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Exibindo conteúdo com a maior reputação em 16-09-2018 em

  1. 3 pontos
    "At your own risk" será explicado no fim do relato! POR ACASO... ÁFRICA DO SUL Essa viagem pela África do Sul nasceu Europa, mas foi alterada por motivo de força maior (R$, kk) e hoje venho contar nossa aventura pelo quarto continente em que pisamos (só falta a Oceania)! Digo que ela nasceu Europa pq nos planos originais eu e o marido viajaríamos para o leste Europeu... uma viagem romântica, no verão europeu (agosto) pra comemorar nossos 10 anos de casados! Nesta viagem nosso filho João não iria nos acompanhar, combinamos de viajar só nós dois a cada 5 anos, reedição da Lua de Mel. Ocorre que o preço das passagens para a Europa estava ridiculamente alto, e não costuma rolar promoção pra Eslovênia, rs. E eu, overplanning que sou, estava meio nervosa sabendo que faltava só seis meses pra agosto e eu ainda não tinha passagens nem pra onde ir. Cotei outros destinos da Europa... tudo caro! Eu tinha menos de 5k pra comprar duas passagens, rs. Aí comecei a cotar destinos aleatórios... Rússia... Austrália... África... e achei passagens em preços bons para a África do Sul! Não estavam em promoção, estavam com preço pagável, coisa de 2 mil e poucos cada, saindo de Londrina, pela Latam. Eu nunca compro passagem saindo de Londrina pq sempre fica muito mais caro... mas desta vez como encaixava na grana que eu tinha disponível, e considerando que é bem melhor comprar a passagem inteira unida, a animação tomou conta de mim... “Marido... a Lua de Mel pode ser na África?”. Eu estava radiante! POR ACASO... COMPANHEIROS! Antes de fechar as passagens pra AS, conversei com o filho. Tá certo que era pra ser só eu e Gui, mas fiquei com remorso de deixá-lo pra trás em um destino tão diferente. As perguntas dele foram: vai estar frio lá? (Sim) Vamos acordar cedo todo dia? (Sim) Vai ter internet? (Não sempre)... “então mamãe, não quero ir não”. Confirmei se ele tinha certeza... que provavelmente íamos fazer safáris... e mesmo assim ele não quis. Quem leu meu último relato (CEARÁ, abril de 2018) viu que ele reclamou muito do frio do Japão em dezembro do ano passado (2017) e pediu pra ficar um tempo indo só pra onde fosse calor e tivesse água, rs! Ai essa adolescência... paciência! Mas aí temos um casal de amigos do peito... e desde o ano passado estávamos pentelhando eles pra viajarem conosco este ano! Eu tinha dito pra eles ano passado que se topassem ir pra Itália este ano nós desistiríamos do leste europeu... mas como eles iam se casar no início deste ano e estavam segurando grana, não toparam. Depois de comprar nossas passagens eu mandei “Tata... vamos pra África com a gente! Vai ser Lua de Mel de vcs tb... a gente precisa dirigir juntas na mão inglesa no meio da savana...” (obs. Nós duas somos biólogas!)... e depois de enrolar uns 2 dias, Thais e Ezequiel iam com a gente! Que feliz! PLANEJAMENTO O casal de amigos mora em Curitiba, então nos falávamos pelo whatsapp, pessoalmente quando dava e montamos uma pasta compartilhada no Drive. Foi a primeira vez que eu tive ajuda pra montar uma viagem, pois geralmente me encarrego de montar sozinha! Adorei! Decidimos que dividiríamos a viagem de 22 de agosto a 7 de setembro (17 dias) em 3 locais: Joburg (22 a 26 de agosto), Kruger (26 a 30 de agosto) e Capetown (30 de agosto a 7 de setembro). Queríamos muito fazer a rota jardins, mas achamos que ficaria corrido e ela ficou pra próxima! Com as datas decididas pudemos começar a pesquisar passagens internas, hospedagens, locomoção e etc. Documentação: passaporte, certificado internacional de vacinação contra febre amarela e seguro viagem Além do passaporte, é necessário o certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Foi bem tranqüilo pegar, pelo site da ANVISA se preenche um pré-cadastro e na agência foi bem rapidinho pegar... cada cidade tem seu método. Embora não seja obrigatório, solicitamos seguro viagem do cartão de crédito (gratuito para platinum ou superiores). Não tenho coragem de viajar sem não, se seu cartão não oferece, procure comprar! Clima: inverno! Em agosto é inverno na AS, assim como no Brasil. É a melhor época para avistar baleias, mergulhar com tubarão e fazer safáris! E como a gente ama frio, achamos perfeito! Em Joburg pegamos dias ensolarados e noites frias, no Kruger idem, já em Capetown, o tempo muda a cada 5 minutos e faz vento com sol e chuva e frio e calor tudo ao mesmo tempo. Mais detalhes no relato da cidade. Deslocamentos internos: passagens aéreas internas e aluguel de carros Nossa passagem aérea foi multidestinos, chegamos por Joburg e saímos por Capetown, então tínhamos que decidir como ir de Joburg para o Kruger (26 de agosto), e como ir do Kruger para Capetown (30 de agosto). Depois de ler muita coisa e avaliar custos e liberdades, compramos passagem aérea pela empresa Mango (Lowcost da SAA) de Joburg para Capetown em 30 de agosto, e para o Kruger alugamos carro. Em Capetown tb alugamos carro pq não queríamos ficar dependendo de agências e queríamos andar muito pelos arredores! Então resumindo ficou assim: 22 de agosto – aéreo Brasil para Joburg 23-26 de agosto – a pé, de Uber e etc por Joburg 26-30 de agosto – de carro de Joburg para o Kruger 30 de agosto – de carro do Kruger para Joburg e aéreo para Capetown 30 de agosto a 7 de setembro – de carro em Capetown 7 de setembro – aéreo de volta pra casa. A passagem interna compramos direto pelo site da Mango (3200 rands para os 4, cerca de 200 reais por pessoa) e os carros alugamos na rentalcars. 110 dólares por 4 diárias em Joburg (Kia Rio automático na Bidvest Stnd – MUITO BOM) e 150 dólares por 8 diárias em Capetown (Ford Fiesta Ecoboost automático na Budget – MEIA BOCA). Sobre carros na AS: como alugamos os carros na rentalcars, site gringo, vem cobrado IOF. Diz que se alugar na rentacar, site nacional, não cobra, mas nem cheguei a ver. Outra coisa é que não coloquei nenhum adicional de seguro no site, e no balcão não odereceram nenhum outro seguro da empresa como de costume... e se vc tem um cartão platinum ou superior verifique se ele não oferece cobertura de seguro veicular. E por fim, preferimos gastar um pouco mais em carros automáticos pq ia ser a primeira vez que todos nós íamos dirigir na mão direita! Sobre a PID, há informações de que precisa e informações de que não precisa mas é bom ter. Pra não arriscar resolvemos fazer, até pq pretendemos usar de novo em breve. Mas não precisou. Devolvemos o primeiro carro muito sujo e com tanque pela metade, além de ter pedágios debitados... cobraram coisa de 50 dólares a mais no cartão. O segundo ainda não cobraram nada. Devolvemos limpo e com tanque cheio, e os pedágios foram pagos a parte. Mais detalhes sobre estradas, pedágios e direção na mão direita no relato de cada cidade. Hospedagens Muita pesquisa sobre melhores locais pra ficar depois, fechamos Joburg pelo Booking (hostel), no Kruger ficamos dentro do parque (detalhes no próximo tópico) e em Capetown pegamos uma casinha fofa pelo airbnb. Como sabíamos que a hospedagem dentro do Kruger ia ficar salgada, pegamos uma opção mega barata em Joburg, e deu tudo certo: Joburg: Westmoreland Lodge, quarto família (para 4) com banheiro privativo! 320 reais para 3 pernoites, que lindo! Cerca de 50 reais por casal por dia! Localização e internet ruim, mas por este preço valeu. Capetown: nossa casinha fofa, muito confortável e bem localizada, adoramos! Anfitrião super gente fina! Não foi baratinho, mas achamos um ótimo custo benefício! 