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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 20-09-2018 em todas áreas

  1. 1 ponto
    Gente, acabei de voltar de uma viagem pela Costa Amalfitana, na Itália, e estou ansiosa para compartilhar o que eu considerei a melhor descoberta da trip. Todo mundo sabe que a estonteante Costa Amalfitana não é dos lugares mais baratos da Itália. A imensa maioria dos passeios é pago, o que, às vezes, se torna inviável para quem está com o orçamento contado. Muita gente diz que os passeios de barco são a melhor maneira de ter uma ideia da grandiosidade dessa parte do litoral italiano, cenário de filmes e romances. Eu concordo que é um passeio bacanérrimo, mas descobri que não é a única maneira de ter uma vista privilegiada da região. Fica a dica: gastando menos de 10 euros, faça a trilha “Sentiero degli Dei”. Em português, isso quer dizer “Caminho dos Deuses”. Sem exageros, é quase assim que nos sentimos quando estamos lá em cima dos penhascos, percorrendo caminhos de terra estreitos, à beira de abismos e com uma visão total do mar azul, das casas encravadas nas montanhas, das plantações do famoso limão siciliano e do céu. Eu digo que é a vista mais privilegiada porque caminhamos bem pertinho das nuvens, em meio a muito verde e num silêncio relaxante. Às vezes, só interrompido pelos béééé de cabras ou algum pássaro. A trilha dura cerca de 3 horas. Ela começa num vilarejo chamado Bomerano e termina em Nocelle, um vilarejo perto de Positano. Não é de grande dificuldade, mas requer alguma familiaridade com trekkings porque há trechos em que o terreno é bem acidentado. Com cuidado e calma, pode ser feita pela maioria dos aventureiros. Posso dizer que o almoço-piquenique que fiz lá do alto, debaixo de uma árvore e soboreando um sanduíche de queijo Fior di Latte (tradicional da região) e presunto Parma, que comprei numa salumeria no vilarejo de Bomerano, onde começa a trilha, ficará para sempre na minha memória. Vamos às informações sobre a logística, porque, chegar ao paraíso, claro, exige esforço. A trilha começa na vila de Bomerano, em Agerola, uma cidadezinha da Costa Amalfitana, perto de Amalfi. Para chegar até lá, terá que pegar em Amalfi um ônibus comum urbano com destino a Pomeriggio. Os tickets são vendidos no quiosque de informações turísticas na praça principal de Amalfi e custam menos de 2 euros. A viagem dura uns 40 minutos. Peça para descer no ponto de Bomerano. Quando eu fui, o ônibus quase inteiro desceu nessa parada. Daí, você terá que caminhar (5 minutinhos) até o centro da vila, que se resume a uma praça, com padaria, café e uma salumeria divina. Tem uma placa bem grande em frente ao ponto de ônibus indicando a direção. Eu recomendo que você compre na salumeria o queijo Fior de Latte, o presunto Parma e o pão de focaccia e peça para a atendente montar o sanduíche pra você. Eles são muito gentis e fazem isso numa boa. Fatiam o quanto você quiser de queijo e do presunto e preparam o sanduíche. Sem fazer economia nos ingredientes, paguei 5 euros por dois sanduíches. Inesquecível!!!! Compre também água. Na trilha, há locais para reabastecer o cantil. Com a mochila pronta, comece a caminhada. A trilha sai dali pertinho da igreja e é bem sinalizada. De resto, é só afiar as canelas e contemplar. Quando chegar em Nocelle, tem ônibus para Positano. Há quem faça o caminho na ordem inversa, começando por Nocelle. Mas precisa saber que a trilha é mais árdua, porque é subida. Para mim, acabou sendo um passeio de dia inteiro, porque, como estava hospedade em Positano, precisei me deslocar até Amalfi (optei pelo ferry-boat a 8 euros e dura 20 minutos). Comecei a caminhar por volta do meio-dia e terminei depois de mais ou menos 3 horas. Sem pressa, parando para fotos, descanso e piquenique.
  2. 1 ponto
    Travessia Chapada Diamantina Extreme (10 Dias, 176 km) (Ibicoara x Lençóis) Sul x Norte 01 a 11 Setembro 2018 Integrantes *Formiga (Guia) https://www.facebook.com/formigueiro.formiga *Pedrão do Brasil (Idealizador do Trekking) *Luciano *Karla Saída de Vitoria no dia 30 de Agosto de 2018. Chega em Lençóis as 14:20 hs. Ida para o Beco Hostel. (www.obecohostel.com.br) Dia 31 ida para Ibicoara. Saímos de Lençóis cedo e fomos para Ibicoara, local onde o trekking iniciou. Nos Hospedamos no Refúgio da Família X no Campo Redondo. Dia 01 de Setembro ida a Cachoeira do Buracão. Liga ímpar e a melhor e mais bonita cachoeira da Chapada Diamantina. Inicio 10:00 hs Término 16:00 hs Ida e volta 7 km. Dia 02 Setembro. início da travessia extreme. Ida ao Baixão, onde se iniciou o Trekking, fizemos Cachoeira da Fumacinha por baixo Chegada ao entroncamento as 12:00 hs. Fumacinha as 13:00 hs. Acampamento entroncamento, Próximo a fenda as 16:00 hs. Inicio 09:30 Termino as 16:00. 12 km Dia 03 Setembro Saída do entroncamento (canyon da Fumacinha.) As 07:30 hs. Subida da fenda. Trilha da Fumacinha por cima.. Trilha da toca do vaqueiro. Trilha do Gerais do Macho Bomba. Pernoite na trilha. (Cela de descida para o Rio Mucugê) Inicio 09:00 hs Termino as 17 hs. 24 km Dia 04 Setembro Saída da cela as 08 hs. Descendo até o Rio Mucugê, passando pela Matinha. Parada na Cachoeira da Matinha .Logo seguimos para Mucugê. Chegando por volta das 17:30 hs. Pernoitamos no (www.hostelmucuge.com.br) Inicio 08:30 hs Término 17:30 hs 22 km Dia 05 Setembro. Saída as 09:30 hs. Pegando trilha para o encontro dos Rios Mucuge e paraguassu, passando pela AABB. Logo em seguida paramos na lapa do caboclo. Logo e seguimos para cachoeira do tomba cachorro. Local de nosso pernoite. Inicio 09:30 hs Término 17:00 hs. 21 km Dia 06 Setembro Saída da cachoeira Tomba Cachorro as 09:00 hs. Chegada no cachoeirao por cima as 12:00 hs. Chegada na igrejinha a tarde, triha irada e com subida bem suave, pois a trilha do Gerais do Rio Preto é muito boa. Inicio 09:00 hs Término 17:30 hs 20 KM Dia 07 Setembro Fomos a Cachoeira do Funis já no Vale do Paty. Afinal a trip merece um bom descanso com Banho. Inicio 10:00 hs Término 15:00 hs e um merecido descanso. 10 KM. Dia 08 Setembro Saída igrejinha as 08:30 h. Subida rampa. Gerais Rio Preto . Descida ladeira quebra bunda. Rancho. Gerais Vieira. Córrego das galinhas.. Bomba. Capão Inicio 08:00 hs Término 19:30 hs 28 km Dia 09 Setembro. Capão Dia de descanso Dia 10 Setembro. Capão Subida fumaça. Águas claras Poney Inicio 09:00 hs Termino as 16 hs 16 km Dia 11 Setembro Poney Trilha lençóis x pai Inácio Gruta do lapão (Passando por dentro dela) Lençóis 16 km 176 KM Hard 20180910_123055.mp4 20180911_085808.mp4
  3. 1 ponto
    Olá pessoal, Esse mês de julho tivemos a oportunidade de conhecer um pouco de Recife em 3 dias. Apesar do noticiário sobre muita chuva na região, nos dias que ficamos pegamos muito céu nublado mas quase nenhuma chuva. No último dia até saiu o sol a maior parte do dia. Passagens: R$490 ida e volta por pessoa (GOL) saindo de BH Hospedagens: Vivaz Boutique Hotel (Bairro Pina): R$572,00 para 4 diárias. Não gostamos. Hotel bem simples, café da manhã muito pobre, com pouca variedade, e ao fazer serviço de quarto não repunham sabonete ou papel higiênico, precisávamos ficar pedindo toda a hora. Cheiro de mofo muito forte na recepção e nos quartos. Por esse valor ficamos em hotéis bem melhores em outras cidades que já visitamos. De positivo fica a localização, numa rua tranquila a uma quadra da praia e com várias opções de restaurantes. Aliás, aproveitando, com exceção da água de coco, achamos tudo muito caro em Recife! Qualquer lugar pra jantar não sai por menos de 150,00. Todos os pratos típicos da região são muito caros e isso mesmo em restaurantes mais simples. Deslocamento em Recife e Olinda : Uber. Corridas aeroporto-hotel 19,00; De Olinda até o Instituto Ricardo Brennard 32,00 (a mais cara de toda a viagem); Do hotel até o Alto da Sé em