gostoso. Mas não pedimos. Eles trouxeram. Depois cobraram 17 reais somente por isso. Escolhemos saladas como pratos, eram opções que nos agradavam e mais em conta, e de fato, estava muito bom, ótimo tempero. No entanto, quando veio a conta, aos 17 reais, somaram-se os pratos e o atendimento e a conta, mais uma vez, ficou um pouco salgada. Seguimos passeando pela cidade, tirando fotos e conhecendo, conversando com as pessoas. Uma coisa que percebemos é que tentam te pescar o tempo todo. Oferecendo apresentações de produtos que giram em torno de 40 minutos, em troca de brindes como entradas em parques. Nem sempre isso é exatamente vantajoso, pois em nosso caso, o tempo era precioso para fazer tudo que estava planejado. Esperamos o UBER na calçada do Hard Rock Café e voltamos para Canela. De lá pegamos o carro e seguimos para conhecer a Igreja de Pedra (Nossa Senhora de Lourdes) de lá e ficamos maravilhados com aquela construção gótica ao entardecer. Como já estávamos com fome, fomos a um café próximo dali no Empório Canela, ambiente descolado, atendimento ótimo, comida em conta. Eu pedi um quiche do dia(R$12,00) e um suco tropical (R$10,00) (abacaxi, morango e laranja) e foi barato. O marido pediu uma torta, um café... tudo muito gostoso. Rodamos um pouco pela cidade e seguimos para a Pousada, descansamos e voltamos para jantar, dessa vez por nossa conta, em Canela mesmo, no Bistrô Sabor de Mel, simples e aconchegante. Servem um capelete com Legumes delicioso. A temperatura começou a baixar, o céu cheio de nuvens, o dia foi bem quente, ou seja, sinal de chuva. A previsão do tempo estava certa, funciona mesmo. Fiquei impressionada por ser um domingo, muitas lojas abertas até tarde (até as 18:00). Muitas lojas de chocolates, sapatos e de confecção. No entanto a maioria dos Bistrôs fecha por volta das 10 horas. E os gaúchos me pareceram bem fiéis aos horários. 3º DIA - CHUVA E NEBLINA - PARQUE DO CARACOL E CAFÉ COLONIAL Amanheceu chovendo, com neblina e isso não nos intimidou. Após o café seguimos de carro até o Parque do Caracol, cuja entrada foi R$20,00 por pessoa. O local é muito limpo, bem sinalizado e organizado. Precisamos usar capas de chuva para andar pelo parque e foi ótimo mesmo assim. A queda principal e linda. E os vários caminhos dentro do parque levavam à cachoeiras, represas, centros históricos, grandes Araucárias, pátios gramados, lugares bem bonitos. OBS. 1 - Uma armadilha lá dentro, não vá no trenzinho, a não ser que você esteja com crianças. É para crianças e nos custou R$10,00 por pessoa. O passeio não demorou 3 minutos. OBS. 2 - Leve uma meia extra na bolsa ou deixe no carro, pois em passeios assim as chances de vocẽ molhar o calçado são grandes. E é chato ter que limitar o passeio por conta disso. Uma meia extra e/ou tênis extra resolvem tudo. Exploramos o máximo que conseguimos, com os tênis encharcados e seguimos para o Parque da Ferradura, no entanto o senhor da guarita de entrada disse que não valia apena entrar pois a neblina nos impediria de ver a paisagem e que era melhor voltar num outro momento. Foi então que decidimos conhecer um Café Colonial, o Bela Vista. Ambiente bacana, ótima recepção, e muita, muita comida. Nesse dia, esse foi o nosso almoço. Comemos até não aguentar mais. A consumação foi de cerca de R$70,00 por pessoa. Mais alguns acréscimos, que sempre ocorreram. Como estava chovendo, resolvemos pensar em alguma atração fechada. Foi então que passamos pelo Museu da Moda e resolvemos entrar. Muito organizado, construído a partir de uma pesquisa da Estilista Mika Wolf, conta com vestes de 2000 a.C até os dias atuais. Custou R$70,00 por pessoa (a inteira) mas eu paguei meia pois chorei o desconto por ser professora. Então paguei R$45,00. Fomos para a Pousada e então pegamos o carro e fomos até Gramado, curtir a noite, embora a neblina estivesse bem forte e pouco conseguíamos ver a estrada à nossa frente. No Largo da Borges encontramos uma cafeteria e livraria em interessante, a Mania de Ler. Então depois de olhar algumas opções, resolvemos jantar um caldo ou creme e optamos pelo creme no Pão. O Bistrô dessa vez foi na rua coberta, o Pastascuitta. Local aquecido, comida saborosa. Cada prato ficou em torno de R$34,00 e pedimos 4 queijos e batata com camarão (veio muito camarão). Uma cilada: quando estávamos terminando o jantar, vimos um homem chegando com um violão, ele sentou num canto, e começou a tocar. Logo em seguida pedimos a conta e veio incluído o couvert artístico. Nem tentamos contestar. Mas deveria haver bom senso da casa a nosso ver. Saímos em busca de uma boa sobremesa. A temperatura estava caindo e optamos por um fundue de frutas. Na própria avenida de Gramado subimos uns degraus e entramos no Lounge Gourmet Florybal, local aquecido mas o atendimento deixou um pouco a desejar. Nós mesmos preparamos do fundue e tinham opções diferentes de chocolate. Tudo muito gostoso. E a pessoa podia acrescentar sorvete também. O preço foi bem em conta. E assim encerrou a noite. É um lugar, aliás, com bons chocolates, pra todo lado. 4º DIA - CONHECENDO CACHOEIRAS E LAGOAS NUM DIA CHUVOSO EM SÃO FRANCISCO DE PAULA/RS & GARFO E BOMBACHA Acordamos decididos a ir até São Francisco de Paula conhecer o Parque das 8 cachoeiras, mesmo chovendo. Seguimos de carro até lá. o GPS ligado o tempo todo. Levamos carregadores do nosso próprio carro e cabos. O som ficou por conta da JBL Wind, pois o som do carro não tinha Bluetooth. Ao chegarmos lá fomos recepcionados por dois cães bonitos, um escuro e um claro, mas com bocas grandes. Depois entendemos o quanto eram mansos: A Marsha e o Urso. Custou R$20,00 a entrada por pessoa e valeu muito a pena. Fomos primeiro na cachoeira Remanso, bem exuberante. Estávamos com nossas capas de chuva por que estava chovendo, mas de qualquer forma iríamos nos molhar com os respingos da cachoeira. Depois seguimos para a Escondida, mas não conseguimos completar o percurso pois estava muito cheio o rio e mesmo que a Marsha passou, nós não conseguimos passar. Ela nos acompanhou por todo o percurso e nos esperou. Uma excelente guia, muito quieta e paciente. Uma linda. Seguimos então em meio a trechos com lama, pedras, água escorrendo, pontes e pinguelas e fomos conhecendo as quedas mais fáceis de acesso. "Cascatinha" nos surpreendeu por ser linda e cordial, não nos molhou e