2250 reais por 8 noites – 1125 reais por casal, o que dá uma média de 140 reais por casal por noite! https://www.airbnb.com.br/rooms/8403731 Gente, amo muito airbnb! Pra mim é como estar em casa, ter vizinhos, e ainda possibilita fazer algumas refeições em casa, ir ao mercado, e sentir mais o que é morar ali! Caso vc tenha vontade experimentar, faça o cadastro com o link abaixo que eu e vc ganhamos desconto na próxima hospedagem: www.airbnb.com.br/c/jcarneiro3 Kruger National Park: hospedagem, games e self-drive Ai, que trabalho que deu esse Kruger. Tanto pras hospedagens quanto pras demais atividades! Mas antes, vamos introduzir o tema “Safari na África do Sul”! Informações gerais têm em milhões de blogs, não tivemos dificuldade em “nos situar”, mas fazer as escolhas é que pega! Existem muitas formas e locais para se fazer safáris na AS, vários parques privados e nacionais, vários tamanhos, vários preços. O Kruger National Park é o maior da AS, com uma estrutura gigante, e foi a nossa escolha. Mas tenha em mente que na região do Kruger tem várias reservas privadas que podem oferecer experiências mais “private”, como dirigir off-road pelas trilhas, safáris de luxo entre outros. Uma boa opção, me pareceu, pra quem não tem dias suficientes para se deslocar até o Kruger, que fica a umas 5-6h de Joburg de carro (tb tem opções de aeroportos próximos), é o Parque Pilanesberg, bem menor, mas bem mais próximo de Joburg. Tenho amigos que fizeram safáris guiados por lá e gostaram muito, só não sei se tem opção de self-drive. Se a sua viagem não inclui Joburg, próximo a Porto Elizabeth, pra quem vai fazer a rota jardins, tem o Addo Elephant Park que tb é muito bem recomendado! Opções é o que não falta! O site abaixo é o site oficial de todos os parques nacionais da AS, mas já adianto que é um pouco confuso! https://www.sanparks.org/ Mas, como já disse, escolhemos o Kruger! E escolhemos ficar dentro dele! Lemos muito sobre os tipos de acomodação, a localização dos camps, as regras do parque e tínhamos decidido alugar a opção “family cottage”, casinha para 4 pessoas, em 2 camps diferentes, um no sul e um próximo ao centro do parque! Só que quando fomos fechar as opções de campings escolhidos já estavam esgotadas 4 meses antes da viagem!! Apesar de imenso, muita coisa esgota rápido e com bastante antecedência, então não marque bobeira! Depois de reavaliar tudo pegamos 2 bangalôs para duas pessoas cada nos camps de Skukusa (sul) e Letaba (centro-norte). O preço ficou mais ou menos o mesmo da “family cottage”, mas quem disse que a gente conseguia reservar pelo site? Dava erro. Pedimos ajuda do suporte e já pedimos pra incluir todas as taxas de entrada e conservação aplicáveis, e no fim das contas deu cerca de 2000,00 reais por casal para 4 dias. Salgadinho né? Achei... mas enfim. Eles mandaram a “carta de reserva” e depois de mais alguns erros conseguimos pagar, mas foi cobrado duas vezes no cartão e tivemos que ligar lá no Parque (pelo skype!)... depois de alguma demora tudo resolvido! *Sobre as taxas: tem taxa de permanência diária, taxa de permanência do carro, taxa de tudo quanto é coisa, só de taxa foi mais de 1000 reais desse total de 4000 para todos! *Sobre os camps: tem vários, vc vai ter que entrar no site, olhar no mapa e ver as características de cada um. O parque é mais “movimentado” ao sul, e o Skukusa é o maior e melhor estruturado... se vc quiser algo mais exclusivo fuja dele. Ao norte tudo fica mais vazio, inclusive tem menos bicho dizem... então é avaliar o gosto de cada um. Quando se verifica a distância entre um camp e outro parece pouco, mas como a velocidade é limitada a 50km/h, 150km podem levar muitas horas. Além do que enquanto vc se desloca dentro do parque vc vai parando pra ver tudo né! Pra quem quer baratear um pouco, dá pra ficar fora do parque, há opções de hospedagem mais em conta. A parte ruim é que não se pode fazer as atividades que começam antes de abrirem e depois de fecharem os portões, limitando um pouco a experiência. *Sobre os games: independente de ficar dentro ou fora do parque, vc tem a opção de fazer os games guiados ou por conta. Nós, dentro do parque, resolvemos fazer dos dois. Com alguma dificuldade e novamente tendo que solicitar ajuda do suporte já que não conseguíamos fechar direto pelo site, decidimos por 4 games: night drive (dia 26/08), sunrise drive (dia 27/08), morning walking e sunset drive (ambos dia 29 de agosto). Tínhamos outras opções antes destas mas algumas atividades no Skukusa já estavam esgotadas faltando dois meses! Mais uma vez, atenção aos prazos! Vantagens dos games guiados: carros abertos, experiência dos guias, liberdade para fotografar, conhecimento. Desvantagem: preço, embora não sejam caros... os drives são cerca de 75 reais e o walking cerca de 125 por pessoa. Vantagens do self-drive: liberdade de ir onde quiser (desde que se mantenha nos locais pré-estabelecidos), frio na barriga, baixo custo. Desvantagens: vc não sabe onde estão os bichos, é bom seguir os carros guiados, e só pode andar das 6h da manhã as 18h. O relato de como foi a nossa experiência com os games guiados e os self-drives está no texto por cidade. O que comprar antes Verificamos que algumas coisas poderiam se esgotar antes da nossa chegada, mas não queríamos ficar amarrando tudo antes de ir! Dentre todas as atividades, destacam-se o passeio por Robben Island em Capetown e o mergulho com tubarão em Gansbaai. *Robben Island: é difícil comprar esta atividade pro próprio dia, mas é possível comprar pro dia seguinte, tanto presencialmente no V&A Waterfont, de onde saem os barcos, quanto pelo site. Não é necessário apresentar o voucher impresso. Deixamos pra comprar lá na véspera, deu xerto. *Mergulho com tubarão: pode arriscar reservar lá ou comprar antes. O preço por pessoa é cerca de 150 dólares, bem caro... mas em poucos lugares do mundo vc pode ter esta experiência. Fizemos uma super avaliação de empresas que oferecem o passeio e acabamos deixando pra fechar lá. Um casal fez, outro não, mais detalhes em Capetown. Internet Chip local comprado na chegada em Joburg com pacote de dados de 5GB (500 rands) roteado nos 4 celulares com foco em deslocamentos, mas usamos muito já que a internet do hostel era ruim. Em Capetown compramos mais 3GB (150 rands). E como nos separamos um dia acabamos comprando um outro chip com 1GB de internet, mais 150 rands. Total internet 800 rands, cerca de 200 reais, 100 reais por casal. Money... que é good nóis num have! Levamos 2000 dólares por casal e cartão de crédito para eventuais despesas extras. Para efeito de conversão, tome-se que 1 real = 3,50 rands (já descontados taxas e tarifas de conversões) Trocamos dinheiro duas vezes, uma no aeroporto de Joburg que cobrou taxas absurdas e uma em um shopping de Capetown que foi mais honesto. Como apertamos bastante o orçamento em Joburg, acabou sobrando 500 dólares de cada casal. No cartão foram pagos a subida da Table Montain que é carinha, as entradas da Robben Island que compramos pela internet na véspera, UBER em Joburg e a Tata e Eze pagaram parte do mergulho com os tubas! Arrumando malas Tínhamos franquia de 23k por passageiro na internacional pela Latam e 20k por passageiro na Mango, então não tivemos problemas com peso pq gostamos de viajar leves! Mas era inverno... levamos roupas de frio e impermeáveis. Para os safáris pedem roupas de cores neutras e é bom ter calçado impermeável pq pode molhar. Chegou a hora! Embarcamos em Londrina com destino a Guarulhos, onde encontraríamos nossos parceiros de viagem, e pontualmente às 17:55, horário de Brasília, decolamos em direção à mamaafrica! (FOTO 1) FOTO 1: os viajantes - eu, marido Gui e amigos Thais e Ezequiel! CONTINUA...
  2. 1 ponto
    Decidimos eu e mais 04 amigas passar o feriado de Corpus Christi na Chapada dos Guimarães. Com antecedência na programação a viagem sai em conta. Dia 01: Chegada a noite em Cuiabá Pegamos um vôo saindo do Rio de Janeiro (SDU) as 18h55 e chegando em Cuiabá as 22h com breve parada em São Paulo (GRU). Optamos por não seguir viagem para a Chapada no mesmo dia por ser noite e não conhecermos a estrada. Então, pernoitamos em um hotel honesto na frente do aeroporto. Hotel Express. Alugamos um Jeep Renegade com desconto na Localiza ao lado, mas, para quem não tem desconto de empresa, aconselho o site Rent a Car para descolar vantagens em locações. Dia 02: Ida para a Chapada A viagem até a cidade da Chapada dos Guimarães é rápida (cerca de 80km) a estrada é boa, sem pedágios e dali já se ve o incrivel paredão de pedra. Chegamos na cidade e fomos direto para nossa pousada. A mais que simpática Pousada Charme. Fomos muito bem recebidas e paparicadas! Dali, seguimos para aproveitar o dia na cachoeira da Geladeira e em seguida na do Marimbondo. Na volta, pelas 15h30, paramos para almoçar no Morro dos Ventos, com uma vista impressionante do local. Tudo isso é possível fazer sem guia. A noite fomos à pracinha local onde descobrimos a Vila do Chocolate. Um inusitado café temático (Disney) super simpático. Dia 03: 07 Cachoeiras Aproveitando o sol, fomos fazer o passeio das 07 Cachoeiras com guia. São 6,5 km de trilha, com quedas d'água deslumbrantes e banhos de cachoeira maravilhosos. Pagamos R$ 50,00 por pessoa. Dia 04: Cavernas Mais uma vez, com guia, são 03 cavernas e quase 13 km de caminhada. Optamos por fazer a volta de trator, uma vez que apenas a ida nos duraria desde as 10h30 até as 15h. Na entrada da reserva onde ficam as trilhas tem um restaurante de comida regional que já reserva almoço. Aconselho. A noite jantamos em um restaurante na cidade que se chama Pomodori. Não vá esperando grande cantina italiana, mas, quebra um galho. Dia 05: Volta para Cuiabá / Rio de Janeiro Íamos visitar a Cidade de Pedra pela manhã, onde é possivel avistar todo paredão da Chapada. Porém, chuva, frio e muita neblina impediram o passeio. Voltamos então para Cuiabá em hora de almoçar na curiosa peixaria Lelis. É um rodizio de peixes tal como estamos acostumados aqui no sul / sudeste com carnes. Ali pode-se provar todos os peixes de rio do MT além do jacaré. Vale cada centavo! Pegamos um voo para o Rio no fim da tarde com parada e Brasília.