Olinda deu 27,00; Do hotel até o marco zero 15,00. Deslocamento Ida-Volta Porto de Galinhas: fizemos com uma agência 70,00 ida e volta por pessoa. Não recomendamos porque o horário da volta é muito cedo (15:30). No nosso caso, o motorista da volta não era o mesmo da ida e ficou super perdido em Boa Viagem para entregar os clientes aos seus hotéis. Nessa brincadeira gastamos mais de 40 minutos só dentro do bairro. Optamos por agência porque em Belém fizemos um bate volta a Ilha do Mosqueiro de ônibus normal e demorou muito o deslocamento (cerca de 2 horas pra ir e 3 horas pra voltar). No entanto com agencia você fica preso aos horários deles e além disso eles querem fazer várias vendas casadas (almoçar no restaurante indicado por eles, que custa mais de 120 reais um prato de peixe; fazer os passeios com agências parceiras deles). É muito chato isso. Pelas estimativas do uber o descolamento hotel-Porto de Galinhas estava em torno de 80,00 reais, acho que teria sido a melhor opção. Alugar carro seria outra, mas penso que sairia mais caro além da chateação que é dirigir em estradas desconhecidas. Vamos ao relato: Dia 1 – 22/07/17 – Sábado – Marco Zero e Recife Antigo Havíamos chegado de madrugada, por volta das 04:00hs da manhã, dormimos até 08:30. Após o café da manhã seguimos até o marco zero, onde ficamos um bom tempo fazendo fotos e admirando a vista. Em seguida pegamos um barquinho até o parque das Esculturas que fica logo à frente (R$5,00 ida e volta no barquinho). Atravessa uma parte do rio que está muito sujo, com várias embalagens descartáveis boiando na água. O parque das Esculturas também não nos agradou: sujo, degradado. Tem algumas obras legais e só. Não gastamos mais do que 20 minutos ali. De volta ao marco zero fomos ao prédio da Caixa Cultural (gratuito), que tinha uma exposição muito bacana sobre litografias japonesas e obras de um artista pernambucano que agora esqueci o nome. Em seguida pegamos a rua Bom Jesus e seguimos até a Embaixada dos Bonecos (R$10,00 por pessoa) onde ficam aqueles bonecos do carnaval de Recife e Olinda. Destaque para o Sérgio Moro que fica logo na entrada. É meio pega turista mas é legalzinho. Voltamos ao Marco Zero onde tem um grande centro de Artesanato Pernambucano (tudo absurdamente caro) e almoçamos no Seu Boteco (caro e ruim), em um dos armazéns que foram revitalizados e transformados em restaurantes (tipo uma estação das Docas de Belém mas menos bonita). Após o almoço seguimos a pé até o Museu Cais do Sertão: esse sim foi o ponto alto da viagem! Museu super bacana, interativo, que conta a história de Luiz Gonzaga e a vida sertaneja de modo geral. No andar de cima tem uns vídeos com histórias de retirantes nordestinos (incluindo o ex-presidente Lula) e um espaço de karaokê para quem desejar ensaiar um baião, heheh. Quem pagou inteira no Cais do Sertão ganha 50% de desconto no ingresso do Paço do Frevo (que custou então R$4,00), que também fica no centro histórico próximo ao marco zero. Ali o legal foi a aula gratuita ensinando a dançar frevo (15 minutos e já estava bufando, rs). Ainda passamos na Torre Malakatoff, que fica ao lado do Paço do Frevo, mas a subida era apenas aos domingos, mas no andar térreo tinha uma exposição legal. À noite fomos jantar em um restaurante chamado Socaldinho e pela primeira vez experimentamos um camarão na moranga! Simplesmente demais! 2 – 23/05/17 – Domingo – Olinda e Instituto Ricardo Brennard Reservamos a parte da manhã de domingo para conhecer o centrinho histórico de Olinda. Fomos de uber até o Alto da Sé e a feirinha que acontece na praça ainda nem tinha começado. Segundo os locais Olinda funciona mesmo depois do meio-dia, rs. A vista lá de cima é bonita, mas a todo momento tem alguém para nos importunar, seja um guia turístico ou uma dupla de repentistas (que não páram de cantar enquanto você não der uma grana). Já cheguei a conclusão que se não for um pouco mal educado eles não desistem... O mais legal pra mim foi subir ao elevador da caixa d´água (R$8,00) e ter uma vista ainda melhor de Olinda e Recife. Ficamos pouco tempo porque começou a sofrer nessa hora. Quando o tempo abriu seguimos pelas ruelas de Olinda entrando em alguns ateliês de arte e lojinhas de artesanato (muito caro). Almoçamos no restaurante Oficina do Sabor, que tinha sido recomendado por vários guias e blogs. A comida é realmente muito boa mas prepare o bolso! De lá seguimos até o Instituto Ricardo Brennard (R$25,00 a inteira). Junto ao Museu Cais do Sertão a melhor parte da viagem. O lugar é muito bonito, arborizado, com alguns edifícios que simulam um castelo medieval. Tem uma coleção de armas e armaduras da idade média muito bacana e também alguns itens de arte. Tinha uma exposição sobre o Brasil Holandês também muito legal. 3 horas é pouco para tudo o que tem para ver. À noite voltamos ao SoCaldinho e pela primeira vez comi um caranguejo (uma delícia). Dia 3 – Segunda – Bate Volta a Porto de Galinhas Último dia, grandes expectativas. Fomos conhecer o tao falado Balneário de Porto de Galinhas. A van do Transfer nos pegou às 07:00 no hotel e chegamos às 09:00 em Porto. A estrada até lá é boa, duplicada e 1 pedágio de R$7,00. Na volta pegamos uma belo congestionamento, mas sem maiores apuros. Já vou dizer de cara o que achei: uma bela de uma decepção! Não vi absolutamente nada demais nas praias, a praia estava suja e abordagem dos guias turísticos e donos de barraca era insuportável! Primeira coisa que fizemos foi um passeio de Buggy que durou 2 horas mais ou menos, o motorista te leva em algumas praias para fotos e na do Muro Alto (que ele dizia ser a mais bonita) paramos para nadar. Não vi absolutamente nada de especial na praia. Também, devido às chuvas, o caminho que o Buggy faz estava cheio de lama e belas poças de água. Iriamos fazer o passeio de jangada, mas quando retornarmos a maré já estava subindo e na verdade tinha um pessoal indo até lá a pé mesmo por outro caminho, no qual tentamos ir mas fomos impedidos por um fiscal. Ele informou que o acesso gratuito era limitado a 200 pessoas por dia e já tinha esgotado a cota. Aí eu não entendi: se for pelo caminho gratuito é até 200 pessoas, mas se for de jangada o acesso é liberado? Qual o critério? Eita capitalismo... Enfim, ficamos numa piscina natural perto das outras e estava até melhor, pois era maior e tinha mais espaço para nadar. Em seguida fomos até o centrinho da vila e achamos um PF honestão por R$15,00 e retornamos à praia para curtir o mar até o horário de voltar pra Recife. Enfim, eu sinceramente não gostei de Porto de Galinhas, achei as praias de João Pessoa muito melhores, mais vazias, mais limpas e organizadas. Muitos resorts em Porto contruindo até praticamente no mar, roubando a faixa de areia... À noite ainda deu tempo de comer uma pizza da promoção (R$20,00) num restaurante perto do hotel antes de voltar pra BH. Não recomendo, umas das piores pizzas que comi na vida, rsrs. Considerações finais: 1-Infelizmente não tive uma boa impressão de Recife: achei a cidade muito suja, com vários locais de alagamento grave, e em praticamente todas as ruas suas laterais próximas ao meio fio estavam com água empoçada. A cidade está mal cuidada. Exceção à região próxima ao marco zero, que está preservado e revitalizado. 2-Faltou conhecer a Oficina Brennard, que exclui do roteiro por questões logísticas. Queria muito conhecer também a casa museu de Gilberto Freyre, mas vai ficar pra uma próxima oportunidade. 3-Olinda também está com seu centro histórico mal cuidado, precisando de um boa revitalização. E os guias turísticos lá são muito inadequados. 4-Em Porto realmente nada me impressionou, mas penso que é um local que precisa de mais dias para conhecer e julgar melhor. Achei a vila comercial bonitinha e deve ser bem animada à noite. É isso pessoal, até o próximo destino.
