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Conteúdo Popular

Exibindo conteúdo com a maior reputação em 30-09-2018 em

  1. 2 pontos
    @Felipepamplona Não fiz viagens tão longas assim, fiz no máximo 90 dias, foram 10 viagens(América do sul). Fiz toda América de sul de carro ou mochila. Realizei os principais trekkings, andei uns 160.000 de carro, conheci 3 países de mochila (Venezuela, Colômbia e Equador), portanto poderia acontecer tudo comigo e minha esposa. Não fiz seguro saúde em nenhuma dessas viagens, mas tomei muitas precauções antes das viagens(exames médicos/odontológicos) e durante(não comia em lugares que não sentia segurança, não me expunha a riscos desnecessários, preocupava com segurança, higiene....). Corri risco, sim, e muitos. Mas sempre tinha um plano +-elaborado se algo saísse errado. Conselho: tudo pode dar certo, comigo deu; outros não tiveram a mesma sorte, portanto estude bem o que pode suportar num caso de emergência se algo der errado e com quem você pode contar aqui no Brasil para te buscar se algo grave acorrer.
  2. 2 pontos
    @Felipepamplona Esse tipo de coisa é aquele barato que pode sair bem caro depois, uma economia burra! O seguro voce paga pra nao precisar de usar mas da graças Deus que tem quando precisa aciona-lo. Existem muitas empresas no mercado, muitos tipos de coberturas, muitos cupons de desconto, etc.. entao pesquisando bem e chorando um desconto voce pode conseguir um bom preço. Pode ser que vc viaje e nao precise acionar o seguro, mas pode acontecer de precisar aciona-lo logo nos primeiros dias de viagem. Se contratar o seguro vai diminuir 1 ou 2 meses de viagem, se vc precisar ir ao medico e ter q pagar tudo particular pode ti fazer voltar pra casa beeeemm mais cedo ainda. Pense nisso.
  3. 1 ponto
    Salvador a Maragogi sem carro (24 dias) Fotos no final do post Decidi escrever este relato por não ter visto muita gente fazendo este percurso sem carro. O transporte público nesta região não é muito bom, mas é possível conhecer tudo, apesar de levar um pouco mais de tempo. Não vou falar muito dos destinos porque existem já vários relatos aqui. Quero dar as dicas de transporte e as impressões gerais das hospedagens. Cabe dizer que o litoral norte de Alagoas continua um dos mais bonitos do mundo. Comecei a viagem sozinho - as hospedagens em Salvador e Praia do Forte são para uma pessoa - e encontrei com a minha namorada em Aracajú. Roteiro Salvador (3 dias) Hospedagem: apartamento da Gabriela, pelo Airbnb (diária R$50), no Farol da Barra, localização ótima perto do ponto de ônibus tanto para ir a outros bairros da cidade quanto para chegar do aeroporto. Praia do Forte (3 dias) Hospedagem: Albergue Praia do Forte Hostel, que foi a opção mais barata que achei para uma pessoa (cerca de R$70, quarto compartilhado, com café da manhã). O hostel tem uma estrutura muito boa, mas parece mais uma pousada, com a maioria dos quartos individuais. Talvez seja o estilo de turismo de Praia do Forte, mais famílias com crianças. Eu ficaria menos dias aqui viajando sozinho, e tentaria conhecer Imbassaí. Como chegar: ônibus da empresa Linha Verde da rodoviária de Salvador, de hora em hora. (R$12,10) Aracajú (4 dias) Deixamos 4 dias em Aracajú para fazer bate-volta em Laranjeiras e São Cristóvão. Essa última nos impressionou pela quantidade de museus e igrejas. Hospedagem: Airbnb, apartamento da Edenilza na parte norte de Atalaia (diária R$78). Em frente a um ponto de ônibus que leva a todos os pontos turísticos de Aracajú, mas um pouco longe da parte mais bonita da orla. Como chegar: da rodoviária de Salvador, ônibus da empresa Águia Branca, saiu 10:00 chegou 15:15 em Aracajú. (R$86,38 + R$5 taxa de embarque em dinheiro). Infelizmente é necessario voltar para Salvador de Praia do Forte para pegar o ônibus (R$8) Penedo (1 dia) Um dia foi suficiente para ir em alguns museus, ver o por do sol sobre o rio São Francisco e passear pelas ruas. Hospedagem: Pousada Colonial (R$100, no quarto mais simples que não anunciam no booking.com) Como chegar: Ônibus interestaduais são sempre raros nessa região. O melhor é pegar uma van na rodoviária velha de Aracajú (Terminal Centro) para Neópolis (R$18,00) e de lá pegar um barco para Penedo (R$3), que vale até como passeio. Horários das vans aqui. Pontal do Coruripe (2 dias) O plano inicial era ficar 3 dias aqui, para conhecer as praias próximas. Um mal entendido na reserva do hostel fez com ficássemos somente duas noites aqui, mas foi o suficiente. Hospedagem: As Casinhas da Ada (R$100 com ótimo café da manhã, R$80 sem) Como chegar: Não existe atualmente ônibus ou van que chegam no Pontal do Coruripe. Pegamos uma van que faz Penedo-Maceió (saem de hora em hora da rodoviária de Penedo) e que nos deixou no trevo para o Pontal (R$15). Lá conseguimos uma carona até a praia. É viável ir andando, a distância é de 3km. Barra de São Miguel (1 dia) Não gostamos muito de Barra de São Miguel. A praia parece particular das casas que invadem a areia, com poucos acessos da rua. Ficamos aqui por um erro na reserva, compensa para ir nas falésias do Gunga, mas eu deixaria este dia para algum outro destino no litoral norte. Hospedagem: Natu's Hostel (R$90 quarto com ar condicionado) Whatsapp: +55 82 8807 6968 Como chegar: Pegamos um táxi do Pontal de Coruripe até o trevo. Como não há muitas opções, cobraram exorbitantes R$5 por pessoa para 3km de distância. É bem fácil conseguir carona, mas se decidir esta opção, siga caminhando na estrada para o trevo, pois na praça de onde saem os táxis eles constragem as caronas. Como era domingo, as vans estavam demorando a passar e pegamos um táxi lotação até Barra de São Miguel (R$15). Barra do Camaragibe (3 dias) Todo mundo nos perguntou a razão de ficar em Barra do Camaragibe, enquanto a maioria prefere ficar em Barra de Santo Antônio ou São Miguel dos Milagres. Foram duas as razões: hospedagem mais barata aqui, e a possibilidade de chegar à pé nas praias do Morro, Marceneiro, Riacho e até a de São Miguel andando. Hospedagem: Tiriri Guesthouse (R$100) Um dos melhores lugares que ficamos. O João é uma pessoa especial, preocupada com a nossa estadia, nos levou de carro para conhecer as praias, uma relação de amizade mesmo. Whatsapp: +55 82 9412 1732 Como chegar: Caminhamos até o trevo de Barra de São Miguel, pois nos disseram que as vans que entram no centro não param na rodoviária de Maceió. Logo pegamos uma que estava vem cheia (R$12). Na rodoviária saem vans para Porto de Pedras, que passam na Barra do Camaragibe (R$20). Todos os horários aqui. Porto de Pedras (1 dia) Uma noite aqui para ir na praia do Patacho. Nos surpreendeu ser a cidade mais charmosa do roteiro, muito bonita e organizada. A pizzaria Vintage é uma das melhores e baratas da região. Hospedagem: Pousada Chalés do Porto (R$150) Um pouco mais caro do que costumamos pagar, mas valeu a pena. Chalés limpos, cama confortável, piscina e café da manhã incrível. Whatsapp +55 82 99637 0347 Como chegar: A mesma van que nos levou de Maceió para Barra do Camaragibe tem como destino final Porto de Pedras (R$3). Japaratinga (1 dia) Muito gostosa a cidade, bem pequena, mas com alguns restaurantes baratos para almoçar PF. Nos recomendaram muito o passeio das piscinas naturais daqui (R$50), mas não fizemos. A praia é linda. Hospedagem: Pousada Praia dos Encantos (R$130 com excelente café da manhã) Whatsapp: +55 82 98895 2972 Como chegar: Atravessamos a balsa sobre o rio Manguaba, de graça para pedestres. Do outro lado não há transporte público, mas é possível pedir carona para quem está na balsa de carro. Como não conseguimos, pegamos moto-táxi até nossa pousada em Japaratinga (R$10). Maragogi (2 dias) Hospedagem: Tropicalista Hostel, o melhor ambiente que ficamos na viagem. Fizemos grandes amizades aqui, a Dani é ótima anfitriã, ficamos tristes de ir embora. Whatsapp: +55 82 98770-8548 Como chegar: As vans que fazem Maceió - Maragogi voltam ao litoral aqui em Japaratinga, é só esperar no ponto de ônibus, devem passar de 30 em 30 minutos (R$6). Maceió (3 dias) Maceió não tem tantas atrações turísticas além da praia. A maioria dos turistas fecha pacotes para Praia do Francês e Gunga. Ficaria somente 2 dias. Hospedagem: Airbnb, apartamento da Josefa Tânia em Jatiúca (R$110). Excelente localização, fizemos tudo a pé. Como chegar: vans saem de Maragogi às 9:20 12:00 14:40 e 17:00, fazendo uma viagem bem cansativa que dura quase 4hs (R$21). Alguns táxis fazem o trajeto, que compensa se fechar para 4 passageiros. Orçamento Média de R$49 por pessoa para hospedagem por dia. Com os transportes entre cidades foram R$240 por pessoa no total, ou R$10 por dia. Com alimentação, passeios, transportes dentro das cidades, gastamos cerca de R$35 por pessoa por dia. Assim conseguimos ficar dentro do orçamento da viagem de R$100 por pessoa por dia. Fotos Praia de Antunes - Maragogi AL São Cristóvão SE Pontal do Coruripe AL Laranjeiras - SE Praia do Morro, Barra do Camaragibe AL Interior de Sergipe Japaratinga - AL
  4. 1 ponto
    Essa viagem foi a mais requisitada de todos pra ter o relato, então vergonhosamente depois de 2 meses vou começar ! kkkkkkkk Fizemos essa viagem com 5 pessoas: Eu, minha mãe, uma amiga minha (Mariana) que tinha conhecido em Itacaré em outra viagem e mais 2 meninas (Bruna e Lais) que, por intermédio do mochileiros, resolveram ir com a gente !! E que grupo delícia ! Funcionou tudo perfeitamente! No link AQUI a planilha com o roteiro que definimos, as hospedagens que ficamos (tem também contato e preço de outras hospedagens que procuramos), uma lista de lugares pra ir, e algumas informações que fui caçando nos relatos..kkk Tudo isso entre abas !!! Roteiro: Fervedouros: Fervedouro Alecrim Fervedouro Bela Vista Fervedouro Buritizinho Fervedouro Encontro das Águas Fervedouro Buritis Fervedouro Rio do Sono Cachoeiras: Cachoeira das Araras Cachoeira do Prata Cachoeira da Formiga Cachoeira da Velha Cachoeira da Fumaça Outros: Serra da Catedral Encontro das Águas (rio) Dunas do Jalapão Serra do Espírito Santo Praia do Rio Novo Pedra Furada Extra: Ilha da Canela (Em Palmas) Hospedagem: São Félix: Pousada Capim Dourado [mostrar-esconder]A pousada não tinha quarto para 5 então fechou um quarto para 2 e um para 3 e fez R$56 a diária por pessoa em ambos os quartos. Eu achei muito bom o quarto, bem grande, limpo e tinha até ar condicionado (que achei até estranho pq a cidade era bem simplesinha..kkk Mas fazia um calor insuportável! kkkkk Tinha frigobar com opções de algumas bebidas para pagar a parte (cerveja tb ) com banheiro privativo. Limpeza: Muito bom Café da Manhã: Bom. Não achei incrível, mas foi bom! O engraçado é que no primeiro dia o café foi servido na área externa, numa mesa grande que ficava embaixo de um tipo de cabana, como se fosse uma casa de sapê mas aberta. Então quando chegamos pra tomar café tinham umas galinhas em cima da mesa ciscando a comida kkkkkkkkkk Algumas meninas acharam meio nojento..Eu só achei engraçado ! Mas acho que por conta desse episódio, no 3o dia o café foi servido na casa da dona, uma casinha em frente ! Wifi: Só pegava na área da recepção. No quarto era muito ruim. Eu recomendo a pousada ! Achei ótima!!! Contato: 63 99934-4339 (Maria)[/mostrar-esconder] Mateiros: Pousada Domiciliar [mostrar-esconder]Foi a MELHOR que ficamos !!!! Muito boa ! Essa foi uma indicação que vi num relato aqui no mochileiros se não me engano e quando vi "pousada domiciliar" já me interessei, por que tudo que é feito na nossa casa é feito com mais carinho! kkk E não deu outra. MAS quando chegamos demoramos pra achar o lugar por que eu fiz uma confusão. O nome da moça da pousada de São Félix era Maria, mas eu anotei Vaneça ! E então qunado chegou em Mateiros, eu perguntava "Vocês conhecem a pousada da Maria?"... E ninguém sabia qual era ! hahahahahah Que confusão !!! Até que um grupo, solidário, pediu o telefone. Demos o telefone e ele viu no celular dele que aquele telefone era da Vaneça, não da Maria ! hahahahah Aí foi que conclui que troquei os nomes! Enfim, quando chegamos na casa dela, MUITO BEM CUIDADA e reformada, o filho nos atendeu (não lembro o nome dele, sorry). E foi super solícito, deu várias dicas pra gente ! Adoramos ! Tinha um quarto de casal e um com 3 camas!!! Ele disse que poderíamos ficar a vontade pra escolher os quartos! O banheiro era entre um quarto e outro, de frente pra sala. A Vaneça chegou depois e conversou muito com a gente. Super simpática e ótima pessoa !!! Adoramos! Como era uma casa, tinha a cozinha toda a vontade pra cozinharmos ou colocar coisas na geladeira. Fizemos até brigadeiro de panela pra comer com cerveja Limpeza: Perfeito! Café da Manhã: MARAVILHOSO !!! Gente, que bolo delicioso !!! E apesar de ter sido apenas 3 dias em São Felix, parecia que estávamos há 1 semana comendo Pf no almoço e churrasquinho na janta, além de um café da manhã mais ou menos ! Então quando chegou aquele café maravilhoso nem acreditamos !!! Estava uma delícia! Tudo bem caprichado e delicioso! Wifi: Não tinha! Recomendo Com toda certeza!!!! Contato: 63 99956-4948 (Vaneça Ribeiro)[/mostrar-esconder] Ponte Alta: Pousada Planalto [mostrar-esconder]Essa pousada só ficamos 1 noite pois resolvemos ficar 1 dia a menos em Mateiros por conta da disposição dos lugares e das atrações. Conto isso no relato!! A cidade estava lotada pois estava tendo um festival de música eletronica se não me engano e quase não conseguimos achar vaga pra ficar. Nessa pousada a mulher nos ofereceu a diária por R$70 por pessoa com um quarto pra 5 pessoas. Achamos caro, porém todos os outros lugares que passamos estavam esgotados e a pousada que iríamos ficar no dia seguinte não tinha mais vaga. Aceitamos! O quarto era ok. Não muito grande, mas tinha uma geladeira e banheiro privativo. O estacionamento principal estava lotado, então ficamos num estacionamento atrás da casa, mas que pertencia à mesma. Café da Manhã: Muito bom!!! Tinham muitas frutas, algumas opções de pão, bolo... A qualidade do bolo nem se comparava com a da pousada anterior, mas mesmo assim só pela variedade de opções gostamos também! Limpeza: Ok Wifi: Bom Contato: 63 3378-1170 | 63 3378-1141[/mostrar-esconder] Ponte Alta: Pousada Águas do Jalapão [mostrar-esconder]A pousada é um pouquiiinho afastada do centrinho mas nada demais, ainda mais pra quem está de carro. Chegamos e tinha uma piscina maraa que infelizmente não iriamos poder usufruir pois só ficariamos 1 dia e iriamos embora no dia segunte pela manhã Ficamos em 2 quartos. um de 2 e um de 3 novamente. O quarto era bom, grande, mas não tinha frigobar. Porém tinha banheiro privativo. Limpeza: Ok Wifi: Ok Contato: 63 99996-4550[/mostrar-esconder] Gastos: Passagens aéreas = R$558,34 (Rio - Palmas) =>Como estávamos em um grupo de 5 pessoas, misturados entre BH, RJ e SP, precisaríamos conciliar as datas e horários dos voos de todos. Portanto acabei ficando com o vôo mais caro. Como eu tinha uma disponibilidade de datas maior, acabei cedendo as datas e pagando mais caro. Mas o pessoal de sp pagou uns 200 e pouco na passagem.. Acho que eu pagaria uns 300 se não tivesse que ter encaixado as datas com todos. Hospedagem = R$480 Alimentação = R$368 Transporte = R$872 Aluguel do carro (R$786) - para 7 dias (tarifa semanal com desconto!), incluindo seguro (39/dia), condutor adicional(7/dia) e lavagem (20) + Combustível Diesel S10 (R$86) Passeios = R$90 Outros = R$68 Gasto total (por pessoa) = R$1878 + R$558,34 (passagem aérea) = R$2436,34 Dicas úteis: Com ou sem agência/guia? Olha, antes de começar a pesquisar sobre Jalapão eu já não queria fazer a viagem com agência ou guia, porém após ler vários relatos aqui no mochileiro e em outros lugares comecei a ficar sem opção, pois 90% dos relatos são por agência e com guia! Consegui o contato de um cara que morava lá (postei no facebook e me deram o contato dele) e ele me encorajou dizendo que era super fácil andar por lá, contanto que tivesse um aparelho de gps ! E era a frase que eu precisava ouvir pra decidir que não iria por agência. Vamos arriscar tudo! Qual o problema? E não poderia ter sido a melhor decisão!!! Realmente é BEM fácil andar por lá! Eu recomendo MUITO o aparelho de gps (se vc baixar os mapas no celular, o gps também funcionará sem internet!, mas o aparelho é mais prático). Um mapa do lugar acho que é essencial, leve