  3. 1 ponto
    Após 4 meses de pesquisas utilizando o Google Earth e os poucos relatos por aqui, planejei nossa viagem para Belize. Quero deixar este relato registrado, pois não há muita informação de longas viagens por este pequeno país. Ficamos 27 dias conhecendo alguns sítios arqueológicos Maias, mergulhando nas águas caribenhas dos atóis e dos Cayes que são as ilhas, pequenas e grandes (Belize tem mais de 470) e socializando neste belo país. Bem, compramos as passagens pela Copa (escala em Panamá) com 3 mêses de antecedência. No mochileiros vi uma dica que este é o melhor período para comprar com um preço mais barato. Pra começar zicado (e foi somente essa zica a viagem inteira), nosso avião depois de 30 minutos, teve que voltar para Cumbica. 6:30 da matina uma zona total, ninguém da Copa para nos dar satisfação! Só houve orientação para pegar as bagagens na esteira tal! Aí começa o fuzuê. 2 funcionários da Copa apareceram e começou a se formar uma roda entrono deles para saber o que aconteceu com o avião e qual a providência iriam tomar. Os 2 funcionários começaram a distribuir um volcher para um taxi nos levar a um hotel onde iríamos dormir e um funcionário da Copa iria para o hotel mais tarde para nos orientar. Ou seja, maior zona! Ninguém sabia de nada. Procuramos o escritório da Copa no aeroporto e ninguém nos atendeu dizendo que estavam providenciando novo vôo. Fui para o hotel e comecei a procurar passagens para Belize, assim já falaria com o funcionário da Copa de posse de uma alternativa. No dia seguinte somente às 20:00 aparece o funcionário da Copa. A alternativa que nos foi oferecida foi um vôo para Belize 4 dias depois (só tem vôos da Copa para Belize às terças e sextas). Nós com reservas pagas em hotel, mergulhos agendados e pagos, ficamos estarrecidos com o descaso da Copa. Como já tinha visto um vôo bem pingado (Cumbica, Panamá, San Salvador e Belize – duas escalas) para às 1:30 do dia seguinte, mostrei ao funcionário que de pronto entrou em contato reservando este vôo. Claro que ele aceitou. A outra alternativa que vi e mostrei a ele, era alguns vôos no mesmo dia da pane, mas, pela American Airlines (passagem bem mais cara), e que eles colocaram dificuldades (não queriam ter prejuízo). Sintetizando...chegamos em Belize estropiados por conta de duas noites praticamente sem dormir e perdemos estadia e mergulhos. Bem, passado o perrengue, chegamos em Belize City e pegamos um taxi (U$28) para o terminal aquático da Belize Express (U$18 pp para Caye Caulker). Chegamos a tempo de pegar o último taxi aquático às 17:30 para Caye Caulker. Lá tínhamos reservado o Hotel La Isla Resort (U$70,85 por noite com taxas e impostos incluídos). Em toda a Belize alguns hotéis costumam usar as palavras Resort e Lodge, por mais chinfrim que sejam. Hotel básico com ar condicionado (faz falta, pois o calor é senegalês) uma pequena piscina, frente a praia e sem café da manhã, prática comum em 99,9% dos hotéis e pousadas em Belize. Saímos para um rolê e reconhecimento, Caye Caulker é uma ilha muito pequena, mas, muito aconchegante. Ótimos restaurantes, e um café da manhã (Amor Y Café) muito bom. O primeiro dia foi mesmo para morcegar na praia e andar a pé pela Caye, pois é muito pequena. Dá pra alugar uma bike por 10 blz. (Ah, o câmbio é sempre o mesmo faz tempo: 1 dólar americano = 2 dólares belizeños). Para jantar os pratos variam de 15 a 30 blz (camarão, frango, peixe ou carne). A famosa breja Belikin varia de 4 a 7 blz, dependendo do lugar. No mercado custa 3 blz. A escolha dos mergulhos em Caye Caulker, tem motivo. É o local mais próximo dos atóis Lighthouse (Blue Hole) e Turneffe (The Elbow), portanto, menos tempo de viagens nos barcos. Escolhi a empresa Frenchies Diving após uma pesquisa de preços via e-mail. Na verdade, o preço não varia muito, mas, a decisão foi acertada, pois a Frenchies era menos cartesiana. Segundo dia e primeiro mergulho com 2 cilindros foi em Spanish Bay. Local com abundante vida marinha, Lírios do mar, Esponjas azuis, amarelas, verdes, um jardim de Gorgônias, Poliquetas, Anêmonas, Corais de vários formatos, moles e duros, peixes de recife como Acanthurus coeruleus (Coeruleus), Acanthurus baianus (Baianus), Pomacantus parú (Frade), Holacanthus ciliaris (Ciliaris), Holacanthus tricolor (Tricolor), Pterois volitans, (Peixe Leão), Sphyraena (Barracuda), Bodianus Rufus (Bodianus), Bodianus Pulchellus (Bodianus), Halichoeres socialis (Bodião), Sparisoma viride (Peixe papagaio), Baliste clown (Baliste), Grama loreto (Royal Gramma Caribe), Chaetodon capistratus (Borboleta), Chaetodon striatus (Borboleta), Chaetodon ocellatus (Borboleta), Gymnothorax funebris (Moréia verde), Gymnothorax javanicus (Moréia branca), Lactophrys triqueter (Trunk fish), Stenopus (Camarão Palhaço), Labróides, Equetus lanceolatus (Knife fish), Lagostas, Tartarugas, Tubarões, Arraias Manteiga e Chita e outras dezenas de peixes de recife do Caribe. Descemos até 25 metros com uma parede belíssima e visibilidade de 30 metros. O segundo mergulho foi melhor ainda. Petiscos durante o dia acompanhados da Belikin stout (mais escura e encorpada). Jantamos no Pelicano. Infelizmente a lagosta estava na época do defeso e ninguém tinha. Para quem gosta de lagosta, a Lobsterfest acontece em junho nas várias cidades do litoral de Belize. Pratos de lagosta de todos os modos e um preço camarada. Dia seguinte: Blue Hole com a Frenchies. 6 hs da matina na frente da Frenchies. Sorte que nosso hotel estava há 3 minutos de caminhada da base deles. Duas horas de barco, mar picado e chegamos no atol Lighthouse. De barco quase vc não enxerga o perfeito círculo de 35 metros de diâmetro, mas, dá para ver perfeitamente o tom de azul cobalto do Blue Hole. É impressionante! O barco parou na borda do Blue e descemos há 45 metros. Somente os avançados é que podem descer nesta profundidade. Pouca vida marinha, alguns tubarões e dezenas de estalagmites. Um mergulho muito diferente! Ficamos 8 minutos nesta profundidade e fomos subindo bem devagar fazendo a descompressão como se manda o manual. Em seguida fomos para o Parque Nacional de Half Moon Caye que fica neste mesmo atol. Descemos na ilha para almoçar e conhecer este paraíso. Vale dar uma caminhada pela ilha para conhecer as praias de faixa de areia pequena e pegar alguns cocos para beber (ta cheio de cocos que dá pra pegar com as mãos de tão pequenos que são os coqueiros) Segundo mergulho em um recife bem em frente a ilha e a paisagem é a que eu gosto. Corais barril, gorgônias, peixes de recife, poliquetas, e uma infinidade de vida marinha. Descemos há 20 metros. Mais um descanso para o terceiro mergulho que de longe foi o mais belo. O The Aquarium é realmente um aquário natural. Vida marinha abundante e uma visibilidade pra lá de 35 metros. De quebra, no fim do mergulho um jardim de enguias. Chegamos na base às 17:00h. Cansado, mas, recompensado pela beleza dos mergulhos. Os outros 2 dias foram somente para fazer um snorkel nas bordas dos mangues da ilha. Os mangues são diferentes do Brasil. A água é muito clara e abriga uma vida intensa. Vimos Frade, Barracuda, Peixe cofre, Arraias e outros peixes. Após 5 dias em Caye Caulker, rumamos para San Pedro na Ilha de Ambergris Caye. Uma ilha muito maior, e um trânsito infernal dos Golf Car. Os Golf Car são aqueles mesmos carros que os golfistas usam para se deslocar pelos campos. Também tem carros comuns, mas, os Golf Car, dominam. Tem até engarrafamento! Pra quem gosta de sossego, San Pedro não é a pedida. Ficamos no Hotel Pedros Inn, 70, 85 U$ por noite com piscina. E bicicletas para alugar. Este hotel fica há duas quadras da praia, porém, é do mesmo grupo do Resort Caribean Villas em frente ao mar e você pode utilizar as dependências do Resort sem pagar nada. Piscina e bar na frente da praia com cadeiras e espreguiçadeiras na areia à vontade. Valeu! Ficamos morcegando. Pra tomar um bom café e barato vá no Ruby’s Café que fica na rua Pescador dr, depois da praça do relógio e do terminal da Water Taxi. Como falei, somente petiscamos durante o dia e para jantar recomendamos o El Fogon (típico creole e pescados), Caliente, Estel’s (camarão divino, barato e um ótimo atendimento)e Elvis. E todos os dias tomávamos sorvete na DandE’s que dica na rua Pescador dr. Não deixe de tomar os sorvetes de lá. Um casal de americanos de cerca de 60 anos fazem estes sorvetes divinos. O segredo é o leite que ela traz do estado onde nasceu. Aqui não mergulhamos. Pegamos as bikes a rodamos por dois dias uma boa parte da ilha de Ambergris e pegamos umas boas praias. De bike o melhor é para o norte da ilha e pedalando na areia na beira do mar. Saindo do centro de San Pedro, passe a ponte, ande mais um pouco no asfalto e entre à direita. Vá tentando as entradas e logo achará uma que vai direto pela areia passando pelas casas, pousadas e resorts. Sempre parece que a trilha acaba ali, mas, não se impressione. Vá pedalando que vc irá longe. Volte pelo asfalto. Alugamos um Golf Car no último dia para conhecer a Secret Beach. Não gostamos. Muita gente espalhada pelos 3 bares na praia. Bom, após 5 dias morcegando em San Pedro, tínhamos que ir para Belize City onde tínhamos alugado um carro para conhecer alguns sítios arqueológicos Mayas. Saímos bem cedo do Pedro’s Inn, tomamos café no Ruby’s e compramos as passagens do Water Taxi para Belize City. 23 dólares americanos por pessoa. Após uma breve parada em Caye Caulker para subir e descer passageiros, chegamos em Belize City após 1:30 minutos. Descemos e no mesmo terminal há um Box da AQ Belize Car Rental. Depois de uma grande pesquisa no Brasil, esta empresa é a que teve o melhor preço. O motorista nos pegou e nos levou de carro até o escritório matriz que fica na estrada Philip Goldson Wighway. Ótimo, pois o sentido que nós íamos era justamente aquele. Como reservamos pelo Brasil, foi somente preencher os documentos de praxe e seguir viagem. Reservamos o mais barato que era um SUV Sportage. Carro muito bom, conservado e macio apesar de ser 2009. Como já tinha programado toda a viagem e com todos os detalhes, sabia que em +/- 45 minutos estaria no sítio arqueológico de Altún Ha. O Waze funciona muito bem nas estradas de Belize. Basta comprar um chip (compramos por 40 blz na BTL em Caye Caulker). Abaixo coloquei um mapa de Belize. Da empresa AQ, basta seguir pela PG Wighway que é a Northern Hwy e seguir até a placa indicando Altún Ha à direita. Entre e siga pela Old Northern Hwy. Bela estrada estreita e sem movimento com paisagem belíssima. Logo vc verá uma placa à esquerda indicando Altún Ha. Mais alguns minutos chegamos no sítio. Somente 3 pessoas estavam no sítio. 