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    Que relato incrível!!! Parecia que eu tinha viajado junto...rs Dia 30/12/18 estarei voando para 20 dias de aventura patagônica, junto com meu filho. Enquanto esse dia não chega, vou curtindo os incríveis relatos dos mochileiros por aqui e me emocionando com a aventura de todos vocês. :)
  6. 1 ponto
    Inicio aqui os preparativos para uma viagem de moto. Saindo de: Foz do Iguaçu - Paraná - Brasil passando por: Carreteira Austral, Perito Moreno, Torre del Pine entre outros lugares Cheganda a Ushuaia - Argentina Data de saida: 22/12/2011 Integrante: Sergio (eu) e Fabio Veiculo: Duas moto XT 600 Yamaha
  7. 1 ponto
    Bom galera, vocês vão me perdoar, mas eu pedi ideias sobre o que fazer nos 10 dias de folga. E não para broxar minha ideia de viajar por aí conhecendo pessoas novas, lugares novos e ter uma experiência bacana.. Seja ela boa ou ruim, servirá de aprendizado e de bagagem. Se eu for seguir tudo de negativo que me disseram aqui eu não vou fazer é nada, pq de tudo que foi dito não encontrei nada positivo. Não sei como está a vida de vocês, a minha vai bem, bem pra cara*** graças a Deus, e sou uma pessoa bem positiva. Não procuro encontrar os pontos ruins, procuro me focar nos bons. Os ruins vão acontecer e tenho certeza que servirão de experiência e histórias pra contar. Eu sei o que acontece em hostel tô de boa. Pra mim não é problema algum. Airbnb já pesquisei, casa inteira pra mim em várias cidades do Brasil, de norte a sul, média de 450 a 500 reais 8 a 10 dias. Tá ótimo! O que eu quero é viver essa experiência, se ela será boa ou ruim, acho que depende muito mais de mim do que dos outros, ou do cara que chega fedendo, ou do anfitrião que é chato. Quem fará valer a pena sou eu não terceiros! De qualquer forma agradeço a preocupação dos senhores e as dicas, mas prefiro me concentrar nas coisas positivas. Valeu galerinha e good vibes pra todos aí. Fiquem com Deus. Vou me virar aqui sozinho mesmo hehe.
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    Lembrando também que é sempre bom ler as referencias 😃
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  10. 1 ponto
    Leia o relato original com fotos aqui! 📷 É em um pequeno pedaço de terra entre Bélgica, França e Alemanha que se encontra Luxemburgo. O país tem grandes influências dos vizinhos, seja na língua, na cozinha ou na arquitetura. Há tanta mistura que acabamos descobrindo que na capital, também chamada Luxemburgo, moram mais extrangeiros do que locais! Achamos as pessoas bem simpáticas no geral. Luxemburgo é o único grão-ducado ainda existente no mundo, isso significa que não há presidente mas sim grão-duque. Aliás, ele e sua esposa são celebridade, basta entrar em qualquer loja de souvenir para ver a foto dos dois estampada em imãs, camisetas, cartões postais e por aí vai. Mas apesar de parecer tudo muito “Real”, eles vivem em uma democracia parlamentar e não em uma monarquia. Os idiomas oficiais são o alemão, o francês e o luxemburguês e a moeda corrente é o euro. É um lugar bastante caro, mas em compensação não há muitas atrações pagas. É só sair andando pela cidade que descobrirá lugares encantadores! O jeito mais econômico de ir do aeroporto ao centro da cidade é através dos ônibus 16 ou 29, custa €2 e demora por volta de meia hora. Veja outras opções aqui. Ficamos hospedados no Youth Hostel, que mesmo sendo a opção mais barata, ainda era caro! Ele não é bem no centro mas é simples de chegar a pé. Tem luzes, tomadas e armários para todas as camas e um café da manhã bem OK, recomendo. Chegamos à noite e percebemos que as coisas fecham bem cedo. Como não encontramos algo realmente típico de Luxemburgo que valesse o investimento, partimos para o Maharaja, um restaurante indiano com uma comida gostosa e bom preço no menu. Dia 1 No dia seguinte saímos meio sem rumo, era novembro e já estava bem frio! Do caminho que liga o hostel ao centro histórico se tem lindas vistas da parte baixa da cidade. Nessa rota há a entrada para as Cassemates du Bock, que são percursos nos túneis dentro da muralha do século XIV que rodeia a cidade. Mas como fecha no inverno, não pudemos conhecer. Caminhamos até a Trois Tours, uma das 5 “portas-torre” da cidade que davam acesso ao interior da muralha medieval existente na época. O lugar já serviu de prisão, alojamento e até escritório. De lá seguimos para o centro histórico, onde encontramos a Passage du Palais, um cantinho bem medieval da cidade! O estilo arquitetônico está bem preservado e alguns detalhes dão uma ideia de como se vivia nesse período. Descemos para caminhar na beira do Rio Alzette, na região chamada de Grund, onde fica a igreja St. Jean e a curiosa escultura da sereia Melusina, que de acordo com a lenda, vive hoje dentro do rio. Essa parte baixa da cidade é muito fofa, parece que estamos num cenário de filme antigo! Paramos para um chocolate quente na charmosa Pâtisserie Viaduc, porque acredite, com aquele frio, qualquer oportunidade de entrar em um lugar quentinho é válida! Continuamos sem rumo definido até chegar em outra das torres da muralha. Existem trilhas oficiais que a percorrem, elas estão sempre indicadas em placas, então se quiser fazer algo mais organizado, é possível. De volta ao centro da cidade, passamos pelo ornamentado Palácio Grão-ducal, residência oficial do grão-duque, visitamos a Catedral de Notre-Dame e partimos para os mercados de Natal! Eu amo Natal, e desde fui a primeira vez em um desses mercados, na Bélgica, fiquei maravilhada! As decorações são sensacionais, as barraquinhas vendem produtos encantadores (e caríssimos) e as comidinhas de inverno são deliciosas! Pedimos uma raclette, batatas fritas ao estilo belga e vinho quente! O mercado maiores estavam pelas praças principais como a Place de la Constituition, a Place d’Armes e a Guillaume II, mas tinham vários outros espalhados pela cidade. A noite caminhamos até a parte da cidade que fica depois da Ponte Adolphe, cartão postal de