no celular mesmo! E se mesmo assim você não conseguir achar determinado lugar (pedra furada e cachoeira da fumaça tivemos bastante dificuldade), pergunte às pessoas pois todas são super solícitas e sabem onde ficam os lugares!!!! Nós usamos muito esses dois mapas (o primeiro está mais completo, mas o segundo tem a parte mais ao sul e as escalas estão melhores): 4x4 é necessário? Essa é uma opinião exclusivamente minha; eu acho que pelas estradas não é imprescindível a tração. Acredito que as outras meninas que foram comigo não concordem. Pra quem nunca viajou em estradas irregulares, com buracos, costela de vaca (aqueles tracinhos que faz com que o carro fique trepidando - lá tem MUITO) ou coisas do tipo, acho que pode preferir e achar necessária a tração (pois balança MUITO - muito mesmo). MAS pra quem já está um pouco acostumado (eu já tinha feito outras viagens com estradas bem ruins com carros 1.0) eu não alugaria uma 4x4 pois é a categoria mais cara !!! Como vcs viram nos gastos, dos 1800 que gastamos lá, 800 reais foi aluguel do carro ! rsrssrs Acho que uma duster já seria suficiente e economizaria uma boa grana! PORÉM dizem que não pode entrar carros sem tração no parque (onde vemos as dunas) e isso seria um problema. Levando isso em consideração, pode-se fazer a trilha a pé (acho que são 3km, nem é tanto assim. porém num sol infernal na sua cabeça hahahaha) ou então contratar um passeio exclusivamete pra lá. Bom, pela mão de obra acho que compensa a tração, mas só por isso memso. Se você não tiver planos de visitar as dunas ou achar que essa não é essencial na viagem (pra quem está cansado de ver dunas - é só isso), eu consideraria alugar uma duster ! NÃO USE PROTETOR OU QUALQUER TIPO DE CREME (CABELO/CORPO) ANTES DE ENTRAR NOS FERVEDOUROS Essa observação é MUITO importante!!! Quando estávamos trocando de roupa para entrar em um fervedouro, dois caras, que provavelmente eram biólogos ou cuidavam da preservação dos fervedouros, estavam conversando exatamente sobre isso. Eles falaram que a contaminação das águas estava cada vez maior e a morte dos peixes era cada vez maior atualmente. Por sorte resolvemos perguntar o motivo e ele nos explicou que muita gente passa protetor solar ou cremes de corpo/cabelo antes de entrar nos fervedouros (daí o motivo de alguns terem uma ducha na entrada) e a química presente nesses produtos afeta os peixes. Ele disse que os olhos dos peixes começam a ficar esbugalhados (e de fato vimos isso !!!!) até que explodem e os peixes morrem!!! E demora um bom tempo até que se tenha uma nova fase reprodutiva. Além de que limpar esses resíduos não é tão simples assim e não é uma prática que se faça com frequência lá. Por isso a consciência das pessoas era imprescindível. Comentamos que alguns fervedouros nem tinham esse aviso e outros tinham o aviso mas não explicavam o motivo, o que provavelmente fazia com que as pessoas não se importassem. Talvez colocando uma foto de como os peixes ficam, isso mexesse psicologicamente com as pessoas. Distâncias Anotei algumas distâncias que achei que poderiam gostar de saber. Pois as vezes ficávamos com essas dúvidas e não li muitos relatos falando sobre distâncias!! - São Felix > Cachoeira do Prata = 20km até a placa de Mateiros + 1km até a placa da cachoeira + 10km até a cachoeira = 31km - São Felix > Cachoeira das Araras = 15km - São Felix > Fervedouro Buritizinho = 50km - Fervedouro Buritizinho > Cachoeira da Formiga = 8km - Fervedouro Encontro das Águas = entrada ao lado da Cachoeira Da Formiga, é um do lado do outro (pra lados opostos) 4km pra dentro - Fervedouro Encontro das águas (placa) > Fervedouro Ceiça = 3km - Fervedouro Ceiça (placa) > Mateiros = 30km - Mateiros > Fervedouro Buritis = 10km - Mateiros > Serra Do Espírito Santo = 26km - Mateiros > Dunas = 37km+5km desde a placa = 42km - Mateiros > Cachoeira da Velha = 120km 1º dia (25/07/2016): Palmas > São Félix Depois de passar a madrugada toda dormindo no chão do aeroporto, quando deu umas 9h/10h (esperamos por que se pegássemos muito cedo teríamos que devolver muito cedo também) fomos retirar o carro na Localiza. Os problemas já começaram daí por que eu marquei a retirada do carro para 12h, porém ainda no Rio liguei para a Localiza falando que gostaria de retirar o carro mais cedo e se precisaria alterar a reserva; Eles me responderam que era só chegar no balcão mais cedo que teria carro para nós. Pois foi o que fizemos, mas tivemos que esperar 2h o carro chegar. Nós estávamos prevendo utilizar o seguro do cartão de crédito como já fiz diversas vezes em outras viagens, porém a moça da Localiza informou que caso desse algum problema com o carro (e problemas na região do jalapão era frequentes) e o carro tivesse por algum motivo que ficar retido, com o seguro do cartão nós teríamos que pagar as diarias. Eu liguei para o cartão pra confirmar essa informação e eles confirmaram. Pois então alugamos com o seguro da localiza mesmo !!! Por mais que no fundo eu soubesse que qualquer problema nem teríamos como ligar pra agência pq o celular não pega lá e também nós é que acabaríamos tendo que resolver o problema se não ficaríamos sem viagem (indo a um mecanico na hora, etc). Mas ignorei isso e alugamos com seguro ! E acho que foi mais prudente mesmo! Partimos para São Félix com parada em Novo Acordo para almoçar , onde achamos um PF barato. Lá não tem muita coisa e parecia feriado kkkk Seguimos viagem.. a paisagem é bem bonita!!! Pra quem curte serrado, é perfeita. Entrando na estrada de terra: Tava tudo muito bonito.. Iríamos chegar em São Félix ainda com o tempo bom, até que a Lais (que estava dirigindo) começa a sentir o volante puxando para o lado esquerdo. Resolvemos parar e tcharaaaan: pneu furado !!!!!!!!!!!!!! Sério isso??? Bem no início da viagem !!? E agora? O que fazer? Saimos do carro.. Um calor de 50º na cabeça.... Bom, vamos trocar o pneu então né! Primeiro: Cadê o step? Tecnicamente era pra estar na parte traseira.. Mas não tinha nada. Achamos o step, embaixo do carro ! Segundo: Agora é só pegar o macaco, tirar o step e trocar o pneu ! Muito simples! Achamos o macaco que estava dentro do carro num kit. Abrimos e tinham vários pedaços de ferro pra encaixar... E nós super inteligentes ficamos um tempinho tentando encaixar os pedaços mas não dava em nada ! kkkkkkk Não fazíamos idéia de como usar aquele macaco!!!!! Terceiro: Bom, vamos então tirar o step de baixo do carro. O que fazer? Nos enfiar embaixo do carro pra tentar tirar o step com a força ou alguma alavanca qua aparecerá na frente kkkkkkkkkkkk E rezar pra ele não cair na nossa cabeça !! pqp Perdemos uns 30min aí tentando resolver o problema hahahaha Eis que o nosso salvador chega de 4x4 ... Passa um homem e a gente quase se joga na frente do carro O moço trocou o pneu em 20 minutos gente!!!!!!!!!! Nem consigo acreditar ! hahahahah Ele pegou as varetas de ferro e juntou umas nas outras e então enfiou num buraquinho mínimo atrás do carro (isso soou esquisito ! ) e do nada o pneu caiu no chão ! kkkkkkkk Depois fez manualmente aquele carro de 500 toneladas (não sei, to chutando kkk) levantar pra tirar o pneu !! Enfim, ele fez tudo manual e rapido e eficaz ! aaté agora não consigo acreditar ! Bom, ele nos explicou que lá quase todo mundo tem 4x4 então eles estão acostumados ! E rolou a piadinha infame "mas 4 mulheres viajando sozinhas e querendo trocar o pneu?" - "ué amigo, só por que não sabemos absolutamente nada sobre como trocar o pneu de uma 4x4, nao quer dizer que sejamos incapazes! kkkk " Enfim, nós ficamos super preocupadas sobre o motivo do pneu ter furado. Ele falou que aquelas pedrinhas e aquele chão (ainda nem tinhamos chegado nas estradas esburacadas) não furam pneu e que provavelmente aquele pneu já estava ruim. Era bom anotar isso e falar na operadora quando fosse devolver o carro. Ele então sugeriu que voltássemos pra novo acordo pra consertar o pneu furado, até por que seria perigoso andar por aí sem step algum. Caso acontecesse novamente, o que faríamos?? Demos cada uma 20 reais pra ele e ele nos levou até um mecânico (ele já estava indo na mesma direção) em novo acordo. Lá eu aprendi a palavra "vulcanização" e demoramos umas 2h até o pneu ficar ok e podermos voltar a viagem ! Compramos uns biscoitos e sacos de lixo pra colocar nossas mochilas (disseram que mesmo com tudo fechado, ficaria imundas pela areia - e os sacos de fato ficaram imundos, pelo menos as mochilas ficaram intactas ! Conclusão: Chegamos em São Félix a noite e não conseguimos ver o Morro Vermelho que estava previsto no roteiro da travessia de Novo Acordo pra são Félix. E como era muito chão entre uma cidade e outra, nem compensava voltar no dia anterior pra isso ! Perdemos Na verdade tinham tantos morros parecidos que sempre achávamos que algum deles era o morro vermelho hahahahaha Chegamos exaustas em São Félix... A mulher da pousada estava dormindo. Graças à Vivo conseguimos sinal pra ligar pra ela, se não ficaríamos do lado de fora ! kkk Gastos do dia: 2º dia (26/07/2016): São Félix (Fervedouro Alecrim + Fervedouro Bela Vista) Ali no entorno de São Félix todas as cachoeiras são relativamente perto. Se o seu gps não achar por algum motivo é só perguntar pra alguém lá que eles te falam ! É bem simples. Fomos primeiro no fervedouro alecrim. E como foi o primeiro tivemos aquele extase do tipo "UAUUUUU" É realmente bem bonito e o melhor de tudo: só tinhamos nós !!!!!! :'> Essa questão de não afundar depende muito do fervedouro. Como é uma nascente, realmente vc não vai afundar de fato, mas não são todos que temos a sensação de ficar boiando não!!! Esse por exemplo não senti nada. Na verdade nós ficamos com um pouco de medo/receio de ficar ali no meio daquele circulo !!! HAHAHAHA Vai que algum bicho sai dali, sei lá né...Dá um medinho !!! É uma experiência engraçada !!! Dali seguimos para nosso segundo fervedouro do dia: Bela Vista, que é o maior (e mais bonito, dizem) da região. E ele faz juz à fama, pois é maravilho mesmo!!!!! De fato um dos mais bonitos! Aqui tenho que deixar um obs MUITO IMPORTANTE: Comentei isso no início do relato. Foi nesse fervedouro que os caras estavam falando sobre a contaminação da água por causa do protetor solar etc. Eu só passo protetor na hora que sinto que estou queimando do sol (fail !! kkk) então acabo não tendo costume de passar antes de sair, por isso eu fui a única a entrar na água. Após o banho delicioso nesse fervedouro maraaavilhoso, fomos almoçar lá na entradinha mesmo !!!! A comida foi um pouco cara (e só perguntamos o preço depois de comer..kkk) mas estava muito gostosa e bem servida, já que também foi feita só para o nosso grupo. Era um preço fixo e a gente que se servia, então todas nós repetimos. Apesar do preço valeu a pena! E uma cerveja pra refrescar não poderia deixar de rolar também: Quando estávamos almoçando um cara chegou e falou que viu o pedaço do paralama do nosso carro láaa atrás, no rio !!!! Não entendemos nada inicialmente. Foi aí que ele falou "vocês não viram? O carro de vocês está sem paralama".... Levantamos todas pra checar e meu deusssssssssss Nosso carro estava sem paralama!!!!!!! HAHAHAHAHAH MY GOD Já não bastava o pneu furado? kkkkkkkkkk Acontece que no dia anterior , quando estávamos na sabatina de chegar a São Félix passamos por uma poça de água beeem grande. Estava tudo escuro e antes de passar com o carro na poça paramos pra analisar se a mesma era muito funda. Acontece que mesmo com o farol, acabamos não tendo dimensão da extensão da poça e da sua profundidade e ficamos naquela duvida se passavamos rápido, devagar, se iamos pelos cantos...kkkk Um medo danado de atolar! E aí eis que surge um carro atrás da gente e passa voado pela poça. Pensamos "vamos fazer igual a ele !!". Aceleramos e passamos com tudo !!!! Porém um pedaço do carro ficou pra trás !! HAHAHHAHAHA Ou seja, se passarem por essa poça (o cara falou que ela nao seca nunca), passem devagar! Felizmente o local da poça não era muito longe da São Félix, então voltamos lá pra buscar o paralama !!!! E que bom que ele estava lá mesmo !!!!! O mesmo homem que falou do paralama sugeriu que visitássemos a Cachoeira das Araras, pela proximidade do local, já que estaríamos no mesmo caminho ! Aceitamos a sugestão! Trilha para cachoeira das araras: Ela não é tão atrativa, mas valeu pelo banho!!!!! Estava ótima a água! Na volta tivemos essa boa surpresa do comeciiinho do por do sol na estrada. Que lindo! A noite resolvemos ir até a praia de rio que tem por lá. É onde rolam alguns shows. Tinha até palco montado mas acho que o possível festival que estava tendo já tinha acabado. Ficamos por ali, bebendo umas, relaxando..kkk Soubemos de uma pizzaria que tinha no centrinho, porém a cidade estava sem luz (parece que o governo não estava com as contas em dia..) então não estava aberta. Contudo a moça da pousada falou que, mesmo sem luz, eles faziam entregas. Pedimos uma pizza e dividimos. Estava uma delícia!!!!!!!!! Pedimos uma metade com pimenta calabresa, mas na verdade não era pizza com pimenta e sim pimenta com pizza. Estava MUITO apimentada!!! Muito mesmo! kkkkkkkk Mas a outra metade estava mt boa! hahahah Como não foram todas a comer a pizza, decidimos ir à um churrasquinho da praça mais à noite e eu com minha solitária na barriga resolvi comer também E demos azar pois estava horrível: duro e insoço, sei lá Difícil arrumar uma comida boa nesse lugar ! Gastos do dia: 3º dia (27/07/2016): São Félix (Cachoeira do Prata + Serra da Catedral) Amanhecemos com essa cena linda: A galinha e seus pintinhos Nosso dia começa com destino à Cachoeira do Prata. É bem chatinho de chegar e por isso é interessante ter uma noção da quilometragem percorrida (não se desespere, você pegará essa prática durante a viagem!). Muitas vezes quando pedimos informação recebemos de volta "fica há 3km daqui"... E são 3km MESMO! De São Félix até a Cachoeira do Prata são 20km até a placa indicando o caminho para Mateiros e mais 1km até a placa da Cachoeira. Se bem me lembro a placa estava virada no sentido de quem vem de Mateiros para São Félix, então acho que chegamos a passar do ponto da primeira vez. Da placa até a cachoeira mesmo tem mais 10km (indicando inclusive na própria placa). E você roda, roda roda e parece que não vai chegar à lugar algum... Várias vezes pensamos "Tá errado gente, vamos voltar! Não chega nunca!!!", mas no final deu tudo certo e chegamos. Durante o percurso você se depara com várias bifurcações no meio da estradinha, mas não se preocupe pois todas levam ao mesmo lugar. Apesar dos pesares o caminho compensa pois é lindo demais ! Nos sentimos num safari na África do Sul, hahaha Quando a gente finalmente chegou ... UAU ! A cachu é lindissima! Super vale o deslocamento !! Mas pra quem tá com um tempinho a mais também! Você tem a opção de fazer uma trilha super leve até a parte de cima da Cachu, que é onde corre o Rio! Pela tranquilidade do local decidimos ficar por ali pra tomar banho e aproveitar ! Adorei o passeio! Super vale a pena pra relaxar e sair do stresse da viagem, muitas vezes corrida! Até meu trio de forró tirou fotinha Eu e mãe relaxando no rio!!! - Para chegar nessa parte do Rio é só seguir mais um pouco a trilha. Depois de 45343 tentativas... até que saiu uma decente! É chegada a hora do Almoço. Voltamos para São Félix e resolvemos também procurar algum lugar para assistir o pôr do sol! Eu vi umas fotos na internet de algumas pessoas que pareciam ter parado no meio da estrada e tirado fotos....Resolvemos retornar um pedacinho do caminho São Félix > Novo acordo para achar um viewpoint legal, até que achamos a Serra da Catedral (como a pedra tem um formato de uma igreja, algo assim, é fácil reconhecê-la). Literalmente no meio da estrada, de frente à pedra, tem um caminho de rato...Não tem sinalização alguma, foi na sorte mesmo, mas por que daria errado? rs Até que chegamos num local mais aberto, que dava pra tirar umas fotos legais.. Depois de percorrer esse caminho eu sismei que teria alguma trilha que nos levasse até o topo da serra. Não era possível que não tivesse! kkkkk Seguimos com o carro mais adentro. Acabamos passando por uns trechos que nos fizeram duvidar se aquele caminho realmente dava em algum lugar e se nosso carro poderia atolar, mas por sorte continuamos e achamos o "final" do caminho que sinalizava uma