10 blz para entrar, mas, não havia ninguém na bilheteria. Entramos e conhecemos este magnífico sítio arqueológico. Ficamos quase duas horas conhecendo as magníficas construções Mayas e nos perguntando, porque no lado esquerdo da Cordilheira dos Andes há tantos sítios arqueológicos com construções gigantescas dos Mayas, Astecas, Incas, Olmecas, civilização de Caral e no lado direito (Brasil), não há nenhuma? Depois de conhecer Altún Ha, seguimos para a cidade Orange Walk. Voltamos pela Old Northern Hwy até a entrada à direita para a Northern Hwy. Depois de 1:00, chegamos em Orange Walk. Tínhamos reservado em San Pedro o Christophers Hotel. 120 blz com ar condicionado. O hotel tem um localização excelente. Com uma grande área verde e o rio (river) Novo no fundo, o final de tarde é divino com pássaros e seus cantos muito diferentes dos pássaros do Brasil. Tem caiaques para dar uma remada pelo rio (o que eu fiz no fim de tarde do outro dia). Beirando as margens do lado direito do rio, pude ver um ninhal de aves muito grandes com um bico grosso e uma grande iguana em cima de uma árvore. Por indicação da Marja, dona do hotel, jantamos nos ótimos restaurantes Cocina Sabor e Nahil Mayab. O Nahil tem um lindo jardim e decoração muito bonita. Como em toda Belize, é bom chegar por volta de 20 h para jantar. Os pratos são individuais e preços que variam de 20 à 30 blz. À noite não tem nada pra ver e fazer. Basta dar uma volta por perto do hotel e até a praça que é próxima. Alguns trailers de comida fast food e mais nada. Dia seguinte, acordamos cedo (o sol nasce bem cedo), compramos diversos pães doces e salgados, requeijão, iogurte e queijos caseiros na panaderia La Popular Bakery (saia do hotel à esquerda e na segunda à direita está a panaderia). Como o hotel tem uma área com mesas e cadeiras, café, chá, leite e bananas para os hóspedes, levamos tudo pra lá e tomamos um belo café. Pegamos o carro e rumamos para o sítio arqueológico de Lamanai. Há possibilidade de ir de barco pelo rio, contratando um tour (100 blz), saindo próximo da pousada, mas, como estávamos de carro e queríamos liberdade para ir e vir, ligamos o waze e pé na estrada. Existem 2 caminhos. Não vá por Guinea Grass pois a estrada está muito ruim. O waze te leva pelo mais rápido, cruzando fazendas (há colônias de alemães que não usam celular, telefone e internet, mas, se vestem impecavelmente até para trabalhar com chapéus branquinhos, camisas de manga comprida e macacão com suspensório, e se deslocam em lindas charretes) por estradas de terra, passando por Shipyard. Não tem erro. Há placas indicando Lamanai. O waze não falhou. Foi direto. Depois de 1:40 h e 59 km chegamos. Lamanai é um sítio arqueológico maravilhoso. Não irei me estender aqui sobre ele. Basta uma pesquisa no Google. Para voltar não conseguimos sinal do GPS. Voltar pelo mesmo caminho era impossível, pois havia muitas bifurcações e não nos lembrávamos delas. Seguindo um pouco pela estrada de terra encontramos um carro e perguntamos. Bastava voltar um pouco, pegar à direita e ir reto até o asfalto onde está o vilarejo de San Felipe. Depois é só seguir o asfalto passando pelas vilas de August Pine Ridge, Trinidad, San Lázaro, Yo Creek e Orange Walk. Foi excelente, pois passamos em lugares e paisagens diferentes da ida. Mais um fim de tarde curtinho o rio e ouvindo os pássaros. Dia seguinte, fomos a padaria, tomamos uma belo café no hotel e seguimos de carro para San Inácio onde ficamos 3 dias para conhecer as ruínas Mayas de Caracol em Belize e Tikal na Guatemala. O planejamento inicial era para atravessar a fronteira depois de conhecer Caracol, ficar em Flores para ir à Tikal, porém, ficamos sabendo em San Inácio que o carro alugado precisa ter uma autorização especial para atravessar a fronteira e quase nenhuma emite tal autorização. Razão: há muitos roubos de carro na Guatemala. Já tínhamos reservado o Venus Hotel por 140 blz com ar condicionado. Ótima localização, na mesma rua dos barzinhos e restaurantes. Uma rua fechada aos carros! O aspecto visual não aparenta o ótimo quarto que possui e um pequeno espaço no andar superior com café, leite, biscoito, granola, pão, manteiga, geléia e frutas. Conversamos com a recepcionista para conseguir um guia para o sítio arqueológico Maya chamado Caracol, pois ele é muito grande e rico em informações que gostaríamos de saber, há um belo rio no caminho com água fresca que para nós é temperatura ideal, além do que, como é próximo da fronteira com a Guatemala e no caminho há um Parque Natural, um posto policial aguarda os carros até às 09:00 para saírem em comboio até Caracol. De San Ignácio até Caracol são 2:30h em 80 km. Acertamos o guia por 120 blz para o dia inteiro. Nosso guia Edgar Beans (+501 6242415 - watsapp) foi excelente e nos levou para ver a gran cave (uma caverna com o teto colapsado). A estrada para Caracol é toda de terra, passando pelos vilarejos de Cristo Rey, San Antonio, chegando até a cancela da entrada do PN. Ali, devemos descer do carro e passar a relação das pessoas e os dados do carro. Conhecemos o sítio de Caracol e depois ficamos no rio por uma hora tomando um belo banho e curtindo as pequenas quedas e piscinas. Voltamos e tomamos umas Belikins com alguns kibes e babaganuche divinos, no restaurante árabe em frente a praça e ao lado do hotel. À noite, jantamos no excelente The Guava Limb. Restaurante com uma área de jardim e mesas espalhadas. Voltamos no outro dia para jantar no mesmo local. Não deixe de tomar o suco de Guanabana. Mais umas Belikins stout e provei a Lands Shark. Muito boa! Acertamos também a ida para Tikal, já que não poderíamos ir com nosso carro atravessar a fronteira. Serviço completo com almoço incluso. Não gostamos disso. Alugamos um carro para ter liberdade, mas, neste caso não tinha jeito. Queríamos dormir em Flores, na Guatemala, mas, nem tudo são flores. Dia seguinte, às 06:30 da matina na frente do hotel, uma van nos esperava. Nos levou até a fronteira e um guia nos levou na imigração para dar entrada. Tudo certo, uma outra van nos esperava no lado Guatemalteco com o nosso guia em espanhol. José Luís Serrano, (+501 2517987107) um senhor com seus 60 e poucos anos é um profundo conhecedor do assunto arqueologia. Formado em técnico em arqueologia, era poliglota. Conhece Tikal como poucos. No final das contas foi muito bom não ter ido com nosso carro. Não teríamos conhecido o Luis e não teríamos conhecido Tikal com seus detalhes e suas histórias. Caso vá de carro, recomendo que entre em contato com o guia Luis, deixe o carro na fronteira de Belize, atravesse à pé a fronteira e o Luis os pegará de carro e os levará a Tikal. Retornamos para San Inácio passando antes pela imigração. Muito lenta, depois de 30 minutos a van nos esperava. Demos um role pela cidade, e depois fomos jantar novamente no The Guava Limb. Dia seguinte tomamos o café no hotel e rumamos para Dangriga. Saindo de San Ignácio pela Western Hwy sentido Belmopã, pegar a Hummingbird Hwy (não se preocupe pois há placas indicativas e o Waze funciona muito bem). Após 2 hs e 124 km chegamos em Dangriga. Não tínhamos reserva pois já tínhamos visto que as hospedagens eram precárias e há somente um em melhores condições (um resort), bem mais caro. Fomos ao Ruthie’s Cabanas. Precaríssimo. O The Bonefish era muito caro. Fomos direto para o Chaleonor. O Chaleonor tem um quarto simples, mas, com ar condicionado, banheiro privado, café e banana. Pagamos 160 blz. Deixamos as bagagens, fomos para a praia e ver o local que teríamos que estar para pegar o barco que nos levará a ilha de Tobacco Caye. À esquerda do Chaleonor pela rua de terra vimos o Riverside Café ao lado do rio. É de lá que sai o barco do capitão Dodgge. Visto o local onde deveremos estar no dia seguinte, partimos à pé pela beira dágua para conhecer Dangriga. Local com extrema pobreza, mas, sem perigo algum, a cultura Garifuna está fortemente presente. Não há mendigos ou pedintes, mas, como em toda Belize, a pobreza deixada pelos ingleses que colonizaram o país, é marcante. Belize se emancipou em 1981, portanto, um país muito novo, sem indústrias ou grandes empresas onde talvez a fonte de riqueza deve vir em grande parte do turismo. Paramos em um pequeno bar, o Ocean View com umas espreguiçadeiras, cerveja gelada e um peixe para petiscar, mas, 3 hs da tarde fechou! Só abriria novamente às 18:00. Ficamos por lá até às 5 da tarde. À noite a única opção para jantar e recomendado pela proprietária do Chaleonor era Tuani com gastronomia Garifuna. Chegando lá, não tinha ninguém jantando e quando escolhemos o prato não tinham os ingredientes. Acabamos comendo uns nachos (prato comum em Belize em razão da proximidade do México). Ficamos com a impressão de que Dangriga é apenas passagem para as ilhas de Belize. Infraestrutura muito precária, pode ser que em pleno verão, as coisas fiquem um pouco melhores por lá. Acordamos e acertamos em deixar o carro sem custo no estacionamento do Chaleonor. Pegamos nossa pequena bagagem para passar os 5 dias em Tobacco e rumamos para o Riverside Café. Lá estava o capitão Dodgge nos esperando e mais 2 casais que também iriam para Tobacco. Com uma hora de navegação, chegamos no Reef’s End, passando por outras ilhas com uma paisagem caribenha. Já havíamos reservado 5 noites neste paraíso e combinado com Lilly e Pär que são os proprietários do Reef’s End para agendar com o capitão Dodgge nosso transfer para Tobacco. O custo foi de 40 blz por pessoa. Tobacco Caye é uma pequena ilha sobre o recife de coral que se estende por todo o litoral de Belize. Em 10 minutos à pé você dá a volta nesta ilha. Com 4 pequenos hotéis (que eles chamam de Lodge). Reservamos o Reef’s End. Além de ser o mais barato, é o melhor localizado, pois o seu píer é em frente ao local de saída para os mergulhos e snorkel. Do píer de madeira, apenas 2 minutos de nadadeira você chega no recife e logo estará em uma profundidade de 15 à 20 metros de profundidade e água completamente transparente e a única que tem operadora de mergulho, com o divemaster Carlos, que te levará de barco e em 15 minutos vc estará nos melhores points dos recifes do local. Para quem não é certificado, o snorkel no recife de Tobacco não deixa nada a desejar. Com 15 à 20 metros de profundidade de águas claríssimas e visibilidade de 15 à 30 metros, você verá lagostas, dezenas de peixes de coral, barracudas, moréias, gorgônias e corais moles de todas as cores. O Reef’s End tem 6 belíssimos quartos muito bem decorados e duas grandes camas, varandas com rede de frente para o mar, ventilador de teto e banheiro privado com chuveiro de água com temperatura ambiente . Não há energia elétrica na ilha. Somente placas solares fornecem energia elétrica para o local. O restaurante e bar são interligados ao píer em um local privilegiado e um por do sol espetacular. Nas diárias do Reef’s End estão incluídos café da manhã, almoço e jantar. Água acompanha. Cervejas e drinks à parte com preços justos. 