Luxemburgo! Pelo que percebemos é um lugar mais empresarial, os prédios eram todos lindos, mas não tinha muito o que fazer por lá. Para a janta, pegamos a indicação de um lugar bem legal perto do hostel. O Les Rives de Clausen é uma área meio moderninha-industrial com vários bares e restaurantes. Escolhemos o Maybe Not Bob’s, meio ao estilo Outback, que serve burguers e pratos. Tínhamos passado por um lugar no centro chamado Café des Artistes que parecia ser legal, um piano-bar bem intimista. Acabamos não indo, mas fica a dica! Dia 2 No dia seguinte fomos direto à parte baixa da cidade para passear pelo Vallé de la Petrousse, um delicioso caminho verde beirando o rio e de onde se pode ver a famosa ponte de outro ângulo. Percebemos que é um pedaço bem local, onde o luxemburgueses vão para passear com os cachorros e crianças. Por fim demos mais uma voltinha na cidade, parando em um Irish Pub (pra matar um pouquinho a saudade da Irlanda) e em uma das fantásticas e deliciosas lojas de chocolate belga! E pra terminar a viagem do jeito mais perfeito, caíram sobre nós alguns floquinhos de neve! Luxemburgo foi uma surpresa boa! Vale bem a pena passar pelo menos um dia por lá se estiver em países próximos ou conseguir uma promoção de passagem low-coast! Leia o relato original com fotos aqui! 📷
  11. 1 ponto
    @Elder Walker , Fantástica a sua viagem! Roadtrips são mágicas... Nada contra viagens de avião, mas as roads.... Eu costumo pegar a estrada sozinho de moto, mas fiz uma roadtrip bem legal pelo Brasil para mostrar os contrastes desse nosso imenso país à minha mulher. Foram 7600km. Preciso tirar alguns dias para, como vc, montar um relato com as fotos e o vídeo dessa viagem, que para nós foi muito especial! Parabéns e obrigado por compartilhar! glimaz
  12. 1 ponto
    Oi Elder!! Muito legal o seu relato! Obrigada! Já anotei várias informações, pretendo fazer mais ou menos esse roteiro ano que vem, saindo de São Paulo. Vamos ter um pouco mais de tempo (uns 24 dias), então devo ficar uns dias a mais no norte da Argentina e talvez voltar contornando o Uruguai. Fazer roadtrips é mesmo muito libertador... Já fiz algumas por aí e é meu estilo de viagem preferido!!
  13. 1 ponto
    Além do que já foi citado, você tem que preencher seus dados no site e quanto mais informações a seu respeito, melhor. Você também tem a opção de informar se está disponível pra aceitar alguém na sua casa, talvez aceitar e não aceitar. Pode acontecer também de voce trocar ideia com algum anfitrião, marcar tudo direitinho o periodo da sua hospedagem e ao chegar na véspera ou no dia da sua chegado o anfitrião simplesmente "sumir" e ti deixar no vacuo. Por isso sempre é bom ter um plano B.
  14. 1 ponto
    Couchsurfing é um negócio que funciona na base da reciprocidade, confiança adquirida e histórico do seu perfil no site do serviço. Você não escolhe um couchsurfing na "prateleira" como se fosse escolher um hotel, funciona assim: você escolhe um anfitrião que esteja oferecendo vaga nos dias que você precisa, o site permite que você envie uma mensagem ao anfitrião, você conversam, você explica por que seria um bom convidado na casa do seu host, etc... Se você convencer o seu anfitrião de que você é gente boa, ele pode decidir convidar você a ficar na casa dele por uma noite, duas, noites, três, etc... Mas se o anfitrião escolhido não for com a sua cara, não gostar da abordagem que você fez na primeira mensagem/conversa, ele simplesmente pode querer nem responder a sua mensagem... Não é obrigatório, mas um bom histórico seu oferecendo a sua casa para outras pessoas, é uma coisa que pode lhe ajudar a conquistar a confiança de algum potencial anfitrião.
  15. 1 ponto
    Possuo uma bota Timberland Chocorua Trail Mid GTX comprada no já longínquo ano de 2010 para ir no SWU hahahah... De lá para cá, usei poucas vezes, mais recentemente esse ano em Bonito. Fiquei 8 dias na cidade e andei bastante (mais do hostel para o centro e vice-versa do que em trilhas hahahaha) e a bota me machucou no lado direito acima do tornozelo (machuado de atrito, ralando a pele). Em 2016 eu tive que mandar para o sapateiro costurar o solado que tinha se soltado 🤬 após eu dar uma corridinha (só algumas centenas de metros...) na Trilha das Cavernas da Chapada dos Guimarães. Reclamações que já li e ouvi de outras pessoas: cadarços se desgastam e as "presilhas" que os prendem quebram. Pessoalmente, não compraria pelo Mercado Livre por medo de ser falsificado... E minha próxima bota não será mais dessa marca. Final do mês ainda usarei o par para o Pico da Bandeira. Espero não me arrepender... Já vou ter que comprar barraca e uma mochila cargueira, além de possivelmente um casaco... 🤑 Primeira trilha mais puxada que irei fazer. 😏
  16. 1 ponto
    Samuca, Você provavelmente já fez isso, mas, além das sugestões do lobo solitário, eu me informaria também no ministério das relações exteriores e na Anvisa. Acho os sites do governo caóticos e pouco confiáveis, portanto, eu telefonaria ou, se possível, iria pessoalmente a algum escritório. Além da informação, pode ser (estou chutando/imaginando) que haja alguma coisa que eles possam acrescentar à receita, para que ela seja melhor reconhecida por autoridades estrangeiras. Sei que existe, em caso de documentos civis, o apostilamento -- que é um documento concedido pelas autoridades do país onde o documento foi emitido e que atesta que aquele documento é, sim, verdadeiro. O apostilamento, por exemplo, se aplica a diplomas e certidões emitidas em cartórios. Apenas países signatários de uma convenção reconhecem essa apostila e isso tem via dupla. De novo, pode ser que não faça sentido algum em relação a receitas médicas. Mas, como burocracia não é uma particularidade do Brasil, penso que não custa se informar e se cercar de garantias. Por fim, pode ser que você consiga informação também no centro de Medicina do Viajante, em São Paulo (http://www.emilioribas.sp.gov.br/pacientes-e-acompanhantes/medicina-do-viajante/). Boa viagem.