não deu vontade de ir embora. Depois seguimos para a 'Xaxim", que também foi linda e cordial e nos rendeu belas fotos. Na estrada encontramos um restaurante simples, mas com a comida bem caseira, bife grelhado na hora, a R$20,00 por pessoa, o "Restaurante e Café Sabor Campeiro" RS-235 km 66. Seguimos viagem até o lago São Bernardo e ficamos encantados com a beleza. Diga-e de passagem, bem mais bonito que o Lago Negro. Demos a volta em torno do lago ,a pé. Nos deparamos com belas paisagens, marrecos, muitos bancos coloridos, locais de contemplação, piers, pinheiros cercando o lago além de cerejeiras e muitas árvores de Plátano (árvore típica do Canadá). Com um visual lindo, nostálgico e belo em todos os ângulos, tiramos muitas fotos, selfies e curtimos àbeça e não pagamos entrada. Uma curiosidade: No entorno do lago tem uma capela bem mística, onde era um local de adoração indígena, depois católico, protegido também por muçulmanos, evangélicos e budistas ao longo da história. Sem dúvida senti uma energia poderosa, apesar de vandalizado nesse momento. Seguimos de volta para Canela por uns 30 km, bem pertinho, e descansamos. Ainda chovia e resolvemos conhecer uma casa noturna e churrascaria com show típico: Garfo e Bombacha. Eu gosto muito de dança, música e churrasco, então achei que seria algo inesquecível. Contactei nesta tarde com a própria casa via WhatsApp e logo fui atendida. Custou bem caro, R$179 por pessoa, com o transporte de ida e volta, não incluindo bebidas. Combinamos que iriam nos buscar por volta das 20 horas e lá estavam no horário marcado. A volta seria às 23 horas. Fomos muito bem recebidos e servidos. E no fim, comemos muito até quase estourar, ficamos numa mesa um tanto longe do palco, os garçons circulavam em nossa frente, servindo os clientes, durante o show e não gostamos tanto do churrasco. Ou seja, não consegui ver direito o show, não gostamos muito do churrasco e não foi lá essas coisas. Lá tiram fotos de você usando um chapéu gaúcho e um chimarrão na mão sem compromisso, as imprimem e depois te vendem a 15 reais. Nós, na empolgação do momento, compramos também. Foi nossa primeira lembrança de viagem. No fim todos dançam, mas à essa altura já está bem vazio, e tudo acaba antes de 23 horas. Não achamos que foi um dinheiro bem gasto. Melhor teria sido se escolhêssemos uma churrascaria típica bem renomada e pagássemos o valor do rodízio. 5º DIA - DIA DE SOL DE CONHECER NOVA PETRÓPOLIS E BENTO GONÇALVES (VALE DOS VINHEDOS E CAMINHOS DE PEDRA) Foi o dia de correr pelas estradas. E foi bem cansativo. 120 km de ida e mais a mesma quilometragem de volta. A primeira parada foi na Queijaria Valbrenta, onde compramos um biscoito de azeitona muito gostoso. Seguimos até Nova Petrópolis para conhecer o Labirindo Verde no meio da Praça das Flores. Foi bem legal o labirinto, muito divertido, especialmente para crianças. A praça das flores tinha poucas flores nesse momento. Pegamos a estrada para o Vale dos Vinhedos e visitamos a vinícola Miolo, custou R$30,00 a entrada com direito a reverter R$10,00 em certas bebidas na loja. Nas mais caras. O rapaz que fez a exposição pareceu bem informado, muito conhecedor dos processos e falou tudo com muita clareza e fluidez. Conhecemos o processo inicial, o processo moderno de produção, engarrafamento, fizemos uma prova de 4 vinhos diferentes e foi ótimo. Mas ainda não tinha valido a viagem. Compramos um espumante, um abridor de vinho, suco de uva de 1 litro e tudo estava muito gostoso. Então seguimos para os Caminhos de Pedra e paramos num Bistrô no início do caminho, um self service de boa qualidade. Lá nos deram um mapa com instruções sobre o caminho e não foi muito legal. Não gostamos muito, talvez porque estávamos cheios e não desejávamos comprar mais vinhos, queijos, massa de tomate ou qualquer outra coisa de comer. Desistimos e seguimos para Canela com a esperança de ainda conseguir ir ao Parque da Ferradura mas pegamos um engarrafamento em Gramado e não deu tempo. Foi então que vimos o Castelinho Caracol e resolvemos parar para tomar um café. Foi ótimo. Deu a graça que faltava ao dia. Primeiro conhecemos a propriedade, que é linda. Como beirava as 18 horas, ficamos presos dentro da propriedade. Abriram a porta com cara feita e entramos na casa, pagamos R$10,00 e tivemos acesso ao museu e ao café. Tomei um suco de maça muito bom e meu esposo comeu a torta típica de maça com sorvete de creme, chamada Apfelstrudel. Seguimos felizes para a pousada e a noite tomamos um caldo verde no charmoso Bistrô em Canela, o Cheiro de Canela. 5º dia - DIA DE CONHECER OS CÂNIONS FORTALEZA E ITAIMBEZINHO Acordamos cedo, tomamos o café com uns 15 minutos, e pegamos a estrada. O objetivo era chegar em Cambará do Sul a tempo de conseguir conhecer dois Cânions. Os dois ficam em parques estaduais. Tivemos que preencher um documento em ambos. Primeiramente fomos ao Fortaleza, o mais exuberante, digamos "Selvagem". Saindo de Canela, às 07h20min. chegamos à entrada do Cânion por volta das 10h00min. Lá tem uma bica, com água potável. Enchemos o recipiente e seguimos até o estacionamento. De lá seguimos a pé até o Cânion. Com 2/5 da caminhada já dá pra ver o Cânion. É lindo. Tiramos muitas fotos lindas. Como sou espírita, fiz muitas orações naquele ambiente. Ahh, venta muito e é preciso tomar cuidado pois não há contenção, cercas, nada disso. É você e o precipício, frente a frente. Fomos até onde conseguimos andando. Muita gente parou antes. Não deu vontade de ir embora. Mas como tínhamos o objetivo de conhecer Itaimbezinho, no outro parque estadual, resolvemos seguir. Almoçamos num restaurante próximo a um posto, e desta fez sem glamour, foi um PF. Mas estava muito bom. Aliás, adorei o tempero da comida dos gaúchos. Seguimos e a estrada até Itaimbezinho não estava amigável. Muito cascalho. Um trecho considerável assim. Chegando lá tem um trecho de asfalto e chegamos à sede do parque. Primeiramente tem uma parte mais curta, com uma visão mais limitada, mas bem bonita. Fomos à casa da Vovó, compramos um queijo serrano, admiramos a feitura da lã à moda antiga, compramos um chocolate e seguimos caminho para a parte mais exuberante. São aproximadamente 3 km de ida mas o visual de fato compensa. Inclusive vimos vários ciclistas fazendo o trajeto de bike. Bem bonita a visão do cânion desse ponto. E no ponto final tem uma espécie de arquibancada com troncos de madeira, onde se pode sentar e admirar de um ponto bem privilegiado o cânion. Voltamos num ritmo de caminhada pesado, pois queríamos um café e o cansaço já estava aumentando. Seguimos de volta para Canela. Descansamos um pouco e saímos para fazer nossa última refeição num Bistrô de Canela. Tomamos um caldo verde e apreciamos o crepe de maça com canela. 