5 noites no Reef’s End nos custou 570 dólares americanos com as 3 refeições. 75 dólares americanos é o custo de cada cilindro, mas, se vc tiver todos os equipamentos o valor cai para 50. Incluso neste valor a ida no barco até os points de mergulho e se vc alugar mais de 6 cilindros ganha 10% de desconto. Lugar simplesmente paradisíaco, em Tobacco Caye vc esquece de tudo! Snorkel e mergulhos o dia inteiro e todos os dias. O mergulho em Soult Water Caye que é uma outra ilha hà 20 minutos de barco de Tobacco é obrigatório. O Reef’s End ainda tem disponível cayaques e stand up paddle gratuitamente para os hóspedes. Depois de 5 dias neste paraíso, a Lilly agendou com o capitão Dodgge o nosso transfer para o continente. Às 9:00 saímos tristes deste lugar inesquecível! Pegamos o carro e seguimos viagem para Hopkins. Apenas 32 km separam as duas cidades. Já havíamos reservado o White Horse Guest House no Brasil por 109 blz por duas noites. Quarto novíssimo com bom banheiro privado, frigobar e em frente ao mar. O atol de Glover, o menos visitado por mergulhadores por ser mais remoto, era o meu sonho de consumo nesta viagem e Hopkins é o lugar mais perto para conhecê-lo. A empresa Belizeunderwater é uma das duas operadoras de mergulho em Hopkins e havia uma saída para Glover no dia 27, mas, por falta de mergulhadores, foi abortada esta data. Estava confirmada a saída para o dia 30 e neste dia estaríamos em Placência. Não tivemos outra alternativa se não ficar em Hopkins já que tínhamos pago as diárias (nós temos o costume de não reservarmos nenhuma pousada em nossas viagens, mas, em razão da pouca oferta com preços baixos, efetuamos várias em Belize). Colocamos as bagagens no nosso quarto e fomos caminhar na praia e conhecer o vilarejo. Faixa de areia muito pequena, um calor senegalês, logo percebemos que aqui não era um lugar para ficar. Poucos turistas e quase nenhum restaurante aberto. Compramos umas belikins no supermercado e fomos para as espreguiçadeiras na areia da pousada em frente a praia ler um bom livro e tomar as belikins. À noite fomos ao restaurante meet. U com cara de MacDonalds ao lado do supermercado. Local freqüentado por turistas e locais tem um cardápio variado e ótimos preços. Valeu o prato de camarão por 40 blz. Dia seguinte, pegamos o carro e fomos conhecer o lado sul com alguns resorts, restaurantes mais sofisticados e praias mais desertas. Não encontramos nada de atrativos e voltamos para a pousada. Mais belikins no supermercado e ficamos lendo na praia em frente à pousada. Já havia reservado uma pousada sem ar condicionado em Placência, mas, não precisei pagar na reserva. Como era fim da viagem e queríamos ficar em um lugar legal, entramos no booking para ver algumas ofertas em Placência. Conseguimos reservar 2 noites no Belize Ocean Club Resort por 200 blz à diária (preço normal era 600 blz) e para minha surpresa a outra base da operadora Belizeunderwater era dentro do resort. Enviei um e-mail cancelando a reserva na pousada e seguimos para o resort. Depois de 35 minutos e 51 km chegamos no resort. Imensa piscina em frente ao mar, praia exclusiva, belíssimo apartamento com 2 quartos, banheira, cozinha completa, sala com TV, TV nos quartos,...na verdade era um apartamento. O resort, assim como outros em toda Belize, possui apartamentos para venda e alguns deles neste resort já haviam sido vendidos. Paga-se um valor de condomínio e o proprietário pode utilizar todas as facilidades que o hotel oferece aos hospedes. Há bicicletas disponíveis gratuitamente. Demos entrada no Ocean e fui na operadora. Paguei o valor do mergulho com 3 cilindros e pegamos as bikes para ir ao vilarejo de Placência. São 15 km de distância pedalando até o píer municipal, final da rua, onde começa a rua mais estreita do mundo, segundo o Guinness Book. Lojinhas de decoração e muitos barzinhos e restaurantes, é o lugar mais transado e mais legal em toda Belize. Na península de Placência há dezenas de condomínios fechados com casas de alto padrão em frente ao mar e ao grande lagoon. Há trechos em que a estrada que vai ao vilarejo é margeada pelo mar e pelo lagoon com apenas alguns metros de distância. Deixamos as bikes trancadas e entramos na mais estreita rua do mundo. Tem cerca de 2 km e cheio de lojinhas de artesanato dos dois lados e alguns restaurantes. Ao lado direito da rua há diversos bares e restaurantes de frente para o mar. Escolhemos o Tipsy Tuna que tem umas cadeiras de praia e belikins com ótimo preço. Ficamos por lá até o pôr do sol. Pegamos as bikes e anestesiados, voltamos pedalando por mais 15 km até o resort. Como tinha sobrado o rango da noite anterior, aquecemos no microondas e acompanhados por umas cervejas da Jamaica e Dominica, jantamos vendo os programas de TV de Belize, que nada mais são do que retransmissão das TVs dos EUA, ou seja, somente lixo. Dia seguinte, acordei às 5 da matina para chegar às 6 na base da Belizeunderwater em Hopkins. Nosso barco sairia às 07:00 para o atol Glover. + 3 mergulhadores já estavam no local e os divemasters já carregavam o barco com cilindros. Como viajaria no dia seguinte para o Brasil, achei melhor usar Nitrox. Às 7 em ponto saímos. No caminho o barco ainda parou em outra Caye (ilha) para pegar alguns hóspedes e no final das contas éramos em 12 mergulhadores. Duas horas de barco, chegamos no atol. Mar incrivelmente claro e vários cabeços de coral faziam com que o capital manobrasse o barco dezenas de vezes. Foram 3 mergulhos excepcionais com paredes de 30 metros descendo até dezenas e centenas de metros. Paisagem muito diferente, pois a superfície de areia era muito inclinada e despencava no paredão. Certas vezes se via a areia completamente branca, escorrendo pelas paredes cheias de grutas e passagens com diversos corais moles de todas as cores e jardins de gorgônias. Peixes de corais multicoloridos em uma fauna igual as outras de Belize, exceto um ou outro peixe diferente que não vi nos outros mergulhos. Após os 2 mergulhos, rumamos para a ilha habitada no atol, onde fica a base do Parque Nacional e almoçamos no píer onde depois, pudemos conhecê-la através de pequenas trilhas. Descansamos um pouco e fomos para o terceiro mergulho também excelente em uma água azul com uns 50 metros de visibilidade. Retornamos a base e chegamos por volte de 16 hs. Peguei o carro e retornei ao resort direto para a piscina onde saboreamos mais algumas belikins e lands sharks. À noite, comemos uma bela pizza ouvindo um jazz com uma banda de primeira no restaurante Cha Chi’s, fechando com chave de ouro. Dia seguinte, acordamos cedo, tomamos nosso café no apartamento e rumamos para o aeroporto na viagem de carro mais longa em Belize. Foram quase 4 horas até a loja da locadora, bem em frente ao embarque. tuba.mp4 tuba.mp4 Em toda Belize, após às 21:00 vc não verá quase nada aberto. Principalmente restaurantes. As pessoas dormem cedo e acordam cedo também. Dormíamos por volta de 22:00 e 6:30h acordávamos com o sol à pino. Viajar por Belize é um pouco mais caro que em outros países. Foram 27 dias sem chuva!
  4. 1 ponto
    Olá mochileiras, sou Pernambucana, 28 anos, solteira e hetero. Procuro amigas para viajar pelo Brasil ou ate mesmo por Pernambuco, pelo nordeste... Enfim, procuro AMiGAS, gente do bem, sem frescuras, divertidas e que assim como eu goste de sair do lugar, fazer história, conhecer gente nova e se divertir muito. E se no meio de toda essa diversão e viagens, surgir uma amizade dessas pra vida, sabe? Aquelas que vc pode contar pra tudo. (Curtir um show, um barzinho, sair pra paquerar, ficar bebadas juntas, viajar ou até ficar em casa jogando conversa fora e quando preciso chorar juntas tbm) Vai ser muito massa! Tow numa fase meio F... de amigas, onde 80% estão comprometidas e os 20% são mais desanimadas do que cachorro quando perde o dono (rsrs). Então pensei... já viajei com tanta hente legal do mochileiros.com, porque não procurar amigas na pag.? (E aqui estou!) Agora é torcer pra esse post dar certo. E que no mínimo eu encontre boas companheiras de viagens. Zap: 81 9 9665-3192 Face: Morggana Natalia Insta: Morggana_nat Abraços!
  5. 1 ponto
    Eu, Kelviny Steferson, 22 anos, universitário e trabalho. Solteiro e moro com minha mãe e irmãos. Nunca viajei sozinho e será a primeira vez. Fiz um planejamento financeiro e quero saber algumas dicas de quem ja foi pro Rio. Sem luxo, quero gastar o mínimo possível e aproveitar o máximo. Coisa de mochileiro mesmo rs Viagem - Uberlândia MG / Rio de Janeiro Quinta 11/out (SAÍDA) - Passagem ônibus $ 180,00 (id jovem - paga) - Alimentação ida $20,00 Sexta 12/out - Uber (rodoviária/hostel) $20,00 - Hospedagem $110,00 - Almoço $20 - Café da tarde $10 - Outros (?) - Janta $20 Sábado 13/out - Almoço $20 - Café da tarde $10 - Outros (?) - Janta $20 Domingo 14/out (VOLTA) - Almoço $20 - Café da tarde $10 - Uber (hostel/rodoviária) $20 - Alimentação volta $20 obs: * Café da manhã do hostel * Quero andar pelos pontos turísticos próximos de bike. * Hostel fica no bairro Bota Fogo Quais dicas vocês me indicam?