  17. 1 ponto
    Oi pessoal, tudo bem? Acredito que pouca gente aqui conhece ou até mesmo ja ouviu falar de Valência, na Espanha. A cidade é meu destino favorito na Espanha por vários motivos. Valência é a terceira maior cidade da Espanha e foi fundada em 138 AC. A cidade tem uma história rica e super interessante, pontos turísticos extraordinários, um contraste fascinante entre uma cidade medieval e futurística, praias bonitas e agradáveis, festivais inigualáveis, cozinha requintada e ainda por cima, é fácil de se locomover e os preços são muito razoáveis. Cidade das Artes e das Ciências, Valência Eu fiz vários posts sobre Valencia, inclusive um post e um video de um festival chamado Fallas, que é super interessante pois eles criam esculturas enormes que chegam a custar ate 200.000 euros, e no final queimam tudo. Todos os links estão abaixo e quem quiser mais informações so acessar o site ou mandar uma pergunta por aqui ou por lá. Abraço O que fazer em Valência Roteiros de 1, 2 e 3 dias em Valência, Espanha Fallas de Valência: Um Festival Único e Espetacular Tourada na Espanha: Se os touros não são feridos é aceitável assistir?
  18. 1 ponto
    CAPÍTULO 1: 06-08/05/2018 - Santa Cruz, voo cancelado, Sucre fechada e planos indo pro ralo: Depois de alguns meses caçando promoção de passagens, pensando no roteiro, cheguei a conclusão que o mais barato seria pegar um voo de SP para SCLS. Detalhe que moro em Campos dos Goytacazes, interior do Rio de Janeiro, mas daria meu jeito, carona, Bla Bla Car, busão. Chegar em São Paulo seria o de menos. O meu roteiro inicial ficou assim: São Paulo x Santa Cruz de La Sierra (Avião) Santa Cruz de La Sierra x Sucre (Avião) Sucre x Uyuni (Ônibus) Uyuni x San Pedro de Atacama (Tour) San Pedro de Atacama x Arica x Tacna x Arequipa (Ônibus) Arequipa x Ica (Ônibus) Ica x Cusco (Ônibus) Cusco x Puno (Ônibus) Puno x Copacabana (Ônibus) Copacabana x La Paz (Ônibus) La Paz x Santa Cruz de La Sierra (Ônibus) Santa Cruz de La Sierra x São Paulo (Avião) -------------------------------------------- Fiz meu seguro viagem (No tópico inicial tem informações detalhadas sobre Seguro Viagem), comprei a passagem de avião pela BOA através da Viajanet, passagem para Sucre com a Amaszonas através do e-Destinos e comecei os preparativos finais. Avião ou ônibus para Sucre? Não tive como comprovar como é esse trajeto de ônibus (nem de avião na verdade rsrs) entre SCLS e Sucre, então não tenho propriedade para falar sobre, mas segue minha conclusão depois de ler diversos relatos: - A estrada parece ser ruim, mas peguei umas bem sinistras em outros lugares, então acredito que seja suportável; - Os ônibus são similares a muitos outros que você vai encontrar pelo caminho (Se decidir fazer todo o resto de ônibus); - Há perigo na estrada, como em diversas outras que você vai passar, mas o fator principal para muitos pelo que percebi é o tempo de viagem. Se fosse hoje eu decidiria ir de ônibus. Começando a saga 07/05/2018: Não vou especificar esses gastos até chegar em SP, pois acabei dormindo no Rio e aproveitando a noite lá. Carona, balsa, metrô, busão, cheguei na capital do Rio, visitei uns amigos, me despedi dos contatinhos aqui e ali, busão de 6 horas para SP, cheguei na casa do Erilmar, que foi uma das pessoas que entraram em contato comigo através do mochileiros e me recebeu super bem. Me emprestou um carregador portátil e um de celular, pois o meu tinha ido pro brejo e ainda descolou um café da manhã supimpa. Iríamos fazer a Bolívia juntos e depois ele voltaria para SP. São Paulo Acordei cedão com ele e fui para o aeroporto para aguardar a Angéllica (também entrou em contato comigo pelo mochileiros e planejou todo o roteiro). Ela IRIA embarcar no mesmo voo que eu. PROBLEMA 1: Aeroporto ok, check-in ok, mala despachada e nada de Angéllica chegar. Começa a bater o desespero por ela. Implorei no guichê da BOA para aguardar mais um pouco e por 2 minutos ela perdeu o voo. Não teve o que fazer e eu tive que ir, se não ficaria sem embarcar também. A partir dali só fiquei imaginando o desespero dela e que só conseguiria contato novamente quando chegasse em Santa Cruz. O Erilmar já havia chegado a essa altura em Santa Cruz e os planos seria encontrar com ele em Sucre para então seguirmos a viagem os 3 juntos. Continuando: No próprio avião já nos entregaram o papel da imigração para ir preenchendo. Preencham com cuidado para não errar e se tiverem alguma dúvida, deixem em branco que no processo de imigração no aeroporto eles ajudam. Formulário da imigração Saída de SP: 13:15h - Chegada em SCLS: 17h. Notícia de cancelamento de voo para Sucre: Cheguei em Santa Cruz de La Sierra, fiz o processo de imigração, respondi algumas perguntas como: "Veio fazer o que?", "Vai ficar quanto tempo?", "Onde vai ficar?", tirei a fotinha marota e peguei o mochilão (É tão bom quando você coloca o mochilão nas costas novamente e vê que ele não foi extraviado... É um alívio constante. PROBLEMA 2: Algo de errado não estava certo. O Erilmar que já deveria estar em Sucre estava lá no banco do aeroporto de SCLS, sentado com uma cara não muito boa. Sucre estava tendo manifestação e a cidade estava toda fechada, ninguém entrava e nem saia. Voos cancelados, chance de pegar um busão: 0. Possibilidade de embarque apenas para o dia 09. WTF!!! Dia 09 eu deveria já estar iniciando UYUNI. Decidimos então ficar por SCLS aquela noite e pensar o que fazer no outro dia. Continuando: No aeroporto de SCLS tem uma casa de cambio 24h e a cotação não é muito diferente da cidade. Já comecei pagando micão e servindo de chacota. Vi escrito Real a 3 e alguma coisa e perguntei se 1 real era 3 e alguma coisa bolivianos. Ela riu da minha cara com maior deboche do mundo e falou: "Oi? 1.79 man". Tava escrito lá, só não vi que era referente a dólar. Voltei meus humildes réis pro bolso e joguei uma nota de 50 dólares em cima do balcão (Quase gritei: SÔ RIKOOOOOO"), mas preferi ficar em off. kkkkk 50 sólares = 342 BOL. o Erivaldo achou um hostel no Booking e fomos procurar uma forma de chegar lá. Peguei um mapa da cidade e fui perguntar ao taxi. O cara cobrou 30 BOL, mas não me contentei pq sabia que tinha uma forma mais barata. Cheguei para a moça da lojinha e