trilha de degraus de pneu. Aleluia! A escada acabou e não chegamos no topo, mas mesmo assim compensou pois a vista lá em cima é incrível !!!!! Eu sou meio sismada com as coisas. Quando coloco na cabeça que existe uma trilha, então existe uma trilha! hahaha Ainda tinha demarcação mais adianta então eu, de teimosa, resolvi continuar subindo na expectativa de chegar ao topo. Lais me acompanhou, mas infelizmente chegou uma hora em que a demarcação acabou e começamos a ter que subir nas pedras, então achamos mais prudente voltar! Infelizmente o sol estava se pondo para o lado oposto em que estávamos. Na hora em que tiramos a foto com o carro, lá embaixo, tinha uma bifurcação. Optamos por pegar o caminho da direita (no chute) e na hora nem paramos pra analisar a posição do sol, que estava à esquerda. Possivelmente se tivéssemos pegado o outro caminho, teríamos chegado em um mirante de frente para o sol. Enfim, atentem à isso na hora de escolher os caminhos ! Assim valeu o visual: Gastos do dia: 4º dia (28/07/2016): São Félix > Mateiros (Fervedouro Buritizinho + Cachoeira da Formiga + Fervedouro Ceiça + Fervedouro e Rio Encontro das Águas + Comunidade Mumbuca) Acordamos cedo e nosso destino hoje era a cidade de Matiros. De acordo com o mapa nossa primeira parada era o Fervedouro Buritizinho!!! E rodamos 50km pra chegar !!! É chão hein..kkkk Assim que a gente chega avista uma piscina de rio muito bonita também..Tem umas câmaras de ar de pneu pra servir de bóia! Óbvio que não pude perder a oportunidade ! hahaha Andando mais um pouco chega-se ao fervedouro de fato. Na minha opinião o mais bonito, parece uma hidromassagem: pequenininho e encantador ! Não deixem de entrar, a água é absurdamente transparente (como em quase todos os lugares do jalapao ! hahaha As fotos embaixo d'água aqui ficam maravilhosas!!!! Seguimos então mais 8km para a incrível Cachoeira da Formiga. Dizem que é a mais bonita do jalapão e eu tenho que concordar !!! Esse dia foi espetácular! Tenho trocentas fotos e foi difícil selecionar as melhores kkkkkkkk Ahh, e aqui vale uma observação: Essa foi a ÚNICA atração em que encontramos seres humanos em maior número! hahahaha Acho que essa cachu é o point de fds deles! Depois de um tempinho o pessoal foi embora !!! Uhuuul Fomos até a queda absorver essa energia gostosa !!!!!! Que delícia!!!!! Nadando mais pra esquerda tem uma área com uns troncos embaixo dágua.. dá pra ficar de bobeira ali também !!! E se atravessarmos esses troncos, temos uma área pequenininha, parecida até um pouco com o buritizinho !!!! A transparência da água ainda é maior. Tiramos várias fotos embaixo dágua, mas nenhuma foi digna de postar no relato ! HAHAHAHA Já era hora do almoço e como estávamos entre uma atração e outra, mas sem cidade próxima, resolvemos comprar uns belisquetes pra conseguir matar a fome. Lá tem um restaurante que oferece o almoço, porém achamos caro (se não me engano 35 reais por pessoa) e optamos por segurar a fome. Seguimos para o Fervedouro Encontro das águas. Aqui deixo um adendo: Durante o caminho um garoto nos acompanhou de bicicleta. Estacionamos o carro e ele seguiu. Assim que chegamos na entrada do fervedouro, ele estava lá de prontidão cobrando o valor. Na hora "sacamos" que ele só queria ganhar uns trocados mesmo, pois ao perguntar o preço ele disse "15 reais" e após retrucarmos que era caro (de propósito) ele em seguida respondeu "pode ser 10". Mas demos o dinheiro mesmo assim e acredito que qualquer valor que dessemos ele aceitaria. Perguntamos qual era o nome do fervedouro e o menino falou - "Ah, não tem nome!". Optamos por chamar de "Encontro das águas", o mesmo nome do Rio. Esse era bem simplesinho, mas como é caminho para o Rio, que é muito bonito e vale a visita, não custa dar uma passada! No caminho Eu ainda tava com receio de ficar no meio desse circulo! hahahaha Seguimos para o Rio... e gente!! Que lindo ! Bruna maravilhosa posando ! Voltando... Decidimos passar na comunidade Mumbuca para ver o artesanato local e conhecer. São umas casinhas que vendem artesanato de Capim Dourado. Compramos algumas coisas e seguimos para o Fervedouro Ceiça, que na realidade se chama Bananeiras, porém o nome do dono é Ceiça, então acabou ficando conhecido dessa forma. Destaque para esse fervedouro! Foi um o único que sentimos a pressão da nascente na água e você é literalmente empurrado para cima! Foi muito divertido. Após o banho fomos almoçar em um restaurante que fica no caminho para Mateiros. Já havíamos deixado a comida reservada na ida, por sugestão da dona. Pedimos uma galinha caipira e estava uma delícia. Recomendo! De lá até Mateiros foram mais 30km. Chegamos em mateiros, nos instalamos na pousada gostosa da Vaneça e à noite resolvemos meter o pé na jaca: comemos nuggets com cerveira e brigadeiro de panela de sobremesa ! Gastos do dia: 5º dia (29/07/2016): Mateiros (Fervedouro Buritis + Fervedouro Rio do Sono + Dunas do Jalapão) Nosso esquema no carro era tipo um rodízio. Cada dia uma menina dirigia um pouco, assim todos descansavam e ao mesmo tempo tinham a oportunidade de dirigir uma 4x4, que é uma experiência a parte. Hoje era o dia da Mariana (mais pra frente conto a relevância dessa informação). Nossa primeira parada: Fevedouro Buritis, 10km de Mateiros. Tem uma placa indicativa na entrada de uma estradinha de areia fofa. Dica: Se você não está acostumado ainda com a 4x4, não comece pela areia fofa !! Aqui também deixo uma observação: Todos os moradores que conversávamos falavam que quanto mais rápido a gente andasse, menos o carro chacoalharia, logo menos sentiríamos os efeitos da estrada ruim. E é verdade! Se você andar a 30km/h vai voltar cheia de galos na cabeça! Tente manter uma velocidade média de 60-70km/h (apesar de que lá eles falavam que iam à 100km/h). Contudo essa dica não serve para quando o terreno muda para areia fofa (que é o caso da estrada que dá nas dunas). O carro vai deslizar mais e as chances de acontecer um acidente são maiores, pela maior probabilidade de perda do controle do volante (que é MUITO sensível). E, infelizmente, foi isso o que aconteceu! Como era a primeira vez da Mari, ela não tinha pegado o jeito totalmente e com a empolgação de andar rápido (pela dica) não se ligou que a estrada tinha mudado, logo a velocidade também precisava diminuir um pouco. Por sorte não foi nada grave...Nosso carro estava indo "rápido", vários galhos, troncos e árvores à frente, areia fofa....Então ela perdeu rapidamente o controle do volante (pra conseguir reestabelecê-lo no nervosismo ainda em um terreno não propício é difícil), e foi o suficiente para batermos o carro em um tronco. Por sorte o tronco não era tão grosso então só amassou um pouquiiiinho a parte da frente e quebrou parte do para choque! (Se fosse uma árvore acho que também não teria acontecido nada por que por mais que estivéssemos em velocidade alta, não era alta o suficiente para haver uma batida grave. Afinal era 50-60km/h, não é tãao rápido assim! Mas suficiente para fazer um estrago no carro - alugado!). Bom, só tínhamos certeza de que aquele carro estava destinado a ser capenga, PQP Quanto azar !!!! Logo bateu aquele desespero de que teríamos que pagar pelo prejuízo. Mas o seguro cobria, não?? Passamos o restante do dia nessa dúvida e a Mari, tadinha, em choque, jurando que não pegaria mais o carro em nenhum momento (mentira, na pior estrada - de Mateiros para Ponte Alta, o maior percurso - ela pegou e dirigiu super bem! Dessa vez com mais cautela!). Por sorte, um senhor muito gentil (coincidentemente era o dono do restaurante e da propriedade em que fica o fervedouro Buritis) estava passando de moto na hora e ajudou a gente... Ele fez um remendo no carro com uma raiz verde de uma planta (acho que foi isso ! hahaha), servindo de arame. Muito gentil da parte dele. Stress a parte, chegamos no Fervedouro Buritis!!!! Esse foi outro que também amei (é difícil escolher um mais bonito, por que todos são lindos!), é espaçoso, a luz do sol entra bastante e como sempre, transparente! Vale a visita, recomendo! E as fotos tops debaixo d'água??? Pertinho do Buritis tem o Fervedouro Rio do Sono... Esse é bem bobinho, mas já que estávamos lá, resolvemos visitar!!! Mari posando, tentando ficar relax !!! Optamos por voltar para Mateiros e almoçar, pois a idéia era deixar as dunas para o fim da tarde, com objetivo de assistir ao por do sol. Se chegassemos muito cedo iríamos torrar a toa. Escolha mais que certa. Já na cidade resolvemos almoçar em um restaurante super recomendado por várias pessoas: Restaurante da Dona Rosa. Ela fez a comida na hora e estava ótima. Nesse dia o sol estava MUITO forte. E isso fez com que minha mãe desistisse de ir ao passeio das dunas ! Somou ao fato de que ela também já havia visitado dunas em outros lugares (no nordeste inclusive), logo não era uma atração imperdível para ela. Mas acho que o contraste vegetação + dunas é incrível! Chegando nas dunas! Esse negócio de subir em cima do carro tá viciando! Tentativa falha (ou não? kkkk) de fazer um tottem decente hahahah Da série : perdidas no deserto Sol começando a descer... QUE POR DO SOL MARAVILHOSO, INCRÍVEL, TOP DEMAIS! Tentativa de pular na foto kkkkkk Salvo o incidente do carro, nosso dia foi incrível !!!! Amamos !!!!! A noite resolvemos tentar comer uma pizza na pizzaria do centro, porém - que coerente! - não tinha pizza. E a justificativa foi a melhor: não tinha queijo PARA A PIZZA. Isso mesmo. Tinha queijo, mas não pra pizza. Tinha uma pilha de queijo, mas segundo a atendente aquele queijo era destinado ao hamburguer e ela não poderia usar o queijo do hamburguer na pizza (sendo que era o mesmo - mussarela), pois não tinha ordem para tal. HAHAHAHHAAH MEU DEUS Nós sugerimos até pagar a diferença, pois realmente estávamos com fome de pizza, mas nada feito... Uma pizzaria sem pizza! Mas com hamburguer! kkkkkkk Mudamos os planos e fomos ao espetinho famoso da cidade e deu muito certo !!! Estava uma delícia. Vem com farofa também. Eu ainda pedi 2 pastéis para alimentar minha solitária da barriga. Por sinal estavam muito bons também ! Recomendo! E bora dormir cedo pq amanhã temos que acordar as 3h30 pre pegar o nascer do sol! Gastos do dia: 6º dia (30/07/2016): Mateiros > Ponte Alta (Serra do Espírito Santo + Praia do Rio Novo + Cachoeira da Velha) Acordamos 3h30 como combinado (por recomendações que pegamos na internet e lá mesmo). A entrada da Serra do Espírito Santo fica antes das Dunas, na mesma estrada Mateiros > Ponte Alta. A noite a visibilidade é mais baixa, dificultando as vezes enxergar rapidamente a placa, porém havia um fluxo de carro entrando mato adentro. Não tínhamos dúvidas de que era ali. Coincidindo com a kilometragem também. No dia anterior pensamos em passar por ali para fazer um tipo de reconhecimento da área pra evitar se perder, mas não deu tempo então ficamos de prontidão esperando que algum grupo desse início à trilha. Tinham uns 4 grupos, cada um variando de 5 a 10 pessoas. Vimos uma galera andando numa direção e resolvemos confirmar o início da trilha. E começamos antes de todos: BURRICE!!!!!!!!!! Primeiro por que não queríamos ficar pra trás pra não parecer que estávamos seguindo o guia (é feio né) e também pq a idéia era sermos as primeiras (porém a pressa é inimiga da perfeição!). A trilha é razoavalmente rápida, sem muitos obstáculos. É toda no estilo degrau, logo cansa um pouco. Acho que demoramos uns 40min, sem grandes esforços, com lanterna a todo momento. Chegamos lá em cima e um "ufa" uníssono de todas nós foi ouvido. Conseguimos chegar a tempo do nascer !!!!! Ao convesar, anteriormente, com um morador, ele nos disse que para chegar no Mirante da Serra do Espírito Santo teria que fazer a trilha normal e depois, já no topo, andar mais 3km. Ficamos com essa informação na cabeça! Assim que chegamos no topo estava ainda tudo escuro e o céu era fantástico!!! Pena que eu, burra, preciso fazer um curso de fotografia urgentemente pra saber tirar foto e aproveitar minha câmera de verdade! Então as fotos do céu não foram as melhores... Enfim, logo no início avistamos uma placa "Mirante da Serra", algo assim, e a kilometragem ao lado (3km). Resolvemos seguir a trilha.. Porém estávamos morrendo de medo de não dar tempo de assistir o nascer do sol pois já eram tipo 5h20, por aí.. E estávamos estranhando muito o fato dos outros grupos estarem tão calmos, e tranquilos! Afinal estávamos ha uns 20min de distância do primeiro grupo e nenhum sinal de que eles estavam correndo ! Resolvemos então nos apressar...e à medida em que andávamos o sol começava a nascer atrás de nós beeeeeeem devagarzinho.... Começamos a achar MUITO estranho, por que o sol estava quase ha todo momento atrás de nós e parecia que a medida em que andávamos nos afastávamos mais do ponto mais lógico pra assistir ao nascer ! Já tinhamos andado uns 2km e nada do mirante...e a porcaria do sol já tinha nascido, mas ainda dava "tempo" de assistir... E começamos a ficar emburradas... Mas acreditando que em algum momento a trilha viraria para o lado e chegaria num mirante lindo onde poderíamos apreciar o final do nascer. MAS, isso não aconteceu! Não sabíamos se voltávamos pra uma tentativa - inútil - de pegar o finalzinho ou se seguíamos em frente... Bom, já estávamos ali.. Vamos até o final ! Seguimos e realmente deu em um mirante.... Do lado oposto do sol (óbvio). O local era até muito bonito, porém com a nossa frustração se tornou horroroso e eu nem quis tirar foto de tão puta que fiquei !!! Vou postar a foto da Lais: Voltamos, frustradas ao início da trilha (ainda no topo). No caminho, voltando... Então, quando chegamos de volta, percebemos que se olhássemos para a DIREITA e andássemos tipo 10 passos para o lado, estaríamos em um mirante FODA que daria pra ver perfeitamente o nascer do sol mais lindo de todos ! Ainda tinha mais um grupo... Esperamos eles sairem pra tirarmos algumas fotos. E as nossas caras de enterro não negavam o nosso erro! Um menino perguntou pra gente se tínhamos visto o nascer e só conseguimos responder "SIM", curto e grosso, HAHAHAHAHA Frustradíssimas fomos tirar fotos daquele mirante espetacular... Pois então, DICA: Quando chegar ao topo, VÁ PARA A DIREITA !!!!! HAHAHAH Gente, TALVEZ, em outra época do ano o sol se ponha do outro lado, aí tenha que fazer a trilha de 3km (ou se você for ver o pôr do sol e não o nascer, acredito que também tenha que ir para o lado oposto!!!). De qualquer forma, VÁ NA DIREÇÃO DO SOL!!!!!!!!!!!!! HAHAHAHAHA Dica super valiosa e importante (mais que óbvia, mas tudo bem) pra ninguém perder o nascer!!! Bom, voltamos pra pousada para pegar minha mãe (que não quis acordar cedo kkk) e também arrumar nossas coisas pois a viagem seria cansativa! Voltamos 26km MUDAS !!!! O carro veio num silêncio total ! Acho que nem a música do carro colocamos de tão putas que estávamos ! Gente, 10 passos!!!! É pra chorar! Paradinha no meio da estrada, já para Ponte Alta: A estrada para Ponte Alta realmente é a pior de todas, muito esburacada, cheia de pedras... Pra quem faz o sentido inverso ao nosso (99,9% dos grupos - hahahahah - na vdd até agora não sei pq resolvemos escolher esse sentido, acho que era pq queríamos ser do contra) tem sorte pois pega a pior estrada logo no começo e depois vai melhorando!! Nós fomos primeiro na Praia de Rio pra dar uma relaxada... E valeu muito a pena!!! Que Rio delícia!!!!! Nessas horas é bom ter um tempinho extra pra aproveitar com mais calma !! Quando chegamos tinha mais 1 grupo mas a praia era praticamente nossa ! Delícia! Seguimos para a Cachoeira... Na verdade queríamos chegar logo em Ponte Alta por que estávamos morreeeendo de fome e não tinha restaurante no meio do caminho nem nas atrações!!! Minha dica é fazer uma horinha em Mateiros e almoçar por lá antes de seguir estrada (mesmo que almoce 11h, por exemplo), pois só fomos almoçar à noite nesse dia. Ficamos o dia inteiro petiscando biscoito e fruta! De acordo com o mapa temos 2 entradas para a Cachoeira da Velha. Nós contamos 120km até a Cachoeira. Nós pegamos a primeira entrada e de acordo com o segundo mapa que postei aqui são 96km até a entrada (nesse mapa não diz que são duas, mas pelas contas acredito que esteja contando a segunda. Conte 5km a menos então!). Rodamos achando que essa cachu não chegaria.. pq é chão hein... Mas realmente ela faz