6º dia - VOLTANDO PRA CASA Acordamos cedo, terminamos de arrumar as malas, presenteamos um dos atendentes da pousada com um vinho local, tomamos o café da manhã e partimos para a estrada por volta das 07h30min. Dirigimos até Porto Alegre. Devolvemos o carro na agência. Fomos de Van até o aeroporto. Embarcamos para RJ. No aeroporto Galeão almoçamos uma salada superfaturada e embarcamos novamente no avião para Vitória. De lá pegamos nosso próprio carro e seguimos para nossa cidade. Chegamos por volta das 21 horas. Foram 14 horas de viagem para retornar que valeram totalmente a pena. E temos a intensão de voltar, para conhecer mais de Praia Grande, Cambará e um monte de lugares que não visitamos pro falta de tempo. Esperamos ter colaborado para a sua viagem com nossa experiência. Hasta la vista e até o próximo relato. Vista para o Vale dos Quilombos Andando por Canela e Gramado a pé Andando por Canela Lago Negro Lago Negro Andando por Gramado Fonte do Amor Eterno Termômetro em Gramado Rua Coberta Igreja de Pedra de Canela Lago São Bernardo Lago São BernardoParque das 8 Cachoeiras e a MarshaParque das 8 Cachoeiras Café Colonial Bela Vista Parque do CaracolParque do Caracol Parque do Caracol Pelas ruas de Canela ao entardecer Cânion FortalezaCânion FortalezaCânion FortalezaCânion Fortaleza Cânion Fortaleza Amigos que encontramos pelo caminho Nova Petrópolis - Praça das Flores Próximo ao Cânion FortalezaInício do Caminho até o Cânion Fortaleza Cânion Itaimbezinho após 3 km de Caminhada Cânion Itaimbezinho Indo para o Cânion Fortaleza Cânion Itaimbezinho
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    As vezes, faço umas viagens bate e volta (geralmente por não querer perder oportunidade e ser a forma que consigo conciliar com o tempo que tenho disponível). Pois bem, como de costume, envolveu pessoas diferentes, lugares novos, experiências engraçadas, aprendizados... Geralmente minhas viagens são sozinha ou com algum amigo(a) para conhecer/rever lugares e/ou amigos virtuais ou não. Nesse ultimo final de semana, o engraçado foi que não eramos todos amigos de grupo há tempos e que iriamos nos encontrar/nos conhecer seja porque algum integrante ia casar(como já aconteceu 2 vezes esse ano), ou simplesmente por uma oportunidade onde estávamos próximos... Dessa vez, ninguém se conhecia, o algo em comum que todos tinham era eu, e não era meu casamento haha. SOBRE AS PESSOAS: Conheci a Kellen de Campo Grande - MS em um grupo do whats, onde em uma viagem de packer e encontrinho, acabou tendo a oportunidade e ela se hospedou aqui uns dias, fizemos bate e volta e continuamos a amizade. O Augusto da Ilhabella - SP o conheci usando o blablacar, foi o primeiro que peguei na vida em uma ida à GRU, e continuamos mantendo contato. O Júnior, era amigo da minha melhor amiga, quando ela morou um tempo em Americana - SP, e acabei o conhecendo pelo facebook, em uma oportunidade ele veio aqui, fizemos um bate e volta sem destino e acabamos em Trindade-RJ, depois fui conhecer uma turma em Americana e fiz CouchSurfing com ele, amizade continuou também. Semana passada a Kellen estava por SP e me chamou para ir a Campos do Jordão ( é perto, nunca fui e tinha curiosidade / me faltava oportunidade), como eu sou do "vamos?vamos" me empolguei, fui organizar com ela e vimos que com mais gente seria possível, lancei no insta o convite (vai que cola!), o Augusto se manifestou, fomos organizar para 3, gasolina, hospedagem, alimentação etc... é... mas dava pra completar o carro e economizar mais. Ok, vamos lá! O Jr se manifestou, deu um jeito e topou ( ele sempre faz isso!). Ficamos acertados assim: Ponto de encontro: Tatuapé. De lá, seguíamos juntos para Santo Antonio do Pinhal, onde nos hospedamos pelo airbnb na Cabana do Voador(qualquer informação a mais a respeito, pode chamar no inbox), de lá Villa Capivari e depois a gente vai decidindo... No dia o Júnior me falas 12:00 que não sabe como vai pra SP ainda, e eu o chamo de louco, ele fala que a louca sou eu, e eu(como sempre) pergunto o porque, e a resposta dele foi " Vai viajar com gente que nunca viu na vida! " . Foi aí que eu percebi que na verdade, segundo a lógica dele, eu era a única com bom juízo(Viu mãe!), pois eu conhecia todos há algum tempo e pessoalmente, já nenhum deles se conhecia de forma alguma, apenas confiaram em mim #quefofinhos ... e no fim das contas, como sempre acontece, nada saiu como planejado, muitos perrengues, frio, calor(sim teve calor em Campos) atraso de sobra,ainda conhecemos a Cris que de ultima hora foi conosco como blablacar, e está no grupo ainda porque é uma linda! Visitamos Santo Antonio do Pinhal, Campos do Jordão, Sao Bento do Sapucaí e Avenida Paulista na madrugada de volta porque eu não tinha ido ainda kkk P.S: Peguei 5º no sábado a noite e 26º no domingo a tarde. E só levei roupa de frio porque TODOS diziam: "você pode não passar frio, mas calor também não passa".(passei mais calor que frio!) #faltouprevenirnéAyanna SOBRE LUGARES VISITADOS: - O VillaCapivari é caro, mas é lindo, um clima ótimo, movimentado sempre, muitos restaurantes, quiosques, sorveteria (estava 5º mas ok),a maioria das lojas estava fechada no horário que eu fui (depois das 22:00), mas tinha muita coisa linda na vitrine. - O pastel do Maluf é lotado 30,00 a média e tem 32cm cada, nós dividimos 2 pasteis para 4 pessoas, mas acredito que 1 por pessoa seja o mais indicado mesmo(para matar a fome rs) (acho que é uma das coisas mais baratas no Villa, se bem que tem porções de picanha em alguns restaurantes saindo ha 40,00, não sei a quantidade, mas de outra vez eu conto, ou se alguém já foi, ajuda aí rs). Alguns lugares lotam e não permitem mais a entrada como a Fire Up. Mas, depois das 02:00 diminui o fluxo e muita coisa fecha. Durante o dia, é mais o centrinho mesmo(dia de domingo fechado), conhecer a cidade em si, se tiver de carro indico ir para a redondeza. No centro, tem almoço