perguntei como ela fazia para chegar no centro da cidade de forma barata. Ela nos indicou uma micro-ônibus que sai no final do aeroporto e custa 6 BOL. Micro-ônibus Aeroporto Viru Viru x Centro: 6 BOL. Partiu busão. A cabeça tava como? Angéllica chorando no aeroporto perdida, voo cancelado, Sucre já era, roteiro atrasado, mais gastos, mulher do cambio rindo até agora da minha cara... Mano, a gente fica muito perdido no início. kkkkk Hora de conhecer Santa Cruz de La Sierra sem querer querendo. Chegamos no Hostel, falei com a Angéllica que conseguiu o voo para o outro dia a tarde. Seguem informações do Hostel em SCLS: Backpacker Bar&Suites Calle Velasco esquina Mons. Salvatierra (frente a la Iglesia San Roque), 5913 Link do Booking: goo.gl/4jpmFG Valor: 55 BOL a diária, quarto e banheiro compartilhado, com café da manhã. Hostel em Santa Cruz - Fotos do Booking Descobrindo que SCLS é uma cidade incrível: Caminhamos pelas ruas até a plaza de Armas de SCLS. A cidade é bem tranquila. Estava tendo uma exposição de fotografia "Nuestro fotoperiodismo 2018". Muita gente pela praça, uns malucos dançando, muita criança, balão, pombo e cachorro e tudo junto e misturado. A praça é linda, a igreja então, nem se fala. A cidade tem uma arquitetura colonial maravilhosa. Comemos em um dos restaurantes comuns perto da praça e pagamos por: Arroz, papas fritas (Batatas), frango com uma leve gordura saturada, e um sucochá quente que até agora não entendi (Não gostei e ficou lá o copo cheio com uma fruta dentro que não sei qual é) por 17.50 BOL cada. Não sabia se estava caro ou barato. A gente sempre fica perdido no início e como estava com fome, foi esse mesmo. De volta para o hostel, fui dormir para tentar descansar um pouco. Acordo, tomo meu café reforçado e começamos a pensar no que fazer das nossas vidas enquanto a Angéllica não chegava. Começo a conversar no grupo sobre o cancelamento do voo e um cara chamado Guilherme começa a falar que tava na mesma situação, ia para Sucre, porém teve o voo cancelado e tinha ficado por Santa Cruz. Quando eu desço da cama eis que o cara que eu estava conversando estava no mesmo quarto que eu. CARAAAAA É TU QUE TÁ NO GRUPO? Foi massa!!!! Trocamos uma ideia e compartilhamos a bad do cancelamento e possibilidade de não ir para Sucre. PROBLEMA 3: O Guilherme e o Erivaldo decidem comprar um voo direto para o Uyuni. :@ Aquele momento que você fica meio perdido e tonto sem saber o que fazer. Grana curta, planos dando errado, cartão sem limite, menina ainda em SP. Decidi segurar a barra e esperar a Angéllica lá em SCLS. Iria perder um dia, mas achei o melhor naquele momento. Uma coisa que precisa ficar bem clara quando você decide viajar: Ninguém é obrigado a ficar colado no outro sempre e nem fazer tudo em grupo. Cada pessoa tem que decidir o que é melhor para ela, principalmente quando envolve tempo e dinheiro. Faça as suas decisões de acordo com o que o seu coração mandar. No final tudo dá certo (Ou não). Por dentro tava: "Mano do Sky, qq eu vou fazer caraio?" Segue o barco: Saímos para dar um rolê na cidade, almoçamos no 2° piso de um shopping que fica ao lado da praça por 28 BOL (Salada a vontade, arroz, purê, frango empanado e limonada). Comprei minhas primeiras lembranças: 6 chaveiros de folha de coca por 20 BOL. Voltamos para o hostel e era hora de se despedir do pessoal com aquele Q de desespero sem saber o que fazer. Comecei a tentar contato com a Amaszonas (E-mail que o Guilherme me deu) e consegui trocar o meu voo e o da Angéllica para um direto para o Uyuni e pagar uma diferença de R$ 227.50, com desconto que implorei para a mulher da Amaszonas. Não estava contando com esse gasto, mas foi o melhor a fazer. O voo sairia as 7 da manhã do dia 09/05. Consegui já resolver o voo da Angéllica também e finalmente havia encontrado uma solução sem atrasar o meu roteiro. Começaria UYUNI dia 09 mesmo. Uhullllllll. Se bobear ainda encontraria os meninos em UYUNI no outro dia. Eu ficaria mais uma noite em SCLS. Sozinho em Santa Cruz. Bora rodar essa cidade: Comuniquei a Angéllica que iria até o aeroporto buscá-la e fui rodar a cidade. Comprei uma agua por 9 BOL e fui até o mirador que tem ao lado da igreja central na plaza de armas para ver o pôr-do-sol da cidade. Entrada: 3 BOL (Na parte da tarde abre as 14:00h). Foi lindo e pela primeira vez senti uma leveza de começar a ver tudo dando certo. Se tem uma coisa que me emociona é o pôr-do-sol. ahahaha. Uma lágrima caiu, pombos voaram... Zuando!!! mas foi lindo d+. Seguem fotos: Hora de buscar e conhecer minha mais nova companheira de viagem: A Angéllica, a doidinha que perdeu o voo. Nada de ônibus passar, hora indo embora e bateu a bad dela chegar no aeroporto sozinha e perdida. Entrei num taxi e tentei negociar. Não deu muito certo e consegui 10 BOL de desconto só. Como já estava muito tarde, lá se foram 60 BOL de taxi até o aeroporto. Cheguei lá e não era que a Angéllica era muito legal!!!! Uma pessoa maravilhosa e meiga. pegamos o busão de 6 BOL na volta. Tudo resolvido, ansiedade a mil, coração acelerado e com um alívio imenso, pois estava dando tudo certo. 5 da matina pra fora da cama e simbora pro Uyuni e aproveitar para tomar um banho de sal grosso pra ver se nada mais dava errado. Gastos iniciais: - Seguro Viagem (Pela Alianz): R$ 158.88. - Passagem Ida e Volta Santa Cruz de La Sierra x São Paulo (BOA pela Viajanet) : R$ 1.263,46. - Passagem SCLS X Sucre (Amaszonas pelo e-Destinos) R$ 236,41. Total: R$ 1.658,75. Gastos em SCLS: Vou converter os valores em reais de acordo com o dólar que comprei a 3.50 no Brasil. - Busão Aeroporto x Centro: 6 BOL - Diária 07-08/05: 55 BOL - Não reservamos antes. - Janta: 17.50 BOL - Almoço: 28 BOL. - Lembranças: 20 BOL. - Diária 08 - 09/05: 55 BOL. - Agua: 9 BOL. - Mirador: 3 BOL. - Taxi Centro x Aeroporto : 60 BOL. - Bus Centro x Aeroporto (09/05): 6 BOL. Total: 259.50 BOL = R$ 132.34. - Diferença passagem para UYUNI: R$ 227.50. Total parcial da viagem: R$ 2.018.59. Próximo capítulo: UYUNI: 09/05: Não rolou a foto espelhada, mas nosso primeiro dia foi incrível.
  19. 1 ponto
    Conhecendo a Vila de Ibitipoca e os roteiros do Parque Estadual de Ibitipoca, Roteiro das Águas, do Pico do Pião e da Janela do Céu.