  6. 1 ponto
    estou procurando cia para tailandia final de novembro/2018, com data provavel de saida dia 17/11. expectativa de ficar uns 12 a 15 dias maximo. nao montei nenhum roteiro ainda. caso alguem interesse podemos montar juntos. vlw galera
  7. 1 ponto
    Dia 4 - passeios Valle Sur e City Tour Retomando a questão dos passeios contratados: a grande diferença, no fim das contas, é relativa ao preço, pois as agências trabalham juntas - isto é: eles se organizam para encher ônibus e vans e otimizar os passeios, independente de qual agência você contratou. Com isso, é certo que há pessoas na mesma van que pagaram preços bem diferentes. Mais uma vez: a Mapis, se não é a mais barata, está bem perto disso. Vista da janela de nosso quarto no hotel Casona Quera. O solzinho engana: tava 3 graus nessa hora. Mas durante o dia esquenta Para o primeiro dia em Cusco, fizemos dois passeios combinados: o do Valle Sur e o chamado "City Tour". Foi um pouco cansativo e corrido (recomendei a amigos que têm um filho pequeno que não fizessem o mesmo, por exemplo), mas valeu a pena. Pessoas com menos mobilidade devem dividir em dois dias. No total, pagamos 40 soles por pessoa (25 pelo Valle Sur, 15 pelo city tour). Além disso, pagamos 130 soles por pessoa para comprar o Boleto Turístico, que é o ingresso para a maior parte das atrações que você vai visitar em Cusco, e ainda permite a entrada em vários museus (que não visitamos por falta de tempo). O boleto é vendido num prédio da prefeitura perto da Praça de Armas (recomendo comprar antes) ou nas entradas de todas as atrações. Ele tem uma validade de 10 dias a partir da compra. Na hora combinada encontramos o Ronald na Praça de Armas (ele nos buscaria no hotel, mas saímos antes para tirar umas fotos e esbarramos com ele na rua, e combinamos esse encontro na praça) e caminhamos alguns metros para outro local por onde passou o microônibus que fez o passeio. A primeira parada do passeio do Valle Sur é Tipón, um sítio arqueológico cujo grande destaque são terraços que eram usados para agricultura. Pikillacta tem as ruínas de uma pequena cidade do período inca. Ambos interessantíssimos. A parada seguinte é Andahuaylillas, uma cidadezinha que não tem ruínas, mas sim uma igreja com afrescos (cuja entrada custa 15 soles) e um "museu" mantido por uma família com uma múmia bizarra e coisas bacanas sobre o cultivo do milho e a preparação da chicha (5 soles). O guia convenceu todo mundo a visitar o museu em vez da igreja e não nos arrependemos, foi bem divertido. Estruturas para agricultura no sítio arqueológico de Tipón Ruínas do sítio arqueológico de Pikillacta Múmia bizarra em Andahuaylillas, eles juram que é de um ET 👽 Voltamos a Cusco e encontramos um grupo que já tinha iniciado o city tour por Qoricancha, um templo que fica bem perto do centro de Cusco. Ele não está incluído no Boleto Turístico e pode ser visitado em outro dia, em uma caminhada rápida a pé. É bem perto da Praça de Armas (não fizemos, também, por falta de tempo). O grupo saiu e nós e outras pessoas nos juntamos a eles e pegamos o ônibus que fazia o city tour. Durante a tarde visitamos quatro ruínas incas: Qenqo, Sacsayhuaman, Pucapucara e Tambomachay. Sem dúvidas, Sacsayhuaman é a mais incrível delas. As demais também são bacanas, porém. Vale muito a pena. A foto tá uma bosta, mas essa pedra fica gelada a qualquer hora do dia. Era usada como mesa para mumificação de corpos de nobres no período Inca. Está em Qenqo Tambomachay, que foi criado no período Inca para homenagear a água Jantamos num restaurante chamado Chalca, na rua 7 Cuartones, bem perto do centro. Comida muito honesta e preço ótimo (entrada fria, sopa, prato principal e copo de suco por 10 soles). Voltamos a comer lá em outro dia, inclusive. Dia 5 - passeio do Valle Sagrado até Ollantaytambo; noite em Machu Picchu Pueblo Antes de sair, juntamos nossas coisas, separamos só o essencial para a viagem a Machu Picchu e deixamos o grosso da bagagem no hotel Hatun Quilla, para onde iríamos quando voltássemos de MP. O pessoal foi muito gente boa, guardou nossa bagagem sem nenhum problema. Peruaninho simpático numa parada para usar o banheiro, a caminho do Valle Sagrado O passeio desta vez foi o do Valle Sagrado. A primeira parada é em Pisac, que é um sítio arqueológico bem grande. De lá, partimos rumo a Urubamba onde acontece a parada para o almoço. As agências vendem com a opção de almoço incluído por 25 soles, que não pegamos. Queríamos tentar encontrar um lugar mais barato para comer. Mas a parada é em um lugar com poucas opções. Demos umas voltas e desistimos, pois um funcionário do restaurante tinha nos oferecido por 20 soles. Fiquei com a impressão, depois, de que se tivéssemos chorado mais teríamos conseguido por menos que isso, mas não pude comprovar. Se quiserem fazer o mesmo, o cara que nos deu esse desconto fica numa lojinha na saída do restaurante, ele aborda as pessoas. A comida era bem sem graça, esquema bandejão. Não é bom, mas parece não haver muita alternativa. Parte do grupo foi almoçar em outro restaurante, chamado Pukapunko, que parece melhor. Talvez valha verificar essa opção com a agência. Deve ser mais caro. Sítio arqueológico de Pisaq, sensacional Na sequência, fomos a Ollantaytambo. Para mim, o sítio arqueológico mais impressionante antes de Machu Picchu. Chegando lá, a guia disse que quem ficaria por ali para pegar o trem deveria descer com tudo no ônibus e deixar as mochilas em um café que fica junto da entrada. Eles cobram 3 soles por pessoa para deixar as bagagens. Acompanhamos a explicação da guia depois de subir as escadarias e ficamos com tempo para andar por lá com calma e tirar mais fotos. Muita gente faz isso: encerra o passeio ali e pega o trem para dormir em Machu Picchu Pueblo (a estação é perto do sítio arqueológico). Fomos à estação, demos um tempo comendo milho e tomando sorvete e então pegamos o trem. Ollantaytambo, nossa última parada antes de Machu Picchu Sobre o trem: é caro pra caralho! A ida foi 65 dólares e a volta 75 (a volta incluía um ônibus de Ollantaytambo até Cusco). E foi "barato". No dia que viajamos a opção mais barata tava mais de 80 dólares sem o ônibus, e vários por mais de 100. Fomos de Inca Rail, também há opção de ir pela Peru Rail. Os serviços parecem ser muito semelhantes, a escolha deve ser feita por causa de preço e horário. O trem é confortável, servem um lanchinho leve e a viagem é rápida. Chegando a Machu Picchu Pueblo, caminhamos até o hotel (o pueblo é tão pequeno que acredito que todos os hotéis fiquem a uma caminhada rápida da estação). O guia contratado junto ao Ronald, da Mapis, foi até o hotel para combinar os detalhes. Ele nos cobrou 20 soles por pessoa (pagamos ao Ronald). Dia 6 - Machu Picchu Chegamos à praça de Machu Picchu Pueblo no horário combinado (5h50 da manhã) para pegar um dos primeiros ônibus. Não tinha o ticket do ônibus, compramos na hora, o ponto de venda fica perto da praça e funciona das 5h às 21h. O ônibus é caríssimo (12 dólares cada trecho). Como tínhamos tempo, decidimos subir de ônibus e descer a trilha a pé. Para comprar os tickets é preciso ter passaporte. Chegamos ao local dos ônibus e a fila já estava bem grande. Mas foi rápido, acredito que nem 10 minutos de espera. Os ônibus vão saindo rapidamente. A subida leva uns 20 ou 25 minutos. Chegando lá, o guia voltou a reunir o grupo e recomendou que quem quisesse ir ao banheiro fosse de uma vez, pois dentro do parque não tem. Praticamente todo mundo conhece essa vista por foto. Mas ainda assim é emocionante quando chegamos lá Sobre a visita, não tem muito o que falar. É essencial ter um guia (se não contratar antes, tem vários que oferecem os serviços junto à entrada) para entender em detalhes. A foto clássica é logo no começo do circuito. O passeio guiado dura cerca de 2 horas. Ficamos mais uma hora ou pouco mais depois disso. Descemos as escadas a pé, como tinha falado. Não é uma descida fácil. Os degraus são irregulares e escorregadios. Levamos pouco mais de uma hora. Não é nem um pouco recomendável para quem está muito cansado, sente dores nas pernas ou está com criança. Almoçamos em um restaurante qualquer numa das duas ruas principais de Machu Picchu Pueblo (tem vários que oferecem menus a 15 soles, todos parecem a mesma coisa). Não lembro o nome desse que comemos, mas eles queriam cobrar uma "taxa de mesa" de 10 soles. Não tinham falado nada disso antes. Reclamei e a moça disse que tudo bem, que isso era opcional. Demos mais uma volta pela cidadezinha, que não tem muita coisa a fazer. Visitamos uma feirinha de "artesanato" (todas as barracas vendem os mesmos produtos) e sentamos em outro restaurante próximo ao que tínhamos almoçado para umas cervejas e pisco com petiscos até dar o horário do trem. Quem vai subir pra Machu Picchu de manhã, recomendo tentar comprar um trem mais cedo, pois não vale a pena ficar em Machu Picchu Pueblo. O trem atrasou cerca de meia hora pra sair. Quando chegamos a Ollantaytambo, embarcamos no ônibus e partimos logo para Cusco, são cerca de 2 horas de viagem. O ônibus para junto ao hotel Costa del Sol, no centro histórico. De lá fomos direto para nosso hotel, que fica a umas duas quadras. A "recepção" já estava fechada mas batemos à campainha e o pessoal veio abrir rapidamente. Pegamos nossas malas e fomos pro quarto. A própria pessoa que atendeu disse que não precisávamos pagar ou preencher as fichas naquela hora, que o fizéssemos no dia seguinte. Dia 7 - Laguna Humantay Esse é de longe o passeio mais cansativo que fizemos. Nos buscaram no hotel às 5 da manhã, um frio desgraçado, e fomos em um carro até outro ponto onde pegamos a van para o passeio. São 3 horas de viagem de Cusco até o local onde começa a subida. Eles distribuíram mantas e foi todo mundo dormindo, na medida do possível (não foi fácil pois o banco era bem apertado). Depois de 2 horas é preciso pagar a entrada (10 soles), e a última hora é por uma estrada bem sinistra, em vários momentos parece que a van vai cair da pirambeira. A vista porém, é maravilhosa. Depois de descer do carro, fazemos uma caminhada de 15-20 minutos até o ponto onde tomamos o café da manhã. Pão fresco, manteiga, geleia, café solúvel, chá. E então começa a subida. O guia fez algum terrorismo, dizendo que seriam 2 horas montanha acima. Esse parece ser o tempo para quem sobe mais lentamente. Todos de nosso grupo subiram com menos de 