por peso 3,99 100g ou 24,90 a vontade na padaria Dona Bella sabor e delicia, gostei de lá. Santo Antonio do Pinhal tem uns restaurantes e barzinhos no mesmo estilo do Villa, próximo ao Pico do Agudo, porém com menor fluxo, +- a mesma média de preço. Cabana do Voador é próximo ao pico, e os anfitriões indicam alguns lugares para visitar, a maioria é pago, taxas de 5,00 a 40,00). Em campos, tem uma placa :Pedra do baú ( vista da serra da mantiqueira), Horto e Cachoeira alguma coisa, você vê a placa e uma ladeira, e pensa: tudo perto, vou ganhar tempo. kms depois tem uma placa dizendo que a pedra é a 36km - parece que não chega (já estamos aqui, fomos!) , você passa para o município de São Bento do Sapucaí e anda um pouco mais até chegar no lugar que te informam que é cobrada uma taxa de 10,00 por pessoa, vc tem que estacionar e subir 800m a pé até o bauzinho e 1200 para a pedra do baú. Se estacionar, não devolvem o dinheiro caso alguém desista,apenas é devolvido se todos do carro desistirem ( porque? só Deus sabe, deveria ser cobrado por carro então, como no pico do Agudo, mas ok né). Vale a pena ir cedo para conseguir aproveitar todos os pontos pelo caminho também, como a cachoeira alguma coisa, o não sei o que dos elefantes, o Hosto Florestal, vale encantado etc... Ah, fiquei devendo o bar de gelo que soube que tem em Campos, mas 70,00 por 20 minutos ? Não está dentro do orçamento de um bate e volta que gastei pouco mais que isso. Ficou para a próxima! Bom, é isso! kkk se chegou até aqui, parabéns Guerreiro(a)! Qualquer dúvida puxa pela minha memória ou fotos que estamos aí para ajudar. Beijo. 37992396_463319080804310_6165954805048016896_n.mp4 38108080_460406504426092_4562489903945875456_n.mp4
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    @A.B.R. Como falei,é um lugar com um tempo meio maluco,chove demais.No dia em que estive lá estava frio,lá mais.Outra vez,quando fui a Cascais,o dia estava com sol,passando lá chovia,é saindo de perto,voltou o sol.Ou seja,muita chuva,disseram ser normal,mas sem dúvida, mesmo com chuva é lindo.
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    @D FABIANO De maneira geral em todos os lugares que passei o inglês era bem usado, o que me ajudou muito já que eu estava sempre com o Google tradutor de prontidão, principalmente nos momentos de check-in rs.. O fato de ter muitos brasileiros na Europa também acabou me ajudando bastante.. Acabei encontrando com muitos pelo caminho que me ajudaram muito. Caso tiver outras dúvidas estou a disposição para responder com o maior prazer! Abraços.
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    [Lençóis Maranhenses; Dicas de Translado; Dicas para travessia a pé, Sobrevôo, 2018] Oi Galera, tudo bem? Acabamos de voltar dos Lençóis Maranhenses e eu gostaria de compartilhar com vocês todas as informações que me levaram horas para reunir, mais aquelas que só consegui depois de ir mesmo. Já que esse grupo já me ajudou muito, nada mais justo que retribuir. Foi um passeio incrível, único! Super recomendo! Fizemos tanto a travessia a pé quanto o sobrevoo. Gostamos muito dos dois, mas se tivessemos que escolher um, com certeza seria a caminhada. Lagoa do Junco - nossa favorita. Fica entre a Queimada dos Brito e Betânia Vamos as dicas! A única cidade que você consegue ir caminhando até as dunas é Santo Amaro. Ainda é preciso transporte 4x4 para chegar em algumas partes da cidade, mas uma vez que você chegar na sua hospedagem consegue explorar um pouco do parque por conta própria. Atins é perto do mar. Há kilômetros de vegetação entre a cidade e as dunas do parque. Há algumas dunas perto da praia, mas não são o cenário típico que o turista imagina onde só há dunas e lagoas. Barreirinhas é a cidade portal do parque pois você consegue chegar até ela com seu carro normal de passeio. De lá saem a maioria dos passeios. Mas é bem muvuca. Na minha opinião vale muito a pena ir até Santo Amaro ou Atins para fugir do vuco-vuco. NÃO É PERMITIDO ENTRAR COM VEÍCULO MOTORIZADO NO PARQUE. Ao redor do parque até pode, mas se alguém te oferecer, por exemplo, ir até os oásis de carro, é um passeio ilegal. É por isso que mesmo tendo mais de 10 mil lagoas, você só encontra passeios para as mesmas 5 ou 6. E todas elas ficam ali na beirada do parque. É porque é onde os carros chegam. Muitas pessoas não querem caminhar. Meu marido e eu somos nômades digitais e estamos fazendo uma viagem pela América do Sul. Então não estamos aqui de férias, trabalhamos horário integral durante a semana. Então não tínhamos 3-4 dias para fazer a travessia a pé conforme os roteiros prontos que encontramos na internet. Assim, depois de muita busca encontramos a possibilidade de fazer uma travessia de 2 dias. Pegamos um dia de folga do trabalho para fazer o translado de São Luís + 2 dias de travessia, totalizando 3 dias de viagem. Fiz umas imagens para demonstrar os diferentes tipos de transporte que usamos. Também, percebemos que ir de ônibus não é a maneira mais barata e melhor (de São Luís). Quem tiver interesse em saber mais detalhes, fique a vontade para dar uma olhadinha no nosso blog: https://vidaitinerante.wordpress.com/2018/08/06/logistica-para-a-travessia-dos-lencois-maranhenses-a-pe/ Você sempre tem que fazer a travessia no sentido Atins - Santo Amaro, por causa do vento: Valores (julho 2018): Guia para travessia: 200 reais e diária Guia Lessinho (98) 8880-1982 https://www.instagram.com/lessinhoguiatrekking.lencois/ Translado Van São Luís - Barreirinhas: 60 reais por pessoa Transporte entre Barreirinhas e Atins: 30 reais por pessoa (4x4) Último transporte sai as 11h da manhã. Depois disso só há a possibilidade de fretar um carro ou barco (350 reais - então fiquem ligados!) Transporte entre Atins e foz do Rio Negro (início da travessia a pé) 200 reais o casal (quadriciclo) Transporte Betânia (fim da trilha) e Santo Amaro: 200 reais o casal (quadriciclo) Translado Van Santo Amaro - São Luís: 50 reais por pessoa Nos oásis: pernoite 35 reais por pessoa (dormir em rede); refeição 35 reais por pessoa (tanto almoço quanto jantar) Sobrevoo AVA: 350 reais por pessoa (aviões novos em boas condições) Foi o menor avião que entrei na vida, muito massa! Cabem 4 pessoas contando com o piloto É isso galera, espero que essas informações lhe ajudem a planejar sua viagem. Grande abraço!