  20. 1 ponto
    INDO DE FORTALEZA PARA JERICOACOARA DE MOTO – PASSO A PASSO Realizei recentemente essa viagem com minha namorada partindo de fortaleza e seguindo para Jeri de motocicleta. Somos de São Paulo e nunca havíamos feito o citado trajeto. Tenho certa experiência na condução de motocicletas, porém não sou “trilheiro” tampouco tenho vivencia em estradas “off-road”. Resolvi escrever este breve roteiro, pois, antes de fazer a viagem, procurei por toda a internet dicas para a viagem até Jeri, porém não encontrei nada. Bem vamos lá, para os malucos que queiram realizar a viagem, seguem as primeiras dicas: - Ter disposição, gostar de aventuras e, de preferência, ter uma pessoa muito parceira para realizar a viagem com você, pois sozinho não tem graça alguma. Por fim, saber andar de moto, claro. - Como não somos de Fortaleza, alugamos a motocicleta na loja “Loc Center Motos”, com diárias de R$ 50 reais (acima de uma semana) para uma motocicleta “HONDA/BROS 150cc”. Tornado/Twister sai por R$ 500,00 a semana e R$ 70,00 o dia (acima de uma semana). Se quiserem passo o e-mail para contato, mas, em pesquisa rápida pelo Google, a loja é facilmente localizada. - Bem, em posse da motocicleta, o ideal é analisar os 300 km do caminho até Jeri. A melhor opção é a CE – 085, conhecida como rodovia estruturante ou rota do sol poente. Essa rodovia segue até Jijoca (há 23km de Jeri). Por ser um trajeto cumprido, o ideal é pensar em uma ou duas paradas, pois no caminho há muitas praias lindas e que vale a pena conhecer. No município de Trairi, cerca de 100 km de Fortaleza, tem as conhecidas praias de Flecheiras, Mundaú e Guajiru. Na viagem paramos somente em Flecheiras (a primeira praia) e foi na volta, pois na ida queríamos aproveitar o claro do dia e não foi possível grandes paradas. Há cerca de 23 km adiante de Trairi, tem Lagoinha que é uma boa opção também. O ideal é pesquisar no Google e ver o q mais lhe agrada. - Importante em saber é q o “Google maps” está totalmente desatualizado com esta estrada (terminada em junho de 2010) e, portanto, ele não mostra o caminho pela CE 085. Sugiro a compra de um guia rodoviário (quatro rodas R$ 15,00), pois n acredito q um GPS tenha a atualização também. - Seguindo para Jeri e se mantendo na CE 085 não tem segredo e a estrada é bem sinalizada, sempre com placas indicando para Jericoacoara. A meu ver, a única complicação do caminho é na chegada na cidade de Acaraú, onde você passa literalmente pelo meio da cidade e a estrada parece ter se acabado. Mas seguindo reto na avenida que continua da estrada até ela acabar, você vira à esquerda, passa por dois postos de gasolina e no terceiro (Ale se não me engano) você vira a direita para seguir pela CE 085. Este ponto é importante, pois caso você siga reto, você irá pegar a BR 403 ou 402 (também não tem no Google). Portanto, se observar placas de KM escrito BR ao invés de CE, você está errado. Na dúvida, pergunte sempre para alguém. - Isto posto, vamos ao que importa que é a chegada em Jijoca e a ida até Jericoacoara. Bem, existem basicamente 03 caminhos. Um pela praia do Preá (vila próxima, antes de Jijoca), por Mague-Seco ou pelas Dunas. Na ida, fomos por mangue-seco, pois parecia ser o caminho mais fácil. Realmente o caminho tem calçamento de pedra em boa parte e a dificuldade está em atravessar para a praia, pois não pode ser quando a maré está alta. Assim, se for por mangue-seco você deverá evitar os horários entre 05h e 11h ou entre 17h e 23h. Na volta, fiz o caminho pela praia do Preá. Sem dúvida o melhor, sem dificuldades, você segue pela praia até a Vila/Município (não sei) e há muitas placas e indicações. Esse é o caminho feito pelas “jardineiras” e você economiza cerca de 07 km e não precisa se preocupar com alta da maré, pois esta não tem influencia em nada por este caminho. Pelas Dunas, é o caminho mais curto, porém não me arrisquei, pois não sabia o trajeto e há cerca de 29 trilhas distintas, segundo os moradores locais. Portanto, não recomendo esta opção. Vamos com detalhes então: MANGUE-SECO: Siga até Jijoca. Siga as placas que indiquem para Jericoacoara. Após cerca de 3km na cidade, irá ter uma bifurcação (tem um bar de esquina e uma placa grande de uma pousada). Indo reto você irá pelas trilhas das Dunas e a esquerda por mangue-seco. Você irá notar q por mangue-seco o calçamento de pedra segue e é por onde você deve ir. Após mais um 5 km, você verá uma nova placa: Jericoacoara (em frente, veículos leves, e a direita, veículos tracionados 4x4). Siga em frente, pois a direita você irá pelas dunas também. Seguindo essa estrada por cerca de 15km, você chegará a vila/município de Mangue-Seco. Nesta Vila, você deve pegar uma rua a esquerda para cair na praia e seguir pela praia até Jeri (mais 5 km). Você vai notar que nessa vila o calçamento volta e existem alguns botecos. Se não sentir confiança, pergunte para qualquer pessoa que irão te informar tranquilamente. Ao contornar a esquerda, você seguirá por um caminho de areia e cruzará dois riachos (rasos com a maré baixa, por isso a complicação). Ao passar os rios, você cairá na praia e verá do seu lado direito as luzes de Jeri. Basta seguir pela praia e chegar na vila. Lembre-se apenas dos horários da maré alta, isto é, evite os horários entre 05h e 11h ou entre 17h e 23h. PRAIA DO PREÁ: - Vindo pela CE 085, a saída para a praia do preá é antes de Jijoca. Ainda não consegui ver pelo Google. É uma saída por uma estradinha de terra e não tenho certeza se há placas, porque foi por onde voltei. Mas acredito que tenha placa de indicação. Para se ter uma idéia do vilarejo da praia do preá, no Google Maps tem anuncio de um pousada chamada “sitio Phoenix” q se passa em frente. Ali você tem uma idéia de quanto antes de Jijoca é a praia do Preá. Assim, vindo pela CE 085, você vai sair a direita, cerca de 15 km antes de Jijoca. Seguindo pela estradinha de terra batida por uns 15 minutos, você chegará na cidade. Lá terá placa indicado Jericoacoara. IMPORTANTE: há uma bifurcação em que em que indo reto você vai seguir para Jeri pela trilha da Lagoa Azul, que é um pouco complicada. Portanto, vire à direita e siga até a praia. Você passará pela citada pousada e seguirá pela praia por uns 5,5 km (há uns bastões de cor branca e laranja do IBAMA que indicam o caminho). Neste ponto, já quando você avista uma pedra e um grande morro, terá uma bifurcação com uma placa: “Jericoacoara a esquerda e pedra furada em frente”. Vire obviamente a esquerda e ande mais uns 10 minutos por uma estrada de areia batida. Você poderá estranhar a quantidade de trilhas, mas fique tranqüilo que todas chegam no mesmo lugar. Você sairá de frente ao estacionamento de Jeri. Vire a direita e siga até a Delegacia da cidade. Lá vire a esquerda que você já estará na rua principal da vila de Jericoacoara. PASSEIOS EM JERI: Lagoa do Paraíso / Azul: Se você perguntar, vão dizer que não dá pra ir de moto, pois os locais lucram com os passeios (R$ 50,00 por pessoa). Porém, é muito fácil chegar. Vamos lá: Retorne na mesma trilha sentido praia do Preá. Siga na rua principal e pegue a direita na Delegacia até o estacionamento. Lá pegue a esquerda até chegar à praia (cerca de 5 km). Assim que chegar a praia verá a placa (esquerda para a pedra furada e direita para a praia do preá). Siga a direita por uns 4,5 km onde você verá a arvore da preguiça (uma arvore deitada de raízes aparecendo, ao ver você saberá que é ela). Passando a árvore você verá uma bifurcação. Entre a direita (em frente vai para a praia do preá) e siga na trilha de areia. Você irá cruzar um riacho (chamado de riacho doce) e verá muitos animais. IMPORTANTE: Verifique o nível do riacho a pé antes de cruzá-lo, com intuito de saber onde é o lugar mais raso e seguro. Após uns 15 minutos você verá uma duna que, após cruzá-la, você verá a lagoa do coração. Continue em frente e chegue a uma parte da trilha com vegetação. Lá terá uma bifurcação. Para direita você irá para a Lagoa do Paraíso e para a esquerda para a Lagoa Azul. A lagoa do paraíso é a melhor opção, na minha opinião, porém caso opte pela lagoa azul, escolha a trilha pela praia (é uma entrada a direita, após você ter virado a esquerda na bifurcação), pois a trilha pela vegetação é bem pior, cheia de galhos secos (para bater na canela) e areia fofa (que desequilibra a moto). DETALHES DA VIAGEM / IMPREVISTOS: - A IDA: Saímos de Fortaleza às 15:00hs com sentido a Jeri. Caía uma forte chuva o que fez demorar a viagem um pouco mais. Fomos sob forte chuva em 80% do caminho. Chegamos em Jijoca já era por volta de 19:00hs. Não sabíamos o caminho e tínhamos a esperança de seguir alguém, mas a cidade estava vazia. Paramos em um bar na bifurcação entre a trilha das dunas e o mangue seco. Os moradores foram muito simpáticos e deram algumas dicas. De repente passou uma ambulância que ia para Jeri, tentamos juntar as coisas e sair, porém perdemo-la de vista. Voltamos ao bar e fomos com sentido ao mangue seco. Como a rua tinha uma boa situação continuamos e mais adiante vimos placas indicando o caminho pelo mangue (20km até Jeri) ou pelas dunas (13 km, mas para veículos 4x4 estava escrito). Conversamos com o pessoal que estava em um bar e eles nos disseram q era tranqüilo ir, porém, em razão do horário, encontraríamos a maré muito alta e teríamos que aguardar abaixar o nível das águas. Fomos até o mangue seco tranqüilamente (cerca de 15km), mas a chuva caía ainda mais forte. Lá conversamos com uma moradora que nos informou que teríamos que dobrar uma esquerda pra cair na praia e era só seguir as luzes q chegaríamos em Jeri. Seguimos o recomendado, ao dobrarmos a esquerda conversamos com um senhor que também disse que as águas estavam muito altas e que teríamos que aguardar até baixar a maré. Por teimosia, continuamos e, já quando pensávamos em desistir e dormir por ali (se é que tinha alguma lugar), encontramos um bugue parado. Conversamos com o motorista (Osvaldo) e o passageiro (Antonio). Eles nos deram as dicas e disseram que também estavam aguardando a maré baixar e que se quiséssemos poderíamos segui-los. Foi nossa salvação. Desta maneira, aguardamos por cerca de 1h com os bugueiros até a maré baixar. Quando eles sentiram que a água dava pra ir, fomos embora. Cruzamos o primeiro riacho sem problemas. O segundo, mais fundo, ainda não tinha condições do bugue passar. Aguardamos mais uns 20 minutos. Quando fomos, o bugue passou a moto afundou demais na lama do fundo e escapou a corrente. Sob aquela chuva, acertamos a corrente. Daí em diante foi tranqüilo, só o bugue que atolou na areia fofa de uma parte pra cair na praia, mas nada pra se preocupar. Seguimos pra Jeri pela praia 5km e chegamos na Vila. Recompensamos os bugueiros com 20 reais pela força e agradecemos muito. - A VOLTA: Saímos de Jeri as 11:00. Já calejados com os caminhos após as voltas pelo local, fomos sentido a Praia do Preá. Rapidamente chegamos à cidade (30 minutos). Andamos mais uns 20 minutos até cair da CE 085. Não chovia e a viagem parecia que seria tranqüila. Paramos pra abastecer em Acaraú. Neste local, não prestei atenção e acabei indo sentido a BR 402 ou 403 não lembro. Bem, 30 km foram perdidos, mas retornamos e continuamos a viagem. Já eram quase 14.00hs e nossa idéia era parar em Flecheiras, praia linda do Município de Trairi, portanto apertamos o passo, pois faltavam cerca de 170km. Já eram quase 14hs e havíamos decidido almoçar na praia de Flecheiras, em Trairi. Chegamos em Flecheiras já eram quase 16:00hs. Caía uma chuva daquelas. Almoçamos e seguimos viagem eram já quase 5:30 e tínhamos 100km até Fortaleza. Eis que, ao começar a anoitecer, percebi que a luz do farol estava queimada: o alto e o baixo. Não tinha o que fazer a não ser tentar seguir alguém. Tentei seguir uma caminhonete, porém não tive êxito. Posteriormente, passou uma moto me aproximei e businei. Expliquei da lâmpada e ele disse que seguiria pra Fortaleza. Assim, conseguimos percorrer os 100km sem farol até fortaleza acompanhando o parceiro de estradas. OBSERVAÇÕES IMPORTANTES: - Evite viajar a noite, pois de dia tem muita gente passando e é fácil se informar; - Antes de pegar as trilhas pra Jeri, murche os pneus da moto para cerca de 15 Libras; - Não tenha pressa e vá com cuidado, pois guiar em estradas de areia não é nada fácil; - Atenção ao cruzar rios, pois vc pode atolar... desça e verifique a fundura e o terreno com os seu próprios pés; - Em Jeri não tem posto de gasolina, porém uma pessoa de vulgo “nenê” vende clandestinamente a 3 reais o litro em sua casa, ao lado de uma balada denominada “Mama Africa”. - Em frente ao estacionamento de Jeri tem um mecânico de moto. O cara é gente boa e barateiro. Não há peças em Jeri. Portanto, levem suprimentos básicos (tipo lâmpada do farol, RS) e algumas ferramentas. - O litro da gasolina em média no Ceará é de R$ 2,70. - A Honda/Bros faz em média de 32 km/litro, em dois e com mala. O duro é q ela vai a 100 km/h. Quem puder pegar uma moto maior, aconselho. - Regule bem a relação da moto, pois na areia a corrente sem lubrificação tende a afrouxar rapidamente. Ainda as motos com suspensão “pro-link” tendem a afrouxar com o peso (passageiro/bagagem). Sugiro “um tapa” na moto em Jeri, antes de voltar, no citado mecânico de frente ao estacionamento, pois as voltas pelas trilhas de lá judiam demais da moto. HOSPEDAGEM Nos hospedamos na “POUSADA DO MAURICIO”, situada na Rua Principal de Jeri e muito bem localizada. O preço, pelo custo benefício, é muito bom. A pousada oferece “Happy Hour” com petiscos gratuitos e é um ótimo lugar para fazer amigos e conhecer pessoas. Se quiser exercitar outras línguas também é um ótimo local, pois 60% do hospedes são estrangeiros. Recomendo a pousada a todos, porém há muitas outras opções por lá, basta pesquisar na internet. CONCLUSÃO Quero agradecer a minha namorada Carol, minha parceira de viagem, que a todo tempo esteve ao meu lado e me ajudou nas decisões. Ela foi fundamental para a conclusão da viagem. Muito parceira, fez dessa “trip” um grande divertimento. Obrigado amore! EM BREVE - Em breve postarei mapas editados que eu mesmo fiz e alguns vídeos que fizemos nas trilhas. - Qualquer dúvida, deixem um scrap que ajudarei no que puder. - Da próxima vez, iremos a Lagoa do Tatajuba (cerca de 40 km de Jeri, saindo com sentido ao mangue seco), pois dessa vez faltou tempo e planejamento, alem do que a trilha parece ser um pouco mais complexa, mas, pelo que consta, dá pra ir de moto, o que para mim basta. [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20110127002914.jpg 500 375 mapa de Fortaleza para Jeri editado]Fiz este mapa com detalhes do trajeto até Jeri, e acrescentei alguns detalhes para facilitar o entendimento. PS: o mapa foi retirado do Guia Rodoviário 4 Rodas 2011[/picturethis] Link para o mapa em tamanho grande: http://picasaweb.google.com/lh/photo/ng-4_xXFa9EKmnsBNzoC6GLTkYIAoAIPhDlkcxtyUOA?feat=directlink Um abraço a todos!
  21. 1 ponto
    Segue informações sobre o trajeto Trajeto Informações caminhos.xls .
  22. 1 ponto
    Segue o trajeto preliminar para a viagem Trajeto para Ushuaia.xls .
  23. 1 ponto
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