1h40. A primeira metade do caminho é com uma inclinação de 40 graus. A segunda é bem mais inclinada: 70 graus. Eles disponibilizam umas bengalas (cabos de vassoura) pra auxiliar na subida. Há ainda a possibilidade de subir a cavalo por 70 soles (o pessoal do nosso grupo que fez isso não recomenda, disseram ter ficado com medo de cair em vários momentos). A subida é cansativa, mas não é um terror. Não somos atletas, praticamos exercícios físicos de maneira moderada e subimos sem grandes problemas. A altitude é um fator que dificulta, mas nada impossível. Não é nem um pouco recomendável, porém, para quem está com criança e para quem tem problemas de mobilidade. A subida, além de íngreme, é escorregadia. Várias pessoas que subiam junto conosco escorregaram, especialmente na descida. Dá pra ter uma ideia de como é a subida. Mas só uma ideia A vista lá de cima, porém, é impagável. Um dos lugares mais bonitos que já visitei. A água com múltiplos tons de azul e verde, e essas cores mudam de acordo com o local onde você está, com os reflexos e incidências de luz. É possível subir em vários locais para admirar e tirar fotos de diferentes ângulos. O guia dá uma explicação sobre as formações geológicas e também sobre a rotina da época dos incas. Ficamos cerca de 2 horas lá em cima antes de iniciar a descida. Quase uma hora fazendo o caminho de volta e chegamos ao local onde tomamos o café para o almoço. Estava bom, e tinha algumas opções (arroz chaufa, massa com verduras, um prato de frango que lembrava estrogonofe, saladas, pastel de queijo - bem parecido com o nosso, mandioca frita). Almoçamos, voltamos ao carro e partimos para o caminho de volta. Mais 3 horas de estrada até a volta a Cusco. Laguna Humantay: a vista que compensa todo o esforço da subida Chegamos ao hotel, tomamos um banho e saímos para comer no Chalca e demos uma volta pelo Centro para comprar algumas lembranças antes de voltar ao Brasil. No dia seguinte, tomamos café e pegamos o táxi combinado com o Ronald da Mapis até o aeroporto (15 soles. Ele foi até nosso hotel junto com o motorista). Tudo tranquilo no check in e nos dois voos (Cusco-Lima, Lima-São Paulo). É isso. Qualquer dúvida é só mandar mensagem!
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    Meninas que coisa linda esse post! Me encontro numa situação muito parecida com a maioria de vocês.. a maioria das amigas namorando e o resto num desânimo.. acabei de passar num concurso e quero curtir muito minha vida e começar a viajar bastante mas to sem nenhuma companhia.. se já existir o grupo ou não fiquem livre pra me adicionar, sou do interior do Rio! 24 99862-9706
  9. 1 ponto
    Bom dia meninas... Gente lendo os posts de vocês eu SUPER me identifiquei. Minhas amigas estão quase todas namorando ou casadas e as que estão solteiras, por motivos diversos, não são parceiras para viajar. Eu estou em busca de novas amizades e acho que aqui será um bom começo para isso. Se alguém puder me add nesse grupo que está sendo formado, ficarei muito feliz. Desde já, agradeço. Zap: 48 - 99947-0936 Inst: Camila. Rechia Beijos e rumo a novas amizades e aventuras! Camila
  10. 1 ponto
    Tem tempo pra aprender o básico de francês e inglês. Se esforçar pra dá aquele "bom dia", "por favor", "muito obrigado" ou mesmo um "não estou entendendo" na língua local não tem preço do ponto de vista do "anfitrião". Só nisso você ganhará pontos e alguns sorrisos. Pesquise as rotas de/para aeroporto, hospedagem, atrações e tire as fotos no celular, também anote a sequência no velho papelzinho (metrô tal, descer na estação A, pegar ônibus 928 na rua B, etc), e se precisar, mostra pra pessoa que ela vai tentar ajudar. O que não pode é deixar de viajar
  11. 1 ponto
    Boa noite, @[email protected] Você vai passar perrengue, mas conseguirá. Planeje o mais detalhado que puder sua viagem para minimizar a necessidade de pedir ajuda. Mas, se precisar, é quase certo que haja alguém por perto para ajudar. Bon voyage!
  12. 1 ponto
    Ninguém está falando que é como um passeio até a pracinha da esquina, sem falar nada de inglês ou inglês, com certeza a pessoa vai passar alguns de perrengues, vai se enfiar em algumas furadas, mas nada que não seja impossível de contornar, ainda mais numa cidade como Paris, onde a maioria dos locais acostumados a receber um monte de turistas que não falam inglês e francês. Alguns exemplos: Na hora de comer ou beber, se você for num restaurante/bistrô lotado, com cardápio somente em inglês e você não souber o que escolher, saia e vá embora, vá num daqueles restaurantes bem "turistões", aqueles que tem foto dos pratos na entrada e no cardápio, onde você pode escolher pela foto e apontar com o dedo, pode não ser a melhor comida da cidade, mas fome você não vai passar. Na hora de passar na imigração, tente decorar algumas frases básicas, como "Não falo inglês", e vá vem munida de comprovantes impressos que comprovem que você é turista, se você ver que o agente está fazendo muitas perguntas e você não entende, diga "Sorry, i dont speak english" e educadamente entregue os comprovantes de passagem, e reservas de hospedagem para ele, pode demorar um pouco mais, mas se estiver com tudo certo com os comprovantes, ele deve liberar você. Chip de celular, usar o chip brasileiro no exterior custa uma fortuna, mas se você não se sentir confortável para comprar lá, você pode comprar um daqueles simcards internacionais pela internet e receber na sua casa antes de viajar, e já sair de casa com a internet funcionando. Tem várias opções de empresas que vendem chip de celular internacional via internet, como a www.easysim4u.com, https://mysimtravel.com.br/, https://www.eurodicas.com.br/chip-internacional/ , Novamente pode não ser a opção mais barata, mas é algo que consegue se contornar sem grandes complicações. Na hora de pegar o metrô, comprar ticket, etc, tem horas que vai bater aquela indecisão e você não vai saber o que fazer e a internet resolve não funcionar, a bateria do celular acabou... Nestes casos não deve se desesperar, tem que respirar fundo, contar até 20 e pensar como vai resolver, sempre ter um mapinha impresso do metrô e da cidade, com a localização do seu hotel marcada a caneta ajuda nestas horas onde tudo lhe deixa na não.... E assim por diante...
  13. 1 ponto
    Olá! Nas minhas viagens gosto de pegar o carro e sair para conhecer um pouco mais que o básico, cidades fora da rota de turista.. Eua já rodei pelo estado de Arkansas e Flórida ( aqui não só Miami e Orlando). Na Itália por exemplo, peguei o carro saindo de Veneza e fiz base em varias cidades menos visitadas que Roma como Verona, San Remo ( fiquei aqui e aproveitei para visitar Mônaco) e Pistoia...Rodei em muitas cidades pequenas menos movimentadas como Abetone e Monterosso onde nem vi a cor de brasileiros. Nas Ilhas Maurício que o Inglês não é falado por todos rodei por toda ilha... Nao é fácil vc não dominar a língua,, mas com o mundo globalizado e ajuda da tecnologia é perfeitamente possível. O que eu notei nessas viagens é que há um grande esforço das pessoa em ajudar e entender suas necessidades. No início da medo pela barreira da língua, mas vc acaba aprendendo muito interagindo com as pessoas fora do país .
  14. 1 ponto
    Olá! É totalmente possível... Baixe o google tradutor offline para as emergências.... No mais, estude pelo menos o básico do inglês para não ir 100% zerada... Estude bem seus roteiros e seja feliz... Hoje me considero mais ou menos no inglês... nunca fiz curso, mas o que aprendi nas viagens já me permite me salvar dos perrengues... Já aos EUA, Ilhas Mauricio, Espanha, Italia, Africa do Sul, Uruguai e Argentina... tudo sem inglês... Quando a dificuldade aperta, o google tradutor salva! Vá sem medo e aproveite sua viagem...
  15. 1 ponto
    Bom vamos la contando minha experiencia (rs). Tenho inglês pre-avançado (isso significa que falo e não escuro aquele "what???" de volta kkk), como sabia que Franceses odeiam serem abordados diretamente no Inglês eu aprendi algumas coisinhas do Frances muito básicas ... Mesmo assim os perrengues acontecem e não necessariamente estarão atrelados ao idioma: O sinal do GPS pode cair e isso rola especialmente nas estações de metro e as vezes não há ninguém acessível para perguntar! Há quem não fale Inglês na Europa (ou pelo menos um bom Inglês compreensível para uma pessoa que fala o básico!), fala somente a língua nativa ... Tendemos sempre a imaginar o mundo ideal: estudo os mapas, decoro as linhas que vou utilizar, adquiro um chip 4g, baixo o google maps e esta tudo certo! Né assim? Mas na pratica a coisa é diferente... 1 - Imigração, vai desembarcar direto em Paris ou fara conexão em algum pais antes? Se a sua conexão não for em Lisboa ou Madri.... como ira se comunicar com o agente de fronteiras? Na melhor das hipóteses vai esperar horas no Aeroporto um tradutor, caso o aeroporto de chegada não tenha serviço de teleconferencia com tradutores... 2 - Saindo do aeroporto... por mais que você estude ...sempre pinta uma duvida se esta no lugar certo mesmo. A saída é um taxi mostrando a rua da sua hospedagem, maravilha! E para combinar o preço como faria? Tem espertinho em todo lugar! 3 - Cheguei no hotel e agora é só comprar o chip 4g, né isso? Mas para adquirir seu passaporte para a felicidade você precisa explicar o que você quer, entender as opções que lhe serão oferecidas, o preço... 4 - Comendo e bebendo... Muitas vezes em um Bistro lotado na hora do almoço não haverá condições de você traduzir palavra por palavra de um cardápio! Vai pedir uma carne? Provavelmente o garçom vai te perguntar o ponto desejado... quer uma agua? "Ok senhora, com gás? sem gás? da torneira? aromatizada???... e por ai vai... 5 - Transporte publico... ate para comprar os tickets na maquininha vai precisar de Inglês! Sempre pinta uma duvida e precisa perguntar algo... se o sinal do celular cair no metro? Ate nas atrações as informações geralmente são escritas em Frances e Inglês... Não quero desanimar mas é complicado. Não é impossível...mas é difícil se virar. Recomendo tentar encontrar uma companhia (aqui no blog tem uma sessão especifica para isso) ... e fazer um cursinho urgente! De antemão te adianto que 03 meses de Inglês não resolve a vida de ninguém! Não vai sair falando e as pessoas te entendendo perfeitamente; como também não vai entender muita coisa do que irão te falar... mas melhora!