jus à fama !!! É belíssima. Me lembrou até um pouco as Cataratas do Iguaçu. As quedas são bem grandes, vale demais a visita!!!! A Vaneça, da nossa pousada, falou comigo que tem um lugarzinho antes da queda principal que dava pra mergulhar e era mais calmo!!! Eu aproveitei a dica dela e óbvio que aproveitei o momento pra dar um mergulho!!!!!!!!!! Muito gostoso! As meninas ficaram com receio... A cachu é linda!!!!!! Dica: Essa foto eu tirei com a gopro e acabou saindo estourada! Se tiver uma câmera profissinal boa, o resultado será melhor! Fotos da gopro com cachoeiras em dias muito claros não ficam tão boas! Seguindo o caminho de madeira, dá pra mergulhar... E se seguir mais um pouco tem uma pequena trilha, onde dá pra ver as quedas mais de frente !!! Outra falha minha: Eu tinha deixado à camera profissional no carro, então não consegui tirar boas fotos nessa cachu.. Só tirei com a gopro mesmo! E como tinha muita sombra, também não ficou boa! Um flash nessa hora cairia bem..rsrs Mas até qe ficou legal só a silhueta! Chegamos em Ponte Alta no final do dia, umas 19h e MORTAS DE FOME, mas ainda precisávamos procurar um lugar pra dormir pois a nossa pousada não tinha mais vaga! Como falei lá na parte de hospedagem, estava tendo um festival de música, então a cidade estava BEEEM cheia! Demoramos até achar um lugar legal ! Optamos por ficar na pousada Planalto e não procuramos mais pq como era só uma noite, estavamos com fome e a cidade estava lotada, não valeria ficar por ali procurando..rsrs Jantamos um espetinho com cerveja !!!!!!! E capotamos! kkkkkkk Gastos do dia: 7º dia (31/07/2016): Ponte Alta (Cachoeira da Fumaça + Cachoeira do Soninho + Pedra Furada) Esse dia foi um sufoco pra decidir o que faríamos por que só tínhamos um dia pra explorar ponte alta. Tínhamos a opção de voltar naquela estrada do terror sentido Mateiros e ir à Gruta da Sussuapara (que ninguém estava animado pra dirigir naquela estrada), porém era sentido contrário à Pedra Furada (que era must-go) e às demais atrações como Cachoeira da Fumaça etc. Decidimos então que iríamos descer em direção à Cachoeira da Fumaça pra depois assistir o pôr do sol na Pedra Furada... Mas antes tivemos que guardar todas as malas do carro pra fazer o check in à tarde/noite (pra ganhar tempo) na outra pousada. Como o primeiro mapa tem uma péssima escala (e só fomos perceber isso nesse dia), nós rodamos rodamos rodamos e não chegava nunca à tal da entrada pra Cachoeira. Disseram haver uma placa, mas não achamos... Nós rodamos tanto que fomos parar na cidade de Pindorama Pedimos informação na cidade, mas parecia que era uma cidade fora do jalapão pq ninguém sabia do lugar que falávamos..kkkkk Resolvemos voltar pela mesma estrada na esperança de achar a entrada... Todo carro que passava por nós no meio da estrada (asfaltada, ufa) nós parávamos pra perguntar da entrada da cachoeira kkkkkkkkkkk Fizemos isso umas 3x. Até que finalmente achamos a entrada de acordo com o que um cara falou pra nós e tentando nos guiar pelas distâncias do segundo mapa! (o gps não achava). E desde a entrada até de fato a hora em que chegamos à cachoeira foi um calcula-aqui-calcula-ali de kilometragem que só jesus.... No final conseguimos achar, porém todas as viradas foram milimetricamente calculadas ! hahaahah E o segundo mapa foi imprescindível pra gente achar o lugar certo! As distâncias estão bem certinhas! Nós tínhamos lido que em um determinado momento tinha uma ponte toda quebrada, que não dava pra passar com o carro. Seria nesse local que deveríamos estacionar para então atravessar a ponte, a pé, e chegar na cachoeira. Conseguimos achar a ponte! E é bem fudidinha mesmo kkkkk Ouve até uns rec rec quando pisa-se! ::lol4:: Pra quem tem medo de altura, é um bom pedaço até terra firme do outro lado ! hahaha A Mari adorou a travessia! ::lol4::::lol4::::lol4::::lol4:: Chegamos do outro lado e não tinha muita coisa... Vários caminhos para vários lugares diferentes kkkk Porém logo em frente tinha uma casa, tipo uma fazenda na verdade... Com vários cachorros, galinha, porco... Uma fofura só. Conversamos com a dona e ela nos explicou como chegar. Na verdade ela disse "Tá vendo aquelas arvores verdes? Então, a trilha é logo ali" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ::lol4::::lol4::::lol4:: Olhamos e tinha um milhão de árvores, logicamente verdes.... Mas entendemos que eram umas que se destoavam, um verde mais verde HAHAHAHAHAHAH Agradecemos e tentamos a sorte. Não tem muito o que errar na verdade. O primeiro caminho já te leva à um mirante que dá pra ver a cachoeira bem de cima (só seguir o rio). A cachu é maravilhosa ! ::love:: Ainda maior do que a da Velha em comprimento! Muito bonita! Pra quem está com tempo curto, não sei se vale o sacrifício pra chegar até lá, mas eu recomendo!! Amei o visu!!!! O bom de ter o roteiro mais folgado é poder errar e ainda assim chegar no lugar certo, curtir e ir nessas cachus mais distantes, fora da rota tradicional !!!! Atravessamos a ponte e achamos uma trilha do outro lado... Seguindo a trilha a gente chega em uns pontos de visão ainda mais incríveis !!!!!!!! ::ahhhh:: Olha esse visu: pra nós compensou todo o tempo! ::otemo:: E aí tem aquele momento em que você tira 365 fotos e as 365 fotos ficam FODAS e você não consegue escolher as melhores pra pôr no relato ! hahahahaha Seguindo a trilha, nos deparamos com um "barranco"... Na verdade uma descida mais brusca que indicava a continuação da trilha para chegarmos pertinho da cachu!! Eu estava super animada, mas as meninas estavam um pouco descrentes, achando que eu era doida...kkkkkkkkk Então resolvemos abortar e curtir o dia no Rio mesmo! Mas eu tenho fé que era por ali a continuação! :lol: Voltamos e fomos até atrás da ponte , seguindo o sentido inverso do Rio. Ficamos um bom tempo ali, comemos uns belisquetes, nosso dia foi muito agradável ! :!: Dica: Por vezes eu esqueço de limpar a lente da gopro !!! E quando saio da água fica embaçada, ou com um aspecto nebuloso... Essa imagem tirei de um frame de video, não ficou 100% mas deu pra perceber que a galera tava super relaxada!! Também, com esse visu ! ::otemo::::otemo:: Pegamos o carro e voltamos tudo, dessa vez com direção à Pedra Furada. Na volta paramos na Cachoeira do Soninho pra tirar foto ! Não entramos nem ficamos por ali, mas resolvi registrar ! É bonita também. Relaxar ali deve ser uma delícia! Pra chegar à Pedra Furada, sugiro seguir aquele segundo mapa também! Dá pra se guiar legal. Lembro também que alguém nos disse que teríamos que pegar a estrada com os eucalíptos! E foi o que fizemos, que lugar lindo! ::cool:::'> A pedra furada é engraçada pois o furo, de longe, é beem pequeno ! Então pelas fotos que vimos antes estávamos imaginando uma pedra com um furo imenso que veríamos de longe kkkkkkkkk Mesmo assim quando chega perto do "furo", é até bem grande! rs Tudo depende da perspectiva.. O sol vai baixando e a paisagem vai ficando cada vez mais impressionantes! Não me perguntem do por que estou sem short! hahahahah E as fotos de silhueta ficam cada vez mais lindas!!! ::otemo:: Gastos do dia: 7º dia (31/07/2016): Ponte Alta> Palmas (Ilha da Canela) Hoje teria tudo para ser um dia tipicamente de despedidas, aquela tristeza de final de viagem, mas....NÃO FOI !!!!! Saímos cedo pois o vôo da Bruna era ainda na parte da manhã!! Como retiramos o carro só 12h, e os nossos voos (meu, da minha mãe, da mari e da lais) eram somente na parte da tarde, resolvemos atrasar a entrega do carro em 1h (pois também sabíamos que tinha essa tolerância!) e resolvemos passear por Palmas!! Pensamos em algumas opções e olhando na internet a Mari viu a Ilha da Canela !! Uma ilhota bem próxima a cidade e de fácil acesso. Conseguimos informações sobre como chegar na ilha e lá fomos nós !!! Um cara nos cobrou 20 reais ida e volta para chegarmos e voltarmos da ilha. Combinamos o horário de volta. E quando nós pensávamos que Tocantins não tinha mais nada a nos oferecer, eis que o destino nos traz à essa ilha linda e cheia de charme em pleno último dia de viagem que tinha tudo para ser monótono!!!!!!!!!!!!! Nós amamos! A ilha é bem pequenininha mas é muito linda e charmosa! Dá pra passar a manhã ou até mesmo o dia facilmente nela, por meros 20 reais (desenrolamos o valor já que iríamos ficar pouco tempo!!!!!!!! Inicialmente ficamos meio em dúvidas se valeria a pena nos deslocar, gastar mais dinheiro, fazer mais um passeio, com risco de atrasar a entrega dos carros, sei lá.... Mas resolvemos arriscar e não poderíamos ter tomado decisão melhor! Lá na ilha pedimos um peixe grande que serviu nós 4. Como estávamos numa ilha, não achei nem tão caro o valor final! A comida demorou bastante e acabamos até nos atrasando um pouco, mas nada que prejudicasse a entrega do carro ! Almocinho delícia! Assim que chegamos no aeroporto novamente para entregar estávamos com um certo receio de que os danos do carro fossem cobrados, apesar de que se pagamos o seguro não faria sentido pagar por danos relativamente pequenos. O seguro era de 8mil se não me engano... Enfim, fizemos o check out e de fato constataram que nós teríamos que pagar pelas avarias !!! Um total de uns 350 reais se não me engano ! Ahhhhhhhhh mas não íamos pagar MESMO! A mulher, na hora de alugar o carro, praticamente nos forçou a fazer o seguro da própria locadora (nós queríamos fazer o do cartão de crédito) e disse que o seguro do carro cobriria tudo relacionado ao carro!!! Pois então não fazia o menor sentido pagarmos o seguro pra termos que pagar as avarias. O seguro só seria eficiente caso alguém sofresse algum acidente grave, por exemplo? Que absurdo! E ainda tinha a questão do pneu, que quando aconteceu de furar o cara disse que aquele pneu já estava ruim pois não teria furado assim do nada numa estrada boa... Além de que pagamos a vulcanização a parte. Eles teriam é que nos reembolsar isso sim e não cobrar a mais ! A moça então mandou a gente preencher uns papéis relatando tudo isso que falávamos. Escrevi tudo no papel (acho que deu umas 5 folhas ! hahahahha) e rezamos para não vir nenhuma cobrança em casa ! kkkkkkkkkkkk E não veio nada ! Mas se viesse teria barraco! HAHAHAH Gastos do dia: E assim nossa viagem se encerra ! Espero que tenham gostado do relato. Demorei um tempo pra fazer, mas está aí !! qualquer dúvida, crítica ou elogio, por favor não hesitem em postar! Um beijo! :D
  5. 1 ponto
    Olá mochileiros! Vim deixar minha contribuição com a página depois de tanto usar as informações aqui encontradas para montar meu mochilão. Viajei do dia 17/04/2018 a 05/05/2018; as informações de valores estão em Reais, Pesos Chilenos e Pesos Argentinos; Locais visitados: >Santiago: 6 dias+1 na volta >Valpo+Viña: bate e volta de Santiago >Pucón: 3 dias >Puerto Varas: 3 dias >Bariloche: 4 dias Passagem aérea Aerolineas Argentinas: CWB/AEP/SCL por R$ 860,00 Maiores detalhes estão no arquivo anexo Orçamento Viagem Patagônia.xlsx
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    Para os sem destinos, pessoal estou pensando em fazer um grupo e alugar uma casa em alguma praia pro feriado, se juntarmos uma galera da pra pegar um lugar muito bacana e curtimos o feriadão, oque acham, sou de SP.
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    Alguém programando alguma viagem para novembro?Estarei de férias, tenho interesse...
  8. 1 ponto
    EXPEDIÇÃO 4x4 - São Paulo a Fortaleza via Jalapão, Lençóis, Jeri (23 dias em Julho/Agosto de 2018) Pontos: Caldas Novas/GO, Jalapão/TO, Chapada das Mesas em Carolina/MA, Lençóis Maranhenses (Santo Amaro do Maranhão, Barreirinhas, Atins), Barra Grande/PI, Jericoacoara/CE (via Camocim), Icaraízinho de Amontada, Flecheiras e Fortaleza/CE Duração: 23 dias e 5.700 km (somente ida, voltamos de avião/cegonha), e meia tonelada de diesel Veículo: Toyota Bandeirante 4x4 jipe curto, ano 2001, motor diesel 14B com Turbo (K16) e intercooler, pneus AT 32", jumelos conforto, A/C e DH Viajantes: Gustavo e seus pais Eli e Joel (idades: 33, 60 e 62 anos, respectivamente) Navegação: Aplicativo “maps.me” com mapas offline e bookmarks previamente anotados. Hospedagem: pousadas via booking.com, exceto 2 ou 3 noites em casa de amigos e 1 em camping Segue a narrativa escrita pela minha mãe, Eli: Dias 1 e 2: Gustavo saiu cedo da zona sul de São Paulo-SP e chegou às 18h40min em Caldas Novas, onde pernoitou em hotel tipo "termas". Estradas ótimas. De Caldas Novas a Goiânia foram duas horas, no dia seguinte. 3º. dia: 20/07/2018 – Sexta-feira (Goiânia ao Jalapão) Tendo chegado de avião Curitiba para encontrar Gustavo em Goiânia, saímos do hotel 8h15min e partimos rumo ao Parque Estadual do Jalapão, via Anápolis e Corumbá, parando no Mirante para ver o belo Salto de Corumbá. Seguimos pela BR 080 e, a partir das 12h, entramos na Belém-Brasília. Almoço na Churrascaria Matinha – R$ 65,00 para nós três. Entramos na GO 241, região de Formosa/GO e percorremos 80 km pela GO 142 – Montevidiu do Norte. Às 15h50min entramos na TO 498 – Novo Horizonte e Jaú do Tocantins. Compramos um Toddy de caixinha, uma coca e um pedaço de bolo de mandioca deliciosos na Panificadora Fruto do Trigo pelo valor de R$ 5,50. Num mercado local, compramos água e gelo. As 17h atingimos a TO 373 e 15 minutos depois a BR 242. Abastecemos o carro na localidade São Valério. Seguimos por mais 68km e chegamos às 19h, a Natividade/TO, no Vereda’s Hotel, - diária de R$ 183,00 para nós três em quarto triplo. Comemos pizza no Casarão Restaurante. 4º. dia: 21/07/2018 – Sábado Saímos de Natividade para Ponte Alta do Tocantins, via Almas/TO. Em Almas compramos pães, queijo, presunto e bebidas para encarar os programas do dia. Nesta cidade, nos encontramos com nossos companheiros de viagem, o casal trolleiro de Brasília Cacau e Mirtes. Paramos na Cachoeira da Fumaça, que é um presente para os olhos, numa cachoeira menor sem nome e comemos junto a Cachoeira do Soninho,esta já em Ponte Alta. Em seguida, paramos num balneário e depois fomos conhecer Pedra Furada, Estrada de areia. Retornando, com a Band e o Troller, desatolamos dois carros (um Golf e um Pálio), fazendo-os desistir do intento de conhecer este famoso ponto turístico usando carros de plástico... Pernoitamos na Pousada Águas do Jalapão, onde limpamos tudo no carro. Jantamos na própria pousada (R$ 35,00 por pessoa) 5º. dia: 22/07/2018 – Domingo Saímos da pousada antes das 8h da manhã, rumo a Ponte Alta. Abastecemos o carro e compramos carne, pães, carvão, água, pois o dia de hoje será bastante corrido. Passamos na Gruta de Sussuarana, muito bonita e diferente, e Cachoeira do Lajeado. Seguimos até a linda Cachoeira da Velha, com degraus de pedra. O ar condicionado do carro apresentou problemas e passamos a andar com janelas abertas. Na trilha, estranhamente vimos dois carros batidos: um particular e um de operadora de turismo. Descemos a escadaria que leva até a belíssima Prainha do Rio Novo. Tentamos ir a pé por trilha, mas não foi possível e Joel, Eli e Mirtes fizeram uma longa caminhada sob sol escaldante. Retornando, paramos num dos poucos locais com uma pequena estrutura para turistas: mesa, pia, banheiros. Ali comemos nossos apetitosos “X” pão com sardinha. Conhecemos a casa que, reza a lenda, abrigou Pablo Escobar. Seguimos às 15h40min pela trilha pesada, com muitas costelas de vaca e areião, e demos um gás para chegar em tempo nas Dunas. Chegamos no portão de entrada às17h35min e fomos proibidos de entrar porque o horário havia encerrado 5 minutos antes... No trajeto, o carro só chegava a 1000 rotações e quase morria. Próximo das 19h, chegamos a Mateiros/TO, Pousada Santa Helena (dois pernoites em ap. triplo a R$ 340,00 cada uma). Hoje percorremos 248km em estradas muito off road, com trechos de areião, muitos buracos e costelas de vaca. Na pousada havia rede para descanso. Fizemos churrasco à beira da piscina. O pessoal da pousada foi muito gentil e nos permitiu acesso à cozinha. Tomamos emprestados pratos, copos, talheres. Esqueci de dizer que o casal “Troller” tinha de tudo dentro daquele carro: churrasqueirinha, fogareiro com gás, panela de pressão, pratos, talheres, copos, comidas diversas, temperos, barraca, cobertores, etc. etc. etc. Quem está com Cacau e Mirtes está com Deus. Com as características da estrada, caiu um farol do carro e foi recolocado na pousada. 