  16. 1 ponto
    Quais as línguas que usou neste roteiro? Foi compreendido?
  17. 1 ponto
    Dale! To largando o início de 2019 também pro URU, e depois vou vendo pra onde vou kkkk. Quanto ao local pra dormir, nos outros mochilões que fiz dentro do BR sempre fiquei em rodoviárias, aeroportos ou até pedi pra montar barraca no pátio de alguém (o não você já tem, o sim tem que conquistar). Bora se pechar no URU!
  18. 1 ponto
    Na verdade eu faria umas cotações invertendo o roteiro, indo de Barcelona a Lisboa, depois Amsterdam, Paris, Strasburgo, Basel, Pisa e voltando a Girona/Barcelona. As vezes só inverter o roteiro rende uma economia de 100 ou 200 Euros na soma total de todas as passagens. Mas tem que simular e cotar as duas opções para ver se realmente tem alguma diferença significativa.
  19. 1 ponto
    No geral, acho que está um roteiro bom, só precisaria de alguns pequenos ajustes aqui e ali devido a logística de transporte talvez não ajudar muito em alguns pontos. E se a viagem é para ser agora em Setembro/Outubro, eu não enrolaria muito para fechar o roteiro e já comprar as passagens locais lá na europa, pois com tão pouca antecedência, de agora em diante os preços não baixam mais, na verdade só vão subir mais a cada semana que passar. Mas também não faça e compre nada no desespero e sem pensar direito, pois só tem uma coisa pior que comprar em cima da hora, e é comprar por impulso e sem pensar direito, invariavelmente fazemos besteira e acaba saindo bem caro concertar depois para que não fique um roteiro ruim. Os preços saindo direto de Girona para Pisa são bem interessantes, e facilita a sua vida por ir direto a Pisa, o único porem é que em alguns dias da semana o voo sai num horário muito cedo, as 07:00 da manhã, e se você tiver o azar de pegar voo justo neste dia, você vai ter que acordar as 04:00 da manhã para estar pegando um táxi as 4:30 para o aeroporto. E fique atenta ao limite de bagagem da Ryanair, por que estourar o limite, pode ficar bem caro despachar lá no aeroporto. Então se você acha que não vai conseguir se virar só uma bagagem de mão, já inclua bagagem despachada no momento da compra das passagens, será muito mais barato do que deixar para pagar lá no aeroporto. O deslocamento de Pisa para Basel (Basileia) não é dos mais fáceis, rápidos ou baratos. Basel fica bem longe de Pisa, de ônibus seria 11 horas de viagem durante a noite, com você provavelmente chegando morta de cansaço e sono em Basel, pois geralmente as pessoas não conseguem dormir direto no ônibus. De trem seriam umas 9 horas de viagem durante o dia, ou seja, você sai de manhã cedo de Pisa e vai até Milão, onde pega outro trem até Basel, chegando a noite em Basel, e costuma ser meio caro. Avião, só tem voos as segundas, quartas e sextas, o que pode gerar algum problema se não encaixar direito nos dias que você precisa ou gostaria de viajar, talvez você precise aumentar ou diminuir 1 ou 2 dias em Pisa e Basel para ajustar com os dias que tem voos. Ha trens regionais de Basel a Estrasburgo de hora em hora, então este é sossegado, dá para comprar lá na hora mesmo. Ir de Estrasburgo para Amsterdam também é meio complicadinho, são 10 horas de ônibus, em alguns dias o ônibus sai de manhã cedo e chega a noite em Amsterdam, e em outros dias sai as 01:30 da madrugada e chega as 11 em Amsterdam, ambos horários horríveis, um estraga o dia inteiro, e o outro é de madrugada... Trem não melhora muita coisa, também seriam umas 7 horas de viagem, com uma conexão em Paris, você sai de manhã cedo de Estrasburgo e chega a noite em Amsterdam. E voos diretos de Estrasburgo para Amsterdam costumam custar os olhos da cara. Então o ideal seria você inverter esta parte, ir de Estrasburgo para Paris, fica muito mais perto, rápido e barato, e depois ir de Paris para Amsterdam e por fim de Amsterdam a Lisboa. Bruges fica meio fora de mão para se fazer um pit-stop entre Paris e Amsterdam, pois não há trens diretos entre elas. Saindo de Paris, você teria que pegar um trem até Bruxelas, e lá em Bruxelas pegar outro trem até Bruges, pegando o trem as 07:50 ou 08:20, os primeiros trens do dia com horário "decente", você chegaria em Bruges lá pelas 11:00 horas. E para não chegar muito tarde da noite em Amsterdam, você já teria que sair de Bruges lá pelas 17:00, para chegar em Bruxelas a tempo de pegar o trem das 18:50 para Amsterdam, que já chegaria as 21:00 em Amsterdam. Ou seja, muito empenho, tempo e dinheiro gasto para ir a Bruges para ficar lá menos de 4 horas, tempo que não dá para ver e fazer quase nada. Então se for fazer um pitstop entre Paris e Amsterdam, faça ele em Bruxelas, este sim é viável de ser feito. De Amsterdam para Lisboa e de Lisboa para Barcelona não tem jeito, tem que ser de avião. Mas passagens de Amsterdam para Lisboa costumam ser meio caras, então já se prepare para gastar um pouco mais neste trecho.