  16. 1 ponto
    Inglês. O inglês será muito mais útil na sua vida, e em Paris, todo mundo com que você vai ter contato (recepcionistas do hotel, garçom, vendedores, caixa de supermercado, padaria, lanchonetes, atendentes de bilheteria das atrações turísticas, policiais da imigração no aeroporto, etc ) fala inglês.
  17. 1 ponto
    Se você fizer a sua lição de casa e estudar bastante sobre a cidade, sobre como usar o metrô, como se locomover de um lugar para o outro, onde ficam as atrações turísticas, como chegar lá, aprender a usar o gps do celular para se localizar, e o tradutor do google para quando a coisa apertar, etc... Você vai ter alguns perrengues, mas consegue sim se virar em Paris. Mas falar ao menos um mínimo de inglês ajuda um monte e facilita muito a sua vida, pessoalmente eu recomendaria fortemente que você use estes 3 meses que ainda faltam até a sua viagem para começar um curso de inglês básico, não dá para ficar fluente, mas você vai conseguir ter o mínimo de conhecimento de inglês para se virar com o básico do básico no dia a dia. Há vários cursos gratuitos online, se você dedicar somente 30 minutos por dia para estudar inglês até Dezembro, você consegue apreender um monte de coisas que lhe ajudarão um monte durante a viagem, e com certeza farão muita diferença para tornar a sua viagem muito mais agradável e tranquila. https://certificadocursosonline.com/courses/curso-de-ingles-basico-online-gratis/ https://www.primecursos.com.br/ingles-basico/ https://pt.duolingo.com/course/en/pt/Aprenda-Inglês-On-line https://blog.descubraomundo.com/ingles/curso-de-ingles-oferecido-pelo-governo/ https://canaldoensino.com.br/blog/8-cursos-de-ingles-online-gratis-que-voce-deveria-conhecer
  18. 1 ponto
    @Igor Bagnara Ei Igor!! Então... Durante a viagem eu acabei não me apegando muito em anotar todos os meus gastos, porém posso lhe dizer que o dinheiro que levei foi suficiente, consegui fazer tudo que eu queria sem gastar em cartão de credito! Só para ter uma ideia, levei 1050 dolares + 1300 reais, ainda voltei pra casa com 50 dolares e 30 reais hahaha Já os gastos pré viagem, sei te dizer sim: - Passagem ida + volta (RJ X SCLS/ SCLS X RJ): 1.100 reais - Decathlon (Mochila, roupas, bota, acessórios): 2.000 reais - Seguro Viagem: 120 reais - Alimentação, Hospedagem, passeios e locomoção (ônibus, taxi etc): Foram pagos com o dinheiro que levei em especie, os 1050 dolares + 1300 reais - Fiz alguns trajetos internos de avião também, que deram em média uns 500 reais, pagos no meu cartão de credito ainda aqui no br... O que não tem extrema necessidade assim, se vc tiver pique pra fazer tudo de busao Sobre a minha experiencia (resumão): -Tudo ficará mais barato/fácil de pechinchar se vc estiver em grupo - A maioria dos hostels tinham dificuldade pra dar troco se o pagamento fosse feito em dólar e não na moeda local, porem no final acabava rolando - PECHINCHE TUDO TUDOOOOOOOOOOOOOOO, as coisas sempre serão mais baratas do que o valor que eles te passam de primeira e se eles ficarem resistentes, finja desinteresse e saia andando que eles correm atras kkkkk - Vai ser cansativo, exaustivo JURO, principalmente se você passar por Huaraz... Mas não deixe nenhum passeio pra trás, tudo vale a pena - Confira troco sempre!! No momento que for pagar alguém, separe o dinheiro e conte na frente da pessoa que o ira receber e diga ESTOU TE DANDO O VALOR X OK?! - Se você curte balada/bar/festa de uma passada nos hostels wild rovers, Loki etc - Se passar em Lima, fique no bairro Miraflores - Não é só com o mal da altitude que vc deve se preocupar, também é muito normal a famosa intoxicação alimentar... Não passei mal com a altitude, apenas senti o cansaço de todo esforço que ela nos proporciona, porem, passei mal com a comida, não só eu inclusive, teve gente que ficou mal de vdd e teve que acionar o seguro... Mesmo sempr sendo cuidadosa ao escolher um lugar para comer! HIGIENE NESSES PAÍSES SÃO PRECÁRIAS no fim das contas se vc noiar muito com isso, tu não come! - No geral o povo local, é bem simpático e tem muita lábia pra te convencer a fazer algo, mas sempre pesquise, nunca feche nada de primeira, sempre terá algo do mesmo nível em preço inferior Que eu me lembre é isso... Enfim, acho que tudo é bem diferente daqui (não de forma ruim), as paisagens, costumes, comidas e etc Voltei pra casa maravilhada e grata por tudo que tenho, pelo minimo conforto que a gente nem percebe que tem, dando valor pra minha cama, meu chuveiro quente e o temperinho da minha comida hahahah Vale muito a pena, foi incrível ter esse tipo de experiencia! Se tiver mais alguma duvida, estou a disposição! Abç
  19. 1 ponto
    Olá tbm quero uma amiga de viagens e da vida ! Me add 31 975307525 sou de BH!
  20. 1 ponto
    Bom dia Add eu no grupo. Estou procurando companhia para ir Ilha Grande segunda quinzena outubro. 11 984608287 Kisses
  21. 1 ponto
  22. 1 ponto
    @tiagofas Segundo blogs que li o serviço é péssimo e só para cubanos. @fabinhozenker Cubatur te respondeu por e mail?
  23. 1 ponto
    Adorei encontrar PERNAMBUCANAS dispostas. Não sei se o grupo foi criado, mas adoraria integrar o “clube”! Vamos manter contato: 87-9-9910-0050
  24. 1 ponto
    Olá Emiceh, desculpe a demora para te responder pois acabei de voltar da viagem da Colombia. Que maravilha que vc está bem empolgada de conhecer o Peru, copie o roteiro e faça td o que tem vontade de fazer mas não desista. Deixa a montanha colorida para o final da viagem, caso vc não consiga subir tem a mula (pago) e pena que ela não sobe até o topo mas ajuda um bocado na caminhada. Sobre o hostel, eu fechei 2 diárias aqui no Brasil pq não tinha certeza qdo iria para Machu Picchu, só depois da confirmação do Machu Picchu que fechei o restante em Cusco. Espero que aproveitem bastante lá. Boa Viagem!!
  25. 1 ponto
    Opa, então, é um otimo custo benefício... Vou pro Pico da Bandeira no feriado de 7 de setembro, em algumas caminhas e trilhas elas me servem bem... Maaas, há um porém... Elas são feitas de couro, e precisam sem usadas no mínimo 1x antes de pegar uma trilha grande (para amolecer), não precisa também de usar ela 100x antes de pegar um trilha, ela é toda acolchoada no cano e isso traz um conforto sensacional, um uso já é o suficiente para ceder o couro. As botas tem uma aderencia legal em pedras molhadas, e como são de couro, aguentam alguns respingos de agua e são bem resistentes quando ralam nas pedras... Resumindo, em quesito custo x benefício, é a melhor coisa que vc pode achar no mercado, sério, são muito boas... Se for comprar uma bota da ecosafety, usa o cupom "amordetrilha" , vai te dar um desconto de 20%
  26. 1 ponto
    Fizemos as duas coisas, fomos ver o museu no fim da visita à arte rupestre. Gostávamos de ter feito a visita noturna também, mas não deu.
  27. 1 ponto
    Estaremos indo por volta do dia 20 e volta meio de dezembro . ja tem roteiro?
  28. 1 ponto
    Como assim? Como entrar em favelas? Classe C? Trilha para a Pedra da Gávea, Pico do Papagaio, Pico da Tijuca, Trilha para o Cristo, as Cachoeiras do Horto, Pedra Bonita. Se tu mora no Rio e nunca foi tu não sabe o que está perdendo. Os maiores bandidos dessa cidade andam de terno e gravata e desfilam pelos bairros nobres. Rio de Janeiro não é só a zona sul.
  29. 1 ponto
    Olá pessoal.... Depois de ler muitos tópicos, resolvi consultar um médico do viajante, no Hospital Emílio Ribas em SP. Peguei boas dicas e quero compartilhar. Ele me indicou tomar 3 vacinas além da Febre Amarela. 1. Anti-rábica, 2. Febre Tifóide, 3. Hepatite A. Sendo que a primeira tomei lá mesmo, mas as duas últimas tive que procurar em laboratório particular. Segundo o médico vale a pena prevenir. Recomendou eu carregar minha própria água sendo que há chances de falsificação de garrafas d'agua. Que não se coma alimentos de ambulantes. Não confiar no chá de Coca ou medicamentos qualquer diante dos sintomas do soroche e em caso de dúvidas descer imediatamente. O chá de Coca apesar de ser bastante utilizado não possui evidências de sua eficácia além da hidratação. Caso passem muito mal, deitar no chão. Deixou prescrito o Diamox caso eu necessite e outro remédio para diarréia caso aconteça. No mais, embarco em setembro. Quem mora em SP vale a pena uma consulta na medicina do viajante. Valeu [THUMBS UP SIGN]
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