6º. dia: 23/07/2018 – Segunda-feira No café da manhã na Pousada havia araras, papagaios e outros pássaros, que circulavam pelas mesas. Fomos em três mercadinhos locais (o último era o Santa Maria) e foi uma dificuldade encontrar coisas básicas. Conseguimos pratos, copos e garfos de plástico. Abastecemos. Visitamos o Fervedouro Buriti (após banho de cachoeira. A taxa de permanência foi de R$ 15,00 por pessoa. Nele há uma parte, próximo a borda, que se percebe a “fervura”. Permanecemos por 20 minutos. Depois chegamos ao Fervedouro do Sono, que gostamos muito porque os pontos de “fervura” eram muitos e tivemos tempo ilimitado para permanecer nele, pois éramos os últimos visitantes do dia. Taxa de entrada R$ 15,00. Havia almoço no local, mas tinha acabado. Então, utilizamos o fogareiro, panela de pressão e insumos do casal Troller, e preparamos nosso almoço: massa com frutos do mar. Os invejosos vão dizer que era macarrão com sardinha... Mas estava muito bom, pois tinha tempero de alho, azeitonas, milho verde e creme de leite. Um luxo... Tentamos ir até a Praia do Salto, porém a ponte estava interrompida. Saimos 17h30min rumo a pousada e jantamos no Restaurante Dona Rosa (R$ 35,00 por pessoa). D. Rosa deu dicas de onde comprar carne e o horário: bem cedo, antes que acabe. 7º. dia: 24/07/2018 – Terça-feira Acordamos 3h45min e partirmos às 4h para escalar o Morro do Espírito Santo e ver o nascer do sol. Maior escuridão. Com lanternas, subimos os 800m bem íngremes em 45 minutos e a descida foi em 25 minutos e Gustavo 15 minutos. Tomamos café na Pousada Santa Helena enquanto Cacau e Mirtes providenciaram a carne. Visitamos o Fervedouro do Ceiça(ingresso ao custo de R$ 20,00), cuja “fervura” ocorre em uma área grande no centro dele. Passamos pelo Povoado Mumbuco, na esperança de comprar artigos de capim dourado a preços acessíveis, mas não fomos bem sucedidos. Em seguida, fomos ao local chamado Encontro das Águas, onde as águas quentes do Rio do Sono se encontram com as águas frias do Rio Formiga. O acesso se dá pela travessia, a pé, do Rio do Sono, apoiando-se numa corda. Banho delicioso. Dispensamos a visita ao Fervedouro Encontro das Águas, pois havia muita fila. Seguimos para a Cachoeira do Formiga, muito linda, incrível mesmo. Ingresso para acampar: R$ 30,00 por carro e só visita R$ 20,00. Montamos as barracas, evidenciando-se as diferenças sociais em nosso país: Casal Troller em sua ampla residencia e nós na humilde moradia do projeto “Minha casa minha vida”. Beneficiando-nos dos equipamentos do Casal Troller, fizemos churrasco à luz da lua. 8º. dia: 25/07/2018 – Quarta-feira Café da manhã ao custo de R$ 15,00 por pessoa no camping da Cachoeira do Formiga, com tapioca, cuscuz, ovos mexidos, bolo e café + leite. Tivemos dificuldade de encontrar café sem açúcar, como gostamos. Em geral já vem generosamente adoçado. Demos um mergulho sensacional na cachoeira (sem qualquer outro visitante), e às 10h saímos por trilha rumo ao Fervedouro Bela Vista, o maior de todos, com 75m de profundidade. Nas bordas a areia enterra seus pés e você é projetado para o meio e fica boiando. Ingresso R$ 15,00 para permanecer apenas 15 minutos. No caminho vimos um inseto que parecia um beija-flor. Parece que era um gafanhoto, A demora para entrarmos seria de uma hora. Almoçamos ali ao custo de R$ 35,00 por pessoa, comida muito boa. Tomamos banho de rio e voltamos uma hora depois e ainda faltava uma hora para entrarmos... Por certo, foram priorizados grupos de turistas das companhias locais. Tomamos sorvete de buriti. Saimos do Fervedouro e passamos em São Felix, onde Cacau abasteceu. Gustavo ligou para mecânico de São Paulo. No caminho de Novo Acordo, fotografamos a Serra da Catedral e Ponte sobre o Rio do Sono. Chegamos em Novo Acordo/TO às 19h30min e conseguimos hospedagem na Pousada Vitória(Av.Sete de Setembro, s/número- fones (63) 99968-9527 e 99968-2981). Não confundir com Hotel Vitória, que é bem derrubado. A hospedagem custou R$ 50,00 por pessoa. Comemos pastel numa lanchonete. A Lucimar, proprietária da pouada, é muito atenciosa e permitiu que eu lavasse roupas no tanque e até utilizasse a máquina de lavar, a um custo de R$ 10,00. Quarto limpo, com ar condicionado, café da manhã top, com bolinho de queijo frito pães de queijo, etc. Foi-nos permitido ficar além do horário do check out sem cobrança adicional. Nosso jargão era: “Jalapão é bruto!”, durante os percursos difíceis que cumprimos. Mas sua brutalidade perdeu espaço para as belezas naturais que nos encantaram a cada atrativo. 9º. dia: 26/07/2018 – Quinta-feira O carro foi lavado e consertado (tanque foi removido e limpado a um custo de R$ 150,00), pelo Rogério Bahia. O casal Cacau e Mirtes seguiu antes para Palmas/TO, onde tem parentes. Almoço na pousada Vitória por apenas R$ 15,00 por pessoa e a comida era muito boa. Foi ótimo. Nós saímos de Novo Acordo perto das 14h rumo a Palmas/TO. Paramos direto na empresa “Aguiar Diesel - Bombas Injetoras” para trocar o filtro de combustível (R$ 80,00) e corrigir os respiros do tanque e, em seguida, no Rei do Ar Condicionado, para os reparos necessários na parte elétrica (R$ 150,00). Eu, Eli, às 18h fui de uber ao Mac Hotel e os homens chegaram uma hora e pouco depois. Após banhos, fomos de uber nos encontrar com Cacau e Mirtes e seus familiares Rita, Pedro, Ianara e mais duas primas, na Praia da Graciosa. Jantamos tucunaré frito na Choupana do Lago. Tiramos foto e perdi a chave do hotel. 10º. dia: 27/07/2018 – Sexta-feira (Palmas-TO para Carolina-MA) Após discussão no checkout do Mac Hotel, acerca do preço da chave perdida (de R$ 70,00 ficou por R$ 30,00), seguimos para a Chapada das Mesas (Carolina/MA). Pela Rodovia Belém-Brasília, por Colinas. Passamos poe Lajeado, Miracema do Tocantins, Miranorte, Guaraí, Presidente Kennedy, Colinas do Tocantins, Araguaína. Infelizmente, a estrada está em estado deplorável, com muitos buracos (crateras), que põem em risco a segurança das pessoas.Paramos na estrada na Turbo Diesel para conserto do tubo de admissão do bico injetor que havia afrouxado causando vazamento de diesel que emporcalhou até o parabrisa do Troller do Cacau que vinha atrás. Almoçamos na Minas Churrascaria, anexa ao Posto de Gasolina e Hotel, R$ 50,00/kg. Tivemos ainda mais uma parada rápida por perda de força do carro, causada por sujeira no tanque. Antes de atravessar a Balsa Pipes para a cidade de Carolina/MA, curtimos a Prainha, do lado da cidade de Filadélfia/MA. Gustavo usou colchão de inflar para boiar . Tomamos 13 cervejas e comemos caranha frito, ao custo de R$ 89,00 (para 5 pessoas) na Banca do Wilson Fragoso, indicada pela moça do Posto de Gasolina próximo. Passamos duas noites na casa do primo da Mirtes, recepcionados pelo neto do dono da casa: Vinícius, um rapaz de 15 anos. 11º. dia: 28/07/2018 – Sábado Saímos de casa 8h com o Vinícius, e fomos tomar um café bem ruim em Riachão-MA. O destino era Poço Azul, mas não paramos porque tinha muitos carros e ônibus. Fomos adiante, até o Encanto Azul. Lugar maravilhoso. Pena que logo encheu de gente. Retornando, almoçamos no Restaurante Lajes, de um casal de primos da Mirtes (Sr. Queiroz e D. Maria). Caminho off road pesado por 60 km até a Cachoeira São Romão (Chapada das Mesas). Pelas dificuldades da trilha, chegamos muito tarde. Tomamos um banho rapidamente e retornamos. Na trilha, vimos um rapaz que havia caído da moto e oferecemos ajuda, mas as pessoas que o acompanhavam sequer nos responderam. Voltamos na escuridão. Muitas corujas que dormiam na areia quente levantavam vôo com a aproximação do carro. Chegamos de volta em Carolina depois das 20h. Neste dia os deslocamentos somaram 440 km. Abastecemos. 12º. dia: 29/07/2018 – Domingo Saimos de casa e tomamos café na excelente Panificadora Q-Delícia, próxima. Comemos cuscuz de arroz. Às 8h20min, seguimos para os Lencóis Maranhenses. O casal que nos acompanhou nesta feliz trajetória, desde o 4º. dia da Expedição, iniciou neste momento sua viagem de volta a Brasília, pois tinha compromisso em sua cidade, o que não permitiu seguirem conosco. Foram excelente companhia e sentimos a falta deles na continuidade da viagem. Andamos 340 km pela BR 226 (Lajeado Novo) e vimos na estrada transporte de pessoas em carroceiras, em lombo de jegues... Às 11h50mim fizemos um abastecimento do carro em Grajaú e passamos por fila de carros, pois a estrada estava sofrendo reparos e só havia trânsito em um sentido de cada vez. Passamos por muitas aldeias, vimos pedintes estendendo faixas na estrada, muitas bancas de venda de produtos indígenas. Às 15h chegamos em Presidente Dutra. Não conseguimos local para almoço. Seguimos pela estrada e fomos surpreedidos pelo Restaurante São Pedro (cidade Dom Pedro), que nos serviu almoço às 16h: galinhada, carne seca, farofa, salada de alface e tomate e arroz/feijão. R$ 78,00 para nós três. Comida muito boa. Abastecemos em Dom Pedro/MA. Passamos por várias cidadezinhas e vimos filas enormes nas lotéricas, possivelmente era para receber o bolsa-família. também vimos o siate atendendo um acidente na ponte, perto da igreja de Coroatá. Difícil dirigir a noite numa estrada estreira, correndo o risco de encontrar animais atravessando a rua a qualquer momento. Optamos por pernoitar na cidade de Vargem Grande, onde chegamos às 20h.Ficamos na pousada Yuri, em dois quartos (R$ 120 um e R$ 140 os dois). Lugar ruim, proprietária grosseira. Janela do banheiro muito suja. Caixa de descarga sem tampa e, pior, sem água. Vieram consertar no nosso quarto, mas gustavo já estava dormindo. 13º. dia: 30/07/2018 – Segunda-feira Saímos 8h30min da pousada, após café da manhã com vitamina de abacate e abastecemos no Posto Keylla. Traídos pelo aplicativo “maps.me”, que nos mandou por trilha bem pesada, em vez de asfalto, demoramos 5h15min para cumprir trajeto de 200 km até Santo Amaro/MA. Na MA 224, passamos po várias cidades e chamou-nos a atenção a intimidade da Prefeitura de São Benedito do Rio Preto, que simplifica para “São Benê” o nome da cidade. Bonitinho! A MA 225 era de chão e bem difícil e nela demoramos 4 horas e meia para percorrer 60km. Cruzamos vários rios, areião, muitas dificuldades. Passamos pelo Recanto dos Mirins e Lagoa do Cassó, mas não entramos. Vimos muitas casas de capim (carnaúba) e até uma luxuosa de dois andares, desse material. Às13h saimos no asfalto na altura da divisa de Santo Amaro do Maranhão e Primeira Cruz. Passamos por vários Povoados e atingimos a estrada para Santo Amaro. São 36 km asfaltados recentemente. A entrada em Santo Amaro do Maranhão dá-se pela travessia de um rio. Abastecemos e depois almoçamos no Restaurante Sol Amaro, onde comemos arroz de cuchá e peixe por R$ 128,00 para nós três. Nesta cidade não é permitida a entrada de veículos particulares nas dunas e lagoas, uma das quais era a Tinoca. Então, pelo adiantado da hora, preferimos seguir a pé até as primeiras lagoas, sendo que nos banhamos em duas delas. Seria muito caro pagar R$ 250,00 a uma operadora de turismo. Próximo de 18h entramos na Pousada Paraíso (R$ 255,00). 14º. dia: 31/07/2018 – Terça-feira Saímos cedo da pousada em veículo cadastrado pelo Instituto Chico Mendes – Ministério do Meio Ambiente (ICM BIOS): uma Hillux da Operadora de Turismo, dirigida pelo Carlos e tendo como guia o Junior. Entramos no Parque Nacional dos Lencóis Maranhenses. Conosco foram dois caisaizinhos de namorados e uma moça de Fortaleza – Jemina. A paisagem enche os olhos: dunas de até 25 m de altura e as muitas e muitas lagoas que se formam entre elas, com águas cristalinas ou azuis, ou verdes. Destaque para Lagoa das Pedras, Lagoa da Barragem e uma Lagoa sem nome, onde brincamos de drone de pobre jogando a Go Pro para o alto. Cruzamos de barco o Rio Betânia, Comunidade Betânia, que, do lado de Santo Amaro, chama-se Rio Alegre. Almoço o Restaurante Novo Horizonte, da Lindalva: bode, frango, feijão, arroz, macarrão, farinha amarela granulada, cocadas de sobremesa, água de codo e duas cervejas mais R$ 5,00 por pessoa de travessia (barco), nos custou um total de R$ 130,00. Descansamos na rede e fotografamos porcos. Saindo do barco, na volta, subimos por uma e duna e caminhamos até a Lagoa Betânia, que é espetacular! Subimos duna bem alta e muito íngreme,ao redor da lagoa. Depois sentamos ao lado do carro da operadora, aguardando o pôr do sol. Às 18h42min saímos de Santo Amaro do Maranhão rumo a Barreirinhas. Já estava escuro e desconhecíamos o local do rio que permitia a travessia do carro. Não apareceu nenhum carro local para seguirmos... Enfim, perguntamos a uma pedestre e a dica foi certeira. Depois, trechinho bem off road na saída. Enchemos os pneus do carro e seguimos por 91km até Barreirinhas, em baixa velocidade, pois fomos alertados que podem aparecer jegues na pista. De fato, vimos muitos no acostamento ou próximo dele. Por volta de 20h40min fomos petiscar no “O Jacaré”, às margens do Rio Preguiças. Lugar muito top. Depois, chegamos a Pousada Paraíso dos Guarás. Muito boa! Foram dois pernoites a R$ 220,00 cada noite 15º. dia: 01/08/2018 – Quarta-feira Saímos 8h da Pousada no carro da operadora São Paulo Ecotur e fizemos um passeio de barco (voadeira) a Vassouras, Mandacaru e Caburé. R$ 80,00 por pessoa, Muito bom! Em Vassouras, primeira parada, há macacos-prego que se aproximam dos visitantes em busca de comida. Vimos um deles ecalar uma mulher, outro quase tirar a bermuda de um rapaz até encontrar algo comestível em seu bolso e um que tirou um pacote de salgadinho da bolsa de uma moça... Muito divertido! O segredo é não tocar nos macacos. Assim, eles não causarão nenhum dano. Ali tem dunas e lagoas também, que se acessa a pé, A segunda parada foi no Povoado São Domingos, Mandacaru, onde subimos os 160 degraus do Forte da Marinha Brasileira para, e lá, avistar os Grandes Lencóis Maranhenses. Confesso que não vi nada muito interesante lá de cima... Ao descer, tomamos sorvetes de buriti, bacuri e graviola. A terceira parada foi em Caburé. Almoçamos na Cabana do Peixe por R$ 132,00. Descansamos em redes e depois andamos de quadriciclo à beira-mar, até o encontro do rio Preguiças com o mar. Retornamos à pousada às 16h30min. Enquanto eu e Joel tomamos banho, Gustavo levou a Band para banho no Pet. Ahahah... Comprou farol novo. Comemos pizza de carne seca e provolone com tomate seco e uma porção de macaxera frita no “Casarão”, rente ao Rio Preguiças, ao custo de R$ 105,00. 16º. dia: 02/08/2018 – Quinta-feira Fechamos a conta no Hotel Paraíso dos Guarás às 10h30min e um senhor que estava hospedado e trabalha na região deu-nos dicas de passeios. Escolhemos ir para a Cardosa e fazer flutuação. Abastecemos antes. Descemos o Rio Formiga com o guia Elimar, em bóia-cross por 1h e 10min. Uma delícia. Antes, deixamos encomendado nosso almoço: tilápia grelhada. Gastamos R$ 76,00 entre taxa do boia-cross, aluguel das bóias e almoço. Em seguida, Balsa Cruzeiro para cruzar o Rio Preguiças (R$ 30,00, incluindo a volta) e acessar Atins. Off road bruto e zero indicações de caminho. Costumeiramente, as pessoas contratam guias. Nós fomos na raça, com nosso mapinha. Com muita trilha pesada, muitos rios, dunas, e dificuldades, chegamos a Atins/MA. A Pousada Cunca tinha quarto vago, mas ficava longe de tudo. A Pousada Melo tinha quartos vagos, mas já estavam reservados. Restou-nos ficar na “Casa da Praia Atins”, um hostel. R$ 223,00. Quarto com dois beliches sem fechadura na porta, banheiro interno sem possibilidade de travar a porta, banhos no banheiro externo: paredes de capim, chuveiro bom, chão de areia. O piso da área comum/restaurante também era areia. Estavam hospedados um casal de italianos e uma médica neurologista francesa, que trabalha na Guiana Francesa com crianças com deficiências motoras. Jantamos no hostel, a um custo de R$ 60,00 por dois pratos que dividimos entre nós três. 17º. dia: 03/08/2018 – Sexta-feira Saímos de Atins 9h30min e por off road pesado chegamos até a maravilhosa Lagoa Tropical. Transitamos pelas dunas em busca da Lagoa Capivara, cruzamos várias lagoas e tivemos vista do mar, de cima das dunas. Seguimos em busca da Lagoa Sete Mulheres, onde equeci meu chinelo. Almoçamos no Restaurante da Luzia, no Canto de Atins: camarão frito (da casa) e cremoso. Dois pratos para nós três ao custo de R$ 104,50, incluindo bebidas. A comida era boa, mas porções pequenas e caras. Retornando a Barreirinhas, fomos direto a São Paulo Ecoturismo e fizemos passeio, que custou R$ 240,00, para a Lagoa Bonita. Poderíamos ter dispensado este passeio, mas não tinha como saber antes. É muito bonito, mas tínhamos visto paisagens similares (e até mais exuberantes) em Santo Amaro. À noite, comemos pastéis de caranguejo e pizza de frango e peperoni no Restaurante A Canoa, às margens do Rio Preguiça, com música ao vivo (forró) – R$ 108,57. Abastecemos e seguimos para a Pousada da Bell (Leda e Anderson). Bell era uma Golden de 3 anos). Banhos e repouso. 