  20. 1 ponto
    Faz tempo que não apareço por aqui, mas vou tentar lembrar todos os momentos da minha ultima viagem, fui pra Jeri sozinha, nossa que lugar incrível, achei meio cansativo ate lá, mas depois que cheguei valeu todo sacrifício. Sai da minha cidade no dia 20 de Fevereiro, às 5 da manhã, fiz uma escala em Guarulhos, mas foi rápido, antes das 11:30 já estava em Fortaleza, assim que cheguei chamei um Uber e fui para pousada, agora não vou lembrar o nome, mas era perto da praia de Iracema. Fiz meu check-in, deixei as malas no quarto e sai para almoçar, fui caminhando até a praia, almocei em um quiosque perto da praia e fiquei admirando a beleza do local, uma praia urbana, mas estava bem vazia, caminhei pelo calçadão e voltei pra pousada. À noite resolvi ir conhecer a feirinha, famosa no calçadão, mas preferi ir de uber, em um lugar estranho, melhor não arriscar, olhei as barraquinhas, comprei umas coisinhas, até que fui abordada por uma moça, para ir assistir um show de piadas, resolvi ir, afinal eu estava no Ceara, dizem que os melhores comediantes são daqui, dei risada, comi, incluía pizza no show de comedia, assim que acabou de novo chamei um uber e fui pra pousada, precisava dormir, tive um dia cansativo. No dia seguinte bem cedinho, segui viagem para Jeri, de van já tinha contratado junto com a hospedagem de Jeri, o transfer para lá, nossa foi o dia todo praticamente, fomos até Jijoca, às vans só podem ir até esse ponto, descemos almoçamos, ha tem que pagar uma taxa por dia para ficar em Jeri, fizemos tudo isso na parada, e seguimos em uma caminhonete 4x4, pensei que nunca mais ia chegar muita areia, já na pousada mesmo procedimento, check-in, ir para o quarto deixar as malas e fazer reconhecimento do local, andei bastante, achando tudo muito diferente, as ruas todas de areias, com famosos "becos" que atravessam de uma rua para outra tudo meio que perto, mas eu confesso que me perdi. Na praia sentei na areia, fiquei observando até o por do sol, eu estava pertinho das dunas do Por do sol onde todos sobem até la para ver melhor atração, mas não me animei para fazer isso. Voltando para a pousada fiquei mais admirada ainda, com lugar que não existe iluminação publica, que a luz das pousadas, bares é o que ilumina as ruas, de volta em "casa" fui curtir a noite quietinha no meu canto, essas viagens que eu faço, eu gosto muito de passear conhecer novos lugares, mas as noites eu prefiro ficar mais de boa, mas como toda regra a uma exceção, uma ou outra eu ainda saio. Acordei cedo pra ir conhecer Jeri, já que estava por la, vamos conhecer tudo, que der tempo, tomei café e na pousada mesmo peguei um buggy para conhecer o litoral leste dividi o mesmo com duas paulistas ,foram ótimas companhias, nos divertimos, rimos, valeu a pena cada minuto. Acredito eu que é o lado mais conhecido, onde passamos os principais pontos turísticos, como a Pedra furada, mas só observamos de longe, resolvemos não parar, combinamos com o guia onde iríamos parar mais tempo, ai seguimos para a Árvore da Preguiça, com muita aventura nas dunas de areia, tem esse nome devido a dificuldade que árvore teve em se erguer, parece até que está se rastejando, seus galhos se estendem por cerca de 4 metros e isso aconteceu devido aos fortes ventos que tem em Preá, não se vê nada ao lado a não ser dunas, o mar e a Árvore da Preguiça. Em seguida passamos pela praia do Preá, apenas para fotos e seguimos para a Lagoa Azul, uma lagoa simples, tem redinha na água tiramos fotos, ficamos por um tempo e continuamos, mas não se compara com a lagoa do Paraíso, que é realmente um paraíso, onde existe dois pontos de apoio o The Alchymist Beach Club, esse você paga para entrar, há estudante paga meia, e um outro um pouco mais a frente onde nós ficamos, sensacional valeu a pena cada minuto da aventura de buggy até la, tomar caipirinha nas redes sobre as águas não tem como explicar, eu estava no paraíso. No próximo dia não tinha nada marcado pra fazer, então o que fazer, uma das meninas do dia anterior me ligou e me chamou para ir caminhando até a famosa Pedra furada, eu tinha que ir, pensa em uma caminhada exaustiva, debaixo do sol quente, pedras, gramas, mas nós fomos, nossa que sensacional, esculpida pela natureza via ondas do mar, a Pedra Furada fica na praia de Jericoacoara, e é o cartão postal do Ceará, dizem que no mês de julho dá pra ver o sol se pôr pelo buraco da pedra, deve ser lindo, fomos pela estrada e voltamos pelo mar com a maré baixa da para fazer isso, foi cansativo mas valeu muito a pena. À tarde voltamos para a lagoa do Paraíso, pegamos uma caminhonete 4x4 e rumo ao paraíso dessa vez ficamos no ponto de apoio The Alchymist Beach Club, nossa valeu muito a pena voltar, é lindo de mais, a estrutura é sensacional, as redes, só indo pra saber. De volta na vila paramos para um lanchinho e refrescar com uma gelada, já à noite peguei um dos "becos" e fui dormir, teria uma nova aventura no dia seguinte. Passeio de Buggy logo cedo litoral Oeste agora da vila, fomos com dois buggy, eu uma família que não me recordo da onde era, mas muito legais, pessoas que conhecemos assim são os melhores, não te julgam, e acabam fazendo com que sua viagem se torne incrível, esse passeio inclui uma parada no delta do Guriú, onde você pega um barquinho de madeira para ver cavalos marinhos, eu não fui ver, devia ter ido pois eu já estava la mesmo, mas não acho graça nisso, depois disso, o buggy atravessa o delta numa balsa, passa pelo mangue seco até chegar na velha Tatajuba (vila que foi soterrada pelas dunas) e pela nova Tatajuba, que tem uma vista deslumbrante do mar, que passeio sensacional, fiquei admirada pelos mangue seco. Curti cada momento, logo em seguida, está a duna do funil, onde é possível fazer sandboard e esquibunda e, por fim, o passeio termina na lagoa Torta, onde há um ponto de apoio para comer e beber com os pés na água, lugar bacana, redinhas sobre água com uma caipirinha não tinha coisa melhor naquele momento. À noite tive que sair da minha zona de conforto fui conhecer a vila, era minha ultima noite por lá, aproveitei pra fazer umas comprinhas, tirar fotos, beber uma caipirinha, tinha uma rua com tantos quiosques de caipirinha, nunca tinha visto nada igual, aproveitei também e fui no forro da Dona Amélia, ponto de encontro em Jeri, para quem curte uma boa musica vale muito a pena, e na hora de ir embora começou a chover, muita chuva e pra ir não tinha como, parei para comer um lanche e a chuva caia legal, era até bonito de ver as areias das ruas tudo sendo carregada pela fortes correntezas de água, o jeito foi encarar a chuva, tirar o chinelo e seguir, chuva no Ceara, tava uma delicia, valeu cada momento nesse lugar, posso dizer que aproveitei, eu fui feliz nesses dias, só um detalhe vai de chinelo, nada de muito luxo, as ruas de areias, nada melhor que o bom e velho havaianas. Continuando a minha aventura pelo Ceara, logo cedo o meu carro chegou, mas uma vez rumo a Lagoa do Paraíso, dessa vez para almoçar e seguir para fortaleza, nossa a volta foi mais cansativa, o dia