18º. dia: 04/08/2018 – Sábado Gustavo saiu 6h45min e levou Band para arrumar cabo do acelerador, trocar lâmpada de farol que novamente queimou com as travessias de rios, limpeza geral e arrumar aterramento do ar condicionado. Nós conversamos com um rapaz de São Paulo que estava com a filha e trabalha com arranjos florais. Anderson, da Pousada, saiu de moto entregar uma carteira esquecida por um hóspede que tinha saído há pouco. Mas a carteira era minha... Eu havia deixado na mesa porque ali não havia sinal de internet. Fui na sala do café para obter sinal e fazer o pagamento por transferência bancária. Saimos da pousada e voltamos já em seguida buscar meu óculos de sol, que eu tinha esquecido na cozinha. No Caminho da cidade de Paulino Neves, tivemos vista maravilhosa dos Pequenos Lençóis Maranhenses, na beira da estrada. E, achávemos que era só um simples caminho, uma simples passagem... Almoçamos na cidade de Tutóia, no Cantinho da Vovó, da Dona Rosa. Eram quase 14h, horário de encerrar as atividades no restaurante, mas fomos muito bem atendidos. Pedimos um prato de carne de sol e dois de camarão, com os acompahamentos. Comida deliciosa, caprichada, farta, com uma cola de 1,5l, a um custo de R$ 58,00 para nós três. Ainda ganhamos café e docinho de leite. O banheiro tinha o vaso sanitáro e um latão com água e um plástico para coletar água e jogar no vaso. Não tinha torneira. Mas no restaurante havia uma pia com água. Passamos pela Praia de Tutóia e seguimos para o Piaui. Vimos um cavalo morto na beira da estrada. Estrada boa, pista sem acostamento. Vários povoados. Vimos um acidente de moto com uma moça sentada e o rosto ferido e um homem deitado com cabeça bem ferida. Tiramos foto na ponte sobre o Rio Parnaíba. Vimos lagarto na BR 402 e galinhas d’Angola na PI 301, bem como porcos cruzando o asfalto. Perto das 18h chegamos em Barra Grande/PI, uma praia linda, com muitos praticantes de kite surf. Muitos franceses. A praia é linda: calma, sem ondas. Hospedagem no Chalé da Ora a um custo de R$ 225,00. Fomos atendidos pela Joyce. 19º. dia: 05/08/2018 – Domingo O café da manhã da Pousada da Ora era em outro lugar: no “Trabalha Brasil”. Partimos às 9h45min, rumo a Jericoacoara, via Camocim/CE,pela BR 402. Às 10h20min entramos no Estado do Ceará. Muitos buracos enormes na estrada.Abastecemos em Barroquinha/CE e cruzamos a balsa para apenas dois carros, a um custo de R$ 30,00. Muito bonita a vista da cidade de Camocim entre palmeiras. Seguimos de carro por trilhas, dunas, à beira-mar. Caminho fantástico. A água do mar é deu um verde bem clarinho. Paramos paa fotografar a Lagoa de Tatajuba. Almoçamos no Restaurante (Barraca) Raízes do Mangue. Camarões bem grandes. Custo: R$ 83,60. Saimos 14h15min. Estávamos a 12 km de Jericoacoara e a uma balsa de um único carro por vez, a um custo de R$ 25,00. Fotografamos a praia, repleta de kite surf. Chegamos em Jericoacoarae seguimos conhecer o Camping do Tião e Lagoa Paraíso. Estava muito cheio. Voltamos a Jeri. Pagamos R$ 40,00 por dois dias de estacionamento e R$ 10,00 pela nossa permanência. Pousada Villa Guarani, apartamento muito bom, com mini copa (forno e chaleira elétricos, mesinha e banquetas, louças e talheres). Sacada com varal, mesinha e cadeiras. Fomos ver o pôr do sol da Duna Pôr do Sol. Bonito demais!!! Muita gente. Caminhamos pelo centro e tomamos uma caipirinha de cajá num dos muitos carrinhos que preparam. Voltamos à pousada tão cansados que capotamos sem jantar. 20º. dia: 06/08/2018 – Segunda-feira Café da manhã da Pousada Villa Guarani era na Pousada Villa Medina, ao lado, e muito bom. Após ligeiro stress sobre o custo, acertamos R$ 450,00 da hospedagem das duas noites. Caminhamos até a Pedra Furada, onde havia fila grande para tiragem de fotos. Ida e volta quase 6 km. Descanso na pousada e almoço delicioso (peixe com molho de camarão e pirão) no Restaurante Jeri Ju por R$ 117,00. Tomamos banho no mar de Jeri. Água leve, pouco salgada, fundo do mar bem compactado e raso até muito longe. Vimos o pôr do sol, da praia, tomando cerveja e capirinha de cajá. Na Pousada, consumimos o vinho comprado no Jalapão e muito chacoalhado nas trilhas e queijo comprado no mercado local. 21º. dia: 07/08/2018 – Terça-feira Passamos na Igreja de Jeri, feita de pedras e muito bonita. Guardas em um Troller nos pararam para alertar que entramos na contra-mão para entregar o comprovante de pagamento da taxa ao porteiro. Retornamos ao Camping do Tião e curtimos muito a Lagoa Paraíso toda para nós. Petiscamos macaxera e iscas de peixe. Tiramos muitas fotos em um banco de madeira ano meio da lagoa e nas redes. Passamos pelo centro da cidade de Jijoca de Jericoacoara, enchemos os pneu, trocamos o farol queimado e seguimos pela CE 085. Vimos muitos túmulos na beira da estrada. Estrada começou boa, mas logo apareceram as crateras... vimos muitas Hillux. Cruzamos vários municípios e fotografamos parque eólico. Chegamos a Icaraizinho de Amontadada, na Pousada Brisa del Mar, às 16h. Fomos recebidos pela Raquel, com um cafezinho feito na hora. É chefe de cozinha. Morou em Nova York por quase 20 anos. Sua irmã Ana Paula, chegou nos acolher em seguida. Morou em Barcelona. Ambas retornaram depois da morte da avó e padrasto para apoiar a mãe que ficou muito abalada com tais perdas. Eram do Rio de Janeiro. Arrendaram duas pousadas e estão operando num restaurante de quarta a domingo. Fomos ver o pôr do sol na praia e tiramos muitas fotos pois as cores do céu ficaram extraordinariamente belas. Andamos pela praia e depois pelo centro. Na praça, havia novena e quermesse. Voltamos tomar banho e jantamos no Restaurante Villa Mango, na Pousada Villa Mango Beach Bangallows. Duas mesas com franceses. Pedimos camarão de aperitivo, tomamos mojito e no lugar da moqueca de arraia veio peixada, que estava deliciosa e era mais cara, mas pagamos o preço da moqueca. Na volta, ficamos na rede e cadeiras na sacada da pousada por um longo tempo. Chegaram mais hóspedes para a prática do kite surf. Um carioca e um de Brasília. O de Brasília curtiu muito a Toyora Bandeirante. O custo do pernoite foi R$ 195,00. 22º. dia: 08/08/2018 – Quarta-feira Tomamos café da manhã com pães feitos por um padeiro suíco da cidade, trocando ideias com o hóspede carioca sobre a Band e depois com os dois em nossa mesa falamos sobre o esporte deles. Compramos água e partimos para Flecheiras pela beira-mar. Vimos cemitério grande na beira do mar e uma grande concentração de jegues, um jegue center. Tomamos banho de mar em Mundaú, onde atravessamos de balsa que comporta um único carro, ao custo de R$ 25,00. Na saída da balsa, o carro cavou bem na areia e exigiu manobras para sair. Vimos parques eólicos próximo do mar. Por volta de 11h15min chegamos à Praia de Flecheiras, muito bonita e tranquila. Na Barraca Maré Alta petiscamos lula a milanesa e almoçamos trio grelhado (peixe, camarão e lagosta) + 3 cervejas, a um custo de R$ 150,15. Tomamos banhos de mar. Pousada Triplex, da Selma, por R$ 130,00. Descansamos. Visitei a localidade: Praça, Igreja, mercado. Voltamos à praia (banhos e caminhada). Na pousada, banhos e arrumação de malas. Saimos comer no Crepre ao Mar, anexo à Pousada do Paiva. Achamos caro. Pedimos dois para nós três e custou R$ 78,65. Retornando, concluimos arrumação de malas. Na pousada não tem café da manhã. À noite rolou briga de casal em um dos quartos da pousada, com direito a mulher agredir o marido... 23º. dia: 09/08/2018 – Quinta-feira Saímos às 8h rumo a Fortaleza e fizemos grande parte do percursos pela areia, passamos entre pedras, totalizando 20km até Lagoinha. Desviamos por asfalto 30km e comemos duas tapiocas de queijo e presunto e uma de carne seca, mais dois Toddy, gastando o montante de R$ 11,50 nesse café da manhã em Paraipaba. Em Paracuru, voltamos a transitar pela beira da praia, depois um pequeno trecho de asfalto ladeado por dunas, em Pedra Rachada. Vimos mais jumentos e muitos praticantes de kite surf numa Lagoa. Voltamos ao asfalto em Taíba,circulando por ruas dentro da cidade até retormar a beira-mar, chegando a Pecém. Chegamos próximos do Porto de Pecém e saímos para a cidade. Seguimos pela CE 085, que tem pista dupla somente nos últimos 29km. Abastecemos 8 km antes de chegar em Fortaleza. Almoço no Restaurante Serigado Contry, da Barão, já em Fortaleza, para lembrar os bons tempos do Joel na LUBNOR. Arroz c/ camarão e 500g de serigado (badejo) grelhado. Muito bom, mas cobraram até o café, que nem era expresso. A conta totalizozu R$ 186,89. Gustavo nos deixou no aeroporto às 13h40min e despachamos as malas gratuitamente. Chegamos em casa 22h30min. Gustavo permaneceu na capital do Ceará mais dois dias e assim que nos deixou no aeroporto, levou o carro para lavar na Lava Jato Damas (esquina da Desembargador Praxedes com a Júlio César), onde tomou até banho. À noite encontrou-se com o grupo de toyoteiros de Fortaleza para resenhar sobre a viagem e agradecer pessoalmente o apoio de pessoas incríveis como o Jojó. Sexta-feira, dia 11, acertou o envio do carro por cegonha a um custo de R$1100 reais. Sábado, voou a São Paulo. Só temos a agradecer a Deus, que nos concedeu a graça de realizarmos esta viagem maravilhosa com sucesso abusoluto, com saúde para curtir cada momento. Tudo deu muito certo. Os pequenos percalços não resultaram comprometimento de qualquer natureza. Valeu!!! Para o sucesso da viagem, é importante distribuir funções: Gustavo: Planejador, Motorista, Navegador, Zequinha, DJ, Guia, Operador de Rádio, Salva-vidas, Chato de Galocha... Joel:Arrumador de malas no carro, churrasqueiro, garçom, Operador de Durepoxi, Especialista em supermercados, Fotógrafo, Abridor de porteiras, Cagador de Regras II... Eli:Puxadora de Orações, Relações Públicas, Gestora de Resíduos, Intrometida Júnior... Resumo: Origem Destino Km do dia Dia 1 SP Caldas Novas 880 Dia 2 Caldas Novas Goiania 178 Dia 3 Goiania Natividade 745 Dia 4 Natividade Ponte Alta 257 Dia 5 Ponte Alta Mateiros 229 Dia 6 Mateiros Mateiros 103 Dia 7 Mateiros Formiga 58 Dia 8 Formiga Novo Acordo 219 Dia 9 Novo Acordo Palmas 131 Dia 10 Palmas Carolina 460 Dia 11 Carolina Carolina 449 Dia 12 Carolina Vargem Grande 737 Dia 13 Vargem Grande Santo Amaro 227 Dia 14 Santo Amaro Barreirinhas 111 Dia 15 Barreirinhas Barreirinhas 0 Dia 16 Barreirinhas Atins 100 Dia 17 Atins Barreirinhas 101 Dia 18 Barreirinhas Barra Grande 251 Dia 19 Barra Grande Jericoacoara 158 Dia 20 Jericoacoara Jericoacoara 18 Dia 21 Jericoacoara Icaraizinho 155 Dia 22 Icaraizinho Fleicheiras 55 Dia 23 Fleicheiras Fortaleza 197 Total 5819
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    Não há necessidade de bustur,é um serviço que toda muito e tem um longo caminho.Quase não da tempo de aproveitar as paradas,porque há umas que merecem tempo. Por ex,em la bombonera,pode demorar e ir caminhando ao caminito,que fica muito próximo.Pode descer no planetário, visita lo,mas ele fica no parque el rosedal,vai querer conhece lo,é ali pegar a outra linha.Para no monumental de Nuñez,mas ao lado tem o parque Tierra Santa,que considero imperdível, seja qual for a sua religião. Eu não vejo nada em Tigre,mas sim no Teimakem.Tem onibus da Praça Itália,ao lado do zoo da cidade, mas cuidado,não me lembro bem o número é 50 e uma letra, pergunte lá se vai a Teimakem,ponto final é em frente e lá tem o que não há no Brasil.
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    Isto varia de cidade para cidade e dos seus interesses. Por exemplo, em Paris e Londres, duas cidades enormes e com muita coisa para você ver e fazer, o recomendável seriam uns 4 dias no mínimo, mesmo que você não tenha tanto interesse, por que é muita coisa mesmo para ver e fazer. Já locais como Bruxelas, Porto, Hamburgo, Amsterdam, Praga, Viena, Budapeste, etc, não precisariam de tanto tempo assim, 2 dias livres na cidade + 1 dia de deslocamento para chegar lá seria suficientes para ver e fazer o principal. Já locais como Bratislava, Milão, eu avaliaria bem se realmente vale a pena ir, se você tiver que priorizar outros locais. Pessoalmente eu faria algo mais ou menos assim: Hamburgo: 3 dias Berlin: 3 ou 4 dias Krakow: 3 dias Praga: 3 dias Viena: 3 dias Bratislava: 1 dia ou cortar mesmo. Budapeste: 3 Dias Roma: 3 ou 4 dias Paris: 4 ou 5 dias Bruxelas: 1 ou 2 dias Amsterdã: 3 dias Londres: 4 ou 5 dias Barcelona: 3 dias Milão: 1 ou cortar mesmo Porto 2 Dias.
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    @RicardoFontes a melhor coisa é voce fazer um esboço do seu roteiro e voltar aqui pra pegar sugestões. Fica complicado sugerir onde ir e quantos dias ficar sem saber quais suas preferências. Para facilitar sua vida comece definindo os locais que vc tem vontade de conhecer, depois disso vai vendo o que tem de interessante no meio do caminho entre um destino e outro. Lembre-se que nos dias de deslocamentos, mesmo que sejam dentro do país, é um dia praticamente perdido, por mais que seja um deslocamento curto na melhor das hipóteses voce perderá metade do dia. Muitas pessoas nao pensam nisso e montam um roteiro tipo (Hoje está em Paris, daqui dois dias estará em Roma, depois de dois dias estará em Istambul), um exemplo assim a pessoa nao aproveita nada e so gasta grana com deslocamento.
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    Boa sorte! Estou procurando parcerias para uma volta no Globo de bike! Fala comigo interessados.
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    Ah, gostava muito de postar lá.
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    Dayana , vc é do RJ ? Estarei de ferias tb em novembro e vi que vc pretende ir pra Fortaleza, estou vendo tb um lugar pra ir e tenho interesse em Fortaleza que nao conheco e Jeri.
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    Uma vez eu peguei um princípio de pneumonia durante uma viagem no exterior, provavelmente causada pela alimentação deficiente durante a viagem que deixou o organismo fraco, andar no frio, pegar chuva e não tirar a roupa molhada e gelada logo, etc. Precisei consultar um médico particular (no país onde eu estava não há "SUS" para estrangeiros), tirar raio-x, fazer vários exames, comprar remédio, etc...Tudo isto me custou quase R$ 2.000, e eu nem cheguei a precisar ficar internado, se eu tivesse que ficar internado, a conta iria para 3 ou 4 mil Reais! Como eu tinha seguro, a maioria das coisas o seguro pagou direto para o médico/clínica, e o que eles não pagaram, eu guardei os recibos e pedi reembolso, recebi todo o dinheiro gasto uns 30 dias depois. Em outra viagem eu torci o tornozelo andando na cidade, ao pisar numa pedra solta descendo uma escadaria na rua. Como inchou muito e estava doendo demais, fui ver se não era algo mais grave, e nesta brincadeira foram quase R$ 1.000 em despesas médicas, novamente todas pagas pelo seguro. Então pessoalmente eu não viajo ao exterior sem seguro, pois nunca se sabe o nível dos serviços gratuitos que você vai encontrar, e por deficiente que seja o nosso SUS, ele ainda é muito melhor do que o serviço público de saúde da maioria dos países latino americanos.
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    Sempre tem gente que viaja sem seguro, mas você já viu quanto que custa qualquer atendimento médico pagando particular? Se você chegar a precisar ficar 2 ou 3 dias internados num hospital por que comeu algo estragado e teve uma intoxicação alimentar, ou então ser atropelado por um ciclista e quebrar um braço, as despesas destes 3 dias de hospital serão mais caras do que o seguro de um ano, e este dinheiro que você guardou não darão nem para o começo... Então é bom você ter um pai ou mãe com bastante dinheiro, para o qual você possa ligar e pedir dinheiro se a coisa apertar e complicar, para não depender de caridade.
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    Dia 4 - passeios Valle Sur e City Tour Retomando a questão dos passeios contratados: a grande diferença, no fim das contas, é relativa ao preço, pois as agências trabalham juntas - isto é: eles se organizam para encher ônibus e vans e otimizar os passeios, independente de qual agência você contratou. Com isso, é certo que há pessoas na mesma van que pagaram preços bem diferentes. Mais uma vez: a Mapis, se não é a mais barata, está bem perto disso. Vista da janela de nosso quarto no hotel Casona Quera. O solzinho engana: tava 3 graus nessa hora. Mas durante o dia esquenta Para o primeiro dia em Cusco, fizemos dois passeios combinados: o do Valle Sur e o chamado "City Tour". Foi um pouco cansativo e corrido (recomendei a amigos que têm um filho pequeno que não fizessem o mesmo, por exemplo), mas valeu a pena. Pessoas com menos mobilidade devem dividir em dois dias. No total, pagamos 40 soles por pessoa (25 pelo Valle Sur, 15 pelo city tour). Além disso, pagamos 130 soles por pessoa para comprar o Boleto Turístico, que é o ingresso para a maior parte das atrações que você vai visitar em Cusco, e ainda permite a entrada em vários museus (que não visitamos por falta de tempo). O boleto é vendido num prédio da prefeitura perto da Praça de Armas (recomendo comprar antes) ou nas entradas de todas as atrações. Ele tem uma validade de 10 dias a partir da compra. Na hora combinada encontramos o Ronald na Praça de Armas (ele nos buscaria no hotel, mas saímos antes para tirar umas fotos e esbarramos com ele na rua, e combinamos esse encontro na praça) e caminhamos alguns metros para outro local por onde passou o microônibus que fez o passeio. A primeira parada do passeio do Valle Sur é Tipón, um sítio arqueológico cujo grande destaque são terraços que eram usados para agricultura. Pikillacta tem as ruínas de uma pequena cidade do período inca. Ambos interessantíssimos. A parada seguinte é Andahuaylillas, uma cidadezinha que não tem ruínas, mas sim uma igreja com afrescos (cuja entrada custa 15 soles) e um "museu" mantido por uma família com uma múmia bizarra e coisas bacanas sobre o cultivo do milho e a preparação da chicha (5 soles). O guia convenceu todo mundo a visitar o museu em vez da igreja e não nos arrependemos, foi bem divertido. Estruturas para agricultura no sítio arqueológico de Tipón Ruínas do sítio arqueológico de Pikillacta Múmia bizarra em Andahuaylillas, eles juram que é de um ET 👽 Voltamos a Cusco e encontramos um grupo que já tinha iniciado o city tour por Qoricancha, um templo que fica bem perto do centro de Cusco. Ele não está incluído no Boleto Turístico e pode ser visitado em outro dia, em uma caminhada rápida a pé. É bem perto da Praça de Armas (não fizemos, também, por falta de tempo). O grupo saiu e nós e outras pessoas nos juntamos a eles e pegamos o ônibus que fazia o city tour. Durante a tarde visitamos quatro ruínas incas: Qenqo, Sacsayhuaman, Pucapucara e Tambomachay. Sem dúvidas, Sacsayhuaman é a mais incrível delas. As demais também são bacanas, porém. Vale muito a pena. A foto tá uma bosta, mas essa pedra fica gelada a qualquer hora do dia. Era usada como mesa para mumificação de corpos de nobres no período Inca. Está em Qenqo Tambomachay, que foi criado no período Inca para homenagear a água Jantamos num restaurante chamado Chalca, na rua 7 Cuartones, bem perto do centro. Comida muito honesta e preço ótimo (entrada fria, sopa, prato principal e copo de suco por 10 soles). Voltamos a comer lá em outro dia, inclusive. Dia 5 - passeio do Valle Sagrado até Ollantaytambo; noite em Machu Picchu Pueblo Antes de sair, juntamos nossas coisas, separamos só o essencial para a viagem a Machu Picchu e deixamos o grosso da bagagem no hotel Hatun Quilla, para onde iríamos quando voltássemos de MP. O pessoal foi muito gente boa, guardou nossa bagagem sem nenhum problema. Peruaninho simpático numa parada para usar o banheiro, a caminho do Valle Sagrado O passeio desta vez foi o do Valle Sagrado. A primeira parada é em Pisac, que é um sítio arqueológico bem grande. De lá, partimos rumo a Urubamba onde acontece a parada para o almoço. As agências vendem com a opção de almoço incluído por 25 soles, que não pegamos. Queríamos tentar encontrar um lugar mais barato para comer. Mas a parada é em um lugar com poucas opções. Demos umas voltas e desistimos, pois um funcionário do restaurante tinha nos oferecido por 20 soles. Fiquei com a impressão, depois, de que se tivéssemos chorado mais teríamos conseguido por menos que isso, mas não pude comprovar. Se quiserem fazer o mesmo, o cara que nos deu esse desconto fica numa lojinha na saída do restaurante, ele aborda as pessoas. A comida era bem sem graça, esquema bandejão. Não é bom, mas parece não haver muita alternativa. Parte do grupo foi almoçar em outro restaurante, chamado Pukapunko, que parece melhor. Talvez valha verificar essa opção com a agência. Deve ser mais caro. Sítio arqueológico de Pisaq, sensacional Na sequência, fomos a Ollantaytambo. Para mim, o sítio arqueológico mais impressionante antes de Machu Picchu. Chegando lá, a guia disse que quem ficaria por ali para pegar o trem deveria descer com tudo no ônibus e deixar as mochilas em um café que fica junto da entrada. Eles cobram 3 soles por pessoa para deixar as bagagens. Acompanhamos a explicação da guia depois de subir as escadarias e ficamos com tempo para andar por lá com calma e tirar mais fotos. Muita gente faz isso: encerra o passeio ali e pega o trem para dormir em Machu Picchu Pueblo (a estação é perto do sítio arqueológico). Fomos à estação, demos um tempo comendo milho e tomando sorvete e então pegamos o trem. Ollantaytambo, nossa última parada antes de Machu Picchu Sobre o trem: é caro pra caralho! A ida foi 65 dólares e a volta 75 (a volta incluía um ônibus de Ollantaytambo até Cusco). E foi "barato". No dia que viajamos a opção mais barata tava mais de 80 dólares sem o ônibus, e vários por mais de 100. Fomos de Inca Rail, também há opção de ir pela Peru Rail. Os serviços parecem ser muito semelhantes, a escolha deve ser feita por causa de preço e horário. O trem é confortável, servem um lanchinho leve e a viagem é rápida. Chegando a Machu Picchu Pueblo, caminhamos até o hotel (o pueblo é tão pequeno que acredito que todos os hotéis fiquem a uma caminhada rápida da estação). O guia contratado junto ao Ronald, da Mapis, foi até o hotel para combinar os detalhes. Ele nos cobrou 20 soles por pessoa (pagamos ao Ronald). Dia 6 - Machu Picchu Chegamos à praça de Machu Picchu Pueblo no horário combinado (5h50 da manhã) para pegar um dos primeiros ônibus. Não tinha o ticket do ônibus, compramos na hora, o ponto de venda fica perto da praça e funciona das 5h às 21h. O ônibus é caríssimo (12 dólares cada trecho). Como tínhamos tempo, decidimos subir de ônibus e descer a trilha a pé. Para comprar os tickets é preciso ter passaporte. Chegamos ao local dos ônibus e a fila já estava bem grande. Mas foi rápido, acredito que nem 10 minutos de espera. Os ônibus vão saindo rapidamente. A subida leva uns 20 ou 25 minutos. Chegando lá, o guia voltou a reunir o grupo e recomendou que quem quisesse ir ao banheiro fosse de uma vez, pois dentro do parque não tem. Praticamente todo mundo conhece essa vista por foto. Mas ainda assim é emocionante quando chegamos lá Sobre a visita, não tem muito o que falar. É essencial ter um guia (se não contratar antes, tem vários que oferecem os serviços junto à entrada) para entender em detalhes. A foto clássica é logo no começo do circuito. O passeio guiado dura cerca de 2 horas. Ficamos mais uma hora ou pouco mais depois disso. Descemos as escadas a pé, como tinha falado. Não é uma descida fácil. Os degraus são irregulares e escorregadios. Levamos pouco mais de uma hora. Não é nem um pouco recomendável para quem está muito cansado, sente dores nas pernas ou está com criança. Almoçamos em um restaurante qualquer numa das duas ruas principais de Machu Picchu Pueblo (tem vários que oferecem menus a 15 soles, todos parecem a mesma coisa). Não lembro o nome desse que comemos, mas eles queriam cobrar uma "taxa de mesa" de 10 soles. Não tinham falado nada disso antes. Reclamei e a moça disse que tudo bem, que isso era opcional. Demos mais uma volta pela cidadezinha, que não tem muita coisa a fazer. Visitamos uma feirinha de "artesanato" (todas as barracas vendem os mesmos produtos) e sentamos em outro restaurante próximo ao que tínhamos almoçado para umas cervejas e pisco com petiscos até dar o horário do trem. Quem vai subir pra Machu Picchu de manhã, recomendo tentar comprar um trem mais cedo, pois não vale a pena ficar em Machu Picchu Pueblo. O trem atrasou cerca de meia hora pra sair. Quando chegamos a Ollantaytambo, embarcamos no ônibus e partimos logo para Cusco, são cerca de 2 horas de viagem. O ônibus para junto ao hotel Costa del Sol, no centro histórico. De lá fomos direto para nosso hotel, que fica a umas duas quadras. A "recepção" já estava fechada mas batemos à campainha e o pessoal veio abrir rapidamente. Pegamos nossas malas e fomos pro quarto. A própria pessoa que atendeu disse que não precisávamos pagar ou preencher as fichas naquela hora, que o fizéssemos no dia seguinte. Dia 7 - Laguna Humantay Esse é de longe o passeio mais cansativo que fizemos. Nos buscaram no hotel às 5 da manhã, um frio desgraçado, e fomos em um carro até outro ponto onde pegamos a van para o passeio. São 3 horas de viagem de Cusco até o local onde começa a subida. Eles distribuíram mantas e foi todo mundo dormindo, na medida do possível (não foi fácil pois o banco era bem apertado). Depois de 2 horas é preciso pagar a entrada (10 soles), e a última hora é por uma estrada bem sinistra, em vários momentos parece que a van vai cair da pirambeira. A vista porém, é maravilhosa. Depois de descer do carro, fazemos uma caminhada de 15-20 minutos até o ponto onde tomamos o café da manhã. Pão fresco, manteiga, geleia, café solúvel, chá. E então começa a subida. O guia fez algum terrorismo, dizendo que seriam 2 horas montanha acima. Esse parece ser o tempo para quem sobe mais lentamente. Todos de nosso grupo subiram com menos de 1h40. A primeira metade do caminho é com uma inclinação de 40 graus. A segunda é bem mais inclinada: 70 graus. Eles disponibilizam umas bengalas (cabos de vassoura) pra auxiliar na subida. Há ainda a possibilidade de subir a cavalo por 70 soles (o pessoal do nosso grupo que fez isso não recomenda, disseram ter ficado com medo de cair em vários momentos). A subida é cansativa, mas não é um terror. Não somos atletas, praticamos exercícios físicos de maneira moderada e subimos sem grandes problemas. A altitude é um fator que dificulta, mas nada impossível. Não é nem um pouco recomendável, porém, para quem está com criança e para quem tem problemas de mobilidade. A subida, além de íngreme, é escorregadia. Várias pessoas que subiam junto conosco escorregaram, especialmente na descida. Dá pra ter uma ideia de como é a subida. Mas só uma ideia A vista lá de cima, porém, é impagável. Um dos lugares mais bonitos que já visitei. A água com múltiplos tons de azul e verde, e essas cores mudam de acordo com o local onde você está, com os reflexos e incidências de luz. É possível subir em vários locais para admirar e tirar fotos de diferentes ângulos. O guia dá uma explicação sobre as formações geológicas e também sobre a rotina da época dos incas. Ficamos cerca de 2 horas lá em cima antes de iniciar a descida. Quase uma hora fazendo o caminho de volta e chegamos ao local onde tomamos o café para o almoço. Estava bom, e tinha algumas opções (arroz chaufa, massa com verduras, um prato de frango que lembrava estrogonofe, saladas, pastel de queijo - bem parecido com o nosso, mandioca frita). Almoçamos, voltamos ao carro e partimos para o caminho de volta. Mais 3 horas de estrada até a volta a Cusco. Laguna Humantay: a vista que compensa todo o esforço da subida Chegamos ao hotel, tomamos um banho e saímos para comer no Chalca e demos uma volta pelo Centro para comprar algumas lembranças antes de voltar ao Brasil. No dia seguinte, tomamos café e pegamos o táxi combinado com o Ronald da Mapis até o aeroporto (15 soles. Ele foi até nosso hotel junto com o motorista). Tudo tranquilo no check in e nos dois voos (Cusco-Lima, Lima-São Paulo). É isso. Qualquer dúvida é só mandar mensagem!
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    Buenos Aires já é um velho conhecido dos brazucas, mas ultimamente a cidade tem caído ainda mais nas graças do brasileiro. E não sou eu que tô dizendo: segundo dados da Dirección General de Estadística y Censos do Governo de Buenos Aires foram 626.144 os que desembarcaram nos aeroportos da cidade, só no ano de 2017. E não é difícil entender o porquê desse influxo de nossos conterrâneos à capital vizinha: proximidade geográfica e cultural, facilidades (diversos voos diretos, preços acessíveis, devolução do IVA), alta do dólar, desvalorização do peso. Fora o fato de que BsAs é uma cidade incrível, repleta de história, belas atrações, vida agitada à noite… A maioria dos brasileiros chega na cidade de avião, sobretudo pelos dois aeroportos internacionais de Buenos Aires. São eles: Aeroporto de Ezeiza (EZE) e Aeroparque Jorge Newbery (AEP). Aeroporto de Ezeiza (EZE): também chamado de Aeropuerto Internacional Ministro Pistarini, localiza-se na cidade de Ezeiza, a 28km de Buenos Aires. Foi inaugurado em 1946 por Juan Domingo Perón e hoje recebe 85% dos voos internacionais da Argentina. Há voos diretos de Porto Alegre (Aerolíneas Argentinas), Florianópolis(Gol), Rio de Janeiro-Galeão (Gol, Emirates e Aerolíneas Argentinas), São Paulo-Guarulhos (várias companhias) e Brasília (de qui-dom com a Latam; todos os dias exceto terça com a Gol a partir de 01/12/18). Aeroparque Jorge Newbery (AEP): localizado no bairro de Palermo, a apenas 5km do centro. Dá pra dizer que tá dentro da cidade! Há voos diretos de Curitiba (Aerolíneas Argentinas) e São Paulo-Guarulhos (Gol, LATAM, Aerolíneas Argentinas). A partir de abril/2019 não haverá voos do Brasil para o AEP, apenas voos domésticos e para o Uruguai. Como ir do Aeroporto de Ezeiza (EZE) ao centro (e vice-versa) Transporte público Continue lendo em: http://filosofiadeviajante.com.br/2018/09/12/como-ir-dos-aeroportos-de-buenos-aires-ao-centro-e-vice-versa/
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    O limite de bagagem costuma ser mais restrito do que no voo Brasil-Europa: uma mala de 23 quilos. Para a bagagem de mão, o limite varia entre 8 e 10 quilos, dependendo da companhia aérea; na maioria dos casos, as dimensões não devem extrapolar 55 centímetros de comprimento, 40 centímetros de largura e 23 centímetros de profundidade. Olha, eu costumo levar 60% a 70% do orçamento planejado em espécie. O restante eu divido em VTM (pela questão da segurança) e cartão de crédito int. (comodidade). Em valores, o cambio em espécie é mais vantajoso que o cambio no VTM. Mas tem a questão da segurança também. Sugiro levar os dois, dinheiro em especie e uma quantidade no VTM.