todo até chegar na pousada, o que eu fiz quando cheguei deitei e dormi, quem lê pode achar estranho que eu não curto as noites, mas eu prefiro assim. Como eu ia ter poucos dias em Fortaleza então optei em fazer logo no primeiro dia o passeio três praias, conhecido assim pelas agencias, para quem tem pouco tempo, mas bom para conhecer três praias em um dia a de Morro Branco, das Fontes e Canoa Quebrada. Este Tour tem duração de um dia inteiro, inicia pelo litoral leste às três principais praias da região onde a primeira parada foi em (Morro Branco) distante cerca de 85Km de Fortaleza, de buggy, eu fiz o passeio onde conheci as principais características de Morro Branco, as falésias abertas pela erosão do vento e da chuva nas quais surgem as areias coloridas, ainda com o buggy já passei também na segunda praia (Praia das Fontes) eu tive sorte nesse passeio como tava todos em grupos eu fiquei sozinha no buggy, pela praia foi sensacional, logo em seguida voltamos para o ônibus e seguimos para a terceira praia (Canoa Quebrada), adorei o passeio meio cansativo mas vale a pena para quem ta com o tempo "apertado", Canoa quebrada é bonito, quem sabe em um futuro próximo eu volto com mais tempo, enquanto aguardava no ponto de apoio meu almoço, conheci um menino que faz aquelas garrafinhas com areias coloridas, ele fez uma copo bem bacana para mim, foi bem legal, super simpático ainda me levou para tirar foto no famoso letreiro de Canoa Quebrada. E meu passeio continua hoje, será para onde? Não podia deixar de ir ao Beach Park é um complexo turístico na praia de Porto das Dunas, município de Aquiraz, a 26 quilômetros de Fortaleza, foi sensacional, a infraestrutura do parque é de primeiro mundo, e a praia nem se fala é linda e os brinquedos muito divertidos, o parque não é muito barato não $220 a entrada, ainda bem que consegui usar minha carteirinha, detalhe não é todas que eles aceitam, nesse passeio conheci um pessoal de BH foi de mais, andamos em todos os brinquedos, ainda bem que eu fui em baixa temporada, conseguir andar em todos, e ate repetir os que mais gostei, mas um dia de férias e viajem que segue. Praia de Lagoinha, meu ultimo passeio em Fortaleza, fica a 130km da capital do Ceará, a praia é muito bonita e conta com um ponto de apoio bem estruturado, com ótimas opções de almoço, é opcional mas tem que fazer um passeio que inclui buggy, catamarã e “pau de arara”, que vale muito a pena, pois mostra outros lugares tão bonitos quanto a praia, como esse passeio acontece na parte da manhã, é possível aproveitar a bela praia a tarde toda, tem uma duração aproximadamente de duas horas passeando pela cidade e conhecendo outros locais próximos a Lagoinha com esses três meios de transporte, o ônibus de turismo vai até a praia e de lá fizemos a primeira parte do trajeto de "pau de arara" até um ponto de apoio que fica na Lagoa das Almécegas onde eles fazem uma parada de cerca de meia hora pra banho, de la seguimos de catamarã e atravessa a lagoa, ao chegar do outro lado você continua o restante do passeio de buggy que te leva pra algumas paradas e fotos em diversos locais, dunas, praias e o local do famoso cartão postal da Praia de Lagoinha. De volta em Fortaleza, à noite fui novamente à feirinha, comprar umas lembrancinhas, inclusive comprei um vinho de caju, que até hoje eu não experimentei para ver se é bom, isso porque deu trabalho para eu trazer, no aeroporto não queria me deixar despachar, mas eu dei meu jeitinho de brasileiro. Despedindo-me de Fortaleza, fui para o aeroporto, mas as minhas ferias, ainda não tinha terminado, ia seguir para Recife, de lá seguiria para Porto de Galinhas, mas Porto era mais para descansar mesmo, nada de passeios, só ficar de boa curtindo a linda praia de Porto de galinhas, me sinto bem lá por isso todo ano eu volto, voltei para casa no dia 07 de março, com escala em Viracopos, a volta foi mais demorada sai de Recife as 13:00 cheguei em casa as 19:30. O que dizer da minha viagem, sem muitos detalhes, porque eu demorei muito para resolver escrever, espero que eu tenha conseguido transparecer como foi a minha aventura pelo Ceara, eu sempre viajo sozinha, não sei se é por escolha ou por falta de opção, mas o que eu posso dizer que não me arrependo nenhum momento das minhas decisões, eu sou/fui feliz assim. Às vezes somos julgados, mas nem tudo que aparenta ser é o que realmente é, espero que as pessoas que me julga, um dia consiga perceber, que eu sou apenas uma menina que quer ser feliz.
  21. 1 ponto
    Ótimo relato, as fotos ficaram incríveis! Imagino como seria com dias bonitos então...😍 Dicas devidamente anotadas, especialmente as comidas! Abraços!
  22. 1 ponto
  23. 1 ponto
    Carto Wagner...bom saber de vc! Adrenalina só subindo né não. Fique esperto pq o tempo voa meu amigo. Estou quase pronto - ontem recebi o capacete novo e hoje já comecei a experimentá-lo. O jogo de alforges já está ao lado da minha cama com minha mulher zoando no meu ouvido dizendo vai sair do quarto rsrsrsrsrsrsrs. Minha filha que mora nos EEUUAA só falta me jogar pedra. Disse que sou um velho sem juíso e que se estivesse aqui iria me interditar e internar. Faz parte não é mesmo. Abraço e bom fim de semana.
  24. 1 ponto
    Qualquer mochila de 35 litros á 45 litros passa fácil como bagagem de mão . Eu uso a Nautika 35 L Everest. Ela me atende bem e é confortável, mas se pudesse voltar no tempo escolheria uma mochila que tivesse zíper frontal pois é difícil procurar alguma coisa quando você coloca algo na mochila pois nesse modelo que eu tenho ela só abre pelo topo e por baixo . Então é bem incoveniente às vezes . Eu olhei na Decathlon uns modelos muito bons com zíper na Europa, às vezes nas lojas do Brasil também tem e não era muito caro . Se vc for acampar uma mochila de 40litros não vai dar para tudo . Mas se for só para andar viaje leve essa é a maior dica. Os hostels tem lavanderia e você pode lavar suas roupas também na mão . Não precisa de muito . Mochila que eu viajo : https://m.centauro.com.br/mochila-cargueira-nautika-everest-35-litros-200200-788813.html Mochila ideal para mim com ziper na foto em anexo :
  25. 1 ponto