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    Buenos Aires pode não ser a 'Meca' da comida barata, principalmente se comparada a algumas cidades asiáticas. A capital argentina, que já foi conhecida por seus preços atraentes, foi assombrada pelo fantasma da inflação, e hoje já ostenta valores similares às grandes capitais europeias. Apesar disso, a cidade não decepciona os pães-duros de plantão (como nós), que fazem qualquer coisa pra manter o budgetno limite. A linha de frente da comida barata em BsAs é basicamente composta por pizza, empanada e choripán (pão com linguiça). Apesar da fama, o último não é assim tão fácil de achar, pelo menos na rua, já que a capital não é tão rica em opções de comida callejera. Preço justo:espere pagar cerca de ARS30 por uma fatia de pizza de mozzarella ou por uma empanada (qualquer sabor, frita ou assada) e ARS50 por um chori (como é chamado carinhosamente o choripán). Continue lendo em: http://wp.me/p8A1rR-sN
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    DE BRASÍLIA AO JALAPÃO EM CARRO PRÓPRIO E POR CONTA PRÓPRIA Oi pessoal, não sou blogueira, mas como tive muita dificuldade para planejar e entender a viagem ao jalapão, resolvi que ia deixar o meu relato, com o maior número detalhes possíveis pra facilitar e ajudar a todos. É GRANDE, MAS ACHO QUE VALE A PENA!!! PLANEJAMENTO: Há algum tempo, eu e meu namorado olhávamos e analisávamos a possibilidade de ir, mas nunca colocávamos em prática, devido a nenhum ter carro grande, e os valores fornecidos pelas agências e para alugar carro serem até acessíveis, mas, ainda assim, achei salgado para a estrutura e quantidade de dias e também minha disponibilidade não encaixar. Desta forma acabamos dando sempre preferência para outros destinos. Tenho um amigo que sempre foi meu parceiro de viagem, desde que nós conhecemos, já fizemos inúmeras viagens de todos os tipos: de acampamentos, até a neve. E tentamos seguir isso pelo menos uma vez ao ano, pra tentar conhecer o máximo de lugares possíveis. Então em uma segunda-feira, ele me mandou as fotos do jalapão, e perguntou o que eu achava de combinar de ir pra lá (ele tem uma caminhonete nissan 4x4), logo liguei para o meu namorado e combinamos de nos encontrar já na quarta-feira para decidir o dia, horário, tempo e mais detalhes. Quando avaliamos as possibilidades, vimos que só teríamos livres de quarta a domingo da outra semana, caso contrário essa viagem ficaria em sonho ou só poderia ser realizada após no mínimo um ano, sendo assim teríamos apenas 1 semana para pesquisar tudo e partir para essa aventura e assim foi feito. Como já sabíamos o local, a data, o tempo de duração da viagem e o transporte, só nos restava fazer o cronograma, que sinceramente foi a parte mais difícil, pois teríamos quarta após as 16:00h (que é a hora que saio do trabalho) até domingo a noite para estar de volta, para retornar para trabalhar na segunda cedo. Resumindo, só escolhemos os pontos mais conhecidos e mais indicados após as pesquisas. Talvez um dia a mais teria sido melhor, mas, mesmo assim, valeu. PS: baixei o mapa do Brasil no celular, com GPS offline (escolhi o CoPilot), pois vi que celular lá é uma raridade. ROTEIRO (30/08/2017 até 03/09/2017): Dia 1: Dedicado a estrada, com planos de chegar o mais perto possível do destino, sem colocar nossa vida em risco, claro, e dormir na estrada. 17:00h → Saída de Vicente Pires-DF Abastecemos no posto flamingo em Sobradinho, o que nos fez pegar um congestionamento significativo até Planaltina. Quem conhece Brasília sabe, parar 10 minutos o trânsito muda. Então seguimos por uma estrada ótima e sinalizada: São João da Aliança – Alto Paraiso – Teresina de Goiás – Campos Belos (o plano era dormir aqui, mas chegamos antes das 22:00h o que nos fez seguir para a próxima cidade) – Arraias (distancia muito pequena da cidade anterior, continuamos seguindo) – Conceição dos Tocantins (Chegamos por volta de 23:40h, então resolvemos dormir por ali. Achamos uma pousada em beira de estrada, chamamos até mas ninguém respondeu. Quando resolvemos partir, chegaram dois homens levemente embriagados nos cobrando cerca de 200 reais por casal para sairmos as 5:00h, achamos um absurdo e resolvemos seguir para dentro da cidade para achar outro lugar para dormir, mas não tinha, então resolvemos ir mais pra frente) – Chapada da Natividade (Achamos um bom hotel e por 170 reais dormiu os dois casais, por volta das 01:00h). Dia 2 Acordamos as 06:00h tomamos café fornecido pelo hotel e seguimos para Pindorama (nesse trecho tinha 65 km de estrada de chão razoável, perto do que ainda viria pela frente) e enfim chegamos em Ponte Alta do Tocantins (sem reserva, pois tentei contato e não obtive resposta, mas já com a pousada em mente, fomos até lá “Águas do Jalapão” e conseguimos vaga apenas para essa diária, que era só o que queríamos mesmo, pois seguiríamos no outro dia para Mateiros). Colocamos as malas no quarto, nos trocamos e saímos para o início das aventuras sem guia, conversamos com o dono da pousada que nos entregou um mapa e nos ensinou a chegar em todos os principais pontos, falando distancia certa em cada um. Pegamos a estrada para a cachoeira da fumaça, no caminho paramos no rio sonhinho para um mergulho delicioso, lá conhecemos um casal que estava com guia, seguimos para a cachoeira da fumaça, onde é possível ir por entre as pedras e a queda d'água, onde se atravessa uma ponte bastante duvidosa para chegar. Voltamos pela mesma estrada, onde paramos na famosa pedra furada para assistir o pôr do sol (Aqui aconselho as mulheres estarem com os cabelos presos, muita abelha). Lá conhecemos algumas pessoas, todas acompanhadas por um guia, estes estavam na mesma pousada que nós. Observação importante: Levamos marmitas (comida mesmo, escondidinho de carne seca com abóbora), petiscos e claro muita água, e isso foi fundamental, pois não tem onde comer no percurso. E então, voltamos, paramos na cidade, compramos carne e bebidas e usamos a churrasqueira da pousada, junto com o pessoal (de Palmas e SP) que conhecemos na pedra furada. Dormimos cedo, pois o outro dia ia ser pesado. PS: Todo o percurso é sem sinalização, mas com o mapa fornecido pelo dono da pousada não teve erro. Dia 3: Acordamos por volta de 07:00h e tomamos um café reforçado e delicioso, já incluso da diária. Lá conversamos com o guia, confesso que tínhamos a intenção de segui-los, mas ele foi esperto e saiu rapidinho nos deixando para trás rsrs. Mas o mapa fornecido pelo dono da pousada, ensinava a gente a chegar em Mateiros (170 km) e a parar nos lugares principais. E então saímos por volta de 8:30h. A primeira parada era nos Cânion de Sussuapara, que estava sinalizado no mapa com distância de 12 km da saída e na placa falava 15 km. Mas marcamos e não deu nem 11 km. Vimos o carro do guia do casal que conhecemos lá no rio do soninho, e só paramos por isso. Pois como a quilometragem não batia e não tinha sinalização, ia ficar pra trás. Meu namorado e o casal de amigos que estava com a gente não estavam muito empolgados para essa parada, mas me agradeceram muito pela insistência, realmente é lindo e vale a pena. Seguimos para uma parada na cachoeira do lajeado, que em uma de minhas leituras, falaram ser imperdível, mas não achamos essas coisas todas. Então na minha opinião, se tiver com tempo, vale uma parada rápida, se não, siga em frente, poque o caminho é longo. Saímos de lá, achando estar preparados para a estrada de terra, que até os 50 km da saída de Ponte Alta, é relativamente boa perto do resto do caminho. É INEXPLICÁVEL, o que pegamos pela frente (Terra, areia, pedra, buraco… aventura de verdade). Aos 90 km da saída, por volta de 12:00h, nos deparamos com a bifurcação de acesso para a cachoeira da velha (a mais famosa da região), onde tinha 35 km para chegar, mas pega o caminho contrário para Mateiros (este ponto todo sinalizado), então seguimos por essa estrada, onde dá ao abandonado hotel Jalapão (este fundado e utilizado por Pablo Escobar, para cultivos ilegais), e em seguida a cachoeira da velha (onde dá para fazer Rafting) e a prainha do rio novo (ponto de chegada do Rafting). Não fizemos o Rafting devido a demora a sair do hotel e a parada na cachoeira do lajeado, que nos atrasou e assim perderíamos o horário para seguir para a próxima atração. Dependendo da sua intenção, esse lugar pode não valer a pena contando o tempo e a distância em uma estrada horrível. Almoçamos mais uma de nossas marmitas (farofa de carne seca) e seguimos rumo a mateiros por volta de 14:00h. O guia do casal saiu na nossa frente, e então fomos seguindo ele, que tentou de todas as formas sumir da gente, pegando um outro caminho (acredito eu, com intuito de nos despistar ou até fazer a gente se perder) que nos atrasou ainda mais. Como eu tinha baixado o GPS, nessa hora foi muito útil, fazendo a gente não cair nessa armadilha. Uns 20 km antes das dunas, tem uma vendinha, onde paramos para um sorvete e esticar a perna. Lá conhecemos outras pessoas, esses da região do Araguaia. Também estavam sem guias, estavam num Renegade 4x4 (jeep), Nos contaram que tinham furado um pneu no percurso de volta para a cachoeira da velha (muita pedra pontiaguda nesse trecho). Chegamos as 17:15h no por do sol das dunas do Jalapão, o casal de amigos que estavam com a gente, quase desistiu de seguir para esse ponto turístico, devido à dificuldade da pista. Mas ainda bem que não teve desistência, pois é uma das coisas mais bonitas por lá. Lá já encontramos o casal com o Guia (o que tentou despistar a gente), a primeira pergunta que ele fez, foi sobre o pessoal do Renegade, mas como saímos primeiro lá da vendinha do sorvete, não sabíamos e muito menos entendemos o porque da pergunta. Passou um tempo, chegou o guia com o pessoal de Palmas e SP, onde disseram que o Renegade estava atolado, e não pararam de ajudar para não perderem o pôr do sol. Então o guia do casal riu muito. PS: entendo que é o ganha pão deles, e pessoas como nós, que conseguem se virar sozinhas e fazem um relato como esse, prejudica o trabalho, até entendo fugir da gente para não ensinar o caminho, mas desejar o mal e não parar ajudar já é demais né? As pistas ficam desertas por horas, sabe-se lá o tempo que eles demoraram para sair de lá. Acabando o espetáculo do pôr do sol, mas ainda claro, resolvemos sair logo, para aproveitar o máximo da estrada claro, ainda tínhamos cerca de 30 km até chegar em mateiros. O nosso carro quase ficou atolado na estrada que liga as Dunas a BR. Enfim mateiros por volta de 19:30h (lembra que saímos de Ponte alta cerca de 8:30h?). Chegamos a pousada “Santa Helena do Jalapão”, com muita fome. A única coisa que ainda tínhamos era uns salgadinhos e água (isso não pode faltar). Deixamos as malas e corremos para a cidade. Por indicação fomos ao Bahamas Coffee, bar que servia petiscos (escolhemos carne de sol com mandioca e um peixe-frito cada uma por 25 reais) e claro uma cervejinha gelada para relaxar. O cansaço era muito, então não estendemos e voltamos para dormir cedo, sem muita pressa para acordar também. Dia 4: Corpo descansado, acordamos e tomamos café, também fornecido no valor salgado da diária. Gostoso, mas não tão bom como o da pousada de Ponte Alta. As funcionárias também não estavam muito felizes com o trabalho, cara amarrada e mal respondia as nossas perguntas, quando respondia eram bem grosseiras. Mas os demais funcionários foram bastante prestativos. Por volta de 9:00h saímos para conhecer o redor de mateiros, aqui nossos planos eram conhecer o maior número de atrativos por perto, pois estávamos muito doloridos das pancadas do carro na estrada no dia anterior e não iriamos seguir o contorno passando por São Félix até voltar a Ponte Alta. Quanto mais perto estivéssemos para voltar, melhor seria, então resolvemos ir o mais distante e voltar parando. Achamos assim menos cansativo. Ao sair da pousada, paramos no posto para abastecer, onde o frentista nos chamou a atenção para o pneu, que estava muito cheio, disse que nessas estradas deve se andar com 22 até no máximo 28 libras nos pneus, assim facilitando o caminho, e diminuindo o impacto. Passamos na borracharia e para a nossa surpresa, o pneu estava com 40 libras, então entendemos o motivo de tantas pancadas. Diminuímos para 28 e seguimos cerca de 30 km de estrada ruim, mas muito mais confortável. Foi uma coisa que não li em nenhum lugar e ajuda muitoooooo. Fomos direto ao Fervedouro do Buritizinho, tudo muito bem sinalizado, e com o mapa da pousada Santa Helena do Jalapão, era impossível errar. Lá foi o primeiro lugar que pagamos para entrar: 15 reais por pessoa e 10 reais para fazer o boia cross (não fizemos). Ficamos encantados, bem pequenininho mas muito aconchegante. E como fizemos o percurso ao contrário, só tinha a gente pra desfrutar dessa paisagem. Saímos e fomos para a cachoeira do formiga, valor de 20 reais por pessoa, também bastante conhecida, lá da vontade de passar o dia todo. Saímos da cachoeira do formiga e seguimos para o fervedouro da Ceiça, lá ficamos muito tempo, porque além do lugar ser lindo a experiência é fantástica e diferente do primeiro que conhecemos, realmente é impossível afundar, reforçando que fizemos o percurso ao contrário e só tinha a gente, por isso conseguimos ficar muito tempo, pois a maioria dos fervedouros só pode 6 pessoas por vez com permanência de no máximo 15 minutos. Então fomos correndo tentar conhecer mais um fervedouro, o buritis (20 reais por pessoa). Já era final de tarde, e como é cercado de buritis, sentimos um pouco de frio (no geral a água é fria e gostosa. Nenhuma água gelada). Fomos embora antes de escurecer, para não sofrer na estrada ruim a noite. Nesse dia não tínhamos levado marmita, mas ainda tinha restos dos petiscos, que foi segurando, pois não tinha nenhum lugar para comer (esse dia não estávamos prevenidos, pois em todo lugar que eu li falava ter comida nesse trecho em vários lugares, mas acho que como era fora de temporada, não tinha). Então estavamos com muita fome, paramos no mercado compramos carne, queijo e mais uma vez, fomos utilizar a churrasqueira do hotel, dessa vez, só nossa. Desfrutamos um bom vinho (levamos de Brasília 4 garrafas, que quebrou 2 na estrada ruim) fazendo uma reflexão dos dias maravilhosos mais bruto vividos ali. Dormimos cedo para acordar disposto a encarar a volta. Dia 5: Dia de voltar! Acordamos, tomamos café, fechamos a pousada, lá o funcionário muito prestativo imprimiu o mapa de um caminho mais perto para voltar com todas as instruções, fomos ao posto abastecer e partimos as 09:20h por outro caminho que foi: Comunidade Panamby (estrada de chão boa até uns 30km antes de Dianópolis) – Dianópolis (não entra na cidade, no trevo segue para o outro lado) – Novo Jardim – Ponte Alta do Bom Jesus – Taguatinga do Tocantins – Aurora do Tocantins – Lavandeira – Combinado – Novo alegre – Campos belos e retomamos a estrada da ida. Chegando em Vicente Pires DF as 20:45h. A estrada desse lado até Campos Belos não é tão boa igual à da ida, mas depois da de chão que pegamos, qualquer estrada era boa. Resumi ao máximo mas sem deixar nenhuma informação. Então fica a dica: da sim para ir ao Jalapão sem guia e ainda economizar. Não calculamos os gastos por pessoa ainda, mas já adianto ter sido bem menor do que com guia e com passagem de avião
  26. 1 ponto
    2° dia - 27/12/2018 De Ita Ibaté a Salta 1000 km Mais um dia de deslocamento apenas. Neste trecho muitas retas e um trecho de 40 km entre Monte Queimado e Toco Pozo, muito ruim com crateras em quase toda a pista.a velocidade tem de baixar para 50, 60 km/h. O restante da estrada está em perfeito estado de conservação. A interação do grupo está maravilhosa. Parece que nos conhecemos a muito tempo. Nos hospedarmos no mesmo hotel que a gente se hospedou que na vez anterior, Hotel Pachá. Quem nos atendeu foi a mesma moça e ficamos no mesmo quarto. Os valores eu passarei depois.
  27. 1 ponto
    1° dia De Curitiba a Ita Ibaté, Argentina. 1080 km. Dia de deslocamento apenas, sem muito a relatar. De Curitiba a Ponta Grossa pista dupla em ótimo estado. De Ponta Grossa a Guarapuava pista simples na maioria do percurso. A partir de Guarapuava pista simples em bom estado com pequenos trechos ruins até chegar na divisa de Barracão Paraná / Dionísio Cerqueira com Argentina. Em Dionísio Cerqueira fizemos o câmbio a r$ 1 por 5,55 pesos. A Expedição Andes por aí está atualmente na cidade de Itá Ibaté, Argentina. Percorridos 1080 km hoje. Preço da gasolina Curitiba 3,82. No caminho, no brasil abastecemos de novo a R$4,18. Na Argentina 26,27 pesos = R$ 4,73. Troquei reais na divisa em Bernardo de Irigoyen a 1 real por 5,55 pesos. Estamos em um hotel na beira do Paranazão e o custo é de 1080 pesos / 4= 270 pesos cada, ou seja R$ 48,00 + ou -. Custo por pessoa por dia em torno de R$ 180,00. Vamos ver se baixamos o custo. Pedágio Brasil: 56,10 Argentina: 40 pesos ou R$ 7,20 Combustível: 454,00 Alimentação: R$ 210,00 Hotel Piedra Alta: 1080 pesos = 194,00
  28. 1 ponto
    Olá Elane, Segue uma foto dos horários das vans entre Maceió e Maragogi. Elas saem da rodoviária de Maceió e não passam pela orla, e a passagem custa R$21. Eu não fechei pacote porque não acho que vale a pena fazer bate e volta para Maragogi. A viagem é longa e Maragogi tem praias muito bonitas, vale a pena ficar pelo menos 2 dias.
  29. 1 ponto
    Dia 3 ANTÍGUA GUATEMALA Como o nome já diz, Antígua Guatemala (ou somente Antígua) é uma cidade bem antiga. Fundada em 1543, nela se conservam quase 500 anos de história. Foi a Capital da Guatemala por muitos anos antes de transferirem a capital nacional para Ciudad de Guatemala. A melhor forma de conhecer Antígua é a pé. Chegamos em antígua às 1h30 da madruga e nos hospedamos no BigFoot Hostel. Custa$6,50 quarto coletivo. Boas acomodações com banheiro privado e que são limpos de hora em hora, tomadas individuais, lockers e cortinas para maior privacidade na cama. Possui também área social completa (com PUB, sinuca, sofás e "beer pong" e ótimas festas), cozinha profissional e funcionários que também falam português. É bem localizado e tem um bom preço. Faltava somente ter cozinha compartilhada, mas o Chef do hostel manda bem nos rangos. Os principais pontos turísticos são: O Cerro de la Santa Cruz; O Cerro Santo Domingo; A igreja de São Francisco o Grande; A igreja de Nossa Senhora da Concepção; A igreja das Capuchinas; A igreja da Graça; As ruínas de San Jerónimo; O Convento de Santa Clara; A Audiência; O Palácio dos Capitães; A Vaga Maior com a Catedral de San José e a sua bela fachada. E o melhor, todas essas atrações podem ser visitadas em um único dia. Em Antígua ficamos quatro dias, sendo dois desses dedicados para subir o vulcão Acatenango (conto sobre a trekking mais pra frente) e um dia para celebrar o ano novo. De todos os passeios realizados no centro de Antígua, somente o Cerro Santo Domingo que necessita de transporte (que é gratuito e passa de 30 em 30 minutos). A van sai da entrada da cidade e leva cerca de 10 minutos até chegar ao estacionamento do Cerro. Recomendo ir no por do sol, pois tem uma vista incrível dos vulcões de água, Acatenango e de fuego (com tempo limpo ainda vê o vulcão del Fuego entrando em erupção).
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