    25/07- Acordamos cedo para o café, que abria às 8:00, e logo saímos (a pé) para o arvorismo que decidimos fazer. Andamos alguns quilômetros até o Bosque do Silêncio onde fizemos um percurso de duas horas e meia com um grupo bem grandinho, que fez trânsito em cima das árvores. Aproveitamos a oportunidade para conversar com os instrutores e entender como funcionavam as linhas de ônibus e pegar dicas de restaurantes mais baratos. Mais uma vez me surpreendi com a simpatia, todos tão abertos a conversar e a contar sobre a cidade. Fiquei muito feliz, não costumo ver isso em São Paulo. O arvorismo completo com diversas travessias e duas tirolesas custou R$110,00. Foi tão longo que até nos cansamos perto do final, eu só queria o chão e meu almoço, mas foi muito divertido, era uma atividade que queríamos muito fazer em Campos. Quando finalmente descemos pela tirolesa de 250 metros, já eram quase 13:00 e nos sentamos nas redes em frente à sede para comer nossos lanches e aguentar um pouco mais até o almoço (que acabou nunca acontecendo). Estômago falsamente preenchido com club social e frutas, demos algumas voltas pelo Bosque, que não tem muito para se ver ou fazer além das atividades pagas. As trilhas nem podem ser chamadas de trilhas, têm no máximo 400 metros. Saímos, então, para a Ducha de Prata, que fica bem perto do Bosque do Silêncio, caminhando em uma estrada estreita que muitas vezes não tinha calçada. Embora muito artificial, o lugar é bonito e, descendo um pouco mais, pode-se ver o rio em seu curso natural. Aproveitamos as lojas para comer mais e pagamos R$10,00 por crepes de chocolate. No caminho para o hotel, passamos por vários restaurantes e calculamos qual seria o melhor para comermos o tão esperado fondue, à noite. Escolhemos o Restaurante do Sino, na Av. Sen. Roberto Simonsen, onde pagaríamos (não me recordo exatamente) R$85,00 pelo de carne e R$75,00 pelo de queijo e chocolate. Seguindo a rua do Restaurante do Sino, passamos em frente à Casa do Strudel que anunciava fornadas às 16:00 todos os dias. Olhamos as horas, era exatamente 16:08 e não pude passar reto, entramos e pagamos R$16,00 por um pedaço generoso que dividimos em três. Depois retornamos ao hotel, onde jogamos baralho, cansadas, e nos arrumamos para sair. Fizemos mais uma caminhada até o restaurante, dessa vez no escuro, mas não sentimos medo. Embora a rua estivesse deserta e mal iluminada e homens de moto passassem esporadicamente, estávamos tranquilas e não pude deixar de pensar em como seria incrível ter essa liberdade e segurança fora da porta de casa todos os dias. Foram coisas como essa que me deixaram muito feliz em Campos do Jordão, experiências que eu nunca havia vivido em São Paulo: cumprimentar estranhos, se sentir segura nas ruas à noite, sorrir para os motociclistas simpáticos, ser recebida por alguém desconhecido com sopa <3. No restaurante, pedimos um fondue de cada e uma água para economizar. Fizemos muitas contas para dividir o preço de forma justa entre nós cinco aproveitando para acertar os gastos de umas e outras que havia sido maior ou menor no último dia. Acho que nossa economia tocou os garçons, que nos ofereceram uma repetição cortesia do fondue de chocolate. Adoro ganhar coisinhas de graça e essa gentileza, em especial, fez nosso dia. Voltamos muito felizes para o hotel. (Pagamos um total de R$53,00 por pessoa no Restaurante do Sino) Sede do Bosque do Silêncio Parte de baixo da Ducha de Prata Ducha de Prata Comércio na Ducha de Prata Strudel da Casa do Strudel Fondue de queijo do Restaurante do Sino (acompanha batatas deliciosas que chegaram depois) Fondue de chocolate do Restaurante do Sino
  26. 1 ponto
    Tô comentando só pra não perder notificação.
  27. 1 ponto
    07/06/2017 Destinei esse dia para conhecer o centrão de Manaus. Aproveitei a ida ao porto para fazer cotações do barco para Santarém. O esquema do barco é o seguinte… O preço da viagem varia conforme o dia da semana… Os dias que saem mais barcos fica mais em conta. No domingo não tem barco. Segunda-feira me parece que era R$80,00, terça, quarta e sábado R$100, quinta e sexta R$ 120. Como o preço no porto era o mesmo preço pelo qual estavam vendendo no hostel, preferi comprar no hostel porque a empresa de turismo manda um motorista te buscar lá e te deixar bonitinha no porto… Isso pra quem anda de mochila e quer economizar no transporte faz uma big diferença (mas do hostel para o porto dá pra ir andando de boas). Nessa ida ao porto já da pra sentir como é o centrão da cidade, o comércio… também é uma boa oportunidade para comprar a rede, que será sua companheira no barco! Só recomendo tomar cuidado com conversa de vendedor… Como eles sabem quem é turista e quem não é, eles querem empurrar as redes mais caras alegando que as redes mais baratas não dão conta do recado. Se você realmente quiser uma rede muito boa, tudo bem… Como eu nem tenho onde colocar a rede em casa e não estava disposta a carregar uma rede pesada no lombo, queria uma rede para cumprir sua função naquela noite (tanto é que transformei a minha numa coberta de cama). Não estava disposta a pagar R$50,00 numa rede, então dando mais umas voltinhas achei uma por R$28,00 e um par de cordas por R$5,00 (essa rede não caiu e eu dormi muito bem… e acho que se tivesse andado mais ainda teria economizado mais. Do lado do porto fica o mercado municipal que vale muito a visita. Lá tem uma infinidade de artigos regionais, ervas, pós, cascas, sabonetes (adooooooro). Uma lembrancinha muito legal pra quem quiser presentear a família são uns chocolates com cupuaçu. Comprei uma caixa com 50 unidades a R$12,00 e todo mundo gostou. Também achei mini sabonetes de açaí, guaraná, pupunha… que chorando consegui a R$4,00. Pechinchar é tudo nessa vida! Na volta para o hostel fiz compras no mercado porque sabia que não conseguiria comer no barco, já que sou muito chata com essas coisas (nutricionista que ama vigilância sanitária não come no barco mesmo…). Levei sucos, biscoitos, amendoins, frutas que salvaram minha pele. Como me conheço há três décadas levei frutas desidratadas e mix de castanhas de casa. Tudo isso me salvou muito no barco. Recomendo também levar água. Embora tenha bebedouro no barco, só Jesus sabe a procedência dessa água. Pode parecer frescura minha, mas a dona do hostel em Alter do Chão me disse que é bem comum chegar gente com problemas gastrintestinais depois da viagem de barco, principalmente os gringos (ela tem até um canteiro com boldo para oferecer…). Na tarde desse mesmo dia fui tentar ver o pôr-do-sol em ponta negra (vale muito a pena). Isso porque peguei um ônibus com três bandidos declarados. Eles contavam histórias sobre os seus roubos, abordagens policiais, prisões e falaram que só não assaltariam o ônibus porque o cobrador era muito legal. E onde eles iam descer? No mesmo lugar que eu!!! Fiquei com medo e não desci… E acabou que a outra parada era muito longe, fui parar com o motorista e o cobrador no ponto final que era tipo uma favela bem esquisita… Mal estar desfeito, voltei nesse mesmo ônibus e cheguei em Ponta Negra a tempo de ver um pouquinho do resto do fim do pôr-do-sol. A orla é bem linda, bem cuidada, cheia de quiosques… Se tivesse mais tempo iria lá durante o dia para tomar um banho de rio! De volta à cidade deixo uma dica beeeem bacana… Toda quarta-feira tem um projeto em frente ao teatro amazonas onde uma banda interpreta algum cantor de MPB. O melhor, 0800. A praça lota, o ambiente é bem legal, a música também e nada mal tomar uma caipirinha de jambu ao som de Tim Maia!
  28. 1 ponto
    Não existe um modelo específico de autorização, mas caso queiram, segue abaixo o modelo que fiz e utilizei. Lembrando que para a Argentina não é necessário nenhum trâmite no consulado, bastando apenas o carimbo do Ministério das Relações Exteriores (acordo de legalização de documentos entre os dois países).
Líderes está configurado para São Paulo/GMT-03:00


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